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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades!

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Skÿller
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Skÿller

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MensagemAssunto: 2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades!   2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 6 EmptySeg 18 Jul 2016, 19:54

Relembrando a primeira mensagem :

2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades!

Aqui ocorrerá a aventura dos Piratas Bell Farest  e Masimos Titã Howker. A qual não possui narrador definido.


____________________________________________________

~Fala~
~Pensamento~

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Sabe por que caímos?
Para aprendermos a levantar.
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AutorMensagem
Kekzy
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MensagemAssunto: Re: 2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades!   2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 6 EmptyTer 30 Ago 2016, 20:08

Página 5 ⁞ Post 09 ⁞ Status: Normal


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Quarteto fantástico versão cool

Só restava uma forte ventania e uma pequena garoa da tempestade que nos assolara outrora. Por sinal, o céu estava começando a abrir para nós; seria nosso raio de luz?

Ainda tenho que pensar em uma forma de lidar com essa dupla que encontramos, com certeza eles são formidáveis, e dariam muito trabalho caso resolvessem jogar do outro lado da moeda. Os dois não tem modos, não sabem apreciar uma conversa e um pouco de paz após toda essa situação caótica; sinceramente, não os vejo como muita coisa além de bárbaro que dependem de demonstrações de força e suas habilidades, sempre recorrendo ao confronto direto. É por isso que Nero tem a minha admiração, ele luta outra guerra, uma psicológica, para depois revelar suas cartas nas mangas.

O espadachim é precavido demais, ele não abaixa a guarda por um só momento, e apesar de ter demonstrado ser mais racional que o seu companheiro tritão, duvido que consiga usar seu intelecto de alguma maneira mais eficiente do que as cotidianas. Me surpreenderia se não fosse o caso, uma vez que ele aparenta ser do tipo arrogante e que resolver tudo com sua lâmina.

Após acalmar a confusão como podia, seguimos para uma taverna. Por não conhecer o local, seguiria a dupla recém conhecida, um pouco mais atrás, assim poderia falar com Nero sobre a situação.

Me lembro de uma certa denominação que me parece cair bem para o espadachim, seria gótico? Não devo estar errado, ele me parece um cultista das trevas, pelas imagens que havia formado previamente em minha mente devido as histórias que já escutei por ai. Em falar nele, ele logo se aproximou de mim. Tentando puxar conversa? Ele não parece do tipo que gosta de amigos.

"Olhar sinistro, eu conheço essa expressão, o tritão foi uma surpresa para mim, mas não o deixarei me intimidar", pensei.

Olharia-o nos olhos, de forma serena, mesmo que ele me gerasse um desconforto - o olhar dele carregam uma certa intenção assassina, e posso senti-la -, pararia por um momento.


Algum problema? — me dirigia para ele, falando normalmente.

Ele se aproximou de mim, deixando de lado a postura ameaçadora e adotando uma mais descontraída, com as mãos no bolso e um ar de curiosidade. Logo me fez uma pergunta. Deveria saber, ele estava me sondando.

Boa memória, e o seu seria? — o responderia de primeira. Depois, ponderaria um pouco, como poderia responder algo que eu mesmo não sabia? Se eles não fizeram nada contra nós por temer o desconhecido, não entregaria a informação assim — Está aqui, aparentemente — pensaria mais um pouco, precisava demonstrar um pouco de superioridade intelectual — Entre o céu e a terra existem mais mistérios do que você possa imaginar — lhe ofereceria um sorriso, e me dirigiria para próximo de Nero, mais uma vez.

Mas antes, me viraria, com uma expressão dúbia.

Só por curiosidade — botaria as mãos nos bolsos, sussurrando para ele — Você se corta? Sabe, os pulsos, aquelas coisas obscuros e tudo mais — esperaria por sua resposta, voltando pensativo após.

Tínhamos muito o que falar, e o tritão não parecia alguém que gostava de ficar calado. Ele falava sobre a situação, seus planos, marinheiros e... deusas? Não lembro de ter sido religioso em algum momento, mas sabia que essa era uma grande arma de manipulação. Então o tritão é guiado por ideais religiosos? Isso é bem inesperado. Insanidade ou não, que os outros tenham suas crenças, que diferença faz? Não me prejudicando, acho que está ótimo. E causar mais um pouco de estrago, já estávamos na pior, motivos para temer? Fora, temer nunca.

Aliás, olhando para dentro, eu simpatizo com os ideais dos revolucionários, muito mais depois de conhecê-los pessoalmente. Lembro dos agrados que o cara do cabelo espetado me deu, em troca, creio que causar uma confusão aqui seja justo, não? Foi para isso que nos salvaram e nos enviaram até aqui.

E depois fugir para a Grand Line, o que acha? — perguntaria para o tritão, com um sorriso no rosto. Nós também somos destemidos, afinal.

Encostaria em Nero, falando o mais baixo que conseguisse perto de seu ouvido, mas sem deixar claro que estávamos cochichando.

Então, o que acha disso tudo? Não temos como se defender bem, caso algo venha a acontecer. E como está a sua voz? No mais, acho que só temos a ganhar, fechamos essa aliança por mim!

Me dirigiria para o tritão novamente.

Então assim será feito, por mim, basta o Nero também concordar, e tenho certeza de que ele irá! Aliás, qual a dessa taverna fantasma? — apontaria para ela. De toda forma, entraria lá, provavelmente teria comida lá dentro, procuraria por ela e traria em pratos para nós quatro, assim como bebidas.

Não podia de deixar de imaginar o que o destino nos reservava.






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Far
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MensagemAssunto: Re: 2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades!   2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 6 EmptyQui 01 Set 2016, 02:11

Some Food Please
O garoto resolvia responder minhas perguntas, ainda com um tom de desconfiança e precaução em suas palavras, mas também não podia julgá-lo pois também me sentia da mesma forma, de qualquer forma não era nada preocupante, e apenas deveria melhorar com o passar do tempo. A única coisa que me incomodava era sua mudança repentina de personalidade, em um momento agressivo e precavido, em outro calmo, gentil e sorridente, talvez fosse um erro pensar que seria uma pessoa interessante, ou talvez apenas estivesse se escondendo. Não havia muito como ter certeza, portanto deixava por isso mesmo, até porquê não havia muito sentido em criar uma espécie de interrogatório por suposições, se ele realmente quer meu respeito que o faça por merecer, e digo o mesmo para o velhote, mesmo não gostando muito da forma que age.

- Bell... - Entregava meu nome ao garoto apesar da perca de interesse, claramente meu ânimo havia se reduzido a indiferença, mas mesmo assim não deixava de respondê-lo por algum motivo.

O garoto sorria gentilmente e isso apenas me fazia desviar o olhar, permanecendo minha caminhada dessa vez de maneira mais solitária que o comum, tudo que podia pensar era "Pehh Resposta errada", afinal de contas seus comentários eram bem desarmônicos aos meus pensamentos. Quem sabe ele até estivesse certo ou ao menos com alguma razão em um fator, mistérios, estes são fenômenos que nunca deixarão de existir e isso impulsiona muitos adeptos novos, o desconhecido sempre será mais interessante que aquilo que você pode lidar, de fato um pensamento interessante. Porém antes que sequer pudesse concluir minha reflexão interna logo era chamado de volta por Shira, talvez ele possuísse algo a mais a acrescentar, algo que realmente valesse apenas, não, apenas outra decepção, o jovem apenas fazia alguns comentários debochados sobre minha aparência, o típico estereótipo.

- Na verdade... Eu prefiro cortar os outros, sabe como é. - Respondia encarando-o ainda mais friamente, afinal de contas uma pergunta dessas nem merecia o meu tempo, e para completar ainda levantaria minha espada alguns centímetros da bainha como se fosse realmente sacar, mas no final guardaria novamente.

Após o pequeno diálogo entre as duas partes me afastaria do rapaz, passando a seguir o resto do caminho sozinho, enquanto os restantes conversavam sobre uma possível parceria e coisas do gênero, já havia dado minha opinião nesse assunto e portanto não havia mais nada a acrescentar. O restante deixava para que Masimos discutisse em seus próprios termos, mesmo podendo não concordar futuramente, bom, se esse fosse o caso ações sempre estão abertas a possíveis mudanças, resumindo não estava nada preocupado com isso no momento. Meu foco principal seria chegar nessa maldita hospedaria e comer alguma coisa, minha barriga já estava vazia a horas e não parava de roncar, provavelmente estava disposto a comer até mesmo um cavalo se ele aparecesse na minha frente, ou não. Isso até me lembrava dos tempos em que havia abandonado a ilha do clã Farest, sem dúvida foi uma das piores situações em que já estive, dias sem água e comida, se for pensar por esse lado a situação atual não era tão desesperadora assim.

Quando chegasse na tal hospedaria, que por sinal não deveria estar muito longe do local, imediatamente adentraria a construção antes de qualquer um, revirando os cômodos procuraria por comida em qualquer lugar que fosse possível encontrar. No caso seria realmente bom se encontrássemos uma cozinha, mas se não fosse possível talvez em outro lugar encontrasse ao menos uma ou outra barrinha de cereal. Caso realmente encontrasse olharia para qualquer um a minha volta com cara feia, como se aquela fosse a última bolacha do pacote e assim partiria para cima do alimento tomando-o em minha posse, e até comemoraria por alguns segundos, antes de desce-lo boca a baixo saciando minha fome. Assim que estivesse satisfeito me sentaria ali mesmo, em uma cadeira ou até mesmo no chão, suspirando levemente e demonstrando que estava cheio e agora podia partir para mais uma jornada.

- Ahh... Finalmente comida. - Diria se tudo acontecesse como o planejado, chegando a permanecer algum tempo descansando no local, até que em seguida levantar-me-ia esperando que alguém dissesse algo. Até porquê nem ao menos sabia sobre os marinheiros que haviam sido deixados para Masimos dar conta, não havia visto todos os corpos no chão então não podia ter certeza, talvez ele quisesse comentar algo sobre isso também, mas caso não chamaria sua atenção rapidamente. - Ei Homem peixe, não tinha mais marinheiros por aqui? - Indagaria.
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Fala (#B22222 - FireBrick)
Pensamento (#4682B4 - SteelBlue)

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Teo
Caçador de Recompensas
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Teo

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MensagemAssunto: Re: 2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades!   2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 6 EmptySex 02 Set 2016, 14:41

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O quarteto agora estava indo em direção a hospedaria, e Masimos tinha uma sensação estranha, era como se aquilo fosse predestinado, ou como se tudo não passasse de uma cena dirigida por alguém. Talvez pela sua Deusa? Talvez por outro Deus? O rapaz não fazia a menor ideia, mas aquilo acontecia com uma certa harmonia. Os tiros da sua perna já tinham cicatrizado, talvez pela vantagem corporal, ou talvez por causa da chuva, hoje eu estou muito indeciso. Howker se apresenta, dizendo ser quem é, e pergunta sobre a aliança que os quatro poderiam fazer.

Quem responde o homem é Nero, que por dentro achava o tritão completamente maluco. Talvez por não ter tanto apego a morte, ou talvez por ter apego ao seu Deus, que aliais, Nero deixaria em paz por algum momento. Independentemente disso, os quatro formavam então uma aliança, e a voz de Nero soava como... A voz de um homem adulto mesmo. Ele propunha uma discussão passiva de violência, mas que gerasse violência. No fundo, Nero não estava se importando tanto com a opinião de suas duas novas companhias, mas ele precisava fingir, para que assim pudesse se encaixar nos ideais deles.

Shira e Bell tinham uma conversa entre si, mas as respostas de Shira não interessavam muito Bel, que perde o interesse no decorrer da conversa. Isso é, ele de fato estava interessado no que viu antes, mas agora a personalidade do garoto havia mudado, era como se fosse algo mental, ou como se o garoto estivesse escondendo algo. Eles tinham uma estranha conversa sobre masoquismo e assassinato antes de se encerrarem as conversas.

Após confirmarem a vontade de todos, os quatro finalmente chegavam a hospedaria, que por algum motivo (talvez pela fome) Shira confundira com uma taverna. Bell vai primeiro, e começa a vasculhar pelos corredores e salas algo que pudesse satisfazer seus desejos alimentícios, na velocidade em que estava não demorava muito para vasculhar o corredor inteiro. O que ele encontrava eram salas vazias ou trancadas, além da zeladoria e da área de serviços. Até que então, o homem finalmente encontra a cozinha. Sim, ela estava cheia de comida, desde a carnes e grãos, até frutas, além de alimentos que estavam na fase de preparação. Para muitos aquilo não era nada, mas para Bell, era como se encontrasse um pote de ouro no fim do arco-íris. Enquanto isso, Shira, Nero e Masimos estavam parados na recepção da Hospedaria, e Bell foi longe o suficiente do trio para não ouvir o que o parceiro tritão diria:

-Hmm! Tomem cuidado, pode haver diversos mar—

O tritão se interrompia, pois ouvia movimentos detrás do balcão, era o dono da hospedaria. Agora pense em um slow motion, ele se levantava e mirava uma pistola no maior alvo, o próprio Masimos, que só tem tempo de colocar a mão na frente do rosto para se defender. O tiro era disparado, e as ondas do som e de luz rapidamente se espalham pela área, enquanto um projétil de pólvora, corta o vento penetrando a pele do tritão, mas por sorte não atravessava, vantagem para Masimos. Volte para a velocidade normal agora, o homem tremia ao ver quem recebia seu tiro, e sem perder tempo, ele passava a portinhola do balcão, saindo para dentro da hospedaria. Masimos havia recebido um tiro na mão que tampava seu rosto, a mesma sangrava um pouco.

Bell estava na cozinha longe dos outros, estava prestes a desfrutar de um pedaço de frango, mas então, ele ouvia o tiro, com um pouco de eco, afinal era uma arma de fogo.
O tritão estava louco com aquele homem, e era a chance dele de ter uma refeição com vingança como prato de entrada.

Qual seria a próxima ação do quarteto?.



Marciano:
 

Far:
 

Buggy:
 

Kekzy:
 

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Dialogo:
 
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Marciano
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MensagemAssunto: Re: 2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades!   2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 6 EmptySeg 05 Set 2016, 16:26

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~ Único modo razoável de se viver neste mundo é sem Regras ~

Pelo visto o velhote havia concordado com a trégua e com a aliança, Bell parecia não se importar apesar de possuir grande receio! Poderia afirmar que desconfiança emitia de seus olhos e obviamente não poderia descordar, pois para se ganhar confiança e respeito, ações são necessárias e os dois sujeitos nada ainda haviam feito.

Claro eu já havia julgado e reparado em suas vestes, vozes e temperamento, tudo para realmente estar a par de quem estaria ao meu lado, eu possuía Bell para proteger minha guarda, mas seria tolice depender toda hora do espadachim, pois também teria que lhe proteger, assim conseguimos sobreviver nesse mundo caótico ao qual eu fui escolhido para remodelar por onde passar! Medo de ser atacado por esses dois? Absolutamente não existia, não me entenda errado, não é arrogância, mas sim confiança em meus sentidos e instintos! Todavia eu escutava as palavras de Nero, sua voz parecia meio distorcida e pelo visto se encaixava no contexto de Shira. A voz do sujeito havia sido prejudicada, pelos meus conhecimentos suas cordas vocais poderiam ter sido golpeadas através do pescoço e assim ter causado grande dano, porém já estava falando e possivelmente a recuperação quase concluída, e não importava mais.

Falando em ferimentos até havia esquecido os meus, minha perna, meu ombro e minhas panturrilhas estavam cicatrizadas, minha regeneração é uma benção da minha deusa, minha amada sempre me protegendo... raios, essa mulher será minha, totalmente minha quando mostrar a ela que sou digno de tal consentimento! Mas voltando a realidade agora, a proposta de Nero devo assumir que me intrigava um pouco, será que ele possuía habilidades estratégicas assim como eu? Ou simplesmente queria mostrar que era útil a aliança? Bom, de qualquer maneira, se for bom ou ruim o plano, eu posso recriar algo em cima, vantagens em possuir uma mente como a minha.

Nós estávamos dentro da hospedaria, Bell pelo visto corria a procura da cozinha, a maioria ali parecia estar faminta, principalmente eu! A dor em meu estomago se comparava a um leão rugindo perante seu adversário. Sem dúvidas eu estaria o mais faminto entre todos até porque, sou maior e mais pesado, claramente meu corpo necessitaria de maiores quantidades de comidas. Obviamente eu não esperneava ou gritava de fome! Apesar de eu não possuir um nível de temperamento calmo, eu sabia bem controlar minhas emoções! Basicamente eu suprimia grande parte delas, talvez o que eu mostrasse mais seria meu amor pela deusa. Dizem que loucos em um nível tão extremista, tão insano... acabam suprimindo parte de sua personalidade pelo fato de ser uma bomba relógio, mas não me compare com esses tolos, pois meu alto nível intelectual preserva minha mente em ordem.

Em busca de comida acabei sendo o alvo para variar, humanos realmente odeiam tritões, mas quem sabe meu tamanho fosse o mais fácil de acertar, tolice daquele homem. Percebia o homem erguer seu corpo por trás do balcão e mirar meu rosto! Imediatamente minha mão vinha em direção a face para consequentemente proteger de danos fatais! Até então eu estava mantendo minha paciência, porém a fome e o ódio apenas preenchiam meu corpo como um recipiente prestes a ter uma eclosão. ~ Maldição... irei te matar e será prazeroso! Eu havia falado a primeira coisa que vinha em minha mente enquanto observava o homem fugir. Minha mão emitia ondas de dor que faziam meu cérebro processar e distribuir pelo corpo. Não tinha sido um dano alto e muito menos fatal! Diabos, a fome e a raiva estavam fazendo eu sair do meu eixo, enquanto não matar o dono daquele lugar e matar minha fome, as coisas apenas pioraram!

Por sorte a situação era bem simples, bastava matar as duas vontades momentâneas que tudo se resolveria. Após ver o homem correr, o impulso frenético que meu ódio emitia junto com a dor que sentia, fazia meu corpo avançar como um touro em busca do toureiro. Eu corria caçando o humano, não me importava o que estivesse no caminho, meu corpo provavelmente impactaria com diversos objetos, mas diabos... não julgue a fúria de um homem faminto! Ainda bem que ficar ainda mais louco seria impossível, já que a insanidade desfrutava de minha mente. Assim que avistasse o dono que por sinal carregava uma arma bem audacioso, olharia nas pupilas dele e proferiria. ~ A morte não é ruim! Mas o modo que se morre, pode ser atormentador! Meus dentes rangiam extravasando raiva, meus punhos fechados apesar da dor contida. Meu ego emitia vontade como um vulcão em erupção.

Usaria meus punhos fechados para bloquear os disparos do homem, tentaria evitar pontos vitais, não que aquele humano soubesse atirar em tais, porém precaução nunca é demais. Dependendo da arma que ele possuía haveria uma contagem de balas e ele precisaria recarregar. Após descarregar sua arma, eu correria utilizando de minha aceleração em direção ao atirador e agarraria sua arma pelo cano e consequentemente puxando-a de suas mãos. Nessa hipótese eu teria desarmado o sujeito e jogaria a arma para trás enquanto fintaria o dono daquele lugar e agarraria pelo seu pescoço. Ergueria levemente seu corpo e começaria a quebrar algumas partes dos seus ossos para assim não demonstrar mais perigo a mim. Quebraria suas articulações dos cotovelos e joelhos, assim ele não poderia mais fugir ou atacar, seria apenas um invalido qualquer.

Jogaria seu corpo ao chão e continuaria a lhe encarar, uma maneira de causar pânico sem ao menos expressar qualquer palavra. Mas em um momento de extrema agonia e medo, eu me pronunciaria, apenas para enfatizar ainda mais os sentimentos horrorosos que o homem estaria sentindo. ~ Sua morte será um presente a minha deusa, seja grato por valer alguma coisa... verme! Aproximava meu rosto após despejar minhas falas de maneira bruta e impiedosa. Em seguida viria nada mais e nada menos do que pura brutalidade. Não sou aqueles brutamontes fortes que não possuem cérebro, sou tanto inteligente quanto forte, porém ao nível de fome que estava e principalmente de raiva, o que você faria? Mataria apenas esmagando o pescoço?... Obviamente que não! Eu havia ficado de mal humor, talvez por isso grande parte do que viria a seguir, seria justificado! Começaria a socar com ambas as mãos todo o corpo do homem até simplesmente sentir seus músculos se rasgando, suas veias se partindo, seus ossos se quebrando e principalmente sua vida se esvaindo. Naquele momento um sorriso macabro formava-se em minha face, meu coração afogado em adrenalina pura, meu cérebro repleto de serotonina, basicamente dopado por estar extravasando ao bel prazer.

____________________________________________________

~Fala / Narração

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Última edição por Marciano em Seg 05 Set 2016, 21:38, editado 1 vez(es)
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Kekzy
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MensagemAssunto: Re: 2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades!   2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 6 EmptySeg 05 Set 2016, 20:47

Página 6 ⁞ Post 10 ⁞ Status: Normal


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-

A fome me corroía por dentro, já fazendo os típicos barulhos que não queremos que ninguém escute. Que desperdício ter estragado aquele prato na taverna, agora pago o preço.

Ah, mas que fome! Seja uma taverna ou hospedaria, deve haver algo que possa me satisfazer nessa situação. É nesses momentos que volto a desejar a comida quente que tinha nos pratos outrora, me sentir saudoso é pouco agora. A aurora da minha infância, como era boa! Agora, se tiro tempo para duas refeições por dia é um milagre, e presumo que essa frequência venha a entrar em decadência.

O espadachim foi o primeiro a buscar pela comida. Era para eu ter ido, sabe-se lá se ele é confiável. Como posso garantir que ele não esteja comendo tudo sozinho e volte aqui dizendo que não tinha nada lá dentro? Ou, pior, ouvi dizer que essa gente têm gostos peculiares, e se ele resolver fazer coisas suspeitas com a nossa comida? Não vou negar que não sei de casos de gente que por tanta abstinência recorreu às frutas.

E agora, sozinhos com o tritão, como se puxa uma conversa com uma criatura dessas? Na verdade, será que é possível ter uma conversa descente com ele ou nos limitaremos a "Bah-dur, deusa da morte pra cá, deusa da morte pra lá, olhem meus músculos e sintam minha fúria". Arh, eu realmente fico chato quando estou com fome, quanto tempo o gótico vai demorar? Já estou começando a aumentar as minhas suspeitas! Seria até melhor eu ir averiguar, antes que seja tarde demais.

Esse maní... BANG

Pularia para trás, com o susto, pego desprevenido. Mas que merda?!

Olharia para os lados, tirando o braço do rosto, que por reflexo se dirigiu para defender a minha face. De onde esse velho saiu?! Que droga!

Estaria visivelmente irritado, meu coração não poderia deixar de acelerar depois de uma surpresa como essa. Ainda não estava acostumado com os tiros.

Ainda bem que eu não era o alvo, teria sido pego com a guarda totalmente baixa, sabe-se lá o que poderia ter acontecido!

O pior de tudo não foi se quer o tiro, mas a forma como o tritão o parou, com as mãos! É, sem dúvida, o ser mais assombroso que já conheci.

O velho estava em fuga, e eu me recuperando, com longas exaladas para recuperar a calma. Passou.

— Massimos — chamaria o tritão, antes que sua fúria tomasse conta dele, se é que era possível — Se quiser se vingar daquele velho, faça, mas se puder ignorar, seria ótimo. Temos pouco tempo até que a marinha chame reforços, eles não vão ficar desguarnecidos após perderem um sargento, é muito provável que reforços de fora cheguem, ou pelo menos substitutos. O ideal seria agirmos em breve! — discursaria, mas sabia que as chances dele me escutar seriam poucas. Logo, repetiria o discurso para o espadachim, caso ele chegasse ali antes do tritão entrar em disparada, talvez ele conseguisse acalma-lo.

Caso eles partissem em perseguição ao velho, eu iria acompanha-los de longe, andando, até alcança-los.

E, claro, me serviria com a minha parte da comida.





Off:
 







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Far
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MensagemAssunto: Re: 2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades!   2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 6 EmptyTer 06 Set 2016, 01:31

Chicken > All
Sem muita preocupação vasculhava todos aqueles cômodos como se não houvesse amanhã, a fome já estava me contaminando por completo e não poderia deixa-la tomar conta de meu ser, lutava contra o meu próprio estômago e o tempo, até que finalmente mais por sorte do que juízo encontrava a tal cozinha que desejava. Um local realmente belo, enfeitado com as mais diversas comidas desde carnes a frutas e outros alimentos a mais, assim como esperado de um ambiente de alimentação pública, que no caso seria apenas meu por alguns momentos, digo seria pois estava prestes a devorar um pedaço de frango quando um tiro ecoava nas redondezas. Imediatamente minha atenção era voltada para o local do disparo, não que estivesse muito preocupado, mas sabia que precisaria ajudar os demais integrantes do grupo se realmente fosse algo importante, no entanto ainda precisava urgentemente finalizar minha refeição.

Desse modo sem muita escolha pegaria o frango em mãos, além de todas as outras carnes que conseguisse carregar e sairia equilibrando-os nos braços até o local onde estivesse meus aliados, assim que chegasse até lá deixá-los-ia no meu colo, ou no chão caso estivesse com pratos. Podia ver que nada demais havia acontecido era apenas Masimos implicando com aquele homem outra vez, ou seja não era nada que me incluísse na briga, pensava já arrancando as coxas do frango e devorando-as sem dar sequer uma chance para o galináceo. Não que me importasse afinal de contas não era nenhuma espécie de defensor dos animais ou algo do gênero, aquela carne parecia estar deliciosa e sem culpa desfrutaria dela até o último pedaço até que estivesse completamente satisfeito. Só então olharia para meus companheiros, independente de eles terem se servido ou não, sorriria de boca cheia dando leves tapas na barriga.

- Achei comida aqui! - Diria em voz alta deixando que se deliciassem com as comidas restantes, afinal de contas não daria conta de tudo sozinho.

Logo, estando com a barriga cheia não havia mais porquê me preocupar e apenas passaria a assistir o show que o tritão estava proporcionando, o garoto parecia estar agitado e provavelmente não gostava muito dessas atitudes, mas na verdade isso pouco me importava, e até lhe ignoraria caso pedisse minha ajuda para acatar a briga. Ora, todos sabem que não sou nenhum pacifista para atender seus desejos, além do mais se Masimos tem um alvo ele deve ser respeitado, apesar de não terem feito o mesmo por mim. De qualquer forma permaneceria sentado esperando que tudo acabasse, porém sempre atento aos meus arredores para possíveis investidas de novos inimigos, tiros haviam sido disparados e isso era um sinal difícil de despistar caso algum daqueles malditos marines estivessem rodeando o local. Minha precaução era justificável, e por mais que estivesse concentrado nessas coisas apenas desejava um pouco de descanso após uma manhã de batalha.

- Ei, EI, garoto me passa a pipoca, o negócio ta ficando bom aqui. - Ironizava ao observar a cena de Masimos finalizando seu trabalho, porém ainda assim não havia nada em específico contra o homem que se opunha ao tritão, apenas contra suas atitudes com relação a nós.

Nesse momento já não havia mais muito o que pudesse fazer, apenas aguardaria até que todos terminassem sua refeição para então podermos deixar essa espelunca em direção a um lugar mais divertido, quem sabe o quartel? Talvez seja cedo demais, talvez não, isso era algo que deveríamos descobrir na marra. Um sargento já estava fora da jogada e isso certamente era um incentivo a mais, por outro lado não fazia a mínima ideia do que ainda poderia nos aguardar naqueles cantos, apenas queria mostrar as forças azuis e brancas que não precisava seguir suas regras. Suas leis não deveriam se aplicar a minha pessoa, e independente do que eles acreditavam não as seguiria de qualquer forma.
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MensagemAssunto: Re: 2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades!   2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 6 EmptyTer 06 Set 2016, 15:27


Post: Where: Roteiro Wheater: Time:

Masimos




Que audácia! Eu estava prestes a começar minha busca, minha pesquisa literária tão requintada e vital para a criação sublime de minha peça, minha obra-prima! Como ele ousa! Bem, pelo menos ele não agrediu minha magnífica pessoa. Se bem que... eu acho que seria melhor se ele tivesse feito isso. O grandalhão não vai perdoá-lo, e ele já está partindo como um touro sobre o toureiro que abanou a bandeira vermelha ao seu nariz. Isto é uma coisa interessante: o tritão é facilmente irritável. Todo homem tem seu ponto fraco, algum tipo de chave para seu coração ser controlado, afinal. A única questão é saber o quão bem ele esconde seu segredo.

De nada vai me servir de ir atrás do velho. O Emissário deve ser mais que suficiente para cuidar de um civil audacioso assim, que se crê um vigilante, um justiceiro, mas que nem sabe usar uma pistola. Mas eu preciso saber o que vai acontecer: suas reações serão elementos-chave de suas personalidades, e, sem isso, minhas palavras adocicadas não terão efeito algum. Por falar nisso, minha voz está quase curada! Não posso ocupar minha mente com divindades agora, mas posso me conceder um agradecimento a seja lá quem for que esteja lá nos céus. Tenho certeza que receberei algum tipo de sinal para descobrir meu salvador.

Lentamente, eu andaria atrás do rastro do tritão, tirando meu chapéu e escovando-o com minha palma, para tirar o excesso de água. Despreocupado, tranquilo, minha caminhada seria irreverente e sem pressa alguma. Minha mente não estaria focada em meus arredores; o tempo parece estar realmente curto, e não possuo um espaço suficiente para procurar informações de qualquer tipo. Sendo assim, terei que recorrer a minha memória para formar os planos daqui. Vamos lá, passo a passo.

Que eu me lembro, aqui é uma monarquia. Há o rei, com vários nobres tão esnobes e ridículos como ele. Muito bem. Além disso, também há uma grande influência do governo aqui, visto que o regente firmou um trato de algo com o agente do governo que está morando aqui. Tem a empresa do Kurama, aquele dono de indústrias magnânimo, e ela trabalha em umas minas de ouro na ilha, eu acho. Hmmmm... Entre nobres e ouro, acho que tenho tudo que preciso para a conquista de meu sucesso aqui. Fama e dinheiro, parece até muito fácil. Além disso, ainda preciso de minha vingança.

Vejamos, vejamos... Somos quatro, e sempre podemos nos separar. Se há uma mina de ouro, há um depósito dos ganhos minerados. Pois bem, uma pessoa pode ir descobrir isso: seja com interrogações a funcionários, seja na marra, seja com maneiras mais furtivas. De outro lado, podemos tentar algo sobre os nobres; com certeza isso irá chamar atenção, e me garantir uma fama certa. Bem, se a aristocracia gosta de uma coisa, são espetáculos. Seja de magia, de música, de teatro, pouco importa. Essas coisas fazem eles se sentirem "cultos". Ah, a hipocrisia... Enfim, se conseguirmos cativar a atenção deles com um show, provavelmente eu com o moleque do violino, tanto dos nobres quanto dos guardas, o último membro poderia se infiltrar e fazer o que quiser no castelo. Incluindo... reduzi-lo a migalhas com uma explosão certa. Desse jeito, com o dinheiro e a fama, zarpamos direto para a Grand Line!

Só imaginar isso me forçou a abrir um pequeno sorriso com um canto de meus lábios. Toda essa promessa de ganhos era tão satisfatória. E será ainda mais quando tudo isso for conquistado. Primeiro, um assalto ao suposto depósito de ouro da ilha. Segundo, aniquilar nobres, pegar reféns, e ter meu rosto estampado em cada quarteirão de todas as cidades pelas quais eu passar. Sim, todas essas vitórias estão a apenas um passo de mim, preciso apenas esticar meu braço para agarrar todos esses prêmios...

De volta à realidade. O plano já está formado. Apenas preciso... preciso do aval de meus aliados, e já partiremos à ação. Iria até onde o tritão poderia ter agarrado o homem, e, se percebesse que ele estava exagerando, ao ponto de matar o velho, eu agarraria seu braço para pará-lo. Olharia para ele e, balançando minha cabeça, apenas afastaria o brutamontes do corpo provavelmente inerte. Assim, eu chamaria todos e começaria a falar, orgulhoso de minha mais nova voz ganha, e andando de um lado para o outro, as mãos atrás das costas, a cabeça abaixada, como um general organizando suas tropas. Contaria com toda a atenção dos três, assim iniciando meu discurso:

Não sei se vocês estão cientes, mas esta ilha é perfeita para nós. Temos a nobreza instalada aqui, visto que é uma monarquia. E temos minas de ouro, e, consequentemente, depósitos cheios destes bens. Assim, podemos ficar ricos e famosos com uma cajadada só. Olhem, eu andei bolando um plano: vamos nos separar. Alguém cuida do ouro, descobrindo onde está o armazém de algum jeito, e pegando toda a fortuna que pode, enquanto os outros vão para a residência dos nobres. Olhem, eu me conheço em aristocracia: esses malditos fidalgos hipócritas adoram um bom espetáculo. E, por sorte, temos dois artistas! Eu e Shira podemos cuidar disso, distraindo todos; enquanto isso, um último membro toma o castelo para si, lentamente, e nós damos um grand-finale fazendo eles experimentarem de.. de sua Deusa, Emissário. Com o dinheiro em mãos, e tendo subjugado os regentes dessa maldita ilha, zarpamos para a Grand Line de uma vez! O que acham, senhores?

Pararia de me mover, as mãos ainda atrás das costas, o peito estufado, a coluna ereta, a postura impecável. Fitaria cada um dos membros da aliança, aguardando sua reação e possível resposta. Temos que agir logo, e eu não estou com paciência para essa ladainha.







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Sylvanas
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MensagemAssunto: Re: 2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades!   2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 6 EmptySeg 12 Set 2016, 09:54

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O Plano

Não tinha muito tempo desde que o velho havia aberto a hospedaria, pensava que hoje ia ter um bom dia de trabalho, em que atenderia alguns clientes e ao chegar da noite iria para casa descansar como sempre. Por azar ou somente pelo destino, no entanto, seu local de trabalho fora escolhido pelas calamidades, e tendo assim uma alma nobre não hesitou em pegar a espingarda por trás do balcão e atirar contra o primeiro alvo que visse. Ele poderia ter se rendido e entregado todo o esforço de uma vida para servir os piratas, mas preferiu morrer espancado pelo líder deles.

Seus ossos haviam sido quebrados e ele exclamava um grito de dor a cada um deles que estalava junto a um novo grito, depois que tinha sido jogado no chão no entanto, já estava desmaiado de medo e dor, e somente recebia os socos do tritão até virar uma massa de músculos e ossos triturados dentro da própria pele que ia sendo rasgada depois de alguns outros socos, Massimos sentia tudo amolecer em cada soco em sequencia até não sentir mais vida nenhuma no corpo de sua vítima. Shira que tinha antes se assustado com o som do disparo e agora sendo ignorado pelo tritão corroído pela sua própria fúria, somente começava também a se servir da comida da hospedaria trazida por Bell em alguns pratos.

Nero, afastando o tritão de sua vítima aos pedaços, agora o convidava para o saguão e tendo a atenção de todos começava a falar sobre seu plano. Não sei se vocês estão cientes, mas esta ilha é perfeita para nós. Temos a nobreza instalada aqui, visto que é uma monarquia. E temos minas de ouro, e, consequentemente, depósitos cheios destes bens. Assim, podemos ficar ricos e famosos com uma cajadada só. Olhem, eu andei bolando um plano: vamos nos separar. Alguém cuida do ouro, descobrindo onde está o armazém de algum jeito, e pegando toda a fortuna que pode, enquanto os outros vão para a residência dos nobres. Olhem, eu me conheço em aristocracia: esses malditos fidalgos hipócritas adoram um bom espetáculo. E, por sorte, temos dois artistas! Eu e Shira podemos cuidar disso, distraindo todos; enquanto isso, um último membro toma o castelo para si, lentamente, e nós damos um grand-finale fazendo eles experimentarem de.. de sua Deusa, Emissário. Com o dinheiro em mãos, e tendo subjugado os regentes dessa maldita ilha, zarpamos para a Grand Line de uma vez! O que acham, senhores? - O mágico dizia com os braços para trás andando de um lado para o outro, esperando alguma resposta daqueles que comiam ferozmente, mas que ainda o ouviam atentamente.


Marciano:
 

Far:
 

Buggy:
 

Kekzy:
 

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Marciano
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MensagemAssunto: Re: 2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades!   2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 6 EmptySeg 12 Set 2016, 18:39

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~ Único modo razoável de se viver neste mundo é sem Regras ~

Era realmente prazeroso. Cada soco apenas estremecia minha alma, como um terremoto em escala rígida! Não me entendam mal, não sou a favor do "sadismo" ou algo do gênero, simplesmente é algo inevitável, sentir prazer enquanto esmurra seu inimigo, aquele que eu havia prometido matar com minhas próprias mãos, como não sentir satisfação por ter êxito? Seria hipócrita da minha parte dizer que não estou desfrutando de tal momento. Esse maldito havia me entregado, bem no dia que eu havia acordado de bom humor, pois tinha encontrado minha amante. Raios! Raios... desde então estou lutando e lutando contra vermes, minha bota já está completamente suja de tanto pisar em criaturas ridiculamente tolas, mas como diz o ditado: vivendo no limite barganhando com o diabo!

Devo me acostumar com isso até porque, sou aquele que mudará esse mundo. Irei me tornar a maior calamidade desses mares, pois só assim poderei reivindicar a eternidade ao lado da minha deusa. Aquela sensação de adrenalina correndo pelas veias, a serotonina dominando meus neurônios chegou ao ponto de acalmar meu ego! A fome por um momento havia sido esquecida e quando pude notar, Nero, o atirador interrompia minhas ações, se bem que já não importava mais, pois o homem havia morrido e eu já tinha me satisfeito.

Ouvia as falas daquele velhote e.… diabos, como um humano podia possuir tamanha extravagancia vocal? Além de possuir boa inteligência, algo inesperado, não apenas isso, sua conversa a via me contagiado. A habilidade dele de chamar minha atenção de fato me intrigava, até tinha me esquecido que o sujeito tinha me interrompido, pois sua voz era uma harpa sendo manuseada por um canto de sereia, realmente incrível! Esse homem poderia ser muito bem usado pelas mãos certas, e com certeza... não existia melhores do que as minhas.

A deusa da morte absolutamente colocou esse homem em meu caminho, pois tantas ideias percorreram minha mente que meu coração anseia explora-las e expressa-las, mas primeiro de tudo vamos por parte, pois essa maldita fome fez-me perder a paciência e parecer um troglodita, jamais serei um brutamontes, meu intelecto é tão sublime quanto minhas habilidades físicas! Mas devo assumir que minha fúria realmente é perigosa e devo suprimir ela para que não perca o controle da situação.

Eu inspirava fundo e expirava para que meu corpo se volta a si, retomando o controle e raciocinando como de costume, porém logo a fome me atacaria novamente, mas antes disso mataria ela sem hesitação. ~ Compreendo! Antes de tudo... devo lhes dizer que, a fome ligeiramente tomou conta de minhas ações e irei saciá-la para conversarmos sobre esse plano! Tinha me pronunciado para que os piratas entendessem a situação e pude perceber que Bell satisfazia sua fome ao comer enquanto olhava todo aquele cenário igual um telespectador. Conclui que ele havia achado a cozinha ou algum local com comida e iria até o local, não tinha necessidade de perguntar, bastasse sentir o cheiro de comida para encontrá-la. Não possuía olfato aguçado como felinos e outros tipos de animais, mas cheiro de comida nunca fora difícil de encontrar, ainda mais na distância que estaríamos lá dentro.

Andaria pelos corredores até achar a comida, se Bell tivesse argumentado sobre o local seguiria até lá confiando em meu aliado. Assim que encontrasse o local, avistaria a comida e me aproximaria, pegaria com as mãos mesmo os alimentos e começaria a coloca-los na boca. Mastigaria lentamente para sentir os nutrientes exercerem seus papeis em meu corpo, enquanto saborearia o delicioso gosto alimentício. Claro que poderia não ter tanta comida e pelo fato de possuir um porte físico avantajado, deixaria para meus aliados comida suficiente para satisfaze-los, mas claro que comeria para terminar com minha fome.

Após comer e saciar tamanha fome, limparia meus lábios com algum pano e jogaria no chão enquanto viraria meu rosto e fintaria Nero caso estivesse próximo, procurá-lo-ia se fosse necessário. ~ Continuando... falaria ao procurar por um isqueiro ou fosforo naquele local, provavelmente teria já que haveria comida. Encostaria na parede mais próxima enquanto puxaria um dos meus charutos e acenderia para aproveitar o momento. Após tragar o fumo que penetraria meus pulmões e aliviaria o estresse, proferiria para que todos ouvissem atentamente. ~ A Deusa da Morte havia me dito que eu encontraria aliados promissores para concluir meu atual objetivo! O seu plano parece interessante Nero, porém existe alguns fatores que podem nos atormentar... como por exemplo a maldita marinha! O reino é protegido pelos marinheiros, então presumo que eles não possuem guardas poderosos e isso já nos proporciona uma vantagem! O quartel da marinha fica em frente ao porto, poucos piratas entram nessa ilha por causa disso, acredito que a marinha deva estar preguiçosa e acharam que 10 soldados poderiam dar conta de mim e de Bell! Apesar de serem fracos, a quantidade de marinheiros acaba se tornando um estorvo, mas podemos dar um jeito para que eles não interfiram mais! Vocês disseram que são artistas correto?! Poderiam se infiltrar no castelo como artistas e fazer o rei de refém... enquanto isso eu e Bell podemos as minas de ouro sem qualquer problema, pois a marinha estará totalmente focada no castelo e claramente não irão fazer qualquer ação imprudente, já que o rei é o mandante dessa ilha, pelo menos por agora. Depois de Bell e eu saquearmos a mina de ouro, iremos ajudar vocês no castelo! Eu dialogava enquanto olhava nos olhos dos aliados, pois queria expressar confiança em minhas falas. Era mais do que obvio mandar os dois artistas, pois além de não serem tão reconhecidos como eu e Bell, possuíam habilidades de entreter o rei e isso poderia facilmente ajudar em sua infiltração no castelo.

Eu não sabia ser muito carismático, minha aparência, minha voz e principalmente meu espirito poderia facilmente ser interpretado como uma monstruosidade, mas convenhamos, nenhum monstro possui alto nível de intelecto como o meu, jamais me classificaria como um monstro! Humanos que desconhecem minha capacidade mental, obviamente me categorizariam como uma aberração irracional. Sou devoto a um dever, farei de tudo para realiza-lo talvez por isso a marinha tenha colocado uma recompensa em minha cabeça, mas não me importo nem um pouco com suas ações, pelo menos não enquanto não cruzarem meu caminho.  

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~Fala / Narração

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MensagemAssunto: Re: 2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades!   2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 6 EmptyTer 13 Set 2016, 13:37

A new challenge
Satisfazia-me em meio aquelas comidas deliciosas, em especial o frango que havia particularmente separado para mim, enquanto observava todo o rebuliço causado pelo tritão, uma cena um tanto quanto interessante de se observar, vendo o mesmo tomar conta de seus problemas com as próprias mãos, de fato algo que não poderia deixar de admirar. De qualquer forma o pequeno Show se acabava tão rápido como havia começado, e ao mesmo tempo ficava satisfeito com a refeição deixando-a de lado para os demais. Claro, também não poderia deixar de notar as palavras do velhote com relação a um plano, minha confiança em sua pessoa não era das melhores e portanto minha mente hesitava em alguns aspectos, porém quando se fala de fama e riquezas na mesma frase não é algo que eu posso resistir. O plano parecia ser bem elaborado, bastava dividir as partes da forma mais adequada possível, e pelo jeito Masimos se encarregava de fazê-lo, de um modo que não me agradava tanto, logo também deveria expressar minha opinião.

- Hmmm.... Interessante, já me ganhou em "fama e riqueza". Mas devemos fazer isso de forma discreta, não podemos dar conta da marinha e da monarquia ao mesmo tempo. Ou será que... - Abria um sorriso, mas logo me contive balançando a cabeça ao retirar os pensamentos de gradeza de minha cabeça, voltando a racionalidade. - Aí Grandalhão, acho que o velhote está certo dessa vez, seria melhor você tomar conta das minas enquanto eu vou com esses aqui atrás do castelo. Eles vão distrair os nobres, assim podemos chegar ao objetivo final sem mais problemas e interrupções daqueles malditos bonés azuis e brancos, já me encheram a paciência demais para um dia. - Lembrava-me do quanto haviam me perturbado desde que acordei, e isso só me fazia lembrar que precisava fazer algo a respeito disso, mas não agora, deixarei para falar sobre isso após terminarmos a primeira fase desse plano.

De qualquer forma me apoiaria em algum canto pronto para observar a opinião dos demais e possivelmente realizar alguma mudança nos planos, enquanto isso para não perder o foco ou até para não entrar em uma espécie de tédio profundo, aproveitaria desse pequeno espaço de tempo para retirar um cigarro do bolso e acende-lo com meu isqueiro. Não sabia exatamente como ou porque mas aquela fumaça me acalmava, era como um efeito instantâneo, logo ao atingir meus pulmões um estado de paz e tranquilidade atingia minha mente e dessa forma seria muito mais fácil esclarecer as ideias e até argumentar algo a mais se necessário. Porém nesse momento me restringiria a apenas escutar o velhote e o garoto, afinal de contas em questão de estratégias estavam começando a se mostrar mais uteis do que sequer eu poderia imaginar, o que apenas reafirmava a necessidade de uma aliança entre as duas partes.

Por fim esperava que as coisas se resolvessem sozinhas sem a necessidade de ajustes, mas não podia ter certeza disso, sendo assim após aproveitar bem meu cigarro o apagaria em alguma superfície sólida do local jogando-o no chão mesmo e antes dos demais deixaria a sala com as mãos no bolso. Aguardaria lá fora até que todos estivessem prontos para partir e assim o faria seguindo as direções do velhote ou se necessário observando mais uma vez o mapa da ilha que estava em posse de Masimos, indicando as localidades necessárias para que todos seguissem para o local adequado. Não sabíamos exatamente como seria a segurança e movimentação no local, mas isso não era algo que poderia descobrir sem observar com os próprios olhos, por isso iria me prevenir retirando o casaco e deixando-o sobre minha cabeça para cobri-la parcialmente, fazendo com que seja mais difícil para os cidadãos reconhecer minha face.

Já quanto a Masimos seria mais complicado despistar olhares indesejados, mas sabia que ele poderia ser cauteloso e tomar conta dos problemas que lhe fossem oferecidos, portanto não me preocupava tanto assim, afinal de contas se sobrevivemos em Las Camp após invadir uma prefeitura e ser cercado pro guardas, Ilusia não seria um problema tão grande assim. Até chegava a ser interessante esse fato, pois apesar de que os novos aliados haviam nos contado um pouco de sua história, de nossa boca não havia saído uma palavra sequer sobre o roubo. Sabiam que éramos foragidos e possuíamos cartazes, mas será que também não estavam a desconfiar de nossa parceria? Era algo a se levar em consideração, afinal de contas se eu fosse sozinho com esses dois precisaria ter a cautela redobrada, além de que seria uma bela maneira de realmente testar sua lealdade.
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MensagemAssunto: Re: 2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades!   2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 6 EmptyTer 13 Set 2016, 15:36


Post: Where: Ilusia Kingdom Wheater: Time:

Marionetes



Ufa, parece que os dois criminosos não são tão idiotas quanto eu pensei. O peixe brutamontes concordou com meu grande plano, minha obra-prima, mas ele parece ainda ter medo da marinha. Mas eles não são nada a temer: não passam de pequenos macacos adestrados que, suas mentes limpas, executam qualquer coisa que um superior diga; eles não têm a inteligência, e sobretudo a imaginação suficiente para me incomodar: uma prova é o sargento Yagami, que, apesar de se achar todo pomposo e invencível, vacilou na primeira mudança de situação. Eles são péssimos atores: se o roteiro mudar um pouco, e eles tiverem que improvisar, será uma catástrofe. Agora, se eles forem fortes ou não, isso pouco importa.

Agora o moleque gótico parece ser mais sensato. Ele concordou com cada ponto de meu plano, meu roteiro escrito com perfeição, e pode ser uma marionete muito boa. Ele parece ser crédulo, coisa que é um belo ponto bônus para mim. Enfim, apenas Shira ainda não havia concordado com minha proposta: mas eu confio que ele vai aprova-la. Afinal, ele é um músico, e o que artistas desta laia mais gostam é de se exibir e de esfregar na cara de todos que eles tocam um instrumento e que eles cantam bonito. E, para os nobres, tenho certeza que sua tentação pelo reconhecimento não vai passar batido. Muito bem, tudo me parece perfeitamente alinhado. Os atores já conhecendo o roteiro e a peça, era hora de apresenta-la. Chamaria então os dois moleques, fazendo um gesto com a mão e falando:

Olhem só, vocês dois virão comigo para o castelo, ou palácio, ou seja lá onde esses malditos vivam. Enfim, eu e o Shira vamos fazer um show improvisado, mas antes vamos precisar de alguns materiais. Eu, pelo menos: um pano colorido, um baralho... enfim, o básico. E você, Shira, sim, eu estou olhando você, você vai me pagar essas coisas. Eu já gastei meu dinheiro com sua viagem de zepelim, então não proteste! Enfim, vamos chamar guardas e nobres para assistir nosso espetáculo e, enquanto isso, o gótico vai se infiltrar lá pelas sombras. Então, você vai comprar, ou roubar se quiser, uns explosivos, e vai plantar tudo lá. E o Grand Finale vai ser, claro, um belo de um estouro. O show perfeito! Com isso, a marinha vai ir atrás de nós, e o grandalhão ali vai ter passe livre nas minas de ouro. Ele pega toda as riquezas, nós embarcamos em um barco e zarpamos! E assim, as cortinas se fecharão em Ilusia Kingdom. Vamos, vamos, não há tempo a perder! Emissário, vá até o lugar, e, assim que você ouvir uma explosão, vai ser hora de agir!

Ah, parece que assim que eu recuperei minha voz, eu comecei a usar ela ainda mais. Bem, que eles entendam ao menos o que têm que fazer, nem que eu tenha que repetir quinhentas vezes. Porém, acho que duas basta. Tudo isso feito, eu pegaria todos meus afazeres, assim como minha pistola que está com Bell; quem ele acha que é para me desarmar? Eu sou a mente mestra, o cérebro dessa operação! Deus, que audácia...

Era mais que hora de começar a agir. Ninguém que tenha visto meu rosto sobreviveu, e eu quero que fique assim até o final dessa peça. Porém, só para garantir... Eu andaria até o velho hospedeiro, e arrancaria o pelo facial dele, se ele tiver, e o poria em meu rosto, fazendo aquilo grudar em mim. Era uma barba ou bigode postiço, somente para precaver. Com o pequeno disfarce em lugar, eu me dirigiria até a cozinha e agarraria a primeira comida que visse; posso ser um gênio, mas não sou sobrenatural.

Após isso, eu abriria a porta da hospedaria, e, seguido pelos meus parceiros de crime, eu iria até o centro da cidade, os olhos correndo incessantemente para todos os lados, com um certo receio de ser reconhecido e de estragarem todo o espetáculo. Minha mão, inconscientemente, encostaria na pistola, e eu começaria a me sentir quase psicótico: cada homem é um marinheiro disfarçado, cada esquina uma emboscada... Mas, com muito esforço, eu manteria minha calma, respirando fundo: nada pode interromper minha obra-prima, nada, NADA!

Ao encontrar alguma loja apropriada para se comprar material de mágico, como os ignorantes adoram de chamar ilusionistas, eu entraria lá e procuraria alguns itens básicos: o lenço é fundamental, assim como o baralho, uma varinha, e as algemas eu já tenho. Eu compraria esses, assim como um tanque de água específico, usado comumente por ilusionistas: sua tampa tem um local para se por os pés, e que se fecha sobre os mesmos. Este último elemento poderia ser mais complicado de encontrar, então, se não houvesse exatamente o que eu pediria, eu procuraria por um tanque normal. Enfim, eu daria o tanque para o moleque carregar, e rumaria até o castelo, pondo todos os itens de ilusionista em meu bolso.




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2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades!
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