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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Segundo Ato: Rebirth

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MensagemAssunto: Segundo Ato: Rebirth   Segundo Ato: Rebirth - Página 10 EmptyQua 06 Jul 2016, 00:13

Relembrando a primeira mensagem :

Segundo Ato: Rebirth

Aqui ocorrerá a aventura do(a) pirata Buzz Bee. A qual não possui narrador definido.


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BuzzB
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MensagemAssunto: Re: Segundo Ato: Rebirth   Segundo Ato: Rebirth - Página 10 EmptySab 29 Out 2016, 22:34

* Todas essas pessoas e esse clima harmônico... Observar as outras pessoas nunca parece ficar chato. * Meu interesse nos seres humanos já vinha de longa data comigo e era um dos poucos defeitos que eu tinha e que não me incomodava. Certamente ficar olhando para as pessoas em muitas ocasiões pode parecer estranho, mas esse era um hábito que eu não gostaria de perder. Pensando bem, eu não só me atento à observar as pessoas, como também os locais em que estou. Em parte eu fazia isso para talvez conseguir utilizar os elementos do local ao meu favor, mas tinha algo à mais nisso. A visão é certamente o sentido que eu mais aprecio. Ver a beleza das coisas, suas cores, tamanhos e até determinar sua textura, tudo isso de maneira rápida.

Lembro-me das vezes em que eu ia para o quintal de minha casa e me deitava na grama, observando o céu noturno. Ver as belíssimas estrelas e a graciosa lua brilhando e contrastando com o céu escuro fazia com que todo o resto se tornasse pouco importante. Naquela época minha única preocupação era treinar e ler o que quer que eu quisesse. Era uma época mais simples. Mas talvez eu pudesse voltar à alguns velhos hábitos. * Sempre há o dia e a noite. Tenho várias chances de voltar a olhar o céu noturno, mas talvez me falte tempo. Parece que sempre que eu consigo arrumar um tempo só para mim, tudo dá errado e eu me meto em mais encrencas. *

Com essa constatação em minha mente, eu resolvia aproveitar o tempo que eu havia conseguido para aproveitar uma boa refeição. O clima estava bastante agradável, mas eu não podia dizer o mesmo sobre as minhas roupas. * Qual foi a última vez que eu tomei banho? Tenho que dar um jeito nisso. * Após ler o menu, eu já tinha uma ideia do que pedir e chamei o garçom. O jovem parecia ser bem prestativo e amigável, o que era de se esperar de alguém que trabalha com contato direto com os clientes. Depois de ouvir sua pergunta, responderia. - Me traga um filé de frango frito, arroz, feijão e uma salada. E para beber, traga um suco de laranja por favor. -

Depois de fazer o pedido, me recostaria na cadeira e ficaria aguardando o pedido, enquanto olharia discretamente para as pessoas. De preferência eu procuraria observar uma garota com mais ou menos a minha idade e bonita. Sei que é estranho mas bem, eu sou um homem afinal de contas. Tomaria cuidado para ninguém me notar, pois eu não estava no clima para sair correndo feito um maluco pelas ruas de novo. * Ah... Quando é que vai chegar o dia em que eu vou conseguir puxar assunto normalmente como uma pessoa normal? Um dia desses eu vou acabar vacilando e sendo pegue por causa disso... *

Quando a comida chegasse, agradeceria o garçom com um aceno de cabeça e pegaria o garfo com a mão direita e a faca com a esquerda. Caso não houvesse algum desses objetos sobre a mesa, pediria ao garçom. - Você poderia me trazer um garfo e uma faca? - Quando ele os trouxesse, pegaria-os como já descrito acima. Usaria o garfo para segurar a carne e a cortaria em pequenos pedaços utilizando a faca. Depois, usaria o garfo para pegar um pouco de cada alimento e a faca para ajudar nessa coleta, levando por fim o garfo até a boca e colocando o alimento ali. Faria isso calmamente e de pequenas em pequenas porções, para que minha boca não ficasse muito cheia.

Pode até parecer meio fresco, mas Abraham não me ensinou apenas a lutar. Sempre que eu estava na casa dele, tinha de seguir as regras de etiqueta. Quando eu descumpria uma, o castigo em geral era um chute na minha região toráxica ou nos braços. Doía muito, mas era o seu jeito de fazer com que eu evitasse cometer o mesmo erro. Ele sempre dizia a mesma coisa. - Você pode virar um pirata, marinheiro, caçador de recompensas ou o que for. Se não tiver boas maneiras pelo menos à mesa, você é um animal como qualquer outro. - De certa forma eu concordava com ele, apesar de que de vez em quando eu acabo me esquecendo das regras de etiqueta. Acho que tem hora e local para se usá-las, e esse era um desses locais. Após finalizar a minha refeição, chamaria novamente o garçom e perguntaria. - Quanto deu a minha conta? -
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MensagemAssunto: Re: Segundo Ato: Rebirth   Segundo Ato: Rebirth - Página 10 EmptyDom 30 Out 2016, 21:24

Uma refeição saborosa!!



- Essa é uma bela pedida, irei trazer daqui alguns minutos. O garçom responde com sua natureza amigável, anotando o pedido e enfim saindo de perto para alertar os cozinheiros do restaurante. Buzz não perde a oportunidade uma vez que busca no prédio uma garota para admirar, existem várias da mesma idade do rapaz, todavia posicionam-se com seus pais ou namorados; Exceto por uma garota de cabelos azuis, olhos brancos, calça e sapato azul, também usufrui de uma jaqueta de pelo marrom, o que destaca-se é a bandana no pescoço com um simbolo desconhecido.

Ela no que lhe concerne, localiza-se na direita, atrás do socorrista observando-o, devido suas terríveis experiências no passado consequentemente prepara-se para começar uma corrida e porém não é preciso já que ninguém olha para a criança de modo suspeito. - Desculpe a demora, aqui está..bom apetite! Após uns vinte minutos, sua comida finalmente chega junto com todos os utensílios necessários, portanto não poupa instantes de come-la e depois de um tempo indefinido, por fim acaba a mesma.

Antes disso ocorrer, em cada garfada sente a textura, sabor, aroma serem perfeitos na sua boca consequentemente descobrindo o que é um alimento delicioso. - Amigo, são dois mil berry. No minuto na qual chama o garçom, logo recebe a conta. Qual será a resposta do socorrista?
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MensagemAssunto: Re: Segundo Ato: Rebirth   Segundo Ato: Rebirth - Página 10 EmptySeg 31 Out 2016, 22:06

O garçom já havia anotado meu pedido e levado até o cozinheiro que o prepararia. Para tentar me distrair da fome, havia me submetido à um de meus hobbies peculiares e começado à observar as garotas do local. Percebi que quase todas possuíam um par, o que me deixava um pouco desconfortável de estar almoçando sozinho. Mas por sorte havia uma bela flor naquele abismo solitário. Uma jovem com intrigantes olhos brancos e belos cabelos azuis sentava-se atrás de mim, na parte da direita. Suas vestes combinam com seu tom claro de pele e seu cabelo, realçando ainda mais a beleza da jovem. O que me deixava pensativo era o fato de não ser o único observando as pessoas. Por mais estranho que pudesse parecer, a garota estava olhando para mim.

* Não, não, não. Se acalma Buzz. Ela deve estar olhando pelo fato de que você provavelmente é muito indiscreto. Suas vestes devem estar todas empoeiradas e você tá suado da corrida, então é lógico que iria chamar atenção. * Estava ficando meio inquieto com toda aquela situação. sentia que devia ir falar com ela, mas seria a ação correta? Além disso, eu conseguiria falar direito com ela? * Por hora eu devo esperar meu almoço para depois ir conversar. * Nem bem terminava este pensamento, me deparava com o garçom trazendo minha comida.

Os prazeres de uma boa refeição, apreciada com tempo e calma. já dizia um sábio: Até o mais simples dos alimentos se torna um manjar na boca de um homem faminto. Nesse caso, havia apenas uma coisa que não encaixava no que fora dito pelo sábio. Esta coisa era a qualidade da comida. O filé estava suculento e macio, como deveria ser. O feijão estava com a quantidade certa de sal e o arroz estava mole e suave. A salada quebrava o sal dos outros alimentos e equilibrava o paladar, dando até um leve toque doce com o tomate. Toque este ressaltado com o suco de laranja que eu havia pedido. A acidez do mesmo também atiçava a minha língua e me proporcionava um maior deleite. * Simplesmente divino *

Agora que havia terminado de me alimentar, procuraria na mesa algum guardanapo e limparia minha boca. Caso não achasse nenhum, teria de fazer isso de maneira mais grosseira, passando a mão sobre a boca para retirar resquícios do alimento. Feito isso, passaria uma mão na outra para limpar as possíveis sujeiras que poderiam ter restado e poria uma das mãos no bolso onde guardava meu dinheiro. Tiraria dali a quantia de 2.000 berries e entregaria na mão do garçom, dizendo. - Obrigado pelo atendimento e dê meus cumprimentos ao chefe. - acenaria com a cabeça e me levantaria, tomando o caminho até a jovem de cabelos azuis.

Durante o trajeto, bateria um pouco sobre minhas vestes e ajeitaria um pouco meu cabelo, para causar uma melhor impressão. Respiraria fundo e tentaria me focar em um pensamento. * É só um ser humano normal. Um ser humano incrivelmente atraente, mas ainda sim um ser humano. Você já fez isso antes, pode fazer de novo. * Quando chegasse próximo à ela, aliviaria minha expressão e faria uma reverência para ela, falando. - Boa tarde, senhorita. Poderia me sentar junto à ti? - A voz sairia confiante, assim como meu olhar, ao terminar a reverência.

Basicamente a parte mais importante fora posta em jogo. Aquele era o ponto chave de tudo, onde eu poderia iniciar uma boa conversa com ela ou ir embora com um leve peso no coração. Por esse motivo mesmo eu tentaria manter a calma e prestaria atenção em sua resposta. Caso ela negasse meu pedido, eu baixaria levemente a cabeça e diria. - Bem, então isto é um adeus. - Logo após isso eu sairia de perto dela, indo na direção da saída do local. Uma vez novamente nas ruas, tentaria checar o caminho que levava até o QG da marinha e tomaria a direção oposta. Caso eu não conseguisse determinar para que lado ficara o quartel general, eu caminharia na direção aonde tinha ocorrido o incidente da devolução da carteira. Agora que eu não tinha mais nenhuma rixa com o povo, pelo menos aparentemente, não tinha motivos para eu evitar andar por ali. Andaria meio sem rumo mesmo, mas evitando ir para áreas que aparentem serem perigosas ou desertas. Também não avançaria se houvesse algum corpo d'água ou objeto grande em minha frente.

Mas se a garota aceitasse meu pedido, eu agradeceria ela colocando a mão direita sobre o peito e acenando com a cabeça. Depois, eu puxaria a cadeira de sua mesa que estivesse à sua frente e sentaria nela, me acomodando. Agora que eu havia conseguido iniciar a conversação, eu começaria me apresentando. - Bem, acho que esta é a parte onde eu digo meu nome. Me chamo... - * Tem certeza? * * Agora você fala? E sim, eu tenho certeza. Não se preocupa, por que eu não vou dizer meu nome todo. Não há só um Buzz no mundo. * E após essa pausa para discussão interna, continuaria. - Buzz. E qual seria seu nome? - Tentaria sempre estar usando minha voz da maneira mais doce e agradável que eu conseguisse, abusando do fato de minha habilidade vocal que me acompanha desde o berço.

Colocaria a mão direita sobre a mesa e a esquerda tocando meu queixo e com ambos os cotovelos apoiados nos braços da cadeira. Depois de ouvir seu nome, diria. - É um belo nome. Posso perguntar o que faz tão bela dama nesta ilha? - Caso ela não quisesse me contar, eu apenas colocaria minhas mãos levantadas, mas com os cotovelos ainda apoiados nos braços da cadeira. Faria isso indicando que não tem necessidade de continuar tocando no assunto, já que ela não quer falar sobre isso. Mas caso ela quisesse me contar prestaria atenção à sua fala, enquanto observaria seus olhos misteriosos.

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MensagemAssunto: Re: Segundo Ato: Rebirth   Segundo Ato: Rebirth - Página 10 EmptyTer 01 Nov 2016, 10:40

Buzz tenta ser galã?!!



Quando termina de almoçar, procura bem como usa um guardanapo para limpar sua boca na qual localizava-se no canto esquerdo perto do lutador e posteriormente coloca suas mãos no bolso com a intenção de pegar seu dinheiro - Muito obrigado, espero que volte outra vez. Após os cumprimentos do garçom, Buzz ergue-se do local e começa a caminhar em direção da garota.- Boa tarde e tudo bem. Após o socorrista pedir para senta-se junto com a dama, ele recebe uma resposta positiva e talvez sua voz encantadora tenha ajudado no resultado.

Antes de junta-se a moça, reverencia-a - É a sua primeira vez falando com uma garota? Essa cordialidade é exagero. A mulher indaga enquanto solta leves risadas; Sua voz suave e graciosa torna-se uma gargalhada delicada sem exorbitância.- Você é divertido, meu nome é Renata. Aquela interrupção do misterioso ajuda no entretenimento da sua paquera dado que continua recebendo sorrisos e diálogos amistosos por parte da menina.

- Para eu contar, você vai ter que convence-me. Renata demonstra sua personalidade brincalhona assim como simpática, além de que não será fácil seduzi-la; O diálogo da mesma é por meio de leves sorrisos e sempre olhando fixamente nos olhos de Bee. Qual será a resposta do pirata?
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MensagemAssunto: Re: Segundo Ato: Rebirth   Segundo Ato: Rebirth - Página 10 EmptyTer 01 Nov 2016, 23:23

* Relatório da missão: Até agora eu pareço estar indo bem, apesar de tropeçar em algumas coisas. Mesmo assim, parece que ganhei a atenção da garota e não estou sendo um chato de galocha. Agora que já iniciei a conversa, posso tentar falar de maneira menos robótica com ela. Prosseguir para a fase dois do plano. * * Parece um retardado. * * Estava tão legal até agora... Por que não volta à dormir? Descansa um pouco e volta a me encher o saco quando eu tiver tempo. * * Você não manda em mim, otário. * * Eu queria poder te matar agora. * Tentaria conter meus impulsos de gritar e começaria a respirar devagar.

A conversa estava indo bem, mas eu não podia deixar esfriar. Além disso, tinha que evitar ser muito rebuscado em minhas ações, para não parecer exagerado como ela disse mais cedo. O ritmo da conversa já estava fora do meu alcance. No momento em que ela impôs uma condição, ela tomou as rédeas da prosa. Vide os fatos, minha única alternativa é seguir no embalo e tentar não pisar na bola. * Como convencê-la a me contar? Ela já se provou totalmente diferente do que eu esperava, então métodos comuns não devem funcionar nela. Deu pra perceber que ela é bem brincalhona, então talvez se eu transformar isso em uma espécie de jogo, consiga fazer ela falar. *

Juntaria minhas mãos e as esfregaria devagar, colocando-as por fim em cima da mesa e aproximando meu corpo um pouco. Tentaria falar em um tom confiante e meio descontraído. - Vamos deixar isso mais interessante, então. Não seria justo apenas você dizer o que está fazendo por aqui, e de todo jeito, acho que você perguntaria o mesmo para mim. Então façamos assim: Vamos jogar um quiz. As regras são simples: Cada um faz uma pergunta sobre si mesmo e dá três alternativas ao outro. Caso ele erre, a pessoa que fez a pergunta e as alternativas pode perguntar qualquer coisa para a outra pessoa, e ela deve responder com total sinceridade. Mas caso a pessoa acerte, ela é quem poderá fazer qualquer pergunta para à outra, e esta terá que responder a verdade. Interessada? - Terminaria a fala com uma expressão curiosa no rosto, demonstrando minha ansiedade pela sua resposta.

Também era um fã de brincadeiras, então seria legal me divertir com alguém legal como ela. Gostava da confiança dela e do jeito com que ela falava o que dava na telha, então realmente esperava que ela aceitasse meu convite. Caso ela não quisesse "brincar" disto, tentaria o plano B e diria para ela. - Então talvez queira que eu diga primeiro o que estou fazendo aqui para então me contar. Se assim for, eu não tenho problemas com isso. - Esperaria ela responder e, caso ela negasse, colocaria o queixo apoiado na mesa e diria em um tom meio desanimado. - Não consigo pensar em mais nenhuma ideia. Me diga o que quer que eu faça que talvez eu possa realizar a atarefa. -

Mas se por um acaso ela aceitasse minha ideia de contar a história, me ajeitaria na cadeira e começaria. - Eu basicamente estou aqui por que fui trazido sem ter como escolher o destino. É sério. Eu estava em outro blue e acabei me envolvendo em um problema. Por causa disso, entrei em um zeppelin e acabei indo na onda do motorista, que me deixou aqui. Logo que cheguei, não tinha ideia do que fazer, então resolvi procurar algo interessante. Minha primeira escolha foi um bar, já que lá acontece de tudo. Fiquei amigo da pessoa que comandava o local e fui requisitado para fazer um serviço. Depois que eu o terminei, peguei meu dinheiro e comecei a andar por ai, até que me envolvi novamente em problemas e acabei em uma briga contra três caras. Eles eram espertos e revezavam a vez quando o lutador ficava cansado, o que dificultou as coisas bastantes. Infelizmente, a última coisa que me lembro foi de um grupo chegando no meio da briga e batendo nos caras. Depois disso, só lembro de ter acordado no hospital com um pouco de dor no nariz. Acho que basicamente é isto. E quanto à sua história? -

No caso dela ter aceitado a ideia do quiz, eu sorriria e diria. - Já que eu dei a ideia, acho que devo começar tentando acertar a sua pergunta. - Olharia novamente seus olhos e demonstraria minha seriedade durante aquele jogo. Ouviria com atenção tanto a pergunta quanto as alternativas, certo de que ela poderia colocar alguma pegadinha nas respostas. Agora se por um acaso ela quisesse que eu começasse, eu fecharia os olhos por um instante, e quando os abrisse eu falaria. - Vamos com uma bem fácil. Quantos anos eu tenho? Alternativa A: dezesseis anos. Alternativa B: Dezessete anos. Alternativa C: Dezoito anos. Boa sorte. Apesar de que eu perco se você tiver sorte. -

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MensagemAssunto: Re: Segundo Ato: Rebirth   Segundo Ato: Rebirth - Página 10 EmptyQua 02 Nov 2016, 15:34

A resposta de Renata!!



Após um dialogo no interior cujo necessita conter suas emoções, acaba decidindo qual será seu próximo passo na qual é um jogo de perguntas e respostas - Isso parece ser tão chato.. Novamente o azar que persegue o jovem aparece novamente, no entanto Buzz situa-se preparado quando conta sua história -Nossa, sua vida é muito agitada.. Pode perceber o brilho nos olhos da jovem, todas as palavras despertaram algum interesse da jovem em relação ao socorrista.

- Sabe..eu gosto de ouvir histórias, lê livros e isso é tudo que precisa saber. A garota continua brincando com o hipnotista enquanto levanta-se da cadeira - Eu tenho que ir embora, talvez eu te procure.. Logo em seguida anda alguns passos em direção de Bee aonde expele algumas palavras no ouvido do mesmo de forma baixa e num tom de voz que arrepia inteiro o gênio - Uma última coisa..você está fedendo. Por último percorre exatamente cinco passos até que vira-se para o acelerador lançando uma oração ao mesmo tempo em que solta uma gargalhada graciosa uma vez que para ela, aquilo foi uma brincadeira; Mas isso não evita de todos no local acreditarem e rirem do rapaz.

Porém, se o pirata cheirasse sua camisa conseguirá notar que realmente está com mau odor devido ao suor nas roupas e o intrigante da situação é que apenas ele deve saber disso dado que ninguém conseguirá observar por ser pouco perceptível. Renata posiciona-se fora do campo de visão de Buzz. Qual será a reação do hipnotista?
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MensagemAssunto: Re: Segundo Ato: Rebirth   Segundo Ato: Rebirth - Página 10 EmptyQui 03 Nov 2016, 22:56

* Bem, um acerto em duas tentativas não é de todo mau. Não é como se eu tivesse experiência nessas coisas, então o resultado é mais que satisfatório. * Ponderando sobre o sucesso momentâneo em entretê-la, me sentia vitorioso. Era como se eu tivesse lutado uma batalha usando um estilo de luta que nunca usei, contra um inimigo que não conhecia. Infelizmente, os espólios desta guerra foram de certa forma vergonhosos. A única informação que havia arrancado dela é que ela gostava de ler, o que apenas me fornecia uma possibilidade de achá-la novamente em uma biblioteca nesta cidade, mas era apenas isso.

Ao ver que ela já estava de saída, meu ímpeto cogitou detê-la com um pedido para que ficasse. Mas eu sabia que se fizesse isso, de nada adiantaria. Eu era apenas uma pessoa que ela acabou de conhecer. Se ela tinha um compromisso, por que cancelaria por mim? Antes de ir, porém, ela falou algo que corou todo o meu rosto e me deixou sem graça. Não que ela tivesse contado algo que eu já não sabia, mas ouvir todas aquelas gargalhadas me deixou meio para baixo. Nunca fui muito confiante de mim mesmo e nunca gostei quando as pessoas riam de mim. Era como se não importasse o que eu fizesse, eu continuaria sendo aquela velha piada do garotinho que vivia com os velhos da ilha. Me sentia meio fraco no momento e cogitava perder a calma ali. Colocaria as mãos sobre as pernas da calça e as apertaria, enquanto tentaria respirar fundo e de maneira imperceptível, para que ninguém notasse que eu tentava esconder minha raiva.

* Talvez eu devesse ter tomado um banho antes de vir. * * É... Talvez. Agora levanta e vaza daqui, ô gambá. Já tá ficando chato ouvir essas risadas. * * Nós dividimos o mesmo corpo. Se eu estou fedendo, você também está. Logo, você também é um gambá, gênio. * * ... Touché. * Era estranho discutir consigo mesmo por algo tão infantil, mas de certa forma eu ficava um pouco mais aliviado. De fato, já até não me importava com as risadas e resolvia deixar o local, já que nada me resta para fazer ali. Me levantaria da cadeira e caminharia até a saída, sem sequer olhar para as pessoas naquele restaurante.

Uma vez fora do local, caminharia na direção da qual havia vindo, já que não queria dar de cara com o QG da marinha. Acho que nem tanto por medo de ser capturado, e sim por já ter enchido minha cota de problemas por hora. Meu objetivo passava à ser apenas um: tomar um banho e trocar minha roupa, ou lavá-la de preferência. Preferia manter comigo pelo menos aquela jaqueta, que era como se fosse o elo que eu tinha com as pessoas que cuidaram de mim. Sentia que enquanto estivesse vestindo-a, eu ainda era eu mesmo. Ajeitaria minha jaqueta no lugar, assim como a corda que eu carregava amarrada em meu tronco. A caminhada continuaria até que eu chegasse à uma hospedagem que parecesse ser barata mas de qualidade. Queria manter o máximo de dinheiro que me fosse possível, então economizar era a ordem da vez. Se por um acaso eu chegasse à uma parte da cidade que aparentasse ser perigosa, eu daria meia volta e continuaria procurando. Faria curvas para entrar em outras ruas se necessário e, se ainda não encontrasse algo, perguntaria à alguma pessoa próxima a mim que não fosse um marinheiro. - Estou em busca de uma hospedagem boa e barata. Pode me dizer onde fica uma? - Ouviria as instruções da pessoa e agradeceria com um aceno de cabeça, me virando logo em seguida e seguindo as direções dadas por tal pessoa.

Quando chegasse à tal local, adentraria o recinto e me dirigiria até o atendente do local. Ao me aproximar, diria em um tom calmo. - Preciso que me arrume um quarto, para que eu possa tomar um banho e dormir um pouco, estou exausto. - Aguardaria a resposta do homem e me prepararia para pegar a chave do quarto e seguir ao local indicado por ele. Caso eu precisasse pagar a hospedagem primeiro, tiraria a quantia pedida do bolso e entregaria ao atendente. Depois, seguiria rumo ao quarto indicado. Quando chegasse, abriria a porta com a chave e entraria no cômodo, observando tudo ao meu redor. A tarefa inicial seria de trancar a porta e entrar no banheiro, tirando toda a roupa e tomando um bom banho. Ao final deste, desamarraria a corda e retiraria tudo dos bolsos das minhas roupas, pondo essas coisas sobre algum local, dando preferência à uma escrivaninha ou mesa. Quando retirasse tudo, lavaria minhas roupas e as colocaria para secar em algum varal ou em algum local que desse para elas ficarem suspensas. Me enxugaria e deitaria na cama, me cobrindo com um lençol e relaxando todo meu corpo do dia estressante que acabava de ter.

Fecharia meus olhos e como últimos pensamentos antes de cair no sono, lembraria das pessoas que conhecera naquela ilha e do amigo que reencontrei. Tinha de admitir que mesmo me estressando e me machucando, havia me divertido muito nesses últimos dias. * Quando eu acordar provavelmente vou ir atrás de uma loucura novamente, mas acho que já estou acostumado com isso. Talvez eu acabe encontrando aquela garota novamente, e dessa vez vou ter certeza de que farei as coisas certas. *

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ADM.Tidus
Duque Azul
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MensagemAssunto: Re: Segundo Ato: Rebirth   Segundo Ato: Rebirth - Página 10 EmptySex 23 Dez 2016, 16:15

Após sua tentativa frustrada em conseguir alguma coisa com a garota misteriosa, Bee se recompôs e caminhou para fora do estabelecimento, tentando manter o resto de dignidade que lhe restava.  Não lhe restava muito dinheiro, mas o garoto precisava de um lugar para descansar, tomar um banho e passar a noite, uma tarefa relativamente simples, em um lugar tão grande como Logue Town encontrar pousadas e hotéis não era exatamente uma tarefa árdua. Após alguns minutos caminhando o aventureiro se deparava com uma pousada pouco chamativa, mas bem cuidada, a porta era de madeira com algumas marcas tralhadas, aparentemente um trabalho artesanal.

Assim que empurrou a porta um sino pendurado sobre a entrada tocou, no mesmo instantes passos vindo de uma salinha atrás do balcão, que se localizava ao lado esquerdo da entrada, puderam ser ouvidos. Não demorou muito para que uma senhora de idade surgisse, a mesma estava vestida com uma túnica preta com alguns detalhes bordados, em volta de seu pescoço havia um colar de miçangas, em seus pulsos dezenas de pulseiras, em cada um de seus dedos um anel de cor diferente se destacava, além disso apenas alguns fios de seu cabelo grisalho estavam a vista, nenhuma de suas joias parecia de valor, pelo contrário, a velha aparentava ser uma amante de bijuterias e artesanato.

- Ora, um visitante. – Disse a doce senhora esboçando um sorriso amigável. – Você está com sorte, um quarto acabou de vagar, o sujeito que estava nele saiu as pressas – Concluiu a senhoria, virando-se de costas e apanhando uma unica chave pendurada na parede. – Aquele homem era realmente estranho, diria até que estava fugindo de alguém. – A senhoria continuava falando de seu ultimo inquilino, aparentemente ela gostava de falar mesmo se ninguém estivesse prestando atenção. – A diária sai por 5 mil beries, mas você pode me pagar assim que for entregar as chaves. – A mulher olhou o garoto dos pés a cabeça, analisando-o e sorriu. – Eu vou chamar minha neta, ela ira lhe levar ao seu quarto. – Ainda com uma expressão amigável deu alguns passos em direção a uma porta mais a sua direita. – Umika! – Gritou a senha, provavelmente chamando sua neta.

Não demorou muito para que uma garota passasse pela porta, porém Buuz ainda não conseguia enxergar com clareza, pois a dona da pousada estava na frente. – Aah... Desculpe pela demora. – Uma voz jovial e doce ecoou, certamente pertencia a garota. – Não se preocupe, eu preciso que você leve esse garoto ao quarto 15. – A senhora entregou a chave para a garota que logo em seguida saiu de trás do balcão, naquele momento Buuz pode ver com clareza, era uma garota de estatura media, possuía longos cabelos negros, olhos verdes e usava um óculos que lhe caia muito bem. – Então vamos? – Disse a jovenzinha com um sorriso acolhedor.

Umika foi na frente, guiando o jovem pirata, a pousada era bem tranquila e bonita, apesar de simples, a maior parte da iluminação era composta por castiçais nas paredes e, na sala principal havia um lustre bonito com algumas velas, visivelmente um modelo antigo. Os jovens subiram uma escada de madeira toda trabalhada no acabamento, durante a caminhada a jovem começou a puxar assunto. – A maioria dos inquilinos são senhores de idade ou viajantes cansados como você, então nós agradeceríamos se não arrumasse confusão ou fizesse barulho após as 19 horas como o ultimo inquilino, o pessoal dorme cedo por aqui.  – Ela olhou para trás, sorrindo, visivelmente era uma boa garota e bem humorada, parecia gostar do que fazia. Em pouco tempo Bee chegava ao ultimo quarto do corredores, o de numero 15. – Aqui estamos. – Disse a jovem abrindo a porta do quarto. – Se precisar de alguma coisa não hesite e chamar, até mais. – Ela se despediu com um aceno suave, deixando a chave do quarto na própria porta.

Exausto do seu dia, Bee trancou a porta, o comodo era bem simples mas bonito, possuia uma cama de solteiro com alguns lençóis, um travesseiro e uma toalha limpa, uma janela ao fundo e uma porta de madeira ao lado que dava para uma pequena sacada. No canto do quarto havia um banheiro e foi para lá que o aventureiro se dirigiu após deixar suas coisas sobre uma comoda ao lado da cama. Ligou o chuveiro, lavou suas roupas, tomou um merecido banho e logo em seguida pendurou suas vestes recém lavadas em uma pequena varandinha. Retornando a cama o jovem pode notar algo peculiar próximo a comoda a onde deixou suas coisas, era um bau antigo que estava semi-aberto como se alguém tivesse usado a pouco tempo, se fosse investigar poderia notar uma grande quantia em dinheiro e um par de botas negras novas, talvez pertencessem ao antigo inquilino ao qual a balconista havia mencionado. Deixando todo o estresse de lado, Buzz capotava na cama fofa da pousada e caia no sono, coberto apenas por um lençol branco.


Umiko:
 

Dona da Pousada:
 

Avaliação:
 

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