One Piece RPG
2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 21 XwqZD3u


One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
InícioBuscarMembrosGruposRegistrar-seConectar-se
Últimos assuntos
» The Hero Rises!
2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 21 Emptypor Achiles Hoje à(s) 14:36

» Pandamonio, Vol 1 - Rumo à Grand Line!
2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 21 Emptypor xRaja Hoje à(s) 14:35

» Vol 1 - The Soul's Desires
2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 21 Emptypor Arthur Infamus Hoje à(s) 13:42

» Meu nome é Mike Brigss
2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 21 Emptypor Shiro Hoje à(s) 13:41

» Carregada de Culpa / Amanhecer em Prata
2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 21 Emptypor Veruir Hoje à(s) 13:34

» Um novo recruta: o nome dele é Jack!
2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 21 Emptypor Arrepiado Hoje à(s) 13:09

» [Mini - Aventura] O Imparável Junichi
2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 21 Emptypor GM.Jinne Hoje à(s) 10:01

» [MINI-XICO] The midnight dawn
2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 21 Emptypor GM.Jinne Hoje à(s) 10:00

» [MINI-Thop] Onde ?
2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 21 Emptypor GM.Jinne Hoje à(s) 10:00

» A primeira conquista
2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 21 Emptypor Rangi Hoje à(s) 05:10

» Bitch Better Have My Money
2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 21 Emptypor Kylo Hoje à(s) 03:54

» Pequeno Gigante
2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 21 Emptypor Teo Hoje à(s) 00:53

» VIII - The Unforgiven
2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 21 Emptypor GM.Alipheese Ontem à(s) 23:41

» Art. 4 - Rejected by the heavens
2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 21 Emptypor Kenshin Himura Ontem à(s) 23:28

» [MINI-*Kan Kin*] *Uma vida de merda*
2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 21 Emptypor Shideras Ontem à(s) 23:25

» [MINI-Koji] Anjo caído
2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 21 Emptypor Makei Ontem à(s) 22:53

» [M.E.P] Koji
2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 21 Emptypor Makei Ontem à(s) 22:52

» ZORO
2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 21 Emptypor Makei Ontem à(s) 22:52

» Apresentação 6 ~ Falência Bombástica
2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 21 Emptypor Furry Ontem à(s) 20:16

» 11º Capítulo - Cataclismo em Skypeia!
2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 21 Emptypor ADM.Tidus Ontem à(s) 19:46



------------
- NOSSO BANNER-

------------

Naruto AkatsukiPokémon Mythology RPG
Naruto RPG: Mundo Shinobi
Conheça o Fórum NSSantuário RPG
Erilea RegionRPG V Portugal
The Blood OlympusPercy Jackson RPG BR
A Song of Ice and FireSolo Leveling RPG
Veritaserum RPGPeace Sign RPG
Pokémon Adventure RPG

------------

:: Topsites Zonkos - [Zks] ::


 

 2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades!

Ir em baixo 
Ir à página : Anterior  1 ... 12 ... 20, 21, 22  Seguinte
AutorMensagem
Skÿller
Agente em Treinamento
Agente em Treinamento
Skÿller

Créditos : 10
Warn : 2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 21 10010
Masculino Data de inscrição : 10/08/2015
Idade : 25
Localização : Entre a faca e a parede

2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 21 Empty
MensagemAssunto: 2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades!   2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 21 EmptySeg 18 Jul 2016, 19:54

Relembrando a primeira mensagem :

2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades!

Aqui ocorrerá a aventura dos Piratas Bell Farest  e Masimos Titã Howker. A qual não possui narrador definido.


____________________________________________________

~Fala~
~Pensamento~

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

Sabe por que caímos?
Para aprendermos a levantar.
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]


[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo

AutorMensagem
Yami
Super Nova
Super Nova


Data de inscrição : 28/11/2011

2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 21 Empty
MensagemAssunto: Re: 2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades!   2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 21 EmptyQua 01 Fev 2017, 02:09




The Cursed City



Arquearia as sobrancelhas com a reação dos nativos para com o que havia acabado de dizer. Apesar de ter tentado ser o mais discreto possível, principalmente em não ter citado exatamente as palavras "mercado negro", eles entendiam bem que eu não era como eles. Nero tentava usar sua lábia através de uma fé falsa, que acabou só piorando as coisas. A mulher se dirigia diretamente a mim e seu olhar atravessava minha pele, carne e alma. Engolia um seco, talvez presenciando um resquício de... medo? Eu me sentia perdido, de fato, como se nem as sombras pudessem me acolher novamente. Eu tinha perdido o jeito. Vlad normalmente fazia esse tipo de coisa e fazia pouco tempo que eu comecei a cuidar de mim mesmo. Apesar disso, escutava palavra por palavra, absorvendo-as, aprendendo. Eu seria um eterno aprendiz e, para ser capaz de acabar de uma vez por todas com a Rosa Negra, eu precisava ser forte. Era o único motivo de eu ter me juntado aos piratas.

Não caçoaria dela, tentando justificar meu erro. Claro que os cartazes de fato não eram para que eu os caçasse e não tentaria manobrar minhas palavras dizendo que o "local especial" não era o mercado negro. Se ela sabe do que eu me referi, isso só pode significar duas coisas: ou ela é uma caçadora ou não é uma pirata qualquer. Pela situação do lugar, me sobra apenas a segunda opção. Refletia, assentindo com a cabeça quando ela terminava de falar, em uma expressão fria.

No fim das contas, éramos convocados para entrar na taverna. O local, cercado de gente era um tanto quanto intimidador, mas não pior do que sentir como se a sua máscara caísse de seu próprio rosto. Se ela realmente considerasse a gente uma ameaça, teria feito o trabalho ali fora mesmo. O que ela tem em mente...? Rangendo os dentes, ia para a sala individual de Freya, acompanhado de Nero e Bell. Olharia para a Diana, com um olhar penetrante, como se tentasse me comunicar com ela. Sinceramente, não imaginava o que a atiradora pensava naquele momento, mas era bem possível estar tão perdida quanto eu.

Após sentarmos, percebia o tratamento diferenciado dela até ali. Disse que "Falso" gostaria de Nero. Seria o líder deles? E ela começava a falar, enfim descobrindo que a ilha em que estávamos era Emeigh, território de Ravkes Denrold. Começaria a comer, não notando o quão faminto eu estava até agora. Beberia água para refrescar e comeria aquilo que estivesse disposto. - Se uma ação é uma ameaça ou não, depende de quem o escuta. - Falava, sem tirar os olhos da comida, pegando pedaços de carne com as mãos nuas, puxando filetes e colocando na boca com calma. - Se Denrold ficaria tão ameaçado por uma simples visita de um "padre", achando que ele tomaria seu trono, então imagino que ele não seja um Rei tão querido. Ou que isso deva acontecer com frequência. - A máscara já havia caído mesmo e, apesar dela ainda não saber meu nome e meu passado, aquele era o verdadeiro Mitarashi Aaron Daddario, que apesar do nome ter se perdido no tempo, ainda estava vivo como nunca.

Não me importava com a forma direta que eu havia abordado aquilo. Eu era direto, não queria enrolar mais do que deveria. Já havia passado tempo demais rodeado de pessoas e, sinceramente, aquilo estava me deixando nos nervos. - Me chamo Aaron. - Falava, esperando os outros também falarem. Quando questionado sobre o que queríamos, olharia para Freya com um olhar tão penetrante que esperava que ela não fosse esquecer a cor dos meus olhos tão cedo. - E apenas quero que me deixem em paz. - Era a verdade, de fato. Além disso, o que eu mais desejava era poder, me tornar ainda mais forte e astuto e não imaginava muito que aqueles dali estavam dispostos a me ajudar, portanto... Eu apenas precisava recomeçar. - Buscamos forças, buscamos avançar. Como disse, somos apenas passageiros.

Caso notasse que Nero ou Bell demonstrassem outro plano em suas falas, me calaria enquanto comia, prestando atenção no que falavam. A mulher tinha razão quando citou que estávamos desalinhados quanto ao trabalho em grupo, pois não éramos um grupo de fato. Eu apenas andava com eles, esperando que me beneficiasse de alguma forma... Até agora, apenas serviram para mascarar o meu "cheiro de caçador" dali. Portanto, veria se as falas que eu planejava falar iriam contra o plano de algum dos piratas, deixando oportunidade para Diana também se pronunciar. Caso não influenciasse em nada eu ser mais direto, falaria sem muito temor, comendo e não esperando que fosse ser uma declaração de guerra por isso. Apesar da calma, estaria atento para erguer minha adaga de forma ágil e fincar na coxa da mulher por debaixo da mesa, onde chutaria a mobilha para afastá-la de nós e nos dar mais espaço. Estávamos num ambiente hostil e completamente desconhecido e eu não planejava parar minha jornada em "Emeigh", a cidade maldita.

Histórico:
 

Voltar ao Topo Ir em baixo
Buggy
Coringa
Coringa
Buggy

Créditos : 16
Warn : 2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 21 10010
Masculino Data de inscrição : 30/07/2015
Idade : 22

2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 21 Empty
MensagemAssunto: Re: 2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades!   2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 21 EmptyQua 01 Fev 2017, 18:48


Post: Where: Wheater: Time:

Freya




Ora ora, agora isso é o que chamo de uma bela reviravolta. Esta mulher é boa, devo admitir. Ela viu bem através de minha atuação; claro que foi culpa de meus aliados, estes babuínos idiotas. Bem, fazer o que. Da próxima vez, irei sozinho, ou com pessoas que não sejam tão problemáticas: como um garoto sem discrição nenhuma, e um procurado com cartaz. Mas, agora, alea jacta est. Descobriram nossa mentira, então teremos que abaixar as cartas. Esta guerreira aqui, Freya, é muito mais perspicaz que eu imaginava; mais que sua montanha de músculos que a acompanha. Além disso, ela menciona um homem que gostaria de me ver... e, não irei mentir, realmente cativou minha atenção tanto quanto Striker: O Falso. Uma alcunha tão misteriosa, tão atraente... sei que o verei em breve, apenas sinto isso.

E olhem só, parece que encontramos o camarote da sala de teatro aqui. Tudo isso, graças aos bons amigos. Uma porta falsa, que leva a uma parte da taverna muito mais apropriada a um gênio e intelectual como eu. E, com todo o sigilo possível, com esse cubículos em volta das mesas, apenas consigo gostar mais deste local. A bem da verdade, fizemos bem em mentir e levantar suspeitas. Agora temos uma área para nós, muito melhor e aprimorada em todos os fatores. E parece que encontramos uma fonte de informações. Estes homens são seja muito bonzinhos, seja muito tolos, seja tão inteligentes que nem eu consigo acompanhar. Acredito que seja a segunda opção.

Na mesa, sentaria-me confortavelmente, os braços abertos e ocupando um grande espaço, as pernas abertas e lançadas para frente, em um sinal de quase desleixo. Não quero que nervosismo algum transpareça em minha face. Acomodado folgadamente, os braços cruzados, os olhos fixados na mulher, ouço tudo que ela fala, coletando cada pedaço de informação que alcançasse minhas orelhas. Muito bem, tenho que fazer um resumo de tudo que pode vir a ser importante, ou posso esquecer detalhes importantes.

A ilha se chama Emeigh. Certo, isto não me traz muita ajuda. Mas o que ela diz depois é mais interessante: estamos no território de Rakves Denrold. Ou seja, há um outro território sob o comando de outra pessoa. E, eu imagino, se eles dividem uma ilha, eles não devem se dar muito bem. Guerras por territórios são as mais clássicas, que mais figuram nas histórias e peças. Muito bem, isso pode nos trazer várias vantagens futuramente. Depois, sua ameaça pode ter parecido vazia, mas ela traz algo bom a se saber: Este líder, Denrold, é intolerante, agressivo, não tem misericórdia. Prefiro não ficar no lado errado de sua moeda. Mas, mesmo assim, ele teme fortemente ter seu poder roubado, e não é amado por seu povo. Um golpe de estado, aqui, não seria tão difícil.

Mas não quero uma guerra, pelo menos agora não. Não trabalho com declarações formais de luta, mas com facadas nas costas. Eu ataco por detrás das cortinas do teatro. Assim, então, eu manteria um sorriso amigável e relaxado no corpo, falando calmamente, tentando quebrar o gelo:

Nunca imaginei que você teria a língua tão apimentada assim, Aaron. Huhuhuhuh! Perdoem-me, senhores, mas ele não sabe o que fala, pelo jeito. Achei que você teria um pouco mais de respeito e modos, jovenzinho. Muito bem, onde estávamos? Ah, sim.

Guardaria a bíblia em meu bolso novamente, praguejando silenciosamente. Realmente tive uma maldita falta de sorte na escolha de meu personagem. Muito bem, está na hora de escolher outro. Mas esta aura da mulher me assusta; talvez seja um blefe, mas quem sabe seja um poder, talvez de akuma no mi? Quem sabe. Mas vou responder a isso como se deve responder a qualquer blefe: molhe-se na água, mas não pule no mar.

Ah, minha jovem. Você me pegou bem, não é? Acho que você já imaginou, mas não sou padre nenhum. Esta bíblia aqui... é só um pagamento por um favor que já me foi concedido, e uma proteção. E tome cuidado com essa aura aí, antes que queime alguém. Muito bem, você quer a verdade? Abaixo minhas cartas então. Não, não viemos aqui para salvar ninguém. Nunca quisemos salvar um povo; não somos nenhum arquétipo de cavalheiros heroicos, justos e honrados.

Então abriria um sorriso cúmplice, olhando para Bell. Nós nunca estamos de acordo com nada, mas sei que ele vai concordar com isso.

Não jogamos limpo, e não somos altruístas. Você já deve ter imaginado, sem problema algum, que nós somos piratas. E, acho que vocês não precisam de nós para saber que piratas são trapaceiros. Muito bem, agora sobre mim. Minhas informações não lhe servirão de nada. Diferente do meu amiguinho Farest lá, não tenho um passado nem uma família prodigiosa. Sou Nero Blackwater, um simples homem de circo.

Simplificar as coisas a esse ponto absurdo doem no meu coração, mas tenho que manter a máscara de pé. Se ela realmente tem alguma habilidade para saber a verdade, como ela diz em seu blefe, o jeito de se safar seria de driblar suas perguntas. E nisso, eu sou muito hábil.

Agora, o que queremos? Não farei rodeios. Queremos, como disse o meu amigo ruivo aqui, queremos fama, poder dinheiro. Coisas básicas a todo pirata. Queremos... conquistas. Aceitamos trabalho mercenário, se isso for nos render algo. Então, viemos a Grand Line... para crescermos ainda mais, para os limites já não existirem mais. Entende o que digo? Somos ambiciosos, e buscamos isso. Agora, se você me perguntar o que eu quero nesta ilha em especial... não poderei te dizer. Afinal, estou ás cegas aqui. Não peça a um ator de atuar no escuro!

Curvaria-me para frente, até a mesa, para pegar um aperitivo e mastigá-lo calmamente. um pouco de comida normal faz um bem absurdo. Então, após comer, passaria o dorso da mão sobre os lábios, tirando as migalhas, e diria:

Minha vez de fazer as perguntas, heh. Primeiro: quem é esse "Falso" que vocês falarem? E por que ele gostaria de me ver? Segundo: Esta ilha está dividida, não é? Entre quem? E, por último... posso ir encontrar este Falso? Ele me interessou.







Histórico:
 



____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Marciano
Emissário da Morte
Emissário da Morte
Marciano

Créditos : 48
Warn : 2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 21 6010
Masculino Data de inscrição : 15/09/2014
Idade : 26
Localização : Na Monstrolandia...

2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 21 Empty
MensagemAssunto: Re: 2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades!   2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 21 EmptyQua 01 Fev 2017, 19:53

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

~ Único modo razoável de se viver neste mundo é sem Regras ~

Estava prestes a sair do navio quando Reiko se intrometia em meu caminho. Por um momento tal ato me aborreceu, mas ouvindo suas palavras, fez-me perceber que minha arrogância novamente havia tomado posse de meu ego. Tsch! Estava ansioso! Louco para realizar de uma vez as façanhas ao qual foram incumbidas a mim pela minha amada. Entretanto, deveria ter gravado precisamente quais foram suas palavras, tecnicamente eu memorizei, mas estava incorporado pela paixão que ardia dentro de meu coração, por essa Deusa.

“Você se depará-la com criaturas fortes e conhecidas pelos mares, mas eu estarei ao seu lado, lhe protegendo, lhe guiando para que você cresça e se torne um Deus da Morte!”

Suas palavras eram claras agora! Tão claras quanto as águas salgadas do mar. Infelizmente meu amor por ela cegava-me fortemente. Mas Reiko havia feito eu perceber o que realmente estaria fazendo. Por um momento não argumentei nada! Apenas a olhava e raciocinava sobre minhas ações. Diabos! Devo estar perdendo o meu bom senso! Estava prestes a fazer algo parvo. Meu amor deve estar me cegando? Ou simplesmente estou perdendo meu intelecto! Por mil demônios! Preciso prestar atenção nesse quesito, ainda acabarei fazendo algo tolo pela paixão que me domina. Claro que farei as ambições da minha amada se realizarem, mas devo possuir precaução para não a desapontar.

Antes que eu responde-se a mink! As joias começavam a cair por terem rasgado o lençol. Estava escasso e moído, pensei que poderia aguentar, mas pelo visto as joias eram afiadas. Reiko começava a juntar e eu estava prestes a ajuda-la quando ouço passos subindo pela rampa! Meus sentidos aguçados me privilegiavam de uma maneira exemplar.

Era um homem de idade avançada. Percebia ao analisar suas vestimentas e por fim, sua aparência. Ouvia atentamente as palavras dele enquanto permanecia ereto e fintando o sujeito desconhecido. Não sabia ao certo, mas aquele símbolo em seu cinturão não era simplesmente para enfeite, parecia ser algo que o homem gostasse de mostrar e ao mesmo tempo honrar. Talvez um brasão? Um brasão de alguma família importante? Quem sabe apenas um apetrecho para intimidar humanos comuns? Eram diversas possibilidades! Mas algo fazia as peças se encaixarem! Se estávamos em uma ilha ao qual parecia ser regida por um rei... e os moradores eram extorquidos pelo que eu havia notado e um homem misterioso adentrava num navio desconhecido, deveria possuir muita confiança ou simplesmente fazia parte da família que regia essa tal ilha.

Eu possuía algumas ideias, mas não adiantava ficar matutando pensamentos inconclusivos, deveria optar por um mais prático e desenvolver um diálogo. Aquele homem não parecia querer saquear o navio, pois, se realmente quisesse, teria atacado sem dúvidas! Talvez ele possuísse arrogância demais e por isso viria de maneira pacifica e despreocupado, pois os sinais de seu corpo pareciam expressar “tranquilidade”. Não era minha especialidade linguagem corporal, mas parecia bem obvio a serenidade que o sujeito emitia.

Ouvia o nome do homem e o mesmo parecia apenas averiguar quem nos éramos e o que fazíamos na ilha de Emeigh. Talvez fosse alguma regra que o reino possuía ao verificar quem atracaria em sua ilha... devo dizer que é uma boa tática! Afinal... quem for inimigo, não possui nenhum tempo para arquitetar qualquer plano para tomar o trono ou as riquezas do reinado. ~ Reiko! Leve as joias para o subsolo e guarde-as. Resolverei a situação! Falaria em um tom baixo para apenas a humanoide ouvir. Enquanto eu processava as informações e ao mesmo tempo implementava uma boa estratégia para conversar com o homem, caminharia calmamente em direção do mesmo e assim que chegasse em frente do mesmo, estenderia a mão e diria expressando minha face habitual, séria e destemida. ~ Prazer Stinger Row! Sou Masimos Howker, o escolhido da Deusa da Morte! Essa é minha aliada, Reiko. Proferiria ao apertar com firmeza a mão do humano. ~ Somos piratas e estamos apenas de passagem! Stinger parecia não emitir qualquer sinal de “sede por sangue”. Pelo menos eu não sentia e confiava em meus instintos. Mas manteria meus sentidos alerta e meus reflexos atentos para qualquer ataque inesperado.

Assim que eu terminasse de falar deixaria uma leve pausa para que o mesmo compreendesse minhas falas e voltaria a proferir. ~ Me corrija se eu estiver errado, mas parece que atracamos em um reino? Se o homem afirmasse minha lógica, tudo faria sentido e eu voltaria a dizer. ~ Me diga Stinger! Teremos problemas com o rei por sermos piratas? A última ilha que atracamos também possuía um rei, porém, era mandado pelo governo e tivemos uma contrariedade. Mas a situação foi resolvida! Terminaria de falar ao manter minha postura ereta e encarar o humano de cima para baixo. Não queria intimida-lo, apenas era meu modo de agir. Claro que para muitos seria tolice falar o que havíamos feito, entretanto, minhas palavras possuíam uma tática subliminar. Eu queria instigar o homem para que o mesmo revelasse informações sobre a ilha e do possível rei. Se eles odiassem piratas, tentaria me atacar de imediato e eu tentaria bloquear suas laminas ou golpes. Mas caso simpatizassem, o mesmo falaria sem preocupação. Eu já havia concluído que o mesmo não queria uma batalha e estava apenas cumprindo seu papel, pelo menos era o que parecia.

Estava utilizando minhas habilidades em logica, interrogatório e psicologia! Tudo para criar um diálogo sem transtornos, afinal, não havia necessidade de lutar se o mesmo não fizesse nenhuma ação imprudente. ~ Não avistei nenhum quartel da marinha! Pelo jeito o rei parece ser confiante em seus súditos ou provavelmente poderoso! Afinal... como governaria uma ilha desse porte sem usar força ou medo! Terminaria de falar ao concluir que, provavelmente não existia um Q.G. da marinha pelo fato dos moradores possuírem medo em seus olhos. Havia notado com a recepção deles em nossa chegada.

Conforme minhas perguntas surgissem, que mais pareceriam um simples dialogo, eu estava induzindo o homem para que entregasse as informações que eu queria! Parecia que o destino havia me dado tal oportunidade, mas obviamente, tal destino era controlado pela minha amada Deusa e logicamente, ela havia me dado tal oportunidade e eu claramente não a desperdiçaria. Ouviria atentamente as falas do homem para começar a montar o quebra cabeça e reunir o máximo de informações que conseguisse, e assim começar a arquitetar meu futuro plano que estaria oculto em minha mente.


[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

Marciano:
 

____________________________________________________

~Fala / Narração

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

Conquistas:
 
Voltar ao Topo Ir em baixo
Far
Pirata
Pirata
Far

Créditos : 53
Warn : 2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 21 10010
Masculino Data de inscrição : 05/07/2015
Idade : 23
Localização : Your worst nightmare

2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 21 Empty
MensagemAssunto: Re: 2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades!   2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 21 EmptyQui 02 Fev 2017, 08:44

Remembering the Past
Tentava fazer as coisas da minha maneira, ir até a taverna deixando o trio para trás em busca de informações da forma que achassem necessária, mas pelo visto bastaram poucos minutos para que estragassem tudo. Além de não conseguir informação alguma havíamos chamado atenção demais, sendo vistos como uma possível ameaça, o que provavelmente se desenrolaria em um diálogo que eu não desejava nem um pouco fazer, mas que escolha eu tinha? Aaron havia se mostrado um pouco ingênuo quanto a situação em questão, porém por mais culpa que ele possuísse ainda era uma criança, já Nero não, ele acabava por estragar tudo de vez com suas mentiras esfarrapadas. "Homem de deus? Esse cara é louco isso sim!" Pensava, enquanto tentava entrar na taverna antes que o grandalhão me barrasse, é claro.

Bom, agora já não havia mais jeito, todos seriam levados para uma sala obedecendo ordens daquele grupo sem nem ao menos saber direito o que estávamos enfrentando, isso se realmente forem inimigos. Suspirava uma última vez em uma mistura de chateação e irritação, não era a primeira vez que estava fazendo coisas contra a minha vontade, mas logo ao chegarmos no território? Esperava que isso pelo menos levasse um tempinho. Levantava a cabeça observando todos aqueles brasões com a figura de um demônio estampada, tatuagens que estavam por qualquer lugar que observasse, e isso apenas me instigava ainda mais. - Bela Tatuagem. - Comentava ao grandalhão no meio do caminho, não que me importasse se isso faria alguma diferença, apenas expressei minha opinião sincera além da curiosidade que rondava sobre aquele símbolo, mas apesar de tudo ainda me chamava "Lâmina Demoníaca", e não era a toa que ganhei esse apelido.

"Khal? Freya? Eu vou lembrar desses nomes não se preocupem." Sorria comigo mesmo esperando que o pior estivesse prestes a acontecer, no momento que entravamos naquela sala até me assustava por serem tão "calmos". Ao que parece eu estava certo com relação a origem de sua organização, mesmo não podendo dizer com exatidão qual era o seu objetivo ou ambições, mas pelo menos sabíamos que piratas não eram tão mal vistos assim, do contrário seriamos levados até a marinha de imediato. Sem muita escolha passava a ouvir o que a jovem havia a dizer, entendendo um pouco mais sobre a ilha que desembarcamos e como ela é regida, no caso por Rakves Denrold, O falso. - Denrold? Então é isso que esse símbolo significa... Comentava agora entendendo o que me interessava.

Após isso pegaria um copo enchendo-o de vinho, se me fosse permitido, e então me sentaria de lado na cadeira, passando a ser o ouvinte daquela conversa, não era muito de minha vontade entregar de mão beijada tudo que eles quisessem ouvir, mas também não poderia evitar tudo. De qualquer forma ainda estava interessado em quaisquer detalhes que pudessem ser úteis, e nada melhor que algumas ameaças para iniciar nossa pequena conversa amigável. Enfim, algumas perguntas eram feitas e preferi deixar que meus aliados respondessem, ao que parece a preocupação inicial era com eles, quer dizer ao menos até que citassem as palavras "Clã Farest". Nesse momento arregalei meus olhos virando-me imediatamente na direção de Freya, fitava-a de cima a baixo observando principalmente seus olhos, assim como os de Khal, afinal de contas qualquer mínimo sinal da presença do clã pela região poderia me trazer problemas.

Acabava não vendo nada que pudesse indicar algo de fato, mas no mínimo me intrigava o interesse deles a respeito do clã Farest, principalmente porquê era a primeira vez que havia sido reconhecido apenas pelo meu sobrenome. Talvez sua fama realmente permanecesse mais pela Grand Line e isso era algo a se pensar, bom, ao que parece as coisas por aqui não serão tão fáceis de serem escondidas quanto nos Blues. Logo levantava-me observando o conjunto de frases que Nero falava com tamanha confiança, uma habilidade dele que era admirável e isso precisava admitir, e sequer pude refutar quando me olho como se precisasse de confirmação, fazendo-me balançar a cabeça meio que por instinto. Mas De uma forma ou de outra precisei acabar cortando suas falas, e entender melhor em que situação realmente havíamos nos metido

- Sim, Piratas, Fama e tudo mais... - Dizia levando minha mão até o ombro de Nero e parando-o seu discurso perto do final. - Agora voltando a parte importante, o que você me perguntou? Clã Farest? - Indagava com uma expressão estranha no olhar, e sequer pude conter a gargalhada que surgiu logo em seguida, era como se não pudesse evitar o que estaria prestes a dizer naquele recinto. - Como você pode ver, eu sou um pirata e eles são caçadores... Isso quer dizer que, ora ora descobriu! Eu não sou mais um deles. - Comentava de forma a satirizar o que já era óbvio, mas que havia sido perguntado mesmo assim, isso com certeza poderia me causar problemas mas simplesmente não pude evitar, enfim, agora que já havia soltado o óbvio atingia um semblante mais sério antes de começar a falar novamente.

- Digamos apenas que nossa recisão não foi muito amigável. Rolou algum sangue e tudo mais, mas resumindo, no fim fui obrigado a fugir daquela maldita ilha para poder seguir a minha própria vida. Agora provavelmente ainda estão querendo minha cabeça em um espeto, se é isso que você quer saber... - Afirmava sentando-me novamente, agora de uma forma mais calma, estava claro que já havia jogado na mesa tudo que estava repreendido durante todo esse tempo de "férias" do clã Farest. O problema agora seria como eles reagiriam, e isso incluía meus dois aliados e sua amiguinha, já que nenhum deles sequer imaginava de onde ou como eu havia chegado até o presente momento. Vinha a tona todo meu passado, mesmo que de uma maneira resumida, até porquê já estava mais do que na hora de que eu lidasse com tudo isso colocando a cara a tapa. - Resta agora saber ser isso é um problema. - Diria olhando diretamente nos olhos da jovem, enquanto aguardava alguma resposta por sua parte.
Far:
 
Thank's [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]


____________________________________________________


Fala (#B22222 - FireBrick)
Pensamento (#4682B4 - SteelBlue)

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
ADM.Tidus
Duque Azul
Duque Azul
ADM.Tidus

Créditos : 65
Warn : 2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 21 10010
Masculino Data de inscrição : 10/06/2011
Idade : 27
Localização : 1ª Rota - Karakui

2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 21 Empty
MensagemAssunto: Re: 2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades!   2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 21 EmptyQui 02 Fev 2017, 20:56

Calm Before the Storm

Buggy, Yami e Far

Dentro da taverna o quarteto era interrogado de uma forma no minimo suspeita, pedir que alguém diga a verdade? Parecia uma abordagem simples e amadora, mas Freya sabia o que estava fazendo, a aura que emanava da mulher era quase demoníaca, como se aquilo não fosse apenas um show de luzes para intimidar. O grupo se acomodou nos bancos, cada uma da sua forma e logo as perguntas começaram a ser respondidas. O primeiro a falar foi Aaron, Freay lhe encarou de volta sem demonstrar frustração ou ódio, era apenas um olhar fixo e frio, a aura que emanava de seus olhos alteravam de um azul claro para um verde tão claro quanto, mas suas palavras seguintes tornavam o brilho amarelo, uma mudança bem leve. Chegava a vez do pistoleiro, que como sempre começava a falar mais do que o necessário.

Enquanto o falatório de Nero tinha inicio um Den Den Mushi tocou nos bolsos de Khal, o butamontes apanhou o artefato e foi para o lado de fora do cubículo. As palavras de Blackwater alternavam as cores entre verde e amarelo. A ruiva permaneceu em silencio durante todo o processo, apenas ouvindo e observando seus convidados com extrema cautela, até que seus olhos travaram em Fareset por um instante, ela parecia muito interessada em suas palavras, talvez dentre a conversa aquele foi o assunto que mais lhe interessou, mas seus olhos permaneceram da mesma forma.

Por fim chegava a ver de Diana, a caçadora retribuiu o olhar intimidador e começou a falar. – Eu acho que eles já resumiram bem, mas, mais do que todas essas coisas que foram citadas eu busco liberdade. – Os olhos de Freay tiveram uma súbita mudança,  indo do verde para um roxo escuro. A assassina piscou e o brilho que emanava de seus olhos desapareceu. – Entendo. – Sua mão esquerda apanhou uma taça de vinho e entornou  de uma vez. – Eu senti verdade, hesitação e incertezas em seus corações, mas não vi mentira, alguns escondem mais do que outros, mas eu já tive o suficiente. – Ela parecia aliviada após o interrogatório, como se estivesse aliviada em não ter descoberto alguma coisa. – E padre, não precisa ter pressa em encontrar o Falso, você provavelmente já deve ter o encontrado e se quer percebeu. – Ela abriu um sorriso sarcástico no rosto. – Já o clã Farest. – Seus olhos foram em direção ao espadachim. – Você acha que é tão incomum caçadores usarem uma tática tão simples como fingir ser um pirata para capturar um peixe grande? O obvio é sempre a maior mentira.

Durante a conversa Khal voltou para dentro do cubículo, ele olhou na direção de Freya e acenou com a cabeça. – Ele esta nos esperando. – Sua expressão era séria, nem parecia  a mesma pessoa pacifica de minutos atrás. – Então já está na hora... – A ruiva se levantou e caminhou em direção a porta, deixando a taça sobre a mesa. – Um ultimo aviso como cortesia, nesta ilha você está com os Denrold ou está contra eles, mantenham isso em mente para a próxima vez que nos encontrarmos. – A gatuna ergueu a mão esquerda e se despediu. – Nos vemos por ai.

Nesse momento a porta do cubículo se fechou, as luzes se apagaram e quase que como magica o chão se abriu, era uma queda livre sem. – O qu- ! – Diana arregalou os olhos enquanto despencava com todos os outros. Suas costas bateram de leve na parede, era liso e ingrime, a queda continuava porém gradualmente ia fazendo uma curva, empurrando-os para frente e depois para cima. Em pouco tempo um feixe de luz foi se aproximando cada vez mais e mais, até que todos foram “arremessados” para fora, a saíra era em um beco pela qual o grupo já havia passado na frente durante a exploração, estavam bem próximos do navio.

O quarteto aterrissou no chão sujo do beco, o local estava repleto de comida, bebida, garrafas e outros objetos, provavelmente tudo que estava no cubículo anteriormente, um desperdício. Se o grupo caminhasse até o fim do beco poderia encontrar o navio e seus demais companheiros. – Essa vadia... – Diana se levantou batendo as mãos em suas vestes e visivelmente frustrada com a situação.




Marciano

No navio Masimos parecia ter um momento de revelação, mas esse momento durou pouco pois logo um convidado misterioso se apresentou, a primeira vista ele não parecia uma ameaça e talvez realmente não fosse. O tritão ouviu as palavras do senhor com atenção e logo em seguida disse para sua companheira guardar as joias em seu devido lugar. – Não precisa nem dizer. – A felina enrolou tudo no lençol, fazendo uma bola de pano e caminhou para o interior do navio.

Assim que Masimos ergueu sua mão para cumprimentar seu convidado, Stingir acompanhou seu movimento e apertou sua mão com um leve sorriso amigável.  – É um prazer, Masimos. – Ele manteve a expressão amigável no rosto e deu um passo para trás. O sujeito manteve a mesma expressão durante toda a conversa, quando questionado por Howker sobre o fato de serem piratas o mesmo respondeu de imediato. – Problema algum, na verdade vocês teriam problemas se não fossem piratas, hahahaha. – Uma gargalhada descontraída tirava a seriedade de suas falas. – Esta parte da ilha é comandada por foras da lei, inclusive nós, membros do clã Denrold comandamos essa região.  – Ele ergueu seu punho direito até o queixo, acariciando sua barba rala. – E bem observado, este é um reino, infelizmente um reino sem um rei soberano. Frequentemente travamos batalhas contra o clã Achil, eles comandam o outro lado da ilha e possuem o apoio do governo. – Durante sua explicação o Den Den Mushi em seu bolso tocou. – Oh, só um momento. – Ele se afastou um pouco e apanhou o Den Den Mushi de seu bolso, as únicas palavras ditas por ele foram “certo, tudo bem e estou indo”.

Parece que estamos ficando sem tempo, foi bom lhe conhecer, Masimos, creio que nos encontraremos novamente, uma batalha se aproxima e se você deseja permanecer nesta ilha sugiro que escolha um lado ou fuja para que não seja pego no fogo cruzado. – Ele ergueu uma de suas mãos se desceu a rampa do navio. – Estamos sempre a procura de pessoas como vocês, pense nisso. – Pouco a pouco o sujeito se distanciou do navio, seu capuz foi vestido novamente enquanto ele sumia nos becos escuros daquela cidade. Nesse meio tempo Reiko retornava a superficie, sua respiração estava visivelmente alterada. – Aah... Aah... O que eu perdi? Aquele cara parecia estranho... O que sera que ele realmente queria aqui? – Reiko estava inquieta, a atitude suspeita daquele homem lhe intrigava, quem iria a um navio desconhecido apenas para papear com seus tripulantes? Talvez sua intenção não fosse apenas jogar conversa fora, mas dar um aviso sobre o que estava por vir, uma verdadeira calamidade.






No patio do palácio de pedra algumas pessoas começaram a se reunir, mulheres, homens e crianças, todos guerreiros, dentre eles estavam Freya, Khal e Stinger, a mulher estava apoiada em uma pilastra de pedra com Khal ao seu lado e Stinger sentado na escadaria, os três observavam a movimentação no palácio, aguardando alguma coisa.

O que achou deles? – Stingir iniciava um dialogo. – Mais um grupo recém formado e sem qualquer sincronia. – Freya dava de ombros, como se estivesse desinteressada. – Mas claro, eu digo sobre o trabalho em equipe, mas individualmente eu vejo algum potencial. – Seu rosto mudou de expressão, ela parecia animada. – Eles são recém chegados na Grand Line, há muito o que ver e aprender ainda. – Khal deu o primeiro passo para frente, adentrando um salão gigantesco. – Aquele falso padre possui um dom interessante, mas ele ainda vê tudo preto no branco, aposto que imaginou que eu não passava de um guardas costas para Freya. – Seu corpo gradualmente foi diminuindo, como se estivesse envelhecendo. – Ele tem muito para aprender se quiser lidar com o Falso.

Eles podem se tornar aliados valiosos ou pedras em nosso caminho, aquele homem-peixe tem fibra, pude notar isso só de olhar, duvido que vá se aliar a nós. – Stingir se levantou e começou a caminhar atrás de Khal. – Isso é o que o tempo dirá, o sábio sabe quando cooperar e quando guerrear. Agora vamos, o trono do sol esta nos esperando.

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

Olá Convidado, seja bem-vindo ao One Piece RPG.
Links para ajuda: [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Marciano
Emissário da Morte
Emissário da Morte
Marciano

Créditos : 48
Warn : 2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 21 6010
Masculino Data de inscrição : 15/09/2014
Idade : 26
Localização : Na Monstrolandia...

2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 21 Empty
MensagemAssunto: Re: 2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades!   2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 21 EmptyQui 02 Fev 2017, 22:29

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

~ Único modo razoável de se viver neste mundo é sem Regras ~

Conforme a situação decorria, percebia que Stinger parecia apenas dialogar. Claro que o mesmo estava averiguando quem éramos, mas antes começar com uma simples conversa do que chegar guerreando. Burro o sujeito não era! Afinal... provavelmente não saberia com quem estaria lidando. As palavras do homem me deixavam intrigado! Grande parte delas esclarecia algumas dúvidas ao qual possuía. Já outras abriam novas possibilidades, pois, pelo visto a ilha não era comandada por um rei legitimo. Apenas duas famílias batalhando pelo título supremo.

Adquiri muita experiência durante anos nas guerras por trono, comida, dinheiro e principalmente “poder”! Talvez tenha mais experiência que a maioria, mas o fato é que, a guerra possuía apenas um proposito: conquistar e destruir! Simples assim. Apesar da risada descontraída de Stingir, mantive meu rosto habitual e minha postura costumeira, afinal, era raro eu expressar risadas. O homem parecia não querer falar muito, mas o pouco que era proferido, fazia eu perceber que: estávamos nos domínios do clã Denrold e que uma guerra se aproximaria contra o outro clã Achil! Muitos ficariam assustados ou simplesmente aterrorizados, porém, para alguém como eu? A palavra “guerra” nada mais era do que algo simples e banal.

O sujeito terminava de falar e se retirava do navio. Parecia despreocupado e gostado do perfil que avistara no navio. Talvez eu tenha o agradado! Não que me importasse, mas quem sabe eu poderia me aproveitar dessa oportunidade que minha Deusa havia me proporcionado. Logo Reiko voltava me perguntando o que havia acontecido e ao cruzar os braços e alisar meu robusto queixo, respondia. ~ Hmm... Interessante! Falava comigo mesmo enquanto avistava o sujeito sumir diante meus olhos. ~ Estranho? Eu sou um tritão de cor roxa medindo 4 metros de altura e você uma humanoide felina... acho que seria mais sensato você repensar o seu termo “estranho” para definir os outros! Terminaria de falar não querendo criticar ou alfinetar qualquer erro na felina, mas apenas para afirmar que, seria cômico raças misturadas insinuar que um humano era estranho. ~ Sim... eu entendi sua colocação! Não se preocupe, consegui boas informações com esse homem. Terminaria de falar ao me virar e fintar a felina. ~ Descanse e recupere suas forças! Acredito que entraremos em um conflito interessante dos clãs regentes da ilha. Irei até a cidade para buscar mais informações e achar um vendedor de navios, e não se preocupe... segundo esse homem, os Denrolds simpatizam com piratas! Se realmente quisessem atacar ou destruir o navio, já teriam feito a muito tempo. Falaria ao olhar nos olhos da leopardina e em seguida andaria em direção a rampa do navio.

Começaria a andar pelas ruas da cidade enquanto meus pensamentos começavam a raciocinar e formular os dados conseguidos com o membro do clã Denrold. Faz sentido! De certa forma faz sentido. Mas existe alguém que está me incomodando! Se ambas as famílias estão à beira de uma guerra e não existe um rei soberano... o que impede de hoje mesmo não ocorrer uma guerra? Talvez seja a falta de poder militar? Um bom estrategista? Talvez bons soldados? Hmm! Claro! Agora faz sentido... sim! Entendo... presumo que Stingir não apenas estava verificando quem éramos! Isso ele já sabia... ele estava apenas confirmando se poderíamos ser usados pelo seu clã! Parando para pensar... fica até obvio! Mas talvez não seja apenas “falta de soldados poderosos” Talvez exista algo que interfira em uma futura guerra! Alguma regra? Algum código? Alguma história antiga? Talvez uma lenda? Independente... parece mexer fortemente com eles, não posso afirmar com exatidão! Mas se um dos lados ainda não dominou o outro, existe uma boa possibilidade de algo impedir essa guerra! Mas segundo Stingir... uma guerra está para surgir, ou seja, algo mudou. Tsch! O quebra cabeça é grande e as peças são poucas! Muitas possibilidades e poucas afirmativas! Hmm! Bell ou Nero devem ter conseguido algo sobre essa ilha.

Tantas variáveis que apenas instigavam minha curiosidade, mas não fugimos do foco! Afinal... eu deveria cumprir os desejos da minha amada! Precisava fazer com que as Calamidades segundo ela... fossem reconhecidas e temidas! Já era hora de mudar os planos. Não adiantava mais eu destruir reinos como até então havia feito, tudo em nome da Deusa! Agora era hora de aumentar minha fama e de meus aliados! Quem sabe eu poderia aproveitar essa rixa na ilha. Mas antes de qualquer conclusão precipitada, precisaria drenar o máximo de informações de Emeigh e assim construir um bom plano.

Não sabia exatamente qual era minha localização, mas deixaria meus olhos percorrerem todo o cenário ao qual passaria. Nada seria deixado passar. Analisaria imagens, conversas, estabelecimentos e etc. enquanto andaria calmamente, algo do meu costume. Analisaria o terreno que meus pés estariam percorrendo. As estruturas ao quais estaria passando e o castelo que se destacava mais que tudo. As pessoas seriam observadas levemente, poderia algum chamar minha atenção e eu repararia discretamente. Não queria chamar atenção, pelo menos não ainda! Apesar da minha espécie e altura fosse bem chamativo, mas quem sabe nessa ilha não dessa tanta importância. Enfim, tudo seria categorizado, catalogado e fixado em minha mente.

Enquanto eu estivesse caminhando fosse atacado, talvez por um ladrão ou pirata, sabe-se lá quais seriam as intenções dos residentes da ilha ou até mesmo dos visitantes! Estaria com meus sentidos alerta e tentaria bloquear com meus punhos a arma, independente se fosse lâmina, pistola ou golpes físicos, e contra-atacaria quase que de imediato com um golpe ligeiro visando o tórax do adversário. Claro que não sou tolo! Aquele homem poderia ter passado certa hospitalidade, mas se o clã simpatizava com piratas, certamente teria os montes pela cidade e estar atento era algo natural em mim, pelo menos em grande parte do tempo.  


[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

Marciano:
 

____________________________________________________

~Fala / Narração

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

Conquistas:
 
Voltar ao Topo Ir em baixo
Yami
Super Nova
Super Nova
Yami

Créditos : 35
Warn : 2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 21 10010
Masculino Data de inscrição : 28/11/2011
Idade : 24
Localização : Far, Far Away ♫

2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 21 Empty
MensagemAssunto: Re: 2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades!   2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 21 EmptyQui 02 Fev 2017, 23:39




Freya's Dagger 



Eu não estava delirando. Os olhos de Freya realmente mudavam de cor enquanto nossas palavras iam correndo através de nossas bocas. Quase hesitava por um momento, mas as minhas dúvidas estavam sendo concretizadas. Mais uma usuária? Que poder peculiar... E, para a minha satisfação, todos passavam no "teste" de Freya, que percebeu que não houve mentiras em nossas falas. Terminava de engolir o último pedaço de carne quando ela indicava que precisava se retirar, logo após Khal ter atendido um Den Den Mushi. A olhava saindo até notar a sua adaga ainda fincada na mesa. Ergueria a minha mão em sua direção e tentaria retirá-la da madeira, encarando sua lâmina com uma curiosidade de criança.

Antes que eu pudesse suspirar, tudo mudava como o mundo criado por Trêsze. O chão se abria e éramos ejetados rapidamente por túneis que, em sua imensa escuridão, me faziam sentir um certo conforto, se não fosse pela queda livre. Seguraria a adaga com firmeza, tentando fazê-la não fugir entre os dedos e nem furar ninguém, tentando ao máximo deixar a mente limpa de distrações, tentando também não pensar no pior que poderia haver no fim daquela queda...

Pelo menos, as coisas não foram tão ruins assim. Olhando os arredores, pude notar que estávamos perto do navio, num dos becos que havíamos visto durante a caminhada até a taverna. Me ergueria com medo dos danos, tentaria limpar a sujeira das minhas vestes e olharia para os outros, principalmente Diana. - Parece que não conseguiremos ficar nas sombras por muito mais tempo. Ou escolhemos um lado, ou saímos daqui. - Me ergueria por completo, ajudando a atiradora se preciso. - E duvido muito que escolherão a segunda opção. - Os meus planos ainda estavam nebulosos quanto aquela ilha. Se eu resolvesse caçar algum pirata por ali, me traria MUITOS problemas, pelo menos naquele lado da ilha. A não ser que eu resolva lutar no lado do governo, talvez eu até pudesse conseguir alguma grana com algum pirata...

A viagem havia remexido meu estômago, me fazendo questionar se havia sido uma boa ideia ter comido tanto. Encararia Bell, olhando-o agora como se fosse uma capa de livro, tentando codificá-lo, mas sem saber ainda o seu real conteúdo. - O que Freya quis dizer do Clã Farest? São caçadores que estão atrás de você? - Eu já havia escutado o nome de alguns clãs famosos, mas eu nunca havia sido um caçador de recompensas profissional. Era a primeira vez que eu entrava no ramo de caçador e até agora só havia capturado dois piratas. - Vamos andando, não quero ficar mais por aqui.

Como estávamos perto do navio, achava que o melhor destino seria mesmo para lá. Com o grupo caminhando, iria até o lado de Farest, onde ele deveria terminar sua história. - Não interprete como se eu estivesse querendo saber de você. O que fez da sua vida diz apenas respeito a você. - Eu estava falando para mim ou para Bell? Nossas histórias pareciam se encaixar bastante... - Mas se Freya pareceu demonstrar que isso é importante, precisamos estar prontos pro que vier. Se o seu nome é Farest, então é um Clã familiar... O que aconteceu, exatamente? - Ouviria tudo com atenção, tomando cautela e tentando, ao máximo, nos manter discreto durante a caminhada. Já havíamos sido terríveis para manter as aparências até agora e eu não queria maior confusão acontecendo.

Não questionaria ou julgaria Bell por nenhuma de suas ações no passado. Ele teve seus motivos para fazê-lo e eu com certeza já havia feito e presenciado muita coisa pior. Fechava os olhos com um suspiro prolongado, vendo flashes de sangue, mortes e, é claro... A maldita máscara de osso de Virtuoso. - Se é o que diz... Então devemos estar mais seguros no meio dos piratas do que no meio dos caçadores. Acho que o nosso lado nesse conflito já foi definido.

Nisso esperaria já ter chego ao navio. Se tivesse tudo ocorrido bem no trajeto, subiria no convés em busca de Masimos e Reiko, torcendo para que o navio não tivesse sido saqueado. Nos restava agora apenas nos reunir para decidirmos quais seriam os próximos passos. Pelo menos, os deles. Chegaria perto de Diana nesse meio termo, me sentando na amurada e tentando manter a voz baixa para falar com a caçadora. - O que quis dizer com "liberdade"? - Não demonstrava enrolações em minha fala, indo direto ao assunto que me importunava. Não fazia muita ideia do passado de Diana e, por mais que muita coisa pudesse irritar a caçadora, liberdade seria a última coisa que eu imaginaria. - Entendo se não quiser falar. - Afinal, nem ela sabia o meu passado, então quem era eu para cobrar isso dela? No fim, apenas a ouviria com calma de um bom amigo, não julgando-a e não indo contra a mesma, por mais bizarro que as coisas pudessem ser. No fim, apenas esperaria que os outros chamassem Masimos e Reiko para juntar-se a nós, onde poderíamos compartilhar o que sabíamos e planejar melhor nossa tática.

Histórico:
 


____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Far
Pirata
Pirata
Far

Créditos : 53
Warn : 2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 21 10010
Masculino Data de inscrição : 05/07/2015
Idade : 23
Localização : Your worst nightmare

2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 21 Empty
MensagemAssunto: Re: 2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades!   2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 21 EmptySex 03 Fev 2017, 16:58

Farest History
Freya apresentava um poder no mínimo peculiar, por assim dizer, se assemelhando a uma espécie de máquina da verdade onde as cores representavam um sentimento em especifico, não sabia dizer por exatidão se isso era outra dessas Akumas no Mi ou apenas um poder desperto, mas com certeza era de algum valor. Bom, de qualquer forma a jovem parecia bem interessada em minhas palavras com relação a todo meu passado assim como a relação individual que possuía atualmente com o clã, que no caso era zero, e de certa forma ela até parecia de mostrar aliviada por isso. No meio disso tudo o que realmente acabava chamando atenção em termos de informação era o fato de Diana ter apresentado uma coloração roxa em sua resposta, o que isso significava? Verde e amarelo eram cores compreensíveis para verdade ou incerteza, mas roxo? Algo bem estranho, de fato.

Como se já não bastasse a garota ainda tirava um tempo para comentar sobre nossas respostas, era como se estivesse corrigindo erros, e isso realmente não fazia muito sentido mas o que eu podia fazer? Éramos os questionados da situação apesar de tudo, apenas o que não conseguia entender era a necessidade de entender meu relacionamento com os Farest. - Eu até entendo que possa parecer fácil, mas não diria que a marinha aprova isso tão bem assim. - Comentava corrigindo a própria correção de Freya, devido a experiencia que tive juntamente ao clã podia ver que os caçadores apesar de ter uma certa liberdade ainda não podiam ser vistos como criminosos, sendo até mesmo perdoado algumas atrocidades cometidas no meio do caminho. De qualquer forma mesmo todas nossas explicações apenas nos garantiram uma estadia na ilha, porém a confiança dos Denrold quanto a nós continuava sendo fraca.

Como prova disso estava a ação que fora realizada poucos segundos após o diálogo, um grande buraco se abria no chão lançando todos para fora, ou melhor expulsando-nos de uma forma bem rude, será mesmo que essa conversa havia gerado algum fruto? - E eu achei que não poderia ficar pior... Tsc, grande erro. - Pensava apenas observando a queda livre em que nos encontrávamos, até por fim chegarmos todos ao destino final que por ironia do destino acabava sendo no mesmo lugar de onde partimos. Porém o que não podia negar é que havíamos cumprido com nosso dever, pelo menos o primeiro objetivo estava concluído, possuíamos as informações necessárias para se decidir como proceder daqui para frente. Além de mim o ruivo também entendera que as coisas não estavam nada boas, no entanto seus pensamentos eram claramente diferentes dos meus. - Eu preferia não escolher. - Diria em tom de angústia.

Antes que chegássemos a sequer pensar para onde seguir já estávamos indo em direção ao navio, algo sensato a ser feito já que lá poderíamos discutir melhor sobre os próximos passos, assim como analisar todas as alternativas possíveis para aquela situação. De qualquer forma esperava muitas coisas naquele momento, menos o que estava para acontecer, o interesse repentino de Aaron com relação ao meu antigo clã, talvez fosse apenas o fato de serem caçadores que lhe despertara uma certa curiosidade porém tinha certeza que não era apenas isso. Eu diria que de certa forma isso até se encaixava bem em nosso presente, Aaron estava seguindo cegamente por esse caminho, e apesar de que o assunto questionado não ser um dos meus preferidos essa podia ser uma boa oportunidade de mostra-lo o lado pode dessas organizações. Mostrar que a vida de um caçador não é só flores, muito pelo contrário a maior parte do tempo pode ser tediosa e repreensiva.

- Clã Farest... - Citava essas palavras, seguidas de um longo suspiro. - Você alguma vez já foi um soldado? Um peão pequeno em meio de algo grande sem poder fazer nada? Então, era exatamente assim que eu me sentia dentro daquela organização. Sim, somos um clã familiar, mas nem por isso deixam de tratarem a todos que possuem cargo baixo como um lixo completo... Sequer possuía voz lá dentro, era apenas mais um para receber ordens do comandante sem poder questionar ou reclamar. - Continuava a história seguindo o caminho até o navio, observando os arredores e tudo que pudesse tomar como uma informação adicional, afinal de contas conhecimento nunca se é demais, principalmente quando se está em território desconhecido. - Logo o comandante era um grande filho da puta, e eu já não aguentava mais ter que ver sua cara mais um dia sequer. A solução foi acabar com a vida daquele maldito de uma vez por todas, alguns dizem que foi covardia matá-lo da forma que fiz, eu diria que nada mais justo para agradece-lo pelos bons anos de merda. - Olhava esboçando um sorriso de canto de boca.

- Se ver olhos pretos com íris vermelha como esses... - Apontaria para meus olhos abaixando um pouco a camada de pele para que ficasse bem visível. - Parabéns você acaba de encontrar um Farest, agora o que eu diria para você fazer? Não hesite em matar o desgraçado o quanto antes, ou ele fará isso com você. Nossas preocupações não são tão grandes pois minha recompensa ainda é baixa, mas eu provavelmente sou um caso especial e se me encontrarem a recompensa será o de menos, pode ter certeza. - Afirmava, lembrando no que realmente estávamos nos metendo, levando em consideração o grau de periculosidade do clã como um todo assim como a quantidade de homens que eles possuíam. Enfim, me distraia um pouco com aquela conversa, mas esperava que pudesse ter ajudado a clarear a mente do garoto e quem sabe traze-lo a uma realidade diferente da qual ele vivera.

Far:
 
Thank's [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]


____________________________________________________


Fala (#B22222 - FireBrick)
Pensamento (#4682B4 - SteelBlue)

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Buggy
Coringa
Coringa
Buggy

Créditos : 16
Warn : 2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 21 10010
Masculino Data de inscrição : 30/07/2015
Idade : 22

2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 21 Empty
MensagemAssunto: Re: 2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades!   2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 21 EmptySex 03 Fev 2017, 18:27


Post: Where: Wheater: Time:

O Falso




Ha! Se o Falso já não tinha meu interesse, agora ele o tem absolutamente. Não creio que ele se disfarçou e passou justo abaixo de meu nariz; realmente, esta pegou até mesmo a mim de surpresa. Um homem com esta capacidade de atuação, manipulação, disfarce... nada mal, nada mal mesmo. Este homem é habilidoso, quem sabe tão habilidoso quanto eu. Para me enganar com meus próprios truques, ele deve ter um dom. Haha, eu não vou esquecer dele! O Falso, eu te reencontrarei, cedo ou tarde. Temos algumas contas a acertar; não deixo uma pessoa me enganar assim, sem devolver o troco. Que maestria... talvez posso deixar meu orgulho de lado por um pouco, pra congratulá-lo. Foi uma boa jogada, e ele é um bom ator. Mal posso esperar por nosso reencontro.

Mas se há algo que não gostei, é essa atitude leviana comigo. Nos expulsaram pelo lixo, onde jogam a comida fora! Indigno, cruel, desnecessário, ridículo! Agora estão nos tratando como dejetos? Como meros escombros, restos? Posso admirar e respeitar aquele Falso, mas pode ter certeza que não me esquecerei disso, Denrold. Estou com ou contra vocês? Estas frases genéricas não me intimidam, Freya. Se eu for favorecer um reino, coisas como essa com certeza irão pesar. Isto é, se eu não decidir ir contra todos; ou, quem sabe, com todos. Tudo depende de... circunstâncias. Da vontade do Destino, de Deus.

Olhe só este beco nojento, horrendo! Como se fôssemos sub-humanos. Tsc, que vergonha. Os dentes cerrados, eu me ergueria, evitando contato com qualquer lixo que estivesse em volta. Francamente... De pé, limparia minhas vestes com as mãos, batendo para tirar a poeira e qualquer sujeira nojenta que houvesse grudado em minhas elegantes roupas. Sacudiria meus braços, quase um tique, para aliviar a raiva, e depois poria uma mão no bolso, para ver se a Carta do Coringa ainda está lá. Sinto ela pulsando... cada vez mais forte. Parece um chamado, e, se for, teimarei em não ouvi-lo, muito menos segui-lo. Que este lunático fique preso em seu mundo de fantasias.

Devidamente levantado, chutaria uma garrafa no chão, só de raiva. Nos jogar pelo buraco de lixo! Que loucura, que absurdo! Estes Denrold parecem não ter educação alguma! E Aaron, este jovem que quase estragou tudo lá em cima, já parece ter chutado o balde, assim como eu chutei a garrafa. Temos que escolher um lado? Ah, tenho que dar meu pitaco, pelo menos aqui.

Escolher um lado? Por que? Não devemos ver tudo em preto e branco, meu amigo. Não somos forçados a ir com eles, ou contra eles. Podemos muito bem fazer os dois... ou nenhum. Olhe só, não estamos sendo monitorados. E temos algumas pessoas aqui que podem servir para isso: o que acha de nos aliarmos aos Denrold, com uma faca atrás das costas? E, se houver uma casa inimiga a essa, como eu imagino... podemos nos aliar a essa também. No final, somos piratas. E nosso trunfo é... a liberdade de livre-escolha. Mas o que é liberdade, sem criatividade? Pensemos nisso, antes de fazer uma escolha precipitada.

Após o discurso, olharia a minha volta, notando o barco. Bom, pelo menos nos jogaram como lixo em um lugar ligeiramente favorável. Claro que isso está de longe de perdoar esta atrocidade que nos foi cometida, mas pelo menos me poupa um tempo inútil de caminhamento. Mas esta ilha promete. Afinal, com figuras tão proeminentes, as coisas tendem a ficar interessantes. Uma boa peça não pode faltar de bons atores, e, aqui, creio que temos isso de sobra. Só devemos dar início à trama; um pontapé inicial.

Agora é Bell quem começou a falar, a contar sua história, seu passado. Pode ser interessante para chantagem mais tarde, quem sabe. Então esse moleque pirralhento tem um nome grande, não é? Uma família gigantesca de caçadores de recompensas, nada mal. Parece que ele já tem umas ligações nada sadias com pessoas aqui da Grand Line. Mas, enquanto isso não me causar nenhum problema, não irei me preocupar com isso. Sou apenas um antigo homem de circo, e eu já exorcizei meus fantasmas do passado lá no farol.

Farest, não é? Não se preocupe, não ando tendo boas relações com caçadores de recompensa. Não penso que irei me aliar a pessoas desta laia por um tempo.

Caçadores de recompensa, ah, me lembra  clã Ant-Bullet, lá de Malkiham Island. Foram minhas primeiras vítimas, afinal, que morreram queimadas. COmo esquecer? Além disso, nunca gostei de caçadores: eles não têm ambição nenhuma, se submetem como cães às leis do Governo Mundial, e não fazem nada de útil, além de bater em piratas. Eles estão entre os homens de laia mais baixa, pelo menos no meu livro.

Tudo feito, com algumas histórias bônus em minha mente, eu começaria a andar até o barco, segurando a garrafa de vinho com uma mão, procurando Masimos com o olhar. Ele não deve ser tão dificil de ser encontrado, afinal, ele é um tritão roxo de quatro metros. Só espero que ele não tenha ido para a cidade para causar confusão; é tudo que menos precisamos por enquanto. Agora, temos que nos reencontrar, e pensar no nosso próximo passo. Não pretendo sair daqui sem fazer nada, e muito menos pretendo ser um dos perdedores.

No barco, se eu encontrasse Masimos e Reiko, eu lhes perguntaria, calmamente, um pequeno sorriso de canto no rosto:

Algo fora do comum enquanto estávamos por fora? Na realidade, vamos para o interior do barco, discutir um pouco melhor sobre este lugar.

E subiria na embarcação, para ir ao seu interior. Precisamos de um plano de ação, ou nós iremos para todos os lados, descoordenados. Como Freya mesmo disse lá na frente da taverna, temos potencial individual, mas nos falta poder coletivo. Podemos ser estranhos uns aos outros, mas se quisermos conquistar algo, seria melhor começarmos rapidamente a trabalhar em conjunto. Pelo menos por enquanto.







Histórico:
 



____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
ADM.Tidus
Duque Azul
Duque Azul
ADM.Tidus

Créditos : 65
Warn : 2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 21 10010
Masculino Data de inscrição : 10/06/2011
Idade : 27
Localização : 1ª Rota - Karakui

2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 21 Empty
MensagemAssunto: Re: 2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades!   2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 21 EmptySab 04 Fev 2017, 21:55

Dark Clouds

Marciano

Ainda no navio, o capitão pirata refletia sobre as palavras do convidado – ou talvez intruso fosse um termo mais apropriado. As informações eram superficiais e não revelaram completamente suas intenções, as peças estavam apenas começando a se movimentar. Quando questionado sobre o que achou do sujeito, Masimos respondeu de forma irônica, o que fez a felina abrir um sorriso sem graça. – Hahaha, você tem razão, mas... Aquele homem cheirava a morte.  – Sua expressão mudou,  como se tivesse percebido algo perturbador sobre o andarilho. – Enfim, não vá tão longe, os outros devem voltar em breve. – A mink se virou de costas e adentrou o interior do navio enquanto se espreguiçava um pouco, demonstrando certo cansaço.

Com a partida de Reiko, Masimos também começou a se movimentar, saindo do navio em busca de um local onde pudesse negociar um navio eventualmente. Durante sua caminhada o emissário refletia sobre os ultimos acontecimentos, até que algo chamou sua atenção, seus aliados saindo de um beco escuro.





Buggy, Far e Yami


O quarteto frustrado por ser expulso de tal forma começava a se limpar dos detritos, Aaron tentou encontrar a adaga deixada por Freya, mas a mesma não estava mais lá, como se tivesse desaparecido no ar, talvez mais um truque da gatuna? Seja como for não havia nem sinal de sua arma. A possível aliança que eventualmente poderia ser formada com os Denrold não agradavam a Nero e Bell, muito pelo contrário, eles pareciam mais interessados em apunhalar seus anfitriões pelas costas. Diana ouviu aquilo com muito cuidado, permanecendo em silencio, traição, aquela palavra sem duvidas dificultava ainda mais a relação com aqueles sujeitos estranhos que acabará de conhecer, lealdade parecia ser algo que desconheciam, afinal de contas o pistoleiro havia atirado em seu próprio capitão algumas horas atrás e agora já estava tramando um plano maquiavélico.

Após o resmungo e reclamações, o grupo começou a caminhar para fora do beco, durante a caminhada um dialogo sobre o clã Farest tinha inicio, aparentemente nem mesmo Nero sabia sobre essa história até o momento. Questionamentos eram feitos de um lado e respostas ditas do outro, até que o grupo finalmente saiu do beco e se deparou com algo mais do que o navio, Masimos, o tritão estava caminhando bem ali na frente naquele exato momento, o grupo finalmente estava reunido novamente.





Todos


Todos estavam reunidor – com exceção de Reiko  – bem próximos do navio, algumas pessoas passavam por perto sem dar muita importância para o grupo, outros olhavam com cautela e alguns cochichavam alguma coisa, nada relevante. O importante é que agora a cidade estava bem mais movimentada, as portas e janelas fechadas agora jé estavam abertas, uma dessas portas abertas era de uma pequena mercearia, diferente da taverna ela não possuía o simbolo dos Denrold, além de aparentar ser bem mais humilde.

Durante o encontro do grupo Nero questionou seu capitão sobre possíveis eventos inesperados. Um pouco mais afastado Aaron perguntava para Diana sobre o motivo de sua resposta para Freya, a navegadora olhou fixamente para seu companheiro, encarando-o por alguns segundos e apertou seu braço esquerdo com a mão direita. – Digamos que eu tenho um passado de que não gosto de lembrar... – Ela desviou o olhar por um instante. Nesse momento um garoto passou correndo por trás do grupo e tentou saquear o pistoleiro, batendo a bíblia que Blackwater carregava consigo, porém o garoto era surpreendido por um enorme tritão de quatro metros que lhe interceptava com seus braços largos, o garoto ia ao chão caindo de bunda. – Aaarrg! – O jovem retorceu o rosto e ergueu os braços. – Me desculpem, não me machuquem por favor! – O menino franzino se encolhia todo no chão, cobrindo a cabeça com os braços. Suas vestes não passavam de trapos sujos, seu cabelo era longo e cobria seus olhos e seu físico, bem, parecia que não comia a dias. Algumas pessoas que passavam por perto pararam para ver a cena de longe, porém ninguém interviu.






Em algum lugar na Grand Line...

As portas de uma mansão sombria se abriam, por ela um homem de estatura média e cabelos repicados passou carregando um orb vermelho em mãos, seu braço direito ostentava uma tatuagem tribal chamativa. Na sala onde o sujeito estava existia uma longa mesa de madeira fina, apenas uma cadeira estava sendo ocupada, a cabeceira.

Striker, eu estava esperando. – Uma voz vindo da cadeira virada de costas para a porta ecoou. – Soube que o projeto Sig falhou, é realmente uma pena.

Striker estava sozinho, parado bem na frente da porta. – Sim, por mais que o corpo tenha sido compatível o intelecto foi o problema. – Ele ergueu o punho e colocou o orb sobre a mesa. – Mas durante essa viagem eu encontrei algo interessante. – Em seu rosto um largo sorriso expos alguns dentes. – Masimos Titã Howker. – O homem atrás da mesa virou a cadeira para frente, olhando diretamente para Striker. – O que isso quer dizer? – Indagou o sujeito misterioso. – É um pirata novato em acensão, ainda é um diamante bruto que precisa ser lapidado, mas nós colhemos o seu sangue em sua breve estadia na serpente, o resultado saiu durante a viagem e, bem, acho que você vai gostar disso. – Striker removeu um papel do bolso e esticou bem, nele alguns dados cientificos estavam gravados, além de uma palavra bem grande em verde. – Positivo. – O sorriso em seu rosto se estendeu ainda mais, aparentemente eles tinham encontrado o hospedeiro para o projeto Sig. – Eu pensei em voltar e traze-lo conosco, mas ele ainda está verde, seria sábio esperar amadurecer antes de colher, acho que ele pode vir a se tornar ainda mais valioso em breve.

Você fez bem Striker, não esperava menos do meu braço direito. – Nesse momento a porta lateral da sala foi aberta lentamente. – Mas mudando de assunto, eu tenho uma nova missão para você... Entre, por favor.

Passos começaram a ser ouvidos seguidos de uma respiração pesada, como se estivesse sendo abafada por uma mascara. Em pouco tempo uma figura assombrosa passou pela porta, o mesmo estava vestido com um manto no estilo velho oeste, porém já aparentava estar bem gasto, sua cabeça era coberta por um chapéu da mesma cor do seu manto, a sombra em seu rosto impedia notar qualquer detalhe, com exceção dos olhos que brilhavam de forma intensa. Sua mão esquerda empunhava um revolver tão grande quanto seu antebraço e em volta do seu pescoço estava um crucifixo de prata, aparentava ser a peça mais nova dentre o restante dos seus pertences.

E esse seria? – Indagou Strinker, um pouco inquiero. – Este é nosso novo membro, já foi conhecido como um dos melhores pistoleiros desse mundo, era conhecido como Papaco, ou coisa do genero. – O sujeito atrás da mesa explicava. – Sua missão é leva-lo até o Necrotério, atualmente ela é protegida pelo PX-SNOW e outras criaturas mecha de Fish. É o local perfeito para nosso novo convidado, Snow ira ajuda-lo a se adaptar as suas novas habilidades, além disso a maioria dos hibridos são mantidos lá.

Fish esta ciente dessa coisa? – Strinker perguntou. – Mas é claro, essa é uma obra prima que ele mesmo criou, quando encontramos esse sujeito ele estava a beira da morte, seu corpo estava completamente dominado pela peste negra, além de possuir vários cortes profundos, é um verdadeiro milagre ainda estar vivo. Esse desgraçado é realmente durão, sua determinação é assombrosa. Willian viu potencial e salvou sua vida, não só salvou como realizou melhorias. – Sua cadeira virou para trás novamente. – Agora vá, precisamos nos preparar para o que virá a seguir, os ventos da mudança estão soprando.

Por fim Striker se retirava da sala seguido do pistoleiro trazido dos mortos por ninguém menos do que o gênio da ciência moderna, William Fish. Próximo a janela uma mulher ruiva estava sentada, sua presença só era relevada após a saída de Striker. – Al, fique de olho naquele sujeito que Striker comentou, veja se ele tem o que é preciso para ser um de nós. – A voz atrás da cadeira estava ainda mais grave, era quase como outro pessoa. – Como desejar, eu já estava ficando entediada aqui.


New Papaco:
 

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

Olá Convidado, seja bem-vindo ao One Piece RPG.
Links para ajuda: [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Yami
Super Nova
Super Nova
Yami

Créditos : 35
Warn : 2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 21 10010
Masculino Data de inscrição : 28/11/2011
Idade : 24
Localização : Far, Far Away ♫

2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 21 Empty
MensagemAssunto: Re: 2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades!   2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 21 EmptyDom 05 Fev 2017, 13:29




Mercy 



Mais um truque e, em um piscar de olhos, a adaga que antes eu havia jurado pegar, havia desaparecido. Ou eu não havia sido rápido o bastante ou talvez aquilo fosse planejado por Freya, que agora estava sabe-se lá aonde... Erguido, agora caminhava até a saída daquele terrível beco, esperando voltar para o terrível navio e, talvez, descansar um pouco antes de alguma ação. Foi quando Masimos passou diante de nós, caminhando para o desconhecido assim como nós havíamos feito. Ele deixou o navio apenas aos cuidados de Reiko? Acho que não foi muito prudente... Pensava, já querendo correr até lá e afastar o navio daquele lugar decrépito.

Foi quando, num súbito movimento, o tritão interceptava um rápido assalto por um garoto franzino. O encarava enquanto ele suplicava por sua vida, lendo sua história através de suas vestes. Eu poderia estar assim se não fosse por Vlad... Não, eu nunca imploraria pela minha vida. Eu sempre reagi. Me aproximaria calmamente, lendo ainda mais suas reações e, acima de tudo, tentando ver por trás de suas palavras. Enquanto alguns atacariam, outros usariam de outras armas. Cada palavra que ele solta tem caráter duvidoso... Chegaria perto de Masimos o suficiente e sacaria a minha adaga, deixando a lâmina brilhar a luz do sol. - Não abram a guarda. Já fui um desses e jamais estive indefeso. - Implicaria em todos fazerem o mesmo, nunca deixando brechas para o garoto reagir.

Se o garoto, após desmascarado, saltasse em cima de mim numa reação, me jogaria rapidamente para o lado de modo a sair da trajetória de seu golpe para que, ao me aproximar ao seu lado, fincasse a adaga diretamente abaixo de seu umbigo, para então fazer uma abertura lateral para deixar suas entranhas saírem pela abertura. - Você tem estômago, garoto. - Não que eu fosse o mais comediante que existisse, mas não poderia deixar aquilo escapar. Me afastaria depois do contra-ataque, deixando seu corpo cair ao chão. De qualquer modo, apenas o observaria a distância para que, então, me aproximasse de Masimos para, talvez, sugerir o que façamos.

- Esse tipo de gente é invisível aos olhos dos outros... E são rápidos e baratos. - Olharia então para ele, tentando me certificar de que não prestava atenção em minha conversa. Esperava que os outros pudessem "distraí-lo" enquanto isso. - Você não ouviu o que ouvimos, mas esse povo é "fiel" aos Denrold, ao rei Rakves. Se não mostrarmos lado nessa história e pedirmos ajuda dele para colher informações por onde estiver, podemos ter um bom informante... - Esperava que ele tivesse entendido tudo o que eu havia me referido. Bastaria alimentá-lo, tratá-lo como amigo e falar que não queríamos mal a ninguém, apenas informações e aquele garoto faria tudo com satisfação, como se tivesse ganho de uma loteria. Na minha época, eu mataria por um pedaço de carne.

Deixaria que o tritão reagisse a altura ao garoto ou até mesmo Nero, afinal ele havia sido o alvo da investida. De qualquer maneira, não participaria de um assassinato gratuito de um garoto daquele porte. Não me daria nada em troca, não me salvaria, não me daria dinheiro, não me satisfaria... Mas não iria tirar isso dos outros. Eu havia feito a minha parte em tentar achar utilidade a ele, portanto agora estava de mãos atadas. E, após tudo, caminharia de volta ao navio, esperando que pudesse ter um pouco mais de paz.

Histórico:
 


____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Conteúdo patrocinado




2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 21 Empty
MensagemAssunto: Re: 2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades!   2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 21 Empty

Voltar ao Topo Ir em baixo
 
2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades!
Voltar ao Topo 
Página 21 de 22Ir à página : Anterior  1 ... 12 ... 20, 21, 22  Seguinte

Permissão deste fórum:Você não pode responder aos tópicos neste fórum
One Piece RPG :: Oceanos :: West Blue :: Ilusia Kingdom-
Ir para: