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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 A curiosidade matou o gato, ou não

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MensagemAssunto: A curiosidade matou o gato, ou não   A curiosidade matou o gato, ou não EmptyQui 12 Maio 2016, 13:50

A curiosidade matou o gato, ou não.

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Nephestus. A qual não possui narrador definido.


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Nephestus
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MensagemAssunto: Re: A curiosidade matou o gato, ou não   A curiosidade matou o gato, ou não EmptyQui 12 Maio 2016, 21:10





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Nephestus
The rise of a ?Hero?
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Nephestus já havia completado 18 anos e chegado à maior idade, ele mesmo havia se estabelecido que esperaria até esta idade para finalmente tomar um rumo na vida, isso lhe significava um divisor de águas, em sua mente já havia decidido, se seu pai não voltasse para busca-lo até que completasse essa idade iria se alistar na marinha e dar prosseguimento à sua vida, não fazia mais sentido esperar pelo velho, não fazia ideia de onde este estaria e ou quando voltaria, por mais que lhe doesse no fundo do peito a hipótese que o pior poderia ter acontecido rejeitava com todas as forças essa ideia. Decidira então que iria se alistar para a marinha, não pela honra e pela glória de ser um marinheiro, não pelo bem da justiça e do prevalecimento da ordem, e sim por algo que lhe coçava o canto direito do cérebro.

Desde que passou a viver sozinho naquela cidade aos 14 anos cultivou o hábito de observar as pessoas e analisa-las a fundo, virou um amante da psicologia e passava horas e horas apenas estudando os diversos tipos de indivíduos que por lá transitavam, mas tinha uma pessoa que não conseguiu analisar, uma pessoa que não conseguiu decifrar. Claro que houveram outras, mas essa em especial lhe despertou a curiosidade e não iria sossegar até saciar a sede pelo conhecimento. Este era o capitão da marinha local, Capitão Vick. O homem parecia esconder uma tristeza profunda ao mesmo tempo que para todos usava forçadamente uma máscara de alegria e felicidade. Bom, pelo menos é o que pensava o jovem Nephestus, que nunca tivera algum contato com este. Eis então o principal motivo para querer ingressar na marinha, conhecer este homem, analisa-lo e acabar de vez com essa maldita curiosidade. Bem, aproveitaria é claro da função para tentar descobrir algo do possível paradeiro do seu pai, afinal Nephestus nunca fazia nada impensado, tudo o que planejava ou tentava fazer tinha um “o quê” e um “por quê”.

Aquele então, não era um dia como qualquer outro em que passaria o dia treinando sua estratégias no xadrez ou pescado à beira de um lago, era o dia que iria se alistar. Deveria estar preparado mentalmente pois estava dando um importante passo em direção ao futuro e no fundo de seu coração sempre guardava a ambição de sempre se superar, sempre se mostrar capaz, afinal jamais seria capaz de superar seu pai se não conseguisse superar a si próprio, este era seu principal motivador. Logo teria que dar o seu melhor.

Iria procurar pelo QG da marinha da cidade, ou o local onde poderia se alistar à marinha, caso não soubesse onde fica iria prontamente perguntar a qualquer mercador ou funcionário de algum hotel onde poderia encontrar o local: - Bom dia/tarde meu senhor(a), saberia me informar onde posso encontrar o QG da marinha para me alistar? – Perguntaria formalmente, como é de praxe se comportar com alguém que não conhece, pelo menos é assim que pensava. Perguntaria a quantas pessoas fosse necessário até achar o local, esse não seria o problema. Mas andaria a passos largos devido à ansiedade. “Será que vai ser difícil conhecer o capitão? Creio que não, afinal ele deve treinar os recrutas... Mas e se ele for uma pessoa mais reclusa que se socializa apenas por obrigação e deixa esse encargo para algum outro subordinado? Que tipo de problemas será que ele passou para ter essa volatilidade nos estilos de música que toca? Será que está relacionado a algum segredo? Hmmm... Tenho muitos dados à coletar até chegar a qualquer conclusão... Só há uma maneira de descobrir de qualquer forma...” A coceirinha na cabeça devido à curiosidade realmente o incomodava.

Se conseguisse chegar ao QG, ou local onde se alista, sem problemas, iria prontamente se apresentar ao encarregado - Bom dia senhor! – Diria com um tom firme de voz, tentando disfarçar a ansiedade. – Me chamo Nephestus, moro nesta ilha desde a infância e gostaria de me juntar à marinha, senhor. – Seria direto e cordial, sem muitos rodeios, mas responderia à qualquer pergunta que ele fizesse em relação aos seus dados pessoais e preencheria qualquer formulário de alistamento se fosse necessário.




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Ryuza Ying
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MensagemAssunto: Re: A curiosidade matou o gato, ou não   A curiosidade matou o gato, ou não EmptyQui 26 Maio 2016, 11:19

Mais um dia bastante agradável na ilha de Toroa, um lugar calmo e pacifico, repleto de pessoas pacatas com estilo de vida bastante normal e poucas preocupações fora aquelas do dia a dia. Para alguns aquele era o estilo de vida perfeito, para outros, poderia ser classificado como a mais completa chatice ou um estado de morte em vida.
Não sei ao certo em qual dos dois grupos aquele jovem se encaixava, pelo menos não ainda, o que eu saberia lhe dizer sobre ele é que é notoriamente uma pessoa curiosa, e algo atiçava ainda mais a sua curiosidade, a forma de agir do capitão do quartel general da marinha... Agora deve estar se perguntando, porque alguém ficaria com tamanha curiosidade sobre uma pessoa, a ponto de voltar parte de sua vida inteiramente para isso, a ponto de se alistar para a marinha!

Bem, não sei dizer isso também, o que sei é que o jovem lutador acabará de completar seus 18 anos, e estava cansado de espera; sei que ele é aficionado por observar e tentar compreender a mente das pessoas ao seu redor; e sei também que o capitão era um desafio enorme que ele teria que transpassar.

O ar carregava o aroma das flores misturado com o tempero de alguma comida que estava sendo preparada ao redor, o céu brilhava em um dia ensolarado, mas não fazia calor, era uma temperatura amena e agradável, no momento era algo por volta das 11h da manhã e Nephestus se deslocava rumo ao quartel general da marinha. Era praticamente impossível não saber onde ele se localizava, ainda mais para quem viveu tanto tempo na ilha. Só precisava seguir a trilha montanha acima, ouvindo o som das águas da grande cachoeira que ecoava pela mata.

O rapaz demorou cerca de meia hora subindo, não era tão perto quanto julgou, e devido a sua ansiedade e passadas largas e apressadas, chegou à porta do quartel general ofegante. Pode enfim fitar aquela grande porta de madeira reforçada com aço, as enormes muralhas de proteção com torres de vigia, aquele local mais parecia um castelo fortificado.
Passou pela porta de entrada e caminhou pelo pátio em direção ao prédio principal onde havia uma recepção, no caminho pode ver um grupo de novatos fazendo exercícios enquanto eram ditados por um oficial superior, mas que não era o capitão.

- Bom dia senhor! – Exclamou para o marinheiro atrás do balcão. – Me chamo Nephestus, moro nesta ilha desde a infância e gostaria de me juntar à marinha, senhor.
O marinheiro deu um grande e longo bocejo. Levantou o olhar para o garoto e revirou uns papeis na mesa, pegando um formulário e o entregando para o garoto, sua cara era a de tédio completo. – Preenche isso ai garoto, depois leve para a sala do tenente, que fica no prédio ao lado no primeiro andar... Siga as placas. Ele vai lhe fazer um teste físico e passar algumas missões e bla bla bla. – Disse o homem.

Com o formulário em mãos, o lutador não demorou a preencher a fixa.
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MensagemAssunto: Re: A curiosidade matou o gato, ou não   A curiosidade matou o gato, ou não EmptySex 27 Maio 2016, 13:57





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Nephestus
Let’Start!
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O clima estava perfeito, pelo menos para Nephestus que gostava daquele calor ameno onde sentia o sol lhe esquentar sem lhe queimar mais ainda a pele, odiava o frio e já estava mais do que acostumado ao clima daquele local, que achava perfeito para si. Além do rejuvenescedor aroma das flores presentes em todo local. Mas não tinha tempo de apreciar o clima naquele dia, a ansiosidade o fez se afobar além do normal, não era costume seu ficar tão ansioso. Logo quando pequeno seu pai lhe ensinou a manter a calma, mas quando encucava com algo não conseguia se segurar.

Ficou um pouco envergonhado ao chegar ofegante no quartel, mas isso não o impediria de qualquer forma. Assim que passou pelos novatos fazendo exercícios no pátio se frustrou ao ver que não era o capitão quem treinava os novatos. Já deveria saber isso de qualquer maneira, mas a expectativa de que seu objetivo fosse um pouco mais fácil o fez se frustrar. Assim que falou com o marinheiro e viu seu nítido tédio e desinteresse ao falar com este imaginou que a chegada de novatos por ali deveria ser algo mais comum do que imagina e que provavelmente a marinha ali não estivesse muito ativa. Pelo menos não se lembrava de nenhum grande acontecimento que envolvesse toda a marinha da ilha. Por um lado achava isso bom, não queria se envolver em nenhum perigo real à sua vida tão cedo e talvez isso fosse um ponto positivo.

Ao terminar de preencher a ficha, o jovem recruta iria até a sala do tenente indicada pelo marinheiro. “Então vou ter que fazer um teste físico? Bem, já era de se esperar... pelos marinheiros que já vi não deve ser algo tão difícil assim. Me pergunto quantas missões devo fazer até ter acesso ao capitão? Será que devo ascender até a patente de Tenente antes?” Pensava enquanto caminhava, as dúvidas eram sempre algo constante na cabeça do jovem. Bateria na porta antes de entrar, assim que ouvisse a autorização do tenente, caso este estivesse na sala, entraria. Caso não estivesse na sala, esperaria pela chegada deste na frente da sala. Ao entrar se apresentaria de imediato. – Bom dia tenente, vim me recrutar para prestar meus serviços à esta corporação. – Diria entregando a ficha preenchida anteriormente à este. Caso lhe perguntasse o nome, responderia formalmente. – Nephestus, senhor. – Aguardaria então qualquer instrução que este lhe desse, enquanto tentaria analisar um pouco de sua personalidade pela forma que falasse, o tom de voz utilizado e pela postura corporal.




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MensagemAssunto: Re: A curiosidade matou o gato, ou não   A curiosidade matou o gato, ou não EmptySex 27 Maio 2016, 21:07

A chegada ao quartel não foi bem como Nephestus planejava, primeiro que ele havia chegado lá ofegante e com certo cansaço, segundo que logo ao chegar notou que os novatos não eram treinados pelo capitão e, terceiro que o marinheiro que lhe recepcionou não demonstrou nenhuma disposição muito grande ao atende-lo.
Ao notar aquela atitude por parte do recepcionista, o jovem aspirante a psicólogo supôs que o mesmo estava acostumado a receber jovens querendo se alistar, bem, isso era uma meia verdade.

O que acontece é que a ilha de Toroa é muito pacifica no geral, e também muito monótona, a única alternativa para aqueles que desejam uma vida mais agitada são: 1. Sair da ilha e se aventurar pelo mar; 2. Virar um cientista e trabalhar criando coisas mirabolantes no laboratório; 3. Entrar para a marinha.
Sendo assim, era comum recrutas, mas não somente por isso que o marinheiro agia assim, com poucas ocorrências, até a vida dos marinheiros na ilha era monótona.

Não foi difícil encontrar a sala do Tenente, prédio ao lado... Primeiro andar... Seguir as placas... Pronto, sala do tenente. Logo alguns segundos após as batidas na o garoto pode ouvir a resposta.
- Pode entrar.
E assim o fez, o local era amplo, assim como todo o QG que possuía corredores largos e diversas portas, grandes. A sala era espaçosa, nos cantos haviam estantes com livros, no centro um pouco mais perto da parede do fundo estava uma grande mesa, atrás dela um senhor sentado em uma poltrona, na frente, 2 cadeiras acolchoadas. Sobre a mesa o mais diversos tipos de coisas, documentos, livros, mapas, decorações etc...

O homem sentado na cadeira, como dito antes, era um senhor. Deveria ter seus 40 anos, mas não demonstrava fraqueza, os cabelos meio grisalhos ainda brilhavam em um tom esverdeado, assim como seus olhos. – Olá meu jovem, o que deseja?
- Bom dia tenente, vim me recrutar para prestar meus serviços à esta corporação. – Sem arrodeio, o jovem foi direto ao ponto, entregando ao homem o formulário respondido.
- Ah... Sim... Mais um recruta. – Comentou o tenente enquanto passava os olhos sobre as informações. – Hum... Lutador de taekwondo... 18 anos... Bem jovem não? Pescador, psicologia, estrategista... Você tem um bom número de habilidades em?

O homem voltou seu olhar para Nephestus. – E aparenta estar em forma também... Tudo certo, aprovado. – Disse o homem pegando um carimbo, o pressionando sobre um marcador e depois o batendo sobre o formulário, finalizou assinando o local. Em seguida levou a mão até um denden mushi que estava sobre a mesa. – Alô? Sargento Horácio? Sim, sou eu. Poderia fazer o favor de vir aqui a minha sala? Oh sim.. sim... Tenho alguém para deixar aos seus cuidados. Ok. – E então desligou a ligação.

- Pode sentar-se meu jovem. Deseja conversar sobre algo? – Perguntou o homem enquanto voltava a analisar os mapas.
Depois de alguns minutos um jovem chegaria na sala, sua postura era rígida e transbordava diciplina. – Senhor! – Disse se anunciando e batendo continência para o tenente. O velho apenas fez um sinal com a mão e fez as apresentações.
- Sargento Horácio, conheça Nephestus. Nephestus, esse será o seu instrutor e avaliador. Sendo assim... Estão dispensados.

O sargento guiaria o aspirante a marinheiro para o pátio. – Se o tenente o deixou sobre meus cuidados isso quer dizer que você é do tipo lutador... – Virou-se para você e ficou em posição de combate. – Me mostre do que é capaz, novato.

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MensagemAssunto: Re: A curiosidade matou o gato, ou não   A curiosidade matou o gato, ou não EmptySeg 30 Maio 2016, 10:19





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Nephestus
The marine ;)
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Estava admirado com o tamanho e a conjuntura da sala do Tenente, tudo bem arrumado, exceto a mesa que estava cheia de coisas diversas e isso aliado à forma como o Tenente o tratou, de certa forma menos formal do que o esperado, mostrava que tinha uma personalidade menos neurótica, era um homem provavelmente mais simples e não muito rigoroso, talvez até um pouco relaxado apesar da idade e da patente que ocupava. Talvez fosse devido à rotina do local que acabou o deixando relaxado, imaginou o jovem aspirante a marinheiro.

– Hum... Lutador de taekwondo... 18 anos... Bem jovem não? Pescador, psicologia, estrategista... Você tem um bom número de habilidades em? – Respondia apenas balançando da cabeça confirmando as informações conforme ele ia descrevendo suas habilidades. – E aparenta estar em forma também... Tudo certo, aprovado. – Não conseguiu disfarçar o sorriso quando ouviu sobre sua aprovação. “Só isso? Foi mais fácil do que eu esperava... Não tinham testes a fazer? Bem, talvez tenham mudado a forma de aprovar novos recrutas.” Pensou enquanto via o homem carimbar sua ficha de admissão. O sorriso que esboçava no rosto transparecia sua felicidade por passar tão rápido pela primeira etapa de sua nova vida, mas de certa forma conseguia conter a ansiedade e a vontade de fazer dezenas de perguntas ao tenente.

– Alô? Sargento Horácio? Sim, sou eu. Poderia fazer o favor de vir aqui a minha sala? Oh sim.. sim... Tenho alguém para deixar aos seus cuidados. Ok. – “Então meu superior direto se chamada Horácio e é um sargento, como era de se esperar. Me lembrarei desse nome...” Logo se sentou na poltrona em frete à mesa do tenente. Mas permaneceu calado mesmo após pergunta deste sobre conversar sobre algo, pois por mais que quisesse realmente conversar sobre algo, a pergunta lhe pareceu ser feita por pura educação, já que ele parecia estar mais ocupado e mais entretido nos estudos dos mapas em sua mesa. Iria apenas procurar em sua mesa ou na porta da sala ou no uniforme do Tenente alguma placa de identificação com seu nome, já que estava sem graça de lhe perguntar até mesmo isso. Então Nephestus permaneceu ali, meio constrangido sem querer interromper seu novo superior, apenas aguardando enfim a chegada de seu sargento.

Assim que este chega Nephestus bate continência para lhe cumprimentar, imitando a posição do sargento quando adentrou a sala, imaginava que essa era a melhor forma de cumprimentar seu superior já que Horácio transparecia ser um homem muito mais rígido e rigoroso que o Tenente. Logo após se despedir do Tenente, novamente batendo continência, iria seguir o sargento até o pátio. – Me mostre do que é capaz, novato. – Vendo o sargento já à postos em posição de combate, Nephestus prontamente também se pôs em posição de combate tentando avaliar a posição e o estilo de luta que o homem a sua frente usaria. “Acabou me pegando de surpresa, não esperava um teste tão cedo, ainda mais de combate!? Pela forma como ele age, com certeza é um exímio lutador, tem muita disciplina e deve ser extremamente dedicado. Não tenho muita chance de vitória em uma luta real. Provavelmente deve pegar mais leve comigo por ser um recruta, então a melhor forma de ter uma chance de vencê-lo agora é surpreendendo-o. Mas como?”

Durante o tempo em que se colocava em posição de combate, Nephestus começava a tentar bolar uma estratégia para pelo menos surpreender o Sargento, não era tolo em pensar que conseguiria derrota-lo, mas era orgulhoso e queria mostrar que era capaz mais do que aparentava. Entrando em posição de combate Nephestus inspiraria fundo o ar para que ao mesmo tempo que acalmasse o corpo, tentasse mentalizar os movimentos que faria a seguir tentando evitar erros, cerraria firmemente os punhos e olharia diretamente nos olhos de seu oponente, quando terminasse a inspiração iria iniciar seu primeiro movimento. Dando um pequeno passo para frente e levando o punho esquerdo à frente iniciaria um jab de esquerda em direção ao rosto, um golpe apenas na tentativa de distrair o adversário do real ataque. Antes do soco chegar à metade do caminho até o rosto do oponente, Nephestus iria usar a inércia provocada pelo soco direcionando-o totalmente para direita, girando o corpo 180 graus aplicando um chute de costas usando a velocidade do giro e o calcanhar do pé direito tentando acertar a barriga do Sargento.

Golpe:
 



Objetivos:
 

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MensagemAssunto: Re: A curiosidade matou o gato, ou não   A curiosidade matou o gato, ou não EmptyQua 01 Jun 2016, 21:48

Diante do tenente o aspirante a marinheiro ficava acanhado e se limitava a ficar calado, respondendo ao seu “superior” apenas com sinais de cabeça e coisas do tipo, até mesmo quando o marinheiro o perguntou se tinha alguma questão o rapaz se manteve quieto, buscando algum local onde tivesse o nome do tenente. Sobre a mesa tinha sim uma plaquinha com o nome do tenente escrita, mas estava sobe os papeis e não era possível ver, o uniforme do tenente não possuía seu nome bordado, nem tão pouco na porta o que era muito estranho.

Depois de se despedir e de enfim começar a seguir o sargento, o jovem lutador se deparou com uma situação complexa, uma avaliação prática de suas habilidades de combate contra um Sargento da marinha. Horácio estava de frente para ele com os pés firmados no chão e com uma abertura parcial entre as pernas, coluna reta, corpo virado na lateral de frente para o oponente, punhos erguidos e cerrados diante do corpo. Típica postura de um carateca.

Antes de agir por impulso Nephestus reservou um tempo para avaliar a situação, quando enfim tomou sua decisão começou a se movimentar.
Ao alcançar uma distância favorável iniciou uma finta com um soco, mas o sargento parecia experiente demais para cair naquele truque, apenas recuou um pouco o corpo e se manteve firme em sua guarda, quando o verdadeiro golpe veio direto, rápido e poderoso, o marinheiro estava preparado.
A velocidade no lutador de taekwondo era impressionante, o que não deu oportunidade para que o oponente efetuasse uma evasiva, sendo assim, Horácio não viu alternativas se não bloquear o golpe, e assim o fez.

A mão direita do sargento desceu rapidamente de encontro ao golpe desferido contra ele, e conseguiu a tempo intercepta-lo segurando o pé de Nesphestus no meio do golpe. O Sargento sentiu o impacto percorrer todo o seu braço até o ombro. – Forte. – Comentou. – Mas imprudente. – Completou empurrando o pé do oponente, e consequentemente sua perna e seu corpo. Nephestus cambaleou para trás, mas conseguiu se manter de pé. – Minha vez! – Exclamou o marinheiro investindo contra o novato com o punho esquerdo pronto para um direto que iria em cheio na face do jovem.

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MensagemAssunto: Re: A curiosidade matou o gato, ou não   A curiosidade matou o gato, ou não EmptySab 04 Jun 2016, 13:22





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No sacrifice, no victory!
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Nephestus havia colocado toda a sua força naquele golpe e mesmo assim não foi capaz de sobrepujar o rápido bloqueio do Sargento, tudo o que conseguiu foi um ‘Forte’ dito por este ao receber o golpe e logo depois o empurrou. O jovem lutador acabou cambaleando antes de quase cair, mas conseguiu se manter de pé tentando manter a posição de combate, cada segundo era valioso ali.

“Um carateca então, igual ao meu pai, sei que não vou conseguir derrota-lo, ultrapassar a defesa de um lutador deste porte é algo fora das minhas habilidades atuais, ele tem uma defesa que não deixa muitas aberturas. Minha sorte é que esta não é uma batalha real...” Pensou o jovem enquanto tentava se colocar em posição de combate, fazendo uma análise superficial do oponente. O último golpe realmente tinha sido imprudente, mas aceitou o comentário do Sargento como um elogio o que lhe deu mais ânimo de continuar aquele teste.

- Minha vez! – Exclamou o marinheiro. “Um soco com a mão esquerda?! Será que é ambidestro? Defendeu meu golpe com a direita, então não adianta tentar pegá-lo com um contragolpe do lado direito do corpo, irá defender sem problemas... Vou arriscar então!”
Pensou o jovem aspirante no mesmo segundo que Horácio tencionava o punho esquerdo para lhe desferir o golpe, a idéia que tivera era uma faca de dois gumes, por saber que o inimigo era um carateca provavelmente não seria capaz de esquivar de seu golpe e um soco direto daqueles deve ter a força de uma marretada, mas Nephestus se considerava uma pessoa resistente e acima disso queria provar que era capaz de atingir o inimigo também e provavelmente essa seria a melhor abertura que conseguiria.

Com as pernas separadas em posição de combate, Neph iria travar o abdômen com toda a força que tinha, e iria tentar executar o chute mais simples e direto do taekwondo, também o chute que mais praticou durante toda a vida, um chute circular com o peito do pé direito em direção à cabeça do adversário, tinha abdicado de tentar se esquivar do soco de Horácio. Enquanto executaria o chute que iria do mesmo lado do soco do oponente o aspirante iria também elevar os dois antebraços à frente do rosto, tentando protege-lo caso o soco fosse direcionado ao rosto e também travando o abdômen caso o soco fosse mais baixo, mais seu foco principal era acertar seu oponente independente do dano que levasse em contrapartida.

Depois da ação terminada, caso Nephestus consiga acertar o Sargento e permaneça consciente, se levar o golpe deste, irá apenas esboçar um grande sorriso no rosto tentando ignorar qualquer dor e dizer – Um representante da justiça tem que usar toda a oportunidade que tiver para proteger aqueles que dependem de sua defesa, não importa o que ele tem de sofrer para alcançar seu objetivo. – Diria de forma direta, na tentativa de criar uma certa empatia com o Sargento, pois sabia que este era um homem muito direto e demonstrava ser alguém bem honrado.



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Ryuza Ying
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Ryuza Ying

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MensagemAssunto: Re: A curiosidade matou o gato, ou não   A curiosidade matou o gato, ou não EmptyDom 05 Jun 2016, 20:08

Nephestus via o quão habilidoso era o seu oponente, capaz de bloquear um chute efetuado com todo a força ainda mais naquela pequena distância, aquilo era um choque de realidade para o lutador de taekwondo, pois percebia que suas chances de vitória naquela batalha seriam muito baixas devido ao nível do seu oponente, mas ele não podia fazer feio, não de frente para o sargento.
Sendo assim, ao perceber que Horácio vinha em sua direção com o punho esquerdo levantado, o rapaz usou de seu intelecto para achar uma forma de não parecer tão fraco perante o marinheiro.

Sabendo que o homem tinha bloqueado com a mão direita e agora avançava com o punho esquerdo, deduziu que o mesmo era ambidestro e tomou uma decisão arriscada, mas gloriosa.
No momento em que Horácio já estava sobre o rapaz ele se pôs em guarda e levantou os punhos para proteger seu rosto, seu abdômen estava enrijecido, e sua postura preparava um chute alto que iria de encontro a cabeça do sargento.

Horácio percebeu a intenção do jovem aspirante a marinheiro, mas não recuou, avançou fazendo seu punho beijar os braços de Nephestus quase a ponto abrir o seu bloqueio, mas o rapaz soube resistir apesar da dor que lhe subiu por ambos os antebraços. No mesmo momento o chute atingiu o alvo, acertando a lateral esquerda da cabeça do karateka, quase na nuca, mas o impacto não foi completo, o sargento soube deslocar sua cabeça para a direita e levantar o ombro para amenizar os danos.

Neph sobre apenas um pé e com o impacto sofrido na altura da cabeça, não pode se manter de pé, foi arremessado para trás e caiu de bunda no chão, seu tutor estava prostrado de pé a sua frente, imponente, mas com um sorriso de aprovação no rosto.
O jovem também sorriu. – Um representante da justiça tem que usar toda a oportunidade que tiver para proteger aqueles que dependem de sua defesa, não importa o que ele tem de sofrer para alcançar seu objetivo. – Disse empolgado, certo de que tinha tomado a decisão correta.

- Você tem toda rasão. – Disse Horácio com um tom de voz sereno. – Mas... – No momento em que Neph se pôs de pé, o sargento estava sobre ele, a sequência de socos que sofreu foram duros e pareciam pedradas, 1, 2, 3, 4, 5. Costelas, abdômen e toráx, todos os locais alvejados pelos punhos do marinheiro. O jovem voltou a cair, agora tomado por muito mais dor.
- Não abaixe sua guarda em um combate, se quer proteger aqueles que precisam, é melhor que esteja vivo... Deseja continuar?
Off:
 

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