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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 1° Act - That's the point

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AutorMensagem
ADM.Tidus
Duque Azul
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ADM.Tidus

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MensagemAssunto: 1° Act - That's the point   1° Act - That's the point - Página 6 EmptySab 20 Ago 2016, 13:26

Relembrando a primeira mensagem :

1° Act - That's the point

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Ranya Rembrandt. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
Sylvanas
Narrador
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MensagemAssunto: Re: 1° Act - That's the point   1° Act - That's the point - Página 6 EmptyTer 13 Set 2016, 14:52

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Carruagem

Depois de ouvirem que Ezekiel seria o líder da missão, Yumi e Ranya concordavam entre si em sussurros que talvez aquela não fosse a melhor opção, mesmo assim não deixavam que ninguém além delas mesmas percebessem isso. O grupo se juntou após pegarem as insígnias e então foram para a recepção almejando seus novos uniformes.

Ranya logo foi a primeira a falar como de costume.– Olá. Gostaríamos de uniformes do governo, terminamos nosso alistamento faz alguns minutos e o agente Clint indicou para pega-los aqui. - A mulher de óculos atrás do balcão os viu e respondeu após olhar minuciosamente para os corpos de todos. - Claro, esperem um minuto. - Após isso, ela pegou três ternos completos que estavam em sacos plásticos debaixo do balcão e os entregou respectivamente em ordem de tamanho.

Depois de irem para os banheiros e se trocarem vestindo os ternos, e ficando bem elegantes, se dirigiram para o arsenal do Quartel onde havia mais uma recepção e atrás dela um grande marinheiro rodeado de centenas de tipos de armas. Ezekiel conseguiu suas soqueiras, Yumi suas novas botas e Ranya sua segunda espada, nenhum deles tinha sido perguntado sobre suas insígnias, somente por estarem com seus ternos eram reconhecidos como agentes agora.

Os três novamente juntos seguiram para a carruagem, onde havia um marinheiro retirando com uma pá a neve em volta das rodas de madeira, na frente dela também, havia um homem quase roxo de frio e com um grande bigode que tremia segurando as rédeas dos dois cavalos. - Agentes da CP-2! - Ao vê-los, ele prestava uma continência esperando que os três entrassem no veículo, sendo o último a adentra-lo.

- Já podemos ir, limpei o caminho! - O marinheiro exclamou ao motorista que bateu com as cordas no lombo dos cavalos que começaram a andar, puxando devagar o carro sobre a neve, afundando suas patas sobre ela.

– Ahn.. Ezekiel, como me esqueci da apresentação antes, farei agora. Me chamo Ranya Rembrandt, é um prazer conhecê-lo. - Ezekiel logo continuou o diálogo, enquanto Yumi e o soldado apenas escutavam. - Ah sim, agradecido pela brandura Ranya. Devo imaginar que a menina gata se chama Yume pois sempre recita seu nome em voz alta... Bem por algum motivo aleatório me colocaram como o líder dessa missão e como estamos em uma equipe atualmente acho que existe coisas mais importante de saber nesse momento. Começarei por mim, eu sou um médico e tenho conhecimento em primeiros socorros, anatomia humana e toxicologia... Nessa missão acredito que não precisarei usar nenhum tipo do meus conhecimentos porem gostaria de saber o de vocês para que possa planejar nosso posicionamento durante a execução da missão. - O garoto pedia informações sobre todos ali, e o soldado se incluiu nisso.

Ranya começou. – Consigo ser bem furtiva, tenho um bom conhecimento em atuação e sei pilotar qualquer tipo de veículo. - Depois dela, Yumi disse apenas duas palavras. - Yume... Assassina... - O soldado estranhava sua fala, mas logo dizia bradando seus conhecimentos. - Sou o Soldado Will Perry!, já fui escoteiro e sei muitas coisas também, sabe como é HAHA! - Tentando se enturmar com o trio de pessoas estranhas a sua volta, deu duas cotoveladas fortes no braço de Ezekiel enquanto ria, após isso seu sorriso se foi e ele ficou tímido enquanto engolia seco olhando pela janela por onde caiam vários flocos de neve.

Depois de mais ou menos vinte-minutos, a carruagem parou. Haviam chegado na casa da menina, ou pelo menos na casa do pai dela. E lá estava ela, em cima do telhado de provavelmente dez metros de altura, rindo e balançando as pernas enquanto jogava bolas de neve em duas mulheres que gritavam loucamente para  que ela arrumasse um jeito de descer de lá.

A garota devia ter lá seus oito anos de idade, tinha olhos e cabelos brancos e vestia um sobretudo também branco. Ao ver aquela cena, o soldado que aparentemente gostava de contato físico pegou no pulso de Ezekiel com firmeza enquanto falava apontando para a menina. - Santo Rei dos Mares! Precisamos tirar aquela garota de lá antes que ela caia!! - Seu semblante de preocupação fitou todos dentro da carruagem.

...

Enquanto isso, no quartel. O atirador que antes havia desmaiado sobre a neve acordou e agora buscando uma pessoa  para requisitar um novo teste, conseguiu ver aquele mesmo avaliador de antes a sua frente, mancando um pouco com o tornozelo enfaixado. - Me dê outra chance… Me deixe fazer outro teste por favor! - O agente o olhou tentando se lembrar dele, e quando se lembrou, lambeu seu bigode e avançou contra Flippy. - Ah você está ai, quando eu disse que sue teste havia TERMINADO!!?? - Depois que chegou ao sofá onde o garoto estava, com suas duas mãos começou a enforca-lo com a pressão sobre o couro do móvel, onde a cada segundo Flippy perdia o ar.

Talvez se o atirador pudesse ler seus pensamentos, acharia ele ainda mais repulsivo. ~ Como eu gosto de abusar desses novatos... ~ -  Mas não deixando que ele saísse de suas mãos, continuou resmungando enquanto tentava  enforcar o testado.

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ADM.Kiodo
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MensagemAssunto: Re: 1° Act - That's the point   1° Act - That's the point - Página 6 EmptyTer 13 Set 2016, 19:07

O acaso transformar o calmo jovem loiro como líder, no momento que começava a rotacionar seu piercing labial e no momento que demonstrava sua compulsão era fácil notar a mudança de expressão em Ezekiel que ficava muito mais sério que o seu normal. Ranya começava a responder o pedido de Ezekiel e dizer seus conhecimento. - Consigo ser bem furtiva, tenho um bom conhecimento em atuação e sei pilotar qualquer tipo de veículo. Yume falava pouco porem dava as informações pedida. - Yume... Assassina... O soldado se apresentava com seus conhecimentos também. - Sou o Soldado Will Perry!, já fui escoteiro e sei muitas coisas também, sabe como é HAHA!

Ezekiel recebia duas cotoveladas do soldado Perry que parecia animado, o rapaz olhava com um sorriso e continuava rotacionado seu piercing enquanto pensava sobre como trabalhar da melhor forma possível. 'Uma assassina provavel que saiba se esconder muito bem e se mover com certa facilidade em obstáculos diferentes, pode ser interessante olhando o perímetro e descobrir a aproximação de algum suspeito... Ranya sabe atuar e tem uma incrível voz, bem isso é ótimo, pois poderia deixar ela encarregada de ficar com a garota e tentar fingir ser amiga dela, quem sabe assim não iremos conseguir saber o que o pai dela faz...  Perry o animado, o que eu poderia fazer?, vou pedir uma averiguação no local que estivermos com a garota e descobrir se existe algum tipo de forma dele rastrear se havia alguém que estava no local antes de nós chegarmos ou em sua proximidades. Para mim sobra o trabalho humilhante, não podemos deixar a garota nervosa e pode ser que toda essa movimentação a deixe nervosa, já que fomos encarregado de protege-la então é necessario ter certeza, bem vamos ser o escravinho dela e fazer todas as vontades para mante-la distraída.' O homem raciocinava tudo que acreditava que fosse possível para todos executarem e assim aguardaria chegar no local continuando a rotacionar seu piercing por todo o caminho, chegando no local uma cena imprevisível a garota que devíamos proteger estava em cima do telhado e duas moças estava desesperadas pedindo para a garota descer.

O desespero maior parecia ser do soldado Perry que segurou firme em meu pulso e recitou. - Santo Rei dos Mares! Precisamos tirar aquela garota de lá antes que ela caia!! Ezekiel firmava seu pulso e levantava de maneira firme e civilizada, era o momento que parava de rotacionar seu piercing para começar a executar a missão, devido a situação iria ter que começar de uma maneira diferente do imaginado, olhava para Perry e dizia com clareza. - Calma, você está em uma equipe. Então acredite no potencial de sua equipe. O jovem loiro direcionava seu olhar para a Yume e recitava. - Yume acredito que seja facil subir até o telhado para você, traga aquela garota para o chão em segurança o mais rápido possível. O jovem começava a caminhar para dentro da residencia esperando que a Yume fosse na frente em velocidade e os outros dois o acompanhava, direcionava seu olhar para Ranya e diria de maneira claro em uma tom de voz mediano. - Ranya você ama aquela garota, ela é sua melhor amiga ou melhor fazer a sua melhor atuação dessa forma. Se aproxime da garota e se mantenha próximo a ela, tente descobrir o máximo possível sobre o pai dela. Sabendo o motivo do pai dela ter medo e esse tipo de receio ao pedir ajuda de proteção ao governo, talvez possemos ter ideia de quem pode nós atacar. Direcionava seu olhar para Perry e diria mantendo seu tom. - Perry acredito que você sabe rastrear observe os arredores, veja se existe algum tipo de pegada ou rastro suspeito e me avise, não tente seguir esses rastros ou pegadas sozinho de maneira alguma.

Ezekiel entrava na residencia de maneira calma confiando em seus companheiros enquanto caminhava, ajeitava seu terno principalmente na parte do pulso que possivelmente fico embaraçada com o aperto de Perry. Caso Yume conseguir trazer a criança até o solo em segurança iria se aproximar de Yume colocar a mão sobre a cabeça dela expressando de maneira física um ótimo trabalho, acompanhando a sua ação corporal diria de maneira calma e tranquila. - Ótimo, agora eu preciso que você faça sua função de verdade, se esconda mantenha a observação em quem se aproxima da residencia qualquer movimento suspeito avise-me. Caso a menina venha tropeçar e cair do telhado antes que Yume conseguir pega-la e o homem conseguir notar, tentaria executar uma corrida o mais rápido possível e pularia tentando evitar que a garota se choque ao chão. Após isso voltaria a se aproximar de Yume e iria dizer. - Relaxa acontece, agora eu preciso que você faça sua função de verdade, se esconda mantenha a observação em quem se aproxima da residencia qualquer movimento suspeito avise-me.

Com a garota em segurança no chão o homem iria se aproximar da garota e com um sorriso e em um tom doce diria. - Olá docinho, Meu nome é Ezekiel e o seu? esperaria a garota responder e mantendo o sorriso diria. - É um lindo nome, farei qualquer coisa que me pedir, ok? Assim o homem ficaria próximo da garota e da Ranya que acreditava que também estaria próximo a pequena criança, aguardando algum pedido por parte da pequena. Caso a menina estiver com algum tipo de ferimento o homem iria até aquelas duas moças que estava gritando para ela descer do telhado e diria com sorriso. - Olá a menina está com um leve machucado, será que tem algum kit básico de primeiros socorros nessa casa? bandagem, soro fisiológico, gazes essas coisas. Caso tenha o kit o homem iria pegar e levar a menina até o banheiro pedindo ajuda da Ranya, no banheiro limparia a ferida da menina com água corrente e depois limparia com o soro e secando com uma gaze e suavemente finalizaria aplicando a bandagem e diria com um sorriso. - Pronto você precisa tomar um pouco mais de cuidado. Caso não tiver nenhum item citado iria limpar a ferida da menina com água corrente, em seguida iria fazer um curativo na ferida mesmo que fosse com bandagem improvisada, em seguida entregaria dinheiro suficiente para uma das empregadas da casa e pediria para ir comprar um Kit e depois fazer o procedimento correto.  

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Última edição por Kiodo em Ter 13 Set 2016, 23:40, editado 2 vez(es)
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Ryoma
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MensagemAssunto: Re: 1° Act - That's the point   1° Act - That's the point - Página 6 EmptyTer 13 Set 2016, 20:45




Ranya

Enquanto a carruagem seguia, todos apresentavam-se e diziam suas habilidades. Levou o tempo da viagem toda para o líder pensar no que fariam, tomando as decisões mentalmente antes de colocar em prática seu plano. Will Perry chamava-se o soldado que os acompanhava, um sujeito animado e dizia ter sido escoteiro. De certo modo, Ranya apenas sorria para ele quando o mesmo a olhava e deixava palavras para quem precisava delas. Pouco tempo depois, chegando até a casa do nobre, encontravam quem eles precisavam proteger basicamente se matando. "Não vai ser fácil." De rápido no grupo, só podia pensar em Yume e rapidamente ela era ordenada para ir até o telhado buscar a garota. Ainda duvidas sobre o comandante da missão, escutava-o com atenção olhando apenas para ele. – Tudo bem. – Deixou as cortesias de lado, pois ainda eram do mesmo nível, ele sendo o homem em comando ou não.

"Você vai me deixar lutar, certo?" A deusa estava ansiosa para lutar, suas mãos precisavam de um pouco de sangue para sentir-se viva novamente. "Claro, você merece um pouco de tempo." Sorria sem perceber, observando a movimentação dos outros enquanto ela parecia estar andando por um campo de flores. Pouco importou-se com a situação da garota, estava mais focada em seguir o caminho e depois verificar se ela estava realmente bem. Ranya começaria a atuar somente quando a menina estivesse em seu campo de visão, pois desta forma ela iria saber que poderia ser vista. Fazendo um rosto de surpresa e um olhar amigável, correria até a nobre, ajoelhando-se próxima dela enquanto checava se estava tudo bem com seu corpo e roupas. – Ah.. Ah.. Aconteceu alguma coisa? A senhorita está com alguma lesão? – Obviamente preocupava-se com a situação da garotinha, mas também estava atuando para conseguir afetar ela com sua preocupação e ver se abria-se um pouco mais. – Me desculpe por estar assim, mas me preocupo muito com sua situação. Seu tio me mataria se soubesse que algo aconteceu por minha culpa, então me desculpe por ser tão inconveniente sobre isto. – Mostrando alivio, no caso dela estar bem, levantaria-se sem sair de próximo dela. Ranya apresentaria-se em um momento oportuno, fazendo questão de ser amigável. – Antes de começarmos, me chamo Ranya Rembrandt, sou uma agente do governo enviada para acompanha-la. – Sorriria, ajudando ela a andar se necessário, segurando sua mão.

No caso dela ter se ferido com o ocorrido, largaria os ferimentos nas mãos de Ezekiel. A jovem ficaria próxima da garota, mostrando preocupação e ajudando-a a ficar tranquila se o tratamento fosse doloroso. Terminando de trata-la, Ranya faria questão de pegar a jovem como uma princesa, carregando-a para onde fosse necessário, mas se a garota não estivesse gostando desta situação, iria apenas deixa-la descer e segurar uma das mãos dela enquanto andavam por ai. Pois o ferimento podia atrapalhar na caminhada ou algo do tipo. Quando realmente estivessem saindo da casa e indo leva-la até o destino principal, Ranya trataria de começar a conversar com a pequena. – Sei que é chato, mas a senhorita poderia me dizer o seu nome? Meus superiores esqueceram de informar esta questão para nós, estamos apenas sabendo que é alguém muito importante. – Sorria gentilmente. – Estar perto de pessoas lindas é realmente bom, me sinto sortuda por ter sido colocada para acompanha-la. – Tudo poderia ser interpretado como verdade, pois a espadachim colocava todos seus esforços na atuação para conseguir convencer a garotinha de que era uma pessoa boa e estava ali para ser sua amiga. – Pode me pedir  qualquer coisa, estou aqui para ajuda-la. – Continuaria dando atenção para a garotinha, esperando conseguir mais liberdade para conversar com ela e poder perguntar coisas mais complicadas.

Se em algum momento qualquer tipo de ameaça estivesse vindo, Ranya colocaria-se na frente da garota, deixando sua mão direita sobre a katana do lado esquerdo. Torcia para os seus companheiros cuidarem de qualquer coisa antes de chegar até a nobre, mas caso fosse necessário, iria bloquear os golpes com suas katanas, desviando eles para longe e protegendo-a sem pensar em mais nada. Atacaria os possíveis inimigos em contra-ataque, logo depois do bloqueio com uma estocada em qualquer parte do corpo deles. No caso de ficar muito perigoso, agarraria a garota, abraçando-a e correria para longe, buscando algum lugar seguro enquanto saltava de um lado para o outro em zigue-zague querendo precaver de possíveis ataques. Em primeiro lugar sempre estava a garota, por isso, se necessário, Ranya colocaria sua vida em risco entrando na frente de algum ataque que poderia acertar a garota.

off:
 
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anthic
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MensagemAssunto: Re: 1° Act - That's the point   1° Act - That's the point - Página 6 EmptyTer 13 Set 2016, 22:15




"Ótimo... Mais um peso pra carregar..." Olhava para o marinheiro com desgosto que não deixava transparecer em suas expressões faciais. Ou pelo menos tentava, já que não era exatamente a melhor pessoa em jogos sociais. Geralmente mantinha sua expressão impassível e isso era mais do que o suficiente para manter seus pensamentos em segredo. Apenas se concentrava em ignorá-lo pelo resto da viagem, enquanto observava os flocos de neve que despencavam dos céus e lembraria do chão gelado que tinha que suportar durante as tempestades frequentes na ilha. Bem como diversas missões em que foi obrigada a atravessar distâncias na neve e quase morreu com hipotermia.

Chegando no local, fazia sua varredura sobre todas as pessoas, objetos e edificações presentes, não tendo muita dificuldade em perceber uma garotinha no telhado da casa, jogando bolas de neve à uma altura de dez metros. "..." Escutava o grito exasperado do marinheiro, que mais parecia uma menininha do que um recruta digno. Conquanto o ignorava categoricamente. "Isso... Parece divertido..." Ezquiel começava a falar, o que quase conseguia tirar um sorriso da Mink. "Potencial da equipe é?..." Revirava os olhos ao escutar a ordem dele. Não é como se não soubesse que precisava mantê-la em segurança, não precisava de alguém dizendo isso.

Correria até o local, já procurando por alguma forma de subir rapidamente a parede. Seja se impulsionando pelas paredes, ou tentando escalar algum cano ou grade que estivesse permitindo que fizesse isso ilesa. Sua aceleração, junto com as habilidades acrobáticas talvez fossem ajudá-la bastante nesse quesito. Caso não tivesse como fazer isso, teria que subir por dentro da casa até o telhado... de alguma forma. Caso conseguisse chegar no telhado antes da menina cair, se aproximaria dela com um sorriso tentativamente amigável. - Oi! - Diria, erguendo as mãos enquanto se equilibrava cuidadosamente no telhado cheio de neve. "Ainda bem que sou leve..."

Se aproximaria o mais rápido possível. - Posso me sentar? - Perguntaria, já se sentando ao lado da menina. Com a mão próxima dela, deixaria alerta, próxima da menina no caso de ela se mover para frente, pegaria em sua axila, ou então no braço, e se não fosse possível, em algum pedaço de roupa para impedir que ela caísse, para então puxar para cima novamente, e levá-la para baixo por alguma outra entrada um pouco mais segura. Caso contrário, com a outra mão, começaria a lançar bolas de neve na cabeça do Ezequiel nas moças que estavam lá em baixo. Ou pelo menos tentava, já que algo que jamais foi capaz de fazer foi mirar qualquer coisa. Se tentasse acertar um alvo à 1m de distância capaz de acertar o próprio pé.

Enfim, depois de lançar duas ou três bolas de neve na cabeça do Ezequiel nas senhoras, comentaria, depois de juntar bastante coragem e força interior. - ... Porque não desce com Yume, onde dá pra correr e escapar das bolas? Mais emocionante... - Ficava alerta para segurar a menina no primeiro movimento errado. Ou se escorregasse em qualquer momento também permaneceria alerta para segurá-la. A levaria cuidadosamente pelo telhado até alguma janela ou entrada que permitisse voltar para a casa e chegar até o térreo com ela.

Com a aproximação de Ezequiel com a mão estendida, cerraria os olhos, refletindo a intenção de arrancar alguns membros. "A mesma humilhação de novo não!!" Com as garras prontas para golpear, movimentaria na direção do braço dele sem a intenção real de acertá-lo, fazendo isso lentamente para que ele tivesse tempo de escapar. Por mais revoltada e independente que fosse, não iria atacar um agente do governo, que por sinal era o líder de sua equipe no momento. - Fique... Longe... - Continuaria caminhando para a floresta. A melhor coisa que poderia fazer naquele momento era desaparecer e fazer uma avaliação do terreno, sozinha, isolada e em silêncio, como gostava de permanecer. "Ele não é uma pessoa ruim... Só é... Meio... Estúpido?" Dava de ombros, enquanto desaparecia nas sombras das árvores, usando as folhagens como camuflagem.

Começaria a rodear o local em silêncio, procurando por armadilhas ou qualquer coisa que pudesse indicar que a casa seria atacada ou tivesse sido alvo de investigações recentemente. Claro que a neve era um fator complicador, então Yume era obrigada a se locomover com extremo cuidado e atenção. Qualquer coisa que pudesse indicar que seria atacada ou pega por uma armadilha, saltaria para a lateral e para trás, rolando no chão e correndo para longe. Procuraria sempre se reposicionar, utilizando os obstáculos da floresta para permanecer escondida e sua audição aguçada para manter qualquer pessoa que estivesse ali, ou a perseguindo, em seu 'radar'. Na primeira suspeita de um possível ataque, voltaria para a mansão para avisar o que estava acontecendo.

Spoiler:
 

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Whiteshark
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MensagemAssunto: Re: 1° Act - That's the point   1° Act - That's the point - Página 6 EmptyTer 13 Set 2016, 23:03

Parecia que eu estava com sorte, mal precisei sair do sofá e já encontro o capitão que nos supervisionou nos testes. Ele vinha mancando um pouco com um dos tornozelos enfaixados. Parece que aquele grupo o causou bons danos a ele, pena que eu não estava consciente para ajudá-los. Mas vou me esforçar para tudo isso mudar, além do mais, devo uma para o cara da touca e com certeza irei pagar pela ajuda dele com juros.

Ele lambia seu bigode enquanto se aproximava, como se eu fosse um petisco para ele, de nenhum jeito aquilo seria bom para mim. Então antes de dar um sprint em minha direção ele grita:

- Ah você está aí, quando eu disse que seu teste havia TERMINADO!!?? - Aquele bigodudo marombeiro se moveu mais rápido do que eu podia imaginar e em segundos já estava pressionando meu pescoço num terrível aperto. Eu tentava respirar, mas nenhum ar chegava aos meus pulmões. Estava começando a me desesperar e utilizava as mãos para afrouxar a sua pegada em meu pescoço, ao menos um pouco para não apagar de vez. E foi quando eu quase estava desistindo mais uma vez, lembrei de seu caminhar até mim. A ferida no tornozelo. E agarrando aquela chance como a última da minha vida, chutaria aquele ponto machucado o mais forte que eu conseguia nas condições em que eu me encontrava.

Esperando que aquele chute fosse o suficiente para pelo menos fazer com que ele diminuísse a pegada em meu pescoço, procuraria ao redor, algum tipo de objeto, qualquer coisa, para bater em sua cabeça e caso ainda estivesse com minha pistola, a sacaria e atiraria em seu pé, para ver se aquele velho louco parava um pouco. Então, caso tudo tivesse dado certo, eu apontaria a arma para a sua cabeça e perguntaria:

- Já estou aprovado para você? - Caso ele dissesse não, eu engatilharia a arma e faria a mesma pergunta uma segunda vez e se ele se recusasse a me aceitar, atiraria em seu outro pé, só de garantia.

Se não estivesse com o revólver que ele tinha me dado na hora do teste, eu simplesmente me afastaria e procuraria na sala em que estava algo que pudesse usar como arma de arremesso. Poderia ser um pequeno mastro de bandeira, daquelas decorativas que ficam em salas ou gabinetes, ou até aquelas canetas de metal que são um pouco mais pesadas, poderia até ser um peso de porta de madeira. Ambas eu primeiro avaliaria  o peso o mais rápido que a situação me permitia, qual era o lado mais leve e o lado mais pesado e lançaria em pontos não letais do capitão bigodudo de acordo com estes detalhes (para a lança, só jogaria em sua perna ferida com a parte mais pontiaguda). Com uma voz de desdem falaria:

- Estou aprovado agora, senhor?

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Sylvanas
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MensagemAssunto: Re: 1° Act - That's the point   1° Act - That's the point - Página 6 EmptyQua 14 Set 2016, 15:22

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Suicídio

Durante a viajem até a casa da nobre, o céu já estava deixando de ser iluminado e as primeiras estrelas começavam a aparecer enquanto a luz do sol se escondia no horizonte. Ezekiel percebeu o desespero do soldado, e o acalmou o fazendo respirar fundo. - Calma, você está em uma equipe. Então acredite no potencial de sua equipe. - Com isso o soldado assentiu com a cabeça, engolindo suas mágoas.

- Yume acredito que seja fácil subir até o telhado para você, traga aquela garota para o chão em segurança o mais rápido possível. - Talvez o agente estivesse superestimando as habilidades acrobáticas da mink, mas isso não a fez duvidar da ordem. - Ranya você ama aquela garota, ela é sua melhor amiga ou melhor fazer a sua melhor atuação dessa forma. Se aproxime da garota e se mantenha próximo a ela, tente descobrir o máximo possível sobre o pai dela. Sabendo o motivo do pai dela ter medo e esse tipo de receio ao pedir ajuda de proteção ao governo, talvez possemos ter ideia de quem pode nós atacar. - Ranya também não desacatava as ordens de Ezekiel, e então os três saiam da carruagem abafada, agora sentindo novamente os ventos gélidos do inverno.

O soldado Perry também fez sua parte, começou a andar averiguando os cantos dos muros e dos arbustos próximos assim como pedido pelo líder da missão. Vendo a movimentação dos agentes e do soldado, a garota dispersou seu sorriso doce para algo mais "maléfico" e logo a aparentemente sua mãe, uma mulher alta que vestia também roupas chiques e brancas com as mesmas características de sua filha voltou-se a Ezekiel. - Graças a Deus vocês chegaram! Não vimos ela subindo ali, e agora não quer descer! - Disse em tom muito preocupado.

A casa era basicamente um bloco gigante e amarelado, com várias janelas e um telhado marrom que tinha um parapeito onde a garota estava sentada. Yumi subiu vários andares de escada pois não haveria como ela ter escalado aquilo, ao chegar no telhado, a garota virou sua cabeça e começou a olhar a mink minuciosamente, ainda balançando as pernas pronta para se jogar. - Oi! - Yumi disse tentando ser amigável, a garota não esboçou reação e somente ficou com uma cara de boba. - Posso me sentar? - Por sorte era um telhado de boa qualidade, além disso a mink possuía uma boa agilidade mesmo no lugar coberto de neve. - Permita-me! - A voz infantil da nobre disse, agora tirando um pouco de neve ao seu lado para que Yumi se senta-se.

Depois de alguns segundos, onde nesse meio tempo Ezekiel tinha sido alvejado em sua cabeça por três bolas de neve, duas de Yumi e uma da garota, em cheio. A mink começou a conversar, deixando o máximo de timidez de lado.  - ... Porque não desce com Yume, onde dá pra correr e escapar das bolas? Mais emocionante... - Desta vez a garota não gostou nada nada do que ouviu, e emburrecendo a face disse. - Eu gosto da sensação da vertigem! Além disso, aqui ninguém pode me acertar e eu posso estar acima de todos, onde é meu lugar! - Balançando mais suas pernas, quase para cair, disse antes novamente com um sorriso mais pestinha.


- É verdade! Você não pode subir aqui... Só eu!! - A menina puxou as roupas de Yumi com toda sua força, a jogando para fora do telhado! Todos viram a cena, por sorte Yumi caiu em um monte de neve e folhas de outono. Depois disso, a garota se jogou para cima dos agentes. - Wiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii! - Foi ouvido enquanto caía, junto com suspiros das duas moças, a sua mãe e a empregada da casa.

Por sorte Ezekiel estava esperto, e antes que ela se esborrachasse no chão a pegou no ar. A garota riu como nunca enquanto via sua mãe suspirando preocupada e aliviada. - Obrigada! Muito obrigada moço!!... Querida você está bem!? - Disse sem chegar muito perto de sua filha. Porém, a garota estava muito mais interessada em Ezekiel.

- Olá docinho, Meu nome é Ezekiel e o seu? - A nobre o olhou achando graça de seus percings e quando escolheu um, o direito do seu queixo, o pegou fortemente e o tentou arrancar somente para causar dor no agente, que sentiu o que ela queria. Logo depois a garota disse e saiu correndo de seus braços pulando em um monte de neve próximo ao de Yumi e se escondendo lá. - Meu nome não te interessa, seu estranho! - De certa forma, ela tinha razão, Ezekiel era um pouco estranho com seus piercings em todo rosto e era a primeira vez que ela via aquilo.

Sua mãe veio ao encontro de Ezekiel assim como Ranya tentou achar a garota no meio da neve.- Ah senhor agente... Perdoe por minha filha, ela é muito doce mas possui brincadeiras muito estranhas... Não sei mais o que fazer! - Disse um pouco triste, talvez se ela tivesse tentado-a educar pelo menos uma vez ela não seria assim hoje.

Quando chegou ao monte de neve, Alice (que era o nome da pestinha), fez o que queria desde que viu a Mink Agente, buscou durante alguns segundos seu corpo e então puxou com toda a força a cauda de felino de Yumi, fugindo logo depois disso, mas dando de cara com Ranya, começando a olha-la com olhos inocentes.

– Ah.. Ah.. Aconteceu alguma coisa? A senhorita está com alguma lesão? - Ranya começou a atuação no momento em que a viu. - Não esta vendo como estou machucada, ou é cega!? - Disse em tom irônico ao responder a agente. – Me desculpe por estar assim, mas me preocupo muito com sua situação. Seu tio me mataria se soubesse que algo aconteceu por minha culpa, então me desculpe por ser tão inconveniente sobre isto. - Alice a olhou com um sorriso maléfico e respondeu prontamente sem pensar antes. - Meu tio é um bunda mole! Meu pai é que lhe mataria até se eu pedisse!! - Ranya continuou o espetáculo. – Antes de começarmos, me chamo Ranya Rembrandt, sou uma agente do governo enviada para acompanha-la. - Alice finalmente se apresentou.

- Encantada, senhorita Rembrant! Você parece a menos estranha entre essas aberrações. Meu nome é Alice Belacqua. - Disse roucamente a inocente Alice se curvando como uma verdadeira dama na idade média. Naquele momento no entanto, o soldado Perry chegou próximo a Ezekiel com certa preocupação e vendo que a garotinha estava a salvo chegou próximo dela tentando ser gentil. - Olá garotinha... Que coisa mais gute-gute não é mesmo!! - Disse fazendo uma careta estranha, uma careta que se transformou em um rosto de dor quando foi atingido por um soco da nobre que quase o fez cair pra trás, indo até Ezekiel depois disso.

Falando baixo, ele continuou tomando cuidado para que só fosse ouvido pelo líder da missão. - Senhor Comandante, encontrei pegadas muito recentes indo para perto de um arbusto próximo, e escutei alguém correndo quando tentei me aproximar, é provável que estivessem espiando a garota a todo momento. Como devemos proceder? - Esperou uma resposta enquanto acariciava seu próprio nariz que estava sangrando um pouco. Agora eles já poderiam entrar na carroça, e seguir seu rumo, mas tendo essa informação, Ezekiel poderia muito bem fazer o que quisesse agora que tinha o controle de tudo.

...

Já no quartel, outro agente, dessa vez o avaliador do grupo voltava a esganar Flippy enquanto este tentava se soltar com as mãos. Mas é claro que isso era inútil, e pensando nisso o garoto conseguiu aplicar um chute contra o tornozelo enfaixado do velho, que o soltou e colocou uma das mãos sobre o local ferido. - AAAI! Isso é golpe baixo!! - Mas isso foi antes do grito que o bigodudo deu, antes de gritar e cair com seu pé sangrando por uma bala que o atirador fincava com sua pistola, assustando todos na recepção com o som do tiro.

- Já estou aprovado para você? - Em meio a outro grito, o agente se levantou mancando e sangrando. - Que merda garoto!! Não tenho um segundo de paz e já sou ferido novamente... HAHAHA... Tudo bem, está aprovado. - Disse levantando as mãos no final de sua frase.

- Vá até a sala do Agente Clint assim como os outros e veja se já saíram em missão, agora seu problema é com Clint, sai do meu pé! - O ferido se movimentou mancando então para a ala médica onde começou a ser atendido novamente.

Off:
 

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MensagemAssunto: Re: 1° Act - That's the point   1° Act - That's the point - Página 6 EmptyQua 14 Set 2016, 16:08




A doce garotinha que balançava as pernas pelo telhado só poderia ser descrita como a única e própria reencarnação de Lúcifer na terra. Depois de jogar Yume do telhado - que por sorte a queda foi amortecida por neve e folhas - a Mink ainda teve o seu rabo puxado com força, sendo obrigada a soltar um grunhido de dor enquanto tentava se desvencilhar de tanta neve. "Uff... Conheço essa garotinha por 02 minutos e já coloquei ela no topo da lista de alvos a serem eliminados..." Ainda sentada na neve ficava a acariciar sua cauda, colocando os pelos em ordem enquanto observava as ações malévolas ocorrendo diante de seus olhos. "Ela seria uma boa candidata a ser colocada para o treinamento de assassinos... Talvez desse um jeito nesse temperamento dela... Ou pelo menos ela quebrava de uma vez e morria por falta de vontade de comer..."

Pois é, não parem para ler os pensamentos de uma arma. - Huuh~ - Finalmente se desvencilharia da neve, batendo o terno para tirar o excesso de gelo e umidade. Olhava de um lado para o outro. Refletia em sua expressão a simpatia pelo sofrimento de seus colegas. - Yume vai olhar por aí. - Sim. Liberdade! O melhor lugar para estar era o mais longe da diabinha Alice. Uma menina mimada pelos pais, que provavelmente não teve lá muito amor e carinho. Tinha tudo que pedia menos atenção. Já havia visto histórias demais para se comover com pouca coisa. E já havia lidado com alvos suficientes para saber que no futuro, ela seria um eles. Dava de ombros, como se aquilo não tivesse nada a ver com ela - o que era verdade, já que a missão era apenas proteger a infeliz agora.

Sem dar tempo do 'líder' responder e fazendo questão de estar o mais distante possível da menina, ia na direção oposta em direção à floresta enquanto desaparecia nas sombras das árvores, usando as folhagens como camuflagem. Começaria a rodear o local em silêncio, procurando por armadilhas ou qualquer coisa que pudesse indicar que a casa seria atacada ou tivesse sido alvo de investigações recentemente. Claro que a neve era um fator complicador, então Yume era obrigada a se locomover com extremo cuidado e atenção. Qualquer coisa que pudesse indicar que seria atacada ou pega por uma armadilha, saltaria para a lateral e para trás, rolando no chão e correndo para longe. Procuraria sempre se reposicionar, utilizando os obstáculos da floresta para permanecer escondida e sua audição aguçada para manter qualquer pessoa que estivesse ali, ou a perseguindo, em seu 'radar'. Na primeira suspeita de um possível ataque, voltaria para a mansão para avisar o que estava acontecendo.

Spoiler:
 

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MensagemAssunto: Re: 1° Act - That's the point   1° Act - That's the point - Página 6 EmptyQua 14 Set 2016, 17:36




Ranya

A garota comportava-se como um verdadeiro demônio, tratando mal todas as pessoas que tentavam ajuda-la e servi-la. Yume foi a que mais sofreu com isto, sendo jogada de cima da casa e ainda tendo o seu rabo maltratado pela pequena. "Preciso compensa-la depois." Ranya não gostava de como a mink era tratada, ficando incomodada, mas sabia que precisava focar apenas na nobre e fazer dela a melhor pessoa do universo. Endeusar a garota seria ótimo para um relacionamento já que ela se achava muito superior, necessitando até mesmo de uma subido ao topo de sua casa. A mãe dela mostrou-se mente fraca, deixando sua filha fazer tudo sem nenhum problema e isto tinha criado aquela pessoa mal educada. "Todo nobre é assim?" Questionou enquanto observava ela fazer um show durante sua aproximação. "Sim.. As pessoas ricas sempre são dessa forma, tratando os outros como se fossem lixos. Boa sorte com ela, eu não gostaria de estar lidando com essa criatura maligna." Ryess estava correta. Somente com uma boa atuação e bastante paciência se conseguiria falar com a pequena menina.

Escutou, aceitou e respondeu tudo o que ela dizia. O trabalho que poderia ser em fácil, tornava-se um tanto desagradável ao conversar com a garota. Sentiu como ela odiava Perry, assim como Ranya também não gostava dele. Era óbvio que a pequena não gostaria de ser tratada daquele modo, resultando em dores para o soldado e um olhar nada agradável da espadachim. Fitou o ex-escoteiro com um olhar assassino, indicando claramente que não queria ele se aproximando ou falando com a garota sem ela começar a interação. "Outro idiota não, já basta aquele atirador inútil. É bom ficar longe dela ou irá estragar essa missão, imbecil." Não acreditava em um leitor de mentes, mas imaginava que ele perceberia a razão da forma como ela o olhava. Voltando para Alice, sorriria e indicaria a carruagem em que seguiriam viagem. – Podemos seguir? – Ajudaria ela a entrar na carruagem, olhando para Ezekiel antes de entrar, esperando saber o que ele queria que a jovem fizesse agora. Quando chamada, iria se aproximar e deixar Perry por hora com a garota, dando um breve aviso para ele. – Não diga nada, só cuide dela enquanto não estou por perto. – Firme e direta, como uma ordem de algum superior. Sendo assim, seguiria até o líder e escutaria suas palavras sobre a missão. A ideia pareceu até boa, mas se os perseguidores ainda estivesse por perto, seria complicado imaginar um sucesso. De qualquer modo ela seguiu para o interior da carruagem, decidindo o que fazer lá dentro e isolando-as no interior, esperando seguir viagem, mas sendo antes surpreendida por uma pergunta para a pequena.

Sozinhas ou não, focaria apenas em olhar a garota. – Desculpe a intromissão, mas a senhorita sabe a razão de necessitar da nossa proteção? – Indagava com um sorriso suave no rosto e uma forma mais tranquila e amigável de agir, sem tanta preocupação e discrição. – Seu pai ou tio tem tanto medo assim de alguém para pedir proteção do governo, imagino qual a razão para isto... Ah, ouvimos pouco sobre este caso. Me perdoe por ser intrometida. – Queria agradar ela e mostrar que preocupava-se com sua opinião, desculpando-se como a pessoa inferior que era, tratando-a como prioridade enquanto procurava informações. – Mudando de assunto, Vossa senhoria é bem forte com base nem sua idade e tamanho. Fiquei surpresa, imagino que já deva ter derrotado alguém que a incomodou anteriormente. – Sorriu, mantendo certa distância pelo medo de estar aproximando-se muito rápido, mas ficando próxima o bastante para protegê-la se necessário. "Suas atuações me incomodam muitas vezes, acho que vou sair e deixar você sozinha até arranjar uma luta de verdade. Protegendo essa garota eu não vou lutar e você não vai querer que eu saia." Pronta para sair, Ryess ia já fazendo a movimentação, mas foi parada pela dona do corpo. "Fique comigo... Você sabe que não vou conseguir se me sentir só... É... Ah... Complicado.." Não foi preciso mais, a deusa resolveu ficar depois de escutar isto.

O plano real seria colocado em ação quando ambas estivessem na carruagem, esperando partir ou mesmo já se movimentando um pouco, ainda próxima da residência. Ranya começaria a rir um pouco baixo, aumentando de leve os risos enquanto olhava para o fundo do local que as carregava. – Senhorita, acredito que não vamos para a cidade dessa vez. – Retirava a katana da bainha, atravessando-a nos fundos da carruagem, começando a pressionar para baixo visando corta-la em linha reta. – Eu não gosto do meu líder. – Proferiu com um largo sorriso no rosto, começando a cortar para a direita. – Muito menos confio nele. – Desta vez cortava para cima e finalmente para a esquerda. Criando um quadrado suficientemente grande para passar ambas juntas. – Os planos dele não são nada agradáveis, da forma como estamos atualmente eu prefiro ficar aqui e seguirmos de outra forma para a sua própria segurança. – Estenderia a mão para a garota, aguardando ela mesma aceitar aquela fuga. – No fim, quem irá se prejudicar é ele. Nosso superior já falou que qualquer fracasso será culpa dele, não vejo motivos para seguir os planos daquele esquisito. – Seguraria firme a garota, pulando para fora da carruagem, pousando de forma suave no chão com toda a furtividade que poderia ter naquele momento, saindo de forma silenciosa e rápida. Mesmo se a garota não quisesse realmente sair, Ranya a pegaria e saltaria para fora, desculpando-se com antecedência. – Me desculpe, mas é para a sua segurança. – Diria, enquanto encaixaria novamente o pedaço cortado da carruagem no local, para não ficar um buraco, deixando o veículo seguir somente com Ezekiel e o condutor. O fato de deixar um buraco no fundo da carruagem já era significante para os criminosos imaginarem que ela não estava lá, mas torcia para isso funcionar apenas tampando ele. E para qualquer questão de ataque, optaria por agarrar a garota, envolvendo-a em seu corpo enquanto se esquivaria dos golpes em saltos, tomando distância com os impulsos procurando um local seguro para se esconder com ela. Usando o próprio corpo para protegê-la de ataques se necessário.

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Última edição por Ryoma em Qui 15 Set 2016, 10:20, editado 3 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: 1° Act - That's the point   1° Act - That's the point - Página 6 EmptyQua 14 Set 2016, 21:07

Tudo aquilo acabou tão rápido que nem tive tempo para ficar nervoso. Quando o avaliador me deu as costas a mão da pistola começou a subir sem o meu controle, eu tentava baixá-la, mas parecia que meu braço estava travado, ele tremia, devido a força que eu fazia para colá-lo ao corpo. Em minha mente uma gargalhada ecoou, seguida de uma voz que nunca tinha ouvido antes:

“Atiro ou não atiro moleque? Zhahahaaha. Seria engraçado ver um agente morto em sua própria base por um tiro nas costas dado por um iniciante de merda.” Eu começo a ficar tremendamente nervoso, olhando para os lados para ver se alguém presenciava aquilo. Só fiquei 10 segundos com a arma apontada para as suas costas, mas aqueles segundos pareciam uma eternidade. Assim que o capitão chega a porta, consigo baixar minha mão e escuto mais uma vez a voz de outrora.

“Qual é moleque? Está tremendo?! Zhahahahaha, você não reconhece uma brincadeira? Fique esperto, se eu ver que te falta pulso firme, eu mesmo farei as coisas por você.”

Eu não sabia o que tinha sido aquilo, mas torcia muito que não acontecesse outra vez. Será que eu estou ficando louco? Não… Não posso ficar pensando nessas coisas. Lembrando das últimas palavras do capitão bigodudo, me viro e tento procurar por mim mesmo a sala do Agente Especial Clint, mas caso não a ache, perguntaria a alguém que estivesse por perto sua localização. Enquanto perguntava, tentaria esconder a mão direita, que ainda tremia compulsivamente, no bolso da calça.

Com essa informação em mente, seguiria para a sala do Agente Especial e em sua presença falaria:

- Agente Especial Clint? Terminei o teste do avaliador e ele falou para eu vir até aqui. Estou a sua disposição a partir de agora. Ah... É mesmo. Aqui no quartel tem uma forja? - Ficaria em pé na sua frente esperando sua resposta.

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MensagemAssunto: Re: 1° Act - That's the point   1° Act - That's the point - Página 6 EmptyQui 15 Set 2016, 02:28

A situação tomava um rumo desastroso e atendo Ezekiel rapidamente corria em direção a garota evitando a queda da mesma sobre o chão. E sua simpatia era confrontado com um ato de soberba da pequena garota, um golpe forte sobre o rosto do agente faria o nariz do homem ficar levemente ferido porem nada grave. 'Perto do sobrenome da minha família, o sobrenome dessa garota tem o tamanho de um verme... Acho que por impulso devo ter escolhido o caminho errado... porém não é hora para pensar sobre isso. Vamos Ezekiel relaxa, fique calmo e pense, por algum motivo você é o líder e você sabe as responsabilidades de um líder, não é a missão que está em suas mãos e muito menos a vida dessa garota. A verdadeira responsabilidade é como você fez a execução para não expor seus companheiros em risco, aparentemente já cometi um erro pois deixei a Yume cair do telhado.'

- Fuhss O sopro suave do rapaz como se fosse uma forma de se acalmar naquela situação, a aproximação de uma moça que parecia ser a mãe daquela pequena. - Ah senhor agente... Perdoe por minha filha, ela é muito doce mas possui brincadeiras muito estranhas... Não sei mais o que fazer! a voz entristecida da mulher comovia o agente que diria. - Não se preocupe, sendo que tome cuidado pois aparentemente a sua pequena joia não tem a capacidade de reconhecer um nobre... É quer dizer, se um dia ela tomasse esse tipo de atitude com uma grande família nobre que estão muito acima de nós, você sabe. O jovem coçaria a cabeça como se tivesse errado naquilo que o homem queria, pois quase revelo seu passado e alem disso pode está preocupando a mãe da menina. - Perdão pelo o que eu acabei de dizer, não era a intenção. Não se preocupe irei proteger sua filha com minha vida independente de qualquer coisa. Ezekiel recitava de uma forma desjeitosa, enquanto se levantava e coçando um pouco o seu nariz para sentir com a profundidade do ferimento e era notável que deixo apenas um incomodo.

Ranya aparentemente estava se aproximando bem da criança, porem em um estado de preocupação e tensão se aproximava Perry que tentava ser educado com a garotinha e dizia de maneira cômica. - Olá garotinha... Que coisa mais gute-gute não é mesmo!! Obviamente de maneira soberba a garotinha agredia o soldado, sendo que o mesmo aparentava não se importar muito com essa atitude. Em um tom mais baixo no ouvido de Ezekiel. - Senhor Comandante, encontrei pegadas muito recentes indo para perto de um arbusto próximo, e escutei alguém correndo quando tentei me aproximar, é provável que estivessem espiando a garota a todo momento. Como devemos proceder? O homem terminava sua falacia com Ezekiel e esperava uma resposta do homem que instintivamente novamente começava a rotacionar seu piercing labial direito. 'Hmmmmmm. Acredito que estão preparando uma armadilha na estrada... Talvez eu possa descobrir.' Ezekiel parava de rotacionar seu piercing e em seguida colocava a mão no ombro de Perry e dizia aos ouvidos dele em tom baixo. - Cuide da garoto por um momento. Em seguida o agente que estava no comando da missão iria se aproximar de Ranya e dizer em seus ouvidos. - Preciso falar com você por um minuto.


Se afastaria um pouco da Ranya e da pequena criança e esperaria que Perry fique de guarda naquele momento, assim que Ranya se aproximar de Ezekiel o homem diria em um tom baixo para que somente a mulher possa ouvir. - Estão nos observando e acredito que eles pensem que iremos levar a garota para algum outro lugar já que chegamos com essa carruagem. Então estou pensando em descobrir se é uma armadilha mesmo, eu entrarei na parte da frente da carruagem ficando ao lado do motorista dizendo que ficarei de guarda... Pela personalidade dessa criança não deverá ser difícil você entrar com ela na parte de trás e dizer que quer pregar uma peça em mim, acredito que a menina vai aceitar fácil, corte o fundo da carruagem e sair da carruagem com a garota da maneira mais furtiva possível. Faria uma pausa e abria um sorriso malicioso e voltaria a dizer. - Perry e Yume ficará aqui com você, veja pelo lado bom se realmente for uma armadilha talvez essa ameaça esteja fazendo um favor a vocês. Quando acabar de dar as instruções para Ranya esperava que a mulher voltasse a ficar junto com a garota, assim o homem voltaria a chamar o soldado para ter uma conversar em tom baixo. - Avise a Yume como será a situação que deve está nas proximidades da casa, a situação é o seguinte estou a tentando forçar um teatro fingindo que iremos sair da casa com a garota, para descobrir se estão pretendendo fazer uma armadilha na estrada. Vocês dois deverão ficar na casa juntamente com Ranya e proteger a menina se houver um ataque na casa, enquanto eu estiver fora. Para finalizar eu não ficarei fora muito tempo, então voltarei o mais breve possível.

Esperando Perry seguir suas instruções o homem começava a caminhar em direção da Ranya com a garota e diria. - Bem acho que uma boa parte de ser um nobre é pode comprar muitas coisas, vamos fazer um passeio de compras pela cidade? Perguntaria para a pequena e caso a respostava for positiva. - Então não se preocupem, eu e Ranya iremos proteger essa menina. Porem tudo ficará bem. Caso a reposta da garota for negativa o homem movimentaria os ombros para cima e para baixo e assim diria. - Bem ficaremos em casa, então. Com a reposta negativa o homem iria ter que pensar em um segundo plano, rotacionava seu piercing labial novamente com uma de suas mãos. 'Então acho que teremos que descobrir quem eram essas ameaças.'

O homem iria a procura de Perry e Yume e te preferencia iria tentar encontrar os dois juntos, entretanto não faria muita diferença. - Parece que o jogo virou não é mesmo, o plano terá que mudar. Yume e Perry rastreiem juntos essas pegadas e o possível suspeito que estava nos espiando e caso ficar muito perigoso voltem imediatamente. Ezekiel voltaria a se juntar com Ranya e a garota em seguida e diria no ouvido dela. - Yume e Perry foram averiguar, parece que ficaremos por aqui. Continue tentando descobrir o máximo possível.

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Sylvanas
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MensagemAssunto: Re: 1° Act - That's the point   1° Act - That's the point - Página 6 EmptyQui 15 Set 2016, 16:15

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Plano

Enquanto a noite ficava cada vez mais fria e escura, os agentes tentavam colocar suas intenções individuais em jogo. Ezekiel podia ser um nobre em sua ilha de origem, mas em qualquer outro lugar, sem ninguém para provar isso ele era somente um agente assim como suas companheiras. - Não se preocupe, sendo que tome cuidado pois aparentemente a sua pequena joia não tem a capacidade de reconhecer um nobre... É quer dizer, se um dia ela tomasse esse tipo de atitude com uma grande família nobre que estão muito acima de nós, você sabe. - A mãe de Alice sorriu e depois de uma risada colocando a mão direita em sua barriga continuou. - Não se preocupe Agente, minha filha de um jeito ou de outro, sabe com quem pode e quem não pode agir assim. - Ela respondeu o olhando ironicamente, sem saber que estava a frente de alguém que estava a vários degraus acima dela.

O líder da missão requeria falar com Ranya, a espadachim então deixou a garota aos cuidados do Soldado Perry, que manteve distância da menina, estando pronto para pular em cima dela caso corresse, a nobre estava fazendo anjos (ou demônios) de neve no chão. - Estão nos observando e acredito que eles pensem que iremos levar a garota para algum outro lugar já que chegamos com essa carruagem. Então estou pensando em descobrir se é uma armadilha mesmo, eu entrarei na parte da frente da carruagem ficando ao lado do motorista dizendo que ficarei de guarda... Pela personalidade dessa criança não deverá ser difícil você entrar com ela na parte de trás e dizer que quer pregar uma peça em mim, acredito que a menina vai aceitar fácil, corte o fundo da carruagem e sair da carruagem com a garota da maneira mais furtiva possível. - Disse em tom baixo para a  espadachim, esta que ajudou a nobre a subir para a carruagem enquanto Ezekiel passava suas ultimas ordens para o Soldado, que batia continência e ia de encontro a Yumi, a mink que havia entrado em uma mata densa nas proximidades para buscar pistas.

Depois de indicar ao soldado o que fazer, o garoto foi então ao encontro de Ranya e Alice que estavam já dentro da carruagem. - Bem acho que uma boa parte de ser um nobre é pode comprar muitas coisas, vamos fazer um passeio de compras pela cidade? - A nobre o olhou pensativa e logo depois olhou para a outra agente ao seu lado. - Tudo bem... - Por mais que ela odiasse concordar com aquelas pessoas, fazer compras era um dos seus passatempos prediletos.

Fechando a porta e ficando então ao lado do carroceiro que resmungou vários palavrões ao saber que teria que andar mais do que fora pago antes, começaram a seguir viajem pela estrada, e neste momento Ranya começou a buscar mais informações com a nobre. – Desculpe a intromissão, mas a senhorita sabe a razão de necessitar da nossa proteção? - Alice a olhou tentando decifrar suas intenções. - Sei ! - Disse de forma ignorante enquanto voltava a olhar para a lua por trás do vidro embaçado pela friagem.  – Seu pai ou tio tem tanto medo assim de alguém para pedir proteção do governo, imagino qual a razão para isto... Ah, ouvimos pouco sobre este caso. Me perdoe por ser intrometida. - A garota sorriu por um momento. - Eu lhe perdoo por agora... Mas meu pai não tem medo de nada! Minha mãe é que tem medo que eu seja sequestrada por... Por umas pessoas com quem meu pai trabalha! - Disse tentando esconder algumas informações.

Ranya continuou tentando atuar o melhor que pudera, mesmo com uma de suas personalidades achando isso o cúmulo.– Mudando de assunto, Vossa senhoria é bem forte com base em sua idade e tamanho. Fiquei surpresa, imagino que já deva ter derrotado alguém que a incomodou anteriormente. - Alice a olhou agora deixando a janela de lado. - Esta me chamando de baixinha!?... Eu poderia te matar agora mesmo por ter falado essas palavras!! - Neste momento os olhos da garota ficaram raivosos, e ela colocando sua mão no casaco branco retirou um canivete dourado apontando para Ranya. - Mas sim... Eu sou muito forte. - Bradou guardando a arma, como se pudesse destruir a espadachim com somente um estalar de dedos.

Depois de alguns segundos, Ranya colocou finalmente o plano em prática. Tirou sua espada da bainha e cortou o couro dos fundos do veículo, Alice ficou maravilhada e seus olhos brilharam agora endeusando a Agente. - Espere, preciso fazer algo antes... Quando ele ver que não tem ninguém vai se sentir assim!! - Com a ponta de seu dedo indicador escreveu algumas letras esgarranchadas na janela e logo saltou junto com Ranya furtivamente para a neve.

As letras formavam a palavra "Otário", era meio difícil de entender se você lesse somente uma vez na verdade de tão ruim que estava a escrita.

Agora na neve junto com a garota, e vendo a carruagem se distanciar cada vez mais, Ranya foi puxada pela manga de seu terno pela garota que queria ir ao centro de Micqueot. - Agora que fugimos do governo somos criminosas!! Vamos nos juntar e bater em alguém!? - Disse sorrindo enquanto procurava alguma vítima, por sorte ou azar dela, não havia ninguém na rua deserta onde estavam, a um quarteirão de sua casa.  

...

Ezekiel e o carroceiro ainda estavam andando sentindo o frio e o vento com a velocidade em sofrimento, o carroceiro nem havia sentido o balanço do veículo quando Ranya e a nobre saíram, mas Ezekiel percebeu assim que a garota saltou. - Não fui pago pra dar voltas na cidade... Você vai ter que cobrir isso depois amigo. - Disse o carroceiro indo cada vez mais longe enquanto espirrava a cada dez segundos, limpando o nariz escarrando no chão ao lado logo depois disso.

O carroceiro estava tentando fazer um verdadeiro tour informativo com Ezekiel, indicando cada ponto da cidade que ele conhecia pra  ele, e depois de alguns pontos chegaram a um onde algo aconteceu. - Pra chegarmos a onde a garota tem de estar temos que seguir por essa mesma viela e depois irmos até... - Ele ia falar mais alguma coisa, mas no momento em que continuava a segurar as cordas presas a estrutura nos dois cavalos, estas foram atingidas por uma flecha que as cortou. A carruagem tombou para frente e os cavalos saíram em disparada. Ezekiel pode ver que estava no meio de uma viela rodeada por várias árvores nas ruas em volta. Um dos cavalos tinha dado meia volta e saído correndo, enquanto outro tinha saído na direção das árvores.

Tanto o agente quanto o carroceiro tinham caído na neve a sua frente, a estrutura de madeira presa aos cavalos tinha segurado o veículo de cair em cima deles. - Verifiquem a carroça! - Foi ouvido junto ao ranger de cordas de um arco e flecha que apontava para o agente. - Não tem nada senhor... Somente um buraco atrás... Devem ter fugido quando não estávamos vendo! - Uma outra voz atrás da carruagem disse, mais fina desta vez, mas ainda masculina. O carroceiro estava em choque, ao redor dos dois estavam três homens de capuz e atrás da carruagem estava mais um. - Bote fogo na carruagem, vamos levar este aqui conosco. - Não era possível ver se os outros estavam armados também, somente o que estava com o arco e flecha disparou contra a cabeça do carroceiro no momento em que ele tentou gritar por ajuda, o matando no mesmo momento. Agora dois daqueles homens tentariam pegar Ezekiel pelos braços e prende-lo com algemas, isso se o agente permitisse.


...

No mesmo momento, Yumi continuava a seguir seu olfato aguçado procurando mais pistas. Sentiu um leve cheiro de queimado perto da neve, e mexendo com a ponta de seus pés conseguiu verificar a presença de uma fogueira. Ali era um ponto estratégico, pode perceber, para ter a visão mais ampla das janelas e do quintal da casa.

Acima dela, em uma das árvores. Estava uma coruja de pele branca, que se aproveitava da neve nas árvores para se camuflar, seus olhos vermelhos e grandes observavam a jovem até que ela se assustou e voou para outro galho quando ouviu uma movimentação em um arbusto próximo. - Ah,ai está você!... Hm, pelo visto achou alguma coisa não é?... Hmmm... Deve ser uma fogueira feita para assar algo. - Disse o soldado experimentando as cinzas. - Hey, olha só! Uma coruja! - Ao avistar a coruja, o soldado se abaixou e puxou a manga do terno de Yumi junto a ele, e com a outra mão apontou contra o animal.

...

Um pouco longe dali, Flippy que quase havia deixado sua segunda personalidade tomar conta de si, o que causaria no mínimo um grande estrago ao avaliador, se direcionou para a sala do Agente Clint, onde foi recebido com a porta aberta.

Na presença do Agente quase idoso que ainda fumava, disse.- Agente Especial Clint? Terminei o teste do avaliador e ele falou para eu vir até aqui. Estou a sua disposição a partir de agora. Ah... É mesmo. Aqui no quartel tem uma forja? - O homem o ouviu e tragou mais um charuto inteiro antes de responde-lo com calma. - Sim, sim... Existe uma forja. Mas agora preciso dar-lhe as boas vindas ao Governo Mundial... Assim como os outros eu tenho que te dar uma missão, mas no momento já devem estar longe, e não há outra carruagem para que possa ir até la ajuda-los... - Ele coçou o queixo parando de fumar por um instante. - O problema é que preciso que vá em um lugar ainda mais longe, bem, vá andando mesmo... É a única forma. Irei te dar um mapa da ilha e indicar onde tem que ir. - Assim ele retirou um papel velho comum, um pouco amarelado e escreveu algumas coisas de caneta no mesmo, e enquanto escrevia, apontou com o seu dedo enrugado indicando ao garoto onde ir. - Primeiro, de uma passada na casa onde os seus novos companheiros foram mandados e veja se tudo correu bem na viajem deles até la. Após isso, continue andando até um bosque próximo onde alguns civis alertaram a presença de pessoas estranhas, me faça um relatório do que estiver acontecendo lá e se essas "pessoas estranhas" lhe descobrirem e serem hostis, mate todas sem piedade e enterre os corpos em algum local ali mesmo, estamos entendidos? - Depois disso, o velho tirou da gaveta uma insígnia que colocou em cima do mapa. - Tudo bem então, leve isto com você, agora isso é o sinal que você é um Agente, por isso guarde bem... Pode ir. - Assim, terminando sua frase ele empurrava o mapa o pressionando contra a mesa para Flippy o pegar e então voltava a escrever em alguns papéis acendendo um cigarro antes disso.

Off:
 


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