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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Ato I - Uma Ilha Ferida

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MensagemAssunto: Ato I - Uma Ilha Ferida   Ato I - Uma Ilha Ferida EmptyQua 05 Out 2016, 16:57

Ato I - Uma Ilha Ferida

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Max Köhler Van Der Wertheimer. A qual não possui narrador definido.


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Shinra Kishitani
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MensagemAssunto: Re: Ato I - Uma Ilha Ferida   Ato I - Uma Ilha Ferida EmptySab 08 Out 2016, 11:46


We need to Start Somewhere
Post: 1| Localização: -X-




As suas doces vozes ainda pairavam pela minha mente, tanto a do Dr. Freud quanto a da Elizabeth, ao dormir eu ainda podia ouvi-los discutindo sobre conceitos de Psicologia, e remendando seus monólogos com breves citações daqueles antigos e enormes livros. Essa época havia terminado, já que o terror e o desespero havia tomado tanto suas almas quanto suas vidas, e agora apenas restava a mim mesmo, nesta enorme casa que parecia trazer apenas más memórias sobre o passado que agora eu desejava simplesmente esquecer. Meus pesadelos estavam ficando cada vez piores, quase entrando fase lúcida, embora eu não acreditasse que fosse apropriado automedicar-me, logo tentei suportar aqueles estranhos e abusivos pesadelos, ficando cada dia com mais medo de dormir, de me deitar e jamais acordar, essa foi de fato a pior fase do meu processo de superação. Mas ainda assim eu continuei vivendo, sempre saía de casa e dava uma volta pela ilha, embora a situação desta não estivesse muito animadora, "Eu preciso seguir em frente, e alcançar novos horizontes", mas isso soava como uma nítida mentira para mim, logo não demorei para fazer aquela promessa para mim mesmo.

Foi uma noite escura quando encontrei aquela criança perdida e aos prantos, as pessoas que passavam ao seu redor simplesmente a ignoravam a sua existência, e eu faria o mesmo, se não fosse o homem que se aproximou da criança com um saco, e tentou colocá-lo na cabeça da criança, aquilo era demais, já que nem eu podia aceitar tal ação. Um surto  de ímpeto tomou conta de mim, e em segundos o homem estava surrado no chão, ele não era tão forte, sinceramente, eu nunca havia entrado em uma briga corporal anteriormente, mas acredito que o individuo estava de certa maneira abaixo do que seria um ser-humano comum. Por fim eu terminei por levar a criança para o QG da Marinha local, acreditando que ao menos ela ficaria sã e salva sob os cuidados dos marinheiros de Yasuhiro. Uns dois dias se passaram desde então, e eu tomei esse ideal por mim, libertando pessoas da tristeza que este mundo oferece. Meu objetivo agora era mais do que apenas uma ou outra pessoa, era a ilha inteira de Las Camp, ela precisava ser curada,e alguém precisava fazer isso. Eu tenho ciência de que talvez ainda não seja poderoso, influente, ou destemido o suficiente pra isso, mas sabe...Nós temos que começar de algum lugar.

Eu possuía um infame histórico de cair da cama ao acordar, ou bater minha cabeça em algo, eu realmente não conhecia o motivo exato, sabe? Apenas acontecia, logo não me surpreenderia se algo do tipo acontecesse, era quase como um evento cotidiano para mim. Cada um possuí suas manias ao se levantar, alguns bocejam, outros se espreguiçam, mas digamos que eu possuo uma mania um pouco mais peculiar...Minhas luvas, eu sempre colocava minhas luvas assim que acordava, logo era muito incomum que o Dr. Freud se deparasse com uma figura de pijamas e luvas pelas manhã, caso as colocasse, eu pensaria brevemente "Ah, como sempre...". Isso era apenas o primeiro passo de uma manhã sistemática, que incluía colocar meus óculos, escovar os dentes, vestir-me, e apanhar minha carteira, e eu as executaria comumente, isto é, caso fosse possível. Ao apanhar minha carteira eu também checaria o que possuía dentro dela, e em seguida tentaria lembrar de todas as atividades que eu deveria executar hoje, embora minha agenda não andasse muito cheia ultimamente.

Off:
 

Objetivos:
 


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MensagemAssunto: Re: Ato I - Uma Ilha Ferida   Ato I - Uma Ilha Ferida EmptyQui 13 Out 2016, 22:16



Narração



O jovem acordava para mais um dia, seus pensamentos recordando outros tempos surgiam em sua mente como uma explosão de acontecimentos que o fazia sempre, lembranças que o faziam lembrar de seus objetivos de fato, saia de casa e estava nas ruas de las camp, cidade esta que mesmo que o mesmo quisesse livrar do mal será que ela mesmo precisava? Não se presta socorro a alguém que não está em perigo. As pessoas viviam calmamente, crianças brincavam em desenhos retangulares feitos no chão, idosos conversavam em bancos numa praça mais ao longe, jovens de sua idade aproximada pareciam se dirigir a universidade da região, o uniforme azul e branco padrão davam aquela impressão, enquanto alguns tentavam se aventurar em um mundo perigosos alguns apenas tentavam vier sua vida plenamente. Os adultos como sempre muito diferentes, alguns faziam compras mais ao longe em um pequeno mercado local, outros já amigos das bebidas alcoólicas bebiam e sorriam em bares que do lado de fora era possível sentir aquele fedor alcoólico.

Mais alguns segundos andando ele poderia observar uma cena que mesmo ocultada pela graciosidade da cidade ainda se fazia presente, em um beco mais afastado do centro alguns cartazes de procurado se faziam presentes, contudo qual seria sua real finalidade? O objetivo geral daqueles papeis seriam o grande publico identificar possíveis criminosos  e encaminhar uma denuncia para a força militar, a marinha ou capturarem os mesmos por si só, porem a realidade naquela ilha era diferente, como poderia ser igual? Uma ilha cheia de nobres, jovens e adultos, não poderia ser infestada pelo grande mal que pairavam por os mais escuros mares. Os agentes do governo, homens de grande influencia que trabalhavam como proteção dos mesmos nem sempre davam conta dos males que pairavam por aquela ilha, porem ainda existiam aqueles que por uma pequena quantia de berries poderiam levar a cabeça de um homem que outrora estava vivo para as autoridades, aquele jovem esperava ser mais um daqueles homens, porem ele estava mesmo preparado para afundar-se em meio a toda aquela lama?

No paredão alguns cartazes já conhecidos pela população, outros já novos de novos criminosos fazendo novos crimes, tudo muda e aquela cidade era a personificação da mudança, pode ser um dia calmo como o céu ou agitado como o inferno, cabia a quem quisesse trazer um dos dois ou ambos. O que chamava mais atenção era de uma jovem e de sua generosa quantia em recompensa, o que ela tinha feito de fato? Não era de se imaginar uma beldades daquelas matando pessoas ou seria? Ele poderia imediatamente investir em uma procura por aquela moça ou simplesmente continuar a vagar pela cidade dos nobres, talvez em suas condições atuais não poderia enfrentar nem mesmo um simples soldado.
Cartaz:
 

OBS:
 

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MensagemAssunto: Re: Ato I - Uma Ilha Ferida   Ato I - Uma Ilha Ferida EmptySab 15 Out 2016, 14:29


Let the Purge Start
Post: 2| Localização: Ruas de Las Camp




O ar da cidade estava um pouco diferente do que eu realmente imaginava, já que os sorrisos pareciam estar voltando aos rostos das pessoas, ao menos creio que fui capaz de sentir certa positividade na atmosfera, talvez apenas uma impressão, talvez a ilha estivesse recuperando-se em seu ritmo natural, o que ainda assim não me impediria de ainda tentar fazer o que fosse necessário fazer para que eu me sentisse bem ao menos comigo mesmo. Já pela manhã aquele repugnante cheiro de álcool já parecia estar presente nas ruas, o fato era que bêbados existiam, e simplesmente estavam ali, mesmo que poluindo a vaga imagem que eu podia ter da ilha, já que não se tratava de algo tão interessante ao meu ver. Eu achava ter visto alguns uniformes, mas não estava tão certo, "Ah...A Universidade" eu pensaria, sempre desejei estudar naquela universidade, embora o meu velho mestre insistisse que aquilo era um local demasiadamente regular para mim, com certeza não me adaptaria nada facilmente àquilo, principalmente devido à minha personalidade caráter individualista e à minha maior facilidade em trabalhar sozinho. "Ah, que seja, tenho que fazer algo...Acho" pensaria, ao perceber a quantidade de tempo que perdi apenas refletindo sobre o que me cercava.

Talvez pudesse ter percebido o mural de cartazes alocado naquele beco, "Que local mais estranho para se colocar isso..." , seria a primeira coisa que pensaria, digo, ao menos isso relatava certa parte do objetivo daquilo ao menos estar situado ali, segundo a psicologia existe o chamamos de "Conformismo de Contratação", onde o ambiente se adapta ao tipo de pessoa que trabalha naquele local, ou que ao menos estaria fazendo uma entrevista de empresa para tal. Tendo isso em mente, podia-se dizer que um beco afastado do Centro não seria um local nada amigável para que pessoas comuns observassem os cartazes, logo não me surpreenderia se fosse possível observar mercenários, caçadores, ou até mesmos criminosos nas proximidades. Talvez aquela fosse a chance que eu realmente precisava, todos aqueles rostos que pairavam naquele mural haviam cometido algum crime, ou menos feito algum mal considerável para a ilha, se eu quisesse acabar com a doença desta ilha, então talvez eu devesse começar por ali, embora não achasse que ainda fosse capaz de algo como tirar uma vida. Um rosto tomou minha atenção ali, o que se tratava de algo bem raro, já que quase nunca parava para perceber algo, o rosto de uma bela dama estava ali, e com uma recompensa gratificante, realmente não sabia o que ela tinha feito, ou quais erros havia cometido, porém já era um começo, eu tentaria me lembrar daquele rosto caso o encontrasse novamente em algum lugar... "Talvez seja a hora de começar o expurgo" pensaria relutantemente comigo mesmo, além de tudo, eu tinha a opção de levá-la viva para as autoridades.

Não tinha a posse de arma alguma, e isso parecia minimamente perigoso, principalmente para alguém que estava para fazer algo como aquilo, mesmo não tendo certeza se realmente faria isso, sempre tendo o pressentimento de que uma hora ou outra me esqueceria disto e terminaria me distraindo na hora certa, saindo totalmente do meu objetivo, como talvez já esteja fazendo neste exato momento. Andaria pela cidade, da maneira usual, talvez esperando algo acontecer, talvez buscando uma loja de armas, o que seria complicado, já que tinha quase toda certeza do mundo de que passaria por várias sem sequer perceber que eram de fato lojas de armas. Ainda assim me prepararia caso encontrasse alguma, adentrando educadamente e observando os modelos de armas de fogo disponível,checaria relutantemente minha carteira, tentando no mínimo não derrubá-la, e em seguida diria -Que tipo de armas eu consigo com esse valor? Mais especificamente armas de fogo...- a descrença na minha voz seria óbvia, já que nunca havia frequentado uma loja do tipo anteriormente, e apenas havia segurado uma pistola durante a época que o Dr. Freud insistiu em me ensinar a atirar. Antes de realizar a compra ainda perguntaria para alguém presente no recinto -Sabe se algo de estranho etá acontecendo na ilha? Vi o cartaz de uma bela moça em um mural...E facialmente ela não parecia alguém capaz de cometer grandes crimes, embora possuísse uma recompensa de certa maneira generosa-, eu dizia isso, mas ainda mantinha em mente o fato de que vários psicopatas, sociopatas e maníacos possuíam aparências inocentes, e até mesmo amáveis, uma vez a psiquiatria te mostra que as vezes os mais radicais distúrbios ocorrem nas pessoas mais belas, ou até mesmo discretas.

Caso estivesse distraído demais para encontrar uma loja de armas, então me sentaria em um canto de uma rua, observando o céu daquele dia, e pensando comigo mesmo "Aaah, isso está sendo mais difícil do que eu pensava, tenho que encontrar alguma maneira de...Espera, o que eu precisava mesmo?", passaria mais alguns instantes refletindo, caso me lembrasse eu continuaria minha busca por mais algumas ruas, dirigindo-me em seguida ao quartel de Las Camp. Se ainda assim não me lembrasse do que procurava, iria para a prefeitura, tinha certeza de que alguém lá teria mais alguma informação sobre essa tal procurada.

Off:
 

Histórico de Max:
 



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MensagemAssunto: Re: Ato I - Uma Ilha Ferida   Ato I - Uma Ilha Ferida EmptySab 15 Out 2016, 18:59



Narração



O jovem caminhava pela cidade com passos curtos em busca da loja de armas, seus pensamentos confusos o distraiam de fato por alguns instantes, porem por sorte uma gigantesca placa com uma arma de fogo chamava sua atenção de imediato, ele adentrava e sentia aquele cheiro de mofo padrão de um estabelecimento que a muito tempo já fazia seu serviço e não tinha de fato um tratamento adequado para chuvas e eventuais mofos, porem talvez aquilo fosse ate acolhedor para muitas das pessoas que frequentavam aquele tipo de local. Dentro era possível observar que não era muito grande, paredes pintadas de bege, chão de madeira, um balcão em meia lua que alguns vendedores atendiam a alguns clientes já antecipados. Sua procura por uma arma de fogo chamava a atenção de um dos vendedores, seu chapéu verde com branco exótico chamava um pouco a atenção, porem talvez fosse aquilo a única coisa que o atirador iria perceber. - Eu tenho o que você deseja, a melhor de todo o blue! - Ele abria um sorriso, seus dentes brancos com exceção de um dourado demonstrava toda aquela conversa fiada de vendedor, porem o cabo da arma, gatilho e as principais engrenagens da arma estavam todos normais, não era a melhor arma dos blues de fato, porem era uma boa pistola.

O vendedor anunciava seu preço e o jovem o fazia com exatidão, porem ele estava mais interessado em informações sobre atividades suspeitas. O vendedor franzia a testa levemente, parecia lembrar de alguns acontecimentos recentes naquela ilha – Bem, a pouco tempo houve um certo acontecimento com um grupo de piratas que adentraram a prefeitura e com total desrespeito a humanidade assassinou o prefeito. - Ele parecia um pouco chateado, apesar de parecer um homem que gostava de dinheiro não parecia de fato uma pessoa má. Recolhia seus trocados enquanto voltava a demonstrar um sorriso no rosto – Contudo devido a isso esta cidade nunca mais foi tão segura, o governo e a marinha estão em alerta total e desde aquele incidente o numero de crimes decaiu em um ritmo nunca antes visto, não escuto algo sobre esse tipo de ação tem tempos! Hahahaha – Ele dava um gargalhada sincera enquanto ia para os fundos de seu estabelecimento e voltava novamente com a munição da arma que o jovem acabara de comprar, colocava no balcão e olhava nos olhos do mesmo – A moça que você viu se chama Karoline, ela é uma famosa ladra, nunca cometeu crimes sérios de fato, porem muitas das pessoas da cidade já tiveram seus pertences roubados pela mesma. Ate mesmo eu já tive hahahahaha – Ele gargalhava novamente, talvez a procurada que almejava talvez não fosse de fato tão poderosa, contudo um crime é um crime.

Saia da loja e seguia em direção ao quartel general da marinha de las camp, uma estrutura e fato bastante relevante, ainda mais na situação atual da ilha, marinheiros e agentes do governo se faziam presentes com velocidade por toda a cidade, talvez seu trabalho ali de fato não fosse necessário, porem o trabalho de um herói seria e fato desperdiçado? Seus passos lentos pela cidade poderiam questionar sua real intenção para aquela cidade. Chegava ao QG, imponente e firme como uma rocha, não era de fato tão forte com o grande QG de shells ou o mais importante dos blues loguetown, porem não era de fato uma pequena estrutura. Pessoas entravam e saiam com velocidade pelas portas do QG, parece que alguma coisa estava acontecendo, na porta de entrada um jovem da marinha coçava sua cabeça preocupado, seus cabelos roxos e sua cara triste pareciam ser um convite para o mais novo herói da cidade.

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MensagemAssunto: Re: Ato I - Uma Ilha Ferida   Ato I - Uma Ilha Ferida EmptyDom 16 Out 2016, 13:43


She’s a thief
Post: 3| Localização: QG da Marinha




O cheiro de mofo não me agradou nada, eu estava acostumado com a biblioteca do Dr. Freud, a qual no mínimo era extremamente bem cuidada, com livros, "Argh, droga, o Dr. Freud de novo" pensaria, ele não saia da minha mente por nenhum momento...A casa, a pistola, o cheiro de mofo, talvez eu ainda não tivesse aceitado que eles apenas estavam no lugar errado e na hora errada. Aquele sorriso de mercante me parecia bem treinado até demais, eu podia ficar sem jeito explicitamente, mas tinha certeza de que aquele jogo de mercante era bem sem sentido, eu podia simplesmente observar certas expressões por trás do semblante de um vendedor de armas, embora o senso comum apenas me instruísse a sorrir e agir como o garoto sorridente que busca uma arma sem nenhum motivo aparente ou sujo. A pistola me parecia algo decente, nada muito luxuoso, técnico ou do tipo, mas aquelas linhas retas e sua forma, a sensação de segurar uma pistola, aquilo era impressionante, como a vez que perdi a minha virgindade, pesado e frio, era estranho e ao mesmo tempo de certa maneira empolgante, "Mas espera, o que eu ia perguntar mesmo?" , quase havia me esquecido de tudo naquele momento, mas havia seguido para a pergunta antes que me apressasse e encerrasse a compra.

Quando a informação sobre piratas saiu de sua boca eu praticamente gelei e cerrei meus punhos "Sim, eu sei desse ataque" pensei comigo, e ouvir as palavras que vieram a seguir foi quase impossível, portanto não prestei muita atenção nas suas palavras seguintes, apenas ouvindo algo sobre o índice de criminalidade ilha ter abaixado, ouvi isso enquanto guardava a arma dentro de meu paletó, ação a qual não demorou muito, já que eu seguida eu pude observar o sorriso do velho se esvaindo um pouco mais, e tanto nome quanto a função da garota serem revelados, ela era uma ladra "Claro, como não pensei nisso antes?", mas mesmo assim aquele crime não deixava de ser um crime, "Talvez ela roube para viver" relutei, porém apenas engoli a seco o que havia pensado, bastava soterrar esses sentimentos de compaixão, e antes do que imaginasse já estaria feito.

O sorriso do vendedor havia voltado à sua face, e com a compra realizada eu me retirei do local em passos lentos, cantarolando levemente -London Brigde is falling down, falling down, falling down, London Brigde is falling down, my fair lady-, as vezes dava leve batida com a mão na calça, ditando certo ritmo. O peso da arma dentro do Terno era impressionante, eu nunca pensei que uma arma pesasse tanto, ela me parecia pequena, logo deveria ser no mínimo leve, mas ao contrário, me lembrava do momento em que segurei uma arma pela primeira vez, e o peso do metal tomou as minhas mãos, quase levando-me à derruba-lá nada chão, agora esta pistola que eu possuía parecia ser ainda mais pesada, talvez pela sua forma, ou por ser feita de outro tipo de metal, não tinha certeza, foi apenas um breve assunto para se pensar enquanto andava descuidadamente pelas ruas da ilha, meu destino agora era sem dúvida o Quartel da marinha, talvez lá eu pudesse descobrir sobre algum gueto, ou zona de receptação da cidade, onde assaltantes e ladrões se reunissem para vender a mercadoria roubada, me parecia uma boa idéia. Conforme me aproximava do QG eu sentia algo estranho, eu não tinha certeza do que era, mas sentia algo inegavelmente estranho me rodear, não tinha certeza do que era, o lugar parecia estar mais cheio, talvez mais agitado, mas uma única coisa foi capaz de chamar minha atenção, e foram os cabelos roxos de uma certa pessoa. Aquela coloração me lembrava um certo tipo de doce que a mamãe fazia, ele era tão doce, e tão gostoso, tanto que me lembrava a sensação de comer o próprio açúcar puro, e só a sensação de lembrar desse doce já era o suficiente para deixar a minha boca cheia de água, já que era mais que absolutamente o meu doce preferido. Eu já havia chegado no QG, ”Mas espera, o que eu vim fazer aqui mesmo?” eu realmente não tinha idéia do que estava fazendo ali, talvez algo relacionado à aquela ladra, mas não, eu não sabia ao certo.

Eu já estava no Quartel, mas mesmo não lembrando o que ia fazer lá, ainda tinha que fazer algo, e apenas agora percebia que o “Cabelo de Beringela” apresentava sinais explícitos de nervosismo e stress, realmente não tinha noção do que estava acontecendo, mas não iria descobrir o que estava acontecendo. Me aproximaria com um tom sério, perguntando -O que está acontecendo? Mais terroristas?- , caso me ignorasse, ou qualquer sinal de mentira e relutância tomasse seu rosto eu observaria os arredores e responderia rispidamente - Seja como for, apenas estava oferecendo uma arma à mais ao seu lado-, se ainda insistisse e me negasse informações eu  finalizaria -Tudo bem, ao menos deve ter um bom motivo para negar o óbvio-, e em seguida adentraria para dentro do QG, onde perguntaria o mesmo para qualquer tipo de recepção, ou qualquer marinheiro ou Agente capaz de me fornecer informações, -O que diabos está acontecendo nessa ilha?- perguntaria, e se ainda assim não conseguisse uma resposta, me despediria -Boa sorte sendo tão ingênuo- e em seguida seguiria algum soldado que esta saindo do QG, tomando precaução e estando sempre pronto para sacar a arma. Caso requisitassem a minha ajuda, ou ao menos me dessem informação em qualquer momento, eu diria -Ah, claro, apenas me diga como posso ajudar nisso. A propósito, meu nome é Max-

Off:
 

Histórico de Max:
 



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MensagemAssunto: Re: Ato I - Uma Ilha Ferida   Ato I - Uma Ilha Ferida EmptySeg 17 Out 2016, 18:13



Narração



O marinheiro confrontado pelo jovem o observava da cabeça aos pes, seus olhos demonstravam pouca confiança nas palavras dirigidas a si, porem não tinha nada a perder certo? Um par de mãos a mais ainda eram um par de mãos - Parece que a ladra fez mas um de seus crimes, porem desta vez parece que houve mortes... - Suas palavras se perdiam no ar enquanto ele observava uma estrutura que era protegida por um pano escondendo o que a mesma era - Vocês estão ficando loucos? Isso não entra por aqui, pelos fundos! - O homem gritava correndo em direção dos marinheiros que carregavam aquele trambolho e deixava o civil prestativo sozinho. - Se você deseja ajudar procure pelo sargento Kane! - Ele gritava enquanto corria desesperadamente para ajudar aqueles que necessitavam de suas orientações. Porem ainda restava uma grande duvida, quem diabos seria Sargento Kane? Nem mesmo uma descrição física era lhe dado, como acharia uma figura tão misteriosa? A sua frente um homem se mantinha gritando, suas palavras pareciam xingar todos os marinheiros que em suas frases eram muito fracos – Vamos bando de inúteis, mais rápido! - Em suas costas uma grande escritura "KANE" escrita por uma tinta branca, talvez não fosse assim tão difícil.

As palavras do caçador faziam o homem gargalhar um pouco, uma pessoa que parecia ter vivido muito nos campos de batalha não apostava muito suas fichas no jovem que acabava de encontrar – Garoto você nem mesmo saiu das fraudas e pensa que pode lutar contra piratas! - Ele gritava em meio a gargalhadas – A famosa ladra parece ter conseguido apoio de um bando de piratas chamados de "Bando do Careca", não podemos mais fazer vista grossa, hora de contra atacar! - Mesmo com suas palavras o jovem não parecia vacilar, com um suspiro no rosto ele começava a sua falatório novamente – Pois bem, se você ainda assim deseja aconselho procurar pela favela é o local onde a maioria dos bandidos se estabelece, eu não mandaria meus homens para lá, porem se você deseja aventuras com certeza lá encontrar. - Ele tinha agora um caminho para seguir, las camp não existia realmente uma "favela" porem as residências mais pobres em um bairro mais ao sul eram de fato um local perigoso.

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MensagemAssunto: Re: Ato I - Uma Ilha Ferida   Ato I - Uma Ilha Ferida EmptySeg 17 Out 2016, 19:54


Heading to the South
Post: 4 | Localização: Zona Sul de Las Camp




Aquele cabelo de berinjela parecia estar tentando me avaliar friamente, pude levemente perceber a intenção em seus olhos, ao meu ver parecia simplesmente ter descrença de que um jovem tão despreparado fosse capaz de ajudar em alguma coisa, "Eu também pensava assim" refleti, mas acima da aparência, do físico, e da voz, o que realmente importa é sua mente, além do mais, já existiram vários genocidas magros, covardes musculosos, assassinos de voz doce, benfeitores com aparência assustadora, eu sabia que o senso comum nos fazia tomar a aparência como indicativo do que somos, e isso em várias vezes é de fato um fator determinante, mas nem sempre, "Nunca julgue alguém pela sua aparência, é a melhor maneira de tomar uma facada pelas costas, ou de terminar perdendo alguns membros" lembrei a mim mesmo, e em seguida cerrei os punhos por alguns segundos, ouvindo o resto das frases do cabelo de berinjela. Ele se retirou antes que eu sequer pudesse perceber, mas o jeito que falava, não sei, apenas achei que ele possuía o arquétipo de alguém que realmente era capaz de inspirar os outros, tendo certeza de que alguma hora a sua presença viria a calhar "Ora, parece que o Cabelo de Berinjela-san é alguém de fato peculiar..." imaginei, em seguida lembrando-me do nome que ouvi flutuar no ar... "Kane, não é?", tentei pensar em alguma maneira de encontrar esse cara, talvez eu pudesse perguntar pelo nome dele em algum lugar, mas isso realmente não seria tão fácil, "Talvez fosse melh--" meu pensamento foi cortado por uma figura bárbara xingando vários marinheiros ao redor, em suas costas havia apenas a grande palavra "Kane" escrita em tinta branca, realmente...Nunca imaginei que algo seria tão fácil quanto aquilo.

Cada sílaba que saia da sua boca parecia ser mais um insulto, e acredito que qualquer um atribuiria esse tipo de ação ao estresse, ou à um mal-humor crônico, mas por trás de seu físico e da sua de maneira de falar tudo estava óbvio, provavelmente ele havia sofrido grandes perdas, ou momentos críticos durante batalhas. "Não posso te culpar" concordei comigo mesmo, cada veterano costuma expressar seus traumas de uma maneira, alguns ficam em constante estado de choque, outros desenvolvem uma paranoia de perseguição, e alguns até viram genocidas, logo algo como esse tipo de ação deveria ser algo bom, já que como um transtorno não era tão nocivos. Percebi que suas palavras dirigidas à mim não eram nem um pouco mais polidas, e isso de certa maneira me deixava um pouco sem jeito, embora eu sabia por experiência própria que pessoas com esse tipo de personalidade costumava ser bem mais sinceras e leais que o resto, isso era uma característica inegável na sociedade humana, "Ao menos não vai se passar como lobo em pele de ovelha" pensaria, enquanto concordava com tudo que o homem falava. A indicação que ele me deu foi das favelas, "Ah, não, espera..." para um minutos raciocinar, e não demorou para que eu descobrisse "Puta merda, era isso", eu tinha vindo ao Quartel General com o objetivo de perguntar sobre algum local no qual eu pudesse encontrar a ladra, e agora eu possuía uma mínima ideia, ao menos. Sorri para o sargento, agradecendo com a cabeça, e em seguida me retiraria dali, "Esse Quartel parece cada vez mais interessante, Dr. Freud" pensei.

Eu agora tinha um local, não exatamente um local,. mas uma área da cidade, ao menos era um começo decente. Eu tinha certeza de que minhas roupas chamariam atenção naquela área, o que poderia tanto ser bom, quanto poderia ser ruim, o fato era de que eu precisava estar pronto para a luta, logo transferiria minha pistola do paletó para a minha cintura, colocando-a por baixo do cinto até se necessário, e tendo certeza de que estava carregada. Eu não tinha a menor ideia de por onde começar a procurar, mas tinha uma boa noção de que talvez um bar, ou algo do tipo fosse um bom começo. Andaria a passos curtos, tentando não parecer suspeito ou até chamar mais atenção do que eu devia, procuraria por algum lugar que realmente parecesse um bar, e caso não houvesse nenhum, procuraria por qualquer sinal de ladrões, ou continuaria vagando até que encontrasse algo peculiar. Caso encontrasse o bar, eu adentraria neste, dando uma boa olhada nos que ali estavam sentados, e seguindo para qualquer tipo de balcão, ou local onde pudesse ser servido, pediria qualquer tipo de bebida -Traga-me qualquer coisa com álcool-, mesmo que provavelmente estivesse quebrado no momento. Em seguida observaria qualquer coisas estranha, também preocupado com a presença da ladra ali, caso houvesse alguém que parecesse saber de algo, eu me aproximaria deste, com um cumprimento do tipo - Dias difíceis esses, não? - , analisando a pessoa em questão, para apenas depois decidir o que fazer. Caso qualquer um me atacasse, ou tentasse me roubar, tanto na rua quanto no bar, recuaria com um passo largo para trás primeiramente, e continuaria o fazendo até abrir um bom espaço entre eu e os agressores "Distância é a minha vantagem, então assim seja". Me esquivaria  de golpes verticais jogando meu corpo na direção oposta ao braço que me atacou, tomando uma brecha do adversário(s) e atirando no ato, no caso de ataques horizontais eu me agacharia, e caso o ataque fosse baixo, pularia sobre este, também tomando o fim da esquiva como brecha para atacar, no caso de ataques diagonais e estocadas eu simplesmente recuaria e em seguida me esquivaria para o lado oposto de onde o ataque se originou, desta vez não atiraria. Miraria meus tiros sempre na cabeça, nos joelhos, ou nos braços onde seguravam as armas, optando pelo qual fosse mais fácil de se acertar.

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MensagemAssunto: Re: Ato I - Uma Ilha Ferida   Ato I - Uma Ilha Ferida EmptyQua 19 Out 2016, 19:36



Narração



Dentro do bar o jovem recebia um copo de água - Tome – O barman falava e entregava aquele liquido que já tinha deixado de ser uma água pura tem bastante tempo, sua cor mais amarela do que transparente demonstrava que ele não estava em nenhum lugar chique, as favelas não tinham de fato um ambiente muito requintado. - Te falar que as coisas estão bem mais calmas... - um jovem de aparência moribunda retrucava a frase do caçador que procurava por informações. - Mas um dia as coisas melhoram ta ligado? Mais uma garçom! - Ele gritava meio sem jeito, suas palavras demonstravam uma influencia dos guetos daquele região, talvez ele soubesse de algo porem ele não demonstrava qualquer intenção de dizer algo no ar sem ser questionado. O local onde se encontrava era feito de uma madeira vagabunda, porem parecia resistir ao tempo, grupos de pessoas se faziam presentes em todos os cantos daquele salão de bebedeiras, uns mais agitados gritavam e brigavam trocando socos e derrubando cadeiras e mesas, porem a grande maioria das pessoas pareciam não se importar, aquilo parecia tão comum quanto beber água.

Alguns segundos se passavam e um grupo chegava no estabelecimento, suas vestes negras, bandanas de caveira por todo o corpo, alguns usavam no rosto, outros no pescoço, braço e testa. Sentavam-se na mesa mais distante do local onde o caçador estava, não diziam uma palavra e apenas com um movimento de mão davam um sinal para o homem que cuidava das bebidas levar uma garrafa inteira daquele liquido estranho que fora oferecido ao jovem a não muito tempo, parecia ser a especialidade da casa. - Mas aquela desgraçada fez mesmo aquilo? Não achei que ela tivesse bolas - Um dos homens falava em voz alta, ele não parecia se dar conta da altura em que falava - Já que é uma mulher realmente não tem hahahahaha. - Todos gargalhavam e bebiam uma dose daquele troço horrível, porem parecia totalmente aceitável para os mesmos, qualquer pessoa normal sentiria que seu peito estava queimando como fogo com apenas um pouco daquele liquido bizarro.

Outro grupo adentrava o local, esses já tinham vestimentas diversas, porem todos usavam uma espécie de pano amarelo em seus braços, eles encaravam o outro jovensgrupo e eles retribuíam – Calma, estamos no bar do teddy, sem brigas certo teddy? - O barman fazia um sinal de mão em que levantava dois dedos e confirmava suas palavras. O segundo grupo sentava-se ao lado oposto no final direito do bar, pediam a mesma bebida, Urina do Diabo, o nome combinava fortemente com o que ele parecia oferecer. Aquela talvez fosse uma boa oportunidade para obter informações, porem ele poderia entrar em uma tremenda enrascada, o que o jovem caçador iria fazer?

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MensagemAssunto: Re: Ato I - Uma Ilha Ferida   Ato I - Uma Ilha Ferida EmptySeg 19 Ago 2019, 17:41


Teddy's Bar
Post: 5 | Localização: Bar do Teddy | Favelas de Las Camp




Apenas percebi o tom amarelado da água após o primeiro gole, mas já era tarde demais e eu já tinha sentido o gosto terrível daquele projeto de água. "Céus, espero que estar com as vacinas em dia valha de alguma coisa" era o que eu pensaria, apenas para em seguida questionar se de fato havia me lembrado de tomar as últimas doses que precisava. O ambiente ao meu redor não era nada parecido com os locais que eu usualmente frequentava, mas suportar certa insalubridade me parecia um pequeno sacrifício em troca de expurgar uma das causadoras da doença em que aquela ilha se afundava. Tentando esconder um pouco meu nojo, eu tentaria agir de maneira um pouco mais sutil naquele ambiente, já que imaginava a possibilidade da minha aparência e posição social já serem motivo o suficiente para chamar uma atenção indesejada para minha pessoa.

As palavras do rapaz ao meu lado passaram com o vento pelos meus ouvidos, e mesmo que mal captando o que havia expressado, me interessei levemente por seu carisma, afinal eu esperava apenas ser expulso do local antes que pudesse sequer ser servido. A aparência moribunda do rapaz estava me enojando, mas algo dentro de mim me dizia o contrário sobre ele. "Talvez esse aqui valha ser higienizado, não me parece ser tão mal assim" pensaria, enquanto caía em devaneios sobre como a purificação daquelas favelas podia ser de algum bem para Las Camp, afinal aquele parecia um antro de doenças tanto literais quanto metafóricas. Me mantive em um estado de devaneio por alguns momentos, até ser capaz de observar a chegada de dois grupos que cometeram a façanha de obter a minha atenção.

Os rapazes de preto me passaram uma impressão de perigo, suas bandanas com caveiras me levaram a pensar se eles eram piratas ou apenas uma gangue local. Percebi que haviam de fato falado algo, mas a entrada de outro grupo me fez distrair totalmente da situação, não prestando atenção a qualquer coisa que saía da boca dos valentões de preto. Imaginei que o outro grupo fosse formado por membros do crime organizado, já que pareceram tomar conta da situação com um comportamento mais responsável e calmo do que o grupo de preto demonstrava. Observando a situação, parecia ser hora de tomar ação, e eu tentaria fazer isso da maneira mais delicada possível.

Ao observar o ambiente, cheguei à conclusão de que o rapaz do meu lado era a melhor chance que eu tinha de obter informação sobre o ambiente, para apenas em seguida decidir se de fato seria viável tomar alguma iniciativa com algum dos dois grupos que estavam no bar. -Fiquei sabendo que a supressão do governo tá mais complicada por aqui, também espero que os negócios voltem a prosperar- diria tentando me aproximar do rapaz moribundo, apenas para em seguida tentar me informar sobre a situação -Então esse grupo de preto é o tal bando do careca? Eles não me parecem tão durões quanto os boatos diziam-. Embora tentasse falar isso, eu estaria convicto de que o grupo parecia de fato ameaçador até demais. Em seguida me apresentaria -Ah, a propósito, meu nome é Max- sendo em seguida um pouco sincero afim de tentar ganhar um pouco da confiança da pessoa com quem conversava -Deve estar na cara, mas eu não tenho o costume de andar muito por aqui-, em seguida tomaria mais um gole da água suja, completando -Estou buscando uma certa coisa, algo que eu não posso encontrar na outra parte da cidade-. Minha meta até então era tentar sugerir algo ao homem, talvez fingido querer comprar algum material roubado por Karoline, assim podendo me aproximar da ladra.

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