One Piece RPG
Gênese - Página 2 XwqZD3u


One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
InícioBuscarMembrosGruposRegistrar-seConectar-se
Últimos assuntos
» Cap IX ~ Esperança ~
Gênese - Página 2 Emptypor Kenshin Himura Hoje à(s) 16:34

» A Ascensão da Justiça!
Gênese - Página 2 Emptypor K1NG Hoje à(s) 16:27

» Ato 157: Se eu quisesse tua opinião, Eu tirava na Porrada
Gênese - Página 2 Emptypor K1NG Hoje à(s) 15:56

» Art. 4 - Rejected by the heavens
Gênese - Página 2 Emptypor Ryoma Hoje à(s) 15:02

» The Hero Rises!
Gênese - Página 2 Emptypor Achiles Hoje à(s) 14:36

» Pandamonio, Vol 1 - Rumo à Grand Line!
Gênese - Página 2 Emptypor xRaja Hoje à(s) 14:35

» Vol 1 - The Soul's Desires
Gênese - Página 2 Emptypor Arthur Infamus Hoje à(s) 13:42

» Meu nome é Mike Brigss
Gênese - Página 2 Emptypor Shiro Hoje à(s) 13:41

» Carregada de Culpa / Amanhecer em Prata
Gênese - Página 2 Emptypor Veruir Hoje à(s) 13:34

» Um novo recruta: o nome dele é Jack!
Gênese - Página 2 Emptypor Arrepiado Hoje à(s) 13:09

» [Mini - Aventura] O Imparável Junichi
Gênese - Página 2 Emptypor GM.Jinne Hoje à(s) 10:01

» [MINI-XICO] The midnight dawn
Gênese - Página 2 Emptypor GM.Jinne Hoje à(s) 10:00

» [MINI-Thop] Onde ?
Gênese - Página 2 Emptypor GM.Jinne Hoje à(s) 10:00

» A primeira conquista
Gênese - Página 2 Emptypor Rangi Hoje à(s) 05:10

» Bitch Better Have My Money
Gênese - Página 2 Emptypor Kylo Hoje à(s) 03:54

» Pequeno Gigante
Gênese - Página 2 Emptypor Teo Hoje à(s) 00:53

» VIII - The Unforgiven
Gênese - Página 2 Emptypor GM.Alipheese Ontem à(s) 23:41

» [MINI-*Kan Kin*] *Uma vida de merda*
Gênese - Página 2 Emptypor Shideras Ontem à(s) 23:25

» [MINI-Koji] Anjo caído
Gênese - Página 2 Emptypor Makei Ontem à(s) 22:53

» [M.E.P] Koji
Gênese - Página 2 Emptypor Makei Ontem à(s) 22:52



------------
- NOSSO BANNER-

------------

Naruto AkatsukiPokémon Mythology RPG
Naruto RPG: Mundo Shinobi
Conheça o Fórum NSSantuário RPG
Erilea RegionRPG V Portugal
The Blood OlympusPercy Jackson RPG BR
A Song of Ice and FireSolo Leveling RPG
Veritaserum RPGPeace Sign RPG
Pokémon Adventure RPG

------------

:: Topsites Zonkos - [Zks] ::


 

 Gênese

Ir em baixo 
Ir à página : Anterior  1, 2, 3, 4  Seguinte
AutorMensagem
ADM.Tidus
Duque Azul
Duque Azul
ADM.Tidus

Créditos : 65
Warn : Gênese - Página 2 10010
Masculino Data de inscrição : 10/06/2011
Idade : 27
Localização : 1ª Rota - Karakui

Gênese - Página 2 Empty
MensagemAssunto: Gênese   Gênese - Página 2 EmptyQui 18 Ago 2016, 13:34

Relembrando a primeira mensagem :

Gênese

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) civis Netuno e Cleópatra. A qual não possui narrador definido.


____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

Olá Convidado, seja bem-vindo ao One Piece RPG.
Links para ajuda: [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo

AutorMensagem
Furry
Game Master
Game Master


Data de inscrição : 27/03/2015

Gênese - Página 2 Empty
MensagemAssunto: Re: Gênese   Gênese - Página 2 EmptySeg 29 Ago 2016, 19:07


BatleHeart

A moléstia apenas torna-me mais forte.




A cidade estava “movimentada” de mais para o gosto de Artemia, e isso não dava-se ao fato de grande numero de pessoas, ou algum tipo de festival, a única coisa que trouxe essa impressão para a jovem foi o símbolo do governo mundial. Talvez isso não fosse nada de mais para a maioria das pessoas e para outras fosse algo com, enquanto para outras ainda era algo ruim. Artemia pertencia ao ultimo grupo, pois sua terra natal havia sido confiscada por esse mesmo “bom” governo.

Um frio de rancor se espalhou pelo âmago da jovem, mas ela logo o deixou dissipar, imaginando uma forte chama em sua mente, chama a qual ela alimentava com todos os seus fortes sentimentos até que por fim sua mente voltasse a estar calma e serena, o Vazio como seu instrutor lhe dizia, o ponto onde o foco e o dever se sobressaem sobre todas os outros sentimentos e nesse estado, vazia, Artemia se permitiu seguiu seu rumo.

Com posse de sua espada a jovem sentia-se ao menos um pouco mais “capacitada” a cumprir o seu profundo dever, ainda que esse pudesse talvez levar anos até ser alcançado. Assim focando-se em coisas mais imediatistas ela partiu em direção a taverna, onde pretendia utilizar de sua boa audição para encontrar um “trabalho” que requeresse seu tipo especifico de habilidade.

Mas ali, mais uma vez a cidade começou a parecer sumariamente agitada. De um modo mais “sinistro” e ilegal. O bar que nos momentos anteriores parecia estar aberto havia sido agora rapidamente lacrado, isolado, mantendo quem estava dentro, dentro e obviamente quem estava fora, fora.

....

Sua mão foi rapidamente ao cabo da espada após ser empurrada gratuitamente, mas logo a jovem se recobraria e manteria sua serenidade erguendo-se com um olhar severo, mas nada além. Não havia ganhos em uma briga ali, além talvez de uma distribuição gratuita de sangue em ambos os lados.

Com respirações fundas virar-se-ia e partiria, a passos lentos e comedidos indo para o lado oposto da rua, onde entraria em algum estabelecimento, independente do tio que fosse. Lá se dirigiria ao atendente com uma simples pergunta.

– É costume o bar fechar a essa hora? – diria em tom monocórde indicando o outro estabelecimento com um aceno breve de cabeça.

Todavia poderia estar acontecendo outras coisas ao seu redor, e caso sua visão ou audição captassem algo “interessante” a jovem voltar-se-ia para tal, mantendo uma distância que lhe permitisse observar sem se envolver.

Sentia que havia algo estranho, não sabia o que, mas havia passado anos treinando e tinha um bom raciocínio para conseguir perceber que algo não estava certo. Talvez pudesse ser sua desconfiança nata com aquilo que o GM pudesse estar relacionada, ou talvez não!

Seus músculos estariam tensos, esperando que algum confronto estourasse a qualquer momento, manteria a mão próxima ao cabo de sua arma e de ouvidos abertos a qualquer sinal de confronto e caso este viesse estourar a jovem faria primeiro o que havia sido treinada para fazer, analisar as forças em combate, tentar determinar suas motivações e objetivos, manter civis afastados e se valia apena tomar partido.



Histórico:
 
OFF: A espada é 30mil certo? Não 50 como ficou no post?
Voltar ao Topo Ir em baixo
Oni
Pirata
Pirata
Oni

Créditos : 16
Warn : Gênese - Página 2 10010
Masculino Data de inscrição : 19/01/2013
Idade : 23
Localização : Bahia império nagô

Gênese - Página 2 Empty
MensagemAssunto: Re: Gênese   Gênese - Página 2 EmptyTer 30 Ago 2016, 00:05


   






Imposto não é roubo



Como um plebeu como você ousa se intrometer em negócios de minha pessoa, o grandioso Thalassa Winfred, o herdeiro de Ilusia Kingdom? Francamente, estes idiotas inferiores são sempre iguais... Despache-a onde quiserem, homens.

Agachada e algemada no chão, sendo tratada como um animal e completamente desrespeitada... Ainda assim, Mary Ann Sundays não perdia a graça.

Encarando o chão enquanto mastigava as palavras daquele homem, ela nãao pôde conter o riso.

- Herdeiro de Ilusia Kingdom? - Ela falou em tom irônico. - MWAHAHAHAHAHA!! - Ela gargalhou em desdém, olhando para o alto. Aos poucos, ela começaria a se levantar e ficar de pé com a postura ereta. Andaria para fora do círculo de pessoas ao seu redor, ainda algemada, e diria: - Olhe minha coroa mais uma vez antes de me chamar de plebeia, Thalassa Winfred... Pois eu sou a Imperadora Mary Ann Sundays. - Diria, até um ponto em que estivesse de frente para a carroça com os cavalos.

Uma garota baixa e algemada, de frente para uma carroça pomposa e com cavaleiros a cercando dos dois lados e por trás... É claro que, para todos ali, ela estava em desvantagem. Homens fortes já seriam uma vantagem contra uma garota naquela situação. Mas homens fortes de armadura e cavalos? Aquilo certamente seria problemático para qualquer um algemado, quanto mais uma garota magra.

Mas aquela não era uma simples garota de baixa estatura, ela era a imperadoraa Mary Ann Sundays.

- Bem, sendo eu a imperadora, e estando você no meu território... Eu irei te impor algo, e você poderá encarar isso de duas formas: - Falaria, andando de um lado para o outro ainda na frente do cavalo - 1 - Você se sente assaltado e revoltado, mas frustrado demais para fazer algo contra isso. Ou: 2 - Você entende que eu estou apenas recolhendo impostos que serão úteis para organizar o meu império... Mas, bem, o fato é que eu vou te impor algo, e você só pode decidir como reagir isso.

E, sem mais explicações, ela pegaria o chicote que estaria na lateral de sua cintura usando as duas mãos algemadas e o posicionaria na altura da bunda, atrás de si.

- Eu estou recolhendo a sua carroça e tudo o que está dentro dela. - Esperaria um instante, para os soldados rirem dela. Ela tinha certeza de que eles fariam isso. E ela ouviria as risadas deles com cara séria, pois, afinal, quando tudo estivesse feito, a risada que eles tinham dado esmagaria o orgulho deles e eles morreriam de vergonha de si mesmos.

Tendo eles rido ou não, Mary correria na direção do cavalo e das carroças em linha reta. Uma vez perto o suficiente, a garota saltaria o mais alto que conseguisse e daria uma cambalhota assim que estivesse em cima de um dos cavalos. A sua intenção com a cambalhota seria usar o movimento de giro, aproveitando do chicote atrás de si, para dar uma chicotada em um dos cavalos da carroça, como se estivesse usando o chicote como uma ''cauda'' para espantá-lo.

Sua intenção com isso era assustar o cavalo e fazer ele correr. Uma vez tendo acertado o cavalo, tentaria cair sentada no teto da carroça se segurando com as pernas, mas por pouco tempo. Desceria rapidamente, chutando o condutor da carroça para longe dela. Para, caso a sua chicotada não tivesse assustado o cavalo - o que seria imprevisível na mente dela, já que os cavalos de seu castelo reagiam instintivamente a chicotadas - ela pudesse ficar no lugar do condutor e usar a boca para usar a corda de condução para assustar os cavalos mais uma vez.

Não conduziriaa os cavalos, aapenas mandaria eles correrem mais rápido e esperaria a mágica acontecer. Pra onde ela estaria fugindo? Nem ela sabia... Esperaria descobrir no caminho...







               
-

               











Objetivos:
 

Histórico

Citação :

Posts 2
Ganhos:
Perdas:

____________________________________________________

''.....''

- Cindy Vallar  

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

GUAP:
 

Ser Staffer:
 


[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Shiro
Pirata
Pirata
Shiro

Créditos : Zero
Warn : Gênese - Página 2 5010
Data de inscrição : 23/04/2015

Gênese - Página 2 Empty
MensagemAssunto: Re: Gênese   Gênese - Página 2 EmptyTer 30 Ago 2016, 12:46

A máscara laranja me causava um certo desconforto, ainda mais com aqueles gigantescos olhos negros que pareciam mergulhar em minha alma. Olhava na direção do sujeito, que nesse momento começava a falar palavras um tanto que presunçosas. Afastei o copo para longe do balcão e me coloquei de pé, empurrando o banco que estava sentado para trás com o calcanhar.

- Vocês humanos são engraçados. WOHAHAHAHAHAHAHA! - Gargalharia com toda a força que eu tivesse, encarando os olhos escuros daquela máscara idiota. - Vocês me escravizam durante anos e agora me pedem para ser manso? - O tom de minha voz mudaria da risada para a seriedade em pouco tempo, o cenho franzido demonstraria a minha crescente falta de paciência. Alguns passos seriam dados na direção do homem, encararia-o de cima, esbanjando a minha altura. - Vamos ser sinceros um com o outro. - A voz sairia grave e rouca, devido ao maldito rum. - Eu não acredito que eu, um ex-escravo, vá aceitar ser preso na moral desse jeito. E vocês não querem um tritão esmagando a cabeça de cada um de vocês. Então ou vocês me coloquem nessa merda de "negócio"... - Aproximaria os lábios na direção da lateral da cabeça do mascarado. - Ou eu juro que nenhum de vocês sairão vivos daqui. - Essa última parte sairia mais baixa, um pedaço de fala destinado somente ao cabeça laranja, porém ela sairia ainda rouca e carregada de toda minha repulsa à atitude arrogante daquele humano infeliz.

Logo após isso, afastaria a cabeça bruscamente da lateral do rosto do indivíduo, com um sorriso no rosto e os braços erguidos para cima. - Então, o que vocês estão fazendo mesmo? - Diria em um tom mais divertido, como se aquela situação tensa não tivesse acontecido. Daria alguns passos para trás e então me sentaria novamente na cadeira. - Se vocês me pagarem bem eu posso ajudar. - Comentaria, tirando meleca do nariz com o dedo mindinho.

Não querendo ser arrogante, mas se tem uma coisa que eu sou bom é em me aproveitar de situações. Esses caras me deram uma situação desfavorável, eu peguei ela, e a destruí. Com ela destruída, descartei-a como faria com qualquer outro lixo e coloquei a MINHA situação na mesa: favorável e objetiva. Só quero deixar claro para quem está lendo meus relatos que, de  agora em diante você só me verá agindo dessa forma: quando o vento não estiver ventado para o meu lado, eu mudarei seu curso, nem que seja na base da porrada.

Esteja avisado.    
Vício: 02:10

Histórico:
 

____________________________________________________



Ficha
| [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]


Última edição por Kant em Ter 30 Ago 2016, 19:06, editado 3 vez(es)
Voltar ao Topo Ir em baixo
Convidado
Convidado
avatar


Gênese - Página 2 Empty
MensagemAssunto: Re: Gênese   Gênese - Página 2 EmptyTer 30 Ago 2016, 16:43


Cleópatra era surpreendida por uma reviravolta sem precedentes. Sabia que os homens agiam de maneira suspeita, mas não imaginava que chegariam àquele ponto tão rápido. O baque das portas e janelas sendo violentamente fechadas lhe davam um aperto no coração, principalmente ao se sentir extremamente vulnerável com as luzes apagadas. O confinamento repentino lhe trazia à tona memórias traumáticas de seu passado sombrio, o que lhe fazia apertar o cabo da espada com força, enquanto a outra segurava a própria perna na tentativa de conter os tremores que logo tomariam seu corpo.

A espadachim respirava fundo, com os olhos fechados para tentar manter o controle. Uma das coisas que mais detestava era não ter estar sob o domínio da situação. Ao abrir os olhos, aliviava-se ao ver que uma vela havia sido acesa e um sujeito mascarado se aproximava com ameaças levianas, mas sob aquelas condições pareciam aterrorizadoras.

O breve exercício de relaxamento funcionava parcialmente, o importante seria não exteriorizar sua aflição. "Fique tranquila, Cleópatra. Você é uma Nefertari." - embora evocar sua origem não lhe trouxesse tanto orgulho, era uma forma de se lembrar que não era uma simples ex-escrava. Era difícil organizar as ideias sob a possível condição de aprisionamento, mas para a sorte da mulher, o tritão tomava a iniciativa em assumir as palavras que os condenariam, ou talvez salvariam.

"Um ex-escravo?" - indagava-se, quase se esquecendo do resto. Se ele não estivesse blefando, o que parecia improvável, ter alguém que coincidentemente compartilhava de um passado marcado pela escravidão lhe trazia certo conforto, como se automaticamente pudesse confiar naquela criatura de três metros. De qualquer forma, estavam naquilo juntos.

- O tritão está certo. - finalmente dizia, calmamente. - Em primeiro lugar, se os senhores desejavam realizar um ato ilícito sem intromissão, que o fizessem depois de terem fechado este lugar, exatamente como o deixaram agora. Nossa presença indesejável foi responsabilidade exclusivamente da imprudência de todos vocês. - a figura marcante do tritão somada à informação de que este também fora um escravo, dava a tranquilidade e coragem que Cleópatra precisava para ordenar seus pensamentos. Cléo descansava as costas sobre o encosto da cadeira, cruzando as pernas despreocupadamente, olhava para cada um dos homens e voltava a falar de maneira firme e suave, sem expor a aspereza que as palavras realmente carregavam. - Independente do que os senhores estavam articulando aqui, parece-me evidente que vocês não possuem competência suficiente para sequer adotar uma medida tão banal quanto fechar a porta. O meu ponto é que existe a necessidade de haver alguém que se preocupa com tais pormenores, caso contrário todo o planejamento de vocês poderia ir por água abaixo por um simples e facilmente evitável erro.

A historiadora buscava estudar o semblante de cada um, exceto o de máscara laranja, embora suas palavras finais fossem dirigidas a ele. - Eu já participei de uma série de esquemas criminosos em Las Camp e posso garantir que minha experiência seria muito útil ao senhor. Se não me conhecem, é porque o fiz com eficiência e discrição. O tritão certamente possui a força de todos aqui juntos, e vocês sabem disso, caso contrário já o teriam atacado na primeira oportunidade. Deixe-nos participar disso, terão nossas habilidades e principalmente nosso silêncio. Acreditem, isto é muito mais importante do que imaginam.

Cleópatra terminaria sua proposta com um sorriso suave, parte para transmitir simpatia e outra por estar satisfeita com sua negociação. Esperaria pacientemente que os homens considerassem o acordo, mantendo a mão discretamente próxima da bainha. Seu único desejo era de que não a prendessem, pois colocaria em risco o que restava de sua calma para enfrentar aquela situação indesejável.
Voltar ao Topo Ir em baixo
Buggy
Coringa
Coringa
Buggy

Créditos : 16
Warn : Gênese - Página 2 10010
Masculino Data de inscrição : 30/07/2015
Idade : 22

Gênese - Página 2 Empty
MensagemAssunto: Re: Gênese   Gênese - Página 2 EmptySex 02 Set 2016, 07:05

A situação estava tensa na taverna. As portas fechadas, o ambiente escuro, os homens armados e a máscara laranja apenas convergiam para construir a tensão nos ombros dos dois clientes infortunados. O ambiente claustrofóbico deixava Cleópatra inquieta, mas o tritão, apesar de não estar totalmente a vontade, adotava uma atitude completamente oposta. Ele se erguia, barulhento, atirando o copo para o lado, gargalhando estrondosamente, e gritando nas orelhas dos homens. Nenhum deles reagiu, o mascarado impassível. Isto é, até que Netuno decidiu encostar seus lábios na lateral de sua cabeça.

O grandalhão sentiu uma perfuração pequena na lateral de seu abdômen, como uma seringa, e suas pálpebras começaram a ficar mais pesadas. O sono começava a tomar conta de seu corpo, e, em pouco tempo, ele teve que ceder à inconsciência. Alguma coisa havia sido injetada no sangue do tritão, que antes se mantinha alto e imponente, tombou com força sobre o assoalho. A última coisa que seus ouvidos captaram foi uma risada proveniente do mascarado:

Huhuhuhuhuh... Amigo, nunca se aproxime tanto de minha máscara. Ainda mais quando está no escuro.

O homem misterioso então virou suas costas para a mulher, que assistia a cena sem reação. Ele se apoiou sobre o balcão, os braços esticados, e pôde se ouvir uma tosse pesada, carregada de catarro. Por alguns segundos ele ficou naquela posição, silencioso, assim como seus subordinados. Ele ouvia Cleópatra falar, e então virou-se bruscamente, batendo a vela e uma garrafa de rum sobre a mesa com força. Sua máscara laranja, de uma madeira rústica e repleta de cortes, parecia cobrir todo o campo de visão da Nefertari. Por detrás dela, o homem soltou uma gargalhada histérica, abafada, e começou a falar, sua voz brincalhona novamente:

Huhuhuhuh... Parece então que você é mais esperta que seu amigo ali. Muito bem, posso dar uma chance para vocês. Mas cuidado senhorita! Se vocês se juntarem ao meu grupo, há duas opções: lealdade... ou morte. HYAHAHAHAHAHAH!

Ele então empurrou a garrafa de bebida para Cleópatra, que apenas conseguia ver a máscara cobrindo tudo. Ela parecia enorme daquele ponto de vista. Se a mulher pudesse enxergar em volta, poderia ver os subordinados sorrindo maquiavelicamente, e um deles carregando o corpo desanimado do tritão para longe. O mascarado então falou, de tão perto, que a Nefertari conseguia sentir o vento que saía de sua boca:

Se você beber isso, assinará o contrato. Lembre-se do trato! HYAHAHAHAHAHAHAH!




Do lado de fora do estabelecimento, Artemia era barrada na entrada pelos dois seguranças. Mantendo sua calma, apesar da falta de respeito, a guerreira virava as costas para o local e atravessava a rua, direcionando-se a uma loja do outro lado da rua. Era um recinto pequeno, e via-se a placa: "Antiguidades". Quando a mulher entrou lá, encontrou praticamente uma selva de coisas obsoletas. Era uma desordem e um caos de artefatos inacreditável, com itens jogados no chão, pendurados no teto, e atirados de qualquer maneira. Um piano era tocado, uma melodia lenta e triste, e o ambiente era terrivelmente iluminado.

A mulher começou a se aventurar na loja, e conseguiu ver um homem com um terno marrom sujo, em farrapos, repleto de manchas diversas. Seu cabelo era hirsuto, completamente descabelado, e este era igualmente sujo. Ele sentava-se em um banco minúsculo, onde nem metade de uma de suas nádegas entrava. Quando ele ouviu Artemia chegando, ele se virou, revelando seu rosto. Ele possuía olheiras enormes, e sua face pálida estava coberta completamente de roxos e outros machucados. Ele abriu um sorriso quase malévolo, seus dentes amarelos brilhando. Ao ouvir a pergunta da guerreira, ele apenas respondeu de maneira descontraída:

Ora, cada taverna fecha na hora que quer. Esse, por exemplo, quis fechar as portas agora. Eu não tenho problema com isso... Meu único problema é pessoas que põe o nariz onde não foram chamadas.

Ele soltou uma risada, fraca e seca, e foi neste instante que a audição superdotada de Artemia brilhou. Atrás dela, ela ouviu o som de uma fechadura sendo trancada, e, se virando bruscamente, pôde ver a dupla de seguranças fazendo aquilo, fechando a mulher na loja de antiguidades. Mas, no momento que ela se virou, um forte soco em sua cabeça a lançou quase um metro para longe. Ao olhar para a fonte do golpe, ela pôde ver o homem de terno, o sorriso amarelo no rosto, o punho cerrado, e de pé, repentinamente muito mais alto.




Na grande avenida, Mary Ann era parada pela escolta de Thalassa Winfred, um grande nobre, e ela começava a ser presa. Os guardas preparavam-se para pegar seu chicote, quando a autoproclamada imperadora começou a fazer um discurso. Ela ergueu-se novamente, e começou a falar, enquanto todos em volta estranhavam, seja com uma sobrancelha erguida, ou com elas franzidas. O nobre mesmo se virou, e, quando seu discurso foi encerrado, ninguém falou nada.

Alguns seguranças pareciam até acreditar na fábula, e outros não falavam nada, apenas olhavam com desdém. Mas a risada de Winfred cortou tudo aquilo, ela era estridente e irritante, e, devido ao seu estatuto principalmente, todos os outros seguiram a gargalhada, e logo um ambiente cômico generalizado tomou conta do local. Isto é, até Mary Ann começar a se movimentar.

Ela correu até a carruagem e os guardas imediatamente se alertaram, correndo atrás. Mas a Miss Sundays era muito ágil e flexível, mesmo com as algemas, e em um movimento rápido, pulou sobre o teto da carroça e chicoteou os cavalos, fazendo-os avançarem. Mas a mulher não sabia nada sobre animais, e, em pouco tempo, eles começaram a galopar desgovernadamente, atropelando todos pela frente e começando a chegar a uma velocidade incontrolável.

Um soldado havia conseguido se agarrar na carruagem, e tentava permanecer a bordo, segurando-se com todas suas forças em uma barra de ferro ornamental. Porém, o passeio não durou muito. Em pouco tempo, os cavalos perderam a direção, e foram colidir diretamente em uma loja de antiguidades. Mary Ann aterrissou sobre uma montanha de relógios de madeira e obsoletos, e o choque logicamente machucou muito suas costas. Ela então olhou para frente, e testemunhou a cena de Artemia, deitada no chão, apoiada sobre seus antebraços.




Netuno acordava em um ambiente escuro. Nem sequer um feixe de luz entrava no local, e as trevas tomavam conta de toda sua visão. Seus músculos ainda estavam moles e relaxados, com dificuldade de se moverem. Ele sentia um cheiro estranho, mas bem reconhecível: sangue. Ao tentar se mover, ele pôde sentir algo inconfundível: era um membro, um braço humano. Onde ele estava?

Spoiler:
 

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Furry
Game Master
Game Master
Furry

Créditos : 62
Warn : Gênese - Página 2 10010
Masculino Data de inscrição : 27/03/2015
Idade : 28

Gênese - Página 2 Empty
MensagemAssunto: Re: Gênese   Gênese - Página 2 EmptySex 02 Set 2016, 15:25


BatleHeart

A moléstia apenas torna-me mais forte.




O ambiente era perturbador para a jovem, com todo aquele entulho. Conforme caminhava a sensação de desconforto aumentava em seu interior, mas persistiu e seguiu em frente até por fim encontrar o “atendente”. A impressão inicial dele deveria ter bastado para confirmar que as coisas estavam completamente fora de lugar, que nada era o que devia ser, mas como isso não pareceu bastar para a jovem ela prosseguiu, ignorando o perigo crescente que se anunciava.

A resposta que veio em seguida confirmou o que já devia estar claro, aquilo estava errado, tudo naquela rua parecia e estava fora do lugar. Quando a porta finalmente foi trancada a jovem prendeu a respiração, via-se agora confinada em um ambiente pequeno e entulhado, a distração e o medo que começava a tomar conta da jovem foram o suficiente para que ela fosse fortemente acertada. Com o rosto doendo a jovem continuava sem reação, suas mãos começavam a suar e sua face começava a perder o semblante centrado e tranquilo que ali costumava permanecer.

Mãos tremulas tentavam chegar ao cabo da espada, precisava revidar, sabia que precisava reagir para ter uma chance de sair dali, mas ela cada vez mais se via engolida por aquele ambiente claustrofóbico de memorias terríveis e recentes.

Ela ali teria sucumbido, entrado e desespero e se entregue a gritos de dor, se não fosse a chegada de uma luz...

Não me refiro é claro a luminosidade do sol, e sim o brilho cintilante de uma coroa de uma jovem franzina. De imediato Artemia não a reconheceu, pois entregou-se ao seu alivio próprio, mas nos poucos segundos que se seguiram ela viria a reconhecer o jovem daquela garota, pois ali já era o seu terceiro encontro. Suas mãos se acalmaram, e seu coração silenciou. Seus olhos endureceram mais uma vez e com um movimento fluido a espada deslizou bainha a fora desferindo um violente golpe circular no ambiente, visando derrubar toda e qualquer tralha no alcance de sua arma. Um movimento de ida e vinda da espada devia ser o suficiente para jogar no chão lixo o suficiente para atrapalhar o grandão, permitindo assim que Artemia saltasse na direção da sua luz.

O golpe da carroça contra a loja foi o que salvou Artemia é claro, abrindo uma passagem que veio a deixar a jovem mais segura e livre de sua claustrofobia. Obviamente essa não havia sido a intenção daquela garota, mas fosse o que fosse ela tinha uma parcela nisso tudo e com isso uma boa parcela de gratidão de Artemia.

Caso conseguisse vir alcançar a jovem ela esticaria a mão, usando de sua força para puxar a garota para cima. Imaginava que a mesma estivesse bastante machucada após a sua grande entrada. Sendo assim apoiaria com a força que dispusesse para mantê-la em pé.

– Precisamos sair daqui. – diria já puxando a garota, jogando-a sobre o ombro se necessário, tomando apenas o cuidado necessário para não cortar a mesma com a espada.

Artemia desejava se afastar para a rua, não querendo dar novamente a chance ao azar de ficar presa em um local pequeno. Usaria de sua habilidade em corrida e de sua aceleração para se afastar da loja e dos dois seguranças, até que estivesse em um local que lhe favorecesse o confronto, ou seja, qualquer espaço aberto.

Se conseguisse alcançar a rua, largaria a jovem e se voltaria para o local de onde havia saído, procurando localizar seus oponentes. Adversários os quais ela não conhecia o propósito nem motivações. Não entendia do porque ter sido atacada, mas de toda forma ficava claro que não a deixariam em paz a partir daquele momento, já que ela provavelmente havia se metido em algo contra sua vontade.

– Obrigado por me salvar. – diria brevemente, mesmo que a outra mulher não entendesse o significado. – Consegue lutar?

Artemia estão esperaria o avanço de seus oponentes, visando definir quem seguiria mais a frente. Até aquele momento esperava enfrentar o esfarrapado e os gêmeos, mas quem sabe quantos mais poderiam aparecer.

“Dentro do bar deve ter muitos outros.” – pensava consigo mesma.

Quando os oponentes se aproximasse usaria sua espada primeiramente para bloquear golpes desferidos, usando o lado chato da lamina para aparar, preservando assim o gume de sua arma para cortar. Para golpes mais pesados usaria a outra mão, apoiando-a no lado chato da lamina para equilibrar a arma, para outros movimentos deixaria ambas as mãos no cabo aparando com o lado chato e fazendo força para desviar o ataque para o lado, visando desequilibrar o oponente, momento o qual usaria de sua força para puxar a espada em um ataque de baixo para cima mirando uma diagonal no peito do oponente.

Manteria a todo o momento o combate focado em si, visando bloquear a passagem dos oponentes para que estes não chegassem a sua “companheira”, deixando-a assim livre para atacar sem ter de se defender.

Usaria da mesma tática, aproveitando-se de sua aceleração e pericia em corrida para sempre se posicionar entre os oponentes e a outra jovem, bloqueando e desequilibrando antes de tentar um ataque.

Caso outros oponentes começassem a aparecer Artemia recuaria, ou mesmo correria evitando a todo custo ser cercada. Mantendo seus ouvidos bem atentos para detectar novas aproximações.






Histórico:
 

____________________________________________________



[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]


Voltar ao Topo Ir em baixo
Convidado
Convidado
avatar


Gênese - Página 2 Empty
MensagemAssunto: Re: Gênese   Gênese - Página 2 EmptySex 02 Set 2016, 16:21


Cleópatra assistia impassível a criatura cair feito uma montanha desabando. Por dentro, ainda estava aflita, já não podia contar com a força monstruosa daquele tritão para se proteger e isso a fazia se sentir ainda mais vulnerável. Apesar disso, esforçava-se para encarar aquilo com descontração e calma, sem tirar a expressão serena do rosto. O sujeito a ouvia sem interromper e parecia interessado, propondo um acordo através de um gesto supostamente simples: ingerir o conteúdo daquela garrafa.

A princípio, a arqueóloga apenas encarava o frasco sem reação. Ela não confiava naqueles homens de forma alguma, mas independente de sua dura decisão ela teria que correr algum risco.

- Sei que minha posição não é das mais favoráveis, senhor mascarado, no entanto eu tenho duas pequenas exgiências. - Cléo falava com tranquilidade, sem se apressar nas palavras e deixando que sua voz cativante despertasse a curiosidade dos criminosos. Sorriria com leveza e encararia o mascarado. - Primeiramente, eu não faço acordo com sujeitos que não exibem seus rostos, é o mínimo que eu espero para se confiar minimamente em alguém, espero que compreenda. - nisso, Cléo bruscamente viraria o rosto para o lado para ficar de perfil, gesto inconsciente e compulsivo que duraria uns 3 segundos. - E é claro, eu me recuso a degustar uma bebida direto do gargalo, não é nada elegante e receio que eu vá precisar de um copo, se não for incômodo a um dos cavalheiros disporem de seu tempo para me trazer um. - e olhava para os demais, com intuito de ganhar tempo, embora o que estivesse dizendo fosse verdade.

Seu coração estaria à mil, pois não possuía a menor intenção de confiar neles. "E se mataram o tritão? Uma simples seringa conseguiu derrubar um ser tão poderoso de 3 metros em tão pouco tempo, para me eliminarem seria preciso muito menos." Seus temores iam se acumulando, e alcançaria a garrafa delicadamente para examinar o rótulo ou qualquer elemento que a fizesse ganhar ainda mais tempo, o importante é que ela estivesse com o objeto em mãos. E por fim agiria.

Caso o mascarado aceitasse a condição de expor o rosto, a Nefertari aproveitaria enquanto ele estivesse removendo a máscara e rapidamente o atacaria com a garrafa, no intuito de quebrá-la em sua cabeça ou corpo. Sem pensar duas vezes, a espadachim se levantaria violentamente e ergueria a mesa contra ele, na intenção de acertar a vela contra o homem na esperança de que a mistura de álcool e fogo o deixasse em chamas. Se ele se recusasse a tirar a máscara, Cléo agiria da mesma maneira.

Se isso funcionasse, significaria que o bar estaria suficientemente iluminado pelo mascarado queimando e permitiria que Cleópatra conseguisse enxergar os demais. Seu primeiro movimento se seu plano funcionasse seria recuar alguns passos enquanto sacaria sua espada com as duas mãos e a apontaria para cada um dos inimigos. Selecionaria o mais próximo e o atacaria com um golpe diagonal de cima para baixo na altura do tórax, e uma estocada retilínea contra seu abdômen se fosse necessário. Esperava que o fator surpresa o fizesse ser pego com mais facilidade, e que o outro capanga estivesse ainda ocupado arrastando o corpo do tritão e talvez um deles estivesse longe buscando o copo.

Sem se descuidar, Cléo avançaria contra o outro adversário com um salto na direção dele com a espada posicionada para uma nova estocada visando atingir o peito do sujeito, e caso não o acertasse ou não o derrubasse, a historiadora seguiria com um golpe vertical mirando na lateral esquerda do corpo de seu inimigo.

Defensivamente, a espadachim buscaria usar o que estivesse ao seu dispor para afastá-los, seja chutando uma cadeira na direção de alguém que se aproximasse demais e partiria para cima com um ataque horizontal na altura dos ombros. Cléo faria o possível para se defender, colocando sua lâmina em frente do corpo para interceptar qualquer ataque durante a batalha, mantendo-a mais ou menos na altura do peito para que a espada a protegesse o máximo possível. Assim que sentisse a arma do inimigo se chocar contra a sua, a mulher forçaria um teste de força para tentar afastar o sujeito, e emendaria um contra-ataque com uma estocada.

Em caso de disparos, ela buscaria saltar no chão e rolaria, de preferência próxima de onde tivesse uma mesa ou cadeira em que tivesse uma maior cobertura, e o repetiria até que estivesse livre de tiros.

Por fim, permaneceria recuada em posição defensiva, segurando a espada firmemente com as duas mãos na frente do corpo com a ponta para cima, olhando constantemente para cada um que ainda estivesse em pé. Assim esperava avaliar sua situação para saber como se livraria disso.


Última edição por ADM.Wolfgang em Sex 02 Set 2016, 17:02, editado 1 vez(es)
Voltar ao Topo Ir em baixo
Shiro
Pirata
Pirata
Shiro

Créditos : Zero
Warn : Gênese - Página 2 5010
Data de inscrição : 23/04/2015

Gênese - Página 2 Empty
MensagemAssunto: Re: Gênese   Gênese - Página 2 EmptySex 02 Set 2016, 16:55

Meu corpo está adormecido. Tão adormecido que a consciência é a única coisa que eu tenho. Um espectro boiando no universo, minha alma sem corpo. Aos poucos senti meu tato voltar, minha alma se conectando à carne. Minhas pálpebras que não estavam mais pesadas se abriram. Engraçado, era como se estivessem fechadas. A escuridão me consumia, o cheiro de ferro entrava em minhas narinas. Lambi os lábios secos e senti algo encostar em minha pele. Pelo toque cogitei ser um braço humano. Nem liguei. Humano... Humano... Essa palavra ricocheteou em minha mente. Aos poucos me lembrei do que havia acontecido. A máscara laranja, a agulha atravessando minha pele. Mesmo com os músculos fracos eu respirei, enchi o pulmão de ar. Fitando a negritude senti a ira tomar conta do meu corpo.

- DESGRAÇADOOOO! - O grito sairia como um trovão, tentaria erguer meu corpo o mais rápido possível. A respiração estaria ofegante. Quem aquele merda acha que é? Por que os humanos só me fazem querer matar eles? Meus dentes rangeriam.

Ficaria de pé, apoiando-me nos joelhos para compensar minha inaptidão muscular. Tatearia as paredes em minha volta, procurando por uma porta. A única imagem que me vinha na cabeça era aquela máscara laranja. Não limpa, mas suja de sangue. O pescoço do homem torcido por minhas mãos como um pano molhado pelas mãos de uma lavadeira. Caso encontrasse a porta, tentaria abrir pela maçaneta. Falhando, me distanciaria cerca de sete passos para trás. Fecharia o punho da mão direita e começaria uma corrida na direção da porta, tentando empurrá-la com o ombro. Não sei se daria certo por conta da minha fraqueza, mas minha vontade de sair era o que eu precisaria para fazer isso. Aquele homem precisa morrer.

- MALDITOS! - Continuaria a gritar, intercalando com ofegações. - EU VOU MATAR CADA UM DE VOCÊS SEUS HUMANOS IDIOTAS! EU JURO QUE VOU SEUS DESGRAÇADOS! - Daria um pontapé na porta, caso ela não tivesse aberta.

Se apesar de tudo eu ainda estivesse preso naquela cela escura, voltaria meu corpo para o lado do qual eu achava estar deitado alguns minutos atrás. Ajoelharia, passaria a mão no chão tentando procurar o braço que havia sentido. Caso o encontrasse, balançaria ele com força. - Vamos seu idiota! ONDE EU ESTOU? - Apertaria o pulso do indivíduo com força, um misto de desespero e ódio correria por minhas veias. Esperaria não ficar maluco antes que o sujeito me respondesse. - ME RESPONDE! ONDE EU ESTOU, PORRA?
Vício: 03/10
*Músculos relaxados por conta de um sonífero.


Histórico:
 

____________________________________________________



Ficha
| [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]


Última edição por Kant em Sex 02 Set 2016, 21:58, editado 2 vez(es)
Voltar ao Topo Ir em baixo
Oni
Pirata
Pirata
Oni

Créditos : 16
Warn : Gênese - Página 2 10010
Masculino Data de inscrição : 19/01/2013
Idade : 23
Localização : Bahia império nagô

Gênese - Página 2 Empty
MensagemAssunto: Re: Gênese   Gênese - Página 2 EmptySex 02 Set 2016, 21:35


   






Primeira serva.



Algumas vezes, nossos cérebros demoram algum tempo pra interpretar exatamente o que havia acontecido. E aquele era um desses casos. As costas de Mary doíam, e ela tinha acabado de presenciar todo o ambiente girar ao seu redor e o mundo virar de cabeça pra baixo e voltar ao normal várias vezes, até se situar de onde estava. Ou melhor, para perceber que não tinha ideia sobre onde estava. Olhou para baixo e viu relógios antigos, e, olhando para o lugar de onde entrava luz na sala, via cavalos e um buraco. Por um instante, ela sentiu espanto. Mas apenas por um instante. No instante seguinte ela sentiu muito orgulho pelo estrago que tinha feito.

Alguém dizia pra ela que elas percisavam sair, e começaava aa carregá-la pra fora dali. ''finalmente alguém que entende que uma imperadora merece ser carregada ao invés de caminhar''

– Obrigado por me salvar. - Ann se virava para a moça, e percebia que ela era estranha e estava vestida de armadura falando ''obrigado'' ao invés de obrigada. Seria um daqueles casos de moça que seu pai considerava abomináveis? – Consegue lutar? - Ela perguntava.

Ann sairia das costas da moça, e diria:

- Olá, eu sou a Imperadora Mary Ann Sundays... - Diria, se apresentando com uma mesura doce, mesmo com as mãos algemadas. - No momento, eu estou estendendo o meu poder a outro reino, e estou sem homens para lutar do meu lado... Você vem a calhar. Eu tenho um plano pra nós duas conseguirmos um navio, aliados, dinheiro e sairmos daqui sem problemas, caso esteja interessada em sair da confusão e me ajudar no meu império. O plano é o seguinte: Eu vou criar uma distração para atrair os guardas pra cima de mim, e você vai sequestrar o herdeiro de Ilusia Kingdom que está vestido como um arco-íris hippie. Esconda ele em algum lugar e nós nos reencontraremos na taverna a nossa frente assim que a poeira abaixar. - Falaria sem mais nem menos, usando o máximo da sua inspiração natural como líder para tentar convencer a mulher a segui-la.

Daria de costas para ela e entraria novamente na carroça. Mas, dessa vez, dentro dela. Uma vez ali, procuraria qualquer coisa valiosa que estivesse nela. Afinal, dificilmente um herdeiro de trono sai de casa sem nada. Procuraria a coisa mais valiosa que suas mãos pudessem agarrar, e tentaria focar também em valor sentimental. Uma vez tendo achado, guardaria o chicote na cintura e pegaria o que quer que fosse com a mão.

Sairia da carroça olhando para os lados o tempo inteiro e correria na direção dos guardas a cavalo:

- Eu estou com o nome do que quer que ela tenha pegado. OTÁRIOS!! - E correria através de uma rota de difícil aacesso para os cavalos, dessa forma, fazendo eles virem atrás dela, enquanto o caminho estaria aberto para a cavaleira fazer o que quisesse (inclusive sequestrar o herdeiro de surpresa).






               
-

               











Objetivos:
 

Histórico

Citação :

Posts 3
Ganhos:
Perdas:
[/quote]

____________________________________________________

''.....''

- Cindy Vallar  

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

GUAP:
 

Ser Staffer:
 


[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Buggy
Coringa
Coringa
Buggy

Créditos : 16
Warn : Gênese - Página 2 10010
Masculino Data de inscrição : 30/07/2015
Idade : 22

Gênese - Página 2 Empty
MensagemAssunto: Re: Gênese   Gênese - Página 2 EmptyQua 07 Set 2016, 12:45

No bar, a situação ficava cada vez mais tensa. De um lado, o mascarado oferecia um trato a Cleópatra, algo radical para se dizer o mínimo, enquanto Netuno via-se trancado em algum local desconhecido. A egípcia já recusava a proposta de cara, porém não exprimia sua desconfiança e refuto abertamente ao mandachuva e seus capangas. Ao invés disso, ela fez duas exigências que não foram nada bem recebidas pelo homem:

Huhuhuhuhu...HYAHAHAHAHAHAHA! Ora ora, menina, você muito ousada! Não, eu não irei tirar minha máscara! Se eu dopei um tritão por ele se aproximar demais, por que eu deixarei uma estranha ver meu rosto? HYAHAHAHAHA! Eu deveria fazer você se juntar ao peixe, que daqui a pouco deve ser executado. Então, acho que nenhum trato foi feito, ou seja... desculpe amorzinho, mas eu não tenho outra escolha.

O mascarado sacou uma seringa cheia de um líquido vermelho quase brilhante, porém, antes que ele pudesse falar qualquer coisa, Cleópatra agiu. Jogando a bebida sobre a vela, as chamas se propagaram rapidamente, pegando nas vestes do mandachuva, consumindo a mesa e espalhando-se rapidamente por toda a sala. O homem havia se curvado sobre si mesmo, as mãos por baixo da máscara, com movimentos rápidos e desesperados, como se ele coçasse o rosto. Enquanto isso, ele berrava, gritos repletos de dor, fúria e, sobretudo, ódio. Era quase animalesco e, junto com aquilo, ele apontava para Cleópatra rosnando:

Peguem... PEGUEM ESSA VADIA! EU QUERO SEU ROSTO ESFOLADO PREGADO EM MINHA PAREDE!

Depois disso, foi apenas frenesi. Saltando o fogo, que se propagava muito rápido, quase cobrindo a peça completamente, os servos corriam e, guiados pela luz das chamas, atiravam com suas pistolas sobre ela. Eles estavam de pé sobre as brasas e, apesar de estarem sendo queimado vivos, eles não paravam, provavelmente por medo do mascarado. Estes eram quatro, e dois outros corriam pelo fogo brandindo espadas, se atirando como touros sobre a piromaníaca. Eles erguiam suas lâminas sem estilo ou graça nenhuma, e Cleópatra não hesitou em jogar cadeiras já parcialmente consumidas pelas chamas sobre eles, gesto que os atrasou um pouco. No mesmo instante, as balas vinham, e ela rolava para o chão, aproximando-se de mobília para usar como cobertura, porém aquele solo estava queimante. Ao encostar no chão ardente, Nefertari pôde sentir algo molhado, algo que era bem reconhecível... o solo estava coberto quase totalmente com álcool. Por isso o fogo se espalhou tão rápido.

Seus cabelos estavam chamuscados e seus antebraços queimados, e ela sentia dor, porém nada que a impossibilitasse de se movimentar. Ela recuava pouco a pouco, se aproximando da porta vai-e-vem da taverna, erguendo sua lâmina. O fogo chegava lentamente até ela, cercando-a contra a saída. Ao olhar para frente, notava-se que os homens chegaram aos seus sentidos e começavam a ora saltar pela janela, ora ir até os fundos a toda velocidade. Assim, ficava Cleópatra só na taverna com as chamas, que chegavam a uma velocidade assustadora dela.

Netuno, enquanto isso, encontrava-se perdido ainda. Na escuridão total, ele tateava as paredes para encontrar alguma coisa, alguma entrada, alguma porta, alguma esperança. Após horas... ou uma questão de segundos; nesta situação, ter noção do tempo é impossível. Após um tempo que pareceu uma eternidade, ele conseguiu sentir uma batente de porta, algo minúsculo, mas mostrava claramente que a porta estava ali. Não havia maçaneta, apenas uma estrutura lisa. Sem perder tempo, o tritão correu em direção daquela parede, porém seus músculos estavam dormentes, as força consideravelmente reduzida, e ela caiu sem causar muitos danos na estrutura.

Ainda mais furioso, Netuno virou-se ao braço que ele havia sentido antes e, balançando-o de um lado para o outro com força, pôde notar que era um membro amputado. E algumas gotas de sangue pingaram em sua bochecha, e, assim, o tritão percebeu que estava ao lado de um cadáver. Antes que ele pudesse fazer qualquer coisa, um feixe de luz surgiu na sala, e chamou imediatamente sua atenção.

Era um pequeno retângulo a uma altura de um metro e oitenta, que deixava luz entrar. Ele estava bem onde a suposta abertura ficava, e um par de olhos pôde ser notado do outro lado daquilo. Eles eram verdes, furtivos, e moviam-se rapidamente de um lado para o outro, como um animal em perigo. Mas um brilho diferente estourava daquelas íris, e dava uma certeza quase absoluta ao tritão que seu dono era completamente louco. Uma voz sem fôlego, entrecortada por pequenas risadas impulsivas, e um tom beirando o maníaco foi o primeiro som escutado por Netuno:

Ei, amigo! Posso tirar daí! Hehe, é o que você quer, não é? A liberdade... hehe, então o que acha? Você só precisa me ajudar a acabar com o Zero, o mascarado! Hehe, aí podemos trabalhar juntos, hehe. Olha, é só você me proteger que eu te solto, hehe. Vamos, vamos, não tenho todo o tempo do mundo!




A esperança e salvação de Artemia vinha na forma de uma carroça e uma mulher de coroa. E, assim, não havia tempo a perder. A guerreira agarrou Mary Ann e deixou a loja de antiguidades com pressa, deixando o homem esfarrapado para trás, assim como os gêmeos. Estes que pareciam ter desaparecido completamente. A imperadora então saiu das costas da espadachim que, tensa, olhava para a abertura na parede, esperando alguém sair. Mas parecia que Miss Sundays não ligava para isso, e começava um discurso que era parcialmente ignorado por Artemia.

O esfarrapado demorou, mas ele finalmente deu as caras, seu terno destroçado esvoaçando no vento. Ele cerrava seus punhos e seus dentes amarelos rangiam uns contra os outros, as sobrancelhas franzidas. Ele andava vagarosamente até a dupla, que logo virou uma só pessoa. Mary Ann, as algemas nos braços, estava na carruagem, e revirava tudo, encontrando uma carta aberta, a envelope marcando: "De: Yasuhiro // Para: Thalassa Lucas". Além disso, havia um diamante enorme, que reluzia sob a luz do sol e era resplandecente como cinquenta estrelas aos olhos de Mary Ann. Mas a procura não durou muito.

Alguém havia empurrado a carruagem, fazendo ela virar e fazendo os cavalos debandarem de vez. Eles foram para todos os lados, para todas as travessas, deixando aquele veículo inútil. A imperadora então levantou-se, e, com um certo esforço, saiu da carroça, e deu de cara com o soldado que estava agarrado àquilo desde o começo. Seu semblante era de furor completo, e ele estava com uma alabarda de seu tamanho erguida, pronta para cair com tudo sobre seu alvo.

Por sorte, Mary Ann saiu correndo para uma das travessas, esquivando inconscientemente do golpe, e deixando Artemia, o esfarrapado e o soldado para trás. Era uma passagem muito estreita, onde a luz do sol nem entrava, tornando o local imerso pelas trevas. Lá dentro, Miss Sundays não conseguia nem ver seus pés, e apenas avistava Artemia recuando em sua direção, lentamente, enquanto o lojista andava atrás, pronto para atacar. O guarda, enquanto isso, perseguia correndo a imperadora, a alabarda a sua frente.

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Furry
Game Master
Game Master
Furry

Créditos : 62
Warn : Gênese - Página 2 10010
Masculino Data de inscrição : 27/03/2015
Idade : 28

Gênese - Página 2 Empty
MensagemAssunto: Re: Gênese   Gênese - Página 2 EmptyQua 07 Set 2016, 22:22


BatleHeart

A moléstia apenas torna-me mais forte.




– Que?? Eiii.. Ahh. Já foi. - dizia Artemia em meio a sua perplexidade com as palavras daquela mulher, que por um lado eram malucas, mas por outro tentadoras. Já que algumas das coisas ditas eram exatamente o que Artemia buscava.

Não conhecia Ilusia, tão pouco prestava deveres a seu governante, sendo assim não lhe seria um dilema moral agir daquela maneira, já que este não lhe seria nada. E a chance de ganhar dinheiro sequestrando um governante de outro reino parecia fazer bastante sentido. Artemia também não buscava parecer ser boa diante dos olhos da marinha ou governo, já que um dos seus desejos era justamente conseguir vingança contra tais instituições.

Mas por outro lado, dito daquela maneira por uma “imperadora” a coisa toda acabava por parecer estranha. No entanto sem alternativas melhores, a não ser um combate vazio onde não haveria ganhado a jovem se decidiu.

Olhou rapidamente a posição da carruagem, buscando prever de que direção a mesma havia vindo e logo depois se voltaria para essa direção e correria. Se na passagem tivesse a oportunidade atacaria com a espada as pernas do soldado, prejudicando assim sua perseguição a Mary Ann, no entanto se a chance de fazer isso a desviasse do caminho simplesmente ignorá-lo-ia.

– Ela disse os guardas. – pensava em voz anta durante a corrida. – Mas lá só havia um, os outros então devem permanecer com o herdeiro de Ilusia, ou estão vindo nesta direção, seja o que for alguns permaneceram fazendo a proteção.

Enquanto corria na suposta direção na qual o herdeiro estaria Artemia começava a bolar um plano, o qual já começava a surgir de forma rudimentar. Durante a corrida a jovem também olharia para trás, assegurando-se de que não estaria sendo seguida, mas caso percebesse que o sujeito esfarrapado tentava persegui-la a mesma aumentaria sua velocidade, abusando de sua aceleração e também de sua pericia em longas corridas para inserir um ritmo implacável forçando o adversário a desistir.

Caso a comitiva surgisse à frente a jovem desaceleraria, caso não estivesse sendo perseguida. Esperava ter alabardas, apontadas para si assim que se aproximasse dos soldados, dado o atual estado de alertas que os mesmos deveriam estar.

[color=Orange] – Achei vocês. [color] – caso visse o herdeiro entre os homens ali prostrados a jovem rapidamente cairia de joelhos e saudaria. – Me perdoe a intromissão senhor, não desejo causar problemas. Apenas vim relatar que a sua belíssima carruagem chocou-se com uma loja não muito longe, lá está sendo depredada por plebeus indignos.

O plano de Artemia era simples, uma estratégia que visava apelar para o Ego geralmente presente em membros da nobreza. Um nobre nunca permitira que plebeus ficassem com seus preciosos bens. A jovem esperava que esse tipo de noticia fizesse o nobre ordenar que um destacamento de seus soldados partisse para castigar os ladrões.

– É um grupo grande, cerca de dezesseis e alguns estão portando armas senhor, mas acredito que seus homens ainda conseguiram recuperar a maior parte do seu magnifico transporte.

Artemia era acostumada a hierarquia, isso muitas vezes era tanto uma desvantagem, como também lhe era conhecimento estratégico.

- Havia também uma plebeia irritante, proclamando-se imperadora e ridicularizando a sua imagem, estava algemada senhor, mas pegou seus pertences no interior da carroça fugindo depois por uma rua ao lado da loja onde o veiculo bateu. - essa deveria ser a gota d’agua para que o herdeiro mandasse seus homens voando para o local indicado, pois nada era mais irracional que um nobre com orgulho ferido.

Caso seu nome fosse perguntado em algum momento a jovem se apresentaria.

– Sou Artemia Blackheart, filha do primeiro guerreiro de Anoch Sun, viajando pelo mundo em nome de meu pai. – uma quase completa verdade.

No entanto restava a possibilidade de não ter conseguido despistar o sujeito e se este fosse o caso ela continuaria correndo, mas dessa vez acessando ruas laterais, fazendo curvas e esquecendo assim o plano de tentar encontrar o nobre.



Histórico:
 

____________________________________________________



[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]


Voltar ao Topo Ir em baixo
Conteúdo patrocinado




Gênese - Página 2 Empty
MensagemAssunto: Re: Gênese   Gênese - Página 2 Empty

Voltar ao Topo Ir em baixo
 
Gênese
Voltar ao Topo 
Página 2 de 4Ir à página : Anterior  1, 2, 3, 4  Seguinte

Permissão deste fórum:Você não pode responder aos tópicos neste fórum
One Piece RPG :: Oceanos :: West Blue :: Las Camp-
Ir para: