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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 3° Tale - Blizzard of Revolution

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MensagemAssunto: 3° Tale - Blizzard of Revolution   3° Tale - Blizzard of Revolution - Página 6 EmptySeg 30 Maio - 19:47

Relembrando a primeira mensagem :

3° Tale - Blizzard of Revolution

Aqui ocorrerá a aventura do(a) revolucionário(a) Elsa Às Volkerbäll. A qual não possui narrador definido.


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Volker
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MensagemAssunto: Re: 3° Tale - Blizzard of Revolution   3° Tale - Blizzard of Revolution - Página 6 EmptyDom 24 Jul - 6:08

Nada poderia ter sequer chegado aos pés daquele momento, pelo menos em tudo o que havia vivido desde então, se a subida parecia ter sido suficientemente desafiadora e aterradora, a descida demonstrava também ter o seu ‘charme’. Porém, antes que pudesse contemplá-la por completo, tentei ajudar Mindy. A situação incomodamente perigosa em que a jovem havia se colocado não poderia ser simplesmente ignorada, por mais que esta fosse à ideia mais lógica que alguém naquela embarcação tomaria, mas eu não estava na mesma linha de pensamento dos demais. Durante a transição entre subida e descida, tentei aproveitar do momento para ajudar a garota e talvez por um triz não tivesse conseguido executar tudo como o ‘planejado’.

O navio iniciava sua brusca queda, quase nos jogando para de encontro com a água, mas graças ao rodapé tínhamos a oportunidade de nos mantermos na embarcação, tive de me valer do improviso para me assegurar o mínimo de sustentabilidade ao utilizar a Ninjaken para me garantir apoio, Mindy por sua vez não perdia tempo em agir e usava sua própria espada para fazer o mesmo, tornando nossa situação confortável o suficiente para que ficássemos de pé. – Conseguimos! – comemorava a permanência, enquanto o vento do local balançava meus cabelos, tinha noção de que se não fosse pelo empenho conjunto de nós duas, não teríamos conseguido. – Conseguimos! – comentava novamente, desta vez buscando naquele momento de extrema tensão, um beijo. O tentaria somente se visse a possibilidade de fazê-lo sem perder a minha sustentação, ou a de Mindy. Um beijo intenso, embora não tão longo dado a situação, era uma questão muito mais de ímpeto do que propriamente algo pensado.

Se eventualmente a beijasse, acabaria por sorrir, levemente desconcertada com a situação antes de voltar a falar com ela e observar o horizonte. – Não fique tão agitada! – diria como se nada tivesse ocorrido. – A parte ruim já foi agora é só diversão! Hahaha! – direcionava o olhar para aqueles que haviam mantido sua coragem para observar a descida e então retorná-la para a grande estrada azul que havia pelo caminho até a base da montanha. O navio voltava a beijar as águas já não tão turbulentas quanto antes, embora tal notícia não animasse nosso navegador que havia trocado os solavancos pelas pedras, a madeira rangendo por ela lascando a cada vez que ela arrastava no fundo. – Olhe! – diria, apontando para a porção de terra que acabava de aparecer. A terra antes tão distante começava a crescer sob meu olhar, suas formas deixavam de parecer tão abstratas e ganhavam cores e vida, um farol ao fim da tormenta, um porto seguro para aqueles que haviam desafiado a montanha.

Um Farol! – gritaria para que todos ouvissem. – Ajudem nosso navegador! Já apanhamos demais do mar por hoje! – diria com confiança, na esperança de que alguma coisa que eles fizessem pudesse auxiliar nosso navegador a atravessar o caminho sem mais sustos ou danos. Permaneceria atenta ao nosso redor, na possibilidade de enxergar algo que não pudesse ser visto pelo revolucionário que conduzia o navio. Acompanharia, caso não houvesse mais sustos, nossa chegada ao farol, onde aguardaria para que aportássemos no local. Uma vez que isso ocorresse, voltaria a falar com Kim e Durong, para que eles confirmassem com os demais a quantidade de coisas que tínhamos e se havíamos perdido algo durante a viagem e com Minddy, voltaria a afirmar que gostaria de conversar com ela. Buscaria descanso dentro do navio, não tinha visto Vicent durante todo o caminho pela reverse, talvez fosse hora dele trabalhar e verificar os possíveis danos na embarcação, meu foco depois de tudo aquilo, seria relaxar.



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MensagemAssunto: Re: 3° Tale - Blizzard of Revolution   3° Tale - Blizzard of Revolution - Página 6 EmptySeg 25 Jul - 9:29

Narração
As garotas haviam acabado de presenciar algo magnifico e ao mesmo tempo assustador, devido a descuidos quase acabaram sendo jogadas para fora do barco, mas as firmes madeiras da embarcação espediam a tragédia de acontecer, e logo com um pouco de ajuda das armas as duas restabeleciam a sustentação se vendo de pé novamente. Mindy se metera em uma situação complicada, e Ás não pode simplesmente se prender ao sensato, portanto de certa forma arriscara sua vida para alcançar a mão da marinheira e poder trazê-la de volta a segurança, um ato nobre reconhecido com muita gratidão por parte da ex-marinheira. O barco voltava ao seu curso normal onde a queda era inevitável, assim como as batidas do casco contra a formação rochosa, que por sinal fazia o navegador arrancar seus cabelos de preocupação, não literalmente é claro, mas estava fazendo o possível para manter o trajeto de forma segura.

- Conseguimos! - Expressava-se Elsa de maneira alegre, demonstrando uma espécie de vitória que as duas haviam conquistado juntas. - Conseguimos! - Falava mais uma vez, dessa vez instintivamente aproximando seu corpo da garota.

Nesse momento o olhar das duas mulheres se encontrava em meio a toda reviravolta, poderia dizer não era a melhor hora ou lugar para isso, mas quem liga? Então aproveitavam da diminuição da turbulência durante a decida para aproximar seus corpos ainda mais, mesmo assim o olhar de Mindy era tímido sem saber exatamente o que estava fazendo, apenas se deixava levar pela empolgação de Elsa. O beijo acontecia durando alguns segundos passageiros, porém o suficiente para mostrar algum sentimento envolvido, de qualquer forma havia acabado, a garota retirava seu rosto devagar e em seguida abaixava-o refletindo sobre o ato durante algum tempo. Por outro lado com Ás era diferente, ela fingia que nada havia acontecido e logo se virava para o horizonte passando a observa-lo junto com a bela decida, a qual estava chegando a seu desfecho final.

- Não fique tão agitada! A parte ruim já foi agora é só diversão! Hahaha! - Se pronunciava de maneira descontraída, buscando voltar ao clima anterior ao beijo.

Após os estranhos momentos a médica estava com a sua atenção focada ao mar outra vez, mais precisamente na porção de terra a frente, onde também estava localizado um grande farol, que aparentava ficar cada vez maior a medida que se aproximavam. No convés os tripulantes comemoravam a conquista agora que o pior já havia passado, boa parte deles gritava e celebrava a conquista, até mesmo o navegador que se manteve preocupado com as condições do navio, agora sorria girando o leme ansioso. Vicent passava a olhar para a revolucionária e não podia esconder seu sorriso no rosto, acenando algumas vezes. Mas logo tudo fora interrompido por Mindy, que deixava o mundo dos pensamentos voltando a realidade, a garota abraçava Elsa com força fazendo-a virar para si, e logo após pegava nas mãos de Ás levando-as até seu peito, onde podia sentir os batimentos acelerados.

- Oobrigada, mas olha o que você fez... - Cochichava as palavras no ouvido da revolucionária, estava visivelmente nervosa, mas mesmo assim não conseguia esconder uma risadinha no final da frase. - Também está sentindo isso? - Prosseguia, ainda confusa com todo o ocorrido.

Elsa ainda pensava em pronunciar algumas palavras para a tripulação e tentar ajudar o navegador durante o processo, mas aparentemente Mindy lhe abraçava com força e muito provavelmente não a deixaria ir até que a garota se expressasse de alguma forma. No entanto ao menos algumas notícias boas também apareciam, o barco finalizava seu trajeto pela Reverse Mountain e passava a navegar lentamente por entre as águas da Grand Line. Ainda estavam a uma certa distância do tal farol, mas não levaria muito tempo para que chegassem lá, e por isso boa parte dos homens que até então estavam escondidos mostravam suas caras novamente, se prontificando a ajudar nos preparativos para aportar.
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MensagemAssunto: Re: 3° Tale - Blizzard of Revolution   3° Tale - Blizzard of Revolution - Página 6 EmptySeg 25 Jul - 18:03

Enfim alcançávamos a bonança, após uma travessia feroz que nos consumia um tempo do qual éramos incapazes de estimar, atravessamos a grande barreira que separava o North Blue do mar daqueles que sonham por coisas muito maiores das que se pode obter em qualquer um dos quatro blues. A vista do farol, embora ainda pequena representasse a linha de chegada de um esforço conjunto, sacrifícios e adversidades. Mas até mesmo em um momento de tensão, abriu-se espaço para algo a mais, na linha tênue que podia nos matar ou deixar viver encontrou-se o espaço de segundos para um beijo, não tão curto e nem tão longo, mas talvez sincero e inflamado pelo calor do momento.

Meus lábios alcançavam o de Mindy, a respiração tornava-se ansiosa e os corpos se aproximavam igualmente, se meu olhar ainda se mostrava obstinado e tranquilizador, o da jovem era repleto de timidez, mas não totalmente ausente de coragem. Era um momento que poderia ser prolongado por longos minutos, uma sensação boa que não era uma novidade para mim, mas era tão viciante como um bom vinho. O gosto doce como fruta era talvez a coisa mais evidente que podia sentir naquele instante enquanto os lábios se umedeciam com o breve contato e então tudo acabou tão rápido quanto havia começado, o navio voltava a ser embalado pelas ondas e me via em uma situação onde demonstrava uma naturalidade fora do contexto daquele momento.

Eu não tomo jeito. – O pensamento era completamente repreensivo, embora não fosse sério. – Mas o que posso fazer? – desviava brevemente o olhar para a revolucionária, que parecia imergir em seus próprios pensamentos após o beijo. – Eu me apaixono muitas vezes e não faço a menor questão de viver esse sentimento. – a ideia parecia ótima, mas não tanto para aqueles que não estavam acostumados a tal atitude liberal, era como minha irmã mais velha e meu pai, incapaz de manter um único relacionamento. Mas era o momento de viver e não refletir sobre o certo ou errado, havia um sentimento e não estava disposta a negá-lo. Também havia uma razão para celebrar e porque não juntar duas coisas tão boas?

O navio reverberava com os gritos de celebração, os revolucionários comemoravam no convés e até mesmo nosso navegador exibia uma expressão de maior serenidade e felicidade diante do obstáculo vencido. Vicent finalmente aparecia, sorria como um menino e acenava para mim, naquele instante já havia guardado a ninjaken e tinha a liberdade para relaxar e retribuir o aceno com um largo sorriso de felicidade. Até que era interrompida por um forte aperto, um abraço para ser precisa. – Mi. – o nome vinha como um sussurro de surpresa, enquanto minha atenção voltava a ser para ela. A jovem tomou minhas mãos e as colocou sobre seu peito, onde podia ouvir seu coração em desalinho. Pensei em sorrir, mas desta vez a expressão não veio de imediato, mas depois que ela começava a falar. – Parece que fiz uma bagunça ai dentro. – respondia e desta vez, era eu quem estava levemente tímida. – Se estou sentido? – parava por um instante, pensando sobre a pergunta. Tentaria neste momento arriscar um selinho independente de conseguir ou não, responderia sorrindo. – Também estou.

A turbulência que havia nos acompanhado enfim dava trégua e passávamos a navegar por águas mais calmas, o farol já era uma realidade bem próxima e isso fazia todos no navio agirem para que pudessem estar prontos para aportar. – Não devemos demorar muito para chegar. – comentava ao pé do ouvido de Mindy. – Então temos que aproveitar o momento, mesmo que não tão longo. – a olharia antes de voltar a falar. – Vem comigo. – a chamaria, puxando-a pelo braço caso a timidez da moça ainda lutasse contra. – Uhhh isso foi bizarramente divertido! – diria a Vicent de forma extrovertida, enquanto olharia para a reverse. – Acho que agora eu posso descansar um pouco! Qualquer coisa, só me procurar Vicent. – diria ao revolucionário, já sem dar a oportunidade de uma resposta, buscaria logo em seguida um quarto, onde pudesse me acomodar, mesmo que por algumas horas.

Tema:
 
Se o conseguisse, traria Mindy comigo, onde uma vez no local procuraria o banheiro. – É a primeira vez que sente isso? – a questionaria, agora em um ambiente privado. Despir-me-ia das roupas, havia estado com os trapos do vestido ou com o incômodo terno durante todo o tempo e nem mesmo havia encontrado um banho para tomar, ansiava por um e naquele momento, por algo a mais. – Não precisa ter medo, nem vergonha disso. – diria, me aproximando dela mais uma vez, buscando outro beijo. – Confia em mim? – era minha última pergunta. Se obtivesse reações positivas a tudo aquilo, voltaria a beijar a revolucionária, enquanto a despia de suas roupas, antes de seguirmos juntas para o banho e depois para a cama. Porém, caso ela ainda não estivesse disposta a se entregar a tudo aquilo, a respeitaria, embora ainda desejasse a companhia dela, mesmo que seja para um conversa. – Agora que estão na Grand Line, quais os seus planos? – diria em ambas as ocasiões, ao fim de tudo.



Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: 3° Tale - Blizzard of Revolution   3° Tale - Blizzard of Revolution - Página 6 EmptyQua 27 Jul - 2:42

Narração
A pior parte da viajem agora se via em seus últimos murmúrios, mas não antes de encerrar com chave de ouro, um beijo de último momento roubava a cena mesmo perante a tão temida reverse mountain, apesar da paixão e sinceridade apresentada pelas duas garotas durante o ato, seus lábios acabavam por se separar após alguns segundos. O que acabava de ser uma ação reveladora logo se transformava em expressões confusas, porém Elsa tentava evitar isso agindo de maneira natural como se tentasse esquecer isso e evitar perguntas, e de fato era o que acontecia por algum tempo. Enquanto isso do outro lado do convés a tripulação toda comemorava a chegada na Grand Line, até agora nada havia mudado, mas a adrenalina já estava correndo em suas veias e o simples fato de enfrentar o desconhecido já era algo a se comemorar.

Mesmo assim Ás não podia deixar de pensar em seus sentimentos, analisava de maneira vívida o recente acontecimento estampado em sua memória, e de forma alguma deveria se arrepender do que fez, estava disposta a apenas viver e aceitar o sentimento que lhe rodeava frequentemente. Porém ainda não possuía a opinião de Mindy sobre isso, e julgando pela sua cara não parecia receber alguma resposta tão cedo, por outro lado Vincent também estava animado com a chegada, e acenava feliz para Elsa, que não se negava em responder. Entretanto o inesperado acontecia, a ex-marinheira prendia sua atenção com um abraço e palavras confusas, mas esclarecedoras, algumas perguntas que de fato mereciam respostas, portanto a revolucionária não as negava.

- Parece que fiz uma bagunça ai dentro. Se estou sentido? - Dizia tentando aliviar as tensões, mas que acabavam por complicar mais, e por fim um sorriso seguido das palavras que Mindy tanto desejava. - Também estou.

- Ah... Suspirava de forma aliviada, apesar de não entender muito bem o que isso significava. - Que bom! - Eram as únicas palavras que conseguiam sair de sua boca, independente do que pensava em acrescentar de verdade.

- Não devemos demorar muito para chegar. Então temos que aproveitar o momento, mesmo que não tão longo. - Afirmava julgando a possibilidade, após a boa reação de Mindy.- Vem comigo.

Elsa apenas agarrava a garota pelo braço trazendo-a junto consigo, ela nem sequer teve tempo de responder, não que exatamente pensasse em faze-lo, mas de qualquer forma não refutava a decisão da revolucionária e apenas a seguia como solicitado. Durante o caminho até o interior do barco as jovens chegavam a encontrar os três arqueiros, que por sinal ainda comemoravam a vitória, mas dessa vez carregando alguns dos suprimentos estocados no barco, para uma possível necessidade ao aportar no farol. Agora estavam com mais quantidade em seu estoque mas ainda precisava ser reposto e provavelmente fariam isso em algum lugar nessa parada, um local ainda desconhecido por Ás e que não era possível julgar com exatidão se realmente existia, mas dado a necessidade precisara ser feito em algum momento durante a viagem.

- Uhhh isso foi bizarramente divertido! - Falava chamando a atenção de Vincent, que não demorava muito para dar sua atenção a garota. - Acho que agora eu posso descansar um pouco! Qualquer coisa, só me procurar Vicent.

- Descansar? - O líder dividia seus olhares entre as duas moças e não podia esconder um sorrisinho irônico. - Já entendi... Virava-se de volta ao trabalho rindo um pouco, não deixando bem claro o porquê da atitude, mas era de se imaginar.

Agora deixando de lado a conversa as duas se direcionavam para o quarto, mais especificamente adentrando o banheiro, local onde Elsa não só desejava um banho mas também algo a mais de Mindy, que até agora se manteve reservada. Porém expôs todas suas emoções após aquele beijo, a revolucionária já parecia entender melhor suas intenções, que por sinal também sentia, e se era um sentimento mutuo não havia porquê ser evitado, deviam aproveitar a cada segundo o curto espaço de tempo até a chegada no Farol.

- É a primeira vez que sente isso? - Indagava, já despindo-se do vestido que apenas a incomodava, enquanto esperava uma reação da jovem.

- Talvez. - Agora em particular, mostrava-se mais misteriosa que normalmente era, e a vergonha deixava de ser um empecilho sendo até substituído por um olhar malicioso.

- Não precisa ter medo, nem vergonha disso. Confia em mim? - Perguntava uma última vez, pondo um fim no curto diálogo.

Após isso a garota apenas aceitava o beijo sem quaisquer comentários, e suas roupas eram despidas lentamente a medida que seus corpos se encontravam, dando o prazer de sua companhia para um banho quente e outras coisas a mais. O amor entre as duas era selado naquele momento e não havia mais como voltar atrás, logo após breves momentos se viam deitadas a cama, Mindy com sua cabeça apoiada no colo de Elsa conversando sobre seus interesses, algo que não haviam tido chance de falar mais cedo. Enquanto isso do lado de fora o tumulto crescia cada vez mais, os tripulantes estavam agitados apesar de não demonstrarem nenhuma reação em específico, alguns gritos podiam ser ouvidos, e qualquer podia julgar que estavam se aproximando.

- Agora que estão na Grand Line, quais os seus planos? - Questionava curiosa com a possível resposta.

- Na verdade, ainda não tenho certeza. Quem sabe seguir com os revolucionários? Vocês não são tão maus afinal de contas, e bem, não há muitas alternativas. - Sorria um pouco, sem arrependimentos no exato momento em que a embarcação chacoalhava, indicando que haviam aportado.
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MensagemAssunto: Re: 3° Tale - Blizzard of Revolution   3° Tale - Blizzard of Revolution - Página 6 EmptyQua 27 Jul - 6:10

Quais palavras poderiam ser usadas para descrever o que ocorria naquele pequeno quarto de navio? Certamente, por mais que imaginasse algumas, nenhuma sequer seria capaz de descrever o que de fato havia ocorrido e muito menos transcrever o que havia sentido, era preciso viver para saber. Na intimidade do cômodo as palavras tornaram-se detalhes modestos, as carícias davam lugar a beijos e coisas a mais, a temperatura do banho pouco importou no fim das contas além de expulsar o cansaço e o odor do mundo que havíamos deixado por detrás daquela montanha. Estava aos braços de Mindy e ela aos meus, talvez somente tolos ou despercebidos não tivessem notado o clima que pairava entre nós duas, Vicent havia notado, e disso tinha certeza. O balanço do navio ditou o ritmo do ato e desta vez a sensação parecia perdurar por um tempo muito maior do que podia imaginar.

Dediquei-me a prestar a atenção ao meu redor, quando Mindy permanecia deitada, com a cabeça em meu colo. Nuas, permanecíamos deitadas, conversando como se estivéssemos em algum lugar deslocado da realidade que se seguia de maneira barulhenta além da porta do quarto. – Me lembre de na próxima vez pegar um vinho antes. – comentava em um risinho, ainda com a leve intensidade dos suspiros. Acariciava a pele suave da ex-marinheira, podia sentir o cheiro dela por todo o quarto. – Damasco, a pele dela cheira o damasco. – pensava em meio a nossa conversa. E enquanto ela me respondia, continuava a pensar sobre a impressão que ela havia me causado. – Figo! É esse o gosto dos seus lábios. – ria enquanto mordia um dos dedos em meio ao pensamento. – Oberyn sempre me disse que as mulheres têm os beijos mais doces. Devo uma a ela. – voltava a suspirar, ao notar que de fato minha irmã estava certa todo esse tempo.

Mindy tinha planos de continuar, sua resposta era mais do que satisfatória para entender isso. – Bom ou Mau, tornou-se uma questão de perspectiva, e isso a muito tempo. – respondia em meio às carícias. – Sempre há boas alternativas Mi, querer ficar ou não é uma decisão sua ninguém aqui irá lhe prender por isso. – daria um novo beijo na moça. – É isso o que significa ser livre, é pelo que eu luto. – a encarava por um tempo, até levar minhas mãos aos cabelos para que pudesse organizá-lo. O navio chacoalhava um pouco, os gritos do lado de fora eram claros, havíamos aportado no farol. – Chegamos. – dizia com voz distante e semblante pensativo, mas rapidamente voltando ao sorriso. – Será que encontraremos um lugar para roupas? Esse vestido já está em trapos! – gesticulava, levantando-me da cama para avaliar a roupa que vestiria.

Negativo! Eu não fico com essa roupa nem mais um dia! – afirmava ao constatar o estado precário da vestimenta. – E nem com essa máscara! Já está trincada desde Micqueot! E eu paguei uma nota por ela! – dizia com uma expressão estarrecida. Arrumaria-me com o que tinha no momento, ajeitava o cabelo e o mantinha oculto sobre a manta azul, mas ainda não colocava a máscara sobre o rosto, após uma breve análise, optava também por retirar a proteção para o cabelo, deixando o pano azul como uma espécie de xalé. – Como estou? – perguntaria a Mindy após me arrumar. Não apressaria a moça para que fizesse o mesmo, apenas voltaria a me aproximar dela, para falar mais algumas coisas antes de sair.

Vou ver se Vicent e os rapazes precisam de mim, não tenha pressa. – diria, com um sorriso despreocupado. - Prometo que mais tarde, vamos ter mais tempo. Já provou tainha né? Dizem que é bom. – diria, dando um longo beijo em Mi, antes de sair do quarto. Se ela pedisse para que eu esperasse a aguardaria e sairia do local junto dela. Uma vez no convés do navio, buscaria por Vicent, Kim e Durong. – Qual o estado do navio? A Reverse nos causou muitos danos? – perguntaria a princípio. – Meninos, vocês fizeram a contagem de suprimentos? Precisamos urgentemente de alguma coisa? – falaria, direcionando as perguntas para os arqueiros, até por fim falar com Vicent. – Há algo que eu possa fazer? – diria, olhando para o Farol. – Quem mora aqui?



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MensagemAssunto: Re: 3° Tale - Blizzard of Revolution   3° Tale - Blizzard of Revolution - Página 6 EmptySab 30 Jul - 1:14

Narração
A proximidade entre as duas garotas apenas se intensificava cada vez mais, e os últimos acontecimentos apenas selavam isso de vez, Vincent por sinal também já havia notado mas parecia não se importar muito, até porquê estava completamente focado na aproximação do farol. Por fim acabavam descansando na cama por alguns poucos minutos, mas o suficiente para trocar mais algumas carícias e conversar um pouco, nada de real importância, pois aparentemente na maior parte do tempo Ás mais refletia sobre as novas informações que outra coisa. Não podia deixar de concordar que a experiência havia valido a pena e até se arrepender um pouco por não ter tentado antes, citava também uma relação com o vinho, o qual poderiam usar futuramente, uma bebida ligada ao romance e que Elsa parecia ter desfrutado bastante em ocasiões anteriores.

- Bom ou Mau, tornou-se uma questão de perspectiva, e isso a muito tempo. Sempre há boas alternativas Mi, querer ficar ou não é uma decisão sua ninguém aqui irá lhe prender por isso. É isso o que significa ser livre, é pelo que eu luto. - Comentava sobre a resposta da garota, em meio a troca de carícias e beijos.

- Hmm... - Pensava um pouco antes de refutar a ideia. - Minha carreira na marinha está acabada, então... Acho que é isso. - Falava mostrando que suas opções eram limitadas, mas sem demonstrar um semblante triste, pelo contrário sua expressão era contente.

- Chegamos. Será que encontraremos um lugar para roupas? Esse vestido já está em trapos! - Acrescentava a revolucionária ao ver que o barco havia aportado. - Negativo! Eu não fico com essa roupa nem mais um dia! E nem com essa máscara! Já está trincada desde Micqueot! E eu paguei uma nota por ela! - Concluía sobre suas vestimentas.

Sendo assim procurava algumas roupas no cômodo, mais ao canto conseguia alcançar um guarda-roupas onde estavam localizados alguns vestidos, todos básicos nenhum chegava a ser extraordinário, mas eram as peças de roupa que encontravam no momento. Sem pestanejar as garotas usufruíram dos utensílios e se vestiram novamente, afinal de contas a tripulação já devia estar preparada para descer, e atrasar não era lá uma das melhores opções, ainda mais em uma ilha totalmente desconhecida por sua parte. Por outro lado a ex-marinheira demorava um pouco mais, talvez fosse um pouco mais vaidosa e decidia por escovar seu cabelo antes de qualquer coisa, já Elsa apenas colocava sua manta pra completar e já estava pronta para desembarcar, deixando que Mindy levasse o tempo necessário para se arrumar.

- Vou ver se Vicent e os rapazes precisam de mim, não tenha pressa. Prometo que mais tarde, vamos ter mais tempo. Já provou tainha né? Dizem que é bom - Se despedia, dando mais um beijo na garota e saindo do quarto.

- Tainha? - Questionava confusa.

Finalizando os pormenores a serem realizados ainda no quarto, agora deixava o cômodo para reencontrar-se com os demais no convés, pretendia encontrar os arqueiros na parte de cima agora que já estavam na ilha. Subindo até lá novamente podia ver o grande número de pessoas se retirando da embarcação, a maioria carregava caixas em seus braços, algumas vazias outras com suprimentos, em resumo provavelmente o líder devia ter um bom plano para restabelecer o estoque de mantimentos. De qualquer formas as coisas estavam agitadas, e dando uma observada melhor na ilha o único destaque era o farol, em volta podia ser visto uma grande quantidade de cavernas e alguns homens olhando ao longe sem esboçar reações.

- Qual o estado do navio? A Reverse nos causou muitos danos? Meninos, vocês fizeram a contagem de suprimentos? Precisamos urgentemente de alguma coisa? - Questionava ao encontrar os três arqueiros, apenas observando o fluxo de pessoas.

- Nada bom. O casco está danificado, vamos precisar de algum tempo para concertar. Quanto aos suprimentos, já fizemos a contagem sim e pretendo repor boa parte agora. - Respondia de forma direta.

- Há algo que eu possa fazer? Quem mora aqui? - Voltava a perguntar.

- Boa pergunta ... Comentava esboçando um sorriso. - Vamos precisar de um Log pose para seguir viajem, e digamos que o homem que mora lá é o único da ilha que pode nos fornecer isso. Ele se chama Don Karthus, todos dizem que é um viciado em apostas. Acha que dá conta? - Passava a informação, aproveitando a deixa para fazer um pedido a Elsa, mas não deixava de erguer uma das caixas para prosseguir com a tarefa principal. - Está vendo aquela casa? É lá. - Dizia apontando para uma pequena construção ao lado do farol.

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MensagemAssunto: Re: 3° Tale - Blizzard of Revolution   3° Tale - Blizzard of Revolution - Página 6 EmptySab 30 Jul - 23:37

A movimentação no navio estava a pleno vapor, diferente do som generalizado e incoerente de quando realizamos a travessia, era possível notar certa organização em todo aquele barulho. Ainda exclusa de tudo aquilo, permanecia com Mindy por mais algum tempo antes de seguir para minhas obrigações, o clima entre nós duas era curiosamente leve embora o tempo que tínhamos fosse relativamente curto, mas servia para por um fim a muitas coisas, entre elas a principal fosse a confirmação de que agora a ex-marinheira era de fato uma nova revolucionária. O cômodo pequeno ainda guardava algumas pequenas surpresas, como os vestidos simples, não tão do meu agrado, mas ainda sim novos em comparação com o fiasco que havia ficado minha roupa. Segui ao encontro de Vicent após aguardar minha nova parceira terminar de se arrumar, embora também desejasse dedicar um pouco mais de tempo a isso também o fato de estar constantemente coberta por uma manta e máscara além das constantes lutas, me davam o álibi perfeito para ignorar um pouco a vaidade.

Ao chegar ao convés, encontrava com os três arqueiros e busquei me informar da situação do navio e dos suprimentos e as notícias que recebi não eram uma real surpresa, mas também não era o que desejava ouvir. – Se ele saísse disso sem nenhum dano...poderia dizer que tiramos a sorte grande. – fazia uma pausa e sorria. – Não que sair vivo já não tenha sido isso. – colocava as mãos na cintura e respirava profundamente. – Não parece que vamos ter muitos problemas aqui. – comentava, antes de questionar a respeito de possíveis moradores e se podia fazer algo para ajudar. Vicent respondia com aparente dúvida, mas seu sorriso entregava que alguma coisa iria sobrar para mim. – O maldito Log-pose. – dizia em tom irônico. Mas havia informações bem mais interessantes a se considerar, bem mais até do que as pessoas nas cavernas.

Você disse apostas? – meu olhar se enchia de brilho. – Esse tal de Don Karthus, faz apostas valendo o log pose? Interessante. – não podia evitar soltar um pequeno riso, apostas era um passatempo de infância, uma brincadeira de irmãos que competiam entre si por alguma coisa. Mas agora, o prêmio seria o log pose para o navio e não coisas simples como biscoitos. – Se eu acho que dou conta? – olhava para Vicent. – Quer apostar? – sorria, antes de seguir para a casa do tal Don Karthus.

A princípio, iria sozinha, mas se alguém quisesse me acompanhar não iria impedir. Seguiria até a entrada do local e bateria palmas, esperando que alguém ouvisse. Caso não houvesse resposta, tentaria ver se a porta estava aberta para que eu pudesse entrar. Caso fosse atendida, me apresentaria. – Olá. Falaram-me que é aqui a residência de Don Karthus. – se houvesse a confirmação, continuaria. – É aqui que eu faço uma aposta pelo log pose? – estava ansiosa pela experiência e com uma grande expectativa pelo que viria a seguir.



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MensagemAssunto: Re: 3° Tale - Blizzard of Revolution   3° Tale - Blizzard of Revolution - Página 6 EmptySeg 1 Ago - 5:27

Narração
As garotas terminavam de se arrumar e enfim se juntavam aos demais, que já estavam cuidando do deslocamento da mercadoria, aparentemente já estava tudo planejado e correndo bem, alguns rostos desconhecidos observavam a movimentação de forma descontente, mas não chegavam a realmente interferir. Agora com roupas novas Elsa estava completamente renovada, porém não havia muito trabalho para a revolucionária no convés, o único ponto que faltava a ser acertado era o fato de ainda não possuírem um Log pose, e precisavam do objeto urgentemente se desejassem seguir para a primeira ilha da Grand Line. O farol era apenas uma ilha de transição e isso era visível, o número de piratas sem rumo e marinheiros "aposentados" era incontável, uma sensação nada boa, diferente de qualquer ilha que já haviam passado antes, certamente um local intrigante, mas constantemente ligado a tragédias e sonhos perdidos.

- Se ele saísse disso sem nenhum dano...poderia dizer que tiramos a sorte grande. Não que sair vivo já não tenha sido isso. Não parece que vamos ter muitos problemas aqui. Dizia vendo que nenhuma movimentação ofensiva fora realizada, mas mudando seu semblante ao ouvir sobre o pedido do Log Pose. - O maldito Log-pose.

- É, o maldito Log pose! - Respondia Vincent rindo um pouco.

- Você disse apostas? Esse tal de Don Karthus, faz apostas valendo o log pose? Interessante. Se eu acho que dou conta? Quer apostar? - Encerrava os questionamentos, deixando que Vincent terminasse a explicação.

- Sim, ele faz. Mas você sabe como são esses apostadores, provavelmente ele vai querer que ofereça algo em troca antes de qualquer coisa, então use o que for necessário... Mas não esqueça, ainda estamos sem o dinheiro! Precisamos chegar a primeira ilha para restabelecer os fundos, aqui é apenas um ponto de parada. - Alertava antes que a revolucionária sequer se mexesse, mas não deixava de rir um pouco sobre o comentário final de Ás.

A jovem então deixava o navio pensando sobre seu passado e a forma como tratava apostas, apesar de ser apenas uma brincadeira de criança nunca havia deixado de ser competitiva, e agora estava a sua frente uma maneira de provar isso, e por consequência ajudar os revolucionários superar mais uma etapa da viagem. Sem mais delongas, se aproximava do local batendo palmas, mas aparentemente ninguém atendia ou sequer se importava com a sua chegada, ao menos do lado de dentro da residência, pois do lado de fora alguns bisbilhoteiros observavam cada passo da revolucionária. De qualquer modo não era isso que iria lhe impedir, Elsa adentrava a residência mesmo sem permissão, até porque a porta permanecia esgaçada possibilitando com facilidade a entrada um que desejasse ir até lá, alguns passos adentro encontrava uma grande quantidade de quinquilharias e objetos sem valor no meio do caminho.

Mais adentro em uma espécie de sala encontrava-se um velho estranho e barrigudo, com uma barba que se estendia até seu peito, o sujeito não estava nem ai para qualquer coisa nos arredores, deitado sobre o sofá roncava igual um porco em seu sono mais profundo. Além algo intrigante era o pote de moedas de ouro, o qual o velho abraçava firmemente como se fosse seu filho, mais ao lado também era possível avistar uma espécie de sala lotada de Log Poses, então Vicent tinha razão afinal de contas. Sendo assim não havia nada que impedisse Ás de tomar os objetos sorrateiramente, a não ser é claro suas passadas que faziam ranger cada vez mais forte o chão da casa, e por sinal isso havia acordado o velho dorminhoco, que levantava-se aos poucos espreguiçando-se.

- Wuaaah! Olha o que temos aqui, uma garota! Vocês são raras por aqui, jovenzinha. - Falava o homem ainda acordando.

- Olá. Falaram-me que é aqui a residência de Don Karthus. - Pronunciava-se Ás, ainda um pouco acanhada. - É aqui que eu faço uma aposta pelo log pose? Indagava, levando direto ao assunto principal.

- O próprio! Ahh, Então é o log pose, uma pirata? Não, não. - Comentava analisando melhor a garota, coçava a sua barba pensando durante alguns segundos. - Bom, não importa! Mas... Você quer o Log pose certo? Então o que propõe? Sua aposta suas regras, HAHAHA! - Soava um pouco estranho, mas aparentemente o velho respeitava bem as regras a seguir.
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MensagemAssunto: Re: 3° Tale - Blizzard of Revolution   3° Tale - Blizzard of Revolution - Página 6 EmptyTer 2 Ago - 19:36

Encontrar Don Karthus não havia sido o maior dos problemas, a aparente monotonia do local parecia ser perfeita para aqueles que não gostam de ser incomodados, e de certa maneira era como o velho parecia viver. Sem resposta, adentrei a residência por uma porta que sequer estava trancada. – Ele não parece ligar para as pessoas que estão na caverna. – pensava conforme entrava no local. Karthus estava dormindo, deitado em seu sofá e agarrado a um pote de moedas de ouro, sua aparência parecia corresponder muito bem ao que eu imaginava um velho barbudo e barrigudo, mas certamente o que também chamava a atenção era o ouro que parecia proteger além de obviamente os log-poses, centenas deles, guardados em uma sala próxima. Eu poderia pegar discretamente? Era uma bela possibilidade, mas qual seria a graça disso perto de vencer uma aposta? Certamente nenhuma e mesmo se eu desejasse o fazer, não conseguiria devido ao piso que parecia berrar a cada passo que eu dava, até acordar o sujeito.

Ah, legal saber que sou artigo de luxo por aqui. – comentava em tom de brincadeira, enquanto o observava se levantar. – Pra esse cara agir assim tão tranquilamente... Ele deve ser temido o suficiente para que ninguém tente invadir e roubar os log poses. – pensava, olhando para a sala. Quando ele soube que eu estava a sua procura e disposta a fazer uma aposta, o velho não conteve o riso, pensou que eu era uma pirata a princípio, mas tão rápido quanto havia sugerido, mudou de ideia, ele sabia que eu era algo diferente. – Se você diz. – dava de ombros enquanto respondia a alegação de que não importava quem eu era. – Querer é relativo, eu quero jóias sabe?! Ouro, diamantes essas coisas que deixam mulheres felizes. O Log Pose é apenas um meio para que eu os consiga, mas isso é apenas uma visão egoísta minha. – sorria. – Minha tripulação precisa de um e só isso basta para que eu venha busca-lo. – sorriria.

Karthus parecia disposto a topar qualquer coisa que eu propusesse o que poderia parecer uma idiotice para alguns, para mim era um sinal de que ele estava confiante de que era capaz de me vencer em qualquer situação. – Um desafio de tiro ao alvo. – respondia. – Aquele que acertar o maior número de alvos ganha, basicamente. – gesticulava, enquanto esboçava uma expressão serena, explicando como funcionariam as coisas. – Serão três alvos, dois em terra e um no navio onde está minha tripulação, a distância inicial é de cinco metros e ela dobra de um alvo ao outro. – sorriria. – Para deixar a coisa interessante para ambos os lados, os alvos serão as moedas de ouro e teremos de acertá-las com uma arma chamada de senbon. – colocava as mãos na cintura e concluía. – É proibido um atrapalhar o outro, além de qualquer intervenção externa, a exceção ocorre no navio onde alguém vai manter a moeda em pé para que possamos atirar. – finalizava.

Jogava no que era possível eu fazer, eu mantinha as senbons escondidas em minhas vestes e longe dos olhares de qualquer um. Se Karthus podia supor algo era de que eu usasse uma espada devido a Ninjaken o que o tornaria muito mais receptível a aceitar as senbons. Se ele concordasse, responderia. – Então traga as moedas para fora, eu trarei as senbons do navio além de duas testemunhas, você pode fazer o mesmo se desejar. – diria antes de seguir para o navio, para contar a Vicent da aposta e separar seis senbons em minhas mãos. Pediria tanto para o líder do acampamento quanto para Mindy me acompanhar no que viria a seguir e então voltaria a me encontrar com Karthus. Porém, caso de alguma forma ele não concordasse com o pedido, ouviria suas reclamações e responderia. – Então o que gostaria de propor? Também não me incomodo com o que você escolha.



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MensagemAssunto: Re: 3° Tale - Blizzard of Revolution   3° Tale - Blizzard of Revolution - Página 6 EmptyQui 4 Ago - 17:46

Narração
Se aproximar da tal casa de Don Karthus fora até mais fácil que o esperado, a porta estava destrancada e o velho homem dormindo em seu sofá, e apesar de sua personalidade um pouco estranha chegava a ser receptivo, chegando a elogiar Elsa de sua maneira. Aparentemente aquele sujeito estava demasiadamente despreocupado, mas não podia saber exatamente porquê, talvez apenas se julgasse superior aos demais? Bom, isso era algo que restava a revolucionária descobrir por si só. De qualquer modo sua casa permanecia toda bagunçada e nada agradável de se ver, mas também não podia negar que estava repleta de patrimônios, alguns caros outros nem tanto, todos frutos de apostas anteriores. Certamente um homem para se tomar cuidado, e Elsa sabia disso, mas não hesitava em momento algum em dialogar com o velho, em busca de seu Log Pose.

- Ah, legal saber que sou artigo de luxo por aqui. Se você diz. Querer é relativo, eu quero jóias sabe?! Ouro, diamantes essas coisas que deixam mulheres felizes. O Log Pose é apenas um meio para que eu os consiga, mas isso é apenas uma visão egoísta minha. Minha tripulação precisa de um e só isso basta para que eu venha busca-lo. - Respondia as palavras anteriores, já expondo suas intenções e o porquê de estar ali.

- Jóias, ouro? Parece que tem bom gosto. Não lhe culpo por estar atrás do Log Pose, mas saiba que há muito mais que isso por aqui. - Abria um sorriso, erguendo um punhado de moedas de ouro em sua mão e soltando-as logo em seguida. - Basta oferecer algo a altura. - Completava, mostrando que também possuía riquezas para serem postas em jogo.

As expressões e argumentações de Karthus apenas mostravam a confiança que o homem tinha em suas próprias habilidades, não era algo tão comum de se ver por ai, ainda mais quando se trata de alguém de sua idade. Apesar de tudo era um velho sonhador que já passou por mais aventuras que qualquer um sequer pode imaginar, e aparentemente não estava nem um pouco disposto a perder, levantava-se com o pote em mãos e se aproximava da garota esperando pela sua proposta. Enquanto isso do lado de fora alguns barulhos podiam ser ouvidos, algo bem especifico nada mais nada menos que duas espadas se encontrando em meio a uma batalha, ao olhar pela janela podia ser visto dois piratas envoltos em uma multidão. Karthus ao observar tal cena apenas gargalhava batendo contra a madeira.

- Parece que não somos os únicos a apostarem aqui, HAHAHA! - Aproveitava um pouco mais a cena, antes de virar-se novamente e passar a escutar as palavras da jovem.

- Um desafio de tiro ao alvo. Aquele que acertar o maior número de alvos ganha, basicamente. Serão três alvos, dois em terra e um no navio onde está minha tripulação, a distância inicial é de cinco metros e ela dobra de um alvo ao outro. Para deixar a coisa interessante para ambos os lados, os alvos serão as moedas de ouro e teremos de acertá-las com uma arma chamada de senbon. É proibido um atrapalhar o outro, além de qualquer intervenção externa, a exceção ocorre no navio onde alguém vai manter a moeda em pé para que possamos atirar. - Explicava as regras que havia recém criado em seus pensamentos, esperando que Karthus aceitasse.

- Sen... o que? O restante me parece justo, mas não conheço essa arma. Que tal usarmos Armas de fogo? Bom se quiser usar essa tal de Sen... não sei o que, também pode, mas ao menos deixe que eu escolha a minha. - Acrescentava sorrindo, pois também queria incluir suas próprias jogadas na aposta.

Desse modo a aposta estava feita, Elsa desejava tomar vantagem devido as suas habilidades com as Senbons, mas o velho também havia suas táticas, apesar da confiança também era bem cuidadoso e propôs algo mais favorável. Sem mais delongas Ás partia para o barco, havia feito a regra de colocar duas testemunhas de cada lado, além de que também não queria mostrar que possuía senbons consigo, mostrando que estava na vantagem nesse quesito, mas pouco importava após esse reajuste de Karthus. Entretanto nada havia mudado quanto as testemunhas, e por isso a garota fora até o barco chamar Mindy e Vicent, que por sinal estavam ajudando no carregamento, mas decidiam por acompanhar a revolucionária tendo em vista a importância de um Log pose. O trio voltava até a frente da casa do velho, onde ainda estava ocorrendo a tal batalha, mas ao ver que karthus iria começar a sua própria apostas, todos os piratas que antes cercavam o combate agora passavam a se organizar em volta dos revolucionários e de Karthus.

- Vejo que trouxe suas testemunhas, eu já estou com as minhas duas bem aqui. - Afirmava apontando para seus olhos.
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MensagemAssunto: Re: 3° Tale - Blizzard of Revolution   3° Tale - Blizzard of Revolution - Página 6 EmptySex 5 Ago - 22:31

A proposta parecia totalmente perfeita para o meu lado somente, porém recebia com previsível surpresa a alteração de uma das condições, dando ao homem a possibilidade de usar outra arma para a disputa. Medo? Perspicácia? Não importava muito no fim das contas, Karthus possuía o log pose e indiscutivelmente seria obrigada a ceder em um ou outro ponto caso a disputa não lhe parecesse justa. – Ele tem a possibilidade de simplesmente se negar a entregar o que queremos e nos deixar para apodrecer. – pensava ao concordar com as condições, enquanto observava dois piratas se enfrentando do lado de fora. – Primeiro o log pose. – comentava despreocupadamente, antes de lhe dirigir um olhar desafiador. – Depois eu vejo se vale a pena arriscar outras coisas. – sorriria, antes de seguir até o navio para buscar minhas testemunhas.

No caminho até o navio pensava se devia de fato ter permitido que Karthus usasse uma arma diferente. – Eu poderia ter imposto minhas condições, era minha real vantagem. – suspirava. – Mas acabei aceitando só pelo prazer do desafio e é isso o que me incomoda. – coçava a cabeça só de imaginar o possível problema em que teria me metido com aquilo. Ao chegar à embarcação, encontrava-me com Vicent e Mindy ajudando no carregamento de suprimentos e após contar-lhes a respeito da aposta, voltei para a casa de Karthus junto deles. O homem estava a nossa espera e a disputa entre os piratas rapidamente chegava ao fim ao notarem que o dono dos log-poses iria disputar comigo. – Ótimo, odiaria que eles não estivessem presentes. – diria com uma piscadela. – Os nossos alvos já estão em posição? – perguntaria. – Eu já fiz a proposta, você bem que poderia providenciar essa parte. – diria em tom de brincadeira.

Quando os primeiros alvos estivessem posicionados, viraria meu olhar para o velho e perguntaria. – Damas primeiro?- já mantendo uma das três senbons em mãos. Se Karthus concordasse e me deixasse começar o desafio, abriria a distância estipulada de cinco metros e com a agulha em punho me prepararia para disparar. Observaria inicialmente como a moeda estaria, buscaria respirar fundo e me concentrar exclusivamente no meu alvo e no próprio vento com o objetivo de minimizar ao máximo as chancer de errar o disparo, com minha visão privilegiada buscaria estipular a força necessária para aquela distância e quando tivesse tomado todos os preparativos necessários dispararia, visando acertar o centro da moeda. Se, no entanto, Karthus decidisse ser o primeiro a disparar, concordaria mesmo assim e então o observaria primeiro, para notar como ele se portava além de avaliar o próprio disparo a fim de, caso ele errasse o tiro, eu fosse capaz de identificar seu erro para que não corresse o mesmo risco na minha vez.

Se eu conseguisse ou não acertar o alvo, comentaria. – Um já foi, faltam dois. – A diferença, no entanto se daria pelo tom de voz, animado em caso de acerto e suave e tranquilo em caso de uma possível falha. Da mesma forma me prepararia para o segundo disparo, a menos que algo de diferente surgisse. – Tem recebido visitas com frequência? – diria entre um disparo e outro, tentando dialogar um pouco mais com aquele homem misterioso, enquanto disputávamos de uma maneira até então saudável.



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