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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Cap 1: Viva la Revolution!!!

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MensagemAssunto: Cap 1: Viva la Revolution!!!   Cap 1: Viva la Revolution!!! EmptyDom 30 Out 2016, 16:52

Cap 1: Viva la Revolution!!!

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Joe Melbrak. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Cap 1: Viva la Revolution!!!   Cap 1: Viva la Revolution!!! EmptySeg 31 Out 2016, 17:08



Viva!!!

Felicidade, sim, uma grande dose desse sentimento sentia Joe, carregando um pequeno sorriso no rosto, animado para mais um dia. – Hoje será um dia incrível!!! Jogaria suas palavras ao ar, ali na casa dos Melbraks, pessoas que o acolheram muito bem, o mesmo de fato se sentia membro daquela humilde família, tanto que adotou até o sobrenome deles. Joe caminharia até o banheiro, jogaria uma água no rosto e em seguida caminharia até a cozinha para tomar um café reforçado. – É hoje será o dia em que continuo a sair por ai livremente hahaha – O mesmo apesar de parecer uma despedida estava muito feliz em sua mente conheceria pessoas novas e quem sabe lugares novos, ainda precisaria de mais algumas coisas antes. ''Não posso esquecer de passar na loja de armas, hmm do que mais eu preciso??? Não me lembro'' – Não me lembro do que preciso, bom ainda preciso buscar mais conhecimentos sobre culinária .... Em seguida ali na cozinha com seus dotes culinário, prepararia um excelente café da manhã para todos da família Melbrak, tentaria caprichar ao máximo, apesar de não seguir a tradição do Sr Melbrak de ser um carpinteiro ele sempre me tratou muito bem e me ensinou boas coisas.

“ Como será que Julie está agora?” -  Em seguida comia calmamente, saboreando a refeição. Assim que terminasse se as pessoas da casa já estivessem acordadas apenas daria meu bom dia, em seguida seguiria para o banheiro para cuidar das minhas higienes pessoais, assim já vestido com minhas roupas casual, observaria para ver se não estava esquecendo nada, estando tudo ok apenas partiria. Meu primeiro objetivo era comprar uma arma, andaria pelas ruas de Centurea Island calmamente, tentaria reparar as coisas em minha volta. Meus passos eram calmos enquanto caminharia rumo a loja de armas pensava um pouco. “ Estou ansioso para fazer novos amigos!!! Nesse mundo estranho onde os idiotas nobres acham que a felicidade está na sua nobreza, mais não passa de um bando de patife lutando para manter o nome da sua familía ..” - Se interrompeu e olhou ao redor. “-Loja de Armas onde era mesmo, acho que é melhor me informar.” - Ele falava com tranquilidade e um sorriso no rosto. Com isso procuraria a pessoa mais próxima de mim para pedir informações, sempre calmo e educado me aproximaria e falaria há um tom suave. – Bom dia, desculpe o incomodo, é por gentileza poderia me informar onde fica a loja de armas da cidade?” Após falar colocaria um pequeno sorriso aguardando a resposta, se positiva agradeceria e seguiria para a mesmo, negativa iria procurando outras pessoas para me informar, se durante o caminho eu avistasse a mesma já caminharia até ela.

Assim que chegasse ao local, olharia ao redor, e em seguida caminharia até o balconista. Diante do vendedor eu pediria a minha arma. “ – Olá, gostaria de comprar um machadinho.” Observaria aquela arma, em seguida pegaria a quantidade de B$ necessária e pagaria, em seguida seguraria bem firme a mesma com a minha mão direita, então falaria. -Muito obrigado, é um excelente machado!! Bom sabe onde tem algum restaurante ou algum lugar precisando de cozinheiro? – Eu perguntaria ao mesmo aguardaria sua resposta, caso positiva agradeceria e seguiria para o mesmo, negativa agradeceria e iria embora. – Preciso melhorar ainda mais minha culinária, para isso preciso está sempre praticando.

Joe estava contente, porém precisava pensar no que fazer da vida e seguir por ai parece fácil, porem ao mesmo tempo as vezes é um pouco complicado o rapaz tinha ainda não tinha em mente como sair da ilha é como se ainda tivesse algo a fazer nela – Centurea Island... O que você tem a me oferecer de divertido. Novos Amigos? Novos desafios? Novas coisas para aprender hahahaha - Ergueria sua cabeça olhando firmemente, tentava lembrar das coisas que ouviu com os Melbraks. -O carpinteiro uma vez me disse que a ilha abriga o Exército Revolucionário... É pequenas ações muda o mundo, sempre acreditei nisso ... quem sabe eu possa conseguir algo lá com eles, porem antes devo ir atrás do meu conhecimento para ser um cozinheiro completo. – Joe tinha em mente seguir para algum restaurante, bar, em busca de conseguir aprendizado para virar de fato um cozinheiro e quem sabe até conseguir um trabalho com isso. Futuramente os revolucionários parecia algo interessante.


Off:
 

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MensagemAssunto: Re: Cap 1: Viva la Revolution!!!   Cap 1: Viva la Revolution!!! EmptyTer 01 Nov 2016, 17:19

To Glory!



Acho que a primeira coisa que se passava pela minha cabeça, a todo o momento era: “Onde diabos eu estou, e como caralhos eu vim parar aqui?” Provavelmente se passou um ano ou dois desde que parti de Blackwater, e até agora não achei um revolucionário. Às vezes eu me pergunto se tudo isso não passa de uma mentira ou um engano, e que na verdade aquele velhote não era meu tio, e que toda essa história de revolucionários não passa de uma mentira, ou então uma grande coincidência. Mas aquele velho não tinha nenhum motivo para me enganar, e eu não acredito em coincidências, principalmente uma cujos caras que ele se enganou, ambos tem o pai com o mesmo nome e são órfãos, coincidentemente. Não faria sentido, e isso me deixa frustrado por que até agora eu não encontrei nem sequer um rebelde.


Abriria meus olhos lentamente, sem saber direito onde eu havia capotado noite passada. “Eu devo ter bebido demais, caramba...Onde é que eu to?” Uma coisa que eu aprendi com as histórias sobre o meu pai, é a nunca se render. E é exatamente isso o que eu vou fazer, levantar-me sempre. Apoiando minhas mãos no chão, iria me erguer aos poucos, mas na verdade eu não sabia nem se estava deitado num reconfortante solo ou em uma cama. Recomeçar tudo, é uma tarefa difícil pra mim, até agora eu não conheci ninguém de novo, e não fiz nada de produtivo. Devo admitir que a vida de pirata era um pouco mais divertida, mas não era nada justa com os outros. “E é por isso que eu to recomeçando” Pensaria, me animando aos poucos com um sutil sorriso no rosto que se abriria suavemente, lembrando-me por qual motivo eu havia me lançado aos mares, atrás de novas ilhas, o que me deixava feliz novamente.

Recordo-me agora o porquê de eu vir para centaurea, dizem que aqui há uma sede de revolucionários, algo do tipo. Espero que seja verdade, e que eu possa finalmente terminar o que minha família começou, ou quem sabe dar progresso a essa história, quem sabe... “Se aqui realmente há um exército revolucionário, eu to muito empolgado pra saber como deve ser uma ilha dominada por um, será que é distinta de todas as outras que eu visitei, sobre domínio do governo e da marinha?” Até agora me pergunto como eu não fui preso por uma frota de marinheiros, eu consegui mudar muito ao longo dos anos, mas eu não fiz isso sozinho. “Tenho muito a agradecer à você, tio.” Não era tristeza o que acolhia meu coração agora, na verdade eu ficava feliz por ter conhecido meu tio, e por ele me trazer de volta pro caminho correto da vida.

Provavelmente eu estava parado ali pensando, em algum lugar estranho da ilha. E após alguns minutos de conversa comigo mesmo, me voltaria para o local em que eu estava, tentando observar toda a minha situação, e se eu não estivesse na cidade iria tentar procurar qualquer sinal dela, tentando chegar até a civilização. O que eu fiz com o meu rifle? Ah, é mesmo, eu joguei ele fora porque foi um presente de um dos subordinados do Dutch... Que patético, agora eu estou sem armas. “Não sei onde é que eu tava com a cabeça...” Se eu achasse a cidade, ou já estivesse nela, iria procurar por alguma loja útil que vendesse armas, ou então falar com alguém caso eu não encontrasse sozinho, fitando meus olhos na pessoa, e tentando ser “educado” esboçar um sorriso para então falar – Hey, você sabe onde tem alguma loja de armas? Eu sou novo aqui na ilha, se pudesse me dizer iria ajudar bastante. – Após ser respondido iria agradecer encaminhando minha mão esquerda até o meu chapéu, agarrando-o e levando-o até a altura de meu peito, balançando minha cabeça verticalmente com um sorriso, para então me encaminhar até o local indicado.


Objetivos:
 

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MensagemAssunto: Re: Cap 1: Viva la Revolution!!!   Cap 1: Viva la Revolution!!! EmptyQua 02 Nov 2016, 17:13

A cidade escondida no meio de uma vasta floresta acordava cedo. Pouco a pouco, o manto negro que cobriam os casebres governados por aqueles que lutavam contra o sistema, transmutou-se em um véu índigo e minuto a minuto foi visto brotar cores vivas ao encalço da subida do resplandecente dourado do sol cobrir os céus. Os viventes levavam o levantar do sol como o maior sinal de que deveriam vestissem com seu fardo e servirem a função hereditária, resultando numa mudança brusca do silêncio da noite para mais um dia movimentado com tintilar de ferros batidos por algum armeiro próximo, gritos de vendedores em sua simplória publicidade, risos e murmúrios.
Johnny, recordava de ter chego à ilha em um vasto barril abarrotado de comida, rum e tabaco. Acampou por três dias na praia, praguejando ao Deus Afogado o porquê de tanto azar de entre tantas ilhas no mundo ele tê-lo arrastado a uma ilha com flora até onde os olhos poderiam ver. No quarto dia já não tinha mais suprimentos e teve de caçar ao lado de sua garrucha com dois tiros. Correu, para a floresta, vestido a sua coragem como sua única armadura e entre os uivos do vento frio nas árvores ouviu um uivo animal. Espreitou em sua direção quando em um pulo o predador já estava em sua frente. Um lobo branco, grande o bastante para bater acima da sua cintura, mesmo de quatro. Deu seu primeiro tiro em uma árvore e não conseguiu disparar novamente. Não foi preciso o primeiro tiro ecoar muito pela floresta que um rapaz alvo e de vestes negras pular da escuridão e partir seu revólver em dois, espantar o animal e dar um belo sermão no forasteiro.
Era engraçado como o tempo passava rápido, há uma menos de uma semana atrás achava que a ilha não tinha nada além de florestas, e hoje, após quase morrer para um lobo gigante, comia e bebia em uma pequena festa na pequena cidadela que a floresta escondia.
O Patife de Blackwater e Joe Melbrak, um dos mais formosos rapazes que o atirador lembrava-se de conhecer, não tiveram muito tempo para se tornarem amigos na noite passada. No festival de tortas (apenas um motivo para o líder se embebedar mais) disputaram pela mão da mesma donzela de desgrenhadas madeixas carmesim e roupas de couro surrado e sujo – como a maioria dos nativos. Tão bela quanto uma pessoa podia ser e mais jovem do que muitos supunham. Ambos tentaram, mas nenhum conseguiu e no tardar da festa, onde boa parte da população da ilha se lembrava que amanhã precisariam seguir sua vida rotineira e já tinha se retirado à suas casas, o patife argumentou que teria de dormir ao sereno, ela enrubesceu e ofereceu um quarto de sua estalagem.
Com o nascer do sol, seus olhos perdiam a véu ébrio e notou o quanto aquele local era decadente, cama de palha umedecida pelo ar pegajoso e finas cortinas encrostadas de branco e verde de fungos. Ao levantar, suas companheiras de quarto, baratas, fugiram para os cantos. Prestou-se apenas a iniciar um monólogo como preparativo e permaneceu acocorado com suas baratas.
Joe, o belo rapaz, acordou antes do nascer do sol. Talvez frustrado por perder a moça ao forasteiro, talvez não. Estava de pé antes de seu pai e mãe adotivos, mesmo que bastante sonolento, cambaleou até a cozinha e começou a fazer o que melhor fazia. Tostou bacon e grão de café, triturou o segundo, ferveu água a banho-maria e despejou em movimentos circulares no vidro onde tinha colocado um funil com um pequeno retalho de tecido e o pó do café em cima. Preparou ovo mexido e escolheu o melhor pão-negro do saco, mordiscando e bebericando o que preparou.
Antes de terminar sua refeição, sua família estava de pé e ele já havia preparado o mesmo que comeu para cada um. Deu-lhes bom dia e foi respondido com olhos sorridentes. Foi fazer sua higiene em um balde malcheiroso, vestiu suas melhores roupas para o frio lá fora e saiu de casa em busca de uma loja de armas.
O Patife, saia do seu quarto, passando pela ruiva que estava à sua porta com o seu café da manhã e vermelha de timidez e a ignorando, fato que a deixou ainda mais vermelha e a fez correr de volta à cozinha que ficava na outra ponta do corredor.
Joe e Johnny saiam de casa juntos, por coincidência a estalagem ficava ao lado da casa da família Melbrak e seguiam para o mesmo tintilar do armeiro que ficava duas ruas a leste. Karma’s a bitch.
Andaram lado a lado, como se nada houvesse acontecido na noite passada. Chegavam a uma loja acoplada a uma casa de ferreiro instalada debaixo de uma tenda de madeira com telhas de barro sujas pelo tempo. Dentro da loja, podiam notar a humildade do local, paredes de madeira de segunda e armas não muito sofisticadas abarrotadas em uma pilha num dos únicos cantos que não era disputado por ratos, ratazanas e baratas.
Dentro da loja, falavam ao mesmo tempo, fazendo o gordo e expeço atendente gargalhar da dupla atrás do seu balcão tão precário quanto o resto da loja.
– Aqui é uma loja de armas, meu rapaz, você deveria notar ou pelo ferreiro batendo aço ao lado ou pela pilha de armas ali. – escarneceu ao mais velho. – Quanto a você, Joe, não é? Seu nome? – pausou, mas não para ter uma resposta apenas deu uma boa golada em sua própria saliva. – Não, é você mesmo! Não precisa responder. Um machadinho? Hm, hm, hm. – estapeava seus trapas intitulados roupas e seguia até a pilha de armas e de lá tirar um machado parecido com o de um lenhador, cobrar seu preço e entregar-lhe ao belo moço que agradeceu.
Os dois permaneciam ali paradas, um deles pensava em agir e outro apenas perguntou onde ficaria a loja. Uma dupla exótica, de fato.

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MensagemAssunto: Re: Cap 1: Viva la Revolution!!!   Cap 1: Viva la Revolution!!! EmptyTer 08 Nov 2016, 20:19


Esta lâmina
Nunca fica mais leve

Até agora me pergunto como que um estoque tão grande de comida havia acabado tão rápido, eu poderia sentir novamente as marmitas de alguns dias atrás em minhas papilas gustativas, saboreando um bom rango à beira mar, enquanto provavelmente molhava meus lábios com rum. De fato era bom por um lado, porém por outro não era pra isso que eu estava aqui, e bem, penso que encontrar a cidade já foi um progresso, fora o que aconteceu noite passada... “Hmm, o que aconteceu mesmo?” Ironizando, achava eu que ocorrera algo bom, porém nem lembro direito. Acho que eu bebi demais, provavelmente. "Eu não devia ter ignorado aquele café da manhã” Pensaria, enquanto minha barriga roncaria suavemente em frente à loja de armas, o que me deixava um pouco ansioso e arrependido. Parado ali, reparando na coincidência que era aquele rapaz falar o mesmo que eu, afinal estávamos em uma loja de armas, era meio obvio o que iríamos comprar. – Aqui é uma loja de armas, meu rapaz, você deveria notar ou pelo ferreiro batendo aço ao lado ou pela pilha de armas ali. – Acho que eu estava perdido em meus pensamentos ao indagar com o gordo, sem ao menos prestar atenção nas armas ou na loja mesmo. Fiz uma pergunta bem óbvia, mas foi culpa minha, então eu não deveria revidar o caçoo do gordinho, no máximo rir de mim mesmo junto com ele.[/color]

Encaminharia minha mão esquerda até minha cabeça e ajeitaria meu chapéu, e sugando uma pequena quantidade de ar tomaria fôlego para falar com um tom de voz grave - Oh bem, acho que acabo de cometer uma pequena peripécia aqui. Peço perdão pelo vacilo... – Daria uma pausa, enquanto respiraria novamente, e fitando meus olhos no vendedor o encararia arqueando minhas sobrancelhas – Mas já que estou aqui, eu gostaria de comprar um revolver e um cartucho de balas. – Após falar isso esboçaria um sutil sorriso em minha face, esperando o gordinho falar quanto sairia tudo. “Armas de longo alcance, sempre fui fascinado por elas, e desde que a minha quebrou eu almejo uma nova...” Até porque para entrar no exército revolucionário creio eu que precisarei de um revolver, já que é minha única maneira de combate até agora.

Sem pestanejar, não faria acordo nenhum para diminuir o preço da negociação, apenas levaria minha mão até meu bolso tateando meu dinheiro, e pegando a quantia necessária entregaria ao vendedor e pegaria os objetos. Sentindo-me bem novamente, por ter um revolver em mãos, seguro e confiante. Agora só me faltava uma coisa... “Hmm, será que é aqui que vou encontrar o exército revolucionário?” Havia me esquecido do jovem que estava ao meu lado, Joe melbrak, se o vendedor não estiver enganado. Talvez ele saiba de algo, parece ser morador daqui, já que é conhecido. Inclinaria-me na direção do garoto e fitando meu olhar em seus olhos, encará-lo-ia, esboçando um breve sorriso – Ei, é Joe o seu nome não é? Tenho a leve impressão de já ter te visto antes... Só não sei onde. – Falaria em um tom de voz curioso, me perguntando se realmente eu já o conhecia. Tomando ar novamente, indagaria segundos depois – Como já deve saber, creio eu, sou novo nessa ilha. Mal me lembro como fui encontrar a cidade, mas, poderia me dizer quem governa a ilha? – Questionaria discretamente, basicamente perguntando se haviam revolucionários ou marinheiros por aqui, pois eu não deveria revelar meus objetivos tão facilmente, pode ser algo perigoso afinal.

Almejando que ele falasse algo do tipo que envolvesse revolucionários, iria ficar feliz com a resposta, pois eu estava cada vez mais perto de um dos meus maiores objetivos em vida. “Então... Depois de tanto tempo viajando, é aqui no fim das contas.” Sendo tomado por pensamentos positivos, me sentiria cada vez mais feliz e ansioso, quem sabe tenha chegado a hora de eu fazer jus ao meu nome, e dar orgulho a minha família finalmente. Perdido em meus pensamentos, iria retornar a vida real e ao presente outra vez. Voltar-me-ia ao garoto chamado Joe, um nome um tanto quanto estranho para mim, porém lembra um pouco John... Hmm. - Então... Você poderia me mostrar onde esses revolucionários se encontram? Tenho algumas coisas pendentes quanto a isso, e seria de grande ajuda se você me mostrasse. – Daria alguns passos para trás, e contemplaria o céu azul fora da loja, apreciaria um pouco aquela manhã. E relembrando de meus planos, me viraria para o garoto novamente – Eu já perdi tempo demais nessa ilha, aliás, já perdi tempo demais fazendo coisas que me arrependo, quero fazer algo de útil logo. E você me pouparia algumas horas com isso. Haha – Falaria em um tom melancólico, revelando algumas lembranças do passado, e finalizando com uma gargalhada forçada ao fim de meu diálogo.[/color]

Esperaria ali por alguma ação do garoto, havendo uma ou não, iria ao fim do diálogo tentar encontrar os rebeldes, seja andando pela cidade ou fazendo algo parecido. Se eu fosse convidado a fazer algo com o garoto, certamente aceitaria se eu achasse pertinente.[/blur]

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Última edição por Galaxy Dante em Sex 02 Fev 2018, 17:36, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Cap 1: Viva la Revolution!!!   Cap 1: Viva la Revolution!!! EmptyTer 08 Nov 2016, 21:51



Novo Amigo? Novo Parceiro de Guerra?

- Sim, sou Joe Melbrak. Hahaha. Tenho a mesma impressão. - Algo mais forte, uma sensação, talvez uma certeza, esse rosto eu já vi em algum lugar e não faz muito tempo. Mas era claro que isso era o de menos, até porque na dúvida podemos nos conhecer de novo.  Bom o primeiro passo já foi dado consegui meu machadinho, estranho o ferreiro me conhecia, será que foi por causa do Sr Melbrak, esse mundo é maravilhoso não? Fico imaginando como deve ser os lugares por ai, as pessoas, os costumes, as comida nada como ser livre ... liberdade que eu nunca teria se não fugisse ... bom o mais importante é seguir em frente, pois tudo vai dá certo.  E é claro que por um breve momento estaria no meu mundo da lua, pensando nas coisas no mundo, em seguida me tocaria nisso então voltaria a olhar para .... Seu nome me vinha a cabeça Johnny, então colocaria um simples sorriso sincero e educadamente antes de falar qualquer coisa, ouvia ele. Eu gostava de ouvir as pessoas pode parecer estranho, mais isso era algo que me fazia feliz e muitas vezes já fez outras pessoas felizes também.

- Por onde começar... Deve ser estranho não se lembrar como chegou a algum lugar, hahaha. Bom, nessa ilha é comandada pelo Exército Revolucionário. – Tentaria ajuda-lo e falar o máximo que sei, mais por coincidência, eu também almejava o Exército, naquele momento pensava em adiar minha busca por mais conhecimento culinário e matar dois coelhos de uma única vez, como estava ao meu alcance podia falar sobre os Revolucionários e ao mesmo tempo tentar meu alistamento. - Somos bastante gratos a eles, apesar de eu não ser naturalmente dessa ilha o tempo que estou aqui me acostumei.  No atual momento tenho vontade de me alistar ao exército, acredito que pequenas ações são capazes de mudar o mundo. – Bom esperava ser aceito, voltaria a colocar um sorriso calmo no meu rosto, olharia para o rapaz, ouviria novamente o que o mesmo tinha a dizer, bom parecia que estava fazendo um novo amigo e isso me deixava bem animado. – Claro que sim, te levarei a Grande Casa. O Sr Melbrak, há mal vejo a hora se sair dessa ilha sou muito grato a tudo que passei aqui, porém quero conhecer o mundo por ai. Ser uma pessoa livre ... Bom vamos – Faria um sinal de positivo e então começaria a caminhar rumo a Grande Casa.

- AH! Sabe de algum lugar legal por aí no mundo? - A princípio, falaria enquanto caminharíamos rumo a base dos Revolucionários, uma pergunta meio boba naquele momento, enquanto aguardaria a resposta caso tenha alguma, o mesmo. Olhando sempre em frente, prestando atenção no caminho para não errar.“ O mesmo disse que perdeu muito tempo nessa ilha, mais para onde ele quer ir? Qual é o seu objetivo na vida? Hahaha, ou será que quer apenas seguir por aí como eu? Bom tudo na vida tem um porquê.” Pensava um pouco era uma das minhas características mais fortes, em seguida ainda prestando atenção no caminho jogaria novamente minhas palavras ao vento. “ – Ainda serei um grande cozinheiro.”   Assim que avistasse então apontaria e falaria. “ – Chegamos!! Você é um atirador, uma vez o Sr Melbrak me disse que o líder é um excelente atirador, tem uma mira que poucos tem.”  Então caminharia com um pouco mais de cuidado até a base, agora com o objetivo de fazer o alistamento e assim que encontrasse algum membro do exército então falaria. – Bom dia, me chamo Joe Melbrak, gostaria de me alistar no Exército Revolucionário, com quem eu falo? Ficaria aguardando a resposta e caso fosse encaminhado para algum lugar, então seguiria caso Johnny também fosse fazer o alistamento ficaria muito feliz.

- Parece que temos quase o mesmo objetivo – Falaria para Jonnhy em um tom de voz baixo, minha jornada praticamente começava muito bem aos meus olhos, pois estaria começando a ingressar aos rebeldes do governo mundial e ainda por cima já tinha conseguido um amigo, aliado. Caso se me fosse perguntado por qual motivo eu estaria querendo me alistar eu então responderia – Eu acredito que pequenas ações podem mudar esse mundo, eu quero mudar esse mundo! Mudarei o jeito com que os mais afortunados são vistos pelos nobres. O mundo precisa de mudanças para ser feliz. – Com isso aguardaria a resposta do mesmo, caso seja apenas indicado para algum lugar apenas seguiria, também seguiria as instruções dadas pelo membro do Exército. – Ainda me lembro como minha família tratava as pessoas mais pobres.  Era ridículo, eu odeio todos os nobres, eu vou mudar esse mundo, eu quero muda-lo.


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MensagemAssunto: Re: Cap 1: Viva la Revolution!!!   Cap 1: Viva la Revolution!!! EmptyQua 09 Nov 2016, 19:33



CAPITÃO... não, pera...!



Passava-se muito tempo desde o ocorrido de meu melhor amigo autista ter morrido. Ele era o único humano cujo um dia eu ainda cheguei a considerar no meu nível. Porém, jamais melhor que eu. Todas as previsões por parte dele, para mim, não passavam de pura sorte. Eu ainda o encontrarei novamente, medirei forças com ele e, obviamente, o vencerei. Já fazia um tempo que eu fui expulso da casa de meus medíocres pais, então andava pelas ruas em busca de necessidades básicas de vida, como água, alimentação, local para higiene, enfim.

"O problema é que eu nunca encontro algo do tipo, sempre tem um vendedorzinho, ou um civilizado de merda que me manda um 'aaah, você não pode ficar aqui!' - Pensaria eu. "Estúpidos. Mal sabem que O MUNDO é meu. E eu serei o terror de todos aqueles que se oporem contra as minhas vontades. Eu sei o que tem dentro de vocês, pobres sacos de carne úmida, sei também o que cada parte faz. O sistema de vocês é uma bomba relógio, morrem depois de tantos anos, apodrecendo e se desintegrando ate se tornarem apenas ossos e pó. São inferiores e fracos. Se vocês não tivessem um deus como eu para proteger vocês, seriam apenas um monte de insetos que se digladiam uns aos outros" - Colocaria as mãos no rosto sujo de poeira por falta de higienização há dias e taparia minha visão por completo. "Eu comando vocês. Vocês obedecem a mim. Eu dou as regras aqui. Eu. SOU. DEUS! - Destamparia a minha visão e buscaria olhar ao meu redor todo, orgulhando-me de "minha criação" e de todo o terreno pertencido à mim. Riria brevemente, porém em um tom alto, para que todos que possivelmente estivessem pelas redondezas ouvisse. É claro que jamais me considerariam um louco ou algo do tipo, até porque "todos me conhecem e me idolatram", então eu não teria receio de realizar tal ato.

... mas, de alguma forma, aquilo ainda não me satisfazia. Ter a tudo e a todos era tão fácil e boçal. Não era divertido. Minha eterna vida não teria nenhum sentido se minha única função fosse ser o salvador da terra. Viver ao infinito protegendo seres inferiores? Corta essa! Não me rebaixaria à este nível. Eu queria mais. Eu queria ver todas as áreas que eu mesmo criei nesse mundo, mas que de alguma forma não consigo me lembrar como eram. Eu queria ter todos os tesouros merecidos por mim e todas as minhas vontades realizadas por terceiros. "Epa, mas espera aí, Saga.... seres humanos não funcionam assim. Você precisa primeiro conversar com eles, ter aquela tal de 'relação' chata e tudo mais... pode demorar um pouco, mas certamente vale a pena depois. Pelo sangue ou pelo ajoelho, todos um dia obedecerão à você e reconhecerão a sua superioridade. Você é o único que pode mudar esse... i-mundo! KIHAHAHAHAHAHAHA! - Riria mentalmente apenas. Conhecia Centaurea Island como a palma da minha mão - ou quase, pelo menos - então não seria difícil encontrar a primeira loja de armas que me conviesse. Seria fácil como chupar um picolé. Caminharia até encontrar uma, usando minha audição divina para ver se alguém fala sobre a localização da mesma. Quando e caso eu encontrasse uma, a adentraria, olhando ao redor e pensando o que eu poderia mudar naquele cenário, como eu poderia fazer aquele cenário se tornar interessante.

Buscaria por um 'soldadinho de chumbo' - vulgo "vendedor" - e me poria em frente à ele. Calmamente, diria: - Dê-me de sua melhor espada, que dou-lhe meu melhor preço. Oferta irrecusável feita por mim, não acha? - Eu tinha cinquenta mil ienes apenas, até onde me lembro. Eu precisava de mais papéis humanos. - Cinquenta mil papeizinhos. É o suficiente pela espada? - Seria minha melhor oferta. Se ele me desse a espada, sairia contente de lá, procurando pelas ruas uma boa forma de arranjar o que os inferiores chamam de "dinheiro". Caso ele não me desse a espada de cinquenta mil, bateria na mesa e exigiria por mais. - Qual é, está negando esse preço para um herói? Eu salvei essa ilha. Eu salvei sua família e todos aqueles que você ama. Ao menos sabe quem sou eu?! - Não tendo medo do vendedor. Se eu encontrasse outras pessoas além de mim e do vendedor, as cumprimentaria com um breve aperto de mão, não muito longo, porque não são todos que merecem um aperto longo de mão meu. Se não houvesse de fato um vendedor, sairia da loja incomodado com isso, pensando em mil maneiras de modificar aquilo, entretanto, tendo preguiça de colocar a teoria em prática.




OFF: Roubei o template do punk panelinha
OFF²: Eu estava beeeeeeeeeem sedentário, desculpa a demora Norio

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MensagemAssunto: Re: Cap 1: Viva la Revolution!!!   Cap 1: Viva la Revolution!!! EmptySex 11 Nov 2016, 05:54



Agradecimentos ao Punk e ao Dante por ignorarem o enredo.


Pelas vielas de Centaurea Island, nasci outro monstro. Fruto de uma incógnita e criado por um nobre dentro de uma ilha sem nobreza (?), a figura enigmática ria sozinha alto o bastante para boa parte da população segredarem sussurros e sorrisos enquanto ele passava. Suas roupas de nobre faziam-no parecer uma bela atração turística por entre a população que não conhecia um tecido mais sofisticado que algodão recém-colhido. Talvez não uma atração turística boa, já que até mesmo crianças zombavam daquelas roupas que um dia foram dignos à algo além de pena.
Entre os escárnios, ouvia lisonjeiros sorrisos de donzelas por onde passasse. Já que por mais acabadas que suas vestimentas estivessem, que houvesse pulgas que mordiscassem sua virilha forçando-o a coxear e que existisse sujeira que emanando tanto na sua aparência quanto no odor, ele ainda era belo como nenhum outro plebeu.
Entre devaneios e monólogos, decidiu que teria melhor proveito seguindo até um armeiro. Cabeças não se cortavam sozinhas.
Usufruiu da sua adição peculiar, tentando rastrear algum som que fosse além dos risos que o perseguiam e bem distante conseguiu ouvir o tintilar do aço sendo batido. Seguiu até lá. Pouco mais de um oitavo de hora depois, atingiu seu objetivo. Uma loja não muito luxuosa, acoplada a uma tenda de ferreiro à sua esquerda coberto por telhas velhas – de onde ouviu o tintilar constante. Ouviu um murmurinho abafado pelas paredes da loja e entrou.
Lá dentro, esbarrou num homem de chapéu com o rosto sofrido pelo tempo, coberto de cicatrizes e com uma desleixada barba. Velho demais para estar em uma loja de armas no lugar de cuidar da sua família. Notou que em sua mão pairava uma garrucha e pouco à sua frente estava um vendedor contando notas velhas. Sorridente demais pelo pouco dinheiro que tinha em mãos, mas aquilo pouco importava, quanto mais pobre fosse o preço, maiores seriam as chances dos seus papelzinhos alçarem a arma. Viu estava acompanhado e tentou cumprimenta-los, sendo apenas ignorado pela dupla que conversava e saia da loja.
– Infelizmente – entreolhou, nem ele acreditava muito no que dizia. –, na verdade, infelizmente para você, minhas melhores armas são vendidas ao nobre Norkir. Que os deuses coroem sua gentileza de comprar aqui. – subiu os olhos aos céus e não via deuses se eles não fossem tábuas de madeira velha. – O que estávamos falando mesmo? Ah! Espadas! Bem, não tenho as minhas melhores aqui, mas tenho uma barata... – olhou-o dos pés a cabeça. – com certeza você não conseguira pagar mais do que elas.
Pegou-a na pilha e a apresentou à Saga
– Se esses ‘papeizinhos’ tiverem escritos berries e forem ‘dinheirinhos’, apenas trinta mil deles já comprariam ela.
Não satisfeito o rapaz brigou, pois queria uma arma de cinquenta mil, apenas não bateu no balcão por ele não existir. Atitude que era reprovada com um olhar de estranheza do vendedor e o silêncio. Revoltado (?) e sem arma, Saga sai da loja.
Do lado de fora, via a dupla que já tinha percorrido boa parte do caminho até a Casa Grande. Era um edifício de fácil localização, tanto pelos milhares, ou dezenas de milhares, de metros quadrados que ocupava, quanto pelo número massivo de guarnição que resguardavam. Quando chegaram lá, o ex-nobre não mais o viam, mas eles vislumbraram na gigantesca varanda com algo próximo a duas ou três dúzias de homem armados com rifles e trapos guarnecendo as cinco entradas da casa. Porém mesmo que fosse guarnecida por diversos homens, nenhum deles tentou impedir a dupla de adentrar a entrada mais a oeste que existia (a última).
A madeira da casa era o mesmo material podre que a maioria da cidade era construída. Uma madeira torturada pela chuva e pelo frio da ilha. Quando pisaram no carpete laranja que se estendia de uma ponta à outra, mostrando que todas as cinco portas levavam à mesma sala de recepção, onde existiam outros cinco homens sentados atrás de mesas rusticas e delgadas, com uma única folha à sua frente e um penal. Ao fundo deles uma porta enorme de carvalho branco, encrostada de nós, mostrando o quando aquela madeira era de baixíssima qualidade.
Seguiram até o recrutador e, mais uma vez, o patife emudecia.
– Claro que o aceitamos, é sempre bom mais um irmão de revolução. E você, senhor, o que quer?
Dizia o jovem ruivo, magricela e todos vestido em retalhos de cores sujas, sentado em sua cadeira e sorrindo para Joe, mas encarando Jhonny. Tinha um rosto comum, como a maioria na ilha, mostrando o quanto ele nasceu para ser plebeu.

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MensagemAssunto: Re: Cap 1: Viva la Revolution!!!   Cap 1: Viva la Revolution!!! EmptySex 11 Nov 2016, 19:27



Ei!!! Vamos Mudar esse Mundo?

O edifício até que foi fácil encontrar, eu era um nobre que já havia perdido sua nobreza há algum tempo. Mas ele não poderia passar aquela imagem, não, o passado do menino que nasceu no que chamaríamos berço de ouro morreu. Eu era agora um Melbrak, sobrenome de uma família de carpinteiros, que o mesmo se consideram bárbaros. - Ora, Ora.. Yuup - Eu falaria com um tom animado, agora fazia parte dos Revolucionários. – Ei Johnny!!! – Olharia para o atirador, com uma expressão calma, ao mesmo tempo alegre e amigável, achava que tínhamos muita coisa em comum. - Porque não se alista no exército em? hahaha, acho que podemos sacudir o mundo por aí, e muda-lo de pouquinho em pouquinho, pequenas mudanças no futuro talvez se tornem grandes!!!  -  Aquelas palavras flutuaram no ar e entraram diretamente em sua mente. Mas não de forma agressiva ou tirana. Elas entrariam nele como uma tentativa de amizade sincera. Um balde de água fria. Um choque de realidade. ''Cansado de vagar por aí sozinho?'' Quantas vezes em minha mente me perguntava isso?, quantas pessoas eu já dei tchau, porém queria elas ainda ao meu lado? Conhecer pessoas nova era maravilhoso para mim, porém algumas talvez não poderiam apenas ser só uma passagem na minha vida, por que não entrar para ficar.

Observaria novamente aquele ambiente humilde. Mas não com o olhar de quem sente piedade, não, mais sim com um olhar tranquilo de quem se sentia confortável, sim de quem um dia no passado largou tudo que tinha e que hoje vê que tomou a decisão certa na vida. – Essa ilha é maravilhosa !!! Porém não quero ficar muito tempo aqui, não posso ficar muito tempo aqui, o mundo precisa... Eu preciso ... hahaha -Nesse momento estaria falando sozinho, eu e meu mundo da lua antes de completar o que estava falando me tocava e ouviria se alguém tinha alguma coisa para me falar, caso Johnny concordasse entrar no exército revo e mais do que isso em seguir junto nessa jornada. - Então vamos sacudir esse mundo!!!!! Ah proposito prefere que eu te chame de Patife de Blackwater ou Johnny mesmo?. – Aguardaria sua resposta, porém pensava em outras coisas também, como no caminho da culinária, ainda precisava aprender algumas coisas, antes de partir em viagem, minha dúvida era onde aprender?  Agora como membro dos rebeldes para ser honesto não sabia como começar, chamei O Patife para sacudir o mundo, mais ainda não tenho ideia de como começar a sacudir, talvez o segredo é seguir por aí, acredito que nessas terra não há oque mudar.

- Há propósito, qual é seu oficio? Bom como já disse sou cozinheiro, ou melhor tentando virar um hahaha. - Diria com um tom de voz calmo. Mas, a partir daquele momento, um branco simplesmente viria à sua cabeça. O que aprender para me tornar um cozinheiro de verdade? Uma dúvida que só outro cozinheiro poderia responder. Talvez eu deveria me informar pois em minha mente seria bem melhor sair da ilha já com o conhecimento necessário para ser um cozinheiro, isso ajudaria e muito, mais onde encontrar um nessa cidade? Bom ficar aqui pensando acho que não ajudaria muito, então começaria a coçar a cabeça olharia e minha volta, pensaria um pouco. “ Hmm isso pode atrasar um pouco, porém é necessário, para falar a verdade ainda nem sei como vai ser minha vida agora como Revolucionário. Bom vamos nos informar um pouco.”

Daria um passo para frente e olharia diretamente nos olhos do agente Revolucionário e então falaria. – Com Licença, Senhor!! Antes de me apresentar para minha primeira missão, gostaria de por gentileza, resolver uma pendencia no meu aprendizado para ser um cozinheiro. – Sempre de maneira educada, algo que vem dentro de mim, aguardaria a resposta do mesmo. Sendo positiva faria um sinal de positivo e em seguida completaria perguntando ao mesmo. “ – Conhece algum cozinheiro aqui na ilha?” Aguardaria a resposta do mesmo, para, caso negativa, me aproximaria educadamente dos outros revolucionários e perguntaria sobre cozinheiros da cidade.

Caso Johnny tivesse concordado em sacudir o mundo por aí comigo então olharia para o mesmo e falaria. – Tenho que continuar meus estudos para ser um grande cozinheiro, a gente se encontra aqui na Grande Casa, para nossa primeira missão. Em seguida agradeceria a compreensão do mesmo e voltaria a falar. “ – Bom com isso se você tiver com alguma pendencia aproveite para resolver, nos encontramos nessa mesma sala.” Com isso caso tenha conseguido informação sobre cozinheiro na ilha partiria para o local indicado.

Caso nenhum Revolucionário saiba sobre algum cozinheiro então seguiria em busca de informação, saindo do local andando pelas ruas de Centurea Island perguntaria as pessoas, sempre tentando ser o mais educado possível. – Bom dia, por gentileza sabe onde posso encontrar algum cozinheiro. – Caso não souber, apenas iria perguntando até alguém possa me informar ou achar algum estabelecimento, então para isso manteria meus olhos sempre atento por onde ia andando. As pessoas simples dessa cidade me encantavam, aparentemente encontraria algum estabelecimento simples, isso me deixava ainda mais animado seria um tipo de cozinha nova que iria aprender. – Essa ilha é um grande exemplo da diferença que existe nesse mundo, onde uns tem muito e outros não tem absolutamente nada. Lembro da minha terra natal, as casas eram bonitas, as ruas extremamente limpas, as vestimentas das pessoas eram completamente diferentes. Porém manter o sobrenome da sua família era mais importante, um lugar cheio de traiçoeiros ... sem amor verdadeiro, sem amizades verdadeiras e completamente movido pela arrogância  - Caso encontrasse o caminho ou fosse indicado apenas seguiria até o local. – Gente simples, fazendo coisas pequenas, em lugares pouco importante, consegue mudanças extraordinária.


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MensagemAssunto: Re: Cap 1: Viva la Revolution!!!   Cap 1: Viva la Revolution!!! EmptySeg 14 Nov 2016, 19:16

Victory!


A ponta de cada um de meus dedos estava estremecendo, pouco a pouco ia ganhando uma intensidade cada vez maior, eu estava muito nervoso... E ansioso. Um sorriso largo se abria em meu rosto espontaneamente, sem minha permissão, enquanto eu olhava para o garoto gentilmente, meus batimentos cardíacos se aceleravam incrivelmente. Aquele diálogo me dava esperança... Afinal, depois de tanto tempo eu havia encontrado o lugar que tanto procurei. “Sim, aqui é a sede de revolucionários, e me tornarei um em breve!” Esse sentimento estranho que tomou conta do meu corpo num piscar de olhos, e me deu uma sensação realmente boa finalmente... Seria isso o que chamam de felicidade? Alegria ou sei lá? Creio que sim...

Joe voltava a me fazer perguntas, para começar uma conversa, o que era bom. “Heh, um lugar legal? Caramba nunca parei pra pensar nisso na verdade” Recordando-me de todas as ilhas que eu já visitei, conseguia lembrar-me nitidamente apenas de Blackwater, minha terra natal. Jamais tomei fôlego por um tempo para me divertir, observar paisagens e tudo o mais, sempre estive ocupado roubando e matando, achando que era algo bom matar inocentes e doar seu dinheiro aos pobres, enganando a mim mesmo, com uma violência desnecessária. Ou então me apressando para encontrar os revolucionários e reparar o que eu destruí... – Só consigo me lembrar de um lugar. – Olhando o garoto nos olhos com certa depressão oculta por trás deles, tomaria fôlego novamente tentando esconder minha tristeza e falando em um tom de voz grave diria – Bom esse lugar é a minha terra natal, Blackwater. Eu viajei por muito tempo para chegar até aqui, mas nunca reparei de fato nas outras ilhas... Lá era uma ilha deserta, bastante monótona e vazia, porém tinham alguns habitantes legais e alguns velhos que jogavam um jogo de cartas chamado Poker. Foi bem legal crescer lá. – Terminaria minha frase inclinando meu pescoço para cima e olharia novamente para o céu, de modo melancólico.

Mas eu ainda estava feliz. Tudo apontava para um passado triste, mas eu deveria me importar mais com o presente. E na verdade eu estava realmente feliz, feliz por conhecer meu tio, e ainda mais contente por conhecer a verdadeira história do meu pai, e que na verdade eu nunca fui abandonado por escolha... “Quer dizer, não exatamente.” E agora eu estava em frente à sede dos revolucionários, que se tornou meu maior objetivo em vida. “Tornar-me um rebelde.” Eu levava muito em conta o que Joe havia falado sobre o líder dessa sede, que ele era um dos melhores atiradores. Minha família sempre foi reconhecida pela sua impecável mira, por sangue paternal. Pai, tio, ambos atiravam muito bem, e pretendo ser um dia tão bom quanto eles, quero ser o melhor, na verdade. Chegando à sede não me restavam dúvidas do que eu realmente queria ser, e Joe parecia estar animado quanto a isso. Bom, eu nunca tive amigos de verdade, Dutch era mais como um irmão mais velho para mim, ele me criou e sou grato a isso, mas ele me levou para um caminho não muito legal... – Heh – Finalmente retornando para a cena em que eu me encontrava, fitaria os olhos do garoto que me encarava, e inclinando minha sobrancelha direita para após isso dar uma breve gargalhada sutil, falaria suavemente – Não há necessidade de me encarar amigo, estamos todos aqui pelo mesmo objetivo. Eu também quero me tornar um revolucionário, na verdade, já tem muito tempo que eu quero virar um. - Me pergunto como que é o treinamento deles...

A história de Joe também parecia ser legítima, e isso me alegrava. Ele tinha bons motivos para se tornar um revolucionário, gente boa. - Então vamos sacudir esse mundo!!!!! Ah proposito prefere que eu te chame de Patife de Blackwater ou Johnny mesmo? – Patife de Blackwater. “É, era assim que me chamavam durante a pior fase da minha vida.” Dias de arrependimento, um passado que eu quero apagar. Desonrei o nome de minha família, e essa história não pode acabar assim. Com certeza não quero que fiquem me chamando assim por aí, mas infelizmente foi como eu fiquei conhecido, e devo aceitar isso até que se esqueçam desse meu passado. “Mas espera, como ele ficou sabendo desse alter-ego. Eu sou tão conhecido assim?” Me viraria para Joe, e encarando diretamente seus olhos falaria em um tom de voz sério, não propositalmente quebrando parte do clima de sua euforia que de fato era contagiante – Patife de Blackwater me lembra de coisas que eu me arrependo bastante, e que quero consertar. Por um lado isso é bom, pois eu sempre vou me recordar do porque irei me tornar um revolucionário, mas acho melhor que me chame apenas de Johnny ou John mesmo. – Sem poder respirar novamente já me era feita outra pergunta, o que era bem normal já que estávamos nos conhecendo praticamente agora. Inclinando ambas as minhas sobrancelhas de cima para baixo, e com a boca neutra, encararia seriamente Joe, deixando a situação tensa, para então falar em um tom de voz grave e solene – Bom, eu sou vagabundo. Haha – Terminaria a frase desfazendo totalmente minha face teatral, revelando uma piada por cima de uma gargalhada.

Pensando bem nisso, sempre idealizei poder fazer minhas próprias armas. Um rifle reluzente e altamente preciso, e um Revolver estonteante com uma agilidade sem igual, eu poderia fazer algo assim. Talvez eu acabe por virar um ferreiro. “Talvez não, eu vou e preciso virar um” Escutando o que Joe havia dito, iria fazer minha primeira missão com ele, e fazendo o mesmo me voltaria para o revolucionário – Hmm, eu também irei fazer algumas coisas pendentes, voltarei aqui em breve. Só me diga uma coisa antes, conhece algum ferreiro experiente que possa me transmitir seus dons? – Falaria, pensando em como seria legal criar meu próprio revolver. Sairia pela cidade procurando algum ferreiro, e se tivesse ajuda do revolucionário seguiria o lugar indicado, caso eu não achasse nenhum ferreiro legal voltaria para a loja em que eu estive anteriormente, usando sempre a mesma fala para ferreiros – Será que você poderia me ensinar essa arte, que é a de criar e consertar armas? Eu te agradeceria bastante! - Terminaria com um sútil sorriso.


Spoiler:
 

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