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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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MensagemAssunto: 3° Tale - Blizzard of Revolution   3° Tale - Blizzard of Revolution - Página 2 EmptySeg 30 Maio 2016, 16:47

Relembrando a primeira mensagem :

3° Tale - Blizzard of Revolution

Aqui ocorrerá a aventura do(a) revolucionário(a) Elsa Às Volkerbäll. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: 3° Tale - Blizzard of Revolution   3° Tale - Blizzard of Revolution - Página 2 EmptyDom 12 Jun 2016, 18:40

Era difícil saber o que estava melhor, se era o café bem quente ou o pão extremamente macio, cada mordida apenas abria meu apetite e fazia-me pegar cada vez mais pão e frios. Bem diferente de Mindy, que parecia apenas beliscar a comida, já havia lhe tirado as cordas que a prendiam, mas mesmo assim ela parecia agir com extrema cortesia e timidez. Perto dela eu certamente parecia uma tagarela, tudo o que dizia era resumido pela mesma em poucas palavras o que no fim das contas também não diminuía o valor delas. Tentei a minha maneira chegar ao assunto que Vicent havia solicitado e neste ponto fora que a conversa tomava um rumo mais dentro do que eu esperava.

Mindy respondia de forma hesitante a princípio, mas logo as palavras pareciam ter ganhado coragem para defender os marinheiros do Quartel General e negar-se a dar qualquer informação que culminasse em um ataque aos mesmos. Porém, lançava uma proposta, a de mostrar um local que nos levasse para fora da ilha, sob a promessa de não machucar mais ninguém. – Eu não duvido de suas palavras. – respondia por fim. – Também não duvido de que haja bons marinheiros naquele QG, você não é obrigada a cooperar de qualquer forma. – falava aquilo após inclinar-me levemente em direção a ela, mas logo retornando a postura comum. Tomava mais um gole de café, após comer mais um pedaço do pão. – Mas não sou eu quem decide as coisas aqui. – fazia uma breve pausa. – Por isso que Vicent quer conversar conosco, tomar uma decisão a respeito do caminho que esse acampamento irá seguir. – voltava a me aproximar, tentava tocar a mão da moça. – Por isso é importante que você diga a sua vontade para ele, tememos um ataque da mesma forma que os marinheiros e agentes temem e talvez a sua proposta possa ser uma saída não sangrenta para essa situação. – sorria, tentando transmitir confiança.

E a propósito, não precisa me chamar de moça, chama-me Às. – ria. – Eu não sou tão cismada com cordialidades. – tocava meu ombro ferido, tentando movê-lo um pouco mais. As dores de antes já havia se aquietado e aos poucos sentia que já podia mover meu braço normalmente. – Esse café vai acabar ficando gelado Mi, você precisa comer tanto quanto eu. - me levantava, enquanto ainda mastigava mais um pedaço de queijo. – Vicent já deve estar a nossa espera. – comentava, enquanto ajeitava meus cabelos.

Assim que Mindy terminasse o café da manhã, lhe daria a mão para que levantasse e então juntas, seguiríamos até a barraca de Vicent. Uma vez no local, saudaria todos que eventualmente estivessem por ali, antes de me direcionar ao revolucionário. – Amara retornou da cidade? – procurava saber sobre a Viúva Negra, havia lhe incumbido de uma tarefa e a essa altura, me preocupava saber se ela havia ou não retornado. – Bem Vicent, eu e Mi conversamos um pouco durante o café. Acho que seria bom você ouvi-la antes de tomarmos uma decisão. – diria, entregando prontamente a palavra a marinheira. – Não precisa ter medo, apenas diga a sua proposta. – comentaria com um sorriso, antes de me por ao lado dela para ouvi-la. Aguardaria o desenrolar das palavras dela e das informações que Vicent tivesse para compartilhar também, a fim de traçar um objetivo para o acampamento em Lvneel.



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MensagemAssunto: Re: 3° Tale - Blizzard of Revolution   3° Tale - Blizzard of Revolution - Página 2 EmptySeg 13 Jun 2016, 19:30

Narração
Elsa se deliciava com o café da manhã trazido por Durong, de fato eram alimentos de qualidade do estoque revolucionário, mas não sabia-se até quando, pois com todos esses problemas abastecer o estoque fora uma das coisas esquecidas. Entretanto ainda havia o bastante para mais alguns dias, e como esperado essa não era, nem de perto, uma as maiores preocupações no momento, afinal de contas o problema com o governo ainda persistia. Mas enquanto isso Ás perto da garota falava bastante tentando convence-la com diversos argumentos, mesmo que de maneira alguma quisesse força-la, as palavras de Mindy por outro lado eram simples e objetivas.

A expressão da marinheira mudava quando Elsa passava a mencionar um pedido de Vincent, as palavras que antes eram diretas e sem vontade, dessa vez mudavam, de sua boca saia um belo discurso de defesa aos seus companheiros de trabalho. Finalizava concluindo sua decisão, mas analisava melhor durante alguns segundos e, se contrariando, falava que poderia ajudar, impondo uma condição para que isso ocorresse. A revolucionária mesmo se desejasse não poderia confirmar essa decisão sozinha, estava sim se tornando mais influente, mas tinha plena consciência de que sua voz não seria a voz final. Portanto sem pensar duas vezes, pedia para que Mindy falasse a sua vontade para Vicent, e tentasse convence-lo a seguir por uma saída sem lutas.

- E a propósito, não precisa me chamar de moça, chama-me Às. Eu não sou tão cismada com cordialidades. - Comentava rindo, diante da formalidade usada pela garota.

- Ahh, certo. - Concordava sorrindo de volta.

- Esse café vai acabar ficando gelado Mi, você precisa comer tanto quanto eu. Vicent já deve estar a nossa espera. Dizia Elsa, já se levantando enquanto comia um pedaço de queijo.

- Já estou satisfeita. - Falava, acompanhando a movimentação da revolucionária e levantando-se também para que seguissem até a cabana do líder.

As duas finalizavam o breve lanche, suficiente para encher o estômago, Elsa já podia sentir que seu ombro melhorava agora podendo mexer seu braço, apesar de ainda sentir algumas fisgadas durante a movimentação não se continha em estender sua mão para ajudar Mindy a levantar-se. No final a garota achava mais fácil levantar apenas com as pernas, para não forçar seus braços machucados, pois ainda não estavam totalmente curados, mas agradecia a ajuda de Ás antes de levantar-se por completo com uma certa dificuldade. Sem mais delongas seguiam até a tenda de Vicent, onde também estavam Kim e Durong de pé conversando sobre algo que não podia-se ouvir com clareza, mas sem se preocupar muito Elsa direcionava-se até o líder por questões pessoais.

- Amara retornou da cidade? - Perguntava, preocupada com a viúva negra, que por sinal ainda seguia suas ordens.

- Amara? Ainda não soube dela. Será que ... Não, não. Ela sabe se cuidar, não há porque se preocupar. - Respondia Vincent, confiante nas habilidades da mulher.

- Bem Vicent, eu e Mi conversamos um pouco durante o café. Acho que seria bom você ouvi-la antes de tomarmos uma decisão. Prosseguia, deixando de lado o assunto com Amara nesse momento, voltando-se para Mindy antes de prosseguir. Não precisa ter medo, apenas diga a sua proposta. - Encorajava a garota a expressar sua ideia, sem preocupações.

- Bom... Há um jeito de vocês saírem dessa ilha. Eu posso ajudá-los se me prometerem não machucar mais nenhum marinheiro, eles só estão fazendo o seu trabalho... Eu sei que o seu verdadeiro inimigo é o governo. - Pronunciava suas palavras, esperando ter convencido de alguma forma com uma proposta sem perdas, mas ainda um pouco desconfiada da aprovação.

Vicent escutava atentamente as palavras, logo olhando para Elsa com uma expressão meio estranha, aparentava assustado, talvez pela repentina proposta de uma recém chegada marinheira, mas não sabia até onde isso era verdade. O plano de Mindy realmente poderia ajudar, entretanto todos estavam receosos com a veracidade das informações e até mesmo como ela realizaria isso, afinal de contas a garota não havia apresentado nada além de palavras bonitas.

- A intenção é boa, mas como posso confiar em você? Se não me engano, até algumas horas atrás ainda era uma marinheira, defendendo os propósitos deles. - Vicent falava, ainda transtornado com os acontecimentos.

- Você não pode, mas a escolha é sua. Você pode continuar lutando por um propósito perdido com milhares de mortes dos dois lados, ou confiar em mim, alguém que sabe os pontos cegos deles. - Mindy cortava as falas do revolucionário, apresentando argumentos mais convincentes.

- Touché. - Aceitava, sem nada a revidar.

- Mas para isso, precisamos de um barco. Aquele barco que vocês deixaram para trás, foi tomado pelos marinheiros e deve estar no porto, provavelmente cercado de marinheiros. -

Nesse momento todos olhavam para Elsa esperando alguma reação, até porque ela havia deixado a embarcação para trás e estavam sem condições de saírem da ilha dessa maneira, apesar de ter sido para agilizar o processo de evacuação, agora acabava por atrapalhar a fuga. Mas mais cedo ou mais tarde, certamente iriam precisar daquele barco de volta para abrigar todo o grande grupo em uma embarcação segura, sem maiores problemas.

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MensagemAssunto: Re: 3° Tale - Blizzard of Revolution   3° Tale - Blizzard of Revolution - Página 2 EmptySeg 13 Jun 2016, 22:14

O tempo para uma conversa reservada havia se esgotado junto do último gole de café na xícara, tanto eu quanto Mindy seguíamos em direção a barraca de Vicent, chegando ao local após uma breve caminhada. O clima no acampamento não parecia muito diferente e tudo parecia seguir com aparente tranquilidade, Kim e Durong se encontravam juntos de Vicent, mas a dupla conversava sobre algum assunto específico. – Bom saber que eles estão onde merecem. – pensava, considerando a presença dos mesmos no local como algo bom, tendo em vista os recentes eventos e a importância de ambos em cada um deles. Após cumprimenta-los de maneira breve, dirigia minha palavra para Vicent, sendo mais específica a respeito de Amara que permanecia sem dar respostas.

Infelizmente, para minha angústia, ainda não havia notícias sobre ela, mas o revolucionário prontamente tratava de retirar minha preocupação, alegando que alguém com as habilidades da Viúva Negra, dificilmente seria pega dessa forma. – Talvez eu esteja apenas preocupada mesmo. – refletia sobre a resposta que recebia, Vicent conhecia-a a bem mais tempo do que eu e se o mesmo parecia não se preocupar tanto, quem era eu para fazer o mesmo? – Tudo bem, vamos ao que interessa sim? – comentava antes de direcionar o assunto para Mindy que falava para Vicent e os demais a sua proposta, embora sua expressão demonstrasse claramente que não tinha confiança na aceitação da mesma.

E como era de se esperar, Vicent não parecia muito convencido com tudo aquilo. E seus argumentos apresentavam relativa consistência para colocá-lo em dúvida sobre as intenções da moça. – Se temos dúvidas, não há problema em verificarmos a veracidade delas, temos poucos homens é verdade, mas ainda sim podemos nos organizar para evitarmos surpresas. – lançava a Vicent uma opção de verificar a viabilidade da informação. Mas Mindy voltava a argumentar e dessa vez, era ela quem colocava Vicent em um beco sem saída. – A moça joga bem no fim das contas. – comentava com um risinho.

Mas tão rápido quanto as atenções se voltaram para ela, retornaram para mim. A marinheira comentava sobre o barco que havíamos deixado na costa da ilha e subitamente todos os olhares voltava-se contra mim, uma vez que a decisão havia sido totalmente minha. – Ué, eu sei que fui eu quem escolheu deixar o navio. Se for só isso mesmo, não vejo nenhum problema em ir busca-lo. – comentava de forma despreocupada. – Vai ser divertido. – levava o dedo mínimo a orelha. – Mas já que a proposta é sem mais mortos, então é melhor fazer isso com um grupo extremamente pequeno, eu e mais alguém ou quatro pessoas. – observava a dupla de arqueiros, com o olhar carregado de malícia.

Se Vicent estivesse disposto a mandar-me buscar o navio, daria a ele minhas condições. – Se vamos fazer isso, precisamos nos infiltrar. – colocava a mão no queixo. – Eu vou precisar de ternos para todos que forem participar o governo mundial sempre foi algo do tipo secreto, creio que deva ser mais fácil nos passarmos por agentes recém-chegados do que marinheiros. – olhava para Kim. – Vou precisar conversas com os médicos do acampamento, alguém deve ter conhecimento de Toxicologia para criar soníferos e também vou precisar de um ferreiro, eles sabem que alguém do exército usa senbons, então vou precisar aparentar usar outra arma. O resto eu posso ver sozinha. – terminava de comentar, notando assim que andava em círculos pelo local. – Ah Vicent! – chamaria a atenção dele, jogando-lhe algo que mantinha guardado comigo. – Para dar mais veracidade à missão infiltração, preciso que você dê um jeito de tornar isso novo em folha. – diria, após atirar a insígnia do governo que ele havia pisoteado. – Mais alguma coisa? – questionaria antes de sair do local, junto de Mindy.

Você virá conosco ok? – diria a ela, enquanto procuraria alguém do grupo de artistas que havia conhecido em Micqueot. Se encontrasse algum deles, perguntaria. – Vocês possuem alguma tintura vermelha? Daquelas para cabelo, preciso de uma pra mim. – diria com um sorriso.



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MensagemAssunto: Re: 3° Tale - Blizzard of Revolution   3° Tale - Blizzard of Revolution - Página 2 EmptyTer 14 Jun 2016, 22:36

Narração
Os assuntos particulares entre as garotas eram tratados, apesar de não ser com tanta eficácia quanto gostariam, finalizando o banquete partiram para a cabana de Vicent encontrando também os arqueiros, certamente em uma posição de maior respeito assim como mereciam. Elsa cumprimentava a todos rapidamente, mas logo voltava ao líder procurando saber sobre Amara, mas nenhuma notícia dela havia sido apresentada até o momento. Entretanto, o mais interessante nessa conversa era a maneira como Mindy interagia, apesar de parecer cordial e um pouco tímida as vezes, com certeza sabia como coordenar uma conversa quando realmente desejasse.

- Se temos dúvidas, não há problema em verificarmos a veracidade delas, temos poucos homens é verdade, mas ainda sim podemos nos organizar para evitarmos surpresas. - Elsa acrescentava, pois ao mesmo tempo que os argumentos de Vincent eram suficientemente convincentes, os de Mindy também eram, ou pelo menos passariam a ser.

Não muito tempo depois da opinião da revolucionária, a garota rebatia os termos do arqueiro tomando as rédeas da discussão, chegando a fazer Vicent concordar com as palavras dela sem muitos problemas, algo que, ao menos para um estranho, não era tão fácil assim. O desenrolar da conversa acabara ocasionando no assunto do barco deixado para trás, uma decisão tomada por Ás diante do calor do momento. Afinal de contas a falta de um barco, era a pior das hipóteses no momento, pois não teriam como escapar daquela ilha imediatamente. Mas apesar de todo o inconveniente, talvez isso fosse bom para aprimorar as técnicas em disfarce do grupo, uma experiencia nova para levar adiante.

- Ué, eu sei que fui eu quem escolheu deixar o navio. Se for só isso mesmo, não vejo nenhum problema em ir busca-lo. Mas já que a proposta é sem mais mortos, então é melhor fazer isso com um grupo extremamente pequeno, eu e mais alguém ou quatro pessoas. - Se propunha Elsa, olhando para os dois arqueiros como se fossem cobaias para seus planos.

- Er... Comentava Durong olhando para Kim, enquanto o outro fazia o mesmo.

- Tudo bem, se os meus melhores homens dizem que são capazes, quem sou eu para discordar. - Confirmava Vicent, com o mesmo olhar malicioso que Elsa havia feito alguns segundos atrás ao sugerir a ideia.

Sem dar chance para discordar os participantes haviam sido escolhidos, e com a aprovação de Vicent o plano já poderia ser elaborado, algo que Elsa já havia pensado antes mesmo de se oferecer para tomar o navio de volta. A jovem acreditava que se infiltrar através de disfarces seria a melhor solução, apesar de ter muitos poréns nesse plano, aparentemente ninguém havia pensado em algo melhor, deixando com que apenas a revolucionária falasse.

- Se vamos fazer isso, precisamos nos infiltrar. Eu vou precisar de ternos para todos que forem participar o governo mundial sempre foi algo do tipo secreto, creio que deva ser mais fácil nos passarmos por agentes recém-chegados do que marinheiros. Vou precisar conversas com os médicos do acampamento, alguém deve ter conhecimento de Toxicologia para criar soníferos e também vou precisar de um ferreiro, eles sabem que alguém do exército usa senbons, então vou precisar aparentar usar outra arma. O resto eu posso ver sozinha. -

- É um bom plano, posso conseguir os ternos sem problemas. Quanto ao resto terá que falar com eles! Deric o ferreiro, está ao leste do acampamento, mas agora médico com conhecimento em toxicologia? Hmm... Tem Mario, ele já ajudou alguns homens envenenados, mas não tenho certeza se ele sabe algo sobre soníferos. - Passava todas as informações necessárias para Elsa, esperando que ela prosseguisse com os preparativos enquanto ele arranjava os ternos.

- Para dar mais veracidade à missão infiltração, preciso que você dê um jeito de tornar isso novo em folha. Mais alguma coisa? - Falava jogando a insígnia de volta para Vincent, que aparava rapidamente.

- Leve ela até o ferreiro, já que vão precisar de uma arma nova, tenho certeza que ele ficará feliz em ajudar com esse problema também. - Refutava o revolucionário, jogando a insígnia de volta.

Saiam todos da cabana cada um seguindo seu rumo, Vicent e os arqueiros se direcionavam para o norte sem dar muita informação sobre o que fariam, enquanto Elsa e Mindy partiam para o outro lado, procurando por alguém do grupo artístico que falara anteriormente. Não havia muitos deles por ali, portanto fora um pouco difícil de achar, mas um pouco mais distante conseguia avistar uma mulher risonha de cabelos negros praticando dança. As garotas então se aproximavam dela, ainda conversando entre si, Ás havia pedido para que a marinheira fosse junto e ajudasse com o desenrolar do plano, entretanto a jovem virava-se para o lado um pouco sem motivação enquanto respondia.

- Não tenho certeza. Afinal que desculpa posso dar para ter abandonado meu grupo e sumido durante um dia enquanto todos estavam mortos. Além do mais, não reportei nada para o Qg. - Se explicava Mindy, mostrando as dificuldades que teria com relação a infiltração no meio de marinheiros.

- Vocês possuem alguma tintura vermelha? Daquelas para cabelo, preciso de uma pra mim. - Perguntava Elsa para a artista, para usar o produto em seu plano.

- Hmm... Na verdade pronto não tenho. Mas posso fazer! - Respondia animada, pronta para ajudar.
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MensagemAssunto: Re: 3° Tale - Blizzard of Revolution   3° Tale - Blizzard of Revolution - Página 2 EmptyQui 16 Jun 2016, 17:19

Não havia objeções a respeito da minha proposta de recuperação do navio, muito menos resistência aos voluntariosos Kim e Durong, que aceitavam participar da missão pela mais simples e pura pressão. Esquivo, como era de se esperar, Vicent conseguia se esvair de todas as responsabilidades mais pesadas em relação a preparação da missão. Ficar com os ternos era a coisa mais fácil de fazer, mas naquela altura do campeonato, não me importava de realizar boa parte das coisas eu mesma. – Leste hmm! – agarrava a insígnia que o revolucionário me devolvia. – Dá próxima vez, você não me escapa! – dizia em tom divertido, antes de sair da barraca em busca os artistas que haviam no acampamento, no caminho era rapidamente questionada por Mindy, que demonstrava relutância em participar daquela missão.

Não se preocupe com isso, eu tenho algo em mente. – dizia, tentando tranquiliza-la. – Você é boa de conversa também, então quando surgir o momento apenas concorde comigo e sairá dessa tranquilamente. – lançava um piscar de olho. Havia algo em mente e não seria uma completa mentira que se faz necessária ter conhecimento prévio. Após algum tempo caminhando, chegávamos próximo de uma mulher de cabelos negros, que dançava em um ponto específico do acampamento. Quando solicitada a respeito da tintura, a mesma dizia não possuir naquele momento, mas que poderia providenciar. – Maravilhoso! – respondia em mesmo tom de animação. – Eu ainda tenho uns assuntos para resolver, por isso não precisa se apressar. Dê o seu melhor que daqui a pouco eu volto para aplicar a tintura. – fazia uma leve reverência de agradecimento, antes de seguir, desta vez em direção ao ferreiro.

Caminharia junto de Mindy até a região leste do acampamento, a procura do Deric. Quando o encontrasse, puxaria assunto. – Olá. – diria com cortesia. – Deric? – buscava confirmar se era mesmo a pessoa que procurava. – Eu sou Às, ela é Mindy, é um prazer conhece-lo. Vicent falou muito bem do seu trabalho, disse que poderia nos ajudar. – observaria forja, antes de voltar a falar. – Teremos de realizar uma missão de infiltração, mas para isso vamos precisar de armas novas e também que você faça a gentileza de tornar essa peça amassada em algo novo em folha. – diria, mostrando-lhe a insígnia do governo. – Senbons e uma Ninjaken, acho que pra mim seriam o suficiente. E pra você Mindy? – buscava saber qual seria a arma solicitada por Mi, se é que ela fosse de fato pedir uma.

Caso ele concordasse em fazer o armamento, agradeceria a ele com um largo sorriso. – Obrigada! Muito obrigada mesmo! – fazia uma breve pausa. – Então o deixarei trabalhando nisso, preciso resolver uma última pendência antes de retornar, lhe vejo em breve Deric! – me despediria do ferreiro e iria dessa vez em busca dos soníferos. Iria até a ala médica, a mesma onde havia cuidado do rapaz ferido. Chegando no local, buscaria informações a respeito do homem. – Doutor Mario?! Alguém sabe onde ele está? – perguntaria a alguém próximo. Caso recebesse a indicação, iria até ele ou caso o mesmo respondesse, iniciaria uma conversa. – Olá, Vicent me disse que talvez você pudesse me ajudar. Preciso de soníferos, para uma missão. – seria direta. – Também gostaria de aprender Toxicologia se fosse possível. – aguardaria a resposta do homem, antes de tomar uma atitude. De todos ali, ele era a única incerteza a respeito dos requisitos que buscava.



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MensagemAssunto: Re: 3° Tale - Blizzard of Revolution   3° Tale - Blizzard of Revolution - Página 2 EmptySex 17 Jun 2016, 00:21

Narração
O planejamento dentro das cabanas chegava ao seu fim, de fato não era preciso e tão complexo, mas aparentemente as coisas novamente haviam sido deixadas sobre a responsabilidade de Ás, até mesmo os assuntos no ferreiro, que ela tentara confiar a Vincent. O líder por outro lado se esquivava das responsabilidades, mostrando o caminho até Deric e ficando apenas com a tarefa de arranjar os ternos, algo simples mas que iria requerer um certo tempo, afinal de contas não era possível encontrar esse tipo de vestimenta formal no acampamento.

- Leste hmm! Dá próxima vez, você não me escapa! - Brincava Ás sem ter como recusar, mas um pouco incomodada. - Não se preocupe com isso, eu tenho algo em mente. Você é boa de conversa também, então quando surgir o momento apenas concorde comigo e sairá dessa tranquilamente. Voltava a conversar com Mindy, acalmando a garota e respondendo algumas de suas dúvidas, mesmo que não chegasse a entrar em detalhes.

- Tudo bem então, espero que você esteja certa. - Concordava um pouco receosa.

Alguns metros a frente se deparavam com uma artista, dançarina, a qual Elsa solicitara uma tintura vermelha para utilizar na missão, mas a mulher não possuía no momento, se dispondo a fazer para que fosse de alguma ajuda. Trocavam ideias por mais alguns segundos, permitindo que a revolucionária agradecesse a ajuda por cordialidade, enquanto a artista sorria voltando a dar alguns giros típicos da dança, em seguida se dirigindo rapidamente até uma cabana ali próxima. Todos pareciam empolgados com a missão, apesar de que nem todos possuíam conhecimento, o respeito entre todos do grupo parecia ser grande e poucos se negavam a ajudar quando solicitados, principalmente se tratando de assuntos importantes.

Terminando os assuntos por ali Ás dava as costas para o local, direcionando-se para o leste onde supostamente estaria o ferreiro, enquanto Mindy seguia os passos da revolucionária, pois não conhecia nada do acampamento e tudo era novo para ela. Caminhavam por algum tempo, até que as batidas do martelo modelando o aço denunciavam sua posição, logo chamando a atenção das garotas para um local a céu aberto. Em meio as árvores e vegetação daquela floresta, haviam construído uma espécie de fornalha envolta em pedras, com uma bigorna que o ferreiro utilizava para arquitetar seu trabalho e lhe dar forma. Entretanto o que mais chamava atenção era a aparência de Deric, um anão de um metro e meio, com madeixas loiras e um longo bigode que se estendia até o peito, o qual vivia alisando.

- Olá. Deric? Eu sou Às, ela é Mindy, é um prazer conhece-lo. Vicent falou muito bem do seu trabalho, disse que poderia nos ajudar. Questionava, sem muito conhecimento sobre a personalidade do anão.

- Bohoho, olha o que vemos por aqui. Sim, Deric sou eu mesmo. Vicent? Aquele cretino ainda está me devendo Argg... Mas tudo bem eu posso ajudar vocês. Respondia o ferreiro, mostrando que tem uma certa rixa com o líder.

- Teremos de realizar uma missão de infiltração, mas para isso vamos precisar de armas novas e também que você faça a gentileza de tornar essa peça amassada em algo novo em folha. Senbons e uma Ninjaken, acho que pra mim seriam o suficiente. E pra você Mindy?

- Hmm... Eu só sei usar a espada, mas se for para escolher algo para disfarce eu preferia uma adaga, pelo menos chega a ser parecido.

Deric tomava em mãos o grande martelo que estava utilizando ainda há pouco, e com a outra mão alisava o bigode, reverenciando em um sinal de positivo as duas jovens, demonstrando que aceitava a tarefa. Em seguida o anão ia até Elsa pegando a insígnia para que reparasse, observava bem atrás e na frente abrindo um sorriso de canto de boca, enquanto isso a revolucionária agradecia pela ajuda e se retirava novamente. A preparação era longa, e dessa vez rumavam em direção ao médico, pois possivelmente ele poderia ajudar com os soníferos compartilhando de seu conhecimento em toxicologia. Chegavam até a ala médica, onde estavam instaladas algumas tendas repletas de médicos e objetos de primeiros socorros, com muitos deles ainda tratando de feridos desde a última batalha.

- Doutor Mario?! Alguém sabe onde ele está? - Perguntava entre alguns enfermeiros do local, logo um homem carregando uma espécie de barril e seguindo pra fora da ala, se aproximava.

- Doutor Mario? Não sei porque uma moça como você quer ver um homem como ele, haha. Mas a barraca dele fica logo ali. Brincava, apontando para a menor das barracas do local, isolada das demais.

A indicação era clara, não havia como errar o local, até porque a barraca do sujeito era a menor do local, e talvez até a mais mal cuidada, mas isso não significava nada afinal de contas não se julga um livro pela capa, ao menos não sem conhecê-lo. Sem mais delongas, as duas mulheres adentravam a cabana, logo de cara observando a cena de Mario tratando um de seus pacientes, mas não de uma maneira normal, o médico jorrava uma espécie de bebida sobre o ferimento enquanto retirava um projétil de lá. Em seguida cobria o local enrolando algumas gazes e fixando-as, tomava um gole da bebida e entregava uma espécie de mistura que havia colocado em um copo, falando para que o homem bebesse tudo.

- Vincent, Vincent... Sempre me pedindo coisas. - Dizia acendendo um cigarro, antes de complementar a resposta. - Ele acha que essas coisas são fáceis de se fazer, que eu sou um mágico. Mas e os ingredientes? Não, isso ele não traz. - Tragava a fumaça, soltando-a junto a um suspiro. - Tudo bem, mas ele vai ter que repor o meu estoque dessa vez! Concordava, consciente da seriedade da missão, mas indignado com o pedido sem compensação por parte de Vicent.

Mario:
 

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MensagemAssunto: Re: 3° Tale - Blizzard of Revolution   3° Tale - Blizzard of Revolution - Página 2 EmptySex 17 Jun 2016, 22:57

Se havia uma coisa a ser notada nesse tempo em que estive perambulando de um canto a outro do acampamento, fora que Vicent era um homem bem conhecido e que provavelmente estava devendo algo ou alguma coisa a Deus e o mundo. Deric não havia poupado elogias a persona do atual líder do acampamento, mas isso nem um pouco fora um empecilho para que ele se colocasse de forma indisposta ao meu pedido. Restava apenas Mario, o médico que poderia me ajudar a obter os soníferos que precisava e este só fora possível encontrar, retornando a ala médica que havia sido reerguida. No local, minha pergunta era recebida com categórica estranheza e isso, de certa maneira havia atiçado meu interesse. Caminhei pela direção indicada, onde uma barraca permanecia isolada das demais e onde o médico estava a tratar de seu paciente.

A cena era estranha? Era! Não podia negar a forma como ele tratava lembrava muito um tratamento improvisado. – Bebida sobre o ferimento? – pensava inicialmente, meu pai comumente fazia isso quando se feria e estava demasiadamente longe de auxílio médico, lembrava inclusive de cicatrizes proveniente de cauterizações improvisadas por ele próprio, segundo suas histórias. - Ele me faz lembrar mais um curandeiro do que um médico, mas seus métodos são efetivos no que se propõem a fazer. – refletia, olhando a retirada do projétil e a atenção ao paciente. Quando me dirigi a ele, ele me dava atenção e como era de praxe com quase todos os outros, Vicent era lembrado novamente e da mesma forma.

Não é Vicent que está pedindo, sou eu. – fazia questão de deixar aquilo bem claro. – Ele apenas me sugeriu você. – complementava o comentário inicial. Mas Mario tinha certa razão em suas palavras, não podia vir a ele esperando que fosse um mágico e me desse tudo de imediato. – Venenos devem requerer ingredientes específicos, ainda mais um sonífero, algo que não se encontra normalmente na fauna ou flora. – meu conhecimento era limitado, para não dizer que se restringia a trechos de livros como esse. – Não precisa se preocupar com o estoque, eu mesma irei repor ele. – diria com um sorriso. – A propósito, os soníferos são justamente para isso. – respondia, abanando a fumaça ao meu redor. Maria lembrava muitos aspectos do meu pai, embora fosse apenas pelos vícios e forma bem fria e levemente inconveniente de tratar os outros. – Embora papai fosse bem simpático com aqueles íntimos dele. – fazia uma pausa com um sorriso de tédio. – E com as mulheres é claro. – suspirava ao relembrar do passado.

Façamos o seguinte. – voltava a falar, dirigindo-me até Mario. Abria um sorriso malicioso. – Eu posso lhe dar uma garantia, em troca de além dos soníferos, você me ensinar algumas coisas a mais. – me aproximaria dele o suficiente e lhe mostraria o anel de ametista. – Uma joia pode não ser o suficiente para pagar o serviço prestado, muito menos todo o estoque, mas uma parte dele certamente ela deve servir não? – tiraria o anel e o daria ao médico. – É minha garantia de que pagarei minha dívida com você. – lançaria um piscar de olho, enquanto buscaria me sentar em algum lugar. – Mi, é melhor se sentar, acho que vamos ficar aqui por um tempo. – diria com um sorriso.

- Aprendizado Toxicologia –

Você poderia me ajudar a aprender um pouco mais sobre venenos? – lancei a pergunta sem muitos rodeios, Mindy apenas procurava algum lugar para se sentar enquanto Mario apenas observava-me com um olhar não muito interessado. – Pense que me ensinando, você possa evitar novas visitas minha. – dava de ombros, procurando tal como minha companheira um banco para descansar após andar por todo o acampamento. – É. – A resposta vinha seca, mas ligeiramente interessada. – Há uns livros por aqui, estude a parte teórica antes de irmos para a prática. – dizia ele, agilmente se esquivando de uma explicação passo a passo enquanto acendia um cigarro e seguia para uma mesa próxima, onde parecia começar a trabalhar em meu pedido, os soníferos.

Olhei para Mindy logo em seguida e ela retribui-me com um gesto de despreocupação, ‘Você que quis aprender isso’, era talvez o que ela queria me dizer e de fato, se soubesse que havia outro toxicólogo no acampamento além de Mario, talvez pudesse ser uma boa arriscar um novo tutor, mas a inviabilidade de tempo e a incerteza daquelas condições me obrigavam a procurar por entre pilhas de livros algo que me servisse de base ao aprendizado. – Estudo das Ervas – Volume 1, hmm, não! Toxicologia para iniciantes, eeerr, vou deixar você aqui do lado pra emergências. – começava a selecionar os livros, até que encontrava um que me parecia ser o ideal. – Fundamentos da Toxicologia – Aplicações Clínicas e Ocupacionais. Hmm – avaliava o livro por um tempo. – Gostei desse! – e o colocava sobre a mesa, logo depois de organizá-la de modo a deixa-la própria para o estudo.

Prendia o cabelo em um coque e colocava-me em uma posição confortável para a leitura e assim começava a folhear as páginas daquele livro. Tudo com muito cuidado, pois logo que o abria podia notar que boa parte das páginas encontrava-se amareladas, anotadas e alguma até soltas. – Parece que Mario investiu um bom tempo nesse livro. – notava, até dirigir-me ao primeiro capítulo.

Capítulo 1 –
Introdução a Toxicologia.

A toxicologia, em sua essência, consiste na concepção, estudo e prevenção a quaisquer fármacos que influenciem de maneira negativamente o estado psicológico ou biológico do ser humano. As variantes do estudo consistem no conhecimento de medicação clínica, estudo de ervas, raízes e tubérculos, além de componentes virais ou bactérias maliciosas que combinadas de forma apropriada podem resultar em substâncias tóxicas ao contato humano. [...] Contato este que pode ocorrer através de aplicações das mais diversas, como o contato pela epiderme, aplicação oral por meio de seringas (caso a substância seja líquida), por meio do aparelho respiratório (drogas ou toxinas gasosas) ou por transmissão bacteriana, imitando uma transmissão viral.[...]

Como eu pensava, não é apenas a questão clínica que devo abordar o conhecimento da área de botânica talvez seja essencial caso eu não tenha as ervas necessárias a disposição, minha falta de conhecimento e interesse na época parecem estar se refletindo agora. Conheço muito pouco de ervas, apenas as básicas e comuns a quaisquer pessoas. Bem diferente de alguém com vivência no assunto. – refletia calmamente sobre aquele primeiro capítulo, anotando por meio de uma folha e uma caneta próxima minhas conclusões e impressões. – Mas não se limita apenas a flora, sei bem que o reino animal pode ser um grande arsenal para aqueles dominem as técnicas certas. Lembro-me de papai usando uma combinação de venenos animais para criar algo único e nocivo. – A tenda havia sido engolida por um grande e quase total silêncio, os únicos sons audíveis era o rabiscar da caneta e a movimentação de Mario junto de seus utensílios, não havia observado ainda, mas Mindy havia dormido nesse meio tempo, enquanto eu prosseguia capítulo a capítulo.

Capítulo 6 –
Proporções e Medidas

[...] A de se considerar que a composição de um veneno não se trata de apenas misturar seus componentes, é necessário um conhecimento prévio dos mesmos, como eles reagem e como devem ser propriamente preparados e misturados de forma que não haja alteração no resultado final. É comum, para aqueles que não possuam a prática apurada, errar na forma de preparo, na ordem de mistura ou até mesmo no tempo de maturação para que o veneno esteja em perfeito estado de uso. É importante lembrar que às vezes, muito pouco pode ser extremamente eficiente do que uma quantidade exorbitante. [...]

Nota: “Lembrar-se de que a combinação correta de remédios na medida certa com um componente capaz de reagir de forma negativa a ela pode resultar na quebra de sua cadeia química, resultando em uma toxina geralmente letal ao organismo humano, quando ingerida em grande quantidade.”

Nota 2: “350mg de Paracetamol, misturados a um componente etílico, torna-se um forte veneno ao ser processado pelo fígado.”

Parece que você teve muito trabalho por aqui Mario. – pensava ao tomar atenção as notas encontradas nas páginas do capítulo 6, haviam sido as primeiras a chamar-me tão fortemente a atenção. – Paracetamol é uma medicação comum, muitas pessoas a usam diariamente e não medem os riscos que ela causa em excesso, adicionar grande quantidade de paracetamol a uma bebida a transformaria em um veneno, hmm. – tomava o pensamento em palavras escritas numa folha de papel. – Engenhoso, de fato. Ainda sim, não é qualquer quantidade a ser utilizada, é o processo sequer foi descrito, uma receita sem um modo de preparo no fim das contas. – espreguiçava-me após algumas horas dedicadas ao estudo, mas ainda estava longe de terminar. – Além disso, é muito mais do que adicionar as coisas, o veneno ideal requer prática e conhecimento, medidas e proporções, o momento certo de adicionar um elemento a formula e achar o resultado desejado nessa equação. Fascinante. – sorria, ainda que timidamente e de maneira sutil as descobertas realizadas, sabia que o estudo estava rendendo no fim das contas.

Capítulo 15 –
Identificação de Toxinas e Aplicações de Antídotos.

Tão difícil quanto criar uma toxina é identifica-la e criar sobre ela um antídoto adequado, as variações e combinações podem culminar em resultados diferentes, tanto em sua estrutura básica enquanto veneno, quanto em suas reações a diferentes organismos (algumas vezes, dentro de uma única espécie). Felizmente, muitas das toxinas agem com base em bactérias e componentes já existentes o que torna na grande maioria dos casos a identificação algo relativamente fácil de ocorrer. Uma base vegetal ou biológica pode ser capaz de retardar venenos e possibilitar ao profissional em questão, tempo suficiente para produzir um antídoto adequado. [...] Venenos mais complexos, requerem o uso de antídotos capazes de retardar os sintomas ou simplesmente prolongar a vida da pessoa até que seja descoberta uma forma de antídoto, muitas vezes um componente bacteriano pode ser usado para tal tarefa, mas o risco de agravar a situação nestes casos está fortemente atrelado à técnica do profissional.

No fim, tudo se torna prática. – suspirava ao fim da leitura. – Venenos simples podem ser facilmente combatidos, mas somente alguém muito treinado é capaz de lidar com toxinas mais perigosas e letais, são muitas possibilidades a serem trabalhadas, talvez seja o momento de tentar ir além da leitura. – olhava para Mario, o médico parecia ter finalmente terminado meu pedido e deixava a veneno em um pote próximo ao notar meu olhar. – Parece que você teve bastante trabalho. – dizia ele fumando um de seus intermináveis cigarros. Mindy acordava com o som da voz do homem e eu, levantava-me da cadeira, me espreguiçando mais uma vez. – Mas receio ter chegado num ponto onde mais leitura não vai ajudar muito, pelo menos não enquanto eu não por o que aprendi na prática. – abria um sorriso, ao mesmo tempo em que Mario suspirava, pedindo para que eu me sentasse próximo dele em sua mesa de trabalho, enquanto o mesmo buscava algumas coisas em um baú próximo.

Vamos ver se você aprendeu algo mesmo. – Ele colocava algumas vasilhas, ervas, e frascos com líquidos em várias cores. – Vê esse frasco? Com o líquido em tom de ciano? Pois bem! Esse é um veneno chamado Sibilo da Noite, ele é muito comum no South Blue, especialmente para os caçadores de recompensa de lá. Ele é feito de uma maneira artesanal, quase rústica numa mistura de Louro da Montanha, éter e raiz de sangue. – ele olhava para mim e pela primeira vez sorria, afinal de contas notava que meu conhecimento em ervas era limitado, mas ele tratou de explicar o efeito da toxina. – O louro da montanha possui duas toxinas, mas é somente a primeira que interessa, afinal de contas é ela a causadora de um potente ataque cardíaco quando consumida em excesso, porém não é esse o efeito. Quando usado em uma quantidade moderada ela pode causar respiração irregular, salivação descontrolada, perda de coordenação motora, fraqueza e por fim convulsão, o éter nesta mistura serve como um controle, pois ele vai tornar a transição desses efeitos mais lenta que o comum. Já a raiz de sangue possui sanguarine, uma substância escariótica que age tanto externa, quanto internamente. – ele terminava de falar, colocando o frasco em minhas mãos.

O Louro da Montanha não mata a vítima, ele é uma distração. – comentava, ao juntar as peças daquela explicação. – A pouca quantidade, aliada ao éter para retardar os efeitos são para gerar cansaço na vítima e fazê-la se recolher, dificilmente alguém procura assistência médica por estar cansada e então, quando se está dormindo ou afastada de pessoas que possam socorrê-la, é quando o efeito da raiz de sangue surge com força, além da perda de coordenação que o torna incapaz de ir em busca de ajuda e da convulsão, as células no interior do corpo vão sendo destruídas pela sanguarina, além de interromper uma enzima importante para todos as células, levando a pessoa a óbito. – observava Mario com espanto. – É um veneno cruel, mas também deve ser difícil de obter uma proporção perfeita para combinar tantas características em intervalos corretos de tempo. – Concluía, entregando o frasco a Mario, que batia palmas em seguida.

Muito bom! Os sintomas e como o veneno funciona você já sabe. Mas eu quero é que você o produza. – ele colocava perto de mim, as plantas, o éter os utensílios necessários. – Lembre-se do que estudou e minha melhor dica é, aguarde para o resultado, alguns venenos sempre precisam maturar um pouco para atingir um bom estado. – ele recolhia-se em sua cadeira, cruzando os braços e abrindo um pouco de distância, era a primeira vez desde que havia entrado ali que ele parecia interessado em algo. – Ok, vamos lá. – observava aquelas flores com certo cuidado. – Primeiro eu vou precisar de um extrato delas. – havia sido algo aprendido nos livros, o éter seria útil apenas em pouca quantidade naquele momento. Adicionava metade das flores, cada uma em um recipiente diferente e adicionava uma pequena quantidade éter, apenas para que pudesse umedecer as duas ervas para só então, entrar com os maceradores, utilizando o éter para obter mais rapidamente um concentrado de ambas as flores, tal como suas toxinas.

Obtinha ao fim do processo, líquidos viçosos misturados aos restos da flor completamente amaçada e despedaçada. Foi quando transferi para outros dois frascos tais substância, livrando-as do material desnecessário. – Não precisa livrar-se de todo pedaço de flor que se encontra no concentrado, isso só vale para toxinas muito específicas. Quando trabalhamos com ervas é sempre bom deixa-las maturando um pouco, mas não é uma regra propriamente dita. – comentava Mario, enquanto eu preparava a última vasilha com uma quantidade razoável de éter. Havia 300 miligramas na vasilha, o suficiente para uma colher cheia de veneno. Agora era a parte mais complicada, qual seria a proporção de concentrado adequada? – Esquece Elsa, ele não vai te ajudar aqui. – pensava a respeito de Mario. – Se a raiz de sangue é o principal agente aqui, ela deve obrigatoriamente estar em menos quantidade, talvez uma proporção de 40% de Louro da Montanha para 10% de raiz de sangue. – decidida, colocava a proporção cuidadosamente junto ao éter para só então misturá-las.

O ciano característico surgia quase que imediatamente para minha felicidade, mas pouco durava aos meus olhos, pois rapidamente seu tom de cor mudava para um tom escuro, quase acinzentado. – Porcaria! – praguejava visivelmente incomodada com o resultado fora do esperado. Sentia-me perdida e não era por menos, as proporções eram variadas, as possibilidades eram muitas. E repetia o processo, alterando as medidas, mas a todo o momento só repetia o mesmo resultado. Fora quando me atentei ao comentário de Mario, basicamente sobre sua explicação. – O Louro da montanha em excesso não causa o efeito desejado, coloca-lo em excesso deve estar prejudicando o veneno. – suspirava em um misto de concentração e preocupação. – Só tenho metade do material, preciso acertar agora! – determinada, retornava imediatamente a prática, executando todo o processo de maceração até chegar a fase da mistura. – Bem, vamos tentar com menos Louro e mais raiz. – mudava as proporções, mantendo metade da quantidade do veneno em éter e invertendo os valores iniciais dos concentrados. – Olha só. – era possível ouvir o comentário de Mario, dito de forma bem sutil.

E desta vez, aparecia um resultado mais otimista, o cinza deu lugar a uma azul claro, mas ainda sim não era o tom de ciano que eu buscava. – Mas está bem próximo. – pensava. Diferente de antes, por alguma razão que poderia estipular como intuição, mudava a proporção do éter, reduzindo a quantidade inicial pela metade e aumentando levemente a dos concentrados. – Pare. – Mario chamava minha atenção, quando eu parecia estar cometendo algum erro. – Já basta, você conseguiu. – dizia ele, antes de eu mesma notar que a solução havia ganhado o tom de ciano. – Antes você produziu um veneno chamado Suspiro Sombrio, mas a solução não é usada como uma injeção e sim como um gás, bastando aquece-lo. Ainda sim, você foi capaz de notar as nuances do veneno, as vezes para se atingir o resultado esperado é preciso adicionar mais do elemento principal e menos do secundário, outras é necessário justamente o inverso. Sobre o éter, lembre que as quantidades e proporções são variáveis, mantendo o éter na quantidade inicial, você o deixava fraco demais, se colocasse pouco, deixaria o veneno extremamente agressivo e facilmente perceptível a vítima, lembre-se sempre é necessário haver um equilíbrio. – ele buscava um novo cigarro e o ascendia. – Mas você ainda é péssima nisso. Anime-se, pior do que isso você não vai ficar, agora melhore suas técnicas e continue estudando daqui pra frente.

É isso? Acabou? – perguntava ainda confusa. Mario, por sua vez parecia tão confuso quanto ao ouvir minha resposta. – Acha que tenho cara de babá? Eu nunca servi pra ser professor por isso, não tenho muita paciência para dar passo a passo, fiz meu teste e apesar de tudo você mostra perspicácia pro assunto, venenos básicos não são difíceis de errar, mas somente a prática contínua a permitirá ir além do básico. – ele gesticulava e em certo ponto, parecia querer nos enxotar dali. – Tudo bem. – olhava para Mindy e dava de ombros. – Obrigada pela ajuda Mario, apesar de tudo. Você manda bem. – sorria e junto de Mindy, saia da tenda.


- Fim do Aprendizado –

Após terminar meus assuntos com Mario, retornaria até Deric para reaver a insígnia e pegar as armas que havia solicitado. Logo após, voltaria até a dançarina, para que ela pudesse tingir meus cabelos e só então voltar para a barraca de Vicent, onde buscaria os ternos e me prepararia junto dos demais para seguir em missão. Ao voltar comentaria com o revolucionário. – Você precisa urgentemente quitar seus débitos, a sorte é que o pessoal é simpático demais para negar um favor. – comentaria com um sorriso. – A propósito, acho que me deve um dinheirinho não? Não posso comprar joias apenas com meu sorriso. – comentaria, enquanto pensava. – Poder eu posso... só não quero. – ria.



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Última edição por Volker em Qua 21 Set 2016, 21:31, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: 3° Tale - Blizzard of Revolution   3° Tale - Blizzard of Revolution - Página 2 EmptySab 18 Jun 2016, 22:17

Narração

Elsa fazia suas paradas pelo acampamento, solicitando ajuda para todos que fossem necessários e fazendo seus preparativos para a missão que estava por vir, pois certamente era algo bem complexo que necessitaria de muita cautela para ser realizado. Entretanto os envolvidos sabiam disso, e todos tentavam fazer o possível para cumprir sua parte da tarefa, enquanto isso Ás ainda se via diante da barraca de Mario, a qual entrava observando uma cena para lá de estranha para um médico de seu calibre. Não que primeiros socorros fosse a sua especialidade, afinal de contas Vicent havia acabado de mencionar que seus conhecimentos em toxicologia era o destaque de seu trabalho, portanto Elsa reconhecia que os métodos eram efetivos apesar de bem primitivos e improvisados.

Mario de certa forma lembrava a garota sobre seu pai marinheiro, assim como o de Mindy, era até cômico de certa forma ver as duas juntas, compartilhando de um passado similar, não em história mas sim com relação as características familiares. Voltando a cabana do velho doutor, quando Elsa comentava sobre o pedido e Vicent a resposta era parecida com a do ferreiro, aparentemente o líder, apesar de sua reputação, possuía um grande débito com alguns membros de seu grupo. Talvez fosse coincidência ou possuísse alguma explicação, mas essa não era a preocupação das jovens no momento, agora Ás estava mais interessada em convencer Mario a não só fazer os soníferos mas também lhe ensinar sobre toxicologia.

- Não é Vicent que está pedindo, sou eu. Ele apenas me sugeriu você. Venenos devem requerer ingredientes específicos, ainda mais um sonífero, algo que não se encontra normalmente na fauna ou flora. Não precisa se preocupar com o estoque, eu mesma irei repor ele. - Explicava-se Ás, após os comentários sobre Vicent e o reabastecimento do estoque.

- Bingo! Os ingredientes não são tão fáceis de se encontrar, e por isso mesmo que não tenho certeza se você consegue fazer isso. - Respondia, incerto com relação à capacidade da garota.

- Façamos o seguinte. Eu posso lhe dar uma garantia, em troca de além dos soníferos, você me ensinar algumas coisas a mais. Uma joia pode não ser o suficiente para pagar o serviço prestado, muito menos todo o estoque, mas uma parte dele certamente ela deve servir não? É minha garantia de que pagarei minha dívida com você. Argumentava Elsa, mostrando-lhe o anel de ametista em seus dedos como forma de garantia, e ainda lançava uma piscadela que deixava-o confuso, mas no final conseguia retirar um leve sorriso do homem.

- Okay, já entendi. Vamos lá comigo pegar o que precisamos no estoque. - Respondia o doutor, pegando o anel em mãos e colocando em seu bolso, enquanto se direcionava para fora da cabana aguardando que Elsa lhe seguisse.

A revolucionária ainda pedia para Mindy permanecer sentada enquanto tratavam dos assuntos, pois poderia demorar um pouco, possuía um longo aprendizado pela frente, além da preocupação com os preparados dos soníferos. Passava-se algum tempo lá dentro até que Elsa resolvia os assuntos pendentes com o doutor Mario, saindo da área com o que precisava, e no meio do caminho passando para pegar o restante dos itens com o ferreiro e a artista. Havia passado um certo tempo e tudo já estava em seus devidos eixos, prontos para serem utilizados em missão, as armas foram entregues rapidamente, mas a tinta levara alguns minutos para ser aplicada no cabelo da garota.

Sem mais detalhes para serem resolvidos, rumava até Vincent que já estava com os ternos prontos para serem usados, havia até mesmo dobrando-os sobre a mesa para evitar sujeira ou amassados sobre eles, era bem cuidadoso com relação a isso. Entretanto Elsa estava mais preocupada com outros assuntos para falar com ele, mencionava algo sobre os seus débitos com o acampamento, além do valor de pagamentos atrasados para com ela. O líder coçava a cabeça por alguns segundos, sorrindo desajeitado e tentando esquivar-se do assunto, pois afinal de contas não queria ser trajado como caloteiro ou algo do gênero, mas sem escapatória decidia por não esconder mais.

- Desculpe, desculpe. Eu sei que as coisas estão atrasadas quando se trata de dinheiro, mas a verdade é que não temos mais nada aqui. Quem tratava do estoque financeiro era Marco, mas com ele em coma e os problemas que estamos tendo para se comunicar com o QG não está nada fácil recebermos abastecimento. - Comentava em um tom triste, abaixando a cabeça. - O problema é que isso não é só com o dinheiro, mas todo o resto também irá acabar alguma hora, tentei deixar isso fora da preocupação de todos e tentar resolver de alguma forma, mas... - Batia sobre a mesa. - Os barcos revolucionários não vão conseguir chegar até aqui, quer dizer, não sem que a marinha e o governo saiba sobre isso. - Finalizava, acrescentando mais um problema a grande lista deles, além dos que já enfrentavam.

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MensagemAssunto: Re: 3° Tale - Blizzard of Revolution   3° Tale - Blizzard of Revolution - Página 2 EmptyDom 19 Jun 2016, 19:58

Após concluir meus assuntos com Mario, saia de sua barraca carregando comigo mesma os soníferos. Tomava o caminho em direção a Vicent, recolhendo tudo o que eu havia solicitado até então, a ninjaken, as senbons e a insígnia com Deric e por fim, tingindo os cabelos com a artista. Não fazia uma real ideia de quanto tempo havia perdido com tudo aquilo, mas julgava que tudo havia sido satisfatório, em especial a parte estética da preparação. – Ficou muito bom! – comentei, enquanto movia o cabelo sobre os ombros, despedindo-me da última mulher e não muito tempo depois, alcançando meu destino. Uma vez no interior da barraca, notava que os ternos já se encontravam prontos para serem vestidos. – Ótimo! – comentava com um leve sorriso. – Kim e Durong já pegaram os deles? – havia feito esse pequeno questionamento, antes de colocar o líder do acampamento ‘contra parede’.

As esquivas tão boas de Vicent não pareciam surtir tanto efeito, quando questionado a respeito de seus débitos. Pressionado, ele acabava por revelar a situação do acampamento e a aparente dificuldade e reabastecer o grupo. – As informações que eles receberam do espião podem ter comprometido qualquer tentativa de reabastecer o grupo. – pensava de imediato. Se a marinha tivesse noção das rotas usadas e da maneira como os revolucionários operavam essas ações, então todo o quadro se invertia. – Então parece que não estamos realmente em vantagem aqui. – comentava, notando que o silêncio e inação dos homens da justiça, não era totalmente um ato de medo, era uma estratégia cautelosa e longa. – Se eles tiverem realmente noção da nossa situação, estarão esperando nossos recursos acabar? Aguardar para ficarmos fracos e desesperados para tomar uma ação? – refletia por um instante, deixando transparecer um olhar mais sério, mas retomando o sorriso o mais breve possível.

Darei um jeito nisso Vicent. – lançava a ele um olhar penetrante. – Vai ficar tudo bem. – sorria de maneira amigável, enquanto mudava minha atenção para o terno. – Agora resta apenas os últimos ajustes. – comentava, começando a despir-me do vestido, parando antes de me ver livre deste. – Se importa de esperar lá fora? – lançava um novo olhar ao revolucionário, embora não me importasse se ele visse ou não minha nudez. Trocaria o vestido pelo terno, manteria os cabelos soltos e prenderia a insígnia no paletó, para que este se mantivesse bem a vista das pessoas. Aplicaria o sonífero nas senbons, tomando o devido cuidado para manter uma pequena quantidade no frasco deixado por Mario, para uma necessidade. Guardaria as agulhas, agora envenenadas em minhas roupas, oculta da visão dos demais e posicionaria a ninjaken em minha cintura. – Está pronta Mi? – perguntaria a marinheira, antes de chamar Vicent novamente, caso ele tivesse saído da barraca.

Após me preparar, questionaria o revolucionário se havia mais algo que eu deveria saber, tal como dar umas últimas informações. – Levarei comigo o Den Den Mushi, mas não entre em contato comigo. Quando eu tiver a oportunidade eu farei isso, se Amara der sinal de vida e principalmente, se ela conseguiu se disfarçar aqui na ilha, mande-a entrar em contato comigo no porto. – diria, observando se eu estava devidamente alinhada. – Deseje-me sorte! – diria, dando um beijo na bochecha do rapaz antes de partir junto dos demais até as imediações do porto, para observar como era a segurança do local e principalmente como era guardado o navio dos revolucionários.



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They want to hunt, they must hunt
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MensagemAssunto: Re: 3° Tale - Blizzard of Revolution   3° Tale - Blizzard of Revolution - Página 2 EmptySeg 20 Jun 2016, 18:04

Narração
Todos os preparativos haviam sido realizados com ajuda alguns revolucionários, e Elsa não deixava de agradecer cada um deles antes de voltar até a cabana de Vincent, para que enfim dessem inicio a missão de infiltração com intuito de retomar o barco. Adentrava a barraca observando que o líder também havia feito sua parte, por menor que fosse estavam lá os dois ternos a espera das garotas, Kim e Durong por outro lado permaneciam no lado de fora já vestidos e prontos. Entretanto, por não estarem exatamente próximos da barraca, Elsa não havia chegado a vê-los e portanto questionava a Vincent sobre os mesmos, que por sinal apenas respondia que estavam lá fora esperando.

No momento um assunto mais delicado estava em mesa para ser discutido, Vicent até tentava se esquivar um pouco, mas logo se via sem saída e decidia por contar todo o problema para Ás, confiava nela e não poderia esconder isso para sempre. De fato as coisas estavam mais complicadas do que aparentavam, ou seja Mindy havia chegado na hora certa para ajudar o grupo, por mais estranho que fosse ela era a única que poderia tirá-los dessa situação. Uma marinheira que conhece as rotas e deseja a paz entre os dois lados? Nada mal, era uma ótima chance para saírem da ilha e restabelecer suas forças juntando-se ao QG. Mas o problema de confiança permanecia, por mais que Vincet não possuísse outro meio de seguir em frente sem ocasionar em um grande combate entre as duas forças, ainda não havia certeza com relação a garota nova.

- Então parece que não estamos realmente em vantagem aqui. - Comentava Ás, compreendendo melhor a situação, enquanto descartava a possibilidade de medo por parte da marinha. - Darei um jeito nisso Vicent. Vai ficar tudo bem. Agora resta apenas os últimos ajustes. - Voltava a falar sorrindo para Vicent, e logo após retirando parcialmente sua roupa para colocar o terno. - Se importa de esperar lá fora? - Acrescentava, antes de se despir por completo.

- É você está certa, vamos seguir com o plano. - Respondia, depositando suas confianças na revolucionária e suas capacidades. - Já estou saindo. - Falava ao vê-la começando a se despir, saindo da cabana sorrindo.

Sem mais o que falar, Ás trocava-se colocando o terno e deixando de lado seu vestido, além do mais essa certamente era uma vestimenta mais chique, apesar de não ter como afirmar se isso seria bom ou ruim para a missão com relação ao visual extravagante de Elsa, agora com cabelo ruivo. Logo tomava em mãos o sonífero que havia adquirido com Dr. Mario, despejava cuidadosamente o líquido sobre suas senbons deixando-as prontas para serem utilizadas, e dessa vez mais efetivas que jamais foram. Ainda sobrava algum resquício do líquido no recipiente, mas não era uma grande quantidade e provavelmente só seria realmente útil em uma emergência, finalizava colocando os objetos escondidos entre suas novas roupas.

- Está pronta Mi? - Voltava a falar com Mindy, que se preparava do outro lado da cabana, vestindo suas roupas, enquanto Elsa fazia os próprios preparativos.

- Já, tudo certo. - Falava apressando-se para vestir a última peça de roupa.

Terminava as alterações em seu visual, assim como os demais, saindo para o exterior da cabana onde estavam os três arqueiros a sua espera, conversando entre si sobre a missão, algo que provavelmente deveria ser comentado com Ás. Sem mais delongas, a garota questionava sobre informações adicionais que poderiam ajudar com o desenrolar da missão, e de fato Vincent possuía algo a acrescentar, e estava falando disso agora mesmo, antes das mulheres saírem da cabana de encontro com os revolucionários.

- Estava dizendo para seguirem costeando as montanhas, deve ser mais seguro de chegar a cidade do que passar pelo antigo acampamento. - Vincent dava mais uma dica.

- Levarei comigo o Den Den Mushi, mas não entre em contato comigo. Quando eu tiver a oportunidade eu farei isso, se Amara der sinal de vida e principalmente, se ela conseguiu se disfarçar aqui na ilha, mande-a entrar em contato comigo no porto. Deseje-me sorte! Deseje-me sorte! - Afirmava como suas últimas palavras no acampamento, dando um beijo no rosto no arqueiro como forma de despedida.

Passava-se algumas horas onde caminhavam arduamente até chegarem nas imediações do porto, onde era possível avistar o barco revolucionário ancorado próximo a um barco da marinha, o outro barco possuía praticamente o mesmo porte e certamente não era algo para se brincar. Aos arredores cerca de dez marinheiros faziam a ronda, enquanto o restante ou guardava a parte de dentro do barco ou estava no barco da marinha cuidando de outros assuntos. Entretanto o importante a saber era o fato de que o local estava cercado por marinheiros, e não seria tão fácil retira-lo dali sem que ninguém percebesse, entretanto estavam se revezando entre três locais e isso poderia ser bom, dependendo da decisão dos revolucionários.

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MensagemAssunto: Re: 3° Tale - Blizzard of Revolution   3° Tale - Blizzard of Revolution - Página 2 EmptySeg 20 Jun 2016, 21:42

Partia do acampamento seguindo o caminho indicado por Vicent, evitar passar pelo antigo local do acampamento era uma ação de pura cautela e sentia-me feliz pelo revolucionário ter se disposto a dar essa dica. A caminhada talvez tivesse aumentado em alguns minutos, ou talvez horas, mas costeando as montanhas chegávamos às imediações do porto. De longe era possível notar a intensa movimentação dos marinheiros pelo caminho. Observava ainda de longe a proporção do problema que teria de encarar. – Vocês estão vendo isso? – comentava inicialmente. Possuía uma excelente visão e somente por isso havia feito a pergunta, pensava estar a uma distância onde apenas eu era capaz de observar com clareza o navio dos revolucionários e a segurança que o mantinha em posse da marinha.

Não eram apenas alguns soldados como no armazém, eram vários deles em solo, na própria embarcação e no maldito navio da marinha que permanecia ao lado do nosso. – Dez marinheiros, pelo menos os que estão a nossa vista. – comentava com o grupo. – Vamos precisar saber quanto são no total, não adianta nada parar os dez e o resto nos ver. – levava a mão ao queixo. – Vamos ter de contar com nossa cara de pau pra fazer isso. Mindy, você deve confirmar toda a informação que eu passar. Se eles a reconhecerem, acreditarão em sua palavra. – comentava, direcionando o olhar para a moça. – O governo Mundial é repleto de sigilo, vamos trabalhar com base nisso se quisermos conseguir algo. – fazia uma breve pausa. – Não precisam fingir ser algo que não são, só não digam o que não devem e não importa o que façam, não entrem em combate, lembrem-se sem luta. – concluía, embora julgasse errônea parte deste pensamento. – A única que será capaz de lutar aqui sou eu, por isso preciso estar apurada com minhas senbons. – pensava em meu íntimo.

Sigam-me, vamos ver o que conseguimos. – dizia, dando inicio a caminhada, em direção aos dez marinheiros. – Vou tentar garantir que você e Kim entrem no navio dos revolucionários. Contem quantas pessoas tem e voltem a falar comigo. – dizia em tom baixo de voz para os dois arqueiros. – Precisa melhorar sua mira Kim! Podíamos ter abatido um ou mais idiotas lá em Micqueot! – falaria quando estivesse mais próxima dos marinheiros, em um tom em que eles fossem capazes de ouvir a suposta bronca. – Olá Marinheiros! – diria com um leve sorriso nos lábios, enquanto observava a embarcação dos revolucionários logo em seguida. – É, parece que é essa a embarcação daqueles fujões. – diria com aparente despreocupação para meu grupo. – Eu sou a agente Frost! Fui mandada pelo QG de Micqueot para realizar uma perícia nessa banheira. – diria com meu tom descontraído, mas mantendo a calma e uma expressão neutra. – Os agentes Kimmel e Duran também vieram comigo. – faria sinal para que a dupla seguisse caminho.

Caso os marinheiros nos barrassem, questionando nossa presença no local, retrucaria. – Desculpe, mas não era para eu lhe passar essa informação. Os revolucionários roubaram informações sigilosas do Quartel General e espero sinceramente encontra-las neste navio, pois até o momento a Tenente Pollyana e o Capitão Stuart estão sem saber se essas informações foram ou não recuperadas. Eu não gostaria de tê-los irritados, você gostaria? – apesar das palavras, dizia tudo àquilo como se fosse uma casualidade, uma conversa simplória com qualquer amigo. Usava o fato de Amara ter de fato roubado informações do Micqueot, para abrir passagem e esperava que isso fosse suficiente para tal. Caso eles questionassem Mindy, ou a reconhecessem diria. – A senhorita Einloft foi encontrada por mim e meus parceiros, logo após o armazém ter sido atacado. Foi-nos pedido para tê-la sob nossa proteção até que possamos leva-la ao Comodoro Spark Einloft, a razão disso é de completo sigilo, mas se vai questionar até isso, então terá de perguntar ao alto escalão do governo e o próprio Comodoro, pois eu não tenho nada, além disso, para dizer. – falava com aparente pena, esperava usar o nome de Spark para causar um impacto e assim, justificar tanto o sumiço quanto a presença de Mindy conosco.

Se conseguisse, abrir caminho pelos guardas iniciais caminharia até a embarcação da marinha, enquanto indicaria para Kim e Durong seguirem até o nosso navio. Uma vez nas embarcações, contaria a quantidade de marinheiros no local, antes de tomar uma decisão, mas prontamente já avisava a Mindy. – Vamos tentar inutilizar os canhões, molhando a pólvora é um bom começo. – daria um piscar de olho e um sorriso, enquanto seguiria para meu objetivo. Porém, caso não conseguisse acesso, solicitaria o responsável pela segurança do local, para que pudesse assim conseguir acesso.



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