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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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MensagemAssunto: Dirty Deeds Done Dirt Cheap   Dirty Deeds Done Dirt Cheap - Página 2 EmptyDom 10 Jul 2016, 02:22

Relembrando a primeira mensagem :

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Aqui ocorrerá a aventura dos(as) Civis Belphegor Addams, Jafar Gogoat e Johnny Joestar. A qual não possui narrador definido.


____________________________________________________

~Fala~
~Pensamento~

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Sabe por que caímos?
Para aprendermos a levantar.
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MensagemAssunto: Re: Dirty Deeds Done Dirt Cheap   Dirty Deeds Done Dirt Cheap - Página 2 EmptySex 29 Jul 2016, 23:15




3 - Companheiros nada assustadores


Baphomet estava pegando no braço dela! “Kyahhhh!!!” Sufocou o grito na garganta enquanto o encarava pasma. Quando um homem se aproximou, a excitação novamente crescia somente para ser completamente decepcionada. “É esse cara?” Sua euforia ia diminuindo, era somente um bêbado qualquer. Não havia nada de extraordinário nele.

É melhor que você se vire e vá embora, tudo bem COMPADRE?

“Ah, não era ele?” Encarou novamente Baphomet olhando em seguida para seus chifres. “CHIFRES!”

Jesus, menina, to ficando surdo! — reclamou Psycho incomodado com os gritos mentais da menina.

Olá, meu nome é Johnny. Creio que seremos companheiros de equipe. Prazer em conhecê-los.

E seu queixo caiu enquanto seu rosto levemente corado alcançava níveis inimagináveis de vermelho. “Que pessoa radiante!” Colocou a mão a sua frente, como se tentasse bloquear uma luz cegante. “Por que a Aranha mandaria uma pessoa dessas… A não ser que ele seja…”

Ah! Um incubus! — Apontaria ela entusiasmada para o rosto do loiro. A aranha realmente conhecia ela! “Ah, não, calma!” Colocaria ela ambas as mãos sobre as bochechas quentes enquanto balançava a cabeça para os lados tentando conter seu rubor.

É, não precisa se preocupar em mostrar que é forte. Olha só pra eles! Um comedor de grama e um engomadinho! — grunhia Psycho nada contente, mas os olhos negros de Belphegor brilhavam cegos da ordinariedade de seus companheiros.

Os rapazes eram bem mais velhos do que ela, algo que ela já estava acostumada. Todos seus primos ou eram muito mais velhos do que ela ou muito mais novos. Entretanto, entre eles não se sentia deslocada, afinal, eles não eram humanos! Entretanto, mesmo com tanto entusiasmo, aos poucos a excitação diminuía e voltava a sua natureza.

Pra-prazer! — gaguejava ela vermelha perante seus novos companheiros de equipe. — Me-meu nome é… Belphegor… Addams… Psycho… É a sua vez…

É? Pra quê? Vai tudo morrer mesmo! Ah? Não quero… Para de fazer cara feia! Aff! Oi… Meu nome é Psychopath e eu sou um psicopata. Faz alguns anos que eu não mato, mas estou disposto a mudar isso. Começando por vocês! Mwahahaha... Arg! — Engasgava ele enquanto Bel olhava feio algum ponto no vácuo. — Inferno, garota! Foi você que pediu!

Se mesmo depois da introdução alguém perguntasse a Belphegor o que era aquela voz, Psycho prontamente responderia:

Voz? Teu cu! Aff, os bode que me aparece.

Belphegor os ouviria animada, mas um pouco relutante a falar mais. Apesar de serem dois demônios a sua frente, a timidez aos poucos voltava, principalmente ao sentir os olhares dos viventes do bar sobre ela.

“Será que eles sabem do gerente?” Perguntou-se Belphegor. Se o trio estava reunido só faltava o gerente. “Será que é o mesmo gerente?” Voltaria ela a procurar o rosto conhecido do gerente que lhe passava missões. Podia ser ele como ser algum estranho. Isso a inquietava um pouco.

Vocês… — começaria ela baixinho, quase um sussurro. — Lorde Baphomet, Senhor Incubus, vocês receberam alguma ordem da Senhora Kumo?

Ela esperaria alguma resposta, mas caso não houvesse uma ela daria de ombros e continuaria ouvindo a conversa. Se algum momento eles engajassem numa briga física, as palavras de Psycho ressoariam em sua mente: “E se eles quiserem testar a sua força?”

Eu aceito seu desafio!

Belphegor! Não! Ai, merda...

Mas Belphegor já teria arregaçado suas mangas para tentar socar com toda a sua força o primeiro corpo que aparecesse na sua frente. Determinada a não perder, ela tentava concentrar nas pequenas mãos infantis sua força que não era muita. Se conseguisse alcançar uma cabeça estaria com sorte, já que eles eram tão maiores do que ela, mas se não fosse possível, ela tentaria lhes acertar no estômago que era uma visão mais realista. Qual deles não importa, seria aquele que entrasse primeiro em seu caminho.

Ela tentaria ficar atenta a golpes que viessem em sua direção, uma cotovelada despretensiosa, um soco ou tapa intencionado… Ela saltaria para trás tentando usar de sua velocidade como recurso.

Ainda assim, sendo cautelosa, poderia ser atingida por um chute não previsto ou simplesmente não ser rápida o suficiente. Isso não a amedrontaria. Com o rosto determinado, ela levantaria se tivesse caído, continuaria a lutar mesmo que a diferença de força fosse grande, enquanto ela ainda tivesse forças e meios ela continuaria tentando até que aquela briga de alguma forma terminasse e esperançosamente ela tivesse um lugar no grupo.

valeu [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] carol!



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MensagemAssunto: Re: Dirty Deeds Done Dirt Cheap   Dirty Deeds Done Dirt Cheap - Página 2 EmptySab 30 Jul 2016, 18:58

3 O estranho trio
com 4 seres

 
Eram três sentados àquela mesa, ou quatro, Jafar ainda não entendia muito bem a dinâmica da garota e da voz macabra. Ele já estava mais calmo, mesmo não ligando muito pra regras ele já havia sofrido por ter tido a boca grande e falar daquela mulher uma vez, se alguém soubesse que estão sob as ordens dela... eles transportam coisas valiosas geralmente, informações no geral, mas para homens vis coisas valiosas são sinônimos de coisas pelo que vale a pena matar, o bode não está disposto a morrer hoje, não sem um arco ou uma boa briga.

De um lado ele via uma pequena garota com vozes destoantes e asas negras, do outro um loiro com berço de ouro, ele preferia, com toda a certeza, a voz macabra que o chamava de comedor de grama (ele era vegetariano afinal e existiam gramíneas que ele realmente gostava, outras tendiam a ser secas demais) do que a forma afetada do tal de Jonny.

Quando todos se apresentaram ele olhou nos olhos de cada um, repetindo seus nomes, só para ter certeza que lembrava “Jonny, Bel, voz estranha... afinal, de onde vem essa voz?” Mesmo que ríspida a resposta ainda não era o suficiente para provoca-lo, Jafar gargalharia, sem se importar com a atenção que chamaria “O pequeno é corajoso, parece que vou ter que aprender a socar uma voz daqui pra frente... Que seja meus caros, quais foram as ordens que a pequena gótica e o riquinho receberam? Além de se encontrar com os outros é claro... Imagino que um gerente vá nos encontrar, mas creio que até lá pode ser interessante conseguir armas, posso ver pelas mãos de vocês que como eu não são de preferir socos e pontapés, ou estou enganado?” terminou, cuspindo o palito de dentes cuja ponta mastigava no chão, pegando um outro na sequência.

Se algum momento o insultassem ele responderia a provocação, não gostava de levar desaforo pra casa, principalmente de um riquinho “Tá achando que tem moral pra ficar de piadinha com um mink? Fica esperto, ou vai engolir os dentes” diria um pouco irritado. Se continuassem ele se levantaria “Então vamos ver babaca, tem coragem?” suas palavras parariam com ele rangendo os dentes com as mãos na mesa.


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MensagemAssunto: Re: Dirty Deeds Done Dirt Cheap   Dirty Deeds Done Dirt Cheap - Página 2 EmptyDom 07 Ago 2016, 15:03

~Uma turma da pesada vai aprontar altas confusões~

                         

                    Johnny não sabia se aquela garotinha era realmente pirada ou se ela realmente tinha algum censo de realidade em algum lugar, sendo que está última possibilidade era a que o Joestar esperava ser verdade, pois não sabia o que iria acontecer se trabalhasse com uma louca. Observou o rosto corado da garota ao o ver, de causa para ele desconhecida, então julgou ser apenas mais um delírio da pequena garota. -Ah! Um incubus! - Exclamava a garota, para a surpresa do loiro. “Espere aí, incubus não seria o nome de um demônio/criatura das trevas? Do que essa garota está falando e o que ela quer dizer com isso?” - Pensava, mas resolvera manter tais palavras em sua mente, pois poderia deixar questões pessoais para outro momento.
                    -Pra-prazer! - A menina gaguejava, revelando ser tímida e estar envergonhada, já que o bar todo meio que estava prestando atenção nos três estranhos. -Me-meu nome é… Belphegor… Addams… Psycho… É a sua vez… - “Addams?” - Questionava em seus pensamentos tal nome, pois lhe parecia familiar. Pôs a mão no queixo enquanto tentava se lembrar: “ Hmm… Ah, seria aquela família de coveiros do East Blue? Durante o enterro do meu pai, eu me lembro de ter ouvido falar desse nome em algum momento.... Mas acho melhor não perguntar sobre isso agora. ‘’ E então Johnny notou um detalhe no que ela disse: -Psycho? - Sem perceber, deixara sair a pergunta de sua boca. Para sua surpresa, uma voz que parecia sair do além, porém estranhamente tendo como origem a pequena Belphegor: -É? Pra quê? Vai tudo morrer mesmo! Ah? Não quero… Para de fazer cara feia! Aff! Oi… Meu nome é Psychopath e eu sou um psicopata. Faz alguns anos que eu não mato, mas estou disposto a mudar isso. Começando por vocês! Mwahahaha... Arg!
              Johnny não poderia deixar estar confuso e um pouco assustado, mas acharia melhor não perguntar sobre. Caso o mink Jafar perguntasse e recebesse uma resposta rude, o que era provável, riria enquanto tamparia a boca com a mão.  -Vocês… Lorde Baphomet, Senhor Incubus, vocês receberam alguma ordem da Senhora Kumo? - Perguntava Bel, estranhamente referindo-se aos dois por meio de nomes de criaturas das trevas. Então Johnny pôs-se a dizer o que sabia: -Apenas recebi uma carta da Aranha, ou de um de nossos superiores, que eu deveria me encontrar com outras pessoas que se reuniriam neste bar. Quanto ao que fazer em seguida, não tenho a mínima ideia. - Diria em um tom sincero.

              Após a sugestão de Jafar sobre ir em busca de equipamentos e armas, Johnny concordaria: - Acho uma ótima ideia. Não saberemos no que iremos nos meter, então é melhor nos armarmos o quanto antes, por precaução. - Após uma pausa, e movido pela curiosidade, o loiro perguntaria: -Então, com que tipo de armas vocês lutam? Tirando os chifres, é claro. - Essa última sentença sairia em forma de deboche, pois Johnny queria se divertir um pouco. Sabendo que provavelmente tal fala causaria em uma luta, veria os dois se preparando para o combate, e então, pensaria rapidamente em uma estratégia.
            Caso Jafar, seu foco principal, utilizasse de seus chifres para atacá-lo, rapidamente colocaria as mãos na mesa, a levantaria e a direcionaria em direção do caprino, fazendo dela um escudo. Quando Jafar o atacasse com seus chifres, independente se os chifres acabassem ficando fincados na mesa ou não, chutaria a mesa que estaria segurando, empurrando Jafar junto com ela e provavelmente o fazendo cair no chão.

            Para Bel, por mais que estivesse a subestimando, levaria em conta sua servidão à Aranha, mas então levaria também em conta seu tamanho e sua posição como criança. Então rapidamente, usaria de suas pernas para bloquear quaisquer golpes, e então daria uma palmada de mão aberta em seu nariz, para causar um pequeno atordoamento e dor. Então, Johnny ficaria atento à quaisquer ações dos dois. Caso a luta terminasse ali ou ela não acontecesse para início de conversa e ele apenas tivesse irritado Jafar, Johnny pediria desculpas: -Foi mal, acontece que eu estive meio estressado esses dias e estava louco para desestressar isso em alguém. Me desculpe. - Falaria sinceramente, olhando nos olhos de Jafar.

     
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MensagemAssunto: Re: Dirty Deeds Done Dirt Cheap   Dirty Deeds Done Dirt Cheap - Página 2 EmptyDom 28 Ago 2016, 15:23


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Narração




   
   Algo que não tiveram sucesso em fazer foi serem discretos, a atenção que atraiam era cada vez maior a cada segundo que se passava. Por incrível que pareça, a risada frenética do caprino foi motivo de alguma parte do bar parar de prestar atenção em um grupo alheio, "Só são algumas bestas bêbadas", chegaram a esta conclusão.

  Belphegor tinha iniciado a conversa sobre ordens e notava-se que se provocar talvez fosse o melhor que o grupo fazia, Jafar concluiu sua sensata ideia de procurar algum tipo de equipamento com um pequeno deboche em cima da menina-demônio que acabou optando por não fazer muita coisa já que não foi puxado uma briga em si. Porém não é de se dizer o mesmo de Jafar e Johnny, quando o nobre Joestar terminou sua apresentação e debochou de ambos mesmo que de forma leve, o caprino não acabou levando muito na esportiva, lançava algumas palavras cheias de raiva enquanto o bar todo voltava novamente sua atenção para eles, o silêncio dominava o local agora enquanto só se ouviam as palavras ultimas palavras de Jafar:

- "Então vamos ver babaca, tem coragem?"

 Subitamente chegou na mesa um homem grande, tinha em cerca de 2 metros de altura e uma aparência totalmente sinistra, com um lindo avental rosa florido, em sua mão ele tinha uma toalha e um copo, o copo já estava seco mas o homem achava que adicionava moral quando tinha que lidar com esse tipo de assunto. O brutamontes então pigarreou e falou:

- "Senhores, é com muita honra e alegria que eu lhes trago uma promoção especial para pessoas que ficam causando confusão em nosso estabelecimento, convido os senhores a se retirarem." - O homem deu uma pequena pausa e riu sozinho de sua piada, tinha ensaiado ela minutos antes - "Se fosse qualquer dia eu até deixaria os senhores continuarem mas o chefe está aqui, então quero que tudo saia perfeito, vocês me ajudariam, sim?"

 O homem parecia forte, mas se os três resolvessem partir para cima do homem, ele talvez conseguisse ser derrotado com facilidade, era só um garçom fazendo seu trabalho afinal de contas, quando terminou sua frase, tinha um sorriso simpático no rosto e até um pouco contagiante.


Veja aqui a minha [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] - [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]  


OFF:
 

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"Falas"
"Falas de outras pessoas"
Pensamentos

Makenai yuuki. Watashitachi wa ima wo tanoshimou

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MensagemAssunto: Re: Dirty Deeds Done Dirt Cheap   Dirty Deeds Done Dirt Cheap - Página 2 EmptyQua 31 Ago 2016, 02:07




4 - Uma altura assustadora

Antes que Belphegor conseguisse arranjar algum motivo para ser digna de entrar no combate e dessa forma no grupo, uma sombra nefasta desceu sobre eles. Um pigarro foi o suficiente para que Belphegor saltasse em sua cadeira e se voltasse com os olhos arregalados.

Puta que pariu…! — engasgava Psycho enquanto Belphegor ficava obviamente boquiaberta, seguindo o corpo do homem até achar sua cabeça, fascinada por sua altura.

Senhores, é com muita honra e alegria que eu lhes trago uma promoção especial…

Mas Belphegor não estaria ouvindo, impulsivamente ela se levantaria de sua cadeira parando ao lado do homem tentando ficar o mais reta possível. Séria, ela colocaria a mão sobre sua cabeça para então a deslocar na direção do homem de forma a ver sua altura comparada a dele. Obviamente o homem era muito, mas muito maior que Belphegor.

Mortal, como você é alto!! — então ela voltaria-se para Baphomet e o Incubus mesmo que eles não estivessem prestando atenção nela — Ele é alto, não é??? Mortal, você é meio gigante??

Quando ouvisse a palavra “chefe” a atitude dela mudaria completamente.

Chefe??? Chefe do Submundo? Chefe da Profundezas? Lúcifer?? — engasgaria para então bater uma mão na outra em sinal de entendimento e em seguida apontar para o homem. — O Gerente?!

Talvez o homem a achasse confusa, mas sair agora não era uma opção, afinal, ele poderia ser o homem que procuravam.

Podemos vê-lo??? Por favor, por favorzinho??? Eu juro pelas chamas do inferno que vou me comportar! Por favor!!

Aff, era só o que me faltava… — se Psycho tivesse olhos ele os estaria revirando agora, infelizmente ser imaterial tem essas desvantagens.

Caso o homem de alguma forma concordasse em mostrar o tal chefe, ou esse fosse até eles, os olhos de Belphegor brilhariam enquanto procuravam algo de sobrenatural no desconhecido. Por fim ela perguntaria em voz alta:

É você, mortal?? O gerente que a Aranha mandou?

Hoje poderia ser o dia de sorte de Belphegor e o desconhecido fosse realmente o gerente da aranha. Tendo uma confirmação, ela sorriria macabramente para alguns, mas alegre para outros:

O trabalho?? Qual é o trabalho????

Se algum momento ela fosse interrompida suas bochechas corariam enquanto seus olhos se abaixariam tímidos. “Mas temos que achar o gerente…” Em sua lógica infantil se está procurando algo, o melhor é sempre procurar abertamente.

Entretanto talvez a conversa não fosse ir muito bem. Afinal, se o atendente resolvesse que não iria colaborar, os olhos vermelhos dos Addams nele se fixariam numa atitude obviamente hostil. Ela finalmente encontrara seus tão sonhados colegas de equipe, não podia deixar que a Aranha achasse que ela não era boa o suficiente e a tirasse do grupo só porquê não conseguira falar com o gerente. A partir de agora ela teria que achar mais e mais formas de ser útil, ou se não ela seria facilmente descartada.

Não nos impeça, Mortal…

Você não ouviu a menina? — ressoaria a voz de Psycho ameaçadora — Saia do meu caminho antes que eu mude de ideia.

É lógico que isso era uma ameaça vazia. O que uma menina de menos de um metro e meio poderia fazer contra um homem daquele tamanho sem uma arma? A não ser que sua arma fosse sua própria mente.

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MensagemAssunto: Re: Dirty Deeds Done Dirt Cheap   Dirty Deeds Done Dirt Cheap - Página 2 EmptyQua 31 Ago 2016, 22:58

OBS: To com pouca net, entao vai com formataçao ruim e tenho varias provas na faculdade essa semana, logo, vai post curtinho... nos proximos pego no tranco!
OBS²: prazer novo narrador ^^

O bode trancou a mandíbula, seus punhos estavam fechados contra a mesa e seus olhos olhavam de cima a baixo para o riquinho esnobe, mas não era mais ele que o irritava, era o tal homem gigante olhando pra ele como se fosse superior. Se ele tivesse com seu arco não hesitaria em desafiar o tal homem também. Se jogou na cadeira cruzando os cascos a sua frente – Perdão, mas o riquinho foi um tanto racista, deve entender que meu povo já sofreu muito na mão desse tipo de gente. Bodes perdem a cabeça fácil... – Falou como se nada tivesse acontecido, não havia na verdade, era comum ele ter aquele tipo de acesso de raiva as vezes, mas é mais da boca pra fora que qualquer coisa – A gente vai ter muito tempo junto pra eu faze-lo engolir os dentes... Foi até bom que assim chamamos a sua atenção, eu estava morrÉEEEEEndo de fome, tem algum prato vegetariano pra mim aqui? (Leia como se fosse um BÉEEEEE)

O bode tentava ignorar o que o loiro falava, quanto a pequenina ele observava os gracejos (um tanto macabros) que ela fazia para o homem, chegava a rir com o canto da boca daquela inocência infantil que ela estampava quando não falava de morte ou demônios até que... –Gerente? - repetiria se ela falasse, correndo para perto dela torcendo para que a garota não continuasse. Se ela ousasse a falar algo sobre a aranha chegaria perto e diria no ouvido dela – Menininha, a Dama Maldita não gosta que falem dela abertamente, se continuar falando assim dela você vai acabar matando todos nos sabe?... – É, contudo, verdade que se o homem concordasse e o tal chefe fosse o gerente da aranha Jafar iria até ele junto da pequena.

Se o homem decidisse joga-lo para fora do bar tentaria ao máximo segurar sua ira, não queria problemas, e sair “tranquilamente” do estabelecimento, apenas xingando o lugar de todos os nomes que soubesse, chutando mesa ou outra no máximo.

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MensagemAssunto: Re: Dirty Deeds Done Dirt Cheap   Dirty Deeds Done Dirt Cheap - Página 2 EmptyQui 01 Set 2016, 00:25

Johnny estava se divertindo com a situação. Fazia um bom tempo que não aliviava o seu estresse brincando com alguém, por mais que as consequências fossem duvidosas. Porém, o loiro estranhamente, mesmo para ele, mantinha um interesse em trocar golpes com o caprino de natureza irritada. Sempre foi calmo, mas de alguma forma, gostou da ideia de brigar com ele, mas naquele momento, decidiu que os desentendimentos seriam deixada para mais tarde.

         A presença daquele homem era irritante, parecia que seus olhos direcionados para baixo e seu jeito de falar tinham um jeito de desprezo e indiferença, algo que Johnny repudiava nas outras pessoas. Ao ouvir de Jafar palavras que o insultavam de “racista” e “riquinho”, se defendia, mas de forma como se não se importasse: -Não tenho nada contra sua “raça”, apenas achei seu temperamento divertido e resolvi te provocar. E “riquinho” é a coisa que eu menos sou, já que sou um completo pobretão. - Queria proferir “por enquanto” no final de sua frase, mas não queria se expor muito. Quando o grandalhão riu da própria piada, o garoto queria cuspir no chão de tamanho desgosto, mas a situação não permitia. O que fez o loiro relaxar foram os trejeitos da pequena garota, por mais que fossem de certa forma assustadores, davam um ar cômico ao momento. Por um momento, os lábios de Johnny assumiram a forma de um pequeno sorriso, como se estivesse prestes a soltar uma gargalhada.

            Ao ouvir o garçom falar em “chefe”, se espantou com tal informação. Vendo a reação de Belphegor quanto a tal comentário, tentou se aproximar dela para avisá-la, mas viu que o caprino já havia feito o que o loiro pretendia fazer. Era apenas uma hipótese, mas esse “chefe”, poderia ser quem os três estão procurando, e todos já haviam pensado em tal hipótese. Jafar a esta altura havia proferido algumas palavras falando que ia “acabar” com Johnny, o que apenas deixou o mesmo soltar uma pequena risada de divertimento. O garoto não sabia se esse seu comportamento estranho era algo proveniente do fato de esta ser sua primeira vez com colegas de trabalho, mas preferiu pensar assim.
             Para a surpresa de Johnny, Bel disse diretamente o que queríamos: ver esse tal de chefe. Não era de se estranhar uma criança falar tão na cara dura o que quer, mas a seriedade parecia ter desaparecido com tal comentário. O loiro aproveitaria a chance e resolveu reforçar o que a garotinha havia falado: - Nos deixe falar com seu chefe, por favor. Queremos tratar de negócios com ele. - Tentou falar no tom mais belo que sua voz poderia chegar, olhando fixamente para os olhos do grandalhão, afim de mostrar a seriedade.

         Se o mesmo recusasse, acharia melhor sair do bar, esperando seus colegas de trabalho e observando o que iam fazer. Se Jafar se irrita-se e desse “a louca”, tentaria acalmá-lo, por mais que Johnny não tivesse em um bom relacionamento de “companheirismo” para fazer isto, então como contra-medida, prestaria atenção para não ser envolvido no “furacão” que seria o caprino em tal momento. Se de alguma forma um dos dois resolvessem brigar com o garçom, tentaria mostrar aos seus companheiros que não valia a pena brigar: -Não vamos conseguir nada brigando com esse cara, vamos embora e pensar em algo depois. Vai ser perda de tempo e talvez uma perda de uns bons dentes. - Falaria de forma séria e direta.

 
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