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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Segundo Ato: Rebirth

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MensagemAssunto: Segundo Ato: Rebirth   Segundo Ato: Rebirth - Página 6 EmptyQua 06 Jul 2016, 00:13

Relembrando a primeira mensagem :

Segundo Ato: Rebirth

Aqui ocorrerá a aventura do(a) pirata Buzz Bee. A qual não possui narrador definido.


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BuzzB
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MensagemAssunto: Re: Segundo Ato: Rebirth   Segundo Ato: Rebirth - Página 6 EmptySex 23 Set 2016, 14:37

Ah, o sabor da comida. Qual fora a última vez que eu havia me deliciado com uma boa refeição? Minha noção de tempo era horrível, mas pelo menos a de espaço compensava isso. Enquanto saboreava a comida e o refrigerante, tive minha negociação com Guin. Sinceramente, achei bem fascista da parte dela querer impor os termos da negociação. * B$ 300.000 berries por dez ervas e vinte mililitros de óleo? Mais injusto que isso só o governo. * Não vou mentir, eu estava frustrado e com uma ponta de tendência homicida, mas eu logo me acalmo lembrando que esse não é o único meio de conseguir as coisas que eu queria.

Claro, os meios que eu iria usar para conseguir as coisas não eram muito honestos, mas eu já era um procurado mesmo. Então fazer esse tipo de coisa não iria mudar minha vida de uma hora para a outra. Agora o que eu faria com as coisas, era uma história diferente. Se eu conseguisse que meu plano funcionasse, era bem possível que a minha recompensa aumentasse. Quanto? Não fazia ideia, mas também não faço ideia de quanto é a minha recompensa atual, então não ligo muito. O problema seria apenas um, o plano era arriscado o suficiente para que eu acabasse preso, ou pior.

* Acho que essa não é a melhor hora para pensar tão negativamente. Eu me preocupo com as consequências depois. Agora, eu tenho que me focar em conseguir os itens. * Como Guin havia me dito que não tinha as coisas que eu queria, eu iria ter que seguir meu rumo a partir daquele momento, mas não sem antes extrair o máximo que eu podia desse local. Antes de fazer qualquer coisa, porém, poria as ervas no bolso de minha jaqueta, o dinheiro no bolso onde estava guardado todo o dinheiro que eu havia ganho até agora e o óleo em outro bolso, para manter uma certa organização. Eu e Guin estávamos sentados em uma mesa, sendo que eu estava me alimentando, e ela parecia que estava bebendo para se divertir ou algo nesse estilo.

Uma coisa havia me intrigado desde a primeira vez que eu falei com ela. Como ela havia convencido a mim, um cara que não é bem o sinônimo de coragem, à entrar em um bar cheio de marinheiros e arruinar o local? Eu tinha quase certeza de que não era hipnose, pois eu não estava muito concentrado e o tom de voz dela não era uma sugestão, e sim um pedido. Então como ela fazia aquilo? Eu sabia que se conseguisse usar aquela técnica de fala que ela tinha, unida à minha hipnose, ficaria muito mais fácil utilizar a conversação, ao invés dos punhos.

Precisava pedir para ela me ensinar isso agora. Afinal, ela é a dona de um bar, então não deve ter muito tempo para ficar perdendo. Finalizaria rapidamente a minha refeição e diria para ela. - Eu preciso pedir mais uma coisa. Quero que me ensine a convencer as pessoas, sem precisar de intimidá-las. Sei que você pode me ensinar isto, você usou isso em mim para que eu fosse àquele bar. Por favor! - Baixaria a cabeça em sinal de súplica, para tentar convencê-la mais facilmente. Esperaria uma resposta da mesma em silêncio. Caso fosse negativa, eu me levantaria e diria. - Acho que já é hora de ir, então. - Logo em seguida, me levantaria e faria uma leve reverência para Guin, me virando e caminhando em direção à saída logo em seguida. Caso ela aceitasse me ensinar, eu ergueria minha cabeça e diria. - Obrigado. Farei o meu melhor para aprender isto. -

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MensagemAssunto: Re: Segundo Ato: Rebirth   Segundo Ato: Rebirth - Página 6 EmptySex 23 Set 2016, 23:02

Prológo do aprendizado!



Pensamentos invadem a mente do hipnotista, posteriormente coloca cada objeto num bolso específico e por fim percebe uma estranheza em relação ao modo de como a mulher pede para as pessoas fazerem uma missão para dama bem como interessa-se pela habilidade. Aquela técnica pode ajudar o pirata de muitas formas e por essa razão apressa-se para acabar com a refeição.

- Tudo bem, mas só se pagar uma bebida para mim.. Buzz não perde tempo dado que questiona Guin sobre suas ambições e a resposta é positiva, mesmo com aquela condição. Um barulho de algo caindo pode ser ouvido para fora das janelas, na teoria do menino olha pela mesma consegue notar que uma pequena chuva iniciando na ilha. O que Bee fará?
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MensagemAssunto: Re: Segundo Ato: Rebirth   Segundo Ato: Rebirth - Página 6 EmptyDom 25 Set 2016, 22:39

Um barulho se fazia presente fora do bar. * Chuva? Isso é perfeito. Tendo em vista meus próximos movimentos, essa chuva deve-me ser revigorante. * Pensaria. Mais perfeito ainda, foi conseguir fazer Guin me ensinar o truque que ela costuma fazer. Claro que eu teria de desembolsar uma quantia, mas uma caneca de bebida não devia ser tão cara assim. Agora que meus pertences estavam devidamente guardados, minhas mãos ficavam livres para fazerem o que eu quisesse. Apesar disso, eu cruzaria meus braços, em contramedida ao meu mais novo hábito, tamborilar os dedos. Não é que eu não gostasse de fazer isso. Era até divertido, mas agora era hora de aprender.

Eu esboçaria um leve sorriso e diria. - Não tenho objeções quanto à isso. No final do aprendizado, eu lhe pago a bebida. - Ficaria ali, sentado e fitando a mulher, esperando que ela começasse a me ensinar sobre o que quer que fosse aquilo. Eu me ajeitaria na cadeira, pois tinha ciência de que isto poderia demorar um pouco. Não que eu tivesse algum problema em aprender as coisas, mas eu não estava muito acostumado a aprender por meio de uma conversa. De todo o jeito, eu prestaria atenção nas suas falas e tentaria gravá-las na memória.

Post de perícia - Lábia




A mulher dava um leve suspiro, e tomava mais um gole da bebida. - Vamos começar logo com isso. A bebida está quase acabando. - Guin colocava a caneca sobre a mesa e continuava. - Primeiro de tudo, "isto" que você vai aprender agora se chama lábia. Como você mesmo falou, é basicamente convencer as pessoas sem precisar intimidar elas de maneira nenhuma. Você tem uma bela voz, então deve ser mais fácil para você usar isso do que usar intimidação. Até por que, você não dá muito medo. - Ela dava um sorriso e me olhava, talvez tentando ver se eu havia ficado ofendido com o insulto. Mas minha expressão não se alterava. Ela não tinha falado nada que eu já não soubesse.

Eu era franzino e não tinha cara de mal. Minha força e velocidade eram normais, e eu não tinha nenhum poder estranho que eu pudesse usar. Então quem teria medo de mim? Era por isso que eu tentava agir da minha própria maneira. Usar minha inteligência e minha voz para conseguir o que eu quero, enquanto afio pouco a pouco minhas habilidades. Para que um dia, eu conseguisse ser forte o suficiente para não depender apenas de bajulações e tentativas de convencimento. Eu assenti de leve com a cabeça, meio que concordando com o que ela disse, mas ao mesmo tempo indicando para que ela prosseguisse.

Ela colocava uma mecha do cabelo ruivo atrás de sua orelha e voltava a falar. - Se você quer convencer uma pessoa, você tem que ter duas coisas. a primeira coisa que vamos trabalhar, é a sua postura. Nossa postura diz muito sobre quem somos e o que queremos. Levante da cadeira e me mostre sua melhor postura. - Ela realmente parecia estar falando sério, apesar de que eu queria que fosse apenas uma brincadeira. Sei que não era grande coisa apenas me levantar, mas eu tinha acordado à pouco tempo, e ainda sentia o corpo um pouco sonolento. Mesmo assim, resolvi fazer o que ela me pedira. Levantei-me e fiquei ao lado da cadeira em que ela estava, tentando ficar com uma boa postura. Guin passava os olhos pelo meu corpo como se estivesse procurando algo que perdeu. Era meio embaraçoso fazer isto em um bar, mas eu tentava me conter. Ela balançava a cabeça em negação e dizia. - Que raios de postura é essa? Mantenha a coluna mais ereta, erga a cabeça, não deixe seus ombros caídos e mantenha sempre uma expressão radiante no rosto. Como você quer convencer alguém com essa cara de sono? - Admito, a cara era de sono mesmo. Infelizmente, eu sou o que chamam de preguiçoso, então eu tenho um carinho todo especial pelo sono.

Mas eu não podia mais ficar perdendo tempo. Batia as mãos no rosto e respirava fundo. Depois, erguia minha cabeça e deixava a coluna ereta, o que dificultava um pouco enxergar o rosto de Guin, que estava sentada. Depois, abri um sorriso e abri um pouco mais meus olhos sonolentos, mostrando um olhar firme. Não estava mais com os braços cruzados, para parecer menos intimidador. A ruiva olhava novamente e constatava. É... Melhorou um pouco. Mantenha sempre em sua mente: A postura é basicamente cinquenta por cento do seu poder de convencimento, então mantenha sempre uma boa postura. -

A mulher bebericava mais um pouco de sua bebida e mantinha o silêncio por um pouco de tempo. Enquanto isso, eu voltava a sentar-me na cadeira e resolvia ir treinando a postura. Deixava meus braços soltos, mas continha meus impulsos de bater na mesa com os dedos. Meu rosto mostrava-se um pouco mais vívido e atento, dando uma melhor impressão. Até aquele momento, eu estava achando até bem fácil aprender a tal lábia, mas eu já imaginava que em pouco tempo, tocaríamos em uma ferida que eu estava trabalhando bastante para fechar.

- Agora vamos para a segunda coisa que você deve trabalhar: a sua voz. Como eu já havia falado, você tem uma bela voz, mas só isso não adianta. O timbre de sua voz pode tanto ajudar como te atrapalhar na hora de convencer alguém. Além disso, você já demonstrou que tem um pouco de dificuldades para falar com pessoas desconhecidas. - Ai estava. A ferida que já me impediu de fazer muita coisa continuava a se interpor entre eu e meus objetivos. Eu já estava treinando para perder essa vergonha excessiva, mas sabia que demoraria um pouco mais até que eu conseguisse perdê-la. Mas com esse aprendizado, eu tinha a possibilidade de conseguir superar isso de uma vez por todas.

A mulher complementava. - Bem, sua vergonha deve passar quando você se acostumar a conversar com pessoas novas, então vamos começar pelo outro. O timbre que você deve usar na hora de tentar convencer alguém é um timbre confiante. Pelo menos, essa é a raiz principal. Dependendo da situação, você terá de mesclar algum outro timbre ao confiante. Por exemplo, se quer que alguém faça algo sério, você não pode usar um timbre confiante unido com um muito alegre ou um muito melancólico. Adequação é essencial na questão da voz. E para testar se você entendeu... Tente me convencer à fazer alguma coisa. -

* Tentar convencê-la... De que? Acho que seria mais simples se fosse algo fácil, então... Opa, quase que eu estrago tudo agora. Eu teria de ser um deus da lábia para que ela fizesse isso, ainda mais aqui dentro. Talvez fazê-la ficar de pé? Acho que isso é simples o bastante. * Aplicava o tom mais confiante que eu conseguia à minha voz e falava. - Preciso que você se levante um pouco. - Guin dava um sorriso travesso e perguntava. - Por que eu faria isso? - A resposta não me vinha. Por que? E por que ela queria saber o por que? - Porque... eu quero checar se você ainda lembra de como ficar com uma boa postura. - Minha voz falhava um pouco, demonstrando que eu não estava confiante na resposta.

A ruiva tentava conter o riso e me dizia. - Haha, até que não foi muito ruim. Você apelou para o meu orgulho, o que foi uma bela jogada. Só teve um probleminha... Seu tom de voz oscilou. Não hesite nem por um segundo, garoto. E não fique surpreso se as pessoas quiserem um porquê, afinal, você quer um favor. Se você não oferecer-lhes algo ou pelo menos explicar o porquê do pedido, você vai falhar. Tente novamente. Mas agora, teste isso em Rokusho, que está ali no balcão. - A mulher apontava para o homem que eu teria de convencer.

Ali, sentado junto a Guin, eu não achava que seria um problema. Eu estava enganado. Logo que me aproximei do homem, eu comecei a hesitar sobre o que eu pediria à ele e o porquê. Eu parava em frente ao balcão, colocando as mãos sobre o mesmo e refletindo o plano novamente. * Eu poderia simplesmente chegar e pedir um favor à ele, mas será que isso funcionaria mesmo? Apesar de ter mais facilidade de conversar com homens, eu precisaria ter cuidado com o que falo. Talvez eu devesse tentar algo um pouco diferente. * Eu havia tomado coragem e já sabia o que fazer. Aprumava a minha postura e chamava a atenção de Rokusho com um aceno de mão, e este vinha até mim enquanto secava um copo. Começava dizendo. - Rokusho, certo? Guin me falou um pouco sobre você. Meu nome é Buzz. - Eu estendia a mão para ele, simbolizando um pedido de comprimento. O homem segurava o copo e o pano com a mão esquerda e apertava a minha mão com cordialidade. - Sei quem você é. É o garoto que nos ajudou com aquele problema no bear house. - Ele falava de forma calma e com naturalidade, o que me dava um pouco de inveja. - Olha, eu preciso de ajuda com uma coisa. Guin está querendo me mandar em uma missão um pouco mais arriscada, então eu pedi para levar alguém junto comigo. - O homem parecia um pouco preocupado e perguntava. - O quão perigoso é? - Eu mantinha o tom confiante e resolvia tentar mesclá-lo com um mais relaxado, para tentar tirar a gravidade do que eu falaria em seguida. - Coisa boba. Só invadir o QG da marinha e roubar um ingrediente de bebida bem raro. - Nem havia terminado de falar, o homem já dava uma resposta de supetão. - Não, não. Tem que ser louco para invadir o QG da marinha com apenas dois. Além disso, só o fato de invadir já seria suicídio. -

Eu colocava as mãos à minha frente, simbolizando um pedido de calma. - Eu sei que parece meio difícil, mas foi por isso que eu vim falar com você. - Agora era a hora de usar minha bajulação ao extremo. - Quando ela me disse isso, eu tive a mesma reação que você. Mas ela disse que a recompensa era dezenas de vezes maior que a que eu havia recebido nessa última missão. Mas como condição, pedi para que ela me deixasse levar o homem mais forte do bar. E adivinha quem ela disse para eu chamar? Pelo que ela me falou, você nem precisaria de minha ajuda na missão. Vamos lá, nós podemos fazer isso. - Ele ainda parecia meio receoso de aceitar a proposta, mas eu resolvia dar a facada final. - Bem, se você não quer ir, acho que eu vou ter que dizer à ela. Mas vai ser uma pena. Ela estava tão confiante de que você iria aceitar... - A expressão do homem mudava rapidamente e ele parecia que havia despertado do sono. - Ela estava? Bem... Então, se você tiver um plano, eu topo. - Um sorriso se abria em meus lábios e eu colocava a mão esquerda em seu ombro. - Vamos falar com ela, então. -

Nós dois caminhamos de volta à mesa onde Guin estava. A bebida de sua caneca parecia ter acabado, pois ela parecia bem impaciente. Ainda com o sorriso no rosto, diria. - Rokusho tem algo para falar, não é? - A sugestão deu brecha para que ele tomasse a palavra. - Senhorita Guin, eu aceito a missão. - A mulher me olhava um pouco surpresa e perguntava. - O que você inventou para ele? - Era ali que a farsa acabava, e eu resolvia abrir o jogo para o empregado da ruiva. - Eu falei para ele que você nos mandaria em uma missão para invadir o QG da marinha. Foi mal cara, mas é que ela pediu para eu treinar minha lábia com você. - O homem estava visivelmente irritado e falava. - Então aquela história de que ela havia dito que eu era o mais forte... - E eu completava. - Uma mentirinha do bem. - Ele mostrava o dedo do meio para mim e voltava enfurecido ao trabalho. O que foi meio que lucro, pois eu achei que ia levar um soco.

A ruiva parecia se divertir com a situação e soltava algumas palavras. - Bem, você conseguiu. Não sei se posso dizer que foi perfeito, pois eu não ouvi a conversa. Mas você o convenceu, e é isso que importa. Com o tempo, vai ficando mais fácil de fazer e você vai se tornando melhor nisso. Agora, que tal me pagar aquela bebida? -

Fim do post de perícia - Lábia


Eu retiraria do bolso B$ 10.000 e deixaria em cima da mesa. O aprendizado tinha sido pouco exaustivo fisicamente, mas havia me tomado esforço mental para pensar em um plano. Por sorte, eu havia descansado bastante antes de fazê-lo, então eu ainda me sentia bem. Agora, eu tinha outros planos em mente, e chegava a hora de me despedir. Diria à Guin. - Obrigado por tudo e foi um prazer conhecê-la. Se algum dos caras do Bear house me encontra aqui, isso poderia prejudicá-la. Talvez nós possamos nos encontrar novamente algum dia. - Depois de dizer isso, esperaria algum tempo por uma resposta. Ela respondendo ou não, eu me viraria em direção à porta do bar e começaria a andar em direção à ela. Quando chegasse lá, colocaria o capuz da jaqueta sobre a cabeça, para evitar me molhar muito e poria as mãos nos bolsos da jaqueta, para protegê-las do frio e preservar o conteúdo dos bolsos contra a água da chuva. Depois, passaria pela porta e começaria a andar na direção oposta à que levava ao Bear house, olhando para os lados e para frente, para ver se eu conseguia achar um estabelecimento interessante.

off:
 

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* Pensamento * (Buzz)
* Pensamento * (Staz)
- Fala

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Última edição por BuzzB em Seg 26 Set 2016, 13:01, editado 3 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Segundo Ato: Rebirth   Segundo Ato: Rebirth - Página 6 EmptySeg 26 Set 2016, 11:30

Epilogo do Ensinamento!



Após acabar de aprender sobre lábia, Buzz deixa 10 mil berry em cima da mesa e dirige algumas palavras para Guin. - Oi? Eu.. eu.. tchau.. A situação da mulher é embaraçosa uma vez que está tão embriagada que mal fala direito e sem perder tempo o garoto sai pela porta do bar, mas antes coloca o capuz e também as mãos no bolso com a intenção de não molhar-se bem como prejudicar seus itens.

Enquanto caminha, nota várias pessoas de guarda chuva, umas correndo com algum objeto na cabeça e sempre tem aquelas crianças brincando naqueles pingos de água. Os seus olhos percebem vários edifícios como por exemplo, o banco mundial, o quartel general da marinha, uma loja de armas chamada Toch's Weapon e uma empresa grande com a nomenclatura de Lich Corp.

Além disso tudo, também consegue observar várias pessoas dentro de casas conversando, comendo alguma refeição ou então fazendo alguma atividade em família. O que Bee fará?
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Spoiler:
 

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MensagemAssunto: Re: Segundo Ato: Rebirth   Segundo Ato: Rebirth - Página 6 EmptySeg 26 Set 2016, 22:44

Enquanto eu caminhava pela rua, ponderava sobre algumas coisas. * Essa despedida foi bem estranha. Mas eu não mudaria ela em nada. Acho que ela retratou bem o lado interessante da Guin. Será que eu a verei novamente? Uma pergunta melhor. Por quanto tempo eu irei ficar nessa ilha? Ainda tenho que me preparar para seguir meu rumo, mas quanto tempo levará? Talvez eu deva sair um pouco da minha zona de conforto e me esforçar, para variar. * Suspirava. Eu já tinha um plano que eu gostaria de seguir, mas pô-lo em prática era bem diferente de planejá-lo.

Eu já havia notado as construções próximas a mim e resolvia escolher uma delas para entrar. O motivo? Eu necessitava de informações sobre um determinado assunto, então precisava conversar com alguém bem informado no mundo do crime. O banco mundial e o QG da marinha nem passavam pela minha cabeça como possíveis destinos, por motivos óbvios. Já a empresa, eu não conseguia imaginar alguém lá dentro sabendo me responder o que quero. Já a loja de armas, eu sentia que me ajudaria. Era óbvio que o dono do local devia conhecer algumas coisas sobre o "submundo" da cidade. E era com isso que eu estava contando.

Iria em direção ao Toch's weapon e adentraria o local. Quando fizesse isso, como de costume, olharia o local de cima a baixo, tentando não deixar nenhum detalhe importante passar. Depois, iria em direção ao dono ou dona da loja, caso estivesse presente, e perguntaria. - Olá. Eu preciso de algumas informações, e acho que você pode me ajudar a consegui-las. - Esperaria algum pronunciamento da pessoa, mas mesmo se ele não respondesse, continuaria. - Sabe, eu gostaria de saber se você poderia me indicar o paradeiro de algum bandido. De preferência, algum estuprador ou algo nessa faixa de asquerosidade. Sou um caçador de recompensas, mas ainda sou um iniciante. Então se possível, me indique algum que não seja muito forte. -

Observaria a reação da pessoa enquanto manteria o silêncio. Por via das dúvidas, porém, me manteria atento à qualquer movimento suspeito, preparado para desviar para o lado no caso de um golpe em linha em minha direção, ou saltar para trás no caso de um golpe com alcance menor. Depois de sua resposta, independente de qual fosse, eu falaria. - Você tem alguma corda para vender? Se tiver, quanto custa? - Faria uma pausa para esperar que a pessoa me respondesse. Caso ela não tivesse alguma corda para vender, eu agradeceria a pessoa com um aceno de cabeça e sairia do estabelecimento, seguindo as direções que ela tivesse me dado. Ou se ela não houvesse me dito onde ficava algum bandido, continuaria caminhando pelas ruas e olhando para os lados, afim de ver se eu conseguia achar outro estabelecimento bom para pedir informações.

Mas caso houvesse alguma corda para se vender, eu pegaria o valor correspondente ao da corda no meu bolso e pagaria à pessoa, pegando a corda logo em seguida e a enrolando, para deixá-la em forma circular. Depois, passaria meu braço esquerdo e a minha cabeça pelo meio da circunferência criada pela corda, de modo que ela ficasse em diagonal sobre o meu peito. Por fim, prenderia a ponta da corda em baixo das demais voltas da corda em meu peito, de modo que ela ficasse presa. Após isso, agradeceria com uma leve reverência e sairia do estabelecimento, indo na direção que ela houvesse me dado, ou, se ela não tivesse me fornecido qualquer direção, continuaria andando pela rua, à procura de algum local ou alguma pessoa que pudesse me fornecer esta informação.

off:
 

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* Pensamento * (Buzz)
* Pensamento * (Staz)
- Fala

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MensagemAssunto: Re: Segundo Ato: Rebirth   Segundo Ato: Rebirth - Página 6 EmptyTer 27 Set 2016, 15:53

Informações!



Buzz reflete sobre suas opções de locais para ir futuramente, o quartel general, empresa e o banco são completamente descartados consequentemente restando apenas uma escolha, a loja de armas. Ninguém além do hipnotista sabe o que passa na cabeça do rapaz portanto caminha em direção a porta do edifício bem como busca dialogar com o vendedor de armas. - Uma criança como você? Bom.. ali na parede tem alguns cartazes de procurados, mas sobre aonde eles estão.. isso eu não sei dizer. Afinal, caso todo mundo soubesse... não precisa dos panfletos né? Hahaha.

O homem responde de maneira sincera, por sinal ele é um velho porém robusto e ao redor de Bee encontra-se inúmeros cartazes numa parede e diferente de muitas lojas tanto barris quanto estantes não existe na frente do balcão na qual situa-se o idoso. Visto que todas as armas estão atrás do anoso e dentro do objeto de vidro têm várias armas de fogo;- Cordas são vendidas somente nas lojas de equipamentos. a conversa dos dois dura pouco tempo dado que o acelerador vai embora do prédio.

Enquanto caminha, pode ver várias casas no lado direito, três casa no lado esquerdo bem como a loja de equipamentos e um bar com uma placa riscada consequentemente não tem como saber o nome do local. A chuva aos poucos ia se acalmando, mas a sensação térmica de oito graus continua. O que Buzz fará?
Histórico:
 

Spoiler:
 

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MensagemAssunto: Re: Segundo Ato: Rebirth   Segundo Ato: Rebirth - Página 6 EmptyTer 27 Set 2016, 21:30

* Cara... Tá gelado horrores aqui fora. Ainda bem que eu estou de jaqueta, senão eu já tinha congelado. * O frio era o suficiente para me cogitar voltar ao bar de Guin e me deitar em uma caminha quentinha, mas eu decido não fazer isso. Isso porque, eu havia achado um dos meus objetivos: a loja de equipamentos. Quando eu conversei com o dono da loja de armas, ele me falou que cordas só poderiam ser compradas nesse tipo de loja. * É um saco gastar dinheiro com algo que eu posso simplesmente roubar, mas eu preciso estar no meu melhor estado para a próxima fase. * Pensaria.

Eu caminharia até a loja de equipamentos e adentraria o recinto, olhando para tudo que estivesse ali. Depois de fazer isso, iria até a pessoa que estivesse tomando de conta da loja e lhe falaria. - Oi, eu estou aqui para comprar uma corda. Gostaria de saber quanto custa uma corda com cerca de... - Faria uma cara pensativa e depois complementaria. - Uns cinquenta metros. É, acho que é isso mesmo. - Esperaria uma resposta da pessoa e retiraria o valor pedido do bolso. Depois, entregaria o dinheiro ao mesmo tempo que pegaria a corda.

As cordas geralmente vêm enroladas, formando um "círculo". Por esse motivo, aproveitaria essa forma para passar o braço esquerdo e a cabeça pelo meio da corda enrolada e a deixaria meio que apoiada no ombro direito. E para que ela não caísse ou a sua posição de enrolada se desfizesse, eu colocaria a ponta da corda por baixo das voltas feitas por ela devido ao jeito no qual ela se encontrava. Verificaria se ela está bem segura e então perguntaria para a pessoa que havia me atendido. - Esse bar com a placa riscada... Você sabe de algo sobre ele? - Aguardaria um resposta e, quando a recebesse, acenaria com a mão para a pessoa e diria por fim. - Obrigado por tudo e bom trabalho. - Logo em seguida, sairia do estabelecimento.

Do lado de fora, observaria a segunda construção que chamava mais a minha atenção: O bar de placa riscada. Claro, eu havia acabado de sair de um bar, então não queria entrar em outro por um bom tempo. Mas a placa do local despertava minha curiosidade. Não para saber o nome do bar, até por que eu não ligava para aquilo. O que me atiçava a curiosidade era o por quê da placa estar riscada. Alguma coisa dentro de mim me dizia que ali dentro, tinha uma grande chance de haver algum fora da lei. E era justamente o que eu estava procurando.

Respiraria fundo por um pouco de tempo, de modo a fazer meu coração bater mais devagar e eu conseguir me concentrar mais. Depois, adentraria o recinto e o observaria, com receio de haver algo perigoso ali dentro e com vontade de saber o que de interessante havia ali. Caso não houvesse ninguém por ali, ou pelo menos essa pessoa não tivesse me notado, eu caminharia devagar e calmamente, fazendo o mínimo de barulho possível para não ser detectado. Mas caso eu já houvesse sido visto, ou fosse detectado enquanto tentava andar de modo sorrateiro, eu observaria a pessoa ou pessoas com cuidado, para analisá-las. Ficaria de guarda alta e pronto para pular para o lado contrário à algum golpe que pudesse ser aplicado à mim. Se mesmo detectado, ninguém me atacasse, eu falaria. - Yo. Meu nome é Buzz, e eu gostaria de saber quem você é. E eu não digo só o nome. Quero saber se você é pirata, marinheiro, ou o que quer que seja e se tem alguma recompensa pela sua cabeça. - Tentaria manter o tom firme, para não deixar transpassar que eu estava meio nervoso.

Se eu fosse atacado após falar isso, tentaria desviar para trás o máximo que eu pudesse, caso a arma que a pessoa tivesse fosse de curto ou médio alcance. Se fosse de longo, tentaria uma esquiva lateral e uma aproximação rápida, tentando um chute em seu joelho caso conseguisse me aproximar. Mas se mesmo assim eu não fosse atacado, esperaria uma resposta. Caso não viesse, diria. Ah, vaaamos... É por uma boa causa, sabe? - Continuaria com a guarda levantada e esperaria por alguma fala da pessoa, enquanto ficaria pronto para pular em diagonal para trás, afim de escapar de algum possível golpe.

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MensagemAssunto: Re: Segundo Ato: Rebirth   Segundo Ato: Rebirth - Página 6 EmptyQua 28 Set 2016, 10:18

Buzz no inferno?!



Buzz reflete sobre suas decisões uma vez que para o garoto é muito mais fácil roubar do que gastar dinheiro, no entanto caminha em direção do estabelecimento cujo contém várias estantes repletas de itens e sem falar do homem gigante atrás do balcão. - Uma corda de cinquenta metros? É trinta mil berry. A resposta do vendedor é alto, clara e direta, o que resultou do dialogo? Bee decidiu comprar, colocando o dinheiro em cima do balcão.

Depois de alguns minutos, o socorrista ajeita o objeto em seu corpo com a intenção de não permitir cair e em seguida direciona algumas palavras para o barbudo - Não aconselho dirigi-se para esse local..é muito perigoso! A voz grossa do adulto não transmite o medo que aparece somente nos olhos devido a questão do hipnotista, posteriormente o acelerador sai do edifício.

A próxima parada do acelerador é o bar dado que atiça a curiosidade da criança, ele não quer voltar tão cedo para um lugar desses por causa de Guin e mesmo possuindo milhões de razões para não entrar no bar, o menino não resiste consequentemente infiltrando-se no prédio. Buzz com certeza vai arrepender-se da sua escolha quando visualiza as criaturas situadas naquele local. - Bem vindo querido.. você com essa idade.. e já gosta dessas coisas? Um humano metade homem e mulher, com os cabelos loiros e vestido rosa fecha a porta do estabelecimento bem como empurra as costas de Bee para o centro da estrutura.

Se o pirata olhasse em volta, pode perceber que existem outros seres iguais, barbudos, com saias, loiros, morenas, naquele inferno há de tudo. O que buzz fará?
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MensagemAssunto: Re: Segundo Ato: Rebirth   Segundo Ato: Rebirth - Página 6 EmptyQui 29 Set 2016, 18:56

O dono da loja de equipamentos parecia ser um cara legal. Ele até havia me avisado para não ir no bar, mas do jeito que ele me falou, só me deu mais vontade de ir nesse bar. Eu conseguia sentir o medo em sua voz, e isso me levava a crer que ali havia alguém perigoso. Mas afinal, não era isso que eu estava procurando? Apesar de preferir não ter que lutar, eu queria fazer algumas coisas nessa ilha antes de partir para a grand line. Uma dessas coisas era lutar bastante para me tornar mais forte. A grand line é o parque de diversões de piratas bem fortes. Se eu entrasse ali sem aumentar meu nível, não duraria um dia.

Agora que eu já sabia que havia algo amedrontador ali, só esperava que ele não fosse muito forte. Mas o que eu encontrei ali, não era de Deus. Não, só podia ser do demônio mesmo. Logo que entro, já sou recepcionado por Belzebu, que foi o apelido justo que achei para aquela criatura. Belzebu ainda tranca a porta por onde eu havia entrado, me tirando a rota de fuga. E para fechar o caixão, ele diz que eu gostava daquele tipo de coisa. Juro que se eu não estivesse tão surpreso com aquela visão do inferno, teria matado aquele bicho sem hesitar nenhum segundo.

Mas aparentemente, não estávamos sozinhos. Baphomet, Asmodeus, Astaroth e sabe se lá quem mais, parecem ter vindo para a reunião milenar dos inimigos de Deus. Naquela hora, eu sentia que meus olhos ardiam como se alguém tivesse injetado lava neles. Na verdade, eu preferia isso. * Eu já ouvi dizer que se você vê o demônio, você fica cego. Por que eu não estou ficando cego? Eu gostaria de ficar cego, por favor. Se existe um Deus ai em cima, tenha misericórdia de minha alma e oblitere toda a região. * Naquela hora eu já não sabia mais o que era felicidade ou vontade de viver. Não tinha forças no corpo nem para destruir aquelas aberrações por mim mesmo. Meu olhar naquela hora seria o de um total vazio existencial, munido de falta de fé na humanidade.

Depois de encarar de frente os anais do inferno, talvez eu tivesse ficado um pouco mais louco. Começava a cogitar que aquilo seria só uma ilusão horrível, e que assim que eu saísse dali, tudo estaria acabado. Pelo menos, era o que eu desejava com todas as fibras do meu ser. - HAHAHAHAH. Tá, entendi. Isso é só um pesadelo... Certo. - Tentaria me acalmar e sair o mais rápido que eu pudesse dali. - Olha, eu não sei o que vocês estão pensando, e nem ligo para isso também, mas eu preciso ir andando. Achei que aqui fosse o esconderijo de alguém em que eu pudesse bater, mas acabei me enganando. Se possível, gostaria de saber se algum de vocês sabe aonde eu poderia achar algum fora da lei para eu capturar. De preferência, um não muito forte. - Esperaria alguma resposta das criaturas e depois me dirigiria até a saída. Não deixaria nenhum deles chegar muito perto de mim, usando alguma esquiva ou pulo para me distanciar.

Depois de chegar até a porta, pediria para que abrissem e, assim que o fizessem, sairia daquele local e caminharia na direção que eles haviam me indicado. Caso não tivesse sido instruído de qualquer direção, iria apenas seguindo pela rua à procura de algum local que me fosse estranho. Olharia em volta, à procura de algum movimento estanho também, pois poderia significar algum problema.

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MensagemAssunto: Re: Segundo Ato: Rebirth   Segundo Ato: Rebirth - Página 6 EmptySex 30 Set 2016, 09:39

Uma armadilha?!



A loucura chega em Buzz após ver tais criaturas, o garoto queria proteger-se entrando num mundo imaginário bem como fingindo que tudo aquilo não existisse, portanto ri descontroladamente para confortar-se. - Então você é um marinheiro? ou caçador de recompensa? Que legal! A felicidade de um okama moreno encontra-se no seu rosto quando escuta as palavras do socorrista e depois de alguns segundos algo atinge a nuca de Bee consequentemente deixando o rapaz inconsciente.

Quando o gênio desperta consegue perceber que situa-se sentado numa cadeira e tanto suas mãos quanto seus pés estão firmemente amarrados na mesma. De repente uma forte luz acerta o rosto do acelerador na qual permite apenas ver uma sombra diante de sua estrutura corporal - Então você procura um criminoso? Porque? A questão que ouve vem de uma voz grossa e que amedronta qualquer ser humano, barulhos de chicotes batendo no chão também podem ser constatado.

- Você é muito burro, quem anuncia seus objetivos num local desconhecido? Hahaha A sessão de perguntas continua enquanto debocha da decisão de Buzz e por fim um golpe acerta em cheio o peito do hipnotista e por conseguinte fazendo cuspir sangue. O garoto está um pouco tonto devido ao impacto recebido anteriormente e a sua situação é critica. O que Bee fará?
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MensagemAssunto: Re: Segundo Ato: Rebirth   Segundo Ato: Rebirth - Página 6 EmptySex 30 Set 2016, 15:45

* Ai... Alguém anotou a placa do feiomóvel? Eu sabia que devia ter matado aqueles demônios enquanto eu tinha chance. * Eu me sentia um pouco tonto e desconfortável. E a luz que haviam ligado na minha cara, não melhorava a situação em nada. Eu não conseguia identificar o desgraçado que estava em minha frente, mas sabia que queria muito bater nele. Ele me questionava do porquê de eu estar atrás de um procurado e debochava da maneira como eu havia agido. Sua voz parece ser bem imponente, mas eu não estava nem ai. Eu não conseguia parar de querer matar tal ser. Como ele podia ser tão covarde a ponto de me acertar pelas costas?

E para acabar com qualquer resquício de misericórdia que eu podia vir a ter, ele ainda me golpeava fortemente no peito, fazendo com que eu cuspisse um pouco de sangue. Falaria. -HAHAHAH. Você tem que me amarrar para me bater? Se queria saber por que eu estava atrás de algum procurado, bastava perguntar. Eu não tenho nada a esconder de ninguém. Meu objetivo é claro. Eu vou me tornar mais forte, para que eu possa ir entrar naquele mar. É por isso que eu estou atrás de procurados. E não. Não sou marinheiro e nem caçador de recompensas. - Meu olhar seria firme e confiante, e se dirigiria à sombra em minha frente.

De fato, esse era meu objetivo. Sinceramente, não via motivos para escondê-lo e me fazer de fraco ali, já que claramente o fraco era ele. Alguém que precisa que seu adversário esteja preso para conseguir vencer uma luta, é apenas um inseto. - Não faço a menor ideia do porquê você me prendeu. Você é algum fora da lei ou algo do tipo? Se queria que eu não soubesse disso, bastava ter me dado uma direção para outro local, e eu iria ter saído sem problemas do seu... Esconderijo. Afinal, eu nem sabia que vocês eram procurados. - Poria toda sinceridade nessas palavras, que por sinal também eram verdade. Quem desconfiaria de um bando de "coisas"?

Aguardaria uma resposta,. Mas só para garantir, contrairia meus músculos o máximo que eu conseguisse, para minimizar os possíveis impactos que eu poderia sofrer. Tentaria também não ficar olhando muito tempo em direção à luz, para não ficar com problemas na visão. Então vez ou outra, viraria meu rosto para os lados, procurando ver também o que poderia haver por ali. Como o local tinha agora uma certa luminosidade, poderia ser que eu conseguisse ver algumas coisas ali. Não havia muita coisa a se fazer, já que eu estava amarrado. E eu nem podia tentar usar minhas palavras para escapar ileso, pois eu já havia contado para os monstros que eu estava caçando alguém para bater. No mais, eu teria que esperar para ver o que eles fariam comigo.

*Mas eu sou realmente azarado. Quando eu finalmente acho alguém em quem bater, eu me deixo ser capturado assim. Talvez isso me seja um aviso. Quando ver monstros, mate-os sem pena. * Eu confesso que um pouco de desespero passava pela minha cabeça. Claramente aqueles covardes não teriam honra o suficiente para me desamarrar em me enfrentar de frente. Então eu tinha que pelo menos tentar sair sozinho dessa situação. Tentaria mover meu pulsos para ver se as cordas estão bem amarradas. Faria a mesma coisa com meus pés, já que eram a minha principal arma de ataque e fuga. Caso eu percebesse que as cordas estavam soltas, eu continuaria fingindo que estava preso e esperaria o momento certo para agir.

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