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Cap.1 - Os dois irmãos XwqZD3u


One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Cap.1 - Os dois irmãos

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MensagemAssunto: Cap.1 - Os dois irmãos   Cap.1 - Os dois irmãos EmptyQua 13 Jul 2016, 18:24

Cap.1 - Os dois irmãos

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) civis Beothor Balu e Edward Balu. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Cap.1 - Os dois irmãos   Cap.1 - Os dois irmãos EmptySex 22 Jul 2016, 01:24

Com certeza hoje era um dia lindo, o sol estava alto, provavelmente seria próximo do meio dia, uma brisa refrescante balançava meus cabelos, estava na oficina, com meu pai, estamos trabalhando em uma mesa para um jovem casal, o cheiro de alvenaria estava por todo canto, um doce cheiro que havia aprendi a apreciar desde que era apenas uma criança, estava trabalhando em uma mesa para um casal da rua de baixo, meu pai estava logo a minha frente ocupado montando as cadeiras. Meu trabalho era o mais simples, então já estava bastante adiantado em relação ao do meu pai, já estava lixando a mesa a deixando ela pronta para ser pintada, logo iria ajudar meu pai com o resto das cadeiras, meu pai me olhou nos olhos e sorriu, percebendo que estava ansioso para ajudá-lo .

Acordaria provavelmente na minha cama, me levantaria da cama ficando sentado sobre a mesma, esfregando ambos os olhos com as mãos para logo depois levantar minhas mãos e espreguiçar deixando sair um gemido enquanto fazia o mesmo, "Maldição!!!!!! Maldita memória!!" a minha memória era muito boa, e isso as vezes me torturava enquanto dormia, as lembranças do passado me atormentava em forma de sonhos, que por sua vez eram muito realista devido a minha boa memória, me levantaria da cama indo em direção ao banheiro para fazer minha higiene pessoal, torcendo que um banho refrescasse meu corpo e tirasse o cheiro de alvenaria de minha mente, que ainda era possível sentir mesmo estando acordado . Após sai do banho iria até meu quarto novamente e me vestiria, usando o terno barato preto que possuía e um par de sapatos pretos, uma vez vestido iria até o quarto de meu irmão.

Bateria na porta e falaria-Peste você já acordou???- meus toques não seriam gentis e nem meu tom de voz, independente se ele respondesse ou não abriria a porto, caso ele não se mostrasse disposto a levantar, o pegaria pelo pé direito com a mão esquerda e o arrastaria para fora da cama até a cozinha, -Me faça uma refeição!!- ordenaria já me sentando na mesa, caso Beothor estivesse junto comigo, caso ele não estivesse apenas comeria alguma coisa de fácil acesso, provavelmente uma fruta, e sairia pra rua, tentando ir para os lugares que sabia que Beothor sempre ia, "Aquele parasita acha que pode sair sem me fazer café?? " pensaria enquanto o caçava. Se Beothor me fizesse o café da manha comeria, mas não sairia de imediato para voltar a ver Beothor só de noite na hora de dormir como fazia normalmente, respiraria fundo tentando encontrar coragem para falar.

-Ei pivete!!!- falaria com um tom de voz seco tentando chamar atenção do pequeno animal pulguento que meu pai havia insistido ser meu irmão, -Estou saindo dessa maldita ilha, quer ir comigo?- por mais que não admitisse nem para mim mesmo, no fundo eu até gostava da presença de Beothor, sem falar que os seus pratos não eram nada maus. Não deixaria Beothor ter muito tempo para pensar na proposta e já falaria-Então você vai ou não vai?- novamente mostrando impaciência falaria sem dar tempo para Beothor responder"Estou pensando em pegar o primeiro barco para fora dessa ilha, chegando lá podemos caçar alguns procurados e viver com o dinheiro de suas reconpensas-",eu vivia em uma ilha de Revolucionários sabia muito bem que a marinha não era nem de longe considerada santa, mas também sabia que muito dos procurados realmente eram caras que mereciam ser preços e provavelmente até serem mortos, tinha esperança que o minúsculo cérebro de Beothor fosse capaz de presumir isso por conta própria.

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MensagemAssunto: Re: Cap.1 - Os dois irmãos   Cap.1 - Os dois irmãos EmptySex 22 Jul 2016, 05:41

01/01# - Vai um café ai?

*Snif Snif* choro. Lagrimas a cair pelo meu rosto peludo era o que eu podia me recordar. Era uma noite, e atrás da porta podia ouvir as ultimas palavras de meu pai, antes que o mesmo falecesse, e essa palavras nem ao menos foram para mim. A noite ficou marcada em minha memória, podia lembrar dela como se ainda estivesse nela. Dês de então, nossa vida ficou difícil, os negócios que já não iam bem ficavam cada vez pior, Edward e eu entramos numa real maré de merda.

Provavelmente seria dia, manhã eu acho. Abriria meu olhos, provavelmente estaria em casa, até por que não queria estar em outro lugar naquele momento. Torceria para que fosse o primeiro a acordar, Edward era um tanto quanto bravinho quando esta com fome, na verdade, acho que ele é sempre assim. Em fim, levantaria da cama, provavelmente ainda com sono, um passo devagar depois de outro, assim iria eu até a porta do quarto, abrindo-a e indo ao banheiro fazer minhas necessidades básica, pois ora, podia aparentar ser literalmente um animal irracional e selvagem, fofo mas selvagem, porem ainda era civilizado, e agiria como tal.

Antes de sair do banheiro, lavaria minhas mãos, pois sabia que teria que fazer o café da manhã. Antes de ir para a cozinha, bateria com o cotovelo bem de leve na porta do quarto de Edward para ver se ele estava acordado, não diria nada, sabia que ele responderia mesmo ao ouvir aquele pequeno toque. Acordado ou não, iria logo me dirigir para a cozinha, e assim que chegasse, abriria a geladeira e veria o que tivesse por lá. Se tivesse frutas, ótimo, já seria um parte a energia de que precisávamos para o nosso dia. Caso tivesse alguma outra coisa, como leite, queijo e, ou margarina, colocá-los-ia na mesa. Pegaria assim uma pequena panela para esquentar água, logo, colocaria água dentro, por que não? E no fogão, deixaria ferver até aparecer tantas bolhas quanto flashes em uma balada. Pegaria um filtro de café, e uma jarra. Colocaria pó de café no filtro, e ambos sobre a jarra, derramando a água no filtro com o pó, e vendo o escuro e bem cheiroso café descer. Colocaria a jarra na mesa, junto as outras possíveis coisas que já tivera posto. Procuraria pão nos armários da cozinha, e caso o encontrasse, também o colocaria na mesa. Estava pronto, um café da manhã bem simples, para dois largados.

Iria até a porta do quarto de Edward, caso estivesse aberta, podia ter certeza que ele já havia acordado, caso fechada, bateria nela duas vezes, um pouco mais forte dessa vez, dizendo após as batidas – O café está pronto... – E assim, iria para a cozinha novamente. Esperaria por Edward para poder comer, se ele demorasse muito e sem responder, gritaria – Hey, anda logo, se não irei comer tudo... – Caso ele ainda não respondesse, iria até o quarto dele, e veria o que raios ele estava fazendo. Assim que ele chegasse na mesa, pegaria dois copos, e os colocaria na mesa, pegando um após, e misturando café com leite. Pegaria um pão caso houvesse, e comeria, sem ao menos passar nada nele. Ficaria em silencio, até ouvir a proposta do dia de Edward, como eu não tinha muito o que fazer, e geralmente era ele quem arrastava para as altas tretas que nós nos metiamos, aceitaria logo de cara sem ao menos pensar – Ta, pode ser.

Após tomar o café, iria ao banheiro escovar os dentes, após, chegaria até Edward, e perguntaria – E agora? Para onde vamos primeiro? –

Caso acordasse em algum outro lugar que não fosse minha casa, estranharia com certeza. Olharia ao meu redor, tentando me recordar como fui parar naquele lugar. Levantaria e caso pudesse lembrar como cheguei ali, tentaria lembrar o caminho para minha casa, ou caso eu soubesse onde estava mais ou menos, me dirigiria a minha casa, fazendo as coisas de sempre como o café da manha, porem estranhando tudo aquilo.



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Última edição por Beothor em Ter 26 Jul 2016, 19:11, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Cap.1 - Os dois irmãos   Cap.1 - Os dois irmãos EmptyTer 26 Jul 2016, 17:51

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Centaurea  Island

O estrondo de um trovão acordava o único humano que habitava aquela casa, seu pesadelo era como uma maldição que sempre o seguia noite a cada noite. Os sons de pingos batendo no vidro da janela faziam o mesmo olhar mesmo que involuntariamente para a mesma, nem sinal do sol que parecia estar escondendo seu brilho por trás das nuvens que cobriam Centaurea.

Após um banho para  tentar esquecer seu pesadelo, ele conseguia sentir um cheiro leve de pão manteiga e café que vinha da cozinha, indo até ela levado pelos seus instintos ele agora podia ver seu irmão. Seria uma bela refeição se o monstrinho não tivesse comido quase boa parte dela, sobrando somente um pouco de café e um pão. Mesmo assim, o jovem se sentava  para comer, aproveitando algumas frutas que estavam ali perto também. -Ei pivete!!! - Ele não dava muito tempo para que seu irmão respondesse - - Estou saindo dessa maldita ilha, quer ir comigo? - Falava com a boca cheia.

O mink apenas respondia com calma. – Ta, pode ser. - Terminando de comer rapidamente, o mink ia até o banheiro e passava uma água em sua boca, voltando a cozinha e se dirigindo ao seu irmão novamente. – E agora? Para onde vamos primeiro? –. Após alguns poucos segundos somente ouvindo o som da chuva e dos trovões e sentindo o frio das partículas de água adentrarem pelas frestas das portas, algo acontecia, alguém batia a porta de forma desesperada... Agora, só restava aos irmãos procurarem saber quem era, ou o que era.

 

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MensagemAssunto: Re: Cap.1 - Os dois irmãos   Cap.1 - Os dois irmãos EmptyQua 27 Jul 2016, 09:49

Acordei e fiz minha higiene pessoal sem muita dificuldade, após isso fui até a cozinha onde o maldito do meu irmão já havia quase comido tudo sozinho, sorte que havia algumas frutas para saciar minha fome, meu irmão concordou em ser caçador de recompensa rapidamente, o que de me assustou de certa forma”Será que esse diabinho quer ir comigo só pra ter a chance de estragar meus relacionamentos com o sexo oposto?” pensaria enquanto mordia um pedaço da fruta, logo após isso o meu irmão perguntou o que faríamos, -Planejei comprar uma arma para mim, mas parece que o tempo não quer colaborar- minha voz seria seca e daria de ombros, afinal cedo ou tarde o tempo iria se abrir novamente.

Não demoraria muito para ouvir batidas na porta, batidas desesperadas, sem pensar duas vezes iria em direção a porta ”Quem deve ser nesse dia de chuva?”perguntaria mentalmente para mim mesmo enquanto andava, antes de chegar a porta falaria alto o suficiente para quem estivesse batendo ouvisse, Se não for mulher é melhor ir embora, essa casa só tem espaço pra um homem- minha voz não seria nada gentil. Se as batidas continuassem abriria a porta, mas somente uma pequena fresta o suficiente para ver quem era, colocaria o meu pé de apoio na parte debaixo da porta tentando impedir que ela abrisse mais que isso mesmo se quem estivesse do outro lado forçasse.

Se fosse homem falaria -Desculpe não quero comprar nada- em um tom de voz gentil e logo após isso faria força para fechar a porta e trancar a mesma, feito isso iria caminhar até a cozinha novamente, se encontrasse Beothor no caminho falaria -Tem alguém na porta querendo falar com você -, ao chegar na cozinha pegaria 2 facas e colocaria em meus bolsos da calça tentando deixar de fácil acesso, para logo em seguida voltar até onde Beothor estivesse esperando encontrar a visita junto com o mesmo, se encontrasse falaria com uma voz pouco amigável -O que você quer?-. Caso quem estivesse na porta fosse mulher daria um sorriso e falaria com uma voz gentil, -Rápido entre, não vai querer pegar um resfriado não?- abriria a porta e a convidaria para entrar, para logo após dar uma boa olhada na mesma, geralmente roupas molhadas mostram coisas maravilhosas.

Se a mulher entrasse falaria novamente com uma voz gentil -Quer ir para meu quarto?- esperaria ela olhar de forma envergonha ou talvez até irritada para mim para então falar dando risada-Desculpe formulei minhas palavras de modo errado...Gostaria de saber se quer ir para meu quarto tirar essas roupas molhadas, pode pegar algumas roupas minhas, ficar com roupas molhadas não faz bem para a saúde-. Se ela aceitasse iria levar ela até meu quarto onde entregaria uma toalha seca para a mesma e falaria, -Pegue qualquer roupa do meu guarda roupas.- minha voz novamente soaria doce e apreensiva, esperaria fora do quarto a mesma se trocar.


Se ela se trocasse, olharia para ela com um sorriso no rosto e falaria, -impressionante a roupa ficou mais bonita em você do que em mim - após isso daria uma pequena risada  que duraria apenas alguns segundos, caso ela se trocasse ou não, manteria meu tom gentil para então falar-O que  traz uma dama como você  em uma casa  tão pobre como essa?- meu rosto estaria com um tom de curioso. Realmente era uma pena a desgraça do meu irmão estar em casa hoje, provavelmente ele já estaria tramando algum plano para fazer essa dama me odiar, ”Talvez eu o use como isca quando estiver caçando alguém...” pensaria deixando um sorriso maligno surgir no canto do meu rosto.


objetivos:
[]conseguir uma arma.
[]trocar para a ilha mais próxima do gl.
[]conseguir uma ppk.
[] infernizar a vida do Beothor.
[] aprender forja e criação de projeteis.
[] não morrer

off: cara não sei o que aconteceu mas não consigo botar cor Pai do ano

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Última edição por Capato em Seg 01 Ago 2016, 11:35, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Cap.1 - Os dois irmãos   Cap.1 - Os dois irmãos EmptyQua 27 Jul 2016, 14:20



01/02# - A porta



Dia lindo que nada, estava a maior tristeza la fora. Com gotas de água que caiam na janela, não mostravam uma melhora  naquele dia. Tinha acordado mais cedo que Edward, e por conta disso, acabava por realizar minhas  coisas, o que inclui também, o café de ambos. Podia-o ver ali, me encarando com um olhar bem morto, o sono nele parecia bem pesado.

Edward me fazia uma proposta, queria que fossemos para outro lugar, viver uma vida de luta com criminosos e tals, isso era uma profissão um tanto quanto comum, muitas pessoas o faziam pois era bem lucrativos, esses tendo o nome de Caçadores de Recompensa. Concordei sem demora, se esse era o tipo de vida que Edward queria viver, então o seguiria, não conseguia imaginar minha vida longe dele, especialmente naquele momento, quando tínhamos acabado de perder nosso pai. A mesa já estava quase vazia,as coisas que havia colocado a pouco para comermos, pareciam já ter acabado, bom, era de se esperar comigo ali.

*Toc Toc* podíamos ouvir. Alguém havia batido em nossa porta, mas quem poderia ser, num dia desses, onde normalmente as pessoas iriam ficar dentro de casa para se protegerem da chuva. - Se não for mulher é melhor ir embora, essa casa só tem espaço pra um homem- hehe, esse era Edward, seu jeito mala de ser era o que o caracterizava. Com um sorriso quase que a tornar uma risada, pensava ”Engraçado... mas é sério, quem poderia ser? Olha como ta la fora...” Olharia pela janela, apenas para checar como estava o clima. Como dito Edward, ele atenderia apenas se fosse uma mulher, então se fosse, provavelmente iriam bater na porta novamente. Esperaria até baterem novamente na porta, para ter uma certeza maior das ações de Edward. Se batessem a porta, esperaria sentado onde estava, e esperaria por Edward, que com isso, provavelmente iria atender a porta. Caso não batessem, bom, menos coisa para fazer.

Caso Edward atendesse a porta, e mesmo assim se mostrasse insatisfeito com o que recebera, esperaria até que ele dirigisse a palavra a mim. Caso ele simplesmente fechasse a porta na cara de quem fosse, então poderia presumir que era um homem, nesse caso, iria até a porta, e a abriria, olhando para fora. Caso o homem ainda estivesse na porta com cara de tacho, olharia para o mesmo, e perguntaria – hey, o que está fazendo ai fora nessa chuva? Precisa de algo? – Continuaria a olhar o homem até ouvir sua resposta. Analisaria o homem, vendo como o mesmo trajava, se seria com roupas gastas e rasgadas, poderia presumir que era um desabrigado, e provavelmente estivesse a pedir por um pouco de comido ou, e, abrigo, nesse caso, convidaria o homem a entrar – Entre, não fique ai fora, você pode acabar ficando doente – Abriria mais a porta, estendo a mão para dentro, num gesto convidativo ao homem. – Sente-se por favor – Apontaria para uma cadeira, com a palma aberta, os dedos retos, virada para cima. – Você pode ficar aqui até a chuva passar... – Olharia para o homem por alguns instantes. Caso questionado pela minha bondade, responderia ao homem – Bem, eu sei que não é todo mundo que tem a sorte de nascer com uma colher de prata na boca, e a pessoas que ainda tomam uma rasteira da vida... Por isso não há motivo para te deixar la fora – Terminaria com um sorriso sincero. Olharia para a jarra de café, e veria se tinha sobrado algum café que acabamos de tomar. Se não tivesse, faria mais, repetiria o mesmo processo, fervendo a água e a colocando, junto ao pó de café em um filtro, sobre a jarra. Quando estivesse pronto, pegaria dois copos, e colocaria café em ambos, estendendo um dos copos logo em seguida para o homem – Aqui, tome – Após isso, procuraria uma cadeira para me sentar, e permaneceria sentado ali, esperando pela chuva passar, olhando para a janela de tempos em tempos. Ouviria com atenção caso o homem tivesse alguma coisa a dizer.

Caso atendesse a porta, e visse alguém bem trajado para o momento, como uma capa d chuva, ou mesmo um guarda-chuva, perguntaria sem abrir muito a porta – Pois não? – Diria, mantendo meus olhos fixos nos dele. Caso ele oferecesse qualquer coisa para comprar, diria rapidamente, antes de fechar a porta – Não estou interessado, até – Caso não fosse alguma coisa para vender, ouviria o que a pessoa tinha a dizer.

Caso assim que Edward atendesse, e em sua feição brotasse um pingo de alegria, poderia ter a certeza que era uma mulher. Olharia para ele, enquanto ele provavelmente convidaria a moça para entrar, do jeito mais galante que ele poderia tentar ser. ”Então... mais uma jovem ira conhecer a versão Edward Director’s Cut?” Me conteria, com erteza queria soltar algum sorriso maléfico, expressando que eu estava a aprontar. Esperaria a moça entrar, tinha a certeza que ela iria entrar, e manteria os meus olhos nos dois, tentando ser o mais discreto que pudesse ser, virando minha cabeça e fingindo olhar o nada, na tentariva de disfarçar caso necessário. Veria até onde aquilo ia dar, e esperaria por algum momento oportuno para agir.

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MensagemAssunto: Re: Cap.1 - Os dois irmãos   Cap.1 - Os dois irmãos EmptySeg 01 Ago 2016, 12:13

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Um estranho bate a porta!

Após as batidas fortes em meio a chuva, Edward expressava-se como o macho da casa com um grito para quem quer que fosse a porta ouvir. - Se não for mulher é melhor ir embora, essa casa só tem espaço pra um homem. As batidas cessavam por um momento, mas depois continuavam e agora uma voz grossa e desesperada vinha da porta. - Por favor, me deixe entrar! POR FAVOR! Argh.... A fala do que estivesse la fora terminava com um grunhido de dor, Edward ia até a porta e a abria deixando somente uma abertura para ver o que era.

Surpreendentemente não era homem, nem mulher e sim algo como seu irmão. Uma espécie de homem com dois metros e meio, forte e com pelos negros cobrindo a maior parte de seu corpo estava ajoelhado em frente sua porta com o olhar abaixado para a água. A chuva deixava seus pelos molhados e em baixo de seus joelhos podiam-se ver gotas de sangue se desmanchando em uma poça que se formava na frente da casa. Percebendo que seu irmão estava depois de alguns segundos ainda com a porta aberta, estranhando a criatura ali, Beothor ia até a porta. – hey, o que está fazendo ai fora nessa chuva? Precisa de algo? - Agora, a criatura levantava sua cabeça para tentar ver com quem falava. - Por favor, preciso de ajuda! - Após algumas outras tossidas, o monstro caia em frente a porta fazendo um pequeno estrondo na água.

Seu corpo trazia roupas de guerreiro, como um colete e calças de malha grandes. E junto com ele uma mochila verde pequena em sua cintura, também era possível ver uma flecha fincada em suas costas para a surpresa dos irmãos. Provavelmente estava morto, e se não estava era possível que estivesse dando seus últimos suspiros.
 
Agora a chuva começava a ficar mais forte do que antes, um raio caia perto da floresta fazendo com que a situação ali ficasse ainda mais macabra. Por sorte, não havia ninguém na rua e nem nas janelas das casas ao lado.


Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: Cap.1 - Os dois irmãos   Cap.1 - Os dois irmãos EmptySeg 01 Ago 2016, 18:31

Ao abrir a porta fico surpreso, quem batia não era um humano, mas sim um Minki, olharia para Beothor automaticamente, "Será que ele é um parente de Beothor??" pensaria ,  não seria nem uma surpresa Beothor ter algum parente a sua procura, já que meu pai o encontrou, mas algo não me parecia bem, o minki em minha frente não parecia estar em boas condições. – hey, o que está fazendo ai fora nessa chuva? Precisa de algo? - Beothor tomou a frente da situação, o minki apenas teve tempo de falar - Por favor, preciso de ajuda! - antes de cair, aparentemente ele estava morto.

Notaria a flecha fincada nas costa da criatura imediatamente sem sair do lugar  eu olharia para alem da criatura, procurando qualquer um que pudesse parecer ofensivo, mas não encontraria nada (já que o narrador disse que não tem ninguém). Ficaria ali parado por alguns segundos observando o corpo do minki, mas não estaria em um estado de choque, pelo contrario minha mente estaria trabalhando a mil tentando achar uma solução para aquele problema, o que não foi difícil graças a minha inteligência, -Me ajude a levar ele para dentro!!- ordenaria há meu irmão, minha voz estaria seria, um Minki havia morrido em minha frente, não poderia mais ficar brincando ofendendo meu irmão, tentaria arrastar o corpo do Minki para dentro de casa, para logo em seguida fechar a porta a trancando, -Rápido saia pelos fundos e chame os revolucionários!!- novamente falaria seriamente com o Beothor e esperava que ele obedecesse.

Uma vez que meu irmão se fosse, iria até a cozinha e pegaria o Maximo de faca que conseguisse e guardaria em meus bolsos da calça, para então voltar para a sala (onde ficava a porta de entrada) e me sentar em um sofá, ficaria encarando a porta pacientemente, mas com meus olvidos atentos a qualquer barulho suspeito, "Nossa visita  estava desesperado para entrar, então  provavelmente estava sendo seguido." entrelaçaria os dedos e continuaria a pensar "Os revolucionários não gostam de confusão na ilha deles, isso atrai a marinha, por isso pedi para Beothor chamá-los, agora só tenho que aguentar até ele voltar. " pensaria ainda encarando a porta.

Deixaria meu olhar cair para o pobre Minki que provavelmente estaria próximo da porta, sabia que ele ainda poderias estar vivo "É uma pena mas não consigo fazer nada por você, não sou medico, não sei como tratar essa ferida de flecha, posso apenas piorar a situação, será mais seguro para você  se esperar até Beothor trazer os Revolucionários, talvez eles saibam o que fazer com a sua ferida. ".Deixaria meus olhos atento para os quatro cantos da sala  e também manteria meus ouvidos atentos para qualquer barulho suspeito, sabia que se o Minki estivesse sendo seguido eles provavelmente já estaria chegando e seria fácil achar a casa, já que provavelmente o minki deixou um rastro de sangue para trás.

Esperaria quem quer que seja entrar na casa, para então ainda sentado no sofá para então falar com uma voz gentil -A que devo a honra da sua visita?- minha voz teria um tom simpático e amigável, enquanto falava me levantaria a fim de olhar o “intruso” nos olhos, tentaria procurar em minhas memórias o rosto de quem entrava, se eu já tivesse visto pelo menos uma vez eu o reconheceria, botaria minhas mãos no bolso, onde estariam as facas de cozinha, tentando deixar elas de fácil acesso. Estaria atento a qualquer ataque que o oponente pudesse fazer se fizesse tentaria esquivar para o lado contrario do ataque onde tivesse mais espaço para esquiva, mas caso fosse uma estocada, esquivar para trás não seria uma opção já que teria um sofá atrás de mim, me esquivaria para a direita.

Se fossem mais do que um oponente, pensaria "Peste maldita, volte logo com os revolucionários " se referindo ao meu irmão, meus pensamentos estariam preocupados, mas tentaria manter o rosto calmo, fingindo estar no controle da situação. Se quem entrasse fosse um revolucionário e entrasse junto com meu irmão, não levantaria do sofá e não diria nada,  afinal Beothor já havia provavelmente explicado toda a situação pra eles,"Finalmente chegaram." pensaria animado.

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MensagemAssunto: Re: Cap.1 - Os dois irmãos   Cap.1 - Os dois irmãos EmptyQui 04 Ago 2016, 18:28



01/03# - O presunto!


– hey, o que está fazendo ai fora nessa chuva? Precisa de algo? – Eu disse para aquele cara bem alto, na verdade, todo pareciam alto para mim... em fim. Ele teve tempo de dizer apenas - Por favor, preciso de ajuda – Antes de cair no chão. Eu fiquei um pouco assustado com esse movimento, e ergui as sobrancelhas na medida que o corpo do grandão se chocava com o chão. O que era aquilo? Havia algo em seu corpo, não era difícil de ver, uma flecha fincada nas costas dele ” ele... morreu?” continuaria a olhar o corpo por alguns segundos, assim como meu irmão o fazia também.

-Me ajude a levar ele para dentro!!- Podia ouvir meu irmão falando, eu já planejava falar o mesmo. Me aproximaria do corpo, levantaria o braço esquerdo do aparente morto, e colocaria o sobre meu ombro esquerdo, fazendo que o corpo fique a minha esquerda, facilitando um pouco a divisão de peso entre nós. Levaria o corpo até a sala mesmo, e o deixaria no chão. Podia notar suas roupas estranhas, um colete e uma calça de malha ” Que roupas são essas? Ele era de alguma organização militar?” Continuaria a olhar o corpo, dessa vez, tirando sua mochila que ele estava sua cintura, antes de vira-lo e coloca-lo de costas para o chão. Checaria nos seus bolsos, enquanto ouvia meu irmão falar -Rápido saia pelos fundos e chame os revolucionários!!- Diria logo em seguida – Perai, to fussando nesse presunto aqui – Assim que terminasse de ver todos os bolsos, pegaria a mochila que estava com ele, e abriria, fazendo o mesmo com os bolsos, vasculhando tudo. Olharia por dinheiro, alguma coisa que pudesse identificar a pessoa, alguma coisa que pareça valiosa ou cara. Assim que revirado tudo, deixaria a bolsa do presunto no chão, enquanto guardava o resto que havia achado em algum bolso de minha roupa.

Assim que terminasse de examinar as coisas, iria para as portas dos fundos como meu irmão havia pedido – Vê se não caga tudo por aqui até eu voltar... ah não, pera, a gente ta pobre, pode quebrar tudo ai mesmo... – Com um aceno apressado, correria agora, abrindo e fechando a porta dos fundos. Correria até achar uma rua, e seguiria por ela, procurando quem quer que fosse por lá, alguém que parecesse um revolucionário, usando aquela capa verde que eles costumavam vestir para esconder sua identidade, ou alguém que pareça uma autoridade naquele local. Procuraria por volta de 30 minutos, parando poucas vezes para respirar.

Caso achasse alguém que se encaixasse com a  descrição de ‘autoridade’, correria até a mesmo, dizendo um pouco apressado – Hey! Preciso de ajuda! Por favor! – Diria apressado mesmo, esperando a resposta da pessoa. Caso ele perguntasse  o que havia acontecido, diria – Um homem veio em minha casa, e estava com uma flecha nas costas dele, ele desmaiou na nossa porta, e achamos que ele possa ter trazido seus inimigos para minha casa – Impaciente, esperaria o homem se resolver logo, e caso demorasse muito, diria – Vai me ajudar ou não? – Caso fosse afirmativa a resposta, acenaria a mão, num gesto de siga-me, enquanto dizia – Vem! – E correria até minha casa esperançoso que o homem pudesse me seguir sem problemas.

Caso fosse negativa, Alá Edward diria enquanto correria procurando por outra pessoa – Obrigado por nada – . Correria até outra pessoa do tipo, e repetiria as mesmas falas para ela, esperando que dessa vez pudesse me ajudar.

Caso não tivesse encontrado ninguém, ou tivesse achado ajuda , iria para a minha casa correndo. Assim que chegasse por lá, entraria pelas portas da frente mesmo, e apenas dizendo – Alí! – apontaria para o presunto, esperando para ver o que o revolucionário faria. Caso perguntasse sobre o cara, e caso eu tivesse algo que o identificasse comigo, lhe entregaria, dizendo – Isso foi tudo o que pude achar – .

Caso chegasse em casa sem ajuda nenhuma, diria assim que entrasse para Edward – Não achei nenhuma alma viva útil lá fora –
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MensagemAssunto: Re: Cap.1 - Os dois irmãos   Cap.1 - Os dois irmãos EmptySex 05 Ago 2016, 11:41

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Um estranho bate a porta!

Depois de observarem durante alguns segundos o mink caído, Edward tomava a frente. - Me ajude a levar ele para dentro!!. Seu irmão mesmo sendo pequeno ainda tinha força para ajuda-lo e assim os dois pegavam nos braços do Mink e o arrastavam para dentro de sua casa deixando o estranho em sua sala. - Rápido saia pelos fundos e chame os revolucionários!!!! - Edward falava, assim somente esperando seu irmão fazer o que havia sido ordenado. Mas a curiosidade de seu irmão o fazia querer fuçar na bolsa e nas roupas do estranho. – Perai, to fuçando nesse presunto aqui... - As pequenas e rápidas mãos de Beothor eram ágeis ao verificar se não havia nada com o estranho, realmente não havia nada com ele, somente sua bolsa verde na cintura que Beothor abria, revelando muitos papéis com desenhos e escritas.

A porta estava trancada e dava alguma segurança aos irmãos, Beothor podia perceber que aqueles papéis continham informações valiosas e planos de ataque na ilha, haviam identidades de vários revolucionários e ainda um mapa de Centaurea que mostrava um ponto vermelho em um canto na floresta depois do lago, algo que não estava no mapa comum.

Edward ia até a cozinha pegando algumas facas comuns que ele encontrava em uma gaveta e as colocava no bolso enquanto Beothor saia pela porta dos fundos, acontece que ao abri-la ele se lembrava da chuva forte do local, mas mesmo assim ele saía correndo procurando algo debaixo da tempestade. As ruas estavam desertas, mesmo estando encharcadas nenhum ser vivo sairia assim, seria pedir para pegar alguma doença.

Ao sair de casa, Beothor andava por alguns minutos até estar um pouco longe de seu irmão e ao chegar em um tipo de beco que o levaria para o centro, um local coberto por uma lona, ele ouvia uma voz. - Ae carinha...  Será que podemos conversar? - A voz vinha de trás dele, a alguns metros estava um homem com uma capa preta que começava a se aproximar lentamente. - Onde você vai?... - O homem dizia dando passos lentos e se aproximando. - Eu vi que você mora em uma casinha bem pequena aqui perto... Que tal morar em um local maior em? Ou conseguir roupas novas? Viajar... Seria bom não é? - Ele parava de andar a pouco espaço de Beothor - É só conseguir pra mim alguns papéis... Você sabe do que estou falando? Sabe, aqueles papéis eram muito valiosos pra mim... Ou mesmo deixar isso pra la entende?... Você fala minha língua?. Não era possível ver o rosto do homem, mas era possível perceber que ele era magro e fraco, também não era possível ver se ele portava alguma arma por debaixo dos panos de suas roupas largas e negras.

Voltando a casa onde Edward estava, tudo era o mesmo, olhando a sua volta ele só podia enxergar as velhas paredes e suas lembranças que tinha ali. Contudo, além dos sons dos pingos da chuva que se encontravam batendo nas paredes de madeira da casa, algo começava a se mexer atrás da porta, como se estivessem tentando arrombar a maçaneta. A maçaneta da porta da frente era forçada, e logo podia-se ouvir um som por trás da porta. - Que porra sua imbecil, não vê que está chovendo aqui fora!? Da licença, o baixinho já fugiu e não deve ter ninguém em casa, deixa que eu abro! - Uma voz fina e estranha vinha de quem falava, e logo o som da porta parava, por instinto Edward saia de perto da porta.

Um barulho enorme agora vinha junto com a porta para cima da sala, passando pelo corpo do mink, haviam arrombado ela com um chute ou algo do tipo fazendo com que o vento da chuva viesse para dentro da casa. Alguém de provavelmente uns dois metros e meio entrava na casa olhando para os lados, se surpreendendo ao ver Edward olhando para  o mesmo. - A que devo a honra da sua visita? - Tirando seu capuz, o homem agora revelava sua identidade, não era ninguém que Edward tinha visto na ilha ainda.

- Não é o que está pensando... - O homem dizia olhando para a porta caída no fundo da sala. - Eu só fui roubado por esse monstro ai e quero minhas coisas de volta, só isso... Garota, reviste o monstro. - Após ele dizer isso, outra pessoa de capuz, dessa vez um pouco menor entrava na casa. - Com licença... - Uma voz feminina vinha junto a pessoa que ia na direção do corpo do morto e começava a revista-lo. Naquele momento Edward podia ver que a garota tinha um arco e flecha em suas costas, com certeza era ela que havia matado o mink.

- Não tem nada aqui chefe... - O homem olhava para a garota e logo depois voltava sua visão a Edward novamente. - Ok camaradinha... Me diga, onde estão A PORRA DOS MEUS PAPÉIS!? - Sua voz se alterava como se ele estivesse ficando irritado com a situação, mas por mais que parecesse estar com vontade de arrancar os olhos de Edward, ele somente ficava parado respirando fundo olhando para o dono da casa.
 

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