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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Perdidos na Ilha do Gelo

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Milho
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Milho

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MensagemAssunto: Perdidos na Ilha do Gelo   Perdidos na Ilha do Gelo - Página 6 EmptyTer 19 Jul 2016, 12:19

Relembrando a primeira mensagem :

Perdidos na Ilha do Gelo

Aqui ocorrerá a aventura dos civis Takamoto Lisandro e Nakamura Blumayden. A qual não possui narrador definido.


____________________________________________________

É isso mesmo, Convidado, eu voltei.

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Legenda:
 
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AutorMensagem
Takamoto Lisandro
Narrador
Narrador


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MensagemAssunto: Re: Perdidos na Ilha do Gelo   Perdidos na Ilha do Gelo - Página 6 EmptyQua 04 Jan 2017, 21:08

Grande Saka aki... Prassodia

Notei algo enquanto estava descansando o iglu parecia estar cedendo e logo, logo iria com toda certeza desabar precisava salvar Paco, não podia deixar meu amigo morrer, não vou deixar nenhum de meus camaradas morrerem. Levantei com determinação, porém meu corpo não parecia estar tão determinado, estava trêmulo e quase sem forças, andava devagar para não escorregar ou me desequilibrar, isso só me lembrava que eu parecia um velho. Consegui chegar na entrada do iglu, me apoiei na entrada e olhava para trás, quem dos dois havia sobrevivido?

O leão estava vencendo sobre o pirata dava uma patada que deixava marcas de sua garra e sangue no pirata que após ter seu braço forçado e preso pela força do leão largava sua escopeta que deslizava gentilmente sobre gelo chegando perto de mim, ele implorava por ajudar, meu coração apertava e por um segundo cogitei ajuda-lo, porém, a decisão já tinha sido tomada faz muito tempo.

Olhava nos olhos do pirata, ele parecia desesperado para sobreviver. Eles tiram vidas, mas não querem que as suas sejam perdidas, é uma vida hipócrita. Piratas não deveriam ser assim, piratas deveriam procurar sua própria liberdade nos mares e fazer o que quiserem e não matando pessoas em troca de um pouco de dinheiro. Em algum canto do coração, surgiu o ódio, no entanto eu não deveria ter este tipo de sentimento, só me faria ser mais fraco do que já sou.

- Vou te dar uma chance. – Falaria rapidamente pegando a espingarda com o braço bom e jogaria em direção ao leão, não sei se o acertaria ou o pirata pegaria, mas não queria saber ao certo. Se tivesse uma maneira de viver, ele deveria agarra-la. Logo após isso, daria minha total atenção a meu amigo, rapidamente o procuraria, ele estaria perto da entrada do iglu, pelo menos é onde ele estava quando levou o tiro e desmaiou. Iria até ele, não falaria nada, apenas o pegaria pelo casaco e o arrastaria até a saída.

Caso neve fosse cair em cima dele durante seu salvamento, rapidamente me moveria para cima do jovem e levaria a neve em minhas costas, aguentando o frio e a dor de ter pedaços de gelo caindo, cerraria meus dentes com força e não deixaria nada me derrubar. Quando acabasse de cair, respiraria profundamente buscando restaurar as forças do meu corpo, esta ilha é realmente um desafio, sorriria.

Continuaria carregando até a saída e quando saísse veria a situação do leão e do pirata, se o leão tivesse matado o pirata, não poderia voltar para o iglu já que Paco estaria em perigo aqui fora, se caso o pirata ainda estivesse brigando por sua vida e o iglu ainda tivesse inteiro, entraria de novo para buscar o mapa no baú e talvez algo a mais, mas o mapa era a prioridade.


Offs:
 

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MensagemAssunto: Re: Perdidos na Ilha do Gelo   Perdidos na Ilha do Gelo - Página 6 EmptyQua 04 Jan 2017, 22:54


Cap. I
Perdidos na Ilha do Gelo!

Que a sorte me acompanhe!
É hora do pau!

Novamente a garota conseguia não responder minha pergunta, estava começando a ficar mais curioso e pouco irritado com isto.

E para melhorar minha vida ouvia os piratas fazendo um massacre na ilha inteira, conseguia ouvir também eles procurando por mim. – Droga! – Voltava minha atenção para a porta por causa do susto. Suspiraria, coçando minha cabeça. – Que saco! Pensava que tinha me livrado deles, se bem que o bando todo está na cidade. - Pensamentos negativos começavam a rodar na minha cabeça.

A garota começava a se vestir e mandava-me ir embora. A garota mudava de atitude subitamente. Não compreendia o que aquela mulher estava querendo fazer.

Não podia sair da casa ainda, sabia que poderia ser surpreendido por alguém e, talvez, poderia ser morto. E também tinha a obrigação de ficar. – Vou te defender, custe o que custar! – Faria um sinal de positivo. Não importava o que acontecesse iria proteger o que fosse precioso para mim. Arroz com maionese uma obra prima criada pelos os deuses, não podia dar o fora da casa antes mesmo de comer um pedacinho. Fica feliz por lutar por uma causa justa.

Sabia que era questão de tempo que os piratas viessem arrombar essa casa. Mesmo querendo não lutar, teria que fazer tal ato. Como era de esperar de um azarado como eu. Porém sabia uma maneira de conseguir derrotar os oponentes rapidamente e sem fazer grandes esforços. – Garota, vá para dentro! – Indagaria, se ela ficasse perto de mim só atrapalharia.

Percebia que as minhas estavam cem por cento melhor, fazendo com que pudesse realizar o meu plano com mais êxito.

Ficaria à espreita da porta, em silêncio. Deixaria me espada desembainhada, ficaria com os joelhos meio flexionados. Se a garota fizesse qualquer barulho, olharia para ela e faria o sinal que ela ficasse quieta, deixando o meu dedo indicador na boca.

Na hora que o pirata finalmente arrombasse a porta; não deixaria nem que ele olhasse para o lado avançaria minha espada na direção dele na vertical. Fazia um bom tempo que não brandia minha espada, estava um pouco enferrujado, contudo ao ato de segurá-la instintivamente aprendia como manuseá-la. – Caminho da Terra! – Faria rapidamente o corte, mas não pararia por com isso, logo me abaixaria e avançaria para frente fazendo um corte na horizontal no pirata. Caso tivesse outro pirata com ele, com certeza seria surpreendido, então me abaixaria e saltaria na direção do oponente, tentado fazer uma estocada.

Correria muitos riscos investindo nesse ataque surpresa, sabia que não teria espaço o suficiente para me esquivar, se de alguma forma o/os oponente/s conseguisse premeditar o meu ataque, tentaria colocar a força do meu corpo para cima dele/s, ao mesmo tempo ficaria na pose de bloqueio na área vital do corpo meu corpo, ficaria posicionada na vertical de modo que cobrisse minha cabeça e meu coração. Meu objetivo principal seria cair junto com ele/s.

Histórico:
 

Citação :
Fala
Pensamento

____________________________________________________


LEGENDAS:
Falas #0066FF | Pensamentos - #FF6600
-''Arroz'' ~
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MensagemAssunto: Re: Perdidos na Ilha do Gelo   Perdidos na Ilha do Gelo - Página 6 EmptyQui 05 Jan 2017, 00:26





Drink of the wine of the wrath of a god

"Estraga prazeres, huh..."

Após serem surpreendidos pelas batidas na porta, o vendedor disse aos possíveis clientes que ele estava ocupado. Somente após alguns segundos, um chute foi feito contra a porta e ela foi demolida para dentro da loja, mostrando a sombra de dois homens armados sobre sua superfície. Ambos sorriam, até que um dos capangas ria da situação inesperada.

"Yahiko?"

O nome do homem que estava o acompanhando no assalto. Ao tentar pedir ajuda no assassinato do vendedor, ele a joga no balcão violentamente e de forma covarde, ele se rende e pede por clemência, mas seu pedido foi rapidamente negado por um tiro de revolver recebido em seu peito. Ao cair no chão e se remexer no chão para aliviar a dor do tiro, o homem armado mirou seu revolver em direção da garota.

"Meu alvo, seus filhos da puta!" Ao olhar verticalmente para os assaltantes que pegavam as armas e prontamente a levariam para o barco de Yahiko por suas ordens, ele ia até sua direção e a erguia do balcão. Seus cabelos eram puxados com brutalidade pelo homem, e o seus braços colocados sobre as costas com uma grande força. Sendo arrastada até um quarto, ela permanecia sem nenhuma reação violenta ou desnecessária, ou isso lhe custaria a vida. "Essas mãos musculosas... não, não, não, sem fantasias sobre isso. Esse merda tem que morrer por me tratar que nem um saco de batatas. Eu vou arrancar o pinto dele, porra."

Depois de tentar fantasiar sobre a situação, ela se lembrou de seu orgulho e esclamou que iria arrancar suas genitálias fora. Cuidadosamente, ela analisava o local; várias espadas, peças metálicas, uma mesa e duas caixas de pólvora. Julgando que o homem estava armado, qualquer movimento e o resultado seria fatal para ambos, pois as chances do disparo alcançar um dos barris era altíssima, julgando o pouco espaço que havia ali. "Ele é muito orgulhoso, julgando por sua personalidade. Ele não seria louco de atirar nos barris e provavelmente irá evitá-los. E eu também não sou tão louca assim."

"E esse lugar está cheio de armas metálicas. Eu tenho certeza que ele não irá evitar de atirar nelas, e se caso os metais se choquem e causem alguma faísca... esse lugar explode." E após pensar, o homem daria uma oferta a garota. Antes de perguntar qual seria a oferta, o homem tirou suas calças e sua cueca, revelando suas partes baixas para ela. O revolver continuava apontado sobre seu rosto, então qualquer reação dela seria perigosa. E nas roupas caídas, ela viu um coldre com uma faca.

"Minha única opção..."A garota após pensar em sua atual situação, começaria um plano para assassinar o homem em sua frente, que estava a forçando a praticar atos sexuais com ele. Ela tirou sua capa vermelha junto de seu uniforme militar, revelando seus seios ao homem, enquanto ela lentamente colocava o busto em contato com sua genitália. Sua mão estaria pressionando sobre o abdomem do homem, perto do revolver que ele estava segurando, enquanto a outra estaria perto da faca. A garota teve certeza de fingir que estava se masturbando para evitar qualquer suspeita do homem, e lentamente, usaria a mão para pegar a arma.

Enquanto isso, ela lentamente colocava a boca sobre o membro e o acariciava com a língua, tentando distrair o homem com sua própria estimulação. Seus olhos estavam focados nos olhos de Yahiko, mas ela poderia ver claramente o revolver sendo apontado para ela através do olhar periférico, se bem que sua reação em se desviar da mira da arma seria gravemente prejudicada casso ela viesse a usar essa opção para fugir.

E em caso de suspeitas, a mulher derrubaria a faca em cima das roupas, para evitar qualquer barulho, e colocaria a mão usada no processo para continuar fingindo que estava se masturbando. Mas, caso nenhuma suspeita seja vista, a mulher se preparava para começar seu assassinato, e agora, seu olhar estaria completamente focado no revolver. Ela usaria a faca e a moveria ágilmente contra seu saco escrotal, enquanto a mão que estava encostada em seu abdomem se moveria em direção do revolver, e com essa mesma mão, a garota tentaria jogar a arma em direção dos barris de pólvora. Ela continuaria tentando fincar a faca contra o escroto do rapaz, tentando fazer com que ele sentisse muita dor, e que todo seu foco estivesse em pegar o restante de seu próprio escroto com as mãos em uma tentativa inútil de tentar diminuir a dor causada pelo corte sofrido.



Objetivos:
 

Histórico:
 
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Sakaki
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MensagemAssunto: Re: Perdidos na Ilha do Gelo   Perdidos na Ilha do Gelo - Página 6 EmptySex 06 Jan 2017, 05:43

Perdidos na Ilha do Gelo
50 Tons De Dolly

Takamoto

Como ultimo gesto de piedade Takamoto juntava a escopeta do chão gélido e jogava em direção da fera, porém sua mira era péssima e seu estado físico não ajudava,  por se tratar de uma arma pesada ela cairia sobre o solo antes de chegar perto do alvo e então deslizaria até chegar ao fim do bloco de gelo flutuante e cair nos profundos mares gélidos de Fernand Ice Island. O homem olhava para o garoto com uma cara de ódio, uma expressão tão sombria que assombraria os sonhos do garoto, Takamoto podia sentir o homem o amaldiçoando e enquanto ele trocava olhares com o garoto ele recitava suas últimas palavras:

-Te vejo no inferno...

mas logo o dialogo era interrompido por um movimento do leão, a fera erguia novamente sua pata mas dessa vez realizaria um golpe brutal contra a a cabeça do homem, suas garras dilaceravam totalmente sua face, quase arrancando seu rosto fora. A sensação de ser responsável por uma morte não era muito boa, mesmo que o pirata não fosse a melhor das pessoas era uma vida, mas Takamoto deveria conviver com isso, ele direcionaria sua atenção para o iglu enquanto o leão brincava com o corpo do homem, mas aquilo não o distrairia por muito tempo, logo perceberia que sua presa estava morta e precisaria de outra coisa para se distrair. Takamoto adentrou o iglu sem nenhum temor, tudo que sentia no momento era vontade de salvar a vida de Paco a todo custo, o iglu começava a desmoronar pouco a pouco, o ruivo podia sentir os estilhaços de gelo caírem sobre suas costas, mesmo sem ver nada na densidade da fumaça que parecia eterna ele andaria até o último local que lembrava mas não demoraria muito para ele esbarrar no corpo do garoto, ele se abaixaria e com as poucas forças que tinha ergueria o jovem e o levaria para fora em seus braços, pedaços maiores e mais pesados de gelo começavam a cair do teto da construção, mas o jovem aguentava tudo em suas costas para garantir que nenhum ferisse o garoto e assim seguiria em direção a luz que a saída do local emitia.

A luz resplandecia o rosto jovem novamente, sua visão agora era clara, sua respiração começava a fluir novamente, porém no momento em que olhou para o rosto do frágil garoto ele desejou que aquela fumaça maldita ainda cobrisse sua visão, o rosto do garoto estava extremamente pálido, suas narinas tinham manchas negras em seu redor e sua pele estava fria, e por mais que ele ainda respirasse, seus batimentos eram fracos e suaves quase sumindo. O jovem largava o corpo do garoto que caia como um saco de batatas no chão, e não demorava muito para ele sucumbir junto, seus braços e suas pernas tinhas exercido muito esforço, e ao olhar para seu torso aquilo que era uma pequena mancha de sangue causado pelo ferimento a bala a gora era predominante em toda sua barriga, o sangue escorria até suas pernas.

E pensando que nada podia piorar, ao erguer sua cabeça pode ver a fera, o leão que antes possuía o pelo branco, agora estava em maior parte vermelho, totalmente coberto pelo sangue do pirata que agora tinha seu corpo estraçalhado por todo o local, e agora ele ia em direção aos dois garotos. Tudo poderia acabar ali, ambos jovens mortos pela fera, mas Takamoto não iria desistir, ele se erguia com suas forças quase escassas, e parecia ainda querer lutar para proteger seu amigo, mas antes que a fera pudesse avançar contra os dois, um disparo era feito do horizonte e acertava em cheio o torso do leão, um disparo preciso e potente que foi capaz de arrancar sangue da fera, o animal perdia a atenção em suas presas e direcionava para um grupo de homens armados que usavam um uniforme semelhante aos dos outros dois piratas, poderiam ser companheiros de bando, e foi com aquela cena que o ruivo sucumbiu, sua visão foi ficando cada vez mais ofusca até o jovem perder a consciência por um momento.

Blum

Blum decidiria contrariar as ordens da desconhecida e permanecer na casa, ele sabia que sair agora seria suicídio, muito provavelmente a ilha estava tomada pelos saqueadores, ele deveria convencer a moça de que ela não estaria cometendo um erro ao deixá-lo ficar, ele forneceu conforto a jovem e prometeu proteção, ela permitiu que o jovem permanecesse relutantemente. O garoto de cabelo azulado se moveria até a cozinha para se alimentar do pote de arroz e maionese que estava sobre a mesa, uma mistura tanto quanto incomum porém parecia agradar o jovem que se deliciava com tal iguaria, mas não demorava muito para sua alegria acabar, enquanto ele dava sua última garfada na refeição ele poderia ouvir os passos afofados pela neve em direção do iglu, era hora de agir, ele mandava amoça se esconder enquanto retirava a espada da bainha e se esgueirava para próximo da porta, enquanto ele esperava os homens invadirem ele conseguia ver a moça se esconder de baixo da cama. Não demorou muito para a residencia ser invadida a força pelos foras da lei assim como Blum previu, mas ele estava preparado, um dos homens adentrava o iglu com um machado em suas mãos mas era rapidamente surpreendido pelo jovem que realizava um corte em vertical sobre o pirata, a espada cravaria no crânio do homem e deslizaria abrindo caminho pela sua face com dificuldades, aquela espada não era das melhores, mas era o suficiente para acabar com aquele homem, em sequencia retiraria a espada do corpo do saqueador e realizaria outro golpe em horizontal que acertava seu torso abrindo um corte profundo, isso foi o bastante para derrubar o homem, mas ele estava acompanhando, o segundo pirata exclamou enquanto via a cena:

- Mas que merda! Nos aju...

Antes que o segundo pirata pudesse terminar a frase era estocado na barriga pela lâmina de Blum que atravessaria seu estomago sem dificuldades, o homem soltaria um grito de dor enquanto cuspia sangue, o ataque do jovem havia sido um sucesso, ele havia massacrado dois homens que em compensação não pareciam ter muita pericia em combate, mas não acabaria assim, antes que o jovem retirasse a lamina da barriga do mercenário seria surpreendido, o iglu seria fortemente baleado, as balas atravessam os blocos de gelo que formavam o iglu como se fosse ar, automaticamente Blum se atirou no chão como medida de proteção das balas, após alguns breves segundos as rajadas de balas cessavam, e milagrosamente o garoto teria escapado sem ser atingido por um misero tiro, mas o silencio nao duraria por muito tempo, Blum poderia ouvir uma voz do lado de fora do iglu:

- Escuta aqui garoto! Sabemos que esta ai, o chefe acordou e ele quer ver você, você pode sair dai e entregar sua espada, ou podemos entrar ai e te arrancar a força.

Se Blum saísse ele poderia ser morto pelos homens, ele sabia que não podia confiar em piratas, porém se eles invadissem o lugar poderiam encontrar a moça na qual ele jurou proteger, restava a Blum fazer a escolha.

Dolly

A jovem cedia aos desejos sexuais do pirata, retirava suas roupas revelando seu corpo escultural oque fazia o fora da lei abrir um grande sorriso, ela se aproximaria do homem e começaria a estimulá-lo, enquanto levaria uma das mãos até a faca no cinto do rapaz, o homem não parecia estar apresentando qualquer suspeita, apenas olhava em direção ao nada com uma expressão prazerosa, mas foi quando a garota usou sua boca para estimular o órgão do rapaz que ele revirou os olhos, sua mão que segurava a arma aos poucos se abaixava, ele estava totalmente de guarda baixa e essa era a chance de Dolly, a garota agilmente sacou a lamina das vestes do rapaz e fez um corte profundo na bolsa testicular do homem, rasgando-o e liberando quantias assombrosas de sangue e fluídos corporais, o homem soltou um grito de dor extrema, e antes que pudesse reagir a moça bateu em seu braço jogando o revolver longe. O homem caiu no chão soltando berros estrondosos causados pela dor alucinante que ele sentia, gritos tão altos que com certeza seriam ouvidos por qualquer um próximo ali, talvez teria sido melhor realizar um golpe mais fatal, mas a garota parecia ter algo a provar, enquanto o homem gritava de dor no chão a porta do comodo era pressionada fortemente mas Yahiko havia a trancado, e do lado exterior o parceiro do pirata poderia ser ouvido:

- Yahiko! Que porra esta acontecendo ai? Abre essa porta!

O pirata soltava seus berros cada vez em tom mais baixo, parecia que ele estava desmaiando por causa da perda de sangue, impaciente pela falta de respostas o parceiro do pirata começava a chutar a porta, a porta parecia resistir mais do que a de entrada, mas não resistiria por muito tempo, já era possível ver rachaduras na superfície do objeto, Dolly deveria decidir sua próxima ação rapidamente.

Off:
 

Takamoto:
 

Blum:
 

Doule:
 

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Takamoto Lisandro
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MensagemAssunto: Re: Perdidos na Ilha do Gelo   Perdidos na Ilha do Gelo - Página 6 EmptySex 06 Jan 2017, 21:16

Takamoto Lisandro Belo Post Saka!

Fazia o que deveria para ajuda-lo, não era seu salvador ou seu amigo, éramos inimigo naquele momento, se Paco morresse seria culpa dele e por mais que o odiasse se isso acontecesse, é claro que daria uma chance de ele viver. Porém, não tinha tanta confiança na minha mira e muito menos força para a arma chegar até lá, olhando a arma deslizar até a beira e cair no mar gélido desta ilha. O homem me encarava com raiva e eu devolvia seu com um olhar de pena, parece que você não foi forte o bastante para ganhar essa batalha, mas não se preocupe, descanse agora, pois sua vida acabou.

O homem exclamava suas últimas palavras. – Te vejo no inferno... – Eu apenas me virei e soltei uma risada irônica e diria com raiva. – Desculpe não o verei lá, pois eu viverei. – Sua morte não foi minha culpa, você foi fraco, deveria morrer feliz sabendo que morreu pelos seus sonhos ou talvez nem mesmo sonhos você tinha... Muito bem, carregarei sua morte em minhas costas e com ela ficarei mais forte para viver o que você não viveu.

Olhando a frente via que a fumaça negra não havia dissipado e isso me deixava mais angustiado com a saúde de Paco, ele tinha que aguentar, era um pequeno guerreiro e ainda tem muito o que viver. Entrei no iglu e a escuridão não havia cessado, ouvia barulho do gelo cedendo e estilhaços batendo em minhas costas, ignorei a dor, ignorei tudo. Apenas queria salvar meu amigo e nada mais. Por mais que estivesse cego no momento, minhas memorias ajudariam para achar Paco e assim tropecei em Paco. – Foi mal.

Devagar e com cuidado ergui meu amigo e andei vagarosamente até a entrada levando porradas da neve e dando pequenos gemidos de dor, seguia em frente, indo em direção a luz. Saia da escuridão, minha respiração e olhos agora estariam normais, e ao ver Paco completamente acabado, mas sentia sua fraca pulsação correr pelo seu corpo. Meus braços não tinham mais força e derrubei Paco, nem mesmo consegui me aguentar e cai no chão logo em seguida do meu amigo. – Desculpa Paco.. Não consegui nos levar até a aldeia. – Falava de modo lento e sem força, parecia que até mesmo minha voz estava se extinguindo, olhava para mais a frente para cima e via o leão que outrora tinha pelo branco, agora com manchas vermelhas de sangue espalhadas pelo seu corpo.

Seria aquele o meu fim? Decepcionei tantas pessoas.. Blue, Paco, Pai.. Não conseguia conter as lagrimas que caiam do meu rosto, eu tinha que ser forte, eu morri querendo proteger a todos que amo, mas... Mas... – MAS PORQUE EU QUERO TANTO VIVER?! – Me indagaria no chão frio e com a neve caindo em mim enquanto a fera se aproximava, olhava para a fera e mesmo com lagrimas descendo dos meus olhos e não podendo mexer um dedo, esboçaria uma cara selvagem e furiosa para ela, rangendo meus dentes e olhando diretamente em seus olhos.

Juntando tudo que me resta e movido pela determinação e pela raiva, levantava desajeitado e aos poucos me mantinha em pé. Cerrando meus punhos e olhando para a fera, queria pelo menos que meu último suspiro fosse lutando contra tudo que me desafiava. Antes que pudesse fazer qualquer coisa, um tiro era efetuado. E minha visão se embaçava, a fera rosnava para as pessoas que vinham do horizonte. Mais piratas? Que merda, apenas peço que.. – Salvem o Paco. – E não conseguia pensar em mais nada, a escuridão tomou posse de mim.

Quando eu acordasse, abriria os olhos rapidamente e alerta levantaria minha cabeça e depois com ela meu torso. Olharia ao redor, queria saber o que estava acontecendo. – Estou no céu? – Observaria com cuidado. – Paco... Paco?! – As memorias de antes de adormecer vinham à tona e sem notar me via chamando meu amigo. – Paco?! Onde está você Paco?! – Tentaria me levantar de onde estava, nem mesmo notava que estava ferido, se uma súbita dor viesse ficaria parado e com um gemido de dor diria. – Merda! – Meu corpo está um bagaço, preciso encontrar Paco.


Offs:
 

Histórico:
 

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Última edição por Buggymoto em Sab 07 Jan 2017, 00:01, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Perdidos na Ilha do Gelo   Perdidos na Ilha do Gelo - Página 6 EmptySex 06 Jan 2017, 23:53


Cap. I
Perdidos na Ilha do Gelo!

Entre a vida e a morte!
Vamos lá!

De alguma forma, conseguia surpreender os dois homens e sair ileso com isto. Estava tudo aos conformes, porém tinha esquecido a probabilidade de outros males feitores tivessem vindo com aqueles piratas. Conseguia me refugiar a tempo no iglu para não ser alvejado pela a chuva bélica. Um dos piratas, talvez o líder, o mesmo apresentava uma proposta sem fundamento. Se fosse com eles apenas adiaria minha morte. Negociar com esses tipos de homens é como se negociar com a própria morte. – Essa vai dar trabalho. – Suspirava, colocando a mão na cabeça. Monotonamente perdia-me nos meus pensamentos. O mundo novamente girava-se contra mim.

Não conseguia tirar da cabeça a ideia de querer proteger fielmente a quem prometi. Jurei proteger você arroz com maionese. Apenas por ter prestigiado essa obra prima da natureza ficava feliz.

Sobrava pouco tempo até que os piratas viessem, não tinha nenhuma outra escolha ao não se render e ser morto depois. Mesmo se tivesse alguma paisagem secreta ou portas do fundo seria muito arriscado, pelo o visto esses piratas são bem persistentes e não sairiam da minha cola facilmente, apenas seria questão de tempo até ser pego. Vale ressaltar que tudo isso seria cansativo demais para mim. – Francamente... Por que pensar tanto assim? – Coçaria o meu cabelo, na tentativa de tirar essas minhas preocupações de minha mente.

Levantaria os braços e andaria lentamente até lá fora, depois jogaria a espada fora. Permaneceria calado. Que esquisito parecia que estava fazendo algum tipo de ato heroico ao estar aqui. Essa era a única maneira de tentar me safar. Apenas seguiria os piratas para onde eles fossem, olharia para todos eles e veria quantos eles estavam e quais armas cada um carregava consigo.

- Espero que o Taka não esteja numa situação tão complicada como a minha... – Pensaria olhando para aquela imensidão azul, o céu.

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MensagemAssunto: Re: Perdidos na Ilha do Gelo   Perdidos na Ilha do Gelo - Página 6 EmptySab 07 Jan 2017, 14:56





Drink of the wine of the wrath of a god

A garota, após seu inusitado assassinato, decide lamber os resquícios de fluidos corporais na lamina da faca que usou para matar sua vítima. Após saborear os fluidos, uma sensação ruim foi sentida em sua lingua, similar ao gosto de uma comida estragada. "Seu esperma é azedo demais, tenho pena do que isso iria criar." No entanto, sua degustação foi interrompida pelo companheiro do homem morto, a pessoa que provavelmente citou seu nome. Após não ouvir a voz do amigo, ele decidiu chutar a porta com força, ao ponto que uma rachadura começou a aparecer no meio dela. "O parceiro dele, hm? Que pé no saco." Ela se auto questionou, enquanto se preparava.

Caso a fenda na porta fosse pequena, dando a chance dela bolar alguma estratégia em primeiro lugar. Primeiro, ela chutaria a mesa no pequeno quarto em direção da porta para enraivecer o homem, e então, chutaria os dois barris na mesma direção, com todo o cuidado para que nenhum resquicio de pólvora pudesse vazar. Dependendo se o homem colocasse toda a força em um próximo chute, toda a pólvora se espalharia no quarto e possivelmente, se alastraria no homem e na garota. Tudo em caso de que o homem estivesse armado com alguma arma de fogo, criando uma situação suicida. Caso a fenda na porta fosse grande, ela desferiria somente um leve chute em um dos barris de pólvora contra a porta, com o objetivo de irritar o homem e fazer com que ele chute a porta com mais força. O impacto causaria a mesma situação descrita anteriormente, só que a quantidade de pólvora seria menor.

Caso ele estivesse com um revolver, com as duas possibilidades de que o quarto estaria inundado de pólvora, se o inimigo atirasse, ele iria ter que se auto-explodir. Julgando que se ele chutar a porta, o impacto seria suficiente para untar ambos com pólvora, existiriam altas chances do pó se espalhar no corpo do inimigo e no corpo da garota. Dolly morreria caso levasse um tiro, mas nessa situação, o alvo também seria vítima do mesmo destino. Caso ele estivesse com uma espada, ela não poderia usar a faca que estava ali, pois uma única faísca poderia colocar sua vida em risco, dando início a uma enorme reação em cadeia que resultaria em uma enorme explosão. Claro que, mesmo com a chance de somente um barril de pólvora ser jogado em direção da porta, a proporção da explosão ainda seria suficiente para matar ambos. Então, nesse caso, qualquer contato entre ela e o inimigo teriam que ser evitados.

Caso ele estivesse desarmado, seria uma situação mais fácil de se resolver. Um golpe ou ataque físico não seria capaz de criar uma explosão, e ela não morreria em uma explosão caso fosse descuidada; claro que, se o inimigo não tiver uma força monstruosa de matar alguém com um único soco. A única área vulnerável seria qualquer local sensivel a impacto brusco, como a cabeça, o pescoço, o estomago e o peito. Um dano em seus membros superiores e inferiores, seria superficial, desde que ela conseguisse alcançar o inimigo e o atacar sem usar armas. Se ele a pegasse de surpresa, a garota não estaria pronta para um contra-ataque, e obviamente ela seria atacada. Nessa situação, ela usaria os braços para se defender, ao cruzá-los na frente da área de ataque, e então, ela se prepararia para avançar. "Que merda..."

Se ele tentasse um ataque frontal, ela prontamente se esquivaria e se prepararia para um rápido contra-ataque em sua direção; um forte soco em seu estomago. Claro que, com a garota não tendo nenhuma experiência com lutas corporais, o soco seria um pouco mais fraco que o normal, e a chance de nocautear o inimigo seria menor que o esperado. Se ele tentasse um ataque por baixo, ela pularia para o alto e usaria do reflexo do inimigo contra ele mesmo. O inimigo iria olhar para cima no momento em que ela pulasse, de acordo com sua previsão, e então, ela alongaria as pernas com o objetivo de chutar o inimigo em seu rosto, uma área que seria bem mais visível para ela no momento que ela pulasse. Mas claro, se o ataque não fosse possível, com a possibilidade de seu rosto não ser visivel, ela pularia para trás rapidamente.

Se ele tentasse se defender, ela aproveitaria o momento em que o inimigo perdesse sua guarda e então, fugiria para a porta arrebentada, e então, se direcionaria para a recepção da loja, onde poderia bolar um melhor plano para derrotar seu novo oponente. Ela sabia que o inimigo ia correr atrás dela, então ela olharia para os lados com certa preocupação. Seu plano foi bolado rapidamente; jogar qualquer arma afiada que tivesse na loja em sua direção, aproveitando do fato que ele estaria possivelmente, coberto de pólvora. Duas, quatro, oito, tanto importa o número ou quantidade para a garota. Desde que as armas afiadas conseguissem criar uma faísca por contato, seria o suficiente para causar uma explosão que mataria o inimigo. Claro que, a garota se protegeria em algum lugar após jogar as armas na direção do alvo, já que a explosão possivelmente a atingiria, pois seu corpo estaria coberto também.

Se ele tentasse se esquivar, e a esquiva possibilitasse uma fuga, seria a chance da garota correr em direção da recepção e repetir a mesma estratégia de anteriormente. E com a possibilidade do inimigo derrotado, a garota poderia resumir sua busca por sangue. E claro, com ela indo para fora da loja, ela olharia para a fumaça negra que estava se espalhando pelo céu. "Essa fumaça? Tem alguma outra pessoa nessa bendita ilha, além desses piratas fracassados?" Ela questionava a presença de outro grupo na ilha, julgando que os inimigos de anteriormente também estavam presentes. Sua teoria seria que, a fumaça seria algum sinal aliado direcionado ao homem que ela matou, Yahiko, e poderia simbolizar que todas as melhores armas e artefatos foram armazenados e que seu navio estaria pronto para zarpar em alto mar.

Tentando acreditar nessa probabilidade, a garota decidiria ir ao litoral da ilha.



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MensagemAssunto: Re: Perdidos na Ilha do Gelo   Perdidos na Ilha do Gelo - Página 6 EmptyDom 08 Jan 2017, 08:05

Perdidos na Ilha do Gelo
Paco Is Dead

Takamoto

Seus sentidos começavam a voltar lentamente um por um, os tiros e os sons de batalha haviam cessado, sentia seu corpo tremer devido ao frio extremo que sentia no momento, porém tudo que ele enxergava era escuridão, era como se ele estivesse meio consciente e meio inconsciente, como se seu corpo estivesse dormindo porém sua mente parecia estar em pleno funcionamento, o jovem ruivo se perderia em alguns pensamentos até conseguir ouvir vozes vindas de próximo:

"O bichano era duro na queda HAHA!"
"Olhe nos destroços desse iglu, veja se encontra o mapa"
"O muleque ruivo esta vivo, já o outro..."
"Peguem o ruivo e o levem, podemos interrogá-lo depois"
"E o que fazemos com o outro"
"Joguem no mar..."

E foi naquele trecho da conversa que Takamoto encontrou forças para despertar, seus olhos se abriam subitamente enquanto ele podia sentir o movimento voltar a cada um dos seus membros, e junto com os movimentos também vinha a dor. O garoto ruivo se erguia lentamente enquanto tentava chamar pelo nome de seu amigo, porém ele mal conseguia abrir a boca fazendo os piratas entenderem apenas gemidos, ao olhar em volta ele podia notar cerca de cinco ou seis homens o rodeando, todos usavam roupas vermelhas semelhantes aos homens que os atacaram, alguns deles apenas observavam o jovem enquanto os outros exclamavam algumas palavras:

- Mas que merda o garoto acordou...

- Ainda acho melhor matá-lo.

- ACHEI ALGO!!

Todos os homens que focavam em Takamoto agora direcionavam sua atenção para os destroços do que antes era um iglu, um dos homens estava desenterrando um baú do meio das pedras de gelo, o mesmo baú que havia dado origem a aquela fera horrível, o mesmo baú que havia causado tudo aquilo. Naquele momento mais dois homens do grupo foram ajudar seu companheiro a retirar o objeto das ruínas do iglu de Dolphan, que já havia parado de expelir fumaça, após desenterrá-lo por completo, os homens começaram a vasculhá-lo, e dele retiraram fotos antigas, algumas Berries, uma bussola que parecia quebrada e o mais importante, um pergaminho antigo enrolado em forma de canudo, antes que os homens abrissem um deles que parecia estar no comando exclamou:

- Não ousem abrir! Vamos levar ao chefe, ele decidira oque fazer, vamos rapazes!


Os homens começavam a se preparar para partir, o homem que dava as ordens se aproximou do jovem cozinheiro e exclamou em um tom severo:

- Consegue levantar garoto?

Takamoto tentaria se erguer mas suas pernas estavam fracas, ao perceber que o garoto estava fraco demais para caminhar o homem olhava para o ruivo com o olhar de pena enquanto dizia:

- Nobunaga! Carregue o garoto até lá.

Nobunaga, um homem gordo alto e forte se aproximou dos dois, se ajoelhou e segurou o garoto sem hostilidade, e o ergueria mesmo sem a cooperação do jovem, se ele reagisse só seria pior, mas tudo mudava de figura ao perceber que eles estavam partindo sem Paco, Takamoto entrou em total desespero, e ao perceber que seu maxilar já estava móvel o bastante novamente exclamava em um grito o nome de seu companheiro, o capitão virava para Taka e dizia:

- O que você quer garoto?

Takamoto explicava ao homem quem era Paco e suplicava para que o salvassem, o homem sorria amistosamente e olharia novamente para os seus parceiros:

-Hey Machi, eu tinha mandado você jogar o garoto no mar não tinha?

O pirata sorria junto ao chefe e fazia sinal de positivo com a cabeça enquanto andejava de volta ao corpo do garoto, o jovem ruivo se rebatia nos braços do grandalhão enquanto tentava se soltar em uma tentativa de salvar seu companheiro e naquele momento o homem gordo o soltava e deixava o garoto cair com tudo no chão duro e frio, o homem gordo levantava seu pé e posicionava sobre a cabeça ruiva de Taka enquanto questionava o seu chefe:

- Posso esmagar o crânio dele chefe?

- Eu sei que é tentador Nobunaga, mas o chefe pode ter perguntas para ele apenas o segure firme, pode matá-lo quando tudo acabar.

E ali estava o jovem largado no chão frio, com um mamute de uma tonelada ameaçando esmagar seu crânio enquanto ele estava totalmente submisso aos piratas e o pior de tudo, vendo um garoto que só queria ajudar, um amigo, afundar nos mares gélidos e mortais de Fernand Ice Island, ele não podia reagir de forma alguma, um único pisque que não agradasse aos piratas e sua cabeça viraria um purê. Após Machi retornar Nobunaga retiraria o pé da cabeça de Takamoto e o ergueria novamente mas dessa vez com força, ele era forte como um touro o ruivo mal conseguia respirar nos braços daquele homem.

Após alguns minutos de viagem todos estariam de volta ao centro de Fernand Ice Island, a ilha estava um caos, os iglus estavam revirados, haviam corpos de civis por diversas partes, e outros piratas do bando ainda estavam a saquear alguns comércios. Takamoto foi levado até o litoral da ilha aonde estava atracado o barco do bando, ele foi posto de joelho ao lado de mais dois prisioneiros, e ao direcionar a visão pode perceber que era Blue seu companheiro de curta data, agora ambos pareciam estar na mesma situação.

Blum

Seria a escolha certa se render aos piratas? Talvez não, mas Blum não possuía muitas escolhas no momento, o iglu não possuía saídas alternativas e seria questão de tempo até ele ser achado novamente pelos meliantes, era a escolha certa a se fazer, sabia que tinha muitos riscos, mas ele fez uma promessa e deveria a cumprir. O garoto pegava sua espada e a jogava para fora enquanto saia do iglu com as mãos levantadas simbolizando sua rendição, ele ficaria parado na frente do iglu por alguns segundos até os criminosos começarem a o cercar, um dos piratas pegava a espada que o garoto jogou no chão, enquanto o mesmo que negociou com o jovem iria até sua próximo a Blum e dialogava com mesmo, ele retirava o charuto da boca e soprava a fumaça tóxica em seu rosto o fazendo tossir enquanto dizia:

- Fez a escolha certa garoto.

O jovem de cabelo azulado estava cercado por 5 homens, todos armados com diversas armas de fogo, dois dos criminosos botavam as mãos nos ombros do jovem, enquanto um deles apontava a arma para seu crânio o outro só o guiava, assim junto dos piratas todos seguiram para o litoral da ilha em direção ao litoral, no caminho Blum poderia ver o caos que a ilha estava, corpos, residencias destruídas, piratas saqueando e torturando pessoas, e o jovem estava totalmente impotente diante tudo aquilo.

Todos paravam diante a beira do mar aonde o barco dos criminosos havia atracado, o homem que negociou Blum viraria para ele e diria em um tom de brincadeira:

- Espere aqui! Vou chamar o chefe, tenho certeza que você se lembra dele.

Os dois homens que o guiaram empurravam seus ombros para baixo assim forçando-o que se ajoelha-se. A espera era angustiante, estava demorando um pouco mais que o garoto achou que demoraria, mas logo ele foi surpreendido de uma maneira que não esperava, no horizonte ele poderia ver mais piratas, mas não só piratas, juntos dele estava seu companheiro Takamoto, ele estava com uma cara horrível, extremamente pálido, com olheiras, manchas de sangue por todo o corpo e um olhar de tristeza e sofrimento, os piratas que carregavam o ruivo estavam em 6, um gordo que segurava seu amigo, um homem de porte atlético que parecia guiar os outros, dois homens que carregavam um baú e outros dois armados com escopetas que pareciam dar cobertura. Takamoto era posto e joelhos ao seu lado, parece que os dois amigos haviam se encontrado, mas não da maneira que gostariam.

Dolly

A rachadura criada na porta de madeira era de tamanho médio, mas os chutes do homem se tornavam mais frequentes e fortes aumentando a rachadura e simbolizando que a garota não tinha muito tempo, ela botava seu plano em ação tentando lançar o barril de pólvora até a porta com apenas um chute, porém o barril era pesado e o chute da garota não o lançava até a porta mas sim o derrubava esparramando pólvora no centro da sala. A porta era arrombada, o homem adentrava ao recinto segurando uma espingarda e apontando em direção a moça, porém o cheiro de enxofre o alertava, ele olhava para baixo e percebia a pólvora esparramada por todo o cômodo, ele estampava uma expressão de nervosismo em seu rosto e olhava novamente para a jovem enquanto partia para cima dela, ele virava a arma de baixo para cima e visava acertar a cabeça da moça com a coronha da arma, porém ela se abaixava agilmente deixando o golpe do homem passar no vácuo e em sequencia acertava um golpe em sua barriga, Dolly não era uma jovem forte porém o golpe lhe deu uma brecha para correr até a recepção da loja. A jovem tinha um plano que consistia em pegar duas armas metálicas da loja e causar uma faísca para explodir a pólvora, uma ideia um tanto quanto estupida pois a quantidade de pólvora naquela loja era o bastante para encher 10 bombas, porém por "sorte" a recepção da loja estaria vazia, provavelmente o homem teria levado rapidamente tudo como saque para o navio, tudo que restava eram alguns escudos e munições para revolver. Antes que a moça pudesse bolar outro plano o homem a perseguia, já que agora ela se encontrava em um lugar sem a pólvora homem se sentia seguro em atirar, ele mirava e atirava rapidamente antes que a jovem pudesse agir, a bala atravessava o ombro da moça que caia no chão gemendo de dor, o homem se aproximava e com uma mão apontava a espingarda para a cabeça da moça enquanto com a outra pressionava o local onde havia recebido o soco da moça:

- Você vem comigo vadia!

Agora dependia da moça se ela seguiria as ordens do homem ou tentaria reagir novamente, ela tinha pouco tempo para decidir áleas agora estava ferida.

Takamoto:
 

Blum:
 

Dolly:
 

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MensagemAssunto: Re: Perdidos na Ilha do Gelo   Perdidos na Ilha do Gelo - Página 6 EmptyDom 08 Jan 2017, 23:23

Musica de luto pelo Paco:
 

Takamoto Lisandro Offs, antes de ler.

Consegui me levantar, mas com os movimentos do meu corpo sentia a dor estremecendo em cada nervo, ignorava e continua a me erguer. Os piratas haviam chegado e acabado com o leão, acho que eles querem o mapa, não estou em condição de detê-los, porém fiquei em guarda, se eles quisessem vingar os amigos mortos estaria aqui de pé, deveria também proteger Paco.

Um homem comandava os demais, eles haviam achado o tesouro e o líder se aproximava de mim, por mais que eu quisesse atacar ele, eu não movi um dedo, não consegui... Ele me perguntava se conseguia me levantar, não estar vendo que estou de pé, mas era o que eu pensava ainda me encontrava como antes. Apenas ajoelhado, tentei me levantar com meu pé direito como apoio, mas não se movia. Ele comandava um de seus homens para me carregar, eu não queria isso, mesmo assim não me movi, apenas o deixei ele me carregar.

“Mas espera? Porque eles não estão carregando o Paco?” – Não conseguia falar, mas me agitei. – “Ali! O Paco, ali!” – O velho me perguntava o motivo de ficar me mexendo, ele olhava para o Paco. Finalmente, agora peguem ele também. Só que o líder não queria levar o Paco, ele pensava que estava morto, mas não estava, eu sabia disso, Paco é meu amigo, ele é forte. – “Não ouse!” – Olhava enfurecido com as palavras do pirata, expressava toda minha fúria e com um olhar assassino mantinha encarando o mesmo e depois virava a cabeça para ver Paco. – “DROGA!” – Tentava me libertar, não podia deixar eles jogarem Paco no mar.

O gordo me soltava e caia no sólido e gelado chão de gelo, o gordo me ameaça com seu pé dizendo que esmagaria meu crânio. Eu não fiquei com medo, apenas o encarava como uma fera. – “É melhor me matar aqui e agora, se não eu te matar e matar todos que você conhece!” – Continuava encarando o gordo e aquele sorriso de merda, eles jogavam Paco no mar congelante da ilha. – “Não... Não, não, não.. Aaaaaaaaaaaaaah!!!” – Me debatia no chão com toda minha energia restante. Agora parava e ficava olhando para onde o Paco estava, relembrando os momentos com Paco, porque perder alguém que acabara de conhecer a poucas horas me fazia sentir esse vazio no meu peito, será porque nós sorrimos juntos? Nós aventuramos juntos? Nós comemos juntos? Nós entendemos e viramos amigos?

As lágrimas caiam de meu rosto e o gordo me pegava com força e me carregava me apertando, fiquei ali apenas chorando e sem forças para fazer nada, meu corpo e minha estavam quebrados...

Conseguia ver a vila onde Paco vivia, não tinha noção de quanto tempo havia se passado, minha mente estava nublada e eu não queria pensar em nada. Apenas me largaram perto de duas pessoas e tudo que queria fazer era deitar naquele chão frio e dormir, talvez dormir para sempre. Uma dessas pessoas era Blue, e ao vê-lo minha mente ficava limpa novamente, porém isso só fazia meus sentimentos e minhas memórias retornarem, mordia meus lábios e cerrava meus punhos.

Olharia para Blue nos olhos e diria com um falso sorriso. – Ah.. Oi, Blue.. – O tom de minha voz triste e acabado. – Parece que nós dois acabamos do mesmo jeito né.. Que engraçado... – Soltava uma risada sem graça e rouca. – Que merda ein.. – Olharia para reação do Blue e se ele perguntasse de Paco, os sentimentos de perda e incapacidade voltariam, seguraria o choro e cerrando os punhos baixaria minha cabeça para não ter que olhar nos olhos de Blue e dizer que perdemos um amigo. Apenas socaria o gelo e diria. – Ele foi para um bom lugar.

Depois disso responderia com receio o que aconteceu se ele me perguntasse, e depois prestaria atenção ao redor, veria quantas pessoas eu iria matar quando estivesse curado e pronto de novo. Por mais que a tristeza me inundasse, a chama da vingança ardendo no meu peito expulsava os sentimentos pessimistas. – Não se preocupe Blue, nós vamos acabar com eles e vingar nosso amigo. – Olharia para eles com fogo nos olhos, a faísca da vingança se iniciara.

Caso acontecesse algo que surpreendesse todos nós, eu usaria daquilo para fugir dos piratas, pediria para o Blue ajuda, não estava nas minhas melhores condições. Tentaria andar depressa apesar do meu corpo estar agonizando de dor, e seguiria o Blue para onde pudesses nós esconder e descansar o suficiente para acabar com eles.


Offs:
 

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MensagemAssunto: Re: Perdidos na Ilha do Gelo   Perdidos na Ilha do Gelo - Página 6 EmptySeg 09 Jan 2017, 00:15





Drink of the wine of the wrath of a god

No momento em que ela viu que não havia nada do que fazer sobre a situação, ela foi rapidamente surpreendida por um tiro no ombro, que foi tão forte ao ponto da garota cair no chão e virar uma refém para o criminoso. A velocidade desses eventos, fez com que ela perdesse lentamente sua sanidade, e dependendo dos gatilhos, ela poderia se matar ao tentar revidar, ou matar o homem e evitar a chance dele revidar. Seu pensamento estava cheio de rancor, morte, desespero, depressão, raiva, ódio, desejo de vingança, estupro, violência e tudo que envolvia sua estádia naquela ilha. "Eu levei um tiro desse merda! Aqui só tem munição, escudos e um corpo! Eu podia usar o corpo, mesmo assim, as balas iam se espalhar e me atingir, essa situação está me deixando estressada, eu quero matar ele, eu acho que vou me render pra sobreviver essa merda! Eu não matei esse merda pra me foder desse jeito, que porcaria! Eu odeio, odeio, odeio, odeio, odeio, odeio, odeio, odeio, odeio, odeio, odeio, odeio, odeio essa porcaria de situação! Eu quero matar, quero atenção, ser superior, não quero ser inferior, inferior, inferior, inferior, inferior, inferior, inferior, inferior, inferior, inferior, inferior, inferior, inferior! Eu vou te matar, eu vou te matar, se prepare pra morrer, seu desgraçado! Eu ia matar você, mas você pode me matar se eu não te matar ou se eu tentar te matar, e mesmo que eu me renda, eu vou morrer de qualquer forma. Eu quero viver e me tornar o centro das atenções, esse merda vai me matar, eu preciso viver, eu quero viver antes que ele me mate. Pelo amor de deus, eu quero te matar agora mesmo, merda." Por causa desses pensamentos, ela fez uma decisão sem pensar nas consequencias, e prontamente disse o que ela decidiu; se render. Seu medo de morrer foi tão grande, que a melhor opção seria se render e começar sua vingança caso ela fosse salva por alguma sorte do destino. Sua verdadeira personalidade começou a reagir dentro de seu corpo, e a sua vontade de matar após ter sua diversão completamente destruída, estava lentamente sendo cultivada.

Ela quis se render, e matar todos esses piratas desgraçados que arruinaram a sorte da garota de conseguir algum divertimento, quando ela tivesse a chance de o fazer. "Eu... eu... eu me rendo..."

E então, ela seguiria as futuras ordens do homem, para sobreviver.



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MensagemAssunto: Re: Perdidos na Ilha do Gelo   Perdidos na Ilha do Gelo - Página 6 EmptySeg 09 Jan 2017, 00:21


Cap. I
Perdidos na Ilha do Gelo!

Contando com a sorte
Será que aquele maluco careca trabalhava na TIM?

Decidia então me entregar, não tinha nada a ser feito. Eles tiveram sorte, se não fosse por eles estarem armados com arma de fogo, talvez estivessem derrotados neste momento...

No caminho avistava vários cidadãos serem massacrados pelos os piratas, apesar de não ser problema meu sentia uma imensa raiva dentro do corpo, no momento não podia fazer nada apenas de que observar. Aquela cidade era pacata e gostava dela assim. Esses piratas acabaram com minha preciosa tranquilidade, era como se eles estivessem atrapalhando o meu sono de meio dia ou algo do tipo. Mas mesmo assim manteria minha cabeça erguida, agora, apenas esperava quando seria a hora da minha execução.

Ignorava todas as ações daqueles piratas, não estava mais me importando com nada. Porém notava que estava no litoral e aquela imensidão azul me lembrava de algo bem importante, mas por algum motivo não conseguia me lembrar ao certo. Logo era jogado de joelhos no chão, mesmo assim não perderia minha calma.

Por algum motivo sentia que Taka estaria aqui para salvar o dia. Ao olhar para o lado via um rosto familiar. – O QUE DIABOS ELE TÁ FAZENDO AQUI?! – Meus pensamentos simplesmente paravam ao olhar para o seu estado atual, via uma cena angustiante, não sabia como ele ainda estava vivo. Surreal. E mais impressionante ainda era ver que conseguia sorrir mesmo naquela situação.

Os meus olhos se arregalavam, ficava estupefado. - ... Taka. – A palavra sairia quase que inconscientemente, aos poucos minha mente começava a se restaurar. – Onde está o Paco? – Quase que instantaneamente já sabia a resposta, mas não acreditaria até que ele falasse algo. – Ele foi para um bom lugar. – Finalmente minha ficha tinha caído. Aquele garotinho, aquela boa alma gentil que foi capaz de acolher-me estava morto. Um grande aperto batia dentro do meu coração. Mas não podia chorar agora, deveria guardar essas lágrimas pra mais tarde;

Além de atrapalharem o sossego tão adorável dessa ilha tinham matado nosso grande amigo Paco, era muita ousadia deles hein. Fazer um preguiçoso sair da cama.

- Vocês vão pagar por isso...! – Bravejaria para os piratas.
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Takamoto estava incapacitado pelo o que podia ver, e podia notar uma estranha torsão no tornozelo, não sabia ao certo se havia algum osso quebrado, a qualquer momento ele poderia cair de fraqueza. – Cair... – De alguma forma estranha essa palavra disparava no meu cérebro dando o estopim a uma lembrança. Treze, azul e careca. – Não acredito. – Será que aquele esquisitão falou e verdade, tinha altos problemas com a sorte, tinha certeza que ele tinha me enganado de alguma forma, contudo pressentia um sentimento que algo iria acontecer.

Caso o barco aparecesse de forma súbita – e caso ele viesse caindo do céu sabia que poderia provocar uma grande onda -, aproveitaria aquele momento de distração para ir em direção ao cozinheiro. – Vamos sair daqui! – Indagaria, mas caso ele tivesse apresentando sinal que não podia correr direito junto comigo iria segurá-lo nos braços fazendo o maior esforço possível. – Droga que trabalheira...Tu me paga!– Rangia os dentes tentando colocar entre os braços, essa cena de alguma forma parecia bem familiar, algo como se fosse contado nos livros românticos, mas de um jeito estranho. De qualquer forma sairia correndo do local e provavelmente seria alvejado por tiros do decorrer dos segundos, por isso correria em zigue-zague. Diminuindo as chances de eles acertarem os tiros em mim.

Se percebesse que os piratas não tirassem a pontaria de cima da gente mesmo com aquela distração não faria nada, pois tinha certeza que seria executado na mesma hora.

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Perdidos na Ilha do Gelo
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