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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Segundo Ato: Rebirth

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MensagemAssunto: Segundo Ato: Rebirth   Segundo Ato: Rebirth - Página 9 EmptyQua 06 Jul 2016, 00:13

Relembrando a primeira mensagem :

Segundo Ato: Rebirth

Aqui ocorrerá a aventura do(a) pirata Buzz Bee. A qual não possui narrador definido.


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BuzzB
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MensagemAssunto: Re: Segundo Ato: Rebirth   Segundo Ato: Rebirth - Página 9 EmptyDom 23 Out 2016, 01:16

A quantidade de pessoas que andavam pela rua superava em muito minhas suposições. Aquela ilha era totalmente diferente das outras que eu visitei, e o motivo devia ser a proximidade da ilha com o paraíso dos piratas. Talvez essa fosse a última ilha do oceano, antes de chegar naquele mar cheio de coisas interessantes. * Quanto tempo mais vai demorar para que eu vá àquele lugar? Só de imaginar o que eu poderia ver, me faz ficar energético e meio nervoso. Seria ótimo ir agora mesmo para lá, se não fosse suicídio ir sozinho e fraco do jeito que eu estou. Fora isso ainda tem o problema do transporte e do cara que vai pilotar o navio. Afinal, tudo o que eu conheço sobre os navios veio de livros de ficção ou história, o que não me fornecia nada sobre navegação e pilotagem. *

Planejamentos sobre o futuro assolavam minha mente, enquanto minha busca por Snatch parecia ter chegado até um beco sem saída. Como podia haver tantas pessoas com as mesmas características do meu amigo? Essa ilha me surpreendia a cada segundo. Confesso que fiquei meio desanimado para continuar a procura, até por que a ideia de que ele estaria justamente nesta ilha, para mim era inconcebível. * Seria fácil demais. Eu geralmente não tenho sorte o suficiente para isso * Infelizmente, eu era cabeça dura o bastante para continuar procurando, e isso culminou em um acontecimento no mínimo inesperado.

Durante a busca, tudo ficou escuro. Agora pensem comigo: Está um lindo dia claro e do nada, tudo fica preto como o breu. Como se não bastasse isso, quando as luzes se acendem, percebo que houve algum tipo de lapso de memória quanto ao ocorrido. Isso se devia ao fato de uma hora estar andando e procurando meu amigo, e na outra ter um senhor de idade em minha frente, com medo de mim. Instintivamente, sabe se lá por que, colocaria as mãos no bolso para procurar alguma coisa, ou talvez verificar se não havia perdido nada nesse meio tempo.

Mas não importando o que eu constatasse, não tinha tempo suficiente para que eu reagisse a isso. O motivo para tanto era a aproximação de um marinheiro armado com um rifle. Sério, não tinha jeito de ficar pior. * O que acabou de acontecer? O que eu fiz? Eu machuquei esse idoso? Como eu pude fazer tal ato? Como eu posso não me lembrar de ter feito isso? O QUE DIABOS ESTÁ ACONTECENDO COMIGO? * Pânico. Em anos eu não me sentia assim. Na verdade, acho que essa era a primeira vez que eu sentia tanto medo. E pior, a causa dele era eu mesmo. Que tipo de aberração eu havia me tornado?

Queria fugir dali. Não só da situação, mas de tudo aquilo. Me sentia corrompido, estranho, outra pessoa totalmente diferente de mim mesmo. Minhas pernas pareciam pregadas no chão, como se eu estivesse pisando em cola. Não conseguia falar, nem pensar direito. Respirar era a única coisa que eu conseguia fazer, mas mesmo isso exigia um certo esforço. * Vamos, seu inútil. Pelo menos sai daí antes que o marinheiro chegue. VAMOS, DROGA! * Com toda a força de vontade que eu tinha, eu correria na direção oposta ao marinheiro, usando minha aceleração ao máximo. Como estava rodeado de pessoas, não correria exatamente em linha reta, movendo-me para a direita ou para a esquerda sem executar um padrão de movimento fixo. Como um "servo da justiça", o marinheiro não iria ser idiota o suficiente de atirar, pois se o fizesse, poderia acabar acertando alguma pessoa com o disparo. Após passar pela multidão, correria em linha reta até achar uma rua perpendicular à que eu estava. Quando chegasse nessa rua, dobraria e entraria nela para tentar sair da mira do marinheiro. Depois, procuraria e entraria em algum estabelecimento que não parecesse ameaçador, já que eu queria me livrar de um problema, e não arrumar outro.

Mas havia a possibilidade da rua ser muito extensa. Caso fosse, daria rápidas olhadas para trás e, quando visse que o marinheiro também houvesse saído da multidão, entraria rapidamente em algum estabelecimento e me esconderia atrás de alguma coisa, tendo cuidado para não entrar em um local que parecesse muito perigoso. Se eu conseguisse me esconder, tentaria acalmar a minha respiração e fazer a menor quantidade de barulho possível, para que dificultasse o descobrimento do meu esconderijo e eu ganhasse tempo para pensar em alguma coisa. * Finalmente diversão. Corre cara, corre! *
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Takamura
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MensagemAssunto: Re: Segundo Ato: Rebirth   Segundo Ato: Rebirth - Página 9 EmptyDom 23 Out 2016, 15:15

Run Bitch RUUUn!!



A reação de Buzz perante o cenário, não é surpreendente visto que torna-se normal fazer tal ação na qual é correr em direção oposta do marinheiro e portanto passa pela população sem nenhum problema. - Ei, para de correr garoto! O soldado começa a perseguir-lo consequentemente ambos percorrem um trajeto naquela rua imensamente extensa e enquanto acelera devido a agilidade natural do corpo, inicia uma busca por locais seguros e infelizmente não acha uma vez que casas estão fechadas, lojas ainda estão abrindo; Não existe outra opção, ao norte localiza-se o mar e no sul encontra-se o marinheiro, a situação é critica e novamente aquela voz ecoa na mente do socorrista.

Por causa da velocidade do gênio, o militar não consegue acompanhar completamente os movimentos do acelerador e numa dessas brechas, duas mãos puxam Buzz para a localização escura entre um par de casas; É um beco escuro, sem iluminação, no entanto contém um sujeito atrás do menino segurando a boca do mesmo. - Fica quieto.. É uma voz familiar para o hipnotista e quando o marinheiro passa na frente da dupla consequentemente solta Bee e antes que pudesse agradecer, acaba desaparecendo. Qual será a reação do pirata?
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MensagemAssunto: Re: Segundo Ato: Rebirth   Segundo Ato: Rebirth - Página 9 EmptySeg 24 Out 2016, 22:58

As coisas estranhas só aumentam. Primeiro, do nada eu apago e acordo com uma pessoa triste na minha frente e uma carteira no bolso. Depois eu escuto uma voz que eu não sei da onde vem. E pra finalizar, ainda me vem um marinheiro correndo atrás de mim com uma arma e mandando eu não correr. * O que ele achou que eu ia fazer? Sentar e tomar um chá com ele? Essa é uma das razões pelas quais eu não gosto de marinheiros: Eles ficam usando essas frases de efeito para parecerem legais, mas acabam pagando de idiotas. * Enquanto corria do atirador naquela rua extremamente extensa, pude constatar que aquela era uma péssima avenida para tentar se esconder. Nem sequer uma casa estava aberta para que eu conseguisse entrar e o comércio ainda não havia aberto.

Mesmo tendo dado azar nisso, dei sorte em ser perseguido por um marinheiro sensato. Sei que há alguns sujeitos na marinha que não teria hesitado em atirar, mesmo sabendo que poderia acertar um civil inocente. Odeio esse tipo de desgraçado que se esconde atrás da bandeira do governo para fazer o que quer. Mas voltando à minha escapada, parece que alguém lá em cima estava tentando me ajudar. Do nada, enquanto eu corria, fui puxado para uma espécie de beco por alguém que eu não consegui ver. Mas apesar disso, eu tinha uma boa ideia de quem era pela sua voz. * Então ele realmente está aqui. *

Infelizmente, antes que eu pudesse falar com ele, o cara desapareceu igual fumaça. Tenho que dizer, foi algo bem impressionante e legal. Sabia que ele era rápido, mas não que ele era um ninja. Diante de tal habilidade, eu apenas sorriria e perguntaria a mim mesmo. - Como ele fez isso? - Apesar de estar tenso com tudo que havia acontecido recentemente, saber que esta pessoa estava aqui, tão perto, era reconfortante. Mas isso não tirava meu medo de algo como aquilo acontecer novamente. * O que tá acontecendo? Eu tenho certeza que estou escutando vozes, mas as pessoas também as escutam? Eu estou maluco? *

Nunca nada desse calibre havia acontecido comigo, mas isso já não deveria ser novidade para mim. Desde que saí de casa para iniciar a jornada, experienciei coisas novas praticamente à cada segundo. *Ótimo! Agora eu mesmo sou meu próprio inimigo. Tem algo a acrescentar, senhora voz? * Silêncio. Talvez ela só tivesse ido dar uma volta ou estivesse dormindo, quem sabe? Bem, eu deveria, mas não sei. * Acho que eu vou ter muito trabalho para me acostumar com isso... Essa coisa bem que poderia vir com um manual de instruções. *

Sentaria naquele beco por um momento, para tentar processar tudo e dar tempo para as coisas esfriarem. Enquanto descansava, tiraria a carteira do bolso e olharia o que havia nela, colocando-a depois no bolso do dinheiro. E apesar de fazer isso, não seria uma pausa muito demorada, mas também não seria muito curta. Após isso, me poria de pé devagar e colocaria a cabeça para fora do beco, tentando ver se o marinheiro que me perseguia não está mais por perto. Caso estivesse, colocaria a cabeça para dentro e esperaria até que ele partisse. Caso ele não estivesse, eu colocaria meu capuz e fecharia a minha jaqueta. Depois, sairia do beco e andaria na posição oposta a que se iniciou a perseguição, com a cabeça baixa, mas sempre checando para passar longe de algum marinheiro.

Enquanto estava andando, continuaria a minha procura, mas agora com o fato de que haviam várias pessoas iguais à ele e que o mesmo estava na ilha. A pessoa que mais parecesse com o que eu lembrava dele, eu seguiria de longe, para ver se descubro algo. Tomaria cuidado para não adentrar em locais que aparentassem serem perigosos ou abandonados, para que não ocorresse a mesma coisa que aconteceu quando entrei no "lar dos monstros peculiares". E apesar de não ser do tipo sorrateiro, tentaria acompanhá-lo com calma e sempre disfarçando para que não parecesse que eu o seguia. Olharia para a paisagem ou para o céu, afim de que ele não desconfiasse de mim.

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MensagemAssunto: Re: Segundo Ato: Rebirth   Segundo Ato: Rebirth - Página 9 EmptyTer 25 Out 2016, 22:51

Mais uma cena de corrida?!!



A loucura de Buzz atinge seu auge uma vez que não compreende todo aquele cenário, as vozes e a possibilidade de encontrar com seu amigo antigo. Enquanto reflete sobre o misterioso som cujo ecoa bastante na mente, procura conversar com o mesmo, todavia não recebe resposta, posteriormente senta-se no solo com o objetivo de checar a carteira e a resposta que encontra é uma foto do ancião brincando com seus netos, a felicidade na paisagem é muito visível e em relação aos berrys, não existe nenhum.

Depois de alguns minutos, Bee ergue-se bem como coloca a cabeça buscando o marinheiro, portanto percebe que a deusa da sorte finalmente sorri para o jovem dado que não posiciona-se por perto. A resposta do hipnotista é rápida uma vez que coloca o capuz consequentemente iniciando uma caminhada de volta para a cidade, o garoto olha para os lados cujo contém a intenção de evitar marinheiros e assim acontece.

Por fim, o socorrista traça um novo plano na qual é seguir a pessoa mais parecida com Snatch, isso demora alguns minutos para ocorrer e então uma nova perseguição têm início. O jovem mostra suas habilidades visto que percebe e começa a andar rapidamente em que tenta sair do raio de visão do socorrista. Qual será a reação do pirata?
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MensagemAssunto: Re: Segundo Ato: Rebirth   Segundo Ato: Rebirth - Página 9 EmptyQua 26 Out 2016, 23:05

* O que merda eu fiz? * Era apenas nisso que eu conseguia pensar enquanto olhava aquela foto. A felicidade do velho e das crianças que brincavam com ele era evidente e me fazia me sentir mal pelo que "eu" havia feito. Mas o que eu havia feito? Até onde eu sabia, eu apenas tinha roubado uma carteira que tinha uma foto. Sem dinheiro, sem documentos, praticamente sem nada. Mesmo assim, só o fato de ter feito aquilo àquele velho, já me fazia questionar quem eu realmente era. Eu guardei a carteira, talvez na esperança de conseguir devolvê-la ao seu dono, mas eu sabia que isso era improvável.

Ali, sentado naquele beco, a paz conseguia chegar até as menores áreas do meu ser. Era tudo tão simples ali. Tudo tão lento. Qual deve ter sido a última vez que eu parei e sentei em algum local, sem fazer absolutamente nada? Sem tentar fazer acordos, sem lutar, sem investigar nada? Aquilo era relaxante, ao mesmo tempo que chegava a ser irritante. Poderia ser que o único motivo por eu não ter parado com a agitação que frequentemente ocorria fosse por que eu me viciei em fazer essas coisas? A adrenalina de uma luta, de agir como um espião. O esforço mental de um debate ou formulação de plano. Tudo isso, tinha me viciado?

Mesmo com esses pensamentos pesados, eu podia perceber que aparentemente as coisas estavam melhorando a sua maneira para mim. Já não tinha mais aquele marinheiro xarope no meu pé e as coisas estavam calmas por ali. Eu podia simplesmente procurar algum lugar para dormir ou me divertir, mas acabei me metendo em uma perseguição atrás de alguém que eu acreditava ser meu amigo. No começo, na verdade, eu apenas estava seguindo ele. Mas as coisas mudaram quando ele começou a acelerar seu passo. Tinha sido notado? Talvez. Afinal, nunca fui muito bom com essa coisa toda de ser furtivo. Claro, eu não era do tipo barulhento, mas também não conseguia me mover silenciosamente, nem me esconder rapidamente sem ser notado. Para mim, isso era coisa que ninjas e mágicos faziam. E para minha tristeza, eu não era nem um nem outro.

Então como eu empregaria uma perseguição? Bem, obviamente eu já havia sido notado, então eu não estava nem um pouco me lixando para ser discreto. Mas é claro que, como eu não tinha certeza de que aquela pessoa era Snatch, eu não ia sair correndo com tudo para cima dela e amarrá-la. Apesar de que seria bem mais simples. O que eu faria era tentar manter uma curta distância entre nós, para que eu não o perdesse de vista. Para começar, eu aceleraria meu passo a medida que ele também acelerasse, tentando me manter na mesma velocidade que ele ou uma um pouco maior, vide que eu ainda estava consideravelmente distante dele.

Tentaria mantê-lo sempre em meu campo de visão, para saber para onde ir. Enquanto ele estivesse andando em linha reta, eu faria o mesmo. Nas esquinas ou becos que ele entrasse, eu faria a mesma coisa. Enquanto fazia a perseguição, tentaria respirar grandes quantidades de ar devagar e depois libera-las na mesma velocidade. Faria isso em intervalos de dois segundos, para que eu não me cansasse muito rápido e conseguisse acompanhá-lo. Se houvessem obstáculos pelo caminho, tentaria pular sobre eles caso fosse possível, ou contorná-los sem perder muito tempo. Se ele passasse por baixo de algum local, tentaria fazer o mesmo, imitando-o.

O problema seria caso ele escalasse algum local. Nunca fui bom em escaladas, e tenho memórias dolorosas de épocas em que eu tentava escalar árvores. Por isso, caso ele escalasse em algum lugar que fosse incapaz para mim, eu gritaria para ele. - Ei, antes de fugir, me responda! Você me conhece? - Aproveitaria o momento da resposta para descansar um pouco as pernas e suavizaria ao máximo a minha expressão. Após a resposta, caso fosse negativa, eu apenas suspiraria e começaria a andar pela rua, olhando as construções e pensando no que fazer à seguir. Mas se a resposta fosse positiva, eu gritaria com um tom forte e que transparecesse um pouco da minha raiva. - Então por que está fugindo, maldito! - Ouviria tudo o que ele tivesse a dizer, antes de tentar fazer algo.

Se por algum acaso, ele parasse de fugir de mim, eu pararia de correr e ergueria ambas as mãos, enquanto diria em um tom amigável. - Calma ai. Não tô aqui para te machucar nem nada. Só quero saber se você é meu amigo Snatch. - Para uma resposta negativa, eu faria uma leve reverência para ele e começaria a me afastar calmamente, ainda com a frente do corpo virado para o sujeito. Mas se a resposta fosse positiva, eu falaria para ele. - Se você é ele, por que está fugindo de mim? - Tirar esse mistério da cabeça era a melhor coisa a se fazer, já que ela não parece estar funcionando tão bem quanto deveria. Por hora a voz se mantinha quieta, mas eu sentia que isso não duraria muito tempo. Até por que, se as coisas fossem fáceis assim para mim, eu a essa hora já deveria ser o rei dos piratas.

off:
 

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MensagemAssunto: Re: Segundo Ato: Rebirth   Segundo Ato: Rebirth - Página 9 EmptyQui 27 Out 2016, 14:48

A brincadeira do destino!!



Em torno das oito horas da manhã, duas crianças brincam de pega-pega uma vez que Buzz tenta acompanhar a velocidade do misterioso, mas por algum motivo nem mesmo acelerando consegue cerca-lo e assim passa duas horas sem perceberem; Atravessam por caminhos retos, dobram a esquina de casas, desviam de pessoas ou objetos; O trajeto traçado é muito diversificado, as pessoas meramente olham, crianças são seguradas fortes pelos pais já que não pretendem deixar seus filhos participarem e cachorros gritam para os jovens.

Num certo momento, Bee situa-se exausto consequentemente caindo no chão, não existe mais força na estrutura corporal e todavia ainda consegue ver o garoto em pé, sem nenhum suor e completamente saudável. - Já cansou? Buzz, você não mudou nada. Snatch confirma as hipóteses do socorrista enquanto dialoga em cima de uma casa cujo subiu no telhado e sem esperar nenhum segundo, desaparece num piscar de olhos do hipnotista. Nada localiza-se favorável para o pirata, um mistério é resolvido e no entanto, posicionam-se diversos outros na cabeça do gênio.

Por fim, os cidadães lembram daquela cena, portanto rodeiam Buzz - Não..foi ele... aquele idoso na qual derrubou anteriormente aproxima=se do cenário assim como protege o acelerador. - Vovô, quem é esse menino? Ele não posiciona-se sozinho dado que sua neta também situa-se no local; Devido ao tamanho do corpo pode deduzir que contém oito anos de idade, além de que possui cabelos pretos e uma roupa vermelha. No final, o anoso estica a mão para levanta-lo. Qual será a resposta?
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MensagemAssunto: Re: Segundo Ato: Rebirth   Segundo Ato: Rebirth - Página 9 EmptyQui 27 Out 2016, 21:38

* Mas que merda foi essa agora a pouco? Nem uma gotazinha de suor? E esse negócio de ficar aparecendo e sumindo, já tá me enchendo o saco. * Finalmente, eu havia constatado o que no fundo eu sempre soube: Meu velho amigo estava nesta ilha. Sabe-se lá por que, ele prefere ficar fugindo de mim, como se eu fosse bater nele ou coisa do tipo. Bem, talvez eu fizesse isso mesmo, agora que ele me fez correr por horas atrás dele. * Que tipo de monstro te força à praticar exercícios tão cedo do dia? E que tipo de monstro aguenta fazer isso tão calmamente? Sei que fazem anos que não nos vemos, mas acho que ele exagerou nas mudanças. Odeio quando as pessoas somem por anos e se tornam ninjas sem te contar nada. *

Qual era o sentido de ficar correndo feito um maluco pela cidade? E o que era mais estranho, se ele sabia quem eu era, porque estava fugindo? Snatch sempre foi o tipo de cara que sempre tem um plano para tudo. * Será que esse é um dos planos infalíveis dele? Lembro que o último nos fez fugir de um grupo de anões vestidos de palhaços. A melhor parte com certeza ficou com o momento em que eles começaram a tacar bananas na gente e um monte de pessoas acabaram sendo pegas pelos projéteis. No fim, tudo acabou bem. Os anões tiveram que limpar a sujeira e as bananas que eu e ele pegamos no ar foram usadas muito bem como refeições. Bons tempos. Ótimo plano, aliás. Eu acho que ele só não esperava que um dos anões era um mink cachorro que acabou farejando a gente. Na verdade, acho que os planos dele são bem melhores que os meus. Talvez eu deva dar a ele o benefício da dúvida... *

A exaustão me vencia e eu agora estava no chão, onde tentaria fazer minha respiração voltar ao normal. Sentia os músculos das minhas pernas queimarem por conta do esforço, mas era uma dor até suportável. Afinal, não era a primeira vez que eu a sentia, já que desde cedo eu treinei minhas pernas para serem minhas armas. Mesmo assim, o desconforto causado era certamente inconveniente para a situação. Em meio a toda aquela perseguição pela cidade nós acabamos chamando a atenção de várias pessoas que, agora que me viam caído no chão, se aproximavam para tentar fazer algo comigo. * Talvez eles se lembrem do que eu fiz ao velho e queiram me segurar até a chegada da marinha. * Antes que eu pudesse tentar qualquer coisa, uma figura inesperada se entrepõe entre eu e as pessoas que me rodeavam.

Por mais improvável que possa parecer, a pessoa era nada mais nada menos que o idoso que eu havia roubado, acompanhado de sua neta. Porque ele estava fazendo aquilo? O que ele ganhava com aquilo? Aquilo não fazia sentido para mim. Qualquer pessoa teria se juntado aquelas pessoas para me atacar, mas ele fez justamente o contrário. Além de impedir que as pessoas se aproximassem de mim, ele ainda me estendia sua mão para me ajudar à levantar. Algo dentro de mim ardia com tamanha bondade sendo exposta assim. Visando não causar mais nenhum problema, eu retiraria do bolso a carteira do velho e entregaria em sua mão estendida. Logo após isso, colocaria ambas as mãos no chão e as usaria para me impulsionar e ficar de pé.

Uma vez feito isso, eu olharia para o velho e apenas diria com toda a minha sinceridade. - Desculpe. - Depois, prosseguiria pela rua andando naturalmente. Sei que era uma frase bem curta para tentar compensar pelo que eu havia feito, mas era apenas o que eu poderia dizer em uma situação tão estranha quanto aquela. Fora que se eu demorasse ali, a situação poderia ficar podre para mim. Eu não esperava que as pessoas fossem me deixar ir tão de boa assim, então ficaria pronto para esquivar dos golpes e continuar prosseguindo. Mas ao invés de ir caminhando, se eu fosse atacado eu tentaria acelerar um pouco meus passos, para evitar ser linchado.

Caso eu conseguisse seguir meu caminho, eu procuraria algum local movimentado para ir. Depois de todo o perrengue pelo qual havia passado, eu precisava me distrair um pouco e descansar da maratona que acabava de completar. Caso achasse o local movimentado, e de preferência animado também, entraria com cuidado no local e faria uma rápida checagem com meus olhos, verificando se não há nenhum marinheiro por ali que pudesse transformar o descanso em uma luta mortal. No caso de haver algum marinheiro no local, eu daria meia volta e sairia do estabelecimento, prosseguindo com o percurso inicial. Mas se o local estivesse livre das pragas do governo, eu à priori ficaria com minhas costas escoradas em uma das paredes do local, enquanto dava uma olhada no que se passava por ali.

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MensagemAssunto: Re: Segundo Ato: Rebirth   Segundo Ato: Rebirth - Página 9 EmptySex 28 Out 2016, 10:02

Finalmente a sorte aparece?!!



Devido as circunstâncias, Buzz retira a carteira do bolso bem como entrega para o idoso - Minha carteira? O tom confuso na voz denuncia a situação por dentro do anoso, mas ele continua com uma expressão cansada e feliz no rosto; A população enche de raiva, portanto dão mais alguns passos e novamente são interrompidos pelo velho cujo abre os braços parando-os. Enquanto isso, o garoto ergue-se com dificuldade, posteriormente desculpa-se com seu salvador - Viram gente? Ele pediu desculpa, errar é humano. Ele contém um bom coração e por isso perdoei-o. O vocabulário usufruído revela tamanho esforço utilizado no discurso pelo longevo consequentemente o ódio por parte da população some instantaneamente.

O gênio começa a percorrer um trajeto aleatório, seu cansaço é tão imenso que faz cambalear a cada passo e mesmo preparando mentalmente uma defesa encontra-se impossibilitado de utilizas e no entanto, não é preciso visto que abram caminho. Logo em seguida, após alguns minutos posiciona-se um horário na qual todo mundo almoça e por esse motivo, na direita contém hospedarias, restaurantes; Na esquerda possui aquele mesmo bar de antes e lojas; Ao norte apenas um caminho até o quartel general, por fim no sul contém aquele rodizio de sujeitos. Todos os locais é movimentados.

A variedade de pessoas bem como tarefas executada pelas mesmas é muito diversificado. Qual será a reação do pirata?
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MensagemAssunto: Re: Segundo Ato: Rebirth   Segundo Ato: Rebirth - Página 9 EmptySab 29 Out 2016, 01:37

Certamente uma forma interessante de começar meu dia: Sendo um cara legal. Tá, não tão legal assim. Até por que a carteira estava vazia, então não era um grande sacrifício devolvê-la. Acho que o que pesou mais nessa boa ação foi o simbolismo da foto e da cena em questão. Acho que, eu daria um nove na escala de momento emocionante. Claro, se levarmos em consideração que eu entreguei para dar uma esfriada no pessoal que estava querendo me matar, cai para um sete. Mas deixando de lado todo esse negócio de escala, a cena foi bem legal.

Pensando em tudo aquilo, comecei a me sentir aquecido por dentro. O simples ato de devolver aquele objeto fez com que eu me lembrasse, pelo menos por um momento, que eu ainda era humano. Eu sabia que algo como aquele apagão que eu tive poderia acontecer novamente, e por isso tentar agir o mais próximo de uma pessoa normal talvez pudesse me garantir um pouco de sanidade mental. * Talvez fazer boas ações de vez em quando não seja uma má ideia. Óbvio que não vai ser todo dia, e possivelmente não será nada grandioso, mas eu posso tentar fazer isso. *

O velho recebia a carteira e dizia algumas palavras aos cidadãos, que ficavam menos agressivos. Palavras essas que, para mim, estavam erradas. Eu nunca fui alguém de bom coração. Talvez quando eu tinha menos de seis anos, mas idades muito baixas não contam. Sempre fiz coisas ruins, e não me orgulho disso. É como diz meu lema: Você tem que fazer o que é necessário, seja bom ou não. Já me escondi tantas vezes atrás deste pensamento, que perdi até a conta. Mas se levarmos pelo lado de que eu sou um pirata, supostamente eu não deveria ligar para nenhuma regra, apenas as minhas próprias. * Talvez algum dia isso acabe acontecendo, mas este dia não é hoje. *

Agora eu seguia meu caminho. Estava meio cambaleante pelo cansaço, mas eu sabia que logo isso passaria. Olhando as construções ao meu redor, pude ver que havia uma variedade interessante de locais nos quais eu poderia entrar. Eu não estava no clima para gastar dinheiro, mas a corrida de mais cedo havia me deixado faminto. * Acho que o restaurante é a escolha certa à se fazer. E eu sempre posso roubar mais, né? A dificuldade só será achar alguém para roubar. *

Com a escolha feita, me dirigiria até o restaurante e adentraria o local, olhando seu interior com cuidado. Procuraria uma mesa vazia e iria até ela, me sentando em uma cadeira dela. Veria se em cima da mesa há um menu e, caso houvesse, o pegaria e leria com atenção principalmente na área dos preços. * Sovina... * Um calafrio subia pela minha espinha. * Estava demorando. Resolveu conversar? * Outra vez silêncio. * Você é infantil pra caramba. Por que fica falando e se calando? *
E novamente nenhuma resposta era me dada. Sinceramente, era como viver com um bebê dentro da cabeça.

Enquanto estivesse sentado na mesa, aproveitaria o momento de calma para descansar minhas pernas e relaxar. * Talvez essa desgraça de voz seja só fome... Bem, todo mundo tem que ter esperança. * Meu maior problema no momento deveria ser escolher a refeição. Sempre gostei de doces, mas todo mundo sabe que isso não mata fome. À menos que eu coma uns dez quilos de doces, o que vai matar a minha fome e a mim. Depois de ler o menu, procuraria com meus olhos o garçom do local. Quando o avistasse, levantaria a mão e faria um leve aceno de mão, indicando que eu o estava chamando.

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MensagemAssunto: Re: Segundo Ato: Rebirth   Segundo Ato: Rebirth - Página 9 EmptySab 29 Out 2016, 17:27

Um ambiente sossegado!!



Quando analisa suas opções, o garoto não perde tempo para escolher uma vez que surge um ronco na barriga, talvez tenha influenciado na decisão, enfim caminha lentamente até uma das mesas vazias no fundo direito do restaurante. Visualizando a movimentação encontra várias famílias; Homens e mulheres comendo sozinhos, alimentando bebês ou filhos maiores conseguindo comer sozinho; As conversas também são infinitas, sobre trabalho, vida, namoro e até pedido de casamento acontece naquele cenário; O edifício posiciona-se quase lotado e muito agitado, mesmo sendo o início do dia.

Buzz procura assim como pega um menu cujo existe uma diversidade de comida, bebida e sobremesas de cima da mesa, enquanto pensa sobre qual escolherá, novamente aquela voz aparece causando um frio na espinha do garoto. Ele tenta questiona-lo, todavia outra vez recebe o vácuo consequentemente sentindo-se com raiva do misterioso, posteriormente levanta a mão no instante em que olha o garçom; O homem por sua vez, contém cabelos até o pescoço da cor preta bem como a coloração dos pelos e órgãos oculares e devido ao formato do rosto consegue deduzir que ele é novo, pelo menos mais velho que Bee.

Além disso tudo, uma temperatura agradável de dezoito graus preenche o ambiente. As roupas do socorrista em baixo do casaco posicionam-se molhadas de suor, por conseguinte começam a pesar aos poucos e o sistema cardíaco posiciona-se normalizando devagar. - Ola amigo, o que vai querer? Usufruindo de uma frase amistosa e um sorriso no rosto aproxima-se do hipnotista. Qual será a reação do pirata?
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MensagemAssunto: Re: Segundo Ato: Rebirth   Segundo Ato: Rebirth - Página 9 EmptySab 29 Out 2016, 23:34

* Todas essas pessoas e esse clima harmônico... Observar as outras pessoas nunca parece ficar chato. * Meu interesse nos seres humanos já vinha de longa data comigo e era um dos poucos defeitos que eu tinha e que não me incomodava. Certamente ficar olhando para as pessoas em muitas ocasiões pode parecer estranho, mas esse era um hábito que eu não gostaria de perder. Pensando bem, eu não só me atento à observar as pessoas, como também os locais em que estou. Em parte eu fazia isso para talvez conseguir utilizar os elementos do local ao meu favor, mas tinha algo à mais nisso. A visão é certamente o sentido que eu mais aprecio. Ver a beleza das coisas, suas cores, tamanhos e até determinar sua textura, tudo isso de maneira rápida.

Lembro-me das vezes em que eu ia para o quintal de minha casa e me deitava na grama, observando o céu noturno. Ver as belíssimas estrelas e a graciosa lua brilhando e contrastando com o céu escuro fazia com que todo o resto se tornasse pouco importante. Naquela época minha única preocupação era treinar e ler o que quer que eu quisesse. Era uma época mais simples. Mas talvez eu pudesse voltar à alguns velhos hábitos. * Sempre há o dia e a noite. Tenho várias chances de voltar a olhar o céu noturno, mas talvez me falte tempo. Parece que sempre que eu consigo arrumar um tempo só para mim, tudo dá errado e eu me meto em mais encrencas. *

Com essa constatação em minha mente, eu resolvia aproveitar o tempo que eu havia conseguido para aproveitar uma boa refeição. O clima estava bastante agradável, mas eu não podia dizer o mesmo sobre as minhas roupas. * Qual foi a última vez que eu tomei banho? Tenho que dar um jeito nisso. * Após ler o menu, eu já tinha uma ideia do que pedir e chamei o garçom. O jovem parecia ser bem prestativo e amigável, o que era de se esperar de alguém que trabalha com contato direto com os clientes. Depois de ouvir sua pergunta, responderia. - Me traga um filé de frango frito, arroz, feijão e uma salada. E para beber, traga um suco de laranja por favor. -

Depois de fazer o pedido, me recostaria na cadeira e ficaria aguardando o pedido, enquanto olharia discretamente para as pessoas. De preferência eu procuraria observar uma garota com mais ou menos a minha idade e bonita. Sei que é estranho mas bem, eu sou um homem afinal de contas. Tomaria cuidado para ninguém me notar, pois eu não estava no clima para sair correndo feito um maluco pelas ruas de novo. * Ah... Quando é que vai chegar o dia em que eu vou conseguir puxar assunto normalmente como uma pessoa normal? Um dia desses eu vou acabar vacilando e sendo pegue por causa disso... *

Quando a comida chegasse, agradeceria o garçom com um aceno de cabeça e pegaria o garfo com a mão direita e a faca com a esquerda. Caso não houvesse algum desses objetos sobre a mesa, pediria ao garçom. - Você poderia me trazer um garfo e uma faca? - Quando ele os trouxesse, pegaria-os como já descrito acima. Usaria o garfo para segurar a carne e a cortaria em pequenos pedaços utilizando a faca. Depois, usaria o garfo para pegar um pouco de cada alimento e a faca para ajudar nessa coleta, levando por fim o garfo até a boca e colocando o alimento ali. Faria isso calmamente e de pequenas em pequenas porções, para que minha boca não ficasse muito cheia.

Pode até parecer meio fresco, mas Abraham não me ensinou apenas a lutar. Sempre que eu estava na casa dele, tinha de seguir as regras de etiqueta. Quando eu descumpria uma, o castigo em geral era um chute na minha região toráxica ou nos braços. Doía muito, mas era o seu jeito de fazer com que eu evitasse cometer o mesmo erro. Ele sempre dizia a mesma coisa. - Você pode virar um pirata, marinheiro, caçador de recompensas ou o que for. Se não tiver boas maneiras pelo menos à mesa, você é um animal como qualquer outro. - De certa forma eu concordava com ele, apesar de que de vez em quando eu acabo me esquecendo das regras de etiqueta. Acho que tem hora e local para se usá-las, e esse era um desses locais. Após finalizar a minha refeição, chamaria novamente o garçom e perguntaria. - Quanto deu a minha conta? -

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