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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Segundo Ato: Rebirth

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MensagemAssunto: Segundo Ato: Rebirth   Segundo Ato: Rebirth - Página 7 EmptyQua 06 Jul 2016, 00:13

Relembrando a primeira mensagem :

Segundo Ato: Rebirth

Aqui ocorrerá a aventura do(a) pirata Buzz Bee. A qual não possui narrador definido.


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BuzzB
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MensagemAssunto: Re: Segundo Ato: Rebirth   Segundo Ato: Rebirth - Página 7 EmptySex 30 Set 2016, 15:45

* Ai... Alguém anotou a placa do feiomóvel? Eu sabia que devia ter matado aqueles demônios enquanto eu tinha chance. * Eu me sentia um pouco tonto e desconfortável. E a luz que haviam ligado na minha cara, não melhorava a situação em nada. Eu não conseguia identificar o desgraçado que estava em minha frente, mas sabia que queria muito bater nele. Ele me questionava do porquê de eu estar atrás de um procurado e debochava da maneira como eu havia agido. Sua voz parece ser bem imponente, mas eu não estava nem ai. Eu não conseguia parar de querer matar tal ser. Como ele podia ser tão covarde a ponto de me acertar pelas costas?

E para acabar com qualquer resquício de misericórdia que eu podia vir a ter, ele ainda me golpeava fortemente no peito, fazendo com que eu cuspisse um pouco de sangue. Falaria. -HAHAHAH. Você tem que me amarrar para me bater? Se queria saber por que eu estava atrás de algum procurado, bastava perguntar. Eu não tenho nada a esconder de ninguém. Meu objetivo é claro. Eu vou me tornar mais forte, para que eu possa ir entrar naquele mar. É por isso que eu estou atrás de procurados. E não. Não sou marinheiro e nem caçador de recompensas. - Meu olhar seria firme e confiante, e se dirigiria à sombra em minha frente.

De fato, esse era meu objetivo. Sinceramente, não via motivos para escondê-lo e me fazer de fraco ali, já que claramente o fraco era ele. Alguém que precisa que seu adversário esteja preso para conseguir vencer uma luta, é apenas um inseto. - Não faço a menor ideia do porquê você me prendeu. Você é algum fora da lei ou algo do tipo? Se queria que eu não soubesse disso, bastava ter me dado uma direção para outro local, e eu iria ter saído sem problemas do seu... Esconderijo. Afinal, eu nem sabia que vocês eram procurados. - Poria toda sinceridade nessas palavras, que por sinal também eram verdade. Quem desconfiaria de um bando de "coisas"?

Aguardaria uma resposta,. Mas só para garantir, contrairia meus músculos o máximo que eu conseguisse, para minimizar os possíveis impactos que eu poderia sofrer. Tentaria também não ficar olhando muito tempo em direção à luz, para não ficar com problemas na visão. Então vez ou outra, viraria meu rosto para os lados, procurando ver também o que poderia haver por ali. Como o local tinha agora uma certa luminosidade, poderia ser que eu conseguisse ver algumas coisas ali. Não havia muita coisa a se fazer, já que eu estava amarrado. E eu nem podia tentar usar minhas palavras para escapar ileso, pois eu já havia contado para os monstros que eu estava caçando alguém para bater. No mais, eu teria que esperar para ver o que eles fariam comigo.

*Mas eu sou realmente azarado. Quando eu finalmente acho alguém em quem bater, eu me deixo ser capturado assim. Talvez isso me seja um aviso. Quando ver monstros, mate-os sem pena. * Eu confesso que um pouco de desespero passava pela minha cabeça. Claramente aqueles covardes não teriam honra o suficiente para me desamarrar em me enfrentar de frente. Então eu tinha que pelo menos tentar sair sozinho dessa situação. Tentaria mover meu pulsos para ver se as cordas estão bem amarradas. Faria a mesma coisa com meus pés, já que eram a minha principal arma de ataque e fuga. Caso eu percebesse que as cordas estavam soltas, eu continuaria fingindo que estava preso e esperaria o momento certo para agir.

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MensagemAssunto: Re: Segundo Ato: Rebirth   Segundo Ato: Rebirth - Página 7 EmptySab 01 Out 2016, 15:14

Agora um convite?!



Buzz não sente-se nem um pouco intimidado pelas ações do seu inimigo e por esse motivo dialoga seriamente com o mesmo - Aquele mar? Tu é realmente louco. A reação do misterioso é completamente diferente do que todos esperam uma vez que solta uma risada ao final da oração e por conseguinte desamarra o hipnotista.- Já entendi tudo, seu nome é Buzz Bee certo? Sua recompensa é de um milhão e duzentos. A luz aos poucos diminuía consequentemente revelando a face em frente do menino, ela tem uns cabelos roxos, roupa curta rosa deixando quase tudo a mostra e o que mais destaca-se é a sua voz grossa de um homem.

- Desculpe pela pancada, ultimamente meus amigos estão sendo caçados e nem sabemos o motivo disso! Nós meramente queremos voltar para nossa ilha natal, mas ninguém quer ajudar.. eles fogem ou nos atacam. O demônio deixa uma lágrima escorrer de seus olhos enquanto dialoga com aquela voz nada sensual, por fim todos as outras criaturas aparecem cercando Bee. - Porque você não me ajuda? Em troca eu posso mostrar aonde fica uma arena em baixo de Loguetown. Após o cessar do choro, o monstro busca negociar com o gênio.

Se o mesmo olhasse em volta, pode notar que situa-se no mesmo lugar anteriormente; Sim, o acelerador está naquele bar de antes, sentado numa cadeira no meio do estabelecimento e dessa vez situa-se de noite com uma temperatura abaixo de quinze graus. Qual será a ação do pirata?
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MensagemAssunto: Re: Segundo Ato: Rebirth   Segundo Ato: Rebirth - Página 7 EmptyDom 02 Out 2016, 01:42

A luz já havia diminuído, o que me permitia dar uma boa olhada na coisa à minha frente. Seu corpo parecia o de uma mulher, mas pela voz, dava para se identificar que aquilo era um homem. * Depois disso, vou precisar de tratamento para esquecer essas visões desgraçadas. Que dia! Depois de tudo isso, acho que nada mais me surpreende. * Ele parecia estar tentando ser amigável. Até havia me soltado, o que seria um erro se eu não estivesse totalmente cercado de aberrações. Eu sabia que conseguia derrubar pelo menos um terço dos que estavam ali. Mas e os outros dois?

Com tamanho poder persuasivo, eu controlava minha raiva para não acabar me dando mal. Em meio à alguns papos furados, ouvi algo interessante e ao mesmo tempo perturbador. * Recompensa de um milhão e duzentos mil berries? Como assim? Uma recompensa chula dessa chega a ser até um insulto, mas é meio que relaxante ao mesmo tempo. Mas por que será que todo mundo com quem eu falo parece saber meu nome e minha recompensa? Ela nem é tão grande, então não tem muitas razões para isso. Melhor deixar para lá. Acho que se eu continuar pensando sobre isso, minha cabeça explode *

Agora que estava desamarrado, sentia um leve desconforto nas áreas amarradas. Por isso, massagearia os pulsos um de cada vez e devagar, para tentar tratar a área machucada. Os calcanhares não doíam tanto, então não me preocuparia com eles. O homem em minha frente ainda falava mais algumas coisas. Algo relacionado à seus amigos estarem sendo caçados e eles não saberem o motivo de ninguém querer ajudá-los. * Ah, eu sei por que. Mas acho que por hora, o certo é não ser sarcástico com as coisas. Mas era bem raro ouvir falar de caça aos demônios nos dias de hoje... Parei. * Meus pensamentos se revezavam entre piadas e tentativas falhas de não fazer piadas, mas eu continuaria sem dizer nada à eles, até que houvesse pensado em algo não pejorativo para falar.

Mas aparentemente a cartada do monstro era dada na hora que ele me pedia um favor. Meu primeiro intuito era de recusar e bater nele por me amarrar, mas quando eu ouvi sobre uma arena abaixo da cidade, não pude conter minha curiosidade sobre o assunto. Não é todo dia que você tem a oportunidade de investigar algo secreto assim. E quem sabe lá não tivesse pessoas em que eu pudesse bater e estivessem em menor número? Pensar nisso me animava um pouco, e eu quase esquecia sobre o episódio ocorrido. Quase. - Tá, eu te ajudo. O que você precisa que eu faça? - Falaria isto e esperaria as instruções do homem enquanto prestaria atenção à tudo que ele dissesse.

Caso o que ele quisesse que eu fizesse fosse em algum local desconhecido por mim, eu perguntaria. - Quais as direções para chegar lá? - Depois de ouvi-las, pegaria a corda que estava no chão e a enrolaria, colocando-a do mesmo modo que eu havia feito da primeira vez. Depois, sairia do local, seguindo as instruções dadas para chegar até meu destino. Mas se ele já houvesse me dado as instruções ou eu soubesse onde era, apenas pegaria a corda e a enrolaria, pondo ela da mesma maneira que havia feito da primeira vez, deixaria o local e partiria em direção ao novo objetivo. Durante o percurso, checaria se a corda continuava bem presa, pois eu iria precisar dela para o grand finale.

Quando chegasse ao local indicado, olharia todo o local para já saber em que situação estava e como eu poderia usar o ambiente ao meu favor. Nesse primeiro momento, ficaria apenas observando o movimento do local e as pessoas que estavam ali. Não tinha por que sair quebrando o local todo sem antes investigá-lo. Enquanto estava no modo observador, relaxaria um pouco para variar e ficaria tamborilando os dedos em minhas pernas, para passar o tempo.

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MensagemAssunto: Re: Segundo Ato: Rebirth   Segundo Ato: Rebirth - Página 7 EmptyDom 02 Out 2016, 17:13

A Missão!!



A mente de Buzz é preenchida de perguntas quando escuta a quantidade de berry por sua cabeça, após isso decide massagear os pulsos uma vez que estão magoados pela pressão da corda e depois de alguns segundos analisando a proposta da criatura, finalmente chega numa conclusão final. A resposta do lutador é positiva, todavia não pelos bichos e sim pela arena na qual situa-se interessado.

- Nossa.. muito obrigada!! A felicidade dos demônios é exposta quando abraçam o garoto esfregando seus seios ou peitos na cara do rapaz e - Seguinte, preciso de algumas informações da doca, como quantos navios têm, qual a quantidade de pessoas que frequentam o lugar e se contém muitos marinheiros. O ser humano continua dialogando no instante em que solta o menino consequentemente utilizando suas palavras para explicar a missão.

Bee consegue sentir uma dor no crânio e uma pequena tontura bem como uma maior dificuldade de concentração devido a pancada anterior, contudo não impede do socorrista continuar com a tarefa visto que pega a corda do chão e amarra em volta do seu tronco. Já que Buzz chegou de um Zeppelin não sabe as coordenadas para o porto, portanto decide interrogar sobre qual é o percurso - Saindo daqui, caminha para a direita até o fim da esquina e depois dobre para a direita aonde você vai ver uma loja de itens. E quando tiver de frente com o edifício segue uma trilha pra  esquerda.

Assim que recebeu todos os detalhes que necessita, sem perder tempo dirigi-se até o cais e no meio do percurso checa o item sobre sua estrutura corporal, por conseguinte descobre que posiciona-se perfeitamente. No segundo em que acha o porto analisa o local. A conclusão é que por causa do anoitecer, não exite nenhum movimento, têm vinte barcos com uma diversidade de tamanhos, a marinha não situa-se presente e ocorre algo estranho no meio do silêncio.

Um grupo de três homens está conversando, dois fumando e um balançando a bainha num movimento vertical. O que será que eles estão aprontando? O pirata vai investigar ou vai voltar com as informações? Descubram no próximo post.
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MensagemAssunto: Re: Segundo Ato: Rebirth   Segundo Ato: Rebirth - Página 7 EmptySeg 03 Out 2016, 23:31

* Baseado no objetivo, acho que será bem fácil cumprir essa missão novamente sem lutar. * Já seria a segunda vez que isso me ocorreria, mas eu não sei bem o que eu sentia no momento. Por um lado, não precisar lutar correspondia a não me machucar, o que era bom. Por outro, uma parte de mim ansiava por um desafio maior e com algumas lutas. * Talvez eu esteja mudando mesmo. Nunca pensei que um dia eu iria à procura de uma briga. * Respiraria fundo e tentaria me focar no objetivo de agora, que era conseguir as tais informações.

As informações pedidas pela "coisa" me dão pistas para montar o quebra-cabeças. Saber o número de navios, quantas pessoas haviam na doca e a quantidade de marinheiros que haviam ali. Obviamente eles estavam se preparando para fugir o mais rápido possível, e disso eu já sabia. O que me foi novo, foi a informação de que a marinha queria aquelas coisas. Será que eram piratas? Ou talvez revolucionários? Difícil de acreditar. Mas não é raro achar algo que ultrapasse a lógica humana.

Deixando de lado a minha descrença, noto já ter conseguido todas as informações necessárias: A quantidade de pessoas ali, o número de marinheiros e a quantia de barcos. Como já era de se esperar da droga da marinha, lá não havia nenhum marinheiro. Consegui contar vinte barcos, o que era um número mais que suficiente para eles. Eu sabia que eles iam tentar roubar algum daqueles barcos, e agora poderia lhes oferecer uma grande variedade deles. A quantidade de pessoas ali presentes se resume a três homens conversando no meio de todo aquele silêncio.

As condições pareciam perfeitas para a fuga dos monstros. Mas algo me incomodava. O que aqueles três faziam ali? Talvez fosse meu sexto sentido pirata, mas eu sentia que aqueles caras eram problema. Ali, parado em frente as docas, pensaria com os meus botões. * Eu devia aproveitar a chance para avisar os demônios que a barra estava limpa, mas eu tenho uma coisinha chamada orgulho que me impede de fazer isso. Se aqueles caras estiverem planejando algo grande e perigoso, isso poria a vida das pessoas que eu estou ajudando em risco. E por mais que eles sejam feios e estranhos, eu aceitei a missão que foi me dada e praticamente dei minha palavra para eles. De maneira nenhuma eu vou arriscar agora. *

Agora que eu havia resolvido meu próximo passo, começaria a agir. Primeiro, caminharia até chegar à cerca de uns três metros dos homens, para então iniciar minha fala. - Opa, tudo bem? Eu sou novo na cidade, então não sei bem como funciona para conseguir um barco para ir para outra ilha. Vocês poderiam me dizer como fazer isso? - Prestaria atenção no que eles dissessem e faria uma expressão de interesse no assunto. Para mim, a resposta não me era nem um pouco importante. O motivo de ter falado isso, foi para iniciar uma conversa e deixar um clima mais propício para as perguntas que faria a seguir.

- Mas está bem calmo aqui, não é? A marinha não devia estar cuidando do local para impedir que piratas cheguem pelos portos à noite? Achei que veria um ou dois, mas não vejo nenhum. - Falaria isso enquanto passaria a mão direita sobre o meu cabelo, jogando-o para trás. Depois, a mão escorregaria até o meu pescoço, onde eu a usaria para massagear o local. Eu queria demonstrar que estava cansado e não representava nenhum risco, para deixá-los mais à vontade com toda a situação. Mas também confesso que eu estava tenso. Eu tinha quase certeza que o grupo de aberrações tinha no mínimo dez pessoas. Andar sozinho sem chamar a atenção já é difícil. Agora imagine com cerca de dez monstros atrás de você? Era quase impossível.

A resposta dos homens poderia me dar uma dica do porquê a pouca vigilância no local e de como eu deveria agir dali para frente. Claro, eles poderiam não saber de nada ou não quererem me responder, mas mesmo assim eu faria outra pergunta. - À propósito, o que vocês estão fazendo? - Era uma pergunta direta e pessoal, mas eu precisava fazê-la. Não é como se fosse normal ficar fumando com uns amigos em uma doca vazia à noite. Ouviria a explicação dos homens, caso dessem e me afastaria um pouco, para devolver-lhes seu espaço.

Mas havia a possibilidade deles serem hostis. E por mais que eu quisesse uma briga, três contra um só se eu estivesse com tempo. E tempo, era o que eu não tinha. Por quanto tempo as docas ficariam vazias? Não tinha hora melhor para fazê-los fugir, então lutar estava fora de cogitação. Se algum deles tentasse avançar sobre mim, eu me viraria e correria de volta ao esconderijo dos monstros, com toda a minha velocidade. Se eles me seguissem, se arrependeriam amargamente pela visão que teriam. Mas se não me seguissem, eu continuaria indo até o covil das aberrações para contar o que eu tinha visto e possivelmente ouvido.

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MensagemAssunto: Re: Segundo Ato: Rebirth   Segundo Ato: Rebirth - Página 7 EmptyTer 04 Out 2016, 21:10

Finalmente uma luta!!



Buzz reflete sobre o que fazer uma vez que têm duas opções, ou juntar as informações e entregar para as criaturas ou verificar o que os três estão aprontando. O senso de justiça do jovem é muito forte dado que preocupa-se com os demônios mesmo que machucaram-o anteriormente, portanto começa a caminhar em direção do trio - Se você é novo na ilha quer dizer que chegou de algum navio, ou seja, está brincando conosco? O pirata escolheu as palavras erradas pra iniciar a conversa e quem percebe isso é um dos três na qual usa um topete marrom e uma barbicha de mesma cor.

Toda a tríade usufrui de mesma vestimenta na qual são pretas com detalhe amarelo bem como uma camisa branca, os outros dois apenas observam e aquele indivíduo cujo brinca com a bainha é um menino de cabelo marrom na qual a franja chega a altura do nariz. - A marinha não vai aparecer.. afinal eles estão nadando logo ali. O espadachim para de balançar a espada e agora olha firmemente para Bee, no entanto aponta para o mar em que situa-se nas costas e na teoria do hipnotista visualizar, consegue notar cinco corpos de soldados boiando na água bem como percebe que o liquido azulado, agora está vermelho.

Agora é a vez do outro membro do trio, alguém de cabelos negros cujo também a franja alcança o nariz de responder a última pergunta do socorrista e contudo desloca-se para trás do gênio - Acho que você já sabe de mais. A resposta do ser humano é mais fria que a expressão no rosto, durante o momento que dialoga retira duas soqueiras dos bolsos consequentemente equipando nas mão, o topetudo no que lhe diz respeito também coloca nos punhos o mesmo objeto e por fim.. o espadachim desembainha a sua lâmina.

Como o pequeno pirata está cercado não consegue fugir, ele continua repetindo o mesmo erro dado que nunca preocupa-se com a sua estrutura corporal traseira. - Vira-se, eu vou ser o primeiro! Apesar de terem vantagem no combate, o individuo confia em suas habilidades individuais e por esse motivo decide lutar sozinho com o artista marcial.
Trio:
 

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MensagemAssunto: Re: Segundo Ato: Rebirth   Segundo Ato: Rebirth - Página 7 EmptyQua 05 Out 2016, 23:46

* Ah... Um trio problemático apareceu. Julgando pela as roupas combinando, devem ser uma gangue. Seriam daqui mesmo ou de outra ilha? * Coçaria o queixo enquanto faria uma expressão pensativa. Aquele grupo me intrigava. Por que estavam ali? Essa pergunta ainda não tinha nenhuma resposta, e isso me era incômodo. Será que eles queriam algo que poderia estar chegando pelo porto? Era uma possibilidade interessante.

Lembrando do que me foi dito, olharia para o mar atrás dos dois caras à minha frente. Pelo que me foi dito pelo rapaz de cabelo marrom e franja longa, os marinheiros deviam estar mortos e jogados ali naquele mar. * Parece que eles são mais fortes do que eu pensei. Talvez fosse uma boa fugir, mas o que é esse sentimento de ansiedade? Talvez seja apenas minha vontade de realizar a missão. Sim. Agora que não havia a marinha para impedi-los, a única coisa que os prendia à esta ilha eram esses caras. Ótimo, um motivo. * Um leve sorriso começava a se formar em meus lábios.

Era certamente irônico. Eu estava realizando uma missão para adquirir informações sobre um local para lutar. Mas acabava que eu nem precisaria, pois havia achado três voluntários. Acho que é melhor assim. Esse tal local subterrâneo parecia ser bem barra pesada, então a escolha mais segura era me contentar com o que tinha. Parece que meu primeiro oponente seria o de cabelos negros, que já se posicionava às minhas costas. Uma atitude deveras covarde, vide que eu sempre ficaria com minhas costas desprotegidas durante o embate. - Se quer lutar, por mim tudo bem. Mas o que me garante que não vão me atacar pelas costas? - Falaria isso enquanto me moveria devagar para o lado direito do rapaz, consequentemente saindo daquela situação indesejável.

Não daria qualquer indício de que fugiria, até por que eu não tinha essa intenção. Mas caso ele achasse que eu iria fugir e tentasse atacar, esperaria ele chegar próximo o suficiente, me abaixaria e aplicaria uma rasteira em suas pernas. Logo em seguida, acertando ou não, me levantaria e correria até ficar ao seu lado, de modo à deixar minhas costas sem ninguém a fitá-las. Depois, falaria. - Calma, cara. Eu só estou equiparando a situação. - Falaria isso com as mãos para cima, tentando-o deixar menos descrente em minha palavra.

Mas se ele permitisse que eu me movesse para o seu lado, armaria a minha guarda e focaria minha atenção sobre ele. * Ele está armado com soqueiras, então é óbvio que eu vou tentar ataques baixos e me esquivar das mãos dele. Parece fácil, mas será mesmo? * Eu esperaria seu ataque enquanto ritmava minha respiração. Pelo modo que falava, ficava meio claro que ele era um valentão. Por isso, eu tinha um forte sentimento de que ele tentaria me atacar primeiro. Para isso, eu estaria preparado para as diversas formas de ataque que ele pudesse tentar, assim como alguns contra-ataques.

Caso ele viesse até mim e tentasse aplicar um jeb, curvaria meu corpo para o lado oposto ao que o golpe estivesse vindo, ao mesmo tempo que aplicaria um chute com a perna referente ao lado pelo qual estivesse vindo o soco. O chute seria aplicado em suas costas, já que para a perna que eu usaria, o movimento do jeb deixaria uma abertura em suas costas. Acertando ou não o movimento, colocaria a perna no chão e voltaria meu corpo para a posição original. Depois, rotacionaria o meu corpo e tentaria acertar um chute giratório com meu calcanhar direito em sua cabeça. Depois, recuaria um pouco e caso houvesse alguma tentativa de retaliação, apenas recuaria para escapar de sua área de alcance.

Caso ele viesse com um direto, moveria meu corpo para o lado oposto ao seu golpe, enquanto rotacionaria um pouco o corpo, deixando uma das pernas na frente da outra. Depois, ergueria rapidamente a perna que estivesse mais à frente e aplicaria um chute de cima para baixo em sua perna mais próxima a mim. Depois colocaria o pé no chão próximo à ele e rotacionaria o corpo, trazendo a outra perna para aplicar-lhe uma joelhada em seu estômago. Depois disso, acertando ou não, me afastaria um pouco para não levar as coisas para um combate de distância muito curta.

Mas se ele viesse com um cruzado, eu rapidamente me abaixaria e poria a mão esquerda no chão, ao mesmo tempo em que avançaria a perna esquerda e me apoiaria somente nesses dois membros, trazendo a perna direita para junto do corpo. Após isso, chutaria seu tronco com a perna direita, colocando bastante força no golpe. Para potencializar mais o golpe, no momento em que eu fosse aplicá-lo, usaria a mão de apoio para me dar impulso em direção ao meu oponente. Terminado o movimento, retornaria primeiro a perna direita, seguindo pela esquerda. Perna esta que eu recuaria mais que a direita, visando já estabelecer uma certa distância entre nós. Depois, ergueria meu corpo com meus braços em vertical à frente do meu rosto, tentando defender algum possível ataque.

Se ele tentasse um gancho, eu daria um longo passo para trás, ao mesmo tempo que inclinaria a cabeça nessa mesma direção, tentando evitar ao máximo receber o golpe. Depois, giraria o pé mais a frente para o lado oposto à perna recuada e aplicaria um forte chute com esta, mirando na região de seu tronco. O ataque seria feito com força, mas priorizando a velocidade para não dar-lhe tempo de armar a defesa. Recuaria e manteria a guarda firme, dando atenção aos golpes para tentar desviá-los da maneira mais simples e efetiva.

Se por acaso eu percebesse alguém se movendo para detrás de mim, me moveria novamente de modo a deixar o desgraçado que tentara tal ato em minha vista, assim como os outros dois caras. Se por algum motivo ele não atacasse primeiro, eu correria em sua direção e aplicaria um chute lateral em arco, visando as pernas do indivíduo. Logo em seguida, apoiaria esta perna em minha frente e usaria ela de apoio para dar um pequeno salto em direção ao inimigo, colocando a perna que estava mais atrás na posição que a outra estava e trazendo esta para junto de meu corpo. Após isso, aplicaria um chute reto com esta perna visando acertar o meio de seu tronco. Errando ou não, eu voltaria a perna e recuaria um pouco, pronto para tentar de aplicar algumas esquivas.

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Takamura
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MensagemAssunto: Re: Segundo Ato: Rebirth   Segundo Ato: Rebirth - Página 7 EmptyQui 06 Out 2016, 21:04

A primeira luta!!



Buzz intriga-se com aquele trio uma vez que é muito estranho, três homens estarem vestido de uniformes e principalmente por estarem sozinhos naquela noite, depois de alguns segundos analisando o resultados das ações daquele indivíduo consequentemente libera um sorriso no rosto. A luta entra nas pré-eliminatórias quando Bee move-se para a lateral de seu inimigo enquanto dialoga com o mesmo -Porque não somos covardes! A resposta do rapaz é séria e sem perder tempo avança contra o socorrista.

O primeiro movimento do boxeador é um soco reto num jab de esquerda visando o crânio do garoto, o hipnotista espera por essa ofensiva consequentemente desviando com uma curvatura do corpo para o lado direito e em sequência contra-ataca com um chute de direita mirando nas costelas do pugilista, mas o mesmo bloqueia com o punho direito. Sem perde um segundo sequer, o ladrão retorna a perna para a posição original.

No instante em que o menino procura rotaciona-se começa o segundo round da batalha, o gênio é acertado em cheio por um cruzado de direita na altura dos ouvidos e seu inimigo é atingido no queixo. O resultado de ambas ações causa a queda de Buzz uma vez que desequilibra-se por causa da posição e o boxeador no que lhe diz respeito anda alguns passos para trás desnorteado, no entanto ainda de pé.- Nada mal criança! O elogio sincero do combatente é acompanhado de um sorriso, pode facilmente ser percebido a tontura com o cambaleamento do sujeito.

Os outros dois agora sentam-se no chão perto do rio apreciando a luta e demonstrando que não interfiram na luta. Bee não localiza-se diferente já que escuta uns zumbidos no ouvido graça ao ataque bem como uma pequena tontura, mas nada que impedisse de levantar-se. O que o pirata fará?
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BuzzB
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MensagemAssunto: Re: Segundo Ato: Rebirth   Segundo Ato: Rebirth - Página 7 EmptySab 08 Out 2016, 00:16

* Meu deus. Que tesão é esse que essas pessoas têm de me acertar a cabeça? Parece até que querem que eu fique maluco. Agora fiquei com esse zumbido chato no meu ouvido. É até meio irônico isso. * Eu me sentia como se tivesse girado por uns dois minutos. Estava tonto, sim. Mas felizmente não o suficiente para ficar ali no chão. Me levantaria de frente para o meu oponente com certo cuidado, para não acabar fazendo um movimento brusco de repente e acabar me sentindo mais mal do que já estava.

Em meio à toda aquela situação, eu deveria estar mais preocupado, mas acabava me atendo a detalhes idiotas e me divertindo com a situação. * Os caras matam uns marinheiros e ficam em docas à noite de maneira suspeita, e por algum motivo ainda acham que eu deduziria que eles tinham algum caráter. HAHAHAHAHAH. Tá bom, tá bom. Acabou a graça. Foco. * Apesar de pensar nisso, eu conseguia sentir meus lábios tentando formar um sorriso, mas sendo parcialmente impedidos por minha tentativa quase frustrada de suprimi-los pressionando um lábio contra o outro fortemente. Tentaria esquecer a graça que eu via na situação e prestar atenção à batalha.

Eu sabia que meu adversário estava na mesma situação do que eu, pois eu senti que o acertei. E como mirei na região de sua cabeça, ele deve estar com tonturas à essa altura do campeonato. O momento se tornava perfeito para encerrar com o primeiro combatente, mas será que eu conseguiria? Não tinha por que esperar, pois ele podia usar esse tempo para recuperar-se da tontura. Tomaria um pouco de ar e partiria para cima dele, rezando para que ele estivesse mais tonto do que eu. Quando chegasse próximo o suficiente dele, viraria de lado, deixando o lado direito em sua direção e o esquerdo mais atrás. Após isso, flexionaria um pouco a perna esquerda e envergaria meu corpo para o mesmo lado, trazendo a perna direita para próximo do meu corpo. Por fim, desferiria um chute em sua direção, mirando a região do tronco do oponente.

Era um ataque simples, e por isso eu já estava preparado para que ele esquivasse. Caso ele desviasse para o lado direito dele, ele ficaria em meu campo de visão e isso facilitaria para mim acertá-lo. A fim de fazer tal coisa, eu rapidamente poria meu pé direito no chão e traria a outra perna em um chute alto, visando novamente sua cabeça. Sem esperar algum contra ataque, poria o pé no chão e aplicaria um chute giratório com a perna direita na região do tronco, finalizando meu combo. Após isso, recuaria um pouco e ficaria atento aos movimentos do lutador, tentando me manter afastado o suficiente para não ser atingido por seus golpes.

Mas no caso de meu chute inicial não ter acertado nada e eu não conseguir ver meu oponente, assumiria que ele poderia ter se esquivado para sua esquerda ou recuado. Então colocaria o pé no chão e o rotacionaria para a direita, e posteriormente traria a perna esquerda para a frente da direita. Fazendo isso, eu conseguiria ver meu oponente e atacar de forma apropriada. Caso eu constatasse que ele havia recuado, aproveitaria que minha perna esquerda já estava em minha frente e aplicaria um chute giratório com a perna direita em seu tronco. Sem esperar reação, poria o pé direito no chão e aplicaria um chute em arco com a perna esquerda, visando acertar seu flanco. Depois, recuaria alguns passos e tomaria cuidado para manter uma certa distância de meu oponente, evitando assim o gasto de energia que seria utilizado para esquivar-me.

No caso de eu ter constatado que ele havia desviado para a esquerda, e não recuado, eu faria a seguinte ação. Como meu corpo estaria de frente para ele, por eu ter avançado a perna esquerda mais que a direita, tomaria vantagem dessa posição para tentar aplicar um chute lateral com a perna esquerda, posteriormente baixando esta perna e utilizando-a de apoio para tentar rotacionar o meu corpo e aplicar um chute em arco com meu calcanhar direito em sua cabeça. Ao fim do movimento, recuaria um pouco e prestaria atenção à movimentação do meu oponente. Priorizaria por me abaixar para esquivar de seus golpes, fora no caso de um gancho. Nesse caso, eu desviaria para algum dos lados ou recuaria com um salto para trás.

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MensagemAssunto: Re: Segundo Ato: Rebirth   Segundo Ato: Rebirth - Página 7 EmptySab 08 Out 2016, 15:52

Um ataque violento!!



O gênio ergue-se do solo com dificuldade devido a tontura, uma rápida análise atravessa sua mente consequentemente permitindo um sorriso no rosto, no entanto arranja tempo para impedir de libera-lo e por fim começa a focar-se na batalha. Ambos lutadores encontram-se cambaleando e por esse motivo, Buzz aproxima-se do fumante virando de lado e como não espera que ele ataca primeiro acaba abrindo a guarda.

Um soco reto no meio do nariz num direto de esquerda atinge em cheio cancelando o futuro ataque bem como obriga a criança de andar alguns passos para trás, um liquido vermelho sai das narinas do socorrista e por fim escuta um osso rachando. - Ainda não acabei! O homem anuncia que continuará com suas ofensivas quando corre em direção de Bee usufruindo de um upper curto de direita no estomago do rapaz e portanto mais sangue é expelido da boca, além de que seus pés saem do chão e por fim a estrutura corporal é deslocada uns trinta centímetros para trás.

Agora o acelerador localiza-se novamente deitado no solo com os ferimentos piores dado que sente uma enorme dor na barriga e no que lhe diz respeito, a dupla continua sentada apreciando a luta e batem palmas quando notam a superioridade do amigo. - Acha mesmo que nunca fiquei tonto? Você têm certeza que não irei reagir? Você precisa amadurecer e muito! O boxeador solta um sermão para seu inimigo, a tontura de ambos é cessada. O que o pirata fará?
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MensagemAssunto: Re: Segundo Ato: Rebirth   Segundo Ato: Rebirth - Página 7 EmptySab 08 Out 2016, 23:15

* Já está bom, não é? Se eu matá-lo agora, terá sido para sobreviver. Ainda tem mais dois, então tenho que terminar com isso enquanto eu ainda consigo. * A dor em meu nariz pulsava e até me fazia lacrimejar um pouco. Era como se eu tivesse inspirado um quilo de pimenta em pó ou colocado uma tocha abaixo do meu nariz. Queimava. Doía. Mas tinha algo além disso. Algo que não estava apenas no meu nariz, mas no corpo inteiro. Era como se alguma coisa estivesse começando a queimar no meu peito e a se espalhar pelo resto do corpo. Sentia meu sangue fervendo e uma estranha sensação de comichão em minhas pernas. Não sabia bem o que era isso, mas sabia que não seria boa coisa. Pelo menos, não para meu oponente.

Usando minha boca para respirar, encheria meus pulmões e usaria meus braços e pernas para me botar de pé, me afastando logo em seguida. Eu precisava ter cuidado para não ficar levando golpes de graça como os que havia acabado de receber. Levantaria minha guarda e continuaria respirando e tentando prestar atenção ao meu oponente. Minha tontura já havia passado, então eu deveria considerar que a dele também havia, mesmo que isso não fosse verdade. Afinal, melhor não arriscar. Apesar de não estar mais tonto, agora eu tinha um novo problema: Meu nariz estava sangrando. Mais um motivo para acabar com isso logo, já que eu não era idiota de fazer um curativo no meio de uma luta.

Primeiro eu avançaria para cima dele e tentaria aplicar um chute em arco com a perna direita na altura de seu peito, sempre atento aos seus movimentos. Caso antes que eu atacasse eu percebesse que ele tentaria aplicar-me um golpe, eu avançaria a perna esquerda ao mesmo tempo que jogaria a parte superior de meu corpo para trás, usando também a mão esquerda para me apoiar. Feito isso, usaria a perna direita para chutar seu rosto com força em um movimento em arco. Acertando ou não, recuaria e tentaria atacá-lo novamente, com o chute em arco já descrito e a mesma sequência que eu usaria caso ele não tentasse me atacar. A sequência dependeria to tipo de esquiva ou defesa feita pelo pugilista. Como o chute visava a região na altura do peito do boxeador, e era um chute em arco, suas esquivas se limitariam. E para cada uma delas, haveria uma contra medida.

Caso ele optasse por recuar, poria o pé usado no chute no chão e rotacionaria o corpo, avançando a perna esquerda em direção ao oponente e atento aos seus movimentos, usando a sequência de esquiva citada anteriormente caso fosse necessário. Se eu não precisasse me esquivar, continuaria a sequência de ataques avançando minha perna direita para frente da esquerda e utilizando ela para aplicar um chute reverso na cabeça do adversário. Logo que eu colocasse o pé no chão, saltaria lateralmente na direção em que meu adversário estivesse e aplicaria um chute em sua direção, de preferência na região do tronco, que era maior. Após os movimentos, certificaria-me de que eu manteria uma distância maior que a minha perna entre eu e ele.

Caso ele não tivesse recuado, mas sim se abaixado muito ou se jogado no chão, eu traria a perna direita usada no chute para próximo do meu corpo e chutaria para baixo, em direção ao inimigo. Se ele conseguisse desviar, apenas poria o pé no chão e saltaria em sua direção. O salto não era para ser alto, e sim para fazer com que eu me movesse mais depressa. Por ser baixo, eu rapidamente chegaria ao chão, onde me apoiaria na perna esquerda e chutaria com a direita, inclinando o corpo na direção contrária e mirando na região da barriga do adversário. Errando ou não, tentaria manter uma distância segura do meu oponente utilizando-me de saltos ou até de velocidade para isso.

Se ele não tivesse nem recuado nem se abaixado, mas sim bloqueado o ataque, eu não colocaria a perna no chão, e sim puxaria ela para próximo ao corpo, aplicando um chute baixo em seu joelho. Caso acertasse, eu me aproximaria rapidamente e seguraria seus ombros, puxando-os em minha direção ao mesmo tempo que aplicaria uma joelhada com a perna esquerda em sua barriga. Depois, o empurraria e armaria minha guarda, tomando cuidado para me abaixar no caso de alguma retaliação. Claro que se o ataque fosse um gancho, eu desviaria para algum dos lados, e não me abaixaria. Mas se eu não tivesse acertado o joelho dele, poria o pé no chão e rotacionaria o corpo para a direita, trazendo minha perna esquerda em um chute meia lua em direção à sua cabeça. Ao fim do movimento, recuaria dois passos longos e tentaria manter a distância. Caso não conseguisse, se eu notasse que seu ataque seria um Jab, direto ou cruzado, eu me abaixaria e tentaria aplicar uma rasteira, me levantando logo em seguida com os braços em formação de xis na frente do meu rosto. Após isso, me manteria saltando para trás a cada ataque que ele tentasse, para sair de sua área de alcance. Mas se eu notasse que ele tentaria um gancho, eu desviaria para o lado que suas costas estivessem e seguraria seu ombro com ambas as mãos, usando-o de certa forma de apoio para aplicar uma joelhada em suas costas. Depois disto, tomaria um pouco de distância e tentaria fazer a esquiva citada anteriormente caso fosse necessária.

Não importando o momento, caso meu inimigo caísse deitado no chão, eu rapidamente me moveria para seu lado e pisaria fortemente sua cabeça contra o chão cerca de cinco vezes, apenas para garantir. Mas se ele caísse sentado no chão, me moveria da mesma maneira, mas ao invés de pisar em sua cabeça, tentaria pisar em uma de suas mãos, caso elas estivessem no chão, ou um uma de suas pernas. Me por um acaso eu conseguisse derrotá-lo, rasgaria dois pedaços de sua camisa e os enrolaria em bolinhas. Depois, seguraria ambas com a mão esquerda enquanto ajeitaria meu nariz, caso ele estivesse quebrado. Tendo que pô-lo no lugar ou não, colocaria uma bolinha de tecido em cada narina, para tentar estancar o sangramento, e ficaria respirando apenas pela boca, como já vinha fazendo. depois, diria algumas palavras. - Parece que no final, você acabou amadurecendo tanto que ficou podre. - Esperaria uma reação dos outros dois, mas não avançaria contra nenhum deles. Ficaria apenas mantendo distância, enquanto tentava ganhar tempo para descansar um pouco.

off:
 

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