One Piece RPG
2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 3 XwqZD3u


One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
InícioBuscarMembrosGruposRegistrar-seConectar-se
Últimos assuntos
» Hey Ya!
2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 3 Emptypor Takamoto Lisandro Hoje à(s) 01:02

» Sophia Aldebaran Rockfeller
2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 3 Emptypor ADM.Noskire Hoje à(s) 00:12

» Hitsujino Ukigumo Morone Antropfiev Nibelumgo Oam-oam
2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 3 Emptypor ADM.Noskire Hoje à(s) 00:07

» Laith Kinder, a Serpente Vermelha
2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 3 Emptypor ADM.Tidus Ontem à(s) 22:08

» A Ascensão da Justiça!
2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 3 Emptypor CaraxDD Ontem à(s) 21:29

» The Hero Rises!
2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 3 Emptypor Achiles Ontem à(s) 20:32

» Caçadoras Eternas: Almas entrelaçadas!
2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 3 Emptypor Fran B. Air Ontem à(s) 19:02

» A primeira conquista
2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 3 Emptypor Misterioso Ontem à(s) 18:35

» Azura V. Pendragon
2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 3 Emptypor ADM.Tidus Ontem à(s) 18:29

» Nova Ficha - Regina "Gina" Drake
2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 3 Emptypor ADM.Senshi Ontem à(s) 17:33

» Regina Drake
2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 3 Emptypor ADM.Senshi Ontem à(s) 17:31

» Capitulo II: Sangue e navalhas! O Golpe em Las Camp
2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 3 Emptypor Oni Ontem à(s) 13:44

» Art. 4 - Rejected by the heavens
2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 3 Emptypor Ryoma Ontem à(s) 06:47

» Que tal um truque de mágica?
2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 3 Emptypor Kenshin Himura Ontem à(s) 03:17

» O catálogo continua, Baterilla a cidade da beleza
2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 3 Emptypor maximo12 Ontem à(s) 00:00

» Apresentação 6 ~ Falência Bombástica
2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 3 Emptypor Licia Sex 27 Nov 2020, 23:32

» Seasons: Road to New World
2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 3 Emptypor Volker Sex 27 Nov 2020, 22:37

» Vol 1 - The Soul's Desires
2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 3 Emptypor Arthur Infamus Sex 27 Nov 2020, 22:08

» VIII - The Unforgiven
2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 3 Emptypor GM.Alipheese Sex 27 Nov 2020, 22:00

» The One Above All - Ato 2
2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 3 Emptypor CrowKuro Sex 27 Nov 2020, 20:53



------------
- NOSSO BANNER-

------------

Naruto AkatsukiPokémon Mythology RPG
Naruto RPG: Mundo Shinobi
Conheça o Fórum NSSantuário RPG
Erilea RegionRPG V Portugal
The Blood OlympusPercy Jackson RPG BR
A Song of Ice and FireSolo Leveling RPG
Veritaserum RPGPeace Sign RPG
Pokémon Adventure RPG

------------

:: Topsites Zonkos - [Zks] ::


 

 2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades!

Ir em baixo 
Ir à página : Anterior  1, 2, 3, 4 ... 12 ... 22  Seguinte
AutorMensagem
Skÿller
Agente em Treinamento
Agente em Treinamento
Skÿller

Créditos : 10
Warn : 2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 3 10010
Masculino Data de inscrição : 10/08/2015
Idade : 25
Localização : Entre a faca e a parede

2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 3 Empty
MensagemAssunto: 2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades!   2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 3 EmptySeg 18 Jul 2016, 19:54

Relembrando a primeira mensagem :

2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades!

Aqui ocorrerá a aventura dos Piratas Bell Farest  e Masimos Titã Howker. A qual não possui narrador definido.


____________________________________________________

~Fala~
~Pensamento~

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

Sabe por que caímos?
Para aprendermos a levantar.
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]


[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo

AutorMensagem
Far
Pirata
Pirata


Data de inscrição : 05/07/2015

2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 3 Empty
MensagemAssunto: Re: 2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades!   2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 3 EmptyQui 28 Jul 2016, 07:23

loose ends
Minha parte já estava feita, acabei por fazer todo o trabalho de limpeza devido aos ferimentos do tritão, mas o importante é que o combate chegava ao seu fim, independente do que houvesse acontecido ou deixado de acontecer. Porém Massimos apesar de estar machucado se recusava a me acompanhar até o hospital, e de fato não estava errado, o risco era grande após terem descoberto nossa localização, mas continuar sem tratamento era algo que poderia lhe proporcionar complicações posteriormente, entretanto não iria forçá-lo a nada e acabava por desistir da ideia. O tritão como esperado ainda estava irritado com o homem que havia começado isso tudo, e não o culpava por isso, deixava que seguisse seu caminho a vontade. Enquanto isso, ainda haviam assuntos a serem tratados no andar de cima, na verdade era mais um desejo pessoa, um dos soldados havia ficado para trás em um dos quartos e poderia ser um problema posteriormente, então preferia não arriscar.

Masimos já descia as escadas aos gritos e eu não pretendia ficar para trás, sendo assim voltava minha atenção para o devido quarto que o marinheiro se escondera, e prosseguiria até lá passo a passo, antes de entrar até batia na porta como se avisasse minha chegada. Já não estava mais tão preocupado nessa ocasião, mas ainda mantinha minha espada em mãos para possibilidades adversas, apesar de que não o julgava apto para uma batalha após ter seus parceiros dilacerados por minha lâmina em especifico, o que, em minha concepção, apenas lhe deixaria mais apavorado. Além disso ainda havia o fato de ter sua espada quebrada devido a resistência do tritão, algo que passava a ser bem conveniente, e apenas me relaxava ainda mais, enquanto entrava lentamente nos aposentos e abria um sorriso malicioso, que logo se tornava um semblante sério.

Esperava encontra-lo já de cara, mas se não fosse o caso procuraria por todo o canto até identificar sua presença, e assim que o fizesse me aproximaria dele erguendo a espada na direção de seu pescoço, esperando que ele entendesse sua situação. Acreditava que apenas estando armado já retiraria o ânimo restante do indivíduo, mas se não fosse o caso apenas desviaria para o lado ao ver seus ataques, deixando que o mesmo passasse direito para que só então pudesse derrubá-lo com o cabo de minha espada. Independente da maneira que acontecesse aproximação, derrubaria o sujeito no chão imobilizando suas mãos com a sola de meu sapato, ficando a espada no chão e por cima dele já estava mais que provado quem estava no comando ali, portanto apenas iria prosseguir para meu real interesse sem demais explicações.

- Como nos acharam e quantos marinheiros foram mandados para cá? Falava aproximando minha face para forçá-lo ainda mais. - Você sabe o que vai acontecer se não falar, certo? - Apenas falava despreocupado, não me importava sua decisão, esses marinheiros já estavam enchendo minha paciência, então se não estava disposto a cooperar passava a ser descartável.

Caso o homem decidisse falar acompanharia suas palavras atentamente esperando conseguir alguma informação útil, pressionando-o ainda mais com o olhar para que contasse tudo que sabia, afinal de contas nunca se sabe o que podem estar escondendo, mesmo em uma situação dessa. Se a situação se desenrolasse dessa forma, apenas retiraria minha espada do chão e meus pés que prendiam suas mãos, rolaria seu corpo para o lado e então com o cabo da espada lançava um golpe em sua nuca com a intenção de desmaiá-lo. Desse modo iria me aproveitar dos possíveis itens encontrados naquele quarto, tomando em mãos um lençol para enrolar o tal marinheiro e leva-lo até o andar de baixo sem riscos. Mas se infelizmente não acontecesse dessa forma, apenas lhe apresentaria meu golpe de misericórdia, desferindo uma estocada contra seu peito, sem dó.

De um jeito ou de outro desceria as escadas, seja arrastando um corpo comigo ou descendo sozinho, procurava me reagrupar com o tritão e ver como andava a situação lá em baixo, até porquê não havia mais nada para mim nesse segundo andar. Assim que chegasse lá podia ver um novo grupo de marinheiros se aproximando, e nesse momento tudo que vinha em minha mente era um suspiro que chegava a transparecer em meu corpo. Entretanto Massimos parecia estar pensando em alguma coisa e me pedia para que descansasse, não que eu precisasse, mas conseguia entender seus desejos naquele momento, sabia que na verdade apenas não queria ficar para trás. A luta poderia ser realmente desfavorável e os números não lhe favorecerem, mas como já estava farto de tanto branco e azul em um dia deixava que ele lidasse com esses, além do mais o tritão também queria mostrar seu valor, e admirava isso em sua personalidade.

Desse modo sem falar nada apenas me sentaria no último degrau da escada, acomodando meu corpo sobre todo o degrau guardando minha lâmina, em seguida posicionando o corpo do marinheiro desmaiado ao meu lado se por um acaso estivesse comigo ainda, e assim passava a observar a batalha. Sabia que meu companheiro estava ferido e isso poderia ser um diferencial, mas não se preocupava com ele nesse momento, precisava depositar minha confiança em seu potencial, e portanto deixaria que o mesmo provasse do que era capaz. Mas se algum momento um dos marinheiros esboçasse um ataque contra mim, precisaria me levantar e afastar-me subindo as escadas para evitar o foco, não planejava lutar, porém se isso acontecesse seria inevitável começar a pensar em uma estratégia.
Thank's [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

Voltar ao Topo Ir em baixo
Kekzy
Tenente
Tenente
Kekzy

Créditos : 63
Warn : 2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 3 10010
Masculino Data de inscrição : 06/11/2013
Idade : 22
Localização : Utopia - 7ª Rota

2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 3 Empty
MensagemAssunto: Re: 2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades!   2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 3 EmptyQui 28 Jul 2016, 19:24

Página 2 ⁞ Post 03 ⁞ Status: Normal


[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.][Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
Ilusia, My Kingdom

Talvez eu tenha me precipitado em ser irreverente para com o atendente. Ele não parece uma pessoa de poucos modos, de toda maneira. Em uma próxima oportunidade lembrarei de prestar boas etiquetas em seu respeito.

Não demorei muito para encontrar Sara e seu pai, o que me guiou para sentar na presença de ambos. Por infortúnio, não como eu queria, uma vez que a pessoa ao meu lado era o ilusionista e não a beldade que era a sua filha. Senti-me um pouco depressivo, mas restava a mim, por consequência, aceitar. O homem ao meu lado devia estar de olho em mim, é claro, a sua única que filha que viajava com ele, é indubitável que ele tenha medo de perde-la para qualquer marmanjo que apareça por ai, levando-o a ficar sozinho. Você pode se acostumar com a solidão, mas no fundo ninguém é capaz de gostar dela.

Outro ponto para abordar, é que me encontrei com meus preconceitos sobre tavernas, e eles foram confrontados com a situação atual. Minha visão sobre a mesma mudou um tanto, continuo não sendo um fã desses estabelecimentos, mas aqui parece ser diferente. Pelo que consegui observar com minha perspicácia, estou rodeado de nobres e aristocratas, afundados no dinheiro, nadando em veios de ouro e prata. O que me levou a concluir isso? As jóias que eles não hesitam em deixar bem expostas, se fosse traduzir suas intenções em palavras seria algo do gênero "Eu sou rico, olhem para mim, sintam inveja e me apreciem". Apesar de achar essa linha de raciocínio fútil, compreendo eles, assim a maioria deles cresceram, assim se comportarão, quantos aos outros, são meros reprodutores do estilo da nobreza. Além do supracitado, o modo como eles falam e suas posturas denunciam suas origens. Para completar, não há bêbados insólitos aqui, o que me agrada muito. Se Nero visse isso, com certeza ideias insanas passariam por sua mente, aliás, acho que o homem só pensa em fama e dinheiro.

Em falar dele, onde o homem foi parar? Ele estava comigo há pouco, não será possível que ficou para trás e foi chutado para fora da taverna, será? Mesmo tendo passado pelo mesmo, não consigo conter o riso, ele deve estar debaixo de uma tormenta, tremendo até a alma, ninguém o avisou que ele pode morrer congelado? Eu gosto do felizardo, mas chega a ser hilário. Eu devia ir ao seu encontro? Devia. No entanto, ele dará um jeito de entrar, não deve ter sido nada grave, logo estaremos aqui na mesma companhia.

Finalmente, o rapaz de outrora me abordou, atentendo meus pedidos. "Ser côrtes", lembrei.

Antes de tudo, me perdoe as poucas maneiras de agora há pouco, foi um longo dia. Gostaria do melhor prato que tiver a me oferecer, com o melhor vinho disponível. Poderia me atualizar da situação da ilha também? Informações serão bem recompensadas! — falaria ao cavalheiro.

Enquanto aguardaria, faria algumas buscas por informações com as pessoas ali presentes. Não estava com paciência para perguntar de um em um, o Nero era melhor quando se tratava disso. Logo, me pronunciaria.

Senhoras e senhores, gostaria de aquecê-los nessa noite fria, fazer o calor tomar conta de vocês, meu nome é Shira, ofereço compor a melhor canção que já escutaram para a dama que me oferecer alguma informação valiosa sobre a ilha, a de maior relevância ganhará essa sutileza. Estou viajando por essas bandas e preciso me situar, de escárnios a fatos, aceitarei tudo. — falaria em voz alta, com a delicadeza natural de minha voz e me portando que nem os ali presentes, deixando o violino exposto para que vissem em minhas mãos.

Essa gente "aprecia" a música, gosta de falar que entende sobre ela, apenas uma questão de status que os promove como "intelectuais". Aliado a isso, eles tem um fraco por falar mal dos outros, me interessava esses pormenores. Tinha certeza que adeririam a minha ideia, dada as suas naturezas.




Off:
 







____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.][Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Takamura
Civil
Civil
Takamura

Créditos : 3
Warn : 2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 3 9010
Masculino Data de inscrição : 03/06/2016
Idade : 22

2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 3 Empty
MensagemAssunto: Re: 2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades!   2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 3 EmptySab 30 Jul 2016, 11:58

Sargento Yagami!



Nero estava ardendo em fúria, a raiva tomava conta de seu corpo e tudo por culpa do homem de cabelos vermes, ser expulso duas vezes era algo insultante demais para o ilusionista. Como resultado só havia uma coisa na cabeça do homem, vingança, era tudo que ele queria e não se importaria com as consequências dos seus atos.

Os pensamentos do Gênio era acompanhado com os pingos da chuva e com o passar do tempo, a estrategia estava finalmente pronta e isso era denunciado com um sorriso que posteriormente se transformava em uma risada maléfica. Uma tempestade estava por vir, algo assustador e não era sobre o clima já que o caos ira acontecer dentro da taverna.

Com tudo pronto em sua cabeça, o mesmo começava a fazer as preparações e no entanto antes deixava sua jaqueta num canto consequentemente molhando por causa da chuva. Então verifica se a sua pistola estava carregada e como isso era positivo, colocava dentro de uma das magas e logo em seguida era a vez do isqueiro ser escondido. Enquanto isso, Shira mudava sua opinião em relação ao garçom visto a forma respeitosa que se dirigia sobre a sua pessoa.

Apesar do garoto não gostar de sentar ao lado do velho, acaba por entender o motivo de nunca deixar a sua filha sozinho e com essa descoberta decide aceitar o seu destino. Logo em seguida, decide analisar tudo aquilo em que seus olhos viram e como conclusão percebe toda a riqueza daquele lugar e não pararia por ai já que toda a ilha contém só esse tipo de pessoa. E também se preocupava em relação ao seu companheiro uma vez que achava que ele apenas queria fama e dinheiro.

E com isso finalmente percebe a ausência de seu parceiro e como resultado fica rindo da situação do mesmo. Mal sabia o rapaz que algo horrível estava preste a acontecer e nesse momento num local mais distância chegava o fim de uma grande luta, mas mal sabia os piratas que era apenas a primeira parte.

Masimos analisava a situação e mesmo sabendo do incomodo passado novamente deixa em cargo de seu parceiro demonstrando uma grande confiança no mesmo e em sequências desce as escadas encontrando um corpo morto no chão, todavia aquilo o entristecia, não por ele ter morrido e sim por não for ele quem matou. O seu desejo em entregar um presente para sua amada era enorme e então teria mais uma chance, na realidade sete.

Assim que chega perto da entrada do hotel e percebe os novos inimigos consequentemente trazendo algumas duvidas para o tritão cujo seriam esclarecidas momentos depois. Novamente, o homem-peixe se perdia em meio a pensamentos e antes de enfrentar seus inimigos falaria algumas palavras para o seu parceiro que estaria naquele local momentos depois.

Antes de Howker mencionar algumas palavras,  Bell não gostava da ideia de seu amigo sair por ai sem tratamento, contudo sabia que não podia impedi-lo e com essa decisão em mente se dirige até o quarto onde supostamente taria o soldado que denunciava a localização dos mesmos segundos atrás. Como um verdadeiro demônio bateria na porta e posteriormente entraria com um sorriso mais aterrorizante ainda, todavia não encontrava o soldado e uma busca começava.

Porém nem vestígios do marinheiros poderia ser achado, mas todavia podia notar uma janela aberta consequentemente com o chão abaixo totalmente molhado e mais adiante uma arvore que poderia denunciar a forma que fugiu. Farest não esperava por isso e então apenas deixava o homem escapar e então sem mais demora descia as escadas logo depois se sentando num dos degraus ao mesmo tempo que refletia em relação as palavras de seu companheiro.

Enquanto isso na taverna, Blackwater entrava na taverna pela terceira vez e finalmente conseguia sem interrupções, todavia a cada passo que se dirigia até o bar todos ficavam olhando para o mesmo. Quando finalmente chegava no seu destino, decide soltar algumas palavras para o garçom posteriormente esticando seu braço e como um homem nobre, aceitaria o pedido de desculpa. -Eu que peço desculpa senhor, não era para trata-lo daquela maneira mas temos regras.. sua fala era interrompida quando o ilusionista atirava em direção ao seu alvo.

Mas algo estranho acontecia, a lampada estourava e quando as luzes de emergência foram ligadas estava Nero ajoelhado no chão com as mãos aonde ficam a laringe. Duas se localizavam atrás e acima do balcão a uns oito metros do derrotado na parede e outra dupla em cima da porta, todas eram pequena e nesse caso taria uns sete metros e então -Foi revelado outro roedor? Dizia o homem de cabelos esmeralda com um sorriso no rosto. Os nobres e marinheiros que estavam no lugar seguiam a rotina normal como se nada tivesse acontecido.

-Sargento Yagami, acho que descobrimos mais um arruaceiro! Dizia um dos marinheiros rindo e consequentemente fazendo todos os outros dos bares rirem também. -Deve estar se perguntando o que aconteceu né? Eu desviei desse seu disparo que acertou a lampada acima e então acertei diretamente nas suas cordas vocais, tente falar para testar. O marinheiro falava com os braços cruzados enquanto olhava o ilusionista no chão e graças a sua própria explicação pode fazer Nero perceber que não podia falar.

Estranhamente não doía e apenas impedia de dialogar cujo talvez seria porque os golpes do sargento não eram fortes, todavia precisos. Enquanto isso, Yagami deixava seu oponente no chão e se dirigia até Shira na qual falava com o mesmo - Certo senhor vou trazer e sobre a ilha, bom.. meus companheiros marinheiros estão em processo de captura do Emissário da morte e Lâmina Demoníaca cujo se hospedaram num hotel e esse aqui no chão deve ser um companheiro dele, você deve ter sido enganado. Respondia a pergunta do garoto enquanto virava as costas para pegar a refeição do mesmo.

O ilusionista e a filha do mesmo apenas observavam sem falar nada. - Ei se levante e de uma diversão para nosso sargento, mas vou te dizer uma coisa divertida.. não é a primeira vez que alguém cai nessa armadilha. Dizia outro marinheiro que estava perto de Blackwater. O homem por sua vez estava estático no chão sem nenhum movimento, talvez por estar assustado e depois de alguns minutos Yarin pronunciava algumas palavras enquanto tirava seu violão das costas.

-Informações? Esse menino é curioso mesmo, eu posso dizer que a ilha é a mais segura de todas como pode ver anteriormente.. Quem falava era uma mulher, todavia era interrompida por um marinheiro - Por vós e pelo governo, alguém gostaria de me acompanhar num brinde?! era uma voz conhecida como se já tivessem ouvido, o mesmo esperava por um brinde já que pensaram que tinha pego mais um criminoso e então apenas aguardavam o começo de um suposto show proposto pelo lutador de taekwondo, mas antes o garçom voltava com um vinho da mais alta qualidade e um prato constituído de uma bisteca, arroz, alface, beterraba e cenoura cortadas aonde posteriormente o marinheiro colocava na mesa - Bom apetite.. o homem falava com um sorriso no rosto que demonstrava que gostariam do prato e então se dirigia até a porta com os braços cruzados olhando para o criminoso.

Enquanto isso, mais uma luta acontecia num lugar distante e era um tritão contra sete marinheiros. A chuva continuava forte e entregava qualquer movimentação suspeita ao redor do gigante roxo e graças a sua audição aguçada pode notar alguns passos ao lado do lugar escondido nas sombras, seria o marinheiro que Farest deixou escapar segundos atrás? Um civil curioso? As opções eram enormes e sem mais delongas, os participantes do confronto se encontravam.

-Sim, quinze milhões.. Emissário Da Morte!! As últimas palavras sairiam num grito juntamente com uma voz que dizia ''Vou captura e subir de patente''. Quem respondia era um gatuno que daria um passo a frente dos demais cujo era um espadachim, dois boxeadores e três lutadores de Taekwondo. Então o tritão analisava os seus oponentes que aproveitavam dos segundos para colocar as soqueiras com espinho, a espada da bainha e as adagas na mão do sujeito que falou minutos atrás.

O primeiro a avançar era o gatuno e apenas os boxeadores partiam para cima, o mesmo procurava fincar uma das adagas no peito do tritão, todavia o monstro estava preparado para contra-atacar com um golpe poderoso e no entanto o marinheiro defende com a adaga. Infelizmente para o soldado o ataque era poderoso e quebrava a mesma, a unica coisa que ajudava era evitar o golpe. Os dois pugilista pulavam para acertar um direto em direção ao rosto do tritão que apenas ficava esperando os golpes acertarem e contudo focando seu alvo no soldado que recebia uma ofensiva poderosa no pescoço consequentemente furando e caindo no chão morto.

Essa cena foi mais do que o suficiente para atingir a ira dos marinheiros que estavam com seus punhos perto de acertarem o local e quando finalmente alcançavam tentavam inutilmente acertar a cabeça já que os espinhos quebravam, todavia permitiam que pelo menos empurravam o crânio de Howker um pouco para trás sem ferimento nenhum. Mas esse momento, era tudo o que o espadachim queria para executar um corte na diagonal.

Contudo, o tritão demonstrava todo o seu poder quando bloqueava a lamina pela primeira vez sem quebrar demonstrando a equivalência da ofensiva do oponente e então faria sua próxima vitima quando acertava uma cotovelado no coração com o seu braço livre consequentemente fazendo o coração parar de bater devido o impacto. Isso tudo aconteceu em segundos, os pugilistas finalmente encostavam os pés no chão e rapidamente se afastavam do adversário enquanto um segundo corpo a frente do homem-peixe caia juntamente com sua arma no lado.

Masimo então dizia algumas palavras para os mortos e em sequência para os marinheiros restantes. -Ele é mais forte do que esperávamos, temos que usar aquela estrategia! Um dos boxeadores cochichava para o resto dos sobreviventes. Por causa da chuva que molhava as roupas de todos do lugar, começaria a ficar pesado exceto para o tritão que adorava sentir o gosto da água em sua pele, todavia a dor em seus ferimentos aumentavam de forma que impediria de andar ou correr e deixaria mais lento os bloqueios nos locais que foram feridos anteriormente. O que farão a seguir?
Monstro:
 

Far:
 

Buggy:
 

Kekzy:
 

Voltar ao Topo Ir em baixo
Buggy
Coringa
Coringa
Buggy

Créditos : 16
Warn : 2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 3 10010
Masculino Data de inscrição : 30/07/2015
Idade : 22

2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 3 Empty
MensagemAssunto: Re: 2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades!   2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 3 EmptySeg 01 Ago 2016, 01:14


Post: Where: Malkiham Wheater: Time:

Mudo




Argh... Minha voz... Minha preciosa voz... Como ele pôde! E como eu pude cair em uma armadilha ruim como essa! Já vim nesta ilha centenas de vezes, e nunca vi uma taverna assim! Deus, estou cercado, preso, encurralado... Nem matar o taverneiro foi possível. Ele conseguiu desviar de um tiro a queima-roupa, e ainda contra-atacar no meu ponto forte... Estou desarmado de meu trunfo, e agora tudo recai sobre o improviso. Mas pensar não está sendo fácil, pois a raiva conservada apenas dobrou! Fui controlado e manipulado desde o início, fui feito de palhaço, de idiota! E agora estou sendo considerado como um mero arruaceiro, aliado de dois idiotas que eu nem conheço! Falando em aliados, por que Shinra não fez nada? Ele está me traindo? E o ilusionista com sua filha? Lentamente, minhas veias começam a pular mais forte, até o ponto de uma delas saltar em minha testa. Todos esses tolos devem queimar, para já irem se acostumando ao inferno! Como puderam me fazer de tolo, de marionete! Eles devem pagar! Estou mudo... Deus, será que minha voz irá voltar? Um ator mudo não vale nem um centavo... Será? Estou com medo ódio ao mesmo tempo, tanto que minhas mãos tremem de agonia. Deve ser essa a sensação experimentado pelos prisioneiros. Mas eu nunca serei um deles! NUNCA! Vou quebrar minhas correntes e me vingar dos que me humilharam!

Acalme-se Nero! Estou ficando louco? Não posso ser guiado por meus instintos tão facilmente! Tenho que pensar... Sempre há uma válvula de escape, não importa quão tensa esteja a situação. Vejamos, por alguma razão, eles não me algemaram, nem me feriram. Meu corpo ainda está intacto, a não ser pela voz. Ainda não estou completamente na desvantagem! Apenas tenho que... refletir e planejar. Isso! Vamos lá, o que eu posso usar nessa maldita taverna infestada de pragas? Luzes de emergência... se eu apagar elas também, o lugar deve ficar banhado no escuro, contando com o céu coberto. Isso deve funcionar, mas eu não sou nada furtivo, e não conseguiria escapar ou me esconder. Pode ser uma opção, mas não pode ser a central. Vamos ver, ainda tem as bebidas que estão na prateleira... Não consegui atear fogo ao assoalho na primeira vez, então eles não imaginam que eu possa fazer isso. Estas são as únicas da taverna  que são dignas de nota, creio eu. Droga, isso é muito pouco! Deixe-me ver agora o que eu tenho que possa ser de bom uso... O isqueiro, claro, é vital. Hehe, parece que eu ando gostando demais do fogo. Eu tenho um saco vazio, que vai ser bem inútil agora, assim como a pena... Mas talvez o tinteiro sirva para algo. Consigo cegar alguém facilmente com isso, e deixar o solo escorregadio. As algemas, porém, não vejo nenhuma serventia nelas. E, é claro, tenho minha pistola.

Por fora, meu rosto estaria pasmo, neutro. Seria como se eu houvesse desmaiado por qualquer razão que esses malditos marinheiros arrogantes possam imaginar. Minha boca estaria aberta, um pouco de saliva escorrendo, e meus olhos vazios e inexpressivos. Eles devem me deixar quieto por algum tempo assim. O tempo suficiente para eu bolar algo. Vamos lá, vamos lá, preciso pensar em algo! Luzes de emergência, bebidas, fogo, tinteiro, saco, garrafas... Alguma coisa deve sair daqui! Droga, a pressão não está me ajudando em nada! Pense, Nero, pense! Fogo, luzes, bebida, tecido, pistola! Fogo, garrafa, tecido! Coquetel molotov! Pistola e luzes! Escuro! Tinteiro e saída... fuga!

As ideias voavam em minha mente como balas, e deslanchavam a toda velocidade, criando pouco a pouco as peças do plano. O mundo realmente é um grande quebra-cabeça, e é só preciso saber montar corretamente. Hehehe... Esses marinheiros acham que são bons nesse jogo, mas eu sou um mestre na improvisação! Eles vão logo aprender que esse velho aqui ainda tem alguns truques em sua manga! Afinal, um mágico que se preze sempre tem alguns!

Primeiramente, tentaria chamar a atenção de Shinra com meu olhar. Logo que fizesse contato visual com o garoto, eu faria um sinal para as garrafas que estão atrás de mim. Ele é um garoto esperto, e com certeza vai entender o que quero dizer; afinal, foi assim que matamos os caçadores do Ant-Bullet lá em Malkiham. Faria aquilo brevemente, tentando assim evitar que os marinheiros reparassem qualquer coisa. Se o moleque entendesse meu sinal, ele iria pegar as garrafas e daria algum jeito de derrubá-las. Eu estaria atento todo esse tempo, mas ainda com uma expressão nocauteada e vazia. Assim que visse as garrafas caindo, eu sacaria minha pistola, porém de uma maneira mais discreta: eu estou deitado, então, passaria minha mão por baixo de meu corpo tombado, e, aproveitando o barulho de vidro se estilhaçando, eu atiraria rapidamente nas luzes. Dois tiros precisos cuidariam das duas lâmpadas acima da porta. Logo em seguida, eu me levantaria ligeiramente e atiraria nas duas restantes.


[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

Se alguém tentasse me atacar enquanto eu apagava as luzes, eu rolaria para o lado, desviando dos golpes ou tiros. Só preciso conseguir apagar as luzes, que tudo ficará mais fácil... Assim que o local estivesse envolto na escuridão, assim como eu gosto, seria a hora de partir para a ação. Sem muito alarde, me levantaria, a pistola na mão direita e o isqueiro na outra. De pé, eu correria até a poça de álcool, e ataria fogo nela, acendendo o isqueiro sobre o líquido inflamável. Deixaria as chamas lamberem o líquido, se espalharem e tomarem conta, pouco a pouco, do assoalho da taverna, das paredes, do teto. O fogo brilhante reluziria em meus olhos, que seriam como espelhos. Claro que eu tomaria cuidado para não me queimar com as labaredas que surgiriam; não estou neste nível de estupidez ainda.

Claro que, eu estando no meio de uma dezena de inimigos, tenho que estar pronto para receber golpes. Com o escuro, minha visão seria prejudicada, até que as chamas apareçam, então eu teria que tomar um cuidado especial com meus arredores. Eu me concentraria sobretudo nas sombras e nas silhuetas para prever as movimentações dos marinheiros. Com base nisso, eu tentaria desviar como pudesse de qualquer golpe: caso me atacassem verticalmente, eu poria o pé oposto ao adversário para trás, dando uma "gingada", e logo em seguida eu pularia para longe dele, continuando minha corrida. Se algum deles atirasse algo em mim, assim que eu ouvisse o som de tiro, eu jogar-me-ia ao chão, de costas, deslizando em direção de onde eu almejaria ir. Se o golpe que viesse a mim fosse horizontal, eu faria exatamente como a esquiva do tiro, escorregando no assoalho, enquanto estaria quase deitado, meu cotovelo servindo de apoio. Saber cair sem se machucar é uma regra de ouro no teatro. Assim que a deslizada estivesse encerrada, eu me reergueria, continuando a fuga. Agora, se o golpe fosse uma estocada de algum tipo, eu apenas curvaria meu tronco para o lado oposto do agressor, continuando a correr.

Eu miraria alcançar uma janela após ter acendido a poça de álcool. As chamas tendo tomado conta da taverna, eu aproveitaria o caos para me esgueirar para longe daquela peça trágica. Assim que chegasse perto de minha querida válvula de escape, eu pularia sobre ela, sem perder tempo para abri-la, aproveitando o impulso para quebrar o vidro. Se ela já estivesse aberta, bem, faria o mesmo, pelo menos sabendo que a sorte finalmente me ajudava. Finalmente fora daquele ninho de víboras, eu continuaria a correr, mas me permitindo de olhar para trás: eu procuraria pelo garoto, Shinra, e também pelo ilusionista. Se eles não estivessem na minha vista, eu devo admitir que eu ficaria bem chateado; afinal, espero que nossa parceria dure um pouco mais! Mas meu olhar, além de rastrear amigos e inimigos, também serviria para eu apreciar, contemplar a beleza sublime de meus feitos. O fogo... mesmo sob a chuva, ele deve queimar todo o interior. E ver todos que me opuseram queimarem traz uma sensação... satisfatória. Eu abriria um sorriso ligeiro, e tentaria gritar, enquanto continuaria a correr, se minha voz houvesse sido recuperada, por Deus que ela esteja bem novamente:

E as cortinas se fecham, sargento Yagami!

Chamar a atenção assim não seria a coisa mais sábia a se fazer nessa altura do campeonato, mas o que posso fazer? Um homem horrível como aquele merece uma boa zombaria enquanto ele queima, e ganha um bilhete só de ida para o inferno.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]





____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Marciano
Emissário da Morte
Emissário da Morte
Marciano

Créditos : 48
Warn : 2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 3 6010
Masculino Data de inscrição : 15/09/2014
Idade : 26
Localização : Na Monstrolandia...

2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 3 Empty
MensagemAssunto: Re: 2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades!   2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 3 EmptySeg 01 Ago 2016, 17:19

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

~ Único modo razoável de se viver neste mundo é sem Regras ~

O marine respondia para o tritão sobre sua recompensa e alcunha. Emissário da morte era proferido da boca do marinheiro, o apelido realmente fazia jus a relação que Howker possuía com a deusa da morte. Sua recompensa realmente era mediana, não era algo a se gabar, mas mesmo que fosse, Masimos não faria algo tão simplório como: bravatear.

O combate vinha após um grito que expressava e ecoava esperanças, porém, tais homens que justificavam suas ações como: justiça e ordem! Apenas adiantava sua morte, pois enfrentar o escolhido não era algo fácil a se fazer. Sim, a recompensa era chamativa, mas vinha aquela dúvida! Quanto maior a recompensa, maior o perigo e poder do procurado! Algo relativamente normal, pois se não fosse assim, porque diabos a marinha iria colocar valores altos por meros homens. Masimos mais uma vez demonstrava ser de fato o apostolo da deusa, o escolhido a triunfar mesmo diante a tantos homens, suas pernas jamais tremeriam, suas mãos jamais recuariam e seus espirito jamais desistiria.

O tritão havia tido êxito em utilizar sua técnica, mas apesar do gatuno tentar bloquear, havia como resultado destruído sua adaga. Em seguida outro marine partia em direção ao tritão, Masimos utilizando de suas habilidades mentais e físicas, resistiu ao golpe e ainda contra-atacou derrubando o primeiro marinheiro literalmente e pela última vez, pois o mesmo estava morto. Os boxeadores tentavam acertar a cabeça do tritão, numa tentativa de causar-lhe danos internos, porém a excepcional resistência física do pirata mais uma vez mostrava-se eficaz ao ser apenas empurrado sem qualquer dano.

O espadachim esperava por uma brecha para atacar e ter certeza que iria ferir o tritão, dito e feito, o marine percebe uma oportunidade e visa fatiar o homem peixe. Porém, Masimos possuía sentidos extremamente apurados, o que acarretava em um bloqueio perfeito. Logico que a espada não havia se quebrado, mostrando que o dono e a arma eram unidos e relativamente habilidosos. “Hm... nada mal! Porém... ” Howker pensou ao agilmente contra-atacar o adversário sem dar chances de o mesmo tentar outro corte. Uma cotovelada rápida e forte mirando o coração do marine era desferida e acertada perfeitamente. O conhecimento em combate realmente proporcionava grande vantagem, pelo menos para aqueles que sabiam como utilizar assim como o tritão.

Mais um havia morrido, dois marines estavam mortos e isso mostrava que números jamais superariam qualidade, ainda mais escolhida por um próprio Deus. Os marines por um momento pareciam recuar, mas não fisicamente e sim mentalmente ao perceberem com quem estavam lidando. Eles começavam a dialogar entre si e isso havia chamado a atenção do pirata. “Estratégia? Perceberam que não conseguem ganhar em números e querem usar agora táticas para me matar?! Vou mostrar para vocês a diferença não só física como mental também! ” A dor se espalhava pelo corpo como praga em plantações. Era realmente agoniante, porém Howker continuava de pé, mantinha sua face neutra e focada no combate, podia até mesmo estar morrendo, mas jamais mostraria suas fraquezas, pelo menos seus espirito determinado lhe mantinha de pé, pois ao não mostrar fraqueza, poderia mexer com o psicológico dos adversários e assim ter certa vantagem.

A chuva parecia aumentar, era como um choro de criança recém-nascida, para muitos era algo inconveniente, pois a dificuldade de movimentar roupas e armas aumentava. Porém para o tritão era algo natural, algo reconfortante e prazeroso, pois a água nada mais era que apenas água. Masimos poderia tentar buscar o combate, mas para que desperdiçar energias? Pois eram os marines que haviam buscado o confronto, logicamente Howker esperaria eles atacar, para então contra-atacar novamente. Era uma decisão arriscada, pois os movimentos do tritão ele mesmo percebia que estavam mais lentos, porém era a única solução, pois o emissário da morte jamais correria de um confronto, apesar de ser nada justo! Nada justo para os marines que se debatiam de frente a calamidade da morte.

Ainda havia cinco soldados, porém os que apresentavam maior perigo haviam morrido, o gatuno e o espadachim. Titã tinha apenas que esperar o avanço dos oponentes e achar o momento certo para golpeá-los precisamente. Howker iria levar um pouco mais a sério seus movimentos, iria colocar seu vasto conhecimento em pratica. “Provavelmente dois deles avançaram, pois, os outros três tentaram me cercar para me pegar desprevenido ou desaparecer do meu campo de visão para me atacar nas sombras, mas também existe a possibilidade de todos me atacar, todavia eu já estou considerando todas as opções e independente de qual seja, mostrarei a eles que de nada adiantará! Porém existe dois erros fundamentais que eles não prestaram atenção, sendo o primeiro que, eu irei derrubar os dois que vierem primeiro e o segundo erro que, a chuva está forte e está a meu favor! ” Howker após raciocinar quais seriam as opções dos adversários e dele também, posicionara-se para o combate. – O que estão esperando? Não vieram aqui para me matar? Vamos, não tenho o dia todo! Proferiria enquanto encararia todos os marines deixando seus olhos avermelhados causar uma sensação de desconforto, apenas para mexer com seus adversários, poderia ou não dar certo de toda forma seria algo apenas natural ao ser demonstrado. Expressaria uma face séria e convicta a mostrar que, quem avançasse iria ser para matar ou morrer.

Assim que os marines avançassem, Titã manterias seus sentidos focados na batalha, logico que eles não seriam burros de avançar todos juntos, pois isso iria atrapalhar eles mesmos. Na hipótese de dois marines avançarem, Masimos modificaria os formatos de seus punhos para o tradicional estilo karate tritão, seu punho direito assumiria a forma ippon-ken-nakadaka! Basicamente fecharia seu punho, porém deixando seu dedo médio posicionado como uma mini estaca. Já seu punho esquerdo assumiria a forma ippon-ken! Basicamente seria seu punho fechado com o indicador sendo pressionado com o dedão, dando ênfase à quando acertar um golpe, focar todo dano no local mirado.

Howker analisaria o golpe que viesse em sua direção, se fosse chutes, socos, cotoveladas, qualquer tipo de golpe que demonstrasse ser físico, Masimos manteria sua posição carateca e deixaria seu corpo ser golpeado, logico que prestaria atenção para onde seria acertado, caso fosse olhos ou genitálias, defenderia com seu punho esquerdo. Todavia caso o golpe fosse direcionado ao corpo, o tritão apenas deixaria sua vantagem lhe beneficiar e contra-atacaria o mais rápido que pudesse, dessa vez mirando um dos pontos vitais que existem no corpo, conhecido como: região temporal ou fonte se preferir. Usaria seu punho direito num golpe horizontal mirando precisamente o local desejado. Ao acertar com força na têmpora permite causar grande estresse no crânio e principalmente na coordenação motora cerebral, resumindo: destruiria muitos nervos e afetaria o órgão cerebral podendo acarretar em um traumatismo craniano. Nesse momento poderia outro marine atacar, tentando aproveitar na hora que o tritão estivesse socando o marine, porém, Titã ao utilizar sua audição aguçada, tentaria identificar de onde viria o golpe, se fosse pelas laterais, costas ou até por cima do próprio marine, para então utilizar seu antebraço de escudo e bloquear o golpe.

No mesmo momento que tivesse defendido, usaria sua aceleração para tentar movimentar seus braços mais rapidamente e então aplicar com seu punho esquerdo um golpe mirando o plexo solar. Tal ponto vital fica próximo do diafragma, caso seja acertado com grande força, acaba gerando uma explosão nos nervos centrais do corpo, ou seja, pressionado ao ponto de esvaziar as forças do oponente. Masimos ainda estava utilizando os pontos das juntas dos dedos para centralizar o golpe e focar o dano geral, resumindo, intensificar a dor no local acertado.

Caso os marines restantes me cercassem ou tentassem atacar Masimos, nesse momento o tritão giraria apesar de toda a dor e agonia momentaneamente, para afastar os adversários, como um tornado que espanta as pessoas. Masimos então pararia e tentaria controlar sua respiração para não demonstrar estar ofegado. Claro que estaria atento aos ataques caso tentasse lhe golpear, todavia tentaria bloquear com seus punhos o mais rápido que pudesse.

Na hipótese de os marines ter esquivado ou defendido os golpes nos pontos vitais que Titã estava mirando, o tritão tentaria pressiona-los indo para cima até acertar os golpes. Todavia se algum deles puxasse alguma lâmina, Howker tentaria usar seus punhos para defender, pois era perigoso ser cortado, apesar de sua resistência ser boa as suas condições físicas não estavam nas melhores.

Caso tivesse acertado seus golpes e os marines não tivessem caído ou morrido! O pirata tritão tentaria dar uma sequência para dar um fim a aqueles sujeitos. Fecharia seus punhos com firmeza para tentar socar o queixo do marine num movimento horizontal. Tentaria acertar em ambos, pois um golpe no queixo bem dado poderia derrubar até mesmo um touro, ainda mais com uma sublime força, e isso o tritão possuía. Poderia ser acertado, porém se não tivessem lâmina, Masimos não teria o que temer, bastasse contra-atacar o mais rápido para dar um fim aqueles marines.

Masimos ao matar alguns dos companheiros deles percebeu que alguns ficaram putos, num avanço sem qualquer lógica para cima do tritão, ao matar os primeiros marines que avançassem, poderia novamente despertar tal sentimento nos restantes e eles partirem em fúria e tentar matar o pirata. Porém, Masimos aproveitaria desse momento, usaria novamente seu estilo karate tritão para benefício na luta, moldaria a própria água da chuva para desferir uma rajada mirando os marines! O impacto afastaria os sobreviventes e então Masimos avaliaria sua situação e a dos seus adversários.

Em algum momento poderia padecer de tal maneira que o corpo poderia desabar, mas o que realmente sustentaria toda aquela aflição e ambição, seria seu espirito que não se rendia, pelo menos não até todas as vontades da deusa da morte serem alcançadas, não até sua própria ambição ser completada. Jamais subestime a determinação de um homem, pois é algo inconcebível de se calcular.

Poderia ter êxito em matar alguns marines e assim espantar ainda mais os soldados restantes, caso ocorresse proferiria para os homens mantendo sua guarda levantada e seus sentidos focados. [b][color=#4B0082]– Na próxima reencarnação repense, suas vidas medíocres valem quinze milhões? Deixaria sua expressão sádica aparecer enquanto demonstraria um leve sorriso no canto da boca, como se dissesse: eu decido quem vive e quem morre. Para muitos as palavras e a convicção de Masimos não faz menor sentido, pois a deusa da morte seria o ceifador de vidas, porém porque diabos escolheria alguém para matar por ela? A resposta seria simples: a deusa não escolheu o tritão para matar por ela, mas sim para espalhar a sua convicção, porém para fazer isso, o emissário da morte teria que ser conceituado e conhecido por todo lugar e ainda faltava muito para ter tal prestigio.



Punhos de Karate:
 

OFF:
 

____________________________________________________

~Fala / Narração

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

Conquistas:
 
Voltar ao Topo Ir em baixo
Kekzy
Tenente
Tenente
Kekzy

Créditos : 63
Warn : 2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 3 10010
Masculino Data de inscrição : 06/11/2013
Idade : 22
Localização : Utopia - 7ª Rota

2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 3 Empty
MensagemAssunto: Re: 2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades!   2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 3 EmptySeg 01 Ago 2016, 20:10

Página 02 ⁞ Post 04 ⁞ Status: Normal


[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.][Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
Set Fire

O clima na taverna não era ruim. Tirando a tempestade que acontecia lá fora, nada de ruim acontecia. No entanto, eu não esperava que o Nero quisesse trazer a tormenta para cá.

Abruptamente, meu companheiro entrava impetuoso na taverna. Quem podia culpar ele? Ele foi deixado no frio daquela chuva que perfurava até os ossos!

Vendo Nero entrar assim, não podia ser um bom sinal. Quando o homem agia assim, era o prelúdio de uma confusão. Sem dúvidas que nesse instante os pensamentos na cabeça dele são os mais insanos possíveis. Suspirei, onde fui me meter?

Tão rápido como ele entrou no estabelecimento, Nero abordou o homem que o barrou outrora, sútil... Sútil demais. Em um movimento, um estouro apagou as luzes. O que ele pensa que está fazendo?!

As luzes de emergência se acenderam; realmente, eu subestimei esse lugar. Estava desnorteado ainda, até encontrar o velho ajoelhado no chão com as mãos em volta da faringe.

Pensei em tomar uma atitude, por impulso, mas logo desvaneci dessa ideia. Precisava compreender a situação antes de fazer alguma ação precipitada, não queria acabar encurralado em um beco sem saída.

Os laços que havia construído com Nero já haviam ido além do que eu imaginava. Ele já ocupava um lugar importante na minha vida, visto que me introduziu nessa nova realidade. Não pude deixar de ranger os dentes vendo os marinheiros tirando sarro do meu companheiro.

O homem foi revelado como um Sargento da marinha, quem diria. Com sua habilidade, ele foi capaz de desviar de um tiro a queima roupa, que feito! Seria eu capaz de realizar tal façanha? Até agora não havia conhecido os limites de minha força, nunca me puxando ao limite. A única situação em poderia ter me testado seria no zoológico contra o clã Ant-Bullet, mas ter optado por lutar seria assinar a minha sentença de morte!

Mas e daí que ele era um Sargento? Ele pode ser rápido e ardiloso, no entanto, não tenho a mínima intenção de abaixar a minha cabeça para alguém assim. Roedor? Antes de tratar o meu companheiro assim, veja se é capaz para tal!

Tomei três longos suspiros. Precisava me acalmar, refinar os pensamentos e afiar a mente. A calma é um dom para os artistas, mesmo assim meu desprezo pelo homem não diminuiu em nada.

— É claro, com as ações do Sargento Yagami, como não poderia ser um lugar seguro? Esse homem me prometeu um contrato, disse que seria o meu mecenas, depois dessa revelação, até perdi a fome! — eu responderia a moça e o marinheiro, com uma expressão incrédula, mas logo adotaria um semblante mais satisfeito, me misturando aos demais ali.

No momento, estava pensando no que poderia fazer para reverter aquela situação. Se bem me recordo, e com certeza recordo, obviamente, Nero tem uma queda por fogo. Na nossa aventura passada, ele fez uma labareda de fogo queimar aqueles caçadores de recompensa, retardando-os e possibilitando a nossa fuga.

Um dos marinheiros oferecia uma bebida, logo uma ideia passou pela minha cabeça, como um flash. Tentaria fazer um contato visual com Nero para por o plano em prática, com certeza essa possibilidade passou por sua mente frenética. Seria o mais discreto possível, é claro, só precisava de um milésimo para confirmar o seu olhar.

Se ele carregasse as intenções que estava pensando, eu me aproximaria do marinheiro, casualmente, rindo como todos. Mas, antes de sair, desferiria um olhar para Sara e seu pai, só eles poderiam ver, visto que estaria virado apenas para eles, apontando para a saída.

— Já que está sendo tão educado eu aceito! — pegaria a bebida dele para encher seu copo e o meu — Pode deixar comigo, uma retribuição para os seus serviços! — viraria lentamente a garrafa.

Ele estaria sentado, quando sua guarda abaixasse, lançaria a garrafa em direção às outras no bar. A jogaria de cabeça para baixo inicialmente, sem muita rotação, assim o líquido inflamável faria um caminho até a fonte maior, fazendo desnecessário Nero ir até lá e poupando-o alguns metros. Isso podia fazer toda a diferença. Um alvo tão grande seria quase impossível de errar. Daria um giro, lançando meu calcanhar contra o marinheiro, sentado, tinha mais confiança em acerta-lo.

Não tinha repulsas contra a marinha, mas com aqueles homens. Ninguém trata alguém que eu tenha laços assim, sem sair impune. Se eu não conseguisse acertar com a garrafa, imediatamente jogaria o arco do meu violino, era duro e longo o suficiente para causar algum estrago. Não era o que queria, mas sacrifícios podiam ser necessários, em última instância, eu mesmo dispararia - usando de minha aceleração para alcançar a prateleira e derruba-la com um chute -, no caminho, me meteria entre as pessoas para não ser alvejado pelas armas dos marinheiros. E, se alguém tentasse me parar, não hesitaria em chutar-lhe o abdômen com força.

Me distanciaria do álcool rapidamente, não era a minha atenção acabar carbonizado. Já vi essa cena antes, é apavorante.

Assim que o plano desse certo, se conseguíssemos, correria em direção à saida. Um tumulto deveria ser feito, então me misturaria no meio dos civis, indo de encontro a Nero e saindo dali. Se houvessem marinheiros na porta, eles seriam empurrados pela multidão, permitindo a nossa saída.

Caso os próprios marinheiros conseguissem controlar o pânico, eu puxaria Nero e correria até as saídas dos fundos. Essas tavernas sempre tinham um local assim!

Cingido de tantos inimigos, eu ficaria atento como pudesse para evitar golpes. Não iria subestimar um Sargento, mas ao mesmo tempo nós teríamos a vantagem da surpresa para sair dali! Rolaria no chão, pularia sobre os bancos, daria cambalhotas para desviar de ataques desferidos contra mim, o que mas fosse conviniente. Tentaria cobrir o ponto cego de Nero, se algum golpe a curta distância fosse de encontro a ele, apararia-o com a minha perna, jogando a arma ou membro da pessoa para trás e continuaria a fuga.

Cobrindo a retaguarda do Nero enquanto ele poderia atirar livremente, correria para bem longe, entrando em becos escuros. Se tivesse sorte, faria que nem quando nos conhecemos, jogaria o fardo em alguém. Sobre quem aquele Sargento estava falando mesmo? Ah! Gritaria pelos seus nomes se estivesse sendo perseguido, se não botasse medo neles, quem sabe não os tirasse da toca.

EMISSÁRIO DA MORTE, LÁMINA DEMONÍACA! — usaria toda a minha voz.


Nesse mundo, sempre há alguém para subjugar o outro. Nós não abaixaríamos a cabeça, nem para a marinha.



Off:
 







____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.][Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Far
Pirata
Pirata
Far

Créditos : 53
Warn : 2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 3 10010
Masculino Data de inscrição : 05/07/2015
Idade : 23
Localização : Your worst nightmare

2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 3 Empty
MensagemAssunto: Re: 2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades!   2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 3 EmptyTer 02 Ago 2016, 01:52

Chasing the last one
Tomava um pouco de meu precioso tempo para procurar o tal marinheiro fujão, e adentrando o quarto podia perceber que eles já não estava mais lá, o maldito me fez ficar animado a toda e nem sequer consegui uma informação que desejava, mas isso já não me importava mais, apenas o fato de encontrar o fujão já me deixaria feliz. Não me contive em ficar ali observando a árvore por onde descera, mas não estava tão desesperado afinal de contas, estava chovendo e os galhos da tal planta deviam estar escorregadios, e digamos que, bem, escalar coisas não é a minha melhor característica. De qualquer forma ele não deveria ir muito longe, estava cansado e desesperado atrás de ajuda, e claro, me aproveitaria disso para capturá-lo sem que nos causasse mais infortúnios, tirá-lo da jogada era minha prioridade número um no momento.

Sendo assim já havia descido as escadas, e como de praxe não poderia deixar de fumar um dos meus preciosos cigarros, apenas arrancaria de meu bolso o fumo juntamente ao isqueiro, acendendo o cigarro, tragaria o máximo de vezes possível, pois estava indo em direção a chuva e não queria desperdiça-lo. Por outro lado Massimos parecia estar bem ocupado com os novos bonés brancos que haviam chegado na área, não me surpreendia que mandassem tanta gente, afinal de contas já havíamos destruído uma prefeitura, e por sinal deve existir preocupação de que aconteça algo pior. Mas convenhamos que isso tudo é um pé no saco, era perseguição para todo lado, por sorte ainda conseguimos dormir, enfim, não estava ali para me queixar mas sim para seguir rumo ao marinheiro fugitivo e cuidar dele de forma definitiva.

Assim que chegasse na saída meu cigarro provavelmente se apagaria com as gotas de chuva, e não poderia deixar de esboçar um suspiro de decepção, estava chovendo novamente, sequer havia secado minhas roupas e já estaria molhando-as novamente, algo que me irritava bastante. Mas não me contive a futilidades, apenas prenderia todo meu cabelo uniformemente para evitar incomodo e assim seguiria para fora, passando por trás de Masimos, mas não deixava de encarar os marinheiros um segundo sequer. Observaria em volta, principalmente dos dois lados da rua, queria verificar para qual direção o fugitivo estava indo, para que só então pudesse captura-lo de forma efetiva, mas caso não encontrasse checaria a tal árvore pelo qual ele supostamente havia descido. Se encontrasse o homem passaria a correr em sua direção, no entanto caso não encontrasse também passaria a correr, porém utilizando a lógica da proximidade, iria seguir para a rua mais próxima da árvore que o sujeito havia descido.

- Tenho que resolver algumas coisas, com aquele marinheiro fujão. Você deve dar conta desses aí, já foram dois! - Comentava sorrindo um pouco, depositava minhas confianças no tritão e enfim seguiria para terminar o trabalho.

A possibilidade de algum dos marinheiros me seguir também era razoavelmente alta, e por isso mantive-me atento as suas movimentações até me afastar o suficiente de suas vistas, portanto se algum dos soldados decidisse me atacar deixaria que o mesmo se aproximasse até quase me alcançar. Assim, quando ele chegasse perto giraria meu corpo virando-me cara a cara com o sujeito, ao mesmo tempo moveria desembainharia minha espada erguendo-a proporcionalmente até o peito, e assim desferiria um golpe cortante na horizontal da direita para a esquerda, visando atingir seu pescoço e acabar com a luta antes mesmo de começar. Não pretendia perder tempo com ele então esperava que fosse efetivo, mas se não fosse o caso agacharia meu corpo mantendo um dos pés para frente, e assim pretendia surpreende-lo com uma rasteira. Se em algum momento fosse desferido algum ataque contra meu corpo, esquivar-me-ia para os lados tentando, se fosse necessário também o faria com movimentos acrobáticos, como um mortal com as mãos para defender a parte superior do corpo ou um salto para as partes inferiores.

De qualquer modo não deixaria de perseguir o marinheiro, custando o que custasse, utilizaria todas as minhas forças para manter a perseguição e apenas pararia caso realmente estivesse exausto, sem fôlego para continuar. Caso tudo corresse bem, e de fato eu alcançasse o fujão derrubaria o indivíduo jogando-me contra ele para que caíssemos no chão. Logo sem mais delongas retiraria minha espada enquanto pressionava suas costas com meus joelhos, deixando-o ainda mais amedrontado, e pensar que eu estava disposto a poupa-lo por uma simples troca de informações, mas nem isso o sujeito foi capaz de fazer. Um covarde como este não merecia que uma palavra a mais saísse de sua boca, apenas iria desferir uma estocada contra suas costas, ao local equivalente a região peitoral, desejando que ele morresse em apenas um golpe.

Assim que minha lâmina perfurasse seus órgãos internos o sorriso instantaneamente surgia em minha face, mais um marinheiro para a contagem, aquela raça já havia entrado em minha lista negra e não podia sequer ter pena deles, não que todos fossem iguais mas a maneira como estavam agiam me irritava muito, talvez por esse motivo agi tão excentricamente. Provavelmente meu pensamento mudaria ao longo do tempo, mas não agora e não nessa ilha, os malditos mal me deixaram descansar e portanto também não poderia deixar nem que fechassem seus olhos por um segundo. Estava decidido, apenas tomar conta das abelhas não era o suficiente, eu precisava descoroar sua rainha e deixá-las perdidas para que entendessem minha posição, em outras palavras o comandante era a chave para acabar com tudo.

- AHHHHH!!!! - Gritaria erguendo minhas mãos, possivelmente cobertas de sangue, queria mostrar a todos que estava ali para qualquer coisa que viesse.

Independente do resultado da caçada, precisava me acalmar, portanto não me continha em fazer no caminho de volta até a hospedaria onde deveria me reencontrar com Masimos , quer dizer, isso se nada acontecesse no meio do caminho. Já se fosse interceptado de alguma forma pararia por alguns segundos observando melhor a situação, chegaria a reclinar minha cabeça e apertar os olhos focalizando melhor minha visão. Não pretendia deixar nenhum detalhe escapar, afinal de contas com todos esses problemas precisava estar mais atento que nunca.

Thank's [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]


____________________________________________________


Fala (#B22222 - FireBrick)
Pensamento (#4682B4 - SteelBlue)

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Teo
Caçador de Recompensas
Caçador de Recompensas
Teo

Créditos : 7
Warn : 2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 3 10010
Masculino Data de inscrição : 09/10/2012
Idade : 21
Localização : Ilusia Kingdom

2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 3 Empty
MensagemAssunto: Re: 2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades!   2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 3 EmptySex 05 Ago 2016, 19:39

Masimos Titã Howker


Masimos estava em desvantagem e seu corpo o alertava da dor que tinha acabado de sofrer, apesar dos seus ferimentos terem se cicatrizado. Porém o grande Tritão era duro na queda, e com sua vontade, ele relevava aquelas coisas. O seu parceiro, Bell, passava as suas costas, e dizia:

Bell:
-- Tenho que resolver algumas coisas, com aquele marinheiro fujão. Você deve dar conta desses aí,
já foram dois!


Seus inimigos estavam planejando, eles pareciam decidir algo sobre como atacar o Tritão, até que o Carateca, sem paciência, decide provoca-los dizendo:

Masimos:
--O que estão esperando? Não vieram aqui para me matar? Vamos, não tenho o dia todo!

Os Marines olhavam para o tritão e seus olhos vermelhos, e os globos oculares de Masimos apenas davam aos Marines mais fúria ao ataque. Eles então começavam o ataque, e corriam, eram três dos cinco, em formação de “V”, onde um ficava a frente, e outros dois ficavam atrás. Eles corriam e então quando estavam a certa de 2 metros de Masimos, faziam uma espécie de “ataque combinado” onde o Marine que estava na lateral esquerda, pulava nas costas do Marine da frente, para que assim pegasse altura, enquanto isso, o Marine da lateral direita, se impulsionava para dar um soco de cima para baixo na perna ferida de Masimos, o último dos três mirava o ponto mais alto que conseguia acertar efetivamente: a barriga do Tritão.

O resultado era que, Masimos recebia o primeiro ataque no ar, que ia diretamente no seu queixo, e que fazia seu rosto receber o impacto e ir para trás, mas o Tritão Carpa já estava preparado para aquilo tendo uma vantagem de não sentir, e com o seu braço direito, utiliza um golpe na direção da têmpora do Marine, ao mesmo tempo que outro Marine lhe socava a perna recém-cicatrizada, aquilo ardia, mas não interferia no ataque do Tritão graças a sua defesa. O Tritão então joga o Marine que ainda estava no ar, para trás, caindo no terceiro Marine que planejava acertar Masimos. Os dois afetados caiam no chão. Um, o que foi acertado pelo Tritão, caia sem expressão, não havia como saber exatamente se estava morto, ou apenas desacordado. O outro estava claramente acordado, mas estava no chão com seu parceiro aplicando peso sobre ele. Enquanto isso, Masimos focava o marine que tinha dado um golpe na sua perna, ela continuava ardendo, e com isso, o tritão sentia a dor no seu corpo, e mais que isso, incomodava o Tritão, que com sua outra mão, faz uma instância a fim de acertar o homem, esse desvia com uma velocidade regular, não era tão rápido, mas era mais rápido que o golpe do pirata.

Ele então contra-ataca com um Direto, que era o objetivo do seu companheiro. Para se proteger do golpe, Masimos se vira, e com o corpo, afasta o Marine, o empurrando. Sua perna recebia toda a pressão do giro, e tremulava involuntariamente com a dor. Mas o pirata tinha que suportar. Portanto, volta a sua estância normal. Ele avança sobre o Marinheiro que não tinha caído, com um soco horizontal, mas novamente, o homem que agora estava completamente atento ao Tritão, desviava novamente do golpe de Masimos. Ele dizia provocando o Tritão:

Marinheiro:
--Você é forte, eu admito... Mas é lento igual uma velha, Emissário da Morte.

Masimos não era tão lento assim, e o Marine não era tão rápido, era apenas um lutador provocando outro lutador. Os outros Marines se aproximavam, e o Marine que estava acordado tentava reanimar o homem caído.... Sem sucesso. Masimos não podia finalizar seu oponente porque ele estava sendo protegido pelo Marine ainda de pé, e os outros dois que chegavam para ajudar. O Emissário da Morte tinha derrubado mais um.

Qual seria seu próximo movimento?



Bell Farest



Bellsentia um pouco decepcionado e irritado ao saber que o seu alvo tinha fugido, ele decide então o perseguir, e volta para onde seu companheiro estava, ao passar por detrás do mesmo, o homem falava:

Bell:
- Tenho que resolver algumas coisas, com aquele marinheiro fujão. Você deve dar conta desses aí, já foram dois!

Ele se mantinha atento aos Marines, mas estes estavam muito ocupados planejando como lutar com Masimos. Portanto, Bell ia em direção rua a fora do local. Durante a ida, ele rapidamente acendia um cigarro, e isso fazia o seu corpo agradecer, dando um conforto para o pirata e deixando-o um pouco triste por saber que não poderia o fazer por muito tempo, já que sairia na chuva. Tal chuva que incomodava não só pelo cigarro, mas pelas roupas que acabaram de secar. Mas infelizmente (ou felizmente) o homem tinha que sair à caça de outro homem. Ele prendia o seu cabelo, e então partia a busca do Marinheiro. Ele então saia, e para a sua felicidade, seu cigarro demorava um pouco a apagar, dando tempo de o homem dar uma última tragada antes de descarta-lo.  Ele então vai para o caminho onde viu o homem passar pela última vez, e por sua sorte, o homem tinha escorregado e caído, dando tempo do Espadachim chegar mais perto. O Marinheiro não perdia tempo, e levantava-se, correndo através de trechos e esquinas das ruas. Bell não sabia exatamente para onde o homem o iria levar, ele simplesmente corria incansavelmente atrás do desgraçado que ousou fugir de sua espada.

Ele corria, e estava alcançando o homem. Até que em determinado momento, o mesmo passa por uma cerca um pouco alta, ele usava a parede como suporte e escalava com velocidade. Bell subia a cerca, não com a mesma velocidade do Marinheiro, mas ele conseguia atravessar a tempo de ver o homem virando para a direita, ele novamente o persegue, e percebe que do beco que estava, dava para uma grande rua, onde pessoas pareciam correr e se esconder de algo, elas corriam para o lado contrário do qual o Marinheiro tinha ido.

Bell corre para acompanhar o homem, e quanto vira ele vê duas pessoas, eles estavam fugindo de um conjunto de sete marinheiros, e um deles, mesmo que Bell nunca o tivesse o visto, gritava com uma voz jovial, mas um pouco cansada:

???????:
— EMISSÁRIO DA MORTE, LÁMINA DEMONÍACA!

Bell ouvia um “título”, isso o fazia ficar um pouco confuso e parar de correr para analisar a situação, pois a pessoa que corria em sua direção estava se dirigindo ao mesmo como se o conhecesse. O Marine que estava correndo do espadachim ia em direção ao que parecia ser o “líder” daqueles que perseguiam os dois homens. Uma cena bem estranha acontecia. Pois não só o jovem, mas também alguns dos marinheiros, inclusive aquele “líder”, pareciam reconhecer Bell. O lider deles dizia apontando para Bell:


??????:
--VOCÊ?! AQUELES INCOMPETENTES! LÂMINA DEMONÍACA, OS B$11.000.000 PELA SUA CABEÇA SÃO MEUS!

O Marine dizia histérico. Aparentemente Bell tinha um novo nome, e com isso, uma recompensa. A chuva continuava caindo, molhando cada vez mais a roupa do Lâmina Demoníaca. Como ele iria lidar com toda aquela situação?



Nero Blackwater


Vergonha, Raiva, Vingança, Ódio, e muitos outros sentimentos estavam na cabeça de Nero depois do acontecido. Ele não conseguia mais falar, e além disso, foi tratado como lixo por uma pessoa que mal começara a lutar. Entretanto o jovem não desistiria. Atuando com um semblante de pavor e medo, o homem começava a pensar sobre o que faria para se vingar dos seus oponentes. Ele pensava no que tinha em mãos e chegava a conclusão de algo que gostava: O fogo. O Homem então aproveitava a oportunidade que tinha quando um marinheiro que estava próximo, falava com ele, lentamente se vira para o seu jovem companheiro, o suficiente para que ele pudesse olhar para ele e para que ele entendesse o seu olhar, e então esperava a sua deixa, fingindo uma crise existencial, ou talvez só pânico.

Enquanto isso as pessoas dentro do local conversavam entre si. E o companheiro de Nero era respondido algumas vezes por algumas pessoas. O jovem parecia entender o recado, e parecia entrar no clima de festa, quando Nero vê ele lançando uma garrafa para um conjunto de outras três garrafas que estavam em outra mesa, prontas para servir alguns marinheiros, elas todas caiam no chão, um pouco distantes umas das outras, e escorriam seu componente e cacos para todas as direções. Todo mundo, inclusive o homem que estava na porta observando Nero, viram-se para Shira, para entenderem e saberem o que, e porquê. Esse, portanto era o momento que o atirador precisava.

Rapidamente ele saca sua pistola, e mira na primeira luz de emergência, atira e acerta, ele então parte para a segunda luz, e nesse momento todos olhavam para ele, algumas pessoas gritando, outras tentando se proteger. Ele dava o segundo tiro, e movimentava o corpo na terceira luz de emergência. Quando fazia isso, o marinheiro que estava perto do mesmo se levantava e partia cima do homem, não rápido o suficiente para fazer com que um terceiro tiro certeiro ocorresse. Ele então puxava uma espada e tentava acertar as mãos de Nero, além de vários outros marinheiros estarem indo em sua direção, mas este com astucia girava para então atirar na última luz de emergência.

Não havia luzes a não ser a luz do dia nublado na parte de fora. Era o suficiente para que o homem estivesse escondido. Talvez para as pessoas ao redor, mas não para o marinheiro que estava praticamente do lado do artista. Ele então projetava um soco, que pegava Nero de surpresa, o homem não tinha voz para soltar algo pela boca para remeter sua dor, a única coisa que saia era um gemido rouco e baixo, que era disfarçado pelas várias vozes ao redor.

Porém o homem não se deixava abater, e por isso continuava até os pequenos brilhos de cacos de vidro, desviando de sombras o máximo que conseguia, as pessoas falavam sobre fuga, e outras procuravam Nero, infelizmente o homem não conseguia fazer seu caminho completo sem bater em uma mesa ou alguém aflito no escuro. Mas finalmente depois de um trajeto estreito, o homem ouvia o seu pisar nos cacos de vidro, e então se abaixava para acender o seu isqueiro.

Não demorava muito para que as chamas se alastrassem. E assim que começavam, Nero partia correndo para a janela mais próxima, infelizmente com a luz do dia, quanto mais se aproximava da janela, mais sua imagem se revelava. Nas suas costas, o homem ouvia as pessoas começando a se apavorar em relação ao fogo. Eles não sabiam onde estavam seus amigos, tão pouco se tinham fugido do local. Mas ele precisava garantir sua segurança. Fugindo do início de um grande show, o homem corria, mas olhando para trás para admirar sua “obra prima” além de procurar os seus companheiros, ele via várias pessoas correndo, e não tinha tempo de procurar entre as pessoas saindo, como não tinha voz, o homem falava apenas com os lábios “E as cortinas se fecham, sargento Yagami!”

Era o que ele pensava, era o que qualquer um pensaria depois daquilo, mas infelizmente, era exatamente quem Nero queria matar que aparecia na porta do bar, sendo empurrado ao sair:

Sargento Yagami:
--ELE ESTÁ FUGINDO, ATRÁS DELES SEUS MALDITOS!

O Atirador não dava a deixa para o marinheiro, e continuava correndo, em direção a cidade, onde haviam pessoas e lugares para se esconder. O Homem não achava o senhor e sua filha, mas quando se dava conta, Shira estava ao seu lado. Ele o ajudava, guiando o homem a caminhos escuros e lugares convenientes para se desviar. Infelizmente isso não desviava os marines, que chegavam cada vez mais perto. Shira não tinha tempo de olhar para contar quantos eram, ele precisava correr, ao menos para se proteger. Até que seu parceiro o guia para uma grande rua. Vendo os dois, e a quantidade de Marines correndo atrás dos dois novos “fora-da-lei”, muitas pessoas corriam para longe de Nero e Shira. Os Marines estavam perto, Nero conseguia ouvi-los. Até que seu parceiro, talvez num ato de pavor, ou sagacidade, gritava nomes na qual o Artista já tinha ouvido.

Shira:

— EMISSÁRIO DA MORTE, LÁMINA DEMONÍACA!

Quando isso acontecia, o homem via um Marine apavorado correndo em sua direção, e um espadachim levemente ofegante, que estava correndo atrás dele, mas que para, ao ouvir o grito do parceiro de Nero. O homem parecia nervoso, ao mesmo tempo confuso, tudo acontecia em um tempo muito rápido. O Sargento Yagami então gritava para o homem:

Sargento Yagami:
--VOCÊ?! AQUELES INCOMPETENTES! LÂMINA DEMONÍACA, OS B$11.000.000 PELA SUA CABEÇA SÃO MEUS!

Seria esse realmente um dos procurados? Será que ele ajudaria os dois artistas? De qualquer maneira, Nero Blackwater estava sendo perseguido, e a sua frente, poderia haver uma saída.

O que Nero faria?



Shira Yarin

Shira presenciava uma cena que o deixava muito incomodado. Seu parceiro tinha sido atingido por uma armadilha e se encontrava no chão. Mas o jovem não podia vacilar agora, sua discrição era importante, e após se acalmar, ele agia naturalmente, como se não conhecesse o homem que acabara de cair.

Ele entrava no clima do bar, e conversava com as pessoas normalmente, conseguindo informações sobre dois procurados. O Violinista, portanto, atuava enquanto fazia uma jogada de olhar com o seu parceiro caído, lembrando de uma situação anterior. Ele sabia o que tinha que fazer, e o faria. Dando uma jogada de olhar para com o Ilusionista e sua filha. Ele fazia com que o homem entendesse o olhar, ele então se oferecia para encher um copo de bebida, já que um brinde era anunciado. Enquanto isso, o ilusionista dizia para sua filha, em um tom alto o suficiente para que Shira ouvisse-o:

Ilusionista:
--Filha, preciso conversar com você a sós, venha um momento aqui por favor.

A moça então obedecia ao pai diligentemente sem dizer nada, e acompanhava-o para fora do bar. Enquanto saiam, Shira botava em pratica o seu plano, e então lançava a garrava que estava em mãos, em um conjunto de garrafas que se encontravam juntas em uma outra mesa. A garrafa lançada, batia nas outras garrafas, quicava uma vez na mesa e quebrava-se no chão, as outras garrafas faziam o mesmo, e o liquido e os cacos de vidro, se derrubavam no chão. Todos olhavam para o local do barulho, e após isso para Shira. Alguns rostos expressavam curiosidade, outros desgosto, mas o jovem rapaz não tinha tempo de admirar suas belas faces, pois seu parceiro já iniciava o seu plano, ele atirava na primeira luz, e então na segunda. Shira então passava com habilidade sobre a mesa para ajudar o seu parceiro. Não era rápido o suficiente para chegar antes de Nero receber uma tentativa de espadada, mas ele conseguia atrasar outros marinheiros antes que os mesmos chegassem até o seu parceiro atirador. Por fim, o plano tinha sua primeira fase cumprida, e o lugar estava um breu, que só era iluminado pela luz natural que vinha das janelas.

Infelizmente, Shira não conseguia ver o seu amigo com facilidade, principalmente porque o mesmo se misturava entre as sombras e o barulho de pessoas gritando e discutindo era muito alto. O jovem não tem outra opção senão sair do local. A porta da frente estava lotada de gente querendo sair, e elas saiam pouco-a-pouco, portanto, a opção mais rápida para o jovem era ir pela parte de trás do lugar. O Artista dava então para uma cozinha, onde pessoas estavam descansando, ou limpando após preparar a refeição que todos estavam desfrutando no bar. Ele via a porta de saída que dava para a lateral do bar, isso tomava algum tempo do garoto, e ele não sabia se o plano de Nero havia dado certo. Quando saia, ele corria para a lateral, e conseguia ver Nero correndo. Várias outras pessoas saiam do local, então em relação a eles, Shira era só mais um correndo do incêndio. Mas ele corria na mesma direção que Nero, a fim de alcança-lo.
Ele estava cada vez mais próximo, até que finalmente estava perto o suficiente para ser percebido pelo parceiro. Quando chegavam no núcleo da cidade, Shira guiava o seu parceiro por becos/lugares convenientes. Mas mesmo assim, isso não impedia a marinha de persegui-los. Shira virava para trás, no intuito de cobrir o parceiro de possíveis ataques. Porém era um erro, pois ele conseguia ver a quantidade de pessoas que estavam perseguindo-os.

Eram 8 no total. Cinco carregando espadas, outros dois com nenhuma arma aparente, e por fim o Sargento Yagami. Todos eles correndo atrás dos dois homens. Shira estava sendo consumido por o que talvez fosse medo, ou raiva, e por um momento ele sentia sua cabeça doer, como se a qualquer momento ele fosse desmaiar, mas ao invés disso era a sua “outra face” tomando conta dele. Agora nesse estado, o garoto tomava uma decisão de defesa pois uma situação bem ruim podia acontecer se eles continuassem naquele estado, até o seu semblante havia mudado. Ele precisava fazer os seus perseguidores vacilarem, imediatamente após essa conclusão ele decide dar um blefe, gritando:

Shira?:

— EMISSÁRIO DA MORTE, LÁMINA DEMONÍACA!

O jovem usava toda a sua voz. E após gritar, ele via um marinheiro correndo em sua direção, e algum tempo depois ele via um homem, que parava olhando diretamente para ele, como se perguntasse se eles se conheciam. Shira Yarin continuava correndo com seu parceiro do lado, e uma cena estranha acabava de acontecer. Será que era a salvação do garoto? O Sargento Yagami então gritava, aparentemente para a nova figura:

Sargento Yagami:
--VOCÊ?! AQUELES INCOMPETENTES! LÂMINA DEMONÍACA, OS B$11.000.000 PELA SUA CABEÇA SÃO MEUS!


O que Shira ele faria? O que o tal "Lâmina Demoníaca" faria?



Off pra geral:
 

Marciano:
 

Far:
 

Buggy:
 

Kekzy:
 
[/center]

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.][Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]


Dialogo:
 
Voltar ao Topo Ir em baixo
Marciano
Emissário da Morte
Emissário da Morte
Marciano

Créditos : 48
Warn : 2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 3 6010
Masculino Data de inscrição : 15/09/2014
Idade : 26
Localização : Na Monstrolandia...

2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 3 Empty
MensagemAssunto: Re: 2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades!   2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 3 EmptySeg 08 Ago 2016, 15:43

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

~ Único modo razoável de se viver neste mundo é sem Regras ~

Os marinheiros sem dúvidas eram vermes que se debatiam e debatiam perante a morte, eles apenas atrasavam o inevitável, porém já estava na hora de devora-los de vez, não literalmente é claro. Bell havia argumentado sobre seguir um marine, Masimos apenas havia acenado com a cabeça concordando com as falas do espadachim, pois seu foco em luta estava em alta.

A estratégia dos marines haviam sido desvendadas a muito tempo pelo tritão, a formação que os homens tomavam era astuta, poderiam até ganhar se não estivessem enfrentando aquele que foi escolhido pela deusa da morte. Howker percebia o ataque dos sujeitos e percebia nenhuma arma que pudesse lhe ferir, facilitando ainda mais a morte dos marinheiros. Os golpes dos soldados apenas eram anulados pela extraordinária vantagem física do tritão! Masimos ainda arqueou seu plano ao atingir em pontos específicos que gerassem um dano relevante e obviamente resultando em: morte! Claro que Titã não havia distinguido na hora que o homem havia caído no chão, se estava morto ou não, porém um dos marines toma o avanço e tenta reanimar o seu companheiro, porém um ato que desperdiçava tempo, pois o homem já havia partido dessa para melhor. “Ó minha deusa... receba estes presentes como uma demonstração do quanto lhe amo! Essas almas entraram em meu caminho e por essa tolice, estou as enviando para você! ” O tritão pensava enquanto observava após ter percebido que mais um marine havia morrido. Ele havia falado, mas os soldados pareciam estar confiantes, porém deveriam saber que um cartaz com a recompensa do tritão, não era atoa que a tarefa valia tanto.

Restavam apenas 3 marinheiros, o tritão já havia matado mais da metade deles e ainda um dos meliantes tinha a ousadia de tentar coagir ou intimidar Masimos! Porém a resposta era mais do que óbvia. – Tsc... Você possui coragem! Mesmo estando diante aos corpos frios dos seus aliados, você ainda tem a audácia em proferir tais palavras tolas?! Existem vermes que não compreende seu lugar! Howker proferiria enquanto assumiria sua postura de carateca. Seus olhos avermelhados impactariam com os olhos dos marines, tentando mostrar sua superioridade e o lugar daquele ousado marine, pois, mesmo vendo a morte de seus companheiros, ainda tentava dialogar com o tritão, talvez numa maneira que rebaixasse o pirata, porém, estamos falando aqui de uma mente estupidamente insana e brilhante ao mesmo tempo. Enganar, manipular, intimidar ou coagir... era uma tarefa árdua a se fazer, pois domar uma mente como a do tritão, apenas a deusa da morte possuía esse dom.

A dor permanecia como um pássaro cantando em seu habitat natural. Era uma agonia que mexia com os nervos e a calma de quem a possuísse, mas Masimos era destemido e destinado, uma simples dor não faria o desistir ou fraquejar, pelo menos era o que ele achava. Mesmo diante a tanto dor, se tiveres uma mente determinada e um corpo bem treinado é possível lutar durante um bom tempo, mas logo depois receber o efeito em maior escala. Todavia Titã havia decretado que iria matar todos os soldados, para que os tolos que tentassem lhe atacar, pensassem duas vezes antes de fazer algo tão parvo.

Sua postura era a que geralmente utilizava, perna e braços esquerdo mais a frente e punhos fechados. Howker dessa vez tomaria a frente, pois os soldados poderiam perceber a aura maligna que o tritão emanava perante seus inimigos e assim quem sabe fugiriam! Todavia Masimos estava atento a isso e por se precaver, decidiu-se tomar o ataque e isso era a primeira vez desde que havia começado o combate contra todos os marines daquele local. Talvez isso até mesmo surpreende-se os homens e caso isso ocorresse, aproveitaria tal bônus.

A chuva estava forte fornecendo vantagem ao tritão, uma de muitas vantagens que Howker possuía naquele momento. Correria ao utilizar sua aceleração e tentar pegar seus oponentes desprevenidos e assim que alcançasse o primeiro soldado, agarraria o braço, cabeça ou tronco do homem e em seguida com seu outro braço desferiria um golpe na horizontal visando uma cotovelada no maxilar do marine. Tal golpe faria grande estrago e seria difícil do marine esquivar ou bloquear, porém caso o soldado fizesse, Titã puxaria o homem em direção ao seu corpo e daria uma joelhada no queixo do marine, nesses ataques sempre visaria a cabeça do oponente.

Na hipótese de ter acertado um ou ambos no homem, Masimos soltaria o homem aproveitando pelo fato do sujeito estar meio atordoado com os golpes e então agarrar no pescoço com ambas as mãos e pressionar até que a face do homem mostrasse estar sem ar e parecer estar ficando arroxado. – Antes que morra deixarei claro! Você teve a honra de morrer pelas mãos daquele que foi escolhido pela Deusa da Morte! Falaria deixando um leve sorriso percorrer seus lábios, mostrando uma face horripilante e sádica ao mesmo tempo. Usaria então todas suas forças para destruir a garganta do marine e então leva-lo a morte certa, pois o pescoço era um local frágil, utilizar tanta força assim acarretaria em uma morte nada decente, pois os olhos saltariam, os ouvidos, nariz e boca sangrariam e sua pele ficaria roxa, não tão roxa quanto a do tritão, mas estaria próximo.

Provavelmente nesse momento algum dos outros dois marines poderiam atacar, até mesmo os dois poderiam atacar junto, porém não havia armas que pudesse ferir o tritão, por isso Masimos não possuía pressa em matar aquele marine. Os golpes seriam anulados pela vantagem do tritão e após matar o marine, largaria como um saco de bosta no chão e tentaria agarrar o outro marine mais próximo ou caso tivesse os dois atacados, Howker tentaria agarrar ambos. Não importava se fosse pelos braços ou cabeças e etc. Apenas que tivesse agarrado com firmeza para então bater um marine contra o outro! O impacto seria apenas para atordoar os soldados, pois o tritão visava agarrar os dois marines também pelo pescoço e pressionar até que ambos sufocassem lentamente até a morte. Visava apertar um local especifico do pescoço: a faringe! Tal local proporciona grande dor ao ser pressionado, Titã possuía conhecimento em tal local e ao apertar com pressão obviamente mataria, mas antes causaria grande agonia aos marines.

Na hipótese de não conseguir agarrar os marines, Masimos usaria sua aceleração para tentar pega-los, mesmo os soldados esquivando o tritão pressionaria até concluir seu agarram. Não tinha o porquê hesitar, pois se não houvessem lâminas ou armas de fogo, Masimos possuía grande vantagem no combate, algo relativamente obvio, pois, sua raça era uma evolução perante os meros humanos, não que isso tornasse o gigante tritão arrogante, mas era um fato verídico! Talvez por isso grande parte dos humanos odiassem a raça dos tritões.



OFF:
 

____________________________________________________

~Fala / Narração

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

Conquistas:
 
Voltar ao Topo Ir em baixo
Buggy
Coringa
Coringa
Buggy

Créditos : 16
Warn : 2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 3 10010
Masculino Data de inscrição : 30/07/2015
Idade : 22

2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 3 Empty
MensagemAssunto: Re: 2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades!   2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 3 EmptyTer 09 Ago 2016, 20:52


Post: Where: Malkiham Wheater: Time:

Lâmina Demoníaca




Deus... Minha voz! Minha querida, preciosa voz, ainda está apagada! Estou com medo de ficar mudo para sempre... Deus, me proteja dessa maldição! Será... será que a minha maior arma, minha influência, meu poder desaparecerá? Prefiro... prefiro nem pensar sobre isso. Maldita seja minha língua, que fica atraindo essas loucuras para mim! É tudo obra do Destino, ele me guia, guia todos nós, e eu confio que ele não falhará comigo. É uma força misteriosa, uma como eu nunca antes vi, e não serve a nada que eu me preocupe com isso. Tenho que relaxar e ver o que há de acontecer: estou a mercê deste poder quase divino, e nada me resta a não ser me submeter a ele e ter fé. O mais importante agora é dar um jeito de sair vivo dessa enrascada, dessa loucura em que eu entrei. Fui impulsivo, impensado, e, indubitavelmente, louco. Ataquei um sargento, joguei fogo em uma taverna repleta de marinheiros, e agora estou fugindo por minha vida! E tudo isso me custou minha preciosa voz... Deus, por favor, recobre minha voz, minha delicada voz, minha linda voz, e juro que eu voltarei a meus costumes cristãos. Por favor, oh Lorde!

Estou me virando demais a divindades! Tenho que agir eu mesmo, ou eu irei me encontrar com elas! Pelo menos, consegui deixar aquele ninho de víboras, aquela mil vezes maldita taverna que tanto me causou problemas! E, quem sabe, matei alguns marinheiros malditos que me humilharam e mancharam meu orgulho com tanta leviandade! Mas agora o caso é outro. Um esquadrão deles está no meu encalço, e eu acabei de trombar com o louco que acham que estou aliado. Sinceramente, um punk assim, rebelde, um moleque tão visivelmente irresponsável e nervoso, acham mesmo que eu me aliaria a ele? Loucura, loucura! Mas ele pode me quebrar um galho dos grandes. Pelo que os marinheiros disseram, ele deve ser um grande procurado, e os olhares devem estar virados para ele. Porém, o sargento Yagami maldito deve estar enfurecido comigo; eu bem gostaria de ver sua cara quando eu fugir! Ele me tira minha voz, pois bem, eu lhe tirarei o cargo, depois a missão, e enfim sua vida! Irei despi-lo de toda e qualquer honra!

É hora de agir. Tenho que fazer algo... Mas, o que? Não posso chamar atenção, ou o sargento vai ir atrás de mim... Ahhh, que dilema! Posso ajudar o Lâmina Demoníaca, confirmar seus estereótipos, e ganhar seu apoio em qualquer coisa que eu planeje fazer, mas aí eu correria o perigo de ser capturado novamente. Agora, eu também posso simplesmente fugir, mas eu não ganharia nada com isso. Bem, eu entrei nessa nova ida para viver no limbo, no limite do perigo! Se eu continuar sempre com medo, vou acabar não aproveitando a segunda chance que me foi conferida! Certo, está decidido! Vou salvar a pele do Shinra e do Lâmina demoníaca, e depois exigir minha recompensa.

Enquanto corresse, eu me jogaria enquanto atiraria para baixo,ao chão, meu peito para baixo, assim como meu rosto. Fingiria ter recebido um tiro no peito, minha mão colada nas costas. Ficaria primeiramente gemendo de dor, algo que o teatro me ensinou perfeitamente a representar, então me debateria em vão, mexendo ligeiramente meu torso para os lados. Enfim, eu relaxaria meu corpo, como se a morte houvesse me alcançado. Apenas haveria uma mão minha, abaixo de meu corpo, escondida, que estaria a recarregar a pistola. Ficaria estático, esperando que alguém se aproximasse, ou que passassem por mim. Era o clássico truque, como Falstaff fez na grande peça Henri IV. Enfim, é a minha inspiração nesta situação de vida ou morte.

Deitado, eu aguardaria. Se alguém se aproximasse, e não fosse algum de meus aliados, eu esperaria ele ou fazer alguma ação contra mim, ou virar suas costas. Caso a arma estivesse recarregada, eu faria meu braço escondido mirar até ele, por baixo de meu torso, e atiraria a sua cabeça, meu semblante ainda apagado e o resto de meu corpo imutável. Após isso, eu correria em direção do Lâmina Demoníaca, desviando sempre que algo viesse em minha direção pulando para o lado.. Enquanto corresse, eu permaneceria mudo, mas faria um sinal com a mão para que ele me ajudasse.

Caso todos os marinheiros passassem por mim, ignorando meu aparente cadáver, eu me levantaria silenciosamente, minha pistola em mãos, e eu olharia para todos eles. O som da chuva deveria me encobrir, e eu olharia para os marinheiros. Idiotas, sequer tem algum respeito com os mortos. Malditos, se acham tão superiores! Muito bem, todo show tem um fim, e este espetáculo será uma tragédia para eles! Mirando atenciosamente, tomando meu tempo, eu atiraria na cabeça do sargento Yagami, e, assim que o tiro saísse, eu gastaria minhas outras balas rapidamente, mirando os outros marinheiros ao seu lado, ou, se eu tivesse errado, o sargento novamente.

Após isso, eu correria para longe dos marinheiros, o suficiente para eles não me verem. Deixaria que alguns me seguissem, ou todos, ou nenhum. Se todos vierem, meus dois aliados cuidam deles. Se nenhum vier, eu voltaria e faria a mesma coisa, só que desta vez sem mirar no sargento. Se apenas alguns deles vier, bem, eu terei aliviado o trabalho dos dois. Eu, porém, apenas continuaria a correr, como sempre. Assim que houvesse encontrado alguma porta aberta, ou janela, eu passaria por ela. Não entraria em lixeira ou bueiro nenhum; não sou nenhum vagabundo sujo, e ainda tenho dignidade!







____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Kekzy
Tenente
Tenente
Kekzy

Créditos : 63
Warn : 2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 3 10010
Masculino Data de inscrição : 06/11/2013
Idade : 22
Localização : Utopia - 7ª Rota

2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 3 Empty
MensagemAssunto: Re: 2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades!   2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 3 EmptyTer 09 Ago 2016, 23:04

Página 3 ⁞ Post 05 ⁞ Status: Normal


[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.][Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
Two Faces

O calor abrasador das chamas tempestuava a taverna. O pequeno foco de fogo logo se alastrou em aterradoras labaredas mortíferas e impiedosas, ganhando vida inopinadamente.

A pequena semente caótica que Nero plantara no chão, com a minha ajuda, doutrinava o verdadeiro significado do caos e da desordem.

O caos expressava-se no tremular do fogo; nas formas sombrias e lúgubres que eram formadas, replenas nas paredes; nos gritos transtornados e nos semblantes pálidos e fúnebres.

A discórdia tomava forma no pandemônio, um alvoroço indômito de pomposos nobres e burgueses, lutando por suas vidas miseráveis de novela e fabulosas. É irônico como aquilo era aprazível, não acreditava que alguém chegasse a fenecer carbonizado no incidente, então ver todos aqueles rostos ufanistas se despedaçarem em terror e pânico era, de fato, mordaz.

Apesar deles terem sido sagazes e ardilosos, não deixaria nenhuma pessoa ordinária, por mais ardil que fosse, me subjulgar. E quem dirá aos meus companheiros! A morte é uma punição extrema demais, se quer cogitaria isso, uma boa lição deve ser mais do que o suficiente, e se não for, não me culpem por minhas ações!

No entanto, a real ameaça era a marinha, em especial o repulsivo Sargento Yagami, esse irá aprender as lições mais árduas de sua vida!

***

O breu da taverna dificultou meu plano, após explodir as luzes emergenciais, foi uma tarefa difícil encontrar Nero. No entanto, conseguimos sair dali, para longe da sufocante fuligem negra e do calor escaldante.

Todavia, não fomos capazes de despistar os marinheiros de nossa cola, uma infausta situação. Contra oito oponentes, apenas nós dois, nossas chances de sucesso não eram muito grandes, mesmo com todos os nossos artifícios. Aliás, ainda não estávamos tão fortes e preparados como almejávamos. Porém, seria um ultraje recuar! Contra esses homens que humilharam o meu companheiro, as esperanças de suas salvações se selaram naquele momento!

Mesmo assim, com toda a vontade dentro de mim, ainda me faltava ar e uma oportunidade para reverter a situação. E minha mente desvanecia enquanto corria; meus pulmões queimavam de raiva e fadiga. E quanto mais eu me esforçava, mais percebia o quanto era incapaz, as probabilidades estavam desfavoráveis. Eu não era forte o suficiente. Uma ideia surgiu em minha mente, como uma última esperança até minha mente subemergir nas trevas. Senti um medo intrísico ao meu ser, e percebi algo nos calabouços da minha existência, não mais encarcerado, tomando conta de mim.

***

Yarin continuaria a correr, em direção ao homem que se projetava na sua frente. Não sabia se era amigo ou inimigo, mas botaria-o a prova agora.

Ele aceleraria, fazendo mais um esforço para se aproximar do homem, as palavras não chegavam ao seu ouvido naquele momento de transição. Ele correria até os pés daquela pessoa, freando abruptamente, ficando muito próximo dela, olhos nos olhos, recuperando o fôlego sem falar nada até os marinheiros se aproximarem, levantaria a cabeça, revelando o olhar insano próprio de seu ser.


[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

De poucas palavras, falaria, em seu tom áspero e monótono.

— Lute ou morra, aqui e agora.

Yarin viraria, botando a máscara em seu rosto. Com ajuda ou não, ele enfrentaria todos aqueles homens, até seu corpo esgotar suas forças, nenhuma dor implacaria o seu dever, e a insensatez continuaria a fazê-lo levantar enquanto seus músculos aguentassem.

Tudo que importa é preservar a sua existência entrelaçada com a de Shira.

Ele avançaria contra os inimigos, próximo de Nero e fora da sua linha de disparo. Avançaria pelas laterais, onde o primeiro contato contra os oponentes seria menor, em questão de números. Assim, também preservaria de levar ataques por todos os lados, por hora.

Primeiro, os mais fracos haviam de cair. Apenas os mais fortes restam no campo de batalha. Ele avançaria com ímpeto contra um marinheiro ordinário, adotando sua postura de combate, um corpo fluído como a água, seus ó ao lado do corpo, pendulando na medida que investiria.

Seus movimentos, nada rígidos, o guiariam em zigue e zague em direção ao oponente, para não revelar onde atacaria na formação inimiga, e de súbito escolheria uma das laterais, a próxima de Nero.

Chegando no alcance do marinheiro ordinário, ele esperaria o primeiro golpe ser efetuado, desviando agilmente para o lado contrário do centro do grupo de marinheiros, apenas virando e jogando o corpo para o lado; ou, se agacharia/pularia repentinamente, já girando, em caso de um ataque horizontal e não vertical, aproveitando a brecha na defesa para desferir um golpe com o poder e velocidade adicional do giro, na parte posterior da perna, e uma vez desequilibrado, ele daria uma pirueta no ar, esticando a perna para cima e deixando-a cair com violência contra a cabeça do inimigo. Seu objetivo era desacorda-lo, deixa-lo incapaz durante a luta.

Assim que seus golpes fossem realizados, bem sucedidos ou não, Yarin recuaria com passos rápidos, para perto de Nero. Ele utilizaria de cambalhotas para desviar dos golpes desferidos contra ele em casos mais extremos, como disparos, buscando ficar sempre com um marinheiro na sua frente para evita-los, mas priorizaria movimentos curtos, suficientes apenas para desviar dos golpes, como uma virada de cabeça e pisar em meia lua para o lado.

Evitaria o Sargento agora, sempre recuando para aproximar-se dos marinheiros fracos, e se ele se aproximasse, evitaria-o correndo contra os marinheiros supracitados.












Off:
 







____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.][Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Conteúdo patrocinado




2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 3 Empty
MensagemAssunto: Re: 2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades!   2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 3 Empty

Voltar ao Topo Ir em baixo
 
2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades!
Voltar ao Topo 
Página 3 de 22Ir à página : Anterior  1, 2, 3, 4 ... 12 ... 22  Seguinte

Permissão deste fórum:Você não pode responder aos tópicos neste fórum
One Piece RPG :: Oceanos :: West Blue :: Ilusia Kingdom-
Ir para: