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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 First Chord: To Learn

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MensagemAssunto: First Chord: To Learn   First Chord: To Learn EmptySab 02 Jul 2016, 16:42

First Chord: To Learn

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Vennico Strauss Coyotte. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: First Chord: To Learn   First Chord: To Learn EmptyDom 03 Jul 2016, 19:15

Its a new Dawn, Its a new a day...





Dawn Island… Uma ilha com um nome tão charmoso, mas vivência não tão charmosa assim para aqueles menos afortunados que se amotinavam do lado de fora da muralha do reino. Nico não sabia o que acontecia naquele ilha, muito menos tinha interesse momentâneo em descobrir. Sua única intenção assim que colocava seu escamoso pés em terra firme novamente era conseguir algo para se defender o mais rápido possivel. Ja tinha visto o que a intolerância humana fazia com sua raça. Poderia sentir na pele, literalmente, o que essa intolerância causava. -Passado é passado… É o que o velhote diria se me visse pensando essas coisas.- Estralando o pescoço e os dedos da mão, começaria a caminhar o tritão, enquanto girava o braço em torno do ombro como forma de aquecer aquela área também. -Tsc! Porcaria de agua gelada…- Comentava consigo mesmo enquanto buscava por alguém. Não estaria a procura de ninguém em especifico, qualquer um que não saísse gritando assim que percebesse sua presença serviria para o que pretendia. -Yoo. Sabe onde posso encontrar uma loja de armas por aqui? Uma que não tenha espadas de preferência, não to afim de virar sushi.- Soltaria um breve riso para o alvo de sua pergunta, embora seu “sorriso” mais servisse para assustar as pessoas no geral do que qualquer outra coisa devido a ferocidade de sua arca dentária. Nico não sentia vergonha alguma em mostrar aquilo que era e, para dizer a verdade, sentia mesmo era desprezo por aqueles de sua raça que insistiam em esconder os traços do povo do mar. Caso obtivesse uma resposta sem maiores problemas, prosseguiria na direção indicada pela pessoa ou ser que lhe respondeu e, chegando lá, adentraria a loja sem muitas delongas, olhando ao redor depois que já tivesse entrado no local. Uma loja de armas era um local perigoso, querendo ou não.

-Hmm… Tem soqueiras ai? Quero algo que não chame muita atenção.


Comentaria ao vendedor ou a seja lá quem parecesse atender naquele lugar. Embora seu estilo também permitisse o uso de manopla, o médico não gostava da ideia de usar luvas ou qualquer coisa que pudesse limitar sua movimentação de certa forma. Se tudo ocorresse sem problemas, pagaria o devido valor pelo armamento, mas não sairia da loja ainda, pois queria perguntar algo a seja lá quem o atendesse. -Sabe onde posso encontrar uns cartazes de procurado? To afim de brincar com uns humanos…- Comentaria, em um tom sarcástico. Todavia, a vida de um tritão já era uma ameaça ou recompensa na visão de muitos, logo, Nico não baixaria a guarda por ali, principalmente por ser um local desconhecido. Durante todo o trajeto até a loja, utilizando de sua visão, manter-se-ia olhando todo o raio da lateral até sua frente, mantendo a área 180º a sua frente com o máximo de atenção possível. Não ligaria para qualquer olhar de desprezo ou comentário abuso, a não ser que fosse sobre sua raça, o que o faria ranger os dentes com certo ódio, mas se conteria até que tivesse sua devida arma em mãos. Caso alguém realmente tomasse uma postura mais agressiva, não tentaria contra-atacar, apenas utilizar de sua aceleração para reagir o mais rápido possível ao ataque e bloqueá-lo, considerando que fosse algo corpo-a-corpo. Se fosse um disparo a distância ou algo que o tritão não pudesse simplesmente bloquear, buscaria a cobertura mais próxima utilizando da aceleração para pensar no que fazer a seguir, já que seria uma situação realmente inesperada.



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MensagemAssunto: Re: First Chord: To Learn   First Chord: To Learn EmptySeg 04 Jul 2016, 09:38

Andando pelo desconhecido



Strauss depois de horas nadando finalmente chega em terra firme, mas aonde ele estava era desconhecido para o tritão. Então refletindo sobre o que os humanos fazem com seres da sua espécie conclui que precisa de algo para se defender, todavia não importava para onde olhasse uma vez que só encontrava uma vasta área de arvores.

Vennico estava na borda da ilha e alguns passos a frente adentrava numa floresta, a cada passo que executava consequentemente espanta os animais que acabavam por sair correndo, voando ou pulando de uma arvore a outra. Um sol forte iluminava ao mesmo tempo que aquecia a área inteira, um vento quente passava pelo corpo do tritão na qual fazia um alongamento por causa da temperatura da água.

Coyotte fica atento caso encontra algum inimigo, no entanto tudo que percebe com sua visão privilegiada são coelhos correndo, macacos brincando nos galhos e outros animais que apenas comiam a grama como veados, cavalos, entre outros. Por ironia do destino, o tritão que possui uma aparência assustadora tem como finalidade se encontrar num local agradável e bonito.

Após alguns minutos andando avista algo que lhe chame atenção, um vilarejo pequeno aonde contém uns fazendeiros trabalhando em suas colheitas e mais para o centro do lugar pode perceber quatros marinheiros que rondavam pelo local, todos com uma espada na bainha. Ir até lá é perigoso, mas o que Coyotte fará?
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MensagemAssunto: Re: First Chord: To Learn   First Chord: To Learn EmptySeg 04 Jul 2016, 19:09

Wonderland






Aquecendo seu corpo com os breves aquecimentos, o tritão dava de frente com uma breve floresta que arrancava um sorriso de canto, enquanto abaixava a cabeça rapidamente e soltava uma leve gargalhada. -Vim preparado pra encontrar um inferno humano e acabei caindo no País das Maravilhas… Só me pergunto quando é que vai aparecer o gato sorridente.- Comentava consigo mesmo a ironia do destino em lhe jogar em meio aquela floresta, tendo uma primeira impressão da ilha bem diferente do que imaginava. Podia sentir o clima quente do local. Não demorava muito e aquela breve calmaria florestal tomava fim dando paisagem a um pequeno vilarejo. “Tsc! Minha estadia no país das maravilhas não foi lá muito longa…” Dando de ombros, lamentava o infortúnio de já se encontrar em uma cidade. “Mas porque diabos uma guarda de quatro homens pra um simples vilarejo? Será que guardam algo a mais aqui?” Apesar de sua aparência bruta, Nico era extremamente perspicaz e astuto quando o assunto era utilizar de seu intelecto. Avançaria até os três homens, mas sem intenção de combate, contudo, antes que pudesse iniciar sua caminhada, olharia ao redor, buscando entender melhor aquele lugar no qual se encontrava, além de perceber possíveis rotas de fuga para o caso de algo sair fora do planejado ali. Ele queria confiar naqueles humanos estranhos, mas não tinha a menor intenção de fazer isso rápido, muito menos sem motivo. Depois da breve olhada ao redor, partiria então finalmente na direção dos homens. Falaria com eles de uma certa distância, enquanto calmamente caminharia até um pouco mais perto se não mostrassem resistência.-Hey, vocês são da marinha certo?- Esta seria a frase que diria ainda longe, caso respondessem calmamente, prosseguiria. -Estou querendo mat- Digo, caçar alguns procurados… Sabe onde posso encontrar um cartaz por aqui?- Todavia, os homens poderiam não ser tão gentis e reagir mal a sua primeira fala, logo manteria sua visão sempre direcionada as espadas que portavam, além de suas pernas. Assim que percebesse uma investida em sua direção, voltaria até a floresta como forma de dispersar um pouco eles, assim poderia lidar com um grupo menor do que os quatro juntos.

“Espadas… Não da pra bloquear isso ai de mãos vazias, então melhor nem tentar. A vantagem numérica vai da certa confiança pra eles… Posso usar isto a meu favor.”


Enquanto caminharia para floresta novamente, pensaria em como lidas com eles. “Mas que merda… Achei que pelo menos esses marinheiros não sairiam me atacando, mas pelo visto toda essa raça não passa de podridão mesmo.” Entorpecido em meio a reação dos marinheiros, este pensamento lhe invadiria a mente. Nico realmente não queria problemas com eles, então enquanto utlizando de sua aceleração para tomar certa distância, falaria em tom mais elevado para que ouvissem. -Não quero confusão! De verdade! Só to afim de caçar procurados!- Mas claro, como sempre, tudo poderia acabar bem diferente do que imaginava. Se fosse o caso, aguardaria que o primeiro homem lhe atacasse e utilizando de sua visão aguçada, miraria o antebraço de seu alvo, buscando que largasse a espada ao ser atingido, socando na região final de tal lugar, bem próximo ao cotovelo. Obtendo sucesso, abriria a palma da mão e utilizando dos principios de seu karate tritão para causar dor interna mais seu conhecimento da anatomia humana, bateria com a lateral da mão no fim da gargarta do marinheiro, com força suficiente para o fazer ir ao chão, mas não para matá-lo. -Já falei que não quero confusão…- Mas pare executar tal ação, precisaria desviar da investida inimiga, obviamente. Para isto, utilizaria de sua velocidade máxima desde o começo através de sua aceleração, visto que os inimigos ainda estariam se aquecendo em sua maioria e, com isto, aproveitaria a breve vantagem em suas reações mais ligeiras e moveria seu corpo para trás, saindo do alcance de corte da espada caso o golpe fosse em seu peito ou na região superior do corpo e, se fosse direcionado a parte inferior de seu corpo, saltaria e, novamente com seus conhecimentos da anatomia humana, executaria um soco de mão fechada na junta terminal de seu ombro que estivesse com a espada em mãos, um local frágil ao receber impacto e que certamente o faria largar a espada.

-Hoy hoy… Isso ai já é covardia, até pra humanos.


Seria o comentária feito pelo homem peixe caso o grupo de vigias atacassem em mais de um. “Dois homens com objetos cortantes acabam sendo mais fácil de enfrentar pra alguém como eu do que um só… Tsc, tolos.” Pensava enquanto faria seu movimento, que seria basicamente utilizar um para atacar o outro, para isto, faria algo parecido com o que ja foi dito anteriormente, porém, ao desviar do ataque (Indo para trás no caso de acima do peito ou saltando caso fosse baixo) invés de contra-atacar como antes, empurraria um oponente contra o outro, de forma que eles mesmo acabassem se ferindo. Porém, se os golpes viessem de direção diferente, ou seja, um atacasse em cima enquanto outro por baixo, atingiria o braço do que estivesse mais próximo como forma de parar o ataque, com os punhos fechados e na região do cotovelo interno, enquanto desviaria do outro ataque deixando-o “vazar” na direção do outro marinheiro, fazendo, novamente, com que eles se atingissem. -Já chega né? Nem fiz nada de errado! Bom… Não que eu me lembre pelo menos.- Comentária caso obtivesse sucesso.

Apesar de todos os planos que se passavam em sua mente, Nico ainda tinha esperanças de que os homens não reagiriam de maneira impulsiva, apesar de que certamente mostrariam repúdio a criatura aquática, ele realmente não havia feito nada de errado para merecer ser punido. Sendo assim, caso os homens resolvessem lhe mostrar o caminho, acompanharia andando ao lado do grupo, porém, em uma certa distância e, como sempre, prestando atenção em suas espadas e em suas pernas para sentir qualquer movimentação suspeita. Durante o trajeto, se nada incomum acontecesse, perguntaria novamente sobre a loja de armas. -Então… Espadas bonitas essas de vocês… É daqui da região mesmo? Quero pegar algo pra mim também sabe… heheh- Forçaria um sorriso meio graça, embora "sorrir" como um tubarão poderia ter um efeito inverso ao sorriso normal -Poderia me falar onde fica?- Terminaria seu falatório e faria o resto do trajeto em silêncio. Se nada de anormal realmente não acontesse e por algum milagre Strauss chegasse até o QG ou seja lá onde os homens o levariam para conseguir cartazes sem problemas, tomaria todos os cartazes possíveis em mãos e analisaria cada um deles para ver qual seria sua presa. -É… Valeu, eu acho. Já já volto aqui com a cabeça desse aqui.- Comentaria, embora realmente não tivesse escolhido alguém nos cartazes.


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MensagemAssunto: Re: First Chord: To Learn   First Chord: To Learn EmptyTer 05 Jul 2016, 08:08

Obtendo informações



Vennico refletia sobre o porque de haver guardas naquele lugar, pensando na hipótese de encontrar algum tesouro. O tritão sabia, talvez por experiência própria, que se desse mais um passo seria atacado pelos marinheiros e com isso em mente olhava ao redor, mas tudo que podia notar era mais floresta.

Com isso pode ter como conclusão que o vilarejo se encontra no meio de uma área ambientada por árvores. Mas não parava por ai, com a sua visão aguçada também pode notar uma mulher e um homem conversando, crianças brincando, adolescente brigando, concerteza um lugar bem agitado.

Strauss queria se convencer que nem todos os humanos eram iguais e assim em passos lentos se aproximava do vilarejo. Não demorou muito para os fazendeiros notarem o tritão e com apenas receio de ser atacado, recuavam alguns passos para trás.

-Amigos, perigo avistado. Falava um dos agricultores apontando para a criatura de pele branca, por algum motivo a população não sentia medo do tritão e sim por não saberem a razão dele estar vindo em direção ao local.

Coyotte apenas conseguia ouvir bebês e crianças chorando por causa de sua aparência, contudo os mais velhos estavam tranquilo, apenas observando.- Porque vocês estão parados? Gritava um dos marinheiros cujo aparentava ser o líder do grupo uma vez que estranhava a reação do povo do vilarejo.

Sem perder tempo, os quatros desembainhavam a espada e ficavam em guarda. - Parem! Gritava um velho que impediam os soldados de avançarem.- A gente já entregou a nossa parte para vocês nos protegerem.. cof cof.. Continuava falando enquanto era interrompido por uma tosse involuntária.

-Sim e então porque está nos bloqueando? Perguntava o lider do grupo confuso pela decisão do barbudo. - Ele é medico.. coff.. coff.. eu consigo ver isso nele Explicava o ancião e como resultado deixavam todos confusos com a situação. -O que diabos você esta falando? Não enxerga que ele é daquela raça suja? Respondia o soldado indignado com as palavras do idoso, as pessoas ao redor se juntavam em volta dos marinheiros com um olhar furioso.

- Coff.. coff..Vocês todos se acalmem.. coff.. coff O anoso interrompia sua fala por um momento mas logo continuava - A gente não precisa da ajuda de vocês que não entendam coff.. coff.. continuem com a sua ronda O velho dispensava os guardas. - Você que sabe, depois não diga que não avisamos! Guardava a espada revoltado e comandando os outros que apenas escutavam a conversa sem nenhuma reação iam embora daquele local.

- Bom.. coff.. cartaz de procurado?.. coff.. não possui nenhum aqui. Respondia o idoso com um sorriso no rosto, a população que antes estavam reunidos no centro do vilarejo agora voltavam a sua rotina normal. Eles realmente não se importavam com a presença de um ser de outra raça perambulando pelo vilarejo.

Com a sua visão privilegiada consegue perceber que não havia lojas de armas por perto e que era um lugar pequeno aonde só se encontrava casas não muito grande, mas também não muito pequenas.- Então.. coff.. coff.. qual seu nome rapaz? Perguntava o velho ainda olhando para o jovem, ele era meio curvado e usava uma bengala e crianças começavam a correr em volta de Strauss, numa brincadeira infantil de pega pega.

Por incrível que pareça, o ambiente continuava agradável e agora só restava descobrir o motivo por trás disso. O que Coyotte fará?
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MensagemAssunto: Re: First Chord: To Learn   First Chord: To Learn EmptyTer 05 Jul 2016, 14:42

Another calm day?







Como sempre, a reação de hostilidade por parte da raça humana era clara naquele pequeno vilarejo também, mas, por algum motivo, Strauss não sentia que eles tinham qualquer tipo de ódio por ele, apenas pareciam não ter muito contato com alguém de sua raça. Ao analisar o local antes de partir tudo que conseguia captar era uma vida cotidiana típica, o que não despertava nenhum interesse no homem peixe. Contudo, como todo ser covarde que se esconde atrás do armamento que possui, os únicos ali que portavam algum tipo de arma era também os únicos que partiam para uma postura mais agressiva. O tritão estava preparado para o que estava por vir, principalmente ao ouvir as palavras proferidas por aquele guarda, o que fazia saltar uma veia em sua testa, além de uma em seu antebraço ao pressionar seu punho com força. Quase como um milagre enviado por seu mestre, um velho senhor se metia no caminho, fazendo Nico retomar a consciência. “Ainda bem que o velhote entrou na frente... Parando pra pensar, arranjar confusão com esses caras aqui não me ajudaria em nada.” Um breve pensamento percorria sua mente enquanto escutava a conversa dos dois a sua frente. “Humpf… Pelo menos o velhote sabe se virar. Mas pera… Como diabos ele sabe que sou médico?” Olharia com uma das sobrancelhas turvas para o senhor de idade, enquanto observava a tal guarda se afastar lentamente.

-Sei… Sem cartaz né… Bom, parece que cai no lugar errado pra começar a vida de caçador.-
Dando de ombros ao levantar a palma da mão pra cima, continuaria. -Pode me chamar de Coyotte, pra facili- Tinha sua fala interrompida ao perceber que crianças começavam a brincar ao seu redor.

Ao olhar novamente ao redor, todos pareciam não ligar realmente para sua presença ali, o que era uma surpresa provavelmente maior para Coyotte do que para eles. “O que há de errado com essas pessoas? Porque não estão gritando, correndo e… Ah, que gracinha” Apesar de rústico, aquele monte de músculos em coloração branca tinha o coração mole para crianças, afinal, em toda sua vida os únicos humanos que pareciam não sentir nada em relação a ele eram esses pequenos seres.-Mas ei velhote… Como soube que eu era um médico? Ou só falou aquilo pra afastar os engomadinhos ali?- Esperaria pela resposta do senhor, independente de qual fosse, acenaria de forma positiva com a cabeça enquanto levava a mão ao queixo, buscando entender o que se passava por ali. -Ah, acabei esquecendo… Qual seu nome?- Esta frase seria dita apenas caso o senhor não tivesse falado ainda, claro. Caso as crianças ainda estivessem lhe rodeando, sentaria em meio a elas em uma posição que lembraria o buda, e sorriria para as pequenas criaturinhas. Apesar de ser uma imagem medonha ver um tubarão “sorrir” a intenção de Strauss era realmente pura. Se levantaria então logo em seguida, tirando alguma criança que pudesse estar no caminho com cuidado e prosseguiria se afastando um pouco. -Então velhote… Não sei se vim num dia bom ou sei lá, mas… Aqui não é meio calmo pra ter necessidade de uma ronda da marinha?- O aspirante a caçador realmente queria entender o que se passava ali, afinal, até onde via, nada ali parecia necessitar de tal guarda, a não ser talvez alguns animais que pudessem vir da floresta. Enquanto o velho lhe respondia, iria interrompê-lo no meio da frase.

-Não que seja da minha conta, mas um dos ensinamentos de meu mestre é usar o que sei para ajudar aqueles que merecem… Então, essa tosse ai, o que houve? Há algo que possa fazer por você? Se tiver alguma enfermaria aqui, posso tentar te ajudar.


Comentária, deixando o velho terminar seja lá o que estivesse falando no momento. O arqueólogo não era alguém que caçava briga sem motivo, muito menos que negava ajuda para aqueles que aparentavam precisar, porém, não era lá o melhor dos samaritanos… Quando fazia algo de bom por alguém, principalmente humanos, provavelmente esperava algo em troca. Apesar do coração bom, aprendeu com o passar dos anos que deve proteger seus interesses primeiro antes de dar valor ao de alguém. Naquele momento em especifico o que esperava em troca era obter mais informações sobre a ilha, que parecia bem diferente daquilo que o tritão esperava. Caso o homem concordasse com sua ajuda e lhe indicasse o caminho, acompanharia-o até o local determinado e durante o trajeto aproveitaria para prestar atenção ao redor, aquilo tudo parecia calmo e pacífico demais para o tritão.



O f f:
 

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MensagemAssunto: Re: First Chord: To Learn   First Chord: To Learn EmptyQua 06 Jul 2016, 08:31

Vilarejo Pacifico



-Coff..coff..haha..coff..coff Numa tentativa de ri a tosse parecia piorar, todavia logo continuava - Aqui é um lugar pobre.. coff coff...não possuíamos loja de arma ou coff..coff. O velho parava de andar por um minuto enquanto colocava a mão no peito demonstrando a dor que sentia na região pulmonar.

Mulheres e homens se aproximavam do ancião e acabava por cercar tanto o tritão quanto o anoso.-Você tomou seu remédio,Samul Dindi? Perguntava um homem alto, loiro e que usava um sobretudo vermelho além de uns óculos amarelo.-Coff..Coff.. calma amigos, eu já tenho quase um século de idade.. coff..coff Retrucava Dindi e em poucos segundos Strauss descobria novas coisas em relação as pessoas da ilha.

As pessoas que estavam em volta se dissipam, exceto pelo Homem que fica perto dos dois. -Ele devia ficar em cama, mas insiste em andar pela vila. Palavras saiam da boca do estranho com um tom calmo, todos os aldeões aparentavam confiar naquele ser misterioso uma vez que com a chegada dele, não se preocupavam com mais nada.

Quando Coyotte ia se apresentar era interrompido por crianças que brincavam ao redor dele e como reação se senta no chão com as pernas cruzadas sorrindo para os garotos. -Irmão peixe, você está se sentindo bem? Você está pálido. Um dos meninos parava de correr por um momento e começava a cutucar a pele do tritão.-Senhor, tem algo preso nas suas costas. Perguntava um dos moleques enquanto tentava sem nenhum sucesso arrancar a barbatana de Vennico.

- coff.. coff..Gosta de crianças? coff..coff..Bom.. eu sou médico.. coff.. coff O velho começava a falar com um sorriso no rosto, porém era parado por sua doença novamente e enquanto isso -Crianças vem almoçar! gritava uma mulher na porta de uma casa e como resultado os meninos que rodeavam o tritão acabavam por sair correndo em direção a porta. -Até outra hora amigo peixe - Isso mesmo, até senhor Se despediam com um sorriso e mostrando claramente uma felicidade nos pequenos.

-Que situação..Normalmente é calmo, mas ás vezes somos atacado por animais selvagens que saem da floresta. Respondia o loiro roubando a pergunta do tritão que se direcionava para o velho. - coff...coff.. por isso reconheço quem tem talento.. coff.. coff.. para essa profissão. Depois de algum tempo finalmente o velho terminava de explicar.

O tritão já havia levantado, o sol continuava brilhando num céu completamente limpo e a população olhavam para os três no meio do vilarejo sem nenhuma hostilidade nos olhares, alguns até sorriam. A raça de Coyotte realmente não importava para as pessoas do vilarejo e estavam apenas observando com preocupação para o seu amado chefe.

-Coff..coff..jovem, não se preocupe.. O velho era interrompido pelo cara de óculos amarelo - Infelizmente ele já chegou ao auge da sua vida. Falava num tom triste. O que Strauss fará?
Homem:
 
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MensagemAssunto: Re: First Chord: To Learn   First Chord: To Learn EmptyQua 06 Jul 2016, 19:33

Heaven?






Para surpresa do tritão, tudo ali aparentava ser mais calmo até do que sua ilha de origem, o que fazia uma gargalhada exalar das profundezas de sua garganta, ele realmente estava feliz com aquilo. “Aquele velho maldito… Me preparou pro pior quando tudo que encontro aqui parece ser o paraíso entre raças com o qual minha mãe sempre sonhou…” Em um fragmento melancólico breve, memórias de seu mestre e dos desejos de sua progenitora invadiam sua mente, mas logo se esvaiam. Porém, a felicidade ainda permanecia, principalmente por ainda sentir a inocência das crianças em relação a ti, além dos adultos que pareciam não se importar com sua presença também. -Até!- Com um sorriso o mais simpático possível que conseguia fazer (Embora não fosse muito) Nico se despedia das pequenas criaturinhas. Voltando sua atenção para a dupla que ainda lhe acompanhava, ambas respostas despertavam o interesse do tritão. -Fico feliz que tenha reconhecido meu talento, mas… Quase um século você diz? Achei que humanos não passassem dos 60! Vivendo e aprendendo…- Comentava o tritão, não buscava ser ofensivo com tais palavras, apenas estava realmente admirado com o senhor a sua frente. Voltando sua atenção para o homem de sobretudo, prosseguiria o caçador. -Animais selvagens, huh? São realmente animais ou isto foi uma analogia pra alguma outra coisa?- Apesar de talvez serem apenas animais mesmo, Nico buscava entender como os animais dali vinham atacar, afinal, ainda pouco passava na floresta e eles não aparentavam ser hostis, com seu pensamento afiado, concluiu que aquilo poderia ser uma analogia para alguma outra coisa…Não queria acreditar que um humano trataria o outro como “Animal selvagem” mas também não tinha lá muita noção de como funcionava aquele mundo. Enquanto conversavam, podia observar os outros moradores sorrindo para o trio.

“Seria errado caçar esses tais animais para proteger humanos? Mas eles não parecem com os outros humanos…”


Embora a frase ressoasse em sua cabeça, seu coração custava a acreditar naquela especie que havia feito sua infância um inferno. Apesar do ódio sedimentado em seu peito, algo lá no fundo buscava alcançar a plenitude de seu mestre e de sua mãe, que confiavam em tais criaturas. -Hoy… Não precisa falar mais, que tal descansar um pouco? Pelo visto gosta de andar, então posso te contar algumas histórias de como fiz para chegar até aqui nadando.-Olharia para o homem de sobretudo e piscaria, continuando sua fala. -Que tal? Não será você mesmo a vivenciar as aventuras, mas ao menos poderá repousar enquanto escuta.- Sugeria o tritão, tentando ser o mais amistoso possível com o velho, embora não soubesse muito bem como fazer isto. Independente de concordar ou não, voltaria sua atenção para o mais jovem novamente, se aproximando do mesmo e falando em um tom mais baixo. -Tudo bem que ele é velho, mas… Porque diz isto? O que ele tem é tão grave assim?- Esperaria pela resposta do homem, provavelmente explicando como fez para determinar aquilo. Caso explicasse de forma satisfatória, a expressão de Strauss mudaria por um breve momento, ficando em um tom levemente mais humorado e sugestivo. -Ôh… Então você sabe diagnosticar em? Poderia me ensinar sobre isto?- Falaria em um tom mais alto essa ultima frase, de forma que se o homem de sobretudo não fosse da área de medicina, Samuel pudesse ouvir e talvez oferecer tal ensinamento para o homem peixe. -A propósito, nem perguntei seu nome. Como é que te chamam por aqui ô loirinho?- Apoiaria uma das mãos sobre o ombro do homem por um breve momento, pairando o rosto próximo ao dele com um sorriso que mais assustava do que passava a ideia de felicidade que deveria.


O f f:
 

”Objetivos”:
 

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MensagemAssunto: Re: First Chord: To Learn   First Chord: To Learn EmptyQui 07 Jul 2016, 09:22

Quem são Brahka?



Enquanto lembrava do que seu mestre falou, duvidas rodeavam a mente de Vennico e assim não conseguia decifrar se a raça humana é boa ou ruim. Uma felicidade emanava no corpo do tritão que se despedia com um sorriso assustador, todavia ninguém sentia medo e continuavam a sua rotina como se aquela cena fosse normal.

-Coff..coff, não subestima nós humanos! coff..coff Samul falava com uma certa dificuldade e suas palavras demonstrariam que o velho não gostou do que Strauss falou, contudo a verdade era outra. Quando Coyotte perguntou dos animais selvagens em voz alta, todos olhavam para o tritão assustado -Calma gente, ele é um turista e não sabe do que esta falando dizia o homem tentando acalmar a população.

-coff..deixa que nós resolvemos..coff Com as palavras de Dindi, finalmente tinham sucesso em controlar a situação, mas agora o povo estava um pouco desconfiado em relação ao tritão. De repente o loiro se aproxima de Vennico e fala baixo em seu ouvido -São os Brahka, depois te explico e por horas não repita essa palavra denovo. E depois de alguns minutos, finalmente os olhares eram desviados e o povo voltavam a sua rotina.

O sol continuava firme e forte num céu completamente limpo e com a sua visão privilegiada pode perceber uma montanha enorme mais ao norte, além dos pássaros que voavam sobre o trio. Depois de andar por um longo percurso, chegavam numa casa pequena de madeira na cor natural de marrom uma vez que não foi pintada -coff..coff.. entre jovem e conte..coff convidava o lider da vila para entrar na sua humilde residência.

E assim quando estivessem dentro, Coyotte pode perceber que tanto as paredes quanto o chão também era pura madeira, havia um futon no fundo desarrumado no canto esquerdo e no outro canto uma mesa grande com vários itens medicinais. Era uma casa que parecia que ainda estava na época feudal sem nenhuma tecnologia, tanto que para cozinhar tinha que fazer uma fogueira.

-Não, é apenas a idade..ele já chegou no seu limite a vinte anos atrás. Respondia o homem de sobretudo enquanto observava a aproximação do tritão.-Ah verdade, sou Vash e se tirar a mão do meu ombro, eu te ensino sim. Falava inicialmente calmo, mas quando Coyotte tocou no membro superior do loiro, a sua expressão mudava consequentemente apertava forte a pistola que havia por baixo do sobretudo. O velho apenas observava os dois enquanto com dificuldade se sentava no chão.

Vash normalmente era um homem calmo e a unica coisa que não gostava era de que estranhos tocavam nele. Ele não se importava com a raça ou o sorriso aterrorizante, apenas com o toque de Strauss. O que Coyotte fará?
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MensagemAssunto: Re: First Chord: To Learn   First Chord: To Learn EmptySex 08 Jul 2016, 12:17

Odeio fazer post pericia






Embora a população mudasse brevemente seu olhar em relação ao tritão, ele não percebia muita diferença, afinal, aquilo era o que estava realmente acostumado em relação aquele povo. “Brahka? Isso parece nome de divindade…” Sorria internamente o homem peixe, mas não deixava transparecer no exterior, mantendo uma feição mais séria. Enquanto caminhava até o casebre, percebia a voluptuosa montanha ali “perto” o que com seu raciocínio rápido, imaginou que era o local onde os tais Brahkas se encontravam, visto que o homem anteriormente havia dito que os “animais” vinham da floresta e era a única coisa entre a montanha e o vilarejo. Por hora, resolveu não comentar mais a respeito e apenas continuaria acompanhando a dupla. A casa era tão humilde quanto o senhor e, pelo visto, tão velha quanto. Embora designing não fosse lá o forte do tritão, até alguém leigo no assunto feito ele poderia perceber que o visual dali era de algumas eras atrás. “Só falta esse velhote ter um dinossauro de estimação pra completar o kit” Ria consigo mesmo, desta vez deixando escapar brevemente. Contudo, assim que aceitava a gentileza do homem e entrava no local, algo em específico chamava sua atenção… Uma mesa com instrumentos medicinais. O primeiro objetivo que havia traçado para si começava a desenrolar ali mesmo, o que tornava o astral do tritão um pouco mais alegre e descontraído. A resposta de Vash o deixava contente e desconcentrado ao mesmo tempo. Não é que estava fugindo de sua personalidade ao fazer aquele gesto, apenas realmente não sabia como proceder em uma aproximação com sua raça. Tentou o toque lembrando que seu mestre fazia isto vez ou outra, mas logo percebeu que aquilo não era algo que funcionava de forma geral para humanos, logo, recolheu seu braço. -É… Foi mal, não sei bem como isso funciona.- E não estaria mentindo, realmente não sabia bem como socializar.

~Inico do aprendizado: Diagnose~

Assim que a breve tensão se esvaia, Nico se sentava próximo a tal mesa e olhava para os materiais que ali havia. -Então… Como uso isso aqui pra saber o que o velhote tem?- Meio sem jeito, aquele era seu jeito de pedir pelo ensinamento. Com um breve suspiro, Vash se aproximava. -Primeiro… Isso dai não é pra agora e nem deveria mexer em algo que não é seu. Segundo… Você tem conhecimento de medicina certo? Então isso vai ser mais fácil. A diagnose começa na análise do paciente. Me diga, o que vê ao olhar pro Samul?- Com uma cara de quem não entendia direito a pergunta, Strauss respondia com uma das sobrancelhas arqueadas. -Hãm… Um velho em uma casa velha?- Munido de sarcasmo, respondia aquilo que via no momento. -Deixa pra lá o lance da medicina… Pelo visto vai ser o mesmo aprendizado de alguém que não sabe nada sobre o assunto. Bom, ele está tossindo certo? Você sabe o que a tosse é?- Coyotte se prostrava a responder, mas logo Vash continuava, imaginando que o tritão responderia algo idiota novamente. -Um sintoma. A primeira coisa a se fazer é identificar os sintomas. Certo, tosse. Quais outros sintomas você pode identificar nele?- Levando uma de suas mãos ao queixo, o ser de pele albina fixava seus olhos fixamente no senhor. Embora parecesse idiota com as respostas que havia dado, sua inteligência não era algo a se menosprezar. Seu conhecimento de anatomia humana o fazia analisar por inteiro o corpo de Samuel e logo respondia. -Pele embranquecida, falta de cálcio nos ossos devido a posição na qual senta, revelando que possuí dores na coluna também. A memória não parece estar afetada visto que consegue se lembrar o percurso que faz todo dia como você mesmo disse… Hmm…- Vash arregalava os olhos brevemente. Com as respostas anteriores, realmente não esperava que algo daquele tipo viesse logo em seguida. -Bom… Você ta cert- Antes que terminasse sua fala, o tritão voltava a estaca zero novamente. -Já sei! Câncer no pulmão! É isso que ele tem!- O velho olhava para ele assim que dizia isso, mas provavelmente devido alguma falha na audição colocava a mão no ouvido e perguntava o que ele havia dito, sendo confortado pelo loiro.

-Não foi nada Samul, fique tranquilo.-
Com uma feição de decepção provavelmente por ter aceitado o tal pedido, continuava. -Não tire conclusões precipitadas… A diagnose é justamente para não cometer esses erros! E se ele tiver outra coisa e você medicar como alguém que tem câncer? Ele pode acabar morrendo por uma falha sua!

Neste momento a expressão de Nico mudaria e suas sobrancelhas formavam um “V” em sua testa. “Aprendi a medicina pra poder ter mais conhecimento de como vencer os humanos… Mas não quero tornar ela uma arma quando realmente precisar. Se acabar matando alguém que me ajude um dia, não me perdoaria.” Socando o chão em um breve trance de raiva, bufava o caçador. -Foi mal. Não acontecerá de novo.- Meio assustado, Vash ajeitava os óculos no rosto enquanto soltava um breve sorriso pela primeira vez. -Não precisa ficar tão sério… Só leve o aprendizado de verdade, certo? Vamos continuar. Como ia dizendo.. Sua identificação do sintomas foi quase perfeita, se não tivesse esquecido das dores de cabeça. Vê como ele arqueia o corpo de forma que o peso da cabeça fique pendendo para frente? Isto indica que esta tentando amenizar a dor. Ele é teimoso feito uma mula, não aceita as medicações…- Lamentava brevemente o loiro. Voltando a falar logo em seguida. A atenção de Strauss estava totalmente voltada a suas palavras. Realmente estava interessado no assunto e no conhecimento que aquele homem possuía. Por alguns instantes até esquecia de sua raça. -Certo. Depois de identificar os sintomas visiveis, hora de buscar aqueles que não estão a vista.- Pegando o estetoscópio na mesa assim como um outro instrumento para utilizar na orelha, respondia antes que o Vash se quer falasse. -Agora é hora de usar isto né?!- Um certo brilho em seus olhos revelava certa empolgação doentia que tinha no assunto. -Sim… Agora sim. Primeiro, meça os batimentos cardíacos pare checar o coração. O ritmo normal é de um segundo a um segundo e meio, se estiver fora desse range, certamente há algo de errado.- Indo até o senhor, que parecia cochilar e nem prestava mais atenção na dupla, apoiava o instrumento nas costas do homem, que despertava devido a temperatura gélida de tal.

-Mas que mer- Ah, é você.... Podia pelo menos avisar...-


Voltava-se para a frente novamente o senhor e caía no sono novamente. Curiosamente confiava no tritão para explorar seu corpo e Strauss não mais parecia se incomodar com o fato da dupla ser humana, começava a vê-los como iguais. -Hmm… Com certeza está com mais de um segundo, mas não sei dizer quanto mais… Não parece chegar a dois, mas deve estar anormal.- Comentava o tritão. -Deixe-me ver.- Tomando o instrumento do homem peixe, Vash analisava por cerca de um minuto. -Realmente está alterado. Sua noção de tempo não parece ser tão exata, mas talvez seja algo que ganhe com a prática. Esta alterado em 0,4s.- Acenando com a cabeça de forma positiva, apenas permanecia calado o tritão. -Agora a orelha… Sabe como funciona esse? Não precisa- Apressado devido a empolgação, o tritão acabava por enfiar o instrumento levemente na orelha do velho. -Ei! Ta querendo me matar é?! Vai devagar ai! Cof Cof Alias, pode parar com isso ai, chega, chega! Cof cof- Espantando a dupla de perto, o velho pela primeira vez fechava a cara. Realmente parecia teimar em não ser cuidado. Felizmente para Coyotte, logo repousava novamente, permitindo que voltasse ao aprendizado com sua cobaia dorminhoca. -Não precisa colocar internamente na orelha, apenas pare perto e olhe pelo filtro. Provavelmente vai estar cheio de cera, então leve o tempo que precisar… Me diga o que viu quando terminar.- Percebendo o que poderia vir a seguir, o homem se antecipava. -E por favor… Não me diga “só vi cera”...- Levando uma das mãos até a nuca, ria meio sem graça o tritão. “Esse loirinho sabe ler mente é? Eu ia responder isto mesmo.” Tentava com todas suas forças enxergar algo, mas nada via. -Ér… Pra ser sincero, não consigo ver nada além de cera mesmo.- Sorria novamente Vash. -Relaxa, é normal. Eu não te falei o que deveria procurar né? Isto dificulta as coisas. Mas é bom para se acostumar… Quando precisar diagnosticar alguém, provavelmente não vai ter alguém te falando pelo que procurar. Isto dai é pra ver o “fluxo”. Se tiver uma quantidade anormal de fluídos ai, algo de errado ta rolando. Ah, e desconsidere a cera nesses “fluídos”- Concluindo sua fala. -Hmm… Então, quando eu diagnosticar, como faço pra saber como tratar?- Vash ia até um pequeno móvel que por ali havia e retirava um livro. -Pra isto, vai precisar saber primeiro de qual doença ou enfermidade estamos falando. Aqui, um livro com várias doenças já conhecidas pelo homem. Muitas doenças tem sintomas praticamente iguais, alterando apenas a forma como a própria doença se manifesta, então, leia com cuidado.- Acenando positivamente com a cabeça novamente, Nico ia até do lado de fora da cabana apenas para ter mais luminosidade enquanto lia. No livro o homem peixe via toda uma variedade de enfermidades, desde verminoses (Causadas por vermes), DST’s, Doenças respiratórias, psicológicas como depressão e as mais comum, virais. Acabava por perceber que assim como os sintomas, muitas delas possuíam o modo de tratamento bem parecidos se não idênticos, o que o confundia durante alguns instantes, tentando assimilar toda aquela informação praticamente igual.

“Uma gripe tem praticamente o mesmo tratamento de uma tuberculose, que também é igual ao da AIDS..Não, pera.. Argh !”


Refutando seus próprios pensamentos, mal via a hora passar. Apesar da frustração momentânea, Nico curtia a ideia de ter algo desafiando sua sapiência. -Livro maldito, acha que pode derrotar um tritão?! Vai ter que aumentar mais umas mil páginas se quiser me vencer, Gyehahah!- Comentaria em um tom mais elevado, sem se preocupar em como os outros iria enxergar aquilo. Devido a sua genialidade, conseguia terminar a leitura e compreender o que havia ali quando já estava quase marcando 00:00 em um relógio que por ali havia. Retornava a casa, sua expressão demonstrava certo cansaço devido ao esforço mental, que se misturava com a empolgação de sair vitorioso da batalha que travava contra aquele ardiloso inimigo… O livro de doenças. -Já terminou? Cof cof Pronto pra descobrir o que tenho? Cof cof- Questionava o velho, agora já desperto finalmente. Vash por trás dele apenas fazia um sinal com as mãos para ignorar. Nem ele que conhecia o homem a mais tempo parecia entender suas mudanças de humor. -Claro! Senta ai velhote, preciso confirmar algo.- O velho com certo esforço se sentava próximo do tritão, enquanto tossia como sempre. Devido a região montanhosa ali perto, o tempo ficava mais seco e frio quando a noite caía, o que fazia com que a tosse do velho ficasse ainda mais rouca. Colocando o estetoscópio em Samul, começava sua analise enquanto o velho tossia. Escutava ali por alguns instantes, pedindo para o velho inspirar e expirar o máximo de ar que conseguisse, embora não conseguisse muito já que era interrompido pela tosse. -Hmm, entendo. Agora deixe-me ver isto aqui…- Tinha a intenção de pegar no braço do homem, porém parava, meio receoso depois do que acontecia com Vash. -Ér… Posso te tocar um pouco? Preciso checar algo.- O velho ria. -Claro… Sou velho, cof cof, mas o rabugento é o novinho ali.- Apontando para Vash que soltava um “tsc” e virava o rosto cruzando os braços. Checando os braços e pernas do homem, terminava seu breve diagnóstico. Sem muito rodeio, respondia assim que terminava.

-Tuberculose, Osteoporose e… Vocês não tem uma máquina de raio-x por aqui né?- Obviamente respondendo uma resposta negativa, prosseguia. -Tem algo que precisaria confirmar com um raio-x… Mas meu palpite é que tenha algo mais sério na região lateral da cabeça.

Simultaneamente os dois humanos soltavam um pequeno sorriso. -Bom, você está certo!- Com um sinal de positivo com o polegar confirma Vash. -E o seu palpite ta certo também. O que ele tem na cabeça é um tumor, por isto as dores de cabeça incessantes. E por isto também eu disse que ele ja tinha chegado a seu auge…- O clima ficava meio pesado. Pela primeira vez em muito tempo Nico sentia pesar por um humano novamente. -Cof cof Acho que isso conclui seu Cof Cof aprendizado né?- Tentando forçar um sorriso simpatico apesar da aparência e breve tristeza que sentia, Nico acentia com a cabeça. -Então, satisfeito? Algo que vai levar pro resto da vida?- Questionava Vash -Bom… Com certeza não farei sexo com uma humana. Vocês são mais perigosos com essas DST’s do que com armas em mãos!- Tentando descontrair um pouco, brincava Strauss, tendo sucesso visto que o trio gargalhava por alguns instantes, até que Samul começava a tossir feito cachorro e interrompia novamente.

~Fim do aprendizado~

Coyotte encostaria então em uma parede qualquer do casebre, cruzando as pernas enquanto apoiava as mãos na dobradiça do joelho, iniciando uma meditação. “Será que isto fazia parte do plano do mestre? Ele sempre quis que compreendesse melhor o mundo humano… E cá estou, me sentindo mal por saber que o velhote ali tem pouco tempo de vida. Como seres tão frágeis podem ser tão poderosos ao mesmo tempo? Pelo visto, ainda tenho muito o que meditar até descobrir todas essas respostas.” Esboçaria um sorriso de realização e se levantaria. -Então… Agora que estamos só nós três aqui, que tal me falar um pouco mais dos Brahkas?- Questionaria em um tom mais baixo para não ter chance de alguém que passasse perto ouvir. Esperaria pela resposta de um dos dois homens antes de prosseguir, mas de qualquer forma, devido ao tempo gasto no aprendizado a noite já se instalava, logo, mesmo que fossem algum tipo de procurado, não iria sair a noite e entrar em território inimigo, ainda mais algo traiçoeiro feito uma montanha. Procuraria algo para comer como forma de recuperar a energia, visto que acabou passando o dia todo no aprendizado. -Hoy… Posso pegar?- Questionaria caso encontrasse algo e sentaria em um local qualquer enquanto comia, provavelmente ainda ouvindo sobre o tal grupo.

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