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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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MensagemAssunto: Dirty Deeds Done Dirt Cheap   Dirty Deeds Done Dirt Cheap EmptyDom 10 Jul 2016, 02:22

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Aqui ocorrerá a aventura dos(as) Civis Belphegor Addams, Jafar Gogoat e Johnny Joestar. A qual não possui narrador definido.


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~Fala~
~Pensamento~

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Sabe por que caímos?
Para aprendermos a levantar.
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MensagemAssunto: Re: Dirty Deeds Done Dirt Cheap   Dirty Deeds Done Dirt Cheap EmptySex 15 Jul 2016, 09:00

Não era assim que eu pensava que seria a minha vida aos 21 anos de idade. Em meus dias de criança, pensava que estaria  estudando ou trabalhando em um grande escritório seja lá do que fosse durante esta idade. Não que eu pensasse que as coisas fossem ser uma maravilha e tudo ocorreria bem, mas não esperava que estaria em uma situação onde me encontrasse abandonado pela minha própria madrasta, que se sentia inútil por ser incapaz de gerar herdeiros, ao mesmo tempo que tinha ódio de mim, já que eu era fruto de uma relação extraconjugal de seu marido, meu pai, e outra mulher. E eu ouvi dizer que anos depois ela acabou falindo a família Joestar e tinha levado a fortuna junto. O paradeiro é desconhecido, não que eu me importasse com ela.
              Ela nunca demonstrou amor por mim, nem ao menos de forma superficial, algo que eu entenderia, já que é algo difícil ter amor por um filho que não é seu nessas condições. Sempre me olhara com um olhar frio e indiferente, que causava feridas em minha alma e mente. Aonde quer que ela esteja, acredito que ela não esteja indo bem.


            Deixando isso de lado, é a primeira vez que eu ponho os pés em outra ilha, dá até para sentir uma atmosfera diferente comparado com a minha ilha natal. O ar parece não ser tão enjoativo quanto ao de Centaurea, mas acho que logo se tornará, pois é questão de costume. Falando nisso, não sei sobre o que esse serviço será, mas sinto que será que o diferenciará bastante daqueles que eu fiz anteriormente. Algo que o fará parecer mais perigoso e difícil dos demais.
            Porém, devo me esforçar para deixar uma boa impressão durante essa missão, independente do que for, já que meu futuro no negócio poderá mudar. Quero chegar ao topo do jeito mais efetivo possível, e trabalhando para A Aranha, poderei cumprir tal objetivo. Falando nela, até hoje a figura dela me transmite medo e uma atração incompreensível.
               Só de se olhar nos olhos dela pode-se sentir verdadeiramente e contraditoriamente tais sensações. Ela é totalmente imprevisível. Quando anda em sua direção, você fica com um nó na garganta, pois não sabe se ela vai lhe fincar uma faca na garganta ou simplesmente falar com você. Ela possui aquela atmosfera de inalcançável, mas algo te faz querer saber quem ela é e de estranhamente seguí-la.
           
                Entretanto, devo voltar minha atenção para meu objetivo atual: seguindo as ordens da “patroa”, devo ir para um bar, na qual eu não recebi qualquer informação sobre, onde devo me encontrar com outras pessoas. O tipo de serviço que devemos fazer permanece desconhecido, mas me pergunto que tipo de pessoas seriam essas? Seriam subordinados já veteranos da Aranha? Ou subordinados que assim como eu, estão em uma posição baixa na hierarquia? Apostaria na segunda opção, pois seria a mais provável, já que não colocariam um “novato” entre pessoas mais experientes na “organização”. Enfim, preciso ver onde tal lugar fica, mas antes disso, preciso arranjar uma arma para casos de perigo. Pode ser clichê, mas é melhor prevenir do que remediar.  Não acho que vamos realmente nos encontrar em um bar, levando em conta que é um ambiente com probabilidades de sermos ouvidos por alguém, então o “organizador” dessa reunião deve ter pensado em algo.
              Perceberia que eu teria dado apenas alguns passos do navio que havia me dado carona, algo que me é comum, já que por muitas vezes meus pensamentos fazem com que a minha noção de tempo passe devagar. É até de certa forma algo bom, já que dificilmente fico entediado, desde que eu tenha um assunto para discutir em minha mente. Andaria pela rua observando as casas, prestando atenção nas fachadas de estabelecimentos, afim de ver se eu já não encontro uma loja de armas ou o bar, porém não me distanciaria tanto do porto, já que não quero me perder. Em contramedida disso, tentaria ao máximo decorar o caminho que fiz, usando pontos de referência para facilitar o processo.


                 Se eu não achasse nada nesses poucos minutos de caminhada, perguntaria à qualquer pessoa, dando preferência a mulheres e crianças: -Olá! Poderia me dizer se pelas proximidades há algum bar? Se houver mais de um, agradeceria se os citasse. -Falaria de forma amigável e educada. Independente da resposta, perguntaria outra coisa: -Hmm. Você poderia me dizer se também há alguma loja de armas por perto? - Olharia nos olhos da pessoa abordada por mim e aguardaria a resposta pacientemente.Independente se soubesse ou não, agradeceria:  -Obrigado pela atenção. Tenha um bom dia. - E seguiria as instruções, tomando cuidado no meio do caminho e indo de preferência para a loja de armas primeiro. Caso não soubesse responder alguma destas informações, perguntaria para outra pessoa e repetiria o processo.
                   Chegando na loja de armas, observaria se o balconista estaria ali, caso não, esperaria por sua chegada. Assim que o visse, perguntaria: -Olá. Gostaria de saber quanto vale o revólver e uma caixa de munições. - Caso ele me desse um orçamento de no máximo 50.000 berries, que é o que eu tenho, aceitaria a oferta: -Aceito. Aqui está o dinheiro.- Forneceria a quantidade que estaria no meu bolso, dando o dinheiro em mãos para o atendente, pegaria a arma e munição e sairia dali.
                     
                   Como eu não tenho um coldre, guardaria o revólver na parte direita da minha calça, coberto pela minha camisa, para não chamar atenção. Agora, munido com algo que possa me proteger, me aventuraria ainda mais longe pela cidade, indo em direção ao bar.
                    Próximo ao bar, prestaria atenção em qualquer movimentação estranha pelas ruas, afim de checar que não estava sendo seguido. Adentraria no bar, olharia em volta, se não havia ninguém suspeito, caso não, sairia e daria uma volta pelas ruas, afim de ver se não haveria outro bar. Se houvesse alguém suspeito(que parecesse alguém envolvido com a Aranha), ficaria em um canto e esperaria por qualquer ação desta pessoa como aproximação. Tentaria ver se houvesse mais pessoas por ali, já que fui comunicado que haveriam companheiros por ali. Não tentaria fazer nada, já que não teria certeza, apenas esperaria por qualquer comunicado.


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MensagemAssunto: Re: Dirty Deeds Done Dirt Cheap   Dirty Deeds Done Dirt Cheap EmptySex 15 Jul 2016, 14:22

1 Como encontrar uma loja
da forma mais ineficiente possível.

 
O caprino tamborilava a perna direita com os dedos indicador e médio, eram os dedos da flecha, e Deus sabia o quanto ele queria colocar uma flecha entre os olhos daqueles homens de antes, sua mão esquerda carregava seu arco, deveria ao menos, apertou o punho notando que não estava mais com arma alguma, nunca gostou muito daquele (até aquele dia especifico), ele não era certo, não tinha a maleabilidade certa, era um reserva que se tornou oficial, mas agora não se sentia confortável sem um arco.

...

A história do arco é bem comum, ele foi um cedro um dia (ele acha, nunca soube muito bem o nome de outras arvores então supôs que era um cedro) e depois foi transformado naquela arma de guerra, tinha muita emoção com seu primeiro dono, foi passado depois para um segundo dono, depois deixado encostado em um barco até que Jafar o pegou 4 meses atrás, eles viajaram juntos, pode se dizer que com ele que o arco viu ainda mais emoção,  até um dia fatídico (hoje) quando o caprino o usou como um taco de baseball pra acertar a cabeça de um bêbado com quem arranjou uma briga no barco em que estavam e acabou quebrando a arma em mais pedaços do que os dedos poderiam contar. O arco estava orgulhoso com seu fim, e ficou ainda mais feliz quando o caprino deu o que sobrou dele para um cão no píer, o arco já estava cansado de lutar, agora ele queria trazer alegria para o seu novo dono.

...


Já tinha passado tempo desde que o arqueiro se despediu de seu último arco e estava se sentindo nu sem um (mas não estava realmente nu se você estiver curioso com isso), procurava uma loja de armas, da forma menos eficiente possível, tentativa e erro. Não era totalmente uma tentativa e erro na realidade, eram mais como chutes com um pouco de raciocínio. Trataria primeiro de achar o centro, não podia ser difícil, centros são feitos para serem achados se não qual o propósito? Se não fosse parar em outra ilha tinha quase certeza que em alguma hora encontraria, e quando encontrasse seria simples, era apenas olhar pelo centro até encontrar algum local que parecesse vender armas, geralmente lojas falam o que vendem, ele contava com isso (ele contava com muitas coisas para não desistir de seu orgulho e ter que perguntar onde era a maldita loja).

Se (na cabeça de Jafar era um quando e não um se) encontrasse entraria, mesmo que suado, com um sorriso no rosto “Então meu caro, tem material para um arqueiro?” diria diretamente para o atendente sem se preocupar se havia fila ou não, pouco se importando se havia atendente ou não na realidade, mas se houvesse ele se asseguraria que a pessoa o ouviria. Se a pessoa vendesse arcos ele dispararia “Me veja um arco, uma aljava e se possível um desconto... por sinal quanto é?” e se pudesse pagar deixaria um saquinho com o dinheiro no balcão, saindo pela porta em seguida. Se a pessoa não vendesse apenas comentaria “Pena, são bem mais confiáveis que essas pistolas que amam tanto” e sairia da mesma forma voltando a procurar.
Esperava conseguir achar o lugar antes do fim do horário comercial, seria chato procurar um local pra dormir antes mesmo de se armar.

A melhor parte de se perder, de andar por vários lugares é que conheceria o terreno, aquela ilha, e nela ele poderia encontrar a “teia” a marca que os funcionários da aranha tendiam a colocar em seus pontos de encontro, ao menos na maioria das vezes. Se ele a visse saberia, é provável, já vira tantas vezes que já era quase parte de seus olhos sempre inquietos.

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Última edição por Jafar em Sab 16 Jul 2016, 15:34, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Dirty Deeds Done Dirt Cheap   Dirty Deeds Done Dirt Cheap EmptySex 15 Jul 2016, 14:28




1 - Um começo assustador

Havia algo de muito estranho, mas aqueles que eram intrigados pelo som demoraram para perceber. Não era estridente ou desagradável por sua melodia, talvez a forma como era executado é que gelava o ar ao seu redor.

Na figura pequena poderia ter sido algo bonito, ou melhor, “fofo” era como se diria um riso de uma criança naquela idade, mas ainda assim, havia algo de muito, muito errado naquilo.

Talvez seja como ela ria. Continuo e de certa forma para dentro, como se ela risse para si mesma sem nenhum motivo aparente. Não ajudava que sua face fosse oculta pelas sombras de um capuz disforme, mas as asas, não tinha como ocultar as asas…

Cala boca, inferno! — interrompia uma voz máscula e até um pouco carismática, acostumada a dar ordens. — Já chega! E me tire daqui!

Se alguém ouvisse poderia ficar confuso, procurando por quem é que falava com a menina de forma tão rude. Entretanto não encontrariam ninguém que se não a própria menina que pararia de andar como se alguém fisicamente a impedisse.

Aquiete-se nas sombras, Psycho. — a voz da menina era doce e de um tom autoritário.

Sombras? Preciso de um corpo! Não aguento ficar aqui! Me arranje um corpo!

A menina parecia contrariada, mas não havia nada que pudesse fazer, afinal, perdera o corpo de Psycho durante a viagem, junto com sua foice. De acordo com a tripulação, só levar ela já era o suficiente para lhes dar pesadelos. Por fim, foice e boneco ficaram com a tripulação.

Quem você acha que manda aqui? Você? — gritava a voz masculina com a menina. — Não vai fazer nada? Pff… Beleza, pelo menos me arranje uma arma, assim não tenho que ficar aqui!

A menina voltava a andar, olhando para os lados parecendo procurar algo, continuava retraída, como se vigiada, provavelmente por aquele com quem falava.

Mas porque você quer comprar uma arma? — a voz dela era despretensiosa, distraída em seu caminhar.

Para fazer amigos… — responderia com uma voz igualmente distraída, a menina daria um sorriso gentil enquanto concordava com a cabeça, quando é abruptamente interrompida por Psycho. — Para matar pessoas, sua idiota! Amigos… Pfff… Quem precisa de amigos!

Pelo súbito assalto da entidade, a menina ficou boquiaberta, encarando o vazio a sua frente com espanto. Ela tentava articular as palavras, mas sua boca só abria e fechava e nada saía. Era muito para se falar, mas tudo o que conseguiu dizer foi:

Não podemos matar pessoas, Psycho... Se as matamos vamos saber do que elas morreram! Assim perde toda a graça! E de qualquer forma, não podemos matar as pessoas com quem vamos nos encontrar!

Bateria os pés decidida. Seus olhos brilharam por um vislumbre do seu futuro: Sua nova equipe, composta por servos das trevas como ela. Que futuro esplêndido! Mas Psycho não poderia desistir, afinal, se não ele não seria Psycho e infelizmente ele ainda não sabia como matar pessoas com suas próprias mãos.

E se eles forem perigosos? Cavaleiros do Satã não hesitariam em sacrificar uma virgem para seu mestre! — A menina novamente riu, perdida em seus pensamentos. — Belphegor!

Você acha que eles seriam o tipo de pessoas que sacrificam virgens?? — os olhos dela brilhavam em empolgação, não adiantaria seguir essa linha de pensamento com ela. Psycho teria que pensar em algo melhor.

E se eles quiserem testar a sua força? Sem uma arma você vai ser inútil! Eles não vão querer ser amigos de uma pessoa fraca!

A menina encarou novamente o vazio chocada. “Rá!” riu Psycho perante sua vitória. O que ele tinha que fazer para conseguir matar pessoas… Tsc tsc… Como se os cães do inferno a perseguissem, Belphegor começou a correr a procura de uma loja onde pudesse comprar sua arma, suas asas agitadas as suas costas, com se quisessem a fazer voar até seu destino.

Se depois de correr por muito tempo nada encontrasse, ela seria obrigada a perguntar a alguém, lógico, se houvesse alguém para perguntar. Do contrário ela seria obrigada a procurar por alguém ou alguma loja ou estabelecimento onde ela pudesse encontrar almas mortai… Aham… Pessoas. Vivas, de preferência.

Com licença, mortal… — perguntaria ela tímida, tentando esconder sua face um tanto corada na sombra de seu capuz. — Você saberia onde tem uma loja de instrumentos da morte?

Se tudo desse certo, e não saíssem xingando, gritando ou qualquer coisa, algo comum para um Addams, ela poderia ter uma direção. Com ela, ela poderia seguir para a loja cantando uma versão mais macabra de London Bridge.

Obrigada, mortal…

Encontrada tal loja, ela prontamente olharia curiosa cada uma das armas que estivessem no alcance de sua visão, nenhuma de seu conhecimento que se não a velha foice que aprendera manejar com seus pais. Era por ela que procuraria com os olhos faiscando vermelhos.

Senhor(a), você teria a arma dos anjos da morte? — ainda mais empolgada, mas numa voz bem baixa — Uma foice??

Ela poderia encontrar resistência, afinal, quem venderia uma arma para uma criança? Pegando com as mãos um pouco trêmulas o dinheiro, ela ofereceria tudo o que tinha.

O que posso comprar com isso?

Puta que pariu, Belphegor! A gente quer uma foice ou algo parecido. Tem uma aí? — Psycho não estava nada contente. — Foice, sabe o que é uma foice? Eu não tenho o dia inteiro! — com uma arma em mãos Psycho a possuiria todo satisfeito. — Agora sim, ai, delicia! Pronto, podemos matar alguém agora.

Psycho!

Tá, matar não… Fazer amigos. MwaHAHAHAHAHA

Com uma careta nos lábios, Belphegor Addams sairia sem saber muito o que fazer. Afinal, nunca antes ela contatara a Aranha, ela sempre era comunicada. Estando em Briss Kingdom, ela já havia feito tudo que lhe pediram.

Alguma ideia, Psycho?

Não, nenhuma.

Andando um pouco sem rumo, ela procurava um sinal, qualquer sinal mesmo que estivesse na direção certa. Mas se o tempo passasse e nada aparecesse, era melhor se sentar um pouco e tentar lembrar de algum lugar onde ela pudesse passar a noite.

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Última edição por Lince em Ter 19 Jul 2016, 21:19, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Dirty Deeds Done Dirt Cheap   Dirty Deeds Done Dirt Cheap EmptySex 15 Jul 2016, 15:19

NARRAÇÃO

O clima é sempre agradável naquela pequena ilha, afinal, ela é rodeada de árvores, o que faz o clima nas ruas ficar bem agradável, com a luz do sol e uma brisa deliciosa que lava o rosto de todos que estão localizados ali. Além disso, as ruas estavam com o movimento comum, tendo até que um número considerável de pessoas na rua. Talvez as pessoas estivessem trabalhando, diferente dos três vagabundos ali.

Johny estava desembarcando, andava dois passos e parava para pensar. Um dos rapazes que estava no barco que lhe deu carona até perguntou para outro qualquer: “Esse cara tá drogado?”. Bem, entre um devaneio e outro, ele avançava lentamente. Aos poucos, ele encontrou um bar, chamado “Brissbidass”. Ao certo, ela difícil de entender, mas parecia um trocadilho de mau gosto entre o nome da ilha e bebidas. O representante da família Joestar adentra o local e... “BANG!”. Chegou ao pior pulgueiro da ilha. Todos ali pareciam possíveis representantes da aranha. Então, ele apenas se dirigiu ao canto do bar e ficou aguardando ali.

Jafar... Ah, o Jafar... Aquele Caprino, de cabeça dura. Bem, talvez ele tivesse batido tanto a cabeça que ele teve alguns “probleminhas”. Bem, ele certamente ele é o mais burro do trio. Ao invés de questionar as pessoas ou obter informações, ele foi a TODAS as lojas que pareciam vender armas (aproximadamente umas 12 ou 13). Ao sair dos estabelecimentos, algumas pessoas riam, pois se fosse observado bem atentamente, era possível perceber a diferença entre tal estabelecimento e uma loja de armas. E para se ajudar, ele acaba por entrar no mesmo bar em que Johny estava. Os dois podem ver claramente um ao outro, para caso A Aranha tenha dado alguma descrição física. Ele repetiu as suas perguntas, mas foi ignorado, pois eles acharam que era mais algum bêbado com “gracinhas”.

Agora a garota. Ela encontrou um rapaz, um tanto quanto alterado. Bem, no caso, ele estava bêbado mesmo. Ele indica a direção do bar, afinal, era a única coisa que ele poderia apontar naquele momento de decadência. Entrando lá, ela poderia observar claramente que não era uma loja de armas, mas pôde ouvir Jafar perguntando sobre armas também. Então, provavelmente, como não estava muito habituada à aquilo tudo, perguntou também. O que fez o atendente ficar bem irritado.

- Mas que porra! Quem é o engraçadinho que mandou vocês aqui?! – O bar faz silêncio por um instante, ficando fácil de um identificar o outro caso “A Aranha” fosse citada.

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É isso mesmo, Convidado, eu voltei.

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MensagemAssunto: Re: Dirty Deeds Done Dirt Cheap   Dirty Deeds Done Dirt Cheap EmptyTer 19 Jul 2016, 21:06




2 - Um bar assustador


Mas que porra! Quem é o engraçadinho que mandou vocês aqui?!

Ela respirou fundo, duas, três vezes, mas não funcionou.

Ai, merda… — Reclamou Psycho, mas o estrago já estava feito.

As lágrimas escorriam numa velocidade surpreendente enquanto a boca abria e fechava deixando escapar alguns soluços enquanto ela buscava desesperadamente por ar, fôlego para obviamente continuar chorando.

Eu só… Eu só… Tenho que conseguir uma arma, se não… se não… Eles não vão me aceitar no grupo!!! Vocêtemquemeajudar! — os olhos suplicantes mudavam para fúria. — Minha alma… Minha alma depende disso!!

Como se todas as forças se esvaíssem de seu corpo ela abaixava a cabeça, deixando que seu capuz a protegesse dos olhares alheios enquanto ela pensava em seu próprio infortúnio.

Um sacrifício… Um sacrifício será necessário para dizer o caminho…   — Balbuciava enquanto começava a contar nos dedos as almas que teria que levar. — Quem seria bom invocar… Talvez seja melhor um deus? São Longuinho, ele é um santo… Mas não é como se eu tivesse perdido eles… Baphomet… A DONA ARANHA ME MANDOU O BAPHOMET???

Ela encararia descaradamente o rabo do caprino que havia entrado antes dela. “Meu parceiro das trevas! Tem que ser ele!” Os olhos de Belphegor brilhavam, Baphomet era definitivamente alguém que a Aranha escolheria para fazer parte da equipe com Belphegor. Excitada ela olharia para ele de cima a baixo, as lágrimas somente uma lembrança em seu rosto.

É… Acho que ela te conhece até, a Aranha. — Psycho parecia um pouco incrédulo — E eu achando que ela só estava te mandando para ser sacrificada…

“O outro também pode estar aqui! Quem será? Asmodeus, Beelzebub... Lúcifer???” Procuraria ela excitada com o olhar pelo ambiente, procurando alguém que batesse com uma das descrições mirabolantes de seus livros. Se alguém comum aparecesse ela não poderia deixar de ficar decepcionada, mas cumprimentaria com um sorriso excitado.

Prazer, seres viventes! Meu nome é Belphegor Addams e perseguirei a alma de vocês até o inferno!!

O sorriso poderia ser considerado psicótico, mas a verdade era que Belphegor Addams estava profundamente feliz.

valeu [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] carol!



Objetivos felizes!:
 

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Última edição por Lince em Dom 24 Jul 2016, 23:11, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Dirty Deeds Done Dirt Cheap   Dirty Deeds Done Dirt Cheap EmptyQua 20 Jul 2016, 00:29

2 Prazer
Não olhe para os chifres

 
Fungou o ar, como se sentisse cheiro de gordura no ar, na realidade não sentia absolutamente nada, não se lembrava de ter sentido algum dia, estaria preparado para sair de mais aquele estabelecimento se alguma coisa ali não chamasse a atenção, o barman gritando. Ele gostava de lugares em que o barman gritava, significava que era um lugar em que alguém realmente mandava, se saísse alguma briga grande alguém a pararia antes de uma tragédia... ele já esteve em lugares assim, já o pararam algumas vezes, ele agradece. Os dentes mordiscam o lábio Jafar sorri, ele já tem um lugar pra relaxar depois de conseguir o que quer.

Olhou para a garotinha ao seu lado, pequena, quase meiga, até abrir a boca... suas frases eram bem assustadoras, e a voz grossa que vinha dela mesmo sem abrir a boca também. Não teve medo mas mentiria se dissesse que estava confortável. Uma curiosidade sobre o homem bode, ele não gostava de historias de fantasmas, muito menos de encontrar um pessoalmente.
Menina que
Taparia a boca da pessoa se alguma falasse algo sobre a aranha alto e estivesse perto o suficiente, estava no meio de novatos? SERIO? “Não fale sobre ela a menos que um de “nós” venha até você, entendeu? Garanto que aquela mulher odeia aqueles sem discrição” ele diria baixo, um pouco assustado como se ele mesmo já tivesse cometido esse erro. Ela poderia saber o que nós significava, novatos, mas não havia o que explicar...

Puxaria a pessoa para um canto vazio, uma mesa, e diria baixo “Jafar, prazer... Me responda, foi ela que te mandou?” se houvesse algum tipo de palito de dente na mesa o pegaria e começaria a mastigar o canto enquanto, seus olhos eram inquisitivos, como se quisesse penetrar almas com eles. Jafar comentava “Sim, eu tenho chifres e cascos, agradeceria se olhasse para os meus olhos e não pra eles OK? ENTENDEU? Grato” depois substituiria a cara seria por outra mais simpática “devo imaginar que não estou na presença do gerente, mas de um colega certo?”

Se alguma outra pessoa entrasse na conversa depois ele perguntaria quem a havia mandado e caso fosse outro funcionário da teia o convidaria para sentar, repetindo as frases desde sua apresentação, caso contrário dispararia “Vá beber, esta é uma conversa particular”, se a pessoa não se afastasse ele se levantaria e seria mais enfático “É melhor que você se vire e vá embora, tudo bem “COMPADRE”?”... Esperava que o clima não ficasse tenso demais


Objetivos:
 

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MensagemAssunto: Re: Dirty Deeds Done Dirt Cheap   Dirty Deeds Done Dirt Cheap EmptyQua 20 Jul 2016, 23:40

~Esse trocadilho com o nome do bar foi legal~



Mas que situação desagradável eu me encontro agora… estou cercado de pessoas estranhas, uma mais suspeita que a outra. Estava procurando por pessoas suspeitas que se encaixassem nesse perfil, mas será que eu devo procurar por pessoas que aparentam ser normais? Não, é impossível, e por isso inútil. Todos aqui chamam atenção aqui do seu jeito, mas se eu fosse descrever as que mais me chamam a atenção, pela sua unicidade, são o “chifrudo” e a garotinha.
Seria ela a filha do dono do bar ou algo do gênero? Não, algo me diz que ela não tem qualquer envolvimento com as pessoas que trabalham neste bar. Mas o mais intrigante nela é sua aparência: gótica e assustadora, mas não de caráter monstruoso, até chegando a ser de certa forma adorável. A outra pessoa, hmm... como posso descrever? Era um homem-bode. Sim, um homem com chifres. Eu ouvi falar que existem criaturas humanoides provenientes de alguma ilha da Grand Line na qual eu não me recordo o nome, na qual possuem características humanas misturadas com as de animais. Acredito que o nome da raça seja Mink.


Independente disso, eles estão conversando e parecem recém conhecidos. Não descarto esta possibilidade, mas poderiam ser estes os meus companheiros? Vou me aproximar para ver se eu consigo ouvir melhor.
Me aproximaria calmamente, para não levantar suspeitas, mais para poder ouvir o que eles estavam conversando. Tendo certeza do assunto sendo tratado, se o mesmo tivesse haver com a Aranha, deixaria a abordagem de não levantar suspeitas, andaria em direção aos dois e falaria para os dois sem hesitar, porém em um tom de voz baixo para que pessoas não afiliadas à aranha ouçam: -Olá, meu nome é Johnny. Creio que seremos companheiros de equipe. Prazer em conhecê-los. - Faria uma pausa para caso os dois quisessem se apresentar. Tomaria cuidado com qualquer ação feita por eles, já que não chegaria a confiar nos dois, e também tentaria não mostrar qualquer tipo de ação que mostrasse uma possível inquietude de minha parte.

Prestaria atenção à quaisquer ações deles também, já que qualquer traço de personalidade que eles transmitissem por base dessas pequenas ações daria à mim uma ideia do tipo de pessoas que eles são. Ao presenciar as saudações da garota, olharia nos olhos dela e sorriria com os lábios e quanto a saudação do “chifrudo”. olharia nos olhos, já que seus chifres eram chamativos e ele poderia se irritar com a ação de olhar para eles, e diria naturalmente: -Eae.
No final, olharia para os dois e concluiria: -Acredito que devemos esperar por alguém hierarquicamente superior a nós, já que assim como eu, acho que vocês não obtiveram nenhuma ordem do que deveríamos fazer, não é? - Esperaria pacientemente pela resposta dos dois, além de esperar por essa tal pessoa.

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MensagemAssunto: Re: Dirty Deeds Done Dirt Cheap   Dirty Deeds Done Dirt Cheap EmptyTer 26 Jul 2016, 15:00

Narração


O homem, ao ver a garota chorar, colocou a mão no rosto, tapando a sua face. Ele ia dizer algo, mas ouvi-la palavrear nomes de demônios e ir em direção ao caprino que estava ali, então apenas virou-se para voltar a sua função, murmurando reclamações.

O caprino puxou a garota para o canto, como se fossem dar um amassos... Bem, eles até que combinavam. Ainda mais quando um bêbado se aproximou e foi expulso, sob alegação de “conversa particular”.

O terceiro foi se aproximando e ao que parece, não foi expulso. Se a garota olhasse para os outros caras no bar, eles teriam uma cara pervertida, enquanto observavam o trio que continha dois homens e apenas uma, estranha, mas ainda sim, mulher. Mas enfim, eles ficaram de conversa mole dentro do bar, enquanto o resto das pessoas os observavam, pois fizeram grande alarde no bar.


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É isso mesmo, Convidado, eu voltei.

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MensagemAssunto: Re: Dirty Deeds Done Dirt Cheap   Dirty Deeds Done Dirt Cheap EmptySex 29 Jul 2016, 23:15




3 - Companheiros nada assustadores


Baphomet estava pegando no braço dela! “Kyahhhh!!!” Sufocou o grito na garganta enquanto o encarava pasma. Quando um homem se aproximou, a excitação novamente crescia somente para ser completamente decepcionada. “É esse cara?” Sua euforia ia diminuindo, era somente um bêbado qualquer. Não havia nada de extraordinário nele.

É melhor que você se vire e vá embora, tudo bem COMPADRE?

“Ah, não era ele?” Encarou novamente Baphomet olhando em seguida para seus chifres. “CHIFRES!”

Jesus, menina, to ficando surdo! — reclamou Psycho incomodado com os gritos mentais da menina.

Olá, meu nome é Johnny. Creio que seremos companheiros de equipe. Prazer em conhecê-los.

E seu queixo caiu enquanto seu rosto levemente corado alcançava níveis inimagináveis de vermelho. “Que pessoa radiante!” Colocou a mão a sua frente, como se tentasse bloquear uma luz cegante. “Por que a Aranha mandaria uma pessoa dessas… A não ser que ele seja…”

Ah! Um incubus! — Apontaria ela entusiasmada para o rosto do loiro. A aranha realmente conhecia ela! “Ah, não, calma!” Colocaria ela ambas as mãos sobre as bochechas quentes enquanto balançava a cabeça para os lados tentando conter seu rubor.

É, não precisa se preocupar em mostrar que é forte. Olha só pra eles! Um comedor de grama e um engomadinho! — grunhia Psycho nada contente, mas os olhos negros de Belphegor brilhavam cegos da ordinariedade de seus companheiros.

Os rapazes eram bem mais velhos do que ela, algo que ela já estava acostumada. Todos seus primos ou eram muito mais velhos do que ela ou muito mais novos. Entretanto, entre eles não se sentia deslocada, afinal, eles não eram humanos! Entretanto, mesmo com tanto entusiasmo, aos poucos a excitação diminuía e voltava a sua natureza.

Pra-prazer! — gaguejava ela vermelha perante seus novos companheiros de equipe. — Me-meu nome é… Belphegor… Addams… Psycho… É a sua vez…

É? Pra quê? Vai tudo morrer mesmo! Ah? Não quero… Para de fazer cara feia! Aff! Oi… Meu nome é Psychopath e eu sou um psicopata. Faz alguns anos que eu não mato, mas estou disposto a mudar isso. Começando por vocês! Mwahahaha... Arg! — Engasgava ele enquanto Bel olhava feio algum ponto no vácuo. — Inferno, garota! Foi você que pediu!

Se mesmo depois da introdução alguém perguntasse a Belphegor o que era aquela voz, Psycho prontamente responderia:

Voz? Teu cu! Aff, os bode que me aparece.

Belphegor os ouviria animada, mas um pouco relutante a falar mais. Apesar de serem dois demônios a sua frente, a timidez aos poucos voltava, principalmente ao sentir os olhares dos viventes do bar sobre ela.

“Será que eles sabem do gerente?” Perguntou-se Belphegor. Se o trio estava reunido só faltava o gerente. “Será que é o mesmo gerente?” Voltaria ela a procurar o rosto conhecido do gerente que lhe passava missões. Podia ser ele como ser algum estranho. Isso a inquietava um pouco.

Vocês… — começaria ela baixinho, quase um sussurro. — Lorde Baphomet, Senhor Incubus, vocês receberam alguma ordem da Senhora Kumo?

Ela esperaria alguma resposta, mas caso não houvesse uma ela daria de ombros e continuaria ouvindo a conversa. Se algum momento eles engajassem numa briga física, as palavras de Psycho ressoariam em sua mente: “E se eles quiserem testar a sua força?”

Eu aceito seu desafio!

Belphegor! Não! Ai, merda...

Mas Belphegor já teria arregaçado suas mangas para tentar socar com toda a sua força o primeiro corpo que aparecesse na sua frente. Determinada a não perder, ela tentava concentrar nas pequenas mãos infantis sua força que não era muita. Se conseguisse alcançar uma cabeça estaria com sorte, já que eles eram tão maiores do que ela, mas se não fosse possível, ela tentaria lhes acertar no estômago que era uma visão mais realista. Qual deles não importa, seria aquele que entrasse primeiro em seu caminho.

Ela tentaria ficar atenta a golpes que viessem em sua direção, uma cotovelada despretensiosa, um soco ou tapa intencionado… Ela saltaria para trás tentando usar de sua velocidade como recurso.

Ainda assim, sendo cautelosa, poderia ser atingida por um chute não previsto ou simplesmente não ser rápida o suficiente. Isso não a amedrontaria. Com o rosto determinado, ela levantaria se tivesse caído, continuaria a lutar mesmo que a diferença de força fosse grande, enquanto ela ainda tivesse forças e meios ela continuaria tentando até que aquela briga de alguma forma terminasse e esperançosamente ela tivesse um lugar no grupo.

valeu [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] carol!



Objetivos felizes!:
 

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