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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Uma nova lenda. Inicio em Dawn Island

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Uma nova lenda. Inicio em Dawn Island   Uma nova lenda. Inicio em Dawn Island - Página 4 EmptyDom 12 Jun 2016, 18:55

Relembrando a primeira mensagem :

Uma nova lenda. Inicio em Dawn Island.

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) civis Julieta Cheesecake e Ryu Tetsuya. A qual não possui narrador definido.


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Jacob Allan
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MensagemAssunto: Re: Uma nova lenda. Inicio em Dawn Island   Uma nova lenda. Inicio em Dawn Island - Página 4 EmptySeg 19 Set 2016, 01:56

Desafio com os punhos  

Musica Tema




Era incrível como alguns indivíduos sempre agia da maneira errada, a falta de cordialidade do jovem que trombará em mim só poderia ser comparada a falta de cordialidade de um macaco que não sabe a diferença entre uma banana e um bom prato feito com os melhores temperos. Agiu de maneira desrespeitosa não com a bela dama, do contrario eu estaria o esbofeteado a horas, não podia perder mais tempo, tinha outros afazeres. Quando proferi as palavras pensei ter sido claro com rapaz que agiu apenas de uma forma, ignorando por completo as minhas falas e avisos. Apesar da bela moça mostrar-se ruborizada e ligeiramente interessada em minha companhia, aquela rapaz parecia não compreender que já atrapalhará de mais e que continuava a atrapalhar, mas foi ao ve-lo “ flertar “ que minha cordialidade encerrou.

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Não saberia dizer como estava o meu olhar, ou como reagiria a tudo aquilo de fato com base em minhas expressões, mas uma coisa eu tinha certeza, não estava com a cara do homem com os melhores amigos, a jovem apertou minha mão, Lucy, como era delicada mesmo quando tímida, mas o rapaz não estava contente em ser desrespeitoso, não estava contente em ser apenas um estorvo, ele precisava criar um conflito. Escutei seu discurso, escutei em silêncio o observando com as feições anteriores, não, não estava nem um pouco contente com o que estava ouvindo, muito menos como ele se dirigia a mim, mas tinha que manter a cordialidade em respeito a Lucy, mas uma coisa ocorreu, uma coisa que não me permitia recuar, um desafio. Um homem deve seguir o seus  valores morais , deve manter a sua compostura e seguir o seus códigos, mas um desafio, um desafio separa os homens dos meninos, foi quando me dei ao trabalho de falar para o jovem  com olhar singular.

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Não compreendeu mesmo não é meu chapa? Nesse momento, nesse lugar, não é apenas a companhia de minha tão bela e delicada Lucy que me impede de agir, é o fato de  não querer machuca-lo ao ponto de não poder andar...

Minhas feições mudaram, ameaçadoras, cruéis, mostrei ao jovem em minha frente o que de fato era quando um homem era desafiado por outro, a estranha “ aura “ que era emanada de mim eram minhas intenções, não, não tratava-se do místico, tratava-se do que as expressões passava, um sorriso “ sádico” formou-se em meu rosto, me lembro quando ele surgiu a primeira vez, eu treinava com o velo Obeha que me mostrava que as vezes é o desejo do combate que move o homem e foi revivendo esse momento que me vi contaminado novamente por desejos únicos o que me permitiu dizer.

...mas se deseja um combate, não se preocupe meu chapa, lhe dou essa sensação única que é “levar um corretivo”. Broto, segura o meu paletó, me desculpe mas esse moleque pediu e eu tenho que dar, “transa” o que eu falo?

Retirei o paletó e soltei para a jovem e bela Lucy, mas não me importava aquela reação final, se ela seguraria ou não, naquele momento, um confronto acontecia, dois espíritos estavam ali em busca de uma única coisa o combate sereno e serio e se ele desejava tudo de mim, teria tudo e meio, tomei a minha postura ao ver que o rapaz estava querendo testar as capacidades de seu corpo “matusquela” e se era isso que ele desejava , era isso que ele teria :

Bem vamos começar, “borra botas.

Me lembro de minha primeira luta com Obeha, o mesmo costumava dizer sempre ” As vezes um inimigo é forte, você não poderá trespassa-lo, mas poderá atordoa-lo, aposte primeiro no enfraquecimento, use a cabeça e não o punho.” isso me fez aprender duas coisas naquele dia, lutar com aquele velho me fazia ficar quebrado por duas semanas e um soco bem encaixado no queixo deixa qualquer marmanjo mole por tempo o suficiente para que um outro golpe possa vir, não tratava-se de quão forte era, mas quão bem encaixado e quando não se tinha força o suficiente, se tinha que ter velocidade o suficiente para isso, apostei minhas fichas em tal movimento enquanto praticava o velho conselho do velho ” Se quer manter-se ileso, matenha-se junto, um inimigo precisa de espaço, você não.” e colado era o que eu ficaria, com toda a minha força e velocidade desferi o soco com o máximo de técnica que me era permitido naquela situação, o soco era desferido a mesma medida que eu aproximava meu corpo ao máximo de meu inimigo, aquele jovem compreenderia a diferença entre nós, a isso ele compreenderia.

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A estratégia de combate sempre foi a minha forma de me manter vivo enquanto treinava com aquele velho, aprendi rápido que golpes devem ser dados com o máximo de eficácia com o máximo de velocidade possível, com isso poderia sempre manter a minha integridade física para o que viria em sequência. Se me jovem inimigo não compreende-se isso logo, seria o seu fim, pois o soco que daria a seguir não tratava-se de um simples “ jab veloz e potente “ e sim um poderoso “Cruzado Slash”, um golpe que recebi tantas vezes que meu corpo já ate lembrava do movimento naturalmente, “aproxima-se do inimigo, abre o soco e disfere o golpe como uma pistola atirando, rápido, forte e dolorido” um golpe propicio para a estratégia pois aproveitava mais uma vez da proximidade máxima do golpe, mas deixava a costela mais aberta para golpes fechados como um cruzado sequencial .

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Por fim, tinha que acabar aquela sequência de soco, não podia me demorar, afinal, tinha um encontro para finalizar, os golpes daquele garoto, bem, se não fossem rápidos seriam leves, pois um corpo treinado para resistir sempre deve resistir e por isso não era aquilo que me importava e sim a execução do golpe final, o golpe que aprendi com o velho Obeha que sempre dizia ” Quando vê que tem a oportunidade, acabe com a luta e não a prorrogue, seja prático, use o seu Uppercut “ e foi o que eu fiz, aproveitando a estratégia de  “ não deixe brechas para seu inimigo” o golpe final foi dado, pés firmes no chão, punho duro e firme, soco baixo e rápido subindo como um foguete no queixo , esse era o monstruoso Uppercut.

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A luta era um prazer, os desejos que me percorriam não poderiam ser definidos menos do que “ perfeitos “ , mas tinha que acabar, uma jovem não precisa ver uma luta de homens de forma tão feroz, é por isso que todos os golpes foram dados para desorientar e não “matar”.



bichaelson



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Takamura
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MensagemAssunto: Re: Uma nova lenda. Inicio em Dawn Island   Uma nova lenda. Inicio em Dawn Island - Página 4 EmptyTer 20 Set 2016, 05:09

A Grande Luta!!



Ryu lança algumas palavras para a dama cuja resposta é apenas um silêncio dado que ela continua quieta segurando a mão do cozinheiro, todavia suspira ficando menos vermelha com o tempo e então o boxeador abaixa a cabeça para a mulher consequentemente virando-se para o culinário. O clima começa a ficar pesado quando o alpinista retira sua expressão pacífica, posteriormente tornando o semblante frio na cara e para completar tenta dialogar com o Botânico, contudo é apenas ignorado.

O lutador abria os braços para lembrar que estavam cercados e no final acaba desafiando o sedutor para uma luta, ao mesmo tempo em que estica a cabeça para trás querendo que o nutricionista sente-se inferior. Jacob por sua vez, somente quando escuta a provocação do gênio direciona um olhar singular para o rapaz uma vez que para o cozinheiro ser desafiado é algo que não merece perdão bem como impossível de ser recusado.

A fisionomia no crânio do cavalheiro transforma-se completamente em algo ameaçador, cruel e temível, devido a modificação lembra do seu passado e principalmente do treinamento com seu mestre. - Tudo bem.. só não machuca-se por favor.. Após alguns minutos finalmente Lucy volta ao normal bem como responde Tetsuya com um sorriso no rosto e ao terminar de falar confirma o quanto importa-se com o homem, dando um beijo na bochecha antes de largar a mão para afastar-se.

Então o botânico retira o blazer consequentemente jogando para sua dulcineia, ela no que lhe diz respeito agarra firmemente em seu corpo. Lembranças ecoam na mente do cozinheiro e então a luta começa quando Jacob parte pra cima mirando um soco no maxilar de Tetsuya, o alpinista no que lhe concerne afasta as pernas com o objetivo de aguentar os ataques do nutricionista.

A investida do culinário atinge em cheio com muita velocidade bem como causa um dano completo no corpo do lutador de rua, no entanto não contém muita força e por conseguinte faz o alpinista continuar de pé apenas virando o rosto por causa do impacto. Os marinheiros agora chegam no local da luta, mas não impediam e muito pelo contrário pareciam que estam apreciando aquela batalha e em relação a população meramente gritam de empolgação, alguns pedindo pra matarem-se, outros querendo muito sangue e também há habitantes visando parar a guerra dos homens, mas ninguém realmente interrompe a porrada.

Depois de alguns segundos, Allan avança com um jab visando o rosto do inimigo e Ryu usando um direto de direita tendo como alvo o lado de mesmo sentido do adversário. O botânico é muito mais rápido e ainda contém a ajuda do ferimento do distraído na qual dói um pouco, o suficiente para atrasar Tetsuya cujo recebe outro golpe em cheio que acaba cancelando a investida bem como cospe sangue devido a abertura de um ferimento nos lábios.

A cabeça do alpinista começa a girar por causa do segundo golpe,aquela base firme desaparece e também abaixa a guarda. O palco para a vitória do cavalheiro está pronto, meramente esperando o golpe final e isso não demora muito porque sem piedade Jacob lança um uppercut feroz na mandíbula do alpinista na qual levanta a cabeça soltando muito sangue bem como seus pés saem do chão por alguns segundos até que finalmente cai no chão desmaiado. Para a sorte do perdedor, seu rival não tem muito poder ofensivo e por esse motivo as consequências não foram piores.

- Nossa, você é muito forte hein! Os adeptos aplaudiam aquela incrível batalha até que um dos mesmos direciona uma frase para o vencedor. - Ei rapaz, você está bem? Por ironia do destino outro marinheiro aproxima-se de Ryu e finalmente, alguém aproxima-se do cozinheiro dando um beijo na boca bem como um abraço - Que bom.. não sofreu nenhum dano, estava muito preocupada.. Era Lucy que faz as ações e após dois minutos solta a boca do homem falando algumas palavras enquanto no final segura de maneira forte a camisa.

Se o ganhador da luta olhasse para a madame pode perceber que está usando o paletó, no final Tetsuya desperta-se. O nutricionista não houve nenhum ferimento, contudo o alpinista nota uma forte dor no queixo bem como uma ferida O que acontecerá a seguir?
Explicação:
 

Histórico de Pedrão:
 

Histórico de Afro:
 

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Jacob Allan
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MensagemAssunto: Re: Uma nova lenda. Inicio em Dawn Island   Uma nova lenda. Inicio em Dawn Island - Página 4 EmptyTer 20 Set 2016, 07:08

Quando um cozinheiro se convence  

Musica Tema




Lucy, delicada e verdadeira como sempre me encantou com sua preocupação com minha integridade, mas minha irá, essa não permitiu que eu sentisse mais que “ agradecimento trivial”, algo que devo me punir depois, pois afina, uma bela dema demonstrou afeto e apenas a raiva me consumia e isso era imperdoável, mas  naquele momento algo exigia a minha maior atenção, quando a brecha foi aberta o primeiro golpe foi desferido, pude sentir a dura estrutura do jovem que estava a minha frente, de fato não era resistente, mas o que lhe faltava de resistência lhe sobrava de coragem, o soco foi desferido e ele permaneceu de pé, permaneceu duro como um homem, duro como um combatente valoroso, firme como um homem que tem uma determinação de continuar e isso não pude ignorar.


O segundo soco mostrou que ele não estava pronto, não, ele não seria capaz de manter a luta por muito tempo, mas o que eu podia fazer recuar? Não, como um homem tinha que horar a bravura daquele combate , tinha que honrar o homem a minha frente, não mais o jovem com bravatas, mas sim o homem que resistia aos golpes a todo custo, vi em sua face que não seria aquilo que o derrubaria, ele réstia como um homem, pude sentir pela primeira vez que encontrara alguém com a mesma chama que ardia no meu peito a tanto tempo, um combate onde apenas os punhos falam, era isso que precisava para compreender, aquele homem desejava crescer. Quando vi que o próximo golpe acabaria com tudo pensei em desistir, mas não, não seria justo, ele estava dando tudo de si, teria que retribuir o favor e por isso o ultimo golpe foi dado, o jovem rapaz cairá, cairá mas não para nunca mais se levantar, ele estava firme, eu sabia, eu sentia, um homem que não recua não cai, ele apenas repousa, repousa para continuar a lutar em seguida e foi enquanto o observava, enquanto observava aquele homem que permaneceu reto para enfrentar mesmo com as adversidades que pude escutar as palavras doce da dama que me agraciou com um carinho único. O calor de seu corpo e o carinho de seus lábios fizeram os meus lábios, irá e pensamentos sumirem por uns poucos instantes, os dois minutos que passamos unidos foram o suficiente para que meu corpo desligasse aquele modo de batalha insano e me aconchegasse em um grande amalgama de carinho e ternura o que me permitiu falar para a bela Lucy.

Estou inteiro para você broto, inteiro para que possa ser seu ...

Não tinha como não reagir, de fato, meu desejo era arrancar as roupas daquela mulher, mas não faria isso, não agora, não na rua, não após um combate tão honroso, apenas direcionei um beijo a bela mulher e movi meus pés a soltando de meus braços e meu aconchego e seguindo para onde o corpo do homem estava, não, não me importava com marinheiros eles eram o que sempre foram, pessoas de uniforme e nada mais, mas em meio deles, estava um homem me interessava mais,  coloquei a mão no bolso, retirei a quantia de 1,000 Belis e coloquei de forma sutil em minha mão, estendi a mão ao mesmo e falei em um tom sincero .

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Meu chapa, acho que seria bom se levantar, não é uma transa legal ficar no chão com brotos te olhando.

Era a minha forma peculiar de mostrar que estava tudo bem, em minha mão estendida se ele fosse um pouco esperto perceberia a quantia, gostaria de deixar o mesmo com um dinheiro para comer algo, apesar de ter sido meu oponente eu ainda tenho uma conduta que sempre me ensinou duas coisas, em um combate inimigos são aqueles que não compreender um valor e quando um homem está com fome o ajude, se não tem comida o disponibilize isso, se não tem como provenha uma refeição em valores e a quantia talvez fosse mais que o suficiente. Após o auxiliar a se levantar, minhas palavras ecoaram de minha boca para que ele compreendesse antes que eu partisse :

Jacob é meu nome, Jacob Allan, guarde esse nome para uma revanche.

Com um sorriso de costas por cima do ombro segui meu caminho, tinha um broto que queria a minha atenção e para ele seria dado tamanha atenção, cercar a mesma com meu braço seria um bom começo, mas onde a levaria seria um bom final, o melhor deles e por isso que mais um beijo em domínio publico seria propicio e por isso tentei.

bichaelson



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MensagemAssunto: Re: Uma nova lenda. Inicio em Dawn Island   Uma nova lenda. Inicio em Dawn Island - Página 4 EmptyTer 20 Set 2016, 14:20

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As provocações de ambas as partes já não serviam para nada, tampouco a elegância do cozinheiro que deixava o paletó para trás nas mãos de sua dama. Tudo culminava em um ponto sem retorno, e só isso importava agora.

O pano de fundo para esse embate mortal era naturalmente, a vila de casebres, tendo como público os olhares curiosos que aqueles dois jovens atraíam. Para Ryu, no entanto, o cenário foi sumindo lentamente à medida que a sua concentração naquele homem aumentava. As pessoas desapareceram, e o lugar se tornou tão pálido e irrelevante quanto um cenário vazio. Ainda assim podia sentir o vento acariciar-lhe o rosto, bagunçando no processo alguns poucos fios de cabelo.


“Ohh, que medo.” - Pensou consigo mesmo ao ver a súbita transformação no rosto de Jacob. Era uma expressão animalesca, ameaçadora, mas Tetsu não se sentia nem um pouco intimidado, muito pelo contrário, estava cada vez mais empolgado. Seu sangue começou a ferver aumentando a sua frequência cardíaca. O espírito de combate do pugilista surgia como uma aura sinistra e escura, entrando em conflito direto com a do oponente.

Quando o cozinheiro foi em sua direção o loiro manteve sua guarda baixa, braços posicionados lateralmente, e os joelhos bem flexionados criando dessa forma uma base sólida. Estava preparado como sempre estivera.

O primeiro soco veio como uma pedra fazendo o seu rosto recuar, mas sua parte inferior continuou firme. Ele riu incapaz de compreender naquele momento a sua própria felicidade. Por mais que o golpe do inimigo tivesse sido forte, seu corpo bem treinado já havia experimentado coisa pior.


Mesmo quando sua cabeça estava recuada não deixou de encarar Jacob nem por um segundo com o canto dos olhos. Estes por sua vez, brilhavam em uma tonalidade verde irradiando todo o seu espírito e consciência.

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Agora é minha vez!” - cerrou os punhos na intenção de atacar, porém foi lento demais. – “Droga, meu braço!!” – O membro ferido diminuíra sua velocidade drasticamente, causando um contra-ataque certeiro por parte do cozinheiro.

Novamente sentiu que uma rocha tinha lhe acertado, dessa vez com muito mais força, enchendo a sua boca com um gosto de ferro. - “Essa selvageria... Essa intensidade...” - Ficou atordoado demais para limpar o lábio cortado. O brilho em seus olhos de cor ímpar ora apagava, ora voltava. – “Você também é uma besta.” – sua consciência o arrancou dali subitamente, imerso em suas lembranças.

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“Quando eu era criança tudo o que eu queria era correr pela floresta, me aventurar pelos bosques com suas árvores de copas altas, tomar banho nos rios e também escalar montanhas bem acidentadas. Você que está lendo isso aqui deve imaginar que eu não tinha medo do perigo não é mesmo? Pois você está parcialmente certo. Eu tinha medo, e ainda assim eu o aceitava de braços abertos. De alguma maneira isso fazia com que eu me sentisse vivo.

A sensação de prazer que a natureza me dava era também algo quase indescritível, e à medida que o tempo passava eu me sentia mais unido a ela. Claro que o meu pai, um homem baixinho, careca, e bem turrão, não gostava que eu saísse por ai como um delinquente, e muitas vezes sofri com sua fúria. Houve um tempo, por exemplo, em que o jovenzinho aqui não podia sair de casa. Ele acordava cedo, e toda vez que eu tentava escapar o velho me achava. Certo dia o velhote decidiu me ensinar boxe.”


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- Escute Ryu, hoje eu irei lhe ensinar a ser um boxeador. Você irá aprender comigo todos os segredos do ginásio Kamogawa que vem sido passado de geração em geração na minha família. Você como meu filho deve aceitá-lo e quem sabe um dia criar através dele o seu próprio estilo.

- Oyaji, eu não quero saber de boxe, eu já sei lutar muito bem, e que acessórios ridículos são esses que você ta usando? Se quiser me ensinar algo me ensine a usar armas de verdade. Eu gostaria muito de aprender a usar uma katana.

“Veja bem, você tem que entender que naquela época eu era apenas uma criança, e bem... Crianças adoram armas. Além disso, meu pai estava vestido de forma ridícula, usando aquele protetor vermelho de cabeça, duas mitts vermelhas, e uma camisa branca escrito Kamogawa. Obviamente eu não estava muito suscetível a aprender boxe.”

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- Seu idiota, esses protetores são para me proteger. Você é apenas um gatinho fracote, no entanto você não pode esquecer minha idade. Todo cuidado é pouco, mesmo tomando calcitran meus ossos são frágeis.

"Óbvio que protetores são para proteger. Enfim... Antes que meu pai se desse conta eu já tinha fugido para a minha verdadeira casa (a floresta), afinal eu me sentia com uma fera que tinha sido enjaulada por muito tempo. A civilização não era comigo, simplesmente odiava ter que sair do meu habitat natural para ir visitar pacientes. Claro que com o tempo eu comecei a apreciar as coisas boas que as cidades tem a oferecer, mas isso é uma história para outro dia. Nessa esteira, é válido afirmar que eu só viria a aprender boxe futuramente, e quando eu questionei o velhote sobre o porque dele não apreciar armas ele respondeu:”

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- Ryu, você ainda não entendeu? Uma luta não se trata de ganhar ou perder. Quando homens de verdade trocam seus punhos eles são capazes de se compreender. Nunca esqueça disso.

Sua mente nublada despertou no meio da execução do terceiro golpe, sua aura já se esvaindo completamente sem apresentar qualquer sinal de que iria revidar.

O olhar duro e frio de outrora desapareceu, e em meio ao conflito Jacob poderia notar a felicidade genuína do garoto. Ele riu... Dessa vez por um motivo inteiramente diferente. Não estava feliz somente por causa da luta que fazia com que se sentisse tão vivo e excitado, mas sim porque tinha, enfim, compreendido as palavras do seu velho.


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“Oyaji... Eu finalmente entendi o que você quis dizer.” – Abriu os braços e encarou o seu algoz aceitando o uppercut. A dor jamais tiraria a sua satisfação. – “Ele é como eu... Uma besta, mas extremamente gentil.” – Naquele curto espaço de tempo Ryu tinha compreendido um pouco sobre quem Jacob realmente era. Apagou depois disso, e seu corpo caiu com um baque que sequer chegou a ouvir. Ryu podia ter perdido a batalha mas tinha aprendido ela uma lição muito mais importante

O som dos aplausos soando como uma chuva o fizera recobrar a consciência quase que instantaneamente e embora a derrota fosse algo duro, era o gosto amargo do sangue em sua boca que mais incomodava. Ficou ali estatelado olhando para o céu com a cara doendo. Não havia frustração no seu semblante, e a raiva só veio quando um marinheiro novamente o importunou. Preferiu ignorar a criatura fardada deplorável ainda que quem estivesse em um estado deplorável fosse ele.

“Sai daqui criatura bisonha.” – pensou. Quando Jacob estendeu-lhe a mão, Tetsu hesitou por um momento. Olhou seriamente para o outro pugilista, e abrindo um sorriso aceitou enfim a ajuda. Levantar-se-ia com certa dificuldade devido ao baque, mas não queria demonstrar tanta fraqueza assim.

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- Você me pegou de jeito em grandão? Qualquer dia desse você deveria me ensinar esse seu uppercut. Meu nome é Ryu Tetsuya, por sinal. - Assim que sentisse o dinheiro na mão do cozinheiro deixaria ali mesmo. – Sinto muito, mas não posso aceitar. Ao invés disso eu preferiria que você gastasse com a senhorita que está te esperando. Ela já esperou demais, não acha? – Daria uma tapinha com a mão esquerda no ombro do cozinheiro, planejando voltar em seguida para o “hospital”. Bateria na porta, e caso a enfermeira abrisse, o rapaz ficaria meio sem jeito abrindo um sorriso torto e apontando para Allan.

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- Cá estou eu novamente, acabei me metendo em encrenca com o grandão. Senhorita, será que você poderia fazer alguns curativos? He He He.

Citação :
As imagens são meramente ilustrativas






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MensagemAssunto: Re: Uma nova lenda. Inicio em Dawn Island   Uma nova lenda. Inicio em Dawn Island - Página 4 EmptyQua 21 Set 2016, 18:51

O chamado da guerra!!



Ryu ignora o marinheiro na qual busca ajuda-lo, posteriormente é levantado pela mão de Jacob e o cozinheiro por sua vez coloca uma certa quantidade de berry no punho com a intenção de pelo menos pagar uma refeição, no entanto Tetsuya recusa o auxilio do botânico. Em seguida, um breve dialogo acontece entre os rivais bem como o gênio dando um tapa no ombro do culinário e o nutricionista sorrindo dirige-se para outro caminho.

O destino de Allan é a sua companheira na qual tenta beija-la no meio da rua e assim acontece, enquanto isso o alpinista percorre um trajeto até aquela casa em que foi curado anteriormente - O que? Não acredito! uma bronca pela enfermeira não pode ser evitada sobre o rapaz, todavia algo chama a atenção de todos do vilarejo, um rugido alto e assustador.

Como resultado, um tumulto ocorre na qual todos correm de um lado para o outro procurando refugio, outros apenas fecham as portas, janelas e qualquer outra abertura. A médica entra na sua moradia consequentemente fechando a porta na cara do gênio e Lucy para de beijar porque olha para trás bem como - Os Brahka estão vindo! Façam uma linha defensiva na frente do vilarejo! grita um dos marinheiros, demonstrando sua enorme força de liderança dado que uns treze marinheiros corriam na esquerda dos boxeadores.

Para os turistas aquele nome pode trazer muitas curiosidades e duvidas. Por fim, até o sol assusta-se no momento em que esconde-se atrás das nuvens e posteriormente criando um clima tenso no ar, passam alguns minutos e agora o trio pode ouvir som de tiros, gritos, rugidos, claramente uma batalha está acontecendo mais a frente. O que farão?
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MensagemAssunto: Re: Uma nova lenda. Inicio em Dawn Island   Uma nova lenda. Inicio em Dawn Island - Página 4 EmptyQui 22 Set 2016, 21:17



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Enquanto Jacob colhia os bons frutos da vitória nos braços da sua morena, Ryu batia na porta do “hospital” procurando a gentil enfermeira de outrora. Era um encontro duplo nada convencional e ao invés de ganhar beijos ou carícias, o jovem selvagem acabou sendo meramente repreendido. Ficou sem jeito é claro, exibindo um sorriso torto e sem graça, até que respirou fundo respondendo com um ar meio que desanimador:

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- Pois acredite. Aquele cara não tem só tamanho, ele é bem forte. Eu quase aguentei todos os socos, mas aquele último... Foi diferente dos demais. Além disso... – falava paulatinamente. Cerrou os olhos e levando a destra fechada próxima a boca soltou um leve pigarro. Imaginava que Allan estaria a uma distância em que não pudesse ouvir o que iria dizer em seguida.

– Meu velhote dizia que quando as pessoas lutam por amor conseguem extrair o máximo de sua força. – não passava de uma desculpa esfarrapada, e ainda que pudesse haver alguma veracidade nisso, esse definitivamente não era o caso. Imagine agora que você está conversando com uma gatinha, e de repente escuta um rugido bem alto. Qualquer pessoa normal ficaria no mínimo surpresa, outras com medo. Ryu estava longe de ser taxado "normal".

- Um rugido? - Olhou para o lado buscando localizar de onde vinha o som, mas antes de obter qualquer resultado as pessoas começaram a correr desesperadamente de um lado para o outro buscando abrigo. Outras simplesmente fecharam suas portas e janelas formando uma espécie de quarentena. Em poucos segundos o lugar estava completamente deserto, mesmo a gentil enfermeira havia batido a porta na sua cara.

"O que diabos ta acontecendo nessa vila?" - Os marinheiros passaram ao seu lado correndo, e pelo menos um deles liderava o pelotão. Tetsuya passara a sua vida toda naquela ilha, e ainda assim nunca tinha ouvido falar sobre um Brahka. Que tipo de fera ela seria para mobilizar tantos marinheiros?  A simples ideia de encontrar um animal que nunca tinha visto o motivava a seguir os marinheiros. Antes de ir se aproximaria para trocar algumas palavras com o cozinheiro.

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- Ei grandão, você deveria levar a senhorita para um lugar mais seguro. Hoje mais cedo eu fiquei sabendo que os marinheiros estão explorando as pessoas da vila em troca de proteção e pelo menos até agora eu não sabia o porque. - a vila estava tão quieta e silenciosa que a única coisa que poderia ouvir, além da sua própria voz, era o som do vento levando do chão algumas poucas folhas que dançavam no ar. Essa atmosfera tranquila durou muito pouco. Tiros, gritos e rugidos podiam ser ouvidos mais distante dali anunciando o início da batalha.

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- Pelo visto já começou.- Com as mãos nos bolsos, virar-se-ia na direção de onde vinha barulho passando a caminhar tranquilamente em sua direção. Daria antes disso uma última olhada no casal na intenção de se despedir. - Eu não tenho a menor intenção de ajudar aqueles caras, mas também não posso ficar aqui parado imaginando que tipo de criatura faria um pelotão inteiro se mobilizar daquela forma. Eu mal posso esperar para encontrar... A tal de criatura que eles chamam de Brahka!


O brilho em seus olhos e a empolgação na sua voz lembrava a de uma criança que tinha acabado de ganhar um presente e estava ansioso em abri-lo. Obviamente nenhum pai daria ao seu filho um Brahka de presente ainda que eu não saiba o que é, mas enfim, você que está lendo entendeu o que eu quis dizer. - Foi um prazer conhecê-lo Jacob Allan, tenho certeza que iremos nos encontrar novamente. - Já de costas, apenas acenou com a mão direita para o cozinheiro.

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MensagemAssunto: Re: Uma nova lenda. Inicio em Dawn Island   Uma nova lenda. Inicio em Dawn Island - Página 4 EmptySex 23 Set 2016, 05:27

Lutando por todos, o cozinheiro vai a guerra  

Musica Tema




A minha animosidade acabou quando o auxiliei a levantar-se, de fato era algo que fiz por perceber a índole daquele jovem rapaz, era firme como uma rocha em ideais e apenas quando cruzamos os punhos pude ter a certeza convicta em meu cerne de que ele era um homem de fato. Apesar de minha deliciosa companhia é de praxe para homens que a suas mãos sejam dadas para que com isso se possa ter a possibilidade de se tornarem aliados no futuro e por isso não pude deixar de fazer isso e apesar da minha gentileza de tentar pagar-lhe o almoço o jovem rapaz agirá da maneira comum de recusa, o que de fato mostrava a sua pouca experiência quando tratava-se de passar dificuldades em comer, não o condenava, nem todos eram eu, apenas dei um leve sorriso e me virei tinha coisas a fazer com pessoas, mais precisamente Lucy.


Segui ate a mesma, a proximidade de nossos corpos causava choques, pude sentir o arrepio simplório em minha nuca quando a beijei como se não ouve-se um amanhã, como imaginar que uma boa conversa e um excelente confronto me confortaria com um carinho sem prescedentes? Acredito que ninguém, nem mais em seus sonhos mais loucos. Porem os beijos foram interrompidos por uma movimentação, de fato não reparei, não era do meu interesse no primeiro momento mas quando escutei os disparos, os gritos, os alvoroços  pude concluir que seria mais um dia repleto de conflitos interessantes,  meus lábios e os de Lucy quando os lábios de Lucy e os meus não se encontravam mais juntos, foram a hora compreender o que se passava ao meu redor de fato. Os sons que vinham por todos os lados só me fizeram virar-se de costas para a jovem mulher e reparar em tudo que encontrava-se a minha volta, as movimentações ( ou falta delas )e por isso minha ação foi falar para a bela mulher nas minhas costas.

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Broto, acho melhor voltar para o seu navio é mais seguro, depois nos encontramos aqui na praça novamente...

Meu tom era tranquilo, não queria deixa-la preocupada e por isso virei meu rosto para a mesma com um olhar singelo e tranquilo, altivo e motivador para que ela ficasse tranquila quanto a tudo que ocorreria em sequência , afinal não podia deixar a minha bela Lucy preocupada com os meus desejos nem com as minhas aventuras e por isso complementei minha frase com um singelo

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...afinal tenho que volta inteiro para você não é mesmo Broto?

O homem que outrora fora meu inimigo em um conflito de homens veio com sua postura risonha novamente, aquele jovem tinha esse problema, tinha esse aquém que indicava a sua personalidade mista de “ sentimentos “ e imposições de seus desejos, curioso pensar que uma das poucas pessoas que conheci assim em minha vida inteira foi Cristus, o padre que me criou em boa parte de minha vida antes de Obeha começar no orfanato a cuidar de mim para que me tornar-se o seu souschef e chef em sequência. Os conselhos dado pelo jovem não fora nada de tão diferente do que pronunciei a minha acompanhante anteriormente, mas o fato dele decidir ir na mesma direção parecia me mostrar que afinal guerreiros tem algo que os une constantemente : Possibilidade de lutas honrosas.  Apenas sorri e cerrei meus punhos, mostrando a empolgação que me permeava, foi nesse momento que me dirigi ao caminho de onde os gritos , tiros e movimentações  estavam a vir falando apenas para o rapaz de forma prática.


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Não se despeça de mim “meu chapa”, acho que vai precisar de um ou dois punhos para acabar com o problema que está por vir, “transa “ o que eu to dizendo?

E com um largo sorriso segui a direção daquilo que poderia de fato ser um grande desafio, era o momento de testar a minha força de forma real, a decisão de Lucy independia para mim a primeiro momento, a sua segura seria presada, mas esperava que a mesma tomasse a decisão mais sensata, pois as coisas ficariam interessantes e parecia que esse homem  a quem acompanhava iria ter a sua revanche, de outra forma.

bichaelson



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MensagemAssunto: Re: Uma nova lenda. Inicio em Dawn Island   Uma nova lenda. Inicio em Dawn Island - Página 4 EmptySex 23 Set 2016, 15:20

Boxeadores x Brahkas - Primeira parte!!



Por causa das reações anteriores, Ryu anda em direção ao cozinheiro com a intenção de dialogar com o sujeito e ele por sua vez, despede-se da sua amada do melhor jeito possível consequentemente fazendo a mulher segurar firme o paletó bem como dar alguns passos para trás. A real intenção da dama não é fugir uma vez que esconde-se ao lado de uma residência - Se você não voltar.. eu vou te buscar! As últimas palavras que o culinário escuta em relação da sua suposta namorada são calorosas e acolhedoras dado que demonstra o quanto o broto quer o homem do seu lado.

O modo como o gênio conversa, acaba lembrando Jacob de um instrutor antigo bem como amplia a visão sobre o alpinista já que ambos procuram seguir numa única direção, mas antes o sedutor não aguenta a empolgação e como resultado cerra os punhos. O boxeador de cabelos dourados procura despedir de Allan, contudo a resposta é completamente oposta do que espera escutar uma vez que o caçador oferece apoio para a futura luta.

Então depois de finalmente decidirem o que fazer, começam a percorrer em direção a grande luta e não demora alguns minutos para encontrar seus oponentes. - Ei Iúria, esses são nossos próximos lanches? Eram um trio de homens com o corpo musculoso, pele morena e repleta de pelos, também têm dois com uns dois metros de altura e o chefe destaca-se por ter uma aparência completamente diferente dos demais já que além de possuir três metros, também tinha uma enorme clava de aço nas mãos.

Um dos baixinhos faz uma questão para seu chefe - Sim, eles são de vocês! e a reposta do líder é tão clara como a água, demonstrando que os adversários dos pugilista eram monstros pequenos comparado a Iúria e a arma deles são as unhas enormes que contém em cada mão. O som da batalha na qual ouviam anteriormente, agora não existe e como resultado demonstra que apenas aqueles três cuidaram sozinhos de um esquadrão inteiro da marinha.

A situação fica mais critica quando o gigante invade uma casa após arrombar a porta, agora o que ele vai fazer dentro da moradia é desconhecido e o sangramento na boca de Tetsuya para, contudo ainda sente uma dor no maxilar. O que a dupla fará?
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Iúria Brahka:
 


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MensagemAssunto: Re: Uma nova lenda. Inicio em Dawn Island   Uma nova lenda. Inicio em Dawn Island - Página 4 EmptySab 24 Set 2016, 00:28



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Construir a cena de despedida sempre é uma tarefa árdua, e embora a última tenha ficado maravilhosamente carismática (para efeito cômico você pode imaginar estrelas douradas brilhando ao redor do rosto de Ryu), Jacob e o seu desejo interminável por lutas acabou estragando tudo. Nem mesmo a moça morena e seus beijos calientes conseguiram seduzir o cozinheiro, que com os seus punhos cerrados, exibia um semblante cada vez mais empolgado. Quanto ao pugilista de cabelos dourados...

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“O queeeeee? Quando eu disse que iríamos nos encontrar novamente não era para ser tão cedo assim. Jacob seu desgraçado, destruiu completamente meu momento poser, terei que repensar minha estratégia, humpf.” - rios e mais rios de lágrimas escorriam pela face como um mero alívio cômico, e apesar dos seus pensamentos indicarem certa raiva e frustração, pode ter certeza que lá no fundo Tetsuya estava feliz em ter o grandão ao seu lado.

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- Parece que não vou conseguir me livrar de você tão facilmente grandão. Tem certeza que quer deixar a senhorita para trás? Ela pode ficar com ciúmes hehehe.– mantinha o humor e otimismo de sempre deixando escapar um curto sorriso em seus lábios. Ryu sabia muito pouco sobre o passado de Jacob, ainda assim quando o encarava tinha a sensação de conhecê-lo a uma vida inteira.

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- Você também sente não é mesmo? Esse frio na barriga, e a mera expectativa de encontrar oponentes mais poderosos... Isso faz com que homens como a gente sigam sempre em frente nunca parando no mesmo lugar. - Temporariamente o seu rosto cheio de alegria começara a se distorcer como se fosse uma mera máscara. Levou a destra ao peito apertando a camisa, enquanto seus cabelos cobriam os olhos. Um sorriso maquiavélico surgiu sem que percebesse.

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A atmosfera sinistra a sua volta sumiu tão rapidamente quanto tinha chegado. Largou a camisa que apertava com força e ao erguer a cabeça mostrou que tinha voltado ao normal. - Ops, acabei me empolgando demais. - falava novamente com aquele seu jeito de moleque, os olhos não demonstravam nenhuma ameaça, mas certamente escondiam uma besta a ser temida.

- Nós já conversamos demais grandão, vamos indo, caso contrário não terá mais nada quando chegarmos lá. - Adiantou-se contendo os passos para que Allan se aproximasse. Restava claro que a curiosidade os encaminhava para um novo cenário cheio de possibilidades, deixando não somente o sol que se punha no horizonte para trás, mas a própria tranquilidade do vilarejo de Fruushin.

.
.
.



Apenas poucos minutos se passaram e em um piscar de olhos o vilarejo de Fruushin ficou para trás. O campo de batalha surgia a sua frente mostrando a extensão da sua selvageria. Corpos, armas e sangue espalhavam-se pelo lugar restando em pé somente três criaturas. Os marinheiros tinham perdido, ou melhor, foram massacrados. O garoto de cabelos dourados olhou para eles de cima para baixo como se fosse um próprio Deus e não teve pena, ao contrário, deliciou-se em vê-los estirados daquela forma.

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- Patético. - disse ele com palavras trovejantes. Seu corpo envolvido nas sombras revelava somente um dos seus olhos e parte do rosto. Podia não parecer, mas Tetsuya e o seu companheiro eram os últimos raios de esperança do vilarejo, se é que poderiam ser considerados dessa forma. - Eu não tinha pretensão alguma de fazer o trabalho sujo de vocês, mas pelo visto...  

Firmou seu olhar nos Brahkas. Eles deveriam ser criaturas terríveis, bestas imagináveis, entretanto não eram absolutamente nada do que sua mente tinha fantasiado. - Eu não tenho muita opção. É melhor assim, as pessoas do vilarejo não precisam de lixos como vocês. - Estava decepcionado, e ao mesmo tempo com raiva de não ter encontrado o que esperava. Se tinha algum marinheiro vivo lhe ouvindo também não fazia a menor diferença.

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- Devo admitir, estou desapontado. Eu esperava encontrar bestas diferentes de todas das que vi até hoje, no entanto tudo o que vejo a minha frente são apenas homens... - Os Brahkas podiam não ser as criaturas animalescas que esperava, mas a sua falta de intelecto colocava em cheque a sua própria humanidade. Homens que precisavam de um guia para agir não passavam - do ponto de vista de Ryu - de meras marionetes.

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- Talvez nem isso. - Daria um passo a frente enfim revelando-se por completo. Poucas vezes demonstrava um semblante tão sério, nem mesmo Jacob quando lutara contra Tetsuya tinha presenciado tamanha intensidade. Seu olhar intimidador avaliava cuidadosamente os corpos dos inimigos. - "Preciso tomar cuidado com essas garras." - julgou que as garras eram perigosas e deveriam ser mesmo, fora isso não tinha o que temer.

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- Eu fico com a da esquerda, e você o da direita. - Estenderia o punho direito em um gesto de parceria, e assim que fosse tocado já começaria o ataque. - "Não precisamos nos focar no líder agora, primeiro vamos acabar com esses dois." - Era um pensamento óbvio, afinal o tal do Iúria estava mais focado arrombar casa do que enfrentá-los, e isso meu amigo, iria lhe custar muito caro mais na frente!

Cerrou os punhos e seu espírito de luta cresceu rapidamente ganhando a forma de uma aura escura envolvendo todo a extensão do seu corpo. Seus pés começaram a mover-se agilmente saltando para frente e para trás aumentando o ritmo gradativamente. Ergueu os braços frente ao corpo com os cotovelos apontados para baixo. As mãos na altura do queixo auxiliariam na defesa de ataques no rosto. Era um estilo de luta ortodoxo.

Flexionaria os joelhos aproveitando toda a sua elasticidade, e então avançaria com um pequeno impulso em direção ao inimigo a sua frente. Era um movimento falso, uma mera distração e durante o percurso concentraria a força dos seus dedos tentando ir para a direita do Dente de Sabre Brahka curvando o seu próprio corpo. -
"Eu posso sentir... Estou mais rápido do que nunca!" - a surpresa em seu olhar mostrava que o próprio Ryu estava impressionado com o seu aumento repentino de velocidade.

Esperava com esse seu movimento um tanto quanto inusitado, que Jacob também o acompanhasse, só que em outra direção. A ideia de Tetsuya era um tanto quanto simples: fazer com que os Brahkas ficassem de costas um para o outro, e quando notassem que sua movimentação para trás estivesse comprometida, ai meus caros... Já seria tarde demais.

Atacaria de forma implacável. O punho esquerdo próximo ao corpo seria disparado em direção a parte esquerda do tronco da criatura como se fosse uma bala. Giraria todo o braço esquerdo e também o ombro com um movimento rotativo. O punho apenas acompanharia a rotação criada para causar um maior impacto. - "Eu sei oyaji, eu sei... Eu me lembro de todas as suas aulas. Se eu quiser limitar a mobilidade do meu oponente primeiro preciso focar meus esforços no seu corpo." - Ryu podia escutar a voz do seu pai claramente em sua mente dizendo como ele deveria atacar, e isso o deixava ainda mais motivado.

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- Escute bem Ryu, o corkscrew não serve somente para aumentar o impacto do seu soco, mas também para auxiliar na defesa. Quando você o utiliza seu cotovelo fica mais perto do tronco, e isso impede que sua guarda fique aberta. Jamais se esqueça disso.

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"O cotovelo sempre próximo ao corpo... Não posso me esquecer disso. - Era um golpe compacto, mas a sua execução deveria ser perfeita. Seu corpo de tanto praticar aquele golpe lembrava-se do passo a passo naturalmente tornando tudo muito fluido. Retornaria o braço constituindo a sua guarda, e independentemente de ter acertado o primeiro repetiria o mesmo processo mirando na mesma região novamente. Esses dois primeiros socos seriam apenas um aperitivo, uma preparação para o Grand Finale! 

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"Essa criatura... Ela não vai cair só com isso, eu preciso finalizar, mas será que consigo... Usar minha direita?" - A luta de antes tinha lhe deixado o receio em usar seu braço direito, afinal, tinha sentido uma pontada no mesmo lugar. -  "Não, eu não posso pensar nisso agora. Mesmo que abra o meu ferimento eu tenho que usá-la. Os dois primeiros golpes foram para ele baixar a cabeça, o terceiro será ainda mais destrutivo! - Deixando a hesitação de lado, o pugilista concentrou toda a sua força de vontade no punho direito. Preparou-se mentalmente para qualquer pontada que viria a sentir no ombro, e conformou-se que não havia outra solução.

- Essa luta acaba agora! Pisaria forte com o pé esquerdo formando uma base sólida, e girando o quadril faria a transferência de peso para frente impulsionando o seu próximo golpe. Ryu podia sentir cada fibra do seu corpo em ação, o coração batia acelerado, e a adrenalina fazia com que gerasse ainda mais força. Afastou da sua mente qualquer empecilho que pudesse ter com o ombro direito. Estava focado no inimigo e em sua destruição iminente. Não deixaria o Brahka escapar. Se ele tentasse fugir para o lado direito ou esquerdo o rapaz acompanharia os seus movimentos usando a elasticidade dos dedos dos pés com um grande impulso. O próximo soco seria um corkscrew direto de direita bem na têmpora. A força gerada daria a sensação de que o punho do rapaz cortaria o próprio ar aumentando a velocidade drasticamente.

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Você pode está pensando: e se o Brahka atacar primeiro, o que Tetsuya fará? Jamais se esqueça, o garoto é um pugilista nato, um grande lutador. Caso o animal ataque primeiro o Ryu obviamente utilizaria seu rápido movimento com os pés para se esquivar certo? Golpes frontais em direção ao tronco poderiam ser facilmente esquivados para o lado esquerdo deixando ainda a oportunidade para o contra-ataque. No que diz respeito a cabeça, bastaria se agachar, ou simplesmente movê-la de um lado para o outro dependendo de onde está sendo mirado. De todo jeito assim que se esquivasse o loiro faria os mesmos movimentos citados anteriormente, indo para o lado do bicho e deixando-o de costas para o outro.


Citação :

Inicio do combate:
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Citação :

Segunda etapa:
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Citação :
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MensagemAssunto: Re: Uma nova lenda. Inicio em Dawn Island   Uma nova lenda. Inicio em Dawn Island - Página 4 EmptySab 24 Set 2016, 04:15

Punhos e ideais  

Musica Tema





Deixar aquela bela mulher para trás era como se eu tivesse partindo um parte do meu ser e deixando para lá, mas era uma decisão que eu tinha que tomar, era a decisão mais precisa para que ela se mantivesse seguro, ou algo como ela se ferir poderia ser um ato imperdoável de minhas ações inconsequentes, a despedida foi feita com o breve sorriso, um olhar e um asceno, palavras doces que mostravam a preocupação, palavras solenes que mostravam que eu tinha que voltar. Quando senti meu pulso apertar compreendi que o meu corpo e meu cerne de guerreiro me levava ate o campo de batalha, eu era um homem e um homem nunca deve deixar de lutar, sempre deve tentar mesmo que tudo pareça perdido, mesmo que seja seu único sopro de vida, ele deve gastar esse sopro tentando derrotar aquilo que o fere como um homem e por isso minha escolha foi óbvia , eu desejava de fato seguir o meu caminho para aquele campo de batalha.


O jovem rapaz tinha o cerne de um homem, eu podia notar suas expressões e seus desejos eram impostos em seus sorrisos, impostos em suas falas e ações, ele apenas era jovem, inexperiente, não tinha vivido o suficiente para compreender o real peso que a palavra “ experiência “ tinha, mas ele aprenderia de forma árdua e dura assim como eu mesmo aprendi no passado, quando ele aproximou-se e falou suas primeiras palavras minha única reação foi o arquear de sobrancelhas típico de quem mostra que é uma invasão de privacidade, mas foi no momento que ele abriu o seu coração que pude ver o que ele desejava , o que seu cerne de homem queria acima de tudo e foi nesse momento que levantei minha mão para o mesmo e apontei com uma expressão minha mostrando o meu contentamento e proferindo minhas palavras para que ele compreendesse:


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Um homem não sente meu chapa, um homem vive, aprenda uma coisa, homens agem pelos seus próprios ideais e se deseja se tornar um homem precisa primeiro aprender que enfrente a uma batalha um homem nunca recua!


Era preciso que ele compreendesse o que estava por vir e não poderia explicar de melhor maneira do que essa para que ele sentisse o que estava por vir, pois tratava-se de um confronto sem garantia alguma de volta a segurança de uma cama aconchegante, mas  foi ao ver o mesmo empolgar-se com cada palavra dita e com cada sentimento extrapolado que pude compreender, aquele garoto tinha o que era preciso para ser um homem de fato, para ele faltava apenas uma grande coisa para tornar-se por fim um homem completo, ele precisava de um objetivo condutor maior que seus desejos pessoais, mas ele logo encontraria, todos encontram isso quando  ainda jovem e logo então partimos para o próximo ponto, par ao local onde apenas aqueles que eram fortes iriam sobreviver.


Foi ao chegar naquele fétido lugar que pude reparar no que tinha acontecido, o local encontrava-se tão destruído quanto poderia estar, pessoas feridas  e/ou mortas por todos os lados, homens que lutaram bravamente mas acabaram por perecer diante de um inimigo que não poderia dizer ser menos do que peculiar. E naquele instante duas coisas aconteceram que chamaram a minha atenção, uma foi a evidente raiva e demonstração de pouca maturidade do jovem em comparar aqueles homens caídos com “ fracos e traiçoeiros”, o mal da juventude é encontrar apenas essa a solução em meio a tudo, ele um dia compreenderia que caminhos e escolhas não nos fazem melhores ou pior, nos fazem ser o que nós somos e a segunda coisa que me chamou a atenção era perceber que de fato o jovem estava pronto para arriscar tudo em meio ao conflito.


Pude ver o que estava a nossa frente, homens “gatos” que pareciam de fato interessados em mostrar-se capazes e intimidadores por suas palavras, palavras que eram jogadas ao vento pois nada daquilo era de fato uma intimidação , o jovem Ryu por outro lado mostrava-se intimidador, mostrava-se pronto para o combate e apenas uma criança não compreenderia que aquilo era o decreto de guerra de um homem contra o ideal de outro homem e apenas um resultado se sai desse conflito tão típico, a derrota de um desses ideais. Aquilo me contaminou, sim já estava completamente pronto a partir do momento que abri as portas daquele orfanato e parti, naquele dia me mostrei pronto para seguir o meu caminho, me  mostrei pronto para seguir e linha reta para o destino e sonho de me tornar um cozinheiro com um menu completo que pudesse alimentar a todos, amigos, inimigos, aliados, rivais e etc, e não seria aqueles homens –gato que me impediriam de realizar esse sonho e por isso apenas uma coisa pode ser expressada por mim naquele momento,  a fúria.


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Me recordo que uma vez um velho homem falou para mim ” Existem apenas três coisas que um homem deve temer: A louca paixão de uma mulher, a calmaria antes de uma tempestade e a fúria de um homem gentil.” e naquele momento, com tantos homens feridos por tentarem fazer o que deveriam fazer, por terem lutado por um ideal, ao lado do jovem homem que se formava e que naquele momento partilharia comigo não uma, ou duas, mas todas as sensações de uma batalha real entre homens que tem um ideal e pelo bem de um vilarejo que não tinha proteção nada podia ser dito se não o que falei em sequência ao ouvir o comentário do rapaz de qual lado ele seguiria para o conflito.


Não deixe nada no seu lado meu chapa, ou vou ter que acabar com a suas sobras também...


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O comprimento de socos que foi feito do jovem coincidiu com o meu, uma prova viva de que naquele momento homens que lutavam pelo mesmo ideal encontravam-se em conjunto em um campo de batalha onde apenas uma coisa era desejada, a vitória a qualquer custo. Eu me lembro de sentir o corpo formigar, era como se mais uma vez eu estivesse naquela cozinha maldita com o velho homem que me treinava como seu souschef, me recordo muito bem, tantas panelas cozinhando e o velho Obeha fazia questão de me deixar pronto para um conflito eminente, socos enquanto eu cozinhava, esquivar de facas enquanto eu preparava os molhos, socar carnes pois não tínhamos como amaciar de outra forma, me encontrava todos os dias em um inferno que era aquela cozinha, não tinha como descrever de outra forma, mas me lembro do dia que ele me disse as palavras que mudariam a minha vida ” Já faz um ano que está aprendendo a se esquivar e a se defender, agora chegou a hora de começar a socar para valer moleque.”


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Nunca sabia se tinha medo ou alivio quando via sua feição de sorrir, de fato aquele homem era o que se chamava de “ osso duro “, foi quando aprendi a lutar, de fato ele me mostrou que a cozinha era como um campo de batalha e eram os seus ensinamentos que eu aplicaria naquela luta, ensinamentos que mudaram a minha vida que me mostraram como crescer não só como homem, mas como individuo de caráter.  Quando minhas pernas se viram flexionando percebi que meu corpo começava a reagir conforme a sincronia daquele momento, Ryu tinha o intuito de disparar para o inimigo, arriscado mas ele aparentemente estava apostando em sua velocidade e se era isso que ele desejava, assim seria feito, com as mãos cerradas resolvi seguir o plano que aquela sinergia pessoal me indicava quando Ryu sumiu de minha visão periférica compreendi, era a hora do conflito, minha direção de combate foi a mesma, o oponente a minha frente no segundo que os pés alcançaram o máximo de sua elasticidade em conjunto com as pernas era o momento de virar, a guinada de corpo com o movimento das pernas em rotação era o mais simples, com isso um segundo impulso era dado para que a posição do inimigo e a minha estivesse frente a frente para um combate corpo a corpo, mas de castas para seu aliado, o deixando no meio de um fogo cruzado.


O golpe que meu corpo propôs a seguir era mais do que eu poderia fazer, minha opção foi diferente ir na direção do inimigo para um terceiro Dash mostraria a intenção de ataque frontal, existe uma falha crucial em uma taque frontal, o inimigo pode fazer o mesmo o apenas se esquivar , porem existe uma falha que apenas aqueles que atacam assim percebem , o inimigo não consegue se mover corretamente se ele tem um obstáculo em suas costas, e com o movimento feito anteriormente era nisso que tinha que apostar, meu braço direito seria  catalizador do golpe mas não o executor e por isso direcionou-se ao oponente, porem foi no momento crucial que um pequeno salto foi dado com o pé esquerdo, a velocidade mas a troca de mãos proporcionou um outro golpe fora do padrão, um “dowcurt “( inverso de uppercurt que vem de baixo para cima ) , um golpe de puro e simples engodo técnico, pois a aposta na pouca mobilidade pela posição criada pelos movimentos meu e do Ryu sejam o suficientes para o golpe fazendo com que a esquiva seja apenas uma para trás onde não existe a saída, do contrario a esquerda o atingiria pela saída esquerda e o golpe estava sendo desferido diretamente pela direita o que tem como intenção fazer o inimigo esquivar para um dos lados opostos ou defender ( o lado falso ) tudo isso feito enquanto eu grito:


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Os francos caem, mas existe algo que eles sempre fazem que é levantar...


Com o movimento feito apenas um outro era possível no termino do mesmo, pois ao aterrissar o soco , um segundo soco era desferido como um cruzado nas costelas , um soco tática que consiste em um movimento semi-circular ao redor do corpo do oponente , fazendo com que a brecha seja causada não pelo movimento do golpe e sim pela esquiva feita, pois esquivar-se dele exige uma movimentação para trás e é com esse comprometimento que o soco conta para ser eficaz o suficiente e acabe criando a brecha . Porem manter-se esquivo nessa situação exige o treinamento preciso e por isso que quando desferido o soco meu corpo rotacional de forma a encaixar-se na junção do braço do inimigo, impedido que ele possa me golpear diretamente com sua arma principal que são suas garras e que não possa com isso movimentar as pernas para cima por causa do desequilíbrio que isso causaria em conjunto com o pouco espaço, o que me permitiria falar mais uma frase:


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...e quando eles se levantam, meu chapa...


Meus dentes trincariam de força, toda extensão do meu corpo faria com que o golpe em sequência fosse o mais rápido e poderoso golpe que poderia desferir, aproveitando os movimentos em conjunto com os de Ryan fazendo com que a falta de mobilidade de nossos inimigos sejam o fim, sejam aquilo que vai decretar apenas uma coisa, a derrota deles e com a mesma proximidade suficiente para que com isso ele não pudesse ter brechas de movimento devido ao posicionamento seria desferido o meu soco visando acabar com aquilo não só com a força dos braços mas a velocidade imposta e o choque de corpos feito por Ryu e a minha pessoa após a serie de golpes nesse corredor da morte criado para finalizar nossos inimigos , fazendo assim com que eu proferisse minha ultima frase:


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...não a nada que possa para-los.

bichaelson



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MensagemAssunto: Re: Uma nova lenda. Inicio em Dawn Island   Uma nova lenda. Inicio em Dawn Island - Página 4 EmptyDom 25 Set 2016, 05:18

Uma luta colossal!



Ryu e Jacob dialogam entre si e no final acabam batendo os punhos consequentemente transmitindo todos os sentimentos em relação a futura batalha bem como ganham um maior entendimento da forma em que ambos pensam. O alpinista utiliza uma posição ortodoxa enquanto locomove seus pés para frente e trás, durante esse mesmo momento, o cozinheiro entende a mensagem cujo é para deixar os seus inimigos virados de costas um para o outro e como resultado decide avançar até o brahka da direita.

A luta inicia quando os boxeadores partem pra cima dos seus adversários, contudo o que eles não esperam é que a dupla selvagem avança ao mesmo tempo e isso não impede do culinário de soltar um soco na barriga de seu oponente, mas infelizmente devido a pouca força do botânico - Que fraco! não surte efeito nenhum no Brahka bem como nota uma pequena dor nos ossos da mão dado que para Allan aparentemente atacou uma estrutura corporal dura como rocha e também é debochado pelo homem peludo.

Em outro ponto de vista, está o lutador de rua enganando seu inimigo uma vez que pula para o lado - Meu nome é Victor, quando você for derrotado.. precisa saber quem foi o responsável hahaha! O rapaz selvagem revela seu nome e também sua personalidade convencida, alguns segundos depois Tetsuya avança com um perfeito direto de esquerda e reage diferente de seu parceiro uma vez que  bloque-a a investida com uma defesa com os braços em forma de x, todavia devido a força do garoto desloca Victor alguns centímetros para trás.

O cozinheiro executa um segundo soco de direita visando as costelas, contudo finaliza da mesma maneira da primeira ofensiva e não para por ai dado que Allan executa mais uma ofensiva que para na resistência do selvagem. - Com esse nível de força não vai me machucar, afinal sou Logan, o mutilador! O Brahka anuncia sua nomenclatura enquanto gaba-se da sua força

O plano de ambos pugilistas concretizam-se dado que respectivos inimigos encontram-se um de costas para o outro. À medida que a batalha acontece, gritos podem ser ouvidos daquela casa e porém cessa rapidamente; Não demora mais do que cinco minutos para Iúria sair pela janela com um sacola imensa nas costas bem como um quantidade imensa de sangue tanto nas mãos quanto na boca e sem ligar para a luta vira-se em direção á uma outra moradia. O que tinha na sacola? O porque do sangue? As respostas são óbvias, mas será que a dupla consegue ter tempo de perceber?

Em suma, a pequena guerra continua quando o alpinista utiliza o mesmo movimento contra Victor - De novo? Está me insultando? Dessa vez, o selvagem usufrui de uma estratégia diferente visto que com o braço direito meramente empurra o punho esquerdo do intimidador.

Mas aquela defesa não destrói o espirito de luta do menino uma vez que o mesmo prossegue utilizando um corkscrew direto de direita visando a têmpora na qual atinge em cheio. Como resultado, Victor acaba ficando um pouco desnorteado demonstrando facilmente isso devido o balançar de cabeça. - Maldito.. A raiva do selvagem pode ser naturalmente notada pelas suas palavras de frustração.

O chefe dos Brahka está aprontando nas redondezas e não há ninguém para ajudar. O que os dois farão?
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