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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Segundo Ato: Rebirth

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Segundo Ato: Rebirth   Segundo Ato: Rebirth - Página 4 EmptyQua 06 Jul 2016, 00:13

Relembrando a primeira mensagem :

Segundo Ato: Rebirth

Aqui ocorrerá a aventura do(a) pirata Buzz Bee. A qual não possui narrador definido.


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BuzzB
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MensagemAssunto: Re: Segundo Ato: Rebirth   Segundo Ato: Rebirth - Página 4 EmptyDom 14 Ago 2016, 17:13

A análise do local havia sido um sucesso. Sabendo a posição das pessoas e a quantidade, fica fácil não agir de maneira imprudente. A quantidade de marinheiros não é tão assustadora, mas é um fator a se considerar no plano. Confesso que quando recebi essa missão, meu plano era ferrar com a bebida nova e destruir o local por completo. Agora que eu vejo a tamanha desvantagem numérica em qual nos encontramos, percebo que alterações precisarão ser feitas urgentemente.

Mas pelo menos, uma parte do plano deu certo. O dono do bar chegou, e após eu pedir a ele um emprego para mim e para Shibi, ele disse que poderíamos trabalhar na cozinha, que desde o início era o nosso objetivo. Eu não podia pedir por mais sorte do que essa. Tudo que eu tenho que fazer agora é instruir Shibi na segunda fase do plano e mandar ele não usar a sua arma por hora, já que é a condição que o dono do bar impôs para que pudéssemos trabalhar aqui. Mas isso não tem problema, já que vamos apenas trabalhar por hora.

Eu voltaria para a mesa em que Shibi e eu estávamos sentados e me sentaria na mesma cadeira em que eu estava anteriormente. Olharia ao redor de maneira calma e despretensiosa, para ver se não há ninguém por perto que pudesse nos escutar. Caso houvesse, olharia para uma das janelas próximas a mim, para disfarçar. Mas caso não houvesse, eu inclinaria meu corpo um pouco para frente, colocaria meu braço esquerdo sobre a mesa e colocaria apenas o cotovelo do direito sobre a mesa, colocando a mão direita ao lado da minha boca, de modo que os dedos tocassem a minha bochecha, mas a palma ficasse apontada para Shibi, bloqueando a visão da minha boca e direcionando o som para o rapaz.

Faria um olhar de desinteresse e começaria a falar em um tom baixo, que fosse suficiente para que ele me escutasse. - O dono do bar deixou a gente trabalhar aqui, mas é proibido utilizar quaisquer armas aqui. Não sei se ele vai pedir para que você a coloque em algum local ou algo do tipo, mas por hora isso não vai nos prejudicar. - Faria uma pausa da minha fala e olharia novamente ao redor para confirmar que não há ninguém perto o bastante para nos escutar. Caso houvesse, permaneceria calado. Caso não houvesse, continuaria a falar. - Nós iremos trabalhar na cozinha, então isso vai facilitar muito a missão. Essa segunda etapa do plano é muito importante, pois é nela que nós preparamos o terreno para implementar a terceira e última fase. Vou precisar que você não aja de maneira suspeita e que só fale no plano quando estivermos sozinhos ou longe de pessoas. Ainda não sabemos como é a cozinha, então você vai ter que esperar até entrarmos lá dentro para que eu dê mais detalhes.

Quando terminasse de falar isto, sentaria de maneira normal na cadeira e tamborilaria os dedos na mesa, esperando alguma resposta do rapaz. * Tamborilar os dedos... Isso parece ter se tornado um hábito meu. Quando foi que ele começou? Acho que eu não devo me preocupar com isso por hora. Há inúmeras pessoas no mundo que fazem isso, então não é tão estranho, certo? Eu tenho que me preocupar em realizar a segunda etapa. Se ela der certo, eu e Shibi podemos sair daqui sem nenhum problema, apesar da grande quantidade de marinheiros *

Depois da possível fala do rapaz e desses pensamentos que invadiam minha mente, eu me levantaria da cadeira e falaria em um tom normal e confiante. - Vamos, Shibi. Temos trabalho a fazer. - Andaria em direção ao dono do bar, e quando me aproximasse dele eu falaria. - Senhor, estamos prontos para o trabalho. - Não sabia se Shibi gostaria de dizer algo, então me manteria em silêncio e esperaria a fala de algum dos dois.
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MensagemAssunto: Re: Segundo Ato: Rebirth   Segundo Ato: Rebirth - Página 4 EmptyQui 18 Ago 2016, 22:03

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Caminhos Separados

Buzz conta todo o plano para Shibi e após pensar um pouco sobre si, ele decide que era a hora de fazer o serviço. Quando os dois vão até o homem, que estava esperando no canto do balcão, ele se vira e então diz:

-Ótimo, vou pegar isso aqui então!

O homem dizia pegando a foice de Shibi.

-Sigam-me.


O dono do local junto com os dois garotos, passavam por detrás do balcão e iam até onde ficava localizada a cozinha do local. De cara dava para se sentir o cheiro de comida, fritura, bebida, e da mesma erva estranha que eles sentiam fora da cozinha, só que aqui, logicamente era mais forte.
O homem então pegava dois esfregões e dois baldes. E dizia:

-Cada um pega um. Você – ele dizia apontando para Shibi- fique aqui limpe o chão da cozinha. E você –agora ele apontava para Buzz- vá até o estoque que fica ali, e limpe o chão lá, e além disso, me faça um favor e organize as coisas lá dentro. Quando terminarem me procurem de novo.

O homem dizia apontando para uma porta que ficava no canto esquerdo. Tal cozinha, que estava cheia de cozinheiros, e era bem grande na realidade. Havia também alguns assistentes, que lavavam as louças, fora os garçons de volta a outra entravam no local para pegar os pedidos assim que recebessem o sinal de um auxiliar que ficava perto da porta. O estoque da misteriosa bebida do bar ficava em um grande barril que estava no canto direito da cozinha
-Ah, encham os baldes com água da torneira, e há produtos de limpeza no canto da cozinha.

Ele continuava apontando para a esquerda, só que dessa vez para a diagonal superior. Buzz e Shibi já estavam dentro, e teriam que se separar para fazer suas funções. O que os jovens fariam?


Mapa:
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X - Os produtos de Limpeza
O Circulo em Vermelho Escuro é o barril de bebida e/ou o objetivo da missão.


Histórico Buzz:
 

Historico Shibi:
 


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MensagemAssunto: Re: Segundo Ato: Rebirth   Segundo Ato: Rebirth - Página 4 EmptySex 19 Ago 2016, 13:21

A cozinha tinha seus charmes. O aroma da comida e da bebida era um convite que eu teria de recusar por hora. Apesar da fome que eu tinha, eu teria que me segurar até que a missão estivesse completa, para evitar atrasos desnecessários. Junto a esses aromas, havia novamente o cheiro de uma erva que eu não conhecia, e isso me intrigava. Seria esse o ingrediente secreto da bebida? Enquanto eu divagava sobre isso, o dono do bar nos dizia o que deveríamos fazer. Eu teria que limpar o estoque, enquanto Shibi teria a sorte de limpar a cozinha, que é basicamente onde a bebida está. Nunca em minha vida eu amaldiçoei tanto a minha falta de sorte como agora.

Apesar desse pequeno imprevisto, talvez eu conseguisse ludibriar eles e colocar o líquido do frasco que Guin me deu na bebida especial. É claro que seria mais fácil pedir para que Shibi fizesse isso, mas desde que o dono do bar chegou, ele está agindo meio avoado, de modo que eu acho melhor fazer isto eu mesmo. Por hora, eu iria começar a trabalhar para não levantar suspeitas. Pegaria um balde e um esfregão e perguntaria ao dono do bar. - Onde fica a torneira para que eu possa encher o balde? Após obter a resposta de dirigiria até a torneira e encheria o balde até um pouco a mais da metade dele. Logo em seguida, iria até os produtos de limpeza e colocaria um pouco de cada um no balde, levando-o em seguida para o estoque.

Quando eu chegasse ao estoque, ligaria alguma luz se necessário e observaria o local inteiro para saber o que havia ali, afinal, minha curiosidade exigia isto de mim, além de que eu queria descobrir se haveria algo que valesse apena roubar. Depois de olhar cada cantinho do estoque, em mergulharia a parte de fibras na água do balde e começaria a passá-la pelo chão começando pelos fundos do estoque. Isso levaria um certo tempo, mas eu não tinha pressa pois eu acabara de iniciar a parte mais crucial do plano inteiro. Qualquer deslize ali, e eu e Shibi poderíamos até morrer apenas para cumprir uma missão de caráter tão simples.

Depois que eu tivesse limpado todo o local, eu pegaria o esfregão e o balde, iria à cozinha e começaria a limpá-la com o esfregão. Caso alguém perguntasse por que eu estava limpando ali, eu diria apenas isto. - Eu estou esperando o chão do estoque secar, então eu resolvi usar esse tempo para ajudar meu amigo na limpeza do local. - Depois de falar, voltaria a limpar o chão de maneira precisa e cuidadosa. Quando eu chegasse bem próximo ao barril que continha a bebida misteriosa, eu olharia para as pessoas que ali estavam de maneira sutil, para verificar se estava sendo observado. Caso estivesse, continuaria limpando o chão até terminar tudo. Caso ninguém estivesse me observando, eu procuraria uma abertura superior no barril usando apenas os olhos. Caso eu a visualizasse, eu pegaria o frasco que Guin me deu e ficaria de frente para o barril e de costas para os cozinheiros, dando uma última olhada rápida para ver se eles não me observavam.

Se algum deles me observasse, eu voltaria a limpar calmamente o chão. Já no caso de nenhum deles me observar, eu abriria a abertura superior e colocaria o líquido do frasco na bebida. Se eu conseguisse fazer isto, eu tamparia o frasco e o barril e continuaria limpando, indo em direção ao estoque. Agora eu tinha que arrumar o local para que o dono do local achasse que eu havia mesmo trabalhado. Além disso, eu teria que levar para Guin algo que ela reconhecesse como sendo da cozinha desse local, e talvez pudesse ser um desses objetos. Como eu já havia observado o local antes de limpá-lo, eu já teria uma ideia de onde as coisas estavam. * Mas o que eu pegaria? O que seria tão único que faria com que Guin reconhecesse como sendo dessa cozinha? Por hora eu não sabia, mas eu tinha que pegar algo que desse para carregar e que não fosse notado quando eu desse o fora desse lugar. Eu já estava desenvolvendo alergia a marinheiros, então quanto mais rápido eu saísse dali, melhor.*

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* Pensamento * (Buzz)
* Pensamento * (Staz)
- Fala

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MensagemAssunto: Re: Segundo Ato: Rebirth   Segundo Ato: Rebirth - Página 4 EmptyDom 21 Ago 2016, 17:31

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Ao Trabalho!


Os jovens na cozinha e eram separados para que uma divisão de áreas de limpeza fosse feita. Antes do chefe ir embora, Buzz pergunta para o mesmo aonde estava a torneira para que eles pudessem encher os balde de água. O homem então diz:


-Logo ao lado dos produtos de limpeza tem uma pia, ela está sendo usada para lavar a louça mas creio que o aprendiz ali não vai se importar se vocês a pegarem emprestado por um momento. Enfim, vou estar na minha sala, até mais tarde.


Os garotos então vão até o local e enchem o balde de água, colocando os produtos necessários. Buzz então vai até o estoque, onde era o seu local de limpeza enquanto o seu companheiro fica a na parte da cozinha.

Ao chegar dentro do local. Buzz liga a luz e percebe que ele era bem grande. Haviam prateleiras e mais prateleiras dos ingredientes que eram usados nas comidas e bebidas do local. O cheiro daquela erva específica do lugar era bem forte aqui. Buzz olhava em todos os cantos do local, o fazendo encontrar coisas interessantes. Uma ratoeira em um dos cantos do quarto indicava que eles estavam tendo problemas com ratos. Em outro, haviam um cano com um óleo que exalava um cheiro bem forte, não tanto quanto da erva, mas era um cheiro forte.

Na parte de trás, havia um baú, e neste o cheiro da erva era intenso. Talvez era lá onde toda a erva era guardada, ele não se encontrava trancado, então qualquer um podia abrir o mesmo e checar seu conteúdo. Não encontrando mais nada a não ser comida, Buzz então começa a trabalhar, limpando o chão. Aquilo gastava um tempo, mas uma hora, Buzz tinha coberto todo o chão possível com o seu espanador. O garoto então voltava para a cozinha. Ele via Shibi, que mesmo com aquele tempo, ainda não tinha completado o seu serviço e parecia limpar feito um zumbi. Buzz vendo isso, começa a ajudar o companheiro com segundas intenções. E apesar de fazer isso, ninguém ligava, já que o único com direito de mandar era o chefe, e este se encontrava na própria sala.

Quando ele se aproxima do barril da bebida, ele percebe que a mesma tinha uma tampa superior no centro, que só podia ser vista graças ao “pegador” o pequeno cone descendente que servia para abrir a tampa. Infelizmente, era impossível pegar a tampa dali, pois além do item estar no centro do barril, o próprio barril já era bem grande, tendo 2,5 metros de altura. Havia uma pequena escada de madeira do lado do barril que servia para chegar a parte superior do mesmo, porém estando de frente do barril, o jovem tinha dois dos cozinheiros que podiam fazer contato direto com ele apenas se virassem em sua direção.

Sabendo disso, o que o garoto faria?


Histórico Buzz:
 

Historico Shibi:
 

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MensagemAssunto: Re: Segundo Ato: Rebirth   Segundo Ato: Rebirth - Página 4 EmptySeg 22 Ago 2016, 19:48

A memória das coisas interessantes do estoque ainda estava fresca em minha mente. Das coisas que me chamaram a atenção, acho que a melhor foi aquele baú. Além de conter aquela erva de cheiro forte, ele parecia se destacar entre as outras coisas. Mas apesar de que eu me considero um ladrão de qualidade, roubar um baú sem que ninguém notasse ia ser muito difícil. Já o seu conteúdo, por outro lado, seria bem mais fácil, já que essas ervas podem caber no meu bolso ou outro lugar mais escondido.

Mas o que me preocupava agora era como eu iria fazer para colocar o conteúdo do frasco nesse barril grandão. Eu iria ter que subir "em uma escada" para conseguir fazer isso, e era quase impossível que isso não chamasse a atenção de alguém. Para evitar um linchamento, eu tinha que pensar em algo para disfarçar minhas ações. O melhor jeito de mascarar o que eu estava para fazer era continuar limpando o local enquanto fazia isso. Mas para ter que subir na escada, eu teria que estar limpando a parede ou algo do tipo, o que não dá para ser feito com um esfregão.

Então primeiro as primeiras coisas. Eu tinha que conseguir um espanador e pegar um pouco da erva que havia no estoque. Inicialmente, eu iria novamente ao estoque e verificaria se não há ninguém por lá. Caso houvesse, eu fingiria ainda estar limpando até que essa pessoa saísse. Quando ela saísse ou se não houvesse ninguém por lá, eu iria até o baú e o abriria, pegando um punhado de ervas e colocando-as rapidamente em meu bolso. Depois que eu fizesse isso, sairia do estoque eu procuraria pelo dono do bar. Quando eu o achasse, eu diria. - Chefe, o estoque juntou muita poeira nas prateleiras. O senhor teria um espanador para limpá-las? Esperaria uma resposta do mesmo e caso ele me indicasse onde houvesse um espanador, eu iria até lá e o pegaria. Já no caso de não haver espanador por ali, diria-lhe que apenas um pano já bastaria.

Quando eu estivesse com o pano ou com o espanador, iria até o estoque e tiraria o pó das prateleiras de maneira bem feita. *É nessas horas que eu me odeio por ser tão perfeccionista. Tendo uma missão importante em mãos e fica perdendo tempo limpando prateleiras...* voltando de meus pensamentos, partiria para o ponto crítico desse desafio. Eu caminharia até o barril e começaria a tirar o pó das regiões que eu alcançasse com o pano ou espanador. Quando não houvessem mais partes que eu conseguiria alcançar, eu pegaria a escada e colocaria ela entre mim e o barril, de modo que quando eu subisse, continuasse a ficar de costas para as pessoas que estavam na cozinha.

Caso a escada já estivesse do jeito que eu queria, ou quando eu terminasse de pô-la no lugar, eu prosseguiria subindo-a e limpando as áreas que faltavam serem limpas. Enquanto fazia isto, olharia em volta de maneira sutil, procurando observar todas as pessoas que haviam naquela cozinha. Caso alguém estivesse me olhando, eu continuaria limpando e olhando de vez em quando, até que ela não estivesse mais me observando. Quando não houvesse ninguém prestando atenção em mim, eu tiraria do bolso o frasco que Guin me deu e o destamparia. Olharia novamente de maneira rápida para as pessoas e, se ninguém estivesse me vendo, pegaria o puxador e levantaria a tampa apenas o suficiente para que a "boca" do frasco passasse. Após isso, jogaria o conteúdo do frasco dentro do barril e o tamparia novamente, saindo de perto do mesmo após isso.

Se isso tivesse dado certo, eu só precisava de mais um passo para concluir meu plano, mas esse passo não dá para realizá-lo dentro da cozinha. Por causa disso, e também por que eu já havia limpado até demais, chamaria meu parceiro zumbi Shibi para que fôssemos até o dono do bar. Quando achássemos o dono, eu tomaria a liderança e falaria com um tom de orgulho. - Limpamos tudo como o senhor havia pedido, chefe! - Manteria o ar confiante e o olhar fixo, demonstrando segurança em meus feitos, enquanto esperaria uma resposta vinda do chefe.

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MensagemAssunto: Re: Segundo Ato: Rebirth   Segundo Ato: Rebirth - Página 4 EmptyQua 24 Ago 2016, 01:51

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Concluindo a Missão?.


Buzz terminava seu serviço dentro do estoque do restaurante, mas ficava com a imagem do mesmo em mente enquanto ia até a parte perto do barril para examina-lo. Ele então segue com o seu plano, e então vai até o chefe que ainda estava na sua sala. Ao abrir a porta, o garoto vê o homem assinando em um grande livro algo em uma tabela, e ao lado do livro havia uma quantia boa em dinheiro, na qual o homem colocava de pouco em pouco em um saco. Assim o garoto pergunta sobre um espanador, o chefe logo percebendo a presença do garoto diz:

--Uh... Ah é você... Não, não temos um espanador. Se quiser tem algumas flanelas no mesmo lugar onde você pegou os produtos de limpeza, só dar uma procurada que você acha...


O garoto então sai da sala do homem, e vai até o local novamente, achando a flanela, junto com escovas e vassouras. Ele então volta para o estoque para cobrir novamente suas reais intenções, e limpa gradualmente o local. Passava-se algum tempo, cerca de uma hora e o jovem terminava de limpar o local. Ele vai agora para o seu objetivo, o barril.

O jovem disfarçadamente começa a limpar o grande barril como uma certa cautela, e então pega a escada que estava na lateral para dar as costas para grande parte de todos os trabalhadores que estavam no local. Após isso, o jovem continua limpando, cautelosamente olhando para as laterais em busca de alguém que pudesse estar o observando, mas todos os cozinheiros estavam ocupados com seus respectivos pratos. O jovem discretamente levanta a tampa do barril e então despeja o conteúdo do pequeno frasco que Guin tinha dado ao garoto.

Após isso ele fecha o conteúdo, ele tinha tempo o suficiente de ver a reação que o conteúdo do frasco causava na bebida, pois ela começava a exalar uma certa fumaça imediatamente após entrar em contato com o conteúdo do frasco. O garoto então fechava a tampa, e junto de Shibi, o garoto ia até o homem, mostrando uma postura respeitável, dizendo que o trabalho estava pronto. Buzz podia perceber que o chefe ainda fazia o trabalho com o livro e o dinheiro, só que dessa vez o homem fazia com um saco diferente. Ao lado da mesa do mesmo, haviam três sacos de dinheiro que estavam cheios, e contados. O homem ao ver os garotos, dizia:

--Bom, acho que já é o suficiente por hoje. Por ser o primeiro dia, vou dar um desconto a vocês, mas amanhã conto com vocês de novo. Aqui!

Ele dizia jogando um pacote de dinheiro enrolado com um elástico. Buzz não sabia quanto tinha lá, mas parecia ser uma boa quantia. Quando os garotos estavam pra sair, o homem então dizia:

--Aliais, você ai...

O homem dizia apontando para Shibi:

--Deixa eu ter uma conversa com você rapidamente.

O chefe levantava, e colocava uma cadeira em frente a sua mesa, e deixando Shibi para dentro e Buzz para fora, o homem trancava a porta. De novo na cozinha, se Buzz reparasse, ele podia ver lentamente saindo uma fumaça branca esverdeada do barril de bebida.



Off:
 

Histórico Buzz:
 

Historico Shibi:
 

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MensagemAssunto: Re: Segundo Ato: Rebirth   Segundo Ato: Rebirth - Página 4 EmptyQua 24 Ago 2016, 20:18

A fase três do plano havia sido um sucesso. E talvez o plano todo fosse um sucesso, se Guin tivesse me avisado dos efeitos da poção. Logo que eu a joguei, deu para ver uma fumacinha se formando. Quanto tempo até que aquilo tomasse conta do local? Eu não fazia a mínima ideia, mas sabia que seria logo. Por causa disso, eu olharia rapidamente para o barril, apenas para ter uma noção de quanto tempo eu teria. Após isso, eu correria até o baú que estava no estoque e tentaria abri-lo. Caso eu conseguisse, pegaria o conteúdo do baú e colocaria junto ao dinheiro que eu havia recebido do dono do bar dentro do bolso. Caso eu não conseguisse abrir o baú, eu guardaria o dinheiro no bolso,tentaria pegar o cano que tinha óleo e caso eu conseguisse, seguraria-o com força.

Quando eu tivesse pego o conteúdo do baú, ou o cano, ou caso eu não tivesse conseguido pegar nenhum deles, eu sairia de dentro do estoque e caminharia para fora da cozinha com calma, para não chamar a atenção de ninguém. Quando eu estivesse na parte principal do bar, eu olharia em volta e procuraria a pessoa mais bêbada que eu conseguisse achar. Caso essa pessoa fosse um marinheiro, eu iria até ele, me envergaria um pouco em sua direção e falaria em um tom firme e alto o suficiente apenas para que ele me ouvisse. - Desculpe incomodá-lo senhor, mas aquele homem ali... - Apontaria para um civil que aparentasse estar bêbado e tivesse um forte porte físico. Caso não tivesse ninguém que atendesse essas condições, apontaria para um civil qualquer que tivesse cara de mal. Depois continuaria com um tom de desconforto. - Ele tava se gabando para mim, dizendo que havia matado umas pessoas... E eu resolvi contar ao senhor, já que você é um marinheiro.

Já caso fosse um civil, eu me aproximaria dele e falaria em um tom calmo, controlado e que só pudesse ser ouvido com clareza por ele. Diria. - Senhor, vê aquele cara ali? - Apontaria para o marinheiro mais franzino e bêbado que eu conseguisse ver. Caso não houvesse nenhum assim, apontaria para o que aparentasse ser mais fraco que os outros, e continuaria. - Quando eu fui servi-lo, ele apontou para você e disse para eu perguntá-lo se você não quer levar uma surra de um marinheiro. - A partir desse ponto, eu mudaria meu tom de voz para um tom firme e encorajador, e concluiria. - Eu vim aqui, apenas por que acho que você conseguiria dar uma surra nele. Ele não parece ser grande coisa, e vencer um fanfarrão daqueles deve ser bem legal...

Após plantar a semente da discórdia, tudo que me restava fazer era deixar que os dois bêbados destruíssem o local por mim. Mas ao contrário da crença popular, tem um gosto todo especial em destruir um local você mesmo. Por causa disso, enquanto eu me dirigiria para a saída, eu procuraria perceber se não há ninguém prestando atenção em mim e colocaria o meu capuz. Caso houvesse mais de três pessoas, eu continuaria indo para a saída e passaria através dela. Já caso não tivesse ninguém me observando ou fossem menos de três pessoas, eu viraria uma das mesas que estivesse próxima a mim e sairia com tudo de dentro do bar.

Caso alguém tentasse me impedir, eu correria em direção à pessoa que estava tentando me impedir de sair e tentaria aplicar-lhe um chute lateral em arco com a perna direita na altura das costelas. Caso ele se abaixasse, em poria o pé direito no chão, giraria um pouco o corpo e tentaria aplicar-lhe um chute reverso baixo com o pé esquerdo. No caso dele recuar, eu traria a perna direita para frente do meu corpo, colocaria-a no chão e pularia em direção ao meu alvo, trocando a base para a perna esquerda e tentando aplicar um chute frontal em seu peito. Já se ele bloqueasse o chute lateral, eu colocaria o pé direito no chão e tentaria chutá-lo com a perna esquerda em suas "partes baixas". No caso dele segurasse a minha perna, eu forçaria a minha perna direita para baixo, e caso ele largasse, poria o pé direito no chão e o chutaria com o esquerdo na sua barriga. Se ele não largasse, eu me abaixaria, colocaria a mão esquerda no chão e chutaria com o pé esquerdo o seu joelho de maneira frontal, visando quebrá-lo. A todo momento, eu ficaria atento para desviar ou recuar para escapar de algum golpe, além de bloqueá-los caso possível.

Mas se não houvesse ninguém que me impedisse de sair do bar, uma vez do lado de fora, eu sairia correndo de volta para o Red's Pub com tudo o que eu tinha. Durante o percurso, prestaria atenção ao meu redor, para ver se eu não estava sendo seguido. Caso eu estivesse, eu desviaria o caminho, tentando entrar em alguma rua e me esconder rapidamente em algum local, para despistar o perseguidor. Caso eu não estivesse sendo perseguido, eu continuaria indo rapidamente para o bar de Guin, de certa maneira orgulhoso de ter cumprido a missão. Caso eu conseguisse chegar no bar, eu entraria no local e procuraria por Guin, falando para ela caso a encontrasse. - Estou de volta, Guin. - Daria um sorriso ao termino da fala e observaria a sua reação.

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MensagemAssunto: Re: Segundo Ato: Rebirth   Segundo Ato: Rebirth - Página 4 EmptyQui 25 Ago 2016, 18:31

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Descuido?



Buzz havia concluído uma das partes do seu plano. Agora ele deveria sair do local, ele então decide que era vantajoso pegar o conteúdo do baú. O jovem aparentemente na pressa esquecia que ele já via visto o baú antes e quando abrira tinha achado as ervas, só que dessa vez ele pegava as mesmas, e enchia seus bolsos do produto, eram muitos, portanto, apenas o bolso do garoto não seria o suficiente para carregar tantas. Seus bolsos ficavam volumosos, claramente se podia ver que havia algo lá, e então o jovem pegava a lata de óleo que estava do lado.

Quando ele saia do estoque, ele podia ver os cozinheiros se juntando no barril da bebida. Pois a fumaça, mesmo com a tampa fechada estava claramente visível. Um dos cozinheiros sobe as escadas, e abre a tampa para verificar a bebida, e no momento que ele abre a mesma, uma fumaça avassaladora sobe, e imediatamente ao inalar a fumaça, o homem cai de costas, caindo da escada em cima de outro cozinheiro. Os que não estavam prestando muita atenção na cena agora ficavam preocupados e iam ver o que estava acontecendo. Buzz passava despercebido por tamanha distração, ao mesmo tempo que ficava fascinado com tal artimanha. Quando ele chega para fora do bar o inesperado acontece, os balconistas e garçons ainda não haviam sido afetados pela fumaça, e olhavam para o garoto que estava com os bolsos cheios de algo que eles não sabiam, e estava com um balde que eles sabiam o que era. Um dos balconistas então para:

--Estagiário, posso saber o que você faz com esse balde fora da cozinha?

Buzz era questionado e estava ficando sem tempo para conversar, já que a fumaça aos poucos chegaria para fora da cozinha assim que alguém abrisse a porta. O que ele faria?



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MensagemAssunto: Re: Segundo Ato: Rebirth   Segundo Ato: Rebirth - Página 4 EmptyQui 25 Ago 2016, 22:40

*Que raios de líquido é esse que Guin me deu? Além de rápido, parece ser bem perigoso de se respirar. Bem, eu não estou mais na cozinha mesmo... * Nem bem terminava de pensar nisso, e vinha o carma me dar um chute no saco. Literalmente eu saí da fumaça para cair no fogo. Em frente a mim, os garçons e balconistas me olhavam e provavelmente suspeitavam de que eu roubei algo. Também pudera, né? Meus bolsos estavam bem estufados e eu estava com uma lata bem suspeita na mão. Por algum motivo, um dos balconistas me pergunta sobre o balde que eu segurava, o que me fazia acender uma centelha na mente. O que seria esse óleo que estava no balde, que conseguia chamar mais a atenção do que meu bolso cheio de algo que eles provavelmente desconhecem?

Mas não era como se eu tivesse tempo para perder com perguntas desnecessárias assim. Aliás, eu não tinha tempo a perder com nada. Primeiro que quanto mais eu demorasse, mais difícil seria para mim não fazer nenhuma burrada e me complicar. E segundo, tem uma fumaça do demônio infestando o local, então não é uma boa ideia ficar por aqui. Falando na fumaça, talvez eu pudesse usar ela ao meu favor. Primeiro eu tinha que tentar manter o disfarce, já que eu ainda não tinha estragado tudo. Para começar, eu faria uma cara levemente assustada e diria em um tom nervoso. - Vocês tem que entrar lá na cozinha. Parece que alguém acabou colocando fogo em algo, e o chefe pediu para que eu pegasse essas coisas, saísse da cozinha e pedisse para vocês entrarem lá para ajudá-lo a conter o fogo.

Se eles acreditassem na minha história, quando fossem entrar na cozinha, eu prenderia a respiração e sairia de perto da porta e começaria a ir a passos rápidos em direção à saída. Mas caso eles não acreditassem no que eu falei, eu puxaria a maior quantidade de ar que eu pudesse, prenderia a respiração e abriria a porta da cozinha. Após fazer isso, eu me afastaria da porta e começaria a ir em direção a saída do local de maneira rápida. Pode até ser que a fumaça não tivesse preenchido a cozinha ainda, mas aos poucos ela invadiria o recinto, me dando a vantagem caso eu não a respirasse.

Caso alguém ainda não tivesse sido afetado pelo gás e tentasse me impedir de sair do local, eu veria se a fumaça está próxima de mim para tomar as medidas necessárias. Caso ela ainda estivesse longe o suficiente, eu respiraria fundo e avançaria em direção ao meu oponente, atento para os movimentos que ele viesse a fazer. Caso ele tentasse um ataque que visasse me acertar do peito para cima, eu me abaixaria, apoiaria uma das mãos no chão, e com a perna contrária a mão eu tentaria chutar seu joelho com força. Caso ele desviasse, eu colocaria os pés no chão e pularia em direção à saída. Já caso ele tentasse um ataque que visasse acertar a região inferior do meu corpo, eu recuaria ou desviaria para um dos lados, dependendo de qual dessas alternativas me deixaria mais distante do golpe. Após isso, eu tentaria um chute rápido e forte no estômago do meu adversário e avançaria tomando cuidado para não ser acertado por algum possível contra-ataque.

Já caso a fumaça estivesse próxima a mim, eu não perderia tempo e tentaria sair dali correndo em direção à saída. Se a pessoa que quisesse me impedir continuasse na minha frente e ela não possuísse uma espada, adaga, faca, arma, bastão ou outra arma, eu continuaria a correr, saltaria para frente e aplicaria um chute frontal, tentando não usar minha força total e acabar ficando sem fôlego. Não me importava se ele iria desviar do golpe, eu só queria passar por ele, e se conseguisse, eu sairia do bar a toda velocidade. Já no caso dele bloquear o golpe ou recuar o suficiente para não ser alcançado, eu levaria a blusa que eu uso por baixo da jaqueta até o meu nariz. Ao fazer isso, eu estava usando a camisa como uma espécie de filtro, que dificultaria a inspiração da fumaça. Depois disso, eu respiraria fundo duas vezes e juntaria o ar dentro dos meus pulmões, prendendo a respiração novamente e indo em direção a pessoa que estivesse me bloqueando. Quando eu me aproximasse o suficiente, eu tentaria um chute em arco baixo com a direita, e depois aproveitaria a rotação do golpe para aplicar um chute em arco com a esquerda. Depois que eu aplicasse o segundo chute, eu colocaria o pé esquerdo no chão e avançaria com toda a minha velocidade para fora do local. Durante a sequência de movimentos, eu tentaria observá-lo o máximo que eu pudesse, para caso ele me atacasse eu desviasse, de preferência para o lado da saída.

Mas no caso da pessoa que tentasse me impedir estar armada, eu pegaria uma cadeira que estivesse por perto e arremessaria em direção à ele, enquanto avançava junto a cadeira em direção à saída. Mas mesmo nesse momento, eu não seria tão idiota de ignorar o meu oponente. Eu continuaria observando seus movimentos enquanto fugia. Caso ele tentasse algum ataque, eu estaria pronto para desviar para o lado da saída caso fosse possível. Caso eu não conseguisse passar por ele, eu começaria a me aproximar devagar em um movimento circular, geralmente usado quando os lutadores estão apenas se estudando. Se eu conseguisse fazer com que ele me acompanhasse nesse movimento em circular, só que em direção oposta, eu iria continuar com isso até que eu estivesse de costas para a saída, aproveitando a deixa para me virar e correr dali.

Se eu conseguisse sair de dentro do bar, eu respiraria fundo e sairia de perto do mesmo, indo em direção ao Red's Pub. Enquanto eu estivesse indo para lá, eu olharia em volta a todo o momento, para saber se eu estava sendo seguido. Caso eu estivesse, eu sairia correndo e entraria na primeira curva que houvesse. Caso eu conseguisse, eu tentaria me esconder no local mais próximo ao que eu estivesse, de preferência uma loja ou casa. Já no caso de eu não estar sendo seguido, eu continuaria meu caminho até o bar de Guin. Quando lá chegasse, adentraria o recinto e a procuraria para contar o ocorrido.

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MensagemAssunto: Re: Segundo Ato: Rebirth   Segundo Ato: Rebirth - Página 4 EmptySex 26 Ago 2016, 22:54

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Fuga


O garoto tentava sair do local, e era impedido por alguns dos balconistas que perguntavam o que ele estava fazendo com tal item nas mãos. O garoto então dá uma explicação para os homens e um dos mesmos desconfia um pouco, dizendo:

-Fiquem aqui com ele, eu vou verificar!


Ele então limpa as mãos com um pano e abre a porta, quando o mesmo a abre, ele é recebido com a mesma fumaça branca esverdeada que tinha dominado a cozinha. Não demora mais do que 5 segundos para o homem desmaiar no chão. Buzz estava prevenido, e tinha respirado fundo antes do homem fazer aquilo. Agora, os outros estavam pasmos com o que tinha acontecido, enquanto a fumaça começava a se espalhar pelo local.

O jovem que já sabia o que aconteceria se ficasse ali, dispara em direção a saída. As pessoas, inclusive marinheiros, curiosos pelo que havia acontecido, começavam a se levantar e olhar em direção da porta aberta esfumaçada. Os Balconistas ficavam tão pasmos que não se moviam, talvez por confusão, ou talvez por pânico, eles não sabiam o que estavam acontecendo. Porém, alguns dos garçons, que também sabiam o que era aquela lata que o garoto estava carregando, começavam a persegui-lo.

Ele saia do bar, em direção ao Red’s Pub e havia um grupo de garçons atrás dele, cerca de três. O garoto então, corria até chegar na esquina da rua, onde ele virava e entrava no primeiro local que conseguia achar. No caso, era uma biblioteca. O garoto se esconde atrás da porta do lado da entrada, e escuta os homens passarem. Se observasse o local, ele perceberia que a biblioteca estava praticamente vazia, e ele não via ninguém por perto. A porta estava aberta, mas o jovem não saberia se era pela presença de alguém ou se era por simplesmente ser uma biblioteca, afinal, quem roubaria uma biblioteca?

O garoto agora deveria esperar para continuar sua trajetória.


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MensagemAssunto: Re: Segundo Ato: Rebirth   Segundo Ato: Rebirth - Página 4 EmptySab 27 Ago 2016, 13:16

Enquanto ouvia os meus perseguidores passarem direto por mim, todos os acontecimentos que eu tinha acabado de fazer voltavam a minha mente, e eu não conseguia deixar de pensar. * Eu consegui. Eu realmente consegui. Apesar dos imprevistos e situações que poderiam ter me ferrado, eu consegui cumprir a missão * Um sorriso de alívio era o melhor que eu podia fazer agora. Estava extasiado com tudo que tinha ocorrido, com a adrenalina que corria em minhas veias, com a sensação de orgulho que era tão intensa que eu sentia que podia fazer tudo que quisesse.

Agora que eu havia praticamente terminado a missão, eu já me sentia confiante o bastante para pensar sobre a recompensa. Guin disse que me recompensaria caso eu conseguisse concluir esta missão, e agora que eu a concluíra, só conseguia pensar sobre qual seria a recompensa. Dinheiro? Um objeto que me fosse útil, ou então... Ah, essa última seria ótimo, mas eu ainda sentia que era embaraçoso o bastante para ter corado meu rosto apenas com o pensamento de tal ato. Claro que era óbvio que ela não faria isso comigo, mas pensar sobre isso me dava um incentivo a mais para chegar ao bar. Mas com meu mais novo fã clube atrás de mim, eu tinha que deixar a poeira baixar antes de voltar ao Red's Pub.

Já que eu ia ficar por ali por um tempo, o melhor a se fazer era explorar o local e ver se tem algo de interessante. Claro, eu já estava com os bolsos cheios de ervas e uma lata com óleo, então era meio que improvável que eu roubasse algo dali, mas nunca se sabe, né? Bem, estava aberta a temporada de exploração de novos locais. E diferente da anterior, que havia sido no estoque do bar que eu acabara de infestar com uma fumaça incrivelmente conveniente, aqui eu poderia fazer isso com calma e cuidado. Eu iria tentar chamar a menor quantidade de atenção que um adolescente com uma lata na mão poderia chamar e começaria a andar pelo local.

Olharia para todas as direções para ter uma melhor noção espacial de onde eu estava. Direita, esquerda, frente, retaguarda, cima, baixo, tudo seria observado com calma para que eu não fosse pego de surpresa por algo e para matar minha curiosidade. Depois de fazer isso, começaria a procurar por alguém que estivesse no local. Por a porta da frente estar aberta, devia ter ali, pelo menos, uma pessoa para tomar de conta do local. E era com isso que eu estava contando. Eu queria achar alguém para observar as suas ações e para que eu não fosse surpreendido pela mesma. Além disso, eu estava tentando meu máximo para perder minha timidez ao falar com as pessoas, então treinar agora podia ser de grande ajuda. Mas apesar de ter isso em mente, eu não ia apenas achar alguém e já correr em sua direção para conversar. Eu precisaria observar o que ela fazia por um tempo, para me acostumar um pouco com sua presença e para pensar em que tipo de conversa iniciar com ela.

Então caso eu achasse alguém por ali, de preferência uma mulher, já que eu tenho MUITO mais problemas para conversar com mulheres, eu procuraria um local próximo dela para que eu me sentasse. Mas não próximo demais, apenas próximo o suficiente para que eu conseguisse observar suas ações e suas características. Caso eu achasse esse local próximo à essa pessoa, eu me sentaria e ficaria apenas a observando por um tempo. Mas eu a observaria com cuidado, para que ela não me achasse estranho nem nada. Faria o mesmo esquema que havia feito no bar, olharia um pouco e depois olharia para outro local por um tempo. Faria isso até que eu obtivesse as informações relevantes, como aparência, maneira de agir e, se desse sorte, até o que gostava de fazer.

Era meio estranho fazer isso, e disso eu tinha total conhecimento. Mas eu sempre fui assim, desde que eu era pequeno. Eu sempre tive dificuldade de me comunicar com outras pessoas, e isso era bem ruim. Em toda a minha vida, a única pessoa que eu havia chamado de amigo fora Snatch, mas essa amizade não começou de forma normal. Geralmente quando você quer ser amigo de uma pessoa, você vai até ela e conversa um pouco, mas nesse caso eu ajudei ele a fugir de alguns caras que queriam linchá-lo. Depois disso, ele meio que começou a ir até a minha casa para conversarmos, mas até que eu conseguisse falar com ele sem gaguejar ou utilizar respostas curtas, levou bastante tempo. Mas olhando um pouco para trás, eu consigo sentir que eu evolui muito desde aquela época. Não devia fazer nem uma semana desde que eu saí da ilha para virar um pirata, mas eu já consegui mudar bastante, tanto na questão de comunicação, quanto na questão de valores que eu tinha.

Antes, pensar em matar alguém era algo que me repudiava. Mas depois de tudo que eu passei, tudo que eu vi, do cheiro metálico que ainda impregna meu nariz desde aquele dia, matar se tornou um meio de sobrevivência para mim. Claro, eu não iria sair por ai matando todo mundo, a menos que todo mundo quisesse me matar. Em suma, eu acabei adotando um mantra: Matar ou morrer. Meio simples, mas é a mais pura verdade. Em um mundo onde você só pode contar com o seu poder para continuar vivo, ter pena da pessoa que tentou te matar é a mais pura idiotice. E era essa linha de raciocínio que me dava a certeza de que eu tinha chegado à um ponto sem volta. Mas talvez eu não quisesse voltar para onde eu estava antes, então para mim isso estava bom.

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