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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Cap.1 - Os dois irmãos

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Cap.1 - Os dois irmãos   Cap.1 - Os dois irmãos - Página 3 EmptyQua 13 Jul 2016, 18:24

Relembrando a primeira mensagem :

Cap.1 - Os dois irmãos

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) civis Beothor Balu e Edward Balu. A qual não possui narrador definido.


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Sylvanas
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MensagemAssunto: Re: Cap.1 - Os dois irmãos   Cap.1 - Os dois irmãos - Página 3 EmptySab 27 Ago 2016, 14:25

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Despedida

Após sua explicação, Edward poderia ver o revolucionário levar uma das mãos ao queixo e logo depois começar a falar. - Nossa... Que história em? Acho que eu tenho um problema pra resolver então... Obrigado pelas informações, se quiser pode buscar abrigo no centro revolucionário já que sua casa esta assim... - Realmente, havia um morto no meio da sua sala e sua porta caída tinha danificado um pouco o piso, talvez fosse melhor deixa-la ou concerta-la talvez... Mas Edward não parecia ter o desejo de permanecer na ilha e após dar um ultimo adeus a seu irmão, ele saia dali na direção da floresta que rodeava aquele local.

Andando até uma das grandes pontes que contornavam o lago e a floresta em volta da ilha, um dos guardiões da ponte que vestia um colete de couro e possuía uma espingarda dizia ao ver o jovem se aproximar. - Opa meu jovem, está querendo ir sozinho pra floresta? Posso saber o motivo? - Ele fumava um cachimbo de madeira e parecia estar interessado no jovem, havia mais três guardiões da ponte que possuíam uma pequena casa no canto da ponte.



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MensagemAssunto: Re: Cap.1 - Os dois irmãos   Cap.1 - Os dois irmãos - Página 3 EmptySeg 29 Ago 2016, 11:01

O revolucionário, entendeu a situação afinal, eu apenas disse a verdade e era fácil provar isso, devido a minha porta arrombada e também ao fato que as pessoas viram uma flecha ser atirada em minha direção, deixando claro assim que eu não participava do grupo dos agentes, claro que tudo isso poderia ser uma armação, mas o revolucionário não pareceu desconfiar disso. Uma vez livre de suspeitas sem pensar muito segui em direção ao porto, sabia que a floresta poderia ser perigosa, mas estava tão preocupado em proteger meu irmão que simplesmente ignorei esse fato de forma inconsciente.

Somente quando fui parado em uma ponte por um dos guardiões fui me tocar que era perigoso entrar na floresta, - Opa meu jovem, está querendo ir sozinho pra floresta? Posso saber o motivo? - um deles falou, encostaria na mureta da ponte sem por realmente todo meu peso nela com medo dela ceder, e falaria-Estou querendo sair dessa ilha, conhecer o mundo... Caçar a baleia branca, virar o rei dos piratas... Toda essa baboseira- daria um sorriso para o guarda tentando deixar claro que era uma brincadeira para logo depois falar novamente, -Você teria algum cigarro para me dar? Fogo também? -, hoje foi um dia muito agitado, embora tenha acabado de tomar café da manha ha pouco tempo, queria relaxar um pouco e nada melhor do que um cigarro para isso.

Caso ele desse o cigarro acenderia e daria uma tragada ali mesmo, com cigarro na boca ou não iria pensar ”E agora? Volto para a cidade e compro uma arma correndo o risco de meu irmão me ver... ou vou somente com duas facas para a florestas...” soltaria a fumaça caso estivesse com o cigarro, enquanto pensava, ”Que se dane!!! Vou comprar uma arma e depois eu volto...” olharia para os guardiões e falaria, -Volto daqui a pouco-, falaria apenas isso para ir novamente a cidade, não devia explicações para eles, iria no lugar onde venderia armas, iria caminhar com paços apressados, mas tentaria não me cansar muito.

Ao chegar na loja entraria sem muita cerimônia, sem me importar se tinha mais clientes uma vez dentro falaria para o vendedor, -quero a arma mais barata que você tiver ai e também quero munições -, caso não fosse atendido de imediato, cruzaria meus braços e ficaria esperando até chegar minha vez, com uma expressão no rosto nada simpática, quando chegasse na minha vez falaria a mesma coisa -quero a arma mais barata que você tiver ai e também quero munições -, somente quando estivesse isso em mãos, me permitiria dar um sorriso e pagaria o vendedor, guardaria a arma na minha cintura na parte traseira, deixando o terno cobrir a mesma, e a munição em um dos bolsos do terno, após isso sairia sem me despedir do vendedor.

Sairia da loja de armas em direção ao porto, se quando passasse pelos guardiões eles me perguntasse o que fui fazer responderia sem parar de andar -Buscar a vara de pescar- não queria perder mais tempo, mas se não deixassem eu prosseguir falaria -O que vocês querem?- meu tom de voz não seria bem humorado. Caso me deixasse seguir sem problemas, seguiria a trilha até o porto, já tinha feito aquele caminho antes então dificilmente me perderia, o que me preocupava era ser atacado por animais, por essa razão ficaria atento a minha volta, para não ser surpreendido por nem um animal selvagem, se chegasse no porto observaria os navios tentando descobrir se algum estava de partida.

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MensagemAssunto: Re: Cap.1 - Os dois irmãos   Cap.1 - Os dois irmãos - Página 3 EmptySeg 29 Ago 2016, 12:04

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Acho que vi um gatinho

Ao ser barrado pelos guardiões da ponte, Edward somente via uma oportunidade de tentar ser amigável e pedir um cigarro depois disso. - Estou querendo sair dessa ilha, conhecer o mundo... Caçar a baleia branca, virar o rei dos piratas... Toda essa baboseira... Você teria algum cigarro para me dar? Fogo também? - O guardião que fumava seu cachimbo dava uma risada com a frase do jovem, e talvez por isso dava um cigarro a ele, antes o acendendo em seu próprio cachimbo. - Volto daqui a pouco - Disse o jovem entre uma tragada e outra, os guardiões não eram pessoas muito sociáveis e as pessoas que eles viam, só viam uma vez entre a passagem da ponte, e daí para nunca mais... Depressivo não? Mas Edward não se importava com isso, e somente buscava agora uma loja de armas.

Achando a tal loja, ele entrava buscando com seu olhar o vendedor, que era um homem de costeletas grandes e brancas que limpava uma espada velha. - Quero a arma mais barata que você tiver ai e também quero munições! - O jovem exclamava, o vendedor o olhava da cabeça aos pés antes de levar sua total atenção a ele, entregando-lhe um revólver e pegando o dinheiro antes dito. - Tudo bem criança, são cinquenta mil... - Saindo da loja e voltando a ponte, Edward não era questionado sobre seus atos. O guardão que havia falado com ele apenas o via passando e o desejava boa sorte com seu olhar enigmático.

Chegando a densa e obscura floresta, Edward a adentrava parecendo não ligar muito para os animais que a circundavam e somente começava a andar na direção que ele lembrava ser a do porto. A floresta era escura, pois as arvores eram grandes e tampavam a maior parte da luz do sol, os sons que nela ecoavam eram de pássaros e outros animais. No meio de sua trilha, o jovem podia ouvir sons estranhos, grunhidos e mais passos em volta dele, mas sem acelerar o passo ele somente seguia seu caminho.

Perto de chegar na praia, já ouvindo o som das ondas se misturarem aos sons da floresta, Edward também começava a ouvir o som de homens gritando ordens, era o porto. Finalmente o jovem saía daquela densa mistura de plantas e árvores estranhas, pisando agora na areia da praia ele podia ver alguns poucos barcos atracados perto de um grande cais enquanto sentia o sol marítimo batendo em sua face.


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MensagemAssunto: Re: Cap.1 - Os dois irmãos   Cap.1 - Os dois irmãos - Página 3 EmptyQui 01 Set 2016, 08:21

Eu havia conseguindo uma arma sem dificuldade e o caminho até o porto foi tranquilo, embora devo assumir que o ambiente era meio macabro, o ambiente era mal iluminado e o barulho da fauna animal não deixa o ambiente nada amigável, a visão do porto sempre me impressionava, o mar era gigante se estendia muito alem de onde minha visão poderia captar, as ondas deveriam estar agitadas devido a chuva que teve recentemente, ao quebrar as ondas provavelmente faria com que a água criasse uma espécie de espuma, o cheiro de peixe provavelmente invadiria minhas narinas já que estava no porto, não poderia evitar, meu coração estaria acelerado e minhas mãos estariam suando. Aquele seria um novo mundo para mim, quando se é criança todos sonham em desbravar o mundo, eu não fui uma exceção, mas conforme o tempo passa você vai crescendo e se torna ligado ao lugar onde mora, eu estava prestes a quebrar essa ligação, olharia para trás em direção ao caminho de onde vim, tentando encontrar a cidade que passei todo minha vida, tentando ver ela uma ultima vez antes de partir, provavelmente não iria conseguir ver ela, devido a floresta, mas não importava ela estaria bem viva em minhas memórias não importava na onde fosse.

Observaria atentamente o porto a procura de “marinheiros” que estavam recarregando o navio, pois sabia que esses eram o que tinha mais possibilidade de estar zarpando, se percebesse um navio sendo recarregado iria rapidamente até onde os “marinheiros” estavam, chegando lá me aproximaria até o homem que parecia ser o capitão do navio e falaria - Ei!!! Tem espaço para mais um ai no navio?- faria uma pequena pausa para dar uma tragada no navio esperando a resposta do mesmo caso fosse negativa falaria, -Posso ajudar a carregar as coisas e também sou um bom carpinteiro.-. Se a resposta ainda fosse negativa iria até outro navio que estivesse zarpando para então fazer as mesmas perguntas a quem parecia ser o capitão, faria esse processo até conseguir entrar em um navio.

Se o capitão questionasse que eu nem sabia para onde o navio ia eu apenas falaria -Pouco me importa para onde ele vai eu só quero sair dessa ilha-, se o capitão me deixasse me juntar a tripulação, eu iria ajudar a carregar o navio, pegando as caixas, se percebesse que um tripulante esta sofrendo para pegar uma caixa muito pesada eu não pensaria duas vezes antes de ajudar o mesmo, afinal não é nada ruim fazer as pessoas te deverem uma. Com o navio já carregado eu iria encostar em uma parede e dar outra tragada em meu cigarro enquanto secava o suor do rosto, após isso ficaria atento ao capitão e a minha volta tentando achar qualquer coisa que eu pudesse fazer.


Off: quero terminar a aventura tão cedo assim não, quero aprender a pericia forja e criação de projeteis aindas

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MensagemAssunto: Re: Cap.1 - Os dois irmãos   Cap.1 - Os dois irmãos - Página 3 EmptyQui 01 Set 2016, 12:39

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Viajem

Após sair da mata densa, Edward se dirigiu rapidamente até o porto, buscou com seu olhar um navio que estivesse zarpando e logo andou até ele. O navio era de porte médio, tinha a madeira bem cuidada e velas brancas bem lavadas também, alguns homens estavam levando caixas médias até o convés a onde havia um homem alto, musculoso e careca vestindo uma regata branca que parecia ser o capitão. O garoto gritava algo a ele e o homem se virava com um olhar bravo. - Espaço tem... Mas falta saco pra aguentar viajantes como você... - Terminando sua frase com um leve sorriso sarcástico, ele cruzava os braços voltando a observar seus homens carregarem as caixas para dentro de seu navio.  Edward era insistente, e logo falava mais alguma coisa que desta vez chamava a atenção do capitão que olhava para ele ao ouvir a palavra "carpinteiro". - Um carpinteiro? Bem, suba no navio então! - Alguns homens carregavam as ultimas caixas, e acabando seu cigarro, Edward subia junto sendo recebido de imediato pelo capitão que se colocava em sua frente. Edward poderia contar vinte homens, e alguns deles carregavam rifles com eles. - Já que você é carpinteiro quero que faça uma coisa pra mim, desça até o interior do barco e arrume o armazém, existem algumas tábuas grandes de madeira e quero que divida o armazém em dez partes iguais para organizar minhas mercadorias... E faça isso antes de chegarmos em Briss Kingdom! Pode pegar um martelo no armazém e quantos pregos precisar... - Ele terminava xingando um de seus homens que havia deixado uma das caixas cair mostrando a mercadoria, peles de animais mortos em Centaurea.

Caso Edward descesse até o armazém, veria um local bem amplo do tamanho de toda a parte de cima  do navio, também veria algumas tábuas grandes empilhadas e um martelo e uma caixa de pregos média em cima das tábuas. O armazém estava vazio, podiam-se ver algumas teias de aranha em alguns locais no teto e muita poeira no chão, além disso, o navio já começava seu movimento até a outra ilha quando Edward ouvia o capitão ordenando que as velas baixassem e a ancora fosse levantada.


1/2 posts até Briss Kingdom


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MensagemAssunto: Re: Cap.1 - Os dois irmãos   Cap.1 - Os dois irmãos - Página 3 EmptySex 02 Set 2016, 13:39

Eu avistei um capitão e fui conversar com ele, infelizmente ele não pareceu nada amigável - Espaço tem... Mas falta saco pra aguentar viajantes como você... - meus punhos se serrariam inconscientemente, não estava acostumado a levar desaforo para casa, mas teria que aguentar para conseguir sair dessa ilha, falei que poderia ajudar a recarregar o navio e também que era carpinteiro e o capitão pareceu mostrar mais interesse, -Um carpinteiro? Bem, suba no navio então! - , daria a ultima tragada no cigarro, reviraria meus olhos "Pelo visto essa viagem vai sair caro!!" pensaria enquanto jogava o cigarro fora e pisaria em cima do mesmo logo em seguida.

Ao subir no navio o que eu temia aconteceu, não demorou muito para o capitão vim falar comigo- Já que você é carpinteiro quero que faça uma coisa pra mim, desça até o interior do barco e arrume o armazém, existem algumas tábuas grandes de madeira e quero que divida o armazém em dez partes iguais para organizar minhas mercadorias... E faça isso antes de chegarmos em Briss Kingdom! Pode pegar um martelo no armazém e quantos pregos precisar... - olharia nos olhos deles, não estava acreditando no que ele estava falando, ”Tá de sacanagem, né? Isso é muito trabalho para apenas uma viagenzinha... “ novamente tentaria me controlar, apenas olharia em volta tentando me acalmar(inconscientemente procurando algo afiado para jogar contra o capitão), falaria tentando manter um tom calmo na voz-Ok! Eu faço, mas vou precisar de ajuda... - faria uma pausa tentando decifrar a reação do capitão teve até agora para então continuar a falar -Embora seja um trabalho simples é demorado.... Não sei se vai dar tempo para terminar se fizer sozinho... E outra já tentou pregar um prego em um navio balançando? - perguntaria para o capitão, mas não esperaria ele responder - Eu não... Então me ache um homem que saiba contar para me ajudar a corta as tabuas e o resto eu me viro-, ficaria atento a resposta do capitão.

Com ajuda ou não eu desceria até o armazém do navio, existia algumas madeiras e pregos e também um martelo, mas não havia encontrado um serrote, não de cara pelo menos, talvez encontrasse se procurasse mais, - Bem vamos começar! - falaria sem me importa se estava acompanhado ou não, primeiro iria tirar o terno ficando somente com a camisa social, guardaria o terno em algum lugar limpo, e dobraria as mangas da minha camisa, sabia que isso deixaria minha arma a mostra mas não me importava, no fundo estava gostando de fazer um trabalho na qual eu era bom.

Iria começar pelo básico, iria medir o tamanho do lugar, então iria em uma extremidade e daria pequenos passos com um pé colado no outro, até chegar na extremidade oposta, após isso dividiria por dez, pegaria 20 pregos e o martelo voltaria a uma extremidade novamente daria os pequenos passos, agora paria no X passo( X= igual a divisão de passos por 10) e colocaria um prego na lateral da parede, o prego seria apenas um pouco pregado para servir como marcador, faria isso até ter 10 pregos pregados em um lado da parede, após isso iria para o outro lado do armazém e repetiria o processo, até gastas os 20 pregos, com os 20 pregos pregados iria ver se eles estavam alinhados, se não estivessem eu iria refazer tudo pois tinha alguma coisa errada, caso os 20 pregos estivessem cada um alinhado com o outro, já saberia o lugar onde as paredes iriam ser colocadas então falaria em voz alta-Já sabemos onde vamos colocar as paredes.- caso estivesse acompanhado, daria um sorriso para ele.

Após isso estava na hora de fazer uma estrutura central, para servir de apoio para pregar as tabuas, não seria tão difícil, caso estivesse acompanhado pedira para ele cortar 20 pedaços de madeira de 2 metros 10 pedaços de madeira de 1.70 metro, caso estivesse sozinho iria cortar eu mesmo, com os pedaços de madeira cortados eu iria pregar 2 pedaços de madeira de 2 metros em um pedaço de madeira de 1,70, um em cada extremidade formando assim uma porta, após isso ergueria a estrutura, entre os dois pregos que tinha pregado para sinalizar onde seria as paredes, e com outro pedaço de madeira iria medir quanto faltava para chegar no teto, cortaria o pedaço de madeira o tanto que faltasse e colocaria justamente no meio do pedaço de madeira de 1,70 metro(antes disso iria usar ele como media para cortar outros 9 pedaços de madeira com o mesmo tamanho que ele), o pedaço de madeira de 1,70 metro seria aquele que tinha cortado antes e que havia virado uma porta.

Com isso pronto iria até onde um prego que a simbolizava a parede estava e iria até o outro lado da parede contando os pequenos passos, novamente dividiria o numero dos passos que dei, mas dessa vez dividiria por dois, e colocaria a porta exatamente no meio da futura parede, pregado dois prego em cada pedaço de madeira de 2 metro, e pregando 2 pregos em cima, fazendo assim a porta também servir de viga já que estava bem firme em cima e em baixo, após isso repetiria o mesmo processo até ter 10 portas colocadas.
como vai ser a porta:
 


-Já fizemos o mais difícil, agora é a parte fácil- falaria dando um sorriso e enxugando o suor da testa, sem me importa se estava sozinho ou não, agora iria medir o restante da madeira, para cortar, iria medir quantos dava da madeira de 2 metros mais próxima(que era uma das madeiras da porta) até um lado da parede e cortaria o pedaço de madeira que estava usando para medir(como o navio é arredondado usaria o lugar mais distante para medir a madeira), após isso usaria ela de medida para cortar o resto, como a porta estava centralizada só precisava medir um lado, após os pedaços cortados eu iria pregar os pedaços de madeira entre um lado do armazém e a porta(antes iria tirar os pregos que usei para medir onde colocar as paredes), utilizando 2 pregos em cada lado totalizando 4, (2 lados na lateral do armazém e 2 na porta para cada pedaço de madeira), teria que cortar mais um pouco das madeiras o canto da madeira devido o formato meio oval do navio, faria isso repetidamente que as paredes se formarem em todas as 10 portas que havia feito, deixaria a parte de cima da porta livre para a circulação de ar.

imagem ilustrativa de como vai ficar cada parede:
 

Serviço feito iria pegar alguma lixa e lixaria toda a parede tentando deixar ela sem nem uma deformidade na madeira, após isso iria pegar um balde com água, um pano e uma vassoura, e iria varrer toda a sujeira do lugar, juntar em um canto, para logo depois jogar fora em algum lugar que parecia ser apropriado, para então passar pano no armazém tentando deixar o mesmo mais apresentável, com o armazém limpo e lixado iria atrás de alguma tinta para pitar as paredes, se conseguisse tinta e pincel iria pintar tudo com calma, se alguém estivesse me ajudando ensinaria ele como se pinta -pinte sempre indo e voltando, não deixe excesso de tinta no pincel... não precisa ter pressa-, tentaria pintar com cuidado para não sujar minhas roupas, com tudo pintado iria desdobrar minhas mangas e por o terno novamente, para logo depois ir atrás do capitão.

Ao achar ele falaria - Terminei o serviço, venha vou te mostrar como ficou. -, levaria o capitão até o armazém, uma vez lá esperaria que o mesmo ficasse satisfeito com o serviço, enquanto ele olhava falaria -Deixei a parte de cima para circulação de ar, para suas mercadorias não estragarem.... - bateria na lateral de alguma das portas e continuaria falando -Fiz as portas largas para que pudesse ter facilidade para trazes as suas coisas aqui para baixo. - esperaria deixar o humor do capitão bom com isso. Mas independente se ele estivesse feliz ou não falaria -Sabe que meu trabalho custa muito mais do que essa viagem e eu quero receber devidamente pelo meu trabalho - minha voz seria firme e determinada, sem espaço para duvidas, chegando, olharia novamente nos olhos do capitão e falaria -Eu quero 150.000 B- sabia como funcionava os negócios, então não esperava que ele aceitasse de primeira, ele iria tentar abaixar o preço, eu respirar fundo quando ele baixasse, e falaria fingindo estar um pouco triste -ok...ok.. aceito esse preço -

Pegaria o dinheiro do capitão e daria 20% para meu ajudante se é que tive um, após isso guardaria o dinheiro em um dos meus bolsos do terno junto com o resto, com um sentimento de serviço feito iria até o deque do navio olhar para o mar, falaria para algum marinheiro que estivesse próximo- Já estamos chegando?-, logo após isso faria outra pergunta que a tempos me deixava curioso, -Ei... Sereias realmente existem? E elas atraem homens para o fundo dos mar mesmo? - já havia ouvido falar de seria, mas nunca tinha visto uma de verdade, estava curioso para descobrir a verdade.



off: ei quero receber dinheiro por isso...cabeças vão rolar deu trabalho Okay

em fim até que curti fazer um post assim kkkk deu até vontade de virar civil To nem aí!

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MensagemAssunto: Re: Cap.1 - Os dois irmãos   Cap.1 - Os dois irmãos - Página 3 EmptySex 02 Set 2016, 17:05

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Briss Kingdom

Depois de xingar e bater em um de seus homens que havia deixado sua mercadoria cair, era possível ver agora o quanto aquele capitão levava a sério seu navio... Edward sabia que seria um trabalho demorado, e talvez precisasse de ajuda por isso logo chamou novamente o capitão que veio andando com seu semblante sério. -Ok! Eu faço, mas vou precisar de ajuda...Embora seja um trabalho simples é demorado.... Não sei se vai dar tempo para terminar se fizer sozinho... E outra já tentou pregar um prego em um navio balançando? Eu não... Então me ache um homem que saiba contar para me ajudar a corta as tabuas e o resto eu me viro- - O capitão estava pensativo com as falas do carpinteiro, e depois de coçar seu queixo por alguns segundos ele dizia ordenando um de seus homens para que ajudasse o garoto. - Tudo bem, leve um desses imprestáveis com você... Mas trate de ir logo!! - Ele continuou agora se virando e indo até suas mercadorias para verificar se estava tudo ali.

Seu ajudante era um velho barbudo, de pele branca e cabelos ruivos que não falava muito... Os dois desciam até o armazém a onde o velho observava o carpinteiro tirar suas medidas com curiosidade, somente assentindo com a cabeça quando o mesmo dizia algo, Edward tirava seu paletó deixando-o sobre um prego na parede perto da porta, e logo depois os dois homens começavam seus trabalhos.

Enquanto trabalhavam, o suor começava a transbordar de seus corpos, mas nenhum dos dois reclamava do trabalho pois para um era somente algo para pagar sua viajem curta, enquanto para outro era somente uma forma de agradar seu capitão, ou tentar chegar próximo de um agrado.

Paredes eram içadas, madeira era lixada e cortada, pregos eram golpeados, todos aqueles sons chegavam a ser relaxantes em certo momento, também havia chegado uma hora na viajem a onde havia começado a chover e nesta hora o barbudo falou sua primeira frase. - Que bom que não estamos la em cima... - Mas voltando ao trabalho, ele continuava martelando um prego que Edward havia pedido para fazer. A estrutura ganhava forma, e a cada minuto de trabalho tudo ia ficando perfeito assim como o carpinteiro havia pensado ficar.

Depois de pronto e firme, o carpinteiro pensava em não entregar qualquer coisa e por isso fazia o trabalho de limpar tudo aquilo sendo ajudado pelo barbudo que agora reclamava um pouco. Aranhas saiam de suas teias ao verem a vassoura ir até o teto, o pó era jogado junto a todo o resto de lixo no local em uma lata no convés e logo depois de tudo estar limpo, Edward ia até o capitão, molhado somente pelo suor de seu corpo, mas se sentindo limpo e bem pelo trabalho bem feito.

- Terminei o serviço, venha vou te mostrar como ficou. - O capitão se surpreendia com a rapidez de Edward, mas para o garoto aquilo era comum, afinal ele era um mestre com a madeira e saberia fazer qualquer coisa com ela e logo o seguia até o armazém novo. O capitão sorria finalmente com a explicação do carpinteiro sobre a circulação de ar, suas mãos grossas empurravam a madeira para sentir sua firmeza, mas ao ouvir a voz do garoto sobre um preço para isso, ele parecia se enfurecer, mas logo depois cedia percebendo a qualidade do trabalho. - Humpf... Humpf... Tudo bem garoto, você fez um bom trabalho mesmo... Tome aqui... - Ele murmurava mais alguns palavrões logo depois entregando o dinheiro a Edward e despachando seu empregado, não deixando que o garoto lhe entregasse um centavo, pois ele já recebia salário por fazer parte da tripulação.

Edward agora mais endinheirado, com um pequeno bolo de notas em seu bolso, agora começava a puxar assunto com mais um marinheiro, este muito mais velho que o outro que tinha lhe ajudado. Já se podia ver a ilha bem próxima, e enquanto atracavam no porto, o velho respondia sua pergunta. - Sereias!? Claro que existem garoto... Eu mesmo já vi uma... O capitão a capturou e a vendeu por milhões de berries, mas gastou tudo comprando um bar em uma ilha por ai... - Ele terminava indo ajudar seus companheiros a descarregar o navio, o capitão descia a prancha do navio e se dirigia as mercadorias para supervisionar seus marinheiros, agora Edward estava livre para explorar aquela ilha misteriosa que só parecia haver árvores a sua volta, mas estranhamente havia um caminho de areia e pedras com uma cabine que parecia dar para o centro da ilha.

2/2 posts até Briss Kingdom


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MensagemAssunto: Re: Cap.1 - Os dois irmãos   Cap.1 - Os dois irmãos - Página 3 EmptyDom 04 Set 2016, 20:09



-Uma nova ilha!-

Eu completei meu trabalho sem atrasos, o homem que arranjaram para me ajudar, ajudou bastante, o capitão se mostrou satisfeito com meu trabalho tão satisfeito que me deu o dinheiro sem reclamar muito -Humpf... Humpf... Tudo bem garoto, você fez um bom trabalho mesmo... Tome aqui... - o capitão falou, eu estranhei, mas não reclamei, muito pelo contrario peguei o dinheiro com um sorriso no rosto, "Esse homem não sabe negociar, geralmente as pessoas jogam seu trabalho a um preço a mais alto do que realmente vale, esperando que o comprador tente negociar, para abaixar o preço....Bom melhor pra mim" pensaria ainda com o sorriso, no rosto, antes de sair do armazém olhei por uma ultima vez o trabalho que eu fiz, o trabalho junto com o peso do dinheiro em meu bolso me fizeram ficar orgulhoso, sentimento esse que já havia esquecido a muito tempo.

- Sereias!? Claro que existem garoto... Eu mesmo já vi uma... O capitão a capturou e a vendeu por milhões de berries, mas gastou tudo comprando um bar em uma ilha por ai... - a resposta dele só me fez ficar mais curioso, pois ele não respondeu a minha principal duvida, se elas realmente matavam marinheiros, mas daria de ombros por agora estava ansioso para pisar em Briss Kingdom, mas antes deixaria um pensamento sarcástico escapar "Se esse capitão negocia como negociou comigo o bar dele já faliu faz tempo."

Esperaria pacientemente até o barco atracar, para então entrar na fila para o desembarque,(se tivesse fila) não iria ajudar com as caixas, afinal eu já havia chegado ao meu destino não teria utilidade nem uma ser bonzinho com os “marinheiros” agora, ao sair iria andar pela rua central, em busca de comércios, iria notar as lojas e por fim pararia assim que visse um restaurante, "Já deve ser perto do meio dia, que tal eu fazer uma boquinha? " pensaria com fome, sem pensar duas vezes iria até o restaurante.

Dentro do restaurante olharia atentamente a minha volta, procurando uma mulher de boa aparência desacompanhada e com nem um anel na mão, sentada em uma mesa"Eu já tenho dinheiro, então que tal eu me divertir um pouco com uma mulher e ela também poderia me mostrar a cidade ", com isso em mente iria me aproximar da mesa e falar -Sé importa se eu me sentar com você?- minha voz seria em um tom calmo e feliz, provavelmente ela me olharia confusa, então continuaria a falar, -Sou novo aqui e gostaria de conhecer a ilha melhor, então que tal uma proposta...-faria uma pequena pausa para garantir que ela tivesse a atenção em mim e continuaria falando-Eu pago seu almoço e você me mostra a cidade- tentaria não passar nem uma segunda intenção no tom da minha voz.

Dando certo ou não eu iria chamar o garçom e falar -poderia me servir o prato do dia e uma bebida alcoólica por favor?-(se ela não tivesse aceitado a proposta me sentaria em outra mesa) enquanto estivesse esperando o prato ser feito falaria com ela -Você vive nessa ilha?- queria saber se meu guia seria útil, se ela falasse que eu poderia explorar a cidade sozinho sem gastar nada ou procurar um guia de verdade eu responderia olhando nos olhos dela e com um sorriso no rosto, -Poderia...Mas dai provavelmente não teria uma companhia agradável comigo-". Se meu pedido chegasse iria comer e beber de uma forma educada para então depois falar -Estou ansioso para meu tour pela ilha. - pagaria meu alimento e o dela e a seguiria, caso não ela não tivesse aceitado a proposta apenas iria comer de forma educada e ficar um tempo fazendo a digestão da comida no restaurante.


off: ola querido narrador.... to pensando em ser civil mesmo carpinteiro...

então os objetivos vão ser assim

[] aprender, forja e engenharia
[] conseguir uma pkk( já que to com um pouco de dinheiro bora aproveitar)
[] Conseguir um emprego de carpinteiro
[] Um lugar para ficar
[] e fazer os 2 trabalhos

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MensagemAssunto: Re: Cap.1 - Os dois irmãos   Cap.1 - Os dois irmãos - Página 3 EmptySeg 05 Set 2016, 20:07

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Briss Kingdom

Ao descer do navio junto a outros tantos marinheiros, e colocar seu pé direito na areia da praia, Edward pode sentir que aquela ilha era estranhamente bonita e elegante, mesmo sendo rodeada de tantas árvores de primavera. O jovem começou a andar para a única entrada que lá havia para a cidade, o caminho era coberto por folhas de todas as cores e sons de vários animais nativos daquela floresta vindos ao redor aleatoriamente.

Somente ao chegar a cidade o jovem percebeu o que era realmente uma civilização, pessoas de todos os tipos e classes andavam pra lá e pra cá com diversos tipos de roupas, todas mais diferentes que as outras, os comércios eram lucrativos e traziam muitos nobres pomposos ao centro a onde Edward estava a procura de um restaurante, tudo muito bem diferente e mais alegre do que a ilha cheia de revolucionários da onde ele vinha.

Pensando em gastar algo do que tinha ganho de seu suado trabalho, o jovem pensou logo em conseguir algo para comer e em alguma dama para conhecer, o restaurante a onde ele entrava era um local bem aberto com janelas grandes e portas  bonitas e bem desenhadas, algumas pessoas já se encontravam la dentro comendo elegantemente enquanto conversavam sentados em suas mesas. Mas procurando atentamente Edward percebeu uma jovem sentada nos fundos do restaurante tomando somente um suco enquanto lia um livro, não perdendo tempo o garoto somente se aproximou se sentando em uma das cadeiras vagas. -Sé importa se eu me sentar com você? - Sua voz encantadora fez brilhar os olhos da moça que se direcionaram a ele enquanto ela respondia docemente fechando seu livro. - Imagina... - Edward continuava a falar enquanto se sentava.- Sou novo aqui e gostaria de conhecer a ilha melhor, então que tal uma proposta... Eu pago seu almoço e você me mostra a cidade. - Dessa vez a garota sorria e colocando seu livro em uma bolsa pequena ao seu lado ela concordava ajeitando seus óculos. - Hm, tudo bem... Acho que é um bom negócio. - Ela agora ajeitava os cabelos enquanto olhava para Edward tentando decifrar suas intenções. - Você vive nessa ilha? - O garoto perguntou depois de fazer seu pedido, e a jovem também, mais um suco e uma porção de Sushi. O prato do dia havia chegado, uma lagosta inteira junto a uma porção de fritas que Edward tentava comer educadamente enquanto a garota respondia.- Desde que eu nasci... Mas me diga, da onde você vem? Veio fazer o que em Briss? Ah, desculpe meus modos, meu nome é Lyra e o seu? - Ela terminava sua frase limpando sua boca com um guardanapo e estendendo a sua mão direita para que o garoto apertasse enquanto esboçava um sorriso com o canto dos lábios. Caso o garoto respondesse o gesto, ela voltaria a comer e então explicaria um pouco da ilha. - Vejo que nunca esteve em Briss mesmo, suas roupas mostram isso... Sabe, essa ilha é conhecida por ser a grande ditadora da moda entende? Então não se espante se ver alguém usando roupas estranhas. - Acabando de comer, ela esperava que o garoto pagasse a pequena bagatela de 100.000 berries e então se levantasse junto com ele para sair do restaurante.

A jovem andaria ao seu lado enquanto apontaria para cada ponto da cidade, mostrando um parque, algumas lojas famosas por ali e os melhores restaurantes, até mesmo mostrando o que um dia tinha sido o Quartel General da ilha mas que agora estava destruído, e ao final ela então se despediria esperando que Edward seguisse seu caminho, estendendo a mão como de costume. - Bem, acho que já te mostrei tudo... Foi bom passear com você Edward! - Ela então se retiraria após esperar que o mesmo falasse algo.

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MensagemAssunto: Re: Cap.1 - Os dois irmãos   Cap.1 - Os dois irmãos - Página 3 EmptyTer 06 Set 2016, 09:16



-Uma nova ilha!-


Para meu desgosto assim que a ilha se aproximasse descobriria que teria que entrar novamente em uma floresta para chegar na cidade, mas para minha sorte essa floresta não estava tão assustadora quanto a da ilha em que nasci, após algum tempo caminhando pela floresta finalmente cheguei a cidade, de cara notaria que a maioria das pessoas ali estava bem vestida, então me sentiria desconfortável em minhas roupas de segunda mão, mas tentaria disfarçar o desconforto. Continuei a caminhar pela rua principal até encontrar um restaurante, um bem bonito por sinal, ao entrar procurava uma companhia feminina por sorte não demorei muito pra achar uma bela mulher.

- Imagina... - ela me respondeu quando eu pedi para sentar ao seu lado, ela parecia ter gostado da minha aparência, me sentiria mais confiante com meu minhas roupas , ela também concordou com o acordo, após isso fiz uma pequena pergunta, - Você vive nessa ilha? - e ela me respondeu com uma fragata de perguntas - Desde que eu nasci... Mas me diga, da onde você vem? Veio fazer o que em Briss? Ah, desculpe meus modos, meu nome é Lyra e o seu? - ela não parecia ser muito acostumada a conversar, então descarregava perguntas assim que alguém conversava com ela, isso poderia afastar outras pessoas, mas isso não me afastaria dela, notaria a mão dela sobre a mesa e rapidamente iria colocar minha mão sobre a dela e encaixaria os dedos delicados dela com os meus, tentando tranqüilizar a mesma com isso, como se estivesse dizendo “eu não vou a lugar nem um”.

Olhando nos olhos dela e daria um sorriso, para então responder com uma voz tranquila, sem tirar os olhos do rosto dela -Vim de Centaurea Island....O que vim fazer aqui?Deixe-me pensar..... Vim te encontrar... - daria um sorriso mais largo para não assustar a garota com minha piada então finalmente tiraria os olhos dela para respirar fundo e responder , sem olhar para ela, minha visão estaria focada em um talher que estivesse na mesa -Não sei ao certo...Meu pai faleceu a pouco tempo... E do nada me peguei desejando sair da ilha... Quando subi no navio nem ao menos sabia qual seria o destino do mesmo...- embora não estivesse olhando para a mesma mais, manteria minha mão entrelaçada com a dela a todo momento,quando falasse do meu pai inconscientemente apertaria um pouco a mão dela, novamente olharia nos olhos dela e daria um sorriso, para responder a ultima pergunta, -Meu nome é Edward...Lyra é um belo nome assim como a dona dele- falaria novamente tentando flertar com a garota.

- Vejo que nunca esteve em Briss mesmo, suas roupas mostram isso... Sabe, essa ilha é conhecida por ser a grande ditadora da moda entende? Então não se espante se ver alguém usando roupas estranhas. - Lyra falou, isso realmente me chocou, eu inconscientemente separaria as minhas mãos das dela, e olharia para meu terno, para então olhar novamente para ela e perguntar-Eu estou tão feio assim?- daria um sorriso sem graça, esperaria a resposta dela, após isso comeria o meu prato e pagaria a comida de ambos, ”100.000 B isso é um assalto!!!” pensaria comigo, mas logo após isso olharia para Lyra e dava um pequeno sorriso, eu pagaria o preço enquanto pensava ”Ela vale a pena”.

Após isso ela me levaria a um pequeno passeio pela cidade, eu iria oferecer a minha mão para ela pegar e me manteria quieto apenas escutando o que ela tinha a dizer durante o passeio, ela parecia saber muito sobre a cidade, passar um tempo com ela foi um momento agradável, estaca querendo que ele não acabasse tão cedo, mas infelizmente aparentemente já tinha mostrado tudo que tinha que saber sobre a ilha, - Bem, acho que já te mostrei tudo... Foi bom passear com você Edward! - ficaria meio que em choque, não queria que o “encontro” acabasse tão cedo, somente quando ela estivesse indo em borá eu iria sair do choque e segurar gentilmente sua mão com a minha mão esquerda -Espere!!!- falaria de forma inconsciente após isso quando ela estivesse me olhando para saber o que iria dizer, eu falaria -Também gostei de passear com você... E não quero que termine tão cedo, que tal a gente conversar mais um pouco?-, falaria olhando nos olhos dela, dando um sorriso.

Após isso, se ela aceitasse, ainda segurando a mão dela iria andar com ela pela rua procurando um lugar romântico publico para ficar com ela, se achasse sentaria com ela lá para podermos conversar, se não achasse apenas continuaria caminhando sem um rumo certo, -Então o que você faz da vida? Você é modelo?- perguntaria ansioso para descobrir mais sobre ela, mas não deixaria ela responder de imediato pois antes que ela pudesse falar eu falaria -Desculpe que pergunta idiota que eu fiz... Claro que alguém tão linda como você é uma modelo -, somente agora deixaria ela responder, após a resposta dela falaria -Me conte mais sobre você, qual é sua historia? - . Esperaria pacientemente até ela responder minhas perguntas, e ouviria qualquer pergunta que ela tivesse pra mim, estenderia minha mão esquerda em direção dela esperando ela entrelaçar seus dedos nos meus por fim com minha mão direita iria levar em direção ao rosto dela para gentilmente colocar o cabelo da mesma para trás da orelha.

Com um sorriso no rosto iria aproximar meu rosto do dela, atento a qualquer sinal de que ela não queria isso, se ela não oferecesse resistência iria encostar minha testa na dela e falaria -Você é linda...-, após dizer isso iria dar um beijo nela, apenas um pequeno selinho, se ela novamente não oferecesse resistência eu iria dar outro beijo nela dessa vez um demorado e de língua, caso ela oferecesse resistência eu me afastaria e falaria, -Desculpe.... eu pensei que.... desculpe eu sou um idiota..-, mas de qualquer modo no final eu iria falar, -Sabe eu gostaria de te encontrar mais... Poderia me dizer onde você mora...ou pelo menos como mantenho contado com voce? -. Esperaria ela responder, para então dar um beijo de despedida, se fosse ela não tivesse me recusado daria outro beijo de língua se ela tivesse me recusado daria apenas um beijo no rosto, após isso iria caminhar novamente procurando alguma marcenaria.


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MensagemAssunto: Re: Cap.1 - Os dois irmãos   Cap.1 - Os dois irmãos - Página 3 EmptyTer 06 Set 2016, 20:42

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Lyra

As bajulações de Edward eram respondidas com um breve sorriso e um olhar oblíquo e esperto de Lyra que no fundo sabia o que ele estava pretendendo com suas falas, mas se recusava a acreditar nisso e somente continuava a ficar com o garoto. Quando o carpinteiro ofereceu sua mão para que a jovem a segurasse, ela resistiu um pouco ao olhar para o jeito que ele estava, um pouco sujo e suado pelo trabalho que ele tinha feito no navio dos mercadores.

Mas mesmo com aqueles defeitos, ela nunca tinha visto alguém assim, que tinha vindo de outra ilha, e sua curiosidade a fez apertar sua mão delicadamente enquanto andava apontando com a outra os caminhos e locais mais importantes da cidade. Ao finalizar o passeio e se despedir, ela se surpreendeu com o garoto. -Espere!!! Também gostei de passear com você... E não quero que termine tão cedo, que tal a gente conversar mais um pouco? - Seus olhos curiosos pairavam sobre o sorriso de Edward, mas ao abrir seus lábios mostrando os dentes ela simplesmente concordava deixando ser levada pela situação atípica. - Bem... Já que você insiste, não vou ter nada pra fazer hoje mesmo. - Ela voltava a segurar a mão do carpinteiro, e ao segura-la ela começou a leva-lo de volta ao parque da cidade, onde a mesma se soltou e se sentou debaixo de uma arvore vívida e colorida sendo acompanhada por Edward que perguntava. - Então o que você faz da vida? Você é modelo? - Pensando em continuar bajulando a moça, ele não esperou sua resposta. - Desculpe que pergunta idiota que eu fiz... Claro que alguém tão linda como você é uma modelo. - Lyra deu uma calma e silenciosa gargalhada. - Eu? Modelo?... Nem em meus sonhos. - No parque onde estavam não haviam muitas pessoas, somente alguns outros casais e mais alguns idosos fora de vista que estavam jogando xadrez ao longe elegantemente. - Me conte mais sobre você, qual é sua historia? - Ouvindo isso, ela mesma passou a mão direita em seus cabelos e logo respondeu. - Bem... Não sei se tenho uma história, até o momento dedico minha vida aos estudos pra um dia assumir os negócios da família... - Dizendo isso, ela percebeu o rosto de Edward se aproximando ao seu, mas colocando suas mãos sobre seus ombros ela respondeu. - Desculpe Edward, mas não posso... Se alguém me visse com você assim e contasse pro meu pai, com certeza ele mandaria alguém te matar... E não quero que isso aconteça... - A garota se levantava e limpava sua saia dando leves tapas na mesma. -Sabe eu gostaria de te encontrar mais... Poderia me dizer onde você mora...ou pelo menos como mantenho contato com você? - Lyra sorriu novamente, e começou a falar. - Também gostaria de te encontrar, você lembra de uma casa com portões brancos e um grande jardim florido? Lá é  minha casa... Se quiser pode ir lá, mas só pode ir durante a noite! Tchau!! - Ela começava a correr enquanto falava, dando uma gargalhada simpática ao final. É claro que Edward se lembrava onde ficava, pois aquela era uma das casas mais bonitas que ele já tinha visto, era grande e parecia ser de alguém muito poderoso e influente.

Vendo a garota se distanciar, agora o carpinteiro se levantava a procura de uma marcenaria, indo na direção de uma que ele tinha visto e chamado sua atenção anteriormente. A marcenaria era firme e tinha uma boa localização no centro da cidade, possuía luzes amareladas e várias peças chiques de madeira na sua frente, se chamava "Tiger's Woodwork", era claro o motivo do por que se chamava assim, um humanoide tigre com seus dois metros e meio, pelos dourados e com listras negras virava seus olhos azuis ao verem Edward o observando enquanto ele serrava uma grande tábua de madeira. - Posso ajudar, senhor? - Sua voz grave e poderosa perguntou.


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