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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Quero ser da Resistência!

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Quero ser da Resistência!   Quero ser da Resistência! - Página 3 EmptyQua Maio 18, 2016 12:34 pm

Relembrando a primeira mensagem :

Quero ser da Resistência!

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Degar Maximus. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Quero ser da Resistência!   Quero ser da Resistência! - Página 3 EmptySex Jun 10, 2016 7:38 pm



Cynthia Malick


Assim como o Guarda roupas, Sakai não me decepcionou em me surpreender, só que não do jeito positivo– Garota? Você recém entrou na revolução e já quer fazer o que bem entende, coloque-se no seu lugar. Não há necessidade de você disfarçar-se! Vamos falar com o Major. , devo admitir que isso me deixaria irritada, respiraria fundo, afim de me conter e não dizer nada muito ofensivo para o mesmo,por hora apenas seguiria ele quieta, temendo que o que saísse da minha boca, caso respondesse Sakai fosse muito ofensivo, como estava decidida, devolvi o dinheiro que havia pegado do Guarda roupas ao mesmo e escutei o plano do velho, – Como estava explicando para Maximus... iremos usar essa rota, pois não possui tantos guardas! Vamos nos apoderar de uma pequena embarcação cuja negocie ontem... mas precisaremos nocautear os marines no porto. Iremos usar a senhorita Malick como isca e Sakai os derruba. Enquanto isso, Maximus danificara os navios para que não nos sigam ou lhes atrase! Iremos assim que escurecer, duvidas?, ficaria de boca aberta para o plano do velho, aquele plano era horrível, era horrível para mim.

Ergueria minha mão, mas antes de falar olharia para o teto e pensaria bem antes de falar, não queria que nada que eu falasse fosse tão ofensivo, -Com licença...Mas não concordo com o plano... Afinal eu sou péssima em combates e não quero mostrar meus rosto junto com revolucionários para marinheiros, isso vai me fazer ser uma suspeita, e sei bem que a marinha tem ótimos meios de conseguir informação, não vai demorar muito para eles descobrir quem eu sou, a minha tia morreu por subestimar os meios da marinha para conseguir informação...Eu não farei o mesmo- olharia nos olhos do velho e falaria mais uma vez -Eu sou boa para conseguir informações, para me infiltrar em locais, faço isso desde que sou criança, se meu rosto for exposto e ficar conhecido vou ter que me restringir a fazer faxina em alguma base dos revolucionários já que não sirvo para combates e eu não vou me vingar desse governo escroto tirando a poeira do chão.-me levantaria da mesa e falaria -Eu posso me fazer de refém, eu vou na frente fico no porto e vocês me pegam como refém, claro que o Degar pode sabotar o barco também. -

Ficaria atento com a resposta deles, se não aceitassem meu plano eu simplesmente daria uma curta risada, e falaria -Ok, os seus rostos devem ser conhecidos pelos marinheiros, isso explica o motivo de tanta precaução, o meu não é, aposto que saiu dessa ilha muito mais fácil do que vocês, bem adeus...- falaria enquanto andava em direção a porta, mas antes de sair falaria mais uma coisa para Sakai precaução-Sakai obrigada por ter me ensinado alguns truques, deixe eu te retribuir dando uma dica, da próxima vez que falar sobre assuntos de revolucionário... Fale baixo, eu consegui te ouvir da esquina, não me admira que vocês estejam tão pequenos aqui. - Apos falar isso sairia batendo forte a porta após sair.

Sabia que era possível ser atacada, então me manteria um pouco afastados de todos, se percebesse que alguém estava se aproximando de mim continuaria mantendo distancia, indo em direção a saída da casa, se alguém tentasse me segurar ou sacasse uma arma, eu rapidamente tentaria correr em direção a porta de saída da casa, se a arma que sacasse fosse de longo alcance correria em zig zag, e abaixada até a porta, faria o mesmo se alguém arremessa se um objeto em mim, uma vez fora da casa continuaria correndo em direção ao porto, o lugar de onde eu vim, se me seguissem começaria a gritar -Socorro estão querendo me matar - ,enquanto corria tentando me afastar, se me seguisse segurando uma arma de fogo, eu correria em zig zag me abaixando e tentando virar a esquina cada rua que passasse, tentando sair da visão do oponente quando virasse a rua, correria sem uma direção ao certo, apenas tentando me afastar da casa dos revolucionários, enquanto corresse continuaria gritando -Socorro estão querendo me matar...SOCORRO- .

Se chegasse no porto e não fosse atacada, olharia atentamente a minha volta tentando ver qual navio seria mais fácil de fazer amizades, -A base dos revolucionários aqui é um lixo, mas não foi totalmente inútil, eles me falaram que existe outra base na minha ilha natal, não deve ser tão difícil achar ela, não?-


Quando um amor morre, às vezes a nossa maior tristeza é saber que aquela pessoa que um dia amamos na verdade nunca existiu."
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Objetivos:
[/]conseguir duas adaga
[]aprender furtividade
[x]aprender disfarce
[]virar revolucionaria
[] comer o degar... esse objetivo era pra quando ele tinha 1,60 m


off: Cara eu não vou mostrar meu rosto para marines estando ao lado de Revolucionarios, eu quero ser espião, não planejo dar nem uma desculpa para o avaliador me botar um cartaz em minha cabeça
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Degar
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MensagemAssunto: Re: Quero ser da Resistência!   Quero ser da Resistência! - Página 3 EmptySex Jun 10, 2016 9:03 pm

☛Degar ☚



AÇÃO
-FALA
"PENSAMENTO"
Estaria na sala com o Major Ivan, quando adentrariam no ambiente a Cynthia e o Sakai. A mulher se aproximaria de mim, e estenderia sua mão que segurava uma quantia razoável de dinheiro. Ela estaria com seu rosto vermelho, eu não entenderia o porquê daquela situação, mas quando ela começasse a falar, entenderia a razão da tal cara vermelha. Ela me diria que tinha roubado o meu dinheiro por um motivo de “coitadinha” qualquer. Cerraria minha mão com muita raiva da mulher, e o desejo de soca-la era grande. Naquele momento poderia ter aprendido em nunca confiar em um rabo de saia, mesmo que tivesse isolado como tinha ficado por anos. Pegaria de forma agressiva o dinheiro com a minha mão direita, e colocaria em um bolso do meu sobretudo. A safada diria que me pagaria uns espetinhos de dangos como desculpa. "Essa vagabunda ta achando que com uns espetinhos vou sorrir pra ela!" A mentirosa terminaria suas falas dizendo que nunca mais iria mentir para mim, como se pudesse existir outro momento em que eu seria gentil com ela. Minha vontade era de dar uma lição nela, mas não faria um show desnecessário na frente do Major e do Sakai, por isso apenas diria: -Não quero espetinho nenhum seu! Apenas vamos conversar o necessário para que os planos da revolução ocorram bem. Apesar de estar com muita raiva, tentaria demonstrar indiferença. Tentar roubar o meu dinheiro era inadmissível, pois eu sabia a importância que ele tinha no mundo, e que em algum momento ele me seria útil.

Agora poderia criar outro bloqueio em relação a interagir com os humanos. Já tinha receio em ser tratado com intolerância por causa da minha raça, e agora teria mais dificuldade em confiar neles. "Fui enganado como um besta por ela." O Major e Sakai teriam passado as últimas informações de como seguir o plano para chegar ao porto da ilha, e depois para pegar uma embarcação para Ilusia. Eu teria entendido minha parte, que seria danificar os outros barcos para que os marines não nos seguissem. Perceberia que em algum momento teria que pular no mar, mas não sabia se teria tempo para retirar o meu sobretudo, o que poderia me fazer perder o meu dinheiro. Com isso em mente pegaria minha grana do meu bolso, e com minha mão direita estenderia para o Major Ivan. -Major fique com o meu dinheiro. Talvez eu acabe molhando ele se for preciso pular de forma inesperada no mar. Quando estiver tudo bem, sem nenhum perigo, o Senhor me devolve. Esperaria que ele aceitasse meu pedido, mas se não aceitasse colocaria de volta no meu bolso a grana. Ficaria com um pé atrás se poderia confiar as minhas finanças ao velho baixinho. Porém me parecia que ele não teria motivos para me roubar, ou ele seria igual a Cynthia? "Não tenho outra alternativa a não ser confiar nele. Ele não pegaria o meu dinheiro, ele deve ter muito mais. Ou pegaria? Acho que vou ter que confiar."

Teria que me aproximar de certa forma do Major Ivan, afinal ele era o líder da célula revolucionaria da qual eu fazia parte agora. Mas estaria de certa forma aliviado, pois ele não tinha demonstrado nenhuma repulsa por mim. Em relação a Sakai, tentaria me manter indiferente, pois não sabia sua opinião sobre tritões. Apesar de sermos irmãos de causa, não era difícil de imaginar que ele pudesse me suportar apenas por estar do seu lado nessa guerra.

Quando a humana falasse sobre não concordar com o plano, e sobre a imagem dela que poderia ser revelada. Eu apenas sairia da sala e tentaria voltar para o local que estive anteriormente. Não queria ouvir a voz daquela mulher, ela já tinha me deixado irritado. "Agora ela quer mandar nos planos que os superiores estabelecem." Também não me sentia muito confortável ficando com vários humanos que acabei de conhecer em um cômodo. Iria procurar um lugar no prédio para esperar que escurecesse, pois deveria esperar um bom tempo até lá. Qualquer coisa que pudesse acontecer com a Cynthia e os outros dois, eu iria ficar na minha. Já tinha entendido o meu papel para conseguir chegar em Ilusia, e não pretendiam me meter onde não fosse chamado.


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MensagemAssunto: Re: Quero ser da Resistência!   Quero ser da Resistência! - Página 3 EmptySeg Jun 13, 2016 1:09 pm

~~ Narração ~~


A jovem donzela sedutora ouvia as falas do velhote e em seguida levantava sua mão olhando para o teto para ter certeza que suas falas não ofendesse o vovozinho. A resposta longa de Malick fez o velhote lhe observar e soltar um leve suspiro. – Usf... Senhorita Malick! São apenas alguns soldados rasos da marinha, nada que não possamos lidar. Sakai estará o tempo todo próximo de você, e acredito que com suas habilidades tanto físicas como mentais, não terá qualquer problema, sua parte é apenas distrair os guardas, eles mal terão tempo em lhe reconhecer, não se preocupe! Você acha que é boa em conseguir informações? Tudo bem! Mas não é essa a missão atual... O velho dizia enquanto aproximava-se da jovem gatuna, mostrando que ele era o mandante atual. - Agora se você acha que a revolução é algo tão simplório e fácil de seguir, está totalmente enganada, quem entra na revolução, entra para querer mudar o mundo, entra para querer tirar o governo do trono, pois eles são sujos e impiedosos quando querem! Você é apenas uma criança perto de mim, já estou nessa luta a longos anos, agora se realmente acha que meu plano está ruim, se minhas ordens nada lhe agradam, por favor, a porta fica logo ali, nunca mais nos veremos e você voltara para ser mais um civil usado pelo governo. O velhote terminava de falar ao despejar suas falas para a garota.

Sakai vinha pelas costas da garota e colocava por cima de seus cabelos e ombros um tipo de capuz, escondendo a maior parte do rosto da garota. – Talvez assim esteja bom, é a única coisa que temos! Não temos quase nada, pois não sobrou quase nada da base revolucionaria. Ao termino de suas falas ele se afasta, poderiam sentir um ar de tristeza em sua voz e o homem continuava a fintar Cynthia. Por outro lado, estava Degar, o grandalhão estava sentindo-se usado novamente, pois havia sido enganado e ainda feito de trouxa, apesar de que Malick havia devolvido seu dinheiro, talvez os humanos não estivessem tão perdidos assim. O tritão havia compreendido sua parte no plano e obviamente entregava seu dinheiro para que ele não perdesse dentro do mar. – Okay Maximus! Ele profere ao guardar o dinheiro do jovem vermelho. Degar queria sair da sala, mas depois de ouvir o sermão do velhote, talvez até pudesse rir, já que o velho repreendeu Cynthia como se fosse um vovô ensinando sua netinha. – Agora... se estão todos de acordo, podem comer algo em nosso refeitório improvisado e seguiremos ao pôr do sol! Entendido? Ele profere e Sakai imediatamente bate continência para seu superior, porém Maximus e Malick concordariam completamente com seu superior, já que o homem era mais velho, mais sábio e claramente mais forte?!




Histórico Vermelhão:
 

Histórico Tetudinha:
 

OFF:
 

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~Fala / Narração

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MensagemAssunto: Re: Quero ser da Resistência!   Quero ser da Resistência! - Página 3 EmptySeg Jun 13, 2016 2:38 pm

☛Degar ☚



AÇÃO
-FALA
"PENSAMENTO"

Antes que eu pudesse sair da sala para ficar em um lugar sozinho, começaria a escutar o sermão que o Major Ivan estaria dando na nova “General” da revolução. Perceberia que seria um bom momento para presenciar, afinal ela tinha que baixar a “bola” dela. Não seria porque ela era bonita que deveria desrespeitar um superior. "Essa garota agora vai escutar umas boas do velho." Iria apenas ficar escutando, mas seria preciso conter um sorriso, pois estaria gostando muito daquela cena. Olharia para o rosto da Cynthia, tentando ver qual seria a sua expressão com aquela bronca que estaria recebendo. Quando o Major Ivan começasse a falar sobre os objetivos e filosofia dos revolucionários, a graça que eu estaria achando em ver Malick tomando o sermão sumiria. Com aquelas palavras poderia perceber que realmente meu lugar seria na revolução, queria tirar aquele governo do trono a qualquer custo. "Eles não vão ficar para sempre comandando o mundo. Um dia eles vão cair, e espero estar lá para ver!"  No momento em que o Major desse as “cartas” sobre Malick ficar na célula ou sair, eu iria ficar preocupado. Ela podia ser uma ladra mentirosa, mas ela seria bastante útil. Sua beleza poderia atrair facilmente marines, o que nos daria oportunidade para que o plano e o efeito surpresa desse certo.

Antes eu teria a pretensão de ficar só em um canto até que chegasse o momento de partir para o porto. Porém agora eu queria saber o desfecho daquela discussão quanto ao plano a ser seguido, pois como iria estar participando, não poderia ficar desinformado. Seria nesse momento em que Sakai colocaria um capuz em Cynthia, que esconderia seu rosto. "Talvez agora ela não dê mais nenhum showzinho, e vem com a gente sem contestar. Não quer ser reconhecida, mas se continuar na revolução vai ter fama por discordar dos superiores." Não estaria me preocupando tanto em ela não mostrar o rosto, pois suas tetas já atrairiam os soldados para a emboscada. Daria uma breve espiadinha em seus seios, e poderia ter a certeza que eles seriam bem chamativos para que os cães do governo caíssem. "Mal sabem eles do que ela é capaz. Vão cair que nem eu cai quando essa ladra pegou meu dinheiro." Seria difícil esquecer o que ela tinha feito comigo. Afinal de contas quem perdoaria uma pessoa que te conhece no primeiro dia, e furta sua grana? Ela podia ser gostosa, e eu poderia estar anos sem estar próximo de uma fêmea, mas não me passaria por um trouxa.

Ficaria satisfeito quando o Major Ivan aceitasse guardar o meu dinheiro. Apesar de não me sentir confortável em relação a grande maioria dos humanos, acreditava que ele poderia ser uma exceção. "O Major deve ter feito grandes ações em nome da revolução. E também tem bastante experiência, mostra que ele sabe como acabar com marines." Quando o superior daquela célula desse a ordem para que todos seguissem para o refeitório, eu imitaria Sakai, que teria feito a continência imediatamente. Esperaria que eles fossem na frente, pois não saberia chegar ao local mencionado. Ficaria em alerta para não bater minha cabeça em algum lugar devido a minha estatura, da mesma forma para que não esbarrasse em nada por causa da minha largura. Quando chegasse ao ambiente estabelecido pelo Major, iria se alimentar com a comida fornecida por eles. Me preocuparia em pegar apenas o necessário para satisfazer a fome de um tritão de 4 metros. Não deveria ter nenhum assento em um refeitório improvisado que pudesse aguentar o meu peso. Assim me sentaria no chão com as costas apoiadas pela parede que existiria no local. Aproveitaria o alimento, sem fazer qualquer tipo de crítica, mesmo que fosse uma gororoba. Estaria de certa forma tenso, pois aquela seria minha primeira missão pela revolução, e a minha primeira batalha. Antes eu só teria feito treinamentos de combate com o meu tutor Jonh, mas agora seria pra valer. "Tenho que seguir todos os ensinamentos que Jonh me passou durante esses anos! Não posso me permitir ser preso, e tenho que tomar cuidado para não morrer. Mas esperei muito por esse dia! Vou poder me vingar um pouco do que meus pais sofreram nas mãos da Marinha." Assim que tivesse terminado a refeição, procuraria por algum pedaço de ferro que pudesse me servir para danificar os barcos dos marines. E finalmente esperaria escurecer para que a minha primeira missão revolucionaria começasse.
 


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MensagemAssunto: Re: Quero ser da Resistência!   Quero ser da Resistência! - Página 3 EmptySeg Jun 13, 2016 3:44 pm



Cynthia Malick


Dei minha opinião sobre o plano, embora não gostasse da minha opinão o velho respondeu de forma educada, diferente do Sakai -Usf... Senhorita Malick! São apenas alguns soldados rasos da marinha, nada que não possamos lidar. Sakai estará o tempo todo próximo de você, e acredito que com suas habilidades tanto físicas como mentais, não terá qualquer problema, sua parte é apenas distrair os guardas, eles mal terão tempo em lhe reconhecer, não se preocupe! Você acha que é boa em conseguir informações? Tudo bem! Mas não é essa a missão atual... manteria meus olhos fixos nos olhos dele, meu rosto expressaria apenas serenidade, formaria uma mascara que não deixaria nem um outro sentimento escapar enquanto o velho se aproximava de mim tentando dar um ar de superioridade. - Agora se você acha que a revolução é algo tão simplório e fácil de seguir, está totalmente enganada, quem entra na revolução, entra para querer mudar o mundo, entra para querer tirar o governo do trono, pois eles são sujos e impiedosos quando querem! Você é apenas uma criança perto de mim, já estou nessa luta a longos anos, agora se realmente acha que meu plano está ruim, se minhas ordens nada lhe agradam, por favor, a porta fica logo ali, nunca mais nos veremos e você voltara para ser mais um civil usado pelo governo.-.

Me manteria quieta olhando fixamente nos olhos do velho e mantendo meu rosto sereno até ele acabar de falar, mas por dentro não estava gostando nem um pouco, "Vocês não são os últimos revolucionários do planeta, se eu não me juntar a vocês logo me juntarei a outros  e quem sabe da próxima vez que nos vermos, serei eu que estarei te olhando por cima" pensaria  sem deixar minha mascara cair, estava prestes a dar meia volta e sair em direção ao porto, quando Sakai novamente me surpreendeu, dessa vez gostei da surpresa– Talvez assim esteja bom, é a única coisa que temos! Não temos quase nada, pois não sobrou quase nada da base revolucionaria- falou chegando por trás de mim e me pondo um capuz, embora eu tenha gostado da surpresa, ele me pegou desprevenida, eu daria um pequeno pulo de susto e deixaria um grito involuntário escaparia de meus lábios, eu estaria concentrada demais no velho e em meus pensamentos, para ter notado Sakai se aproximar, uma vez recuperada do susto, olharia o capuz  e daria um sorriso, enquanto falava -Ok agora não tenho mais nem uma objeção ao plano, a propósito obrigada e desculpe-me -, eu não estava arrependida de verdade, afinal graças ao meu “barraco” eu havia conseguido o que queria.

Devo admitir que o plano do velho suava ser um bom plano, mas eu já tinha tido minhas próprias “batalhas”, inúmeras vexes já  ocorreu imprevistos quando estava “caçando” algum homem para me bancar,   eu somente queria correr o  menor risco possível, vi o Guarda Roupas, entregando o dinheiro para o velho, não precisava ser nem um especialista para ver que ele não confiava mais em mim, não o culpava por isso, afinal eu merecia isso, ”Acho que escolhi a hora errada para devolver o dinheiro“ pensaria  enquanto olhava o velho pegando o dinheiro, -Agora... Se estão todos de acordo, podem comer algo em nosso refeitório improvisado e seguiremos ao pôr do sol! Entendido?- daria um sorriso, sabendo que o pouco que comi não iria me sustentar por tanto tempo, iria até o refeitório e comeria apenas algumas verduras e um pouco de carne caso tivesse, se não tivesse apenas comeria o que me dessem, não tinha frescura para comida, e não iria fazer nem uma sena sobre o gosto do alimento, afinal não importa o gosto que o alimento teria eu provavelmente já havia engolido coisas mais nojentas.

Uma vez “comida”,  iria me sentar em algum canto me escorando na parede a uns 4 metros de distancia do Guardas Roupas, fecharia meus olhos,  ” Então essa vai ser a minha primeira missão, o primeiro passo que darei.... ” não poderia evitar, eu ficaria um pouco nervosa ,  ”Será que vai dar tudo certo?  Não  posso ser pega na minha primeira missão, não posso ser descoberta. “ Perceberia que estava nervosa e começaria respirar fundo na tentativa de me acalmar ,  percebendo que não adiantava muito apenas pensaria ,  ”Acho que preciso dormir um pouco, faz tempo que não descanso de verdade” enquanto estava viajando, não tive muito tempo para  dormir, afinal o navio estava cheio de homens que não tinham uma mulher em seus braços fazia tempo, a qualquer hora poderiam me “atacar”, fazendo as coisas saírem de controle, finalmente abaixaria minha guarda deitaria no chão utilizando o capuz que Sakai me deu como travesseiro, não dormiria de inicio, devido estar nervosa, mas provavelmente a canseira venceria e eu pegaria em um sono.


Quando um amor morre, às vezes a nossa maior tristeza é saber que aquela pessoa que um dia amamos na verdade nunca existiu."
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MensagemAssunto: Re: Quero ser da Resistência!   Quero ser da Resistência! - Página 3 EmptyTer Jun 14, 2016 4:56 pm

~~ Narração ~~


Enquanto Sakai dirigia-se até o refeitório com o tritão e a gatuna, o velhote solta um suspiro e profere em tom baixo. – Crianças... ao termino de suas falas ele balança a cabeça e volta a mexer no mapa. Degar parecia ter gostado do sermão que o velho havia proferido, por outro lado Cynthia parecia indignada, apesar de o velhote possuir grande razão, ela estava prestes a sair, pois saiba que existia outras células, porém em Las Camp não havia e se ela havia sido recusada nessa provavelmente seria difícil de entrar em outra, já que não aceitava simples ordens.

Porém tudo terminava bem, Sakai havia dado um capuz para a garota esconder seu rosto. Ao chegarem ao refeitório, Sakai adentrava primeiro não havia nada de especial, apenas uns potes com massas enlatadas. – Não é nada luxuoso, mas é grátis! O homem de vestes presta profere ao largar em cima da mesa algumas latas, Malick provavelmente comesse duas no máximo! Já Degar provavelmente comesse mais. Passavam algum tempo no local, as massas enlatadas não eram grande coisa, porém matava a fome. Ivan chegava até a porta e dizia. – Está na hora! Vamos. Assim que terminava de falar o velho baixinho saia da porta e Sakai junto do grandalhão e da gatuna seguiam o major. O velhote abria a porta e após seguirem até a saída onde Degar e Cynthia haviam entrado poderiam notar um pôr do sol avermelhado, uma beleza exótica por assim dizer. Sakai e Ivan estava usando mesmo capuz que Malick, um capuz de couro que cobri a cabeça e os ombros, como Degar já utilizava um e seu tamanho era superior aos demais, não tinha recebido igual ao deles. – Vamos! Reinecke profere ao começar a caminhar pelas ruas da cidade. O comercio já estava fechado e a noite estava quase para aparecer, o grupo se movia pela lateral esquerda da rua. Levavam quase uma hora para chegar até o local indicado por Ivan. – Senhorita Malick você e o Sakai irão por esse caminho enquanto eu e Maximus iremos por esse! Havia uma viela ao lado esquerdo e uma rua que continuava reto, ambos davam para o porto, o velho fazia sinal com seu dedo para a jovem sedutora seguir com Sakai pelo lado esquerdo, enquanto ele e Degar seguiam reto.

A gatuna e o cabo revolucionário seguiam durante alguns minutos até avistarem 2 guardas, estavam parados com suas espingardas apoiadas em seu ombro, pareciam conversar algo, mas pela distância não teria como ouvir. – Preste atenção Cynthia... tente distrai-los, eu irei ficar escondido para derruba-los! Ele seguia alguns passos até ficar atrás de um carrinho de lixo. Enquanto a gatuna e o cabo faziam sua parte, Degar e Ivan caminhavam até avistarem dois navios da marinha no porto e 4 guardas de prontidão, dois próximos do navio e outros dois caminhando em direção ao lado esquerdo. – Ali... aquela é nossa embarcação. Está poucos metros dos navios marines! O major mostrava para Degar ao apontar seu dedo. Estavam em um beco, parecido com o que Degar estava com Malick, porém um pequeno muro separava o porto das construções. - Aqueles dois soldados parecem estarem cansados, estão quase dormindo em serviço, aproveite essa chance e siga até entrar na água, use as caixas para não chamar atenção! Assim que entrar na água, utilize isso! Eu irei derrubar aqueles dois soldados e entrar na embarcação para preparar nossa saída. O major entregava uma faca usada para o tritão utilizar. Haviam diversas caixas de tamanho médio e grande empilhadas, provavelmente suprimentos dos marines e de outros navios que lá haviam também, mercadores e supostamente viajantes.



Histórico Vermelhão:
 

Histórico Tetudinha:
 

OFF:
 

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MensagemAssunto: Re: Quero ser da Resistência!   Quero ser da Resistência! - Página 3 EmptyQua Jun 15, 2016 2:20 am

☛Degar ☚



AÇÃO
-FALA
"PENSAMENTO"
Ao chegar no local para fazer a refeição, Sakai logo nos avisou que não teria nenhum luxo por lá. Nunca fui acostumado com muito conforto, e o meu tamanho era o motivo, assim não me importaria. A comida seria massa enlatada, e comeria até que minha fome fosse saciada. Aquela poderia ser a minha ultima refeição em liberdade ou até com vida. Depois que todos estivessem satisfeitos, Ivan daria a ordem para todos começarem a se mover. Me levantaria, e como uma forma de respeito a hierarquia, diria rapidamente mas com firmeza: -Sim Senhor! Seguiria eles até a saída do prédio, porém colocaria o capuz do meu sobretudo sobre a minha cabeça, desta forma ninguém teriam como ver a minha pele vermelha. "Não encontrei nada nesse prédio que me ajudasse a danificar os barcos marines, mas acho que posso dar um jeito com minha força." Com aquele pensamento sairia do edifício com os meus irmãos de causa, e poderia notar o pôr do sol avermelhado. "Espero que esse sol não indique o nosso sangue, e sim dos malditos marines." O nervosismo em ter a minha primeira batalha estaria diminuindo, mas a raiva tomaria o seu lugar. Lembraria da cena em que meu pai foi morto tentando impedir que eu e minha mãe fossemos escravizados. Estava pronto para descarregar o meu ódio em um marine, e não teria nenhum receio em liberar toda a minha fúria.

Andaria sempre próximo da minha célula, e poderia perceber que as lojas já tinham encerrado por aquele dia. Andaríamos pelo lado esquerdo da rua, e a noite parecia não demorar a chegar. Caminharíamos por cerca de uma hora, aquele tempo me faria cessar a raiva que antes sentia. Talvez tivesse sido melhor assim, pois as vezes a raiva nos deixa cegos e burros. Chegaríamos em um certo ponto em que Major Ivan dividiria o grupo em dois, e eu iria seguir com ele. "Ainda bem que vou seguir com o Major! Me sinto mais a vontade com ele." Ficaria com minha atenção redobrada a partir daquele momento, esperando perceber qualquer situação que pudesse prejudicar o plano que executaríamos. Seguiria o líder da célula pela rua que iria de forma reta até o porto, assim como ele tinha ordenado.

Quando chegasse próximo ao porto poderia avistar dois navios da marinha, e apenas quatro soldados da Marinha para protegê-los. "Ta fraco esse esquema de guarda da Marinha. Vai ser fácil fugir daqui." O Major Ivan me mostraria a embarcação que iríamos usar para escapar de Las Camp, e ela não estaria tão distante dos barcos marines. Memorizaria qual seria a ordem dos barcos atracados que eu deveria sabotar, e qual deveria deixar intacto. Pois se cometesse o erro de danificar o nosso, decretaria prisão para toda a célula. Estaria em um beco com um muro que separava o porto das outras edificações, e já no espaço do porto haveriam varias caixas empilhadas. O Major continuou explicando o plano, e ao falar que dois soldados estariam com sono, me ocorreria que algo que talvez pudesse nos prejudicar, e transmiti imediatamente para o líder o meu pensamento. -Senhor, como aqueles dois estão com sono, é possível que outros estejam chegando para trocar de turno com eles. Devemos ter cautela! Teria entendido o resto da estratégia que Reinecke teria me passado, e pegaria a faca com a minha mão esquerda. Usando a minha furtividade, iria até o local onde ficaria encoberto pelas caixas. Tentaria ser rápido, mas não ao ponto de revelar a minha presença. Quando chegasse nas caixas, iria ficar sobre quatro apoios e me preocuparia para não esbarrar em nenhuma delas. Minha intenção em não ficar em pé era pra que ninguém me notasse quando estivesse encoberto apenas de caixas médias. Seguiria “engatinhando” até o momento em que as caixas grandes estivesse me escondendo. Aproveitaria a “cobertura” que tinha e retiraria o meu sobretudo, mas com o máximo de cuidado para não bater em nenhum daqueles objetos. Para não atrapalhar a minha ação, deixaria a faca momentaneamente ao chão, mas a pegaria com a mesma mão quando estivesse despido do meu grande traje. Continuaria até o momento em que estivesse perto do mar, e usando da furtividade, adentraria na água bem devagar para que não fizesse barulho, que poderia acabar alertando os marines. Se os soldados me detectassem, correria o mais depressa possível e pularia na água.


Em ambos os casos, mergulharia o suficiente para que pudesse ter a certeza que não conseguiriam me enxergar, e esperaria que por não estar de dia teria mais uma vantagem. Nadaria submerso de forma que não produzisse muito movimento na água. Usaria a informação que tinha decorado anteriormente para tentar detectar os navios marines, e a ordem de ancoragem seria a melhor forma. Quando identificasse que era realmente um barco da Marinha, buscaria encontrar a [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] dele. Com a faca em minha mão esquerda, golpearia a base que ligava a nadadeira ao navio. Sabia que seria difícil destruí-la, mas tinha a pretensão apenas de desregular o suficiente para que não fosse possível controlar corretamente a embarcação. Se a faca não mostrasse surtir efeito, iria coloca-la em minha boca, e seguraria mordendo o cabo. Com ambas as mãos daria socos para que pudesse entortar a peça, ou empurrar fazendo o maior esforço. Se tivesse êxito, seguiria para o próximo barco marine, e executaria a mesma coisa.

Quando tivesse acabado ou não com a parte que me cabia no plano, me prepararia para emergir. Porém tentaria me aproximar do navio que eu e meus companheiros iríamos escapar. "Tomará que nada tenha acontecido com nenhum deles. Até mesmo com aquela ladra! Apesar de não confiar nela, agora ela é uma irmã de causa." Colocaria apenas parte da minha cabeça e os olhos para tentar saber o que estaria acontecendo. Se houvesse qualquer tentativa de me atingir com algum ataque, eu iria submergir imediatamente, e mudaria de posição para que eu não sofresse qualquer dano.



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MensagemAssunto: Re: Quero ser da Resistência!   Quero ser da Resistência! - Página 3 EmptyQua Jun 15, 2016 10:37 am



Cynthia Malick


– Vamos!- o Velho finalmente falou, meu coração acelerou, pois eu sabia que a missão finalmente havia começado, me levantaria logo após isso vestira meu capuz e falaria, –Vamos!- não seria para o velho essas palavras, mas para mim mesmo, como forma de me alto incentivar, após isso abriria um sorriso, e seguiria o velho pela cidade, a caminhada para mim consumiu um longo tempo, devido ao meu nervosismo, mas finalmente havíamos chegado -Senhorita Malick você e o Sakai irão por esse caminho enquanto eu e Maximus iremos por esse!- apenas acenaria de forma positiva com a cabeça  e iria em direção ao caminho que o velho havia indicado, meu coração agora estaria mais acelerado e estaria suando frio, – Preste atenção Cynthia... tente distrai-los, eu irei ficar escondido para derruba-los!- Disse Sakai sinalizando os meus alvos, ”Se acalme garota, você já fez isso varias vezes, chamar atenção é seu forte” respiraria fundo tentando me acalmar e falaria com determinação -Estou pronta!- embora minha voz esteja  alta somente o suficiente para o Sakai ouvir, ela estava carregada de determinação.

Em passos firmes iria caminhar em direção aos guardas, estaria com um sorriso no rosto,  esperaria estar exatamente na frente deles para fingir ter tropeçado, cairia no chão ficando assim de quatro na frente deles, e começaria a falar -Aiaiaaiaiai..... Acho que machuquei meu joelho - seguraria o joelho esquerdo com ambas as mãos, deixaria lagrimas escorrerem de meus olhos, não que eles pudessem ver, graças ao capuz que cobria o meu rosto,  ainda no chão olharia para os marinheiros e falaria –Vocês poderiam me ajudar?- daria a mão esquerda para eles me ajudarem a levantar, uma vez em pé , fingiria novamente tropeçar, indo de encontro com o marinheiro que me ajudou, pressionando assim meu busto contra o mesmo, -O céus como sou desastrada, obrigada por terem me ajudado.-falaria ainda “colada” no marinheiro,  me afastaria um pouco do marinheiro e começaria a erguer minha saia mostrando assim boa parte das minhas pernas, para então falar -Vocês poderiam ver se machucou muito? - caso eles pegassem em minha perna eu daria uma risada e para logo em seguida falar falaria –Aiaiaia, sua mão esta gelada. - esperava que até ai o Sakai já tivesse aparecido, mas se ainda não tivesse aparecido,  tentaria pensar em mais coisas.

Claro que esse plano poderia dar errado, mesmo não sendo boa em combates eu tinha que me preparar, esperava que todas as suspeitas caíssem sobre o Sakai, então ficaria quieta olhando o combate deles casso percebesse alguma oportunidade para atacar, assim como uma cobra, daria um bote, tentaria me aproximar despercebida do marinheiro que estivesse de costas para mim, encolheria minha mão direita pra dentro da manga e sacaria minha adaga enquanto me aproximava,mas com cuidado para não me machucar com minha própria adaga, após isso enfiaria a adaga em um movimento  de estocada na parte de trás do pescoço do oponente assim que estivesse próxima o suficiente, mas não pararia por ai, após isso tiraria a adaga de seu pescoço e tentaria estocar mais duas vezes no pescoço do mesmo,queria ter certeza que o mesmo estava morto.


Se  os marinheiros mirassem em mim, me abaixaria tentando me torna um alvo menor e correria em zig zag ainda abaixada, correria em direção aos marinheiros, assim que estivesse próxima o suficiente, de um com a minha mão esquerda daria um tapa vindo da direita para esquerda na arma dele tentando fazer com que ela se afastasse de mim, ao mesmo tempo que com a direita pegaria a adaga que estava escondida dentro da minha manga e deva um corte na horizontal da direita para esquerda tentando cortar o pescoço do mesmo,  tentaria manter  o marinheiro que estava na minha frente entre mim e o outro marinheiro, para que assim não pudesse mirar em mim, caso o primeiro ataque não funcionasse com a mão esquerda tentaria dar um soco no saco do opoente para que quando ele estivesse com a guarda abaixada devido a dor, dar uma estocada com a adaga na barriga do mesmo, após a seqüência de ataque não me afastaria do oponente, tentando sempre manter o corpo dele entre eu e o outro marinheiro, caso ele tentasse atirar em mim novamente daria outro tapa na arma com a mão esquerda tentando sempre manter a mira dele longe de mim, caso ele morresse tentaria segura-lo pela cintura e apoiar o corpo dele em cima do meu antes que ele caísse ,  o tornando assim um escudo humano, tentando ficar protegida de tiros que o outro atirador pudesse efetuar, ficaria assim até que Sakai eliminasse o outro alvo, ou até planejar um outro plano de ataque”Ele é pesado” pensaria .

Caso fosse sofrer um ataque corpo a corpo, com a própria arma do oponente ou outra coisa, iria me abaixar, caso o golpe fosse viesse das laterais, se o golpe viesse frontalmente, iria tenta esquivar para direita, se o golpe viesse tentando acertar a região central de meu corpo, e fosse frontal iria tentar esquivar para esquerda, se viesse das laterais iria dar um pulo para trás torcendo que isso fosse o suficiente para me esquivar, se o golpe viesse tentando acertar minhas partes inferiores, e viesse frontalmente, iria tentar pular para a direita, se viesse das laterais apenas tentaria pular por cima do golpe, para logo após isso ir para trás.

Caso o plano tivesse sido um sucesso e Sakai  apagado os dois marinheiros,  se os marinheiros não tivessem mortos iria pegar minha adaga enfiar no pescoços deles para logo em seguida rotacionar a mão em um sentido horário, fazendo assim uma ferida maior ,faria com um de cada vez e com cuidado para não me sujar com o sangue, se notasse que não saiu muito sangue da ferida que fiz, faria novamente outro “buraco” no pescoço do marinheiro,  se percebesse que algum se mexeu rapidamente daria um pulo para trás para  avaliar a situação melhor, se os dois estivessem mortos olharia os bolsos dos mesmos para ver se teria algum lucro, não pegaria as armas do mesmo, sabia que não passaríamos despercebidos carregando espingardas, após tentar ter algum lucro seguiria Sakai, não me importava se Sakai me  achasse estranha,  mas se notasse que ele me encarava muito apenas falaria-Mortos não falam.... E o dinheiro nas mãos de mortos não tem muita serventia - ,  falando isso ou não, não demoraria muito para mim falar –E agora? - minha voz expressaria curiosidade.



Quando um amor morre, às vezes a nossa maior tristeza é saber que aquela pessoa que um dia amamos na verdade nunca existiu."
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Objetivos:
[/]conseguir duas adaga
[]aprender furtividade
[x]aprender disfarce
[]virar revolucionaria
[] comer o degar... esse objetivo era pra quando ele tinha 1,60 m


off: malz post fraco

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MensagemAssunto: Re: Quero ser da Resistência!   Quero ser da Resistência! - Página 3 EmptyQui Jun 16, 2016 1:54 pm

~~ Narração ~~


O tritão seguia à risca o plano de Ivan, porém antes de prosseguir argumentou sobre uma troca de turno com seu major, o velhote acenou com a cabeça afirmando a ideia do tritão. Degar agraciado com sua furtividade, porém amaldiçoado com seu tamanho, tentava esconder-se sobre as caixas do porto. Após passar por algumas, o tritão retira seu sobretudo deixando próximo de uma das caixas e em seguida pula na água. Seu peso e altura proporcionavam um impacto estrondoso na superfície do mar, chamando a atenção dos dois soldados consequentemente. Os marines aproximavam-se de onde Maximus havia mergulhado e percebem apenas a agua cintilante, ficavam observando sem saber o que tinha ocorrido. Enquanto isso o tritão começava a danificar as nadadeiras dos navios, demorava um tempo, porém seu esforço mostrava-se eficaz.

Já Malick parecia nervosa na missão, logico que por ser sua primeira estaria, algo naturalmente normal, apesar de sua função ser a mais simples de todas, porém apesar de simples ainda sim possuía certo grau de dificuldade. Cynthia fingia tropeçar e isso fez o grupo de marine assustar-se. – Mas o que? O soldado profere ao ver a jovem de quatro no chão, estilo atriz pornô. Apesar da beleza fácil estar escondida pelo capuz, as curvas do corpo pela noite, a voz de Malick podia descrever totalmente a fisionomia dela, sua voz era como um canto de sereia, um canto que podia amansar a besta mais raivosa da selva. Porém tal vantagem apenas influenciava mentes e corações fracos. – Você está bem moça? O soldado profere ao ajudar a garota a ficar de pé! Já o outro soldado ficava apenas olhando, parecia assustado e nervoso, quem sabe não fosse sua primeira missão como marinheiro. Cynthia novamente atuava ao tropeçar pela segunda vez, porém dessa vez seu corpo chocava-se com o do marine, deixando o vermelho imediatamente, pois seu busto acariciava o tórax do homem. – Jesus! Ele profere ao mostrar uma cara de tarado, tentando recompor-se. A jovem gatuna afastava-se levemente e levantava vagarosamente sua saia tentando mostrar seu ferimento, que logico, não existia. Nesse momento ambos os marines não se aguentam e correm para tentar pegar na perna da jovem, porém uma sombra atrás deles surge. – Pervertidos imundos! Dois chutes certeiros na nuca dos homens faziam serem apagados. Sakai parecia irritado, quem sabe Cynthia não tivesse cativado o cabo revolucionário?! Sakai pega pela perna de cada marine e começa a arrasta-os, porém, a garota retira sua adaga e crava no pescoço de cada deixando o cabo surpreso ao largar os corpos. – O que está fazendo? Não tinha necessidade de mata-los! Ele profere ao perceber a enorme poça de sangue cobrir o solo. Sakai olha para os lados e aproveita do momento para pegar novamente pelas pernas dos marines e arrasta-los até colocar dentro de um carinho de lixo verde enorme.

Já no porto de Las Camp Degar emergia e observava Ivan com dois marines derrubados, mas é claro, ele era um velho, porém ainda sim era major, fraco absolutamente não era. – Vamos Maximus! Ele profere ao fazer sinal para Degar sair da água. O velhote retirava as cordas que prendia a embarcação no porto e percebia que Cynthia e Sakai aproximavam-se. – Major tivemos um imprevisto, mas resolvemos! O homem profere ao olhar com repulsa para a sedutora. – Ora, ora... se não são os revolucionários Major Ivan Reinecke e o Cabo Sakai Berfold! Uma voz surge do meio a escuridão, porém acompanhada de mais três homens. – Tsch... é a CP2! Se lutarmos Major, perderemos tempo e é possível enviarem reforços! Sakai profere para o velhote que mostrava sua face aborrecida. – Não se preocupe Cabo Berfold, resolveremos isso de uma vez! Já que dá última, sobraram vocês dois da célula ‘Justice Arms’... parece que recrutaram mais alguns membros! O homem profere ao olhar Degar e Malick, seus cabelos e barba eram louros e utilizava uma capa por cima dos ombros destacando-se dos demais membros. O grupo vestia roupas do governo e claramente eram da CP segundo as palavras de Sakai.  – Senhor Gold... encontrei marinheiros mortos! O agente espadachim de cabelos azul escuro profere para o louro que muda sua expressão para uma mais séria. – Obrigado Blue! Ele profere ao andar alguns passos para frente.  – Vamos mata-los ou prende-los? O jovem de madeixas claras argumenta demonstrando um sorriso sádico. – Mata-los é uma boa opção, White! O que parecia ser o mandante do grupo, senhor Gold profere ao encarar Ivan. – Chega de enrolação! Vamos mata-los e pronto... mas eu não vou lutar com aquela ali, fica para você White! O integrante mais quieto profere ao apontar para Malick e mostrar seu rosto envergonhado. – Okay, Black! O agente de madeixas quase brancas profere ao encarar Cynthia de longe. Parece que a situação parecia tensa, alguns metros distanciavam os agentes dos revolucionários, poderiam tentar correr, mas será que conseguiriam? Ivan faz um sinal para Sakai, porém o cabo Sakai é surpreendido pelo agente Black, mas consegue reagir a tempo e ambos os chutes se colidem, fazendo os integrantes inesperadamente afastarem-se. Ivan percebe que Degar aproxima-se de Cynthia sem perceber e os dois revolucionários percebem o agente White em sua lateral. – Com licença! Se importam de morrer rápido, estou com um pouco de pressa! Ele profere com seu sorriso sádico ao puxar duas adagas e fazer Malick e Maximus afastarem alguns passos. Enquanto isso, Ivan começa a bloquear ataques de Gold e Blue, parece que o major não poderia ajudar seus outros colegas da revolução e agora o que os novatos fariam a seguir?


Agentes da CP2:
 


Histórico Vermelhão:
 

Histórico Tetudinha:
 

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MensagemAssunto: Re: Quero ser da Resistência!   Quero ser da Resistência! - Página 3 EmptySex Jun 17, 2016 7:58 am



Cynthia Malick


Ai Os pobres marinheiros, caíram direitinho em meus truques, "Tão fáceis de manipular...." pensaria enquanto via Sakai rapidamente dar conta deles,  percebi que os marinheiros ainda estavam vivos então  eu os eliminei, fiquei surpresa de ver o espanto de Sakai – O que está fazendo? Não tinha necessidade de mata-los! olharia para ele confusa e perguntaria curiosa-Eles deveriam ficar vivos??- a pergunta era verdadeira, para mim era um risco desnecessário deixar eles vivos, eles obviamente iriam falar sobre o que aconteceu, eu não tinha nem um apreço pela vida dos próximos, para mim todos eram brinquedos que podem ser facilmente descartados, a única exceção para mim era minha tia e agora ela estava morta.

Sakai jogou os corpos em uma lixeira e após isso não demorou muito, para nos encontrar com o nosso superior, – Major tivemos um imprevisto, mas resolvemos!- , sakai disse assim que viu o superior, eu entendi a indireta, mas ainda não entendia o motivo para não mata-los, – Ora, ora... se não são os revolucionários Major Ivan Reinecke e o Cabo Sakai Berfold!- essa voz me surpreende, olharia em direção a fonte da mesma e perceberia quatro pessoas saírem das sombras, ”Quem diabos são eles? São aliados já que conhecem o velho e o Sakai?” pensaria confusa, mas antes que pudesse ter a chance de perguntar Sakai respondeu as minhas duvidas  – Tsch... é a CP2! Se lutarmos Major, perderemos tempo e é possível enviarem reforços!- a resposta não foi nada agradável, mas mesmo assim não poderia deixar de rir, não prestaria atenção no resto das falas devido a crise de risos, após me recuperar falaria,-Desculpa por quebrar o clima sombrio e tals.... Mas é que eu sabia que isso iria acontecer...hahahaahaha.... Só não esperava ficar tão fudida assim.- falaria enxugando as lagrimas que deixei escapar enquanto ria, embora eles provavelmente não pudesse vê-las devido ao meu capuz.

Um dos agentes se aproxima de nos e fala de maneira gentil e assustadora ao mesmo tempo – Com licença! Se importam de morrer rápido, estou com um pouco de pressa!  o modo que ela falava me lembrou a minha tia o que quase fez eu ter outra crise de risos, que foi evitada com facilidade quando vi  ela segurando as adagas -Ei calma ai, se eu fosse você não me acharia tanto....-falaria com uma voz animada, Esse cara aqui é um monstro em forma hum....tritanica, ele é capas de destruir navios de guerra com as mãos nuas, você não conseguira nem arranhar ele- falaria apontado para o Guarda Roupas, ele provavelmente já seria o primeiro alvo dela devido a ele aparentar ser mais ameaçador, eu só queria fazer ela se focar mais ainda nele, após falar isso me afastaria um pouquinho ficando atrás do Degar -Vamos lá grandão, estou torcendo por você!!!- falaria com a voz animada, assim que o Guarda roupas estivesse entre eu e o oponente.

Se percebesse o agente olhando estranho pra mim falaria , -Bem..... não sei lutar muito.... Então quem vencer vai me ter como premio...- falaria coçando a nuca por de trás da toca, fingindo estar constrangida, mas na verdade tudo isso não passava de um plano meu, eu queria que o agente tivesse o foco no Guarda roupas para que pudesse, pegar ela desprevenida, ficaria de fora da luta  sem fazer nem uma movimento suspeito, apenas aplaudira a cada ataque ou movimento que o Guarda roupas iria fazer, mas se percebesse uma oportunidade rapidamente iria tentar me aproximar ao mesmo tempo que retirava minha adaga da manga com a mão direita e tentaria fazer um corte em diagonal da esquerda para a direita de cima para baixo tentando assim pegar a maior região possível, mas não pararia por ai, caso acertasse o oponente ou não, tentaria pisar em um dos seus pés, com minha perna direita, e a empurraria com a mão esquerda tentando fazer assim com que o oponente perdesse o equilíbrio e caísse, se tornando assim um alvo fácil, para o Guarda roupas.

Caso o oponente atacasse minha cabeça em um golpe frontal, iria rapidamente me abaixar tentando escapar por meio disso, para logo depois com a mão direita, a qual estaria segurando minha adaga, dar um golpe na vertical de baixo para cima tentando cortar o oponente no meio, logo depois me levantaria e efetuaria um golpe na horizontal de esquerda para direita tentando agora cortar o pescoço do oponente, mas não terminaria ai, tentaria dar outro golpe agora em forma de estocada, tentando perfurar a barriga do oponente, utilizando ainda a mão direita, Caso o golpe na minha cabeça viesse das laterais daria um pulo para trás tentando assim escapar do golpe, para logo em seguida avançar em direção do oponente, enquanto ele ainda estivesse de guarda baixa por causa do ataque, avançaria em forma de estocada, tentando fincar a adaga que estava na minha mão direita na barriga do oponente, se tivesse sucesso rotacionaria meu pulso, tentando assim fazer um ferimento maior, dando certo ou não, com a mão esquerda, daria um soco tentando acertar o nariz do oponente, logo após fazer meus ataques recuaria 5 passos, para ver os estragos que tinha feito, e casso tivesse acertado o soco no nariz balançaria minha mão esquerda dizendo , -Ai ai ai... que nariz duro... Ele é feito do que de pedra??- .

Se o ataque fosse feito em direção a parte central de meu corpo, vindo dos lados, eu iria me tentar me esquivar para o lado oposto do ataque, tentando assim também dar meia volta no oponente atacar de forma diagonal de cima para baixo da esquerda para direita as costas do oponente com a mão direita, para logo após isso chutar a parte de trás de seu joelho direito do oponente com minha perna esquerda tentando fazer o oponente perder o equilíbrio e cair, se ele caísse provavelmente cairia ajoelhado, me dando a oportunidade perfeita para encravar minha adaga em um movimento vertical, de cima para baixo, no crânio do oponente, faria isso sem pensar duas vezes, se ele não caísse tentaria novamente contornar o oponente até estar novamente na frente do mesmo para então dar uma estocada com a mão direita agora mirando o peito do oponente, se tivesse sucesso em fazer isso, com a mão esquerda bateria no cabo da adaga tentando fazer assim ela ir mais fundo, se o golpe viesse frontal,  iria desviar para direta, ao mesmo tempo que tentava fazer um golpe na horizontal da direita para esquerda, tentando ferir o braço esquerdo do oponente, após isso mudaria a direção de meus passos e voltaria a ficar de frente do oponente, para fazer um estocada em seu outro ombro agora o direito, tentaria novamente rotacionaroa a minha mão para deixar a ferida maior, após os golpes eu recuaria 5 passos e olharia os estragos que os meus ataques fizeram, e falaria caso eu esteja inteira , -Ei grandão, isso não conta como mentira, eu realmente não sabia que era boa em lutas.- havia prometido não mentir para ele, não queria levantar novas suspeitas

Caso os me atacassem na parte inferior de meu corpo, em  golpe frontal tentaria me esquivar dando um pulo para esquerda,  afim de evitar o golpe, para logo depois fazer um golpe horizontal da esquerda para direita, de cima para baixo, com a mão direita, mas antes de completar o ataque tentaria bater no cabo da adaga com a mão esquerda tentando fazer assim que um golpe horizontal mudasse para um frontal, não me importaria em que parte do corpo fosse pegar no oponente, logo em seguida se o golpe tivesse sucesso rotacionaria meu pulso tentando deixar a ferida maio, caso o golpe viesse das laterais daria um pulo para trás tentando escapar do golpe para logo depois, avançar com força total em direção ao meu oponente, tentaria me chocar contra ele com toda as minhas forças de forma que caísse junto com ele no chão, e que ficasse por cima dele”Muitos homens daria tudo para estar em seu lugar” pensaria antes de tentar dar uma  estocada na vertical de cima para baixo,  com a mão direita tentando acertar o peito do oponente,caso acertasse pensaria ”pensando bem... acho que não” para logo em seguida repetir o golpe, após efetuar meus ataques me afastaria do oponente para analisar melhor a situação, - É a sua ultima chance de se render - falaria, sem me importar com quem estava ganhando a luta.


Se sofresse algum dano tentaria aguentar firme e continuar com meu plano de ataque, sempre estaria atenta ao meu redor, pois sabia que imprevistos podem acontecer, se sofresse alguma ferida seria falaria para o Guarda Roupas-Falei que não era boa em lutas... - meu tom de voz seria alegre embora pudesse  notar uma pontada de dor em minha voz,  se tudo estivesse ocorrido bem falaria -Ei até que não sou tão ruim em lutas... Sou? - perguntaria para o Guarda roupas curiosa.



Quando um amor morre, às vezes a nossa maior tristeza é saber que aquela pessoa que um dia amamos na verdade nunca existiu."
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Degar
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MensagemAssunto: Re: Quero ser da Resistência!   Quero ser da Resistência! - Página 3 EmptyDom Jun 19, 2016 3:03 am

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AÇÃO
-FALA
"PENSAMENTO"
Minha tentativa de não fazer barulho quando fosse entrar na água não foi bem sucedida, porém não me gerou nenhum problema. Apesar de levar algum tempo para danificar as nadadeiras, tudo ocorreu como eu queria. Quando emergi pude perceber que o Major Ivan já tinha cuidado dos dois soldados como estava previsto no plano. "Apesar do Major já ser um velho, ele passa a imagem de ser forte. Acredito que estou auxiliando um grande revolucionário." O velho me mandaria sair da água, e assim obedeceria. Nadaria até o local mais próximo que pudesse me retirar do mar, e quando estivesse fora, me aproximaria do Major. Pegaria a faca que estaria em minha boca com a minha mão direita, e perceberia o velho Ivan retirando as cordas da embarcação que seria o nosso transporte de fuga.

Sakai e Cynthia se aproximariam de nós, entretanto uma “visita” inesperada surgiria. Escutaria a voz da eventual pessoa e logo ficaria atento para quem poderia ser, e perceberia depois que eles estivessem fora da escuridão que se tratava de quatro homens. Quando Sakai fala que eram da CP2, involuntariamente iria ficar mais tenso. "CP2, parece que algo pode complicar nossa fuga. Tava tudo ocorrendo bem para ser verdade! Tenho que ficar esperto para não sofrer qualquer ataque." Não iria entender o porque da ladra que estaria rindo, a situação seria de perigo para achar graça. O líder daquele grupo de agentes faria ameaças, e pareciam já ter confrontado antes a nossa célula, que agora eu sabia que se chamava “Justice Arms”. "Parece que eles são responsáveis pelo fraco números de membros, na célula. Tenho que tomar muito cuidado." Os “visitantes” estavam vestidos como autênticos membros de uma CP, e era possível notar a diferença deles por seus cabelos. Depois de uma breve conversação eles decidiriam quem iria enfrentar quem. "Não temos como fugir! Só nos resta enfrentá-los, e mostrar para o governo o poder da revolução." Apertaria mais forte o cabo da faca que estaria em minha mão direita, e me concentraria para o combate. Quando Sakai colidisse seu golpe com um dos agentes da CP2, recuaria involuntariamente, e ficaria mais próximo da Cythia. Perceberia a proximidade do inimigo de madeixas brancas armado com adagas em cada uma de suas mãos, e parecia estar querendo que o combate terminasse rápido. "Se depender de mim vai acabar rápido, mas com sua morte." Pensaria, mas o meu pensamento seria interrompido pelas palavras da ladra sedutora. A vagabunda teria a coragem de instigar o agente da CP2 a me atacar, mas eu continuaria a ficar focado no homem, além de ficar em alerta para caso de outro dos inimigos resolverem atacar de surpresa. Não deixaria que a atitude daquela pilantra deixasse perder o meu foco.  Teria apenas uma faca contra duas adagas, mas tentaria acabar logo com aquele cara. O Major teria ficado sozinho para combater dois, e mesmo ele sendo forte, os inimigos não eram mais simples soldados. Cynthia já se mostrava uma covarde, ficando menos em números para o nosso lado.

Avançaria usando a minha aceleração para atacar o agente chamado White. Usando a faca com a minha mão direita, faria uma estocada para atingir o peitoral do meu oponente. Apostaria no meu alcance que seria maior que o dele devido ao meu tamanho, e se acertasse o golpe em seu peito, rodaria a faca para criar uma hemorragia. Mas o mais esperado é que ele pudesse bloquear, pois não deveria ser um fracote. Se ele bloqueasse com as duas adagas o meu ataque, iria usar a minha mão esquerda para fazer um soco com mão fechada(karate). O meu golpe visaria acertar a cabeça do meu oponente. Porém se ele bloqueasse apenas com uma faca, esperaria ele tentar me atingir com a sua mão livre, e tentaria agarrar ela com a minha mão esquerda. Depois faria o máximo de força para torcê-la, e depois me afastaria certa de 6 metros dele. Porém se caso ele tentasse esquivar para os lados da minha estocada, faria um soco [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] com a mão esquerda, para acertar a parte superior dele. Como na outra hipótese, me afastaria cerca de 6 metros do meu adversário. Em caso de contra-ataque, tentaria esquivar com uma finta para o lado oposto ao golpe. Saberia que seria difícil me esquivar, porém se percebesse que seria atingido, colocaria a parte exterior do meu antebraço esquerdo para sofrer os golpes, e com a faca em minha mão direita faria um corte na vertical para atingir a parte superior do meu inimigo.

Se em algum momento o inimigo jogasse as suas armas para me atingir. Colocaria meu antebraço esquerdo, mais precisamente a parte exterior para receber os golpes. Porém se ele usasse uma forma de ataque de curta distância, tentaria bloquear um dos ataques com a faca que estaria na minha mão direita. Usaria bloqueios horizontais para ataques horizontais, verticais para verticais, e diagonais para diagonais; porém sempre vindo à defesa do lado oposto ao ataque. Com a outra mão dele não teria outra forma a não ser receber o ataque, e colocar o meu antebraço como nas outras formas seria a melhor opção. Entretanto se ele me atingisse, aproveitaria a proximidade, e o agarraria e o jogaria o mais distante que pudesse no mar. Para que pudesse me aproveitar depois daquele território para mata-lo.

Se em algum momento, outro agente se aproximasse para me atacar ou a Cynthia, eu tentaria fugir em zig-zag. Pegaria a ladra sedutora com a minha mão esquerda e pularia para o mar. Pois como lá era o meu território, acredito que eles teriam receio de tentar algo. Se tentassem um ataque a distância, iria submergir e mudaria a minha posição para uma mais distante. Executaria de forma rápida, pois faria com que Cynthia fizesse o mesmo, e não queria que lhe faltasse ar. Para se ela me seguisse, puxaria pela sua mão, mas sempre me preocupando em não afogá-la, se bem que ela merecia né?!
 


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