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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Crônica do Leste: O larápio caótico

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Crônica do Leste: O larápio caótico   Crônica do Leste: O larápio caótico EmptyQua 01 Jun 2016, 14:33

Crônica do Leste: O larápio caótico.

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Elrick Alfagor. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Crônica do Leste: O larápio caótico   Crônica do Leste: O larápio caótico EmptySeg 06 Jun 2016, 15:26

Prólogo


Antes mesmo que fossem dias comuns, desde que eu deixei minha mãe segura aqui em Dawn Island, não faço absolutamente nada nessa merda! — Sussurraria resplandecendo o quê estava a cima de mim com olhares penetrantes — Hoje é mais um dia de fazer bosta nenhuma!

Após tentar levantar-se de onde estivesse esticaria meu corpo tirando a preguiça e jogaria meu pescoço para um lado e para o outro na intenção de estala-lo, olharia ao redor e puxaria lentamente o ar para os seus pulmões, de qualquer modo sorriria com um olhar sínico olhando as possíveis movimentações em volta do mesmo, caso não houvesse apenas mostraria seus dentes cinicamente para o ambiente com um semblante de quem estava preparando várias mentiras para um dia só, andaria por ai a procura de pessoas aparentando ter muito dinheiro ou senhore(a)s mercantes.

Bon jour meu caro, o quê temos para hoje? — Diria com um tom de voz sarcástico e falso colocando a mão por volta do ombro do(a) senhor(a) tentando criar um laço de confiança. — Sou o milionário Elrick Alfagor e eu procuro uma bota, sabe? Um par pra vender, aquele do tipo bonitona mas de primeira mão, amigo, hoje eu tô cheio da grana heureux!

Usaria de todos seus dotes de oratória e manipulação para poder conquistar seus objetivos que de primeira se resumiria em comprar um par de botas e testar sua fala mansa. Caso não achasse ninguém ou não fosse ouvido pelas pessoas apenas seguiria para o Quartel General da marinha mais próxima buscando o caminho por si só, presentando atenção no cenário e na conversa das pessoas, caso houvesse dinheiro envolvido seria inconveniente e interesseiro.

Olá mon cher, sou Don Elrick Alfagor, você citou algo sobre dinheiro? — Falaria forçando uma aproximação corporal e não ficando longe da pessoa, sempre sorrindo e tentando passar uma visão de bom moço.

Se caso alguém ameaçasse, ou fosse bater em mim, ele desviaria abaixando o tronco e depois pularia dois passos para trás estendendo as mãos e rindo sobre o acontecimento, deixando bem claro que não esperaria uma briga.


Objetivos:
 

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Última edição por Venettzō em Ter 07 Jun 2016, 11:04, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Crônica do Leste: O larápio caótico   Crônica do Leste: O larápio caótico EmptySeg 06 Jun 2016, 23:09

~NARRAÇÃO~





Outro dia Comum em Dawn Island, clima ensolarado com um sol bem forte, os ventos eram fracos e não oferecia a sensação de refresco pouco incomum para uma ilha onde se predominava a estação da primavera, as ruas estavam lotadas com pessoas trabalhando, e ali perto se encontrava Elrick, um jovem de 23 anos que estava inquieto,  disparou socos contra a cama de cima sentindo algum tipo de raiva, talvez pela calmaria em que se encontrava.

Logo o mesmo se levantava  bem devagar esticando seu corpo lentamente para perder um pouco da preguiça que sentia, puxou o ar ao seu redor para seus pulmões para acordar de vez, em seguida saiu pela porta de casa partindo para rua em busca de burgueses e mercadores que estivessem pela cidade.

Andando pra lá e pra cá, via que a situação não era nada boa, a cidade estava lotada por algum motivo e era quase impossível se locomover pela rua, cada pessoa que esbarrava em Elrick deixava o mesmo parecendo que tinha tomado um banho de suor, mas logo ali perto, era possível o mesmo avistar uma amontoada de pessoas juntas, parecia ser algum tipo de bazar, algo mais para uma queima de estoque, onde de longe ele podia ver muitas roupas, armaduras e bugigangas sendo vendidas, o mesmo se aproximou e viu um dos Mercantes fazendo uma super promoção, o mercante era velho e usava uma bengala meio estranha, sem perder tempo Elrick se aproximou rapidamente do Mercante, colocou uma de suas mãos sobre o ombro do velho  e dirigiu uma gíria de mercador, perguntando os produtos que estavam sendo vendidos naquele instante, o mercador olhou um pouco torto para Elrick, e antes que o mesmo pudesse continuar com sua manipulação charlatona o velho tirava as mãos do jovem de seu ombro e logo gritava

-Corram Corram, venham comprar tudo pela metade do preço,Manoplas, botas, armadura, Elmos tudo somente aqui!!!

Depois de gritar,o velho olhava novamente para o jovem Elrick  e perguntaria

– Tem dinheiro para comprar algo aqui garoto? e se tiver, o que deseja?

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MensagemAssunto: Re: Crônica do Leste: O larápio caótico   Crônica do Leste: O larápio caótico EmptyTer 07 Jun 2016, 16:23

O dom da fala


Andando em meio a população que pareciam que tinham tomado uma enchuarrada de suor e haviam molhado todo seu corpo, era realmente repugnante para mim e me trazia até uma ânsia de vômito, mal conseguia me manter sabendo que havia suor em mim.

Ao ver que o velho não havia me recepcionado bem eu lentamente fecharia a cara cerrando os dentes, porém, já que sou dotado de um temperamento calmo respiraria fundo e passaria as mãos nos braços para tirar o líquido de transpiração que deixaram.

Dinheiro? Meu caro vendeur eu sou representante das mercadorias de Shells Town — Dizia com tom de confiança e olhando para o homem, terminaria de passar a mão de leve nos braços com nojo do suor e diria sorrindo — Poderíamos fazer uma troca? Na loja em qual represento precisamos de uma bota de combate, óculos, casco e luva!

Não desviaria o olhar em nenhum momento para passar confiança, utilizaria de sua voz doce de um tom um tanto conquistador para tentar mentir o máximo possível para pelo menos conseguir um item, caso não acreditasse ou dissesse que chamaria a marinha o rapaz logo se curvaria para frente rindo.

Poderia me arrumar lenços para enxugar esse suor desse povo? Que nojo — Diria enojado e rindo como se o homem também já tivesse passado por essa situação, tentando criar uma aparência de homem nobre do palácio.

Kyakyakyakya! vendeur, fico abismado por não me reconhecer, um representante do mercado do palácio, como você é ingênuo! — Falaria observando ao redor para que ninguém estivesse prestando atenção.

Caso a marinha fosse ao encontro deles o rapaz tentaria pegar qualquer item que tivesse mais próximo dele e mais fácil de se obter, assim, correndo e pulando em acrobacias qualquer tipo de obstaculo para não ser pego, e quando não estivesse na visão da marinha ou dicadões procuraria se esconder em vielas usando sua furtividade.


Informação:
 

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MensagemAssunto: Re: Crônica do Leste: O larápio caótico   Crônica do Leste: O larápio caótico EmptyTer 07 Jun 2016, 21:43

~Narração~



Depois que jovem Elrick o respondeu, afirmando sendo um importante representante de mercadorias de Shells Town o velho mudou toda sua postura ficando até um pouco mais relaxado e feliz, o jovem negociante falava para o velho sobre uma negociação de troca que precisava fazer  pois a loja qual ele representa estava precisando de uma bota de combate, óculos, casco e luva, Elrick não chegava nem piscar, era como seus olhos penetravam a alma do velho ali, passava algo como confiança mas um pouci diferente, de todo o modo, a tom de voz de elrick parecia influenciar o velho a acreditar e aceitar as coisas naquele momento.

Logo em seguida o jovem pede educadamente alguns lenços para enxugar seu suor, o velho entrega educadamente para Elrick, após isso o velho  se abaixa e começar a mexer em um baú um pouco velho e de lá retira  uma bota de combate bastante empoeirada,  seguidamente puxou um óculos meio estranho, parecia ter mais de 3 lentes e por ultimo puxou o casco e luva que também cotiam uma certa quantidade de poeira,  logo colocou todos esses itens sobre um balcão perto  de Elrick e pediu para o mesmo esperar por um momento até que ele encontrasse  um pequeno baú de transporte, assim o velho atravessou algum tipo de pano para procurar o baú.

Nesse mesmo momento ali perto de Elrick, passavam alguns Marinheiros levando alguns delinquentes algemados, talvez para o Q.G ou para forca, e incrivelmente a quantidade de pessoas na rua só aumentava, Elrick poderia arriscar levar todos aqueles itens ali desastradamente ou esperar o velho voltar e acertar o preço da compra.

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MensagemAssunto: Re: Crônica do Leste: O larápio caótico   Crônica do Leste: O larápio caótico EmptySex 10 Jun 2016, 16:43

Atos incosequentes


Ao ver que o velho havia feito uma espécie de marra antes, porém, agora facilmente caia em minha lábia já esbanjava do meu sorriso bem feito, ajeitaria minha roupa ao pegar o lenço e passava em meu corpo limpando o reísticos de suor que os outros haviam deixado.

Quelle beauté! O senhor tem os itens que eu estava a procura! — Sorriria feliz observando para os lados com a total periculosidade o possível para não parecer um bandido ou algo do tipo — Agora senhor, pode passar os preços que dinheiro para mim não é problema!

Olharia para os lados para ver se ninguém estava olhando, caso não tivesse ninguém olhando, seria acelerado mas furtivo para colar todos os itens, primeiro colocaria o caso rapidamente para ninguém perceber, logo, colocaria os óculos e disfarçaria para ver sem alguém viu, se ninguém tivesse visto colocaria as botas de um modo rápido e sairia do recinto nas pontas dos pés para o vendedor não ver, não iria pela porta da frente para ele não procurar ou então passaria por baixo de móveis ou algo do tipo que tampasse minha presença, sempre furtivo e utilizando passos rápidos.  

Se conseguisse sair de dentro da loja sem ninguém pudesse ver que havia roubado os itens, ou, sem o balconista pudesse ver já correria no meio da rua gritando pelos marinheiros chamando todas as pessoas para si criando um álibi, ficaria perto dos marinheiros e colocaria seu corpo dobrado para frente se apoiando sem seus joelhos respirando fundo, logo levantando e retirando os óculos para olhar olho nos olhos do homem de farda que apontava maior patente.

Desculpe atrapalhar seu serviço, ôh, i'homme navy mas o homem que está naquela loja acaba de roubar 150.000 B$ de mim dizendo que não paguei — Ajeitaria o cabelo para trás para mostrar que era um nobre rapaz de dote e requintado logo após apontaria para dentro da loja — Eu, sou apenas um contador do banco do palácio real e vim apenas em busca de roupas adequadas e de queima de estoque, e o homem diz que eu não paguei e que estou mentindo, isso é um ultraje!  

Seria histérico, chamaria atenção e bateria o pé como um garoto mimado para que pudesse passar mais certeza em minhas palavras, certificaria que todos estavam prestando atenção em mim e usaria todos meus dotes de fala para que as minhas mentiras fossem verdade.

Isso, espero que esses trouxas acreditam na minha palavra! Kyakyakyakya! — Pensaria disfarçando enquanto olhava para os outros tentando passar uma visão de pessoa em choque — Invocarei os nobres do palácio para que cortem os gastos com essa parte baixa da cidade! Falarei para o banco que acabe com os empréstimos e que doem as financias depositadas!  

Se enquanto estivesse dentro da loja tentando roubar as coisas e não conseguisse, alguém fosse ver ou até o balconista o rapaz não pensaria duas vezes e recolheria todos os itens colocando apenas os óculos e o casaco que seriam mais rápidos, procuraria correr a todo momento saindo por alguma porta de trás onde não chamasse atenção, correria em zig-zag evitando tiro de pistolas ou rifles e jogaria itens no caminho para atrapalhar uma possível perseguição, correria a todo momento e procuraria vielas e becos para se esconder e despistar de quem o seguisse, pularia os obstáculos com sua habilidade de acrobacia e se manteria nas sombras até a poeira abaixar.

Miserável! — Sussurraria na espreita.

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MensagemAssunto: Re: Crônica do Leste: O larápio caótico   Crônica do Leste: O larápio caótico EmptyDom 12 Jun 2016, 08:26

~Narração~

Com o velho tendo sua guarda baixa o jovem mentiroso não pensou duas vezes antes de agir, começou a furtar ali mesmo os itens da loja que o velho tinha colocado sobre a bancada de vendas,ele olhava para os lados verificando se ninguém estava olhando enquanto furtava, primeiramente como não viu ninguém olhando diretamente pra ele, com suas mãos tentou pegar um dos itens mas o mesmo escorregou sem fazer muito barulho, ao que parecia o item em questão estava bem na ponta, como ninguém havia percebido ele continuou a roubar, agora dessa vez com as mãos mais firmes pegou os óculos que ali estavam e em seguida os colocou para disfarçar, logo depois fez o mesmo com as botas, sem perder tempo saiu do estabelecimento na ponto dos pés para que o vendedor não pudesse o ver, aparentemente tudo foi perfeito aos olhares de Elrick pois o mesmo já se encontrava na rua no meio da multidão.

Um pouco distante da loja Elrick começava a gritar na rua tentando chamar atenção para criar um suposto álibi, porem seu plano sai pela culatra, a Marinha pouco se importava com as politicas que aconteciam dentro da cidade, já que quem cuidava diretamente dessa parte era a Policia local financiada pelos Nobres que ali haviam, a marinha só fazia algo quando se tinha um pedido diretamente a um quartel general localizado em outra ilha proxima, então antes mesmo que pudesse fazer alguma coisa Elrick foi algemado por 4 Policiais locais de Porto Branco e acusado por fazer alarde em local publico, Elrick tentava explicar para os policiais que teria sido roubado por um suposto vendedor em uma loja, porém os mesmos não deram a minima para as palavras que ele dirigia, já estava uma gritaria muito alta para o comum de Porto Branco, eles não precisavam de mais um maluco por ali.

Elrick fora levado por um lugar escuro e pouco iluminado passando por um corredor com um cheiro podre, ao seu fim pode ver um pátio avermelhado por sangue com vários Policiais vigiando os plebeus ou até mesmo civis com mais aparência presos em algumas jaulas ao ar, a maior parte das pessoas presas eram velhos desgastados e alguns piratas arruaceiros. Elrick foi jogado em uma jaula sozinho, menos mal visto que os piratas olhavam bem torto para ele, porém Elrick conseguia ter uma visão melhor do que os piratas ali, o pátio dessa suposta prisão dava uma enorme visão de um palácio que também era possível se ver nas ruas de porto branco, porém agora ele estava bem próximo do mesmo, a primeira vista o palácio era protegido por muros enormes e grosso. Agora de uma Hora para outra Elrick se encontrava dentro de uma Jaula obrigado a aguardar por conta de um ridículo escândalo, o que faria o jovem ladrãozinho agora?

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MensagemAssunto: Re: Crônica do Leste: O larápio caótico   Crônica do Leste: O larápio caótico EmptySeg 13 Jun 2016, 12:14

A visão do paraíso


Minha tentativa de chamar atenção e criar um álibi para sair impune do roubo não havia sido bem executada com eu tinha pensado, ou se bem que foi desnecessária para minha situação, era um roubo comum que funcionava onde eu morava antes em Micqueot, mas pelo visto aqui em Dawn Island as coisas não funcionam do mesmo jeito.

Que droga, agora preciso pensar em outro modo de escapar, já fiquei até acostumado — Sussurrava enquanto era carregado pelos policiais — Pelo menos consegui chamar atenção, será que eu sai feio na foto amis?

Ao ver a visão direta ao palácio eu ficaria intrigado, chegaria perto de onde pudesse ver uma sacada ou uma janela gradeada, olharia bastante analisando os lugares para ver algo chamativo como bandeiras ou fitas ateadas para algum tipo de passeata ou algum requinte festeiro.

O palácio? Par dieu nunca havia chegado perto dele antes — Diria observando o palácio boquiaberto e respirando calmamente — Imagine quantas coisa incríveis devem haver lá? Dinheiro? Jóias? Roupas, que maravilha!

Se voltaria a sua cela e analisaria as coisas, iria ver se havia uma cama ou uma privada e até onde ela iria, certificaria que se houvessem grades nas janelas se estavam bem presas para um possível plano de fuga, iria ver se havia outros presos na cela para socializar e se tinha guardas nos corredores observando atentamente o quê os presos fariam.

Olá mon cher Diria a(o) os presos(as) com um sorriso sínico na face — Eu não sei se você me conhece, mas, eu sou Elrick Alfagor um pirata bem famoso com muitas riquezas e um barco muito grande e povoado de gente, um Lugre, sabe? — Diria tomando espaço, andando para um lado e para um outro e tomando uma posição de orador e não ouvinte, sempre com um sorriso e portando uma posição confiante — Eu fui preso por roubar a princesa, mas preciso voltar ao meu Lugre, por quê não se acompanha comigo e a gente foge desse fim de carreira?

Caso estivesse sozinho no local olharia no corredor e depois se certificaria se houvesse uma cama, puxaria o colchão e rasgaria com os dentes e a própria mão o colchoado e arrancaria as molas que houvesse nele, não deixaria a mostra para que ninguém pudesse ver, utilizaria a mola para arrombar a fechadura da cela utilizando suas habilidades peritas de arrombamento, se conseguisse deixaria destrancado mas fechado e logo chamaria um guarda para poder falar com ele, se certificaria que seria um apenas.

Olá meu nobre garde, se não sabe sou Elrick Alfagor, houve um mal entendido eu sou um nobre do palácio e meus familiares da alta corte não vão gostar de me ver aqui, sabe? — Diria tentando chamar a atenção do homem, com fala mansa e o encarando — Meros guardas como você não podem me prender desse modo, que la détresse, logo eu ser preso como um tipinho como você? Por quê não se aproxima para que podemos trocar um assunto o seu bosta!

Usaria toda sua oratória e fala mansa para trazer ele perto o máximo possível da cela para que pudesse colocar suas mãos entre as barras e puxasse a cabeça do guarda contra as barras o mais forte o possível para desmaiá-lo, se caso conseguisse colocaria-o dentro da cela se certificando que ninguém estivesse o observando e trocaria suas roupas pelo a do guarda, o colocaria deitado na cama com as cobertas por cima para disfarçar sua silhueta.

Isso que é garoto esperto — Diria para si mesmo acertando sua nova roupa e ajeitando seu cabelo para permanecer sempre bonito e esbelto — Garoto bonito, garoto bom!

Fecharia a cela com o guarda lá dentro e iria disfarçadamente e sorrateiramente para a cela ao lado batendo no ferro de contenção e sussurrando para os presos.

Vocês querem sair daí? — Olharia sedento para os homens e tentaria mostrar as possíveis chaves em seu bolso — Só vão sair se apartir de agora trabalhar para mim, Elrick Alfagor, o homem plus belle de Dawn Island!

Se aceitassem retiraria-os da cela e faria com quem aceitasse daquele bloco, andaria sorrateiramente com os homens se certificando que não houvessem guardas nos corredores, se houvesse nocautearia-os deixando apenas um consciente e levaria todos os presos bem sorrateiros a procura da sala de comando usando um guarda consciente e sobre ameças e custódias.

Se o plano de escapar não desse certo tentaria chantagear o guarda chamando ele na cela e usando sua bela forma e fala boa.

Ei, seu guarda! — Diria olhando fixamente para o homem — Que tal você me libertar, daí, eu te recompenso em muitas berries? Hãn? Que tal beau?


Inormação:
 

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MensagemAssunto: Re: Crônica do Leste: O larápio caótico   Crônica do Leste: O larápio caótico EmptySex 17 Fev 2017, 18:58




~NARRAÇÃO~


-Que droga, agora preciso pensar em outro modo de escapar, já fiquei até acostumado... Pelo menos consegui chamar atenção, será que eu sai feio na foto "amis"?

Aproximando-se das grades da prisão, Elrick observa o palácio, e sozinho em sua cela, conversa com as paredes do local, sendo ignorado pelos prisioneiros vizinhos.


-O palácio? "Par dieu" nunca havia chegado perto dele antes! Imagine quantas coisa incríveis devem haver lá? Dinheiro? Jóias? Roupas, que maravilha!

Observando sua jaula, El percebe que não há janelas. Uma beliche improvisada por uma cama acorrentada na parede é obviamente o local de descanço dos encarcerados. Decidido então a escapar, o jovem apanha os colchões, e percebe que não são de mola, são apenas recheados com espuma e algodão, tirando de cogitação utilizar o arame da mola para arrombar a fechadura da cela. Então decide chamar um guarda, que talvez lhe desse a chance de escapar. Quando o guarda chega, logo trata de questionar o rapaz.

-Qual é o motivo de tanto escandalo, seu moleque?

-Olá meu nobre "garde", se não sabe sou Elrick Alfagor, houve um mal entendido eu sou um nobre do palácio e meus familiares da alta corte não vão gostar de me ver aqui, sabe?

-Ah, alta corte? Sério? Eu também, sou o visconde de CALA A BOCA SEU IMUNDO! Acha mesmo que eu vou cair numa dessas?

-Meros guardas como você não podem me prender desse modo, que "la détresse", logo eu ser preso como um tipinho como você? Por quê não se aproxima para que podemos trocar um assunto o seu bosta!

O guarda pode não ter caído no papo de ser um nobre, mas ele certamente caiu na lábia de El, e logo colocou um de seus braços para dentro da cela, gesticulando enquanto esbravejava.

-Cala a boca seu verme, se você quer sair daqui, cala a porcaria da boca e cumpra a sua pena!

Enquanto o guarda falava, Alfagor se aproximou e logo tratou de puxar o braço do guarda. Sem querer, o rapaz quebra o braço do guarda, que desmaia com a dor, sem ao menos fazer um som. Pegando as chaves penduradas na cintura do guarda, o larápio abre o cadeado e arrasta o guarda para dentro, realizando a troca de roupas. Logo ao sair, percebe que na cela ao lado há um prisioneiro solitário, que aparentava estar ali dias a fio, e o rapaz tenta convencê-lo a se juntar a ele.

-Você quer sair daí? Só vai sair se apartir de agora trabalhar para mim, Elrick Alfagor, o homem "plus belle" de Dawn Island!

-Olha garoto, se eu fosse você, colocaria as suas roupas e voltaria para a cela, antes que os guardas te peguem. Pode tentar fugir se quiser, mas depois não diga que eu não te avisei. -Diria o prisioneiro, de forma totalmente seca e sem fé.

Ignorando o homem, e totalmente por si só, Elrick caminha a esmo pelos corredores, tentando encontrar uma saída. Só que, por um erro de percepção, ele acaba dando de cara com cinco guardas, que logo o chamam.

-Ei, Aragão, venha com a gente, vamos aproveitar o happy hour no bar do Martinho da Vila!

OFF:
 

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Blackfish
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MensagemAssunto: Re: Crônica do Leste: O larápio caótico   Crônica do Leste: O larápio caótico EmptySab 18 Fev 2017, 17:27

Um passo de cada vez


Havia ficado engrandecido com meus próprios atos, mal acreditava que uma ideia de últimas chances se concluiria, meu sorriso se destacava de orelha a orelha ao ver que me saí melhor que um guarda da marinha.

Hmm, ter quebrado o braço dele foi cruel demais para mim, Dieu me pardonne, mas espero que fique tudo bem — Sussurrava enquanto saía do corredor da minha antiga cela — Como aquele cara ousou a não seguir comigo? Quando eu ficar famoso espero não me procurar!

Ao andar pelos corredores da prisão em Dawn Island me deparei com cinco guardas locais, minha expressão foi de total surpresa repentina, fiquei parada instantaneamente engolindo saliva seca em minha garganta, fiquei ainda mais confuso ao chamar-me do nome do antigo guarda.

Um momento! — Gritaria confiante enquanto levantava a mão disfarçando ao amarrar o cadarço dos sapatos, caso estejam nos meus pés, tomaria um pouco de tempo para pensar. — Hm...

Analisaria a feição de cada um dos cinco guardas, as armas que possuíam, a distância deles a mim e se havia guardas em volta, porém, não tomaria tempo demais para não deixar na cara que havia algo de errado, o suor escorreria pela minha testa pela pressão aparente, porém, minha natureza de temperamento calmo mantinha-me em total alerta e pensamentos limpos naquele momento.

Se não desconfiassem que eu era um impostor, levantaria calmo ajeitando meu uniforme com uma expressão de cansaço e caminharia junto aos cinco guardas para acompanha-los, sempre mantendo uma distância para qualquer movimento brusco de ataque no meio deles.

Bora lá, rapaz! Fiquei o dia inteiro com esses vermes, eu tô mort de fatigue Falaria se juntando aos mesmos com total expressão de confiança.

Caso estranhassem do sotaque estranho, fecharia o semblante e cruzaria os braços indicando que algo me incomodaria e manteria ainda total calma evitando o máximo possível de desconfiança e atitudes diferentes do comum, que pudesse quebrar o disfarce.

Fiquei tanto tempo com o novato que acabei pegando o sotaque! — Falaria irritado.

Se ainda estivesse dentro de um perfil de guarda de prisão, caminharia tranquilo observando cada movimento de seus "parceiros" puxaria cuidadosamente um nível de intimidade.

Então galera, esse Happy Hour vai tá como? — Falaria confiante e sorrindo — Aliás, tava passando pelos corredores aê, e parei pra pensar, meu supervisor nunca me falou quem são os barras pesadas da prisão, qui sont ?

Se o disfarce não fosse bem aceito não perderia tempo e já me colocaria em posição de ataque, visaria a distância de cada inimigo e me colocaria três passos para trás, tentaria caminhar em direção ao mais próximo e utilizaria um falso uppercut passando em falso de distração na face do inimigo logo girando meu corpo em cento e oitenta graus desferindo uma joelhada no abdômen visando desmaia-lo.

Manteria a guarda levantada e utilizaria de movimentos rápidos e evasivos para defesa, não receberia todos os danos pois eu me pouparia dos choques de impacto, usaria de minhas habilidades acrobáticas para realizar rolamentos e saltos como esquiva.  


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