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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Crônicas de um Assassino - Renascer!

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MensagemAssunto: Crônicas de um Assassino - Renascer!   Crônicas de um Assassino - Renascer! - Página 4 EmptySex 15 Jul 2016, 04:22

Relembrando a primeira mensagem :

Crônicas de um Assassino - Renascer!

Aqui ocorrerá a aventura do Caçador de Recompensas Aaron DeWitt. A qual não possui narrador definido.


____________________________________________________

~Fala~
~Pensamento~

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Sabe por que caímos?
Para aprendermos a levantar.
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Yami
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MensagemAssunto: Re: Crônicas de um Assassino - Renascer!   Crônicas de um Assassino - Renascer! - Página 4 EmptySex 23 Set 2016, 00:26




O descansar da morte

Por debaixo da máscara.

Era quase terapêutico sentir a adaga ser estocada com perfeição dentro da carne do meu adversário. Puxava para cima, sentia o sangue escorrer e, melhor de tudo, ouvia o rugido de dor de Zod, que parecia estar nas últimas. Haviam sido dois golpes muito bem feitos, sendo que ambos poderiam já ter desestabilizado uma pessoa comum. Zod não é um desses. Nunca foi. Seu cargo de Sargento na marinha já mostrava que ele se destacava dentre os demais. Pensava, agora distante do meu alvo, após sua névoa me empurrar pra tão longe. Você sabe que acabou, Gabriel. Se entregue e as coisas serão mais fáceis. - Dizia, em uma última tentativa de acabar logo com aquilo.

Em algum momento houve paz naquele coração e atrás daquela máscara. O que havia acontecido com Gabriel deveria ter sido, sem sombra de dúvidas, um impacto grande o suficiente para corromper um coração de um devotado à justiça. Seja lá o que fosse, esperava resgatar esse resquício de esperança de dentro dele e, para isso, usava de minha atuação para, quem sabe, amolecê-lo. - Seu coração um dia já foi puro e leal... Ainda assim alguém foi capaz de mergulhá-lo na escuridão. Quem, Gabriel? Quem corrompeu sua honra? - Permaneceria de pé em sua frente, caso ele não demonstrasse que fosse atirar. Se percebesse sua hostilidade, instantaneamente me colocaria para correr, dando um rápido salto para o lado e rolando pelo chão, para que eu conseguisse escapar o mais ileso possível dos projéteis.

Se Zod continuasse a atirar em mim, continuaria a correr com o máximo de minhas forças. Sabia que meu estado não estava dos melhores e, por conta disso, minha mobilidade provavelmente também estava prejudicada. Só preciso aguentar até Diana chegar... Depois poderei ser tratado. Aguente, Aaron! Gritava em minha mente, utilizando o máximo de mim para não fraquejar nem por um segundo. Sendo mais rápido que os tiros do pirata, eu sabia que podia terminar aquela luta ainda naquele round. Se, porém, Zod começasse a conversar comigo, escutaria-o com atenção e, dessa vez, demonstraria uma atitude pacífica de minha parte. Não desistiria da recompensa, é claro, mas entre levar um corpo morto até o QG e ser acompanhado com Zod andando, por vontade própria e ainda com vida, seria melhor para ele e para mim. - A marinha é sua família. Eles te entenderão. Eles vão te perdoar, mas só se você vier comigo. - Falava, olhando no fundo de seus olhos, buscando resgatar a humanidade que ainda havia ali.

Apenas acreditaria em Zod caso ele largasse as armas nas qual, instantaneamente, pegaria para mim e guardaria, retirando meu cabo de aço e enrolando-o em volta de Zod, imobilizando seu corpo. - Espero que entenda minha precaução. - Falaria, caso tudo estivesse sob controle. Em seguida, retiraria sua máscara, guardaria-a comigo e começaria a caminhar em direção ao QG, torcendo para que Diana surgisse e me ajudasse com a difícil caminhada. O mais provável, porém, era que Zod não desistisse nem no último momento. Por isso, continuaria a correr ao seu redor, saltando, pulando e, obviamente, contando seus tiros mentalmente. Como ele estava nas últimas, imaginava que ele pudesse até mesmo mudar de tática e voltar mais para a defensiva, talvez esperando uma reação minha para gastar seus tiros mais sabiamente.

Por isso, ao invés de me manter apenas na defensiva, correndo ao redor do mesmo e esquivando-me, buscaria agir de forma a acabar com aquela batalha logo. Para isso, mudaria de trajetória alguns momentos, correndo em sua direção, buscaria fugir de seus tiros e, com uma rolada lateral, sairia do trajeto de sua mira para continuar correndo ao seu encontro. Basicamente, o incentivaria a utilizar seus disparos, no qual muito provavelmente Zod estava economizando para que a batalha não acabasse para ele. Portanto, demonstraria ser um alvo fácil para que, no instante em que fosse atirar em mim, eu saísse de seu trajeto e, logo em seguida, voltasse a disparar em sua direção, desviando novamente caso o outro rifle já estivesse pronto para me atingir.

Continuaria desse modo até chegar no último disparo, atentando-me agora para as suas habilidades sobrenaturais. Caso ele utilizasse novamente sua névoa para me empurrar para longe, rapidamente me abaixaria e enfiaria as adagas no chão, tentando dessa forma me prender ali. Caso ele cruzasse os braços e demonstrasse que fosse "teleportar" para outro lugar, tentaria correr em sua direção, visto que eu já estava muito perto, antes que seu plano pudesse se concretizar, enfiando minhas adagas na altura de seu umbigo, onde seus braços não estavam defendendo e, utilizando da surpresa, continuar a estocar até inutilizá-lo, tentando levá-lo ao chão para imobilizá-lo depois. Se ele apenas começasse a levitar e conseguisse dar um rasante para longe dali, correria atrás dele com o máximo de minha velocidade, tentando saltar e usar as adagas como picaretas, estocando em seus ombros e me prendendo ali.

De qualquer modo, o plano continuaria o mesmo. Esperaria as armas descarregarem, me prepararia para sua reação e, logo em seguida, voltaria a atacá-lo. Dessa vez, chegando perto do mesmo, me abaixaria e, com um rápido chute lateral, tentaria derrubá-lo - algo que seria inédito naquela batalha, já que não havia usado nenhum golpe corporal - e, com ele ao chão, buscaria enfiar as adagas em seus pulsos e prendê-los ao chão, de modo a não conseguir utilizar suas armas e nem sequer sair dali. - Acabou, Gabriel. - Falaria após a vitória ser confirmada, rapidamente erguendo a mão até sua face e retirando a máscara que ocultava sua identidade. Não sabia exatamente como era Gabriel Reyes, mas agora queria olhar nos olhos do assassino antes de prosseguir. - Onde estão os reféns? Onde está Ichigo?! - Gritaria, sentindo agora a dor que latejava no meu corpo ser ainda mais presente. - Acabou. Você perdeu. Não tem nada a ganhar com eles. Onde eles estão?! - Socaria seu rosto caso ele relutasse a dizer, mas como eu já estava exausto, tal tarefa poderia ser difícil...

De qualquer modo, tentaria prendê-lo com meu cabo de aço logo após sua imobilização. Para isso, enrolaria seu tronco várias vezes, prendendo seus braços juntos, e dando um forte nó atrás, no qual eu seguraria para evitar que fosse desfeito. Onde você está, Diana..? Perguntaria. De qualquer forma, se a batalha estivesse terminada e eu fosse o vitorioso, tentaria erguer-me e puxar Zod junto comigo para o Quartel General, onde o quebra-cabeça poderia ser, enfim, completo.

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Ravenborn
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MensagemAssunto: Re: Crônicas de um Assassino - Renascer!   Crônicas de um Assassino - Renascer! - Página 4 EmptySeg 26 Set 2016, 17:00



THE END


Aquela luta já tinha durado demais, e tanto Aaron quanto Reyes sabiam muito bem disso. O assassino muito provavelmente não conseguiria se safar, pois os ferimentos que tinha recebido limitavam muito a sua movimentação, e o cansaço já tinha se abatido sobre todo o seu corpo; não fazia mais sentido nenhum continuar lutando, principalmente considerando que ele podia acabar perdendo a própria vida. O problema era que o ex-marinheiro já tinha parado de pensar racionalmente fazia um bom tempo, e o brilho violento e vermelho nos seus olhos só parecia se intensificar conforme ele se aproximava dos portões da morte. Uma pequena aura negra, formada pela fumaça sombria que ele utilizava em suas técnicas, começava fluir ao redor de seu corpo, quase como que simbolizando a sua fúria.

Aaron, no entanto, ainda pretendia tentar acabar aquilo sem mais derramamento de sangue: - Você sabe que acabou, Gabriel. Se entregue e as coisas serão mais fáceis. - disse, tentando convencer o atirador na base da conversa, e por um momento, as palavras pareceram fazer algum efeito, fazendo-o parar. Mas então, ele cerrou os punhos mais uma vez, dando um passo à frente. O ruivo continuou falando, convicto de que podia acabar com aquilo sem ter que matar Reyes. - Seu coração um dia já foi puro e leal... Ainda assim alguém foi capaz de mergulhá-lo na escuridão. Quem, Gabriel? Quem corrompeu sua honra? - ele tinha jeito com as palavras, e a escolha certa fez com que as mesmas tivessem efeito sobre o assassino. Porém, mais uma vez, ele se recusou a ouvir, balançando a cabeça com raiva. - Quem corrompeu minha honra? Quem me mergulhou na escuridão? Não...você não sabe de nada! - furioso, Reyes levantou o seu rifle, apontando-o na direção do garoto antes que o mesmo pudesse reagir. No entanto, um som alto vindo dos becos o fez parar.

BANG!

- Ouça o garoto, Reyes. Vai ser melhor pra você e pra nós. - era Diana, a arma de fogo que tinha comprado de Toch ainda fumaçando por causa do tiro para o alto. Ela parecia respirar de maneira ligeiramente ofegante, provavelmente por ter corrido de volta até ali para poder ajudar Aaron, mas ainda mantinha o seu sorriso misterioso e confiante no rosto. Reyes fraquejou, sua respiração pesada e cansada, vendo-se finalmente derrotado. Ele simplesmente não tinha outra saída. E, com isso, o barulho de ambos os seus rifles caindo ao chão se fez ouvir no silêncio daquela área, seguido pelo dos joelhos de Reyes tocando o solo. Os três ficaram em silêncio por um momento, até que o ruivo resolveu se aproximar para amarrar o procurado, apenas para ter certeza de que tudo daria certo. - A marinha é sua família. Eles te entenderão. Eles vão te perdoar, mas só se você vier comigo. - falava ao chegar perto do homem, pegando a corda de aço que tinha guardada consigo. O olhar por detrás da máscara era quase fúnebre, como se mal houvesse vida em Gabriel naquele momento.

Depois de tê-lo amarrado com o cuidado necessário, Aaron finalmente removia do rosto de Reyes a máscara de caveira que o cobria. E o que havia por detrás da mesma, bem, justificava o uso do item. A pele de Gabriel era morena, mas por algum motivo, estava bem mais pálida do que deveria, além de que o brilho vermelho em seus olhos certamente não era natural. O seu rosto estava coberto de cicatrizes, a mais cruel provavelmente sendo a do lado direito do mesmo, pois o ferimento fora tão profundo que era possível ver os ossos do assassino, seus dentes e mandíbula. A essa altura, ele não parecia mais furioso ou com raiva, mas a calma mortal em sua expressão ainda incomodava um pouco a quem olhava por muito tempo.

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- Satisfeito, agora? - ele perguntou, olhando nos olhos de Aaron. Em seguida, apenas deu um longo suspiro, e fitou o horizonte, como se ignorasse o fato do garoto estar à sua frente. - Eu vou contar o que precisam saber quando chegarmos no QG. - Reyes foi direto, e talvez esse modo de agir somado à aparência inesperada do atirador chocassem um pouco o ruivo. Independentemente disso, Diana aproximou-se, colocando a mão em seu ombro e sorrindo para o mesmo. - Você fez um ótimo trabalho, Aaron-kun. Vamos, eu te ajudo a levá-lo. - ela ofereceu-se, e não muito tempo depois, os dois estavam fazendo o caminho de volta para o Quartel General da Marinha, Gabriel Reyes acompanhando-os mesmo que amarrado. Depois de alguns longos minutos de caminhada, no entanto, eles finalmente chegaram até lá.

- Eu já avisei à enfermeira pra cuidar dos seus ferimentos quando chegasse. Deixe Reyes com os marinheiros, e vá descansar. Eu vou avisar ao Isshin-san pra resolvermos isso tudo amanhã de manhã. - Diana explicava tudo, e logo se retirava, indo atrás do pai de Ichigo, na esperança de que ainda poderiam achar o garoto vivo com as informações de Gabriel. Por hora, tinha ficado nas mãos do garoto a responsabilidade de entregá-lo aos marinheiros, e depois de ter uma boa noite de descanso, para que pudessem resolver tudo aquilo no dia seguinte.

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"No massacre, floresço, como uma flor no amanhecer." - Virtuoso





OFF: Entrega o cara aos marines, e vai pra enfermaria descansar/ser tratado. Eu revelo o fim da história no post que vem, mas tu pode ir narrando que ao acordar iria saber de Diana ou de Reyes ou qualquer coisa do tipo. Bom trabalho concluindo a "saga" xD!

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Yami
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MensagemAssunto: Re: Crônicas de um Assassino - Renascer!   Crônicas de um Assassino - Renascer! - Página 4 EmptySeg 26 Set 2016, 23:10




A escuridão dentro de nós.

A corrupção de Reyes!

Diana havia conseguido nos alcançar no último segundo, sendo o suficiente para demonstrar que a batalha estava, enfim, completada. As armas de Zod eram jogadas ao chão e, deixando seu corpo ser levado pelas dores de suas feridas, se ajoelhava também, demonstrando rendição. - Fez a escolha certa. - Me aproximava dele, sentindo agora a latejante dor em minha cabeça pelo fim do meu estado Nirvana. Caminhando em passos lentos, praticamente me arrastando pelo chão enquanto meu sangue escorria pro chão de pedra, começaria a enrolar o pirata no cabo de aço que estava comigo, mesmo que Zod não demonstrasse resistência.

Seu rosto, porém, havia sido uma certa surpresa para mim. Apesar de imaginar seu rosto danificado - muito provavelmente com queimaduras ou algo do tipo - jamais pude imaginar a verdade que havia cicatrizado em seu rosto. Era possível ver partes de seu crânio, principalmente quanto a parte de sua mandíbula, demonstrando para mim e Diana que os motivos em fazer aquele homem chegar naquele ponto haviam sido bem profundos. Encarando-o, não demonstraria desprezo, nojo ou surpresa. Encararia-o como o excepcional oponente que foi e, tal como, com seu devido respeito. - Vamos. - Dizia, guardando sua máscara em minhas vestes. Talvez... Aquela pudesse ser uma nova face do assassino que nasceu naquela mesma noite.

Antes de ir, porém, abaixaria-me e pegaria os rifles no qual Zod carregava com tanto afinco desde seu acidente tempos atrás. Sentiria o peso das armas nas mãos e, imediatamente, ergueria para Diana. - Um presente de agradecimento pela ajuda. - Diria, envergonhado. Imaginar a cena completa e me ver entregando um presente para uma mulher - mesmo que a situação fosse nada romântica ou sexual - me deixava agitado internamente. - V-Vamos! - E então apressaria os passos o máximo possível, o que não era muito naquele momento.

Chegando ao QG, Diana falava que as coisas poderiam esperar para serem resolvidas e que eu precisava de tratamentos o quanto antes. Assentiria para a mesma, mas não sem antes entregar Zod para as autoridades. - Esse é Zod Blackwater, pirata com a recompensa de B$ 8.220.000... Mas também conhecido como Gabriel Reyes, ex-sargento de LogueTown. - Falaria apenas para o responsável pela entrega do assassino, pois não queria expor Gabriel mais do que deveria. - Se não se importam... Gostaria de participar do interrogatório assim que eu estivesse recuperado. Seria possível? - Perguntaria. Após isso, caminharia diretamente para a enfermaria onde, com os devidos cuidados, deixaria que os médicos me tratassem da maneira que fosse necessária, assentindo caso houvesse necessidade de cirurgia para retirar os fragmentos de meu corpo.

O sonho daquela noite havia sido tranquilo, o que me impressionava muito. Talvez pelo cansaço e exaustão, meu corpo havia simplesmente apagado, sem sequer ter o privilégio de sonhar. O que era bom, visto que os últimos dias não haviam sido de muito agrado para se relembrar em um momento de descanso. No fim do sono, porém, via-me erguido num mundo completamente negro, estando de pé apenas por uma superfície líquida igualmente negra. Ao meu redor, nada havia, apenas o meu reflexo na água que, após alguns instantes para que eu pudesse notar, percebia ser V, me encarando de baixo em uma expressão nada contente.

A lembrança me fazia acordar logo em seguida. Já imaginando ser o dia seguinte, verificaria o estado de meu corpo, tentando me mover aos poucos e vendo as limitações que eu tinha agora. Pelo menos estou vivo. "Um bom dia pra se viver...Um bom dia pra se lucrar...um bom dia pra matar". E, com isso em mente, ergueria-me da minha cama e caminharia pelo QG, buscando agora os marinheiros que pudessem me levar até a sala de interrogatório. - A Diana também está lá? Preciso dela comigo... - Falava, me impressionando com o sabor que aquelas palavras tinham. Eu havia adotado Diana como companheira agora? Eu deveria ter aprendido com os últimos de que eu me viraria melhor sozinho... Mas por que eu via a mulher ao meu lado a partir de agora? Sacudindo a cabeça, caminharia até a sala onde estariam com Reyes, onde eu ouviria toda a história de telespectador.

Ouviria todas as perguntas que tinham, sendo que eu também auxiliaria com o que eu sabia. - O que exatamente aconteceu quando vocês foram caçar aqueles piratas na Reverse Montain? - E, esperando uma longa história, ouviria tudo com atenção. - E como conseguiu seus poderes? Aliás, que fruta é essa? - Perguntaria, visto que eu não havia encontrado padrão nenhum em suas habilidades para que eu pudesse supor o que seria. Após toda a história ser contada, voltaria para o mesmo, dessa vez mais séria. - E onde estão os sequestrados? E por que os sequestrou? - E, após ouvir sua resposta, assentiria com a cabeça, dando um leve sorriso para o mesmo para tentar transmitir esperança e, logo em seguida, ergueria-me para fora da sala, onde me juntaria com Diana. - Vamos. Ainda precisamos pegar o Ichigo e entregar pro Isshin... Só espero que não seja tarde demais. - Falaria. Antes de sair do QG, porém, pegaria a recompensa que era minha por direito, caminhando logo em seguida com Diana para o local informado por Zod, onde as vítimas estavam esperando pelo seu resgate.

Histórico:
 


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MensagemAssunto: Re: Crônicas de um Assassino - Renascer!   Crônicas de um Assassino - Renascer! - Página 4 EmptySex 30 Set 2016, 21:56



SAGA REYES - CONCLUÍDA


Depois de finalmente terminar a sua luta com Zod e, com a ajuda de Diana, ir até o Quartel General da Marinha que tinha visitado mais cedo, Aaron finalmente pôde entregar o procurado a dois marinheiros, explicando que ele se tratava de ninguém menos que Gabriel Reyes, um ex-sargento que era admirado por muitos naquela ilha até "morrer" misteriosamente em uma missão de perseguição. Os dois soldados, que já tinham ouvido falar do mesmo, se mostraram bastante surpresos e até mesmo sem saber como exatamente proceder naquela situação. Foi aí que um homem loiro, ligeiramente alto e com um físico invejável - obviamente se destacando do restante ali - apareceu, se dirigindo até o garoto. Os seus olhos, no entanto, não saíam de Reyes, e carregavam uma mistura de emoções tão forte que era difícil dizer o que exatamente estava sentindo. - Diabos...o que fizeram com você, Gabriel...? - ele falava como alguém que se dirigia a um velho amigo, mas Reyes não parecia lá muito para conversa no momento. O marinheiro deu um suspiro, e olhou para Aaron.

- Obrigado, garoto. Eu vou cuidar de interrogá-lo e levá-lo até a prisão pessoalmente. - ele disse, formal, mas claramente tinha assuntos pessoais a tratar com Reyes. Foi aí que o ruivo pediu para poder se juntar ao interrogatório, visto que realmente queria saber a verdade por trás de toda aquela história. O homem não esperava por aquela, mas como não viu nenhum motivo para recusar, simplesmente aceitou o pedido do garoto com um aceno de cabeça. - Certo, mas agora, vá descansar. Qualquer um aqui consegue notar o quanto você está ferido. Se eu bem me lembro, já avisaram à enfermaria que você estava chegando, então você deve estar novo em folha amanhã de manhã. Vai ser quando o interrogatório começará, então esteja pronto. - ele então pegou o assassino pelo braço, mesmo que ainda estivesse amarrado pelas correntes de Aaron, e levou-o consigo mais para dentro do QG. Daí, tudo o que o garoto pôde fazer antes de adormecer por causa do cansaço foi se dirigir até a ala médica, aonde foi levado até uma cama e uma enfermeira cuidou de seus ferimentos.

O jovem caçador de recompensas dormiu relativamente bem, por mais que a ansiosidade para descobrir o que tinha causado tudo aquilo o tivesse atrapalhado um pouco. Acordou de manhã cedo, após um sonho um pouco estranho, e com o corpo coberto por faixas e curativos, dirigiu-se até a parte da entrada do Quartel General, aonde viu alguns rostos conhecidos: estavam lá não só Diana e o marinheiro do dia anterior, como também Toch, Isshin e um garotinho de cabelos alaranjados, dormindo no seu braço e com alguns curativos pelo corpo, que provavelmente se tratava de Ichigo. A maioria tinha um pequeno sorriso no rosto ao ver que Aaron havia acordado, mas ainda haviam coisas a serem resolvidas, e todos ali sabiam disso. - Ótimo. Eu estava quase indo lá na sua cama te acordar, Aaron-kun. - a mulher falou, dando uma ênfase provocativa à parte da cama. O marinheiro de cabelos loiros, vendo que todos estavam reunidos, por fim chamou a atenção do grupo, guiando-os por dentro do QG até uma sala que ficava mais ao fundo do mesmo. Ao abrir a porta que levava para a mesma, as únicas coisas que o garoto pôde ver lá dentro eram uma mesa e duas cadeiras, uma das quais estava ocupada pelo agora algemado Reyes.

Ele olhou para cima, fitando os rostos das pessoas que haviam acabado de entrar na sala. Ele reconhecia todos, e todos o reconheciam. Era chegada a hora da verdade ser revelada. - As algemas estão te servindo bem? - o marinheiro perguntava, setando-se na cadeira vazia, de frente para o atirador. Algo em Gabriel parecia diferente, como se o vermelho dos seus olhos tivesse enfraquecido, e a palidez tivesse sumido um pouco. - Você nem imagina, Jack. Ouvi-las calarem a boca depois de tanto tempo é bem aliviante. - a conversa não fazia muito sentido para nenhum dos visitantes, mas Jack parecia feliz com as palavras do prisioneiro. - Perfeito. Isso significava que você vai poder contar tudo pra nós, desde o começo, não é mesmo? - ele sorria de maneira camarada para Reyes, que mandava um sorriso quase sarcástico de volta. - É. Desde o maldito começo. - ele disse, e então respirou fundo, olhando para cima.

- Aqueles desgraçados eram bem mais forte do que nós tínhamos esperado. - ele começou, e antes que alguém pudesse perguntar do que ele estava falando, o ex-marinheiro continuou: - A minha embarcação começou a perseguir a deles quando fugiram pelo porte, já tarde da noite. A perseguição durou até um pouco antes de chegarmos na Reverse Mountain, com eles tentando nos atingir e nós revidando do jeito que podíamos, até que finalmente conseguimos acertar um tiro de canhão e nos aproximamos o suficiente pra começar a lutar. - ele explicou, revelando que aquilo se tratava da tal batalha que os marinheiros tinham travado contra piratas fugitivos, e que supostamente resultara na morte do ex-sargento. - Mas, porra, aqueles filhos da puta não eram só um grupinho de fracotes. Eles quase acabaram com a gente, mas com toda aquela confusão, os dois navios acabaram afundando, e até onde eu sei, os poucos que não morreram na batalha morreram afogados. Exceto eu, é claro. - ele continuava. De fato, havia algo de diferente em Reyes, ele parecia até...mais vivo. Mas a explicação disso eles ainda ouviriam, um pouco mais à frente.

- Enfim, me agarrando a alguns dos destroços, eu consegui chegar até uma ilhota da qual nunca tinha ouvido falar, mesmo ferido. Dentro de algumas das caixas que tinham boiado junto comigo, haviam algumas provisões, mas eu provavelmente não duraria mais do que uns três dias com aquilo. Além disso, não havia nada na ilha que eu pudesse usar de alimento, e água doce, pior ainda. - ele suspirou, como se só lembrar daquilo fosse estressante o suficiente. A situação do sargento com certeza não era nem um pouco cômoda, mas aquela ainda nem era a pior parte. - Eu não tinha como contatar o QG, então tudo o que pude fazer foi esperar, esperar e esperar. Eu esperei por mais de uma semana, mas nem mesmo uma embarcação sequer passou por lá. Sinceramente, eu já tava quase desistindo, mas aí a ideia brilhante de olhar os caixotes pra procurar alguma coisa apareceu. E eu não há nada de que eu me arrependa tanto. - Reyes bateu na mesa com força, mesmo algemado, parecendo bem frustrado. Ele olhou nos olhos de todos os presentes, a humanidade que antes parecia nem existir claramente presente neles dessa vez.

- Uma fruta. Havia uma fruta estranha lá, de um tipo que eu nunca tinha visto antes. No momento, eu não parei pra pensar no que poderia ser, e simplesmente comi como se aquela fosse a minha última refeição. - a piadinha veio um pouco fora de hora, mas ainda assim, ele abriu um pequeno sorriso no canto do rosto, que mesmo desfigurado como estava, ainda era possível de notar. - E cara, eu nunca tinha comigo algo tão nojento em toda a minha vida. Tinha gosto de bosta de cavalo, se eu tiver de usar alguma coisa pra comparar. Era simplesmente horrível, mas eu comi, porque era tudo o que eu tinha. - ele explicou. Fora assim que comera a sua Akuma no Mi, aparentemente. - Quase que como por um milagre, um navio mercante passou perto da ilhota e me viu por lá, quando eu já estava quase me entregando. Eles me deram água e comida, e se ofereceram para me levar de volta a Loguetown. Finalmente, aquele inferno iria acabar, e eu poderia voltar pra casa. - ele sorriu de novo, como se estivesse chegando no final feliz de um livro. - Ha. - e então ele destruiu esse sorriso, com a risada mais seca que todos ali provavelmente já tinham ouvido.

- Isso era o que eu achava. Naquela noite, quando eu já estava quase adormecendo, foi que começou. Vozes estranhas, que eu nunca tinha ouvido antes, começaram a falar dentro da minha cabeça. A princípio, eu não entendia direito, mas pouco a pouco, as palavras foram ficando mais claras: elas queriam que eu matasse. - o ar dentro da sala ficou pesado por um momento, pois por mais inexplicável que aquilo pudesse parecer, ninguém sabia ao certo como funcionavam as Akuma no Mi, então aquilo não era impossível. - Eu tentei resistir, mas as vozes eram quase que hipnotizantes, e quando eu voltei a mim, todas aquelas pessoas que tinham me salvado estavam mortas, e eu sabia muito bem que eu era quem tinha feito aquilo. Quando cheguei a Loguetown, pra evitar que algo do tipo acontecesse de novo, eu me escondi e procurei esconder a minha identidade. Foi assim que nasceu Zod; um nome falso que eu resolvi usar até descobrir como controlar aquele maldito poder. - as coisas pouco a pouco ficavam mais claras, e Aaron a essa altura já devia estar começando a fazer as conexões de que precisava para entender aquele mistério.

- Eu coloquei as algemas de Kairouseki nele pra conter os seus poderes, já que tínhamos algumas sobrando por aqui, mas nunca esperei algo do tipo. Foi só quando ele voltou a si que eu percebi que o que quer que estivesse havendo de errado, era culpa dos poderes de sua Akuma no Mi. - Jack disse, explicando as algemas que mantinham presos os pulsos do ex-marinheiro. - Exatamente. Depois que ele colocou essas coisas em mim, eu comecei a me sentir sem forças, mas as vozes pararam e eu estou conseguindo pensar com mais clareza. - ele levantou os braços um pouco, como que para mostrar as algemas aos presentes, e depois, voltou a contar a história, que agora já estava perto do fim. - Eu já tinha matado muita gente como Zod quando eu finalmente encontrei uma pista a respeito da fruta que eu havia comido. Com um vendedor de informações de passagem, eu descobri que ela se chamava Grim Grim no Mi; basicamente, a fruta do Grim Reaper, o ceifador de almas, uma Zoan que me permitia assumir essa "forma". Isso explicava o porque das vozes me forçarem a matar, mas eu ainda precisava de um jeito de resolver aquilo. - ele então fitou Isshin e seu filho, e por mais que se sentisse culpado pelo que fizera com o garoto, ainda tinha uma determinação poderosa e resoluta no olhar.

- E com esse mesmo vendedor de informações, eu descobri que essa Akuma no Mi tinha uma capacidade um pouco...especial, dentre todas as outras. Isto é, a capacidade de passar esse poder, essa maldição, para uma outra pessoa, desde que se realize um ritual. - ele explicou, e as peças do quebra cabeça começavam a se juntar na mente de Aaron. - Eu precisaria de um receptáculo, que de acordo com o ritual, precisa ser alguém "puro". Uma criança. Depois, o sangue de quatro "impuros", pessoas que já tenham matado ou cometido pecados. Daí, bastaria realizar o ritual, e eu poderia passar esse fardo para outra pessoa, me livrando dele. E por mais horrendo que aquilo pudesse me parecer...eu estava desesperado. - ele fitou o chão, suspirando. Aquilo tudo ainda o deixava bastante frustrado. - Eu não conseguia suportar a ideia de ter que aguentar aquelas vozes na minha cabeça pro resto da vida, matando os inocentes que tivessem o azar de estar por perto quando elas decidissem que "era a hora". Eu precisava me livrar daquilo. - ele terminou. Se as pessoas ali pensassem apenas um pouquinho, seria fácil entender por que e como tudo acontecera. O outro marinheiro, Jack, levantou-se, por fim.

Todos ficaram em silêncio por um tempo, e por fim, ele resolveu colocar um fim naquilo de uma vez por todas. - Entendo. E eu espero que você também entenda que eu não tenho escolha a não ser te prender, Gabriel. Você vai sair de lá depois de um tempo, eu tenho certeza, mas...eu sinto muito. - ele desviava o olhar do velho amigo, frustrado por não ter podido fazer nada por ele. - Eu vou achar um outro jeito de ajudar você. Até lá, espere. Eu vou avisar à Ana que você está vivo, tenho certeza de que ela vai ficar muito feliz em ouvir as boas novas. - ele deu um meio sorriso, e só então Aaron notou que haviam um porta-retrato sobre a mesa que estava no centro da sala, cuja foto mostrava três pessoas que pareciam ser Reyes, Jack e uma mulher que o ruivo não se lembrava de ter visto antes. Eles pareciam ter uma história que o jovem não conhecia, e isso só mostrava o quanto aquele mundo era grande,e que ninguém jamais saberia de tudo o que se há para saber. O marinheiro, por fim, pediu para que todos se retirassem, se dirigindo a Aaron e Diana antes dos mesmos saírem da sala. - Vocês dois. A sua recompensa vocês podem pegar no balcão. E...vocês têm a gratidão do Sargento Jack Morrison, e isso eu digo de coração. - ele bateu continência para os dois, e com um sorriso, também deixou a sala. Reyes ficou lá dentro, no aguardo dos seus carcereiros, mas parecia estranhamento feliz com o resultado de tudo aquilo. Aquela tinha sido uma caçada e tanto para o jovem ruivo.

O que mais será que ele encontraria pela frente, em suas aventuras a partir dali?

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Jack Morrison:
 

Foto:
 

OFF: A recompensa você vai dividar com a Diana, pode ser metade-metade, mas se tu quiser discutir isso com ela fica nas tuas mãos. A partir de agora é contigo, essa saga acabou já, mas não deixa de deixar as impressões do Aaron sobre tudo o que rolou aí. Meu post foi gigantesco mas você vai ter que reagir a tudo isso, então estamos ambos fodidos :V. Boa sorte manin o/!

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MensagemAssunto: Re: Crônicas de um Assassino - Renascer!   Crônicas de um Assassino - Renascer! - Página 4 EmptySex 30 Set 2016, 22:40




O mistério por trás do poder.

Rumo ao mar!

Acordar parecia ser uma tarefa absurdamente difícil naquele momento. Meu corpo estava adorando ficar deitado e minhas feridas ainda não estavam recuperadas, portanto tudo o que eu queria era ficar ali, parado, relaxando por alguns milênios. Erguia-me, pois sabia da importância da minha presença, quando chegava ao saguão e via todos os outros ali, sorrindo para mim, felizes pela minha tarefa. - MI-MINHA-A CA-CAMA?! - Falaria de modo exagerado, sem querer, quando Diana se referisse a visita à minha cama para me acordar. - OO-Obrigado-o, ma-mas e-eu toô bem!! - Falava, deixando meu rosto tão vermelho quanto os meus cabelos. Por fim, após olhar todos os outros conhecidos, era interrompido pelo Jack, que me convidava até a sala de interrogatório.

Aquilo era uma novidade para mim. Uma fruta que fazia seu usuário enlouquecer? E ainda mais: ter um ritual para que possa transferir as habilidades. Era algo muito além dos meus conhecimentos que tive na Grand Line. - Grim Grim no Mi... - Falava, saboreando as palavras da fruta enquanto recordava da batalha do dia seguinte. Era contra aquilo que eu estava lutando. Ouvia atentamente toda a história, entendendo agora o motivo da corrupção da mente de Reyes. Ao saber disso, senti um súbito alívio quanto à minha decisão de não tê-lo matado e sim trazê-lo com vida. Toda vida conta... Sorria. Olharia para Jack, logo após o depoimento de Gabriel, falando com ele em tom de dúvida. - Mas... Se foi a fruta quem fez tudo isso, não acha que Reyes é inocente? - Falava. Não era assunto meu me meter no sistema de justiça da marinha, mas parecia meio óbvio para mim de que o homem não havia feito por vontade própria. - Quero dizer... Ele teve um motivo pra isso tudo. Talvez com umas pulseiras de kairouseki, ele possa voltar a ser o sargento que todos conhecem. - Falaria, tentando transmitir uma certa animação que não era nada típico meu.

Não que eu tivesse ao lado de Reyes e aprovado o que ele tivesse feito, mas eu tinha empatia pelo homem. Não era sua culpa o estado que ele havia chego e, estando em seu lugar, era muito provável que eu chegasse às medidas drásticas que ele chegou. Sairia logo em seguida para o saguão do Quartel General. Lá, Jack nos agradecia pela tarefa feita e, nos indicando onde poderíamos pegar a recompensa, se despedia. - Acho que é isso... - Falaria para a Diana, deixando um certo silêncio no ar. Caminharia, portanto, até o balcão, onde explicaria o fato e pegaria a minha recompensa pela caça de Zod. Como eu era caçador e o mesmo estava vivo, pegaria a recompensa integral e colocaria em minha carteira.

O pensamento que me preocupava logo em seguida era o estado de Ichigo, pois como ele já estava no colo de seu pai, pude respirar aliviado pelo salvamento do rapaz. Portanto, caminharia até onde Isshin estava, olhando o filho que estava em seu colo e seu estado de saúde. - Fico feliz que ele sobreviveu, Isshin... - Olhava para ele, vendo o reflexo da minha infância ali quanto percebia a fragilidade do rapaz. Caso Isshin viesse a me entregar o dinheiro e a pedra que havia citado como prêmio extra do resgate de seu filho, olharia por um momento para sua mão e, com um pequeno sorriso, empurraria de volta para o mesmo. - Apesar de ir contra o que eu prezo... Acho que vocês precisarão mais disso do que eu. - Falaria, me afastando em seguida. Eu prezava muito o dinheiro, isso era fato, mas a verdade era que eu já possuía uma quantidade decente para me sustentar com luxo até a próxima caçada. - Boa sorte! - Diria, apenas o necessário, pois a verdade era que muita interação havia acontecido naquele dia e, restrito como sou, tentava evitar mais contatos.

Apenas acenaria para Toch também, sendo portanto acompanhado apenas por Diana até a frente do QG, onde eu pararia com uma grande incógnita na cabeça: e agora? - Bem, você me ajudou também na caça de ontem. Acho que podemos dividir os lucros. - Levava a mão até a carteira, contando as cédulas. Porém, no meio da contagem - talvez por receio de ter que abrir mão de mais dinheiro ou talvez por ter começado a ter mais humanidade em mim do que normalmente teria - olharia para a mulher e, evitando seus olhares sedutores, falaria em tom baixo. - Talvez possamos continuar com a parceria... Sabe, ter um barco, ir para a Grand Line, caçar procurados... - E, logo em seguida, erguia as mãos, tampando o rosto e me sentindo envergonhado de novo. - N-Nãão é-é u-um con-vite para mo-morarmos juu-ntos! Sã-ão apenas ne-negócios!

Veria a reação dela e suas respostas. Era importante eu ouvir o que a mesma tinha a dizer e, por isso, gostaria de conhecer um pouco mais de quem eu estava convidando para ficar ao meu lado. Caso ela aceitasse, eu sorriria de um jeito tímido, mas contente pela aprovação da mulher. - Mas precisamos de um navegador... Tem noção de onde podemos achar um? E de um lugar pra comprar barco também. - Diria, olhando nos arredores para onde poderíamos prosseguir. - E me diga mais de você. Apenas sei o seu nome e sei que é uma boa atiradora. - Falaria, sem tirar o foco da busca de uma marcenaria e de alguém que eu pudesse achar que nos ajudaria naquela situação. O plano para sair de LogueTown e começar a pensar maior começava a, enfim, ser iniciado!

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MensagemAssunto: Re: Crônicas de um Assassino - Renascer!   Crônicas de um Assassino - Renascer! - Página 4 EmptySab 01 Out 2016, 18:13



Looking for a Ship


Diante da pergunta de Aaron quanto à prisão de Reyes por conta do efeito que a Akuma no Mi tivera sobre ele, o Sargento Morrison pôde apenas dar mais um longo suspiro, olhando com seriedade e até mesmo um pouco de dureza para o ruivo. - Veja, garoto. Eu garanto a você que mais do que qualquer um, eu quero ajudar o Gabriel. Mas não é assim que a lei funciona, e pelos crimes que ele cometeu, sejam por culpa da fruta ou não, ele vai ter que pagar na prisão. - ele falou, voltando a olhar para a sala aonde o ex-sargento ainda se encontrava preso. Querendo ou não, aquele era o dever de Jack, e isso ele simplesmente não podia deixar de lado, nem mesmo por uma amizade. - Eu vou encontrar um jeito. E quando eu encontrar, aí sim, Loguetown terá o Sargento Gabriel Reyes de volta. - ele deu um pequeno sorriso, e com um aceno de cabeça, retirou-se do local. E mesmo assim, alguma coisa dizia ao garoto que aquela não seria a última vez que ouviria falar daqueles dois.

Depois dessa conversa, o caçador foi até Isshin, que ainda segurava Ichigo em seus braços. O garotinho estava com alguns curativos, mas no geral parecia dormir tranquilo e sem problemas, para a felicidade de todos ali. - Sim, mesmo com tudo o que aconteceu, o importante é que ele está bem. Eu não acho que vá ser o suficiente, mas foi a única forma de agradecer que eu encontrei... - ele então pegava em uma pochete um maço de dinheiro, provavelmente a soma de um milhão que ele tinha prometido a quem tivesse conseguido salvar o seu filho. Acima dele, no entanto, jazia também uma joia azulada e bela, na forma de uma esfera. Aaron acabou negando o dinheiro, o que até mesmo ele próprio acabou achando estranho, mas Diana aceitou a pedra. - Linda, exatamente como você falou. Eu não poderia me importar menos com o dinheiro, mas não posso perder a oportunidade de colocar uma dessas na minha coleção, não é mesmo? - ela falava, revelando que apreciava bastante joias daquele tipo. Parando para pensar agora, ela estava discutindo com Isshin e Ramon antes mesmo de Aaron chegar no Red's Pub, então era possível que ela tivesse se interessado na captura de Reyes justamente por conta disso.

Por fim, antes de saírem do QG, a dupla pegou o dinheiro da recompensa com o marinheiro que cuidava do balcão - o mesmo que tinham encontrado no dia anterior - e após algumas trocas de ideias, acabaram por decidir que iriam juntos até a Grand Line. - Ora, ora. Que convite mais ousado. - ela falava, no tom provocativo de sempre. Acendia o seu cachimbo mais uma vez, coisa que o jovem não a via fazer desde quando começaram a caçar Zod, e que provavelmente estava fazendo falta para a mulher. - Eu não me importo de irmos juntos até a Grand Line, mas eu tenho uma ideia melhor do que comprar um navio. A Reverse Mountain é bem perigosa, e nós com certeza precisaríamos de uma tripulação. O mais seguro é irmos até o porto e pagarmos pelo transporte, há vários navios que viajam pra lá de quando em quando, não deve ser muito difícil encontrar um. - ela disse, erguendo um dedo e falando como se estivesse propondo aquela sugestão ao garoto. No final das contas, a decisão ficaria nas suas mãos: ele poderia ir atrás de um navio no porto ou, ao invés disso, tentar comprar um e arrumar uma tripulação para ir com ele.

O que será que o jovem caçador de recompensas escolheria?

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MensagemAssunto: Re: Crônicas de um Assassino - Renascer!   Crônicas de um Assassino - Renascer! - Página 4 EmptySab 01 Out 2016, 19:09




Adeus, LogueTown!

A caminho do paraíso.

Ficava contente pela decisão de Diana ter sido vir comigo. Reconhecia as habilidades da caçadora e achava que a mesma seria muito útil para me ajudar com o que viria pela frente. Ter alguém para defender suas costas era sempre muito bem vindo. Sorriria para ela de forma tímida, ainda acanhado por não conseguir lidar muito bem com mulheres de seu tipo. - Talvez tenha razão... Arriscar subir a reverse sozinhos e pagar para nos levar até a Grand Line será, além de mais barato, mais seguro. Um navio pequeno deve custar o que, 3 milhões? Não pagaremos mais do que isso pra viagem. - Falaria, mais comigo mesmo do que com ela, aceitando portanto o plano da caçadora. - Mas... Os marinheiros não vão pelo Calm Belt? É uma rota segura exclusiva do governo, certo? - Me viraria para o QG novamente. - E se pagássemos pela carona? Quero dizer, acho que não negariam uma viagem para os caçadores que pegaram Zod Blackwater... - E, com isso em mente, voltaria para onde havíamos acabado de sair.

Buscaria Jack novamente por ali, tentando encontrá-lo no último lugar que havíamos o encontrado. Se ele não estivesse por lá, pediria informações de como poderia encontrá-lo, indo até o mesmo com uma expressão amiga. - Jack, preciso de um favor. - Falaria, de forma direta. - Há algum navio de vocês que está partindo para a Grand Line agora? Precisávamos ir para lá e gostaria de ter garantia de uma viagem segura... - Comentaria. Veria o que ele diria e, antes que ele pudesse dar o veredito final sobre a nossa carona, exclamaria. - Podemos pagar pela viagem. Não vamos fazer diferença lá mesmo, afinal o navio já estaria de partida mesmo sem nossa presença. Ainda podemos ajudar os marinheiros caso ocorra algum imprevisto. - Falaria, tentando ser persuasivo para que isso fosse acontecer.

Se o plano desse certo e Jack nos autorizasse a seguir até o navio, iria logo depois de falar com ele. Caso, porém, meu pedido fosse negado, suspiraria, voltando ao plano inicial de buscar uma forma alternativa de cruzar a Reverse Montain. Por isso, caminharia com Diana ao meu lado até o porto de LogueTown. Como ali era uma ilha grande e o fluxo de embarcações era alta, imaginava que não fosse difícil demais achar o que procurávamos. Para isso, olharia os navios que ali estavam, checando os tipos e evitando os que claramente não serviriam para o nosso propósito. Navios piratas, navios da marinha ou navios particulares eu não iria recorrer, mas ao encontrar algum navio no qual demonstrasse ser possível a aceitação de novos viajantes. - Pode cuidar disso, Diana? Acho que serão mais complacentes com você... - Falaria, deixando que a mulher fizesse sua mágica agora.

Pagaria uma quantia que fosse razoável ser paga e, caso Diana não pudesse arcar com a viagem, pagaria sua passagem também. Como éramos parceiros e ela com certeza me ajudaria com as caçadas futuras, interpretava aquilo como um investimento. Entraria no navio logo em seguida, verificando o tipo de gente que havia ali e checando se não havíamos entrado em algum tipo de enrascada. - Não abaixe sua guarda... Não sabemos quem divide o navio com a gente. - Sussurraria para Diana, sem deixar de prestar atenção com o que tinha ao redor.

No mais, apenas me acomodaria onde conseguíssemos parar, ainda atento com o que tinha em volta enquanto mergulhava em meus pensamentos, planejando como sempre os próximos passos. Teremos que passar no Farol pra pegar um Log Pose... Qual rota será que seguiremos? Conheço apenas um pouco da 1ª Rota. E, ao lado agora de Diana, verificaria o que ela tinha pra falar. - E o que mais preciso saber sobre você? - Minha forma direta de começar uma conversa sempre sendo encantadora. - Uma boa atiradora e caçadora... Mas é tudo o que eu sei. Quem seria realmente Diana? - Perguntaria. Meu motivo para tal era não apenas de conhecer melhor quem estava ao meu lado, mas entender o motivo dela ter chego ali, suas paixões, seus medos, suas fraquezas. E estar despreparado para uma possível traição futura não era do meu feitio. Eu precisava conhecê-la melhor e estar preparado para tudo o que viria adiante.

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MensagemAssunto: Re: Crônicas de um Assassino - Renascer!   Crônicas de um Assassino - Renascer! - Página 4 EmptySeg 03 Out 2016, 19:50



Looking for a Ship II


A ideia de Diana de arrumar um barco com uma tripulação já pronta para transportá-los pareceu agradar o garoto, já que provavelmente seria bem difícil conseguir pessoal para levá-los pela Reverse Mountain a não ser que os dois desembolsassem uma bela de uma quantia de dinheiro. Do modo que a mulher havia sugerido, não só seria menos trabalhoso do que juntar várias pessoas e comprar a embarcação, como também sairia bem mais em conta. Porém, com isso em mente, Aaron acabou tendo uma outra ideia, ao lembrar-se de como os marinheiros iam até a Grand Line; com os seus navios revestidos de Kairouseki, eles não chamavam a atenção dos gigantescos Reis dos Mares da Calm Belt, e podiam atravessar tranquilamente por lá.

Na esperança de conseguir carona com algum dos homens da lei, o garoto voltou ao Quartel General, em busca do sargento Jack. Após procurá-lo lá dentro e pedir direções a alguns dos homens, ele finalmente alcançou o marinheiro, que estava em uma sala cuidando de uma papelada de um tamanho um tanto quanto intimidante. Quando Aaron adentrou o ambiente, ele o percebeu, mostrando-se ligeiramente surpreso. - Garoto? Aconteceu alguma coisa? - perguntou, e logo, o ruivo explicou o que estava acontecendo, e também do que precisava. Ele não só estava disposto a pagar pela viagem, com também a ajudar os soldados no caso de acontecer algum imprevisto; mesmo assim, no entanto, tudo o que o sargento pôde fazer foi balançar negativamente a sua cabeça. - Desculpe, garoto, mas nenhum dos nossos vai até a Grand Line por enquanto, pelo menos, nenhum pelo resto da semana. - ele disse, sincero. Aparentemente, o garoto teria de procurar por um meio alternativo de iniciar a sua viagem até os mais perigosos dos mares, os da Grand Line.

Desse modo, o jovem seguiu com Diana até o porto, que não ficava lá muito longe do QG e era um local conhecido pela mulher. Os dois não trocaram palavras até chegarem no local, já que não houvera a necessidade de fazê-lo, e Aaron não era do tipo de ficar conversando muito. Quando finalmente chegaram lá, ambos puderam ver a imensidão de embarcações que estavam ancoradas no local, provavelmente o porto mais movimentado de todo o East Blue. Não só eram muitos deles navios da marinha, como com certeza grande parte também possuía a piratas ou mesmo caçadores de recompensas como aqueles dois. O ruivo sugeriu que a atiradora tentasse convencer algum dos capitães, já que provavelmente se daria melhor na parte da persuasão, e ela sorriu para ele, complacente. - Espera aqui, então. Eu volto num minuto. - disse, e foi na direção de um navio dos grandes, mas nem de longe luxuoso como o que o garoto teria usado para chegar até aqui, não fosse pelo ataque de Virtuoso. Algum tempo depois, a mulher de cabelos azulados voltava, sorrindo.

- Um milhão pra passagem de cada um, e eles nos levam até a primeira ilha. O que acha? - ela disse, perguntando, mas estava bem claro que aquela proposta era perfeita para a dupla. Assim, com tudo planejado, o garoto fez o pagamento das duas passagens - uma vez que o dinheiro da recompensa de Zod tinha ficado todo com ele - e ambos embarcaram no navio. Ele não era nenhum navio de luxo, mas parecia bem cuidado, e havia uma boa quantidade de pessoas lá dentro; um navio mercante, ao que parecia. Provavelmente, haviam mais pessoas como eles, pegando carona, mas não havia como identificá-las só de olhar. Vendo que ainda demorariam um pouco até zarparem, Aaron resolveu então perguntar a Diana um pouco mais sobre ela, e recebeu um sorriso misterioso como resposta, além de um olhar que faria o coração de qualquer homem bater mais rápido. - Que tal se me contar sobre você primeiro, Aaron-kun? Pra ter derrotado Reyes praticamente sozinho, você também não é só um garotinho qualquer, não é mesmo? - ela soltou a pergunta no ar, e os dois ficaram à amurada, esperando que alguém quebrasse o silêncio.

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MensagemAssunto: Re: Crônicas de um Assassino - Renascer!   Crônicas de um Assassino - Renascer! - Página 4 EmptySex 07 Out 2016, 21:30




Viagem: 1/3

Rumo à Reverse Montain!

O navio parecia ser decente para que não tivéssemos maiores problemas em pegar carona nele. Caminhava juntamente com Diana, percebendo todos em minha volta e notando que era um barco tipicamente civil, sem ninguém que fazia peso nas balanças da justiça, sendo pra bem ou pra mal. Ainda atento, porém, buscava o tempo todo "pescar" informações que, como sempre, nunca eram demais. Havia pago o preço para a passagem da caçadora em troca de sua parceria, no qual parecia ser muito promissor até então. O preço, como imaginado, não havia sido exorbitante graças às habilidades naturais de Diana.

Aconchegava-me na amurada enquanto aguardava o navio partir. Direto como eu era, perguntava sobre o que eu precisava saber da atiradora e, com uma rápida esquiva, rebatia a pergunta a mim. Então tem um passado que não se orgulha muito também? Imaginava pela sua reação. A verdade era que eu não sabia bem o que responder... Muita coisa era dolorosa lembrar, a história era grande demais ou eu não podia dizer na íntegra o que me fez chegar até ali. - Órfão, graças a um nobre que achava que a vida da minha mãe era nada mais que sua propriedade... - Resumia boa parte do começo. Talvez, continuar dessa forma - direta e resumida - pudesse ajudar no que eu precisava dizer.

Suspirava fundo. A história começava a mexer mais comigo conforme as palavras iam saindo da boca. Eu falava tão baixo, que parecia falar para mim mesmo. - Um amigo me resgatou, cuidou de mim e me treinou. Ele era um assassino treinado e, portanto, aprendi com ele. - Olhava agora o horizonte. Me perguntava o que V. acharia das coisas como estavam agora... Ele provavelmente não gostaria do caminho que eu seguia. - O perdi num ataque antes de chegar em LogueTown... Não quero falar disso. - Falava de forma fria. Tal assunto tirava-me completamente o gosto pela ideia de conversar e, com um suspiro, colocava o ponto final à minha história. Mas eu ainda estou escrevendo ela... E espero ansioso pela parte que Virtuoso morrerá.

Olhava agora para Diana rapidamente, me virando agora para os membros do navio. Com uma expressão vazia, demonstrava que agora não tinha muita vontade para conversar, significando que não me importava por hora com o que a mulher tinha a dizer também. - Nos encontramos depois, ok? - E sairia, deixando-a para ter um tempo mais para mim. Fazia um tempo que eu não ficava sozinho com meus próprios pensamentos e isso me fazia falta. Apesar de sentir confortável com a presença da mulher, nada me fazia mais confortável do que a presença apenas de minhas sombras e do meu silêncio.

Na caminhada pelo convés, voltaria a tentar pescar informações da melhor forma possível. Sendo pequeno, furtivo e praticamente invisível, escutaria tudo o que tinha para escutar e tentaria achar sempre algo que eu pudesse tirar vantagem. Chegaria perto de pessoas que eu julgava serem importantes pelas vestimentas que usavam, reduzindo a velocidade da caminhada conforme ouvisse conversas interessantes. Até mesmo pararia, se fosse preciso, num lugar estratégico no qual não pudesse ser visto, mas que me garantisse uma boa capacidade de escutar tudo.

Dessa forma, passaria através da multidão de pessoas em busca de um local mais solitário. Para isso, iria até o lado oposto do local onde haviam tantas pessoas, de modo a encontrar um pouco de paz e silêncio. Talvez prestar um pouco de meu luto ao V, que até agora não tive tempo para prestar minhas dores. Sentaria-me, observando o mar estático do horizonte, me cobrindo sobre meu capuz e abraçando minhas pernas de modo a ficar confortável e, só então, entrar no mundo apenas meu.

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MensagemAssunto: Re: Crônicas de um Assassino - Renascer!   Crônicas de um Assassino - Renascer! - Página 4 EmptyQua 12 Out 2016, 20:27



TO THE REVERSE MOUNTAIN (1/3)


A conversa entre Aaron e Diana não durou muito, mais pelo fato de que o jovem não se sentia muito confortável falando sobre o seu passado, principalmente levando em conta a perda de Vlad, que tinha sido tão recente. A mulher entendia aquilo muito bem, pois ela também tinha os seus motivos para não querer falar sobre o que tinha acontecido com ela até aquele ponto, e por esse motivo, respeitou o fato do garoto se retirar sem que pudessem se falar muito. - Tudo bem, Aaron-kun. Até daqui a pouco. - ela sorriu, como sempre, mesmo levando em conta o clima ligeiramente tenso da situação, o que fazia o garoto pensar se ela também não era uma formidável artista, que sabia como demonstrar ou esconder emoções ao seu bel prazer.

Momentos depois dele se afastar de Diana, dando uma volta pelo convés da embarcação, o familiar som que mais parecia uma buzina desnecessariamente alta servia de aviso a todos os presentes; eles finalmente estavam zarpando. Nem fazia tanto tempo assim desde a última vez em que Aaron tinha passado pela mesma situação, quando entrara naquele navio cheio de nobres para partir em direção a Loguetown. A diferença? Naquele momento, ele estava cercado de conhecidos, em especial V., todos prontos para colocar suas máscaras no rosto e impedirem um casamento não tão desejado, além de ansiosos pelas recompensas. Agora, a única pessoa que conhecia ali, naquele navio, era a misteriosa mulher de cabelos azulados, e que mesmo assim não possuía um laço muito forte com o garoto. A vida nunca fora muito gentil com o jovem ruivo, e a situação em que ele se encontrava agora mostrava bem isso. Mas ele não iria parar. Não podia parar. Não até encontrar Virtuoso e os assassinos da Rosa Negra, e de ter certeza de que acabaria com a raça deles, até não sobrar mais nenhum. Esse era o seu objetivo agora.

Caminhando pelo convés e atento a tudo e todos à sua volta, o menino escutava pedaços de conversas aqui e ali graças à sua audição, mas nada que realmente lhe chamasse a atenção. Diferentemente do navio que utilizara para chegar até a ilha - ou, ao menos, o que utilizara para fazer cerca de metade do percurso, até o assassino mascarado sequestrá-lo - não haviam pessoas vestidas de maneira chique ou extravagante ali. Muitos estavam tão quietos e atentos quanto o garoto, provavelmente, caçadores de recompensa assim como ele. A única coisa que realmente conseguiu chamar a sua atenção foi quando uma dupla de rapazes no canto da embarcação, que deviam ser um pouco mais velhos que o ruivo, elevou um pouco a voz, um aparentando tratar de um ferimento no braço do outro.

- Aaaaaai! Puta que pariu, devagar aí, Shin! - o de cabelos brancos parecia agonizar com a dor, mas de uma maneira estranhamente cômica, provavelmente por causa da careta estranha que estava fazendo - e do fato do ferimento não parecer ser grande coisa. - Quer fazer o favor de calar a boca? Eu tô me dando o trabalho de enfaixar o seu braço, então pelo menos me deixa fazer isso sem gritar no meu ouvido. - o outro falava num tom ligeiramente sério, mas era fácil perceber que um pequeno sorriso se formava no canto do seu rosto, por mais que ele tentasse esconder. Era óbvio que estava achando a situação de seu amigo engraçada. Agora cabia ao ruivo decidir se tentaria socializar com os dois - fosse por interesse ou não - ou se procuraria fazer alguma outra coisa pra passar o tempo durante a viagem até a Reverse.

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MensagemAssunto: Re: Crônicas de um Assassino - Renascer!   Crônicas de um Assassino - Renascer! - Página 4 EmptyTer 18 Out 2016, 00:49




Viagem: 1/3

Rumo à Reverse Montain!

Diana havia sido bem compreensível com a minha reação, não esboçando uma surpresa ou sequer algo negativo pela minha súbita mudança de interesses no rumo da conversa. Passou por algo parecido também? Me perguntava, me afastando com um tímido sorriso no rosto. O navio era tranquilo e, apesar de não ser tão luxuoso quanto o outro que eu estive a outrora, seria útil para os meus propósitos. Eu só precisava agora de um pouco de espaço e, talvez, algo que pudesse me distrair. A viagem seria longa e eu precisava tirar o peso disso em algo atrativo.

O máximo que havia conseguido com isso tinha sido dois homens tratando do ferimento um do outro. Pelas reclamações de um deles, não parecia estar fazendo muito bem. Era a única coisa que me chamava atenção de fato e, portanto, diminuía os passos enquanto via os homens numa tentativa de fazer um curativo decente. Não é desse jeito... Assim a ferida vai abrir mais. Resmungava em meu interior. Ficava observando por alguns instantes, com passos tão lentos que eu estava praticamente parado. Até que, após um breve momento observando os dois, me aproximava de forma acanhada. - Er... Tem certeza que tá fazendo certo? - Perguntava, meio que de uma forma a entrar no assunto.

Não era muito o meu forte socializar, mas havia muito tempo que eu sequer mexia nos assuntos médicos e vendo agora alguém que precisava de uma mão, talvez não fosse de todo mal. - A ferida precisa ser limpa, sabe? Depois checar se precisa suturar... Muitas feridas não vão se fechar só com um curativo simples. - Apesar de minhas falas estarem, diretamente, criticando o modo como o homem fazia seu trabalho, não me importava muito com isso. Apenas dizia o que pensava e, como não tinha ao que temer, apenas falava. - Posso ajudar, se precisar. Me chamo Aaron. Quero ser um médico também. - Falava, tomando agora a iniciativa de olhar a ferida eu mesmo, fazendo o curativo ideal para o tipo de ferimento do homem machucado.

Se, porém, o curativo tivesse sido feito com perfeição, teria notado isso também. - Ficou bom... - Diria, me aproximando, checando bem como ele havia feito e, quem sabe, até aprendendo em como fazer um curativo mais eficiente. - Preciso fazer um desses o tempo todo em mim... Nunca saio ileso das coisas. - E, percebendo que estava falando comigo mesmo, virava para os homens, agora ligeiramente sociável. - Sou Aaron. Quero ser um médico também. - Falava, mas sem erguer mão para cumprimentar ou coisa do gênero. Quanto menos toques, melhor era para mim.

Nos dois casos, agora estaríamos na situação em que o ferido estivesse devidamente tratado, tendo agora a minha oportunidade de aproveitar mais daquilo. - O que mais sabe de medicina? Talvez... Podia me ajudar com alguma coisa ou outra? Ainda tenho o que aprender. - Falava, não por motivos de me socializar, mas sim por questão de conhecimento. Desde que havia chego no East Blue, não tive a oportunidade de estudar mais medicina que V pagava para mim. Os livros e os professores que V. bancava haviam ficado no passado e eu havia trago comigo muito pouco conhecimento do ramo. E era algo que eu queria aperfeiçoar... Era importante eu entender mais daquilo.

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