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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Crônica do Leste: O larápio caótico

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Crônica do Leste: O larápio caótico   Crônica do Leste: O larápio caótico - Página 6 EmptyQua 01 Jun 2016, 14:33

Relembrando a primeira mensagem :

Crônica do Leste: O larápio caótico.

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Elrick Alfagor. A qual não possui narrador definido.


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Blackfish
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MensagemAssunto: Re: Crônica do Leste: O larápio caótico   Crônica do Leste: O larápio caótico - Página 6 EmptyDom 12 Mar 2017, 11:40

5-25: O caos alvorece


Ao vê-lo colocando a missão em prática eu me esconderia atrás de arbusto e folhas secas em montante, observaria atento as ações de Marquês ao chamar a polícia.

Fedendo a estrume? Quem esse sujet pensa que é? — Sussurraria irritado e incomodado.

Observando que havia funcionado colocar os policias em rotas inversa do normal, e abrir uma brecha para nós colocarmos em ênfase o plano Alfagor, fiquei surpreso e gratificado, era como se Marquês fosse uma versão minha, cafajeste e larápio mais velho... E com mais influência.

Não é que o tiozinho é bom mesmo? Qui serait! Sussurraria.

Após receber o golpe de cassetete pularia para trás formando pelo minimo de cinco passos de distância do policial, no calor da batalha e com o sangue agora bombeando e aumentando minha adrenalina retirava um tempo mantendo minha mente calma, meu temperamento calmo, para analisar visualmente o corpo do sujeito com algum tipo de chave, armas, e armas de fogo evitando qualquer dano prolongado e até minha morte. Caso houvesse armas de fogo ou de corte colocaria como alvo para desarma-lo.

Avançaria contra o homem em zigue-zague, ignoraria a leve dor na costela e levaria meu corpo em aceleração para maior mobilidade nos passos, confundiria o homem aonde fosse atacar e utilizando de minha ginga em batalha, meu taekwondo e minha aceleração em golpes jogaria meu tronco para frente-baixo evitando qualquer tipo de estocada, ataque direto, em arco e na vertical, logo finalizando subindo minha perna rígida e desferindo um mortal mesclado com um chute em arco visando acertar diretamente o ombro do rapaz descendo todos meus setenta e dois quilos sobre o corpo do mesmo, visando desmaiá-lo pelo impacto e pelo peso. Por fim cairia com as pernas dobradas e o corpo curvado no chão, em posição como um macaco, para finalizar desvencilharia um giro de sento e oitenta graus dando uma rasteira para deixar o homem no chão e imóvel.

Em casos de esquiva-defesa, sempre avançaria com o tronco levemente abaixado evitando estocadas e golpes vertical, rolaria para esquerda o para direita pressentindo os ataques e evitando qualquer tipo de corte horizontal. Que por fim de caso fosse surpreendido com chutes ou socos focalizados no peitoral ou costelas agacharia ou pularia evitando-os ou deixaria seus braços cruzados em forma de "x" para defende-los.

E você é o preguiçoso que não me capturou, idiot Exclamaria.

Vasculharia o homem e por fim retirando algumas coisas como chaves, mapas, den-den mushis e coisas variadas de afins, procuraria arrastá-lo para perto de alguma cela retirando-o da visão central dos corredores e de possíveis outros guardas. Abriria a cela mais próxima com as possíveis chaves ou com meu dote natural de arrombamento, colocaria o policial deitado na cama e se viraria para o(s) preso(s).

Então, é o seguinte, vou tirar todos vocês daqui! Mais des amis está acontecendo uma revolução em Dawn Island, nós vamos tirar Doroth do poder, quero que vocês me ajudem a liberar os outros presos e façam o quê quiser na cidade... Beau, não esqueçam de dizer que vieram pelo Elrick Alfagor! — Diria ao entrar em todas as celas.

Ajudaria o máximo possíveis de presos a sair daquelas celas, daria as chaves ou meios de abrir as outras para conseguir em menos tempo retirar mais presos.

Caso de houvesse de aparecer policiais ordenaria para que todos presos fechassem a cela e fingir que estaria fechada, deixaria que os policias passassem no meio do corredor criando uma emboscada, mandaria que atacassem de todos os lados deixando-os sem local para fugir e nocauteando-os de uma vez só, já que estávamos em maior número, assim roubando qualquer tipo de arma ou utensílios e prendendo dentro das celas.

Após termos chances de sair da prisão me encontraria com Marquês e indicaria para que o grupo de presos fossem a outros presidiários e hospitais para criar desordem, fossem saquear, nocautear guardas ou criassem a desordem que quisessem em meu nome.

VÃO! DESTRUAM TUDO! — Diria gritando gratificado e criando uma espécie de encorajamento — ESSE É O PREÇO DA LIBERDADE DE VOCÊS! INCRIOYABLE! DIGAM QUE ALFAGOR DEVOLVEU A DIGNIDADE DE VOCÊS, E MOSTREM, O QUÊ A DOR DE UMA PRISÃO PODEM MUDAR EM UM HOMEM... EU DOU A VOCÊS, O MUNDO! TOMEM O PARA SI!

Se voltaria a Don Marquês e se certificaria que os dois saíssem de rota mais visível pois as coisas começariam a aumentar as proporções, não daria para ser furtivo em todos os modos, ainda mais que possivelmente meu nome estaria rolando por toda Dawn Island, aquilo me intrigava e formigava todas partes do meu corpo, meu sorriso psicodélico e meus olhos vidrados como o de um drogado deixaria explícito em meu semblante que sentia prazer em estar rodeado de caos e desordem, era um animal selvagem retomando sua fúria animalesca.

Vamos ao próximo presidio ou hospital? Você conhece a ilha, você escolhe ami Diria a Marquês — Mas eu sugiro queimarmos um hospital, levar alguns presos, e deixar claro para Doroth que as coisas vão mudar!  

Ficaria a mercê de meu camarada e cúmplice naquele adverto contra a cidadania e ordem, ficaria sempre furtivo para não ser reconhecido e não ter meus planos acabados de começo, ficaria sempre preocupado tentando calcular um momento certo para se locomover para o portão e colocar Thiaguinho e Péricles dentro do palácio.
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MensagemAssunto: Re: Crônica do Leste: O larápio caótico   Crônica do Leste: O larápio caótico - Página 6 EmptySeg 13 Mar 2017, 19:24

~Narração~



Após ser recebido agressivamente pelo policial que restou, (ou não, hehe) Alfagor salta para trás, e começa a observar o inimigo. O policial não aparenta ter nenhuma mania que possa atrapalhá-lo na luta. Em seu corpo, somente o cassetete e as chaves das celas. O larápio então avança em zigue zague, e com um salto, desferiu um chute guilhotina no ombro do policial, que cai de quatro.

-E você é o preguiçoso que não me capturou, "idiot"! -Respondeu o comentário do policial.

O policial aproveita sua posição, e impulsiona seu corpo com todos os membros, e levanta já utilizando o impulso para atacar. Ele se levanta rápido, e em um movimento de arco, acerta com o cassetete no rosto do larápio, que fica tonto com o forte golpe.

-Relaxa garoto, pode deixar que agora você é meu! -Diz o policial, avançando contra Alfagor.


OFF:
 

OFF2:
 

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MensagemAssunto: Re: Crônica do Leste: O larápio caótico   Crônica do Leste: O larápio caótico - Página 6 EmptySeg 13 Mar 2017, 22:11

6-26: Rebelião


Analisaria aquela situação, ao sentir meu corpo fraquejar e meus pés tomarem rumos diferentes do meu comum, meu tronco rodopiaria lentamente em uma fracção de segundos e minha mente girava em sentido anti-horário, minha visão ficaria turva ate até que voltaria a consciência e observado o policial que havia de me atacado.

Deveria se sentir honrado... — Falaria juntando saliva mesclada com sangue na boca e logo cuspindo no chão —... Infaillible como um pessoa tão comum me acertou, mas não fique feliz por muito tempo, vengeance é um prato que se come frio!

O calor da batalha e o sangue bombeando em todo meu corpo devida a uma reação repentina pelo golpe desferido em minha face, enquanto o homem realizava seus movimentos utilizaria de meu temperamento calmo e minha aceleração natural para fazer uma breve analise do meu rosto, passaria minha mão sobre a bochecha e movimentaria o queixo para me certificar que não havia quebrá-lo, de certa forma era delicado com meu corpo, não gostaria de danificá-lo, mas cada vez que era danificado ele reagia com mais ânimo para o frenesi de batalha.

Mais relaxado que isso? — Estalaria os braços e ficaria em posição de combate — Aí você quer que eu durma, frère!

Avançaria seguindo os mesmos passos do homem, ficaria atento para manter uma distância da qual minha perna pudesse percorrer o ar e desferir poderosas ondas de choque para intensificar o ataque, no meio do caminho mudaria minha rota para confundir o homem andando em círculos por volta do mesmo, desviaria com saltos, pulos adicionados a rolamentos acrobáticos no chão e rápidas esquivas jogando o ombro como impulsor e a perna como apoio no chão fazendo uma jogada de quadris para me movimentar com mais proeza por volta do mesmo, esperaria uma brecha na postura do homem e logo que estivesse nas costas do mesmo saltaria levando em impulso a perna esquerda levando todo meu peso puxando em cento e oitenta graus, usando da gravidade e meu peso para cortar o ar em um arco nítido obtendo o foco da costela do sujeito, deixando rígido os dedos dos meus pés dentro da bota e desvencilhando um chute impactante na costela visando quebrá-la.

Como segundo movimento, caso o primeiro não fosse eficaz, após realizar o primeiro chute na costela utilizaria do tempo e impacto para levar a perna direita no outro lado da costela do homem, assim ficando em horizontal na distância de meu braço do chão, com as pernas grudadas nas laterais do adversário forçaria meu peso jogando os braços curvados para intensificar meu peso e realizar um giro forçando o homem cair para frente junto com meu peso e o fazer cair diretamente de face no chão, somando meu peso, a gravidade, o peso dele e a intensificação de meu chute.

Em ações de esquiva e defensiva em ataques focados as laterais e estocadas saltaria e esticaria os pés para proteger as laterais com as pernas dobradas recebendo todo o dano nas coxas, em estocadas diretas jogaria o corpo para esquerda ficando de lado e recebendo os danos diretos na coxa e panturrilha, para ataques abaixo da cintura, saltaria e pousaria no chão realizando um giro colocando as costas no chão e levantando afim de perceber possíveis próximos ataques e jogando para o lado sempre usando de dotes naturais de aceleração e acrobacia. Jogaria sempre o corpo com ginga para as laterais afins de desviar de golpes diretos, e sempre uma parada para trás cerca de um passo curvando o torso levemente em sessenta graus evitando ataques diretos.

Em contra-ataques após saltar e esquivar de ataques já pairando no ar realizaria um forte chute centralizado no nariz do inimigo afim de nocaute-alo. E em base a contra-ataques no solo, desferiria rasteiras.

Se de alguma forma nocauteasse o inimigo procuraria em volta mais deles, caso não, faria as ações anteriores de libertação aos presos.  


Off:
 

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MensagemAssunto: Re: Crônica do Leste: O larápio caótico   Crônica do Leste: O larápio caótico - Página 6 EmptySeg 13 Mar 2017, 23:16

~Narração~



A luta estava esquentando e Alfagor estava criando gosto pela batalha. O larápio se movia agilmente, flutuava como uma borboleta em volta do policial, que tentava acertar golpes mas Elrick se desviava facilmente. Em certo momento, Alfagor desfere um poderoso chute nas costelas do policial, que perde o ar com o impacto. Num novo golpe, Alfagor acerta o outro lado do tórax do policial, que recebe o golpe, mas prende a perna do larápio entre seu braço e seu corpo.

-Filho da puta!

O policial acerta um golpe de cassetete na perna do larápio, que sente sua perna doer de forma insana. O policial solta a perna do larápio, e solta um comentário dizendo: -Quero ver como vai lutar agora, babaca!
-O que ele não esperava é que durante seu falatório o larápio desferisse um chute alto, acertando a cabeça do policial, que cai desacordado. Alfagor então recolhe o molho de chaves e passeia pela prisão. Não é uma grande quantidade de prisioneiros, 20 no máximo, mas já é um numero considerável. O larápio então liberta os presidiários, gritando sempre o que deveriam fazer. -VÃO! DESTRUAM TUDO! ESSE É O PREÇO DA LIBERDADE DE VOCÊS! INCRIOYABLE! DIGAM QUE ALFAGOR DEVOLVEU A DIGNIDADE DE VOCÊS, E MOSTREM, O QUÊ A DOR DE UMA PRISÃO PODEM MUDAR EM UM HOMEM... EU DOU A VOCÊS, O MUNDO! TOMEM O PARA SI!
-A partir desse momento, o caos estava instaurado em Porto Branco. Os homens de Marquês e os prisioneiros começavam a destruir e saquear casas, nocautear policiais, incendiar o que viam pela frente. Um cenário que era de calmaria até momentos atrás se transformava num pandemônio.

-Vamos ao próximo presidio ou hospital? Você conhece a ilha, você escolhe "ami", mas eu sugiro queimarmos um hospital, levar alguns presos, e deixar claro para Doroth que as coisas vão mudar!  

-Você quer deixar as coisas mais claras do que isso? HAHAHA, jovem, você é uma comédia. Deixe que os rapazes cuidem da festa. Nós dois temos que ir buscar a atração principal, DOROTH!

A dupla então segue em direção a casa de Doroth. Marquês parece extasiado com a situação atual, imaginando todo o poder que conseguirá com a ajuda de Alfagor.


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Última edição por Jinsang em Ter 14 Mar 2017, 18:07, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Crônica do Leste: O larápio caótico   Crônica do Leste: O larápio caótico - Página 6 EmptyTer 14 Mar 2017, 11:04

6-27: Proscrito no inferno e exilado no céu


Eram pontadas de dor e palpitações na minha perna, sentia uma dor alarmante que fazia meus nervos ficarem a flor da pele, porém, acreditei que aquilo era momentâneo e não deixei que interferisse em meu caminho. O plano Alfagor já estava nas suas meadas, já havíamos de invadido Porto Branco, críamos uma rebelião e possivelmente chamamos a atenção da autoridade e agora consegui trazer mais alguns presos comigo, logo após de minha breve batalha contra um policial armado, estava um pouco soado e cansado devido meu êxtase para lutar, sempre dava tudo de si e procurava deixar meu metabolismo em pronto de bala, logo, isso me dava fome e sede após a batalha.

Ouviria atentamente as palavras de Marquês, ele parecia mais animado do quê eu, era meu próprio plano, porém aquilo era maior do que colocar caos no palácio, eu sentia o aroma de suor mesclado com sangue e os ruídos de gritos e urros de dor, era som para meus tímpanos, em meio a palavras severas do Don eu usaria de meu temperamento calmo e natureza acelerada para observar o caos ao meu redor, abriria os braços e manteria meu corpo em forma de cruz respirando fundo e criando osmose daquele ambiente desordeiro. Olharia ao meu redor todas aquelas situações, possíveis presidiários destruindo construções e combatendo policiais, os próprios homens-da-lei tentando impedir o massacre rebelde, talvez explosões e chamas, o mundo parecia desabar em Dawn Island, mas para mim, eu encontrava minha paz interior naquele pandemônio.

Você pensa alto, mon bon Diria totalmente calmo — Mas enquanto ao "T"?!!

Tentaria avisar a Don Marquês, eu poderia ser o mandante da situação porém aquele homem era meu auxílio, não poderia avançar sem a ajuda dele e de seus homens, então seguiria-o e ficaria em mente de como meu antigo companheiro adentraria novamente ao palácio, eu acreditava que por ser um delinquente conhecedor de diversos perímetros ele iria se sair bem.

Enquanto avançaríamos pela rua tentaria adentrar cada vez mais ao caos, passaria cantarolando em meio ao inferno, chutaria fortemente qualquer obstáculo que apareceria em nossa frente e sempre ficaria esperto diante a qualquer perigo, armas de fogo, ataques surpresa e afins, sempre jogaria meu corpo para o solo e realizaria rolamentos espontâneos e giros sincronizados para desviar de golpes furtivos.

Sonhei que as pessoas eram boas, mercy... ♪ ♫ — Tentaria cantarolar ao atravessar o inferno — ...Em um mundo de amour... ♪ — Manteria afinação perfeita arrumando minhas madeixas — ...E acordei nesse mundo marginal... ♫

Observaria em todas as posições como se o caos retirasse minha sanidade mental e me daria mais forças e foco para batalhar, ficaria atento a qualquer tipo de guarda da alta corte e indicaria com gestos para que meu companheiro também ficasse duvidoso com nossa segurança atual. Procuraria algum ponto estratégico para adentrar no recinto onde não fôssemos vistos, caso não houvesse, instruiria a alguns rebeldes a perto que adentrasse no palácio real de Doroth comigo e Marquês.

IRMÃOS DE GUERRE Gritaria eufórico — VENHAM CONOSCO TOMAR O QUÊ É NOSSO POR DIREITO!

Se voltaria a Marquês após deixar os meliantes irem a frente.

O plano é os seguinte, ami, vamos deixar eles de peões para abrir o flanco e vamos sair destruindo tudo até encontrar Doroth, chegando lá, deixa que eu cuido dele... — Diria com um sorriso psicótico — Tenho assuntos pendentes.

Esperaria a resposta imediata de Marquês, então, avançaria conforme os homens progredissem e combateria quem estivesse pela frente, sempre com a guarda levantada.

ALFAGOR, ALFAGOR! — Gritaria e instruiria aos homens a gritar.

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MensagemAssunto: Re: Crônica do Leste: O larápio caótico   Crônica do Leste: O larápio caótico - Página 6 EmptyTer 14 Mar 2017, 20:35

~Narração~



Alfagor estava extasiado com o caos que se espalhava por Porto Branco. O jovem aproveitava a algazarra do local, como se fosse uma festa. Marquês desperta o larápio de seus devaneios, dizendo que os dois devem ir atrás de Doroth. Alfagor responde:

-Você pensa alto, "mon bon". Mas enquanto ao "T"?!!

-Não se preocupe. Thiago é um dos gatunos mais inteligentes que já conheci. Você deve se perguntar, "Por que diabos ele não é rico e essas coisas, já que é tão inteligente?". A verdade é que ele é tão inteligente que prefere evitar riscos grandes. Os roubos que aquele garoto fez foram simplesmente grandiosos. E ele dividiu o lucro com todos os companheiros de seu grupo, o Exaltasamba. Ele vai saber o que fazer.

A dupla segue caminhando em direção a mansão de Doroth. Alfagor cantarola alguns versos enquanto Don olha para os lados, parecendo estar preocupado com algo. O larápio começa a instigar os rebeldes a seguí-lo, e a gritarem seu nome, espalhando o legado que estava tentando construir, como o plano arquitetado em sua mente.

-IRMÃOS DE "GUERRE", VENHAM CONOSCO TOMAR O QUÊ É NOSSO POR DIREITO! -Gritou.

A verdade era que o larápio queria novamente se utilizar das pessoas como um escudo. Ele queria que elas fossem como seus peões em um jogo de xadrez. Ele era o rei. Don era a rainha. E Doroth o rei inimigo. Ele transmite seu plano para Don.

-O plano é os seguinte, "ami", vamos deixar eles de peões para abrir o flanco e vamos sair destruindo tudo até encontrar Doroth, chegando lá, deixa que eu cuido dele... Tenho assuntos pendentes.

-Entendo perfeitamente, garoto. Eu também tenho um plano em mente. Espero que você entenda, quando chegar a hora. -Disse Marquês.

O grupo que acompanhava a dupla abriu caminho pelas ruas, se livrando de policiais e quaisquer obstáculos que aparecessem. Até que finalmente, chegam na mansão de Doroth.

-A honra é toda sua, caro amigo. Você primeiro. -Diz Don, ao pararem próximos à mansão.

A adrenalina da luta com o policial estava passando, e a dor na perna que Alfagor sentia estava ficando mais forte. Talvez ele precisasse de tratamento, mas ele não tinha tempo para pensar nisso agora.


Histórico Elrick:
 

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MensagemAssunto: Re: Crônica do Leste: O larápio caótico   Crônica do Leste: O larápio caótico - Página 6 EmptyQua 15 Mar 2017, 08:48

6-28: Faham Doroth III


Faria uma pequena pausa naquela adrenalina e ação toda, olharia no fundo dos olhos de Marquês, mesmo que o homem estava do meu lado o quê havia dito não me fazia digerir o assunto totalmente, por mais que ajudei o mesmo nessa caminhada até chegar ali, na mansão do rei de Dawn Island, eu ainda não confiava no Don, ele era um homem de negócios e podia facilmente me trair em alguma parte daquela missão. Analisei a expressão do sujeito, respirei fundo e sentiria que tudo por fracção de segundos havia de ficar em câmera lenta e sem som nenhum, só conseguia ouvir o som das minhas batidas cardíacas e a voz da minha razão, que era muda.

Certain Diria receoso — Te encontro quando eu acabar aqui dentro.

Forçaria a perna, dobraria-a e logo esticaria novamente para fazer uma pequena analise da dor, daria três pequenos pulos no ar para tentar passar um pouco daquela dor, não saberia de fato qual era a extensão dos ferimentos porém era óbvio que se tratava de um desconforto até que irritante, mas não poderia parar para me curar, então, ignorei aquela dor e sempre mantive de meus pensamentos límpidos não influenciados pelo ar do incômodo.

Adentraria na mansão de Faham, caso a porta principal estivesse fechada eu arrombaria as trancas e se mesmo assim a dificuldade estivesse maior que meus dotes, procuraria a janela mais próxima e uma distância do chão onde eu pudesse alcançar, atiraria uma pedra e logo se colocaria dentro do recinto. A primeira ação que faria dentro do cômodo era me esconder furtivamente, não saberia como estava ali dentro, se o homem detinha de guardas pessoais, se o mesmo estava ali, se havia armas escondidas, então andaria calmamente e atentamente devido o ferimento em minha perna e para tomar cuidado, já que também estava sozinho de certo modo.

Ficaria em silêncio a maioria do tempo, andaria pela casa respirando o mais controlável possível e nunca andaria pelo meio dos corredores ou das salas, sempre pelas laterais e tentaria ir pela penumbra, procuraria Doroth por algum som que o mesmo fizera ou por luzes na casa, ficava sempre atento pela quantidade de pessoas na mesmo. Por onde passaria tentaria criar um pequeno mapa da casa na mente, para não se perder se eu precisasse de alguma rota de fuga, ficaria esperto também com as coisas mais valiosas possíveis no recinto, se achasse coisas acessórios pequenos de valor guardaria comigo, berries, mapas ou até documentos incriminatórios do rei.

Ao identificar onde estava meu alvo iria até ele de uma forma furtiva, se estivesse sozinho e eu tivesse total noção disso tentaria primeiro aparecer furtivo e olhar pelos feixes da porta se o homem estava armado, caso não estivesse entraria andando normalmente e já viria amedrontando-o do corredor.

Faham... Faham... Faham... Não fomos devidamente apresentados ainda — Dizia de uma maneira educada e amedrontadora — Sou o terreur que vem te aportunando faz algum tempo, o cabeça dessa revolução, sei que odeia elas não é? Ho ho ho ho — Desvencilharia uma risada icônica e estenderia a mão. — Muito prazer, Elrick Alfagor!

Falaria de uma forma aberta e confortável com o adversário, porém, a todo modo manteria a guarda aberta, se algum momento Doroth avançasse e atacasse-me não perderia tempo e rodopiaria o corpo em trezentos e sessenta graus buscando um impulso na perna e retirando qualquer arma de fogo ou branca das mãos do mesmo, não nocautearia-o de primeira, guardaria aquele tempo para uma breve conversa.

Se no momento que achasse o rei em sua sala e o mesmo estivesse armado, tentaria entrar no recinto furtivamente e aguichado logo subindo com um chute direto na mão onde se encontrava a arma, se houvesse reação imobilizaria o homem e inciaria suas falas.

O local onde o rei de Dawn Island estivesse contasse com mais guardas ficaria ainda furtivo, longe da visão dos adversários, faria uma somatória de quantos homens guardava o mesmo e pensaria em uma estrategia para atacar, mas não perderia nenhum momento daquela situação corriqueira.

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MensagemAssunto: Re: Crônica do Leste: O larápio caótico   Crônica do Leste: O larápio caótico - Página 6 EmptyQua 15 Mar 2017, 22:17

~Narração~



Alfagor não confiava em Don. Finalmente havia aprendido a Lição de Thiaguinho. Existe uma lenda de que os ladrões mais antigos seguiam um código de ética, dizendo que eles não poderiam trair seus companheiros. Marquês era experiente no submundo. Talvez seguisse esse código de ética; Ou não. Ele poderia muito bem ver Alfagor como apenas um peão para sua grande jogada, o cheque-mate no governante de Dawn. Esse jogo de xadrez tinha muitos pontos de vista para serem levados em conta, mas Elrick não tinha tempo para isso. Não tinha tempo para devaneios, e muito menos desconfianças. Mas o que ele podia fazer então? Completar seu plano, e torcer para não ser apenas uma peça descartável de um jogo extremamente maior.

-"Certain". Te encontro quando eu acabar aqui dentro.

-Não se preocupe garoto, entrarei contigo.

Alfagor então movimenta sua perna machucada, tentando avaliar o dano. A verdade é que sua perna dói intensamente, mas é difícil dizer o que realmente aconteceu. Ele precisa mesmo de verificação médica. Talvez a adrenalina de uma nova batalha fizesse a dor diminuir, mas ele precisava ser cauteloso em relação a sua perna, que era sua principal arma. O larápio então tenta arrombar a grande porta dupla da mansão de Doroth, que a princípio não parece ceder às habilidades de Alfagor. Com um pouquinho mais de cuidado, Elrick consegue finalmente abrir a porta. Ele e Don adentram a casa, e começam a caminhar pelas sombras dos grandiosos cômodos. A noite já havia dado suas caras em Dawn, e a única luz visível, era a luz que as fogueiras feitas de casas emitiam, incendiadas pelos rebeldes de Don e os prisioneiros de Elrick. Talvez a população da periferia de Porto Branco tivesse se juntado aos vândalos, já que o número de pessoas era ainda maior do que apenas as pessoas que a dupla havia mobilizado. Ao subir as escadas da mansão, a dupla observa uma luz, por debaixo de uma das várias portas do corredor. Alfagor vai diretamente na maçaneta, mas Don segura o braço do larápio.

-Lorde Doroth, tens certeza de que não preferes ficar em algum local mais seguro?

-Cale-se, seu paspalho! Não tenho tempo para mudanças de plano. Quero a cabeça do animal que começou esse bacanal universal NA MINHA ILHA! Não creio que vocês com o poderio que lhes dei não conseguem encontrar um palerma que faz questão de espalhar seu nome aos sete ventos!

Don acena com a cabeça, e então solta o braço de Alfagor. Antes do larápio entrar, Don sussurra:

-Não posso deixar os seguranças me verem. Se eles o fizerem, nosso plano vai todo por água abaixo. Acabe com eles e então ajudo você com o Doroth.

Alfagor entra na sala, imponente. Os seguranças de Doroth se colocam na frente de seu chefe, a fim protegê-lo.

-QUEM É VOCÊ, INVASOR?

-Faham... Faham... Faham... Não fomos devidamente apresentados ainda... Sou o terreur que vem te aportunando faz algum tempo, o cabeça dessa revolução, sei que odeia elas não é? Ho ho ho ho! Muito prazer, Elrick Alfagor!

-SEU PORCO OUSADO! GUARDAS, ACABEM COM A RAÇA DESSE SAFARDANA!

Eram dois guardas. Não eram corpulentos, talvez por serem os comandantes e não serem exatamente trabalhadores de campo. Não pareciam ser grande ameaça, e provavelmente não seriam problema para Alfagor. Mas era necessário muito cuidado. Sua perna estava avariada e Don não poderia ajudá-lo por enquanto, mesmo estando logo atrás da porta do escritório. O primeiro guarda decide avançar lentamente em direção ao larápio.


OFF:
 

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MensagemAssunto: Re: Crônica do Leste: O larápio caótico   Crônica do Leste: O larápio caótico - Página 6 EmptyQui 16 Mar 2017, 11:39

6-29: Ao caos adaptemo-nos


A desconfiança em cima de Marquês crescia a cada vez, ele demonstrava que não queria me acompanhar, mas por que? Eu não sabia, no momento não tinha interesse em saber, acredito eu que o larápio mais inteligente imagina que sou um louco, psicótico, que só quero causar o caos no palácio e não penso nas consequências, ele está totalmente certo, mas pecou no fato de não pensar nas consequências, gostaria de saber o quê aquela trama reservaria para mim no final da crônica.

Ao adentrar na sala tive de encontro a dois guardas, fiz um breve resumo da corpulência de ambos, tive mais foco em Doroth, eu obtinha-o como meu rival e alvo naquela ilha porém nunca havia visto de fato, enrijeci meus braços e cerrei meus dentes suavemente expondo um inconforte relutante a minha perna, me posicionei em uma pose de ataque, punhos em pé cerrados mantendo a guarda de minha face e pernas devidamente alinhadas e relaxadas prontas para acrobacias e esquivas instantâneas.

Peut venir pro pau! — Diria dando inicio ao combate.

Minhas jogadas de ataque seriam bem executadas e sempre improvisadas, nunca se movimentaria em esquema tático, em toda minha posição de atacante utilizei do cenário ao meu dispor, e nesse momento faria o seguinte. Se tivesse um móvel relativamente grande que fosse a altura da cintura dos meus inimigos empurraria com o pé antes que os mesmo chegasse a mim, logo, interromperia a corrida retilínea a mim, assim, não perdendo tempo e incrementando como uma esquiva saltaria após chutar realizando um mortal e cairia com as mãos em cima da mesa evitando qualquer corte horizontal ou disparo, e até de quebra deixando os adversários perdidos com minha imprevisibilidade. Depois de me estabilizar em cima da mesa puxaria minhas pernas para o lado e meu torso levemente para o outro, criando assim uma força de impulsão e girando minhas pernas abertas e alinhadas horizontalmente em trezentos e sessenta graus, minhas pernas rígidas e devida a impulsão com um certo acréscimo de força, aguentaria a dor momentaneamente de minha perna e pararia caso ela estivesse muito alarmante, pois se não parasse continuaria intensificando o golpe e mexendo minhas mãos para continuar girando e visando acertar o torso, cabeça e membros superior dos adversários. Logo ao finalizar jogaria meu corpo para trás caindo com os pés em cima da mesa e ficando em pé, se não houvesse finalizado meus inimigos agora priorizaria um deles pegando o mais debilitado, saltaria para cima do mesmo tentando chutar com minha perna mais fortalecida o crânio do sujeito como se fosse uma bola de futebol, puxando minhas perna para trás em noventa graus e desferido um chute horizontal em forma de arco, logo caindo sobre seu corpo e esperando a ação de meu adversário.

Em minuciosos casos de defesa ainda sim jogaria qualquer móvel para instabilizar o andamento dos inimigos, saltaria comumente para esquerda ou para direita com um molejo de meu corpo quase que se fosse de papel, utilizaria de minha esquiva o máximo possível, faria de acrobacias e rodopios para além de esquivar tornar minhas ações mais imprevisíveis e inalcançáveis. Ficaria atrás de qualquer objeto no cenário para me proteger de projéteis ou objetos lançados contra minha pessoa. Cortes verticais e horizontais mesclados com estocadas jogaria meu físico para lados contrários, relutantes conforme a física do ambiente, mesclaria todas minhas ações com com giros e saltos para me tornar difícil de ser previsto.

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MensagemAssunto: Re: Crônica do Leste: O larápio caótico   Crônica do Leste: O larápio caótico - Página 6 EmptyQui 16 Mar 2017, 22:02

~Narração~



Os guardas estavam cautelosos. Pareciam temer o grandioso ser que havia derrotado um dos capitães da polícia, e iniciado uma grande revolta em Dawn. Porto estava um caos, e do local onde estavam, era possivel se ouvir todo o alvoroço.

-O que estão esperando? Derrubem-no!

-"Peut" venir pro pau!

De forma inteligente, Alfagor age rapidamente empurrando a mesa de centro em direção ao primeiro guarda-costas, que cai de costas no chão. Já contra o segundo, Alfagor planta bananeira e gira seu corpo, enquanto mantém suas pernas esticadas, como se fosse levantar voo. O segurança recua conforme Alfagor avança, até que Doroth o empurra para cima do larápio dizendo -Pare de correr e faça seu trabalho! -A ação de Doroth faz com que o guarda costas receba vários golpes na região do tórax, fazendo-o cair no chão em posição fetal, com as mãos sobre a região atingida. Nesse meio tempo, o outro segurança se levantou e estava avançando contra Alfagor, que já tinha assumido sua postura de luta novamente. Aparentemente a adrenalina da batalha já não aliviava a dor que o larápio sentia. A dor em sua perna era muito forte, e ele não podia ignorá-la. Porém, Alfagor precisava derrotar pelo menos os seguranças, para que Marquês pudesse ajudá-lo. Então, utilizando a perna machucada como apoio, Alfagor acerta um forte chute na orelha do guarda-costas que ainda estava de pé, nocauteando-o. Porém, a batalha ainda não estava acabada.

-Se vosmicê não finalizar esse garoto agora, certificar-me-ei de acabar com vossa raça eu mesmo!

O primeiro segurança então se levanta, sacando do bolso traseiro um canivete borboleta, e ele realiza alguns movimentos com a arma, tentando intimidar Alfagor. Quando termina os movimentos, ele provoca Alfagor com a mão livre, chamando o larápio para a luta.

-Percebi que você tá com a perninha machucada, moleque. Vem cá pra eu dar uma analisada... Quem sabe cortar um tendão, ou até um nervo... hehehe!


Histórico Elrick:
 

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MensagemAssunto: Re: Crônica do Leste: O larápio caótico   Crônica do Leste: O larápio caótico - Página 6 EmptySex 17 Mar 2017, 19:10

6-30: A paz relativa


Vi que estava sendo convidado um passo-a-dois com meu adversário, ele era convencido de fato mas não superava minha auto-confiança e meu senso de invencibilidade, analisei aquele sujeito corpulento e o movimentar do canivete borboleta, por um minuto entrei em transe com o belo jogar da lâmina no ar, fazia um desenho com o tear do aço, bonito se não fosse trágico.

Se você é um médecin, doutor — Dizia sorrindo e movimentando a perna dolorida — Porquê não cuida de você mesmo?

Recitaria tais palavras com um pouco de cansaço pesando nas próprias, fungaria o ar logo desvencilharia um espirro, momentâneo e para descontrair, não sou um lutador convencional e previsível, isso era nítido em meus atos, porém meus próprios atos além de ser inconvenientes eram muito danosos, drásticos e letais.

Vous, não vai cortar meus nervos — Mais uma vez falará Vous me tira dos nervos!

O canivete era altamente perigoso, precisaria desarmá-lo ou fazer que o ataque volte ao próprio atacante, então se eu estivesse em cima da mesa ainda deixaria que o homem fizesse os primeiros passos, me desviaria agora descontraído mas atencioso, procuraria quase como sambar em cima da mesa desviando das estocadas, sapatearia como se o chão estivesse quente para desviar da lâmina dolosa, tentaria precipitar os golpes e assim pisar no espaço contrário da direção do corte.

Cortes horizontais eu saltaria por cima da direção do corte, devido minha elasticidade e esquiva movimentaria meu corpo para passar longe dos cortes e não sofrer mais danos.

Cortes verticais faria como sempre, deixaria meu corpo ereto e faria com quê a lamina passa-se raspando do lado das minhas pernas, estava um nível do terno a cima de meu adversário, para minha visão precipitaria as ações pois era fácil naquela posição ver o próximo passo.

Contra-ataque eu saltaria e deixaria meu corpo descer com todo meu peso e deixaria minhas pernas rígidas, no momento que a lâmina entrasse de encontro ao móvel saltaria no ante-braço do homem a fim de quebrá-lo ou botar tanto peso que não fosse possível mexer aquele membro, assim, após desarmá-lo tentaria ainda descer todo meu peso e caminharia até o ombro do homem para o mesmo ter dificuldade em se movimentar e lidar com a dor, por fim chutaria o crânio do rapaz com tanta força que o mesmo caíria desmaiado.

E por fim, em alguns casos, minhas táticas não fossem falíveis tentaria saltar em um pulo mortal por cima do sujeito visando acertar um chute direito nas costas.

E quando a batalha acabará me voltaria a Faham, observaria-o feliz e distribuiria olhares simultâneos entre o corpo de seu capanga e o próprio rei, como se eu não soubesse onde olhar.

Viu isso, roi? — Fitaria-o firmemente — Eu fiz isso com ele, outros, farei daqui a pouco com alguns e se você não colocar a bunda na cadeira vou fazer isso contigo, você escolhe!

Esperaria a decisão do rei louco, se ele preferisse lutar entraria em combate sentindo a dor da minha perna, mas se ele preferisse escutar daria um tempo para o homem ter sua reação e logo falaria o ato.

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