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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades!

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AutorMensagem
Skÿller
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Skÿller

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MensagemAssunto: 2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades!   2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 4 EmptySeg 18 Jul 2016, 19:54

Relembrando a primeira mensagem :

2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades!

Aqui ocorrerá a aventura dos Piratas Bell Farest  e Masimos Titã Howker. A qual não possui narrador definido.


____________________________________________________

~Fala~
~Pensamento~

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Sabe por que caímos?
Para aprendermos a levantar.
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AutorMensagem
Kekzy
Tenente
Tenente


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MensagemAssunto: Re: 2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades!   2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 4 EmptyTer 09 Ago 2016, 23:04

Página 3 ⁞ Post 05 ⁞ Status: Normal


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Two Faces

O calor abrasador das chamas tempestuava a taverna. O pequeno foco de fogo logo se alastrou em aterradoras labaredas mortíferas e impiedosas, ganhando vida inopinadamente.

A pequena semente caótica que Nero plantara no chão, com a minha ajuda, doutrinava o verdadeiro significado do caos e da desordem.

O caos expressava-se no tremular do fogo; nas formas sombrias e lúgubres que eram formadas, replenas nas paredes; nos gritos transtornados e nos semblantes pálidos e fúnebres.

A discórdia tomava forma no pandemônio, um alvoroço indômito de pomposos nobres e burgueses, lutando por suas vidas miseráveis de novela e fabulosas. É irônico como aquilo era aprazível, não acreditava que alguém chegasse a fenecer carbonizado no incidente, então ver todos aqueles rostos ufanistas se despedaçarem em terror e pânico era, de fato, mordaz.

Apesar deles terem sido sagazes e ardilosos, não deixaria nenhuma pessoa ordinária, por mais ardil que fosse, me subjulgar. E quem dirá aos meus companheiros! A morte é uma punição extrema demais, se quer cogitaria isso, uma boa lição deve ser mais do que o suficiente, e se não for, não me culpem por minhas ações!

No entanto, a real ameaça era a marinha, em especial o repulsivo Sargento Yagami, esse irá aprender as lições mais árduas de sua vida!

***

O breu da taverna dificultou meu plano, após explodir as luzes emergenciais, foi uma tarefa difícil encontrar Nero. No entanto, conseguimos sair dali, para longe da sufocante fuligem negra e do calor escaldante.

Todavia, não fomos capazes de despistar os marinheiros de nossa cola, uma infausta situação. Contra oito oponentes, apenas nós dois, nossas chances de sucesso não eram muito grandes, mesmo com todos os nossos artifícios. Aliás, ainda não estávamos tão fortes e preparados como almejávamos. Porém, seria um ultraje recuar! Contra esses homens que humilharam o meu companheiro, as esperanças de suas salvações se selaram naquele momento!

Mesmo assim, com toda a vontade dentro de mim, ainda me faltava ar e uma oportunidade para reverter a situação. E minha mente desvanecia enquanto corria; meus pulmões queimavam de raiva e fadiga. E quanto mais eu me esforçava, mais percebia o quanto era incapaz, as probabilidades estavam desfavoráveis. Eu não era forte o suficiente. Uma ideia surgiu em minha mente, como uma última esperança até minha mente subemergir nas trevas. Senti um medo intrísico ao meu ser, e percebi algo nos calabouços da minha existência, não mais encarcerado, tomando conta de mim.

***

Yarin continuaria a correr, em direção ao homem que se projetava na sua frente. Não sabia se era amigo ou inimigo, mas botaria-o a prova agora.

Ele aceleraria, fazendo mais um esforço para se aproximar do homem, as palavras não chegavam ao seu ouvido naquele momento de transição. Ele correria até os pés daquela pessoa, freando abruptamente, ficando muito próximo dela, olhos nos olhos, recuperando o fôlego sem falar nada até os marinheiros se aproximarem, levantaria a cabeça, revelando o olhar insano próprio de seu ser.


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De poucas palavras, falaria, em seu tom áspero e monótono.

— Lute ou morra, aqui e agora.

Yarin viraria, botando a máscara em seu rosto. Com ajuda ou não, ele enfrentaria todos aqueles homens, até seu corpo esgotar suas forças, nenhuma dor implacaria o seu dever, e a insensatez continuaria a fazê-lo levantar enquanto seus músculos aguentassem.

Tudo que importa é preservar a sua existência entrelaçada com a de Shira.

Ele avançaria contra os inimigos, próximo de Nero e fora da sua linha de disparo. Avançaria pelas laterais, onde o primeiro contato contra os oponentes seria menor, em questão de números. Assim, também preservaria de levar ataques por todos os lados, por hora.

Primeiro, os mais fracos haviam de cair. Apenas os mais fortes restam no campo de batalha. Ele avançaria com ímpeto contra um marinheiro ordinário, adotando sua postura de combate, um corpo fluído como a água, seus ó ao lado do corpo, pendulando na medida que investiria.

Seus movimentos, nada rígidos, o guiariam em zigue e zague em direção ao oponente, para não revelar onde atacaria na formação inimiga, e de súbito escolheria uma das laterais, a próxima de Nero.

Chegando no alcance do marinheiro ordinário, ele esperaria o primeiro golpe ser efetuado, desviando agilmente para o lado contrário do centro do grupo de marinheiros, apenas virando e jogando o corpo para o lado; ou, se agacharia/pularia repentinamente, já girando, em caso de um ataque horizontal e não vertical, aproveitando a brecha na defesa para desferir um golpe com o poder e velocidade adicional do giro, na parte posterior da perna, e uma vez desequilibrado, ele daria uma pirueta no ar, esticando a perna para cima e deixando-a cair com violência contra a cabeça do inimigo. Seu objetivo era desacorda-lo, deixa-lo incapaz durante a luta.

Assim que seus golpes fossem realizados, bem sucedidos ou não, Yarin recuaria com passos rápidos, para perto de Nero. Ele utilizaria de cambalhotas para desviar dos golpes desferidos contra ele em casos mais extremos, como disparos, buscando ficar sempre com um marinheiro na sua frente para evita-los, mas priorizaria movimentos curtos, suficientes apenas para desviar dos golpes, como uma virada de cabeça e pisar em meia lua para o lado.

Evitaria o Sargento agora, sempre recuando para aproximar-se dos marinheiros fracos, e se ele se aproximasse, evitaria-o correndo contra os marinheiros supracitados.












Off:
 






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Far
Pirata
Pirata
Far

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MensagemAssunto: Re: 2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades!   2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 4 EmptyQua 10 Ago 2016, 01:11

testing a possible ally



A perseguição ocorria por algum tempo, e apesar dos contratempos que o marinheiro enfrentava o sujeito parecia estar bem determinado a fugir, não pude alcança-lo a tempo, independente do quanto estava me esforçando em correr, e logo precisei parar por alguns momentos para retomar meu fôlego. Entretanto chegando lá não encontrava exatamente o que estava procurando, mas sim mais uma tropa de marinheiros correndo atrás de dois homens de aparência distinta, um deles me olhava atentamente como se me conhecesse, e gritava uma espécie de alcunha "Lâmina demoníaca". De início não vinha a minha cabeça de que estavam se referindo a mim, mas quanto mais o tempo passava mais claro as coisas ficavam, até porquê um dos marinheiros que aparentemente era o comandante dirigia suas palavras para minha existência almejando minha captura. Nesse momento tudo ficava claro, afinal de contas realmente colocaram uma recompensa por minha cabeça, bem alta por sinal, e por isso todos esses malditos marinheiros estavam em meu encalço desde cedo.

"Então é isso? 11 milhões... Nada mal. Mas é realmente uma pena saber que esses tolos estão se matando apenas por isso. Não conseguirão um berrie sequer." Comentava em meus pensamentos, permanecendo parado analisando a situação enquanto descansava da corrida, virando minha face diretamente para o jovem de cabelos brancos. " Esse garoto estava gritando Lâmina demoníaca ainda pouco... Mas quem é ele? Será um membro do clã farest? Não, não. Seus olhos não me enganam." Observaria suas características, pois sabia que os membros de seu clã possuem olhos pretos preenchidos com o mais puro vermelho sangue, muitas vezes ligados a linhagem sanguínea.

Os dois indivíduos se aproximavam cada vez mais, e mesmo sem expressarem uma palavra podia presumir que desejavam minha ajuda contra os marinheiros, de fato não estava muito disposto a batalhar por algo que não fazia ligação a meus interesses, ainda mais por um garoto e um senhor de meia-idade. Podia não estar nada animado com isso, mas com certeza ainda me lembrava do que havia prometido para minha consciência a alguns minutos atrás, enquanto perseguia aquele fujão, mesmo que não o tivesse capturado, minhas ambições ainda eram as mesmas e agora estava com a chance de combater um líder. A patente do tal comandante era incerta, mas podia ver claramente que aquele homem que dava as ordens por ali, e isso apenas me irritava ainda mais, vendo que todo o transtorno com marinheiros desde que chegamos a ilha poderia ser sua culpa.

De qualquer forma esperaria até que os dois baderneiros chegassem até minha localidade, assim poderia tirar minhas próprias conclusões sobre eles antes de agir precipitadamente, e assim o faria até que o garoto chegasse falando apenas uma frase, pois o resto estava claramente representado pelo seu olhar. Suas palavras não me incentivavam em nada, tentar me comandar não era a melhor maneira de convencer a fazer algo, mas por outro lado sua determinação, essa sim havia chamado a minha atenção, não o conhecia em nada mas ao menos o garoto teve a coragem de pronunciar-se dessa forma e ainda lutar por sua vida. Não fazia a mínima ideia do quão fortes essa dupla era, mas o jovem havia despertado minha curiosidade, logo não deixaria que ele lutasse sozinho e ainda poderia livrar-me de mais alguns marinheiros, dois coelhos em uma cajadada só. Tomada minha decisão não diria uma palavra sequer, apenas colocaria minha mão sobre o ombro de Shira para que pudesse tomar a dianteira no avanço, deixando-o em uma situação mais confortável para fazer a sua parte, porém ainda assim estava disposto a avançar mesmo sem a ajuda dos dois.

Já quanto ao outro homem não estava muito interessado, ele parecia estar fazendo alguma espécie de cena e portanto deixaria que ficasse lá fazendo o que desejava, e assim partiria correndo em direção a tropa de marinheiros, que por sinal já estavam vindo até mim. Seu anseio apenas facilitaria no processo de aniquilação, meus pensamentos estavam focados e não pretendia sair dali sem que minha camisa estivesse tingida de vermelho do sangue desses inúteis. Geralmente minhas expressões são descontraídas mesmo em batalhas, mas dessa vez era diferente, não zombava dos oponentes como gostava de fazer anteriormente, agora estava determinado em acabar com tudo aquilo antes mesmo que eles notassem. Desse modo a passos rápidos desembainharia minha espada, caso já não houvesse feito anteriormente, e me deslocaria até alguns metros de proximidade do líder para que ele viesse com tudo em seu primeiro ataque.

Meu objetivo na verdade não era lutar com ele já no primeiro momento, apenas desejava tomar seu tempo por alguns segundos para que pudesse me aproximar de seus homens, e assim acabar com os aperitivos antes do prato principal. Como não via nenhuma arma em suas mãos presumia que apenas os punhos eram suficientes para o marinheiro, seguindo esse raciocínio esperaria seu soco, ou outro ataque que fosse mesmo que não utilizasse as mãos, e assim aproveitar-me-ia do momento oportuno para lançar meu corpo para o lado e avançar abaixando meu corpo, prosseguindo com uma cambalhota. Assim que concluísse a primeira parte da evasiva, ainda desejava atrapalhar um pouco mais aquele homem antes de partir para seus subordinados, e assim impulsionaria meus pés em sua perna para tomar velocidade e ainda tirar sua sustentação, mas apenas faria isso se visse que ele ainda estava de costas e, consequentemente, não estivesse apto a reagir.

Independente do quanto atrapalhasse aquele primeiro, agora precisava tomar conta do grupo de trás antes de voltar para o sargento novamente, por esse motivo continuava seguindo meu caminho correndo até que alcançasse o grupo restante de marinheiros. Assim que chegasse até eles posicionaria a espada ao lado de meu abdômen com a parte cortante voltada para fora, e aguardaria até que se aglomerassem ao meu redor, ou ao menos alguns deles fizessem isso, pois afinal de contas estavam cara a cara com o seu alvo e provavelmente não iriam querer perde-lo. Com a formação completa ou não, realizaria o ataque visando atingir a maior quantidade de inimigos possível, mas com um detalhe importante, meu primeiro ataque seria focado em suas pernas para atrapalhar a movimentação. Portanto giraria meu corpo em torno do próprio eixo acompanhando o movimento com a lâmina, ao mesmo tempo que estenderia ela o mais longe possível para atingir os marinheiros, se preciso também andaria um pouco para frente para acertar os que não estivessem perto o suficiente.  

Agora seria hora de partir para a segunda parte do ataque, minha ideia inicial era deixa-los atentos com as partes inferiores do corpo além de atrapalhar sua movimentação, já o prosseguimento era a mesma coisa, porém agora estava realmente focado em tirar vidas. Aproveitar-me-ia da atenção dos marinheiros com suas pernas para focar em um ataque fora de suas vistas, apenas continuaria minha rotação aproveitando-me para realizar um salto, e ainda girando mirar o golpe cortante em suas cabeças. Talvez fosse suficiente para cuidar de boa parte deles, talvez não, mas em qualquer um dos resultados precisaria me afastar daquele local e ficar preparado para o próximo ataque, portanto assim que caísse pararia meu movimento, utilizando de minhas habilidades acrobáticas para colocar a mão sobre o chão e realizar um mortal para o lado da roda que estivesse menos protegido.

No entanto a estratégia não era à prova de falhas e precisava me manter atento a golpes durante todo o trajeto, e era o que faria, minha mente estava cem por cento focada na batalha, assim como minha visão para analisar movimentos inimigos. Se em algum momento fosse investido um ataque na horizontal na parte superior, abaixaria meu corpo até que estivesse livre do alcance e aproveitaria para levantar a espada, assim evitaria mudança na trajetória dos ataques. Por outro lado se fosse na horizontal mas na parte de baixo do corpo, saltaria desferindo minha lâmina contra o membro mais próximo que pudesse avistar. Já se fossem ataques na vertical desviaria meu corpo para os lados retirando-me da área de ataque, posicionado a espada erguida para evitar mudanças de direção. Mas também havia a possibilidade de tiros serem disparados, apesar de nenhuma arma estar a vista, e para esses buscaria andar em zigue-zague para evitar uma mira precisa por parte do atirador.
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Teo
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MensagemAssunto: Re: 2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades!   2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 4 EmptySab 13 Ago 2016, 16:00

Masimos Titã Howker

Masimos estava na desvantagem, mas não deixava de impressionar os seus adversários. Talvez fosse por ser grande, ou talvez por ser habilidoso... Haviam muitos motivos, entre eles havia seu intuito de dar cada alma que acabasse nas suas mãos para a sua deusa. O pirata então ouvindo o diálogo do Marine, respondia dizendo:

Masimos:
– Tsc... Você possui coragem! Mesmo estando diante aos corpos frios dos seus aliados, você ainda tem a audácia em proferir tais palavras tolas?! Existem vermes que não compreendem seu lugar!


A Situação parecia de certa forma aborrecer o pirata, que agora tomava uma instância ofensiva pela primeira vez naquela batalha. O Marine que estava a sua frente dizia para seus colegas, não tirando o olho do tritão:

Marine A:
--Ei, saiam daqui... eu cuido disso!


Um dos seus colegas, solta o corpo que tinha caído, e se levantava, o outro já estava de pé um pouco a sua frente, o segundo então dizia:

Marine B:
--Não! Vamos lutar juntos, essa aberração é forte demais!


O primeiro Marine então olha pra trás com raiva, dizendo:
Marine A:
--EU DISSE PARA SAIREM DAQ-


Era esse o momento que o pirata estava esperando, um deslize do oponente, e foi este que o mesmo aproveitou. Quando percebera o Marine, a mão do tritão estava agarrada a sua cabeça. O grande tritão então realiza um golpe na horizontal, fazendo com que o Marine em questão fizesse uma curva em "∩” para trás. Vendo isso, os outros dois Marines imediatamente recuam, correndo para longe, eles entram em esquinas aleatórias, não dava para saber se tinham entrado em casas ou apenas corrido. Enquanto isso, o tritão pega o Marine golpeado que estava no chão para então dava-lhe um ultimato:

Masimos:
– Antes que morra deixarei claro! Você teve a honra de morrer pelas mãos daquele que foi escolhido pela Deusa da Morte!


O homem que estava um pouco atordoado e raivoso por ser pego em um ataque desprevenido, cospe sangue misturado com saliva, que jorrava de sua boca, no intuito de acertar Masimos, o “jato” por estar distante, chega somente até a barriga do tritão, manchando-a de sangue. Mesmo no fim, aquele marinheiro mostrava seu profundo escárnio para com Masimos. Eis que então com o seu método sadista e macabro, o tritão aperta o pescoço do marinheiro. Seus músculos se contraiam, apertando a entrada de ar e fazendo com que o marine se contorcesse, o sangue do mesmo pingava nas mãos de Masimos, e esse apertava cada vez mais forte, até que, com a mão, o pirata sentia um estalo forte vindo do pescoço do marine. Ele perdia completamente as forças e toda sua contorção se tornava um vazio. Não havia mais vida naquele ser.

Agora, o abatedor de galinhas podia tentar perseguir os outros dois Marines, que não estavam mais na sua visão, ou podia também procurar por seu companheiro. Masimos estava muito ocupado para saber que seu companheiro podia estar correndo riscos.



Bell Farest

Bell concluía que o nome que lhe tinham dado era uma nova alcunha, e que seu valor era suficiente para fazer aqueles marinheiros valerem a pena. Enquanto pensava, os seus novos “amigos” chegavam perto para fazerem contato. Por um momento, Farest achava que o mais jovem dos dois, podia ser um integrante do seu clã, porém a coloração dos seus olhos quebrava a teoria.

Um dos dois homens, o mais velho, caia no chão depois de um barulho de tiro, ao olhar, Bell não sabia exatamente o que o homem estava fazendo, pois ele se contorcia como se realmente sentisse alguma dor, mais ao perceber algo lentamente se mexendo em baixo do corpo, ele podia concluir que ele fazia uma espécie de encenação, então ele simplesmente deixava o homem. Quanto ao outro, o rapaz, quando chegava perto de Lâmina Demoníaca, olhava-o com uma expressão sombria e o dizia:

??????:
— Lute ou morra, aqui e agora.


Para Bell, seguir ordens de alguém que nunca tinha visto na vida era algo completamente fora de questão, mas algo naquele jovem despertava uma curiosidade no espadachim, que muda um pouco seu semblante para um de curiosidade, pois a determinação do garoto tinha chamado a atenção do pirata. Esse sentimento que incentivava o corpo de Bell fazia-o decidir o que fazer, ele então tomava a dianteira, não dizendo nada, desembainhando sua espada e avançando em direção ao líder dos marinheiros. Haviam 7 marinheiros junto a ele, cinco usavam espadas, e dois não aparentavam ter armas, mas talvez teriam, já que chuva atrapalhava um pouco a visão. Chuva essa que estava ficando mais forte, e que irritava Bell um pouco por estar gelada.
Ele então avança contra o Sargento, não para ataca-lo mas para se aproximar dos seus subordinados. O Sargento então realiza um chute que mirava seu pescoço, e Bell já prevendo aquilo se esquiva para o lado, agachando enquanto passava pelo homem. Assim que isso se sucedia, o espadachim mirava sua perna na perna do sargento, que estava de costas para ele, e então se impulsionava para frente, fazendo o sargento cambalear para frente, escorregando e caindo para a frente, Bell então dá um pequeno salto pelo impulso, indo um pouco para a frente. Até aí estava tudo bem, mais Bell não estava esperando o que vinha a seguir, um dos homens estava localizado alguns centímetros atrás do Sargento, e preparava um corte de espada na horizontal, Bell como reação imediata tenta se agachar, levantando sua espada para frente para se manter fora do alcance do espadachim inimigo, porém era difícil manter o equilíbrio com o salto que tinha dado para avançar, ainda mais quando se está chovendo, a roupa pesa e o chão está escorregadio. Como resultado disso, quando a espada do marinheiro impactava na parte de cima da espada, Bell perdia o equilíbrio e caia de joelhos no chão.

O marinheiro rapidamente preparava um golpe que seria crítico a Bell, mas quando o projeta, é impedido por outro marine que chega aos tropeços empurrando-o de costas e impedindo que o mesmo ferisse Bell. O marine era empurrado enquanto o outro que tinha “salvado” Bell caia ao chão, rapidamente se recompondo. O responsável por salvar Bell era ninguém menos que o jovem que lutava ao seu lado. Sorte ou não, Bell precisava se recompor, e rápido.

Enquanto tudo isso acontecia o resto dos piratas fechava Bell e seu novo companheiro em uma roda, impedindo-os de sair. O rapaz que tanto despertava a curiosidade de Bell não parecia gostar disso, pois o seu companheiro que tinha ficado para trás estava sozinho. O Sargento, que estava com as roupas e rosto sujos de lama, começa a avançar contra outro homem que Bell sabia que estava encenando. Ele dizia:

??????
--Cuidem desses desgraçados. Eu vou levar esse aqui e trazer re-


O Sargento mal terminava de falar, mais Bell conseguia ouvir um barulho de tiro e após isso, de vidro quebrando. Bell só podia ouvir as coisas, já que estava de costas pro Sargento, mas ele podia ouvir a surpresa do mesmo:

??????
--Então você estava fingindo de morto, hã? Mas que bom cachorrinho, quem sabe não vira a mascote do QG... he he he...


O Sargento debochava de alguém, talvez do outro homem que se fingia de morto? Ele não sabia, já que estava virado. Enquanto isso os piratas esperavam Bell se levantar, mas estavam preparados, com suas armas focadas no mesmo. O que ele feria?



Nero Blackwater

O Tempo passava e a voz de Nero não parecia querer voltar, talvez fosse a pressão ou então o modo que aconteceu, mas pra Nero, era como se o mesmo fosse um Gramofone que tivesse parado de funcionar.... Qual seria sua utilidade agora? Bom o homem podia não ter mais sua voz, mas seu corpo ainda podia mostrar a arte do teatro. Dando o último tiro que estava dentro da sua arma, o homem caia no chão simulando ter sido atingido, Bell não via, mas alguns dos marinheiros estranhavam a cena. O barulho da chuva ajudava sim, porém o tiro não parecia ter vindo de nenhum dos marinheiros, e sim de um atirador escondido. Feito a confusão, Bell então preparava-se com sua mão livre o recarregar da sua arma, enquanto simulava sua vida sendo lentamente tirada de si. O Ator conseguia ouvir entre o barulho de chuva, os passos de ambos Shira e Lâmina demoníaca para frente, parecia que seus inimigos estavam os aguardando.

Demorava um pouco, mas entre a chuva molhando suas costas, e o barro sujando sua roupa, o homem consegue recarregar a sua arma. A chuva tinha ficado mais forte, e Nero conseguia ouvir o som de metal com metal impactando, e tanto seus inimigos quanto seus amigos estavam a distância. Mais passos, dessa vez em conjunto, ainda longe. Nero não aguenta o suspense, ele esperava alguém se aproximar mais ninguém havia se movido para perto.

Até que o homem ouve o Sargento, o homem responsável pela sua perda de voz, sim, ele e somente ele estava se aproximando de Nero. Com a arma carregada, talvez por sede de vingança ou talvez por raiva, o homem esperava ansiosamente pelo Sargento no seu campo de visão, o mesmo ao se aproximar dizia para os marinheiros que estavam atrás do mesmo, virando sua cabeça:

Sargento Yagami:
--Cuidem desses desgraçados. Eu vou levar esse aqui e trazer re—


Imediatamente, Nero decide atirar, porém o Sargento continuava com sua habilidade notável e sua técnica com as pernas na qual o homem simplesmente não conseguia explicar devido a complexidade. Se ele estivesse desviando apenas com os pés, era necessária uma imensa habilidade e agilidade para tal, seria esse o caso?

Não precisava ser nenhum detetive para saber que Nero era o autor do tiro naquela distância desviando daquela maneira, o Sargento então diz debochando do homem:

Sargento Yagami:
--Então você estava fingindo de morto, hã? Mas que bom cachorrinho, quem sabe não vira a mascote do QG... he he he..


O Homem parecia desafiar Nero. Qual seria sua reação?



Shira Yarin

Shira, ou melhor Yarin, tinha feito seu plano, ele seguia Nero e acompanhava-o, por isso não demorava muito para os Marinheiros perceberem que ele era aliado de Nero, e por isso também perseguiam o mesmo, o garoto então tinha uma ideia, e gritava duas alcunhas de pessoas na qual nunca tinha visto, e por muita sorte, o indivíduo na qual chamava aparecia, e era confirmado pelo Sargento em suas costas. Yarin era mais rápido que Nero, e então chega mais rápido diante do seu novo “amigo”, decide então fazer uma tentativa de “ameaça” ao conhecido “Lâmina Demoniaca”:

Yarin:
— Lute ou morra, aqui e agora.


O rosto de Yarin mostrava um semblante tenebroso, todavia o espadachim não parecia se intimidar com a ameaça do violinista. Enquanto isso, Nero fazia uma encenação, talvez para confundir os marinheiros, ou talvez para ganhar tempo, Yarin não sabia, mas ele tinha que responder aquilo. O “Lâmina Demoniaca” apenas coloca uma mão em seu ombro para tomar a dianteira e então parte para o avanço. Enquanto o pirata ia em direção ao Sargento, Yarin disparava com uma corrida em direção a lateral em que Nero estava mais próximo, sem atrapalhar sua possível linha de tiro, ele avança com uma direção não muito reveladora, até escolher a lateral onde um Boxeador estava o esperando.

Esperando o homem atacar, Yarin presta atenção no seu ataque. Tal marinheiro manda um uppercut, golpe curvo de baixo para cima, facilmente desviando para a esquerda (lado contrário ao resto do grupo de marinheiros, aplicando um chute na perna do homem para desequilibra-lo, e dando uma pirueta para aplicar um potente chute em direção a cabeça do homem, este que por um movimento involuntário, coloca as mãos a frente da cabeça quando o garoto salta, então ele “defende” o chute do garoto, recebendo o impacto na mão, e após isso levanto essa força para cabeça, isso faz o mesmo ser empurrado, e ir para trás, quando isso acontece, ele empurra com as costas outro marinheiro que estava prestes a atacar o “Lâmina Demoniaca”, que estava com os joelhos no chão, talvez tenha sido um “deslize”, literalmente.

Enquanto isso, os marines restantes faziam um círculo em volta dos dois inimigos, enquanto o Sargento Yagami andava em direção a Nero, que estava deitado no chão. Ele então diz:

Sargento Yagami:
--Cuidem desses desgraçados. Eu vou levar esse aqui e trazer re—


O jovem então assiste a cena como um dejavu, um tiro feito por Nero, e o Sargento esquivando apenas com a força dos pés. Ele então debocha do homem, dizendo:

Sargento Yagami:
--Então você estava fingindo de morto, hã? Mas que bom cachorrinho, quem sabe não vira a mascote do QG... he he he...


Yarin estava rodeado de Marines, e impossibilitado de voltar para ajudar seu amigo, ou seja, Nero teria um mano-a-mano com o Sargento Yagami.



Marciano:
 

Far:
 

Buggy:
 

Kekzy:
 

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Dialogo:
 
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MensagemAssunto: Re: 2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades!   2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 4 EmptySab 13 Ago 2016, 18:39


Post: Where: Ilusia Kingdom Wheater: Time:

Sargento Yagami




Chega! Minha paciência foi testada por tempo demais, e este sargento perverso, desumano, cruel, odioso, abominável, demoníaco já ultrapassou dos limites! Por duas vezes seguidas ele desmancha meus planos, me humilha, joga fora meu orgulho! Me trata como escória, me despreza, menospreza, me ridiculiza, ri de mim! Pois ele saberá quem eu sou! Eu sou o demônio que destruiu Malkiham, eu sou o piromaníaco que queima seus adversários vivos, sou o monstro que manipula mentes, eu sou ator principal neste teatro fúnebre! Já estou farto destes macacos, estes babuínos dementes que sempre usam a força para desmanchar meus planos, para destruir coisas que eu tão meticulosamente imagino e executo! Mas, é como dizem as más línguas: para vencer fogo, deve se usar fogo! Irei mostra-los, sim, irei mostrar a todos esses idiotas unidimensionais, irei esfregar em seus rostos minha supremacia! Deus... DEUS! Neste momento tão crucial, tão crítico, onde tenho que sair vivo, recuperar minha querida e preciosa voz, me vingar do maldito sargento e mostra-los a verdadeira força! Neste momento tão importante, tudo que me resta é pedir ajuda divina, e agir! Cada um destes palhaços em uniformes azuis, estes robôs com cérebros lavados que apenas seguem ordens, cada um deles irá sofrer sob minha mão! Meu orgulho foi esmagado e esfregado no chão vezes demais, e levianamente demais para eu manter minha calma! Eles pediram guerra, eles pediram a peste, eles pediram a fome, eles pediram a morte! Eles pediram... o apocalipse!

Frente à esquiva simplória do sargento, e de sua provocação indelicada, meus olhos encheram-se de furor. Nada de bom parece estar vindo desta ilha, este ninho de víboras, este recanto de idiotas! Malkiham pelo menos tinha alguns aliados, mas aqui... aqui só há pessoas odiosas como esse um milhão de vezes maldito Yagami! Minhas sobrancelhas se franzem, meus punhos se cerram, assim como meus dentes. Minhas veias da testa saltam de ódio, e meu olhar fuzila o marinheiro. Quem diabos ele acha que é? QUEM? Sem nem mesmo eu perceber, minha língua se posiciona entre meus dentes e sibila em repúdio, como uma cobra. Devo admitir que isso assusta até a mim, é como se o demônio mais profundo em minha alma houvesse acordado junto com minha ira. Não posso permitir que alguém me veja em um estado tão deplorável e saia com vida. Sargento Yagami, você está prestes a encontrar a criatura diabesca que te criou. Guarde minhas palavras, pois o apocalipse a todos vêm.

Primeiro, tenho que me reerguer. Me repor frente a frente ao meu inimigo mais profundo, me posicionar a sua altura, e enfrenta-lo como um cavaleiro perfeito faria, tal qual Lancelote, o Rei Arthur e Percival. Era hora de lutar, de cessar de esconder minha face sob tramas, peripécias e planos. Minha face estaria emersa, e eu travaria uma batalha como um homem. Sem delongas, eu rolaria para trás e erguer-me-ia agilmente, a pistola logo a frente de mim. Se meu adversário tentasse me atacar, eu usaria o cano de minha pistola para parar o golpe, chocando-o com o corpo de Yagami. Minha alma voraz por vingança, eu não deixaria passar sequer uma brecha do marinheiro sem consciência, caso, em meu bloqueio, a arma estivesse apontada para ele, eu não hesitaria em atirar um pouco a direita de seu corpo: é uma chance de cinquenta por cento que ele desvie para o lado certo, afinal.

Finalmente de pé, eu me afastaria um pouco do sargento. Tenho que me acalmar um pouco, aliviar a tensão emocional forte demais que atravessa minha mente. Devo raciocinar... estes fantasmas repletos de dúvidas e pecados não podem me atingir agora. Certo, certo... Pelo que percebo, toda sua força está concentrada em um jogo de pernas. Desvios, passadas, algo assim. Não sei, nunca fui um lutador! Calma, vamos lá, agora minha inteligência está sendo posta a prova! Se eu conseguir impedir suas pernas de se mover... Mas ele é muito ágil! Diabos, agora que estou percebendo! Cada humano é um quebra-cabeça, e basta solucionar seu enigma pessoal para assim desvenda-lo e lê-lo como um livro! Incrível! Se eu pensar desta forma, eu posso facilmente... Facilmente... É isso! Já resolvi esse enigma! Há, Yagami, Yagami! Você não é, e nunca será páreo a minha inteligência e perspicácia! Elas nunca irão me decepcionar!

Após meus devaneios, seria hora de me por na ação. A pistola em uma mão, eu me aprontaria a atirar. Faria toda a movimentação necessária, mas, no último instante, eu faria uma finta. O cano ainda erguido, eu correria em direção do sargento, um ato que provavelmente o surpreenderia, e que seria visto como suicida. Mas, chegando a um metro dele, eu faria algo ainda mais inesperado. Sacando o tinteiro em meu bolso, sem que ele percebesse, eu atiraria o pote com líquido em seu rosto, e, ao mesmo tempo, me lançaria para suas pernas onde quer que ele houvesse esquivado, como uma bola de boliche. Meu corpo estaria esticado, ocupando o máximo de espaço possível, e me curvando pouco a pouco, como uma rede capturando um arenque. Isto deve ser suficiente para imobiliza-lo.

Assim feito, o peixe fisgado corretamente, eu atiraria duas vezes sobre o alvo: cada bala passando pelo peito de um de seus pés, e logo depois miraria meus tiros para cima, tentando acertar suas costas. Caso ele tentasse me bater enquanto eu estivesse sobre ele como um carrapato, eu apenas tentaria absorver o dano. Meu nível de adrenalina e loucura está alto o suficiente para ignorar os golpes de Yagami: ele pode ser rápido, mas bate como um passarinho. Assim que visse a primeira gota de sangue escorrer do corpo do sargento, meus olhos brilhariam com uma satisfação indescritível, acompanhado de um sorriso discreto. A vingança é, realmente, o melhor prato que eu já provei.

Se tudo houvesse dado certo, eu me reergueria e, chutando o sargento com força no estômago, eu tentaria fazê-lo cair. Se ele não tombasse, eu repetiria o movimento até que ele não se aguentasse mais se manter de pé. Com meu inimigo estatelado em minha frente, eu poria minha pistola para frente, mirando seu cérebro, e minha voz rouca e sussurrante diria um tributo, como se Yagami fosse um sacrifício pela minha voz:

Do pó ao pó, das cinzas às cinzas.

Neste momento, eu apertaria no gatilho, encerrando a mísera vida do tão ousado marinheiro.

Porém, se qualquer uma de minhas empreendidas houvesse dado errado, eu me correria para longe, na direção do estabelecimento ou edifício mais próximo e, no meio de minha corrida, eu procuraria por alguma janela ou outra entrada por onde eu possa me esgueirando. Ao avistar algo do tipo, eu pularia para dentro, com pressa, e descansaria um pouco, encostado à parede.






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MensagemAssunto: Re: 2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades!   2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 4 EmptyDom 14 Ago 2016, 16:18

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~ Único modo razoável de se viver neste mundo é sem Regras ~

É realmente intrigante, pois quando se está diante da morte, para que lutar? Estava apenas evitando o inevitável! Nem mesmo Deus escapará da morte e quando chegar a hora dele, a deusa da morte consumirá o ultimo rastro de vida do todo poderoso. Ela estava no início de tudo e ela estará no final de tudo, a existência da morte com certeza era absoluta, sua escolha pelo tritão Masimos era absoluta, então realmente era intrigante ver os marines tentarem, tentarem e falharem perante as mãos da morte.

Howker havia avisado, mas parecia que os marines não escutavam! Talvez a determinação deles o mantivesse de pé, o mantivessem convictos em sua lei? Quem sabe, mas para realmente arcar com uma convicção ou com sua determinação é necessário um gatilho, um gatilho que constantemente lhe mantem de pé, não apenas seu físico, mas como principalmente seu espirito. Titã não era apenas um crente na existência da deusa, ele era o próprio escolhido e ainda acreditava ser o amante dela, para ele não havia outra mulher, não havia outra paixão e cada vez mais seu amor e sua convicção crescia espontaneamente como as folhas na primavera. A complexidade da mente insana do tritão realmente desafiava as loucuras que a fora existe, mas nem sempre possuir uma mente lunática é algo ruim, muito pelo contrário, pois em determinadas situação, pode ser algo que lhe dava forças para seguir em frente.

Após matar mais um verme da marinha, os outros dois soldados corriam para dentro da cidade, Masimos por um momento havia perdido a direção que os sujeitos haviam seguido, pois estava ainda degustando a morte do soldado. O sangue percorria entre seus dedos assim como a chuva que parecia ficar mais forte, a sensação de dor havia aliviado, sua perna parecia estar nova como folha, talvez pelas duas células mutagênicas: humano e peixe carpa. Provavelmente a regeneração fosse mais eficiente, todavia isso não importava, o que realmente importava era o quão frouxos os marinheiros eram, pois haviam falado e falado, mas no final correram, não era algo que surpreendia o tritão, pois estar diante a morte realmente causa uma sensação tenebrosa e assustadora, não era qualquer um que se acostumava com isso.

O emissário da morte largava o corpo do soldado supostamente frio. Masimos poderia conseguir algumas informações se revistasse o corpo dos marines, quem sabe arranjasse algo a mais? Começaria a revistar corpo por corpo até achar algum documento, dinheiro ou arma que pudesse guardar consigo. O problema agora era: seguir os fujões ou ir atrás de seu aliado? Não sabia se o pirata espadachim estava com problemas, porém poderia ir e certificar-se de que seu aliado estaria vivo, porém havia a possibilidade de deixar os soldados fugirem e avisarem o quartel, o tritão sabia disso e um conflito ocorria em sua mente. “Hmm! Essa manha está agitada! Quantos vermes mais terei que pisar para compreenderem que a deusa da morte não perdoa aqueles que desafiam sua palavra?! Eu deveria ir atrás daqueles dois últimos soldados para mata-los e me certificar que o quartel da marinha não saiba o que ocorreu! Porém se Bell estiver precisando de minha ajuda e eu demorar para achar aqueles dois marinheiros, posso perder um bom aliado! Maldição... ” Howker cruzava seus braços e levava sua mão ao seu queixo robusto enquanto pensaria. “ Parando para raciocinar melhor, o quartel da marinha já sabe de nossa chegada, por isso nos atacou pelo primeiro horário da manhã, não apenas por tentar nos pegar desprevenidos, mas também por não ter nos alimentado uma noite inteira! Mesmo na hipótese de eu matar aqueles dois marines, se o quartel durante um determinado tempo não receber relatório dos soldados, supostamente entenderam que todos foram morte e mandaram mais reforços, de qualquer maneira, é irrelevante seguir eles, seria desperdício de tempo. ” Realmente tinha logica os pensamentos do tritão, pois matando ou não os marines, a marinha saberia que seus homens não haviam dado conta, então seria mais prático ir ajudar seu aliado, pois mesmo não precisando, era a solução mais clara de seguir no momento.

Masimos pegaria dois soldados cada um por uma perna e começaria a andar enquanto arrastaria os corpos dos homens pelas ruas da cidade. Seguiria na direção que Bell havia dirigindo-se, seus passos seriam um pouco mais ágeis enquanto sua visão, audição e percepção tentavam identificar o paradeiro do pirata. Supostamente não haveriam muitos civis na rua, pois a chuva estava forte e tensa algo notoriamente prazeroso para a espécie do homem-carpa, porém para a maioria a chuva em tamanha proporção seria inconveniente. A busca do tritão talvez fosse facilitada, pela porção de pessoas nas ruas serem inferiores ao normal.

Na hipótese de ver ou ouvir algo que seus sentidos excepcionais captassem como a fisionomia ou voz de Bell ou até mesmo uma luta, Masimos correria em direção ao local e analisaria a situação. Caso fosse Bell tendo problemas ou não, o tritão proferiria. – Bell precisa de ajuda? Ao termino de suas falas o tritão pode notar que o espadachim estava com alguns marines inimigos, aqueles soldados pareciam se multiplicar, pois quanto mais matava, mais aparecia. Começaria a andar mantendo seus sentidos em guarda até aproximar-se do lâmina demoníaca. Levantaria pelos calcanhares os homens mortos e fintaria os marines presentes. – Tem certeza que irão continuar com essa tolice? Terminaria de falar ao abrir suas mãos e deixar os corpos impactarem contra o chão, mantendo um leve sorriso no canto da boca, tentando mexer com o psicológico dos inimigos e ao mesmo tempo enfraquece-los.

Seu corpo estava bem, apesar da fome fincar seu estomago constantemente, mas era algo que podia-se aguentar. Após largar os cadáveres dos soldados, Titã assumiria sua postura de karate e manteria sua guarda levantada, pois poderiam decidir atacar mesmo após a frase do tritão. Utilizaria seus punhos para bloquear o mais rápido os tiros de armas de fogo ou os cortes das laminas afiadas, independente onde fosse mirado. Não recuaria, tentaria bloquear e ainda contra-atacar o tórax do marine para empurra-lo para longe.



OFF:
 

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~Fala / Narração

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MensagemAssunto: Re: 2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades!   2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 4 EmptySeg 15 Ago 2016, 19:57

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Todo dia um 7 a 1 diferente

O infame Lâmina Demoníaca atendia ao chamado de Yarin, entrando na batalha com um ímpeto sanguinário. De fato, sua relação com a marinha não era boa.

Imediatamente, Yarin entrou no combate, sendo segurado por um dos marines. Com agilidade, ele desviou de um uppercut lançado em sua direção, revidando a descortesia com um chute na parte posterior das pernas, seguido de outro na cabeça, esse defendido.

O marinheiro não parecia ser bem treinado, um soldado ordinário, um lutador em treinamento. Em um ato desesperado, e instintivo, ao proteger sua cabeça, ele absorveu parte do dano direcionado a ele, sendo jogado para trás. Por sorte, a ação acabou por salvar o procurado de um golpe impiedoso.

No entanto, mesmo com os esforços dos dois, não era o suficiente para deter todos aqueles marinheiros. Sabendo disso, o Sargento Yagami, após desvendar a farsa por trás das encenações de Nero, resolveu cuidar pessoalmente do artista.

Cingidos por marinheiros, e sem rotas de fuga, não sobrava opção além de lutar para Yarin e o Lâmina Negra.

Yarin levantaria sua cabeça, com frieza, olhando para os oponentes. Posicionaria-se com as costas voltadas para o seu aliado, deixando cada um responsável por um lado.

— Nenhum irá passar. Pode cuidar de seu lado — o artista falaria, monótono.

Os olhos de Yarin abririam, arregalados. Ele observaria os oponentes, notando as mãos com que seguravam as armas para definir se eram destros ou canhotos, talvez ambidestros.

Olharia nos seus olhos, percebendo o movimentos dos glóbulos, para onde eles se dirigiam no seu corpo — muito provavelmente onde mirariam seus golpes, uma vez que estariam premeditando suas ações.

Prestaria atenção também nos hábitos, aqueles que a própria pessoa não tem conhecimento. Como por exemplo, avançar um passo com a perna que se tem maestria antes de desferir um golpe, prender a respiração ao fazer o mesmo ou contrair os músculos da face em uma leve careta, todas essas informações podiam ser usadas para aumentar as chances de esquiva.


Yarin avançaria contra os marines, fazendo uma finta para engana-los. Avançar sem uma estratégia seria suicídio. O movimento consistiria de se aproximar rapidamente, utilizando de sua aceleração privilegiada para encurtar a distância no menor tempo possível.

Quando se aproxima-se, deixaria os inimigos desferirem os golpes, principalmente os espadachins. No momento que os golpes fossem atingi-lo, ele se abaixaria agilmente, rolando para o lado onde fosse possível não ser acertado.

No meio do movimento de rolamento, ele daria múltiplos saltos — diga-se aqueles saltos mortais, de frente, contínuos que fazem nas olimpíadas — usando as mãos e as pernas para aproximar-se ainda mais, e quando estivesse com ambas as mãos no solo (de cabeça para baixo) giraria a cintura, desferindo dois poderosos chutes giratórios, uma vez que as armas estariam com a defesa baixa.

Ainda continuando o movimento, ele recuaria com os mesmos saltos, mas para trás, recuando.

Se os marinheiros avançassem, ele desviaria com movimentos laterais, ou recuando para trás e para os lados, para fazê-los desfazer a formação sem que percebessem que estavam sendo atraídos.

Procuraria sempre manter uma distância coerente entre o alcance do inimigo e ele, e caso avançassem, ele recuaria proporcionalmente ao avanço, indo para a frente as vezes, fazendo a percepção da distância entre ele o oponente varias constantemente, o que podia atrapalhar o sucesso do mesmo, uma vez que a noção de espaço seria alterada.

Ela prezaria pelas costas do seu aliado, mantendo sempre um olho nelas, e caso alguém resolvesse ataca-lo de maneira covarde, assim que começasse a se aproximar ele agiria, avançando em sua direção pelas laterais. Jogaria o seu corpo contra o do inimigo, apenas empurrando-o com um escorão, para força-lo a errar o alvo.




Off:
 







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MensagemAssunto: Re: 2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades!   2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 4 EmptyTer 16 Ago 2016, 02:18

Finish Him
Chegava em uma luta que nem sequer havia imaginado e já estava avançando contra outro grupo de marinheiros, nem sequer podia ter um descanso, isso me irritava bastante, e me incomodava ainda mais o fato de um dos marinheiros estar me preparando uma emboscada. Por sorte consegui defender a tempo, e em seguida o tal garoto chegava para interromper um segundo golpe por parte do maldito marinheiro, porém com toda essa confusão me via de joelhos no chão em uma situação deplorável. Claro que nada havia acontecido, mas era vergonhoso e frustrante não conseguir realizar sequer um de meus ataques, Ahh mas isso não acabaria por ali, muito pelo contrário estava apenas começando e com certeza nenhum daqueles soldados meia boca iria gostar do que estava por vir. Sendo assim, não estava disposto a permanecer no chão por mais um segundo que fosse, e por isso levantar-me-ia lentamente com um semblante confiante estampado em meu rosto.

- Vocês... Estão... Todos... MORTOOS!!! - Diria apontando a espada para os homens que estivessem a minha frente, queria soltar umas boas palavras e ao mesmo tempo irritar alguns deles. - Acham que podem me foder, sem nem pagar o almoço? Ahhh... Não fazem ideia com quem mexeram. - Logo minha expressão habitual se transformava em um sorriso, que não podia ser contido nem se quisesse, estava extravasando as emoções e não iria mais me conter a vitória, seria frio e impiedoso, apenas queria acabar com isso de uma vez por todas.

Minhas palavras deviam mexer com os pensamentos de alguns marinheiros, afinal de contas não são todos que recebem bem ofensas tão grandes sem reagir, e esse seria a minha deixa para iniciar o contra ataque, porém se isso não acontecesse me dirigiria até um deles ao ponto de força-lo a me atacar. Minhas ações consistiam em jogar meus oponentes contra eles mesmos, sabia que fariam de tudo para me capturar e não me deixariam escapar tão facilmente, e isso poderia ser usado em minha vantagem de alguma forma, por sinal já havia encontrado uma delas. Primeiramente me certificaria que estava distante o suficiente de Shira para que se desviasse de algum ataque não lhe atingisse por acidente, porém se não fosse possível estar a uma distância segura me viraria um pouco de lado para não colocar sua segurança em risco, e só assim prosseguiria com os próximos procedimentos. Assim que estivesse em posição adequada, aguardaria o atacante se aproximar para mover meu corpo na direção contrária a sua espada ou soco, e assim agarraria a mão do atacante para impedir seu movimento, assim abrindo o espaço necessário para desferir uma estocada em seu abdômen.

A cada ataque desferido meus dentes rangiam mais, queria me livrar logo daqueles capachos para enfrentar o grande desafio, sabia que o homem que estava encenando a momentos atrás possuía uma arma, e isso poderia dá-lo a chance de finalizar o sujeito antes de mim, mas não poderia deixar que um estranho tomasse conta da situação. Estava impulsivo e nada iria me impedir de seguir em frente nesse momento, se tudo corresse bem com o primeiro ataque usaria o corpo do homem ao meu favor, mas antes retiraria a arma de sua mão com uma joelhada, se fosse o caso de este usar espadas. Assim poderia usá-lo sem muita reação, pois seria necessário que o mesmo estancasse o ferimento antes de seguir lutando, mas para garantir que o espertinho não faria nada, me asseguraria de manter o meu braço livre apertando seu pescoço, e em seguida retiraria a espada até metade do caminho, ainda deixando a lâmina parcialmente em seu corpo.

A ideia era retirar a visão dos marinheiros com relação a minha espada, pois assim poderia partir para a segunda parte das minhas movimentações. Porém se caso alguém tentasse atacar enquanto estivesse com o homem de refém, sem dó posicionaria o corpo do marinheiro na direção do ataque, deixando que ele tomasse o golpe no meu lugar. Independente de ser atacado ou não me aproximaria de um dos marinheiros restantes e empurraria o corpo de seu aliado em sua direção, levando minha espada juntamente ao movimento de queda do sujeito, para manter a lâmina escondida e apenas empurra-la por completo quando possuísse alcance do outro marinheiro. Se tudo corresse bem o cenário restante estaria com dois marinheiros a menos, mas ainda planejava tomar conta de mais um, completando meu lado da roda e deixando Shira mais confortável para lidar com seus oponentes.

Já com o terceiro seria diferente, não utilizaria de estratégias sujas dessa vez seria apenas uma disputa de habilidade, confiava em meus manejamentos com a espada, eles sempre me foram vantajosos e não era agora que iriam me decepcionar. Com isso em mente dispararia para cima do último inconveniente em meu caminho, meus lábios tremiam em ansiedade, mal podia esperar para me livrar de um dos comandantes de toda aquele problema. De qualquer forma não iria bater de frente em uma luta de espadas, havia uma estratégia melhor em mente para acabar com ele de forma efetiva sem ter que manter uma disputa frente a frente. Sendo assim me aproximaria até cerca de dois metros do indivíduo, e assim que estivesse a essa distância lançaria meu corpo em uma espécie de mortal de costas, porém já com um dos pés apontados para a frente, pois a intenção não era cair no chão mas sim nas costas do oponente. Desejava confundi-lo por completo, impulsionando-me nas costas do homem para finalizar o mortal e assim abrir uma brecha para atacá-lo pelas costas, e um ataque cortante na horizontal da direita para esquerda, visava abrir as costas do alvo e deixá-lo estagnado no chão assim como os demais.

Exemplo:
 


Se em algum momento me atacasse enquanto não estava com o corpo do marinheiro em minha posse, buscaria esquivar-me para os lados para ataques horizontais, levando meu corpo para próximo de um outro oponente, pois dessa forma podia fazer que os dois se atacassem de alguma forma. Por outro lado em caso de golpes horizontais inferiores, saltaria deixando-o passar no ar, já para golpes horizontais superiores me abaixaria aproveitando para rolar em sua direção e pressionar sua perna na tentativa de derruba-lo por alguns segundos, o que já seria o suficiente para facilitar meus outros movimentos. Também havia a possibilidade de ser atacado por trás, pois por mais que o garoto estivesse cobrindo aquele lado, alguém poderia escapar devido a um erro seu ou algo do gênero, até porque não fazia ideia de suas habilidades e do quanto era forte. Se fosse atacado por trás e conseguisse ver o ataque buscaria abrir meus braços de forma a diminuir a extensão do corpo, e assim tentaria mover meu corpo para o lado para que passasse direto, e assim abrisse espaço para empurrá-lo com o pé.

Caso no final estivesse tudo nos conformes, só podia gargalhar enquanto o sangue escorria dos marinheiros, já não me preocupava mais com isso, poderiam dizer que estava virando uma espécie de serial killer? Talvez, mas não era bem o que pensava. Meus objetivos no momento eram claros, acabar com o alto escalão dos marinheiros nessa ilha, geralmente não me preocupo muito com essas coisas mas nesse caso em especifico havia se começado uma espécie de guerra, eles estavam pedindo por isso, e isso que eu estava dando para eles. Muito provavelmente isso refletiria em minha vida daqui para frente, assim como o que aconteceu com meu clã, mas não era algo que podia evitar, não podia evitar meus desejos e como eles eram criados, por mais estranho que fossem. Dizem que sou o vilão nessa história, e quem sabe até fosse, mas isso não me impedia de seguir em frente independente das consequências, estava disposto a fazer de tudo desde que me sentisse feliz com isso.

- Eu falei. - Diria me acalmando, levando meus paços em direção ao sargento e deixando o restante dos soldados com o garoto, pois aquele era meu alvo, mesmo que em um primeiro momento houvesse lhe deixado para trás.

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Teo
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MensagemAssunto: Re: 2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades!   2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 4 EmptyQua 17 Ago 2016, 01:10

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Masimos após matar o marine em nome de sua gloriosa deusa, joga o corpo do marine enquanto percebe que os outros dois tinham escapado. Ele decide então procurar os corpos dos marines em busca de algo valioso, ou algo que possa usar, ele encontra algumas esmolas dentro dos bolsos dos piratas, totalizando B$4.000, e também no bolso da camisa de um dos marines, ele encontra uma carta. Ao abri-la, ele percebe que a carta parecia ter sido escrita recentemente, e assim, o tritão vê a seguinte mensagem.

Carta:
 

Descartando ou guardando a carta, o tritão começa a pensar sobre o que fazer em seguida, e entra em um dilema sobre procurar os outros dois marines, ou se encontrar novamente com Bell. Ele checa mentalmente as estatísticas e o que cada escolha faria consigo, fazendo uma posição pensante com os braços. Quem olhasse, o tritão em meio a forte chuva, pensando sobre o que fazer, pensaria que o mesmo era um poeta, ou um artista. Após pensar muito, Howker chega à conclusão de que perseguir os marines não teria efeito algum, já que seus superiores notariam tal desfalque.

O Tritão então decide ir atrás do seu companheiro, ele pega dois corpos de marines, um estava sangrando e o outro, era apenas um defunto derrotado, e começa a arrasta-los pelas esquinas de cidade.

Então, Masimos ouve dois tiros, um seguido do outro, e finalmente, um terceiro tiro. Se fosse com pessoas normais, isso soaria muito ruim, quase imperceptível, já que o barulho da chuva cobria o som, porém é de Masimos que estamos falando, tal qual possui uma audição excepcional, e aquilo era perceptível para ele. Ele decide seguir o barulho, já que este era o único “vestígio” de luta na qual o pirata tinha. Após andar mais um pouco, um quarto barulho só confirma que o tritão realmente ouvira tiros, então ficava mais fácil de localizar da onde o tiro vinha.

Howker levava dois mortos consigo, ele pegava os mesmos pelos pés e sua altura fazia eles ficarem com quase todo o corpo suspenso, apenas ficando com a cabeça e os braços, que deixavam uma marca curiosa no chão.

Finalmente o tritão chega no núcleo do barulho. Ele consegue ouvir alguns barulhos de golpes antes de sair na rua exatamente onde seu companheiro estava. Ele então diz assim que o vê:

Masimos:

– Bell precisa de ajuda?

Masimos nota que haviam vários marines deitados no chão. Mortos? Ele não sabia, mas o tritão conseguia ver outras duas pessoas na qual desconhecia que não vestiam a roupa da marinha, mas que estavam de pé, assim como Bell. Este que estava ofegante. O que o tritão faria?


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Bell, como qualquer pessoa em sua situação, estava extremamente incomodado com a reviravolta de seu ataque. Os marines tinham feito uma estratégia decente, e sete deles haviam cercado Bell e o seu novo “amigo”? Cinco deles estavam com espadas, e os outros dois estavam visualmente sem armas. Bell então se levanta lentamente portando uma face confiante, mas ao mesmo tempo ameaçadora:

Bell:
- Vocês... Estão... Todos... MORTOOS!!!


O homem dizia apontando sua espada para os homens os marinheiros na sua frente:

Bell:
- Acham que podem me foder, sem nem pagar o almoço? Ahhh... Não fazem ideia com quem mexeram.


Ele completava mudando sua expressão. Aquele dialogo poderia ser bem engraçado em um contexto diferente, mas aquilo era uma luta e Bell estava em desvantagem. Seu dialogo fazia alguns marines, até mesmo o que não estavam diretamente na sua visão ficarem com um semblante ruim, pior do que já estavam. Um deles, um espadachim, que estava na sua frente, gritava avançando contra o pirata:

Marinheiro:
-CALA TUA BOCA, PATIFE DO INFERNO... AAAAAAAAAAAH!!


O marine fala avançando para cima de Bell. Este estava atento aos seus arredores, pois antes de ser atacado, ele virava-se para o seu novo companheiro de luta, para que não o acertasse em uma possível investida aos marines. Este percebe seu olhar:

??????:

— Nenhum irá passar. Pode cuidar de seu lado


Ele diz, virando-se completamente de costas para Bell. O espadachim e o artista estavam agora um de costas para o outro, o pirata se depara com o marine espadachim vindo em sua direção prestes a atacar, e ele o faz, mas Farest já estava pronto para tal. A espada que vinha na horizontal era desviada por Bell, que esquivava para o lado. O Lâmina demoníaca então pega as mãos do homem para pará-lo, e ao mesmo tempo limitar seu ataque, e assim projeta uma estocada no abdômen do mesmo. O ataque fazia Bell ranger os dentes, talvez ansiedade? O homem queria fortemente lutar contra o sargento, e então ele pensava no sujeito que tinha atuado no início de tudo. E é exatamente aí, que Bell ouve um tiro... não... dois tiros, os dois pareciam ter sido interceptados por algo metálico. Até que por fim, um terceiro tiro é ouvido, e logo após um barulho de corpo caindo. Mas Bell não podia se importar com aquilo, pois ele estava impulsivo, e derrotar os marinheiros a sua frente era a única coisa que importava agora.

O Marine que tinha recebido a estocada tremulava com suas mãos na espada, ele tentava um golpe, mas Farest impedia o mesmo, dando uma joelhada em suas mãos, e desarmando o homem que tremulando e lentamente perdendo sangue. Ele então manipulava o homem, segurando seu pescoço e retirando parte da espada de seu corpo, e isso o fazia sangrar. O pirata então empurra o marinheiro estocado para outro marinheiro, escondendo sua espada da visão do mesmo.
O marinheiro estocado ia cambaleando até o seu companheiro, e este, um lutador, segurava os ombros do seu companheiro para parar seu recuo:

Marinheiro:
--Levanta cara, você está b—


Ele não tinha tempo de completar a pergunta, já que Bell fazia uma investida, empalando os dois marinheiros como um espeto de churrasco. Quando tira a espada dos inimigos, Bell ouve mais um tiro. Ele não fazia ideia do que estava acontecendo, mas ele não tinha tempo para olhar. Ele se vira agora para um terceiro marinheiro, outro espadachim. Bell pensa em uma estratégia arriscada, porém bem interessante se fosse aplicada corretamente.

Ele avança, e fazendo uma conta estimada, ele calcula dois metros de proximidade com o oponente, e, portanto, dá um mortal fazendo um "∩” em relação ao oponente. O que Bell não contava, era com uma reação do marinheiro, pois assim que Bell vira, o marinheiro em um movimento repentino para se defender, vira-se, colocando a espada em uma instância em diagonal. Isso o faz defender praticamente metade do golpe de Bell, as duas lâminas se deslizam, até a proteção da espada do marinheiro chegar ao fim, e a espada de Bell o cortar do peito até o ombro. O Marinheiro cai, dos dois passos para trás e cai sentado com uma das mãos no ombro. Nesse momento, Bell poderia ter sido pego em um erro de cálculos, afinal, eram sete marinheiros, significa que, mesmo que cada um pegasse três, ainda sobraria um, certo...?

E era esta que avançava contra Bell, em passos molhados mirando suas costas. Talvez por adrenalina, ou pela emoção do momento, Bell consegue perceber este vindo por trás, e não tendo tempo para analisa-lo, o Lâmina Demoníaca abre seus braços, e se esquiva para um dos lados. Era mais um espadachim, e mal sabia Bell, mas seu "aliado" havia o ajudado a se livrar dele.

Infelizmente para o marinheiro, além de errar Farest graças a Shira, ele ainda é interceptado durante a investida por causa do pé do pirata. O marinheiro que mirava o coração de Bell, agora começa a cair, em direção ao marinheiro que tinha acabado de ser ferido por Bell.

Um barulho de lâmina interceptando carne soava aos ouvidos de Bell, fora o sangue que espirrava nos braços do mesmo. A maioria do sangue inimigo que entrava ao contato com Bell era lavado pela chuva, mas isso não impedia o pirata de sentir prazer com aquilo. O marinheiro, que por causa de Bell, tinha assassinado seu aliado, cai de joelhos ao chão, e quando percebe o que fez, fica abalado emocionalmente. Ele fica imóvel no chão. Parecia ter perdido toda a vontade de lutar. Finalmente quando acabou com os marinheiros, ele debochava:

- Eu falei.

E então se acalmava, toda aquela luta tinha o deixado ofegante. Ele percebia que do outro lado, o garoto na qual tinha despertado seu interesse também tinha feito o seu trabalho, de uma maneira menos sanguinária que Bell, mas mesmo assim, feito o trabalho. Quando Farest decide então procurar o sargento, ele percebe que o mesmo se encontrava caído no chão. E havia sido finalizado pelo ator atirador, que estava parado olhado para a arte que tinha feito.

Sem tempo para ficar frustrado, Bell ouve uma voz conhecida, que o pergunta:


Masimos:
-Bell precisa de ajuda?



Dizia o tritão, carregando dois marines pelos pés.



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Talvez não haja uma palavra específica para o sentimento que Nero estava sentindo naquele momento. Uma mistura de ódio, rancor, raiva com uma pitada de vingança. Esse era o drink perfeito para a mente de Nero no momento em que ele ouviu as palavras serem ditas pelo Sargento Yagami. Nero, apela para Deus, todas as esperanças agora estavam nele. Mas será que Deus entregaria um “justiceiro” em suas mãos? Será que ele lhe mostraria o caminho para o correto a se fazer? Ele desejava a morte de alguém afinal.

Mas não podemos sequer imaginar a vontade de Deus, portanto se Nero conseguisse a morte de seu inimigo com a ajuda de Deus, significa que as posições sobre quem é o Bom, e quem é o Mau estão errados na concepção do homem.

Após todo o papo teológico, Nero se levanta, fitando o homem que estava o humilhando a tanto tempo, era hora de lutar, e o Sargento Yagami entendia o recado, já que com Nero se levantando, o homem abria um sorriso um tanto sádico. Mas não atacava, pois ele sabia qual era a arma de Nero, e ele precisava usar a sua estratégia contra o mesmo. Nero se afastava um pouco da cena, tanto para se acalmar, quanto para pensar em um plano. Ele relaxa, e começa a pensar sobre o que estava enfrentando. Enquanto fazia isso, o Sargento Yagami ia lentamente se aproximando, talvez para usar o seu truque de desvio novamente, ou talvez pra simplesmente botar pressão em Nero. Não havia como saber, mas o homem parecia querer o corpo de Nero esmagado.

Blackwater finalmente chegava a conclusão que queria, será que o que pensava era o correto? Será que o deus do homem iria ajuda-lo naquele momento? O ator então levanta sua arma, e algo interessante acontece: O Sargento Yagami para de andar, e deixa suas pernas em formato de um “V” de cabeça para baixo, esperando o tiro de Nero. Só que dessa vez, o homem fazia uma estratégia genial, e ao invés de atirar, o homem avança contra o Sargento, que só tem tempo de mudar a instância para preparar um potente chute contra Nero.

Mesmo assim, os truques de Nero ainda não tinham acabado, uma vez que quando perto o suficiente do homem, Nero puxa sua carta na manga, rápido o suficiente para que Yagami não tivesse tempo de agir. O Pistoleiro tira um tinteiro de seu bolso, e joga todo o seu conteúdo em direção ao homem, que precipita o chute que tinha dado, fazendo assim com que Nero pule contrária ao golpe do Sargento, fazendo o homem novamente ir ao chão. A queda limpava parte do rosto de barro do atirador devido à chuva, e ele estava a um passo de derrotar o Sargento.

Ao caír, Nero fica de costas para o sargento, e este, tentando incansavelmente se defender de Blackwater que estava atrás, o marinheiro atacava o vento, enquanto tentava suprir sua falta de visão tentando atacar o nada. Nero estava no controle.

Com vontade, o atirador mira sua arma em um dos pés de Yagami, e atira, fazendo o mesmo com o outro pé do sargento logo em seguida. Isso devia inutilizar seus pés certo...?  

Errado. Quando Nero tenta atirar nos pés do homem, ele até acerta, porem um barulho metálico, junto a faíscas sai dos locais. Nero tinha descoberto o segredo do Sargento, o que fazia ele se contorcer mais violentamente do que antes agora sabendo de onde o tiro vinha, o homem corria em direção aonde Nero estava, mas o ator tinha feito mais um truque, ele estava no chão, e até o sargento tomar conta disso, ele tinha perdido tempo demais. Nero tinha a intenção de atirar nas costas do homem, mas pelo mesmo ter virado, o tiro foi no peito.

Quando o uniforme branco do sargento, começa a ganhar um tom avermelhado, os olhos de Blackwater começavam a brilhar. Vitorioso, ele se levanta, enquanto o homem cai de joelhos. Ele começa a tossir, cuspindo sangue pela boca. Até que ele diz com suas forças:

Sargento Yagami:
--Nem... -tosse- ...para lutar... como um homem você serve... Pirata inútil.

Ele debochava com escárnio. Apesar de Nero não ser realmente um pirata, o homem dizia isso já que se subentendia que “Nero Blackwater” era um parceiro dos homens procurados. A resposta de Nero, é um chute no tronco do homem ajoelhado, que o faz cair. Finalmente, aquilo estava acabando. Nero provava o gosto da vingança.

Nero:
-Do pó ao pó, das cinzas às cinzas.


Terminando de dizer isso ele dava um último tiro, um último suspiro ao homem que o humilhou em Ilusia Kingdom.

E antes que seja contestado. Nero “disse” seu diálogo. Sua voz apresentava pequenos resquícios de uma volta ao padrão, já que em certos momentos da fala, Nero podia sentir suas cordas vocais projetando o “som” da sua voz. Demoraria mais algum tempo, mas a voz do homem retornaria ao normal.

Após terminar a luta com o homem, e entrar nesse devaneio sobre sua voz. Nero só é acordado pelo diálogo de alguém que não conhecia:

??????:
Bell precisa de ajuda?


Dizia um tritão com uma estatura muito alta, carregando dois marines pelos pés.


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Yarin se via agora rodeado por cerca de sete piratas, seu aliado? O pirata procurado “Lâmina Demoníaca”, que tinha falhado em seu ataque, e agora estava levantando mais histérico do que nunca:

Lâmina Demoníaca:
- Vocês... Estão... Todos... MORTOOS!!! Acham que podem me foder, sem nem pagar o almoço? Ahhh... Não fazem ideia com quem mexeram.

Yarin espera a histeria do novo companheiro, que logo mais iria ser atacado por um marinheiro que gritava. Antes de ser atacado, o homem olha para o violinista que responde seu olhar dizendo:


Yarin:

— Nenhum irá passar. Pode cuidar de seu lado.

O Garoto estava sério. Portanto ele se focava no seu lado. Voltando-se para seus inimigos, com os olhos abertos, o garoto se focava nos detalhes. Apesar da chuva forte, o garoto conseguia notar algumas coisas. Haviam três indivíduos na sua frente. Dois espadachins e um aparente lutador. Um dos espadachins era canhoto, pois segurava a espada com a mãos esquerda, e não aparentava usar a mão direita. Ele olhava diretamente para os olhos de Yarin, esperando seu movimento.

O segundo Espadachim, era destro. Talvez ambidestro? Não dava para saber, pois o homem não trocava as mãos para lutar, e apenas ficava parado tomando chuva. Este não olhava diretamente para Yarin, e sim para o que ocorria atrás dele, uma luta um pouco tensa, mas o artista não podia se dar ao luxo de olhar para trás para assistir.

Por último, o lutador. Carregava manoplas, e tinha uma instância defensiva. Ele estava esperando o ataque de Yarin. Para o infortúnio do jovem, nenhum de seus inimigos parecia expor nenhuma mania especifica, pelo menos não durante a luta. Terminada a análise, o jovem houve uma sequência de dois tiros, e depois disso, mais um. Era como se os tiros dissessem para ele que estava na hora de agir.

Ele dispara para frente, o que pega um dos espadachins de surpresa. Mesmo assim, ambos os espadachins atacam, moleza para Yarin, que se abaixa rolando para um dos lados, e assim, dando saltos para se aproximar novamente dos oponentes. Não precisou muito devido a sua velocidade, e logo, o jovem já estava projetando um “chutecoptero”, que acertava os dois espadachins simultaneamente. Era um combo rápido e forte, e sendo acertados diretamente na face com um dano considerável, os dois homens são jogados no chão perdendo a consciência.
Não demorou muito para que o boxeador fosse obrigado a atacar, e Yarin repetira o mesmo movimento. Aqueles marinheiros eram lentos demais para o garoto.

Após derrota-los. O jovem fica parado, e olha o seu parceiro lutando, ele ouve mais um tiro enquanto isso. Talvez ele não havia percebido antes, mas ainda havia um marinheiro que não havia sido lidado ainda, e ele estava indo em direção ao Lâmina Demoníaca que seria pego desprevinido. Portanto, o jovem corre, e usando de uma espécie de empurrão, o jovem muda um pouco a trajetória do ataque. O Lâmina demoníaca apenas usa de um drible para fazer com que o marinheiro caísse e atacasse o próprio aliado. Sem esperanças, o marinheiro cai ao chão derrotado, e depressivo pro ter matado o próprio aliado.

Agora que todos os inimigos foram derrotados, e os que não foram, perderam completamente a vontade de lutar, Shira estava finalmente de volta a si. Apesar do frio, e da constante chuva caindo em seu corpo uma paz interior reinava no corpo do garoto. Quando volta a si, o garoto vê Nero, perto do que antes era o “Sargento Yagami”, e agora uma nova figura aparecia. Um tritão com estatura notável carregando dois corpos de marinheiros. Ele dizia, falando em direção ao Lâmina Demoníaca:
??????:
-Bell precisa de ajuda???




Marciano:
 

Far:
 

Buggy:
 

Kekzy:
 

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Dialogo:
 
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Marciano
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MensagemAssunto: Re: 2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades!   2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 4 EmptyQua 17 Ago 2016, 03:25

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~ Único modo razoável de se viver neste mundo é sem Regras ~

A situação parecia extremamente delicada, pois o tritão estava agarrando o jovem de cabelos brancos enquanto o homem de meia idade, parecia ficar revoltado com a ação do tritão, mas convenhamos, qualquer um que estivesse lutando a manhã inteira, sem ter comido nada, não teria desconfiado daqueles homens e ainda agoniado pela fome? Pois é! Até mesmo um ser tão sublime como Masimos possuía fome e cansava-se.

Aquele sujeito de aparência peculiar, algo meio irônico vindo do tritão, mas o velhote parecia ser tipo um gangster do faroeste, mas enfim! O homem parecia ser um atirador e ao ver a ação do pirata erguer o garoto, sacou suas pistolas e atirou nas pernas do homem peixe. Masimos estava encarando o garoto de madeixas brancas e acabou não prestando atenção naquele homem, talvez por ter deixado Bell cuidar dele ou quem sabe a fome tivesse distraído o tritão, todavia o que ocorria era dois tiros um em cada perna, porém totalmente anulados graças a vantagem e a resistência anormal do Titã.

O espadachim tatuado parecia interrogar os meliantes, porém nada falavam, Howker analisava a situação e tentava manter sua calma. “Tsc... que audácia me atacar pelas costas! Talvez eu o mate?!” Titã pensaria sobre o ataque inesperado do velhote, porém Titã raciocinava que, seria inútil mata-lo, seria irrelevante matar ambos aqueles humanos, pois se fossem marinheiros, tentariam dialogar de maneira sensata e eficaz. Masimos havia percebido que o homem de meia idade apenas havia atacado pela sua ação bruta ao pegar o garoto pelo pescoço, algo meio obvio entre amigos, um proteger o outro. Poderiam ser marines disfarçados, mas realmente aguentaria ver aliados morrerem sem reagir? Não, com certeza teriam ajudado seus aliados e o tritão entendia e resumia a situação ao interpretar os pequenos sinais dados no cenário. Fora que, Bell talvez não tivesse matados todos sozinhos e provavelmente havia recebido a ajuda e com as falas do espadachim, o tritão mais uma vez entendia que o seu aliado havia sido ajudado.

Aquela ousadia em atirar contra o tritão com certeza não poderia ser esquecida, Masimos aproximou-se do sujeito de meia idade, encarou nos olhos e proferiria. – Quanta audácia! Se não tivesse ajudado meu aliado, seu cadáver estaria junto com aqueles homens da marinha! Acredito que é seu dia de sorte, deixarei dessa vez passar! Terminaria de falar ao fintar freneticamente nos olhos daquele atirador. Howker aproximaria do garoto de cabelos brancos e pegaria pelo seu ombro colocando de pé, enquanto dialogaria. – Parece que você ajudou a fazer essa chacina! Me chamo: Masimos Howker... sou o apostolo da deusa da morte! Terminaria de falar ao mostrar que não era um monstro irracional, sabia muito bem falar e pensar, poderia dizer que Titã era muito inteligente para sua raça e perto de muitos humanos. O tritão não estava tentando mostrar bondade ou caridade, apenas respeito pelos atos dos homens ao enfrentar a marinha e ajudar seu companheiro, até mesmo o insano tritão sabia como expressar respeito perante aqueles que possuíam força de vontade! Talvez Masimos respeitasse homens que possuíssem uma grande força de vontade do que poder.

A barriga do tritão por um momento roncou como um leão rugindo na selva, a expressão facial era de irritação, logicamente! Pois havia feito grande esforço físico, batalhes e batalhas drenavam as energias do tritão, o que lhe mantinha de pé era sua fé, porém seu corpo precisaria de nutrientes ainda mais para um ser tão grande como ele. – Bell vamos, estou com fome e aborrecido com aquele traidor! Provavelmente deve haver comida na hospedaria... irei esfolar aquele maldito! Terminaria de mostrar ao serrar seu punho e mostrar fúria diante a todos. Geralmente a raiva de Masimos é contida e domável, porém a fome fazia certos sentimentos aumentarem. Na hipótese do pirata espadachim aliado concordar com a ida até a hospedaria, Masimos seguiria pelo caminho antes feito até chegar no estabelecimento.

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~Fala / Narração

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Última edição por Marciano em Seg 22 Ago 2016, 18:42, editado 3 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: 2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades!   2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 4 EmptyQua 17 Ago 2016, 22:12


Post: Where: Ilusia Kingdom Wheater: Time:

Vitória




Eu... eu ganhei! O sangue de Yagami está esparramado no concreto, assim como seu cerebelo e todos seus órgãos. Além disso, sua alma já nos deixou, e sua existência em breve será esquecida. Isso me assustaria se fosse comigo, mas nada além de satisfação rodava em minha mente tão engenhosa, genial e criativa. Ele havia me humilhado, cuspido em todo meu orgulho e dignidade, e ele recebeu o que merecia. Uma das maiores alegrias de meu passado, meu casaco requintado, foi dispensado por causa deste monstro ignóbil. Sem contar com suas provocações baratas e suas ameaças vazias... ugh, ele faz meu estômago revirar! A bem da verdade, ele sofreu muito pouco pelo que fez; não o humilhei o suficiente, não o provoquei como eu ansiava! Mas me vingar sobre um cadáver parece tão... vazio. Afinal, é apenas algo inanimado. Não, é melhor respeitar os mortos, não importa quão ruim eles tenham sido em sua última vida. Afinal, tenho que voltar aos meus costumes cristãos e crentes, já que Deus me garantiu exatamente o que queria.

Falando em divindades, seria mesmo o Todo-Poderoso que me salvou agora? Logo após minha súplica, minha reza, Deus me conferiu a morte do maldito sargento. Ou seria apenas uma coincidência que, assim que eu pedi por ajuda aos céus, eu derrotei meu inimigo? Além disso, enquanto eu citava a Bíblia, sua própria palavra, e lhe cedia um sacrifício, minha voz começou a voltar! Será que... será que a influência divina realmente existe? Ou seria tudo um artifício de minha mente? Se for Deus o arquiteto de tudo isso, eu lhe devo mil agradecimentos; nunca em minha vida senti um alívio, uma alegria, um prazer tão grande quanto o de encerrar minha vingança a um homem arrogante e esnobe como esse! Ah, seu eu não tivesse largado minha vida circense pacata, eu nunca teria coragem de me entregar a uma ação tão instintiva e impulsiva como essa! E, verdade seja dita, é um dos melhores sentimentos ao qual eu já provei.

Perdido em meus devaneios, onde deuses, história e sentimentos se entrelaçam, com um sorriso enorme, quase tolo estampado em meu rosto, eu olho para o cadáver de Yagami, estatelado sobre o chão. Um dia, seremos todos como ele... Apenas esse sentimento faz um calafrio percorrer minha espinha, pensando que eu, um homem tão dinâmico, vivo e viril poderia me tornar um objeto inanimado é tão... tão medonho. Tenho que parar de pensar sobre o futuro, e me preocupar demais. Preciso olhar para o presente!

Com esse pensamento alarmante em minha mente, eu olho em volta pela primeira, e vejo o massacre que havia ocorrido em minha volta enquanto eu me concentrava no sargento. Corpos de marinheiros jogados no solo da rua, com sangue, gemidos, e mortes por todos os lados. Que eles descansem em paz, eles apenas eram macacos idiotas que estavam seguindo ordens. Bem, realmente, parece que aquele moleque faz jus a sua alcunha de Lâmina Demoníaca; além disso, Shira parece estar realmente violento! Que eu me lembre, o garoto não é tão sanguinário... Bem, acho que a experiência em Malkiham o mudou bastante: ele está mais frio, mais taciturno, e rouba o dinheiro do zepelim sem devolver! Ah, eu achei que ia esquecer disso por um instante! Ah, ele vai me pagar ainda!

Mas foi neste instante que algo ainda mais impressionante se aproximou. Era uma figura inesquecível, inconfundível, e, de certa forma, imponente. Já vi muitos tritões em minha vida, desde sereias a polvos e tubarões. Mas nenhum deles chegava a ser um colosso como esse, nem ter essa presença de espírito tão estranha. E, seguindo seu tamanho, sua força também deve acompanhar! Mas, por conhecimento geral e por experiência, sei que esses grandalhões geralmente são ora coração mole, ora crédulos e meio lentos de raciocínio. E, bem, vendo esses marinheiros sendo arrastados por suas pernas, eu sou guiado a acreditar que se trata da segnda opção. Enfim, ele me parece uma ferramenta incrivelmente útil e poderosa, que pode realmente fazer a diferença se eu souber manejá-la sem perder o controle. Heheheh, se eu conseguir manipular esses dois piratas ao meu favor, sem as cordas que os suspendem se rasgarem, eu acredito que poderei realizar grandes feitos aqui! Há, Ilusia não me esquecerá facilmente! Meu rosto estará marcado em cada tijolo quebrado, em cada casa queimada, em cada cicatriz deste maldito buraco chamado Ilusia Kingdom! Afinal, não é isso que eu anseio desde minha saída do circo?

Segurando um sorriso maléfico, impedindo que ele escape de meus lábios, eu olho a cena absurda, flagrante e ridiculamente insultante que se desenrola em minha frente. O tritão, seus olhos cintilantes e vermelhos, agarraria Shira pelo pescoço, erguendo-o, como uma mãe pegaria um cachorro filhote. Isto é um absurdo, uma vergonha, uma idiotice! Quem esse grandalhão pensa que é para mexer tão despreocupadamente, sendo tão leviano? Se eu estivesse no lugar do garoto, eu não hesitaria em atirar bem no olho dessa criatura! Instintivamente, minha mão recarregando a pistola. O que estes loucos fariam? Os dois... um é o Lâmina Demoníaco, e o outro... como ele é chamado mesmo? Empresário da Morte? Não, não... acho que é Empresário da Morte... Raios me partam, eu não consigo me lembrar! Bem, não importa. Seu nome virá novamente a tona, cedo ou tarde.

Se o monstro não soltasse meu sócio, e atiraria duas vezes sobre ele, mirando as pernas. Demônio, qual autoridade ele acha que tem para brincar levianamente com a vida de alguém, ainda mais com a de meu parceiro? Se isso não fosse suficiente para derrubar o colosso, eu atiraria quatro vezes mais sobre suas pernas; quanto maior eles são, maior é sua queda!

Mas, caso ele o soltasse, eu andaria lentamente até Shinra, checando meus ferimentos rapidamente. Além do golpe na garganta, que me impede de falar... não, não tenho nenhum machucado. Caramba, estou até impressionado! Não recebi nem um arranhão desde o começo de minha jornada como pirata! Eu sou mesmo um gênio fora do comum, um homem excepcional, um... um egoísta. Droga, ando sendo arrogante demais ultimamente! Tenho que ser mais humilde, ou vou acabar no prejuízo por causa de subestimar alguém! Bem, bem, tenho que voltar ao real, matutar muito não me fará avançar em nada.

Ao chegar ao lado do garoto, eu ouviria as palavras do tritão sem prestar muita atenção. Bem, nada de especial em sua fala: apenas confirma que ele é um pirata, e um bem vil. Do jeito que eu gosto, realmente! Mas, ignorando sua conversa com seu comparsa, eu cochicharia na orelha de Shira, minha voz rouca e quebrada esperançosamente conseguindo alcançar seu tímpano:

Estou sem voz garoto. Seja meu porta-voz com esses estranhos. Vamos torna-los ao nosso lado, e tirar proveito deles e da força deles. Vamos usar... Cof cof...

Neste momento, eu tossiria, lembrando de minhas limitações. Droga, eu quero muito falar, quero conversar, brincar com as palavras, mas este maldito, maldito, maldito Yagami me impediu de fazer até isso! Filha da mãe, mas ele vai se revirar me sua tumba quando eu marchar sobre Ilusia, minha voz de volta, e queimando quaisquer tavernas que eu quiser! E agora, eu continuaria a falar, apenas para contrariar a falecida alma do sargento:

Diga-lhes que podemos fazer uma parceria. Juntos, poderemos pegar Ilusia para nós, e conseguir tudo que queremos. É uma oferta única, que aparece apenas uma vez por vida.

Esperaria a transmissão de minhas palavras do garoto, guardando a pistola e cruzando meus braços, esperando a resposta de todos. Olharia para eles fixamente, uma sobrancelha erguida pacientemente. Apenas a atitude do sargento me deixou irritadíssimo com esta ilha como um conjunto, e pode apostar que minha ira cairá sobre eles! As cortinas se abrem para o novo capítulo de minha peça de teatro: "Ilusia Subjugada"!







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MensagemAssunto: Re: 2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades!   2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 4 EmptyQui 18 Ago 2016, 02:48

Doubts

A vitória era iminente, já havia chegado até aqui e não estava nem um pouco disposto a morrer pela mão de simples soldados, e assim aproveitava para descontar minha raiva em seus corpos, dilacerando e fazendo sangrar tudo que se opôs as minhas intenções.
No final de tudo me pegava rindo com a desgraça alheia, me contentando com a morte desses malditos boinas brancas, mas por outro lado também era hora de revelações, pois o garotinho que havia me abordado antes dessa confusão toda começar, agora se mostrava digno de ao menos algum respeito. Apesar de ter se recusado a fazer o serviço de forma fria assim como decidi me comportar, sua forma de lidar com os inimigos também era efetiva, e por mais ignorante que ele estivesse sendo, ainda assim se mostrava forte chamando minha atenção, para quem sabe um novo aliado. Nesse cenário Massimos aparecia repentinamente me questionando algo que ainda não possuía plena certeza, mas ainda assim não hesitaria em respondê-lo sinceramente.

- Ainda não sei. - Diria movendo minha face em direção ao tritão, enquanto passava a observar suas atitudes. - Massimos, pode soltá-lo... - Apenas lhe alertaria assim que o visse levantando o garoto, ainda via potencial nele e decidia por poupa-lo, ao menos até saber o seu lado na história.

Por outro lado o seu parceiro velhote não me interessava de forma alguma, mesmo após o homem ter dado conta do tal sargento, pois tudo que via em minha frente era alguém que roubou a presa do predador, e talvez por isso minha atenção era redobrada com esse indivíduo. Desse modo, assim que houvesse deixado claro minha opinião sobre Shira, deixaria que Massimos decidisse como lidar com a situação, e portanto me colocaria em caminhada até o parceiro do jovem. Se por um acaso o tritão não seguisse meu concelho e decidisse prosseguir com os questionamentos, assim que visse o velhote recarregar sua arma aumentaria a velocidade dos meus passos, para me aproximar dele o mais rápido possível e com um bom chute de direita tentar desarmá-lo. Por outro lado, se esse não fosse o caso apenas me aproximaria vagarosamente do mesmo, e assim que lhe alcançasse colocaria minha espada ao lado de sua garganta.

- Quem são vocês e porque estavam nos chamando? - Indagaria descontente, afinal de contas o sujeito não havia se pronunciado em momento algum. - Hmm... Você acabou de roubar o meu alvo, me de um bom motivo para não matá-lo aqui e agora. - Ameaçaria o homem de meia-idade, mantendo meu semblante sério independente da reação dele.

Provavelmente tudo que estava fazendo era apenas desprezo por alguém que me privou dos objetivos, eram poucos que haviam o feito e ainda permaneciam com vida, em minhas contas apenas Masimos estava nessa lista, por sinal uma das únicas personalidades pela qual aprendi a entender. Porém aquele homem não estava nem perto de entrar para essa lista, ao menos não sem me convencer antes, o que não seria uma tarefa fácil visto que aqueles marinheiros estavam me perturbando desde de manhã cedo, e nem sequer tive tempo para comer. Porém por via das dúvidas lhe dava uma chance de se explicar, e quem sabe mudar minha ideia com suas palavras, até porque não havia ouvido nada sobre seus ideias e desejos, quem sabe até correspondessem com os meus. De qualquer forma, permaneceria com minha lâmina apontada contra o indivíduo com o pensamento de que ele não me serviria de nada, não até que me provassem o contrário.

- Ahh... Eu preciso de comida! Mas esse aqui parece que não quer cooperar... - Diria para Massimos assim que o mesmo falasse algo sobre a hospedaria, também desejava o dinheiro que ele havia oferecido, mas comida parecia ser mais importante no momento, pensando bem, essa seria a primeira refeição desde que chegamos na ilha. - Ei garoto, traduz aqui. - Me referia a Shira, desejava que ele facilitasse as coisas, pois desse jeito não podia ter uma conversa razoável de forma alguma.

Mesmo assim não estava muito esperançoso com a situação, nesse momento parava alguns segundos para observar o corpo do comandante jogado no solo, uma bela visão se me permite dizer, nada me deixava mais satisfeito do que cortar vê-los cair um a um. Isso chegava até a me lembrar de quando deixei a ilha do clã Farest, aquele povo não me entendia e nunca entenderão, o comandante era só mais um lunático que queria comandar a todos, não deve fazer falta nem mesmo para a sua família, se bem que... Eu também sou dela. Virava minha cabeça um pouco confuso com os pensamentos, mas logo colocava-me no lugar certo e sabia que havia feito a escolha certa em sair daquele fim de mundo, agora estava livre para seguir meus passos. Ninguém mais me diria o que fazer, algo que também me fazia lembrar e preocupar-me um pouco com o garoto, pois já havíamos começado com o pé esquerdo, e tudo que me motivava a poupa-lo foi sua confiança e determinação, a qual cheguei a admirar por alguns momentos.
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