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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Caleidoscópio: A cor da tempestade

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Caleidoscópio: A cor da tempestade    Caleidoscópio: A cor da tempestade  - Página 2 EmptySex 23 Set 2016, 12:39

Relembrando a primeira mensagem :

Caleidoscópio: A cor da tempestade

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Ojalah Morningstar . A qual não possui narrador definido.


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Lezend
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MensagemAssunto: Re: Caleidoscópio: A cor da tempestade    Caleidoscópio: A cor da tempestade  - Página 2 EmptyDom 30 Out 2016, 10:56

O gosto do fracasso

Tinha gosto de ferro gosmento e quente preenchendo sua boca, não apenas havia errado o soco como sofreu uma retaliação dolorosa, um belo soco explodiu bem no meio do rosto da Mornigstar, seu nariz doía e sangue escorria até os lábios rosados, desnorteada passou a língua pela borda da boca, como se quisesse ter certeza que aquilo realmente havia acontecido.

Ao mesmo tempo o segundo guarda sacava suas adagas escondidas habilmente, kike que parecia desorientado foi facilmente rendido pelo por ele, a lâmina fria da adaga pressionou contra seu pescoço; Ojalah por outro lado não viu nada disso acontecendo, pois se houvesse, não tomaria a decisão que estava prestes a tomar, quando ela voltou a si, seu guia turístico já fora subjugado, “Se afasta devagar ou teu pescoço vai sorri.” avisou uma voz calma e eloquente, em resposta kike levantou os braços afastando-se do guarda e indo na direção dela, enquanto ela limpava o nariz aproveitaria para saber se não havia quebrado; sair sangue não significa que está quebrado. Quando se aproximou de Ojalah, kike pareceu querer ajudar a mesma aproveitando a situação para dar-lhe um aviso: “Vamos nos afastar, algo está errado, estes não são guardas comuns da ilha.” Em seguida como por extinto a desarmada espadachim afastou seu bem feitor, lançou um olhar frio na direção dos guardas.

Era sabido por ela, depois da troca de golpes que perdeu que, não era rival para o guarda, afinal o patife, não somente havia desviado de um golpe surpresa como também atacou; o outro já havia sacado suas armas. Em suma ela já havia perdido esse primeiro round, uma retirada estratégica era a melhor opção, 32° regra do assassino: uma batalha adiada é uma vitória. Logo isso era um empate, pensou ela. “Certo, vamos embora.”, diria friamente, e apesar de estar fugindo para a tensa floresta, daria uma ultima olhada no rosto dos guardas, para se certificar que poderia reconhecê-los na próxima vez.

E o tigre?”, perguntaria ela e quando estivesse longe iria dizer, “Tenho certeza que você conhece outra forma de entrar na cidade.”, com uma voz tranquila, se kike perguntasse o que aconteceu ela diria "Eu precisava socar aquele idiota.".

Na floresta ela estaria atenta, afinal estava quase escurecendo e o tigre poderia estar por perto, apesar de kike ter despejado o saco de carne no território do tigre, era difícil saber se ele poderia estar lá ou vagando pela floresta, animais famintos comeram até mesmo carniça.

Ela seguiria kike, por outro lado se ele não soubesse outra forma de entrar na cidade ela iria em direção de outra ponte, evitando o território do tigre.
Todavia, se fossem atacados pela fera iria tentar fugir usando os cipós, ou subindo nas arvores. E se fosse possível chegar em outra ponte e a cena se repedisse deixaria as coisas nas mão de kike dessa vez.  


OFF(Foi mal):
 
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Kerigus
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MensagemAssunto: Re: Caleidoscópio: A cor da tempestade    Caleidoscópio: A cor da tempestade  - Página 2 EmptyQua 02 Nov 2016, 22:33

Ojalah sabia que no momento estava em desvantagem e era melhor deixar por isso mesmo, seu nariz doía e sangrava mas não estava quebrado nem nada demais, a vingança viria depois para aqueles 2 homens e Ojalah fazia questão de gravar o rosto dos 2. Kike e a garota depois de uma rápida conversa decidem então seguir para a próxima ponte tentando se manter longe do território do tigre, mas após andarem alguns metros eles percebem um velho indo em direção aos 2 guardas, o velho parecia meio sujo de sangue e bastante alegre, os 2 guardas então ao perceberem o velho saindo fazem uma reverencia para ele e o guarda loiro, que usou as adagas contra Kike fala.

- Está tudo bem senhor? – Ele tinha uma voz cansada e triste. – HÁ... Melhor agora, achei um tigre comendo e consegui relaxar um pouco, já o tigre... bem vai relaxa pra sempre agora... ahahaha. – O velho estava esbanjando felicidade, e seguia na direção dos 2 guardas que o esperavam, eles conversavam alguma coisa mas Kike e Ojalah já estavam muito longe para a conversa, mas os 3 pareciam estar abandonando a ponte.

- Bem... nós podemos esperar eles saírem da ponte, não devem demorar muito, ou caminhamos até a próxima ponte, eu prefiro esperar, ainda vou me vingar destes caras e quero sabe do que eles são capazes ou o que estão tramando, nunca vi esses 3 pela ilha então tem algo muito errado ai, até porque eles estão com as roupas dos guardas da cidade. – Kike parecia preocupado com esses 3 homens, até porque não havia motivo nenhum para eles estarem guardando aquela ponte, alguns segundos depois eles saem da ponte, e pela direção que estavam segundo Kike diz. – Eles devem estar indo para a cidade, o que facilita as coisas. Por falar nisso você precisa melhorar seus socos eim, eu posso te dar umas aulas de briga de rua quando chegarmos na cidade.

Eles seguem para a cidade sem nenhum problema a não ser se perder dos 3 homens, a cidade estava agitada pois a casa de carnes estava com fregueses de fora da ilha naquele dia. Eles então acham os 3 homens que vinha seguindo, eles estavam entrando em uma casa próxima a loja de carnes, e o velho antes de entrar olha na direção de Kike e Ojalah como se tivesse percebido eles.
off:
 

Histórico:
 

Velho:
 

loiro:
 

Homem que te deu um soco:
 

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MensagemAssunto: Re: Caleidoscópio: A cor da tempestade    Caleidoscópio: A cor da tempestade  - Página 2 EmptyTer 15 Nov 2016, 21:03

-Honra Não Serve De Nada Para Os Mortos-




Certo, um soco no nariz não havia a deixado retarda, então, enquanto afastava-se da ponte junto com o garoto, ela tinha certeza que ouviu algo do homem velho que se aproximava dos guardas, ele havia matado o tigre. Ela não pode notar quaisquer armas com o velho, porém agora entendia que isso podia ser subentendido com o grupo. A dupla estava longe agora, por isso não puderam ouvir o resto da conversa.

Quando perceberam que o trio iria embora da ponte Ojalah ficou indignada, ela suspirou com desdém, olhou para Kike enquanto ele dava um conselho: “Bem... nós podemos esperar eles saírem da ponte, não devem demorar muito, ou caminhamos até a próxima ponte, eu prefiro esperar, ainda vou me vingar destes caras e quero sabe do que eles são capazes ou o que estão tramando, nunca vi esses 3 pela ilha então tem algo muito errado ai, até porque eles estão com as roupas dos guardas da cidade.“, Kike parecia preocupado e apesar dela perceber a mudança no tom do sempre tranquilo companheiro, não parecia nervosa , pois estava ignorando ele parcialmente. Quando ela escuta algo parecido com: “posso lhe ensinar”, quando ouviu essas palavras, praticamente travou, queria aprender em parte por causa de sua compulsão o que lhe concederia ter algo a mais para poder praticar, o que seria muito bom, além disso, em busca de criar uma arte-marcial única a incorporação de um estilo desconhecido poderia ser muito útil; de toda forma Ojalah mudou seus planos, ela não era cabeça dura, dês que fosse convencida; é claro.

 Apesar de a cidade estar movimentada a dupla não deve nenhum problema, enquanto deslocava-se, porém, devido a grande movimentação de pessoas, Morningstar perdeu suas “presas” de vista e aparentemente o seu companheiro também havia perdido – TCH! – ela estalou a língua, parece que esse dia estava disposto a pisar em seu orgulho como assassina, contudo ela não se deixou abalar, em vez disso, manteve a calma e considerou que precisava aprender muito mais.

Então cutucou o garoto dizendo: “Acho que quero aprender como dar um bom soco, no final das contas.”, era uma voz sedosa e possessiva, sem dizer nada Kike levou-a até um terreno baldio o qual seria adequado, e longe de olhares indesejáveis, porém enquanto eles se dirigiam para tal lugar, Ojalah por sorte avistou o trio, observando-os de longe, pode ver enquanto eles estavam entrando em um prédio próximo a outro que exercia uma movimentação exuberante, a assassina preferiu não fazer alarde sobre isso; buscaria àqueles homens mais tarde, por outro lado não pode notar quando o homem velho olhou em sua direção.


Aprendizado de Briga De Rua!


Um local deserto como este era perfeito, foi o que Morningstar pensou, kike aproximou-se dela e sem aviso segurou em ambas as mãos da esbelta assassina, colocando-as em uma posição de guarda – a esquerda ficou na altura do nariz mais a frente, enquanto a direita próxima à bochecha. - “muito bem, isso se chama: Guarda.”.  Disse com uma expressão seria, então com um sorriso ele disse “vamos ver o quanto você aguenta.”, quando ouviu isso Ojalah serrou os dentes, e um soco explosivo estourou em seu lado direito, apesar de não ser, o lado dominante; ela defendeu. Percebendo assim, que com forme a mão direita estava próxima da bochecha, era muito fácil proteger o rosto, e com seus movimentos rápidos foi fácil alcançar à têmpora – PUFF! – som espalhou-se, sentiu o ar soprar ali. Seu corpo foi para o lado, e quase perdeu o equilíbrio quando um segundo golpe veio em sua direção, dessa vez um direto de esquerda que ia diretamente ao seu rosto, era difícil seguir os movimentos dele, ele não estava em nenhuma posição de luta, porém com um balançar da mão esquerda ela escapou por pouco. “Isso é muito fácil, você se move como uma lesma.” Zombou Ojalah com soberba, contudo, aproveitando-se da velocidade provocada pelo desvio, kike usou a velocidade extra para executar uma cotovelada, que atravessou todas as defesas da assassina, ela cambaleou para trás e caiu de bunda no chão, desnorteada.

Kike parou com as mãos no quadril olhando-a com superioridade disse: “Você precisa ficar atenta enquanto ataca, nem sempre seu inimigo vai receber todos seus ataques.”, a verdade era a seguinte: a assassina era muito agiu, no entanto sua resistência era baixa, ela respirou profundamente, procurando folego, enquanto ouvia o argumento de Kike.

“Certo, vamos continuar.” Disse de repente, a expressão seria na face dela dava mais peso em suas palavras. Uma vez em pé assumiu a posição de guarda, mais uma vez, Kike continuou atacando ainda não tinha assumido uma posição de luta, apenas atacava com socos e chutes.

“Não fique muito feliz.” Disse kike quando percebeu um sorriso provocante no rosto da garota, então parou suas investidas. “Agora é sua vez de atacar.”, explicou, provavelmente foi à hora mais feliz do dia da assassina, ela ergueu os olhos, agora os dois trocavam de lado, ela assumiu a mesma posição de guarda, ela aprendeu que deveria ataca e bloquear, isso não era nenhum mistério para ela, porém como ela nunca precisou dar mais de dois golpes para vencer, mas isso foi em outra vida, pensou ela, agora: ela não era nada mais que uma garota.

Ela atacou com um soco cruzado e depois outro, imitando os movimentos anteriores do garoto, imitar movimentos poderia ser fácil para a mesma visto que era perita no corpo humano, mesmo não sendo exata, pois o tempo de experiência pesaria nesse ponto, mesmo assim poderia observar as posições que a mão movia-se quando o músculo expandia ou contrai. Mesmo assim, Kike desviou de ambos, “Seus golpes são muito longos.” Disse: abaixando-se desviando de um soco fatal. “Um direto e um cruzado ou use os cotovelos pernas. Não, torne tudo previsível, a postura delata seus movimentos; eu apenas quis te mostrar como é uma guarda. surpreenda-me!” Ele riu.

Estavam com uma boa distancia encarando-se, Morningstar mudou a postura parecia que ela estava segurando uma espada de duas mãos imaginaria, começou com diretos, contudo ambos foram defendidos, então ela forçou o torço na direção de Kike, ele precisou bloquear com ambas as mãos, finalizando o combo mudou para um chute reto, todavia ela errou; Kike riu.

“Seus chutes são piores que os socos...”, zombou o garoto. “Lembre-se quando quiser dar um chute, você precisa mover todo o quadril, também incline o torço, e mire no alvo; pelo menos.”, fez uma careta, ele havia aumentado a distancia entre eles mais uma vez; Ojalah estava controlando sua respiração, não queria se cansar mais, afinal ela estava tendo um dia agitado, uma grande gota de suor descia pela sua testa, “Acho que você precisa me mostrar como faz.”, ela disse enquanto limpava o rosto, e foi assim que Kike fez: lançou um chute alto no ar, repedindo ele algumas vezes, em seguida mostrou chutes médios e baixos, Olhando atentamente Ojalah tentou replicar a técnica: dependendo da altura do chute ela mudava a envergadura do corpo inclinando mais para trás ou para o lado.

“Muito bem.” Disse o garoto lêmure orgulhoso, “Contudo o que lhe ensinei; nada mais são que: simples técnicas de chutes e socos. Por outro lado a luta que quero passar-lhe é um estilo para sobreviver, se você apega-se ao senso comum: de honra desista, pois essa luta não foi feita para você.”, as palavras eram duras, Ojalah apenas assentiu silenciosamente, era obvio que jogar limpo, em uma luta era o caminho mais rápido para morte, afinal a honra não se para nada para os mortos, era exatamente o que ela estava pensando nesse momento.

“Caso seu oponente segure você por trás?”, Perguntou ele. “Morda e escape.”, observou ela no mesmo instante. “Cabeçadas também, são validas aqui.”, concluiu ele rindo. Nesse momento a assassina entendeu a essência desse misterioso estilo de luta, basicamente valia tudo até cuspe na cara, tudo com o objetivo de sobreviver, cotovelos joelhos até mesmo o próprio sangue, se fosse preciso, poderia ser usados em um combate.


FIM do aprendizado de Briga de Rua

Em êxtase deixou o corpo cansado cair no chão sentando-se em forma de lótus, então lançou um olhar afiado para o garoto, revelando olhos heterocromáticos, um sorriso jovial pairou sobre o rosto dela: “Agora... Que tal você me contar quem exatamente você é?”, a pergunta seria lançada com uma voz sedutora, porém firme, ao mesmo tempo em que ela dava-se conta que não fazia ideia do nome dele.

Sabendo que poderia ser possível que ele rebatesse a perguntar dela; perguntando quem era ela, ela não mentiria, apenas omitiria alguns fatos dizendo: “Estou em uma peregrinação, buscando o autoconhecimento marcial, e retenção.”, de fato não queria perder a confiança do jovem com uma mentira, que se mostrava uma mina de ouro, por outro lado não podia contar-lhe sua historia.

Mesmo que não descobrisse quem realmente é o garoto lêmure, perguntaria enquanto mudava de assunto: “Acho que vou precisar de uma boa espada também, me leve até um lugar, bem barato.”, diria isso com um belo sorriso no rosto, Se por um caso ele ficasse intrigado com a súbita mudança de ações de Ojalah, ela explicaria que levando em consideração a luta na ponte, era melhor ter uma arma, por mera segurança.

Se por um caso eles conseguissem chegar a alguma loja, assim que entrasse na loja, andaria ereta e cheia de vida, ou pelo menos tentaria demonstrar isso, as roupas sujas e o cabelo bagunçado, parando enfrente ao adente: “Amigo(a), preciso de uma espada e um conjunto de armas de arremesso.”,  em seguida iria tirar um montante de 6 mil berry’s, colocando sobre o balcão, ela estaria disposta dar até 30% a mais que o valor estipulado por ela, porém no caso do vendedor(a), ser muito linha dura ela pagaria o valor estipulado por ele, dês que não ultrapasse o valor de 22 mil, caso ultrapasse: “Posso... É, pagar depois?”,  perguntaria com o melhor sorriso que uma mendiga surrada pode dar; fazendo todo trajeto sempre atenta, para possíveis golpes surpresas, desviaria com um salto simples na direção oposta, caso fosse uma arma de longo alcance iria abaixa-se, sendo que a ultima poderia ser menos provável, pois ela imaginava que com a movimentação que tinha na cidade nehum maluco iria aparecer dando tiros, logo ela teria a vantagem.



OFF:
 

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Última edição por Lezend em Dom 27 Nov 2016, 20:34, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Caleidoscópio: A cor da tempestade    Caleidoscópio: A cor da tempestade  - Página 2 EmptySex 25 Nov 2016, 09:35

Muitos haviam sido os aprendizados e informações obtidas pela jovem até o momento e agora disposta ela estava a sugar mais a respeito do garoto lêmure que a ajudara e a se equipar para que pudesse seguir seu rumo para a próxima ilha.

Diante de tantos questionamentos, o garoto parecia se intimidar pela beleza da jovem e com seus olhos fixados em partes um tanto quanto censuradas para o horário que escrevo o post, ele dizia.

Kike - Certo.. meu nome é Kike Daichi.. sou sobrinho do Daichi e cheguei na ilha há alguns meses! Estive treinando por ai e explorando a ilha antes de começar a criar gado com meu tio...

Eu até que posso te levar em alguma loja.. mas primeiro gostaria de saber se o seu objetivo é realmente se manter no estilo de monge peregrino ou se quer se associar a algum grupo.. tipo marinha.. caçador.. revolucionários... ou até mesmo criador de gado como eu!


E assim ele faria uma pausa em sua fala na espera de resposta da garota. Andando enquanto falava ele apenas pararia quando de frente para a loja de carnes eles estivessem.

Kike - Aqui é a loja do meu tio.. caso esteja com fome.. todo tipo de pessoa acaba comprando aqui.. e é uma boa fonte de informações...

De repente um senhor sairia da loja e se apresentaria com um charuto na boca.

Daichi - Kike! Se metendo em confusão de novo? Prazer, donzela! Sou Daichi!

Daichi:
 

Citação :
Nome da Personagem: Ojalah Morningstar
Nº de Posts: 6
Ganhos: Acrobacia e Briga de Rua
Perdas:
Personagens:
Kike - Centaurea Island - (Player fará relação)
Coments Extras: N/A

Off:
 

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OBJETIVOS
[ ] Se tornar agente do governo
[ ] Comprar uma LW
[ ] Comer a Noro Noro no Mi (Lentidão)
[ ] Aprender Rokushiki
[ ] Aprender Haki
[ ] Ser o atirador com maior pontaria do fórum
[ ] Ir para Grand Line
[ ] Atingir o patamar de fortuna de 500.000.000

"O melhor ADM deste fórum é o ADM.Buggy!! ", Rex Peita
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MensagemAssunto: Re: Caleidoscópio: A cor da tempestade    Caleidoscópio: A cor da tempestade  - Página 2 EmptyDom 27 Nov 2016, 21:06

~Finalmente Daichi Carnes?~

O inusitado olhar perverso de Kike, não surpreendeu à assassina, na verdade para ela seria estranho se ele não o fizesse nenhuma vez, ao mesmo tempo em que respondia. “Certo... Meu nome é Kike Daichi.. sou sobrinho do Daichi e cheguei na ilha há alguns meses! Estive treinando por ai e explorando a ilha antes de começar a criar gado com meu tio...”, ela evitou realizar quaisquer analises psicológicas no garoto.

“Eu, até que posso te levar em alguma loja.. mas primeiro gostaria de saber se o seu objetivo é realmente se manter no estilo de monge peregrino ou se quer se associar a algum grupo... Tipo, marinha... Caçador... Revolucionários... Ou até mesmo criador de gado como eu! “, Serio? Um criador de gado? Então, você quer dizer que passei todo esse tempo achando; que você poderia ser alguma coisa legal, importante como um Assassino, ladrão ou mesmo um pirata! porém, você nada mais é que um simples fazendeiro? — segurou um riso amargo. — E o pior você acha que eu vou ser um fazendeiro?! Ojalah pensava com um rosto frustrado, a desdém que a dominou seria impossível não ser notada, visto que ela não tinha nenhuma habilidade para esconder esse fato, mas com sua calma resoluta, não surtou como um Asmodiano puro sangue faria, não pulou sobre Kike, tão pouco usou palavras pouco adequadas; limpando a garganta olhou para Kike e disse: “Desculpe. Estou de ferias.”, ela soou inflexiva, seu rosto praticamente dizia, que isso devia ser obvio, para todo mundo.

Aparentemente Kike engoliu, sensatamente, as palavras da garota sem fazer mais perguntas continuou seu percurso, por certo tempo, Ojalah tinha seus olhos pregados em uma pequena casa, onde o trio de homens havia adentrado; próximo ao prédio maior, contudo isso não era problema dela, apesar de ainda querer vingança; não tinha outros motivoss para estragar sua primeira noite em uma cidade, sem ser ~à trabalho~, ela estava orgulhosa disso, assim, não ouviu quando kike dizia algo de extrema importância: “ Aqui é a loja do meu tio.. caso esteja com fome.. todo tipo de pessoa acaba comprando aqui.. e é uma boa fonte de informações...”, por fim o garoto parou na entrada do prédio maior, esse provavelmente era o Dashi Games, pensou ela, quando percebeu o entra e sai, como por magia um homem com uma barba bem feita e uma expressão inteligente rebentou-se por entre as portas da loja, não é preciso dizer que Ojalah estava observando com certa curiosidade.

“Kike! Se metendo em confusão de novo? Prazer, donzela! Sou Daichi!”, apresentou-se Daichi, Ojalah franziu o cenho em duvida, ela não precisou olhar seu próprio trajes, ela podia sentir a sujeira pesada, sentiu o cheiro vibrante de suor, tirou a franja que estava grudada na testa de forma nada feminina, e olhou pensativa para o homem em sua frente: onde diabos ele estaria vendo uma donzela?

“Prazer, me chamo Morningstar.”, disse Ojalah fazendo uma referência feminina — levantando uma saia imaginaria e dobrando os joelhos— exagerada. “Kike salvou minha vida!”, concluiu e deu uma piscadela na direção de  Kike; mas, veja só ela não poderia imaginar que o rapaz iria leva-la diretamente em seu destino o Daichi Games, obviamente ela não tinha prestado a devida atenção no que falara o garoto momentos antes, por isso não sabia o que a loja realmente transportava, de toda forma, ainda era uma transportadora importante e um meio gratuito de sair da ilha, “Acho, que irei ser um estorvo para você, de novo Kike.”, diria Ojalah com sua voz infantil bem estudada
.
“Veja, tenho viajado e meus fundos estão acabando, Se por um acaso vocês puderem ajudar-me com o transporte, estou indo para Baterilla, ou o mais próximo dela.”, daria um sorriso leve, afinal o que ela disse não era mentira. Esperaria a resposta do Senhor Dachi, e se a resposta dele não exigisse que ela o seguisse nesse exato momento; quando o velho Dachi não estivesse por perto perguntaria ao jovem Daichi: “Então sobre aquele tal lugar barato, que tal me levar?”, faria isso retendo a voz, quase um murmúrio. Por outro lado se precisa-se seguir o homem de mais idade para algum lugar diria de forma evasiva: “Desculpe, mas por agora estou me sentindo suja, e uma donzela precisa de um pouco de descanso.”, usando a palavra donzela oportunamente, e no fundo ela queria dar uma espiada na cidade antes de partir.

Depois da derrota contra os homens na ponte, sabia que precisava de armas, caso eles conseguissem chegar à loja de armas, assim que entrasse na loja, andaria ereta e cheia de vida, ou pelo menos tentaria demonstrar isso, as roupas estavam sujas e o cabelo bagunçado, parando enfrente ao adente: “Amigo(a), preciso de uma espada e um conjunto de armas de arremesso.”,  em seguida iria tirar um montante de 6 mil berry’s, colocando sobre o balcão, ela estaria disposta dar até 30% a mais que o valor estipulado por ela, porém no caso do vendedor(a), ser muito linha dura ela pagaria o valor estipulado por ele, dês que não ultrapasse o valor de 22 mil, caso ultrapasse: “Posso... É, pagar depois?”,  perguntaria com o melhor sorriso que uma mendiga surrada pode dar;  e ela estava com Kike, se ele tentasse negociar por ela, ela deixaria que ele falasse dessa vez.


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MensagemAssunto: Re: Caleidoscópio: A cor da tempestade    Caleidoscópio: A cor da tempestade  - Página 2 EmptyQui 01 Dez 2016, 09:53

Apresentando-se a uma das personalidades mais conhecidas da pequena Centaurea Island, Morningstar defendia o companheiro Kike do que parecia ser uma simples acusação feita por Daichi, que logo retrucava.

Daichi - Olha só.. quem diria que você estaria apto a ajudar moças depois de ter sido amaldiçoado por ter comida a fruta da minha sogra.. do demônio!

Kike.. precisa preparar algumas mercadorias.. muitas entregas como sempre! Se preciso.. peça ajuda à moça! Tome.. lista com os pedidos!
, e dizendo isso ele entrava na loja, um grande casarão de três andares.

Nesse momento, Kike se virava para Ojalah e dizia.

Kike - Olha.. sabia que vindo até aqui algo de bom poderia acontecer.. veja! Na lista de pedidos tem um que é para Baterilla! Quem sabe você não possa vir como membro da companhia e então se despedir.. mas teremos algum trabalho a fazer! Me siga!, e dizendo isso ele rumava para a loja e na recepção era cumprimentado por dois fortes guardas vestidos no melhor estilo vaqueiro, caça e colete de couro, chapéu de caubói com chifres e botas de couro.

Guardas - Bom dia, senhor Kike!

Rapidamente abriam passagem para o que seria uma porta e esta revelava ser um elevador. Adentrando o mesmo, desciam em direção ao subsolo e chegavam em uma espécie de grande açougue.

Haviam muitos balcões e muitas pessoas utilizando roupas brancas e portando facões de cozinha.

Kike - Você me disse que precisava de uma arma, roupas e carona.. acredito que seja uma boa oportunidade! Existem muitos tipos de cortes de carne.. os equipamentos encontram-se embaixo da bancada, em um armário.. tem pessoas que ficam entregando pedaços de carne depois que fazemos os cortes.. e outras que coletam os cortes nessa caixa aqui do lado da mesa..

Você só precisa cortar e colocar aqui.. tem um vestiário que pode usar para tomar banho e colocar essas roupas brancas de açougueiro.. na parede atrás das mesas tem um cartaz mostrando passo a passo dos cortes! Vamos lá!
, e dizendo isso ele se dirigiria para a mesa ao lado para pegar o uniforme e em seguida iria para o vestiário...

Off:
 

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MensagemAssunto: Re: Caleidoscópio: A cor da tempestade    Caleidoscópio: A cor da tempestade  - Página 2 EmptyDom 04 Dez 2016, 15:11

—Inocente como uma ovelha.—



A jovem Asmodiana não estar preparara para uma raposa velha do implacável mundo dos negócios de carnes, com poucas palavras ela tinha caído na armadilha. É certo que se ele houvesse falado que tinha uma proposta de trabalho para ela; ela responderia rapidamente com: estou de férias desculpe, mas, ajudar o seu pequeno mestre, não iria contra suas convicções, sem pensar muito ela seguiu Kike para dentro da loja caminhando de forma bem relaxada, olhando em todas as direções com extrema curiosidade, e inconscientemente procurava e traçava rotas de fuga possíveis, como por exemplo: separando civis de funcionários: funcionários teriam roupas semelhantes enquanto os civis não, ela pensava; é como dizem: mesmo um tigre raspado ainda terá suas listras.

Dentro do elevador ela segurou-se para não apertar todos os botões do painel, é bom saber que ela nunca entrara em um elevador antes, uma batalha mortal estava sendo travada em seu subconsciente, sentiu um comentário sarcástico escalar pelas suas cordas vogais, mas seu ar frio e silencioso, foi o vitorioso dessa vez, até mesmo suspirou sem interesse, contudo, quando o elevado fechou-se e começou a descer, sentiu um frio no abdome e os pelos em seu pescoço ficaram arrepiados: que diabos; é essa coisa? Pensou apavorada.

Foram poucos minutos ou segundos ela não saberia dizer ao certo, contudo se alguém perguntasse para Ojalah, ela diria que foram horas sem fim. A porta do elevador abriu com um som monótono. Embalada com um cheiro forte a turista piscou algumas vezes, ela não conseguia acreditar, mas eles estavam em um lugar completamente diferente agora, tinham balcões e pessoas vestidas de branco por toda parte, após superar o trauma do elevador, que não seria tão difícil para ela, amenizar uma simples experiência nova, ela caminhou para a nova ala: “Eu já estive em melhores...”,  ela disse isso, por algum motivo estava extremamente orgulhosa — o nariz fino empinado, mãos na cintura e os bustos estufados. —

Você me disse que precisava de uma arma, roupas e carona.. acredito que seja uma boa oportunidade! Existem muitos tipos de cortes de carne.. os equipamentos encontram-se embaixo da bancada, em um armário.. tem pessoas que ficam entregando pedaços de carne depois que fazemos os cortes.. e outras que coletam os cortes nessa caixa aqui do lado da mesa.. Você só precisa cortar e colocar aqui.. tem um vestiário que pode usar para tomar banho e colocar essas roupas brancas de açougueiro.. na parede atrás das mesas tem um cartaz mostrando passo a passo dos cortes! Vamos lá!

Ela seguiu Kike, e enquanto estava com seu próprio uniforme branco em mãos, teve o breve pensamento que talvez houvesse se tornado um funcionário da loja sem perceber, mas não tinha certeza disso; de toda forma eu não preciso dizer que ela entrou no vestiário masculino junto com Kike, né? Bem, pois foi exatamente o que ela vez.

Depois de trocasse pediria para Kike cuidar de suas roupas, em seguida seguiria para o balcão que outrora fora apontado para ela, quando estivesse no balcão olharia com atenção os cartazes todos eles,
Os cartazes:
 
em seguida iria ao que interessa; ao armário de equipamentos em baixo do balcão. Primeiro sacou um facão grande e leve, que parecia ser bem afiado. Ojalah deixou ele sobre a bancada, não era o que estava procurando, escavou mais, ao meio de tantas laminas diferentes, nem mesmo uma delas prendeu a atenção da assassina, não eram ruins, no fim estava de frente para o solo de madeira do armário, indignada ela deu um soco no piso de madeira, e inesperadamente ele cedeu.

Ela tirou os pedaços que brados jogando-os para o lado, percebendo que não era o próprio piso, porém uma caixa, dentro dela, tinha quatro laminas muito diferentes, o que são essas espadas, pensou a assassina: eram feitas de um material desconhecido por ela, porém eram leves e residentes; lembrava uma Rapier, todavia eram muito mais grosas e o fio era perfeito, Como uma espadachim; com um simples toque no fio da arma, seria fácil saber o quanto a lamina seria afiada, e essa, era agradável em toda sua extremidades, sua empunhadura era feita do mesmo material que compunha o resto da arma.  Não apenas isso na caixa achou um conjunto de espátulas brilhante e ameaçadoras feitas do mesmo material das quatro laminas, Ojalah pegou o conjunto de espátulas inteiras, sem esquecer quaisquer para trás, mas, quando a respeito as espadas misteriosas; pegou apenas uma.
A espada misteriosa e o conjunto de arremesso:
 

A assassina não era estupida, seus neurônios normalmente eram bem ágeis. Ojalah sacaria os cartazes para próximo dela, mesmo que tenha dado uma boa olhada anteriormente no cartaz; não era nenhum desses gênios, sabendo que precisava deles por perto, cortaria usando uma lamina especifica para o corte, pois, sobre laminas ela tinha certo conhecimento.

Tentaria fazer como Kike dissera: cortar, e deixar ao lado. Pareciam bem simples, seguiria quaisquer ordens, nesse momento sem questionar; conselhos e dicas que outros açougueiros, mais experientes ordenassem. Sem deixar suas novas armas, fora de vista, a cética assassina, enquanto trabalhava, estava sempre pensando que qualquer um desses outros açougueiros podriam ser inimigos, companheiros armados, podeia estar planejando uma emboscada.


off:
 


Última edição por Lezend em Ter 13 Dez 2016, 21:53, editado 2 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Caleidoscópio: A cor da tempestade    Caleidoscópio: A cor da tempestade  - Página 2 EmptyQui 08 Dez 2016, 22:32

Surpresa com os locais que ineditamente frequentava, a garota seguia Kike e o auxiliando em suas tarefas era recompensada com um uniforme e materiais de cozinha, embora já planejasse utilizar os mesmos como armas pela periculosidade apresentada por eles.

E assim, ao terminar de realizar os cortes, o garoto fuinha se aproximava de Ojalah e lhe elogiava, dizendo.

Kike - Uau! Pelo visto tem habilidades interessantes!! Poderia até mesmo virar açougueira na ilha com mais algum treino.. mas como planeja ir para outra ilha.. venha! Me ajude a carregar essas caixas para cima! Teremos de fazer algumas viagens de elevador para carregar uma carroça e então nos dirigir para o porto!

(Pode descrever o carregamento de caixas na carroça em seu post =) e quaisquer equipamentos que pensar em utilizar)

Após mais uma vez trabalhar, Ojalah finalmente estaria junto de Kike, ainda vestida de açougueira (ou não), na carroça e prontos para seguirem para o porto. Olhando para os lados, perceberia que ilha se encontrava sem movimento algum e teria uma sensação de como estivesse sendo observada.

Kike - Não estou gostando muito disso.. mas temos que ir até o porto!, dizia com as mãos nas rédeas e prestes a ordenar que a carroça seguisse por uma larga rua entra duas casas.

E então que antes de ultrapassarem o quarteirão, um ser encapuzado surgiria, dizendo.

Joshua - Sou Joshua.. gostaria de uma carona em direção ao porto! Poderiam me ajudar?

Joshua:
 

Historico:
 

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MensagemAssunto: Re: Caleidoscópio: A cor da tempestade    Caleidoscópio: A cor da tempestade  - Página 2 EmptyQui 15 Dez 2016, 23:09

Até parece

Ojalah secretamente gostou de ser elogiada, por Kike, porém em vez de demonstrar isso, disse: “Isso não foi nada de mais.”, porém ele também estava dando novas ordens para ela, ela ponderaria sobre a situação, não precisava ser um gênio para saber como isso, não era muito esperto, Até parece que vou fazer trabalho braçal, riu em seus pensamentos, depois de concluir a melhor forma seria abordar os próprios funcionários de roupas de açougueiros, para ajuda-la nessa tarefa.

Ela estivera algum tempo trabalhando com aquelas pessoas, era possível que já houvesse adquirido algum conhecimento sobre o grupo, por conseguinte iria abordar as pessoas que pudessem ser mais fácil de manipular para a tarefa, logicamente, procuraria pessoas fortes para carregarem o peso, visto que ela não pensava em levar nada, vale lembrar que Ojalah, sabia que estava em um corpo feminino, e que poderia usar isso em seu favor, diria.

Nos, precisamos de ajuda nisso, nossa viagem é longa, e com apenas eu carregando essas caixas, vai demorar, mais!”, ela não estava mentindo, afinal era verdade que com apenas duas pessoas demoraria mais, assim como era verdade o fato de Kike precisar da ajuda dela e ela da ajuda de Kike, além do mais Kike era o sobrinho do próprio Dachi.

Após concluir seu ultimo trabalho na loja de carnes, Morningstar, sentou-se ao lado de Kike, que servia de cocheiro na carroça, ainda trajava seu uniforme de açougueiro, afinal, o chapéu escondia seus cabelos brancos e as luvas as tatuagens em suas mãos, era um bom disfarce, para esconder suas origens Asmodiana, ela sentiu um mal estar, o mesmo que a presa sente quando um predador faminto esta a espreita, ela olhou pelos cantos dos olhos, reparando que a cidade estava vazia, o que era estranho, afinal a cidade não estava cheia, antes? Perguntava-se ela.

Kike aparentemente também não estava satisfeito, porém ambos sabiam que a missão deveria se terminada, a precavida assassina levou a mão direita até uma das espátulas, tentaria fazer isso com discrição, pois tinha aquela estranha sensação de estar sendo observada.

Antes que eles pudessem atravessar quarteirão um homem encapuzado surgiu,  como um fantasma, Ojalah cerrou os dentes e ficou mais alerta, contudo o homem estava pedindo carona, a primeira reação da assassina seria vetar tal pedido, porém, como ela estava bancando a funcionaria, e além do mais ela mesma estava de carona, deixaria a decisão nas mão de kike, era possível que ele ajudasse o homem, de todo jeito ela ficaria alerta, apenas se protegeria com sua arma de arremesso, principalmente golpes que estivessem indo na direção de Kike, já que ele pilotava a carruagem se fosse preciso tentaria subir sobre a carroça.


OFF:
 
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