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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Bater e Correr em Shell's Town

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MensagemAssunto: Bater e Correr em Shell's Town   Bater e Correr em Shell's Town - Página 6 EmptyDom 21 Ago 2016, 18:08

Relembrando a primeira mensagem :

Bater e Correr em Shell's Town

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Leonarda München. A qual não possui narrador definido.


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Jinsang
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MensagemAssunto: Re: Bater e Correr em Shell's Town   Bater e Correr em Shell's Town - Página 6 EmptySab 18 Fev 2017, 22:31



-Ah, vocês são os idiotas que vão fazer a segurança hoje? Bom, podem entrar na casa pra conhecer o local, tô terminando o serviço aqui.

-Eu prefiro que você nos chame por marinheiros, não idiotas. Acho que é melhor você nos respeitar. Para sua segurança, sabe? -Diz Leona, tentando impor respeito ao sujeito.

-Tá garota, tanto faz. JÁ FALEI PRA FAZER ISSO DIREITO, SEU TOUPEIRA!

Leona avançava novamente em direção ao mulato -Não temos tan...- mas Org rapidamente puxa Leona para perto, e fala calmamente:

-Não, nem pense nisso. Apesar de esse cara ser um babaca, não argumente com ele. Se segure, mulher.

Por outro lado, Laith conversa calmamente com Alexandre Pires.

-Fique tranquilo senhor, seu negócio e sua vida estão em boas mãos, pode não parecer, mas aquela moça se mostrou bem promissora dentro da marinha...

-Tô sabendo moleques, tô sabendo. Vão entrar pra ver a casa ou vão ficar enrolando?

Laith então se aproxima de Org, e sussurra para o grandalhão:

-Fique de olho no alvo, algo me diz que ou ele não vai colaborar ou vai dar mais trabalho do que isso, confie em mim e Leona. Vamos verificar tudo. E ah sim, tente ficar de olho nele mais discretamente afinal não sabemos nada sobre ele e ainda e já está bem claro que ele não é simpático, me faça esse favor certo?

Org confirma com a cabeça, e pergunta para Alexandre se ele pode fazer algo para ajudar com o serviço. Enquanto isso, Leona e Laith adentram a casa, e vasculham os cômodos, procurando rotas de invasão. Diferentemente da noite passada, dessa vez a casa era simples, uma sala de estar, cozinha, banheiro, e o grande quarto de Pires, sendo que as únicas possibilidades de entrada eram a porta da frente, a janela da sala, e a janela do quarto. Ainda no corredor da casa, Laith puxa Leona, e conversa seriamente com a moça.

-Não me preocupo quanto a isso, sei que você vai fazer um ótimo trabalho, mas tome cuidado com as palavras contra aquele homem. Pessoas como ele não usam os punhos como arma e sim sua influência ou dinheiro e acredite que para ele ser um alvo não estamos falando de pouca grana.

De forma mais descontraída, completa:

-Não encare isso como uma bronca e sim como um conselho de um colega de trabalho.

Leona então se dirige para fora da casa, e observa Org ajudando Alexandre a pendurar uma placa numa casa vizinha. A guerreira percorre os arredores da casa, e percebe que a parte de trás da casa dá diretamente para uma encosta, e com uma boa visão do mar. Definitivamente, ninguém atacaria pelos fundos.

Local:
 

Laith se dirige até Alexandre, e pergunta para o mulato:

-Com licença senhor Pires, sei que é um incomodo, porém, para o melhor desenvolvimento da sua guarda poderia me responder se presenciou algum ocorrido anormal nos últimos dias perto da sua residência, local de trabalho, ou entre seus empregados?

-Meu querido, eu sou um homem ocupado. Não tenho tempo para prestar atenção em anormalidades que não envolvem os meus trabalhos. Algo mais?

Após alguns minutos, Org e Alexandre terminam de pendurar a placa, e se dirigem para dentro da casa. Leona e Laith também entram. Org então questiona os companheiros:

-E ai, algum plano de como proteger a casa?


OFF:
 
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MensagemAssunto: Re: Bater e Correr em Shell's Town   Bater e Correr em Shell's Town - Página 6 EmptyDom 19 Fev 2017, 12:36

A audácia do tal Alexandre Pires era algo de me enfurecer. Não consegui intimidá-lo, nem mesmo sendo boa nessa arte. Era um homem bem seguro de si, sabia quem era, e eu começava a ter uma opinião sobre ele: Um arrogante idiota. Por que proteger um cara desses? Cedric que merecia ser protegido, ele era legal. Pires era um arrogante. Eu não sabia o que estava acontecendo comigo... Parece que meus valores estavam invertidos, eu não estava conseguindo me ver como um símbolo de paz e justiça.

Talvez fosse o meu nervosismo alterando temporariamente meu senso, mas eu torcia para eu voltar ao normal o quanto antes, eu gostava de ser a justiça em pessoa. Mas certamente esse não era o momento. Avancei contra o mulato com mais uma fala agressiva, comecei a falar, mas Org me interrompeu, me dando um conselho de amigo. Não respondi, mas assenti em meu interior. Org estava certo, eu estava muito alterada. Respira, Leona, respira.

Fomos convidados a passear pelo interior da casa, e foi o que fizemos. Laith falou algo com Org, que assentiu e se voltou para Pires, ajudando a colocar a placa que tanto lhe incomodava. Achei uma boa ideia de Laith, eu também não confiava muito naquele homem.

O interior da casa, ao contrário da casa dos Bhfreagra, era simples. Sem muitos enfeites e salas extras, a casa se montava por um quarto, banheiro, cozinha e sala. Simples, prático, o ideal para alguém que não quer ter trabalho limpando. Haviam três entradas - a porta principal, a janela da sala e a janela do quarto - e outras três passagens que não cabem uma pessoa - no banheiro, na cozinha e no corredor.

- Isso não impedem de serem arrombadas. - matutei avaliando o interior da casa.

Passei por Laith no corredor e falei algo para lhe dar segurança, e o rapaz me respondeu dando um conselho:

- Não me preocupo quanto a isso, sei que você vai fazer um ótimo trabalho, mas tome cuidado com as palavras contra aquele homem. Pessoas como ele não usam os punhos como arma e sim sua influência ou dinheiro e acredite que para ele ser um alvo não estamos falando de pouca grana. Não encare isso como uma bronca e sim como um conselho de um colega de trabalho.

- Não se preocupe com isso também. Vai dar tudo certo.

Dito isso, nos separamos. Fui para o lado de fora, olhar as laterias e fundos da casa. Estava um belo dia, e a visão que tive foi tão estonteante quanto a mansão de Cedric. Atrás da casa havia uma encosta, que descia em um paredão natural formando um escudo contra as ondas que batiam em seu ritmo inconstante naquela manhã. Eu adorava ver o mar, me sentia inspirada, sabia que havia um Deus do Mar que os gladiadores acreditavam, então talvez fosse este o motivo.

Ninguém vai atacar por trás. É bem perigoso passar por aqui. Mas por via das dúvidas... Alguns instantes se passaram e eu decidi voltar para o interior da casa. Não vi os meus parceiros do lado de fora, então provavelmente estavam lá dentro. Alexandre, Org e Laith me esperavam lá. Org um pouco mais pensativo, se perguntando como faríamos para defender Pires, até que compartilhou sua dúvida com os demais.

- E ai, algum plano de como proteger a casa?

- Eu tenho uma ideia. - minha estratégia fora formada conforme eu caminhava pela casa, então apenas a expus para os outros - Temos três entradas que podem ser usadas: A porta principal, a janela da sala e a janela do quarto. - apontei uma a uma - E três que até podem ser usadas, mas exigiriam algum arrombamento, talvez uma explosão para que possam entrar todos. Estão no banheiro, na cozinha e no fim do corredor. Minha ideia é simples. Cada um deve vigiar duas entradas. Eu posso ficar com a porta principal e a janela da sala; Org pode ficar com o banheiro, e fica de frente para a janela do quarto; já Laith pode ficar vigiando a abertura do corredor e a da cozinha. A casa não é muito grande, provavelmente teremos mobilidade o suficiente para ajudarmos uns aos outros caso a ação comece. Eu sugiro que Pires fique entre mim e Laith, no meio do corredor, onde teremos visão dele e ele ficará mais seguro. Também podemos contar com que os sequestradores não entrem pelos fundos, já que há uma encosta sinistra ali. Bom, é a minha ideia, o que acham?

Ainda empunharia minha Katana e meu escudo velho, na mão direita e esquerda respectivamente. Meu medo de falhar me tensionava a fazer tudo certo, e não largar a arma era uma dessas medidas que decidi tomar. Tentaria ficar atenta a qualquer barulho que pudesse surgir pela casa, seja durante a conversa ou na aplicação do meu plano. Se o pessoal gostasse da minha ideia, tudo bem, caso contrário, perguntaria se a pessoa tem uma ideia melhor. Não queria puxar muito assunto, eu estava realmente séria e pronta para ação.

Se alguém atacasse a casa, me aproximaria de Pires para ficar de guarda, colocando o escudo na frente do corpo e a espada um pouco atrás, empunhada de forma a facilitar um golpe. Esperava que meus colegas fizessem o mesmo, se preparando para um possível combate.
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MensagemAssunto: Re: Bater e Correr em Shell's Town   Bater e Correr em Shell's Town - Página 6 EmptyDom 19 Fev 2017, 16:32



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A resposta dada pelo homem não surpreendia Laith nem um pouco, já esperava por algo negativo afinal não dava para confiar em homens como aquele. Nesse momento pensar como alguém da lei seria um erro afinal estavam lidando com invasores e ninguém melhor para pensar nisso que alguém que já fora do ramo. Pessoas treinadas em extração e infiltração, plano tático de ofensiva, distração e disfarce. Elementos já muito bem conhecidos pelo ruivo o qual tentava encaixa-los em um grande quebra cabeça envolvendo Pires, o motivo da conexão. Seria apenas pelo dinheiro ? E para conseguir invadir o local não poderia ser qualquer um.

“Se fosse uma invasão eles precisariam de um grande número, nós já teríamos percebido, talvez seja alguém de dentro e se for o caso estamos na pior.” O rapaz ditava para si mesmo tais palavras como um mantra buscando alguma resposta nas informações disponíveis, respirava fundo então voltando aos companheiros quando Leona tomava a palavra e respondendo a questão de Org, ouvia o plano ainda focando-se mais no grande problema.  – Algo me diz que se o mantermos dentro dessa casa ele estará protegido, algo não está encaixando muito bem aqui, além do mais como estamos lidando com alguém desconhecido isso só piora as coisas, eu prefiro ficar próximo de Pires no momento por isso acho tudo bem seguirmos os planos, mas não comecem combate, se algo ocorrer saiam da casa imediatamente e deixem comigo o resto. As chances estavam mais em algum interno da casa, era difícil mover uma tropa em plena luz do dia e ainda mais sem ninguém perceber.

Como último recurso de segurança o marinheiro andava até Pires e assim soltava um seco pigarro tentando trazer a atenção do homem e quando a conseguisse iniciaria seu plano pessoal. – Senhor Pires, seguimos algumas pistas e temo em alertar-lhe de um perigo. O rapaz dava uma breve pausa e se aproximava mais do ricaço deixando com que falasse apenas ao ouvido do mesmo. – Infelizmente por questões confidenciais não podemos divulgar as provas, porém, acreditamos que um dos possíveis sequestradores estejam entre seus funcionários, se eu fosse o senhor deixaria apenas os seus funcionários mais leais aqui e mandaria os outros para outras unidades, sei que é um homem importante, mas estamos falando aqui da sua vida não? Acredito que se o senhor fizer isso ganhara bom renome pois os funcionários amais aqui apenas morreriam em caso de um ataque, se fizer isso poderá ser visto como “Senhor Alexandre Pires, o empresário Benevolente", creio que você só tem a ganhar com esse plano. Era um blefe pois obviamente não tinha provas concretas da tal traição, mas se fizesse isso com certeza reduziria as chances de traidores ou então de obstáculos durante um processo de invasão.

Depois que conversasse com o empresário, independente da resposta, voltaria para a posição original do plano de Leona e então deixaria sua mão sobre a Ninjaken esperando um possível ataque. Se fosse contra um inimigo a curta distância tentaria se desviar do golpe para o melhor lado e usando o tempo exato de reação cortaria de baixo para cima buscando acertar perto das costelas ou do braço, caso fosse um inimigo usando uma lamina usaria a lateral da sua ninjaken para desviar a lamina deixando-a deslizar sobre sua arma e então tentaria chutar o adversário na altura das costelas para fazê-lo bater contra o corredor. Se fosse um oponente que usasse arma a longa distância ficaria atento á arma tentando desviar no tempo exato do projeto ao mesmo tempo buscando recuar para um local mais amplo ou para a saída.

Em último caso tentaria bloquear o golpe do inimigo, se fosse a curta distância, e desviando de possíveis golpes seguintes. O objetivo principal era a proteção de Pires e sendo assim caso derrotar o outro não fosse possível tentaria correr para o alvo e puxa-lo em direção da saída, nesse momento buscaria ter apenas a sua própria ajuda e de ninguém mais afinal ninguém ali era de sua confiança.

 
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MensagemAssunto: Re: Bater e Correr em Shell's Town   Bater e Correr em Shell's Town - Página 6 EmptyDom 19 Fev 2017, 17:55

~Narração~



-E ai, algum plano de como proteger a casa?

Prontamente, Leona estrutura um plano, que parece ser perfeito para a disposição da casa.

-Eu tenho uma ideia. Temos três entradas que podem ser usadas: A porta principal, a janela da sala e a janela do quarto. -Falava enquanto apontava as entradas. -E três que até podem ser usadas, mas exigiriam algum arrombamento, talvez uma explosão para que possam entrar todos. Estão no banheiro, na cozinha e no fim do corredor. Minha ideia é simples. Cada um deve vigiar duas entradas. Eu posso ficar com a porta principal e a janela da sala; Org pode ficar com o banheiro, e fica de frente para a janela do quarto; já Laith pode ficar vigiando a abertura do corredor e a da cozinha. A casa não é muito grande, provavelmente teremos mobilidade o suficiente para ajudarmos uns aos outros caso a ação comece. Eu sugiro que Pires fique entre mim e Laith, no meio do corredor, onde teremos visão dele e ele ficará mais seguro. Também podemos contar com que os sequestradores não entrem pelos fundos, já que há uma encosta sinistra ali. Bom, é a minha ideia, o que acham?

Org abre um sorriso, demonstrando que não esperava menos de Leona.

-Muito bem então. Cuidarei do quarto e da janela do corredor.

-Algo me diz que se o mantermos dentro dessa casa ele estará protegido, algo não está encaixando muito bem aqui, além do mais como estamos lidando com alguém desconhecido isso só piora as coisas, eu prefiro ficar próximo de Pires no momento por isso acho tudo bem seguirmos os planos, mas não comecem combate, se algo ocorrer saiam da casa imediatamente e deixem comigo o resto.

Os jovens marinheiros então assumiam suas posições na casa, prontos para qualquer tipo de invasão. Diferentemente dos planos de Leona, Alexandre quis se manter na sala, para conseguir ler seu jornal tranquilamente em sua poltrona.

Spoiler:
 

Após alguns minutos de guarda, Laith se direciona até Alexandre, tentando conseguir alguma vantagem durante a guarda.

–Senhor Pires, seguimos algumas pistas e temo em alertar-lhe de um perigo. Infelizmente por questões confidenciais não podemos divulgar as provas, porém, acreditamos que um dos possíveis sequestradores estejam entre seus funcionários, se eu fosse o senhor deixaria apenas os seus funcionários mais leais aqui e mandaria os outros para outras unidades, sei que é um homem importante, mas estamos falando aqui da sua vida não? Acredito que se o senhor fizer isso ganhara bom renome pois os funcionários amais aqui apenas morreriam em caso de um ataque, se fizer isso poderá ser visto como “Senhor Alexandre Pires, o empresário Benevolente", creio que você só tem a ganhar com esse plano.

-Olha moleque, eu adoraria que você calasse a boca. Sabe? Meus funcionários são simples carpinteiros e pedreiros, não tem chance alguma de que algum deles seja forte o suficiente pra conseguir efetuar qualquer tipo de ação, ainda mais contra mim. Em relação ao "Empresário Benevolente", sou eu quem movimenta a economia dessa ilha, moleque. Quer mais benevolência que isso? -Dizia sem ao mesmo tirar os olhos do jornal, sinal de puro desprezo em relação aos comentários de Kinder. -Foca em fazer teu trabalho.

Depois disso, Laith reassume sua posição, e preparados para invasão, os três marinheiros esperam... Até que...

*BLAM*


-PREPAREM-SE!!!!!

A porta de entrada é dilacerada por um golpe de machado de um grandalhão. Leona o reconhece imediatamente. A janela do quarto é estilhaçada com a entrada de um grandalhão armado com uma Katana. A janela da sala é destroçada pela entrada de dois sujeitos, também armados com Katanas. Laith a princípio é atacado pelos dois intrusos, mas com um movimento de corpo e espada, consegue bloquear o ataque de ambos. Org recua até o corredor, mantendo seu sabre rígido, pronto para qualquer movimento do grandalhão. Leona mantinha-se firme atrás de seu escudo, mas não recuava, afinal, não podia perder espaço para o mascarado.


OFF:
 

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MensagemAssunto: Re: Bater e Correr em Shell's Town   Bater e Correr em Shell's Town - Página 6 EmptySeg 20 Fev 2017, 17:31

Era bom ser reconhecido. Com certeza isso aumentava o ego de qualquer ser humano, ainda mais quando era algo que gostava de fazer. Foi o que aconteceu quando contei minha ideia para defender a casa. Cada um vigiava uma entrada secundária e uma principal, e segurava as pontas em cada cômodo. Laith acrescentou um comentário a medida que Org se animava em fazer sua vigia na porta. Não fiz objeção alguma para o ruivo, então apenas me posicionei na porta.

Pires foi para a sala sentar em sua poltrona e ler um jornal. Ouvi parte da conversa dele com Laith, e Alexandre, como sempre, me pareceu agressivo. Estralei a boca para que todos me ouvissem, não era novidade que eu não gostava do mulato. Só vou fazer esse trabalho porque a justiça manda, se não, eu faria Pires pagar pela sua arrogância. E sem muito rodeio prestei atenção na porta, esperando um ataque.

Cronometrado, calculado e planejado. Um golpe brusco na porta principal me surpreendeu, abrindo um grande sorriso na minha cara. Eu não estava tensa. Agora eu estava feliz, pois meu plano havia dado certo, e eu finalmente poderia entrar em ação. Um golpe de machado abriu a porta, que cedeu como papel, mostrando o grandalhão que já era um conhecido meu. Mostrei o escudo para meu oponente, escondendo a espada atrás de mim. Finalmente. Eu vou dar o meu melhor.

Pela sala, onde Laith estava, dois homens entravam já atacando, mas o rapaz mostrou grande maestria conseguindo se defender. Se eu conseguisse matar o gigante agora, eu ajudaria Laith, isso se ele já não tivesse acabado com um dos atacantes. Ele era bem habilidoso aparentemente. Não sabia da situação de Org, mas provavelmente estava sendo atacado também, checaria sua situação caso conseguisse vencer o meu oponente.

E era hora de focar nele. O grandalhão estava na minha frente, e provavelmente me reconhecera também. Abri um sorriso desafiador, apertando minhas mãos, uma no cabo da espada e a outra na alça do escudo. Eu queria ser bastante ofensiva, acabando rapidamente com aquele adversário. Tentaria ser rápida o suficiente para atacar primeiro, ajeitando meu corpo para realizar uma técnica que desenvolvi há anos, lá em Torino.

- Hero Brave Slash! - bradaria avançando.

A técnica era simples, mas impactava com um golpe maior que o normal. Avançaria contra o grandalhão sem medo algum, colocando minha mão direita para trás, esta que segurava a espada. Assim que chegasse perto do adversário, tentaria realizar um forte golpe vertical de cima para baixo, finalizando então a minha investida. Durante o caminho, eu poderia ser interrompida. Eu sabia que o meu escudo dificilmente aguentaria muita porrada daquele machado, mas ainda assim, antes usá-lo como defesa do que perder uma parte do corpo.

Tentaria prestar atenção em seus movimentos de interceptação, isso se ele conseguisse espaço para girar o machado. Se fosse um golpe horizontal, procuraria ter um bom tempo de reação para realizar o golpe da técnica, seguindo de um giro de corpo, onde tentaria colocar o escudo na frente do corpo em prol de defender a investida. Se a interceptação fosse dada com um golpe vertical, teria que interromper a habilidade, tentando me jogar contra uma parede para sair da direção do ataque, onde buscaria devolver com uma estocada ao estilo touché.

Caso minha técnica funcionasse ou não, tentaria emendar um golpe com o escudo, me jogando contra o homem, golpeando no centro de seu corpo, finalizando com uma estocada para perfurar o adversário. Sim a intenção era matar. Caso ele bloqueasse todos os meus golpes, ficaria atenta a um contra-ataque, os quais tentariam ser esquivados, usando de toda a extensão do corredor para me afastar. Eu precisava ganhar tempo para poder atacar novamente, afinal, eu não era uma máquina de golpes.

- Acho que quebrei uma unha. Mas não foi a minha. - faria o comentário irônico caso conseguisse vencer meu adversário, e então checaria a segurança de Pires. - Fique atrás dele. Vou ver como Org tá e já venho.

E faria isso mesmo. Correria para o quarto de Pires, se houvesse só um oponente, não interferiria. Eu achava tremendamente injusto ter que lutar contra alguém em desvantagem numérica. Era um código de honra que eu fazia questão de seguir. Caso Laith estivesse com problemas, ficaria lá para auxiliá-lo com bloqueios, usando o escudo ou a espada para auxiliá-lo.

Se todos tivessem sido derrotados, suspiraria e faria um comentário:

- Missão concluída?
Spoiler:
 
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MensagemAssunto: Re: Bater e Correr em Shell's Town   Bater e Correr em Shell's Town - Página 6 EmptySeg 20 Fev 2017, 18:15



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Tudo tinha acontecido muito rápido surpreendendo um pouco até mesmo o recém marinheiro, admitia que os homens tinham coragem por ter invadido a casa subitamente e apostando na força bruta, queria ter tido mais tempo para arrancar mais informações sobre o alvo deles todavia o momento só me permitia focar em dois adversários empunhando katanas, além do mais o espaço onde estava não era lá dos mais favoráveis e em um piscar de olhos ou como um instinto o ruivo conseguia bloquear o golpe dos dois ao que jogava seu corpo para um lado e a espada para o outro deixando ecoar no local o estridente som das laminas se batendo.

“Agora consigo entender melhor, realmente esse cara é um tolo, com certeza deve ter alguém habilidoso por trás dele tocando verdadeiramente o negócio” Esse era seu último pensamento ao ter conversado com o mulato a respeito dos seus empregados, não conseguia entender uma pessoa que deixava seu empreendimento às cegas com pessoas não fieis, agora a aposta do ataque vir por uma traição se tornava mais forte. Teria mais tempo para pensar, ou pensava assim, e em seguida vinha a invasão inimiga forçando o assassino ao combate.

Depois de ter defendido com sucesso o golpe acabava por recuar um pouco, afinal eram dois inimigos e ainda assim não tinha informações sobre outros locais ou sequer o alvo, resolvia então ir aos poucos para trás tentando chegar ao centro do cômodo onde teria bem mais espaço livre e para isso teria que tomar uma atitude de contra-ataque. Aos poucos ia indo para trás com passos menores e devagar e se o primeiro inimigo atacasse tentaria ter o tempo exato de contra-atacar após um desvio para o lado mais adequado além disso tentaria usar sua habilidade em acrobacia para conseguir um impulso com a parede e tentar desferir um chute contra a cabeça do inimigo preferindo assim o combate desarmado ao invés de sua arma. Sua lamina ficaria preparada para defender o próximo golpe ou então tentar afastar um dos mesmos com um golpe rápido, afinal era uma luta dois contra um e qualquer brecha o segundo inimigo seria imediatamente convertida em um fatídico golpe.

No caso do segundo inimigo tomar a dianteira usaria sua lamina para defender tentando fazê-la acertar no tempo certo contra a mesma e não buscaria uma resposta, apenas se afastaria com passos rápidos para trás buscando ganhar distância. Não sendo possível usar de acrobacias no espaço atual apostaria em usar o primeiro inimigo como um escudo e depois de desviar ou defender seu golpe tentaria travar seus braços passando seu próprio braço contra os outros dois do inimigo assim travando-o ou ao mesmo esperando isso. – Um passo e quebro os braços e depois o pescoço do seu amigo. Falaria o mesmo tentando expressar uma cara mais séria e intimidadora demonstrando a inexistência de blefes no momento.

Conseguindo chegar ao cômodo mais amplo tentaria olhar rapidamente uma única vez para o alvo da missão para checar sua missão, deixaria sua atenção e foco a audição e se algo acontecesse nesse meio tentaria desviar ou bloquear usando a espada como instrumento de breque do golpe. – Senhor Pires, Org, Leona, estão bem ? Falaria caso tudo tivesse dado certo e assim tendo uma resposta positiva olharia o ambiente buscando possíveis locais para usar de pontos de impulso, avançaria contra o primeiro inimigo e usando os bons pontos para tal faria um salto curto apenas para surpreender os bandidos e tentar cair atrás do primeiro, esperaria ele então ter uma reação e no tempo exato faria um corte com sua espada mirando o estomago tentando dar um bom dano e na sequencia desviando o mais rápido que poderia do golpe do segundo.


 
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MensagemAssunto: Re: Bater e Correr em Shell's Town   Bater e Correr em Shell's Town - Página 6 EmptySeg 20 Fev 2017, 20:52

~Narração~


OFF:
 

~Leona~
Ao derrubar a porta com seu machado, o grandalhão com máscara de coruja não esperava ser recebido tão educadamente por Leona, que sem ao menos permitir o grandalhão se recompor, avançava ofensivamente.

-Hero Brave Slash!

O susto de ser recebido por Leona,  fez com que o grandalhão hesitasse. Bloqueando o primeiro ataque de Leona com o cabo de seu machado, o homenzarrão recuou, tentando recuperar-se. Porém, a gladiadora não deu espaço para recuperações, e logo avançou em direção ao mascarado, que ainda estava recuando, com um de seus pés fora do chão. Leona então utilizou-se do peso de seu corpo, para realizar um ataque com seu escudo, lançando o grandalhão para fora da casa, caindo de costas no chão de terra.

-Você evoluiu desde nosso último encontro, garota. Ou será que só perdeu o medo?

O mascarado então se levanta, e observa o terreno. Percebe que não conseguirá lutar dentro da casa, por ser um espaço muito apertado e ele ser muito grande. E então, demonstrando sua maestria com o machado, puxa Leona com a parte não cortante de seu machado.

-Vamos fazer uma festinha aqui do lado de fora.

Spoiler:
 

Sua voz era grossa, e extremamente imponente. Não parecia estar ali pra se divertir. Seu tom era sério e duro. E ele estava preparado pra derrotar Leona.

~Laith~

Após seu bloqueio por meio de reflexo, Laith aparenta estar confiante, porém se mantém cauteloso. O ruivo recua aos poucos para o centro da sala de estar, onde não há tanta mobília para atrapalhar seus movimentos, o que foi uma ação inteligente. O primeiro oponente ataca Laith com uma estocada, e o jovem desvia o ataque sem grandes problemas. Porém, o que ele não esperava é que o outro invasor também atacaria, e ele rapidamente aplica um golpe no rosto do ruivo. Um pequeno filete de sangue escorre pela bochecha do marinheiro, que entra em posição de guarda, esperando uma nova investida.

Porém, novamente, o jovem é surpreendido com a habilidade da dupla. A sinergia entre seus oponentes é significativa. O oponente que atacara por último anteriormente, agora atacava primeiro, da mesma maneira que seu parceiro, com uma estocada. Laith desvia o golpe, e o oponente que antes atacara primeiro, agora faz seu movimento, abrindo um corte na outra bochecha do marinheiro. Os adversários de Laith se entreolham, e de forma uníssona, dizem:

-Isso vai ser divertido! Kyakyakya!

A fala revelou a fina voz das oponentes de Laith. Agora o ruivo sabia que enfrentava duas habilidosas mulheres.

~Org e Alexandre~

Enquanto isso, Org aparenta estar tendo dificuldades em relação ao ambiente, afinal, era um homem grande lutando contra outro homem grande em um espaço extremamente reduzido. Em relação ao seu oponente, Org estava lutando de igual para igual, porém a luta poderia demorar bastante, se nenhum dos dois guerreiros conseguisse alguma vantagem.

Já Alexandre, ainda se mantinha sentado, observando Laith lutar contra suas oponentes. Estava calmamente com o jornal em seu colo, fumando um charuto.


OFF:
 

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MensagemAssunto: Re: Bater e Correr em Shell's Town   Bater e Correr em Shell's Town - Página 6 EmptyTer 21 Fev 2017, 16:14



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A primeira parte do plano tinha sido executada com sucesso desviando do primeiro golpe, mas acabava se atrapalhando no meio do combate e em seguida vinha o golpe do segundo oponente resultando em um corte fino da bochecha, em seguida ambos repetiam a mesma estratégia e o ruivo se mantinha em guarda conseguindo desviar do primeiro e sendo atingido novamente pela segunda pessoa.

“Eles são rápidos. ” Novamente o marinheiro se colocava em posição de guarda deixando a ninjaken na diagonal com a lamina voltada para cima, seus olhos fixados em ambos os oponentes esperando alguma reação e ao ouvir a voz feminina o sorriso no rosto se abria em uma expressão mista de sinistro e sarcasmo. – Parece que eu tirei a sorte grande. Dizia olhando para as duas, talvez cortar a carne de duas mulheres seria mais prazeroso para seu eu sanguinário do que apenas cortar a garganta de um homem, não acreditava em deus, mas esse momento era uma benção.

“Elas duas agem muito bem em conjunto então tenho que tentar separar ou atrapalhar uma delas..não tenho resposta de nenhum dos outros dois então vou ter que me virar.” O rapaz suspirava e tentava bolar algum plano ou estratégia rápida, olhava para as duas oponentes e uma ideia vinha a sua cabeça, uma ideia muito arriscada. – Sabe, é difícil achar garotas assim todo dia, vocês merecem o meu respeito por tentarem se arriscar assim ou será que merecem minhas risadas por terem sido chutadas por todos os caras? Sim, Laith tentaria usar da intimidação para desconcentrar elas.

Caso avançassem o assassino tentaria desviar do primeiro golpe com uma acrobacia se possível e dessa vez se voltaria para a segunda, teria que ser mais rápido ou pelo menos mais inteligente, buscaria o ponto mais favorável para atacar da cintura para cima e de cima para baixo iria tentar realizar o pouso da acrobacia em um ataque com sua espada tentando ao menos dar algum dano, se por alguma ventura a primeira atacasse nesse intervalo ou depois tentaria defender o máximo possível usando sua ninjaken como aparato para melhorar a defesa.

Se nenhuma das duas avançasse o rapaz então tentaria avançar contra a primeira, mas não desviaria, tentaria acertar sua lamina contra a dela e no tempo exato de reflexo dar um chute no meio do estomago da oponente buscando fazê-la perder a formação e ficar atordoada, quanto a segunda tentaria agora desviar com um pulo longo para trás visando ganhar mais espaço e ficando atento a possíveis contra-ataques os quais responderia com respectivos e apropriados desvios.

Ao que deixasse fora de combate uma das duas se focaria na que sobrara deixando a mesma tomar a dianteira, focaria agora em desviar do golpe dela e tentar um contra-ataque pelas costas buscando um corte rápido na diagonal visando acertar as costas da adversaria e fazê-la ficar com um déficit na batalha.

Por acaso se derrubasse ambas oponentes ou elas recuassem voltaria então para Org olhando-o para verificar a situação de sua batalha e caso precisasse avançaria contra o inimigo depois da defesa ou desvio de Org e tentaria acerta-lo com rapidez na região das pernas e com um desvio rápido para tentar evitar ferimentos. – Org, está bem?



 
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MensagemAssunto: Re: Bater e Correr em Shell's Town   Bater e Correr em Shell's Town - Página 6 EmptyTer 21 Fev 2017, 16:53

O doce sabor da vingança estava bem próximo de ser degustado por mim. Outrora, quando fomos atacados na mansão, eu estava praticamente sozinha, não consegui dar o meu 100%, mas era diferente lá. Eu estava mais determinada, mais convicta que conseguiria vencer. Usei a minha técnica de gladiador, jogando meu corpo para frente e descendo minha espada como um relâmpago na direção do grandalhão, que bloqueou. Era a falha que eu estava esperando.

Desajeitado e surpreso, o homem ergueu uma das pernas para segurar o impacto de meu golpe, e foi justamente por isso que consegui um grande resultado na segunda investida, que se deu com um golpe com o escudo, que jogou o homem para a rua de novo. - Se coloque no seu lugar. - bradei quando vi o homem no chão da ilha da concha. O homem me elogiou, mas emendou um insulto na fala. - Eu não tenho medo de nada!

E dizendo isso, o mascarado girou seu machado, que se encaixou em meu corpo e me puxou para perto. Não tive reação alguma, afinal, nunca havia visto aquilo antes. Conta como experiência, né. Agora nós estávamos do lado de fora, na frente da casa de Alexandre. Provavelmente os que nos vissem por lá fariam uma roda para lutarmos, e se isso não acontecesse, ordenaria para os civis: - Mantenham distância, vocês podem se machucar! - eu realmente estava preocupada com a segurança deles, afinal, era meu dever protegê-los.

Não poderia fazer feio lá, eu tinha que lutar para vencer. Se o grandão me golpeasse horizontalmente com seu machado, tentaria realizar com contra-ataque simples, mas que, ao meu ver, quebraria a ofensiva dele. Consistia em avançar com uma estocada, abaixando um pouco meu corpo e depois subir a espada, perfurando meu oponente e, já que, hipoteticamente, havia me colocado perto dele, a lâmina de seu machado não encontraria minha pele. Obviamente não contaria só com a minha mente, a estratégia poderia ter falhas, e estas seriam tampadas com o meu escudo, que ficaria na lateral de meu corpo, bloqueando possíveis golpes.

Caso ele conseguisse se safar da estocada fatal indo para trás, daria um impulso para frente, girando meu corpo em 360 graus, finalizando com uma tentativa de extermínio, realizando um corte horizontal na altura de seu pescoço. - Você é um grosso. Está tudo bem agora, pessoal. - diria caso vencesse meu adversário ali. Se esse golpe também não funcionasse, ficaria esperta para um bloqueio, já que eu havia passado um tempo considerável com a guarda baixa. Tentaria colocar meu escudo na frente do machado, ou então usar a espada como escudo (caso não estivesse com ele ou estivesse sem tempo para bloquear). Mas não abusaria da sorte caso fosse um golpe vertical de baixo para cima, onde sabia que ele conseguiria mais força por conta da gravidade, que seria respondida com uma tentativa de esquiva, rolando para a direita e emendando um corte na perna de meu adversário.

Se a primeira investida dele fosse com um golpe vertical, tentaria me jogar para o lado, tentando marcar o tempo correto, para golpear com a espada nas mãos de meu oponente, o qual, sem as mãos habilitadas, não conseguiria segurar direito o machado, ou então nem mesmo levantá-lo conseguiria. Se conseguisse fazer isso, não o mataria, era injusto e desleal. Tentaria imobilizá-lo apontando minha espada para seu peito, deixando meu escudo de prontidão para um golpe surpresa. - Você já era. Sua vida de criminoso acaba aqui. ORG, LAITH, DERROTEI UM, MAS NÃO POSSO SAIR DAQUI. DEEM UM GRITO AI PRA EU SABER O QUE ESTÁ ACONTECENDO.

Caso o meu desarme não funcionasse, daria um pequeno salto para trás, inclinando meu corpo para frente e posicionando minha espada com a ponta mirando para ele. Deixaria meu escudo na frente do corpo, e pularia em sua direção. Minha ideia era parecer um jato, que aplicaria um golpe na primeira oportunidade que visse, estocando e matando o grandalhão. A respiração ofegante com certeza se faria presente, mostrando que a ação, apesar de ser em um curto espaço de tempo, era muito desgastante.

Também havia a opção dele não fazer nada e esperar um golpe meu, e nessa situação, investiria no primeiro golpe girando a katana em minha mão direita, até que me aproximasse o bastante para desferir um corte vertical de cima para baixo. Era um golpe fácil de ser bloqueado, e por isso, ao invés de acertar meu adversário, tentaria fazer a espada passar reto, induzindo o braço de meu adversário. Feito isso, colocaria força em meu braço, e somaria isso com a gravidade, que provavelmente me ajudaria a realizar a tentativa de golpe horizontal em meia altura, que poderia pegar meu adversário desprevenido.

Se minha investida não desse certo, recuaria aos passos para trás, tomando cuidado com os golpes verticais, que seriam respondidos com a tentativa de esquiva, sempre para trás. Os golpes horizontais tentariam ser defendidos com o escudo o até mesmo a espada, procurando conseguir tempo para me distanciar um pouco mais.

Tentaria prestar atenção nas minhas costas, afinal, haviam pessoas dentro da casa ainda. Se ouvisse algum som de passos, colocaria o escudo na frente do meu corpo e olharia de relance para trás. Se visse roupas brancas, não golpearia, eram meus aliados. Pires usava terno branco, Org e Laith o uniforme azul e branco da marinha. Eu tinha a minha lógica. Se visse alguém desconhecido, pularia para o lado, saindo da direção da porta de entrada. Levantaria minha mão direita (a da espada) cruzando meu corpo, e desceria a mesma na direção da porta, golpeando quem passasse por ali, ainda deixando meu escudo cuidar dos golpes que poderiam chegar pelo machado, que tentariam ser bloqueados com as mesmas estratégias anteriores.

- A justiça da marinha sempre prevalecerá.
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MensagemAssunto: Re: Bater e Correr em Shell's Town   Bater e Correr em Shell's Town - Página 6 EmptyTer 21 Fev 2017, 18:29

~Narração~


~Leona~

Após as provocações da marinheira, e do movimento inesperado do máscara de coruja, Leona pensa nos civis que podem estar por perto, e visando protegê-los, exclama:

-Mantenham distância, vocês podem se machucar!

-Que bonitinha, tentando proteger os civis... Gweahahaha! Não se preocupe, não machucarei nenhum inocente...

O homem então gira rapidamente seu corpo, e com seu machado aplica um golpe horizontal. Leona já esperava algum golpe parecido, assim, rapidamente se abaixa, desviando do corte  e num impulso, acerta uma estocada abaixo da costela direita do grandalhão. Leona sente a lâmina de sua espada penetrar a carne do indivíduo, mas ele não expressa dor alguma, e logo agarra Leona pela cabeça, e a arremessa para trás.

-Espertinha, hein, garota? Mas será que você me aguenta? Gweahahaha!

Então, o homem avança, e levanta seu machado acima de sua cabeça, num rápido movimento desce seu machado como uma guilhotina, mas a gladiadora se esquiva a tempo, apenas fazendo com que o golpe acertasse em sua espada, fazendo o metal vibrar com o impacto. Num ato compassado, Leona tenta cortar o braço do mascarado que recebe o golpe no antebraço, mas ele novamente parece ignorar a dor. Ele ergue o machado novamente, dessa vez com uma mão, e apoia o grande cortador de árvores em seu ombro. Leona recua, e permanece encolhida atrás de seu escudo, pronta para uma nova investida.

-Já brinquei demais contigo, garota. Tá na hora de terminar com isso.

Com o braço bom, o coruja segura firmemente seu machado, e gira seu corpo, fazendo com que o mesmo acompanhe o giro, aplicando um longo golpe horizontal. Como única chance de defesa, Leona ergue seu escudo na direção do machado, e o golpe destrói o escudo totalmente, fazendo com que a gladiadora sinta uma leve ardência em seu braço por conta do impacto.

Spoiler:
 

Agora, Leona, já sem seu escudo, precisava usar sua inteligência e sua agilidade para derrotar seu grandioso oponente.

~Laith~

-Parece que eu tirei a sorte grande. -Diz Laith com um sorriso.

As duas invasoras parecem não entender o comentário do ruivo, e permanecem em silêncio, observando o rapaz.

-Sabe, é difícil achar garotas assim todo dia, vocês merecem o meu respeito por tentarem se arriscar assim ou será que merecem minhas risadas por terem sido chutadas por todos os caras?

-Kyahahahahahahaha! Que merda é que esse garoto tá falando? -Pergunta uma das invasoras.

-Kyakyakyakyakyakya! Não faço a mínima ideia... Vamos logo acabar com isso! -Responde a outra.

As duas avançam em posição de estocada, e o jovem tenta se esquivar utilizando-se de uma acrobacia, e consegue desviar parcialmente dos ataques, mas pequenos cortes se abrem na altura de suas costelas.

O jovem ruivo então avança em direção a uma das assassinas, e tenta atacá-la, mas a outra entra na frente, e defende o golpe. Em mais uma demonstração sinérgica, o alvo primário de Laith agora sai de trás de sua defensora, e num corte limpo, aumenta ainda mais o ferimento na costela do jovem.

-KYAKYAKYAKYAKYA!!!!!!

~Org e Alexandre~

Org continua sua intensa batalha no corredor da casa. Nenhum dos dois lutadores sobrepujou o outro, e a luta aparenta estar empatada, porém o adversário de Org parece estar levemente mais cansado que o marinheiro.

Alexandre, que antes estava concentrado em seu jornal, agora virava sua atenção ao ruivo, que acabara de ser atingido pelo golpe das duas invasoras. Com uma das sobrancelhas levantadas, o negão diz para si mesmo:

-Aiaiaiaiai, essa machucou hein moleque?

Alexandre então levanta de sua poltrona, e dá três batidas na parede atrás de sua poltrona o que faz um compartimento escondido abrir. De lá, ele parece retirar algo de dentro do buraco, mas ainda não é possível dizer o que é.

OFF:
 

Histórico (Leona):
 

Histórico (Laith):
 

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MensagemAssunto: Re: Bater e Correr em Shell's Town   Bater e Correr em Shell's Town - Página 6 EmptyQua 22 Fev 2017, 13:49



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O sangue começava a escorrer lentamente não só pelo rosto como pela ferida nas costelas, o impulso era de levar a mão imediatamente para o local, porém, sabia que se fizesse isso seria o fim. O sorriso permanecia no rosto enquanto a atenção se focava nas duas garotas, se fosse uma isolada conseguiria derrotar facilmente, mas o fato de ser uma dupla complicava muito mais a situação. Ouvia a frase do mulato mas ignorava-a, sua sede de sangue agora era maior do que a vontade de responde-lo.

- Está começando a ficar divertido aqui.

Decidia que não iria avançar e assim o rapaz se mantinha em posição de guarda, o primeiro ataque estava quase sempre conseguindo se safar, todavia o problema vinha na resposta.  A ninjaken ficava na diagonal em um ângulo de aproximadamente 60 graus deixando com que ficasse mais fácil para defender qualquer golpe. Se viesse em um movimento de estocada o ninja tentaria se desviar de forma simples do golpe e se focaria no segundo, tentaria desviar com uma acrobacia usando de um rolamento, se visse ser muito arriscado apenas usaria a ninjaken para desviar a lamina inimiga para o lado oposto do golpe tentando anula-lo.
Caso as duas atacassem juntas com um ataque vertical ou horizontal buscaria então desviar usando de acrobacia, rolamento no caso de golpe horizontal e salto longo no caso de vertical, sua resposta viria então com uma defesa trazendo a ninjaken para perto de si e usando-a para atrapalhar a lamina adversária. Se a dupla fizesse um misto (horizontal e vertical) tentaria defender o primeiro e desviar do segundo usando os movimentos mais adequados na hora buscando o tempo certo de cada um.

Tinha uma estratégia, mas seria arriscada, usaria dessas defesas para ir mais para trás quase encostando na parede e quando conseguisse a distância certa tentaria atrapalhar o primeiro golpe levando sua ninjaken a mesma direção do golpe e quando o golpe da segunda bandida viesse tentaria desviar o suficiente para segurar no punho dela e fazê-la prender sua lamina na parede buscando ficar atrás do corpo da mesma para que sua amiga não atrapalhasse. Nesse instante sacaria sua arma rapidamente e tentaria dar um corte na região do braço para que não usasse, todavia se não conseguisse; em qualquer das hipóteses; iria recuar o mais rapidamente possível com um salto longo para a direita fugindo da parede.

Não estava prestando atenção nas cenas atrás, mas conseguia ouvi-las. Sendo assim, se ouvisse algum barulho estranho ou que estivesse se aproximando muito tentaria rapidamente se desviar para o lado oposto ao som com um salto e rolamento no pouso para ganhar distancia, não se importando com o que atingiria.



 
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Extras: Cortes no rosto (2/5 para curar)
Feridas nas costelas (1/5 para curar)

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