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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades!

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AutorMensagem
Skÿller
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Skÿller

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MensagemAssunto: 2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades!   2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 2 EmptySeg Jul 18 2016, 23:54

Relembrando a primeira mensagem :

2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades!

Aqui ocorrerá a aventura dos Piratas Bell Farest  e Masimos Titã Howker. A qual não possui narrador definido.


____________________________________________________

~Fala~
~Pensamento~

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Sabe por que caímos?
Para aprendermos a levantar.
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AutorMensagem
Far
Pirata
Pirata


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MensagemAssunto: Re: 2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades!   2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 2 EmptyDom Jul 24 2016, 03:46

Time to cooperate

Atravessávamos a porta que nos separava do suposto perigo, e podíamos nos deparar com um bando de marinheiros, mais precisamente quatro deles, nossa presença mal era notada e um tiro já fora efetuado contra Masimos, o que por sinal complicava bastante a situação. Com essa vantagem inicial os indivíduos passavam a ignorar meu parceiro e apenas forcar seus golpes contra mim, de fato era uma estratégia plausível mas pude perceber as investidas rapidamente e me esquivar, assim conseguindo me esconder dos tiros. O atirador reconhecia minha flexibilidade e expressava o tritão como seu foco principal, isso de certa forma até facilitava em me dar uma abertura, mas ainda não era o suficiente pois ainda que se posicionasse dessa maneira suas atitudes ainda pareciam estar focadas em minhas movimentações.

A chuva se intensificava no local prejudicando em boa parte os sentidos auditivos de todos, principalmente da parte de fora da hospedaria, mas isso chegava a ser mais favorável a nós do que a eles, visto que não poderiam chamar reforços mesmo na pior das hipóteses. Entretanto minha situação continuava complicada, não havia jeito de me mover sem que fosse percebido e rapidamente interceptado pelo atirador, sendo assim dificilmente conseguiria chegar até lá sem pensar em alguma coisa. Mas antes que eu sequer pudesse começar a analisar os próximos passos, e quem sabe colocar meu plano inicial em prática, Titã iniciava algumas ações por conta própria, possivelmente lançando a tal porta contra os inimigos. Não tinha certeza se o objeto iria acertar os tais homens, mas já podia começar a notar que isso facilitava e muito minha aproximação, pois a linha de frente seria enfraquecida por alguns momentos.

Agora era a hora certa para tomar conta do atirador, até porque ele continuava a ser um incômodo e certamente não me deixaria em paz até que o derrotasse, Massimos me explicava o que tinha em mente, e não poderia deixar de concordar, tomando a decisão de apenas cooperar e terminar logo com isso tudo. Aguardaria até que o tritão fornecesse a barreira necessária para cobrir a minha presença, até que fosse possível sair de meu esconderijo usando o corpo dele como escudo, e assim o faria, afinal seu corpo era resistente e suficientemente grande para me esconder, era o plano perfeito para que eu finalizasse os oponentes da maneira que desejava. Mas dessa forma precisaria adaptar tudo ao novo padrão, e teria que o fazer enquanto nos movêssemos, portanto apenas acompanharia as passadas de Howker até que ele recebesse por completo o foco dos oponentes.

Assim que visse que o caminho estava livre para seguir, daria dois tapas na perna do tritão para que ele reconhecesse o avanço e assim prosseguiria correndo em direção ao atirador, pois sabia que ele era peça fundamental da estratégia inimiga, e precisava neutralizá-lo a todo custo, mas ainda assim tentaria passar pela linha de frente sem ser reconhecido. Claro, não estava contando apenas com isso podendo nem chegar a acontecer, portanto faria passadas laterais de forma que pudesse acompanhar a movimentação das duas partes, tanto dos espadachins quanto do atirador, e mesmo que alguém deixasse de atacar o tritão, ainda assim eu continuaria prosseguindo até meu alvo principal. Faria o possível para chegar até lá rapidamente, e assim quem sabe finalizasse o meu plano antes que alguém conseguisse me alcançar. Então se tudo desse certo e conseguisse estar de frente com o marinheiro, me moveria até a parte a lateral do mesmo, erguendo lentamente minha espada com ambas as mãos e tentaria desferir um golpe vertical visando as costas do inimigo. Entretanto não poderia me esquecer de sua arma, a qual moveria meu pé de forma a realizar um chute, apenas na tentativa de desarmá-lo e não receber um tiro a queima-roupa.

Chegando até esse parte da estratégia havia duas possibilidades para acontecer, a primeira seria nenhum dos espadachim terem notado minha presença por estarem demasiadamente ocupados com Masimos, e a segunda consistia em algum deles deixar de atacar o grandalhão para proteger o atirador. Sendo assim, estava preparado para os dois acontecimentos, então caso fosse o primeiro acontecimento, partiria para cima deles buscando atingi-los pelas costas de forma bem mais efetiva, realizando um golpe cortante contínuo que visava as costas dos três inimigos ao mesmo tempo. Apenas manteria a espada na horizontal mirando no centro das costas e deixaria que ela fizesse o trabalho, passando de um ponto ao outro da sala para dar conta de todos, mas sempre mantendo os passos acelerados durante todo o trajeto.

Já se acontecesse a segunda possibilidade, que havia uma probabilidade maior de realmente ocorrer, terminaria com o atirador e logo em seguida já agarraria seu corpo movendo-o para a direção do primeiro atirador que estivesse me perseguindo, dessa forma poderia evitar cortes por parte do mesmo. Então logo ergueria minha espada novamente, e assim movimentaria apenas minha mão direita segurando a lâmina, visando a todo momento atingi-lo com uma sequência de ataques, que buscava encobrir com a ajuda do cadáver. Primeiramente passaria minha espada por entre os braços do atirador, realizando uma possível estocada contra o espadachim, e assim atingi-lo sem que o mesmo sequer pudesse perceber, mas ao mesmo tempo moveria meu corpo para trás, tentando evitar que a mesma estratégia fosse utilizada contra mim se por algum motivo tivéssemos a mesma ideia. Em seguida já não necessitava mais do tal corpo, apenas o deixaria cair e com os dois braços ergueria a katana até meus ombros, buscava um golpe brutal com toda a minha força, e assim que erguesse-a por completo desferiria a lâmina contra o pescoço do homem com intenção de dilacerá-lo.

- Touché! - Falaria de maneira descontraída se tudo desse certo, independente do modo que a luta se desenrolasse.

De fato a primeira possibilidade seria bem mais efetiva, mas não havia como saber com exatidão o que aconteceria e portanto havia me preparado para os dois, mas alguns contratempos ainda poderia acontecer entre uma ação e outra, e também precisava me atentar a isto. Mantendo isso em mente, caso algum dos espadachins conseguisse me alcançar antes do objetivo inicial me atentaria aos seus golpes de espada, e para isso estava pronto para dar uma passada em falso movendo-me para a lateral com o acompanhamento do corpo, assim deixaria que ele seguisse em vão para a parede. Por outro lado para evitar tiros, não havia muito o que fazer a não ser trocar minhas passadas e passar a mover em zigue-zague, não era de fato a melhor estratégia mas tentava ao máximo diminuir a precisão da arma, já que teria um alvo em movimento constante. Mas se fosse realmente necessário, e não houvesse outra opção procuraria por algum abrigo temporário antes de prosseguir.

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Kekzy
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MensagemAssunto: Re: 2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades!   2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 2 EmptySeg Jul 25 2016, 02:45

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Ilusia, my Kingdom

Finalmente! Eu já estava a achar que essa viagem não acabaria mais! Amo o mar, claro, mas como conter o impulso de conhecer uma nova ilha? Impossível!

Não lembro a última vez que estive tão eufórico assim. Reconheço que toda essa aventura com Nero me deu novos ânimos, mais motivos para seguir em frente, quando me encontrava sozinho, cego e sem saber para onde ir. E agora, tenho um objetivo em frente, algo para alcançar, perseguir, não consigo deixar de sorrir por isso. Encontrei a mais pura verdade no que se diz por aí: "a vida não tem sentido sem um objetivo.

Sairia correndo do zepelim, não precisava esperar ele atracar por completo. Qual o problema de um jovem entusiasmado com a vida? Um músico deve viver intesamente, sem correntes que lhe prendam a criatividade, e procurar inspiração nos cantos mais improváveis que alguém ousaria buscar. Entendi isso há pouco, e é isso que buscarei daqui em diante, a forma mais verídica da liberdade.

Pararia por um instante, precisava apreciar a vista e fazer o mesmo ritual de sempre. Como poderia esquecer? Caminharia até a praia, procurando pelo ponto mais alto, também é do meu gosto sentir a areia fofa, a água salgada nos meus pés, logo me descalçaria por um tempo. É sempre tão nostálgico fazer isso que as vezes não consigo conter as emoções. Subiria no canto mais alto que conseguisse, seja uma falésia ou uma rocha, com a devida atenção em cada passo – já tive episódios desagradáveis e em nada dignos com quedas e não pretendo repeti-los –, me posicionaria próximo a borda e faria o que nasci para fazer.

Tomara que os alcance, seja lá onde estejam — sussurraria para mim mesmo, deixando as palavras se perderem no barulho das ondas.

Lembraria das lições que tive em toda a minha vida, crescendo e sendo educado como um violinista, cultivado para ser o melhor pelos melhores. Todos os momentos ruins que superei, tantos dias na proa do navio, treinando incessantemente até cada nota estar gravada em minha mente. Tudo isso valeu a pena, e esse é o meu orgulho. Sacaria o violino das minhas costas, junto de seu arco, posicionando-o bem sobre o ombro, fecharia meus olhos e deixaria as minhas mãos correrem livres, não queria tocar algo específico, que existisse, apenas que minhas emoçôes tomassem vida e se expressassem em música. Tudo da sua forma mais natural possíve, com meu corpo acompanhando os movimentos da melodia. E que minhas gratidões os alcançassem.

Voltaria, mais do que satisfeito, calçaria de volta minhas botas e iria em direção a cidade. Devo ter me distanciado dos demais, se é que Sara e seu pai pretendem continuar mais tempo conosco em viagem. Carregaria meu violino na mão, por enquanto, quando tivesse uma boa vista da cidade pararia por um momento. As cenas devem ficar marcadas em minha mente, aqui é o meu verdadeiro começo. Malkiham foi o abrir das cortinas, em Ilusia, o show começara, e seu ápice começara quando alcançarmos a tão infame Grand Line, como Nero planejou.

Uma sensação estranha no meu estômago incomodava, mas era ao mesmo tempo boa, familiar. Aventuras são mesmo viciantes, te fazem desistir de tudo e cair de cabeça em uma empreitada única. Não vou me arrepender disso nunca. Jogaria o arco do violino sobre o ombro e seguiria para a cidade. Conter essa risada me parece impossível, começaria a gargalhar para o céu. A vida também é feita de loucura, e algo dentro de mim pede cada vez mais por isso. Sinto uma leve mudança em mim, mesmo após tocar, nem todas emoções foram exprimidas, lá no fundo algo ainda persiste. No entanto, não consigo explicar para mim mesmo o que seria.

Iria em busca de Nero, conhecendo-o, sei que ele se meteu em alguma taverna. Pensando bem, ele deve estar se alcoolizando, e alguém como eu não se rebaixaria ao nível desses lugares. Detesto beberrões, desperdiçam suas vidas e afogam suas frustrações em garrafas e mais garrafas de álcool, além do fedor característico e pútrido. Para mim, são a personificação da decadência da humanidade. Não lutam por nada, não querem nada. Me recuso em entrar em um local assim, procurarei por Sara.

Se bem havia entendido, fui rejeitado uma vez. Entretanto, a vida segue, ela que está perdendo, não posso fazer muito em relação a isso. Suspiro. Sou um derrotado... Vou morrer sozinho.

Todavia, observaria as tavernas locais para saber onde Nero poderia estar. Eles não devem estar longe. Agiria normal, aqui sou apenas um músico qualquer, por enquanto. Caso o destino me permitisse encontrar a garota a chamaria para andar por aí, matar o tempo. Encontrando seu pai, o pediria mais uma vez para me ensinar as técnicas da furtividade, visto que não consegui captar tudo no zepelim. E sem nada para fazer, iria até onde houvesse um grande fluxo de pessoas, abriria o estojo do meu violino, o deixando aberto no chão e começaria a tocar novamente. Estava saudoso de fazer isso, não precisa muito do dinheiro após o assalto no zoológico, mas queria muito fazer isso.



Off:
 







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Takamura
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MensagemAssunto: Re: 2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades!   2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 2 EmptySeg Jul 25 2016, 14:57

A chegada de estranhos!


A luta estava aquecendo, Masimos refletia sobre todo o ocorrido anteriormente e sua raiva quase dominaria seu corpo se não fosse pelo sua inteligência cujo agia nos últimos segundos evitando uma maior tragédia. Enquanto isso, Farest pensava sobre as ações do atirador uma vez que o mesmo o bloqueava.

Com o passar do tempo a chuva ficava mais forte, o navegador conseguia concluir que não havia maneira de chamar reforços, todavia mal dava para saber ao certo se havia mais marinheiros ao redor da hospedaria. Mais distante do hotel, num porto de Zeppelins descia três homens e uma garota,Nero, era o nome de um artista que acompanhava esse grupo e ele se destacava com as suas vestimentas requintadas. Shinra, é a nomenclatura de um jovem que corria pela ponte a procura de uma praia.

Os artistas eram recebidos com uma forte tempestade já que com o passar do tempo ficava cada vez mais forte.Blackwater a cada passo executado pensa sobre o passado e acaba perdido por não saber o que o futuro o aguarda. Enquanto isso Yarin corria tentando sentir tudo aquilo que a praia oferecia, contudo não sabia que naquela ilha era tudo feito de pedra, tijolo e a natureza quase não existia, ou seja, na verdade o jovem pisava em concreto gelada devido a chuva, mesmo assim se descalçava e sentia na própria pele o frio do metal.

O rapaz subia numa escadaria que havia próximo dos mesmos e logo avistava um Quartel General cujo era tão grande que facilmente assustava qualquer criminoso que tentasse alguma coisa em Ilusia, do lado do mesmo havia um banco e ao redor estava escondido devido a inúmeras casas. O resto dos passageiros continuavam no veículo esperando a chuva pelo menos se acalmar e não seria diferente dos moradores daquela cidade já que a movimentação era pouquíssima.

A grande batalha começava no edifício aonde os piratas estavam hospedados, Howker nos poucos segundos que restavam para os marinheiros chegarem até o tritão, o mesmo reflete irritado com a ideia de estarem felizes por um simples machucado e com angustia de ter uma pequena chance de ser derrotado. Então rapidamente gira a porta no chão que estava no chão consequentemente atingindo as pernas de três espadachins, mas sendo obrigado a parar o movimento por causa de seu ferimento já que começava a arder e a dor aumentava.

O espadachim tinha tudo para atingir o gigante azulado, porém não sabia da enorme resistência do mesmo uma vez que ao tocar com a espada no ombro do mesmo tem como finalidade a quebra da lamina. O soldado por sua vez fica com uma cara de espanto e assustado já que perdeu sua amada arma. O homem-peixe então ergue-se em frente ao marinheiro, posteriormente tentando falar com seu parceiro.

Um erro grave do Titã já que nesses poucos segundos para começar e terminar de falar foram mais do que suficientes novamente para o atirador acertar um disparo no ombro direito do tritão. -Quem fala durante a luta? pronunciava o soldado enquanto recarregava sua pistola cujo estava na mão direita e isso deu tempo suficiente para Masimos preparar sua técnica. O soldado olhava para o tritão com um sorriso que demonstrava ''Você já era'' e sem mais delongas atirava varias vezes em direção ao homem-peixe, todavia antes o único espadachim que estava em pé se jogava dentro de um quarto uma vez que a porta estava aberta.

Habilidosamente Howker bloqueava os disparos, no entanto graças aos seus machucados anteriores acaba por ser acertado de raspão na bochecha e pescoço no lado esquerdo. O marinheiro cessava fogo uma vez que ao apertar o gatilho a arma não disparava e antes de conseguir recaguerrar, Bell que estava apenas olhando anteriormente, agora avançava rapidamente contra o a peça chave da estratégia inimiga.

O espadachim se movia como o vento, mal dava para ver seus movimentos. Os espadachins que estavam apagados nesse curto período de tempo agora despertavam, todavia não o suficiente para parar a investida do espadachim. Assim que o navegador chega perto de seu adversário acerta um golpe na horizontal acertando as costas do mesmo uma vez que passou pela lateral do mesmo, um movimento que confundi até mesmo o homem mais inteligente. Como consequência do golpe faz a estrutura corporal do homem atingir um de seus companheiros que estava levantando.

A batalha estava chegando ao seu auge. A perna de Marciano não aguentava mais o peso do mesmo e acaba por desabar batendo fortemente o joelho contra o solo e graças ao seu novo ferimento mal conseguia levantar o braço. E devido a quantidade de perda de sangue, seus sentidos que antes eram aguçados agora pareciam de um humano comum, além de uma forte tontura. Três dos marinheiros estavam derrotados, o comandante estava caído sobre o corpo de um soldado e o terceiro estava num quarto, mas o que ele estaria fazendo lá?

Os únicos que ainda tinha condições de lutar, era a lâmina demoníaca e dois espadachins. Ao mesmo tempo em que a luta acontecia, Shinra pegava seu violino das costas e então começava a tocar enquanto não parava de pensar sobre a analise do local, quando terminou com seus pensamentos acompanhado do fim da melódia, guarda o mesmo nas costas e então após calçar novamente os sapatos que agora estavam molhados por dentro consequentemente enchendo de águas os pés, o jovem se dirige até Nero.

Blackwater por sua vez guiava o grupo até a taverna mais próxima. Ao adentrar no local, logo foram recebidos com xingamentos -Ei, se secam antes de entrar! falava alguém no meio de tantas vozes com um certo tom de autoridade e graças a chuva, o bar estava lotado com diferentes pessoas e personalidades. Um local bem iluminado, com umas dez mesas e vinte cadeira e o bar era grande o suficiente pra caber quinze bancos. Atrás do mesmo, podia ver uma estante com duas prateleiras cheia de diversos tipos de bebidas.

Sara e seu pai, os únicos que estavam secos conseguem sentar-se em uma mesa vazia sem problemas,Yarin durante todo o caminho estava rindo e as vezes se afogando quando gotas de água entrava em sua boca, mas não o suficiente para causar alguma fatalidade. O garoto não gostava dos lugares que seu parceiro frequentava e então olhava para o lado a procura da jovem, mal sabendo que ela já estava lá dentro.

Alguns minutos depois, sai um homem de cabelos verdes pela porta e entrega duas toalhas para os artistas. O homem usava um óculos azul, camisa social branca e uma calça jeans azul e ele não dizia nenhuma palavra, apenas entregava e voltava para dentro do bar. O que o grupo fará?
Homem:
 

Monstro:
 

Far:
 

Buggy:
 

Kekzy:
 


Off:
 

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Buggy
Coringa
Coringa
Buggy

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MensagemAssunto: Re: 2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades!   2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 2 EmptySeg Jul 25 2016, 21:48


Post: Where: Malkiham Wheater: Time:

Temporal



Que absurdo! Estou indignado com o dono dessa taverna! Maldito, isso é maneira de acolher um cliente? Não pude nem me acomodar, nem fazer um pedido! Que ódio! Meus punhos se cerram sob as mangas de minha jaqueta, reprimindo a raiva que já estava à flor da pele. E esta maldita chuva não faz nada para melhorar meu humor! Sinto como se uma nuvem negra estivesse logo acima de minha cabeça, bloqueando qualquer sorte e bom-humor de ser visto. Estou encharcado, enfurecido, indignado, humilhado! Trabalhei anos no circo, mas nunca fui palhaço!

E esse maldito homem, fazendo caridade por mim, me entregando essas toalhas! Tenho certeza que elas serviram para limpar o vômito de algum bêbado idiota daqui! O pedaço de tecidos em mãos, tive que me controlar para gritar de raiva. Meus dentes rangem, segurando meu ódio dentro de mim. Acalme-se, Nero. Não posso chamar muita atenção aqui, ou posso acabar perdendo todos os rumores que eu busco; vamos fazer isso aqui de maneira rápida, e partir logo para a ação.

Contra minha vontade, e com um mau-humor incrivelmente reprimido, eu começaria a me enxugar, tirando o acúmulo de água de minhas belas e requintadas roupas, que tanto me orgulham. Removeria meu chapéu e abaná-lo-ia para que secasse, tomando cuidado para não espirrar nada em ninguém. Não quero arranjar briga aqui e agora; a bem da verdade, não quero arranjar briga em momento algum. Não gosto de me sujar, nem de me esforçar muito fisicamente. Prefiro deixar isso para os jovens.

Seco e apresentável novamente, eu poria meu chapéu, ajeitando-o perfeitamente, e passaria a mão em minhas ombreiras. Vestido impecavelmente, eu olharia para todas as pessoas na taverna, analisando minhas possibilidades: eu poderia ir com o ilusionista e sua filha, mas eles não têm muito a me dizer a esta altura do campeonato. Tudo que eles podiam me ensinar ou me contar já é conhecido por mim; ao menos, tudo que tivesse algum uso especial. Agora, eu poderia ir falar com o taverneiro, mas não senti nada de bom vindo dele: ele é calado demais, e não parece ser nada sociável. Além disso, ele me humilhou na minha entrada, e eu não irei esquecer isso muito cedo. Como as dívidas que o ilusionista e Shira têm comigo.

Então me resta ir conversar com os estranhos. Bem, se eu aprendi algo em meus vários anos de vida, é que apenas duas pessoas sempre dizem a verdade: crianças e bêbados. Então, quem melhor para me contar tudo que se passa na ilha do que alguém completamente alterado pelo álcool? Um sorriso discreto se abriria em meu rosto, quase sendo maquiavélico. Quem sabe eu não poderia fazer alguma coisa para lucrar aqui neste bar? Afinal, todo lugar pode ser um palco se o roteiro for bem planejado. E, bem, bêbados são as melhores marionetes que existem!

Procuraria com meu olhar pelo homem mais aberto, mais falante, mais bêbado que estivesse na taverna. Pessoas que falam muito sempre entregam o ouro facilmente. Assim que deduzisse o mais sociável, andaria descontraidamente em sua direção, com um sorriso largo e simpático estampado em meu rosto. Procuraria algum assento perto dele, acomodando-me logo em seguida, ou, se não houvesse nesta maldita espelunca que só me humilha, eu permaneceria de pé ao seu lado. Assim que estivesse ao seu lado, eu abriria minha querida garrafa de whisky e, com um certo aperto no coração dissimulado, diria, minha voz firme, melodiosa, encantadora:

Bom-dia, meu bravo homem! Se bem que ele não está tão bonito assim, não é? Hehe! Pois bem, aceita um copo de whisky?

Caso ele aceitasse, eu serviria seu copo com um pouco da bebida, forçando-me para não lhe dar um tapa por beber meu néctar sagrado. Logo após, eu tomaria um pouco do álcool, aproveitando cada segundo que o líquido escorria por minha boca, deleitado. Parece que eu finalmente atinjo a paz interior quando isso acontece, como se os conflitos que estouram constantemente em minha mente se aquietassem e desaparecessem. É um momento que eu sempre aproveito tanto quanto posso.

Assim que eu retirasse minha boca da garrafa, levando-me novamente ao choque do mundo real, eu abriria um sorriso para meu parceiro de mesa. Seria uma feição falsa e hipócrita, mas eu já estou acostumado a maquiar meus sentimentos. Eu não estou nada contente, mas terei que fingir seu alguém agradável para ganhar algo desse idiota. Vamos lá, preciso ter força de vontade; em breve, eles irão se curvar e se ajoelhar perante a mim, e eu não precisarei mais ficar com essa máscara! Determinação!

Lhe diria então, minha voz com o mesmo timbre simpático e sociável:

Ora, meu bravo senhor! Espero que eu não esteja incomodando você aqui! Apenas sou um homem simples, que viaja pelos blues desde sempre. E já faz um bom tempo que eu não venho aqui para Ilusia Kingdom! Alguma novidade por aqui? Ou o velho rei e o Aaron ainda estão dominando a ilha? Ah, eu chuto que é a segunda opção, não é? Heheheh! Vamos pedir algum prato? Assim podemos comer a vontade enquanto conversamos! Há tempo demais que não venho aqui! Ah, mas conte-me mais sobre você!

Chamaria o garçom e pediria algum prato que custasse menos que cinquenta mil berries; afinal, eu não aguento mais gastar dinheiro! Quanto mais barato, melhor! E, quando essa cena barata aqui terminar, pode ter certeza que eu vou recuperar todo o dinheiro que perdi! Ah, pode apostar! Mas minha vingança financeira deveria esperar; por ora, vou me focar apenas em ouvir o que meu parceiro de mesa tem a revelar, e a observar a atentamente tudo que ocorre na taverna. Também não deixaria o ilusionista e sua filha fugirem de meu olhar: eu não permito que eles fujam de mim agora! Deus, estou ficando louco... Não, eu sempre fui! Sempre quis puxar as cordas de todas as pessoas como marionetes! Hehehe... e não irei mudar isso muito cedo.




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Far
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MensagemAssunto: Re: 2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades!   2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 2 EmptyTer Jul 26 2016, 03:02

Just doing my job

A estratégia em dupla por fim acabava sendo efetiva, Masimos havia conseguido segurar boa parte dos ataques desferidos a ele e ainda impossibilitar a movimentação dos espadachins, algo que facilitou em muito a minha investida, pois podia manter meu foco apenas no atirador, que por sinal era nosso único incomodo. Em meados a decorrência dos eventos o tritão acabava sendo baleado, e portanto restava para minha lâmina acabar o serviço, ainda restavam dois dos espadachins, aparentavam não estar na melhor das condições mas não poderia subestima-los independente do que havia acontecido. Além de tudo podia observar que eles estavam impedidos de se aproximar de maneira tão fácil, devido aos corpos deixados no meio do caminho, claro, isso não faria que eu estivesse totalmente protegido, mas me dava tempo para terminar tudo que tinha em mente.

Mais abaixo de minhas pernas o corpo do atirador estava jogado, aparentemente sem movimento algum, e não podia deixar de pensar que aquela arma não lhe serviria mais, sendo assim apenas pegaria a tal arma em minhas mãos dando uma olhada se realmente estava carregada. Se por um acaso não estivesse com balas, buscaria elas no chão pois certamente o marinheiro deveria possuir alguma reserva, ao menos eu teria. Porém se por algum motivo não encontrasse nada e a arma permanecesse sem balas, jogaria a mesma de volta ali mesmo descartando seu uso, já se fosse o contrário guardaria ela em minha cintura para mais tarde. Não sabia nada sobre tiros, mas todos sabem que esse não é o único motivo para se ter uma arma, ela também me pode vir a calhar como uma forma de intimidação, ou até para algo mais recente, que na verdade era meu foco inicial.

No entanto antes de qualquer coisa não podia deixar de olhar para meu parceiro, caído ao chão com buracos de bala em sua perna e ombro, mas sabia que ele havia feito aquilo para que eu pudesse tomar frente na batalha e partir para a ofensiva, e por esse motivo não iria decepciona-lo de forma alguma. Aliás eu nem poderia sequer pensar em fazer isso, esse era meu dever e irá ser cumprido independente do que seja necessário para chegar até o fim. Não era como se eu fosse defende-lo, muito pelo contrário, ele havia feito isso por mim e agora chegava a minha vez de mostrar o meu valor também. Não sabia exatamente porque, mas queria deixar todos cientes de que não sou mais um mero pirata que simplesmente se deixará ser esquecido ao longo do tempo, eu serei aquele que faz o que quer, que marca sua própria história, e por isso não deixarei que meros marinheiros acabem com esse sonho, minha liberdade é inabalável.

Por mais que refletisse os momentos passavam rápido, e o que parecia horas de ideias formuladas na verdade eram poucos segundos, onde ao mesmo tempo podia acompanhar as movimentações dos marinheiros, que em minha concepção eram apenas presas fracas esperando serem abatidas pelo caçador. Portanto eu seria seu caçador nesse momento, haviam mexido com o espadachim errado e estava pronto para lhes provar isso, sendo assim tomava em mãos meu prendedor de cabelos, colocando-o lentamente até que por fim todos os fios estivessem presos e imóveis na região da nuca. Estava prestes a iniciar meu ataque e dessa vez não queria nem mesmo que o menor dos detalhes atrapalhasse, mas agora estava tudo pronto, e sem mais delongas passava a correr na direção da dupla restante, pretendendo acabar de vez com o infortúnio.

- Agora é a vez de vocês, Hahaha! - Diria, mantendo a concentração a todo momento, mas ao mesmo tempo tentando desestabilizar emocionalmente os sujeitos, mesmo não contando com que isso de fato funcionasse.

A indiferença pairava minha mente quando pensava que retirei todas aquelas almas desse mundo, mas ao mesmo tempo também não podia negar que isso me fazia bem, pelo simples fato de que esses marinheiros estavam sendo um incomodo enorme desde nossa invasão a prefeitura, e já não aguentava mais ter que lidar com os bonés brancos e azuis de forma pacifica. Meu subconsciente levantava pensamentos novos a cada passada em direção ao final da luta, entretanto não podia continuar pensando em problemas que já passaram, precisava focar-me na atual situação e portanto passaria a concentrar todo meu foco nos ataques.

Dessa vez pretendia fazer as coisas de forma mais rápida e certeira, por isso a arma que havia pego, e tendo isso em mente seguiria com minha espada erguida até que alcançasse os tais espadachins, uma vez que chegasse em sua proximidade desferiria um golpe na horizontal da esquerda para a direita, diretamente em seu peito. Assim que finalizasse essa parte acreditava que o homem iria defender, pelo simples fato de ele ser um espadachim, mesmo que mau treinado, todos devem conhecer as noções básicas de defesa. Portanto ao ter seu golpe defendido, com a espada de frente com a espada dele empurraria o homem para traz tentando desestabiliza-lo por algum momento, e me aproveitaria disso para lançar um novo golpe, dessa vez abaixaria minha lâmina e lhe atacaria com um golpe na diagonal visando a região do abdômen. Entretanto se o soldado fosse pior do que eu esperava e ele nem sequer defendesse o primeiro golpe, apenas seguiria em frente com a estratégia.

Contando que a primeira parte da execução fosse um sucesso, agora seria hora de tomar conta do outro sujeito que ainda estava de pé, mas esse pretendia usar uma estratégia mais suja que me pouparia tempo, algo que Masimos não tinha, pois precisava de atendimento médico o mais rápido possível. Logo me aproveitaria do fato de ter o corpo do homem derrotado ao meu lado, e aguardaria a aproximação de seu parceiro segurando o marinheiro como se a batalha ainda estivesse acontecendo. Mas não pretendia fazer a mesma estratégia duas vezes, pois apesar de tudo sabia que dificilmente cairiam nela outra vez, e sendo assim apenas visava a aproximação parcial do indivíduo, apenas o suficiente para que pudesse lançar o corpo do falecido contra ele, na tentativa de faze-lo perder o equilibro. Se isso ocorresse, esperava que o corpo caísse sobre o homem assim facilitando minha aproximação, mas caso não fosse bem dessa forma apenas desarmaria o sujeito com os pés e ficaria de pé sobre ele.

- Era só isso? - Falaria de forma debochada e provocativa, tentava insulta-lo de alguma forma para que revelasse se esse era todo o plano, não sabia se isso realmente aconteceria, mas iria finaliza-lo de qualquer forma então não faria diferença.

Em todo caso, também estava preparado para os contratempos que poderiam acontecer durante a realização do plano, pensava que as coisas seriam mais fáceis devido as condições, mas ainda assim estar preparado para qualquer eventual acontecimento indesejado era fundamental. Desse modo permaneceria atento a todo momento para possíveis ataques do oponente, se fossem ataques verticais levaria meu corpo para o lado para esquivar do golpe direto, se por acaso um golpe horizontal reclinaria ao máximo toda a parte acima do adomem, digno de um movimento circense. Já para ataques na diagonal alternaria minha passada para trás a fim de afastar-me por alguns segundos, e em seguida voltar até o alvo e continuar de onde havia parado. Se todas as ações não fossem suficientes para derrotar os dois homens, recuaria com passadas de costas e observaria melhor a decorrência da situação.

Deixando de lado a parte de falhas, se tudo ocorresse normalmente e estivesse por cima do sujeito falando minhas palavras arrogantes, retiraria a arma que alojei em minha cintura e posicionaria a queima-roupa em seu peito, dando-lhe alguns minutos para falar, mas atiraria no final independente da reação. Porém se arma não estivesse a minha disposição por algum motivo, me contentava em fazer a execução com a própria espada, limpando todo o sangue na própria roupa do indivíduo, afinal de contas já não lhe serviria mais. Dessa forma acabava toda a luta e tudo ficaria calmo mais uma vez, e assim me aproveitava da sessão do caos para me aproximar de Masimos, checando seus ferimentos para ver a aparência, apesar de não entender nada sobre isso.

- Então homem-peixe, parece que nossa parceria acaba aqui. - Falaria de maneira irônica, até deixando escapar uma gargalhada no final da frase. - Não, mas falando sério... A aparência disso ai não está nada boa. Parece que vamos ter que dar uma passada no hospital, ainda tem aquele mapa com você? - Diria esperando que o mapa me fosse entregue, e só assim poderia analisar as construções e identificar com exatidão onde ficava o hospital de Ilusia, portanto assim que decifrasse apontaria para o tritão no mapa. - Fica aqui! Acha que consegue andar até lá? Questionaria as condições do tritão.
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Marciano
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MensagemAssunto: Re: 2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades!   2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 2 EmptyTer Jul 26 2016, 05:35

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~ Único modo razoável de se viver neste mundo é sem Regras ~

A estratégia inicial de Masimos havia obtido êxito, já que seu golpe segurando a porta derrubava grande parte dos marines, porém por um momento a dor atingiu o pico fazendo o tritão larga-la e parar seu movimento. Nessa fração de segundo, um dos espadachins marinheiros estava prestes a fatiar Howker, porém a lâmina ao se chocar com a pele do tritão quebrava-se completamente, talvez por estar sem fio, talvez por ser velha ou pela falta de habilidade do marine! Mas Titã sabia o real motivo, sabia que a Deusa estava lhe protegendo, estava lhe segurando em seus braços como uma mãe que segura sua cria.

Aquele momento brandia a alma do gigante, apenas afirmava que de fato ele era o escolhido e que de fato era protegido pela morte. Por nenhum momento pensaria que sua resistência havia tido grande trabalho, porém para a mente intelectual e insana, era a proteção divina. Bell ainda não havia atacado, provavelmente por não ser o momento certo, mas acabou acarretando em outro tiro do marine atirador. A carne era perfurada, um descuido legitimo do tritão até porque, a deusa nem sempre estaria lhe protegendo ou quem sabe protegeria apenas em momentos críticos como havia ocorrido. A dor aumentava, a raiva começava a se igualar no momento de tal aflição ao ponto de o tritão dar o veredito. “Vocês vão morrer... e não será nada decente! ” Seu pensamento fazia sua adrenalina bombear ainda mais sangue, num intuito da dor ser pausada, pelo menos mentalmente. O atirador recarregava sua arma e nesse momento Masimos ativou sua técnica que por sinal mostrou-se uma boa decisão, pois o marine começava a descarregar sua arma contra o tritão, porém bala após bala era bloqueada, porém algumas balas ricocheteavam, acertando a bochecha e o pescoço do tritão mostrando pegar apenas de raspão.

O marine ao continuar a apertar o gatilho, percebia que suas balas haviam terminado e nesse momento Bell surgia como uma fênix surgindo das cinzas, era realmente o momento certo! O pirata tatuado tomava a vantagem da situação, começava a fatiar os marines derrubando um por um até que nenhum ficasse de pé. Nesse meio tempo as forças do tritão esvaiam por alguns momentos, fazendo o joelho do tritão tocar o solo de maneira bruta e uma dor intensa ecoar por todo seu corpo. “Tsc... maldição! Meu corpo está muito fraco, provavelmente nos atacaram de manhã sabendo que não havíamos nos alimentados! Isso proporcionou vantagem a eles... marinheiros desgraçados! Mas foi uma tática astuta, pena que... não dará certo! ” Enquanto Masimos refletia sobre o que havia ocorrido, juntava forças em seu corpo, percebia sua perna estar realmente ruim, seu ombro também estava em péssimos estado, porém sua alma determinada estava totalmente intacta, enquanto e sua vontade viver e ser nutrida pela deusa da morte, nada irar parar o tritão. Uma tontura surgia ao juntar forças no corpo, seus sentidos já não era os mesmos, porém Titã ainda mantinha sua consciência ativa e isso era um bom sinal.

Enquanto Bell pegava a arma do atirador que havia sido morto, Howker percebia que seu plano afinal tinha sido uma boa decisão, pois ele tinha tomado a defesa e Bell o ataque, a dupla possuía uma boa compatibilidade em termos de combate! O que faltava de defesa a Bell, o tritão possuía e o que faltava de ataque a Masimos, Bell possuía. Falando no espadachim demoníaco, apesar dos sentidos estarem funcionando em uma porcentagem menor, os barulhos, os gritos e o som da carne sendo cortada pela lâmina de Bell apenas afirmaria que o pirata mostrava seu valor, mostrava que Howker havia escolhido por ser diferenciado assim como o tritão. – Kyahahahahaha... Kyahahahahahahahaha... Uma risada seria expressada em um tom baixo e bem macabra. – KYAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA! Porém conforme ia se prolongando ela ficava mais alta e horripilante, aquela sem dúvidas era uma risada de um maníaco! Claro que o tritão estava lucido, claro que o tritão estava com dor mais obvio ainda que suas forças estavam quase nulas, mas por que ele ria? Provavelmente quem ainda estivesse vivo e mais provável ainda Bell pensaria o porquê de tal risada, sendo que raramente o tritão demonstra qualquer riso! A risada surgia por algo bem simples na verdade, Titã havia pensado em 20 maneiras extremamente cruéis de matar os marines, porém nenhuma delas envolvia uma espada, o que tornava engraçado e meio irônico.

O espadachim aproximava-se e parecia ter terminado o serviço e novamente utilizava suas frases extrovertidas, algo bem comum em sua personalidade. – Termina aqui? E eu pensando que duraria um pouco mais! Farest soltava uma gargalhada, Howker parecia ter se acostumado com as brincadeiras do espadachim. Bell proferia agora mais sério sobre as feridas e sobre achar um hospital. – Hmm... não acho que seja uma boa ideia ir no hospital! Terminaria de falar ao tentar colocar-se de pé, pegaria o mapa e entregaria a Bell. – Primeiro precisamos achar o dono desse lugar, pois ele provavelmente chamou a marinha ou pelo menos autorizou a entrada! Vamos extorquir algumas informações dele, talvez ele possa ser útil! Terminaria de falar enquanto olharia para os corpos dos marines.

Masimos então olharia pela volta até avistar o dono do lugar, poderia estar escondido olhando o decorrer da luta, porém se não avistasse gritaria para que ele ouvisse. – APAREÇA DE UMA VEZ, SEU DELATOR! SE NÃO APARECER, IREI LHE CAÇAR, ESTEJA CIENTE! Terminaria de falar enquanto esperaria o homem da hospedagem aparecer, provavelmente ele não iria abandonar seu ganha pão e muito menos ser morto. Caso o homem desse as caras, Howker caminharia ainda com grande dificuldade até ele e diria tentando manter sua calma. – Vamos fazer um acordo! Você cura minhas feridas ou chame alguém que faça e eu não lhe mato! Não adianta tentar correr, apesar de eu estar assim, o meu companheiro ali ainda é bem rápido! Falaria encarando freneticamente nos olhos do humano, deixando suas pupilas avermelhadas se chocarem com as pupilas do responsável do lugar. Caso o homem aceitasse, Titã deixaria ser tratado, porém mantendo se atento as ações do sujeito.


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~Fala / Narração

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MensagemAssunto: Re: 2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades!   2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 2 EmptyQua Jul 27 2016, 00:03

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The North Winds

A euforia de ter chegado em Ilusia passou rápido. Após ofuscar a realidade ao meu redor, senti o quanto estava molhado e tremendo até os ossos. Achei que seria só um leve chuvisco. Me receber com o tempo tão fechado assim, me peguei em uma desilusão sobre a ilha e as novas aventuras dos meus devaneios.

Entrei logo na taverna adiante, após ter me encharcado após completar o meu ritual. Faria-o do mesmo jeito, seja lá quais forem as condições climáticas. Não é algo tão simples assim que vai me impedir de mostrar a minha devoção. De toda forma, voltei ao encontro de -Nero, ele nos guiava para uma taverna, é claro. No entanto, dada as minhas condições, uma necessidade por um local quente urgia dentro de mim, um calor abrasador que pudesse competir com aquele clima álgido. Os braços de Sara seriam um ótimo lugar, quem derá. Não reclamaria – dessa vez – por entrar em um local tão repugnante como uma taverna, e dependendo dos gostos do meu companheiro, com certeza não seria um local digno.

Entrando na taverna, fomos de imediato recebidos. E que recepção! Expulsos por estarmos molhados — eu e Nero, no caso, Sara e seu pai aparentavam estar intocados pela chuva –, senti uma raiva acender dentro de mim. Não basta eu ter que me submeter a isso, ainda me chutam para fora, em que outra oportunidade receberiam alguém mais digno do que eu, além desse bando de beberrões? Uma vez ou outra, no máximo. Pelo menos, tiveram a decência de nos dar toalhas. Creio ter notado alguma expressão desagradável por parte do meu companheiro, mas quem o culparia? Isso é um ultraje. Quem recebe um músico em sua casa com tamanha arrogância na voz? Onde foram parar os bons modos?

Encarar a enxurrada mais uma vez não era uma opção, não uma viável, então me secaria e entregaria a toalha de volta para quem a cedera, o rapaz dos cabelos verdes, caso o avistasse, de outra forma a deixaria sobre o balcão, onde não incomodasse ninguém e pudesse ser recolhida. Não me recordo de ter escutado alguma palavra vir de sua boca, sendo assim, não me daria o luxo de ser cortês. Salvo, é claro, para uma dama.

Nada parece chamar muita atenção aqui, além do tanto diferentes de pessoas. Devem ter entrado para buscar refugio do temporal, assim como eu. Observaria-as bem, a fim de encontrar algo que pudesse me dar uma ideia, queria saber se minhas deduções podiam me levar a algo, por isso prestaria atenção nos pequenos objetos, presilhas de cabelo, jóias, roupas – é claro –, até nos calçados. Esses sempre dizem muito sobre as pessoas. É uma das minhas formas de descontrair, exercitar a mente.  

Por lógica, procuraria por Sara e seu pai, eles devem ter chegado aqui também para se abrigar. Encontrando-os, me dirigiria a eles, pegando um lugar vazio, perto de Sara se houvesse a oportunidade.

Parece que nossa estadia aqui não terá nada de fácil — falaria casualmente, para não deixar nenhum clima estranho — Hey, e em outra oportunidade poderia voltar a me ensinar sobre a furtividade? Prometo dedicar-me dessa vez — me dirigiria para o ilusionista, pai da moça.

Era um homem ainda misterioso, ao meu ver, apesar de ter sido aberto para me receber como aluno outrora, não parecia ser de falar muito sobre ele. Quanto a Sara, me aproximar dela parecia uma ilusão distante. Talvez eu devesse ficar apenas na minha.

Caso alguém estivesse atendendo, eu pediria algo para comer, já fazia algum tempo que tinha o estômago embrulhado. Não qualquer coisa, claro. Meu pedido seria a melhor refeição que tivessem, e não creio que eles tenham algum bom vinho nesse lugar pacato. De toda forma, faria isso e esperaria, conversando com o grupo.

Conhecendo Nero, ele já deve estar buscando informações, é claro que está, essa parte do homem eu conheço. Ele não perde tempo. Por bem, só me resta deixa-lo fazer o papel difícil e encher a barriga assim que a refeição chegar.






Off:
 






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MensagemAssunto: Re: 2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades!   2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 2 EmptyQua Jul 27 2016, 06:45

O fim da briga?!


A luta estava chegando em seu ápice, Masimos refletia sobre tudo que acontecia e um caos em sua mente surgia uma vez que não sabia se ficava triste ou com raiva dos marines por causa de seus ferimentos ou feliz que seu parceiro alcanço e até mesmo supero suas expectativas. Então depois de tantas palavras ecoando em sua mente, o mesmo solta uma risada que com o passar do tempo foi ficando cada vez mais assustador.

Mas não era apenas o tritão que pensava sobre o passado, a cabeça de Farest também era preenchida por estratégias, análises e idéias. O navegador demonstrava o seu respeito pelo homem-peixe quando nota que a estratégia de ambos possui um resultado positivo, mesmo com os contra-tempos e em seguida o espadachim se dirige até a arma do seu oponente, todavia ao ver que a mesma não possui mais balas já que o atirador usou tudo que tinha, a lamina demoníaca decide jogar a mesma fora.

Os marinheiros por sua vez estavam apenas parados e qualquer um poderia ver a tremedeira em seus corpos, perder aquele que comandava era algo que abalava qualquer soldado. -..Reforços agora! Uma voz era ouvida e no entanto como os piratas estavam longe daria apenas para escutar uma certa parte. Consequentemente isso com certeza traria algumas duvidas. Por fim, os ferimentos do emissário da morte cicatrizavam mais rápidos do que o esperado, talvez porque sua estrutura corporal seja diferente de um humano ou também existe a hipótese de sua resistência ser forte o bastante para causar um processo de cura elevado.

Tudo acontecia em segundos e a única certeza naquele momento era que o sangramento de Howker havia parado. Enquanto isso, na taverna, Nero se sentia insultado com o tratamento recebido e a raiva tomava conta de seu corpo, mas rapidamente ele se continha e então aceitando a toalha cujo julgava sem prova nenhuma, decide secar suas vestimentas. Ao mesmo tempo em que isso acontecia, Shira não fazia diferente uma vez que era outro que achava o modo que foi tratado muito ofensivo, todas as suas expectativas da ilha eram literalmente jogada por água abaixo e sem mais delongas escolhe pegar uma das toalhas para se secar e assim fazia.

Quando ambos terminaram de retirar a água de suas roupas, Blackwater coloca seu chapéu num canto e tenta adentrar no local, todavia novamente era barrado já que a clientela reclamava do mau cheiro do homem. Aquela carne velha que carregava no bolso anteriormente poderia ser a causa visto que o odor percorria por todo seu equipamento. -Senhor, eu pensei que a chuva tiraria esse odor e como notei que estava equivocado, peço que se retire do estabelecimento. O homem de cabelos esmeralda retornava para dizer algumas palavras para o ilusionista e dessa vez de uma forma educada, posteriormente o empurrando para fora da taverna mais uma vez.

Em relação a Yarin, o menino entrava sem nenhum problema e primeiramente devolvia a toalha para o misterioso garoto cujo expulsou seu parceiro de viagem. -Obrigado amigo, é bom saber que pelo menos você é diferente. O homem de camisa branca elogiava a educação do artista e logo em sequência pegando a toalha, antes de Shira se sentar em algum canto observa a movimentação e pode notar que diferente das outras ilhas, não havia gente bêbada.

Todavia ainda tinha pessoas enchendo a cara, mas não o suficiente para perder o controle de seu corpo. Também pode notar que havia vários marinheiros, mulheres com brincos enormes e brilhantes e no entanto dava pra perceber que alguns soldados tem posse de itens dourados como o ouro e brilhantes. Se parasse para escutar, notaria que todos falavam de uma forma educada e civilizada uma vez que cada ser humano naquela taverna era praticamente rico.

A chuva não cessava, apenas piorava já que ficava cada vez mais forte com o passar do tempo e num estrondo de um trovão, o último round na hospedaria começava. Bell avançava contras os marinheiros que ainda estavam confusos em saber qual o próximo passo e portanto desatento tanto em ataques quanto em defesa, por esse motivo se tornaram um alvo fácil para o pirata que cortava o peito de um soldados fazendo jorrar sangue cujo consequentemente sujava a roupa do rapaz de olhos avermelhados.

Em relação ao outro marinheiro, o sangue que tocava suas vestimentas fazia com que entrasse em pânico e em sequência surtasse fazendo um ataque desesperador, como resultado executa ataques de qualquer maneira no criminoso que desviava com talento de todas as investidas. Até que chegava num ponto em que Farest estivesse de costas para a escada e com mais uma evasiva faz com que o marinheiro desce as escadas rolando devido ao seu imprudente último golpe.

A dupla não saberia o que aconteceu com o marinheiro que rolou os degraus, todavia pode perceber que dois marinheiros estavam empilhados e desmaiados na frente do tritão e um dos soldados estava num dos quartos possivelmente pedindo ajuda. Sem mais delongas, o navegador se aproximava de seu parceiro e observando os ferimentos do mesmo consegue vê a acelerada recuperação do homem-peixe.

Uma conversa irônica era iniciada e ao mesmo tempo em que Masimos rejeitava o plano do espadachim, todavia entregava o mapa para o seu parceiro. Com as suas forças recuperando aos poucos descia as escadas procurando o dono do estabelecimento e acabava por ver o soldado que havia caído anteriormente com sua cabeça um pouco torta, provavelmente teria quebrado o pescoço. Em relação ao chefe do edifício, já havia fugido a tempos e com sua visão aguçada percebe sete marinheiros a trinta metros em direção a porta da hospedaria.

Enquanto isso, quando Shira termina de analisar o local sai a procura dos seus companheiros e numa tentativa inútil de se sentar ao lado de sara já que o único lugar vago era ao lado do pai da mesma. Mesmo assim, o rapaz se sentava e procurava um dialogo com os dois -Tudo no seu tempo. Respondia o misterioso enquanto junto com o rapaz pediam comida.

-Com sua licença, o que vão querer? Pela milésima vez, aquele mesmo homem aparecia e dava pra insinuar que só havia ele no bar. Ao mesmo tempo em que tudo ocorria, estava Nero no lado de fora do estabelecimento olhando para a chuva. O que o grupo fará?
Monstro:
 

Far:
 

Buggy:
 

Kekzy:
 

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Buggy
Coringa
Coringa
Buggy

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MensagemAssunto: Re: 2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades!   2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 2 EmptyQui Jul 28 2016, 01:18


Post: Where: Malkiham Wheater: Time:

Temporal




Mas o que? Malditos! Malditos! Malditos! Como eles ousam me ridicularizar de tal forma absurda? Não sabem com quem eles estão mexendo? A indignação é tão grande que mal consigo me expressar! Me sinto como uma panela de pressão que está prestes a explodir! Meu rosto está rubro de raiva, ódio e vergonha. Como eles puderam? Me rejeitaram duas vezes seguidas por causa de uma merda de pedaço de carne! O cheiro nem está tão forte! Isto é uma loucura, um horror! Não posso aceitar uma tamanha falta de respeito! Fui enxotado para o meio do temporal! Aquele homem de óculos verdes esnobe, que se crê superior a mim! Ora, mas ele verá o que acontece quando me importuna! Este mil vezes maldito taverneiro idiota, ah, ele sentirá minha ira! Ele me humilhou tão descaradamente, quero ver como ele se sentirá quando for humilhado! Quero saber se ele se manterá desrespeitoso e rude quando for encontrar com o próprio diabo em suas terras flamejantes!! Ele sentirá como é olhar alguém de baixo, quando estiver aos meus pés! Não posso permitir que um tolo como aquele me manipule tão facilmente, que ele manche meu orgulho tão levianamente! O ódio, a raiva, a fúria, a vergonha, a humilhação, todos esses sentimentos convergem para a vingança! Quem diabos ele pensa que é? Eu sei, um maldito plebeu simplório. Mas ele não sabe quem eu sou, pelo jeito! Mas ele saberá meu nome, quando minha vingança cair sobre ele!

Aqui fora, testemunhando apenas as gotas de chuva tombando sobre o solo cimentado, meus pensamentos sombrios e vingativos apenas se amplificam, deixando-me a mercê de todo o ódio que tive que dissimular por todos esses anos. Em minha mente, afloram planos sanguinários como eu nunca imaginei! A criatividade flui em minhas veias, e a cada etapa de meus planos vingativos que é criada, a cada projeção de meus atos, minha satisfação cresce mais. Repentinamente, sem que eu possa segurar, um sorriso brota em meu rosto. Mas não é meu sorriso costumeiro, maquiado, que serve apenas para agradar minhas marionetes. Este é o genuíno, o real, um sorriso que deforma meu rosto, maquiavélico, que demonstra claras segundas intenções. Em conjunto, deixo escapar uma risada abafada e debochada. O plano estava formado em minha mente, e ele me agradava imensamente. Ser manipulado e ridiculizado como um boneco de pano realmente acordava meu demônio mais profundo.

Primeiramente, como qualquer mágico que se preze, eu teria que fazer os preparativos. Primeiramente, eu retiraria minha jaqueta cuidadosamente, dobrando-a e deixando-a sobre o chão. Aquela peça de vestimenta havia sido muito cara, e valia muito para mim. O taverneiro idiota me depravou de meu orgulho, pois bem, eu irei deprava-lo de tudo. Determinado, eu esconderia minha pistola dentro da manga direita de minha camisa longa de algodão, checando antes se as seis balas estavam no tambor. Trabalhei por anos como ilusionista no circo, e aquele truque é o mais simplório que possa haver. Logo após isso, eu esconderia meu isqueiro em minha manga esquerda da mesma maneira. Satisfeito e ligeiramente impressionado, eu olharia para os preparativos de meu truque de mágica. Checaria então se nada estivesse caindo ou estivesse a mostra, consertando o erro se ele existisse. Tudo pronto, eu apagaria meu sorriso maquiavélico e adotaria minha expressão natural, agradável e simpática. Só me faltavam os voluntários.

Eu entraria na taverna, e, sendo barrado ou não, eu andaria até o local onde estavam as diversas garrafas de bebida, ficando assim de costas ao álcool. Durante minha caminhada, eu ignoraria qualquer interação: quem está orquestrando o show não deve falar com os espectadores. Finalmente em posição, eu chamaria o homem de óculos verdes, minha voz amigável e alegre:

Ah, meu senhor! Creio que não estamos devidamente familiarizados! Não quero que nossa relação fique manchada por causa destes acontecimentos inoportunos, entende? Venha, aperte minha mão e vamos recomeçar do zero. Vamos, por favor, eu insisto.



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Diria isso estendendo meu braço direito, onde estava escondida minha pistola. Um sorriso no rosto, eu convidaria o maldito taverneiro a vir me cumprimentar. Caso ele não viesse até mim, eu mesmo me dirigiria até ele. Senão, eu apenas aguardaria sua vinda, minha mão abaixada por ora. Assim que eu estivesse próximo dele, antes mesmo que o homem esticasse sua mão, eu ergueria meu braço em sua direção, mirando sua cabeça. Durante o movimento, meu rosto permaneceria estático, com a simpaticidade de sempre. Porém, quando meu braço estivesse na posição certa, eu faria a pistola escorregar até minha mão, saindo da manga, eu sacaria a arma de fogo e apertaria o gatilho agilmente, atirando no rosto do taverneiro.


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Meu primeiro truque será de fazer desaparecer a alma desse taverneiro da face da terra! Heheheheeh! Agora, os clientes da taverna com certeza irão se manifestar. Tudo que preciso, é de mais um truque de mágica! Virar-me-ia rapidamente, ou correria até o local se não estivesse perto das prateleiras, e jogaria todas as garrafas de bebida ao chão, longe o suficiente de mim para que eu não me queimasse, e assim criando uma barreira entre eu e os outros. Eu então gritaria a todos, minha voz rouca de tanto esforço usado:

Vamos embora dessa espelunca Shira! E vocês dois, ilusionista e Sara, obrigado por assassinar o safado! Agora, para meu próximo truque de mágica... eu irei criar uma barreira de fogo! HEHEHEHEH!

Enquanto falasse, eu sacaria meu isqueiro e acendê-lo-ia, jogando fogo sobre a poça de álcool no chão. O fogo logicamente cresceria, e, aproveitando-me da proteção queimante, eu correria para fora do estabelecimento, seja pela porta dos fundos ou pela porta frontal: seria a saída mais próxima, e contrária à barreira. Torço para que a taverna se vire para o ilusionista e sua filha, eles crendo que me ajudaram a matar o taverneiro. E Shira com certeza se sairia bem daquela: ele é quase tão esperto quanto eu, afinal. Enquanto fugisse, eu gritaria alto o suficiente para que todos ouvissem:

ABRACADABRA!

Se alguém atirasse em mim, ou jogasse algo, eu tentaria desviar da bala pulando para o lado. Se alguém realmente se levantasse para me confrontar com qualquer arma de curta distância, eu apenas correria para longe dele, fugindo. Mais vale prevenir do que remediar, não é?

Na rua, eu continuaria a correr, correr para qualquer lugar. Ando fugindo muito ultimamente. E essa ação sem dúvidas não seria minha mais ponderada e mais sábia: mas o homem realmente mexeu com coisas minhas que eu nunca poderia deixar passar: meu orgulho e minhas vestes.



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Marciano
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MensagemAssunto: Re: 2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades!   2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 2 EmptyQui Jul 28 2016, 08:32

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~ Único modo razoável de se viver neste mundo é sem Regras ~

A chuva estava intensa, tão intensa quanto os marines que haviam morrido perante a lâmina demoníaca. Apesar de Masimos ter avistado um dos marines fugir para dentro do quarto, acabou deixando Bell caçar o soldado enquanto isso, o tritão descia as escadas em busca do dono da loja. Avistou um dos marines morto, pelo menos parecia já que estava com o pescoço num formato estranho, provavelmente desloucou na queda, mas era uma pena não poder enviar um presente para sua deusa, era uma alma desperdiçada.

Ao chegar no primeiro andar, pode avistar a saída do estabelecimento e com sua visão aguçada alguns marines a uma distância de trinta a quarenta metros! Parecia uma missão especial, pois um grupo tão grande vir caçar apenas dois piratas, será que o tritão havia ganhado um cartaz com uma recompensa tão grande? Masimos ainda não sabia, mas sim! Sua recompensa era a maior do West Blue e talvez a maior dos Blues, talvez por isso tantos marines em busca de matar ou capturar o tritão. Era de esperar, pois quem conseguisse derrotar tal pirata infame, ganharia uma promoção com certeza, porém estavam tão desesperados assim por uma simples missão? Para colocar suas vidas em risco?! Talvez sim ou talvez não! Todavia isso não importava muito para o amante da morte, o que realmente importava era: matar todos os desgraçados.

Masimos fechava algumas vezes seus punhos para sentir sua força e parecia ter retornado, não completamente, mas talvez bastasse. Seu folego havia retornado, sua respiração parecia estabilizada, porém ainda permanecia a vontade de fazer aqueles homens sofrerem ferozmente. Era estranho ver Masimos manter sua paciência mesmo após ferido, sabia que se perdesse a cabeça daria chances para os marines lhe matar, talvez por isso conseguisse domar sua fúria. Controlar a raiva que continha dentro de si, não necessariamente diminuía seu ódio, apenas evitava ações imprudentes e falta de raciocínio, e isso num combate é de suma importância.

Enquanto fintava os marines do lado de fora da hospedaria, poderia somar uma quantidade de sete homens armados e dispostos a morrer, provavelmente já que estava diante a calamidade da morte. Caso o espadachim tatuado descesse as escadas, Masimos olharia para ele e proferiria. – Bell! Descanse um pouco... já volto! Falaria ao começar a andar lentamente como de costume, não havia pressa, claro que matar os marines era o foco, mas para que a pressa? Titã ainda fornecia alguns minutos a mais de vida para aqueles soldados, quem disse que o tritão era uma pessoa ruim, até caridade estava fazendo!

Continuaria caminhando até sair da hospedaria e assim que tivesse êxito, aproximar-se-ia dos marines até uma distância máxima de dez metros. Fintaria os soldados, analisaria suas armas e afiaria seus sentidos. – A recompensa é alta? Para vocês arriscarem suas vidas miseráveis! Terminaria de falar enquanto tomaria sua postura de combate, perna e braço esquerdo mais a frente e punhos fechados. Caso algum deles respondessem o valor, Howker responderia. – Óh... esse é meu valor? Ridículo! Terminaria de falar ao observar e esperar o primeiro avanço dos marines. “Apesar de estarem em maior número, eles provavelmente não acataram todos de uma vez, pois não sabem de minhas habilidades e muito menos do que sou capaz! Presumo que 3 ou 4 irão me confrontar, deixaram os mais fortes analisar e montar alguma estratégia contra minhas habilidades, típico dos marinheiros! Vou aproveitar para derrotar a maior quantidade e assim focar nos mais fortes. ” Pensaria após montar sua estratégia, não era algo muito elaborado e também não precisava até porque, Howker também não sabia das habilidades deles, então a única maneira de saber as habilidades dos ambos os lados era: lutando.

Não sabia ao certo quantos marinheiros iriam atacar, poderiam atacar todos ou apenas um, todavia Masimos esperaria pelo primeiro avanço e utilizaria sua técnica no primeiro que lhe atacasse. - Gyojin Karate: Daiafuramu no Hakai! Pronunciaria o nome de sua técnica ao aplicar no oponente. A técnica baseava-se em antecipar seu ataque, ou seja, utilizar um contra-ataque no momento que seu oponente tentasse lhe golpear. Assim que atingisse a região focada no golpe, o adversário possui um delem, nesse momento Titã utilizaria sua aceleração para mover-se seu corpo no ápice de sua mobilidade e atingir um golpe estilo yonhon nukite! Basicamente seria abrir o punho estendendo os dedos e deixando-os rígidos e mirar no gogó, ou seja, acertar a garganta e destroçar num golpe rápido e em linha reta.

Provavelmente mataria ou machucaria profundamente seu primeiro adversário e assim dando brecha para outros lhe atacarem. Howker observaria o movimento caso fosse algum golpe físico como soco, chute, cotovelada e etc... deixaria o oponente lhe acertar, sabendo que sua vantagem proporcionaria nulo dano e nesse momento tentaria contra-atacar o mais rápido possível mirando os olhos do adversário, tentaria lhe acertar com um soco estilo nihon nukite! Basicamente seria estender seu dedo indicador e médio visando acertar os olhos do oponente. Faria um movimento ágil, não precisaria de força, apenas de uma brecha do inimigo. O tritão poderia ser atacado nesse momento e claramente teria sua audição para proporcionar uma percepção mais eficaz, tentaria bloquear o golpe com seu punho se viesse dos lados, de cima ou de baixo, independente se fosse espada, soco, chute e etc. Howker após ter êxito em seu bloqueio, tentaria aplicar uma cotovelada mirando o coração do oponente, com intuito de afastar com o impacto.

Masimos sabia de seus limites, sabia que não estava em suas melhores condições, fora que estava em desvantagem com tantos marines, porém era astuto e estava com uma tremenda sede por sangue, alguém teria que pagar pelos seus ferimentos, não importava quem fosse, apenas que usasse o semblante da marinha. Ao ter acertado o primeiro marine, o segundo marine e o terceiro andaria alguns passos para trás para analisar a situação e também para fortificar sua defesa, pois poderia ser atacado de qualquer lado ou com qualquer tipo de lamina ou arma. Titã deixaria seus instintos e sentidos com todo gás, precisaria para bloquear qualquer ataque a curta ou media distancia, até mesmo a longa distância se fosse necessário. Usaria seus punhos para bloquear o mais rápido possível, mesmo que seu ombro gerasse dor, era melhor do que receber um golpe e causar mais ferimentos.

Na hipótese de seus golpes terem sido defendidos, Masimos recuaria alguns passos para aumentar a distância e fortificar sua guarda, manteria seus olhos atentos nos ataques que poderia vir. Usaria sua aceleração para aumentar a velocidade dos seus braços e defender as laminas que poderiam vir a tentar lhe cortar, claro que se fosse necessário tentaria contra-atacar no mesmo momento que a lâmina tentasse lhe atingir, para que um impacto ocorresse e assim pudesse ocasionar em uma quebra na lâmina, mesmo que fosse uma chance baixa.

O tritão poderia ter matado e derrotado alguns dos marines e na hipótese de ter conseguido olharia para os restantes e proferiria. – Você será um presente para a deusa da morte! Diria ao fintar o marine morto caso tivesse êxito em algum deles. – Ainda dá tempo de correr! Quem sabe consiga?! Proferiria com um leve sorriso no canto da boca, tentando intimidar e mexer com o psicológico dos outros soldados. Porém em nenhum momento baixaria sua guarda, se manteria alerta para qualquer movimento dos inimigos.


Gyojin Karate:
 

Punhos de Karate:
 

OFF:
 

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MensagemAssunto: Re: 2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades!   2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 2 EmptyQui Jul 28 2016, 11:23

loose ends
Minha parte já estava feita, acabei por fazer todo o trabalho de limpeza devido aos ferimentos do tritão, mas o importante é que o combate chegava ao seu fim, independente do que houvesse acontecido ou deixado de acontecer. Porém Massimos apesar de estar machucado se recusava a me acompanhar até o hospital, e de fato não estava errado, o risco era grande após terem descoberto nossa localização, mas continuar sem tratamento era algo que poderia lhe proporcionar complicações posteriormente, entretanto não iria forçá-lo a nada e acabava por desistir da ideia. O tritão como esperado ainda estava irritado com o homem que havia começado isso tudo, e não o culpava por isso, deixava que seguisse seu caminho a vontade. Enquanto isso, ainda haviam assuntos a serem tratados no andar de cima, na verdade era mais um desejo pessoa, um dos soldados havia ficado para trás em um dos quartos e poderia ser um problema posteriormente, então preferia não arriscar.

Masimos já descia as escadas aos gritos e eu não pretendia ficar para trás, sendo assim voltava minha atenção para o devido quarto que o marinheiro se escondera, e prosseguiria até lá passo a passo, antes de entrar até batia na porta como se avisasse minha chegada. Já não estava mais tão preocupado nessa ocasião, mas ainda mantinha minha espada em mãos para possibilidades adversas, apesar de que não o julgava apto para uma batalha após ter seus parceiros dilacerados por minha lâmina em especifico, o que, em minha concepção, apenas lhe deixaria mais apavorado. Além disso ainda havia o fato de ter sua espada quebrada devido a resistência do tritão, algo que passava a ser bem conveniente, e apenas me relaxava ainda mais, enquanto entrava lentamente nos aposentos e abria um sorriso malicioso, que logo se tornava um semblante sério.

Esperava encontra-lo já de cara, mas se não fosse o caso procuraria por todo o canto até identificar sua presença, e assim que o fizesse me aproximaria dele erguendo a espada na direção de seu pescoço, esperando que ele entendesse sua situação. Acreditava que apenas estando armado já retiraria o ânimo restante do indivíduo, mas se não fosse o caso apenas desviaria para o lado ao ver seus ataques, deixando que o mesmo passasse direito para que só então pudesse derrubá-lo com o cabo de minha espada. Independente da maneira que acontecesse aproximação, derrubaria o sujeito no chão imobilizando suas mãos com a sola de meu sapato, ficando a espada no chão e por cima dele já estava mais que provado quem estava no comando ali, portanto apenas iria prosseguir para meu real interesse sem demais explicações.

- Como nos acharam e quantos marinheiros foram mandados para cá? Falava aproximando minha face para forçá-lo ainda mais. - Você sabe o que vai acontecer se não falar, certo? - Apenas falava despreocupado, não me importava sua decisão, esses marinheiros já estavam enchendo minha paciência, então se não estava disposto a cooperar passava a ser descartável.

Caso o homem decidisse falar acompanharia suas palavras atentamente esperando conseguir alguma informação útil, pressionando-o ainda mais com o olhar para que contasse tudo que sabia, afinal de contas nunca se sabe o que podem estar escondendo, mesmo em uma situação dessa. Se a situação se desenrolasse dessa forma, apenas retiraria minha espada do chão e meus pés que prendiam suas mãos, rolaria seu corpo para o lado e então com o cabo da espada lançava um golpe em sua nuca com a intenção de desmaiá-lo. Desse modo iria me aproveitar dos possíveis itens encontrados naquele quarto, tomando em mãos um lençol para enrolar o tal marinheiro e leva-lo até o andar de baixo sem riscos. Mas se infelizmente não acontecesse dessa forma, apenas lhe apresentaria meu golpe de misericórdia, desferindo uma estocada contra seu peito, sem dó.

De um jeito ou de outro desceria as escadas, seja arrastando um corpo comigo ou descendo sozinho, procurava me reagrupar com o tritão e ver como andava a situação lá em baixo, até porquê não havia mais nada para mim nesse segundo andar. Assim que chegasse lá podia ver um novo grupo de marinheiros se aproximando, e nesse momento tudo que vinha em minha mente era um suspiro que chegava a transparecer em meu corpo. Entretanto Massimos parecia estar pensando em alguma coisa e me pedia para que descansasse, não que eu precisasse, mas conseguia entender seus desejos naquele momento, sabia que na verdade apenas não queria ficar para trás. A luta poderia ser realmente desfavorável e os números não lhe favorecerem, mas como já estava farto de tanto branco e azul em um dia deixava que ele lidasse com esses, além do mais o tritão também queria mostrar seu valor, e admirava isso em sua personalidade.

Desse modo sem falar nada apenas me sentaria no último degrau da escada, acomodando meu corpo sobre todo o degrau guardando minha lâmina, em seguida posicionando o corpo do marinheiro desmaiado ao meu lado se por um acaso estivesse comigo ainda, e assim passava a observar a batalha. Sabia que meu companheiro estava ferido e isso poderia ser um diferencial, mas não se preocupava com ele nesse momento, precisava depositar minha confiança em seu potencial, e portanto deixaria que o mesmo provasse do que era capaz. Mas se algum momento um dos marinheiros esboçasse um ataque contra mim, precisaria me levantar e afastar-me subindo as escadas para evitar o foco, não planejava lutar, porém se isso acontecesse seria inevitável começar a pensar em uma estratégia.
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Fala (#B22222 - FireBrick)
Pensamento (#4682B4 - SteelBlue)

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