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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Um novo dia. Uma nova vida.

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MensagemAssunto: Um novo dia. Uma nova vida.   Um novo dia. Uma nova vida. - Página 3 EmptySab 10 Set 2016, 15:07

Relembrando a primeira mensagem :

Um novo dia. Uma nova vida.

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Saitan Vlad. A qual não possui narrador definido.


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Luna
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MensagemAssunto: Re: Um novo dia. Uma nova vida.   Um novo dia. Uma nova vida. - Página 3 EmptySab 01 Out 2016, 20:39

Devil's Trap.



O soturno frio da madrugada envolvia nosso corpo e o ambiente tornava-se nada amigável para ambos os lados. Éramos um total de cinco pessoas em combate e para minha felicidade estava no grupo de maior número, contudo, não sabia quanto tempo estaríamos em vantagem uma vez que dentro do galpão poderiam existir dezenas de outros revolucionários.  – Você é rápido. – A voz calma apenas demonstrava um interesse despreocupado por aquele boxeador me encarando. – O ponto negativo é que... – Lentamente sacava outra faca de meu suporte preso ao cinto e levava o olhar inexpressivo da lâmina ao loiro. – Ainda assim é lento demais. – Disparava em uma ágil ofensiva empunhando ambas as armas contra meu oponente, inclinava inicialmente o tronco para frente mantendo os olhos focados no mesmo, o elemento surpresa não mais seria de grande valia, contudo, ele não era meu único talento.

Avançava retilineamente em alta velocidade contra o boxeador e nos metros finais me lançava de joelhos ao chão escorregando com o tronco inclinado para trás visando passar pela lateral do mesmo muito próximo a sua perna direita, então com a adaga de corte em mãos visaria cravar sua lâmina na panturrilha/coxa de meu rival e utilizando de todo impulso de meu corpo mudar meu centro de gravidade puxando a arma fincada em minha direção e girando meu tronco na ponta dos pés para cima e para frente na direção das costas do loiro. Caso não conseguisse fincar a arma em sua carne inicialmente, tentaria então transpassando seu corpo efetuar um corte na região atrás da sua perna direita entre a coxa e a panturrilha igualmente girando na ponta dos pés e fazendo a movimentação com meu tronco para as costas de meu rival. Não perderia tempo e uma vez caso conseguisse chegar nas costas do mesmo procuraria desferir uma estocada lateral na região das costelas/flanco esquerdo do mesmo com a faca retirada do estojo, simultaneamente desprenderia outra lâmina de sua carne ou não caso não tivesse conseguido inicialmente acertá-lo com ela e então passaria a mesma envolta de sua garganta e sem hesitar, diria de uma forma prazerosa e fria ao mesmo tempo. – Arrivederci. – Puxaria a lâmina para o lado e para trás cortando a garganta do mesmo de orelha a orelha e ficaria sorrindo, apenas vendo seu corpo cair. – O frio chega mais cedo para uns que para outros. – Daria uma boa baforada vendo o ar condensar-se a minha frente e então partiria com olhar de criança em parques de diversão na direção do outro revolucionário.

Se por ventura quando eu me lançasse de joelhos meu oponente girasse seu tronco tirando sua perna de meu alcance, rapidamente inclinaria meu dorso para frente ficando na ponta dos pés e usaria a ponta da adaga de corte fincando-a no chão para desacelerar. Uma vez perdendo velocidade, usaria um movimento de contra-impulso e me puxaria na direção do loiro arrancando em uma ágil aceleração em seu encalço, procuraria encurtar nossas distâncias e me manter perto do mesmo aguardando esse me atacar com os punhos, então usando de minha atuação esboçaria um ar de surpresa enquanto o golpe do mesmo viesse em minha direção, então, próximo ao momento de sua mão acertar meu corpo, me projetaria para o lado e para frente em um dash na direção do homem de olhos azuis, ao mesmo tempo que avançasse meu corpo para frente tentaria passar meu mesmo braço que o braço atacante por baixo de seu golpe e cravar a lâmina em sua áxila usando toda minha impulsão para fincar a arma o mais profundamente possível. Sem titubear deixaria meu corpo transpassar o de meu rival lateralmente e contornaria o mesmo passando o braço portando a outra lâmina pela frente do pescoço do revolucionário aproveitando de seu espanto diante da dor e situação inesperada e sem hesitar, prosseguiria da maneira já descrita. – Arrivederci. – Seguindo minhas ações como já mencionado.  – Afinal, talvez não hajam suficientes de vocês para me saciar. – Um sorriso fino, angulado e maligno nos lábios surgia.

Caso meu rival tentasse pisar em mim enquanto avançasse em sua direção, então deixaria minhas costas encostar no chão e rolaria lateralmente para baixo do mesmo, na direção do rolamento tentaria ficar uma de minhas lâminas na parte interna da coxa do boxeador enquanto que puxando-me na direção da mesma visaria rasgar sua carne e elevar meu tronco para cima, efetuando uma estocada com a outra arma na região da barriga do mesmo e novamente me puxando para cima utilizando a adaga como apoio, subiria agora ficando de pé de frente para o loiro e com um fino sorriso na face, concluiria cravando a primeira adaga a entrar no corpo de meu oponente no buraco abaixo de seu pombo de adão enquanto observaria o sangue engasgar sua respiração e fala, maravilhado com tudo aquilo. –  Lento demais. – Puxaria a adaga de dentro da "garganta" do mesmo e como já retrocitado, seguiria em direção ao outro revolucionário.






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Última edição por Luna em Ter 04 Out 2016, 22:51, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Um novo dia. Uma nova vida.   Um novo dia. Uma nova vida. - Página 3 EmptySeg 03 Out 2016, 09:39

O prosseguimento do confronto!



A batalha continua quando Saitan abaixa-se para acertar um corte na coxa de seu oponente, mas o mesmo é muito ágil uma vez que salta no ar, demonstrando suas incríveis habilidades em acrobacia com um mortal para trás. E assim que seus pés tocam no chão, o agente não perde nenhum segundo sequer consequentemente avançando contra o indivíduo e por fim o artista espera um ataque frontal, no entanto o ataque que surge é um cruzado poderoso de esquerda.

O lutador de adagas não espera por essa ofensiva, portanto é atingido em cheio na altura dos olhos e balança a cabeça por culpa do impacto. Esse pequeno instante foi mais do que o suficiente para o boxeador encaixar um ataque de baixo pra cima utilizando um gancho forte de direita visando o maxilar do acelerador e por conseguinte tira seus pés do chão por alguns segundos enquanto lentamente cai de costas para o solo.

Durante o tempo que ficou deitado no chão consegue ouvir o grito de dor de um marinheiro, mas o que está realmente acontecendo no outro combate é desconhecido. - Levante-se, eu ainda não acabei com você e também não estou com pressa. O guarda fala olhando para baixo com firmeza, além de querer demonstrar a sua superioridade em relação ao furtivo bem como deixa uma duvida no ar.

Uma imensa dor é situada no queixo do gatuno e com sua audição aguçada pode notar uma movimentação dentro do galpão, mas ninguém sai pela porta. O que o compulsivo fará?
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MensagemAssunto: Re: Um novo dia. Uma nova vida.   Um novo dia. Uma nova vida. - Página 3 EmptyTer 04 Out 2016, 22:48

Valquir.





O gosto de ferro em meus lábios só não era mais saboroso que a severa ira a apoderar-se de meu corpo. Erguia-me sem olhar para a face de meu oponente e sentia a dor aguda em meu maxilar no exato momento que o sorriso sumia do rosto. - Você... - Dava um passo a frente, as madeixas ruivas sendo cobertas pelos fios azul marinho. - Está... - O sorriso novamente começava a surgir, era enorme, era doentio, era um sorriso típico de uma raça já não mais existente. - Morto. - Meus olhos surgiam mostrando para todos o rosto verdadeiro de Lariath, um rosto que nem com todo temperamento calmo ou atuação da terra conseguiria esconder.

Agilmente partia correndo na direção de meu rival novamente colocando-me frente a frente para o mesmo, ainda estava meio zonzo e por isso mantinha os olhos bem atentos, agia agora quase que por puro instinto e maldade, não mais controlando perfeitamente aquilo que fazia, era um ser totalmente espontâneo e original à sua forma doentia de ser. Procurava permanecer com meu tronco frente a frente para o boxeador e encurtar nossas distâncias o máximo possível para que ficássemos apenas a um braço um do outro para assim começar de fato a hora da ação.

Aquilo que me envolvia não mais existia, flashs de pessoas morrendo, sangue escorrendo, gritos de terror e explosões vinham a minha, nenhum deles tão claro quanto o gosto de vidas sendo tiradas. Seguia esperando meu oponente atacar e mantendo nossa distância máxima de um braço, aguardaria seus golpes para em caso de cruzados esquivar para baixo e simultaneamente contra atacar desferindo um corte na região das costelas do mesmo com minha mão direita, não obstante, manteria a atenção após abaixar-me entrando por baixo do cruzado do mesmo para caso simultaneamente ao golpe cruzado viesse um gancho com a outra mão ou um direto/cruzado. Nesse caso apenas daria alguns rápidos passos para o mesmo lado do golpe a fim de sair de seu alcance e se necessário fosse então saltaria para o mesmo lado do golpe visando sair de seu alcance e rapidamente após estar afastado, voltaria a posição "colada" ao mesmo esperando esse atacar para seguir com minha estratégia.

Caso meu rival executasse um gancho procuraria apenas girar meu tronco lateralmente caminhando para o lado contrário ao do braço atacante prestando atenção para possíveis cruzados/diretos de sua outra mão, então no caso de cruzados/diretos em sequência do gancho tentaria abaixar meu tronco agilmente indo para baixo, para frente e para o lado de maneira entrante em seu golpe enquanto desferiria simultaneamente a minha esquiva vetorial diagonal para baixo uma estocada com minha mão direita entre as costelas do mesmo. Não perderia tempo e agilmente contornaria seu corpo mantendo a movimentação de esquiva e indo parar em suas costas, ali visaria puxar seus cabelos furiosamente para trás com a mão esquerda e enfiar minha adaga em sua nuca até sentir o cabo da mesma começar a penetrar na carne do boxeador.

Se meu rival executasse um direto, tentaria esquivar-me com uma movimentação de tronco para o lado contrário ao do braço atacante e com a mão direita desferir um corte na união entre o antebraço e o braço do mesmo, prestaria atenção para caso o Loiro tentasse ao mesmo tempo atacar-me com um gancho/direto/cruzado de sua outra mão e no caso de direto/cruzado visaria esquivar-me para baixo, para frente e para o lado do membro atacante do mesmo ao mesmo tempo que com a mão direita visaria cravar minha adaga em suas costelas. Não perderia tempo e manteria meu movimento de esquiva contornando o corpo do boxeador e enquanto girasse a sua volta puxaria a adaga a fim de abrir sua lateral de fora a fora, parando agora mais para a região das costas também na área das costelas, retiraria a adaga de seu tronco e puxando sua cabeça para minha direção com a mão esquerda tentaria enfiar minha faca pela sua orelha em direção oposta ao puxão até não conseguir mais. Caso fosse um gancho, procuraria dar um ágil passo para o mesmo lado do braço atacante e virando meu corpo ficar de frente para o membro do mesmo ainda em movimento, então tentaria de cima para baixo enterrar minha adaga nos músculos do bíceps/tríceps de meu oponente e dar mais alguns passos agora para trás do mesmo enquanto puxaria a adaga comigo para dilacerar seu braço de fora a fora e ao mesmo ficar fora do alcance de qualquer outro golpe vindo do braço do lado oposto do loiro. Uma vez nas costas do mesmo, retiraria arma de sua carne segurada pela mão destra e tentaria agilmente antes desse se afastar executar uma estocada em seu tronco na região das costelas pelas costas, duas se fosse possível.


Havia anos desde que aquilo acontecera, aquela vontade de matar não era como a costumeira, era algo além, um desejo vindo de algo inexplicável, não havia ali um ser humano mas sim um devorador de homens voraz e insaciável. Era a própria guerra, o mal, frio, volátil e mortal. Era um demônio chamado Valquir.






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MensagemAssunto: Re: Um novo dia. Uma nova vida.   Um novo dia. Uma nova vida. - Página 3 EmptyTer 04 Out 2016, 23:53

O fim da primeira batalha!



Uma entidade misteriosa surge no corpo do gatuno uma vez que ergue-se lentamente, durante poucos segundos seu sorriso some brevemente e então após alguns passos, o mesmo reaparece, mas de uma forma completamente diferente já que o semblante no rosto é tão assustador que intimida seu oponente. Não é uma das habilidades atuais do antigo Lariath, no entanto pode ser uma expressão natural da raça.

Sem perder mais nenhum minuto sequer, Saitan avança contra seu adversário e a cada passada flash, lembranças vêm a tona. A primeira ação do pugilista é novamente um cruzado quando nota que o acelerador está no alcance do seu braço, mas o que ele não conta é a velocidade do garoto dado que abaixe-se rapidamente enquanto finca a adaga na costela de mesmo sentido consequentemente fazendo o lutador cuspir sangue bem como dar alguns passos para trás com uma das mãos no local atingido.

- Desgraçado.. eu vou mata-lo! A raiva do loiro não é por menos, agora quem parte pra cima é o guarda com um direto de esquerda e novamente o artista está esperando pelo golpe com um contra-ataque na qual baseia primeiramente desviar para o lado contrário e depois acertar com a faca no ligamento do membro superior, portanto têm como resultado a inutilização de um dos braços do segurança.

O fim da batalha acontece quando o furtivo contorna seu oponente, puxando com a mão esquerda o cabelos dourados e então ficando a adaga na nuca do mesmo cujo meramente cai no chão sem vida com a faca situada no crânio. Mas não é o único combate que termina - Ei seu merda, vou vingar meu amigo e ainda irei mandar você para o outro mundo. A outra parte da dupla chama a atenção do agente, ele segura uma espada com a mão esquerda e com a outra localiza-se a cabeça de um dos marinheiros, no entanto depois de alguns segundos larga a mesma no solo.

No que lhe diz respeito com a audição aguçada de Vlad não existe mais nenhum som dentro do galpão e agora nem mesmo a temperatura pode ser percebida pelos futuros combatentes, a raiva e ódio dos participantes da luta final está num nível em que nem o temperamento calmo do gatuno não consegue para-lo, por fim suas vestimentas são preenchidas por um liquido vermelho causada pela sua própria ofensiva. O que Valquir fará?
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MensagemAssunto: Re: Um novo dia. Uma nova vida.   Um novo dia. Uma nova vida. - Página 3 EmptyQua 05 Out 2016, 22:43

Give it Away.




A seda de minha camisa estava agora empapada por sangue e pesava para frente assim como meus fios rubros em cima da testa, era uma nostalgia inexplicável o sentimento de ver aquele corpo cair sem vida no solo e em sequência ter uma cabeça rolando pelo chão. - Você é o bis... - Um enorme sorriso se abria enquanto meu coração começava a palpitar e minha mente misturar-se entre raiva, alegria, sede de sangue e contentamento, tudo de uma vez só em uma inacreditável combinação, o verdadeiro significado pelo qual o povo de Svava havia sido extinto.

Abaixava meu corpo e pisava no crânio do loiro com o pé esquerdo puxando a adaga com a mão direita. – Mostre agora o que você tem pra mim... – Olhava a lâmina de maneira intrigada, quase autista. – Tudo bem, vou aí buscar. – Sorria começando a caminhar na direção do mesmo de braços abertos empunhando a lâmina ensanguentada com a mão destra e sentindo os finos fios de cabelo colarem em minha testa suada bem como a camisa molhada de sangue em meu peito.

Aguardaria o revolucionário avançar com sua lâmina em minha direção e manteria meus olhos sempre atentos em sua movimentação, caso esse viesse correndo e tentasse iniciar sua movimentação com uma estocada ou corte de cima para baixo / baixo para cima contra meu tronco, giraria meu corpo lateralmente na mesma direção de seu braço atacante e ficando de frente para a lateral de seu corpo sem perder tempo desferiria uma “cravada” com minha adaga em seu bíceps/tríceps enquanto daria mais alguns passos para trás puxando a mesma até próximo de seu ombro onde descravaria e simultaneamente puxaria pelos cabelos com a mão livre sua cabeça para trás desferindo então uma estocada também lateral agora no seu pescoço, em uma região abaixo da orelha.

Não obstante, caso o movimento de iniciação do espadachim fosse um corte horizontal, procuraria em um ágil dash saltar para trás quantas vezes fossem necessárias para sair de sua zona de alcance (lâmina da espada mais braço), então uma vez tendo a arma transpassado o trajeto de meu tronco, me aproveitaria do “delay” vindo do fim da movimentação de corte proposta pelo revolucionário e em um contra impulso agilmente usando de minha aceleração encurtaria nossas distâncias. Desferiria uma estocada na região do flanco do membro portador da espada enquanto rapidamente contornaria seu corpo por essa mesma lateral e desferiria outra estocada nessa área do flanco, mas agora mais para trás próximo as costas. Não hesitaria e antes que o espadachim esboçasse alguma reação procuraria executar um puxão de sua cabeça em minha direção e executar uma estocada lateral pelo lado contrário ao do puxão, fincando minha arma em sua garganta e apoiando sua cabeça em meu ombro para que não houvesse chance de fugas. Fincaria e empurraria arma até sufocar o mesmo em seu próprio sangue com minha lâmina a penetrar-lhe o pescoço.

Se por ventura, meu rival tentasse iniciar a luta com um golpe diagonal, tentaria usar de minha aceleração para encurtar nossas distâncias agilmente antes da lâmina sequer ter chance de chegar até meu corpo e então esquivaria com um movimento entrante no corte do mesmo, por baixo, pelo lado e para frente na direção do braço atacante caso o corte viesse na diagonal de baixo para cima e na direção do outro braço que não o atacante caso o corte viesse na diagonal de cima para baixo. Visaria junto de meu movimento cravar a arma na região das costelas do espadachim e continuar meu movimento contornando seu corpo enquanto puxaria a faca fincada comigo buscando abrir seu flanco de fora a fora e ir para em suas costas, uma vez lá retiraria a arma de sua carne e executaria uma cravada de cima para baixo na região entre seu pescoço e ombro, seguindo o alinhamento vertical de sua orelha. Sempre usaria é claro nesses casos minha mão destra e por sua vez, caso o mesmo conseguisse esquivar de minha segunda estocada ou qualquer um dos meus golpes, não hesitaria e permaneceria a ir em sua direção seguindo com as táticas de combate já retrocitadas.

Por fim, caso meu rival executasse um duplo corte ou um duplo giro em cortes horizontais, movimentos combinados e etc, executaria minhas esquivas e contra-ataques de modo a combiná-las para cada combinação ofensiva do mesmo, ou seja, em caso de duplo corte horizontal, executaria uma dupla evasiva para trás seguida de um contra-ataque e por aí em diante. Caso conseguisse matar o mesmo, começaria a controlar minha respiração tentando acalmar minha mente e corpo enquanto procuraria usando minhas características de nascença, novamente voltar a mim. Uma vez no controle iria de corpo em corpo fazendo a pilhagem e pegando aquilo que pudesse ser útil no cumprir da missão, como algemas, mapas, armas, endereços, entre outros. Com tudo pronto, então partiria para dentro do galpão usando o máximo de minha audição aguçada e visão na penumbra para ter um panorama inicial do local, em meio a todo aquele surto psicótico talvez a missão houvesse por alguns instantes ficado em segundo plano, algo inadmissível para um agente. – Britannia.






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MensagemAssunto: Re: Um novo dia. Uma nova vida.   Um novo dia. Uma nova vida. - Página 3 EmptyQua 05 Out 2016, 23:53

A última batalha!



Saitan inconscientemente percebe que aquela cena já aconteceu anteriormente consequentemente sentindo um pouco de saudade ao executar o indivíduo, então vira o rosto para o próximo oponente com o mesmo sorriso macabro bem como nota um turbilhão de emoções dentro da sua estrutura corporal. Após alguns segundos, pisa na cabeça do loiro pegando sua adaga e ampliando a raiva do guarda.

- Desgraçado.. Enquanto caminha lentamente com a faca na mão destra, em um piscar de olhos, o segurança localiza-se na frente do artista com um ataque horizontal visando o pescoço do antigo Valquir, contudo o acelerador esquiva-se pulando para trás e por conseguinte não perde um segundo sequer visto que rapidamente avança procurando uma estocada no flanco do espadachim.

Mas o mesmo desvia inclinando seu corpo verticalmente enquanto atira sua espada para a outra mão dado que agora o punho esquerdo cujo segura a katana situa-se mais próximo do gatuno e então é a vez do segurança contra-atacar com um corte vertical de cima para baixo. O resultado é o mesmo já que Vlaid sai do alcance da investida movendo o corpo para o lado consequentemente buscando fincar a faca nos bíceps do samurai.

Ele no que lhe diz respeito evita o golpe pulando para trás - Você é.. Quando tentou dialogar é atingido por um bala nas costas ultrapassando o órgão cardíaco e por fim saindo pelo peito em direção do galpão.- Você estava demorando de mais.. Quem matou o adversário do disfarçado é sua parceira com uma pistola branca - Não existe mais pessoas dentro do galpão, eles fugiram! Entre intervalos, a dama revela a situação com uma expressão desapontadora no rosto.

O furtivo usufrui do seu temperamento calmo para voltar ao normal e agora duvidas rodeiam a mente do rapaz uma vez que provavelmente não vai conseguir entender o porque de gostar de ter matado eles ou o motivo de agir de tal forma. Enquanto procura nos corpos, encontra diversas armas quebradas e a única coisa importante que localiza são dois pares de algemas e por fim quando tudo posiciona-se para seguir em frente, os dois dirigem até o galpão.

A porta está aberta, mas não há nenhuma luz para ajudar na visão do par e também não existe barulhos no prédio, mas dentro de poucos instantes o lugar começa a ser iluminado visto que a agente acende as lampadas do locais. A parte mais importante do edifício é que não existe parede traseira dado que um vasto mar bem como um barco pode ser facilmente notado pela dupla. - Eles fugiram de navio.. nós temos que segui-los! A ruiva ordena algumas instruções para o jovem, apesar do estado, a madame não intimida-se ou assusta-se e a razão disso é misteriosa. O obsessivo fará oque a seguir?
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MensagemAssunto: Re: Um novo dia. Uma nova vida.   Um novo dia. Uma nova vida. - Página 3 EmptyQui 06 Out 2016, 20:17

Ocean.



O duelo com espadachim começava de forma intensa e prometia algo interessante caso não houvesse uma intrometida para acabar com a diversão. O som da bala ainda ecoava pelas paredes internas do galpão quando o corpo do revolucionário atingiu o chão em meio a palavras que nunca mais poderiam ser terminadas. – Vagabunda!! – De maneira insana fitava a mulher até o rosto dela ir contorcendo-se e seus cabelos ganharem tons negros, a imagem a minha frente era conhecida, a mesma pessoa que havia me retirado daquele tubo.

Acordava de joelhos com o coração quase saindo pela boca, estava agora em plena posse de meus atos e via entre os finos fios ruivos minha mão direita apoiada sobre a adaga no chão. - Não existe mais pessoas dentro do galpão, eles fugiram! – Piscava longa e profundamente enquanto arfando fechava o punho e levantava com dificuldades, não estava entendo bem o que havia acontecido ali, sabia como aqueles quatro corpos haviam ido ao chão, porém não compreendia o que havia me acometido.

- A missão não acabou!! – Chacoalhava a cabeça afastando todos os porquês mesmo que momentaneamente e partia à pilhagem por fim conseguindo um belíssimo par de algemas. – Vão servir melhor que os dois. – No caminho para dentro do galpão olhava para os corpos dos marinheiros e com certa felicidade por não ser parte deles jogava os cabelos para trás – Imprestáveis. – Uma vez por dentro do local alvo dava-me conta que não mais nossos alvos ali estavam, provavelmente o som de combate teria alertado algum perigo e dessa forma a fuga sido justificada. – Você dirige? – Indagava a ruiva de maneira despreocupada enquanto caminhava com ambas as mãos cruzadas na nuca. – Será que sei nadar? – Sorria com a natureza de minha curiosidade, realmente, aquilo era algo que descobriria da pior forma.

Uma vez a ruiva tomando posse da nau, embarcaria e partiria em perseguição aos revolucionários, colocaria as algemas presas ao meu cinto próximas ao estojo de adagas enquanto guardaria a faca na parte frontal, abaixo do umbigo. - A missão consistia em impedir que um grupo revolucionário sequestrasse uma nobre... – Dizia me escorando na murada. – Haviam dois guardas na porta de modo que conseguimos inferir que lá dentro tinha no mínimo o triplo disso. – O três surgia entre meus dedos canhotos enquanto apoiava o cotovelo esquerdo com minha mão direita, de braços cruzados. – Não faz sentido algum eles fugirem de nós, a não ser é claro que... – Sentava com ar de aborrecido e inclinava minha cabeça para trás fechando os olhos. – Eles já tenham sequestrado ela.






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Takamura
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MensagemAssunto: Re: Um novo dia. Uma nova vida.   Um novo dia. Uma nova vida. - Página 3 EmptyQui 06 Out 2016, 22:44

Começa uma perseguição!



Saitan questiona a mulher enquanto caminha com as mãos cruzadas sob a nuca - Sim, só fica parado no navio para não atrapalhar-me! O modo como a mulher fala muda um pouco visto que agora situa-se séria por causa da situação. Depois de alguns minutos chegam no navio e sem perder tempo sobem no mesmo, o gatuno no que lhe diz respeito equipa as algemas da melhor forma para o furtivo.

Em sequência conversa consigo mesmo enquanto analisa a situação bem como posiciona-se para cada ideia na qual aparece na sua mente, a ruiva por sua vez começa a pilotar o barco e antes disso ocorrer ajeita as velas. O navio é pequeno e azul; Contém quatro mastros da cor natural da madeira e por fim as bandeiras contém meramente um fundo preto; Por fim, tem um grande canhão na frente do veiculo aquático e balas de canhão no chão.

Para piorar a situação, uma tempestade começa a surgir quando as nuvens aproxima-se bem como lançam raios e barulhos altos do trovão. As ondas começam a ficar mais forte e com o balançar do nau, Vlad acaba caindo deitado no chão. Outro navio pode ser visto há uns 100 quilômetros de distâncias. - Encontrei eles! Mas o tempo só vai piorar.. Uma duvida pode ser expressada pela mulher já que não sabe se ficar feliz por avistar seus inimigos ou assustada pelo o que está pra vir.
Navio:
 

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Luna
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MensagemAssunto: Re: Um novo dia. Uma nova vida.   Um novo dia. Uma nova vida. - Página 3 EmptySex 07 Out 2016, 14:53

The Beast Control.



O mar era sem dúvidas um maltrapilho e traiçoeiro acompanhante, os relâmpagos brilhando pelos céus diziam em um tom uníssono de quem não costuma fazer prisioneiros ou poupar vidas. - "Você é jovem mas vai morrer."  - O som do sino e os clarões em meio a escuridão que surgia diziam apenas uma coisa. -  "Vou te levar para o inferno." - E tudo aquilo gerava uma sensação inexplicável que talvez nem mesmo soubesse como fazer para sentir, já havia morrido e passado um longo período no inferno, bebido vinho com o diabo e me tornado seu fiel soldado. - VAMOS MULHER!! - Levantava do chão enquanto sorria empolgado, de maneira inebriante gargalhava fitando a nau rival no horizonte. - Não haverão suficientes deles. - Corria para a figura de proa e a abraçava [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] quem abraça um filho a muito tempo perdido.  

Havia talvez finalmente começado a entender o motivo pelo qual General Z tinha me retirado da tortura infinita. - ... Você tem apenas um objetivo, trazer a glória para o governo mundial. - Lembrava das palavras da agente enquanto o vento soprava meus cabelos para trás e o navio oscilava bravamente contra as ondas. - Minha missão pode ser alterada... - Um olhar fixo focava a embarcação inimiga se aproximando. - Posso falhar ou até mesmo morrer... - Um fino sorriso acompanhado de baixas gargalhadas doentias surgia. - A única coisa que preciso fazer antes disso acontecer, é enviar para o... - Um flash de memória surgia e de repente tudo era branco e vazio, não estava sozinho.

Cerca de vinte metros longe de mim encontrava-se uma figura negra desfigurada, seu porte era igual ao meu e até mesmo a anatomia em alguns pontos, ela alimentava-se de corpos abertos no solo, havia ali uma imensa mancha de sangue e a criatura parecia deliciar-se com a carne e o sangue dos cadáveres. Possuía certa curiosidade em mim e por isso a lentos passos fui me aproximando da mesma até que pude notar algo esclarecedor, não eram cadáveres. Pisquei e antes que pudesse me dar conta ia de curiosidade a desespero, o monstro sorria para mim enquanto as pessoas choravam e pediam socorro, ele tinha um sorriso que eu conhecia, frio, sem vida, uma fina linha de pura maldade, aquilo que me fitava seria meu lado negro? Estaria eu sendo divido a marteladas de tal forma que pudesse visualizar toda maldade existente em mim? Me aproximava mais da mesma e começava a ver nela o rosto das pessoas que havia matado em meio a deformações de massa negra em seu corpo, rostos que sequer haviam passado por minha mente. Havia prazer na fera bem como também toda minha raiva, estava sentindo algo, aquela era minha cria? Meu legado? Meu braço em um movimento em vão se erguia tentando toca-la em uma desesperada vontade de novamente unir-me e de repente meu coração disparava e um grito sem som saía de meus lábios da mesma forma que um grunhido estridente era disparado pela criatura, quase ensurdecedor.

Abria os olhos e o som da fera era substituído pelo estrondo da tempestade e todos seus trovões, meu coração estava quase parado, sentia-me como se estivesse dirigindo meu corpo de uma cabine. - O que... - Minhas falas ecoavam como os trovões, finalmente notava que o som de tudo lá fora estava mais fraco agora e uma resposta em alto e bom tom chegava. - Quem vai se divertir sou eu agora. - Era fria, negra e mórbida, aguçada como uma adaga e mortal como a própria cicuta, a criatura havia dominado meu corpo, Saitan estava agora em segundo plano e tentando reagir corria só então me dando conta de que tudo a minha volta era [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] mas ainda assim podia ver o que ocorria do lado de fora, simplesmente insano.  

O rosto assumia um [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.], o lado demoníaco estava em poder de todas as ações bem como com uma sede insaciável por sangue, era eu ali, porém, um eu que mataria até mesmo o mais fiel aliado. - VAMOS LÁ!!! - Gritava e gargalhava insanamente e de maneira eufórica começava a me movimentar para frente e para trás ainda firmemente agarrado a figura de proa.  - Posso sentir o cheiro deles!! GYGYHGYHGYHGYH!! - Os olhos se [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] e sentia lá em meu âmago uma intensa ansiedade, uma vez que chegasse próximo ao navio inimigo, cortaria uma das cortas presas as nossas velas fechadas, iria na direção oposta a embarcação rival segurando a mesma e ordenaria com ar [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.].  - Abalroar... - Então quando as duas naus se aproximassem, correria segurando a corda na direção do navio inimigo e saltaria para o navio revolucionário com demasiada vontade, procuraria cair em seu convés ou segurar-me em sua murada e me puxar para dentro do navio. - Cavalheiros, por que não me esperaram? - O [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] doentio apenas esboçava a confiança na capacidade de matar da criatura, do meu eu que agora comandava todas ações.






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