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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Virando um boneco de neve

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MensagemAssunto: Virando um boneco de neve   Virando um boneco de neve EmptySeg Jun 13, 2016 3:36 pm

Virando um boneco de neve.

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Verus. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Virando um boneco de neve   Virando um boneco de neve EmptyTer Jun 14, 2016 9:26 pm

Os únicos traços de minha localização, ao menos dos quais tinha noção, era que estava na famosa ilha gélida do North Blue, Fernand Ice Island. Cautelosamente vislumbraria meu horizonte girando meu corpo e pescoço, almejando alcançar todas as direções, em busca de alguma forma de vida civilizada. Levaria meus dedos até minhas púrpuras madeixas, mais especificamente até os fios de minha nuca. Em curtos movimentos cadenciados de ida e volta, acariciar-me-ia de forma a causar certo conforto para minha possível solidão. Com um único movimento levaria minhas mãos até meus ombros, sendo seus lados opostos, onde repousariam por alguns instantes antes de começar a fricciona-los. Agradando-os, tentaria gerar um pouco de calor para meu corpo, mesmo que as mudanças fossem ínfimas, manteria o movimento.

Caso minha visão algo interessante alcançasse, começaria a caminhar para tal local, esperando encontrar alguém com quem conversar. Manter-me-ia atento, tanto com minha visão, quanto com minha audição para qualquer tipo de aproximação ou movimentação estranha. Ainda que meus ouvidos não fossem os mais apurados, não significa dizer que eu era surdo. Se nenhum lugar pudesse ver, andaria em linha reta, mantendo assim por 100 passos e então viraria para a direita e repetiria mais 100 passos e então viraria para a esquerda. Tal esquema de zigue-zague, que visava não ficar preso no deserto branco andando em círculos gigantes. Continuaria com o processo até encontrar alguém e poder seguir em sua direção.

Logo que encontrasse uma pessoa, aproximar-me-ia e indagaria, demonstrando um sorriso amigável e observando as possíveis reações que pudesse ter ante a minha presença. “Opa –levantaria minha mão direita acenando e logo retornaria para meu ombro-, desculpa incomodar, mas saberia me indicar a direção de algum lugar onde eu poderia beber alguma coisa e ouvir uma boa música? Quem sabe até tocar hehe, ou talvez algum tipo de centro comercial. Ah e se for quentinho, não seria má ideia.” Ansioso, aguardaria por uma resposta, tentando manter-me sorridente por todo o processo, é claro que, dependendo do quão frio estaria, ficaria a tremular minha mandíbula inferior, colocando meus dentes para se chocarem repetidas vezes. Assim que recebesse a resposta, agradeceria. “Muito obrigado, se precisar de minha ajuda para algo, não exite em pedir.” Se algo me fosse pedido, ficaria a escutar o que deveria fazer e me prepararia, mentalmente, para tal. Caso não, apenas me despediria. “Então tudo certo, até uma próxima.”

Seguiria meu caminho até o indicado. Passos delicados e vagarosos me levariam a meu destino. Ficaria de olho na entrada do local por alguns instantes antes de adentrar. Com uma profunda aspiração, tentaria sentir os cheiros do local, porém provavelmente causaria certo desconforto para meus pulmões com o ar gelado. Lentamente adentraria, se houvesse portas duplas com dobradiças de entrada alternada, apoiaria minhas minhas mãos sobre elas e as empurraria com um pouco de força, mas se não abrissem, tentaria puxá-las. Se não houvesse porta ou fosse uma porta comum, adentraria da mesma forma. Lá, olharia para todos os lados e procuraria por algum balconista. “Oi, desculpa, o que você tem para poder aquecer? –se houvesse algum instrumento no local e não estivesse sendo usado, prosseguiria- Se importa se eu tocar um pouco?” Assim perguntaria e aguardaria por uma resposta.

Se o local estivesse fechado, ou cado não houvesse lugar como este, procuraria pelas redondezas algum local onde pudesse comprar minha arma. Lá observaria a entrada antes de me alojar. Procuraria pelo balconista e indagaria. “Opa, desculpa, mas você tem alguma espada?” Esperando por uma reposta positiva. “E quanto custa?” Caso ele não dissesse o valor de imediato. Recebendo o valor, tentaria pechinchar o preço, ainda que não fosse possível diminuir o preço, tentaria. “Putz, meio salgado né haha. –diria amigavelmente- Não tem como abaixar o preço um pouco? Se quiser, posso fazer uma apresentação particular para você, se tiver algum instrumento, claro.” Se a resposta fosse positiva, esperaria para que me fosse apresentado o instrumento. Se negativa apenas pagaria e logo indagaria. “Sabe de algum lugar que eu possa fazer alguns trocados tocando?” Esperando por uma resposta então ficaria e então, caso me fosse indicado, para lá iria. “Muito obrigado e até uma próxima.” Se não, ficaria ali observando um pouco a loja. “Você é daqui?”
Off:
 

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MensagemAssunto: Re: Virando um boneco de neve   Virando um boneco de neve EmptyQua Jun 15, 2016 1:24 pm

Narração


(Trilha Sonora para Ambientação)

Frio, Gelo, Ursos, Iglus, e Neve. Se você quisesse resumir o que Fernand Ice Island era, com somente essas palavras, você faria o serviço bem. Com cerca de 2km³ a ilha aos poucos se despedaça em pequenas camadas de gelo, no atual momento, não há nenhuma brisa fria como de costume, porem ainda "chove neve". É incrível como as pessoas tem coragem de viver lá, e é ainda mais incrível como a vila de pouco em pouco tempo recebe visitantes. Verus, um jovem Mink era um deles. O garoto tinha desembarcado a pouco tempo com a ajuda de um grupo de pescadores, e estava no extremo sul da ilha. O frio já começava a incomodar o corpo do Bode. Ele andava a procura de algo que lhe chamasse atenção, virando sua cabeça para estender seu campo de visão. O garoto via alguns ursos a distância, que não haviam lhe visto, portanto, o mesmo continuava andando, tomando cuidado de vez em quando para analisar sua distância com os mesmos. Eles estavam a sua direita, e após cem passos, Verus ia para a esquerda, e quando tomava conta do que estava a sua frente, a alguns metros, havia um Iglu, e duas pessoas com roupas firmes de frio entravam no local.
        O jovem analisa o local atentamente antes de entrar, não era muito grande, parecia ser a casa de uma ou várias pessoas. Havia luz saindo das frestas de neve do iglu e da porta de madeira. O jovem tenta sentir algum cheiro, e ao inalar o ar, sua narina que já estava gelada, alerta Verus sobre o frio do local. Mas isso não o incomodava tanto. O cheiro era de bebida, e também de comida, parecia ser uma festa, ou algo do tipo. O Jovem aguardava um pouco e então adentrava o local.
    Imediatamente após abrir a porta, o mink podia sentir uma onda de ar quente cobrindo o seu corpo, aquilo podia ser o que fosse, menos desconfortável. O local por dentro parecia ser bem maior em relação ao que era visto por fora, parecia um "bar improvisado". Várias pessoas estavam sentadas em cadeiras cobertas por pelo de urso, com mesas de madeira para suportar suas canecas, algumas poucas mesas estavam servidas por algum tipo de porção de carne. No lado esquerdo de Verus havia um balcão onde duas pessoas bebiam, e ao lado do mesmo um piano vertical. No balcão estavam um sujeito albino de olhos verdes, parecia estar extremamente bêbado, por isso parecia ser complicado de conseguir dialogar com alguém, e a outra pessoa, era uma garota de cabelo rosa, pequena em estatura e fina em corpo, parecia ser alguns anos mais jovem que Verus. A menina bebia uma bebida quente, que podia ser identificada pelo Mink pela fumaça e cheiro que exalava. Ouvindo o barulho da porta, ela olhava involuntariamente para a direção da mesma, e via Verus que acabara de chegar no local, ela o analisa e começa a corar, e pensando alto diz:


--Ownt, que fofinho!  uau
--Prazer, meu nome é Emelita!
--Nunca te vi aqui Bode-chan, qual o seu nome? =3


A garota interrompia Verus antes que o mesmo pudesse falar com o balconista, que estava do na outra ponta do balcão, aparentemente preparando um coquetel. A garota tinha algumas presilhas douradas em forma triangulas prendendo o cabelo, tinha olhos azuis e pele branca, usava uma capa branca e rosa que combinava com a cor de seu cabelo, meias da mesa cor, e tinha alguns detalhes em couro e bijuterias ao redor das vestimentas. O que Verus faria?

Histórico:
 

Emelita:
 

Off:
 

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MensagemAssunto: Re: Virando um boneco de neve   Virando um boneco de neve EmptyQua Jun 15, 2016 2:54 pm

Minha visão rapidamente reagiria a visão de algo que aparentava mais ser uma deusa que uma humana. Uma espécie de sorriso, ainda que um pouco discreto, demonstraria minha apreensão. Emelita era seu nome. O frio que me afligia até pouco tempo já não era mais de tanto incômodo. Com a voz um pouco trêmula, tentaria falar. “O-olá Emelita, pode me chamar de Verus. Verus, o bode.” Sua beleza me encantava a cada segundo mais. Deixando-me encabulado por alguns instantes antes que pudesse prosseguir. “Emelita, sabe me dizer de alguma bebida que possa me esquentar? E sabe se posso tocar uma música para você naquele piano?” Apontaria com meus braços mais relaxados pelo relativo calor do local. Assim que recebesse a resposta diria. “Espere uns instantes, já volto.” Soltaria um sorriso bobo e apreensivo.

Se positiva quanto as duas, pediria ao balconista por uma da mesma e, após pagar, tomaria alguns goles, tentando sentir não só o sabor, mas o calor descendo por minha garganta e se alojando em meu estômago, retornando para a pequena logo em seguida. “Muito obrigado, eu estava congelando. Bem, agora que tal uma música. Algum pedido especial?” Se não possuísse nenhuma música em mente, apenas aqueceria meus dedos esfregando minhas mãos e posicionaria-as sobre as teclas e começaria a tocar “Pretty Woman – Roy Orbinson”, enqunto acompanharia cantando a letra da mesma. Caso possuísse, escutaria seu pedido, esperando saber tocar tal música. Se não soubesse. “Acho que não conheço essa, sabe de mais alguma outra ou consegue cantarolar o ritmo?”

Se negativo para o piano, enquanto pedisse a bebida, aproveitaria para indagar. “Teria algum problema se eu tocasse algumas músicas naquele piano?” E então aguardaria ansiosamente pela resposta antes de retornar para Emelita.
Off:
 

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MensagemAssunto: Re: Virando um boneco de neve   Virando um boneco de neve EmptyQua Jun 15, 2016 10:16 pm

Narração


O Jovem Verus dava de encontro com a pequena Emelita, e após vê-la ficava encantado com sua beleza, e simplicidade. O jovem não demora muito a se apresentar, dizendo com a voz trêmula:

--O-olá Emelita, pode me chamar de Verus. Verus, o bode.

Emelita assim que ouve o nome do jovem mink da um sorriso, dizendo:

--Eh, Verus-kun, é raro ver alguém tão fofo aqui em Fernand Ice!

Por um breve momento Verus fica olhando para Emelita, antes de lembrar que o tempo e espaço existiam e perguntar a mesma:

--Emelita, sabe me dizer de alguma bebida que possa me esquentar? E sabe se posso tocar uma música para você naquele piano?

A garota muda a feição para uma pensante, e colocando o dedo indicador sob o queixo ela diz:

--Hmm... Eu estava tomando um chá agora mesmo... Porém a bebida mais quente daqui deve ser o Café Fernand, muito especial da ilha - Ela cita sorrindo novamente - Quanto ao piano, fique a vontade, esse lugar é meio quieto mesmo. ^^


O jovem Verus pede a bebida para o Balconista, e quando vai tirar o dinheiro, é impedido pela mão de Emelita, que encosta em seu braço, balançando a cabeça e tirando nota de dinheiro do bolso, como que dizendo "Está é por minha conta". O Homem no balcão então pega uma caneca limpa e com uma cafeteira coloca um  café que aparentemente tinha uma receita especial, o homem então coloca dois cubos de açúcar e entrega a caneca para o mink, afirmando com a cabeça e pegando o dinheiro que Emelita o deu. O Mink leva o café a boca e sente um aroma adocicado, ao toma-lo, ele sente, alem do gosto de café, um doce gosto de "cereja", além do açúcar antes posto. Dava um gosto muito bom na boca, além da temperatura quente, que faz o corpo de Verus tremular um pouco, agradecendo pela bebida. O Mink olha novamente para a garota, dizendo:

--Muito obrigado, eu estava congelando. Bem, agora que tal uma música. Algum pedido especial?

--Hm hm (Não). Toque o que você souber. ^^ - A garota expressava sorrindo.

O jovem então se dirige até o piano vertical, senta-se e esquentando seus dedos como forma de preparação ele começa a tocar uma musica que escolhera. Algumas pessoas começavam a olhar para ele, era um arranjo bem interessante. Emelita ficava com as mãos pra trás, acompanhando a performasse do Mink em seu lugar. Enquanto isso, uma nova figura encapuzada e usando um chapéu, entrava no bar e pedia uma bebida, enquanto observava todo o local, não falando com ninguém se não o balconista. Parecia estar procurando por algo, ou alguém.

Histórico:
 

Aparência do Homem:
 

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MensagemAssunto: Re: Virando um boneco de neve   Virando um boneco de neve EmptyQui Jun 16, 2016 12:25 am

Meus dedos deslizariam pelo marfim pressionando cautelosamente cada tecla em sua devida ordem e ritmo. Em pouco tempo poder-se-ia ver as notas soltas tomarem forma e melodia. Tentaria com minha música animar um pouco o lugar. Minha voz ressoaria junto as notas, de forma a compassar a letra com o ritmo da música. Seria um tempo divertido, algo para não somente uma tentativa de encantar a garota, mas também uma forma de me recordar do velhote.

Um homem de aparência estranha e que parecia estar esforçando-se para proteger sua cabeça do frio, visto que vestia um chapéu e capuz, adentrava e logo ia em direção ao balconista. Tentaria não dar muita atenção, já que, no caso, o desconhecido provavelmente seria eu. Tomaria alguns goles mais da bebida paga pela adorável senhorita.

Sorridente, ao fim do movimento de minhas mãos e pés, soltaria acidentalmente em um tom de voz baixo antes de prosseguir para minha indagação. “É a pessoa mais linda que eu já vi... E então –voltando a falar normalmente– gostou?” Meus olhos subiriam de encontro aos seus e, ali, tentaria enxergar as partes mais recônditas de sua alma.

Independentemente de sua resposta, caso não houvesse nenhuma indagação, prosseguiria. “Você é tão linda que tenho quase certeza que morri e estou no céu. Mas infelizmente preciso fazer algumas coisas. Sabe me indicar, ou quem sabe me guiar, para algum lugar onde eu possa comprar armamentos? E ou então me dar um beijo de despedida?” Meu flerte não era dos melhores, ainda mais quando pouco sobre isso havia aprendido.

Em qualquer que fosse o caso, terminaria minha bebida. “Muito obrigado de novo. A bebida estava deliciosa. Que tal eu te pagar uma na próxima?” Se me indicasse, acenaria com minha mão esquerda tentando demonstrar um ‘até logo’ e seguiria meu caminho até o local, esperando que não somente armas, mas também alguns cartazes de procurados pela região existissem por ali. Se me acompanhasse, o mesmo faria, com a diferença que dobraria meu braço direito para que pudesse segurar-se em mim. Ou ainda, se não soubesse, acenaria também e logo iria em direção ao balconista e o novo cliente encapuzado. Com um tom de voz amigável, indagaria. “Opa, desculpa incomodar, mas saberiam me dizer de algum lugar onde eu poderia comprar armamentos? Não é bom andar desarmado com esses ursos por aí, certo?” Uma verdade incompleta. Todas as minhas intenções não estavam expressas em minhas palavras. Mesmo que não minta, não significa dizer que não omita. Assim que recebesse uma resposta, se positiva, seguiria para o indicado, mas não antes de indagar. “Gostaram da apresentação? Se quiser -dirigindo-me ao balconista- posso fazer mais algumas outras por uns trocados.” Recebendo uma resposta positiva, ou não, concordaria balançando minha cabeça de forma a concordar. Se eles também não soubessem, faria a mesma indagação para cada um no local até consegui-la.

Apressado adentraria na loja e logo buscaria por uma espada que estivesse dentro de meu orçamento.  Se não estivessem dispostas, procuraria por um atendente para então perguntar sobre tal objeto. “Vocês por algum acaso têm uma espada que não passe de 50.000? Gostaria de uma.” Recebendo a resposta, retiraria o dinheiro e entregaria o pagamento. E logo procuraria pelas paredes por cartazes de procurados pensando. “Ainda que aqui seja quase que um cubo de gelo gigante, não é impossível que eles não saibam de pessoas perigosas.”
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MensagemAssunto: Re: Virando um boneco de neve   Virando um boneco de neve EmptySex Jun 17, 2016 11:09 am

Narração



Verus fazia sua performance com exatidão, demonstrando toda a sua habilidade com o instrumento, todas as pessoas que não estavam extremamente bêbadas dentro do recinto, aplaudiam sua apresentação. O garoto então após os aplausos perguntava a Emelita olhando em seus olhos:

--...Gostou?

A garota respondia logo em seguida afirmando com a cabeça:

-Hm (sim). Você tem talento! ^^

O jovem então prossegue tentando um flerte:

-- Você é tão linda que tenho quase certeza que morri e estou no céu. Mas infelizmente preciso fazer algumas coisas. Sabe me indicar, ou quem sabe me guiar, para algum lugar onde eu possa comprar armamentos? E ou então me dar um beijo de despedida?

A garota responde então com um sorriso, ela levava o flerte como uma brincadeira, dando jus a sua idade:

--Se você morresse de verdade, esse lugar estaria longe de ser o céu. –Ela respondia dando algumas gargalhadas contidas- Bom, eu não conheço a ilha toda, mas acredito que... –Ela virava então para onde estavam todas as mesas e algo a assustava, não um susto simples, mais de fazer a feição da garota mudar para uma completamente apavorada.

Quando Verus olhava para a direção que a garota olhava, um corpo caia de uma mesa, seu pescoço estava ensanguentado, e ele parecia dar seus últimos suspiros. Imediatamente quando todos viam aquilo, procuravam quem tinha feito aquela atrocidade. Seus olhares então partiam para a porta, onde o homem que estava antes no balcão saia do iglu, guardando uma adaga ensanguentada no bolso e saindo as pressas. Todos que estavam próximos começavam então a conjurar algumas palavras bem rudes:

--É o filho da puta do Sicário, esse cara não cansa de matar os habitantes daqui?

--Alguém socorra ele, pelo amor de Odin!

--Ei você, bode musico! Eu sei que é de mais para pedir pra um forasteiro, mas por favor, tome isso, e acabe com aquele cara de uma vez!

O Homem dava uma espada simples para o Mink, o assassino tinha saído do local às pressas. Enquanto isso, Emelita parecia em choque, porém ao ver o Mink recebendo a espada, dizia então:

--Se você vai atrás dele, eu vou com você, não posso permitir que alguém como aquele cara saia impune.

Emelita parecia outra pessoa, sua feição era séria e sua voz tinha caído meia oitava no tom de voz, ela estava definitivamente tensa, ela olha para o Balconista, e este tira um bastão de metal, debaixo do balcão, e entrega para a garota. Parecia que não era a primeira vez que os dois faziam aquilo, eles pareciam ter alguma relação entre si. O que Verus faria?

Histórico:
 

Off:
 

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MensagemAssunto: Re: Virando um boneco de neve   Virando um boneco de neve EmptySex Jun 17, 2016 3:00 pm

Aplausos. Algo que realmente não estava acostumado, ainda que fosse um músico. Muitas de minhas cantorias e notas soltas foram apenas entre mim e o velhote o que muitas vezes acabavam em gargalhadas e mais músicas. Um sorriso bobo provavelmente surgiria durante as mesmas. Minhas falas para a pequena pareciam ir de encontro com seus ideais sobre a ilha. Mas nada que fosse de se espantar. Quanto minhas indagações, ela parecia não saber, até mesmo fora isso que falara. Subitamente suas palavras param e o clima do lugar muda totalmente de atmosfera. O ambiente animado que eu havia criado era totalmente destruído pela simples ação de um homem. “Sicário” esse era o nome daquele que mudara tudo.

Tudo o que vinha em minha mente naquele curto instante era. “Espera! O que está acontecendo?! Quem diabos é esse cara?!” Entretanto, não havia tempo para esperar por respostas. Antes mesmo que eu tivesse qualquer tipo de reação, era requisitado pelo povo para realizar uma caçada. Uma espada me era entregue e, acompanhado de Emelita, pouco tinha como recusar. Agarraria a espada e, antes que a garota pudesse notar, arrancaria gritando. “Esse Sicário, quanto pela cabeça dele?!” Em tom arrogante, tentava me exibir para a garota, colocando-me em uma posição de “salvador da pátria”.

Atento, ficaria de olho em meu alvo, tentando alcança-lo o mais rápido possível, de modo a, quando me aproximar o suficiente, sacar minha nova espada em alta velocidade, aproveitando do meu impulso da corrida, para causar um maior impacto e relativa maior força sobre meu golpe. De baixo para cima, tentaria fazer uma diagonal.

Se o homem notasse minha presença e tentasse me atacar, observaria seu ataque e tomaria as medidas necessárias. Se arremessasse algo, tentaria desviar minha direção do objeto e usar a bainha da espada para alterar sua direção. Partindo do pressuposto que o homem é um utilizador de facas, aproveitaria a bainha da espada para tentar bloquear os golpes ou ao menos desviar os mesmos para que não me acertassem, além de esquivar-me para uma direção oposta ao golpe.

Se minha sacada fosse ineficiente para parar o homem, ou então não o acertasse, prosseguiria com uma sequência utilizando a bainha para acertar meu alvo logo após a espada. Ainda que eu não fosse ambidestro, ou mestre em bastões, eu não possuo ineficiência da mão esquerda e a bainha ainda é parte integrante da espada, seu receptáculo.

Meus golpes seguiriam a sequência, mantendo na mesma diagonal, subindo com espada, bainha; descendo com bainha, espada; e então realizando um “X”. Meu combo, baseado em cortes e desvios, permaneceria até causar alguma lesão grave. Caso após três sequências de golpe meus ataques não estivessem fazendo efeito, alteraria para mirar em suas mãos, visando decepa-las. Para então finalizar separando seu pescoço de seu corpo.
Off:
 

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MensagemAssunto: Re: Virando um boneco de neve   Virando um boneco de neve EmptySex Jun 17, 2016 8:06 pm

Narração


Verus com toda aquela situação percebe uma mudança drástica do clima, ele então assume uma posição séria, e assim pergunta quanto Sicário valia. O homem que lhe entregara a espada então diz:

--Creio que 4 ou 5 mil, sei lá, só anda logo, não perca tempo!

Com isso o Mink saia do local junto a Emelita, e se deparava novamente com o campo aberto, cheio de neve. Sicário não estava a vista, o que era estranho, Emelita procurava e nada encontrava, mais Verus era sagaz e tinha uma hábil perícia de rastreamento, ele enxergava na neve que o homem havia dado a volta no iglu e tinha saído pelo outro lado, exatamente para despistar qualquer um que fosse atrás do mesmo. Verus então faz o mesmo e corre para detrás da cabana, então ele percebe o homem correndo a distância. Imediatamente o mink pega fôlego e começa a correr para cima do homem, apesar de estarem em uma distância boa, não demorou muito para que o bode conseguisse chegar perto do Homem, Emelita seguia um pouco atrás, não corria com tanta velocidade devido ao porte físico da mesma.

Quando Verus se aproximava, o homem percebia a perseguição, e então corre mais rápido, mais ele não era páreo para o Mink. Ao se aproximar, Verus então se preparava pra sacar sua mais nova espada, ele avança e tenta o ataque, quase no mesmo instante em que o jovem saca a espada, Sicário se virava, fazendo algo que o Mink não esperava que ele fizesse. O homem, com sua perna esquerda chuta neve em cima do Mink, seu golpe já estava sendo projetado por isso o ataque sujo era inevitável. A partir daquele momento, o jovem não conseguia ver mais nada, ele sabia que tinha cortado o inimigo. O Bode estava vulnerável, de joelhos no chão com o olho irritado pela neve:


--Desgraçado, é aqui que você morre! –O Homem declarava com uma voz ríspida e velha, começando a desferir um golpe quando—é interrompido por alguma coisa, Verus conseguia ouvir três barulhos seguidos, e em seguida o Homem gemendo de dor, dando assim dois passos para trás. Algo tinha o atingido, será que foi Emelita, ou outro alguém?

Histórico:
 

Off:
 

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Cokada
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MensagemAssunto: Re: Virando um boneco de neve   Virando um boneco de neve EmptyDom Jun 19, 2016 3:12 am

Era respondido com um valor razoavelmente baixo, algo até que raro. Ainda sim, tentaria não abaixar minha guarda, pois ainda me lembro das vezes que cacei com o velho e vez em quando encontrávamos uns caras bem mais fortes do que condizia o valor pela sua recompensa. Com um único golpe eu tentaria acabar com tudo. Consegui perseguir o homem até alcançá-lo. E enquanto me preparava para uma sacada rápida, de algum modo o homem conseguira se virar e chutar neve em meus olhos. Definitivamente um golpe baixo. Meus olhos nada mais teriam que fazer a não ser fechar por instinto visando minha segurança.

Uma pressão sobre a espada logo após meu saque indicava que eu havia acertado o homem. “Sua perna, talvez... O mais provável que sim, já que estava a levantá-la enquanto projetava meu golpe... Atacar com tamanha confiança com sua perna esquerda significa que possui certa proeminência com este lado. Ou então que não liga para perder os movimentos da esquerda, já que possui sua direita. Com o ferimento eu causei, pouco provável que ele conseguirá se levantar para me atacar. Ainda que eu não enxergue, estou na vantagem.” Pensaria assim durante o breve intervalo entre a troca de golpes e suas respectivas falas.

Uma ameaça era esbravejada pelo homem, porém rapidamente interrompido por golpes. Tentaria esfregar meus olhos para então conseguir ver o que estava a acontecer. No momento, pouco me importava quem era o atacante, tudo o que em preocupava agora era com aquele que me cegara temporariamente. Logo no início de suas palavras, assim como por sua respiração, que, pela corrida, provavelmente estaria ofegante, tentaria me orientar pelo som para saber sua direção, diferenciando-o do atacante com o som e com minha visão, ainda que embaçada, e então projetaria um segundo golpe em sua direção. Se já estivesse muito próximo, utilizaria de minha velocidade para realizar um rolamento para a direção oposta em que estivesse a vir e então realizaria meu golpe com a espada, usando de seu próprio peso para aumentar a profundidade do corte. Junto a isso, proclamaria. "Aqui vou eu!" Na esperança de avisar aquele que me ajudara que eu estava avançar.

Meu golpe, com as duas mãos no cabo da espada, tentando aumentar a força do golpe, seria de forma diagonal de baixo para cima, de forma a tentar acertar quaisquer braço ou perna, ou ainda objeto que viesse em minha direção. Com minha visão debilitada, teria de me fazer de meus outros sentidos. Se eu não o acertasse com o primeiro golpe, desceria no mesmo caminho, a diagonal, tendo em mente sempre não acertar meu ajudante. Continuaria assim até conseguir sentir uma nova pressão sobre a espada ou ser atingido.

Como uma dança de espadas tentaria aumentar meu ritmo a cada compasso. Se eu fosse atingido, soltaria uma das mãos da espada e agarraria o membro de meu adversário, para então descepá-lo com a espada. Se durante o processo eu o atingisse, recuaria dois passos para então esfregar meus olhos rapidamente e voltaria a atacar.
off:
 

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