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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Caleidoscópio: A cor da tempestade

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Caleidoscópio: A cor da tempestade    Caleidoscópio: A cor da tempestade  EmptySex Set 23, 2016 12:39 pm

Caleidoscópio: A cor da tempestade

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Ojalah Morningstar . A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Caleidoscópio: A cor da tempestade    Caleidoscópio: A cor da tempestade  EmptySab Out 01, 2016 8:29 pm

O CAMINHO MARCIAL.

       
         Haviam se passado uma semana e três dias desde, os acontecimentos com o velho Nefertari, agora, Ojalah encontrava-se em posição de lótus, não exatamente meditando. Os últimos três dias , no entanto, foram habilmente gastos, ela vagou pela ilha de Centaurea buscando  por informações, por ter ciência que poderia ser confundida com outros membros do clã Harmonia, ela evitou lugares movimentados e também de ser vista passando varias vezes pelos mesmos lugares  – perguntando exclusivamente para crianças e jovens – , por fim deparou-se com um boato sobre um certo lugar que resolveria seus problemas; o “Daichi Carnes”, até onde ela soube era um lugar ligado a jogos e exportação.
         Considerando sua personalidade ela procuraria por lugares remotos dentro da floresta onde poderia observar a movimentação nos arredores da cidade, evitando exclusivamente as pontes que ligam a floresta à cidade, depois de encontrar um lugar “vantajoso”, só então ela assumiria a posição de lótus, ali enquanto sentada, ela não estava relaxada, pois estava arquitetando, seus planos futuros de forma meticulosa, e tudo começava com um fato; caso Daichi Carnes existisse ou não.
        O caminho marcial é perigoso e cheio de atritos, apenas com o esforço e talento é possível alcançar o pináculo.
     Ojalah pensou enquanto abria os olhos ’’ E muito dinheiro. ’’ concluiu por fim, apesar de não ter certeza se o lugar poderia lhe fornecer dinheiro, ela sabia que poderia lhe conseguir ou não transporte para seu futuro destino;  karate  Island!
         A garota levantar-se-ia, por conseguinte iria procurar pela tal loja de jogos, assumindo a mesma postura que nos últimos três dias, discreta. Se por ventura acabasse encontrando alguém que pudesse a reconhecer, ela iria evitar ou até tentar despistar se fosse possível, por outro lado não sendo possível, tentaria persuadir o mesmo de que havia confundido as pessoas.
        De fato é bom lembrar que a mesma achava ser um homem, logo pessoas que chamassem a jovem por sufixos femininos, ela iria ignorar completamente, por outro lado estaria atenta para ataques surpresas, ‘’ Acho que posso encontrar algo no meio da cidade. ‘’ ela pensaria enquanto se dirigia ao mesmo, caso não pudesse encontrar seu objetivo ali ou por outro lado encontrasse o seu objetivo estufaria os pulmões dizendo, “Onde encontro o Daichi Carnes”, ou ‘’ Preciso sair dessa ilha e chegar à Briss Kingdom.‘’.  Respectivamente.
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Última edição por Lezend em Dom Out 02, 2016 6:11 pm, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Caleidoscópio: A cor da tempestade    Caleidoscópio: A cor da tempestade  EmptyDom Out 02, 2016 4:27 pm


— Zona de caça —



Após 3 dias vagando escondida por Centurea Island atrás de informações, a mesma finalmente ouvirá falar sobre o Daichi Carnes, uma exportadora de carne famosa na ilha, e uma ótima oportunidade para se conseguir algum dinheiro;

Afim de evitar ser vista pelos civis da cidade, e possivelmente confundida com os membros do clã Harmonia, a jovem se mantinha dentro da floresta que cercava a cidade; infelizmente, como também evitava as pontes que davam para a mesma, acabava tendo uma visão nada favorável, sendo capaz apenas de observar algumas construções longínquas e silhuetas disformes das pessoas na mesma.

Após encontrar um local remoto da floresta que parecia não haver nenhuma fera selvagem, a jovem então se punha em posição de lótus ; mas não demorava até perceber o porquê de ser um local tão remoto;

Apenas a alguns metros a sua esquerda, conseguia observar um jovem loiro carregando alguns sacos de pano e um pedaço de carne em sua boca enquanto fugia de um tigre que nesse ritmo logo o alcançaria;

O jovem parecia não ser um hábil guerreiro, suas roupas estavam aos farrapos de sujas e rasgadas; porém, na direção em que corria, o mesmo acabaria chegando até o lago que rodeava a cidade e não parecia haver nenhum outro animal próximo ao local, provavelmente o tigre já havia espantado a maioria do que parecia ser seu território.


Jovem:
 

O local possuía várias árvores curvas e cheias de cipós, alguns fortes, outros nem tanto, além disso; a ausência de animais nas redondezas próximas tornariam este um bom lugar para se treinar, uma vez que após capturar o jovem, o tigre provavelmente voltaria a descansar até sentir fome ou ameaçado novamente, o que lhe proporcionaria algumas horas.

Floresta:
 




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MensagemAssunto: Re: Caleidoscópio: A cor da tempestade    Caleidoscópio: A cor da tempestade  EmptyTer Out 04, 2016 12:19 am

 
LARGA ESSA ******* CARNE!

                         
Pareciam borrões cinzentos, lá longe, dificultando o reconhecimento das pessoas, o local era perfeito para a assassina, e além do mais parecia deserto de mais – não que ela esperasse encontrar um acampamento –, nem mesmo pequenos animais selvagens passavam por ali, ergueu os lábios em um meio sorriso involuntário. De toda forma vamos ao que interessa pensou ela enquanto cruzava as pernas de modo que os pés se encontravam em oposição às coxas.

Sentiu a natureza selvagem e intocada pelo homem que a circundava; os cheiros da vegetação nova e velha se mesclavam em um cheiro incomum revigorante entorpecendo todo ambiente dando a estranha sensação de que a cidade do outro lado do lago nem existisse. Ela respirou fundo, estufando os seios redondos e orgulhosos para o céu, atingindo o ápice de uma calma momentânea.

 – ROARRR! – O som ecoou de forma majestosa abalando a paz anterior de Ojalah – Ela deu um pulinho com olhos arregalados – os troncos das arvores estremeceram como se estivessem com medo. ‘’Mas o que diabos?! ‘’, sua voz estava ligeiramente exaltada, porém bem contida, folhas planavam em sua frente enquanto caiam lentamente.Talvez se fosse outra pessoa demoraria mais para reagir, mas quando virou para o lado procurando a origem do som estrondoso, estava pronta para o combate, não havia se levantado completamente para evitar ser vista; estava com os joelhos dobrados a poiada sobre as pontas dos dedos dos pés, com a mão direita sobre o chão como um jogador de futebol americano, olhando para a esquerda ela viu um tigre! Por sorte ele estava  perseguindo uma presa e não ela como imaginou.
               
Era um garoto, e pela trajetória parecia que estava indo em direção ao lago isso se o tigre não o pegasse antes, e mesmo que conseguisse pular no lago nada garante que o animal não iria atrás dele, segundos se passavam enquanto ela avariava a situação; mesmo com uma arma seria muito difícil abater um tigre, de mãos vazias então... Depois de se satisfazer o tigre iria ficar em silencio dês que não fosse incomodado, proporcionando tempo o suficiente para ela mesma sair dali, mas seus músculos contrariam-se às pontas do sapado deixaram marcas na terra, encontra partida assegurar a vida daquele pivete poderia trazê-la benefícios futuros, visto que o mesmo provavelmente conhecia a cidade melhor que ela, ‘’ É seu dia de sorte garoto. ’’, ela disse por entre os dentes, ela começou a avaliar as possibilidades com uma calma resoluta.

Com um rápido impulso começaria a corre em diagonal, depois de traçar uma trajetória segura, procurando evitar pedras e montes de folhas que pudessem estar por ali, além dos troncos de arvores, que pareciam retorcidos, deixaria que os dois se aproximassem mais do lago, ao mesmo tempo estaria procurando por um cipó forte o suficiente, talvez os mais grossos aguentassem o tranco é o que ela estaria pensando, quando aproveitando da sua alta velocidade – Que na verdade não era tão diferente de uma pessoa normal, salvo pelo fato do pico de explosão ser maior. –, iria agarrasse em um cipó, com aparência forte, lançar-se-ia em um semicírculo, pois sabia que se tentasse em linha reta acabaria por tombar com o tigre, o que sua expressão fechada e ranzinza, deixou claro que não queria.

Era bem provável que com uma breve olhada, devidos aos conhecimentos clínicos sobre o corpo humano, a turista pudesse estimar o peso do jovem, levando em conta que o mesmo parecia fraco, pequeno e talvez até mesmo carente de nutrientes, estimou que ele pudesse ser até mesmo mais leve que ela; sendo assim, quando ela se aproximasse do garoto, não daria um grito exagerado ou mesmo heroico, em vez disso, gritaria com uma voz que arrebata até mesmo os santos. ‘’LARGA ESSA ******* CARNE!’’, é bom saber que Ojalah não aprendeu muitos palavrões na língua utilizada nos blues, então ela mistura com sua língua natal, por isso, talvez seja difícil compreende-la nessas horas, contudo apesar de ser inaudível para muitos, a ideia é passada, nesse momento usaria o braço direito para abraçar o garoto, por outro ângulo poderia ser visto como lariat, se por ventura o garota fosse tolo o bastante para tentar esquivar dela, seja por medo ou burrice mesmo, com seu sistema nervoso apurado seria muito fácil para ela mudar o sentido do braço e agarra-lo, nesse caso iria segura-lo pelo ombro, sabendo que nesse caso teria a grande chance de deslocar o ombro do menino, mesmo assim faria.

 Não vamos dizer que, a assassina não ponderou bastante na possibilidade do cipó não aguentar, digamos que isso apenas vagueou pelos confins da sua sanidade, deu uma paradinha como um aviso que ignoramos depois saiu deprimido, pois se ela se quer pensasse seriamente que isso poderia acontecer na certa ela não estaria se balançando com um personagem saído de um filme infantil, todavia se tal infortúnio viesse a ocorre, a turista aprenderia uma lição valiosa sobre a vida, um corpo em movimento tende a permanecer em movimento, de fato nesse caso cairia e também continuaria gritando para ele larga a carne, mesmo sem habilidades acrobáticas, é bem possível que ela saiba a melhor forma de cair; evitando que caia sobre partes importantes do corpo, mesmo que seja de forma desajeitada, nessa altura o tigre provavelmente teria parado seu avanço com a chegada abrupta do visitante, tentaria se erguer ainda estaria um pouco tonta pela queda, contudo depois de se estabilizar procuraria pelo garoto, caso ele ainda não houvesse entregado a carne pro bicho ele iria desejar que seu único problema fosse encontrar aquele tigre. ‘’O maior pano que tiver!’’ ela bufaria com indignação em seguida estenderia a mão, por conseguinte usaria o cipó partido como arma, um chicote precisamente, caso a carne não fosse o suficiente para se livrar da fera Ojalah tentaria afasta-la com o chicote improvisado; estaria atenta para as possíveis investidas do tigre, se ele viesse com um ataque direto usaria o pano, se este estivesse já em sua posse para obstruir a visão da ferra, se fosse uma patada, ela faria um laço com cipó/chicote, prendendo a pata em questão, em ambos os casos se afastaria do animal, no entanto no caso de prender uma das patas usaria à outra ponta para golpear aleatoriamente o tanto o ambiente em volta do tigre quanto ele mesmo, usando a mão direita para isso, visto que precisaria da força proporcionada pelo lado dominante, tentando constantemente fugir da besta não enfrenta-la.

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MensagemAssunto: Re: Caleidoscópio: A cor da tempestade    Caleidoscópio: A cor da tempestade  EmptyQua Out 05, 2016 12:32 pm


— Akumado na área —



Com o rugido de uma animal feroz, a harmonia alcançada pela jovem era quebrada em instantes, e a mesma quase que instintivamente assumia posição, preparada para o combate ela se abaixava levemente para não ser avistada e começava a observar seus arredores;

E naquele instante se tornava claro a razão de não possuírem outros animais pelo local; resposta esta que vinha na forma de um tigre selvagem perseguindo um jovem que corria em direção ao lado enquanto carregava um saco de pano cheio de carne e uma em sua boca, sem dúvida um jovem faminto que acabou se perdendo na floresta.

Apesar de hesitante por um instante, a jovem via no garoto uma oportunidade mais que satisfatória de conseguir um guia pela cidade; e então, se lançava em seus pensamentos de forma calma e concentrada, sabia que não era uma boa ideia enfrentar a fera de mãos vazias e que ainda mais importante, isso poderia não ser necessário.

Com sua estratégia formada, a jovem começava a correr em diagonal na direção do lago ao qual o jovem inevitavelmente se depararia, seguindo a trajetória atual; evitando pedras e folhas, ao se aproximarem do lago, a jovem procurava por um cipó para se agarrar e conseguir resgatar o jovem que parava desesperadamente quando via o lago, deixando o pedaço de carne que estava em sua boca cair na água.

Ojalah então agarrava um cipó que estava próximo, e se lança na direção do jovem afim de resgatá-lo; ao mesmo tempo em que o tigre saltava com as patas dianteiras estendidas na direção do jovem que soltava o saco de pano do chão e em um instante seu corpo começava a mudar, pelos loiros cresceram por seu corpo em um piscar de olhos, suas roupas ficavam mais justas e uma cauda monocromática surgia; se transformando no que parecia ser uma espécie de lêmure-humanoide.

E em um piscar de olhos, o jovem saltava com o peito para o céu, sobre o tigre que ficava sem reação enquanto o jovem enrolava sua cauda em volta de seu pescoço, e em um pirueta de costas, girava o tigre pelo pescoço e o soltava girando no ar, até que o mesmo finalmente caísse no lago e fosse levado pela correnteza enquanto o garoto-lêmure observava a jovem balançar de um lado para o outro enquanto o encarava.

Após o ocorrido, o jovem voltava a sua forma normal, e pegava o saco de pano que havia deixado cair enquanto perguntava para a jovem — Do que você está brincando ?! —

Agora que o tigre estava fora da área da floresta que o mesmo havia limpado, o local estava praticamente ausente de vida selvagem, e sua geografia poderia ser uma boa oportunidade para se praticar um pouco.

Se a jovem perguntasse ao garoto quem ele era, o mesmo abriria um sorriso e diria de forma animada — Eu sou aquele que comeu a saru saru no mi, Kike, o homem-lêmure —





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MensagemAssunto: Re: Caleidoscópio: A cor da tempestade    Caleidoscópio: A cor da tempestade  EmptyQua Out 12, 2016 10:42 am

A Incrível Arte “zoboo-mafoo”!

Seus cabelos esvoaçavam com a velocidade, ondulando como ondas, certa euforia crescia em seu interior por motivos diversos, claro que isso durou poucos segundos; primeiro por que ela demorou de mais, segundo por que nem mesmo o garoto foi pego pelo tigre, em vez disso houve uma surpresa.

Tudo acontecia muito rápido, em milésimos o jovem não era mais um ‘’homem’’, havia transformado se em Lêmure, com movimentos rápidos cheios de engenhosidade, jogou o tigre no rio, Ojalah, porém, não viu o que aconteceu com o tigre, o impulso parou e de repente ela voltava para seu ponto de origem, nesse momento ela estava incrédula, “Moleque desgraçado! “, foi o que ela disse enquanto era levada na direção do garoto mais uma vez, como ele teve a cara de pau de salvar a si mesmo? Quando ele teve todo o trabalho de tentar salva-lo, pensava enquanto voltava mais uma vez.

“Do que você está brincando?!” ela pode ouvir o jovem falar com um olhar curioso que vez à ficar envergonhada, e se por acaso ela não conseguisse manter a calma ele poderia até mesmo notar o desconforto,  todavia sabemos que estamos falando de uma assassina experiente, ela olhou para ele e disse:  ‘’Obviamente estou ... Praticando. “ por conseguinte  largou o cipó se dirigindo ao desconhecido peludo. Seus olhos formavam um sorriso estranho, ela percebeu que ele não havia a reconhecido  e no momento em que estava pronta para pergunta como poderia encontrar o Dachi Games, a cofunção dela era aceitável visto que tinha ouvido apenas boatos trocando assim Carnes com Games .

Aprendizado de Pericia: Acrobacia!


Quando ele balançou a mão e disse: “tá tudo errado.” Ojalah parou abruptamente sem entender nada, apenas do que ele estava falando? ‘’Você sabe... Né? Se não der para alcançar o objetivo apenas largue o cipó e salte!’’ havia certeza naquela voz e uma pintada de orgulho, “Vou ensina-lhe, isso é, caso você tenha capacidade de aprender o estilo zoboo-mafoo.’’ Ela ouvia as palavras, mas apenas olhava para o mesmo com desdém inconsciente.

“Venha vou mostra-lhe.”. Ele disse ao notar o olhar desconfiado da jovem em sua frente. Em um piscar de olhos ela o atacava com os punhos fechados, em um golpe reto na altura do abdômen, que se fosse um pouco mais para o lado teria quebrado as costelas do alvo, contudo nos segundos finais ele desviou com um giro que terminou em uma pirueta e estrelinhas, ao mesmo tempo em que, ele vez a turista perder o equilíbrio com a calda, ela cambaleou para o lado seus olhos brilharam com o que poderia ser o intento de intenção assassina.

‘’Parece... Que essa tal arte zoboo-ma-foo, não é tão inútil, assim. ‘’ sua voz soou como o arrastar de correntes em um cemitério, então ela fez uma reverencia, - o punho esquerdo estava sobre a palma direita – ‘’ Espero aprender com eficiência! ’’o jovem olhou aquilo com extrema curiosidade, afinal nunca tinha visto uma pessoa como esta.

“Muito bem, Preste atenção; em primeiro lugar você precisa entender: Que tudo que sobe em algum momento vai cair.”, isso Ojaláh obviamente sabia, de qual quer jeito ficou em silencio. “O problema é como cair.” Ele lançou um olhar pensativo e cansado enquanto terminava a frase, que foi respondida com indiferença, em seguida ele apontou em direção ao que parecia ser um monte de pedras, troncos e limo, com o dedo indicador.
“Olhe bem. ’’ Então o garoto/ lêmure começou a corre pelo aglomerado como se tudo fosse solo plano, girou no ar e caiu com leveza no chão, olhou em seguida para a turista como se estivesse dizendo; simples não? “O equilíbrio é tudo nisso, inteligência e acima de tudo coragem.” Ele completou.

Ojalah na verdade estava incerta, porém ela era um homem – pelo menos é no que acreditava -, com isto não poderia desistir né? Mesmo que quebrasse, a cara e ossos; iria prosseguir. Correu em linha reta seu pé direito foi o primeiro a encostar-se ao limo; girou de forma descontrolada, foram dois giros mais ou menos, em seguida houve um baque surdo, ela estava de cara no chão, sua testa ardia e seu nariz doía ligeiramente.

Ouviu um riso infantil ecoando no ar, quando o animal disse “Nossa! Apenas tente cair de pé!”, a jovem bateu no chão levemente, olhou em volta se preparando para um segundo Road. ‘’Bem, vou dar-lhe outra dica, força e agilidade são necessárias, contudo atenção e leveza também!... Você parece um gorila, o zoboo-mafoo, não foi feito para gorilas. ‘’, ela não queria acreditar no que estava acontecendo, estava sendo reprendido por uma criança? Oh vou chuta-lo levemente forte, apesar do pensamento parecer muito apetitoso, ela não é orgulhosa logo filtrou o que parecia escarnio, absorvendo o que poderia ser útil.

Passou o braço na testa, limpando-a com a manga no antebraço, olhou fixamente antes de corre, agilidade e força, pensou enquanto subia nos troncos, atenção e leveza, quando saltou para trás, dessa vez não havia escorregado no limo, mas parecia que iria ter um segundo encontro com o chão de qual quer jeito. Kike tampou os olhos, deixando brechas por entre os dedos, apenas quando parecia que Ojalah iria de cara no chão, ela ergueu os braços com extrema velocidade, sentiu o choque do impacto como formigas percorrendo ambos os braços, no momento em que se lançava para trás como uma mola;em pé com pequenos pulos começava diminuir a velocidade até que parou reafirmando seu equilíbrio.

-Fiuuuu- ela assobiou um dos longos e serenos, "De fato, tudo que sobre deve cair, mas isso não que dizer que o que caiu não pode subir.”, disse de forma pensativa enquanto girava os ombros alongando os músculos, lembrou-se quando o seu pequeno mestre havia escapado de seu golpe mais cedo, e apesar de não admitir se não fosse por isso ela talvez não tivesse feito a mesma coisa, ela compreendeu que um praticante do estilo zoboo-mafoo, precisa conhecer muito bem seu corpo, como qualquer outra arte marcial, além disso, o ambiente também.

Kike o menino lêmure, observou tudo com curiosidade, de fato a agilidade dela era algo muito fora do comum, não exatamente pela velocidade em sim, contudo o tempo de ação e reação eram algo que fazia pensar, pessoas normais não movesse dessa forma, de fato ele nunca poderia imaginar achar tal pedra preciosa, que apenas precisava se lapidada.

Não foi surpresa quando ela conseguiu na terceira tentativa, momentos antes de saltar no ar girando em uma pirueta circular, pareceu que ela parou por meio segundo no topo das pedras; é bom saber que à assassina tem um conhecimento profundo a respeito ao corpo humano, sabendo de sua própria força, peso e velocidade, aplicou o impulso necessário.  Quando pisou no solo – THUG – , um som abafado e firme soou, dobrando os joelhos para amortecer e distribuir o peso, abrindo os braços para reforçar o equilíbrio, por conseguinte levantou e lançou um olhar vitorioso para seu jovem mestre.

“Muito bem você passou pelo básico inesperadamente rápido.”. Disse o lêmure/garoto. O que?! Isso foi o básico? Eu quase quebrei minha cabeça ali seu pedaço de *****!... Foi o que ela teria dito, em vez disso disse “Essa tarefa ridícula, não pode ser nem considerada...” quando alfinetou, bufou friamente.

Ele pensou que ela era muito orgulhosa, por isso iria certificar-se que a próxima tarefa seria um pouco mais complicada. “Olhe, com atenção.” Disse enquanto tomava um cipó para si, ele correu e quando estava com uma boa velocidade puxou-se para o alto continuou ganhando velocidade, até se aproximar de um grupo de troncos retorcidos, onde saltou como uma pedra sendo lançada de um estilingue, – Va-voom! – girou com piruetas amorfas e loucas, então esticou o corpo alcançando assim um tronco com a grossura do braço de um homem, ele girou algumas vezes, e o limo o proporcionou a suavidade necessária. O Tronco estremeceu quando ele lançou-se mais uma vez, e assim como antes estava em um cipó pendurado como um pêndulo, para frente e depois para trás, voou direto na direção da garota, mas estava alto, quando se atirou em queda livre, girou e pegou um cipó o que o fez desce rodando no eixo do cipó aterrissando ao lado da boquiaberta assassina.

 “Sua vez. “ ele falou entregando o emaranhado de trepadeira, ela pegou com casualidade, era obvio que erra depois da primeira parte do percurso poderia ser fatal, ela ponderou por um tempo com expressão seria, por fim sem escolhas, “Talvez você tenha alguma dica?”, erguer uma sobrancelha enquanto perguntava, com os braços  agora cruzados; não é preciso falar que garoto ficou tonto com a reviravolta, ele não esperava um pedido de ajuda dela, isso por que é muito fácil confundir ela com uma pessoa orgulhosa e rude, apesar dela ser apenas rude.  

“Muito bem; quando você estiver lá em cima, todo segundo é precioso, para isso você precisar ser mais rápida que nunca se o medo te dominar seus músculos na certa vão congelar, e acredite quando você esta caindo sua velocidade não vai diminuir por meio de magia. “. Ele estava certo, concordou balançando a cabeça, levemente olhou os arredores, “E se eu não puder evitar a queda?”, perguntou.

“bem use à técnica do rolamento.”, dito isso ele demonstrou à técnica                      
duas vezes e ela repediu em seguida; agora ela estava confiante, que pelo menos não morreria.

Quanto tempo se passou? Isso é relativo, em parte por que ela esteve saltando, chocando-se, caindo e gritando palavrões, em uma floresta tensa onde graças as arvores deixava difícil marca se quer a passagem de sol, em parte por que quando a fome bateu eles pararam para descansar, comeram carne depois disso houve mais treino.

O ângulo do salto era bem desfavorável, afinal por volta do trajeto final uma vinha se partiu, e ela estava caindo; o chão parecia aproximar-se em câmera-lenta um efeito causado pela adrenalina ou apenas a morte querendo brincar com sua cabeça, ela também não viu sua vida passar inteira pelos seus olhos, pois se o fizesse suas camadas cinzentas não poderiam reagir, enquanto caia sua velocidade obviamente não diminuía sua cabeleira prateada – que agora era uma mistura marrom estranha – esvoaçavam para cima, quando segurou em um tronco, folhas tremeram e caíram, deu um giro quase de 90 graus antes dele partir-se com um som indescritível, agora estava caindo em diagonal e com mais velocidade.

Por mera casualidade estava indo de encontro com uma arvore grande, suprimiu os joelhos contra o corpo segurando entre as dobras dos braços, e inesperadamente aplicou um rolamento aéreo, parecia uma bala de ganhão e com forme aproximava-se da velha arvore levantou o torso posicionou a perna traseira para um lado e a dianteira para o outro, quando atingiu a arvore houve um som – KA-PENG! – de panela de ferro caindo, por um momento achou que iria partir a velha arvore, bateu com o queixo no joelho dianteiro olhando em direção ao cume da estrutura esverdeada e sentiu quando ela estremeceu.

Quando sua trajetória foi repentinamente modificada, ela parou completamente no ar presa no corpo da arvore, zombando das leis da gravidade, porém quando à força diminuiu e antes dela poder sentir a gravidade tentar coloca-la em seu devido lugar, desafiou uma vez mais; lançou o corpo para o alto em direção a uma vinha, a mesma que ela havia passado antes, e que apenas não a pegou, pois sabia que iria esfolar suas mãos se tentasse antes, contudo, agora sua velocidade era muitas vezes menor, ela deslizou como um bombeiro pousando levemente no solo, de frente para o lêmure dourado; tinha suor sujeira e folhas em sua testa quando ela ergueu o queixo para olhar na direção dele, ela viu aquele mesmo olhar curioso que sempre pairava sobre ele, então Ojalah olhou e disse: “Então homem macaco o que vamos fazer Agora?”
e Kike arregalou os olhos em surpresa, “Eu não sou um macaco; meu nome é Kike e eu sou um lêmure!” , falou irritado, por outro lado a garota não poderia se importar menos com isso, apesar de perceber a irritação, ela não via quais quer diferença entre ele e um macaco, mas isso fez ela ri secretamente.

Kike deu de ombros e continuou, “Acredito que você ainda vá torna-se, uma mestra incrível em acroba... Digo  zoboo-mafoo” Ojalah olhou para ele, mas sem muito interesse na gagueira, endireitou o corpo, como uma bom cavalheiro, fez aquela mesma saudação exagerada, enquanto se inclinava em quase 90 graus e disse: “Obrigado por tudo mestre-macaco.”

Fim do aprendizado da pericia Acrobacia.



Ojalah não tinha certeza se havia completado o treino e dominado tal técnica ainda, apenas o garoto macaco decidiria isso, de toda forma iria perguntar se o menino conhecia algum lugar discreto para ela lavar-se, todavia tudo que ela queria era entrar em algum lugar dentro da cidade e coletar mais informações, estava claro que ela queria entrar na cidade.


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MensagemAssunto: Re: Caleidoscópio: A cor da tempestade    Caleidoscópio: A cor da tempestade  EmptySex Out 14, 2016 11:16 am


— Banho —



Após algumas horas treinando com Kike, o sol já começava a se pôr e a floresta até então silenciosa, começava a ser presenteada com o canto dos pássaros e cigarras; depois de tanto tempo, o tigre provavelmente voltaria para o local, desta vez, bem mais irritado e faminto, Ojalah, porém, apenas se sentia agradecida ao jovem por tê-la ajudado em seu treinamento, e anseava por um banho, sempre com sua mente cautelosa ao destacar a necessidade de que o local fosse discreto.

Kike, no entanto, não se importava muito com esse detalhe, que apenas o deixava um pouco confuso enquanto falava — Tem uma fonte termal na cidade, senão você pode se despir e tomar banho no loga. Embora eu não recomendaria, já faz algum tempo que estou sentindo o cheiro do tigre, ele deve estar chegando — em seguida o jovem pegava a sacola de carne e jogava tudo no chão enquanto suspirava — Que desperdício, acabou estragando, sabia que não devia ter pegado tanto —

Uma vez que o jovem houvesse transmitido sua opinião, ele começaria a andar em direção a ponte que levava para a cidade; se a jovem decidisse seguir Kike, o mesmo a levaria até uma fonte termal dentro da cidade, passando pela ponte que ficava sempre sob a vigia de 2 guardas.

Porém, caso a jovem decidisse por permanecer dentro da floresta, era bem possível que o tigre chegasse em instantes, e a noite, os predadores certamente ficariam mais alvoroçados, com grandes chances de invadirem outros territórios de animais selvagens em busca de caça.





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MensagemAssunto: Re: Caleidoscópio: A cor da tempestade    Caleidoscópio: A cor da tempestade  EmptyDom Out 16, 2016 11:25 am

Charme irresistível

Quando ouviu às palavras de Kike – para ser preciso ignorou à primeira parte, pois o banho pouco importava. –, lançou um olhar sereno para o rapaz que escondia uma frieza predatória, ela não havia pensando muito sobre o saco de carne até esse momento, quando ele disse: “não devia ter pegado.”, seu cérebro trabalhou com diligencia e astucia, com essas roupas era claro que ele não havia comprado, além do mais quando eles se encontraram, ele vinha da floresta, não da cidade; ele poderia ser um entregador, todavia, não seria possível ele estar tão calmo após perder sua entrega, na melhor das hipóteses o garota era um ladino. Se ela estivesse certa em algum lugar nos limites da floresta existia um porto, acabara de conseguir uma informação quando pensou sobre isso, ficou feliz por ter escolhido salvar o garoto, – apesar de na realidade não ter feito nada –, a cada momento que se passava ele tornava-se mais útil.

Em seguida Ojalah seguiu atrás dele, tentou dizer de forma gentil e expressar sua vontade de um banho, mas em vez disso se ouviu dizendo: “Você acha que vou denigrir esse corpo banhando-me em uma lagoa qualquer?” sua língua era voraz, mesmo assim o jovem parecia não se importar com a personalidade dela; na ponte à qual  eles dirigiam-se encontravam dois guardas.

Guardas, um problema desses que colam em você, esses tipos normalmente são burros, de outra forma não seriam mandados a guardar, estariam fazendo algo mais produtivo ou guardando tesouros, porém esses estavam guardando uma ponte, e pareciam desarmados.

Afrouxaria os ombros e diminuiria os passos, procurando manter sua presença tão baixa quanto uma velhinha, apesar de carregar o peso de duas vidas de assassinatos, ela não possuía quais quer habilidades extraordinariamente furtivas, em vez disso, ela sabe como a mente trabalha; existem varias formas de linguagem além das verbais; o corpo em si passa varias informações sobre um individuo, forma como se senta, gesticula ou como anda; essas informações são captadas inconscientemente por pessoas sem experiência, e assim acontece um julgamento, que pode ser verdadeiro ou não.

Existia também a hipótese de um deles ou os dois verem através de seu truque, apesar de ser muito difícil já que era fácil para ela reproduzir o movimento de alguém fraco e cansado, no fundo do seu coração ela ficou feliz, pelo fato de estar no corpo de uma garota, pois seria mais discreta ainda, além disso, existia um fator, que ironicamente  era uma espada de dois gumes; ela não carregava consigo quais quer arma, por um lado reforçava o fato de ser uma pessoa qualquer por outro caso os guardas resolvessem ataca-la, não teria uma arma, com o pensamento ela deu de ombros afinal ela podia se virar mesmo sem uma espada.

Se por ventura um dois guardas tentassem para-lhe ela se aproximaria dele e diria com uma voz cansada, porém doce como o sussurro de uma amante no pé do ouvido, “Oh, Desculpe estou muito cansada agora, acabei por me perder na floresta, como vê estou nesse estado deplorável.”, em seguida tentaria afastar-se sem dar muita atenção, aos guardas a menos que ele tentasse  impedi-la mais uma vez.

Ela iria virar e rapidamente atingir-lhe-ia um pouco abaixo do maxilar, em um golpe em diagonal ascendente usando o braço esquerdo – Mesmo que o homem fosse mais rápido que ela, como poderia ele competir com a velocidade explosiva da mesma –, não com um soco, porém com a palma aberta e de lado muito semelhante a um golpe de karater, à escolha era obviamente por que um punho fechado é muito mais fácil de ser bloqueado nesse ângulo - O pomo de adão como é comumente conhecido, não é articulado com outros ossos; ao invés disso ele está ligado a diversos músculos vitais -, obtendo sucesso no ataque o individuo perderia o ar e engasgaria, é bom saber que com força suficiente poderia até mesmo tirar a vida de uma pessoa, contudo, sabemos que Ojalah não queria isso, enquanto ele estivesse engasgado ele iria golpeá-lo com um cruzado de direita no queixo, isso somado a baixa oxigenação no cérebro o homem provavelmente iria desmaiar, se em algum momento o outro tentasse ataca-la ela iria usar o primeiro como escudo jogando na direção do segundo, em seguida atacaria por baixo aproveitando o ponto cego criado, com um gancho de esquerda em seguida um cruzado de direita, esse guarda não estaria desprevenido como o primeiro então ele podia não cair de cara como também revidar, se isso acontecesse à assassina iria esquivar-se para o lado em que o primeiro guarda provavelmente teria caído após choca-se com o primeiro, isso deixaria o avanço de segundo mais difíceis.

Caso eles estivessem armados com uma espada ou pistola, enquanto próxima do primeiro guarda ela teria pegado para si, em seguida  ameaçaria o segundo dizendo não com aquela voz suave, porém com uma mais severa e hostil: “Vamos largue a arma e renda-se!”, seus olhos dilatariam, abertos como de um animal selvagem revelando olhos bicolor, “Isso é caso queira ver seu amigo vivo amanha.”, arma seria apontada para o guarda caído.

Casso eles não estivessem armados seria mais fácil então ela correria com um salto, que poderia ser confundido com um chute aéreo, que na verdade seria um soco descendente, na direção do rosto do homem, em seguida mesmo que errasse trocaria para um chute aéreo giratório combinando as habilidades que estivera treinando na floresta e um chute normal, sem saber que estava na verdade aplicando uma habilidade mortal de taekwondo.

Ela olhou o sol se pondo lá longe, era tudo um plano pensou ela, havia muitas variantes, em primeiro lugar guardas normalmente são trocados periodicamente; um segundo grupo poderia estar chegando, também existe às rondas, no final ela poderia acabar lutando, contra quatro ou até mesmo cinco oponentes, não que ela estivesse receosa de uma batalha, todavia isso implicaria que ele precisaria esconder os corpos, pois era um fato que uma vez que começasse a lutar teria que matar tantos quanto aparecessem;  ela também pensou no menino macaco, era possível que o mesmo tentasse fugir dela, depois de ver a verdadeira face de Ojalah.

A última coisa que à assassina precisava era se obrigada a esmagar seu pequeno mestre, mas ela faria se precisasse, ele era uma fonte de informações única e ela nem poderia pensar quando acharia outra, vamos compreender que a criança Morningstar, não possuía quaisquer sentimentos profundos para com Kike, apenas via nele uma roda útil.

Devido aos fato ela escolheria a saída mais sabia, caso algum dos guardas tentassem impedir sua saída ela iria se virar dizendo com a mesma voz calma de antes: “Acho que podemos resolver isso de uma forma mais sutil. “ então tiraria 2000 berry do bolço e completaria “É tudo que tenho comigo, estou atrás de trabalho.”, sabia que o charme do dinheiro era irresistível para os homens, mas se eles continuassem tentando impedi-la ela daria inicio ao seu plano de ataque de qual quer jeito. Não pensaria muito no garota se parado, pois elee parecia confiante em atravessar a ponte.


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MensagemAssunto: Re: Caleidoscópio: A cor da tempestade    Caleidoscópio: A cor da tempestade  EmptyDom Out 30, 2016 3:35 am

Kike vai em direção aos guardas com toda a confiança do mundo enquanto Ojalah o seguia tentando fingir ser uma garota cansada e maltrapilha, a princípio funcionou o guarda acreditou enquanto ela se aproximava, mas como nem tudo são flores e saber detalhes da psicologia humana não o torna um bom ator, mesmo você já tendo passado por aquilo. Quando ela se aproximou dos guardas eles perceberam que havia algo errado.

– Parem a ponte está interditada no momento vocês não podem passar. – A voz do homem era grave e áspera e possuía um certo nível de raiva, só era possível ver os 4 na ponte Kike, Ojalah e os 2 guardas, a distância entre a garota e o guarda a sua frente não era muito grande, mas antes de qualquer coisa ela decidiu tentar enganar o guarda. - Oh, desculpe estou muito cansada agora, acabei por me perder na floresta, como vê estou nesse estado deplorável. – O guarda levanta uma sobrancelha como quem não acredita muito bem na garota. – Não interessa, pode estar morrendo, mas não passa! – Enquanto isso Kike tentava falar com o outro guarda. – Então cara, é o seguinte a gente precisa passar por essa ponte pra mim levar... – Kike era interrompido pois naquele momento Ojalah tentava um soco no guarda que estava a sua frente, mas o homem era rápido, e apesar das habilidades de Ojalah ela não era boa de briga sem usar algum tipo de arma, talvez se ela deixasse Kike falar não haveriam problemas.

O homem se esquiva do soco da garota por pouco, e devolve com um direto de direita bem no meio do rosto da garota o que a faz dar um passo para trás e ficar meio zonza, seu nariz começava a sangrar e doer. – Sabia que havia algo de errado com vocês, agora saiam antes que nós tenhamos que acabar com vocês. – Kike ainda estava surpreso com o ocorrido, mas o outro guarda estava preparado, ele puxava duas adagas que estavam escondidas em suas costas e encostava a ponta de uma delas no pescoço de Kike. – Se afasta devagar ou teu pescoço vai sorri. – Este homem tinha uma voz tranquila e parecia extremamente calmo.

Kike se afasta calmamente com os braços levantados enquanto se aproxima de Ojalah e a ajuda a se afastar e sussurra no seu ouvido. – Vamos nos afastar, algo está errado, estes não são guardas comuns da ilha. - Agora restava para Ojalah decidir novamente se iria para cima dos guardas ou seguiria a dica de Kike.
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MensagemAssunto: Re: Caleidoscópio: A cor da tempestade    Caleidoscópio: A cor da tempestade  EmptyDom Out 30, 2016 9:56 am

O gosto do fracasso

Tinha gosto de ferro gosmento e quente preenchendo sua boca, não apenas havia errado o soco como sofreu uma retaliação dolorosa, um belo soco explodiu bem no meio do rosto da Mornigstar, seu nariz doía e sangue escorria até os lábios rosados, desnorteada passou a língua pela borda da boca, como se quisesse ter certeza que aquilo realmente havia acontecido.

Ao mesmo tempo o segundo guarda sacava suas adagas escondidas habilmente, kike que parecia desorientado foi facilmente rendido pelo por ele, a lâmina fria da adaga pressionou contra seu pescoço; Ojalah por outro lado não viu nada disso acontecendo, pois se houvesse, não tomaria a decisão que estava prestes a tomar, quando ela voltou a si, seu guia turístico já fora subjugado, “Se afasta devagar ou teu pescoço vai sorri.” avisou uma voz calma e eloquente, em resposta kike levantou os braços afastando-se do guarda e indo na direção dela, enquanto ela limpava o nariz aproveitaria para saber se não havia quebrado; sair sangue não significa que está quebrado. Quando se aproximou de Ojalah, kike pareceu querer ajudar a mesma aproveitando a situação para dar-lhe um aviso: “Vamos nos afastar, algo está errado, estes não são guardas comuns da ilha.” Em seguida como por extinto a desarmada espadachim afastou seu bem feitor, lançou um olhar frio na direção dos guardas.

Era sabido por ela, depois da troca de golpes que perdeu que, não era rival para o guarda, afinal o patife, não somente havia desviado de um golpe surpresa como também atacou; o outro já havia sacado suas armas. Em suma ela já havia perdido esse primeiro round, uma retirada estratégica era a melhor opção, 32° regra do assassino: uma batalha adiada é uma vitória. Logo isso era um empate, pensou ela. “Certo, vamos embora.”, diria friamente, e apesar de estar fugindo para a tensa floresta, daria uma ultima olhada no rosto dos guardas, para se certificar que poderia reconhecê-los na próxima vez.

E o tigre?”, perguntaria ela e quando estivesse longe iria dizer, “Tenho certeza que você conhece outra forma de entrar na cidade.”, com uma voz tranquila, se kike perguntasse o que aconteceu ela diria "Eu precisava socar aquele idiota.".

Na floresta ela estaria atenta, afinal estava quase escurecendo e o tigre poderia estar por perto, apesar de kike ter despejado o saco de carne no território do tigre, era difícil saber se ele poderia estar lá ou vagando pela floresta, animais famintos comeram até mesmo carniça.

Ela seguiria kike, por outro lado se ele não soubesse outra forma de entrar na cidade ela iria em direção de outra ponte, evitando o território do tigre.
Todavia, se fossem atacados pela fera iria tentar fugir usando os cipós, ou subindo nas arvores. E se fosse possível chegar em outra ponte e a cena se repedisse deixaria as coisas nas mão de kike dessa vez.  


OFF(Foi mal):
 
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