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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Crônicas de um Assassino - Renascer!

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MensagemAssunto: Crônicas de um Assassino - Renascer!   Crônicas de um Assassino - Renascer! - Página 5 Empty15.07.16 4:22

Relembrando a primeira mensagem :

Crônicas de um Assassino - Renascer!

Aqui ocorrerá a aventura do Caçador de Recompensas Aaron DeWitt. A qual não possui narrador definido.


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~Fala~
~Pensamento~

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Sabe por que caímos?
Para aprendermos a levantar.

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MensagemAssunto: Re: Crônicas de um Assassino - Renascer!   Crônicas de um Assassino - Renascer! - Página 5 Empty17.10.16 23:49




Viagem: 1/3

Rumo à Reverse Montain!

Diana havia sido bem compreensível com a minha reação, não esboçando uma surpresa ou sequer algo negativo pela minha súbita mudança de interesses no rumo da conversa. Passou por algo parecido também? Me perguntava, me afastando com um tímido sorriso no rosto. O navio era tranquilo e, apesar de não ser tão luxuoso quanto o outro que eu estive a outrora, seria útil para os meus propósitos. Eu só precisava agora de um pouco de espaço e, talvez, algo que pudesse me distrair. A viagem seria longa e eu precisava tirar o peso disso em algo atrativo.

O máximo que havia conseguido com isso tinha sido dois homens tratando do ferimento um do outro. Pelas reclamações de um deles, não parecia estar fazendo muito bem. Era a única coisa que me chamava atenção de fato e, portanto, diminuía os passos enquanto via os homens numa tentativa de fazer um curativo decente. Não é desse jeito... Assim a ferida vai abrir mais. Resmungava em meu interior. Ficava observando por alguns instantes, com passos tão lentos que eu estava praticamente parado. Até que, após um breve momento observando os dois, me aproximava de forma acanhada. - Er... Tem certeza que tá fazendo certo? - Perguntava, meio que de uma forma a entrar no assunto.

Não era muito o meu forte socializar, mas havia muito tempo que eu sequer mexia nos assuntos médicos e vendo agora alguém que precisava de uma mão, talvez não fosse de todo mal. - A ferida precisa ser limpa, sabe? Depois checar se precisa suturar... Muitas feridas não vão se fechar só com um curativo simples. - Apesar de minhas falas estarem, diretamente, criticando o modo como o homem fazia seu trabalho, não me importava muito com isso. Apenas dizia o que pensava e, como não tinha ao que temer, apenas falava. - Posso ajudar, se precisar. Me chamo Aaron. Quero ser um médico também. - Falava, tomando agora a iniciativa de olhar a ferida eu mesmo, fazendo o curativo ideal para o tipo de ferimento do homem machucado.

Se, porém, o curativo tivesse sido feito com perfeição, teria notado isso também. - Ficou bom... - Diria, me aproximando, checando bem como ele havia feito e, quem sabe, até aprendendo em como fazer um curativo mais eficiente. - Preciso fazer um desses o tempo todo em mim... Nunca saio ileso das coisas. - E, percebendo que estava falando comigo mesmo, virava para os homens, agora ligeiramente sociável. - Sou Aaron. Quero ser um médico também. - Falava, mas sem erguer mão para cumprimentar ou coisa do gênero. Quanto menos toques, melhor era para mim.

Nos dois casos, agora estaríamos na situação em que o ferido estivesse devidamente tratado, tendo agora a minha oportunidade de aproveitar mais daquilo. - O que mais sabe de medicina? Talvez... Podia me ajudar com alguma coisa ou outra? Ainda tenho o que aprender. - Falava, não por motivos de me socializar, mas sim por questão de conhecimento. Desde que havia chego no East Blue, não tive a oportunidade de estudar mais medicina que V pagava para mim. Os livros e os professores que V. bancava haviam ficado no passado e eu havia trago comigo muito pouco conhecimento do ramo. E era algo que eu queria aperfeiçoar... Era importante eu entender mais daquilo.

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MensagemAssunto: Re: Crônicas de um Assassino - Renascer!   Crônicas de um Assassino - Renascer! - Página 5 Empty20.10.16 17:53



TO THE REVERSE MOUNTAIN (2/3)


O garoto de cabelos ruivos, ao observar a dupla de rapazes numa situação um pouco inconvencional, resolveu se aproximar pra socializar um pouco, já que não tinha nada melhor para fazer de qualquer jeito. - Er... Tem certeza que tá fazendo certo? - ele perguntou, e os dois olharam para ele ligeiramente surpresos, já que não esperavam ninguém entrando na conversa daquele jeito. O de cabelos brancos então fez uma cara de desgosto, ainda que o seu tom soasse propositalmente cômico e irônico: - É, eu concordo. Tem certeza que tá fazendo certo, Shin? Se o meu braço cair a culpa vai ser sua, você sabe disso, né? - o caolho fitou o seu parceiro com um olhar de "Tá falando sério?" e suspirou, mas sorriu no momento seguinte. - Ah, cala a boca vai. - ele então se virou para Aaron, cumprimentando-o com um movimento de cabeça, sem parar o tratamento que fazia no braço de seu amigo.

- Se disse isso por causa das reclamações dele, pode ficar tranquilo. O Gin só é fresco demais mesmo. - ele dava um sorriso zombeteiro, e de fato, os movimentos de suas mãos eram profissionais demais para serem algo improvisado. Ele terminava de enfaixar o braço do rapaz de cabelos brancos como se fizesse aquele tipo de coisa há anos, talvez por isso a sua maestria. - Eu sou médico desde que eu era bem mais novo que você, então não precisa se preocupar. - ele deu um tapa de leve no curativo terminado de Gin, que se tremeu por causa da dor aguda, olhando com raiva para o amigo. - Filho de uma...! Argh...bem, é mais ou menos isso aí amiguinho. Quando algum de nós está ferido, é ele quem cuida de tudo. - o sorriso no rosto dele agora era mais amistoso, assim como o do rapaz de cabelos roxos. Os dois certamente confiavam muito um no outro e, por mais que parecessem se alfinetar bastante aqui ou ali, eram amigos de verdade. Cada um carregava em suas cinturas uma katana, sendo que a de Gin tinha a bainha branca, e a de Shin, negra. Talvez eles não demonstrassem muito, mas os dois eram caçadores de recompensas muitíssimo habilidosos, principalmente quando lutavam juntos, um cobrindo o outro.

Depois das apresentações terem sido feitas, Aaron descobriu que eles se chamavam Shinsuke e Gintoki, e que também eram caçadores de recompensas. - Nós treinamos juntos com um mesmo mestre quando éramos mais novos, mas agora que o velhote bateu as botas, decidimos viajar por aí e aproveitar pra juntar uma grana. - Gin, o de cabelos brancos, era o mais despreocupado dos dois, sempre bem humorado, exceto quando trocava insultos com o seu parceiro - o que não deixava de ser cômico. - Não só isso, cabeça de vento. Nós estamos procurando pelas famosas espadas chamadas de meitous. Era um sonho do nosso mestre conseguir uma, então o tomamos para nós. - Shinsuke era mais calmo que o seu amigo, usava uma faixa para cobrir o seu olho esquerdo - que devia ser cego - e tinha um ar mais misterioso ao seu redor. Ambos pareciam ser fortes lutadores, aos seus próprios modos, mas o garoto provavelmente não teria que se preocupar com isso, pelo menos por enquanto.

- O que mais sabe de medicina? Talvez... Podia me ajudar com alguma coisa ou outra? Ainda tenho o que aprender. - o garoto então perguntou, em certo ponto da conversa. Ele não sabia tanta coisa assim de medicina, por mais que Vlad tivesse pago seus estudos quando ele era mais novo. Por isso, tudo o que pudesse aprender com aqueles dois viria como lucro, sem dúvida alguma. - Eu...acho que posso? Não é como se a gente tivesse algo melhor pra fazer, de qualquer jeito. - Shin olhou para o amigo, que sorriu e deu de ombros. A viagem ainda duraria um pouquinho mais, então por que não ajudar um forasteiro num momento de necessidade? - Tudo bem então, mas o que você quer aprender, afinal? Medicina é algo bem extenso. Mas se você não souber muito a respeito ainda, eu sugiro que a gente comece estudando o corpo humano em si. É bem importante saber aonde fica cada coisinha, a menos que você queira matar alguém operando o lugar errado. - ele sorriu, esperando a resposta.

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MensagemAssunto: Re: Crônicas de um Assassino - Renascer!   Crônicas de um Assassino - Renascer! - Página 5 Empty20.10.16 22:06




Viagem: 2/3

Perícia: Anatomia Humana

Apesar da pouca conversa, era possível ver um elo forte entre os dois caçadores na minha frente. Não era um elo feito apenas de promessas, apertos de mão e palavras ao vento, era um elo forjado a ferro e fogo, a sangue e suor, a confiança e irmandade. Comigo, V também demonstrava esse tipo de coisa. Era um elo inquebrável e, apesar de ter divergências de opiniões e ações, nunca se rompia. - É um sonho grande. Desejo sorte a vocês. - Falava quanto às Meitous que eles se referiam. Já havia escutado sobre tais armas, espadas forjadas por ferreiros lendários que criaram números limitados de tais armas pelo mundo. Imagino quantos outros espadachins desejam uma dessas... Perguntava-me, agradecido por ter aprendido a usar adagas.

E, apesar da minha antecipação quanto à experiência de Shin, o mesmo demonstrava-se ser um exímio médico, demonstrando perícia e conhecimento da área de forma profunda. Surpreso, ouvia mais sobre o resumo de suas histórias, na qual terminava com meu pedido. - Anatomia? É... É algo bem útil. Tanto numa batalha quanto numa mesa de cirurgia. Tudo bem, poderia me ajudar? - Perguntaria, com um sorriso calmo no rosto. Me distrair agora seria o melhor para mim, mesmo querendo desesperadamente ficar um pouco sozinho depois de tudo. Abra seus horizontes, Aaron. Você só vencerá Virtuoso aprendendo, não se isolando... Engolia meus princípios e, com o máximo de mim, socializaria para me aperfeiçoar.

Durante todo o aprendizado, manteria-me atento ao que ambos os caçadores tinham a dizer, especialmente Shin. Como era um profissional, ouviria suas palavras com uma extrema anotação mental, questionando sempre algo quando eu me deparasse com alguma dúvida. Memorizaria, gravaria e tentaria entender todo o sistema do corpo humano como uma máquina, tendo cada parte a sua devida função.

Após o aprendizado em si, ficaria um tanto atônito com tudo o que tinha para absorver. - Acho que preciso ir praticando pra memorizar melhor isso... - Falaria, ainda ligeiramente confuso. Com o término da aula, ergueria minha mão até minha carteira, onde retiraria B$ 1.000.000 para Shin, entregando em suas mãos. - Sei que não pediu, mas eu insisto. - Entregaria, mesmo sem o caçador ter me cobrado pela aula. Eu tinha feito o mesmo perder seu tempo e era o mínimo que eu poderia fazer. E, imaginando no futuro, sabia que aquilo havia sido um bom investimento a ser feito. Um milhão pago por aprender, muitos outros milhões recebidos por ter usado esse conhecimento ao meu favor.

Antes, porém, de sair de perto dos mesmos, puxaria assunto referente a outros assuntos. - E o que conseguiram achar de interessante no navio? - Falaria referente às conversas ao nosso redor e tudo mais. Após isso, questionaria também nosso destino, afinal de contas, jamais havia cruzado a Reverse Montain. Como eu havia nascido na Grand Line, jamais havia conhecido os Blues. - E fazem ideia do que teremos depois da Reverse? Não sei muito bem como funciona nossa viagem...

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MensagemAssunto: Re: Crônicas de um Assassino - Renascer!   Crônicas de um Assassino - Renascer! - Página 5 Empty26.10.16 15:26



TO THE REVERSE MOUNTAIN (3/3)


Diante da sugestão do espadachim médico, Aaron acabou por aceitar que anatomia realmente seria uma boa ideia. Não só seria útil para quando precisasse se utilizar de seus conhecimentos médicos, como conhecer o corpo humano com perfeição também seria uma grande vantagem em meio a um combate. - Anatomia? É... É algo bem útil. Tanto numa batalha quanto numa mesa de cirurgia. Tudo bem, poderia me ajudar? - ele perguntava, abrindo-se mais um pouco. A dupla de caçadores se entreolhou, vendo o garoto dar o seu primeiro sorriso desde que tinham se conhecido, e eles, também, sorriram. - Tudo bem, mas preste atenção. Do contrário, não vai conseguir entender; quando eu digo que anatomia é um assunto extenso, eu não tô de brincadeira. - ele deu o seu aviso, mas a expressão calma em seu rosto era mais tranquilizadora do que as suas palavras. Imediatamente, eles começaram.

E assim ficaram, pelo que pareceram horas para Aaron. Como estavam falando da anatomia como um todo do corpo humano, Shinsuke começou a praticamente vomitar encima do ruivo uma infinidade de órgãos, ossos e outras estruturas, além de mostrar as suas localizações - geralmente cutucando o corpo de Gin na região, para o aborrecimento do rapaz. - Acho que preciso ir praticando pra memorizar melhor isso... - o garoto comentava, ao fim do aprendizado. O caçador caolho sorriu, dando de ombros. - Faça do jeito que achar melhor, mas praticar é realmente sempre uma boa ideia. - explicava. Aaron, então, ofereceu um milhão de berries ao médico, em agradecimento pela aula, que no final das contas não viu por que recusar. A viagem seguia calmamente pelos mares que levavam até a Reverse Mountain, e já fazia um tempo desde que o ruivo tinha se separado de Diana. A mulher, no entanto, não estava mais no lugar aonde eles tinham conversado anteriormente, nem em nenhum outro canto do convés. Provavelmente, tinha ido para o interior da embarcação.

- E o que conseguiram achar de interessante no navio? - o gatuno então puxava conversa, de repente, já que não tinha nada melhor para fazer. Os dois espadachins se olharam, parecendo pensar sobre o assunto, e então Gin começou a falar: - Bem, nós estamos no navio desde que ele saiu de Conomi por causa da guerra que rolou por lá. Estávamos na ilha pra nos preparar pra viagem quando estourou, e por mais que não tenhamos lutado nela, preferimos sair da ilha do que arriscar. - ele explicou, o seu bom humor costumeiro fazendo com que a conversa se desenrolasse com facilidade. Ele então apontou para uma criatura que estava encostada na amurada, sozinha, no canto do convés. - Tá vendo o bichano ali? - disse. - Ele está no navio desde Conomi também, e é um caçador de recompensas como nós, mas pelo que eu ouvi, é bem brutal. Dizem que sempre entrega as cabeças de seus procurados, ao invés de trazê-los vivos. É um Mink, já ouviu falar? - perguntou, divertido com o mistério que rodeava o grande felino que andava sobre as duas patas.

Depois, quando questionados sobre o que encontrariam na tal subida pela Reverse, os dois só puderam balançar negativamente as suas cabeças. - Eu te diria, mas infelizmente, nunca fomos até a Grand Line. - Shin explicou, um pouco mais sério. O olhar nos olhos de seu parceiro, também, tornou-se um pouco mais estoico. - Mas eu já cansei de ouvir que o que não falta nela é perigo, é melhor tomar cuidado. - o clima de repente se tornou mais pesado, e não só na conversa entre os três, mas aparentemente em todo o navio. O burburinho começou, até que alguém comentou em voz alta: - Lá está! - um homem apontou, e todos olharam. Uma montanha imensa, cujo topo nem sequer era visível, estava logo ali, a algumas centenas de metros do navio. Como que num mau presságio, as gotas de chuva começaram a cair do céu, primeiro aos poucos, e depois numa chuva ainda não muito forte, mas já bem significante. O perigo estava logo à frente deles. O que será que os esperava?

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MensagemAssunto: Re: Crônicas de um Assassino - Renascer!   Crônicas de um Assassino - Renascer! - Página 5 Empty26.10.16 16:46

[quote="Yami"]


Viagem: 3/3 Subida 0/3

Sob a sombra da Red Line!

O médico cumpria o que havia prometido com tanto conteúdo que tinha em sua cabeça. Ele dava a aula com naturalidade, simpatia e, acima de tudo, com muitos detalhes e exemplificações. Com tudo o que eu havia aprendido, achei que seria injusto o caçador não ter um singelo agradecimento, pagando o mesmo sem ter me pedido. - Uma guerra? - Me perguntava. Não havia passado por Conomi durante a minha estadia no East Blue e, como havia me mantido bem afastado de qualquer veículo de informações durante esse meio tempo, não fazia ideia do que ocorria ao meu redor.

Ele citava o tal homem-animal que também estava por lá quando a guerra estourou. - Já ouvi falar sobre eles... Eles não são, tipo, muito raros? - Me perguntava mais do que perguntava aos caçadores. Apesar de estar curioso sobre a guerra e o motivo dela, tal assunto não cabia mais a mim e, caso a curiosidade falasse alto demais nos próximos dias, eu podia conseguir uma boa quantia de informações nos jornais. No momento, porém, o que mais me preocupava era o paradeiro de Diana, mas eu sabia que a mulher podia se virar...

Uma súbita mudança de ambiente alertou os integrantes do navio que eram alertados agora pela aproximação com a Reverse Montain. Assim como todos, olhava na mesma direção e me deparava com uma estrutura colossal. A natureza havia criado aquilo da forma mais magnífica possível, erguendo uma gigantesca muralha vermelha que dividia o mundo em dois. - A entrada para o Paradise se passa por um inferno marítimo... - Sussurrava para mim mesmo. Seja lá como fosse, eu sabia que precisaríamos nos segurar firmes para os instantes que estariam por vir.

Por isso, ficaria atento às recomendações dos integrantes da tripulação. Se eles já fizessem sinal para que todos fossem a um local seguro ou alertasse-nos que era melhor nos segurarmos, o faria no mesmo instante tomando cautela com meus pertences para que eles não saíssem voando por aí também. Caso, porém, ainda desse tempo até tal alerta, iria até o interior do navio em busca de Diana, vendo o que a mulher havia ido fazer. Independente do que fosse, após ver que não iria interrompê-la, alertaria sobre a aproximação da Reverse Montain. - Estamos perto... Acho melhor nos prepararmos. - Falaria, sem me afastar da caçadora dessa vez.

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MensagemAssunto: Re: Crônicas de um Assassino - Renascer!   Crônicas de um Assassino - Renascer! - Página 5 Empty27.10.16 15:59



REVERSE MOUNTAIN (1/3)


As nuvens que se formavam no céu, lá no alto, pareciam começar a escurecer à medida que o navio se aproximava da imensa e temível montanha, cujo topo estava escondido por detrás de uma densa camada de nuvens. Era como se a própria natureza se desse conta da provação que estava por vir, e para deixar as coisas um pouco mais interessantes, tivesse decidido que uma chuva um pouquinho mais violenta que o normal e ventos turbulentos eram uma boa ideia.

Grande parte dos passageiros pareceu começar a ficar um pouco mais nervosa, e o burburinho só parecia aumentar a cada segundo. Shin e Gin respiraram fundo, parecendo se preparar para o que estava por vir, e os seus olhares estavam sérios e determinados. Não faltava muito para que a embarcação alcançasse a Reverse, e por isso, a tensão era das grandes. De repente, no entanto, um homem alto e barbudo apareceu, próximo ao leme, e com uma voz alta como a de poucos, fez com que o silêncio se formasse imediatamente em todo o navio. Era o capitão. - OUÇAM BEM, SEU BANDO DE MARINHEIROS DE ÁGUA DOCE! - todos fitaram-no um pouco surpresos, pois a sua voz parecia ser ainda mais violenta do que a própria tempestade que começava a os açoitar, a chuva ficando mais grossa a cada minuto. - Nós estamos quase chegando na Reverse Mountain, e como todos vocês sabem bem até demais, ela é nada mais nada menos do que a parte mais perigosa da travessia até a Grand Line. - ele baixava um pouco mais o tom, mas ainda era audível a todos ali presentes. O homem era claramente muito experiente naquele tipo de coisa.

- Eu só vou dizer uma vez, então escutem bem. Se vocês não quiserem morrer, comecem a trabalhar! Eu quero essa vela pronta quando estivermos prestes a subir, e quando as coisas começarem a quebrar - e acreditem, elas vão - agarrem-se onde puderem e não sejam pegos pelos malditos destroços. AHOOOYY! - ele dava uma espécie de grito de guerra, e vários dos tripulantes o seguiam, o que tornava aquela subida tenebrosa, de repente, um pouco mais animada. As pessoas começaram a se mover pelo navio, se preparando para recolher as velas, uma vez que elas não eram necessárias na subida da misteriosa montanha. Diana voltou a aparecer, de repente, o seu habitual sorriso misterioso decorando-lhe a face. - Ora, ora, Aaron-kun. Está pronto? - ela comentava, aparentemente animada, como alguém prestes entrar numa montanha russa. Isso é, uma montanha russa desnecessariamente perigosa e cuja altura supera a das nuvens. - Ei, você! - um homem se aproximou do ruivo.

- Você mesmo, garoto. Precisamos de uma mãozinha aqui, na vela. Vamos, estamos quase chegando na subida. - ele praticamente puxava Aaron pelo braço, fazendo-o vir até mais ao centro do convés, aonde ficavam as velas. Já vários homens, incluindo Shinsuke e Gintoki, estavam mexendo nas cordas para que pudessem erguer cada uma das velas, mas um pouco mais de ajuda era sempre bem vinda. As velas eram três, bem grandes, e apenas uma dela estava pronta, sendo que a Reverse Mountain devia estar a menos de uns duzentos metros àquela altura. O homem que tinha ido chamar o ruivo apontava para a vela central, mostrando que era nela que o caçador precisaria ajudar, e dirigiu-se à mesma no mesmo instante. - ESTAMOS QUASE CHEGANDO, PASPALHOS! SE PREPAREM PRA SUBIDA, E ASSIM QUE AS VELAS ESTIVEREM PRONTAS, SE SEGUREM! - ele dizia, avisando que faltava pouco para começarem. Agora, o garoto teria de agir rápido, ou as coisas podiam ficar bem feias.

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Reverse Montain 1/3

Fechar velas!

Para o meu alívio, havia encontrado a caçadora que, seja lá o que estivesse fazendo, aparecia com uma expressão contente no rosto. Sorria ao vê-la chegar, mas antes mesmo de poder dizer algo, minha presença era requisitada em outro lugar. - As velas? - Sussurrava, entendendo agora o que queriam que eu fizesse. Era tolice deixar as velas abertas, de fato, pois com tanta ventania isso apenas faria com que o navio se tornasse uma pipa gigante e nos levasse para as rochas. Como era um navio bem grande, a quantidade de velas também era maior e, portanto, precisavam de ajuda para abaixar todas elas.

Não que eu tivesse muita força nos músculos, mas eu tentaria ajudar de qualquer forma. Sentia o corpo ainda levemente dolorido pela batalha da noite anterior e, apesar de estar todo cheio de curativos e ter sido tratado, as feridas ainda estavam abertas. Correria até onde os homens estavam puxando a corda e então entraria no final da fila, onde eu tentaria pegar um pedaço da corda para puxar junto. A minha força ali seria apenas um pequeno auxílio, visto que os outros estavam cuidando mais do trabalho braçal e, como eu não estava na frente, não teria o risco de ser puxado pelas cordas. Caso isso acontecesse, porém, soltaria-a no mesmo instante, deixando que a corda fosse para longe, mas não me levando no processo. Preferia recuperá-la depois do que sair voando por aí e ser jogado ao mar.

Sabia que poderiam haver diversas complicações no processo e, portanto, ficaria atento a tudo o que tinha ao meu redor. Caso visse que o pedaço de corda que estávamos puxando estivesse preso em algum lugar e, portanto, estivéssemos com dificuldade de puxá-lo para fechar as velas, soltaria a corda e começaria a escalar rapidamente o mastro do navio, subindo através da teia de cordas para então chegar na raiz do problema. Usaria minha adaga se fosse preciso, mas tentaria rapidamente soltar a corda para que o trabalho em fechar as velas fosse facilitado. Obedeceria comandos que me dessem e, da forma mais rápida que eu conseguia fazer, ajudaria a fechar todas as velas do navio, mas sem também perder o tempo que eu precisaria para me preparar para o baque.

Após tudo feito, esperando que estivéssemos já prontos para a subida, correria até o mastro principal do navio. Tentaria encontrar Diana pelos arredores e, localizando a caçadora, me aproximaria dela e mostraria o cabo de aço que eu guardava comigo. - Vamos! Se prenda nisso! - E então buscaria as peias do navio - que eram pequenos pedaços de madeira no qual, após um nó bem feito, podiam prender coisas à embarcação para evitar serem levados pelo movimento da maré - e prenderia a mim e a Diana. Como eram 15 metros de cabo, imaginava ser capaz de fazermos o nó e ainda prendermos eu e Diana no mesmo e, como eram de aço, tinha segurança de que aguentariam nosso peso. - Espero que o nó esteja forte o suficiente. - Falava, apertando-o ao máximo. Caso eu não conseguisse fazer o nó com muita maestria, copiaria de alguém próximo a mim ou deixaria que fizessem, se fosse o caso.

Se, porém, não houvesse lugar para nos prendermos no mastro do navio, buscaria algum lugar próximo aos parapeitos que pudessem ser usados para amarrar algo. Rapidamente faria o nó, prenderia a mim e a Diana para que, em seguida, nos preparássemos para o solavanco. - Segure firme! - Falava mais para mim mesmo do que para Diana. Encarando a montanha, agora via o colosso tentando nos engolir para as nuvens e, ao invés de temê-lo, sorria pela beleza de sua majestosidade. Eu estava, enfim, vendo as entradas para o paraíso.



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MensagemAssunto: Re: Crônicas de um Assassino - Renascer!   Crônicas de um Assassino - Renascer! - Página 5 Empty31.10.16 16:45



REVERSE MOUNTAIN (2/3)


Com pressa, o grupo responsável por erguer as velas fazia o seu trabalho o mais rápido possível, visto que não faltava muito tempo até a subida. - Puxem! - um homem musculoso dava as instruções, e todos seguiam como podiam, puxando as cordas imensas da embarcação. Aaron, que estava ajudando com a vela central, não ficava para trás em momento algum, por mais que os seus ferimentos o impedissem de fazer força demais. A cada segundo, o navio ia se aproximando mais da Reverse, que parecia crescer diante deles, a chuva engrossando conforme o tempo passava. O som dos trovões já era audível àquela altura, e alguns raios pintavam e iluminavam o seu enegrecido, ao longe. Depois de um pouco de esforço, eles finalmente conseguiam erguer completamente as três velas, mesmo com os ventos fortes atrapalhando bastante. Agora, precisavam se preparar para a violenta subida.

O ruivo, com o cabo de aço que tinha trazido conseguido desde Shells Town, traçou um plano simples e efetivo na sua mente, que deveria ser o suficiente para manter ele e Diana relativamente seguros durante todo o trajeto. A caçadora agradeceu, estranhamente calma, como se já tivesse passado por aquilo mais de uma vez. - Obrigada, Aaron-kun, mas não precisa. Eu já passei por essa montanha uma vez, então eu sei como me virar. Mas tome cuidado, o começo é a parte mais perigosa. - ela disse, um sorriso calmo em seu rosto na tentativa de tranquilizar o caçador mais jovem. A mulher parecia confiante quanto à sua segurança, o que significava que o garoto provavelmente não teria que se preocupar com ela - por mais que estivesse nos Blues agora, Diana já tinha visitado a Grand Line uma vez, ou melhor dizendo, viera de lá. O perigo da Reverse Mountain, para ela, não era lá grande coisa.

Após se amarrar com o seu cabo de aço no mastro central da embarcação - sozinho, diferentemente do esperado - Aaron finalmente teve tempo para observar à sua volta, vendo que os outros já se preparavam também para a subida. Shin e Gin, assim como a maioria dos homens que estavam cuidando das velas, agarravam-se aos mastros sem o uso de cabos ou coisas do gênero, mas mantendo os pés firmes e segurando-se com força. O solavanco inicial era a pior parte, e disso a maioria já sabia - se sobrevivessem a ele, o restante seria mais simples. E foi aí que todos ouviram a voz do capitão, mais uma vez: - CHEGAMOS, SEU BANDO DE BUNDAS-MOLES! SE SEGUREM! - todos então voltaram a olhar para a frente, para a imensa montanha, cujo topo estava ainda coberto pelas nuvens negras da tempestade. Agora, estavam a apenas alguns momentos de alcançá-la, e já dava para ver através de seus portões de pedra, a mítica correnteza que ia para o alto, até o topo da Reverse.

E, como o esperado, esse momento inicial da subida foi um choque para todos ali presentes. A força das águas foi tão grande que mesmo se segurando, a maioria acabou caindo para um lado ou para outro, sendo arremessado um ou dois metros para algum dos lados, mas nada grave ou preocupante. Diana, inclusive, conseguiu se segurar com perfeição, parecendo inabalada e até mesmo um pouco animada com a situação. No entanto, no meio de algumas risadas e comemorações em voz baixa que começavam a aparecer, apenas alguns momentos depois deles finalmente entrarem na Reverse, um grito de uma mulher chamou a atenção de todos. - ALI! - ela apontava na direção da parte de trás do convés, aonde havia alguma coisa encostada na amurada...uma criança. E pra piorar, inconsciente. Provavelmente, tinha sido arremessada com a força da correnteza e, ao chocar-se com a madeira da amurada, acabou desmaiando. Porém, eles ainda estavam subindo, o que significava que se ela ficasse ali, poderia acabar caindo - o navio balançava bastante, por conta da violência das águas e seria apenas uma questão de tempo até o pior acontecer.

Foi aí que uma mão tocou o ombro de Aaron, e quando este olhou parar ver de quem era, se tratava de Gin, aparentando estar muito mais sério que o normal. - Aaron, eu vou ter que te pedir um favor. - ele disse, quase frio. Em seguida, olhou nos olhos do garoto, e nos dele o ruivo viu um olhar preocupado e, ao mesmo tempo, suplicante. - Aquela garotinha, eu a vi brincando mais cedo aqui no convés, antes de zarparmos. Ela deve ter sido arremessada até ali, e se ninguém ajudá-la... - ele parecia quase desesperado. Com o forte senso de justiça que tinha, o rapaz não podia simplesmente ignorar o que estava acontecendo ali - o seu amigo caolho, por sinal, também parecia preocupado, ainda agarrado ao mastro de trás. - Mas mesmo que eu queira, se eu simplesmente for, desse jeito, as coisas podem ir muito mal. Use esse cabo, Aaron! Por favor, vá até ela e a ajude! Eu posso te puxar de volta, mas você é o único que pode chegar até lá sem ser arremessado do navio! - ele falava quase gritando, pois sua voz era abafada pelos trovões que ribombavam no céu.

Agora, a vida da garotinha dependia de Aaron, e todos estavam contando com ele. Se demorasse muito, podia acabar sendo tarde demais, então ele não tinha muito tempo para pensar. E então, o que o nosso caçador faria dessa vez!?

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MensagemAssunto: Re: Crônicas de um Assassino - Renascer!   Crônicas de um Assassino - Renascer! - Página 5 Empty01.11.16 13:52




Reverse Montain 2/3

Ao resgate!



Diana sabia bem o que estava fazendo e, assim como tudo o que ela fazia, parecia majestosa com sua plena segurança de que tudo ficaria bem. Enquanto para muitos seria a última viagem de suas vidas, Diana parecia se divertir com a brisa em seu rosto molhado, assim como suas roupas que se encharcavam pela chuva... E, como de esperado, meu rosto começava a arder em vergonha, quase sentindo a água evaporar de minha face.

Eu estava bem seguro ali, pois enquanto muitos tinham que se garantir apenas com seus braços, eu tinha um cabo de aço que não me soltaria nem por um decreto. Firme, eu me mantinha também animado pela travessia. Apesar de nunca ter passado pela Reverse Montain, já havia passado por coisas realmente aterrorizantes. Aquilo, assim como deveria estar sendo para Diana, estava sendo um passeio bem animado.

Mas é claro que as coisas não poderiam ficar assim para sempre. Com o solavanco do navio, muitos foram arremessados para longe, mas sem perdas aparentes. Diana se mantinha intacta e, para a minha felicidade, eu também. O cabo havia aguentado a pior parte da travessia, então eu me sentia aliviado, mas não sem antes ver os estragos que foram causados. Uma pequena criança, na parte de trás do navio, jazia inconsciente enquanto o navio tremia e subia pelas águas da montanha. Apesar de saber que seria mais simples para mim resgatá-la, hesitava por um momento. Se eu me arriscar, as coisas podem dar bem erradas... Fora que ainda tenho feridas para me atrapalhar. E, além do mais, me desculpe, criança... Mas a Grand Line não é um lugar para fracos. Pensava, sendo interrompido em seguida por Gin.

O caçador pedia a minha ajuda ao notar que eu seria capaz de resgatar a criança. Cerrava os dentes por conta daquele pedido que, apesar de ser contra a minha vontade, agora eu estava numa provação não apenas moral, mas social. Se eu me recusasse a resgatá-la, as pessoas do navio ficariam com um pé atrás comigo e, não que isso me importasse muito, mas eu precisava da confiança de Diana e, começando desse jeito, poderia ser um passo muito mal dado.

Olhava para ela com os olhos semicerrados, evitando que a água atrapalhasse minha visão. Observando o campo atentamente, eu entregaria o cabo para que Gin pudesse me segurar. - Não solte o cabo do mastro. E me puxe quando eu pegá-la! - E, apesar de achar que não devia, disparava na direção da criança, aproveitando a inércia do navio para que a minha velocidade fosse multiplicada, usando ao máximo de minhas habilidades e minha aceleração para chegar antes que houvessem mais danos na mesma.

Com uma das adagas em mãos, eu fincaria no solo caso eu visse que seria arremessado para longe, tentando me manter firme até o instante em que pudesse continuar. Se, por acaso, algo voasse em minha direção, como barris, eu saltaria ou recuaria para que tal objeto passasse diretamente por mim, tentando me manter intacto acima de tudo. Sabia que a criança era o foco daquele momento, mais jamais deixaria de colocar a minha vida como prioridade, preferindo me manter intacto do que salvá-la, se fosse preciso. Só o fato deles me verem tentar já conta pra alguma coisa... Mas já que estou aqui, vou tentar salvá-la. E então corria, aproveitando ao máximo o tempo que não tínhamos.

A agarraria no instante em que alcançasse a mesma, puxando sua roupa ou seus membros na primeira oportunidade. A abraçaria e, com meus membros ao redor de seu corpo, gritaria para Gin. - PUXA !!!! - E esperaria que aquilo fosse o suficiente para ser levado de volta até a segurança do mastro. Se, porém, o cabo de aço não fosse grande o suficiente para alcançá-la, eu não iria me soltar do cabo para isso. Apenas permitiria que Gin soltasse o cabo do mastro enquanto ele segurasse o mesmo para me dar mais alguns metros, mas jamais me soltaria da ponta na qual eu estava preso. Se, após alcançar a criança, o cabo se rompesse e eu tivesse que ficar onde ela estava também, me abaixaria e buscaria o mais rápido possível o local seguro mais próximo e, ao alcançá-lo, me deitaria com a criança no chão e fincaria uma adaga na roupa dela, atravessando o chão, e outra adaga na minha, com o intuito de nos "pregarmos" ao solo.

Conseguindo recuperá-la e trazê-la até o mastro, observaria a reação de todos ao redor. Talvez os pais da criança possam me recompensar por isso... E sorriria para ela, mesmo que inconsciente. - Vai ficar tudo bem! Eu te peguei! - E entregaria para Gin, que teria mais conhecimentos médicos para tratá-la do que eu. Nesse instante, observaria como ele faria o procedimento, acrescentando na minha experiência médica futura. No entanto, após tudo ser feito, me agarraria ao mastro e olharia para Diana com um sorriso, alegrando-me com a expressão positiva no olhar da mulher. Estou no meu limite aqui... Não posso me arriscar mais senão Virtuoso jamais terá o que merece. E, apesar de apreensivo, tentava manter a calma para a tão aguardada chegada.

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MensagemAssunto: Re: Crônicas de um Assassino - Renascer!   Crônicas de um Assassino - Renascer! - Página 5 Empty03.11.16 20:40



REVERSE MOUNTAIN (3/3)!


A situação estava bem mais complicada do que o jovem tinha previsto, pois por mais que aquele início da subida pela Reverse tivesse sido bem tranquilo, um pequeno acidente fez com que o rumo das coisas mudasse completamente, de repente. A criança no fundo da embarcação, inconsciente, podia cair a qualquer momento, e o único ali que podia ajudá-la sem acabar sendo lançado para fora do barco era Aaron; o navio estava escorregadio por causa da água da chuva, e o fato deles estarem numa subida perigosa, já bem próximos das nuvens, não ajudava em nada. Isso colocava uma grande responsabilidade nas costas do caçador, que preferia não ter que se envolver com aquilo. No entanto, dado o pedido de Gin por sua ajuda, ele não podia simplesmente se recusar a ir até lá para tentar salvá-la. Assim, por mais que aquilo fosse muito arriscado e até incômodo, o ruivo se preparou para o resgate.

- Não solte o cabo do mastro. E me puxe quando eu pegá-la! - ele avisava a Gin, que com um olhar sério - porém agradecido - no rosto, assentiu sem nem pensar duas vezes. - Pode contar comigo! - a força de vontade do espadachim era, de fato, um de seus grandes diferenciais. O burburinho começava mais uma vez, e de repente, vários dos tripulantes do navio começaram a incentivar Aaron, encorajando-o a ir ajudar a garotinha à beira da morte. - Você consegue, garoto! - um deles dizia. - Manda a ver, ruivinho! - um outro continuava, e por mais que a situação parecesse um pouco perigosa, todos estavam confiantes de que o garoto conseguiria salvar a criança sem grandes problemas. E com isso em mente, ele partiu na direção da parte traseira da embarcação, ainda amarrado pelo cabo de ferro que tinha comprado no mercado negro de Shells Town. Quase que deslizando pelo convés molhado pela chuva, ele não demorou muito para alcançar a menina, que ainda estava desmaiada.

Porém, havia um problema. O cabo quase que não era grande o suficiente, por causa do tamanho do navio, e Aaron teria de se esticar bastante para conseguir trazer a garotinha até si. Vez ou outra, o navio balançava violentamente, e isso só deixava claro que ele precisava se apressar se não quisesse que a criança voasse longe com o próximo solavanco. Esticando-se como podia, o ruivo conseguiu alcançar o braço da menina, e puxou-a para si com força para que conseguisse trazê-la mais para perto. E então, quando a tinha segura, em seus braços, virou-se para o caçador de cabelos prateados. - PUXA!!!! - ele gritou com todas as forças, e o espadachim assentiu, já com um sorriso no rosto por ver que a garota estava a salvo. Os outros homens também comemoravam, elogiando o gatuno e gritando animados. Porém, a montanha tinha outros planos. No momento em que Gin foi dar o primeiro puxão para ir trazendo Aaron de volta, o navio passou por cima de uma rocha, fazendo-o "saltar" ainda mais violentamente do que nas vezes anteriores, e por mais impossível que possa parecer, o cabo de aço que segurava o ruivo simplesmente...se partiu. É, esse é o problema de comprar esse tipo de coisa naquele tipo de loja, sem saber a procedência.

Por estar esticado demais, o cabo acabou se partindo a alguns centímetros de Aaron, por conta do forte solavanco, o que simplesmente fez com que o garoto e a menina em seus braços fossem lançados para a frente, em direção ao mar. O caçador não tinha muito o que fazer a respeito, já que estava em pleno voo, prestes a cair nas violentas águas da Reverse Mountain. No final das contas, aquela tinha sido a escolha errada. Gin e os outros gritaram desesperados ao perceberem o que tinha acontecido, mas já era tarde demais. Àquela altura, o jovem já estava quase atravessando a amurada, e em alguns poucos momentos, ele já estaria debaixo d'água. Dessa vez, Aaron ouviu a voz de Diana gritar por seu nome, mas mais uma vez, era tarde demais. Provavelmente, muita coisa estava se passando na cabeça do garoto, naquele momento. Talvez ele estivesse se lembrando de Vlad, ou talvez até mesmo de Virtuoso. Talvez estivesse se censurado por ter se posto em tanto risco por uma criança que não conhecia, ou mesmo a culpando pelo que estava acontecendo. Mas em meio a esses pensamentos, quaisquer que fossem eles, o jovem sentiu alguma coisa segurar a gola de suas roupas, fazendo-o parar no ar de repente.

Atrás dele, estava o grande mink felino, de aparência feroz e selvagem. Com a mão direita, ele segurava Aaron - que por sua vez tinha a garotinha em seus braços - e com a esquerda, agarrava-se à parte que tinha se partido do cabo de aço, o que o prendia ao navio. Os seus pés estavam perfeitamente posicionados na amurada, dando-lhe o equilíbrio de que precisava para se manter de pé, segurando-se a ambos. - PUXEM DE UMA VEZ! - ele disse, a sua voz grave e mais parecendo um rugido. Os homens que antes estava desesperados com a situação de repente se encheram de coragem, ajudando-se para puxar de volta os três. Algum tempo depois, então, eles finalmente conseguiram trazê-los de volta aos mastros, a garotinha inconsciente ainda nos braços do ruivo, e todos muito felizes pelo fato de que eles estavam bem. Diana ia se aproximando para falar com o jovem, porém, antes que pudesse dizer uma só palavra, uma luz vívida e digna de ser chamada de bela se revelou, quando a embarcação atravessou as nuvens. Finalmente, eles estavam no topo.

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Depois de tudo pelo que haviam passado, mesmo os perigos e a tempestade, a simples cena do topo daquela mítica montanha fazia com que toda a viagem tivesse valido a pena. Era lindo além do que as palavras podiam descrever, cena que Aaron, mesmo tendo vindo da Grand Line, nunca tivera a chance de presenciar. E de repente, estavam descendo de novo, dessa vez sob a luz brilhante e revigorante do sol, um sorriso no rosto de praticamente todos ali no navio - a garotinha incluída, que agora parecia até mesmo dormir relaxada, como se não tivesse uma preocupação sequer. Por causa do tamanho da Reverse Mountain, é óbvio, eles levaram mais alguns minutos até chegarem lá embaixo, mas finalmente estavam no Farol. O navio aportou lá, pois de acordo com o capitão, tinham de se preparar e fazer os reparos necessários antes de seguir viagem. Mas o ruivo também tinha algo a fazer ali, se queria seguir pela famigerada Grand Line. Por mais cansado que ele pudesse estar naquele momento, para o jovem caçador de recompensas...não era hora de relaxar!

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MensagemAssunto: Re: Crônicas de um Assassino - Renascer!   Crônicas de um Assassino - Renascer! - Página 5 Empty04.11.16 0:01




Reverse Montain 3/3 - Farol!

O Mink Felino



Poucos momentos durante minha vida havia tanto arrependimento quanto aquele. Por mais que fosse uma vida a ser salva e, eu sabia muito bem, toda vida contava, eu jamais deveria fazer aquilo de novo. Eu, porém, não via o tão falado filme passar diante de meus olhos no momento em que percebi o trajeto no qual estava sendo lançado. Ao invés de ver a minha vida, porém, eu enxergava duas únicas cenas: minha mãe. Uma imagem antiga, distorcida, quase sem face, mas que eu tinha certeza de quem era. Era a única coisa que vinha na minha cabeça naquele momento, sentindo o calor de seu abraço e presenciando a beleza de seu sorriso. E em seguida aparecia V, com seu sorriso que nunca dava para saber se era falso ou verdadeiro, enquanto se aproximava de mim e esfregava meus cabelos após mais uma lição dada. Bem, tudo havia terminado e, ainda segurando a garota, me arrependia profundamente por ter bancado o herói. A verdade era que eu nunca havia sido um herói e não deveria fingir que era um.

Porém, antes de ser tarde demais, sentia o puxão da minha roupa me trazer de volta para a realidade. Com os olhos abertos, assustados, eu olhava o mink felino me segurando com uma força inumana, puxando o cabo de aço que havia sido rompido enquanto agarrava a mim e a garota. Um herói nato, que estava arriscando a sua vida sem sequer ter a garantia de que iria sobreviver, coisa que eu não faria nunca. Ele era o tipo de criatura que dividia sua carne nos banquetes. Quando eu escutava seu rugido mandando nos puxar, sentia subitamente a vida voltando aos meus ossos, me fazendo agarrar a garota com mais força e ser levado de volta para o navio em segurança. Com os pés no convés e já estando num lugar seguro, pude enfim soltar um longo suspiro, ainda trêmulo e atordoado pelo que havia acontecido.

Olhava para o Mink sem saber o que falar. Quando os lábios começavam a gesticular algo, um solavanco foi o início de súbitas mudanças da realidade ao nosso redor. Havíamos atravessado a montanha, enfim, e o paraíso agora estava possível de se enxergar. Dali de cima, onde apenas os vencedores da entrada podiam usufruir, eu enxergava o mundo com uma sensação de vida em meu corpo que ninguém ali estava sentindo também. - O-Obrigado... - Falava, conseguindo só agora soltar algum som pela minha boca. Engolia um seco, me aproximando de meu salvador e de Diana. - Conseguimos. Por pouco, mas conseguimos... - Tentava esboçar um sorriso com dificuldade, mas o espírito começava a se recuperar dentro de mim.

Com Diana ao meu lado, caminharia até a saída do navio após termos ancorado com a mente já tentando se encaixar em seu devido lugar. - Lembro bem que não é possível se guiar pela Grand Line com os métodos tradicionais e que é preciso uma ferramenta que conseguimos por aqui. Vamos procurar? - Falava, também convidando o Mink dessa vez. - E... Por que fez aquilo? Por que arriscou tanto sua vida naquela hora? - Diria e, caso ele estivesse nos acompanhando, já me colocaria para caminhar para fora do navio. - Você não tinha nenhuma segurança como eu tinha e você não é marinheiro ou agente para ter essa obrigação... O que te motivou a nos salvar? - Aquela pergunta era importante para mim agora. Eu não conseguia ver motivos para alguém sacrificar-se daquela forma e, com os últimos acontecimentos, eu tinha acabado de criar uma regra para mim mesmo de não arriscar minha vida atoa, mas antes de tomar essa decisão definitiva, precisava saber o que motivava o felino. Queria saber o que ele ganhava com aquilo tudo.

Ouviria sua história, de olho na tripulação do capitão e acompanhando-os, pois com certeza estariam indo para o mesmo lugar que eu estaria. - E ouvi dizer que estava numa guerra em Conomi. O que aconteceu por lá? - Por mais que eu pudesse adquirir essa informação através de jornais, agora eu percebia que nunca poderia ter um relato tão fiel à realidade quanto da boca daquele Mink. Talvez sabendo o que havia acontecido por lá, eu pudesse prever acontecimentos que viriam a acontecer daqui pra frente. Afinal, guerras nunca ficam paradas. Guerras de verdade andam através de ilhas, de governos. E dependendo do tipo de guerra que fosse, eu temia poder estar envolvido alguma hora, já que outros caçadores também estiveram.

Minha prioridade ao chegar no Farol seria rapidamente chegar a um posto mais civilizado. Observaria tudo com muita calma, admirando tudo o que havia de novo por ali, mas não ficando parado e tentando chegar mais rápido o possível em alguma taverna ou no próprio Farol. A busca pela ferramenta que nos guiaria pela Grand Line seria de extrema utilidade e, apesar de não ser navegador, eu sabia que precisaria dela depois para continuar a seguir pelas ilhas. A tripulação em que eu estava não seria minha para sempre e, por isso, eu precisava saber onde meu caminho seria trilhado.

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