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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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MensagemAssunto: I - Murder Club   I - Murder Club - Página 9 EmptySab 03 Set 2016, 23:48

Relembrando a primeira mensagem :

I - Murder Club

Aqui ocorrerá a aventura do Civil Nakigitsune Shiro. A qual não possui narrador definido.


____________________________________________________

~Fala~
~Pensamento~

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Sabe por que caímos?
Para aprendermos a levantar.
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Ryoma
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MensagemAssunto: Re: I - Murder Club   I - Murder Club - Página 9 EmptySab 08 Out 2016, 21:16

Narração
Wander permaneceu desconfiado enquanto Alucard parecia mais tranquilo sobre aquelas pessoas, aceitando tranquilamente a bebida e até mesmo bebendo dela com a mulher. As palavras de Loretta anteriormente deixavam ainda mais desconfiança, pois o revolucionário não tinha levado consigo nada mais além das bebidas, somente os copos. Por hora nada de estranho acontecia, Alucard ia conversando com a mulher e lhe dando informações, além de ideias sobre o que eles poderiam fazer. Simples e prático, resolveu qualquer assunto em poucas palavras e deu espaço para uma resposta da revolucionária. – Isso vai servir. – Comentou e bebeu mais um pouco. – Sinto muito... Vocês querem tanto nos ajudar, mas as coisas não são assim. Terei que recusar essa ajuda de uma forma gentil. – Só neste momento o espadachim sentiu algo estranho em seu corpo. Um sorriso brotava no rosto da mulher e ela apenas focava em Wander.

Alucard perdia as forças, não se aguentando mais sentado e caia deitado no sofá enquanto ia perdendo sua consciência. A bebida devia ter algum tipo de substância que o fez desmaiar, deixando Wander sozinho com a mulher na sala. – Seu amigo conversa bem, mas não é nada inteligente. – Ela continuava bebendo direto da garrafa durante as pausas. – Agora restou apenas você. Walker? Humm, gostaria de tentar algo ou prefere que eu faça o primeiro movimento? – Ainda com a garrafa em mãos observava Wander sem se mover muito, sorria e brincava com as pernas, cruzando-as de forma sensual até ter uma decisão do outro marinheiro. Nenhum outro revolucionário parecia próximo, não havia barulho de passos e nem mesmo a porta estava aberta. Alucard ficava cada vez mais pálido e não mostrava nenhuma reação, indicando que ele ficaria desacordado por algum tempo.

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Claro! – Confirmava a questão de sua participação, comendo também enquanto nada mais acontecia. Ambas comiam e conversavam durante este processo, passando informações e explicando os problemas do plano. – Uma semana. É pouco tempo, podemos até conseguir algo, só não acredito na destruição deles agora. Se não concluírem a missão, algo acontece? – Mao aproveitava para ir retirando suas vestes, preparando-se para o banho. Isara observava bem atenta a retirada das roupas da atiradora, seguia bem as peças que iam sendo deixadas no chão, observando o corpo de sua mais nova companheira. – Tudo bem. – Sorriu e pareceu continuar olhando Mao sem nem mesmo ligar para onde as roupas iam sendo deixadas, parecia ser bem liberal quanto a isto. A última virada para Isara concluiu a vontade da garota, as palavras da marinheira pareceram mais um convite do que uma ideia e era tudo o que a dona da casa precisava.

Então irei experimentar. – Sorriu enquanto Mao já ia entrando no banheiro, jogando as ultimas peças de roupa para fora quando já estava lá dentro. Isara aproveitou o momento e retirou suas vestes de forma rápida, jogando tudo no chão sem se importar com a bagunça que ia ficando em seu quarto. Terminou de despir-se e entrou no banheiro, encostando bem a porta para não passar qualquer vento e o banho ser mais quente. – A banheira já está cheia, pedi para prepararem antes de chegarmos. – Apontava para uma grande banheira quadrada no canto mais longe, pelo tamanho dela era possível colocar até mesmo cinco pessoas ao mesmo tempo e a garota usava aquilo sozinha. Isara ia por trás de Mao a segurando pela cintura com ambas as mãos, andando até a banheira já quente e com os produtos para higiene ao lado, na mesma altura em que a banheira ficava. – Vamos, nunca tive uma amiga para tomar banho comigo. – Sorri e abraçou Mao, ficando assim por alguns segundos. – Fico feliz por ter encontrado alguém em que posso confiar. –  Se afastou apenas um pouco da marinheira, ainda segurando-a na cintura enquanto entravam na banheira juntas.

Ja na banheira, Isara começava a se lavar, primeiramente afundando bem na água para ter o corpo todo molhado antes de pegar qualquer coisa para limpar a pele. – Precisa de algo? – A garota iria ajuda no caso de Mao precisar de algo para depois focar em sua própria limpeza. Haviam vários sabonetes com cores e cheiros diferentes, shampoos e cremes também diversificados e outros produtos que poderiam ser jogados na água para deixa-la melhor para o tratamento da pele, cheiro e outras questões. – Pode me ajudar aqui? – Isara indicava as costas, pedindo ajuda para limpar aquela área difícil de ser acessada sozinha. Ela estava feliz, realmente satisfeita por ter Mao para ajuda-la no banho e conversar sobre coisas que não poderiam com qualquer outro.

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A saída mais simples que se poderia fazer é pela porta da frente, vestindo a roupa padrão dos revolucionários. Outra poderia ser por cima, também vestindo alguma roupa preta para chegar lá e escapar pelas árvores. Não haviam entradas e nem saídas fáceis, era um QG bem protegido e vigiado que só poderia ser destruído por dentro ou de muito longe. – Sim! O líder vai fazer o último pronunciamento, provavelmente nos passar informações dos marinheiros que andam invadindo a ilha. – Pouco tempo depois dessas palavras, um homem de cabelos e barba branca aparecia na plataforma elevada. Ele vestia roupas até chamativas, tinha um olhar duro e luvas em ambas as mãos, além de sua capa negra na sendo segurada pela mão esquerda. – Vocês sabem a razão de ter convocado todos vocês. – Olhou todos os revolucionários presentes, parecia analisar cada um. Quando seus olhos encontraram onde Shiro estava, ele parou, observando por alguns segundos até continuar a olhar todos novamente. Quem ele estava focando poderia não ser realmente o mink e sim outro que estava próximo.

Recebi noticias de que já tem marinheiros aqui na ilha, provavelmente entraram por algum meio duvidoso e vocês podem até mesmo ter encontrado eles. Não conheço suas aparências, apenas sei que estão por aqui. Fiquem espertos com qualquer pessoa armada ou suspeita. – Deu mais alguns passos até a ponta da plataforma. – Confio na habilidade de vocês e espero que consigam descobrir quem são esses marinheiros. – Olhou para trás, fazendo algum sinal estranho que fez o mesmo homem-peixe de antes aparecer na plataforma e andar até ao lado de onde o líder dos revolucionários estava. – Vocês já sabem que fizemos uma aliança com alguns piratas. Aqui está o líder deles, resolvemos anunciar isto logo para não haver problemas mais tarde. Todos os piratas são tritões ou sereias, não ataquem eles e não haverá problemas entre os grupos. Temos o mesmo objetivo e não quero ver qualquer confusão. – Seu olhar intimidava basicamente todos ali, deixando o óbvio medo de desaponta-lo. Nenhum dos revolucionários dizia nada ou demonstrava querer fazer isto. Pareciam confiar muito no líder e Shiro agora sabia disto. Sua missão estava ali, poderia pegar todas as informações e sair como sempre se aquela garota fosse para longe. Coisa que não parecia ser fácil de acontecer.



Yattu:
 
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MensagemAssunto: Re: I - Murder Club   I - Murder Club - Página 9 EmptySeg 10 Out 2016, 20:08



Kioku no Tegami

As saídas daquele local eram limitadas a porta por onde tinha adentrado e por cima, porem chamar atenção não era bem o que gostaria de fazer naquele momento, mesmo que estivesse com roupa dos revolucionários ainda não tinha qualquer identificação comigo, eles teriam códigos entre si? Não sabia e nem iria arriscar qualquer coisa do tipo, não era bom com mentiras, nem todas as raposas são mentirosas. Antes que pudesse pensar em mais planos de fuga meus olhos se encontravam com o homem de cabelo branco que subia no de fato palanque, permanecia serio, teria sido descoberto? Não confirmava aquilo de imediato, porem não iria me acostumar muito a ficar por ali, uma saída estratégica teria que ser formulada de fato, talvez antes do que imaginava – tsc – reclamava comigo sobre aquela situação, como tinha acontecido aquilo? Uma hora estava em uma pequena embarcação e em outra no covil dos revolucionários, espero que meus companheiros tivessem de fato mais sorte, abria um sorriso breve. Andaria um pouco para a esquerda, tentava analisar as pessoas que estavam ali, agora que todos estavam sem suas devidas vestimentas padrões e revelavam seus rostos era uma boa oportunidade para obter mais informações, talvez ate mesmo encontrasse um espião entre os mesmos, pois a frase seguinte a entrada do líder deixava muito claro a existência de um.

Eles sabiam que marinheiros tinham de fato abordado a ilha, fintava seus olhos novamente, se não estava preso ou de fato morto ainda era porque ainda não tinham confirmado minha aparência, engolia em seco por um instante, não poderia demonstrar reações de culpa ali, seria meu fim. Em meio ao amontoado de pessoas procurava por qualquer cara conhecida que antes tivesse visto, se o espião estivesse ali de fato seria um problema ele me reconhecer, achando o espião iria colocar novamente a parte de cima do moletom e iria ficar em um ângulo vertical para o mesmo, esperava ficar em um ponto cego furtivamente apagando minha presença para o mesmo. Ao terreno elevado subia aquele que antes tinha visto, o homem peixe que parecia de fato saboroso, as palavras do líder revolucionário o descrevia como um pirata aliado, então ate mesmo monstros podem ter aliados, achava aquilo tudo muito engraçado, porem não sabia suas habilidades nem o montante de membros que faziam parte de seu bando, não poderia relaxar, aquela arma que antes tinha visto provavelmente era uma arma daqueles piratas.

Estalava os dedos da mão direita, queria enfrentar aquele monstro marinho, nunca tinha visto tal ser e queria testar minhas habilidades contra aquele tipo de coisa, seria ele mais um dos experimentos dos humanos? Realmente os mamíferos sem pelos poderiam estar indo longe demais, primeiro um ser de metal inteligente e logo depois um peixe que fala? A escolha de abandonar minha ilha natal para obter novas aventuras de fato se faziam valer a pena, abria um sorriso, as coisas pareciam começar a se animar. As palavras ouvidas faziam todos os criminosos naquela sala se fazerem quietos, respeito ou medo? Não sabia, porem não queria descobrir, tinha informações mais do que suficientes, sabia a identidade do chefe dos revolucionários, do capitão pirata e de alguns membros, porem algo estava faltando, o grande plano, com certeza iria esperar para ouvi-lo, era curioso, talvez aquilo um dia me levasse a morte, porem com certeza valeria a pena.

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MensagemAssunto: Re: I - Murder Club   I - Murder Club - Página 9 EmptySeg 10 Out 2016, 21:06

Minhas suspeitas se confirmaram quando o espadachim desabava sem forças e sem reação, provavelmente por efeito de alguma substancia na bebida. Ver aquilo me irritou e tirou a tranquilidade que eu tinha e ver as coisas indo pelo caminho certo de maneira fácil... Sim, aquilo estava fácil demais para o nível do tal ''lado dos grãos. - Seu amigo conversa bem, mas não é nada inteligente. – Ouvi aquilo ainda sem reação, pensando em minhas opções. Tinha que concordar com ela, foi muito idiota da parte de Alucard em pedir uma bebida na base dos inimigos enquanto ainda estávamos em uma situação apertada. – Agora restou apenas você. Walker? Humm, gostaria de tentar algo ou prefere que eu faça o primeiro movimento? - Minha vontade era de levantar do sofá e abrir caminho para fora daquele lugar. Porém, isso significaria um fracasso na missão, certo?

- Tentar algo? Do que está falando, Loretta? - Me faria de desentendido, com expressão relaxada e braços cruzados. Se eu quero mesmo continuar a missão, nessa situação eu estou de mãos atadas... Só me restava entender melhor qual era nossa situação diante da líder revolucionária. - O que fez com ele? É assim que recusam ajuda nessa ilha? - Perguntaria, lançando sarcasmo em minhas palavras enquanto olhava para o meu parceiro de missão. E, logo em seguida, esperaria o desenrolar daquela situação.

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MensagemAssunto: Re: I - Murder Club   I - Murder Club - Página 9 EmptyTer 11 Out 2016, 01:17

Inesperado.

Nossa estadia na ilha parecia ter sido aceita pelos revolucionários, aonde a líder do QG da cidade nos levava para um outro cômodo afim de continuarmos nossas conversas, sem demoras saiamos do quarto dela e seguíamos para o local aonde poderíamos descansar. Logo adentrávamos no local e continuávamos a nossa conversa enquanto tomávamos alguns drinks, respondia algumas perguntas da garota e em seguida oferecia nossa ajuda, e sem rodeios a mesma começava a falar. – Isso vai servir. – comentava enquanto bebia mais um pouco de sua garrafa. – Sinto muito... Vocês querem tanto nos ajudar, mas as coisas não são assim. Terei que recusar essa ajuda de uma forma gentil.

" Estava fácil demais para ser verdade, nos resta seguir no plano "B" Investigar sem que sejamos pegos" Pensava enquanto sentia algo estranho, meu corpo estava ficando fraco, minha visão escurecendo, deixava o copo cair no chão. - Mas que drog... Tentava falar algo e logo caia no sofá.

Sonho.

Tudo estava escuro, já não conseguia escutar nada em minha volta, estava sozinho em meio a escuridão, andava desnorteado pelo meio do nada, não sabia se estava indo para o norte ou se era para o sul, só continuava a caminhada, quando de repente um barulho estrondoso vinha da minha frente, uma ponte de pedra ornamentada surgia do nada, em seu parapeito podia se ver algumas estatuas de soldados marinheiros em continência. Conforme ia andando a ponte ia se construindo, após alguns minutos podia ver um grande templo, a ponte acabava em um pátio gigantesco com uma grande estatua no meio dela, e logo a reconhecia era meu pai , uma gigantesca estatua do líder da família utilizando sua farda de Almirante da época que o mesmo servia, logo atrás dele e forma de ferradura estava as estatuas dos meus três irmãos mais velhos. A estatua do meio era Chad utilizando a farda de vice-almirante, primogênito da família e herdeiro da mesma, ao seu lado direito se encontrava a estatua do segundo filho, Hibar que utilizava a farda de comodoro, e em suas mãos suas temidas tonfas, e em suas costas estava suas lendária jutte, e a esquerda de ched se encontrava a estatua de Ciel o terceiro filho, em sua cintura podia ser vista diversas laminas e o mesmo utilizava a farda de capitão. - Que diabos de lugar e esse? Falava observando o resto do templo, e atrás dos irmãos tinhas diversas estatuas todas utilizando fardas de cargos altos, e todos membros da família Vermillyon.

-Aonde eu estou? Oque está acontecendo? Falava voltando em direção a estatua do pai, que agora estava diferente os olhos estavam dourados e estava olhando para mim, e estranhamente a estatua começava a falar. - Enganado por uma ratazana revolucionária, uma vergonha para família. A voz era profunda e ecoava pelo templo. - Complete a missão ou não terá o direito de se usar o nome da família Vermillyon! Após essas palavras antes que eu pudesse falar algo, um estrondoso barulho de trovão ecoava por todo templo e eu voltava a escuridão.

Fim.

-Aonde estou, oque esta acontecendo? Falaria assim que acordasse, olharia minha volta, para saber aonde estava e quem estava por perto. "Que merda de sonho foi esse?" Pensava passando as mãos pelos bolsos e cintura a procura de minhas coisas. Me levantaria e falaria para pessoa que estivesse perto. - Quanto tempo fiquei apagado?
Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: I - Murder Club   I - Murder Club - Página 9 EmptyTer 11 Out 2016, 19:55





Mao L. Ima +16

"A Filha do Caos."



Aquilo tudo era um tanto novo para Mao.

A garota nunca tivera a oportunidade de um banho quente como aquele, sem contar que teria uma banheira à sua disposição, com as diversas loções disponíveis ao lado. Não só isso, uma outra garota estava junto dela, nua, passando a mão por sua cintura e abraçando-a por trás de Mao, que lançava suas próprias mãos por sobre as mãos de Isara, segurando-as contra sua pele e guiando a garota para a banheira quente logo após o longo abraço. - Eu também me sinto assim. - Comentava, em resposta ao que Isara dizia. "Eu achei que era a única amiga que você precisava."

Dando o primeiro passo para dentro do banho, tocava as pontas dos pés primeiramente, tomando uma experiência com relação ao calor da água, preparando-se para tanto, e em seguida afundando sua perna destra, tendo a canhota em sequência e abaixando-se à nível da água. Desvencilhando-se de Isara pelo momento, Mao procuraria ao redor da banheira por alguma loção que desse algum cheiro de flores à água, também despejando uma quantidade pequena do produto que pudesse formar espuma.

Mao limpava-se com os produtos de limpeza disponíveis mas impedindo que seu cabelo viesse a molhar naquele banho. Sentiria as esmpumas da água fundirem-se com o seu corpo, amaciando a sua pele e passando-lhe uma sensação relaxante, que apenas agravava-se com o cheiro bom formado no local.
Por vezes olhava os movimentos da anfitriã, prestava atenção em suas mãos e seu corpo, passando ao rosto e focando-se em seus lábios. Tinha uma garota ali com ela, e aquele ainda era um tipo de relação a qual a garota não estava acostumada, o que só a fazia ficar cada vez mais excitada.
Com as loções disponíveis, limparia o seu próprio corpo, esfregando o suficiente em cada parte e arrepiando-se ao sentir o seu próprio toque à pele. Balançaria a cabeça negativamente quando Isara a questionasse a respeito de precisar de algo, tinha medo do que poderia vir a acontecer ao sentir o toque de outra pessoa em sua pele, considerando sua sensibilidade.

- Pode me ajudar aqui? - Isara chama a atenção de Mao para o seu corpo, indicando as próprias costas para a Atiradora.

- Com certeza. - Mao sorria para a sua companheira, focando em seus olhos e depois deslizando os olhos por seu corpo, como quem averiguava a grama do vizinho, admirava, mas fingia não estar prestando tanta atenção àquilo, apesar de que, com o tempo, a situação tornava-se cada vez mais normal em sua percepção.

Tomando a mínima distância possível do corpo de Isara, Mao se aproximaria, por vezes encostando os seus próprios seios contra as costas da garota, mas recuando-os um pouco a cada vez que isso acontecesse, tinha-os eriçados ao momento.
Com as mãos, pegaria as loções antes utilizadas por Isara no resto de seu corpo e a passaria por suas costas, deslizando-a suavemente com suas palmas, fazendo o líquido correr por sua pele, amaciando-a. Tinha, também, a intenção de fazer de seus movimentos o mais intensos possíveis, afinal, não pretendia ser a única excitada com a situação, por mais que aquilo lhe envergonhasse.
Com uma inclinação da parte superior de seu corpo, levaria o seu rosto pela lateral da cabeça de Isara, dessa vez apertando os seus seios contra as costas da garota, enquanto que, com os dentes, mordiscaria-lhe a orelha, passando seus braços em um abraço em volta do tronco da garota, terminando com as mãos discretamente em seus seios. - Sem querer, escorreguei. - Comentaria após o movimento, mas não fazia ideia de como aquilo estaria afetando a sua companheira, apenas não considerava justo ser a única a sentir-se com arrepios.

Ao fim, enxaguaria as costas de Isara, sorrindo-lhe ao dizer. - Tá limpa, haha.
Caso não tivesse mais o que ser feito em banho, levantaria-se, apenas depois de Isara sair, enxugando-se com qualquer toalha que lhe fosse cedida e enrolaria-se nela, saindo do banheiro.




Meu Histórico:
 

Objetivos:
 

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Falas da Mao
Falas da Aggy
Falas de Players Aliados
Falas de NPCs Aliados
Falas de Inimigos




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MensagemAssunto: Re: I - Murder Club   I - Murder Club - Página 9 EmptyQua 12 Out 2016, 21:39

Narração
Alucard desmaiou e Wander acabou ficando com a responsabilidade de cuidar daquela situação. Só não pareceu que ele realmente queria tentar algo, deixando nas mãos da mulher. – Ajuda? Como poderíamos confiar em desconhecidos? Vou deixa-los fora daqui, fiquem longe de nós e sumam da ilha o mais rápido possível. – Loretta sorriu, aproximou-se de Wander e lhe deu um beijo rápido. – É o máximo que posso fazer por vocês. Caso fosse outra pessoa, não acredito que ainda estariam aqui. – Acariciou o rosto do mink, subindo até os cabelos dele. Quando tudo estava bem agradável ela agarrou firme os cabelos do bárbaro, trazendo ele para o chão enquanto algo o acertava na nuca, fazendo o marinheiro desmaiar.
...

Não foi um longo tempo desmaiado, Wander acordava sem noção de onde estava. Sem luz no local, pessoas também não estavam por ali e ao seu lado encontrava-se Alucard, ainda desacordado. Precisou de alguns minutos para o bárbaro sentir-se bem e conseguir mover-se sem problemas. Já o espadachim precisava de mais tempo, demorou cerca de 10 minutos depois do mink para que ele realmente estivesse acordado, questionando coisas para seu companheiro. O local em que estavam parecia um simples beco sem saída, haviam alguns sacos e latas de lixo, sujeira e roupas velhas jogadas. E para a felicidade deles, Loretta tinha enviado junto com seus corpos seus equipamentos, todos jogados no chão ao lado de onde estavam caídos. Não havia barulhos por perto, nenhuma voz ou passos eram escutados por Wander e isto era bom para quem precisava evitar todos.

Ao sair do beco os dois poderiam ver que estavam próximos do porto principal da ilha, vendo os mesmo barcos de antes parados por lá, além da embarcação na qual tinham pego para chegar a ilha. Não haviam pessoas no porto, alguns não se mostravam e outros apenas evitavam passar por lá. No fim, nenhum civil era visto por perto do porto até o momento atual, deixando uma passagem limpa para os marinheiros. Longe, na direção da cidade, poderiam ver um pouco de pessoas vestindo roupas escuras e outras normais que se aproximavam do porto. Todos eles andavam naquela direção, sem medo e com uma velocidade baixa. Caminhando sem preocupações durante uma noite bem escura e fria iluminados apenas pelas luzes da cidade.

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Objetivos iguais. Sim, temos que destruir o governo mundial, assim como a marinha. – Respirou fundo e continuou. – Alguns devem saber, principalmente os mais antigos. Eu sou um ex-marinheiro. Para ser mais preciso, um ex-sargento. Não me orgulho de ter servido eles, exatamente por isto sai e me tornei um revolucionário. Devemos acabar com eles, algo que já demorou muito aqui no east blue... Eu já havia decidido ataca-los em algum momento, mas não esperava dizer que isto seria agora! – Colocou a mão direita no ombro do tritão. – Juntos podemos dominar o east blue... Não... Juntos vamos dominar o East Blue! Esse é o último aviso, nossa última reunião sobre qualquer planejamento. Não precisamos nos ver ao mesmo tempo mais, agora será tudo no mar. Já está tudo certo, vamos atacar a marinha que tanto quer nos destruir. – Pegou um pedaço de papel do bolso e mostrou para todos, era seu cartaz de recompensa. O líder e suas palavras animavam todos os revolucionários, aquele plano de destruir a marinha no east blue era tudo o que eles queriam.

Essa  recompensa aqui irá aumentar, alguns dos meus companheiros vão conseguir algo também e os outros blues vão se preocupar com nossa presença. Deixaremos uma marca aqui, não me importo com qualquer espião. Eles podem ir avisar a marinha, mas nossa força é o bastante para derrota-los. Qualquer informação que passarem será inútil quando chegarmos destruindo todos eles. No fim, nós seremos os vencedores. Por isso, meus companheiros, preparem-se para a guerra! Todos serão avisados quando iremos partir! – A garota ao lado de Shiro só conseguia sorrir e pular de alegria, abraçava o mink sem nem mesmo pensar direito sobre quem ele era. – Finalmente! Esperamos muito por isso, não é?! – Não esperou ele responder e já saiu correndo para longe enquanto todos os outros comemoravam a noticia. O líder não ficava por lá, despedia-se brevemente e sumia da vista de todos com o tritão.

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O banho das garotas seguia muito bem. Ambas se ajudavam, mesmo que Mao não estivesse querendo o toque da outra em seu corpo, pois não sabia como reagiria enquanto estava tão sensível. A água começava a cheirar flores, Isara sorria enquanto recebia a ajuda de sua mais nova amiga. Diferente da nervosa e preocupada atiradora, sua companheira de banho parecia bem tranquila em receber os toques de outra mulher e até mesmo ria com aquela situação e os toques mais normais. Com uma loção desconhecida sendo passada no corpo da jovem, Mao ia tornando-se mais livre e atrevida ao ponto de tornar os movimentos ainda mais intensos. – Ah... – Murmurou durante os toques e logo depois um suave gemido poderia ser escutado, exatamente durante os avanços da marinheira para mordiscar a orelha da garota e o abraço suspeito que terminava nos seios da outra. – T-tudo bem... – O coração dela batia bem rápido com a situação estranha, afastando-se por um breve momento até ter noção do que havia acontecido.

As duas saiam da banheira, secavam seus corpos e retornavam ao quarto sem mais nenhuma palavra. Isara parecia extremamente corada, mas não fazia nada até elas pararem na frente de um guarda-roupas. – Mao... – A voz saia tremula e ela mostrava estar sem jeito com a situação. – Eu quero... – Antes de terminar frase avançava na outra mulher, segurando a nuca da mesma enquanto juntava os lábios com os dela. O beijo foi longo, tendo uma separação lenta da parte da dona daquela casa que ainda estava corada e tremia um pouco. As mãos dela envolviam a cintura de Mao, trazendo-a para perto de si e seu nariz estava encostado no da atiradora, onde podiam sentir a respiração uma da outra. – Não sei a razão, apenas tive vontade de fazer isso... – Deu um outro beijo na marinheira e a puxo até a cama, sentando nela enquanto sorria.

Estou bem nervosa... Nunca senti algo assim, é estranho... Meu coração bate muito rápido, o que é isso? – Isara pegou a mão direita de Mao e a colocou sobre seu peito, onde podia sentir o coração dela batendo bem rápido. Não apenas isto, também era possível sentir a pele macia e suave da garota. Ela também parecia bem frágil naquela situação, mal se movia e permanecia com o rosto vermelho de vergonha e não avançava mais. – Acho melhor dormirmos, está tarde... Não sei... Precisa de algo? – Isara estava perdida, não sabia o que falar e acabava somente se preocupando com sua convidada. No fim a garota suspirava caindo para trás, sua toalha caia e ela nem mesmo percebia isto, apenas ficava olhava o teto perdida em diversos pensamentos. Mao realmente tinha afetado ela, talvez por um bom tempo ela ainda estaria daquela forma e poderia ser bom se a marinheira realmente estivesse séria com aquela situação.



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MensagemAssunto: Re: I - Murder Club   I - Murder Club - Página 9 EmptyQui 13 Out 2016, 22:40



Piloto Automático

Finalmente o líder revelava suas intenções de fato, abria um pequeno sorriso, ele tinha comprado briga com a organização mais forte do mundo, quem brinca com fogo acaba carbonizado. - Claro, finalmente vamos destruir esses desgraçados da marinha. - Fazia um sorriso falso que não demonstrava qualquer confiança. Sua saída era uma ótima oportunidade para a raposa aqui, colocava novamente o capuz sobre minha cabeça e com a perna direita fazia passos leves e curtos para trás ainda de costas até chegar a uma distancia em que poderia me afastar sem levantar muitas suspeitas. Iria virar-me rapidamente para fora daquela localização em busca de avisar meus companheiros sobre o que tinha adquirido de informações, porem ainda teria que ser cauteloso, não esperava encontrar companheiros revolucionários esperando por minha saída furtiva, tinha que ser meticuloso ou ainda poderia jogar tudo a perder. Com meus olhos observava toda aquela mata, procurava por inconsistências no mexer das arvores, como um bom felino e morador das florestas sabia muito bem como era seu comportamento padrão, com minhas orelhas procurava por barulhos diferentes dos habituais de uma floresta, claro, nenhuma floresta é igual, porem nenhuma tem um som muito diferente do padrão que seja natural, qualquer coisa de diferente já seria o suficiente para me manter em alerta máximo. Com passos vagarosos iria sair do local ate uma pequena distancia, não conseguindo nada para me alertar era hora de dar meu máximo, retraria minhas pernas ate encostar ambos coxa e canela e com minha aceleração iria soltar toda a força contida em um impulso para frente, planejava pegar a maior distancia que conseguisse com aquela ação, em corridas de curta distancia geralmente levava vantagem e era apenas aquilo que desejava, obter uma distancia considerável ate que me afastasse de fato daquela base.

Iria sempre me manter com minhas adagas de fácil acesso, não esperava encontrar por inimigos, porem eles nunca anunciam sua chegada então estar preparado para tudo era algo que devia estar atento, aquela troca de olhares com o líder poderia ser um dos sinais que me levassem a crer que algo poderia acontecer, como um efeito borboleta tudo poderia mudar em meu destino com apenas uma troca de olhares e não tinha intenção de deixar aquilo acontecer e culminar em minha morte. Qualquer ataque inimigo vindo pelas costas iria me manter em velocidade em direção a cidade central tentando desviar com semisaltos diagonais da direita para esquerda para evitar combates a longa distancia, caso os mesmo se aproximassem iria tomar uma pequena distancia para bolar uma melhor estratégia de combate para com os mesmos. Caso não encontrasse nada do gênero iria continuar meu caminho, não sabia exatamente o caminho, porem tinha uma base devido ter percorrido aquele caminho com apoio dos outros revolucionários que vinham a frente. Tomaria cuidado para possíveis revolucionários se dirigindo em direção ao QG, por isso qualquer tipo de pessoa que estivesse atravessando aquele caminho iria me esconder sobre os arbustos e com minha furtividade iria tentar passar despercebido em meio as sombras da floresta.

Chegando a cidade ainda esperava que possíveis agentes daquela revolta programada estariam fazendo a guarda, não tinham muitos homens naquela base, talvez sua maior quantia de gente estaria em casas naquela mesma ilha ou na segunda cidade, talvez o boi e o outro homem estivessem com dificuldade, abria um sorriso, esperava que o boi tivesse uma derrota esmagadora para rir do mesmo, felinos e bovinos realmente não se dão muito bem. Iria procurar pela jovem que estava comigo, pelos becos e ruelas tentaria escapar das vias principais, iria procurar novamente uma construção alta e subir por uma escada ou por locais que não necessitasse de escalar para cominar em seu topo. Do alto iria sentar sobre meus joelhos e como um lobo uivado ao luar iria procurar com meus olhos atentos pelo numero de homens de preto pertencentes aos revolucionários que ali existiam e se não via qualquer sinal da jovem que estava comigo, gostaria de me encontrar com a mesma novamente, porem minha missão não dizia que era necessário que todos voltassem para a concretização da mesma, não iria arriscar minha vida, ou pior, a missão para salvar uma donzela em perigo, se a situação demandasse iria abandonar todos e entregar a missão a meus superiores, eu sou um soldado não um herói.

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MensagemAssunto: Re: I - Murder Club   I - Murder Club - Página 9 EmptySab 15 Out 2016, 01:24

Irritado com a situação, eu estava prestes a decidir jogar tudo pro alto para sair dali com o que eu já tinha em mãos, mas fui pego pelo modo peculiar que aquela mulher agia. Confuso, não sabia dizer se aquilo era o costume entre os humanos daquela ilha... Aquilo seria bom, se minha mente não estivesse perturbada por tantas coisas. - Se eu negar isso eu serei gay? Mas pera... Ela é uma inimiga, então eu deveria agir mais firmemente, não? - Hesitei e só cheguei a uma conclusão quando recebi aquela pancada. - Caralho, o que é isso... - Pensei enquanto desacordava.

Quando retomei a consciência, ainda estava cercado por escuridão, mesmo com os olhos abertos. Mas dessa vez, era apenas a penumbra de um beco. Meus pertences ainda estavam comigo, o que era estranho... Será que aquela moça simpatizou mesmo comigo? Ficaria sentado, olhando em volta e analisando o cenário e depois começaria a me lamentar por ter escolhido uma missão como essa impulsivamente, onde não havia diversão para um bárbaro como eu. Esperaria até que Alucard estivesse acordado para me aproximar dele e começar a conversar com ele através de sussurros.

- Pois é meu chapa... Aquela tarada nos desacordou e mandou a gente vazar da ilha. Poxa, confiei em você para conseguirmos mais alguma coisa, mas parece que a situação só piorou... Enfim, só nos resta duas opções: Ou vamos de volta para o QG para relatar o que já conseguimos ou seguimos a missão as escondidas. Se você cogitar essa segunda opção, tente você mesmo, afinal, não tem como um gigante como eu conseguir algo assim... - Já iria direto ao ponto. Vou ser sincero, eu gostaria de acabar minha participação na missão por ali mesmo e, se por algum acaso o avanço que consegui não tenha sido o suficiente, ainda restavam outras opções para mim, dentre elas, a guerra que se aproximava.

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Pensamentos
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MensagemAssunto: Re: I - Murder Club   I - Murder Club - Página 9 EmptySab 15 Out 2016, 02:24

Ressaca.

A missão parecia ter dado errado, tinha algo naquela bebida, era um erro de principiante, deveria ter bebido da minha própria garrafa, espero que Wander não piorasse as coisas para nosso lado, e que Mao e shiro conseguisse ao menos pegar mais informação que a gente. Minha cabeça estava girando, ainda estava tudo escuro, uma ressaca de um nível o qual eu não esperava, assim acordava em um local que parecia ser um beco, e a única pessoa que eu conseguia ver por perto era Wander, me sentava para poder raciocinar e fazia algumas perguntas para Wander, e logo o mesmo me respondia.

- Pois é meu chapa... Aquela tarada nos desacordou e mandou a gente vazar da ilha. Poxa, confiei em você para conseguirmos mais alguma coisa, mas parece que a situação só piorou... Enfim, só nos resta duas opções: Ou vamos de volta para o QG para relatar o que já conseguimos ou seguimos a missão as escondidas. Se você cogitar essa segunda opção, tente você mesmo, afinal, não tem como um gigante como eu conseguir algo assim... -

"Droga, isso explica oque se passara naquele maldito sonho! Estraguei tudo!" Pensava enquanto passava a mão pelas minhas vestes a procura de minhas coisas e via que tudo estava em seus devidos lugares. Pegaria minha carteira de cigarros e meu isqueiro, e logo ascendia um deles e colocava na boca, e guardava o resto em meus bolsos, o local aonde nos encontrava era sujo cheio de lixo e roupas velhas espalhadas, um local bem improprio para nós.

-Parece que estraguei tudo não e mesmo? Desculpa um erro de principiante, não deveria ter bebido daquela garrafa, fiquei um pouco empolgado já que estávamos conseguindo avançar. Falava soltando um pouco de fumaça pela boca e logo voltava a falar. - Enfim creio que já não podemos continuar na ilha, pois provavelmente já temos nossos rostos identificados, vamos sair e esperar que Mao ou Shiro consigam algo. Falaria me levantando, e em seguida passaria a mão pelas vestes dando alguns tapinhas para diminuir a sujeira e a poeira. Seguia para fora do beco e via que estávamos do tal porto principal da ilha aonde estavam os barcos vistos antes, e perto deles estava a nossa carona.

-Vamos, temos que voltar para o barco e esperar pelos outros, ficaremos calados sobre o ocorrido até que fiquemos em uma distancia segura! Falaria seguindo em direção ao porto, a rua parecia estar vazia, até por que estava de noite, não tinha muita coisa para os civis fazerem no porto a noite. Andaria calmamente para não chamar a atenção mas com a guarda em alta, ainda estávamos cercados de inimigos e a qualquer momento poderíamos ser atacados, ao chegar no barco procuraria o piloto e perguntaria se poderíamos subir, caso não estivesse por ali eu me encostaria em algum lugar esperando que o mesmo voltasse, mas sempre observando em minha volta para não ser surpreendido.
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MensagemAssunto: Re: I - Murder Club   I - Murder Club - Página 9 EmptySeg 17 Out 2016, 05:41





Mao L. Ima

"A Filha do Caos."



Seus lábios róseos se encontravam com os de Isara. As mãos da loira se entrelaçavam por sua cintura. Mao não tinha uma reação instantânea, parava por um momento, seus olhos abertos e sua expressão estupefata enquanto tentava entender a situação em que estava, com a iniciativa de sua companheira. "Vamos, ninguém está vendo." - Cochichava a voz em seu interior conforme Mao se recumpunha, largando sua toalha e puxando seus próprios braços em volta do corpo de Isara, a quem tentava retribuir o beijo com igual calor, sincronizando seu ritmo e colando seus corpos. Com uma das mãos, mantinha a mão firme por trás da nuca a garota. "Assim." - Tinha seus movimentos em parte influenciados por sua outra consciência, a qual tinha uma característica de longe mais ativa e dominante.

- Estou bem nervosa... Nunca senti algo assim, é estranho... Meu coração bate muito rápido, o que é isso? - Confessava, enquanto sentava-se à borda da cama, puxando Mao junto de si com as mãos em sua cintura. Seu coração realmente possuía uma batida incrivelmente rápida, a qual acabava sendo demonstrava para a marinheira a partir de seu tato, guiado pelas próprias mãos de Isara.
- ... Precisa de algo? -

- Preciso sim. - As palavras saltavam de sua boca, sob influência instantânea de sua outra personalidade. Isara deitava-se sobre a cama aos suspiros enquanto tinha o seu corpo completamente exposto pela queda da toalha, coisa que também já acontecia a Mao, que, naquele momento, nem ocupava-se com aquele tipo de preocupação. Mordiscava os lábios e lambia a cena à sua frente com os olhos, os quais pareciam famintos. Como um caçador encurralando a sua presa, Mao inclinaria-se por sobre o corpo de Isara, apoiando-se por sobre os braços na cama e engatinhando por sobre a sua anfitriã. Devagar e com movimentos leves, passo à passo, aproximaria-se do rosto da garota, mantendo o olhar fixo.
Abaixando o seu próprio rosto aos poucos, colaria as pontas de seus narizes, mas sem desafixar os olhos.

Sorria. - Você.

Inclinaria o rosto para cima e deslizaria a pontinha da língua para fora da boca, tocando os lábios de Isara com delicadeza e passando uma gentil pincelada. - A expressão da loira era um deleite para a segunda personalidade de Mao, que divertiria-se com aquilo, passando a mordiscar os lábios da garota sem machucar, e, de seguida, lambendo-os novamente.
Com um outro movimento, abaixaria o seu rosto, afundando-o pelo pescoço da garota, mordendo-o devagar, sua respiração forte batendo contra a pele de Isara enquanto o rosto da marinheira apenas desceria por seu busto, deliciando-se com o toque em sua pele macia, quase como um animal. "Shiro-kun..." - Aquele pensamento a incomodava, finalizando a conexão que o seu corpo tinha com a sua outra mente.

- Não podemos... Agora. - Afastaria-se, seu rosto tomando uma expressão de preocupação, afinal, tinha perdido qualquer sinal do mink. - A missão. Eu preciso aproveitar o resto de noite para agir, acho que é mais fácil assim... - Sem objeções, levantaria-se, só então percebendo que estava nua e sua toalha repousava sobre o chão. Assustada com a situação mas mantendo a mente em foco, saltaria para perto do guarda roupa de Isara, o qual antes havia sido oferecido pela garota, e o abriria, pegando quaisquer roupas que encontrasse e parecessem comuns e vestindo-as, com apenas a restrição de que vestiria alguma saia larga que alcançasse os seus joelhos, a qual serviria para, futuramente, esconder os seus coldres e armas, por fim, vindo a trajar os mesmos por volta das coxas, abaixo da saia, e encaixando suas pistolas. - Eu preciso de você. - Calçaria qualquer par de botas que viesse a encontrar, ou, em segundo caso, as suas próprias sapatilhas, e arrumaria o seu cabelo com as mãos, dando-lhes volume.

- Informação. Fraquezas, falhas de segurança da ilha, guarnição das armas militares, guarnição das armas civis apreendidas, defesas da ilha, rota de vigília, quantidade de soldados... Preciso descobrir esse tipo de coisa. A propósito, aquele garoto de hoje cedo que bateu em um revolucionário... Para onde eles o levaram?

- Você pode se juntar a nós, se quiser realmente ser independente e sair dessa ilha, mas primeiro temos de fazer algo aqui. Alguma ideia de onde começar? - Perguntava, direcionando-se à porta do quarto, puxando as suas luvas em mãos e ajustando-as. O algodão lhe transmitia uma sensação boa em contato com sua pele.






Meu Histórico:
 

Objetivos:
 


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Falas de Players Aliados
Falas de NPCs Aliados
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MensagemAssunto: Re: I - Murder Club   I - Murder Club - Página 9 EmptyQua 19 Out 2016, 16:10

Narração
Shiro teve sua saída de forma fácil. Nenhum dos revolucionários parecia atento no momento em que comemoravam, era uma grande festa saber que estavam prestes a atacar seus inimigos. As preparações para escapar completamente do local eram preparadas, iniciando um posicionamento que lhe daria um impulso longo e decisivo na fuga. Sem parar, o mink avançou pela floresta de forma veloz, deixando poucos rastros para trás e quase nenhuma forma de o perceber no meio da escuridão. A cidade era um pouco distante, precisou de algum tempo até encontra-la e enfim adentrar mais uma vez naquele local. Haviam poucos guardas a vista. O marinheiro subia em um telhado, observando boa parte dos revolucionários interrogando quem ainda estava pelas ruas, podendo vê-los muito bem por causa da iluminação que os postes faziam.

Precisou de mais algum tempo até encontrar Mao. Sua companheira tinha passado por alguns lugares pouco iluminados, mas também cometia o erro de passar por um lugar mais iluminado. Estava acompanhada de uma garota, aparentemente a mesma que causou certos problemas para os dois anteriormente. Shiro só não conseguia encontrar a dupla da outra cidade, pois eles não estavam por ali e o ponto de encontro deles era no porto principal da ilha. A forma mais fácil de encontra-los seria indo até lá e o mink teria de perceber isto depois de se encontrar com Mao. Haviam duas duplas de revolucionários seguindo na direção em que a atiradora também ia com a garota, um encontro entre eles poderia acontecer se a acompanhante da marinheira não tivesse desviado o caminho para um beco, impedindo desta forma a visão do mink.

No fim, Shiro encontrava as duas outra vez. Elas andavam na direção de uma pequena casa, esta tinha as luzes acesas e só podia ver um homem no interior dela. O homem era obviamente um revolucionário e parecia estar dormindo, pois estava deitado sobre alguma coisa na frente dele. As janelas todas abertas e mais nada de chamativo por perto. Para chegar na atiradora o mink precisaria de algum tempo, demorando alguns minutos se fosse lentamente e furtivamente ou talvez mais rápido se não estivesse se importando com os guardas.

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A dupla da cidade dos grãos entrava em um acordo. Ambos decidiam abandonar a missão por agora, deixando toda a questão de informações com os outros dois. Pouca preocupação os cercavam, qualquer guarda estava longe demais para chegar até eles ou mesmo vê-los no meio da cidade, deixando um caminho bem tranquilo até o barco em que iriam partir no momento de finalização daquela missão. Não havia ninguém visível em nenhum dos barcos próximos, Alucard entrava primeiro e também não encontrava o navegador, deste modo ambos se encostavam e ficavam por ali sem mais o que fazer sobre a missão. Já podiam perceber que o sol começava a aparecer e logo a movimentação na cidade voltaria.

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Mao também investia, fazendo o que realmente estava querendo, mas em certo momento percebia estar fazendo algo agradável na hora errada. Todos os seus companheiros estavam lá fora procurando informações dos revolucionários enquanto ela permanecia na casa de uma estranha para os outros. Ao perceber seu erro, recuou na hora explicando a situação enquanto já ia atrás de vestir uma roupa, largando Isara sozinha na cama sem entender muito bem até lembrar-se do que havia pedido para a marinheira anteriormente. – Aaah! – Deslizou para fora cama ao perceber e correu até o guarda-roupas também, vestindo as roupas intimas e uma calça jeans preta, uma camisa de algodão branca com gola alta, colocando por cima um tipo de casaco preto que escondia boa parte da camisa e parava na cintura. Por fim colocava botas pretas e ia ao banheiro, ajeitando o visual enquanto a outra terminava de se arrumar.

A marinheira pegava as roupas que queria e terminava completamente com vestimentas novas, podendo sair no exato momento com sua nova companheira. Antes de finalmente saírem do local, Isara abria um compartimento secreto no guarda-roupas e retirava de lá um par de tonfas prateadas. As perguntas de Mao eram todas jogadas e Isara precisou de algum tempo para pensar em todas, começando a responder enquanto ainda estavam no quarto para não haver problemas. – Eu tenho documentos sobre quase tudo isto, mas algumas coisas podem estar desatualizadas, pois não tive tanta liberdade para fazer as coisas enquanto meus pais estavam vigiando. No caso, ainda estão me vigiando então precisamos sair rápido e sem sermos vistas. – Parou mais uma vez no local de onde havia tirado as tonfas e pegou lá dentro uma pasta bem grossa e a colocou dentro de uma mochila preta. – Desculpe não ter falado disso antes, ainda não confiava completamente em você. – Sorriu. Depois de algum tempo arrumando tudo dentro da mochila, Isara e Mao saiam pela janela usando cordas improvisadas e o apoio dos muros para descer sem problemas e sair por uma falha nos muros da casa.

A segurança deles sempre segue um padrão. Nessa cidade é bem mais fácil passar despercebido mesmo enquanto eles estão fazendo a guarda. Existe 4 duplas de guardas e 4 guardas solitários. Os caminhos deles sempre são os mesmos e nunca se encontram, podemos seguir direto por essa rua e quando completar 80 passos nós viramos para a direita, entramos em um beco e depois podemos seguir por ele até a saída. Nela vamos ter que esperar o único revolucionário que passar por ali e ai podemos seguir em linha reta para a casa em que encontraremos os civis punidos. – Isara olhou o céu por alguns segundos e em certo momento começou a andar, puxando Mao em um movimento semelhante para chegar sem problemas. As duas passavam direto, contando exatamente 80 passos, viravam no beco e uma luz surgia onde elas estavam anteriormente. – Perfeito. – Sussurrou, continuando o caminho até o fim do beco. Depois de algum tempo as duas seguiam pelas ruas e encontravam uma casa com luzes acesas. Aquele lugar estava com as janelas abertas e havia somente um guarda no interior e este dormia tranquilamente.

Isara levou Mao para um lugar mas afastado onde poderiam conversar mais calmamente.– Podemos até entrar na casa, mas existem outros guardas lá embaixo. Tipo, eles prendem os infratores no subterrâneo e fazem algumas ações disciplinares neles até entenderem que é errado. O garoto de antes nunca entende que é errado, por isso vão manda-lo para outra ilha. Eles não querem arruaceiros por ai. Você sabe que é arriscado, não vamos entrar. Onde devemos ir? – Isara sempre olhava o céu e fazia constantes movimentos com os olhos. – Temos mais dois minutos aqui, depois alguém irá aparecer. – Concluiu esperando Mao decidir para onde as duas deviam ir agora que já tinham certas informações.



Alek:
 

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