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Capítulo 1: Manchas de sangue - Página 2 XwqZD3u


One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Capítulo 1: Manchas de sangue

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MensagemAssunto: Capítulo 1: Manchas de sangue   Capítulo 1: Manchas de sangue - Página 2 EmptyTer Jul 12, 2016 8:44 pm

Relembrando a primeira mensagem :

Capítulo 1: Manchas de sangue

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Aya Lioncourt. A qual não possui narrador definido.


____________________________________________________

~Fala~
~Pensamento~

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Sabe por que caímos?
Para aprendermos a levantar.
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Capítulo 1: Manchas de sangue - Página 2 Empty
MensagemAssunto: Re: Capítulo 1: Manchas de sangue   Capítulo 1: Manchas de sangue - Página 2 EmptyQua Out 12, 2016 8:34 pm

Rifle e, talvez, seus comparsas

“Pirata aposentado, é? Navegou na Grand Line?”. Ela dava alguns risos como se tivesse parado de prestar atenção no Mink tigre. Mas na verdade, ela estava bem atenta a qualquer pingo de informação que estivesse ao seu alcance. “Esse oponente é digno! Eu o chutarei tanto que ele desejará nunca ter voltado aqui!”. Ela dá mais um sorriso enquanto pensa e deixa seu informante para trás, sem nem ao menos agradecer. Ela pouco se importava com os interesses do povo daquela ilha ou de Rifle, ela apenas queria chutar alguém que lhe proporcionasse algum desafio. “Onde ele está?”, era a frase que não parava de se repetir na cabeça da garota.

Mas ela para um momento para observar a quietude do local e observar Gail, que havia aparecido também, depois de toda a demora. Gail falou algo e um outro homem também. “Um navio no porto... Será que são comparsas de Rifle? Se eu chutá-los, talvez ele apareça para eu chutá-lo também”. Novamente, ela dá um riso elevado, quebrando o silêncio deixado pelo povo do povoado subterrâneo.

- Vamos! Me mostrem o caminho! Eu pisarei neles até reduzi-los à migalhas! – Ela dá mais um riso, enquanto caminha na direção do rapaz que estava coberto pelo manto.

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MensagemAssunto: Re: Capítulo 1: Manchas de sangue   Capítulo 1: Manchas de sangue - Página 2 EmptySex Out 14, 2016 12:48 am


     

 Narração. 

Uma recompensa extremamente chamativa veio na mente de Aya, lutar contra um pirata que já navegou na Grand Line, para a aventureira há melhor coisa a fazer era ir logo ao encontro de Rifle, os Revolucionários estão neste momento numa situação chata esperando uma ordem de alguém de cima, que muitos nem sabe quem é, Gail apenas traz informações incompletas, a garota de cabelos rosado logo demonstra sua vontade de ir atrás dos inimigos, quando um homem aparentemente do exército Revolucionário entra naquele local da caverna, sem falar com ninguém ele apenas olha para Gail e faz um sinal com a cabeça e em seguida ele deixa o local: “Eu Gail informo que o navio que chegou a ilha é do grupo de Rifle, bom não podemos esperar mais acho que todos vocês tem esse sentimento, as pessoas importantes dessa ilha está sendo ou engana ou forçadas a aceitar Rifle aqui, primeiro acho que devemos tomar esse navio, em seguida ir ao encontro oficial com o pirata, já que podemos conseguir mais algumas informações antes.” Ele deu uma pequena pausa, todos olhavam com seriedade, nessa estranha ilha era a primeira vez que humanos e Minks trabalhariam juntos, algo muito estranho estava acontecendo, Gail voltou a falar. “ O navio será tomado em nome do exército Revolucionário, pode ser usado para levar algumas pessoas daqui ... ainda estamos sem um plano de viagem, porém tenho certeza que em breve teremos um, há mais lugares que provavelmente precisaram da nossa ajuda.”

Atendendo a esta convocação os Revolucionários e os Minks ajudante se animavam alguns pegavam suas armas, outros um pouco mais sanguinários como o Tigre mostrava suas garras e em seguida sussurrava algo como iria devorá-los vivos. Agora era hora de seguir até o navio pirata. O rapaz de manto logo, se aproxima de Aya e com um sorriso sincero no rosto olha para a garota e diz. “ Você é corajosa e é disso que o mundo precisa para ser mudado para melhor, gostaria de se juntar oficialmente a nós os Revolucionários, bom não precisa responder agora, pode pensar ... Talvez você mude o mundo lutando contra os mais fortes.” Após falar isso ele se aproximava e sussurrava no ouvido da megalomaníaca. “ Acho que seria interessante ... fazer missões maiores na Grand Line ...” Após isso ele caminhava seguindo o resto do grupo para o encontro do navio pirata.

Toda a maldade do capitão Rifle está concentrada em sua embarcação. A natureza sombria desse local faz com que “coincidências” estranhas aconteçam a todo momento. As árvores sobre um vento fazem um barulho estranho, sombras de objetos assumem formas assustadoras sob a iluminação das tochas, barulhos parecidos com passos continuam mesmo depois de Aya, Minks e os Revolucionários pararem de andar, o som do vento parece formar palavras de socorro ou aviso, entre outros. Enquanto eu no local atual pode observar o navio com à parentesco sombrio, se era intenção do Rifle querer intimidar os outros com seu navio, ele faz isso muito bem. Diversos caixotes e barris estão espalhados do lado de fora do navio, junto com cordas e ganchos pendurados. Preso a uma delas, de cabeça para baixo, jaz uma pessoa trajando roupas de um marinheiro completamente imóvel, a poucos metros do chão.

Porém não conseguem observar muitos piratas, vê apenas um sentado, encostado no navio, aparenta estar dormindo, um chapéu cobre seu rosto, porém a visão de vocês não é das melhores, sombras gigantes atrapalham um pouco, além das arvores, alguns Minks estão com medo, tirando o tigre que mantém sua natureza séria com olhar fixo no navio. “ O que faremos agora, pergunta um dos Minks?” Enquanto pode ouvir outro a reclamar. “ Que barulho foi esse vocês ouviram isso.” O revolucionário de manto diz com um tom calmo. “ Acalme-se isso é só ilusão, não é tanta coisa assim parem de ser frangos. Estamos aqui para tomar esse navio e depois ir até Rifle que está aqui nessa ilha.”  Gail apenas observa esperando alguém tomar alguma atitude ou expor alguma ideia melhor.

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MensagemAssunto: Re: Capítulo 1: Manchas de sangue   Capítulo 1: Manchas de sangue - Página 2 EmptySex Out 14, 2016 8:31 pm

Seek and Destroy

“Que legal! Estou indo matar os caras certos!”. Ele dá um leve pulinho e um sorriso meigo. Talvez isso se dê à sua aparência. Ela continua prestando atenção nas palavras de Gail, pois estava emocionada. “Vamos Gail, cale a boca! Cale a boca e vamos pegar Rifle”. Após a convocação, ela viu todos se ajeitarem e ouviu os murmúrios do mink tigre. “Devorá-los? Pode comer o que sobrar depois de eu chutá-los até a morte”. Enquanto Aya olhava para as suas botas, se preparando para estreia-las em algumas pessoas, o rapaz coberto em um manto se aproxima. Ela o encara, ficando séria enquanto ouve sua proposta. Sua resposta foi imediata, apesar de o rapaz não ter falado que ela poderia responder depois.

- Ei moço, eu não quero mudar o mundo. Eu só quero lutar com todos os caras fortes e provar à eles que eu sou a mais forte – Ela para dar mais um sorriso meigo – Eu vou chutar a bunda de todo mundo. Se o Exército Revolucionário vai me ajudar nisso, não sei como, mas se ele me ajudar, sem interferir, eu faço parte do que quiserem... - Ela para por um instante. – E eu só irei pra Grand Line, se houver um oponente desafiador lá – Ela dá mais um sorriso e continua a seguir o fluxo.




A garota não fica parada. Enquanto todos estão amedrontados ou discutindo seus planos de ação, ela continua andando em direção ao homem que estava cochilando.

- Hei, dorminhoco! Onde está o Rifle? Eu vim chutar a bunda daquele fracote! – Ela continua caminhando em direção ao homem.

Caso ele tentasse alguma ofensiva, ela tentaria se esquivar usando acrobacias (Como estrelinhas e mortais) o que for mais apropriado ao golpe desferido, mas sempre esquivando para os lados, sem nunca recuar. Caso ele continuasse dormindo, ela cutucaria ele com a perna, tentando despertá-lo e repetindo a pergunta.

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MensagemAssunto: Re: Capítulo 1: Manchas de sangue   Capítulo 1: Manchas de sangue - Página 2 EmptySab Out 22, 2016 12:48 pm

~~ Narração ~~


Enquanto os revolucionários discutiam e tentavam entrar em consenso para ver qual plano seguiriam, Aya já havia adentrado no navio! O mais estranho era que não havia guardas, estava tudo quieto enquanto a garota caminhava sobre a superfície do navio. Lioncourt pudera notar que um homem estava dormindo encostado na borda do navio a alguns metros de distância, apenas ele parecia cuidar do local, bem, cuidar não era seu forte já que dormia feito rocha.

A garota possuía tudo para mata-lo sem o homem saber o que havia ocorrido, no entanto a garota de madeixas rosadas possui uma abordagem audaciosa, pois foi perguntando na cara dura onde estaria Riffle. O homem assustado colocava-se de pé e expressava seu rosto assustado. – Mas o que? Como entrou aqui garota? Cadê o Riffle... perdeu a noção do perigo! Ele erguia sua sobrancelha ao olhar pelo navio tentando achar mais alguém, porém apenas a garota encontrava-se no local. O homem não sabia bem o que fazer, visto que, estava diante uma garota adolescente, pelo menos era o que Aya demonstrava, mal sabia o homem que as aparências enganam e muito. Após alguns minutos o homem voltava a se pronunciar. – Como sabe que esse navio é do Sr. Riffle? Enfim, isso não importa saia daqui e não volte mais! Ele terminava de falar ao voltar a se sentar e se encostar na borda do navio para dormir novamente. Pelo jeito o homem parecia não ligar muito para intrusos ou quem sabe seguisse algum tipo de código. Antes que Lioncourt pudesse fazer qualquer movimento, ela ouvia uns gritos na floresta onde estava os revolucionários e segundos após um silencio predominava completamente a selva. Um vento gélido percorreu a espinha de Aya, pois, com sua audição abençoada pode ouvir os passos na rampa do navio vindo em sua direção.

A noite recém havia chegado e um homem usando uma máscara preta por todo o rosto aparecia diante a garota. Em suas costas havia um Riffle enorme e em suas mãos pistolas. Trajava um sobretudo marrom e calça escura. Parecia ser aqueles mercenários dos bons. – Parece que está me procurando?! Ele profere ao dar mais alguns passos e encarar Aya. Em seu olho direito havia um tipo de óculos de uma lente grudado na máscara, a cor vermelha na lente parecia ser algum tipo de equipamento para batalhas. – Ei... Fred? Dormindo de novo! Eu não te pago para ficar dormindo... acorde os outros, vamos partir! Ele dizia enquanto permanecia parado em frente a saída. – Então... o que deseja, garota? Quer entrar pro meu bando? Quer minha cabeça? Ou está perdida por aqui, o que acho meio improvável! Ele dizia enquanto o homem corria para dentro do interior do navio e Riffle engatilhava suas armas. Era uma situação delicada já que Aya havia invadido sozinha aquele navio. O que a maníaca decidiria fazer diante a tantos desafios?...


Pirata Riffle:
 

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MensagemAssunto: Re: Capítulo 1: Manchas de sangue   Capítulo 1: Manchas de sangue - Página 2 EmptySab Out 22, 2016 2:04 pm

Destruir!



“Agora, eu vou acabar com você!”, pensou a garota.

- Eu não quero entrar pro seu bando coisa nenhuma – Falou ela, brava – Eu vim para acabar com a sua raça para provar ao mundo que eu sou o ser humano mais forte do mundo! – Ela dá um leve riso – Então se prepare!

Ela começa a usar a sua aceleração para correr em direção ao inimigo. Ela fica atenta as armas que ele carrega, não que seja problema pra ela, afinal, ela é invencível. Mas ela quer apenas evitar ter que remover balas de seu corpo, posteriormente.  Caso ele mire para atirar nela, ela começará dar pulos acrobáticos, como mortais, para diminuir as chances do inimigo acertá-la. Quando ela estiver próximo o suficiente, saltará para chutar o queixo do inimigo, com seu conhecimento de anatomia, sabe que aquele golpe derrubaria o inimigo e o deixaria inconsciente. Caso conseguisse derrota-lo facilmente, ela pegaria a arma dele a atiraria a queima roupa até que a arma ficasse descarregada. Após isso, esperaria alguma reação agressiva dos companheiros de seu inimigo para que ela porra revidar.

- Foi fácil demais, você nem era tão forte – Ela demonstra um ar de decepção.

Se ela for atingida, ela irá procurar uma cobertura, para evitar ser atacada novamente. Então irá usar sua técnica. “Atirou em mim, vou acabar com isso rápido! 1º Passo: Movimento!. Aya se concentra por um instante (aproximadamente três segundos). Após isso, usa sua aceleração e começa a dar pulos rápidos e acrobáticos em volta do seu oponente, em círculos, para evitar que seja atingida novamente. Após essa movimentação, ela salta, visando as costas do oponente e tenta bater com sua canela na fossa poplítea (Atrás dos joelhos) do oponente, para que ele perca o equilíbrio. Após isso, tentará executar mais um golpe para que ele perca os sentidos, girando o corpo e batendo com sua canela, com toda a sua força no ouvido do inimigo, para que haja uma pressão no labirinto e ele perca o equilíbrio por completo. Depois disso, ela irá pisar no cotovelo do inimigo repetidas vezes para evitar que ele volte a empunhar uma arma.


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MensagemAssunto: Re: Capítulo 1: Manchas de sangue   Capítulo 1: Manchas de sangue - Página 2 EmptyDom Out 23, 2016 2:47 pm

~~ Narração ~~


A resposta da garota de cabelos rosados era curta e direta! O pirata ouvia e não expressava qualquer reação, no entanto, Aya começava a avançar em sua direção sedenta por sangue ou melhor dizendo, pela morte do seu adversário.

Riffle começava a atirar com ambas suas armas, porém, a garota possuía boa agilidade e saltos acrobáticos difíceis de se acompanhar. Antes que o pirata pudesse recarregar ambas as pistolas, Lioncourt já estava a sua frente pronta para desferir um chute mirando o queixo do atirador, contudo, o pirata deixava seu corpo cair para trás como se estivesse prestes a cair em um abismo! Ele jogava as pistolas para o alto alcançando quase 5 metros de altura e agilmente puxava seu Riffle que por sinal parecia ser personalizado. Naquele momento Aya ainda estava desprotegida e com um Riffle apontado para seu esbelto corpo. Aya pode apenas ouvir um forte estrondo e claramente vinha da arma do pirata, pois a fumaça que saia do cano e a imensa dor que percorria a perna da garota, pelo fato de um buraco no local aparecer e jorrar sangue, poderia se imaginar o que tinha ocorrido. Riffle caia de costas no chão enquanto a garota maníaca voltava ao chão, porém com dificuldades em sua mobilidade. O mesmo homem que estava dormindo voltava até a superfície e falava para o pirata. - Sr. Riffle! O navio está partindo, parece ocupado, mas deixarei que resolva isso! O homem conhecia bem seu capitão e andava até o leme que ficava no segundo andar na traseira do navio.

O pirata aos poucos erguia-se e voltava a proferir. – Então você invade meu navio, me insulta e ainda tenta me matar? Você deve ser muito corajosa ou extremamente burra! Não faz ideia de quem eu sou e o porquê ainda estou livre nos mares. Garota entenda, sou importante demais para a marinha e você é um zé ninguém! Apesar do pirata desconhecer o passado de Lioncourt, ele parecia ser aquele que fornecia informações para a marinha e com isso permanecia livre, apesar de ainda ser um pirata que navegava pelos Blues. O atirador colocava novamente sua arma de porte maior para suas costas enquanto erguia suas mãos e pegava suas pistolas e as carregava lentamente, tentando colocar um certo pavor na garota.

Mas o que Aya faria a seguir? Poderia ela bater de frente contra um atirador em um navio repleto de inimigos, apesar de ainda não terem aparecidos, o navio demonstrava ter sido ativado, pois o barulho e a leve locomoção insinuava tudo! O navio estava partindo, mas a pergunta era: para onde Riffle estaria indo?

Posts até a ilha Toroa Island: 01/02


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MensagemAssunto: Re: Capítulo 1: Manchas de sangue   Capítulo 1: Manchas de sangue - Página 2 EmptyDom Out 23, 2016 4:01 pm

Round 2!

“Filho da puta! Ninguém pode me causar dano! Isso não doeu nada! Eu sou a pessoa mais forte do mundo! Isso não dói nada!”. A garota tenta se agachar e acumular sangue em suas mãos. Após isso, com sua aceleração, tenta jogar o sangue acumulado na face de seu oponente, para debilitar sua visão. Mesmo que não dê certo, ela usará a sua técnica, 1º Passo: Movimento, para apenas se mover rapidamente para as costas de seu oponente e golpeá-lo em seu escroto, quantas vezes conseguir, para debilita-lo o máximo possível, antes que ele caia no chão. Se ele cair no chão, ela irá tentar chutar as armas do inimigo para longe, principalmente o rifle, para que ele fique desarmado. Após isso, irá direcionar os golpes nas juntas dos braços (Pulsos e cotovelos) para que ele não consiga pegar uma arma, pelo menos não hoje. Caso ele não caia no chão ou ele desvie do golpe, ela tentará pular e enrolar suas pernas na cintura do inimigo, jogando seu corpo para trás e usando a força da gravidade somada a sua para dar um “suplex” no inimigo, tentando-o fazer bater a cabeça no chão, com força suficiente para quebrar o pescoço do inimigo e destruí-lo de vez.

– Eu sou a pessoa mais forte do mundo! – Diria ela, independente do resultado – E vou esmagar quem estiver na minha frente pra provar isso! – Ela tentaria se manter firme, mostrando superioridade.

1º Passo:
 

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MensagemAssunto: Re: Capítulo 1: Manchas de sangue   Capítulo 1: Manchas de sangue - Página 2 EmptyTer Out 25, 2016 1:01 pm

~~ Narração ~~


Apesar do ferimento em sua perna, Aya parecia não se importar, provavelmente efeito do distúrbio de sua mente, já que invencível e imortalidade eram características cravadas em sua mente. A garota acionava sua técnica, no entanto, sua agilidade ainda era penalizada pelo fato de sua coxa conter um ferimento grande. Porém, a adrenalina de Lioncourt estava em seu ápice e continha o sangramento em sua coxa, apesar de ainda escorrer sangue, a quantidade era bem menor.

O avanço com a técnica ativada, ocasionava em saltos acrobáticos ágeis, a garota parecia estar disposta a dar tudo de si, tanto que a dor, o sangue e o perigo era totalmente ignorado por ela, pois avançar contra um atirador, era sem dúvidas idiotice! Mas Aya era do tipo que se achava indestrutível, seu avanço era baseado em suas crenças e a garota parecia determinada em ir até o fim. Riffle apenas observava o avanço da menina, já havia recarregado suas pistolas e ao perceber a investida cheia de saltos mortais ágeis, o pirata descarregava os pentes de suas armas. Cada tiro visava acertar Aya, mas a técnica permitia a garota esquivar dos tiros, no entanto, alguns pegavam de raspão, como nos braços, ombro e cintura, fazendo pequenos arranhões superficiais. O navio já estava navegando no mar, Lioncourt se quer percebeu a movimentação da embarcação, pois estava focada em matar Riffle, algo bem audacioso de se tentar.

Aya talvez pensasse que o pirata ficaria parado e esperando ser atacado, um grande erro, pois Riffle corria pela lateral assim que a menina maluca se aproximava dele. Ele havia corrido e pulado em cima do mastro do navio e puxava seu rifle personalizado de suas costas, recarregava e mirava na garota. – Você deve ser muito louca ao tentar me enfrentar de frente! Mas infelizmente você é apenas uma criança com sonho de grandeza e não terei pena por isso. Morra! Ele terminava de falar ao disparar e acertar obviamente o corpo da jovem maníaca. A bala estava prestes a perfurar o tórax e com certeza prejudicar profundamente os órgãos da menina, mas uma bola de canhão acertava o fundo do navio fazendo a embarcação ser movida brutalmente para o lado. Consequentemente Aya havia se desequilibrado e a bala acertava seu ombro direito, abrindo um buraco e saindo pela frente. Qualquer ser em sua sã consciência perceberia que imortal não era, pois, a dor era exorbitante.

A bola de canhão vinha de um navio alguns metros de distância, parecia ser caçador em busca de recompensa e pelo visto, Riffle estava na mira, algo meio irônico vindo de um atirador. – Tsch, os malditos “Soul Eaters”! A marinha deveria ter cuidado deles, droga, terei que eu mesmo fazer isso! Ele terminava de falar ao pular do mastro e caminhar até a parte de trás do navio. Havia ignorado completamente a garota, talvez pelo fato dos caçadores serem conhecidos pelos Blues e possuir maior importância. Aya estava com diversos ferimentos, a perda de sangue fazia aos poucos ela perder a consciência, no entanto, sua determinação mantinha a menina acordada o que era impressionante. O navio de Riffle começava a atirar contra os caçadores e eles retribuíam, a poluição sonora sem dúvidas era perturbante. Aya tentava ficar de pé, no entanto a dificuldade era grande, mas pode avistar alguns quilômetros a ilha de Toroa Island. O que a garota faria a seguir?

Posts até a ilha Toroa Island: 02/02


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