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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Gênese

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MensagemAssunto: Gênese   Gênese - Página 3 EmptyQui 18 Ago 2016 - 13:34

Relembrando a primeira mensagem :

Gênese

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) civis Netuno e Cleópatra. A qual não possui narrador definido.


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Furry
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MensagemAssunto: Re: Gênese   Gênese - Página 3 EmptyQua 7 Set 2016 - 22:22


BatleHeart

A moléstia apenas torna-me mais forte.




– Que?? Eiii.. Ahh. Já foi. - dizia Artemia em meio a sua perplexidade com as palavras daquela mulher, que por um lado eram malucas, mas por outro tentadoras. Já que algumas das coisas ditas eram exatamente o que Artemia buscava.

Não conhecia Ilusia, tão pouco prestava deveres a seu governante, sendo assim não lhe seria um dilema moral agir daquela maneira, já que este não lhe seria nada. E a chance de ganhar dinheiro sequestrando um governante de outro reino parecia fazer bastante sentido. Artemia também não buscava parecer ser boa diante dos olhos da marinha ou governo, já que um dos seus desejos era justamente conseguir vingança contra tais instituições.

Mas por outro lado, dito daquela maneira por uma “imperadora” a coisa toda acabava por parecer estranha. No entanto sem alternativas melhores, a não ser um combate vazio onde não haveria ganhado a jovem se decidiu.

Olhou rapidamente a posição da carruagem, buscando prever de que direção a mesma havia vindo e logo depois se voltaria para essa direção e correria. Se na passagem tivesse a oportunidade atacaria com a espada as pernas do soldado, prejudicando assim sua perseguição a Mary Ann, no entanto se a chance de fazer isso a desviasse do caminho simplesmente ignorá-lo-ia.

– Ela disse os guardas. – pensava em voz anta durante a corrida. – Mas lá só havia um, os outros então devem permanecer com o herdeiro de Ilusia, ou estão vindo nesta direção, seja o que for alguns permaneceram fazendo a proteção.

Enquanto corria na suposta direção na qual o herdeiro estaria Artemia começava a bolar um plano, o qual já começava a surgir de forma rudimentar. Durante a corrida a jovem também olharia para trás, assegurando-se de que não estaria sendo seguida, mas caso percebesse que o sujeito esfarrapado tentava persegui-la a mesma aumentaria sua velocidade, abusando de sua aceleração e também de sua pericia em longas corridas para inserir um ritmo implacável forçando o adversário a desistir.

Caso a comitiva surgisse à frente a jovem desaceleraria, caso não estivesse sendo perseguida. Esperava ter alabardas, apontadas para si assim que se aproximasse dos soldados, dado o atual estado de alertas que os mesmos deveriam estar.

[color=Orange] – Achei vocês. [color] – caso visse o herdeiro entre os homens ali prostrados a jovem rapidamente cairia de joelhos e saudaria. – Me perdoe a intromissão senhor, não desejo causar problemas. Apenas vim relatar que a sua belíssima carruagem chocou-se com uma loja não muito longe, lá está sendo depredada por plebeus indignos.

O plano de Artemia era simples, uma estratégia que visava apelar para o Ego geralmente presente em membros da nobreza. Um nobre nunca permitira que plebeus ficassem com seus preciosos bens. A jovem esperava que esse tipo de noticia fizesse o nobre ordenar que um destacamento de seus soldados partisse para castigar os ladrões.

– É um grupo grande, cerca de dezesseis e alguns estão portando armas senhor, mas acredito que seus homens ainda conseguiram recuperar a maior parte do seu magnifico transporte.

Artemia era acostumada a hierarquia, isso muitas vezes era tanto uma desvantagem, como também lhe era conhecimento estratégico.

- Havia também uma plebeia irritante, proclamando-se imperadora e ridicularizando a sua imagem, estava algemada senhor, mas pegou seus pertences no interior da carroça fugindo depois por uma rua ao lado da loja onde o veiculo bateu. - essa deveria ser a gota d’agua para que o herdeiro mandasse seus homens voando para o local indicado, pois nada era mais irracional que um nobre com orgulho ferido.

Caso seu nome fosse perguntado em algum momento a jovem se apresentaria.

– Sou Artemia Blackheart, filha do primeiro guerreiro de Anoch Sun, viajando pelo mundo em nome de meu pai. – uma quase completa verdade.

No entanto restava a possibilidade de não ter conseguido despistar o sujeito e se este fosse o caso ela continuaria correndo, mas dessa vez acessando ruas laterais, fazendo curvas e esquecendo assim o plano de tentar encontrar o nobre.



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MensagemAssunto: Re: Gênese   Gênese - Página 3 EmptyQua 7 Set 2016 - 23:37


Em pouco tempo, o plano de Cleópatra superava suas expectativas ao não somente por o mascarado em chamas, mas o bar inteiro aos poucos era tomado pelo fogo. Por um lado, dispensava uma luta desnecessária com os demais capangas, entretanto se não agisse rápido a espadachim teria o mesmo destino do líder daqueles homens. Seus antebraços ardiam por conta da manobra anterior, mas nada que um tratamento básico não resolvesse. "Sabia que não podia confiar neles." - lamentava-se sem se surpreender com a péssima conduta daqueles criminosos.

Novamente, as memórias de um passado marcado pela escravidão vinham à tona pela sua situação de confinamento. Por outro lado, o principal responsável pela sua fuga havia sido um incêndio, e o fogo lhe transmitia uma certa sensação de esperança. Controlando-se ao máximo para pensar com clareza, Cléo se dirigiria até a porta e a empurraria para se certificar que estivesse aberta. Caso notasse que ela estava trancada ou presa por algo pelo lado de dentro, sacaria sua espada e chocaria sua lâmina contra o que possivelmente estaria impedindo de abrir, como um pedaço de madeira ou o que quer que fosse. Em seguida, usaria o peso de seu próprio corpo e o jogaria contra a porta, empurrando-a com o ombro para que finalmente abrisse. Repetiria isso entre 4 ou 5 vezes, julgando que fosse suficiente, caso contrário concluiria que ela estava trancada por fora.

Na impossibilidade de utilizar a porta, Cleópatra rapidamente buscaria alcançar a janela mais próxima e saltaria por ela, se estivesse fechada usaria o peso do seu próprio corpo para abrir, assim como fez anteriormente.

Assim que estivesse do lado de fora, a Nefertari daria alguns passos para trás para contemplar a taverna sendo consumida pelas chamas e talvez mensurar o estrago que fez. "Que situação desagradável." - pensaria, satisfeita em estar salva, no entanto detestava chamar muita atenção, e sabia que se não saísse de lá o quanto antes é possível que a reconhecessem pelo roubo da espada. Discretamente, a mulher sairia dali andando calmamente como se nada tivesse acontecido.

Repentinamente, lembraria-se da criatura que compartilhou seu sufoco por alguns momentos. "Espero que o tritão esteja bem..." Incomodava-a que ele ainda poderia estar ali dentro, pois a curiosidade ainda a consumia por saber que se tratava de um ex-escravo como ela, algo que lhe despertava um peculiar sentimento fraternal que somente sentira durante a grande fuga no South Blue, e queria se aprofundar nisso.

Cléo examinava as laterais do bar para ver se era possível contornar o estabelecimento, pois estava incerta se o homem-peixe havia sido retirado de lá ou só levado para algum aposento ali mesmo. Se estivesse certa, era possível que ele tenha conseguido escapar durante a confusão, ao menos era o que desejava. Caso desse para contornar a taverna em segurança sem se aproximar do fogo, a historiadora ligeiramente correria para ver se o encontrava, sem saber com certeza se chegaria a algum lugar. Enfim, se nada disso fizesse sentido, ela simplesmente se afastaria do local, mantendo o ritmo calmo de seus passos, examinando a condição de seus antebraços para se certificar de que precisariam de algum tratamento.
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MensagemAssunto: Re: Gênese   Gênese - Página 3 EmptyQui 8 Set 2016 - 0:23

Um cadáver? Ótimo. Pensei, sentando-me sobre o chão daquele cômodo envolto em trevas. Naquele momento, como um farol corta a escuridão da noite com sua iluminação, o escuro do lugar foi invadido por um feixe de luz que vinha de um pequeno retângulo talhado na provável porta. Virei meu pescoço para saber do que se tratava e vi um par de olhos nervosos me observando. Com uma fala neurótica, intercalada por risadas desconfortantes, o estranho ser me fez uma proposta. Mas que merda é essa. Cuspi no chão, me colocando de pé de novo. - Tanto faz. - Resmunguei, a voz envolta de uma rouquidão cansada.

Viraria de frente para o homem, ajeitando minha camiseta sobre o tronco e diria. - Você vai querer minha ajuda ou não? Abre logo essa merda! - Caminharia em direção da porta. - Esquisito do caralho... - Murmuraria.

E olhando diretamente para ele eu esperaria até que a porta fosse aberta. Caso isso acontecesse, caminharia lentamente para fora, cerrando os olhos para protegê-los da súbita luz. Do lado de fora do meu cárcere, olharia para o homem de cima, com certo desdém, e abriria bem a mão direita avançando ela na direção de seu pescoço. Meus dedos cravariam em sua pele e eu o ergueria até que seus olhos estivessem na mesma altura que os meus. - Eu vou te ajudar a matar esse cara, ma se você tentar qualquer gracinha eu acabo com você. Entendeu? - O jogaria no chão, seguindo-o para onde quer que fosse.

O que você sabe sobre esse tal de Zero? E por que você quer acabar com ele? Ele também te deu uma agulhada, né? Aquele covarde... - Coçaria o nariz, mantendo uma expressão dura com a boca.
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MensagemAssunto: Re: Gênese   Gênese - Página 3 EmptyDom 11 Set 2016 - 11:55


   






Servindo de Isca.



Ao ver o tamanho daquela enorme joia brilhante, Mary Ann imaginou em como ela ficaria em sua coroa.

Imaginou-se com um enorme vestido de seda branco, com tamanho albedo potente que fazia a luz do sol se refletir sobre ele e reluzir em um tom prateado. Uma enorme parte do tecido escorria de suas pernas cruzadas e descia sobre o trono, parando apenas no tapete vermelho. E, em sua cabeça, uma coroa refletindo as sete cores do arco-irís graças ao diamante. Não pôde evitar dar um grito.

- OH MEU DEUS!! - Diria com um sorriso impressionado no rosto. - Erm.. Digo.. Eu já tive muitos melhores... - Diria olhando ao redor, vendo se alguém tinha presenciado sua quebra de decoro. Ninguém tendo presenciado, ela se virava para o diamante de costas e se agachava para pegar ele com a mão algemadas às costas, juntando ele à carta em seus bolsos.

Enquanto se decidia se lapidaria o diamante em formato de estrela para parecer uma divindade com ele em sua coroa, ou se o poria em formato de guilhotina para manter a aparência de imperadora malvada, Ann saiu da carroça.

Quando um maldito audacioso achou que poderia atacá-la.

Logo após fazer um bico de nojo, como se estivesse prestes a cuspir, ela saiu correndo. Foi lançada diretamente contra o plano que tinha pensado antes.

Chegando em uma rua estreita, pra onde os cavaleiros não poderiam ir, ela finalmente teve uma ideia do que poderia fazer para prosseguir com sua ideia de servir de isca para os cavaleiros enquanto o nobre era sequestrado por sua própria cavaleira.

Usando o máximo de suas capacidades acrobáticas, ela se aproveitaria do tanto que o lugar era estreito e correria na direção de uma das paredes, saltando sobre ela. Uma vez com os dois pés posicionados na parede, viraria o corpo pro outro lado rapidamente e saltaria para a outraa parede. Assim que encostasse os pés na outraa parede, faria a mesma coisa, de forma a voltar para a parede anterior. Ficaria pulando de um muro para o outro até chegar no topo de alguma das edificações. Uma vez sobre elas, caminharia até a borda de algum dos prédios, a que estivesse mais próxima dos cavaleiros, e diria:

- EU TENHO COMIGO A CARTA DE YASUSHIRO, O DIAMANTE E.... - Pararia um pouco para pensar - TODAS AS FOTOS DE THALASSA PELADO!! - chutaria, apenas para fazer os guardas irem atrás dela.

Independentemente do que acontecesse, ela teria que sair dali o mais rápido possível.

Correria para longe da edificação em que estava, saltando na direção do lugar em que estava próximo (se a rua era estreita os prédios deviam ser próximos), e, assim que os guardas começassem a subir as escadas, saltaria novamente para o prédio em que estaava antes, descendo as escadas dele, para despistar eles enquanto eles ainda subiam as escadas.

Caso, em qualquer momento, enquanto subia ou enquanto saltava entre as edificações, caísse, tentaria fazer um rolamento para diminuir o impacto e voltar a seguir o plano.

''Prédio'' é um termo genérico para a edificação que for que formasse as duas ruas.

De qualquer forma, caso tivesse conseguido despistar eles, sairia correndo em alguma das ruas de forma a entrar em alguma avenida ou algo do gênero. Esperava que tivessem sequestrado o nobre com o seu afastamento...





               
-

               











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MensagemAssunto: Re: Gênese   Gênese - Página 3 EmptySeg 12 Set 2016 - 15:37

Netuno, trancado em uma sala escura e claustrofóbica, ao lado de um membro decepado e ensanguentado, começava a sentir a seriedade da situação. Porém, uma luz na escuridão marcou um brilho de esperança para o tritão: a dupla de olhos furtivos prometia a liberdade para o grandalhão que, sem hesitar sequer um segundo, aceitou o trato. Seus músculos voltavam ao normal, e, após algumas palavras mal-humoradas, a porta era aberta, uma de ferro, pesada, e revelava a Netuno seu salvador e o paradeiro de seu cárcere.

Ao olhar para fora, ele pôde distinguir uma cabana, com paredes de madeira rústicas e parcialmente deterioradas, e uma janela com o vidro quebrado. Aquilo era um pequeno depósito, e, ao se virar, o tirão percebeu que estava trancado em um refrigerador desligado. O homem que estava a sua frente era pequeno, franzino, com um combinado de terno verde-limão completo, as calças longas, os sapatos sociais, o sobretudo, a camisa, o chapéu-coco; tudo tinha esta mesma coloração, que parecia brilhar de maneira fosforescente. Ele tinha luvas brancas, e, assim que ele se preparava a tocar no ombro de Netuno, este o agarrou pelo colarinho e ergueu-o, intimidador. Mas a figura estranha e maníaca, continuava a olhar de um lado para o outro, rindo curtamente, e respondeu com o mesmo tom de voz:

Hehe, adoro esse tipo de pessoa. Hehe, ou tritão. Hehe. Vamos, ele deve estar voltando agora para a base, hehe. O chefe não vai ficar feliz se atacarmos o Zero na base dele, hehe. Apresse-se, vamos, hehe.

O estranho então foi atirado ao chão, ergueu-se passando a mão sobre a roupa, para limpá-la. Ele se virou bruscamente, e começou a andar para fora da cabana, e, durante sua caminhada, percebiam-se inúmeros tiques nervosos, desde balanços de mãos e dedos, a movimentos repentinos de pescoço, a estalos nos joelhos. Se acostumando com a luz, Netuno o seguiu, perguntando sobre Zero e sua identidade.

Eu? Hehe, eu trabalho pro Zero. Ou trabalhava, hehe. E ele trabalha para o chefe, o Palhaço. Hehe, eu só quero matar ele pra ganhar uma promoção! Irônico, né? Hehe.

Finalmente, ambos saíam da caverna, e o tritão pôde ver onde ele estava.




Cleópatra encontrava-se no meio de um inferno ardente, rodeada pelas chamas. O fogo tomava conta das paredes pouco a pouco, e alcançavam o teto, consumindo completamente o edifício. A Nefertari, afastando-se do calor, começou a andar para trás, rumo à porta vai-e-vem, e a abriu lentamente, deixando a taverna queimando. Ela começou a ir embora, distanciando-se daquele palco chamativo, de uma maneira estranhamente calma, quando aquilo apareceu. A máscara laranja, tampando todo seu campo de visão.

Huhuhuhu...HYAHAHAHAHAHAHAHAH! Então você achou que ia escapar de mim com esse fogo? Ora, ora, que inocente. Huhuhuhu... sabe, jogar álcool na minha ferida doeu... e muito... Olho por olho, menininha.

Ele agarrava Cleópatra pelo colarinho e, com uma força quase sobre humana, ela foi atirada para longe, passando ao lado da taverna, e, passando por cima de uma pequena grade, ela aterrissou atrás do estabelecimento, aos pés do tritão Netuno. Ambos podiam ver as chamas consumindo a taverna, e ouvindo o homem mascarado berrando, furioso:

HYAHAHAHAHAHAHAH! ACHO QUE FOI FORTE DEMAIS! VEM, NÃO FUJA DE MIM! VAMOS NOS DIVERTIR UM POUCO MAIS!




Do outro lado da rua, Artemia virava as costas para sua luta com o lojista, seguindo a imperadora naquele beco obscurecido pelas trevas. O soldado continuava sua perseguição, a alabarda em mãos, mas o esfarrapado parecia ter desaparecido. Sua atenção havia sido captada pelo incêndio e ele se dirigia para lá com pressa, como se devesse fazer algo urgente lá. Era um a menos nas costas da guerreira.

Miss Sundays corria pela travessa estreita, afastando-se de Artemia e do guarda, e, ao ouvir a comoção de Thalassa Winfred e sua escolta, ela fez um movimento acrobático e quase artístico, escalando uma casa com parede lisa, e chegou no teto, construído a base de telhas marrom alaranjadas. Lá de cima, ela podia ver a avenida com um ponto de vista amplo e avantajado, distinguindo o nobre sentado sobre um de seus soldados, acomodado, e rodeado de seus guardas e de alguns passantes curiosos. Podia se ouvir a voz de Winfred reclamando, apressado e impaciente:

Onde diabos está a carruagem que o maldito Yasushiro me prometeu? E seus reforços? Esse idiota, não sabe fazer nada certo!

Foi neste momento que Mary Ann viu a espadachim aparecendo, e começando a falar com a escolta. O nobre parecia irritado, e com a cabeça-quente, então, sem hesitar, ele soltou um berro de comando aos seus subordinados, apontando para Artemia:

O que estão esperando?! Vão pegar a maldita e a carruagem! Vão, corram, agora!

Assim, um quarto da escolta partiu, de maneira apressada e afobada, como se eles houvessem acabado de acordar. Eles iam pela avenida, carregando com dificuldade suas armas diversas, e, atrás deles, Winfred batia o pé no chão, aborrecido. E, apenas então, Artemia perante o herdeiro de Ilusia Kingdom, a voz de Mary Ann trovou na avenida; ela chamava atenção e provocava, quebrando o orgulho e dignidade de um nobre, ato sempre enfurecedor. Este quase rosnava de ódio, e, gritando novamente, apontando para a mulher, ele começou a dar mais ordens aos seus guardas:

Vamos, seus idiotas! O que estão esperando, vão pegá-las! AGORA!

Com as palavras de Winfred, os soldados não hesitaram um segundo sequer; quase todos, deixando apenas três guardas para trás, partiram atrás de Mary Ann. A megalomaníaca então deixou seu teto para um outro, pulando como uma gatuna de um edifício a outro. Pouco a pouco, os gritos quase desesperados dos soldados diminuíam, deixando eles para trás, e despistando-os. Miss Sundays, porém, havia se perdido naquela cidade no meio da fuga, deparando-se apenas com tetos que eram todos parecidos aos seus olhos. Olhando a sua volta, ela sentiu o solo em que estava pisando (o teto) tremer, e ao olhar para trás, percebeu um homem encapuzado, e com roupas que pareciam ser de tecnologia de ponta: computadores minúsculos, botões, um teclado, aquilo parecia ter saído de um livro de ficção científica. Sem falar nada, ele se aproximou da mulher, e, com uma voz gutural e rouca, ele perguntou, cara a cara com ela:

O que você está fazendo aqui? E quem é você?

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MensagemAssunto: Re: Gênese   Gênese - Página 3 EmptyTer 13 Set 2016 - 8:14


BatleHeart

A moléstia apenas torna-me mais forte.




“20, 19, 18, 17 ... - prosseguia uma contagem mental, que havia começado logo após a partida do ultimo grupo de soldados. A jovem guerreira continuava ajoelhada, com a cabeça baixa olhando apenas os pés dos soldados a sua frente. A contagem era tanto pra acalmar seu coração para o que estava por vir, quanto para esperar o grupo de soldados se afastar o suficiente.

– Meu senhor? – falaria de forma contida, aguardando a deixa do nobre para que continuasse a falar e assim que tivesse permissão continuaria. – Ficar no meio da rua, com tão poucos homens lhe protegendo é indigno para um nobre tão importante quanto o senhor, tenho certeza que esses plebeus – faria um amplo sinal indicando os curiosos ao redor. - ficariam mais do que satisfeitos e felizes em saírem de suas casas cedendo-a para que o senhor possa esperar de maneira mais confortável a sua nova escolta. Depois um de seus homens pode aguardar a chegada da sua carruagem e conduzi-la até o senhor para seu maior conforto.

Aguardaria em silêncio por poucos segundos e continuaria.

– Eu mesmo posso conseguir um local para o senhor, se me permitir. Seria um prazer. – Artemia mais uma vez se calaria, aguardando a decisão do nobre. E caso fosse autorizada em interceder pelo seu nome ela se levantaria com uma mensura e começaria a vasculhar as construções em volta, não apenas buscando uma de melhor aparência, mais uma que parecesse ter uma saída aos fundos, ou para o lado ao menos. Um local grande, onde fosse também fácil de esconder-se no interior, caso visse algo que se aproximasse de suas expectativas a jovem partiria na direção do local, levando simultaneamente a mão ao cabo da sua espada.
– QUEM SÃO OS HABITANTES DESTA RESIDENCIA? – gritaria em meio às pessoas, indicando a morada, pois certamente os mesmos estariam entre os espectadores. Voltaria a repetir a pergunta até que se identificassem, mas também continuaria avançando em direção a porta de entrada a qual chutaria para arrombar caso ninguém houvesse se manifestado.

Dentro da residência, ou quando os moradores se identificassem a jovem gritaria de forma imperiosa.

– POR ORDEM DA VOSSA EXECELENCIA, HERDEIRO DE ILUSIA KINGDON, EU ORDENO QUE DEIXEM ESTE LUGAR PARA USO DO NOSSO SENHOR ATÉ QUE A SUA NOVA ESCOLTA CHEGUE. – acostumada ao regime militar, gritar um discurso desses, era quase como estar de volta e sua terra natal.

Caso os habitantes se mostrassem indecisos, ou contrários à ideia a jovem não pensaria duas vezes em sacar sua espada apontando na direção da garganta de quem quer que fosse que tivesse lhe desobedecido.

– Caso eu não tenha sido claro!! É isso ou a sua garganta, escolha rápido seu lixo imundo.

Continuaria avançando abrindo espaço para a residência e expulsando qualquer um que encontrasse pelo caminho com uma fúria determinada estampada em seus olhos.

[color=violet] “Espero que isso funcione.”[color] – pensava consigo enquanto fazia todo esse processo, afinal tudo era uma estratégia arriscada devido a ser tudo uma corrida contra o tempo, entre ela e a nova escolta.

Assim que estivesse tudo encaminhado voltaria para a porta e faria um sinal junto a uma mensura para que o nobre e seus homens se aproximassem, recuando então para o interior da casa.

Caso, no entanto, não tivesse sido liberado a Artemia procurar uma residência, mas o nobre houvesse comprado à ideia da mesma forma e enviado um de seus homens para tal a jovem tentaria apenas acompanhar o grupo disfarçadamente enquanto este seguia para o novo local.

A estratégia bolada até então era simples, mas ao entender de Artemia necessária. Não queria sair por ai carregando um homem grande como aqueles, vestido igual a um pavão e imaginar que ninguém a prosseguiria e alcançaria, por isso planejou reduzir o grupo e leva-los a um local isolado, longe da vista das pessoas, ali onde pudesse lutar com os soldados restantes, desacordar e esconder o nobre e depois despistar o grupo seguinte antes de tentar remover o herdeiro do local.


Caso tudo houvesse ocorrido assim até o presente momento e a jovem agora se encontrasse no interior da residência, acompanhada de três soldados e do nobre ela começaria a se deslocar, fechando as cortinas e dizendo como quem não quer nada.

– Melhor prevenir.. Devíamos dar uma busca mais detalhada na casa. – não se dirigia especificamente para alguém, era quase como um pensar alto de alguém que falasse sozinho enquanto executava uma atividade costumeira.

E seria assim, enquanto andava pelo cômodo, fechando as cortinas que ela começaria. Observando para ver quando se encontraria em uma posição vantajosa, onde os olhares do soldado já não estivessem inteiramente sobre ela, procuraria se posicionar o mais próximo possível do local onde o herdeiro estivesse.

Artemia avançaria, com seu olhar frio e treinado de soldado, mãos firmes ao redor do cabo da espada que estaria apontado horizontalmente a sua frente visando um golpe limpo no soldado mais próximo. Usando de toda sua aceleração para sacar e cobrir o espaço entre si e seu alvo com a maior agilidade possível, diminuindo assim as chances do mesmo revidar.

O golpe tinha a intenção de transpassar o abdome do oponente. Após a execução Artemia usaria o pequeno intervalo na reação dos homens para puxar novamente sua espada e avançar na direção do herdeiro, travando-lhe a boca com uma das mãos e posicionando a espada contra sua garganta com a outra.

– Quietos e você parado! Larguem as armas, jogue-as para trás de vocês! Ninguém grita, ou o gordo aqui morre!

Assim seguiria Artemia, caso é claro o herdeiro houvesse ficado no mesmo ambiente que ela e os outros soldados, caso contrario após o primeiro golpe a jovem seguiria para próximo, mas dessa vez já não tão confiante que alcançaria seu objetivo sem a devida resistência.

Assim avançaria rapidamente como antes, estava contra o tempo e precisava que os três confrontos acabassem rapidamente. Novamente daria um golpe frontal, usando sua espada como um espeto, visando chegar o mais próximo possível do soldado onde sua alabarda seria menos eficiente, mas caso fosse interceptado do meio do caminho por um ataque do oponente ela tentaria bloquear, para golpes laterais colocaria sua espada ao seu lado apoiando com a mão vazia o lado chato da lamina enquanto deixaria que a lamina deslizasse pelo cabo da arma de seu adversário buscando ainda se aproximar o máximo possível do mesmo.

No caso de um golpe vertical Artemia bloquearia usando a mesma tática, mas deixando agora a sua arma inclinada tentando fazer com que o gole escorregasse para o lado e para o chão assim que o ímpeto do ataque a alcançasse.

De toda forma, independente de qual bloqueio realizasse seu plano era encurtar a distância e atacar o oponente com sua lamina perfurando seu corpo com a mesma, fosse nas pernas, ou abdome.

Caso seus ataques não fossem tendo sucesso continuaria forçando, enquanto tentaria se mover para alcançar o local onde o herdeiro estivesse para então seguir a primeira parte do plano. Ou tentaria também derrotar os soldados restantes seguindo a estratégia acima descrita. Se em algum momento se visse enfrentando simultaneamente mais de um oponente correria e saltaria sobre o móvel mais próximo afim de deixar ambo os oponentes a sua frente e não em direções opostas, seguindo após estratégia similar, apenas com o cuidado de atacar pelas laterais dos guerreiros, onde apenas um pudesse atacar por vez e não pelo centro onde ambos conseguiriam mirar nela com facilidade.


Caso nada tivesse dado certo e nem mesmo tivessem entrado na casa ela se afastaria do grupo, abandonando momentaneamente a tentativa de capturar o nobre mantendo-se um pouco afastado do grupo, mas ainda assim próximo para observar o mesmo em busca de uma oportunidade futura.



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MensagemAssunto: Re: Gênese   Gênese - Página 3 EmptyQua 14 Set 2016 - 18:30

Um novo nome pintou na história: O palhaço. Apesar da estranheza daquela provável alcunha, acabei por colocá-la de lado ao me ver livre de minha prisão temporária.

Vi a morena do bar, à minha frente, discutindo com o tal de Zero. Atrás deles a taverna padecia sob o crepitar do fogo. Ao ver o homem que havia me desmaiado, franzi o cenho e a mão cerrou-se em um punho. Neste exato momento a garota foi arremessada aos meus pés, enquanto o desgraçado gritava suas loucuras de longe.

- Acho que temos algo em comum agora humana. - Diria para ela, sem tirar os olhos do mascarado. - Vamos matar aquele idiota... - Abriria um sorriso. Mas não um sorriso de quem desfrutaria da mais suave felicidade, mas sim o sorriso de um soldado antes da guerra, aquele sorriso que precede a chacina, que revela o monstro que reside no interior do sorridente.

Inclinaria meu tronco para frente, os músculos da perna ficariam rígidos. Em passadas largas avançaria, rumando em direção do oponente. Não seria uma corrida reta, durante o trajeto faria curtos desvios para a direita e para a esquerda, avançando em zigue-zague. Eu era rápido nas águas, e continuava sendo na terra. Não havia conhecido, até a minha chegada nessa parte do mundo, um humano que conseguisse correr mais do que eu. - DESGRAÇADOOOOOO! - O grito sairia como um rugido primitivo, o anuncio da batalha. Aproveitando ainda o corpo em movimento, a mão direita que já estaria fechada em punho seria levada para trás, na diagonal das nádegas. Ao estar próximo o bastante do homem para lhe aplicar um golpe, a mão faria um movimento de arco de baixo - que era onde ela estaria - para cima, avançando como um poderoso pistão vermelho na direção do queixo do adversário.

Para me previnir de ser pego por algum golpe de perto, seja qualquer um que fosse, pressionaria os pés com força no chão, avançando com os joelhos para baixo e mantendo o equilíbrio do tronco e então impulsionaria meu corpo para cima e para trás ao mesmo tempo, tentando ficar longe da zona de ataque do adversário com um recuo diagonal.

Caso eu fosse atacado de longe, procuraria me manter com o corpo ereto e então daria rápidos três passos para a direita, girando meu corpo no próprio eixo nesse meio tempo para completar uma esquiva simples.

Eu não faria uma segunda tentativa de ataque pois como minha mestre havia ensinado, eu tinha de ler meu oponente antes de me arriscar. Apesar de eu ter sido péssimo nas aulas em que ela havia tentado nos ensinar isso, eu não poderia descartar seu valioso conselho.

- Você prefere apanhar com máscara ou sem máscara? Seu pedaço de merda do caralho... - Cuspiria no chão ao meu lado, fitando-o com meus redondos olhos negros.
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MensagemAssunto: Re: Gênese   Gênese - Página 3 EmptyQui 15 Set 2016 - 11:05


   






Quê?!?



Aparentemente, nenhuma alegria durava bastante naquela ilha. Mas não tinha problema, pois, para alguém com plena certeza de que venceria, aquilo era apenas uma diversão-surpresa durante o trajeto.

Mary Ann saltava de uma edificação para outra, e, assim que caía, sentia o piso abaixo dos pés dela tremer. Um ótimo indicativo de que poderia CAIR A QUALQUER MOMENTO. Mas como se já não fosse o suficiente para se preocupar, um maldito ciborgue-homem-do-tempo aparecia na frente dela.

O que você está fazendo aqui? E quem é você? - O maldito dizia. E, por um instante, Mary parou para pensar no que estava fazendo. Pensou no quanto todos os acontecimentos que a haviam feito chegar até aquele ponto eram absurdos, e no quanto as coisas absurdas foram desencadeando coisas ainda mais absurdas, e, bem, o ciborgue-homem-do-tempo com certeza era a mais absurda de todas. A cereja no maldito bolo de esquisitices. Mas, bem, por mais absurdo que fosse, aquela história só tinha uma explicação:

- Eu sou a imperadora Ann Sundays, e meu pai morreu após perder o reino para um governador bonzinho - falaria a última palavra com nojo - Então eu saí do Reino de Fogoa afim de dominar o mundo e colocá-lo sob meu controle como governadora perversa. Mas você provavelmente já tinha ouvido falar da minha fama. - Logo após dizer isso, Mary tentaria balançar o cabelo com uma das mãos, enquanto faria um movimento com as madeixas digno de uma bela princesa. Até se lembrar de que estava algemada e que o cabelo estava preso à coroa, fazendo algo bizarro porém disfarçando. - Agora, sobre o que eu estou fazendo: - diria a frase seguinte bem rápido. - Eucomeceimeuplanodedominaçãomundialsubindonascostasdealgumaspessoaseumadelaseraumnobreidiotaeentãoeuacabeiroubandoumadascarroçasdeleejogueielacontraumaparededeumestabelecimentoetinhaumacavaleiraládentroqueagoraéaminhacavaleiraeelameajudouasequestraronobreeumaapartedoplanoéeuatrairosguardasdeleatémimentãoeuatraíelesedespisteielessubindoemprédiosetambémroubeidiamantesecartasefotospeladasprapoderatrairelesporfavormeajudeeuachoqueotetovaicairaqualquermomento.... - Pararia para respirar.

Ficaria olhando para o homem,esperando alguma reação dele.

Caso o teto começasse a realmente despencar, Ann tentaria usar suas habilidades acrobáticas para cair em algo confortável no andar de baixo. Caso não fosse possível, tentaria cair com um rolamento em algo liso, para evitar o máximo de danos.

Caso o homem tentasse atacá-la, ela botar todo o peso para baixo e se obrigar a cair no andar de baixo.






               
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MensagemAssunto: Re: Gênese   Gênese - Página 3 EmptySex 16 Set 2016 - 16:24


Abatida pela surpresa de se deparar com o mascarado, a espadachim sequer teve o tempo necessário para reagir e foi atirada para longe como se não significasse nada. A mulher não conseguia pensar em nada além do desgosto de ter sido tão humilhada, amaldiçoava-o em voz baixa proferindo alguns insultos, enquanto buscava se recompor. Era difícil determinar o que era mais penoso para a jovem: a situação vexatória ou seu descuido imperdoável em assumir que o mascarado já não mais seria um problema.

Cleópatra percebeu então que estava aos pés do tritão e de uma figura bastante excêntrica, não identificou o outro homem, entretanto ouvia a criatura em silêncio, enquanto se levantava com o máximo de fineza possível, afastando a sujeira de suas roupas com a mão. "Temos mais em comum do que você imagina." - pensava, sabendo que se tratava também de um ex-escravo.

- Faço-me contente por ver que está em boas condições, tritão. - dizia com uma rara sinceridade, ao se lembrar do que ocorrera anteriormente. Ainda sentia uma empatia quase inconsciente por terem tido um passado possivelmente semelhante, mas sua incapacidade de confiar em estranhos a deixava inquieta ao lado daquela outra pessoa circense, embora se vestisse de forma razoavelmente formal, e até mesmo elegante ao seu modo. Ele transpirava uma imprevisibilidade que Cleópatra evitava manter qualquer tipo de contato, ouviria-o respeitosamente, mas não diria nada ou responderia suas perguntas em um primeiro momento.

Não demorou muito para que o homem-peixe corresse em direção ao criminoso, erguendo os punhos e enunciava palavras e expressões de menor calão. A historiadora acreditava que o tritão daria conta sozinho de seu adversário, pois havia lido certa vez que estes possuíam aproximadamente uma força que ultrapassava em dez vezes aos dos humanos, embora o mascarado pouco parecia ter somente a força de um. A Nefertari a princípio assistiria a luta passivamente, apenas observando como ela se desenrolaria. Caso notasse que o tritão estava em apuros ou fosse vítima de um truque, rapidamente a espadachim sacaria sua arma e dispararia na direção de seu alvo, interceptando um ataque com sua lâmina erguida, ou desarmando o mascarado golpeando sua mão, talvez evitando que este segurasse uma seringa ou algo do tipo.

Se fosse obrigada a entrar na luta, buscaria a terminar o mais rápido possível, desferiria um golpe diagonal com a espada na altura do peito do mascarado, caso ele desviasse, atacaria novamente com uma estocada visando atingir novamente seu peito. Defenderia-se com a espada firmemente bloqueando os ataques do homem, e tentaria sempre estar mais próximo do seu lado, dando espaço para que o tritão também pudesse atacar.

Caso sua interferência na briga fosse desnecessária, Cleópatra ficaria atenta aos movimentos do outro homem, mantendo a mão pousada sobre a empunhadura de sua espada, estaria pronta para erguer sua arma e se defender de qualquer tentativa de ataque, repelindo os golpes que o sujeito pudesse tentar e então contra atacaria imediatamente buscando atingir o braço ou as mãos do misterioso indivíduo, desarmando-o ou impedindo que a atacasse novamente.
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MensagemAssunto: Re: Gênese   Gênese - Página 3 EmptySeg 19 Set 2016 - 14:13

Ao lado da taverna em chamas, o mascarado começava a andar em direção dos dois que haviam arruinado seus planos. vagarosamente, as duas mãos nos bolsos, sua máscara de madeira reluzia com as chamas, dando-lhe um toque ainda mais laranjada, que quase machucava os olhos. Ao ver o tritão e o seu salvador maníaco, ele cerrou os punhos, e, pelo buraco da máscara, via-se seus dentes amarelos rangendo. Por entre seus dentes, ele então começou a falar, visivelmente aborrecido:

Ah, Frag! Você vai me trair bem agora, seu idiota?!

O sujeito soltou uma risadinha abafada, apoiando-se sobre Netuno, mas este não perdeu tempo e disparou, deixando o homenzinho cair no chão. Correndo a toda velocidade, ele parecia preparar um golpe contra Zero, este que era previsível demais. Por dez metros ele "carregou" o soco, e o seu adversário facilmente desviou, pondo a palma de sua mão sobre a testa do tritão e pulando, contornando-o e chegando as suas costas; um movimento acrobático, quase circense. E, neste mesmo instante, ele sacou uma outra seringa, repleta de um líquido azul fosforescente, e se aprontou para injetar aquilo no sangue do enorme homem-peixe.

Por sorte, Cleópatra lhe dava cobertura. Investindo com velocidade, ela quebrou o objeto nas mãos de Zero, a mistura se espalhando no chão. Por detrás da máscara, ouviu-se um rosnado de fúria, mas logo interrompido por uma série de cortes da Nefertari. O alvo, porém, dançava perante a lâmina, como uma folha de papel, desviando de tudo com maestria e perfeição. Ele sacou mais uma seringa, mas não encontrou nenhuma brecha para injetar aquilo na mulher. O tritão mantinha-se em sua guarda, mais atrás, analisando a luta.

Repentinamente, Frag, o salvador de Netuno, surgiu por trás do mascarado, e acertou um golpe com sua bengala na têmpora de Zero, que rolou para longe. Ele se reergueu, visivelmente tonto, e andava confuso de um lado para o ouro. Apoiando-se em uma parede, ele sacou um frasco lacrado, cheio de um gás verde escuro. O mascarado arfava pesadamente, segurando aquilo com vivacidade, quase caindo, e ameaçava:

Se alguém se aproximar... eu estouro isso aqui! E vocês nem querem saber o que tem aqui dentro!




Artemia, na grande avenida, falava com o nobre. Ela usava bajulações e formulações de respeito, bem do jeito que este tipo de pessoa gosta. Thalassa Winfred aparentemente gostava da guerreira, ouvindo-a atentamente, porém sempre superior, sempre arrogante. O queixo erguido, ele mexeu em seu cachecol brevemente e começou a responder, sem sequer olhar para a espadachim:

Sua atitude me apraz, plebeia. Vamos, não aguento mais ser alvo de olhares destes humanos simplórios.

A mulher então encontrou uma casa de dois andares, com uma varanda no segundo, e com várias janelas distribuídas em toda a sala. Ela chutou a porta do local, já que ninguém se identificou como dono daquele local, e ninguém fez nenhuma objeção. Artemia procedeu então a fazer a limpa do recinto, que parecia estar vazio, desértico. Ele estava repleto de instrumentos musicais, desde pianos a violões, violinos, flautas, acordeões, trombetas... Enfim, fechando todas as cortinas, a guerreira começou a dar início ao seu plano.

Aproximando-se lentamente de um dos soldados, ela repentinamente apareceu em sua frente e perfurou sua barriga, retirando a lâmina logo em seguida, fazendo o corpo cair com um baque pesado no assoalho de madeira. Ele gemeu antes de morrer, chamando a atenção dos dois outros; tarde demais. Artemia já segurava o nobre firmemente, agarrando sua cabeça e encostando o fio da espada sangrento em sua garganta.

Por... que... eu achei que você era honrada!




Em um teto, perdido pela cidade de Las Camp, Mary Ann havia encontrado uma figura cibernética e, para dizer o mínimo, aterrorizante. Ele intimidava a mulher, interrogando-a; Miss Sundays não demorou para abrir a boca, contando todo seu plano sem hesitar. Frente a tudo aquilo, dito a uma velocidade incrível, sem sequer uma pausa, o homem futurístico franzia o cenho, desaprovador, e, no final de seu recito, ele aproximou sua mão da garganta da imperadora, pronto para esganá-la...

Isto é, até ela por o peso sobre o telhado que, já frágil, cedeu e caiu sobre o chão do andar de baixo. Era uma sala de estar comum, com um relógio de pêndulo, sofás, um tapete, uma mesa de jantar... e agora escombros. O estranho não perdeu tempo após essa queda e, pulando sobre Mary Ann, imobilizou seus dois braços com força, perguntando com uma grave e rouca:

O que? Você foi a responsável pela destruição da carruagem? E agora vão sequestrar o herdeiro? Onde? Me diga!

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MensagemAssunto: Re: Gênese   Gênese - Página 3 EmptyQua 21 Set 2016 - 8:57


BatleHeart

A moléstia apenas torna-me mais forte.




– Honrado? Sou, mas a meu ver isso é uma guerra de interesses a melhor estratégia a ser seguida era essa. O que eu quero é diferente do que você quer e nada além, estou apenas fazendo o que deve ser feito para cumprir o meu dever para com meu país.

Com um movimento firme Artemia afastaria  seu braço com a espada puxaria com mais força a cabeça e desceria novamente com força tentando acertar a base do pescoço do nobre com o cabo da espada, para assim desacorda-lo ou ao menos incapacitar o mesmo durante algum tempo.

“Não devo ter muito mais tempo.”

Se os homens já houvessem se desfeito de suas armas a jovem prosseguiria com seu plano, caso contrario daria novamente ênfase na ordem anteriormente proferida.

– Vocês ainda podem sair vivos disso, larguem as armas agora e não resistam, ou acabaram como o outro sujeito. Tudo o que busco é dinheiro, quando eu o obtiver tudo volta ao normal, com o nobre aqui particularmente inteiro, mas caso dificultem ainda terei o meu dinheiro, mas o nobre aqui já não estará tão inteiro e vocês muito menos.

A espada continuaria apontada para o refém durante todo o discurso, assim que os soldados largassem as armas Artemia mandá-los-ia se aproximar lentamente.

– Você venha até perto, já você arranque as cordas de algum desses instrumentos para amarrar o seu companheiro.

Artemia acreditava que suas instruções seriam cumpridas e assim que um deles seguisse para pegar as cordas de um instrumento moveria sua arma cravando fundo nas entranhas do que havia ficado próximo a si. Conforme a arma perfurava a carne daquele homem seus pés já começariam a se mover, mas sua mente estaria de certa forma distante, em uma lembrança dura de seu passado, uma lembrança e uma lição a qual ela aplicava nesse exato momento.

“Nunca permita-se o luxo de deixar um possível inimigo vivo por onde passar, marche sempre em frente e aniquile todos os oponentes pelo caminho. É necessário apenas um único erro para a guerra ser perdida.”

– Ahhhhhhhh!!! – gritaria saltando na direção do outro, o qual ela havia ordenado pegar as cordas, descendo sua arma em uma diagonal visando cortar o pescoço daquele soldado.  Caso não obtivesse sucesso no primeiro golpe ela voltaria a golpear dessa vez segurando o cabo com ambas as mãos e impulsionando seu corpo para frente visando uma estocada no abdome do soldado.

Se tivesse conseguido matar ambos os guerreiros Artemia sacudiria a espada limpando o excesso de sangue antes de raspar a arma nas roupas de um dos soldados.  Aproveitando o momento atual ela começaria a procurar uma saída dos fundos ou lateral.Feito isso guardaria sua arma e se voltaria para o nobre.

– Acorda!! – diria enquanto dava alguns tapas nas bochechas gordas daquele nobre. Repetiria o processo mais algumas vezes tentando despertar o mesmo para que ele mesmo pudesse caminhar. E caso o mesmo parecesse despertar Artemia usaria de sua força para puxa-lo pondo-o em pé. – Só quero dinheiro, se comporte e fica vivo, se gritar terei tempo mais que o suficiente para mata-lo antes de correr. Fique quieto, faça o que eu mandar e você sairá disso vivo. Agora vamos. – finalizaria puxando o nobre em direção a saída dos fundos, caso tivesse encontrado, ou pela saída da frente mesmo se não houvesse.

Seguraria o nobre por um dos braços, fornecendo algum apoio caso fosse necessário. Sairia normalmente seguindo na direção onde antes havia encontrado a estranha imperadora. Caso houvesse saído pela porta da frente seguiria o lado oposto buscaria sair dessa rua na primeira oportunidade, já que as pessoais ali tê-la-iam visto conduzindo o nobre para o interior para só depois mudar de direção indo para a parte onde havia encontrado Mary

– Não pense em tentar correr, gritar ou qualquer outra gracinha, diferente de você sou um guerreiro então não seja tolo em tentar qualquer coisa. Você tem dinheiro, assim que pagarem por sua liberdade vice será liberto.

Continuaria seguindo, procurando se afastar agora das ruas principais e indo em direção a alguma rua com menos movimento, lá procuraria por uma casa de aparência abandonada e discreta a qual arrombaria da mesma forma que fizera anteriormente. Dentro da casa desacordaria o nobre com mais uma pancada e procuraria por algum tecido para amarra-lo e amordaça-lo, caso não encontrasse nada usaria as próprias roupas dele para isso. Caso houvesse pessoas na casa ela diria: Desculpe, casa errada, viraria e partiria em busca de outra residência.
Se em qualquer momento o nobre “desagradasse” Artemia com sua atitude, fazendo aquilo que ela havia mandado não fazer e ela sentisse que estaria correndo perigo a partir daquele momento ela simplesmente sacaria sua arma e cortaria a garganta do mesmo, saindo em disparada logo depois buscando ruas menos movimentadas e fazendo o máximo de curvas que conseguisse.

Caso outros soldados aparecessem ela tentaria mudar de rota evitando ser vista, mas caso não obtivesse sucesso nisso mataria o nobre e fugiria como antes descrito.


Caso outros soldados aparecessem antes mesmo de ter a chance de sair da casa ela igualmente mataria o nobre se fossem muitos soldados, ou usá-lo-ia novamente de refém caso fosse até 2 soldados.  No caso de mata-lo correria em busca da saída dos fundos, ou quebrando uma janela com sua espada antes de saltar pela mesma para fora do estabelecimento.

Mas caso tivesse dado tudo certo ela marcaria mentalmente onde havia escondido o nobre, verificaria se havia amarrado relativamente bem o mesmo e então daria um jeito de prendê-lo em alguma coisa, talvez uma cadeira ou até mesmo a uma mesa. Feito isso partiria mais uma vez em direção ao bar, onde encontrou Mary pela primeira vez.



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