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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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MensagemAssunto: I - Murder Club   I - Murder Club - Página 3 EmptySab 03 Set 2016, 23:48

Relembrando a primeira mensagem :

I - Murder Club

Aqui ocorrerá a aventura do Civil Nakigitsune Shiro. A qual não possui narrador definido.


____________________________________________________

~Fala~
~Pensamento~

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Sabe por que caímos?
Para aprendermos a levantar.
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Kenshin Himura
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MensagemAssunto: Re: I - Murder Club   I - Murder Club - Página 3 EmptySab 10 Set 2016, 20:37

Alistamento! part: 3

Após dado início dos testes da marinha, não demorava muito para concluirmos nosso primeiro trabalho, em seguida o marinheiro gigantesco nos informava que havíamos passado no primeiro teste e que estávamos aptos em seguir adiante, assim seguíamos ele até um complexo de treinamento. Aonde o mesmo nos informava que deveríamos mostrar que estávamos aptos fisicamente para prosseguir com o treinamento, e que só prosseguiríamos se fossemos bons em tal, isso foi algo que me deixo um pouco desconfortável, já que havia pessoas excepcionais que não eram boas fisicamente, mas que eram ótimas em outras áreas, informava isso ao avaliador que rispidamente me respondia.

- No campo de batalha, quando estiverem sendo alvejados por Revolucionários e Piratas por todos os lados, não vão pedir que tivessem um cérebro melhor, ou que tivessem sido o aluno mais inteligente da turma... Vão querer ser rápidos para esquivar de espadas e machados na direção de suas cabeças, e fortes para entrar em luta corpo a corpo se precisarem. O homem se aproximava de mim mantendo contato de olho no olho, certamente ele era apenas mais um brutamontes, que só sabe medir valores por meio da força. - Não se esqueçam que estão fazendo um teste para entrarem no exército da marinha, não para entrarem no setor de inteligencia da marinha... Não queremos tapados é claro... Assim como não queremos aqueles que desacatam seus superiores e reclamam de missões dadas, quaisquer que forem. Aquela resposta me deixava um tanto intrigado, pois oque o homem acabara de falar estava em um certo ponto errado.

- Desculpa senhor, mas devo fazer uma pequena correção, estamos fazendo teste para adentrar a marinha, aonde o soldado pode optar a entrar na central de inteligência e seguir uma carreira distinta do militar. Continuaria olhando olho no olho do gigante e voltava a falar. – Acho que um ser que pensa com os músculos não sabe sobre as diferentes ramificações da marinha, mas tudo bem. Falaria fechando meus olhos e dando um sorriso amigável para o homem, e em seguida ia concluir o segundo teste.

“Espero que tenha marinheiros um pouco mais inteligentes que esse. ” Pensava dando continuidade em meus afazeres. Sem muita demora eu terminava meu pequeno treinamento e seguia em direção do marinheiro afim de saber se havia passado para o próximo teste, e esperava que fosse o ultimo afinal era muita coisa para se tornar apenas um soldado. O marinheiro esperava que todos terminassem o treinamento, logo um por um ia se aproximando dele, e assim ele nos comunicava.

- Parece que todos estão aptos fisicamente falando, mas para ter certeza que poderão ser verdadeiros soldados... Haverá outro teste. Já era de esperar mais um, só que espero que seja o último, e parecia que eu não era o único que achava isso, o mink raposa parecia ter uma linga um tanto afiada, e mandava na lata se iriamos fazer mais algum trabalho degradante, mas parecia que o soldado não tinha gostado nada do que escutava, e logo reprendia o mink com algumas palavras duras.

Após responder a raposa, o marinheiro se dirigia para todos do grupo, e voltava a falar. - Vão até o local onde deixaram as caixas que retiraram do Armazém e peguem as armas que quiserem, estarei esperando vocês na frente dele. A terceira parte do teste começará assim que o primeiro de vocês me atacar, sim... Vocês terão de lutar contra mim, e eu não terei piedade, portanto, lutem pra valer.

Uma proposta bem interessante, um teste de luta, talvez isso ajudaria a quebrar a tensão que estava se formando, e sem cerimonias iria até o banco aonde se encontrava meu sobretudo e o colocava novamente, em seguida partiria e direção ao galpão, já que sabia o caminho de volta provavelmente não demoraria a chegar no local, assim que chegava iria na direção das caixas afim de encontrar alguma katana, assim que encontrasse alguma a pegaria e a tiraria da bainha afim de verificar sua lamina, em seguida colocaria novamente na bainha e colocaria a mesma na minha cintura entre os panos das minhas vestes. Em seguida me viraria procurando o marinheiro, afim de saber sua localização exata.

“Vamos ver do que esse gigante e feito! ” Pensava me preparando para a batalha.

- Pela honra da família Vermillyon! Falaria calmamente colocando a mão direita no cabo da bainha, e observaria os outros recrutas, aguardava que os mesmos iniciassem a batalha. Assim que o fizessem, partiria rapidamente em direção ao homem. Se o mesmo não percebesse, sacaria a espada e assim que estivesse próximo ao mesmo executaria um golpe de baixo para cima em direção ao seu pulso tentando ferir o máximo possível sua mão.

No entanto, se o mesmo notasse minha presença e redirecionasse sua investida para mim, saltaria para a direita e desembainharia a espada com a mão canhota tentando aplicar ao mesmo tempo um corte horizontal em sua barriga, enquanto minha mão livre seguraria o golpe caso fosse desferido com as mãos nuas. Em seguida o soltaria e tentaria me afastar alguns pulos para trás, sempre olhando ao meu redor afim de não esbarrar em nada.

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MensagemAssunto: Re: I - Murder Club   I - Murder Club - Página 3 EmptySeg 12 Set 2016, 12:11

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The Treta is coming

Depois de pegarem suas respectivas armas, indo juntos até o armazém, Wander foi o primeiro a sugerir algo parecido com um plano. – Tentem me acompanhar... Se ficarem concentrados poderão encontrar aberturas durante a movimentação dele. Ah, e outra coisa... Algum de vocês pode iniciar a luta lançando algo em direção a ele? O teste só começará ao primeiro ataque e se ele estiver sentado, não poderei avançar com eficácia então gostaria que meu ataque viesse logo após esse começo. - O Mink terminava enquanto analisava seu martelo de cabo longo minuciosamente.

Em meio a analise de Wander, ele e os outros novatos poderiam então ouvir novamente a voz do ninja do grupo.- Eu nunca considerei vocês como companheiros... muito menos amigos, então se virem na próxima prova, eu não estou querendo mais passar, eu estou querendo acabar com esse cara. - Talvez estivesse fora de si, agindo pela sua fúria causada pelo golpe do marinheiro, ou pelos seus instintos... Não importava mais, ele era o primeiro a atacar o marinheiro com suas duas facas ninjas.

O homem permanecia parado até a chegada do ninja, onde ele abria seus olhos quase brancos, o fintando até que ele atacasse.  - Taijutsu – Konoha Senppu! - O garoto anunciou seu golpe quando estava atrás do marinheiro, suas lâminas encontraram a pele do gigante após um salto, mas não a cortaram, somente um som de metal sendo afiado foi ouvido quando isso ocorreu.

Mais um som estrondoso era escutado, desta vez do impacto do martelo de Wander que mal movia a cabeça do gigante, que aproveitava este momento para se levantar pegando os braços do mink bovino para jogar seu corpo contra Kenshin, que somente via a cena de seu companheiro vindo até ele sendo quase esmagado quando os dois impactavam contra o chão, Wander em contraste, tinha sua queda amortecida pelo corpo do espadachim.

- Que patético... - A voz do marinheiro dizia após um sorriso, agora sendo alvejado por balas de Mao contra sua perna que somente ricocheteavam contra os muros do quartel. Olhando para a atiradora, ele começava a avançar contra ela ainda esboçando um sorriso. Chegando a alguns metros dela, uma de suas mãos enormes tentava dar-lhe um tapa em seu tronco, mas usando suas habilidades acrobáticas Mao conseguiu desviar para trás usando um movimento de ponte combinado a uma cambalhota para trás.

O marinheiro não desistiu, e tentou novamente um soco vertical contra sua cabeça. A jovem usou novamente de suas habilidades e deslizou para o lado, o soco do gigante acertou a grama e com o impacto uma rajada de ar saiu de seu golpe. Mais uma vez a garota tirou sua arma de seu coldre e aproveitando sua movimentação conseguiu acertar um tiro em cheio contra as costas de seu joelho direito, desta vez, um pouco de sangue começou a jorrar e a bala não ricocheteou, talvez pela distancia entre a arma e o alvo.

O homem grunhiu de dor e se virou novamente contra a atiradora, mas não a atacou e somente foi na direção do ninja que se encontrava parado. Sua perna direita fazia um som estranho de mecanismos sempre que encostava no chão, mas isso não o impediu de quando chegou perto do ninja, acertar um soco no tronco do mink que o fez voar contra a grama a alguns metros, um pouco sem ar. - Você ai, não precisa mais lutar... Já os outros, ainda precisam mostrar seu valo... Aaarhg! - Enquanto falava apontando para a atiradora, Wander que estava atrás de suas costas o pegava em um mata leão, tendo que pular para alcança-lo, mas isso foi o suficiente para não aguentar o peso do mink e sua perna ferida se agachar no chão, tentando com suas duas mãos tirar o mink de cima de si.

Os marinheiros dentro do armazém agora gritavam como uma platéia para motivarem os novatos, mas logo os gritos se cessaram, pois uma figura adentrou o pátio para observar a luta, um jovem de cabelos louros que observava atentamente o marinheiro instrutor ser esganado por Wander.

Off:
 


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MensagemAssunto: Re: I - Murder Club   I - Murder Club - Página 3 EmptySeg 12 Set 2016, 17:50


Golpear o instrutor não era nada efetivo pois seu corpo era duro como pedra, conseguindo desviar as balas de uma atiradora sem nenhum esforço por parte dele. - Como assim ela passou primeiro que eu!? Espera... Eu ainda não passei!? Ha... Eu devo ter me segurado. Sim, deve ter sido. - Irritado com aquilo, decidi que deveria ser ousado e de certa forma até imprudente para acabar com aquilo de vez. Por isso, larguei meu misero martelo de treino para seguir para meu plano B... Fui treinado não só para ser hábil com o uso do martelo, mas também para moldar meu corpo e ter destreza o suficiente para usá-lo em combate. Por isso, segui sem medo até meu oponente colossal para em um impulso de adrenalina agarrar seu pescoço e logo em seguida encaixar meus braços sem dó em um mata-leão.

Havia a possibilidade de eu derrota-lo naquele momento, isso se os outros não se aproveitassem da situação para acabar com aquilo antes. Porém, uma coisa era certa: Eu tinha que manter aquele mata-leão, custe o que custar. Por isso eu apertaria mais ainda os braços em volta do pescoço dele e posicionaria minhas pernas em volta de seu tronco para ao mesmo tempo limitar ainda mais sua respiração e também para eu conseguir me segurar caso ele tentasse me tirar dali com golpes ou me puxando. Considerando o tamanho de seu corpo, o provável ponto fraco do marinheiro seria sua elasticidade e, por isso, eu presumia que o único ponto em que ele me alcançaria, dado minha posição em suas costas, seria minha a cabeça e meus braços. Tendo isso em mente, eu tentaria resistir a seus golpes o máximo possível e caso ele fosse golpear ou agarrar minha cabeça, colocaria meus chifres em frente ao golpe para que ele também se ferisse no ato.

Se tudo desse certo, o mata leão me manteria agarrado ao gigante e minha resistência serviria para me manter ali, a qualquer custo.

Mas se tudo isso não fosse o suficiente, a grande chance era que eu acabaria mais uma vez ao chão após levar mais algum dano. Se fosse esse o caso, eu insistiria em me pôr de pé mais uma vez e seguiria até meu martelo para tê-lo em mãos novamente. E então viria em minha mente a investida que planejei usar antes mas que foi uma falha... Mas dessa vez eu conseguiria fazer o resto das ações pelo fato dele estar em pé. Com isso em mente, eu agarraria o cabo do martelo com ambas as mãos e começaria a correr em sua direção. Assim que ele estivesse ao meu alcance, levaria meu martelo em direção ao seu rosto em tentativa de cobrir seus olhos. Usando essa movimentação certamente meu martelo ocuparia grande parte da visão e da atenção do instrutor e, usando disso, eu poderia obter uma vantagem. Ainda deixando o martelo em direção ao seu rosto, eu projetaria meu corpo para frente em busca de alcançar a perna direita de meu oponente – Cujo ferimento no joelho tinha debilitado seu membro - com uma rasteira usando ambas as minhas pernas. Após a rasteira, tentaria me levantar enquanto forçaria mais ainda a perna do instrutor a sair de posição usando minha mão direita para agarrá-la e puxa-la para trás enquanto que com a mão esquerda eu usaria o martelo para atingir as costas do joelho da perna canhota de meu adversário.

No caso de eu ser alvejado por algum um ataque quando estivesse no chão, mais uma vez eu tentaria entrar numa posição defensiva ao deixar meu corpo rígido, contraindo minha musculatura. Logo em seguida, observaria com atenção a movimentação de meu oponente para que eu reagisse o mais rápido possível pondo o cabo do martelo do meu martelo na frente da trajetória do ataque. Se em algum momento não fosse possível usar o martelo ou se ele não fosse eficiente para bloquear seus ataques, usaria de meus braços ou pernas com os músculos contraídos para parar os ataques. Depois de efetuar bloqueios com sucesso, eu iria ligeiramente me jogaria na direção que o golpe inimigo me empurrava para minimizar ao máximo o impacto que eu recebesse. Se eu defendesse com sucesso ou ainda se fosse atingido por algum ataque eu aproveitaria para tentar um contra-ataque que dependeria da situação... Caso ele tivesse atrapalhado a investida que eu planejava aplicar, eu contra-atacaria dando continuidade a esse ataque, assim tendo o momento perfeito para concluir essa ofensiva. Mas caso isso tenha sido depois da investida, eu tentaria apenas agarrar uma das pernas ou um dos braços - dando preferência ao membro que ficasse mais exposto com o estilo de luta do adversário – e logo em seguida daria uma puxada para que ele viesse em minha direção ou eu fosse na dele, dependendo de quão pesado ele seja. Após a puxada, tentaria emendar uma estocada com o martelo em direção ao seu queixo.

Na hipótese dele tentar me agarrar mais uma vez quando eu estivesse no chão, eu usaria do martelo para desviar seus braços de perto de mim usando um ataque firme com o objetivo de empurrar seu membros e, após isso, usaria dessa abertura para aplicar uma estocada em seu pescoço.

HISTÓRICO:
 

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MensagemAssunto: Re: I - Murder Club   I - Murder Club - Página 3 EmptySeg 12 Set 2016, 19:03



When The Smoke Clears

Parecia planar, meu corpo voava contra minha vontade na direção oposta a qual eu estava anteriormente, meus ossos doíam na parte de meu tórax e aquela sensação de falta de ar era de fato assustadora por alguns instantes. Pousava ao chão com ambas as pernas arrastando a grama enquanto com o braço esquerdo por entre as mesmas parava e observava aquele ser monstruoso que estava a minha frente, com certeza os marinheiros tinham pessoas de fato fortes – tsc, que tipo de monstro é você? - Sorria para aquela cena, meu interesse era com os humanos, seres totalmente randômicos que se pode esperar de tudo, contudo o que diabos era aquilo? Um ser feito de metal? Em minha terra natal o metal era apenas utilizado para fazer armamentos e casas, ate que ponto os humanos chegaram? Ficava excitado, nunca tinha visto tal ser em toda minha vida e por mais incrível que parecesse aquilo um dia parece ter sido humano. Com a mão direita girava a kunai fazendo um corte no ar e um giro breve, era hora de mais um ataque, contudo não poderia esquecer que não era apenas um marinheiro comum, talvez o ninja aqui tinha que dar um pouco mais de si.  

Recolhia um pouco o joelho direito, colocava o pé esquerdo um pouco mais a frente e agachava um pouco meu corpo, era hora de uma investida para mais um de meus jutsus, fintas pareciam funcionar contra aquilo, talvez sua visão não fosse a da mais eficientes, iria apostar nisto. O local para executar o golpe também já tinha uma informação valiosa, o tiro desferido por aquela fêmea tinha conseguido arrancar um pouco de dor, talvez as costas de seus joelhos fossem seu ponto fraco, estava animado, fazia bastante tempo desde que tinha tido uma batalha real contra um inimigo poderoso, era hora de avançar com ferocidade e cautela, não poderia sofrer mais um daqueles golpes ou minha reputação naquela instituição já poderia estar impregnada com rumores nada interessantes. - Vamos lá! - Gritava, a articulação de ambos os joelhos se estendiam e eu corria como uma bala em linha reta, contudo ao contrario da primeira investida ele iria se preparar para ataques frontais, dessa vez ele conhecia minha velocidade e meu método de ataque, sempre por trás, mas saber o que vai acontecer não significa conseguir impedir.



Minhas passadas agora mudavam de ritmo, da ultima vez eram passos largos e rápidos, dessa vez eram curtos e velozes, ambas kunais em mãos visava acertar aquelas pernas, a maneira mais arriscada parecia a mais efetiva, realmente não estava com sorte, era hora de terminar com aquela aberração e conseguir por fim acabar aquele teste inútil. Colocava a kunai da mão esquerda próxima de meu rosto em uma posição horizontal, a da direita permanecia paralela a minha perna direita sem se mover, aquela era minha especialidade, esconder ataques fazendo movimentos rápidos, contudo contra aquele homem não era nada fácil, tinha que exigir um pouco mais de meu corpo. Chegando a aproximadamente o alcance de seus punhos ele iria se preparar para uma investida em sua direção, caso esse fosse o ocorrido e o mink bovino a minha frente por fraqueza ou qualquer outra razão não conseguisse o segurar, iria dar pequenos pulos para trás em diagonal e com sua visão e velocidade iria tentar esquivar de seus ataques utilizando um jogo de cintura básico, iria continuar aquela movimentação ate que o mesmo por fim se cansasse ou eu chegasse a minha conclusão primeiro.  

Se o mink bovino conseguisse sua façanha era hora do mesmo honrar minhas habilidades, chegando a aproximadamente um metro iria puxar a perna esquerda para trás e a recolher, com a direita iria estender e com a velocidade em que estava iria deslizar pela grama, com a mesma perna direita iria puxar o pé um pouco para diagonal e com sua força de aceleração iria dar um semi pulo para a esquerda, com o pé esquerdo fazia o mesmo movimento, contudo o fazia para trás me levando para frente, com as kunais em mãos iria girar meu tronco em trezentos e sessenta graus e com velocidade iria tentar contar ambas partes de trás do joelho do homem que ainda estaria mobilizado, ao parar de costas para o mesmo iria fincar ambas adagas em cada um dos cortes como um golpe final – Taijutsu - Senkai burēdo! - Falava baixinho anunciado o nome de minha técnica, sem perder tempo com ambos pernas e pés dava um salto para frente afastando-me de meu adversário com exatidão, não iria carregar comigo o par de kunais, mesmo que não soubesse lutar com mãos livres elas provavelmente limitariam com mais exatidão a movimentação do monstro, não sabia se iria funcionar, contudo estava jogando com todas as minhas cartas.

Caso ao se agachar o homem utilizasse de suas pernas para chutar ou qualquer coisa parecia, iria fazer o mesmo movimento giratório e tentaria executar a técnica mesmo que de improvisação, talvez não saísse tão perfeita, contudo com a parte superior de seu corpo presa pelo humanoide a minha frente não iria confiar em maiores perigos. Caso o mesmo optasse ao após me esgueirar pelo chão, um salto para trás ou correr daquela localização, iria recolher meu joelho esquerdo e com impulso me voltaria a ficar de pés e correr atrás de meu adversário, tentaria o levar para uma estrutura solida nas suas costas, contudo antes de chegar na mesma iria executar novamente meu plano, porem sua saída teria que ser modificada, ao passar para as costas do mesmo iria dar um salto para as laterais para evitar dar de cara com o objeto. Ao sair pelas laterais optaria por observar e ouvir atentamente seus braços, eles não eram humanos, ruídos poderiam alertar de onde vinha qualquer ataque, iria tentar esquivar dos mesmos saltando mais alto ou apenas escalando sobre.  

A raposa aqui não iria esperar pela participação do espadachim, ate aquele momento ele tinha sido de nenhum valor e talvez confiar em minha raça era muito mais interessante, mesmo que aquilo fosse como dilacerar meu orgulho, porem aquele marinheiro o tinha feito pior e ele tinha que pagar por aquilo. Caso o plano fosse um sucesso iria se acalmar um pouco, esperaria pela derrota verdadeira, ele tinha que cair de joelhos ou não seria um vitória perfeita. - Não... Brinque...Com...a...raposa...da...vingança... - Falava suspirando, tudo aquilo era demais para mim, não tinha um corpo de fato forte e nem o mínimo resistente, contudo minha força de vontade era muito maior do que tudo aquilo, era maior do que a distancia entre o céu e a terra, não seria vencido ali e em nenhum lugar deste mundo ou do próximo. Caia ao chão, não conseguia sentir direito minhas pernas, seus jutsus eram de fato poderosos, contudo exigiam muito mais do que aquele simples shinobi tinha para oferecer no momento, minha visão ficava turva, por fim, dormia.

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MensagemAssunto: Re: I - Murder Club   I - Murder Club - Página 3 EmptySeg 12 Set 2016, 20:57





Mao L. Ima

"A Filha do Caos."



As balas de Mao ricocheteavam contra a pele do marinheiro, como se ela fosse puro aço, e aquilo certamente atraía a movimentação do instrutor para si, que investia enfurecido contra a garota. Uma cambalhota para trás, e a garota desviava de um de seus golpes, tendo que, logo em seguida, movimentar-se agilmente para esquivar do golpe seguinte, que atingia o solo, de cima para baixo, causando um grande impacto. A partir desse movimento a garota conseguia uma brecha para disparar contra as costas do joelho do instrutor, dessa vez causando um sangramento.

- Você ai, não precisa mais lutar... Já os outros, ainda precisam mostrar seu valo... Aaarhg!

Ele começava dizendo, quando era abruptamente interrompido por Wander, que o prendia por trás, passando os braços em volta de seu pescoço em um mata-leão, que acabava por levá-lo ao chão por conta do peso do bovino em adição ao seu ferimento na perna. Felizmente, Mao estava passada no teste, e teria de observar os demais recrutas no término da prova.

- Hmm.

Mao permaneceria em silêncio, na expectativa, esperando pelos outros. Enquanto isso, afastaria-se à passos lentos da área de combate principal, puxando com a mão destra a pistola respectiva, deixando que seu cartucho caísse e colocando um novo. Repetiria a tal sequência com a outra pistola, guardando-as nos coldres em seguida. Passaria pelo jovem loiro que acabara de chegar sem falar qualquer coisa, apesar de achar completamente estranho o fato de que toda a "torcida" de marinheiros se calara na aparição daquela figura. Seria ele algum superior do Instrutor? Sentaria-se no chão, de costas contra alguma parede próxima, as pernas flexionadas e os joelhos erguidos, servindo de apoio para seus braços.

- Espero que eles não demorem.






Meu Histórico:
 


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MensagemAssunto: Re: I - Murder Club   I - Murder Club - Página 3 EmptyTer 13 Set 2016, 06:38

Alistamento! part: 4

Assim concluíamos o segundo teste com sucesso, e sem muita demora o marinheiro avaliador nos informava sobre o próximo teste, e pelo que aparentava o que seria o último. Éramos indicados para voltar ao local do primeiro teste, aonde se encontrariam armas para nos preparar para um teste de batalha, algo um tanto empolgante pois fazia um certo tempo desde minha última batalha.

Não demorava para que voltássemos para o galpão, lá encontrávamos caixas com as tais armas e logo eu pegava uma katana e a colocava em minha cintura, parecia que todos estavam prontos para lutar, Wander falava alguma coisa sobre aproveitar as brechas do homem, enquanto o mink raposa dizia algo no qual eu ignorava completamente. Em seguida o mesmo partia em direção do avaliador, assim que ele acertava seu golpe podíamos observar que o avaliador não estava ferido. Em seguida Wander partia para cima e um som estrondoso podia ser escutado, como se o Wander tivesse batido em uma placa de metal duríssima, assim eu seguia em direção do homem que estava ocupado com o recruta, mas assim que percebi o avaliador pegava o braço do warder e o lançava em minha direção.

“Droga...” Pensava quando o corpo do mink se chocava com o meu, uma dor vinha instantaneamente, pois o boi era pesado, no chão com Wander em cima de mim eu podia escutar o avaliador falar. - Que patético.. Logo era interrompido por algum dos recrutas, eu não sabia qual pois havia um boi em cima de mim, quando finalmente estava em pé com o corpo um pouco dolorido devido os acontecimentos, via o avaliador parado e falando.

. - Você ai, não precisa mais lutar... Já os outros, ainda precisam mostrar seu valo... Aaarhg! – falava apontando para Mao, eu ficava feliz por ela ter passado, e um pouco irritado por não ter mostrado meu potencial. – Parece que que ele sofreu um pouco de dano, tenho de acabar com isso logo, sinto que já estou atrasado! Resmungaria para mim mesmo, quando percebia que Wander já tinha partido para o segundo round, o mesmo dava um mata leão no avaliador que parecia não aguentar seu peso e ajoelhar em uma das pernas, que provavelmente estava ferida da batalha com Mao.

- Perfeito... Assim me preparava para continuar a batalha, logo iniciaria a ofensiva em sua direção. Enquanto estivesse correndo na direção do avaliador, tomaria cuidado para não tropeçar em obstáculos saltando quando necessário. Para o primeiro movimento, arquearia o braço direito que segurava a espada em uma posição que ficasse acima da cabeça e retilíneo. Fingiria um corte vertical mirando o seu ombro, porém, deixaria a espada cair até pegá-la com a mão esquerda. Assim que o fizesse, esquivaria de um possível ataque seu pulando para a direita ou esquerda, oposto ao membro que realizasse a investida. Porém caso fosse um chute do mesmo, tentaria deitar ao chão e rolar até recuperar a posição.

Imediatamente após a esquiva e, agora com a espada agora segurado pela mão esquerda, efetuaria um corte de baixo para cima em sua fossa poplítea afim de arrancar parte de sua perna fora. Na possibilidade dessa tentativa ser bloqueada, arquearia a perna esquerda e tentaria um chute em seu peitoral para criar um afastamento, mesmo não sendo bom em combates usando os membros seria o necessário para contra-atacar o seu bloqueio. Contudo, se o adversário esquivasse de meu corte em sua fossa poplítea ao invés de bloqueá-lo, redirecionaria a espada tentando cortar seu membro mais próximo em um corte único e eficaz. Posteriormente a primeira tentativa de feri-lo, saltaria criando um afastamento e aguardando as ações dos aliados naquele combate ou me recuperando de um possível ferimento. Com total atenção caso o mesmo se virasse contra mim, caso o avaliador estivesse vindo em minha direção esquivaria correndo ou rolando no chão quando necessário e bloquearia ataques corpo-a-corpo utilizando a espada na diagonal. Quando notasse alguma abertura do oponente, correria em sua direção saltando em suas costas, neste contexto entrelaçaria minhas pernas nas suas enquanto seguraria sua mão direita com minha destra e entrelaçando seu braço esquerdo com o meu. Rapidamente e sem piedade, tentaria cortar sua garganta atravessando-a com a espada posicionada na horizontal.

Caso tenhamos terminado e fosse um sucesso eu falaria. – Parece que agora não somos tão patéticos! E dava um sorriso amigável.


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MensagemAssunto: Re: I - Murder Club   I - Murder Club - Página 3 EmptyTer 13 Set 2016, 16:16

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Shazam!

Enquanto a atiradora da equipe somente se sentava tendo como apoio uma das paredes do Quartel, a luta que agora mantinha-se um contra três, continuava.

Wander utilizando de sua força brutal e resistência, continuava a segurar o gigante feito de metal. Em um dos momentos em que o marinheiro tentou pega-lo pela sua roupa, o mink utilizou de um de seus chifres para tentar furar sua mão, isso não o feriu é claro, mas causou dor suficiente para que ele soltasse um gemido e parasse sua tentativa.

O primeiro a atacar era o ninja, sua velocidade máxima era imensa e ele conseguia alcança-la em pouco tempo, com isso chegou ao gigante rapidamente, este que estava muito ocupado tendo que suportar o peso de Wander e seu ferimento, perdendo assim muito de sua velocidade ele cogitou tentar um chute, mas sabia que se tirasse uma de suas pernas do chão cairia e não levantaria mais.

Shiro se aproveitou de sua falta de esquiva e mobilidade, e conseguiu bater suas lâminas contra suas pernas duas vezes mas somente na segunda onde tentou finca-las por trás, conseguiu fazer com que o gigante se ajoelhasse enquanto caia.

Após deixar as kunais e dar um salto para frente, o ninja pôde ver o espadachim Alucard avançar contra o gigante, sua espada aproveitava-se da fragilidade do local e logo o cortava de cima para baixo, tentando atingir uma parte específica do seu corpo. A espada o perfurava, mas ao chegar no local onde o espadachim queria, parava sendo obrigado a volta-la, como se dentro de seu corpo, alguns de seus músculos fossem mais rígidos, assim vendo o marinheiro cair no chão, com um grande som de impacto após seu golpe.

Wander que estava em cima dele também caía sobre seu corpo já amolecido pelo cansaço. Shiro também caía, sabe se la por qual motivo, mas após cair ele dormia e sua frase não era ouvida por quase ninguém, mas a de Alucard era.

– Parece que agora não somos tão patéticos! - O espadachim disse vendo o sargento olhar profundamente para ele, mas ao vê-lo sorrir, o gigante também sorriu com sinceridade e colocou seu punho para cima junto ao seu polegar. - Parabéns a todos... Vocês passaram! - Após terminar sua frase, seu braço deixava-se cair na grama e ele fechava os olhos.

Shiro sentia seu corpo sendo levantado por alguém, o loiro que havia chegado a pouco tempo agora o colocava nos ombros com facilidade e então dizia aos novatos. - Me sigam até minha sala por favor. - Assim ele se dirigiu para dentro do Quartel até sua sala principal, um local amplo com uma grande janela para o centro da cidade.

Jogou o mink no sofá de couro marrom na frente da sua mesa e logo começou a esperar que todos os novatos estivessem em sua sala, para que ele fechasse a porta logo depois que o último adentrasse o local. - Meus parabéns... Foram muito bem no teste de admissão. Depois poderão pegar seus uniformes, mas agora tenho algo mais importante a falar com vocês. - Ele ficava de pé atras de sua mesa, olhando alguns papéis. - Estamos nos aproximando de uma guerra mortal... - Exclamou com frieza.

- Como devem saber, a marinha mantém o controle da maioria das ilhas de todos os Blues. Mas isso não é feito somente com diplomacia como também já devem saber... Existe uma ilha chamada Conomi Island... Esta ilha já é controlada por Revolucionários a muito tempo. Aparentemente é uma ilha muito rica em exportação de frutas, e como já devem imaginar, esses exportadores não pagam nenhum tipo de impostos... Ninguém naquela ilha paga, pois são comandados por nossos inimigos. - Ele foi até uma jarra de água prateada e serviu vários copos de vidro, deixando a vista para que qualquer um que quisesse. - Isso não é muito bem visto pelo governo, e é por isso que estou aqui. Eu vim reconquistar a ilha que hoje é a vergonha para a marinha do East Blue. E vocês vão me ajudar nisso... Aparentemente os espiões do governo e soldados da marinha estão todos marcados, e todos que chegaram lá foram mortos na praia. Mas vocês chegaram hoje na festa, são mais desconhecidos lá do que aqui, são praticamente fantasmas. - Ele dava um leve sorriso. - Posso estar pedindo muito a vocês, eu sei, se não quiserem participar eu entendo. Mas agora que são a força de guerra de Shells Town, ou irão participar da guerra assim, ou irão ter que servir na linha de frente do exército... Acho que é melhor buscar algumas informações do que serem alvejados por balas de canhão... O que acham? ;


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MensagemAssunto: Re: I - Murder Club   I - Murder Club - Página 3 EmptyTer 13 Set 2016, 19:07


Desabei no chão junto do homem de ferro e o estrondo de seu corpo serviu para anunciar, alto e claro, minha vitória. Realizado, me viraria no chão com os olhos fechados e uma espécie de sorriso contido no rosto. Me ergueria do chão e seguiria até o loiro que aparentava ter uma grande autoridade enquanto que com minhas mãos trêmulas eu buscaria pegar em meu bolso um cigarro e o isqueiro para logo em seguida eu acendê-lo em minha boca. Agora aliviado e satisfeito, podia sentir a responsabilidade como um membro da marinha se aproximando.

Antes de entrar na sala, daria uma longa tragada no cigarro e então o apagaria no chão para logo em seguida descartasse-o. Depois disso, adentraria a sala, pronto para o que estivesse por vir. Com isso, ouviria o que o loiro tinha a falar, me sentindo envolvido por ambas as propostas de missão.

Me encostaria na parede ao lado dos outros recrutas e começaria a falar - Entendo... A pressão que essa missão de se infiltrar na ilha traz é muito interessante. Mas antes de aceitar, devo recerber algumas respostas importantes. Não acham que é estranho? Como nossos inimigos sabiam de todos os espiões? Bom... O que me vem em mente é que eles pensaram nessa estratégia de espiões primeiro e já haviam infiltrado agentes-duplos na marinha. Se for esse o caso, como pretende manter nossa missão segura desse tipo de perigo? Já pensou em algo? E outra... Quantas pessoas sabem dessa missão? Há alguma pessoa que saiba dessa missão e que esteja relacionada a missão dos outros que morreram? Quer dizer... Vocês já pararam para investigar esses casos da morte dos marinheiros que aceitaram a missão antes da gente? – Cruzaria os braços e esperaria por sua resposta. Assim que ele terminasse de responder, continuaria com meus questionamentos. – Outra coisa... Se formos aceitar essa missão, seria bom se soubéssemos previamente qual é a informação que devemos caçar na ilha... – Estava interessado naquela tarefa, mas seguir até lá sem algo planejado era idiotice. Se fizéssemos isso, apenas começaríamos a guerra antes do que desejávamos e não teriamos nem chance de sobreviver para ganhar algum merito mais tarde.

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Última edição por Wander em Qua 14 Set 2016, 00:59, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: I - Murder Club   I - Murder Club - Página 3 EmptyTer 13 Set 2016, 21:17





Mao L. Ima

"A Filha do Caos."



A prova dos outros recrutas era finalizada e finalmente o loiro fazia algo senão observar. Ele seguia até o corpo de Shiro, que jazia desmaiado ao chão, e o colocava por sobre os seus ombros, virando-se para os demais garotos e os chamando até a sua própria sala. Mao o seguia, juntamente dos demais, enquanto olhava para os lados, procurando ver a reação dos marinheiros que assistiam aquela cena, e, em seguida, olhando para o local que antes estivera o Instrutor, procurando saber o que havia acontecido do homem.

- Estamos nos aproximando de uma guerra mortal [...] Posso estar pedindo muito a vocês, eu sei, se não quiserem participar eu entendo. Mas agora que são a força de guerra de Shells Town, ou irão participar da guerra assim, ou irão ter que servir na linha de frente do exército... Acho que é melhor buscar algumas informações do que serem alvejados por balas de canhão... O que acham?

Aquilo certamente explicava bastante as dúvidas que permaneciam na mente de Mao, principalmente aquelas relacionadas à grande movimentação de marinheiros naquela ilha, o que, provavelmente, não era algo muito "escondido" e parecia estar deixando bem visível para qualquer espião revolucionário que estivesse naquela ilha. Qualquer inimigo poderia deduzir que, em breve, Conomi seria alvo da marinha, apenas não saberiam ainda de que aquele grupo de soldados estava envolvido com a missão de infiltração.

- Eu estou dentro com essa infiltração. Mas acho que temos de tomar algumas precauções, porquê qualquer revolucionário que estiver em Shells já deve ter percebido o acúmulo de marinheiros e deve estar voltando para Conomi nesse exato momento, isso se já não tiverem saído da ilha. Precisaríamos também dispensar o uso do uniforme por enquanto, para que nenhum espião nos marcasse como marinheiro.

Diria o que pensava, e esperaria pelas conclusões dos demais soldados, na esperança de que algum deles surgisse com uma boa proposta, até mesmo uma que pudesse disfarçar nossa chegada na ilha.






Meu Histórico:
 


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Falas de NPCs Aliados
Falas de Inimigos




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MensagemAssunto: Re: I - Murder Club   I - Murder Club - Página 3 EmptyQua 14 Set 2016, 00:52



Kioku no Tegami

Abria um pouco meus olhos ainda um pouco serrados – Onde estou? - Falava baixinho, conseguia ver o que parecia o céu, alguém estava me carregando nos braços, apenas via uma cor amarelada, voltava a dormir, ainda não estava eficientemente bem. Abria os olhos novamente, agora conseguia ver o teto do que parecia ser o QG, levantava-se como um impulso, ainda sentado observava todos que estavam naquela sala e voltava-me a deitar-se, colocava o braço direito sobre o rosto, retirava minha mascara e a soltava levemente contra o chão. Ainda com o braço no rosto suspirava - Então eu passei.... - falava comigo mesmo, aquela sensação era de uma vitória com certeza, contudo não tinha sido forte o suficiente para ficar em pé e com minhas próprias pernas junto de minha vontade chegar naquele ambiente.



- Eu aceito. - Ao terminar as palavras do homem falava com exatidão, não era o momento para fraquejar, se estamos na marinha é para nos tornarmos marinheiros, não iria deixar um monte de baderneiros em uma ilha no fim do mundo extinguir esta vontade. - Se os outros não desejam me acompanhar estou bem com isso, contudo não posso me tornar um almirante de frota sentado em uma mesa esperando pela oportunidade dos céus - Mordia um pouco os lábios, estava determinado para alcançar meus objetivos. Tentava me levantar aos poucos, minhas pernas, ah minhas pernas, elas doíam como se eu tivesse corrido em volta daquela maldita shells por um dia inteiro, não conseguia ficar de pé sem tremer as mesmas como se fosse cair a qualquer momento – Nakigitsune Shiro se apresentando para a missão senhor. - Com um punho cerrado e apontado para o superior demonstrava minha convicção em que poderia realizar aquela difícil missão, teria que ter uma fama considerável, nenhum almirante subiu para onde está documentando e arquivando, eles eram verdadeiros guerreiros da linha de frente.

Caia sobre a poltrona novamente, suspirava ainda um pouco sem ar, minhas costas traziam um dor considerável pelo soco recebido por aquele ser de pouco tempo atrás, colocava a mão esquerda sobre o mesmo e subia um pouco a vestimenta para que pudesse ter uma visão melhor do que tinha acontecido comigo. Um pouco roxo, não parecia ser nada demais, contudo uma luta como aquelas acontecer novamente seria de fato perigoso, teria que me cuidar melhor da próxima vez – Como se isso fosse acontecer.... - falava baixinho novamente comigo mesmo, as vezes deixava passar alguns pensamentos pela abertura da boca. Pegaria minha mascara caída ao chão, colocaria novamente em meu rosto e fazia intenção para levantar-me, mesmo com dificuldade era hora de cair na real, não poderia ter mais descanso do que já tinha tido ate aquele momento, minks de sua família não eram nada preguiçosos, eram de fato bastante ativos.

Iria levantar-me e seguiria em busca de um dos copos de água, tomaria um gole do mesmo e o colocaria de volta a mesa do superior.... - Como se chama mesmo senhor? Mesmo depois de toda essa conversa ainda não sei seu nome. - Ate aquele momento ele não se referia a si mesmo em nenhuma ocasião, seria ele algum dos nomes conhecidos do east blue? Se foi designado para uma missão de cunho revolucionário ele certamente não era qualquer um e pensando mais um pouco, o estado em que deixamos aquele instrutor a minutos atrás também não eram nada esperto, ele parecia ser forte o bastante para ajudar naquela peleja que estaríamos para enfrentar. Com o copo de água na mão voltaria a sentar, iria relaxar um pouco enquanto ouvia as palavras dos outros membros daquele time.

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MensagemAssunto: Re: I - Murder Club   I - Murder Club - Página 3 EmptyQua 14 Set 2016, 08:02

Proposta intrigante.


O terceiro teste estava pela metade, uma luta contra o marinheiro gigante no qual tinha uma resistência monstruosa, infelizmente nossas primeiras tentativas haviam sido frustradas, pelo marinheiro, no qual resultou em um pequeno atrapalho, aonde Wander acabara sendo jogado em cima de mim, um tanto humilhante, mas isso deveria ser pago de alguma maneira. Assim seguíamos para segunda bateria, e dessa vez era bem-sucedido havíamos infligido um bom golpe no avaliador, talvez o suficiente para que possamos passar nesse teste, então sem mais delongas ele começava a falar.

- Parabéns a todos... Vocês passaram! – Aquela frase me deixava feliz, afinal estava dentro da marinha, agora o que tinha de fazer era subir de cargo mostrando o valor de sua família para o mundo. Olhava ao meu redor para saber a reação dos meus novos companheiros, e percebia que a raposo estava sendo carregada por um loiro, o mesmo olhava para nós e falava.

- Me sigam até minha sala por favor. - Assim ele se dirigiu para dentro do Quartel, logo seguia o mesmo, sem muita demora chegávamos em tal sala, aonde havia uma grande janela que dava uma vista ampla do centro da cidade, para alguém ter esse tio de vista no mínimo ele deveria ser o comandante do QG. Logo quando adentrávamos no local ele jogava o mink no sofá que ficava a frente à sua mesa, após todos entrarem ele fechava a porta dizendo.

- Meus parabéns... foram muito bem no teste de admissão. Depois poderão pegar seus uniformes, mas agora tenho algo mais importante a falar com vocês. - Ele dizia indo em direção de sua mesa, e olhava para alguns papéis. - Estamos nos aproximando de uma guerra mortal... - Exclamou com frieza.

“Foi o que suspeitei, essa quantidade de marinheiros na cidade, não era de se esperar menos.” Pensava olhando atentamente para o superior, que não demorava para continuar a falar.

- Como devem saber, a marinha mantém o controle da maioria das ilhas de todos os Blues. Mas isso não é feito somente com diplomacia como também já devem saber... Existe uma ilha chamada Conomi Island... Esta ilha já é controlada por Revolucionários a muito tempo. Aparentemente é uma ilha muito rica em exportação de frutas, e como já devem imaginar, esses exportadores não pagam nenhum tipo de impostos... Ninguém naquela ilha paga, pois são comandados por nossos inimigos. – Ele falava pegando uma jarra de agua prateada e nos servindo, vendo aquela agua ser derramada no copo me dava uma certa sede, mas não era de água que eu tinha sede e sim de álcool, qualquer bebida alcoólica, vinhos, gins e runs. Algo forte para me manter atento.

- Isso não é muito bem visto pelo governo, e é por isso que estou aqui. Eu vim reconquistar a ilha que hoje é a vergonha para a marinha do East Blue. E vocês vão me ajudar nisso... Aparentemente os espiões do governo e soldados da marinha estão todos marcados, e todos que chegaram lá foram mortos na praia. Mas vocês chegaram hoje na festa, são mais desconhecidos lá do que aqui, são praticamente fantasmas. - Ele dava um leve sorriso. - Posso estar pedindo muito a vocês, eu sei, se não quiserem participar eu entendo. Mas agora que são a força de guerra de Shells Town, ou irão participar da guerra assim, ou irão ter que servir na linha de frente do exército... Acho que é melhor buscar algumas informações do que serem alvejados por balas de canhão... O que acham?

“Sei muito bem o que quer dizer fantasma, se fizermos merda vão dizer que não temos ligação da marinha, se a gente morrer a mesma coisa, o único ponto positivo que tem nisso e que se formos bem talvez tenhamos uma boa recompensa, mas no geral apenas eles saem ganhando” Pensava pegando um dos copos com agua e o analisando, enquanto os meus colegas se pronunciavam sobre a missão, Wander e Mao mostravam pontos interessantes sobre a missão, enquanto o mink raposa apenas falava seu nome e informava que aceitava a missão.

- Senhor, primeiramente gostaria de agradecer pela água, mas você teria algo mais forte? Tipo um run ou um vinho? Esperaria que o mesmo falasse, e logo voltaria a falar. – Bom essa missão e um tanto interessante quanto perigosa, mas nada que não possamos fazer, tenho algumas propostas para os questionamentos dos meus colegas. Falaria dando uma breve pausa com um sorriso. – Nos recuse na marinha, ao menos até concluirmos essa missão, se nos recusar a entrada da marinha nossos nomes não vão para os arquivos, e se forem vão ser como reprovados, assim faria mais sentido alguém que acabara de ser reprovado na marinha ir para o exército revolucionário, logo nossa entrada na ilha seria mais segura, também não podemos ficar muito tempo aqui, precisamos de um local na cidade aonde possamos despistar os espiões deles e no próximo dia seguirmos nossa viagem. Dava uma pequena mexida no meu copo esperando o superior falar algo da minha ideia, quanto algo sobre minha bebida.

Histórico:
 

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