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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Segundo Ato: Rebirth

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MensagemAssunto: Segundo Ato: Rebirth   Segundo Ato: Rebirth - Página 8 EmptyQua 06 Jul 2016, 00:13

Relembrando a primeira mensagem :

Segundo Ato: Rebirth

Aqui ocorrerá a aventura do(a) pirata Buzz Bee. A qual não possui narrador definido.


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BuzzB
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MensagemAssunto: Re: Segundo Ato: Rebirth   Segundo Ato: Rebirth - Página 8 EmptySab 08 Out 2016, 23:15

* Já está bom, não é? Se eu matá-lo agora, terá sido para sobreviver. Ainda tem mais dois, então tenho que terminar com isso enquanto eu ainda consigo. * A dor em meu nariz pulsava e até me fazia lacrimejar um pouco. Era como se eu tivesse inspirado um quilo de pimenta em pó ou colocado uma tocha abaixo do meu nariz. Queimava. Doía. Mas tinha algo além disso. Algo que não estava apenas no meu nariz, mas no corpo inteiro. Era como se alguma coisa estivesse começando a queimar no meu peito e a se espalhar pelo resto do corpo. Sentia meu sangue fervendo e uma estranha sensação de comichão em minhas pernas. Não sabia bem o que era isso, mas sabia que não seria boa coisa. Pelo menos, não para meu oponente.

Usando minha boca para respirar, encheria meus pulmões e usaria meus braços e pernas para me botar de pé, me afastando logo em seguida. Eu precisava ter cuidado para não ficar levando golpes de graça como os que havia acabado de receber. Levantaria minha guarda e continuaria respirando e tentando prestar atenção ao meu oponente. Minha tontura já havia passado, então eu deveria considerar que a dele também havia, mesmo que isso não fosse verdade. Afinal, melhor não arriscar. Apesar de não estar mais tonto, agora eu tinha um novo problema: Meu nariz estava sangrando. Mais um motivo para acabar com isso logo, já que eu não era idiota de fazer um curativo no meio de uma luta.

Primeiro eu avançaria para cima dele e tentaria aplicar um chute em arco com a perna direita na altura de seu peito, sempre atento aos seus movimentos. Caso antes que eu atacasse eu percebesse que ele tentaria aplicar-me um golpe, eu avançaria a perna esquerda ao mesmo tempo que jogaria a parte superior de meu corpo para trás, usando também a mão esquerda para me apoiar. Feito isso, usaria a perna direita para chutar seu rosto com força em um movimento em arco. Acertando ou não, recuaria e tentaria atacá-lo novamente, com o chute em arco já descrito e a mesma sequência que eu usaria caso ele não tentasse me atacar. A sequência dependeria to tipo de esquiva ou defesa feita pelo pugilista. Como o chute visava a região na altura do peito do boxeador, e era um chute em arco, suas esquivas se limitariam. E para cada uma delas, haveria uma contra medida.

Caso ele optasse por recuar, poria o pé usado no chute no chão e rotacionaria o corpo, avançando a perna esquerda em direção ao oponente e atento aos seus movimentos, usando a sequência de esquiva citada anteriormente caso fosse necessário. Se eu não precisasse me esquivar, continuaria a sequência de ataques avançando minha perna direita para frente da esquerda e utilizando ela para aplicar um chute reverso na cabeça do adversário. Logo que eu colocasse o pé no chão, saltaria lateralmente na direção em que meu adversário estivesse e aplicaria um chute em sua direção, de preferência na região do tronco, que era maior. Após os movimentos, certificaria-me de que eu manteria uma distância maior que a minha perna entre eu e ele.

Caso ele não tivesse recuado, mas sim se abaixado muito ou se jogado no chão, eu traria a perna direita usada no chute para próximo do meu corpo e chutaria para baixo, em direção ao inimigo. Se ele conseguisse desviar, apenas poria o pé no chão e saltaria em sua direção. O salto não era para ser alto, e sim para fazer com que eu me movesse mais depressa. Por ser baixo, eu rapidamente chegaria ao chão, onde me apoiaria na perna esquerda e chutaria com a direita, inclinando o corpo na direção contrária e mirando na região da barriga do adversário. Errando ou não, tentaria manter uma distância segura do meu oponente utilizando-me de saltos ou até de velocidade para isso.

Se ele não tivesse nem recuado nem se abaixado, mas sim bloqueado o ataque, eu não colocaria a perna no chão, e sim puxaria ela para próximo ao corpo, aplicando um chute baixo em seu joelho. Caso acertasse, eu me aproximaria rapidamente e seguraria seus ombros, puxando-os em minha direção ao mesmo tempo que aplicaria uma joelhada com a perna esquerda em sua barriga. Depois, o empurraria e armaria minha guarda, tomando cuidado para me abaixar no caso de alguma retaliação. Claro que se o ataque fosse um gancho, eu desviaria para algum dos lados, e não me abaixaria. Mas se eu não tivesse acertado o joelho dele, poria o pé no chão e rotacionaria o corpo para a direita, trazendo minha perna esquerda em um chute meia lua em direção à sua cabeça. Ao fim do movimento, recuaria dois passos longos e tentaria manter a distância. Caso não conseguisse, se eu notasse que seu ataque seria um Jab, direto ou cruzado, eu me abaixaria e tentaria aplicar uma rasteira, me levantando logo em seguida com os braços em formação de xis na frente do meu rosto. Após isso, me manteria saltando para trás a cada ataque que ele tentasse, para sair de sua área de alcance. Mas se eu notasse que ele tentaria um gancho, eu desviaria para o lado que suas costas estivessem e seguraria seu ombro com ambas as mãos, usando-o de certa forma de apoio para aplicar uma joelhada em suas costas. Depois disto, tomaria um pouco de distância e tentaria fazer a esquiva citada anteriormente caso fosse necessária.

Não importando o momento, caso meu inimigo caísse deitado no chão, eu rapidamente me moveria para seu lado e pisaria fortemente sua cabeça contra o chão cerca de cinco vezes, apenas para garantir. Mas se ele caísse sentado no chão, me moveria da mesma maneira, mas ao invés de pisar em sua cabeça, tentaria pisar em uma de suas mãos, caso elas estivessem no chão, ou um uma de suas pernas. Me por um acaso eu conseguisse derrotá-lo, rasgaria dois pedaços de sua camisa e os enrolaria em bolinhas. Depois, seguraria ambas com a mão esquerda enquanto ajeitaria meu nariz, caso ele estivesse quebrado. Tendo que pô-lo no lugar ou não, colocaria uma bolinha de tecido em cada narina, para tentar estancar o sangramento, e ficaria respirando apenas pela boca, como já vinha fazendo. depois, diria algumas palavras. - Parece que no final, você acabou amadurecendo tanto que ficou podre. - Esperaria uma reação dos outros dois, mas não avançaria contra nenhum deles. Ficaria apenas mantendo distância, enquanto tentava ganhar tempo para descansar um pouco.

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MensagemAssunto: Re: Segundo Ato: Rebirth   Segundo Ato: Rebirth - Página 8 EmptySeg 10 Out 2016, 10:04

A troca de lutadores!!



Após sentir uma sensação desconhecida, o garoto ergue-se para mais um turno da luta, portanto a inteligência do rapaz aparece uma vez que utiliza sua boca para respirar ao invés do nariz cujo está muito danificado. A luta começa com buzz avançando com um chute em arco visando o peito do pugilista, mas o mesmo desvia facilmente recuando com alguns passos para trás e como o socorrista espera por esse momento, rapidamente utiliza outro golpe com a perna direita na qual têm que ajeita-se completamente para executar e devido a falta de equilíbrio consequentemente dá tempo para o boxeador desviar novamente pulando para trás.

- Nada mal criança, mas não é o suficiente! O homem solta a frase no momento em que bloqueia o ultimo chute executado pelo gênio, o lutador de mãos parou a investida com apenas o punho esquerdo fechado e a culpa é da pouca força localizada no interior do acelerador comparado com seu oponente. Ambos encontram-se ofegantes, contudo a situação critica aparece somente para Bee dado que ainda têm dois oponentes para enfrentar - Minha vez! Anuncia em voz alta, o homem de cabelos marrom em que utiliza um topete e sem conseguir responder devido ao cansaço, meramente dirigi-se até seu companheiro para os dois baterem as mãos.

- Que azar, tu já cansou com apenas uma briga.. no entanto, isso não impede de eu dar-lhe uma surra! A felicidade no rosto do boxeador é evidente, sem demorar muito tempo levanta a sua guarda preparando-se para a batalha. Os machucados de Bee no que lhe diz respeito, situa-se com o nariz da mesma forma anterior e como não quis cuidar do sangramento acaba caindo algumas gotas na boca; A dor na barriga agora diminuía, contudo é forte o suficiente para fazer o garoto colocar as duas mãos no estomago e por fim, com a respiração magoada consequentemente a exaustão chega mais rápido diminuindo a velocidade dos movimentos do rapaz. O que o pirata fará?
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MensagemAssunto: Re: Segundo Ato: Rebirth   Segundo Ato: Rebirth - Página 8 EmptySeg 10 Out 2016, 12:40

* Então esse e o plano deles? Me vencer com táticas sujas? Não que eu ligue muito, pois na posição deles faria o mesmo, mas ainda assim... Esses caras não têm nem a honra necessária para lutar até o fim. Talvez eu devesse pegar um pouco mais pesado, mas não sei se vou conseguir no estado em que eu estou. * A situação mostrava-se um desafio maior do que o esperado. Não havia derrotado nenhum deles e já estava cansado demais para lutar com tudo. Agora meu adversário era outro pugilista, mas estava completamente descansado. Seria uma boa ideia continuar? Para mim, era.

O sangue que saia de meu nariz alcançava a minha boca e me fazia sentir o gosto metálico que ele tinha. O fato me lembrou de que tratar o ferimento era a melhor estratégia, mas eu não tinha certeza se eu teria tempo para isso. Com o adversário pronto para o embate, a possibilidade de ser atacado enquanto tentava parar o sangramento era alta. Mesmo assim, resolvia que eu deveria fazer logo isso. Primeiro, ficaria de olho em meu adversário e poria as mãos no nariz, verificando se ele estava quebrado ou torto. Caso ele estivesse no lugar, a única coisa que eu faria seria usar a mão esquerda para apertá-lo e assim diminuir o sangramento. Mas se ele estivesse torto, eu tentaria colocar ele no lugar, da maneira que fosse mais propícia. Caso em algum momento enquanto eu estivesse fazendo isso meu inimigo tentasse me atacar, eu faria as seguintes esquivas.

Caso ele atacasse com um jab, direto ou cruzado, eu me abaixaria apenas inclinando a parte superior do corpo para frente. Logo após desviar do golpe, com o braço direito cruzado em frente ao rosto, levantaria a parte superior do corpo e chutaria sua cabeça com o pé direito. Caso ele recuasse, poria o pé no chão, rotacionaria o corpo para a direita e executaria um chute meia lua na altura de seu tronco. Mas caso ele se abaixasse, traria o pé para junto ao corpo e chutaria para baixo, me aproveitando do peso do meu corpo para ganhar mais força. E se por acaso ele houvesse desviado para meu lado direito, traria minha perna direita para trás da esquerda e rotacionaria o corpo para a direita, ficando frente a frente com ele. Depois, chutaria seu flanco usando a perna esquerda. Mas se ele houvesse desviado para a minha esquerda, poria apenas o pé direito no chão e traria a perna esquerda em um chute lateral visando a sua perna. Acertando ou não, em qualquer um dos casos, tomaria distância e tentaria me recuperar, respirando pela boca e pronto para recuar ou pular para os lados no caso de algum ataque.

Mas caso ele tentasse um gancho ou algum golpe direcionado para baixo, pularia para trás e depois me impulsionaria para frente, aplicando um chute frontal em seu peito usando a perna direita, e usando a perna esquerda como apoio. No caso dele recuar ou mover-se para a esquerda, poria o pé no chão e traria a perna esquerda em um chute lateral visando sua cabeça do adversário. Caso fosse para a direita, faria o mesmo esquema de por o pé no chão, mas aplicaria um chute reverso com o calcanhar esquerdo, visando sua cabeça. Errando ou não, tomaria uma certa distância dele e ficaria respirando pela boca, enquanto segurava o nariz com a mão esquerda. Sempre ficaria atento à suas investidas e pronto para desviar para os lados ou recuar o suficiente para escapar do golpe.

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MensagemAssunto: Re: Segundo Ato: Rebirth   Segundo Ato: Rebirth - Página 8 EmptyQui 13 Out 2016, 13:04

A troca de lutadores!!



Buzz não gosta da tática usufruída pela tríade, no entanto compreende o porque deles usarem-a e por fim utiliza suas habilidades de primeiros socorros para checar seu nariz consequentemente percebendo que posiciona-se rachado, mas isso não impede da criança apertar as narinas uma vez que pretende parar o sangramento. Porém, o que não espera é a tremenda dor que sente devido suas ações. - Está pronto para brincar? O homem demostra um pouco de respeito pelo menino dado que aguarda sem atacar e só depois de alguns segundos, decide partir pra cima.

A luta começa com o rapaz correndo em direção da criança visando um direto de direita no meio do rosto, mas erra devido a esquiva do garoto na qual inclina-se para frente, posteriormente lançando um chute em que mira na lateral do crânio de seu oponente. O ataque acerta em cheio todavia por causa da situação do menino não causa muito dano e por conseguinte apenas faz a cabeça virar para o lado - Fraco! O inimigo de Bee avalia a ofensiva do mesmo bem como contra-ataca com um gancho de esquerda mirando no queixo do gênio.

No entanto, novamente o acelerador desvia pulando para trás, porém seu maxilar é pego de raspão uma vez que a exaustão diminui sua velocidade e por essa razão obriga o joelho esquerdo encontrar o chão, enquanto no lado direito apenas abaixa-se; Também sente uma enorme falta de ar bem como visualiza tudo em câmera lenta, por fim sua estrutura corporal localiza-se pesada. A situação do pirata piora a cada minuto, os danos causados pelo toque no queixo são agravantes na área do cérebro, mas os quatros escutam vários passos em direção do porto e não vão demorar para chegarem.

- Ei irmão, esta vindo alguém.. Um semblante de duvida é visto no rosto do humano, aquele que lutou anteriormente encontra-se deitado com a respiração pesada e o espadachim agora levanta-se, no entanto meramente continua observando sem falar nada. O que o futuro pirata fará?
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MensagemAssunto: Re: Segundo Ato: Rebirth   Segundo Ato: Rebirth - Página 8 EmptyDom 16 Out 2016, 01:21

* Tão lento. Tão sufocante. Tão pesado. Não sei se tenho forças para levantar, mas eu tenho que ficar de pé. * Eu estava passando por uma situação no mínimo desesperadora. Diante de uma clara desvantagem numérica e com a dor e o cansaço que corriam meu corpo, as chances de vencer eram mínimas. Sentia um formigamento nas pernas, que podia ser um indicativo para continuar a luta. Mas levando em consideração tudo que ocorreu, essa formigação deveria significar que minhas pernas estavam desistindo de me manter de pé. * Agora não. deem-me mais uns minutos, pernas malditas. * Aliado a isso, o fato de ter de aguentar a dor de colocar meu nariz no local me incentivavam ainda mais à desistir e tirar um cochilo ali mesmo.

E a situação parecia não parar de piorar para meu lado. Os passos se aproximando do local onde estávamos, me fazia questionar se seriam de marinheiros, já que meus atuais inimigos haviam matado alguns. * Ótimo! Se for um grupo de marinheiros eu vou direto para a prisão. * Só de pensar nisso, um arrepio passava pelo meu corpo e me fazia temer o pior. O destino só poderia estar de sacanagem em me mandar mais inimigos na situação em que eu estou. Se bem que eu não era o único ali que deveria me preocupar com os homens da lei, e eu poderia usar esse fato ao meu favor. Mas para isso, eu teria de estar de pé.

Mas como fazer isso com a baleia imaginária pregada nas minhas costas? A única coisa que eu conseguia pensar para resolver o problema, era não usar apenas as pernas para me impulsionar. Aproveitando que já estava com um dos joelhos no chão, inclinaria meu corpo para frente e poria as mãos no chão à minha frente. Depois, usaria ambas as mãos e pés para me levantar, e tentaria equilibrar meu peso sobre os pés, para que eu não caísse. Ficaria de olho nos meus três inimigos, já que eu não sabia se eles tentariam acabar comigo ou fugir. Caso algum deles tentasse me atacar, eu tentaria desviar recuando o suficiente para escapar do golpe. Não faria nenhum contra-ataque, já que eu deveria estar usando todas as minhas forças apenas para ficar em pé e desviar caso necessário.

Mas caso eles não atacassem, eu faria a coisa mais inteligente a ser feita no momento: Fugir. De maneira nenhuma eu gostaria de ficar ali, pois eu sentia que até um sopro me derrubaria. Com esse sentimento em mente, procuraria um local para me esconder e me dirigiria para lá, tomando cuidado para checar se o local não era perigoso. Caso não achasse um esconderijo, eu poria meu capuz sobre a cabeça e andaria pela direção que eu havia tomado para chegar no local. Com sorte, eu passaria sem muitos problemas e conseguiria ver quem estava fazendo aquilo.

Se durante a caminhada eu percebesse que eram marinheiros que estavam fazendo aquilo, eu procuraria outra rota e seguiria por ela, andando à passos largos. Meu objetivo era evitar confrontos desnecessários, para não acabar morto. Ficaria em silêncio e respirando pela boca, já que o meu nariz ainda estava machucado. * Sem confrontos por agora, por favor! Se eu estivesse com condições físicas de fazer isso, eu lutaria mais um pouco. Mas eu não acho que eles irão esperar isso. *

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MensagemAssunto: Re: Segundo Ato: Rebirth   Segundo Ato: Rebirth - Página 8 EmptyDom 16 Out 2016, 02:11

Uma brincadeira do destino?!!



Mesmo naquela situação, Buzz não desistia uma vez que esforça-se para ficar de pé - Você ainda quer apanhar? O seu oponente observa com admiração apesar das palavras saídas da boca do mesmo e por fim parte para cima de seu oponente com um direto de direita visando o peitoral do menino cujo tenta recuar, mas devido ao estado do corpo recebe o golpe em cheio caindo novamente no solo.

Querendo acabar com a luta, o espadachim finalmente move-se em direção do garoto com o objetivo de decapitar o menino -Irmão.. mesmo que o segundo inimigo de Bee não apoia a ideia, ele não pode fazer nada além de ficar olhando e agora com a lâmina encostando no pescoço, o fim está muito próximo do socorrista. Isso seria, se alguém não chegasse com uma voadora no rosto do homem topetudo e antes que o outro pudesse reagir, é atingido por inúmeros golpes consequentemente fazendo ambos voarem em direção do mar.

- Desculpe, eu não devia envolve-lo nisso.. O salvador do gênio é ninguém menos que o diabo, aquela criatura que entregou a missão bem como seus amigos demoníacos. Em relação ao outro integrante da tríade, apenas joga-se no liquido azulado após ver tais aberrações - Eu também menti, não existe essa arena e espero que um dia me perdoa.. O ser deixa cair algumas lagrimas no rosto e em seguida ambos sobem num navio acenando para o jovem. Essas são ás ultimas lembranças do acelerador, antes de desmaiar é claro.

Quando acorda pode notar que localiza-se numa cama com o nariz enfaixado; Também existe uns cinco leitos tanto na esquerda quanto ao lado direito com diversos tipos de pessoas, velhos, jovens, homens, mulheres, as opções eram diversas; Alguns dormiam, outros conversavam e existe aqueles que simplesmente olham sem fazer nada; No local, o chão é de madeira bem como as paredes de concreto, sob a cor branca; Por fim, existe uma janela atrás do moleque assim como uma porta há uns doze metros na frente.

Agora situa-se de dia, quantas horas será que Buzz dormiu? É um mistério. A temperatura está completamente agradável cujo localiza-se por volta dos vinte graus e no que lhe diz respeito, a estrutura corporal do pirata posiciona-se estável em que somente sente dor no nariz.
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MensagemAssunto: Re: Segundo Ato: Rebirth   Segundo Ato: Rebirth - Página 8 EmptySeg 17 Out 2016, 22:41

Um mistério surgia quando eu menos esperava. Quanto tempo havia se passado desde a luta com aqueles três caras? Onde eu estava? Quem havia me ajudado? Todas essas eram perguntas muito boas, cujas respostas me eram desconhecidas. Eu precisava saber o que havia acontecido naquela noite, e eu tinha quase certeza que a pessoa que continha as respostas estava naquele local. Mesmo sabendo que seria inútil, eu tentava ver se não lembrava de mais alguma coisa. Como esperado, a tentativa falha.

Tudo que eu lembrava era de ter sido salvo por aquela coisa, que agora não é tão "coisa" para mim. * Eu ainda acho que aquelas pessoas são estranhas e feias, mas não acho que elas sejam más. Mas com certeza eu não confiaria outra vez em alguém daquele tipo. Como ousaram me enganar para ajudá-los? * Começava a me sentir um pouco furioso, mas tentava deixar isso para lá. Tinha mais o que fazer do que guardar rancor de pessoas que nem mais aqui estão.

O local que eu estava certamente não era uma casa normal. As pessoas, o clima tedioso, a monotonia do branco no local, e o fato de eu ter levado uma surra e ser mandado para lá me davam uma ótima pista de onde eu estaria: Num hospital. Isso em si não era uma grande descoberta, mas achar a pessoa que me levara até lá seria interessante. Em parte por me sentir na obrigação de lhe agradecer por ter me ajudado, mas também pela curiosidade que rondava o fato. Antes de mais nada, porém, checaria se todos os meus itens estão em seus devidos lugares. A corda deveria estar "amarrada" ao redor no meu tronco, meu dinheiro deveria estar em um dos meus bolsos, assim como o óleo e as ervas medicinais. Verificaria também se ainda estou calçando minhas botas, já que são tecnicamente minhas armas. Caso algum desses itens não estivesse em seu devido lugar, e eu conseguisse visualizar o tal item, eu o colocaria de volta no local onde eu o guardava, sendo que no caso das botas eu as calçaria.

Deixando essa parte de itens de lado, sentia uma pontada de dor no meu nariz, que incomodava mais do que eu gostaria. Tocaria o local de leve, apenas para avaliar a situação referente a dor. Estranhamente, só sentia esta parte incomodar, o que poderia significar que eu consigo me levantar. * Ótimo! Agora eu só tenho que procurar pela tal pessoa. Mas de que maneira? * Eu não sabia a aparência da pessoa, o certamente dificultaria achá-la. Mas eu não precisava sair buscando aleatoriamente. Algum dos pacientes deveria conhecer a equipe médica, e era nisso que eu prendia minha crença.

Me dirigiria a pessoa mais próxima a mim que estivesse acordada, e falaria. - Com licença. Eu não faço a menor ideia de como vim parar aqui. Poderia me informar sobre a equipe que atende nesse local? se puder, também poderia me descrever o médico que estava cuidando dos meus ferimentos? - Esperaria calmamente uma resposta vinda da pessoa. Caso eu conseguisse a descrição necessária, procuraria alguém no cômodo que atendesse a descrição dada e iria em sua direção. Mas caso não houvesse ninguém que batesse com a descrição, eu sairia pela porta do local e procuraria por alguém que se encaixasse nas características dadas. No caso de não ter conseguido nenhuma descrição, sairia do cômodo à procura de alguém que vestisse uma roupa padrão de médico, como um jaleco branco e sapatos sociais, coisas assim.

Mas acho que o que me faria identificar o doutor ou a doutora seria algum aparelho médico que ele ou ela possuísse consigo. Aparentemente, todos os médicos carregam algum aparelho para conseguirem ser identificados, ou coisa assim. No caso de conseguir achar algum médico ou a pessoa descrita à mim por um dos pacientes, eu falaria. - Foi você que cuidou dos meus ferimentos? - Esperaria uma resposta e, caso fosse negativa, continuaria procurando mais algum médico ou médica para lhe fazer a mesma pergunta. No momento em que recebesse uma resposta positiva referente à esta pergunta, falaria em um tom agradecido. - Muito obrigado por cuidar de mim. - Faria uma reverência e aguardaria alguma reação da pessoa, para dai tomar uma outra atitude.

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MensagemAssunto: Re: Segundo Ato: Rebirth   Segundo Ato: Rebirth - Página 8 EmptyTer 18 Out 2016, 15:29

Uma pequena charada!!



Buzz desperta-se rodeado de duvidas na sua mente cujo são quem salvou ou porque está naquele local, por ser um pirata fraco bem como desconhecido não existe problema em relação dos marinheiros, por fim a primeira ação do garoto é checar seu corpo consequentemente percebendo que está tudo nos bolsos e em relação suas vestimentas, as botas localizam-se no chão ao lado direito da cama. Ao perceber que as dores focaram-se meramente no nariz, primeiramente decide checa-lo e com um simples toque uma dor pequena é sentida, notando que os ossos estão em processo de restauração.

Sem demorar mais nenhum segundo, ergue-se do leito bem como veste suas botas e posteriormente lança um questionário para o paciente mais próximo de sua pessoa na qual é um ancião de regata preta, o sujeito usufrui de brincos nas orelhas - De noite você chegar, dormindo nós estar..Graças um susto, um loiro da sua idade eu avistar. O velho fala de forma enigmática e difícil compreensão, no entanto uma certa palavra com certeza chamará a atenção de Bee. Não ganhando a resposta necessária, o menino dirige-se para fora do quarto e no entanto duas mãos no ombro param o socorrista.

- Parece que você está bem melhor, alguém nos chamou ontem de noite e quando chegamos, você posicionava-se deitado na cama com o nariz rachado e sangrando, a sua estrutura corporal localizava-se exausta e seus músculos frágeis por causa do esforço.. não precisa agradecer-me, contudo o que estava fazendo para chegar nesse estado? Quem segurou o gênio é um homem com topete negro como seus óculos cujo utiliza uma camisa branca, o criminoso encontra-se numa situação delicada aonde todos presentes ao redor observam a cena. O que buzz fará?
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MensagemAssunto: Re: Segundo Ato: Rebirth   Segundo Ato: Rebirth - Página 8 EmptySex 21 Out 2016, 00:24

Minha sorte com certeza estava me ajudando naquele momento, apesar de eu ser um cara bem azarado. O que me levava à esta conclusão era obviamente o fato de que meu único machucado, que eu estava sentindo pelo menos, era o do nariz, que já devia estar até sarando. Isso era uma notícia boa para mim, pois eu preciso estar constantemente com a fisionomia intacta. Afinal, mesmo não tendo uma recompensa alta, eu ainda era um pirata.

Depois de checar meu estado e o estado das minhas coisas, eu acabei falando com um velho enigmático. * Apesar da forma estranha de falar, ele pelo menos me deu uma dica. Mas não é uma dica que me auxilie muito. Não é como se houvesse apenas uma pessoa loira da minha idade no planeta. * Pensando no assunto, uma fagulha se acendeu em minha mente. Em meu passado, havia alguém que tinha praticamente a minha idade e era loiro. O jeito antissocial de agir também batia com o estilo dele, mas isso era basicamente impossível. * Não tem como ele estar por aqui, tem? O que diabos ele faria aqui? *

Enquanto divagava, senti que duas mãos pousaram sobre meus ombros. O dono de ambas era o doutor que havia me socorrido na noite anterior. O homem parece estar interessado no motivo de eu ter ficado daquele jeito, mas eu sinceramente não queria contá-lo a verdade. Podia ser falta de confiança nele ou apenas preguiça de contar a história, mas o fato era que eu decidia tomar o caminho mais curto: Mentir. Sem pensar muito, afim de passar a impressão de que o que eu dizia era verdade, eu olharia para o homem e responderia em um tom sincero. - Eu acabei me envolvendo em uma briga de bar. É... Só isso mesmo. Obrigado por me ajudar. -

Eu não me importava muito com a opinião do doutor sobre o assunto, até por que eu não queria relembrar a surra humilhante que eu havia levado. Claro, tem todo aquele papo de desvantagem numérica, mas eu não queria nem saber. Derrota era derrota, e ela é sempre amarga. Sem esperar outra coisa me atrapalhar, eu caminharia calmamente para fora do quarto e consequentemente procuraria uma saída do "hospital" onde eu estava. Ao achá-la, sairia do local e tentaria respirar fundo e lentamente, para não causar dor ao meu nariz. Uma vez do lado de fora, observaria bem em que parte da cidade eu estava, notando os estabelecimento e o movimento de pessoas.

Minhas esperanças de encontrar meu velho amigo Snatch cresciam mais do que eu gostaria. Isso só faria eu me sentir mal caso não fosse ele. Mesmo assim, uma parte da minha consciência insistia em apostar minhas fichas em sua aparição. Por causa disso, eu ficaria constantemente atento à rapazes franzinos e loiros, já que eram as características mais marcantes dele. Procuraria notar se não há alguém tentando bater alguma carteira que preenchesse algum desses quesitos. Afinal, aparências mudam, velhos hábitos não.

Enquanto procuraria o gatuno, lembrava que eu também era um punguista. Apesar de já ter uma boa quantia no bolso, meu objetivo era um mar cheio de perigos. Não sabia se eu conseguiria arrumar algum jeito de conseguir dinheiro por lá, então a escolha óbvia era providenciar agora. * Então agora eu preciso procurar pessoas que aparentem ser más. Levando em conta que eu procuro um ladrão, o objetivo não muda muito, mas ter que me ater à um tipo específico de vítimas é meio chato. Eu podia simplesmente roubar qualquer um, não é? * Essa última parte me pareceu estranha. Parecia que alguma outra pessoa havia falado, pois isso era totalmente contrário ao que eu pregava. * Que diabos foi isso? *

Deixando tal fato de lado, continuaria procurando pessoas que aparentassem serem más e alguém com as características de Snatch, seguindo este último tipo caso fosse necessário. Não queria me aproximar dele, a menos que eu tivesse certeza de que era ele. Por isso, manteria uma distância segura de cerca de dois metros e sempre atento para disfarçar que eu o estava seguindo. No caso de achar alguém que me parecesse mal e não casasse com as características de meu amigo, iria calmamente em sua direção, procurando notar se este é um marinheiro ou alguém perigoso. Caso fosse, passaria direto pela pessoa e continuaria a minha busca, andando pela cidade. Mas se eu notasse que ela não preenchia nenhum desses dois quesitos, eu me aproximaria dela e esbarraria de leve nesta pessoa, para fazê-la focar-se em mim. Enquanto isso, minhas mãos leves e treinadas fariam o trabalho de roubar-lhe o que quer que estivesse em seu bolso e esconder em um dos meus bolsos, dando preferência à um que estivesse vazio ou contivesse o frasco com óleo. Após isso, pediria desculpas para a pessoa e me distanciaria dela, continuando minha caminhada.


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MensagemAssunto: Re: Segundo Ato: Rebirth   Segundo Ato: Rebirth - Página 8 EmptySex 21 Out 2016, 22:39

Uma sensação estranha?!!



A resposta do socorrista é quase verdadeira uma vez que somente apanhou no bar - Isso é suspeito..o que uma criança faz no bar? Bom..não importa! Mas saiba, a próxima vez que aparecer por aqui será acompanhado por marinheiros. O homem dialoga com um aviso ou ameaça, o tom de voz calmo e sério disfarça o sentimento por trás das palavras, talvez ele só queira ajudar da sua maneira e por fim, acaba largando os ombros de Buzz cujo não perde nenhum segundo para sair do hospital.

O gênio contém um mistério em sua mente, um amigo do passado é o principal alvo de sua busca dado que pensa que foi ele que ajudou-lhe e por essa razão olha em volta com a intenção de analisar sua localização consequentemente visualiza o quartel general na frente do prédio, um banco mundial do lado e várias lojas perto do hospital; O resto posicionam-se uma variedade de casas com diversos detalhes; As pessoas por sua vez também são infinitas, jovens, idosos, bebes; Loiros, ruivos, morenos ou cabelos coloridos; Marinheiros e civis; Homens, Mulheres e Okamas; Indivíduos passeando com gatos ou cachorros; Crianças brincando nos colos dos pais ou meramente em pé no solo. As opções são muito vasta e por esse motivo é difícil citar todas.

Com a teoria fixada de Snatch situa-se na ilha, Bee continua observando o redor procurando detalhes do mesmo na qual é facilmente encontrado, contudo são vários garotos loiros e franzinos, além disso contem aqueles que são tanto grandes quanto pequenos e ninguém comete um crime no campo de visão do punguista. Enquanto reflete sobre suas decisões, uma voz ou sensação estranha ocorre na mente do hipnotista, algo nunca ocorrido antes e talvez aquela pancada anterior tenha despertado alguma coisa dentro do acelerador.

Enquanto avalia os prováveis alvos de um furto, uma coisa errada acontece com o jovem visto que tudo torna-se preto por um segundo e por conseguinte perde a consciência, quando volta para si nota um velho atirado no chão olhando com tristeza e medo para o socorrista bem como um item novo surge ao lado do frasco. Se o garoto tocasse, saberá que posiciona-se uma carteira no local, o que aconteceu é um mistério para o hipnotista; A população para de andar já que viram o rosto para a cena, as expressões bravas e sérias são facilmente percebidas; - Ei, o que você fez? Um dos soldados da marinha grita de longe com um rifle nas mãos e não vai demorar para chegar. Qual será a ação do pirata?
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MensagemAssunto: Re: Segundo Ato: Rebirth   Segundo Ato: Rebirth - Página 8 EmptyDom 23 Out 2016, 01:16

A quantidade de pessoas que andavam pela rua superava em muito minhas suposições. Aquela ilha era totalmente diferente das outras que eu visitei, e o motivo devia ser a proximidade da ilha com o paraíso dos piratas. Talvez essa fosse a última ilha do oceano, antes de chegar naquele mar cheio de coisas interessantes. * Quanto tempo mais vai demorar para que eu vá àquele lugar? Só de imaginar o que eu poderia ver, me faz ficar energético e meio nervoso. Seria ótimo ir agora mesmo para lá, se não fosse suicídio ir sozinho e fraco do jeito que eu estou. Fora isso ainda tem o problema do transporte e do cara que vai pilotar o navio. Afinal, tudo o que eu conheço sobre os navios veio de livros de ficção ou história, o que não me fornecia nada sobre navegação e pilotagem. *

Planejamentos sobre o futuro assolavam minha mente, enquanto minha busca por Snatch parecia ter chegado até um beco sem saída. Como podia haver tantas pessoas com as mesmas características do meu amigo? Essa ilha me surpreendia a cada segundo. Confesso que fiquei meio desanimado para continuar a procura, até por que a ideia de que ele estaria justamente nesta ilha, para mim era inconcebível. * Seria fácil demais. Eu geralmente não tenho sorte o suficiente para isso * Infelizmente, eu era cabeça dura o bastante para continuar procurando, e isso culminou em um acontecimento no mínimo inesperado.

Durante a busca, tudo ficou escuro. Agora pensem comigo: Está um lindo dia claro e do nada, tudo fica preto como o breu. Como se não bastasse isso, quando as luzes se acendem, percebo que houve algum tipo de lapso de memória quanto ao ocorrido. Isso se devia ao fato de uma hora estar andando e procurando meu amigo, e na outra ter um senhor de idade em minha frente, com medo de mim. Instintivamente, sabe se lá por que, colocaria as mãos no bolso para procurar alguma coisa, ou talvez verificar se não havia perdido nada nesse meio tempo.

Mas não importando o que eu constatasse, não tinha tempo suficiente para que eu reagisse a isso. O motivo para tanto era a aproximação de um marinheiro armado com um rifle. Sério, não tinha jeito de ficar pior. * O que acabou de acontecer? O que eu fiz? Eu machuquei esse idoso? Como eu pude fazer tal ato? Como eu posso não me lembrar de ter feito isso? O QUE DIABOS ESTÁ ACONTECENDO COMIGO? * Pânico. Em anos eu não me sentia assim. Na verdade, acho que essa era a primeira vez que eu sentia tanto medo. E pior, a causa dele era eu mesmo. Que tipo de aberração eu havia me tornado?

Queria fugir dali. Não só da situação, mas de tudo aquilo. Me sentia corrompido, estranho, outra pessoa totalmente diferente de mim mesmo. Minhas pernas pareciam pregadas no chão, como se eu estivesse pisando em cola. Não conseguia falar, nem pensar direito. Respirar era a única coisa que eu conseguia fazer, mas mesmo isso exigia um certo esforço. * Vamos, seu inútil. Pelo menos sai daí antes que o marinheiro chegue. VAMOS, DROGA! * Com toda a força de vontade que eu tinha, eu correria na direção oposta ao marinheiro, usando minha aceleração ao máximo. Como estava rodeado de pessoas, não correria exatamente em linha reta, movendo-me para a direita ou para a esquerda sem executar um padrão de movimento fixo. Como um "servo da justiça", o marinheiro não iria ser idiota o suficiente de atirar, pois se o fizesse, poderia acabar acertando alguma pessoa com o disparo. Após passar pela multidão, correria em linha reta até achar uma rua perpendicular à que eu estava. Quando chegasse nessa rua, dobraria e entraria nela para tentar sair da mira do marinheiro. Depois, procuraria e entraria em algum estabelecimento que não parecesse ameaçador, já que eu queria me livrar de um problema, e não arrumar outro.

Mas havia a possibilidade da rua ser muito extensa. Caso fosse, daria rápidas olhadas para trás e, quando visse que o marinheiro também houvesse saído da multidão, entraria rapidamente em algum estabelecimento e me esconderia atrás de alguma coisa, tendo cuidado para não entrar em um local que parecesse muito perigoso. Se eu conseguisse me esconder, tentaria acalmar a minha respiração e fazer a menor quantidade de barulho possível, para que dificultasse o descobrimento do meu esconderijo e eu ganhasse tempo para pensar em alguma coisa. * Finalmente diversão. Corre cara, corre! *

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