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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 A paixão pela destruição é uma paixão criativa

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AutorMensagem
ADM.Tidus
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ADM.Tidus

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MensagemAssunto: A paixão pela destruição é uma paixão criativa   A paixão pela destruição é uma paixão criativa - Página 2 Empty11/5/2016, 13:41

Relembrando a primeira mensagem :

A paixão pela destruição é uma paixão criativa.

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Thwor Ironfirst. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
Sagashi
Revolucionário
Revolucionário


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MensagemAssunto: Re: A paixão pela destruição é uma paixão criativa   A paixão pela destruição é uma paixão criativa - Página 2 Empty29/5/2016, 04:24



UMA CAMADA OCULTA?



Ótimo, eu já tinha problemas de trabalho em equipe e agora estou, ainda por cima, com três pessoas ao meu lado. Era comum nessas situações me sentir angustiado, claustrofóbico até com um ambiente aberto, ou então em pânico, mas minha afinidade natural com a paciência cobria tudo isso e me fazia sentir bem, portanto, eu ainda tinha fôlego para continuar. Primeiramente eu precisava reconhecer e aceitar quem estava ao meu lado, como se todos fôssemos um só, mas sem utilizar muito do tempo do treinamento e da limpeza, então teria de tirar conclusões sozinho e sem perguntar à nenhum dos três. Então, olharia Jin de cima à baixo, procurando saber mais sobre ele em questão de segundos, é claro, se eu conseguisse, porque, geralmente falando, as pessoas costumam ter uma preguiça infernal de raciocinar sobre qualquer coisa, por estarmos na era das tecnologias, que causam a distração e a falta de interesse em coisas imaculadamente lógicas. Olhando por quanto tempo precisasse - torcendo para que fosse pouco -, concluiria: "Não quero tomar muito tempo próprio para ver a vida do garoto, quero apenas saber no que ele me virá a ser útil, portanto, vou lhe analisar o semblante e as coisas que o trapassam. Vamos lá... - Apertaria os olhos. "A ponta de seus cabelos são onduladas, diferente de seu enorme e liso cabelo, o que significa que se molhou recentemente, ou seja, tomou banho agora há pouco. Porém não veio aqui atrasado, por conta de seus óculos e unhas. Seus óculos estão perfeitamente colocados em seu rosto, não porque são sob medida, mas por conta do costume de organização do rapaz. As unhas não estão roídas, o que significa que seu temperamento é calmo como o meu, porque, caso contrário, roeria-as de nervosismo. Apenas seus dedos estão para fora, assim como os da ruiva, o que significa que não fez trabalho pesado até então. Também diria que está com frio por estar com a mão encolhida, o que reforça que ele não pode ter trabalhado pesado até então, caso contrário suas mãos estariam quentes o suficiente para que ele possa deixa-las para fora. Entretanto isso é bem estranho, visto que a camisa por baixo de seu colete ou terno, eu sei lá, está aberta. Creio eu que esse modelo de camisa tenha abotoamento, portanto, posso dizer que ele preza muito por sua beleza, tanto que posso dizer que insultar a mesma é um de seus pontos vulneráveis. Não tenho certeza sobre sua visão, mas suas pupilas parecem estar dilatadas a ponto de se camuflar com a íris dos olhos, então diria que ele andou vendo algo muito luminoso... talvez um auxiliar de eletricista, ou mecânico, ou auxiliar de um bombeiro que acabou de apagar um prédio em chamas? Não, ele teria a pele marcada. Isso é um ponto X que não consigo saber sobre ele. Tenho certeza de que ele não luta nem boxe e nem jiu-jitsu, porque as orelhas não estão marcadas e seu maxilar está intocável, visualmente falando. A propósito, ele é canhoto, por ajeitar os óculos com a esquerda. - Sorriria, piscando duas vezes e encerrando a dedução sobre o garoto. Não evitaria de soltar um comentário deveras duvidoso. - Você tem um belo maxilar, senhor Jin.

Agora era a vez do cavalheiro com boa aparência. Eu não fazia ideia do nome dele até então, mas não parecia ser má pessoa. Daria uma pausa de um ou dois segundos para que eu recuperasse o foco e refrescasse um pouco a mente, e, em seguida, desviaria o olhar para Thwor. - Senhor dos olhos verdes, dê-me sua atenção. - Diria, imaginando que ele pudesse fazer tal ato, analisando principalmente suas micro expressões a partir do momento que me ouvisse. Caso apresentasse pequenos impulsos nas sobrancelhas ou aperto de olhos, concluiria que ele nasceu com a natureza de servo, no entanto, se apresentasse o decaimento da ponta dos lábios ou a testa franzida, diria que eu poderia coloca-lo como líder dessa "equipe", por não estar satisfeito em receber ordens de outra pessoa. Independente de sua tomada de ação, deduziria-o. "Ok. Ele tem cabelos lisos naturais e o penteamento é duvidoso. Seu lábio superior parecem mais escuros que o normal e tem essa linha em seus olhos que não faço ideia do que seja. Ele tem um colar que não parece ser um crachá ou algo industrial, então, posso concluir que alguém tenha lhe dado ele, e/ou isso vale muito de seu afeto. Pelos 'olhos de peixe morto' e sua expressão facial esboçada, diria que ele é frio, o que contradiz o afeto no colar. Na verdade... ele talvez tenha tido um trauma em sua vida que acabou fazendo com que ele perdesse o amor que ele provavelmente tinha por alguém que lhe deu esse colar. Seu pai, mãe, responsável, talvez? E essas linhas no rosto não são normais, são fruto de algo químico. Algum familiar era químico ou ele mesmo fez alguma coisa de errado que o fez ter isso, o que é improvável, por não ter curado isso até então. Não diria que foi um acontecimento recente, caso contrário estaria em choque e nem sequer estaria aqui. Agora, recapitulando: Ele perdeu os pais, que lhe deram esse colar, e um dos dois lhe fez este fenômeno químico no rosto, coisa que ele leva como marca de uma data horrível de sua vida. Este homem tem traumas. Tem de ser um gênio para ter saído vivo nessa, e ter se adaptado à possível nova vida. Não apresenta histeria nas situações impostas até então, então ele deve ser bem calmo. Temos um trio calmo na equipe, então. - Meus olhos decairiam em direção ao chão, junto com minha cabeça, e logo inclinaria ambos para cima, deixando um aspecto solidário e piedoso no rosto. Não evitaria de comentar a respeito. Independente da ação que tome, diria: - Obrigado pela atenção. Meus pêsames pelos seus pais, também.

Não me daria o trabalho de analisar Aiko, de qualquer maneira, porque eu já tinha visto isso antes. Tomando provavelmente a primeira voz, eu diria, à todos da equipe: - Bem, pessoal, devemos começar. Meu nome é Sagashiteru, da família dos Silverlight, e temo que os senhores tenham um nome, também. - Aguardaria ansiosamente pelos nomes, tendo em mente apenas o de Jin. Respondendo ou não, prosseguiria. - Não me recordo do sargento nos dar utensílios de limpeza, então, temos de improvisar, e não, não permitirei o uso das minhas madeixas para limpar o chão. - Não sorriria, mas deixaria bem óbvio que era uma piada com o arqueamento de uma das sobrancelhas. - Alguma ideia, cavalheiros? - E aguardaria a resposta dos demais. Me contentaria em ter alguém que lidere o caso, porque minha procrastinação e minha exaustão mental me condenavam. Caso houvesse alguma, a ouviria e esperaria a aprovação das pessoas da minha equipe. Votaria de acordo com a maioria. Caso não houvessem ideias, cogitaria o seguinte: - Devem haver janelas por aqui. Usaremos o vento para tirar a poeira daqui, se houver algum. Droga, não posso pensar em nada que envolva a limpeza das armas... precisamos de um químico para nos orientar neste momento... - Ocultaria meu olhar para o de olhos verdes, usando minha cabeça para cima, dizendo a frase de forma sarcástica e esperando que ele tomasse alguma atitude. - Todos de acordo? - Diria, após o suposto químico desse sua palavra, isto é, se fosse um e tivesse a vontade.

Se sim, houvessem utensílios de limpeza, usufruiria deles, se ninguém tivesse uma ideia melhor.





Objetivos escreveu:

() Me corromper da marinha.
() Me tornar revolucionário.
() Fazer uma missão revolucionária.
() Encontrar com Thwor.
() Comprar soqueiras.
() Aprender uma perícia - Vejo depois qual.
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MensagemAssunto: Re: A paixão pela destruição é uma paixão criativa   A paixão pela destruição é uma paixão criativa - Página 2 Empty1/6/2016, 07:27


     

 A paixão pela destruição é uma paixão criativa. 

Agora talvez não fosse a hora, porem me interessava em ouvir um pouco das histórias sobre a tal Grand Line. Focar em fazer as coisas certas para o alistamento da marinha, eu estaria pouco me lixando até o momento para as pessoas que estavam ali presente, porem eu sempre tive um código de conduta as pessoas superiores para mim nunca foram lixo. Logo era chamado junto com minha dupla a justiceira Aiko e junto com nós uma outra dupla de rapazes, analisaria ambos da cabeça aos pés, por hora só vinha uma coisa na minha mente. " Lixos" Bom eu podia estar errado, quem sabe deixar o tempo decidir isso.

Uma tarefa era passada para gente, logo quando iria analisar como começar um dos lixos me chamava pedindo minha atenção, eu pararia por um momento e olharia diretamente para olhos dele prestando o máximo de atenção em suas falas. Achava aquilo um pouco estranho nunca fui muito de me socializar, sempre uma pessoa fria e desapaixonada apenas sabia admirar as pessoas que valiam apena e desprezar os que eu achava muito lixo. Ele me dava os pêsames pelos meus pais, talvez o rapaz não seja um lixo, não sabia ao certo o que passaria em minha cabeça. Talvez eu sentia magoa pelo que aconteceu com minha mãe e pelo que meu verdadeiro pai fez, não gostava muito de falar sobre meu passado, porém tinha algo em mim que me fazia falar a verdade então as palavras que saiam de meus lábios foram. " - Sendo sincero, grato, é que não gosto muito de falar sobre meu passado." Frio como sempre e insensível, eu sou assim completamente desapaixonado, porem algo me incomodava eu precisava falar então olharia novamente para ele e falaria: " - Ei rapaz!! ..... por um momento achei que você era um lixo, porém, você não é ... " Faria um sinal de positivo sem mudar a expressão em meu rosto.

Sabia já qual era minha missão dada pelo sargento, poderia demorar, porem iria seguir a ordem dada e fazer meu melhor para o alistamento, dos dois rapazes o não lixo então se apresentava como Sagashiteru, bom até o momento observei bastante pessoas inteligentes na ilha, então a tarefa deveria ser fácil para agente termina, eu esperaria o outro rapaz e Aiko se apresentar ou melhor falarem seu nome, então por ultimo falaria. " - Ah, me chamo Thwor Ironfirst." Bom aguardaria a opinião de todos sobre as idéias para depois dar a minha.

"- O segredo aqui é trabalharmos em equipe. Assim não fica puxado para ninguém, além de fazermos a tarefa de modo rápido e o mais importante, que é bem feito. Apenas vamos manter a calma e procurar por utensílios de limpeza. Fique calmo ninguém vai usar suas madeixas" Minha voz era calma e suave ao mesmo tempo. Via aquela situação estranha, me dando um certo sentimento de conforto e me deixava estranho ao mesmo tempo. Eu sempre fui uma pessoa bem analítica , então estudaria a opinião de todos, não me importava muito, só queria fazer bem feito e de um jeito justo, apesar de ser frio eu tinha meu senso de justiça pode não ser o certo, porem era o que eu acreditava na minha vida, além de curtir o lado da liberdade. Pensar é bom, estava ansioso pois queria ser um cientista além de querer ir para a tal Grand Line, meu verdadeiro papai está por la ... apesar de ter me feito, ele abusou de minha mãe sob um eclipse. Queria entender a natureza bárbara dele.

" Essa sala é bem suja, bom as armas e os equipamentos de treino devem ser limpadas com cuidado ...." Sabia o risco que a limpeza ali podia causar enquanto pensava ouvia alguém falando algo como " Químico" logo voltava a prestar atenção nos demais então falaria novamente sobre um tom suave e calmo que mesmo de uma pessoa fria demonstre um lado amigo. " - As coisas de ferro como aparelhos e armas devem ter uma atenção especial, se for possível espalharmos jornais sobre o chão para que resíduo líquido de enferrujado não manche o chão, irei me certificar se a lã de aço fina, pois apenas aplicar um pouco óleo, usado para lubrificar e em seguida esfregar a com a Lã que a ferrugem irá se solta depois só passar um pano seco." Faria uma pausa acho que falei muita coisa espero que eles me entendam, caso não me entendam acho que não vai ser preciso muita coisa então apenas fazer o seguro com todos os tipos de armas. " - Bom meio difícil de explicar, então sugiro que apenas passe o pano na arma." Esperaria que todos tivessem concordado com a ideia de trabalharmos juntos, pois acho que seria bem mais rápido e íamos eliminando as tarefas.

Olharia para Aiko então falaria "- Como você pode ver, tem bastante armas e equipamentos, deveríamos começar por eles e deixar o chão por ultimo, em base o chão é mais fácil então deveríamos aproveitar que estamos com disposição para fazer o mais difícil, pois se começarmos pelo fácil e gastarmos toda nossa energia depois as armas e equipamentos vão ser bem chatos." Uma nova pausa então tentaria me justificar." - Isso é resultado de um experimento Físico, onde quando eliminamos a parte mais difícil sempre temos disposição depois para fazer o mais fácil, porem se faz o mais fácil antes as coisas depois fica super chata e cansativa e e e .... ah deixem pra lá esqueço que não estou em um laboratório. Então seguia com minha ideia em si, gostaria que mais alguém me ajudasse e acreditasse nessa ideia, logo observaria quais os instrumentos que tinha para a limpeza, tendo tudo certinho começaria pelas armas iria forrar o chão com jornal, não tendo separaria um canto só para a limpeza das armas e logo pegaria o pano, tendo a lã iria primeiro passar a lã com intuito de preservar a arma para não ter ferrugens.

Assim que acabasse de limpar as armas provavelmente estaria um pouco cansado, porem seguia a ordem do superior e com meu plano em mente logo iria para os aparelhos. " -Pra quem gosta de músculos aqui tem bastante coisa é hora de dar um jeito nisso!" Apesar do meu tom descontraído, eu realmente juro que tentei, mais não é muito a minha então começaria a limpar os aparelhos muscular. Entendia nada deles, porem sabia sobre ferro e metais, então teria o mesmo cuidado com as armas, até porque isso enferrujado pode prejudicar e muito as pessoas que vão treinar, não que eu me importasse com eles, porem é bom fazer bem feito. Quem sabe eles poderiam ser cobaia da minha arma de destruição, lógico que minhas cobaias seria só os lixos. Então com muito cuidado limparia e colocaria tudo em seu devido lugar com muito cuidado, caso eu não aguente pediria ajudar e também ajudaria os outros até porque quanto mais trabalharmos juntos, melhor seria. " - Ah Aiko, depois me fale um pouco sobre o que você sabe sobre a Grand Line!" Durante a limpeza dos equipamentos tentaria me descontrariar um pouco.

Se perguntasse o por que eu gostaria de saber então falaria. " - Ha la parece um lugar divertido, tem uma pessoa que dizem está lá .... quem sabe eu não a encontre. Além de que lá parece ter bem mais coisas que preciso para minha ciência." Estranho porem estava falando com a maior sinceridade do meu coração, para construir a maior e melhor arma de destruição eu precisaria dos melhores equipamentos e acho que lá eu encontraria. " É a vida né .... Manda quem pode, obedece quem tem juízo ...." Pensava em seguida enquanto terminaria de limpar os equipamentos.

Por fim o chão, era de fato a parte mais fácil olhava para as pessoas e para o chão e pensaria um pouco " Famoso sistema de formação de imagens atual projeta corpos do espaço para o plano. é uma questão de perspectiva. Ou seja a imagem vem de acordo com o angulo que a gente vê, que dá uma dimensão de tamanho espaço diferente." Estranho mais isso me veio em mente, porem logo se tivesse vassoura para todos logo falaria. " - Cada um pega uma ponta da sala e vem varrendo até o meio, assim reunimos o lixo todo no centro e depois nos livramos dele." Caso só tenha uma vassoura então falaria. " - Vamos nos dividir por parte, cada um varre uma parte até o centro da sala, assim todos trabalharam por igual, depois só nos livrar do lixo eu posso começar." A resposta sendo positiva logo pegaria a vassoura e começaria a varrer parte por parte até reunir o lixo até o centro, fazendo isso aguardaria todos terminarem e em seguida pegaria o lixo e colocaria num saco plástico para finalizar.

Agora era só aguardar instruções para dar continuidade no alistamento e claro levar o lixo para fora da sala, ficaria atento para as ordens enquanto, tentaria descansar um pouco. " Talvez atividade de 1 mg de radônio, sobre sua meia-vida é de 3,8 dias, em 222 de massa molecular pode ser 5,69x10(12) desintegrações/s."

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MensagemAssunto: Re: A paixão pela destruição é uma paixão criativa   A paixão pela destruição é uma paixão criativa - Página 2 Empty1/6/2016, 21:29

Narração
As duplas agora se encontravam na sala em que o sargento havia os guiado, adentravam lá escutando as ordens do marinheiro, que por sinal era bem objetivo e conclusivo, indicando a todos que fizessem a limpeza daquele local de treino empoeirado. Primeiramente ninguém possuía uma objeção, apesar das dúvidas com relação aos materiais de limpeza que deveriam facilitar o processo, até porque de fato não era possível observa-los à primeira vista, mas estavam bem atrás de um dos aparelhos de musculação. Lá era possível encontrar alguns panos, baldes, vassouras, duas esponjas sendo uma de aço e uma normal, detergente e mais alguns produtos de limpeza perfumados. Entretanto, antes mesmo de qualquer movimentação para iniciar a limpeza, Sagashiteru permanecia algum tempo parado analisando todos os seus atuais parceiros, e aparentemente ninguém esboçava interações comunicativas até o momento.

Sendo assim o boxeador iniciava suas deduções, inicialmente com o seu aliado Jin, pois apesar de ter aceito o pedido do garoto para que fosse possível prosseguir com o alistamento, não havia se dado ao luxo de parar por alguns segundos e observar suas características. A mente de Sagashi projetava várias informações sobre a vida do garoto, apesar de duvidosas, o jovem parecia confiar bastante em suas intuições e análises aprofundadas.

- Você tem um belo maxilar, senhor Jin. - Afirmava após suas próprias conclusões, testando as próprias capacidades.

- Você também tem um... - Comentava Jin, movendo seus olhos para a calça de Sagashiteru, enquanto continuava suas palavras tentando disfarçar. - ... belo maxilar.

A resposta do garoto era deveras estranha, mas Sagashiteru não estava muito preocupado com isso no momento, após expor sua opinião, o jovem já estava focado em seu novo alvo para análises, Thwor. Dessa vez com informações mais concretas, devido aos traços e comportamento mais expressivo do espadachim, não expressivo no sentido proposital, mas seu olhar frio e expressões faciais não muito aparentes demonstrava muita coisa sobre seu passado difícil. E por mais que Sagashi não possuísse certeza, as vezes uma pessoa realmente pode ser decifrada por coisas simples, e ações descuidadas.

- Obrigado pela atenção. Meus pêsames pelos seus pais, também. - Lançava novamente, medindo sua sorte com análises, finalizando também sua brincadeira de palavras.

- Sendo sincero, grato, é que não gosto muito de falar sobre meu passado. Ei rapaz!! ..... por um momento achei que você era um lixo, porém, você não é ... - Respondia Thwor, reconhecendo positivamente as habilidades do jovem.

Sagashi não se dava ao trabalho de analisar Aiko novamente, e sem mais delongas partia logo para as formalidades, para que logo pudessem de fato começar a tarefa do alistamento. Thwor por outro lado, bem avaliativo aguardava a continuidade da confraternização entre todos os outros, para que prosseguisse por último. Todos pronunciavam seus nomes em ordem, passando a se conhecerem melhor, apesar de ainda não possuírem intimidade alguma esse já era um começo, talvez até de uma relação duradoura. Não demorava para que a dúvida sobre os produtos de limpeza viesse à tona, levando o boxeador a questionar a todos, mas ao ouvir a palavra "químico" Thwor se prontificava para explicar a situação e o que deveria ser feito, praticamente tomando a liderança.

O espadachim chegava a explicar os procedimentos, mas a maior parte do grupo parecia não compreender completamente, sobrando para ele mesmo fazer o trabalho sobre as espadas metálicas. Enquanto isso, os demais limpavam as espadas de madeira, que estavam em maior quantidade no local até porque era um lugar voltado mais para treinos, de qualquer modo seguiam os comandos de Thwor sem problemas, que ironicamente seguia a solicitação do sargento. O espadachim, assim como os outros, passavam alguns bons minutos limpando toda aquela sujeira incrustada nos objetos. Mas utilizando da técnica que o químico havia sugerido tudo parecia correr bem, deixando as armas em um estado impecável apesar de cansar bastante.

- Pra quem gosta de músculos aqui tem bastante coisa é hora de dar um jeito nisso! - Afirmava passando a limpar o restante da área, também se realizando que as espadas eram apenas uma parte do trabalho, que estava longe de seu fim. É hora do Show Porra!

Limpavam os aparelhos de musculação, seguindo as ordens de cuidado tomadas com os metais da espada, apesar de não terem o mesmo cuidado que Thwor tinha com tudo, talvez até um pouco perfeccionista. Deixando Aiko e Thwor cuidarem daquela parte, a outra dupla tomava conta das janelas limpando com o pano sem muita orientação. O espadachim questionava Aiko, que lhe ajudava com os metais e pesos do local, sobre seus conhecimentos da Grand Line, embora soubesse que muito provavelmente não conseguiria nenhuma informação importante dessa forma. Logo partiam para o chão, novamente seguindo as palavras do cientista, pegavam as vassouras varrendo cada um de um canto até o meio do recinto, enfim terminando todo o trabalho a ser feito. De fato havia sido bem cansativo, mas gratificante ao ver o resultado de seu trabalho, tudo estava brilhando e refletindo o brilho do sol que adentrava as janelas.

Passava-se cerca de uma hora e meia até que tudo fosse cuidado pelas quatro pessoas, talvez levasse muito mais tempo se não estivessem motivados, mas de qualquer modo haviam acabado e até conseguiam algum tempo para descansar. Afinal de contas, o sargento ainda demorara alguns minutos para voltar ao local, dessa vez com todo o grupo do primeiro andar, deixando-os entrar na sala antes mesmo que explicasse qualquer coisa. Se dirigia até o quarteto responsável pela limpeza sorrindo, já apoiando sua mão sobre o ombro de Aiko e Thwor enquanto os elogiava.

- Muito bom, eu sabia que conseguiriam a tempo. - Dizia contente com a performance.  

Terminando de falar com eles, caminhava até a frente de todos, chamando a atenção do grupo para escutarem os próximos passos do recrutamento, ao menos o que viria em seguida após o árduo trabalho disciplinar. Apontava para um supino reto localizado bem ao seu lado, enquanto pegava um dos pesos em mãos e passava a fazer um exercício, sem demonstrar fadiga durante as repetições.

- Agora meus amigos, está na hora! A hora de me mostrarem do que seu corpo é capaz. Vamos façam uma fila aqui, e começaremos com os exercícios. Vocês devem fazer ao menos um aparelho para os principais músculos do corpo, usando apenas o peso que aguentarem nada a mais que isso. Assim posso fazer uma avaliação física de cada um, julgar o quão apto estão e o que devem melhorar.

Off:
 


Histórico do Punk:
 

Histórico do Sagashi:
 
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MensagemAssunto: Re: A paixão pela destruição é uma paixão criativa   A paixão pela destruição é uma paixão criativa - Página 2 Empty3/6/2016, 21:42



BIRRRRRR



As palavras do depressivo em potencial me atordoavam por alguns segundos. Nunca me disseram que eu era prestativo, que é o oposto da expressão "lixo", e isso me dava ânimo para continuar com as atividades. Pensando antes e demonstrando gratidão pelo semi-elogio com um dedo positivo, abaixaria o olhar por um tempo e voltaria a olhar nos olhos do meu companheiro. - E eu pensei que haveria hostilidade entre nós. Agora, sei que somos amigos. - Diria. Sorriria apenas com os olhos, evitando usar expressões faciais muito longas. Pensaria sobre a reação inesperada de Jin, mas de forma veloz, sem parecer que pensei sobre. "ESSE CARA É BRONCE HOMOSSEXUAL! Ou então um bissexual. Um futuro e bem promissor Okama. - Concluiria isso, em seguida colocando novamente todo o foco no treinamento. No momento, era essencial que eu pegasse algum equipamento para que o sargento medisse meu físico, e é claro que seria o que eu faria. Eu teria de pensar rápido se eu quisesse pegar equipamento ideal para mim, sem que a minha equipe a pegasse primeiro que eu, porque assim, garantiria meu sucesso, antes de pensar no dos outros. Daria o primeiro passo para ser o primeiro a iniciar a fila, caso ninguém tivesse a mesma ideia, me dirigindo à esteira em seguida, se houvesse uma. Se alguém pegasse a esteira antes de mim, teria de me virar com os pesos, e é claro, escolheria aqueles que envolvessem trabalhos braçais de levantamento. Senão, procuraria pesos de perna, até o peso máximo que posso aguentar para correr, para encaixa-los próximo aos meus tornozelos, dificultando minha corrida na esteira.

No caso de ser meu equipamento preferido, subiria no mesmo, colocando a primeira velocidade média de 5KM/pH, o que não seria tão rápido assim, para que eu pudesse apenas trotar, dando uma pequena aceleração a cada três segundos, chegando até 7KM/pH no máximo. Faria isso durante quarenta exatos segundos, parando a velocidade logo em seguida. Com uma breve inalação de ar, trancafiaria o ar dentro de meus pulmões e colocaria a velocidade para 12KM/pH. Correria normalmente, soltando o ar a cada segundo e puxando o ar para dentro rapidamente, assim trabalhando melhor minha respiração. Faria essa corrida por três minutos, sendo que nos 2:50 eu aumentaria a velocidade para 18KM/pH, isto é, se a esteira aguentasse tal velocidade. Depois dos esforçados dez segundos, colocaria a esteira à 3KM/pH apenas, para que eu pudesse descansar sem deixar de exercitar meus músculos das pernas. Respiraria ofegante e profundamente, ao mesmo tempo que tentaria retomar minha vitalidade mental, provavelmente danificada por exaustão após o treino. Depois de dez ou vinte segundos descansando, voltaria à ativa com os famosos cinco quilômetros, mas dessa vez, marchando. Estufaria o peito e colocaria minhas mãos na horizontal, uma paralela da outra, com uma pequena abertura, para que eu pudesse erguer meus joelhos à elas um de cada vez, soltando a respiração na hora que acertasse um, puxando respiração na hora que acertasse o outro. Não deixaria presos comentários sobre o treino e pensamentos presos em minha mente. - VEM! Argh! VAI! Argh! UOOORGH! - Também, permitiria que o suor fluísse. A certo ponto de corrida, retiraria o terno vermelho que costumo usar, mas manteria as madeixas. Ninguém toca nas madeixas, e eu só as retiro caso seja em extrema causa.  Depois de alguns minutos de corrida, descansaria as pernas, retirando os pesos que - talvez - eu tivesse encontrado, e me deitando no chão com o peito encostado no mesmo. Esticaria os braços e colocaria as palmas das mãos contra o solo, para que eu pudesse ter algum suporte para carregar meu corpo. Resumidamente, partiria para as flexões. - É disso o que eu estava falando! É hora do show! - Satisfaria minha compulsão de fazer flexões ali mesmo, colocando uma das mãos em cima da esteira, para não dizerem que não usei os equipamentos para alguma coisa. Faria uma contagem na ordem crescente até vinte e descansaria, me sentando e fechando os olhos por alguns segundos. Levantando-me, caminharia de volta à esteira, assim, continuando a correr numa velocidade média de 10KM/pH, até que o sargento dissesse para parar. Assim que ele dissesse, limparia o suor com as mangas da camisa e voltaria a colocar meu terno.

No caso de ser um carregamento de pesos, pegaria uma barra e nas pontas colocaria o mesmo peso, de 10 à 20KG, dependendo do quanto eu aguentasse no momento. Se permanecesse leve, colocaria mais pesos. Deitaria numa plataforma que não ferisse minhas costas e apoiaria a barra com os pesos sobre meu peito. Subiria a barra aos poucos e respirando fundo a cada vez que fizesse isso. - Um! UFFH! Dois! BEWWRH! - Meu semblante no momento estaria o mesmo de um homem que acabou de perder na loteria. Eu estaria mais disposto a pensar do que me exercitar, o que me causaria uma enorme preguiça na hora de fazer, mas a determinação em descobrir o que realmente era a carta vinda de seus pais me faria continuar de cabeça erguida. Se preciso, suaria para que levantasse o peso, gritaria se não conseguisse e liberaria toda minha adrenalina para proceder.  Não olharia para os lados, apenas manteria o foco no exercício. Repetiria o processo e pararia para descansar a cada dez levantamentos. Pararia por alguns segundos, como trinta, ou vinte. Continuaria com esse padrão até o sargento dar as segundas ordens.

Caso algo me interrompesse, como o sargento reportando um erro da minha parte, corrigiria o erro da melhor forma e continuaria com o treino. Durante o treino, pensaria sobre o depressivo, e o motivo dele ter ficado amigo meu. Digo, ele me parecia muito frio e cruel, mas talvez não fosse tanto assim. Qual era, realmente, o objetivo dele?




Objetivos escreveu:

() Me corromper da marinha.
() Me tornar revolucionário.
() Fazer uma missão revolucionária.
() Encontrar com Thwor.
() Comprar soqueiras.
() Aprender uma perícia - Vejo depois qual.

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MensagemAssunto: Re: A paixão pela destruição é uma paixão criativa   A paixão pela destruição é uma paixão criativa - Página 2 Empty15/6/2016, 21:29


     

 A paixão pela destruição é uma paixão criativa. 

Enfim era hora dos exercicios físicos, não era muito fã disso mais fazer o que né, estava na hora de deixar o monstro sair da jaula. Aguardaria minha vez calmamente, enquanto lembraria de algumas coisas que os piratas faziam para se exercitar. " Deixe me ver .... eles espancavam as pessoas ... não, eles faziam andar na prancha .... não, roubava as pessoas .... não, droga acho que não tem muita coisa com que aprendi com eles para me ajudar nessa situação." Deixaria meus colegas irem na frente enquanto pensaria um pouco, assim sendo o ultimo para concluir meus exercícios físicos, até porque isso era muito difícil. Enquanto aguardaria minha vez analisaria as outras pessoas uma por uma. Cada exercício feito, coçaria um pouco minha cabeça, um deles gritava algo como BEWWRH, então pensaria. " Ajuda o menino que está doente." Porém parecia conhecer muito bem dessa área de exercícios físicos. Era um dos principais que analisaria, depois Aika e por ultimo o companheiro do BEWWRH.

Então chegaria minha vez, antes de começar qualquer coisa eu me alongaria, meus braços e pernas, faria um belo aquecimento em cada alongamento faria duas séries de vinte segundos. Primeiro esticaria os braços para cima, cruzando os dedos e o esticando ao máximo, uma pausa após concluir a série. Segundo esticaria os braços para frente, também com os dedo cruzados. Meu próximo alongamento com minha mão direita passando com a mão por cima da minha cabeça seguraria meu ombro esquerdo e com a mão esquerda seguraria meu cotovelo direito, após a série faria o mesmo alongamento só invertendo os braços. Agora era hora de alongar um pouco minhas pernas, então primeiro seguraria meu pé direito, tentando ficar equilibrado somente com a perna esquerda e faria o mesmo segurando o pé esquerdo, tentando ficar de pé só com a perna direita.

Agora que já tinha me alongado era hora de ir para os exercícios físicos, começaria com os músculos do braço, me identificaria primeiro com o peso que eu poderia levantar, para equilibrar na barra estando metade de cada lado. " Isso vai ser cansativo, mais vamos lá." Então após ajustar o peso me deitaria e começaria a fazer o supino. Antes de tirar a barra do local respiraria bem fundo. Então faria minha três série de dez. Com uma pausa de trinta segundos entre as séries.

Meu próximo exercício era o encolhimento de ombros com halteres, para isso me  posicionaria de pé, com os pés distantes a uma altura equivalente à largura dos ombros e segurar um haltere em casa mão, com as palmas viradas para o corpo.Os pesos estariam suspensos ao lado das coxas, com os cotovelos estendidos e os ombros para trás. Além disso, o tronco estaria reto ou com uma leve inclinação para frente. Já as pernas devem ficar semiflexionadas. Uma vez na posição inicial, eu  deveria subir os pesos e encolhendo os ombros, o que deverá  causar a contração no músculo do trapézio. Em seguida esperaria alguns segundos e abaixaria os halteres, retornando ao posicionamento inicial.

Ia para um aparelho chamado "leg press" aparentemente é um excelente exercício. O primeiro cuidado seria ao se sentar no aparelho. Prestaria atenção em manter um posicionamento neutro da pelve. "  - Eu me sinto tão estranho nisso!!!" Apesar de bom parecia tão feminino esse aparelho. Primeiro, manteria o músculo Transverso do Abdômen contraído durante toda a execução. Segundo preservaria as demais curvaturas da coluna e que os ombros estejam apoiados no encosto. Os pés alinhados de maneira correta assim para o músculo a ser trabalhado e os joelhos em extensão para o início do movimento. Após fazer minha série, iria dar uma pequena corrida na esteira bem de leve, enquanto pensaria. " Como isso cansa ... pensei que não ia conseguir."

Após tudo isso, descansaria bastante aguardando os próximos passos, tomaria água para me refrescar e tentaria enxugar meu suor, fazia tempo que não suava desse jeito, ficaria imaginando o que viria a seguir, tinha me dedicado bastante, fazia tempo também que não fazia isso. Olharia para os outros membros para ver se também estavam um pouco cansados.

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MensagemAssunto: Re: A paixão pela destruição é uma paixão criativa   A paixão pela destruição é uma paixão criativa - Página 2 Empty16/6/2016, 22:22

Narração
Sagashiteru se motivava ao ouvir as palavras do químico, pela primeira vez era reconhecido por suas análises que lhe servira mais como um hobby, nem sempre acertava, mas dessa vez parecia estar correto nas deduções, de certa maneira impressionando Thwor. Por outro lado Jin mostrava um lado duvidoso, com algumas olhadas suspeitas que serviam de conclusão para uma possível manifestação okama do garoto, mas isso eram os pensamentos do boxeador, não algo realmente concreto.

- E eu pensei que haveria hostilidade entre nós. Agora, sei que somos amigos. - Respondia Sagashiteru, antes de todo o processo de limpeza, e as palavras do sargento serem pronunciadas.

Mas deixando a tarefa anterior no passado, agora era hora dos quatro aspirantes a recruta mostrarem seu valor físico, com liberdade para utilizarem quaisquer equipamentos contidos na sala, contanto que exercitassem os principais músculos do corpo, para uma avaliação mais precisa. Sem mais delongas, Sagashiteru se direcionava para a frente do sargento antes de qualquer um, após sua movimentação os demais formavam a tal fila, enquanto Thwor ficava por último sem saber muito bem o que iria fazer, aproveitando desse tempo que teria a mais para pensar. Aisenhower sinalizava com a mão para que o boxeador prosseguisse, deixando-o a vontade para desempenhar o exercício que tinha em mente, e ele de fato o fazia se dirigindo até a esteira.

O jovem subia sobre esteira digital, inicialmente configurando-a para correr 5 Km/h, provavelmente mais como um aquecimento do que um treino de verdade, aumentando a velocidade aos poucos durante quarenta segundos. Após esse período aumentava a velocidade para 12 Km/h e passava a correr de verdade, em um ritmo considerável por alguns minutos, finalizando aos 3 minutos com uma curta aceleração de 10 segundos ao ritmo de 18 Km/h. Sagashiteru já ficava cansado por não estar acostumado a esse tipo de exercícios, respirando ofegante com o suor escorrendo. Ainda não satisfeito com a performance, descansava por alguns segundos e voltava a esteira colocando-a em ritmo normal, com a intenção de percorrer cinco quilômetros marchando, porém não chegava a completar o exercício sendo interrompido pelo sargento ao atingir a marca de 2 Km, para evitar perder muito tempo.

Nesse momento já estava bem cansado e com as pernas trêmulas, mesmo que inconscientemente, mas já na sequência dos movimentos abaixava-se com as mãos no chão, preparado para começar uma nova série de exercícios, dessa vez algo que já era mais familiarizado. Empurrava seu corpo contra o chão, iniciando as flexões que tanto gostava, contando crescentemente até vinte como uma forma de se auto motivar. Entretanto na contagem de dez, ao seu lado também estava o sargento se agachando para observar melhor o desempenho, olhava bem para o garoto, já tendo certa dificuldade que em parte fora causado pelo outro aparelho.

- É disso o que eu estava falando! É hora do show!

- Ihhh, não vai dar não. - Afirmava, antes que Sagashiteru lhe contrariasse terminando a contagem de vinte flexões.

A parte das pernas já estava finalizada, e agora o boxeador partia para os músculos do braço, que por sinal já havia começado em partes durante a realização das flexões, mas não o suficiente para demonstrar todo o seu potencial. Continuava então sua parte, preparando o peso sobre a barra, algo em torno de 10 quilos que era o que aguentava no momento, levando em conta sua altura e peso com relação à massa muscular, em dez repetições durante três séries. Após isso o marinheiro interrompia novamente, colocando a mão sobre a barra e observando o estado atual de Sagashiteru, já estando praticamente exausto, mas havia cumprido o objetivo principal.

- Muito bem, é um condicionamento físico razoavelmente bom para o seu porte. Claro que da pra melhorar, mas isso vem com o tempo, pode descansar ali enquanto os outros terminam. - Informava o sargento apontando para um canto da sala, onde estava localizado um isopor cheio de garrafas de água que ele mesmo trouxe. - Ah, pode pegar uma água lá também se quiser.

Passava-se cerca de uma hora até que todos, incluindo Aiko e Jin, terminassem seus treinamentos e o sargento avaliasse cadê um deles, alguns chegavam até a ser dispensados ali mesmo, simplesmente por não conseguir fazer os exercícios com um nível aceitável de eficiência exigido para soldados. Entretanto, agora chegava a vez de Thwor que durante todo o processo estava ali de pé na fila observando cada um deles, serem aprovados e negados através de sua aptidão física, e isso até era um pouco preocupante. Algo que Sagashiteru sequer havia sentido, por ser o primeiro e não ter a pressão de acabar o teste de forma negativa, mas independente dos pensamentos todos tiveram que passar por ali para realmente ingressar na marinha.

O espadachim tomando sua vez, antes de qualquer exercício passava a se alongar, até porque alongamentos são a chave para um bom treinamento, facilitando o antes, durante e depois. Primeiramente esticando seus braços para cima, depois levando-os até a frente para aquecer a musculatura superior, em seguida levava as mãos entrelaçadas por cima da cabeça provavelmente focado na parte do ombro. Fazia o mesmo com a parte inferior do corpo, segurando suas pernas por algum tempo até que estivesse pronto, com as duas pernas alongadas os preparativos estavam prontos, agora era só partir para o principal.

Começava então pelos braços, contrariando a maioria, se deslocava até o supino testando o peso que poderia aguentar, que era mais ou menos o mesmo que Sagashiteru, cerca de 10 quilos em cada lado. Sendo assim, partia para as repetições contadas sendo três séries de dez, com um intervalo de 30 segundos entre cada uma para não forçar muito os músculos, mas mesmo assim fazendo com que cansasse um pouco. Finalizava o primeiro exercício com o sargento ao lado anotando tudo, Thwor então partira para a segunda parte onde agarrava alguns halteres, posicionando seu corpo com os pés relativamente afastados e os braços estendidos para baixo.

Em seguida partia para a parte dos pés, caminhando imediatamente até o aparelho chamado "Leg Press 45°", onde encaixava suas pernas sobre a plataforma empurrando o peso constantemente, sobre repetições. Era algo comum, mas que Thwor achava estranho principalmente por também forçar uma certa parte dos glúteos, e devido a isso seus pensamentos se preenchiam repleto de julgamentos para o aparelho. Mas ainda possuía mais um exercício em mente antes de acabar de vez, assim como o boxeador, ele partia para a esteira correndo por alguns minutos em ritmo normal como os participantes anteriores haviam deixado.

- Bom. Gostei dos movimentos e da dedicação, ainda pode melhorar bastante, mas tem um físico nada mal, pode descansar um pouco agora. - Falava apontando para o isopor, assim como já havia feito com os outros, sem mais explicações pois já havia bastante pessoas com água em mãos e não era necessário afirmar isso novamente.

- Alguns de vocês ainda devem estar cansados, então vou dar vinte minutos para que todos descansem. Quero todos vocês lá no pátio com a sua dupla, se precisarem de armas vão encontrar o que precisam aqui, então estejam prontos para lutar no próximo teste. Ah, quando se passar esse tempo, quem não comparecer será desclassificado automaticamente. - Pronunciava-se o sargento deixando claro o que aconteceria em seguida.

Histórico do Punk:
 

Histórico do Sagashi:
 
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Pensamento (#4682B4 - SteelBlue)

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MensagemAssunto: Re: A paixão pela destruição é uma paixão criativa   A paixão pela destruição é uma paixão criativa - Página 2 Empty30/6/2016, 01:50



A FRIA LUTA

O sargento deixava bem claro que quem não estivesse com sua dupla no pátio em vinte minutos seria desclassificado, entretanto isso não me apavorava, justamente porque até então minha dupla estava unida à mim. Eu estava cansado por ter feito alguns exercícios, mas preferia tomar o mesmo como um aquecimento para a luta, porque aquilo me levantava a moral e fervia meu sangue o suficiente para me manter em pé. Me sentia agitado, coisa que não sentia havia tempos, e que me trazia boas memórias ao ter esse sentimento. Como eram bons aquela época em que postura e educação eram as maiores virtudes do ser humano, a época em que você podia deixar a porta aberta o dia todo e nenhum pirata se atrevia à assaltar - pelo menos para mim, filho de marinheiro de patente alta e uma mãe revolucionária, cujos mesmos ninguém tinha bolas para enfrentar -, e que tempos pacíficos eram aqueles que lutávamos apenas por diversão. Não tínhamos toda a ganância que corrompe o mundo hoje em dia e também não tínhamos vergonha de ser quem éramos: Pobres, trabalhadores, sustentados por algum superior e orgulhosos do que fazíamos de bom, consertando sempre o que fazíamos de ruim. Agora, o dinheiro move o mundo, e não existe honra ou lealdade.

Apertaria meu olho direito e inclinaria a cabeça para o mesmo lado. Colocaria as mãos nos bolsos e me poria para pensar. "Quem tem grana, tem tudo." - Voltaria a deixar meu rosto em pé, assim como minha moral. "E quem tem juízo, não levanta a voz nem sequer para um mendigo." - Assim, concluiria minha filosofia, caminhando de forma veloz em direção à meu companheiro de equipe que, é claro, seria Jin. Também, buscaria reunir a garota de cabelos rosa e o sábio depressivo, sendo este a primeira e melhor opção. Chamaria a atenção de todos eles antes de bater o limite de vinte minutos de descanso e, assim que todos estivesse reunidos, ergueria um pouco mais a minha voz, usufruindo de minha postura para dar a impressão de liderança, mesmo que eu tenha anteriormente imposto Thwor como líder. - Senhores. - Me viraria à garota. - ... e senhora. - Voltaria a me referir à todos. - Vos convoquei à esta reunião com um propósito simples e claro. Desejo uma troca de duplas. - Sorriria e, embora não parecesse, esperaria por um comentário ríspido ou duvidoso em relação à isso. Para tal espera, aguardaria três segundos antes de prosseguir. - Sou um homem muito perceptivo e analisei um por um quando formamos uma equipe de quatro pessoas. Primeiramente, devo dizer que o senhor Jin preza muito por sua beleza, confirmei isso elogiando seu maxilar. M'lady tem inspiração por marinheiros, algum familiar seu deve ter ido para a famosa Grand Line, ou então você mesma. - Viraria à Thwor e manteria meu semblante sério, porém demonstrando certa curiosidade ao franzir a testa. - ... quanto ao senhor, meu caro amigo Thwor, você mesmo disse: Não gosta de falar sobre o passado. Eu não gostaria de falar dele, de qualquer forma. - Me inclinaria para frente, tentando encontrar uma reação mesmo que levemente esboçada. - Tudo o que tenho a dizer sobre você é que tens meu respeito. - Forçaria um sorriso, e como minha atuação não é boa, é claro que provavelmente seria um sorriso bem mal feito. De qualquer forma, era importante para mim passar a ideia de segurança ao rapaz. - Este não é o ponto que tenho de abordar à vocês, meus amigos. Sugiro uma troca de dupla em prol do conhecimento mútuo nosso. A dama que aparentemente não tem nome e Thwor certamente já se conhecem bastante por serem duplas, senhor Jin e eu, Silverlight, também temos certos conhecimentos entre nós. - Minha mente me interromperia por alguns milésimos. "Ele sabe que sou bem dotado, e eu sei que o maxilar dele é normal. Não existe conhecimento entre nós." - Voltaria a falar. - O que estou dizendo é para que eu e Thwor façamos uma dupla, e a garota com Jin façam outra. Quem sabe, um dia, não nos tornamos membros da mesma tropa marinha? Ninguém sabe. Se todos estiverem de acordo, levarei isto ao nosso supervisor, e juntos, poderemos enfim ter a aprovação dele. - Sorriria naturalmente, por saber que isso não passava de uma massa de manopla minha para que eu pudesse conhecer melhor o depressivo do passado ruim. Não diria isto à nenhum deles. - O que me dizem, honesta gente? Temos alguma falha no plano? - Diminuiria o sorriso e aguardaria a resposta das pessoas. Caso a maioria votasse sim, então me dirigiria para o supervisor de lá, vulgo sargento, e pronunciaria, me abaixando em forma de respeito à ele. - Gostaria de uma troca de duplas. Ambas das duplas estão cientes da troca e apoiam a ideia. O objetivo é o melhor conhecimento entre nós à favor de um melhor futuro como uma possível equipe. - Aguardaria a resposta do sargento. Na possibilidade de ser positiva, agradeceria a ele e contaria as notícias para minha equipe, descendo então para o pátio com minha nova dupla, Thwor. Caso contrário, suplicaria ao sargento. Se ele negasse mais uma vez, voltaria à equipe e contaria a resposta, descendo ao pátio, agora, com Jin.

Se de início os quatro não estivessem reunidos, se apenas Jin e eu estivéssemos por lá, não mediria esforços para procurar pela outra dupla, apenas molharia a garganta um pouco e voltaria para o pátio, com minha original dupla. De toda forma, assim que eu descesse para o pátio, independente do acontecimento anterior, retiraria meu casaco vermelho , mas manteria as madeixas. Buscaria, antes, coletar minhas manoplas, que talvez seriam as armas propostas pelo sargento. Me manteria calmo, buscaria analisar o cenário antes de tomar qualquer atitude e respiraria bem para que não tivesse pontadas no coração ou no corpo durante a luta, coisa que acontecia frequentemente comigo quando ficava muito tempo sem fazer exercícios. Estalaria os dedos um por um para maior flexibilidade e endurecimento dos mesmos, visto que sou um boxeador. "Vale lembrar que isto é apenas um treino. Não posso pegar muito pesado, independente da minha dupla. Devo me manter calmo e estudar os movimentos inimigos."




Objetivos escreveu:

() Me corromper da marinha.
() Me tornar revolucionário.
() Fazer uma missão revolucionária.
(X) Encontrar com Thwor.
() Comprar soqueiras.
() Aprender uma perícia - Anatomia Humana.

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MensagemAssunto: Re: A paixão pela destruição é uma paixão criativa   A paixão pela destruição é uma paixão criativa - Página 2 Empty12/9/2016, 21:59


     

 A paixão pela destruição é uma paixão criativa. 

O Exercício de fato me deixava um pouco cansado, bom, porém fazia parte do alistamento então não havia o que reclamar. Bom esses 20 minutos esperava aproveitar muito bem, me sentia bem naquele momento, mantendo minha expressão calma, pensava um pouco nas pessoas ali presente comigo. “ Essa garota com certeza será uma justiceira, ela parece realmente dedicada a isso ... bom ela e o rapaz “Sagashi” aparentemente são os únicos não lixo aqui pelo que pude notar.” Logo meu pensamento era interrompido o rapaz chamava minha atenção, eu moveria minha cabeça para a direção dele sem me levantar, olharia fixamente nos olhos do rapaz. “ Não é que ele me surpreendeu dessa vez!!” Um pedido para trocar de duplas, não me importaria com isso, porem me batia uma curiosidade. “ Será que ele está tramando algo? Bom isso parece interessante!” Ele de fato parecia estar falando sério, ficaria apenas analisando por hora, enquanto ouvia suas palavras. “ É parece que ele também andou analisando todos por aqui ... Bom mais porque isso agora???” Com um tom simples, sem demonstras nenhuma emoção, talvez até um pouco frio demais eu responderia. “ – Por mim pode ser, Aiko até o momento foi uma dupla agradável, dedicada ao alistamento, porém decidam ai.” Sem mudar a minha expressão fazia um sinal de positivo e aguardaria a resposta de Aiko e do outro camarada.

Bom enquanto isso procuraria uma arma do meu agrado, uma espada, se tivesse mais de uma iria avaliando elas até me sentir bem com um, faria alguns movimentos simples, até encontrar uma do meu agrado. Apesar de muitas vezes parecerem iguais, feitas com mesmo material, cada espada tem um sentimento diferente, não encontrando nada ideal apenas pegaria a que eu achasse que mais me agrado, caso alguém perguntasse o porquê de eu estar fazendo isso para pegar uma espada então eu apenas olharia e responderia. “ – Dizem que você não escolhe a espada, é ela que escolhe você.” Bom após fazer isso olharia para minha dupla Silverlight ou Aiko e perguntaria se já estava tudo ok, pois precisávamos ir para o pátio. “ – Tudo certo? Já escolheu sua arma? Precisamos ir para o pátio.” Queria que o alistamento acabasse logo, porém fazer, se é assim o jeito era seguir passo a passo. Verificaria se estava tudo certo, se não estava esquecendo de nada e seguiria com minha dupla para nova etapa do alistamento, meu olhar seria de confiança, estaria tranquilo com passos firme até o pátio.

“ É parece que nosso talento em combate será testado, espero conseguir passar no alistamento, fazer tudo isso para no fim ser reprovado seria bem frustrante.” Aguardaria as instruções para poder seguir com o alistamento, para mim que tem como objetivo seguir o oficio de cientista, parecia um pouco estranho o combate, porém eu ainda tenho uma carta na manga, além de saber lutar com espada na minha trajetória de vida para sobreviver conheço muito sobre luta de rua. “ Ainda preciso buscar mais conhecimento para me tornar um cientista, acho que aqui será o lugar certo, bom espero que meu conhecimento em luta de rua possa ser um trunfo nessa fase do alistamento, no passado isso pegava muitos de surpresa, até porque eles olhavam para mim e já não acreditava nem que eu lutava com uma espada.” Olharia para minha dupla com uma voz suave e calma falaria. “ – Boa sorte para a gente!” Não colocaria nenhum sorriso, apenas manteria minha expressão calma e tranquila, com um olhar confiante.

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MensagemAssunto: Re: A paixão pela destruição é uma paixão criativa   A paixão pela destruição é uma paixão criativa - Página 2 Empty3/10/2016, 22:04


O Alistamento!
Jovens, aqui não há perdão ou sofrimento...Tudo que há aqui é a Justiça. A Pura e Exuberante Justiça!!!

 
 
 

Enquanto os 4 jovens aspirantes à marinheiros decidiam sobre o seus respectivos futuros e duplas, boa parte das outras duplas já estavam no local instruído para eles se dirigirem, o Supervisor dava um berro estrondoso. -A TODOS AQUI PRESENTES, FALTAM 10 MINUTOS PARA ESTAREM AQUI EM CIMA, ENTÃO ANDEM LOGO!!!!- O supervisor era bem claro em suas palavras e então registrava as duplas recém chegadas e os encaminhava a portões de Kairoseki, fazendo-os esperarem na frente dos mesmos.

A jovem moça e o rapaz que acompanhava Silverlight permaneciam quietos, olhando um ao outro até que a moça se pronunciou. -Bom, acho que não tem problemas, como você disse, é bom para nos entrosarmos e conhecermos as habilidades de nossos futuros companheiros, mas agora vamos indo...- A moça então decidia que trocaria de dupla. O rapaz não se pronunciou e apenas saiu caminhando, parecia não gostar muito de falar, então esperou a garota, que logo o acompanhou, se despedindo dos rapazes com um acenar.

Agora Thwor e Sagashi estavam juntos e poderiam se conhecer melhor, porém não naquele instante, deveriam se dirigir até o pátio o mais rápido possível, lá eles falavam com o Supervisor, que olhava a cada minuto no relógio de pulso e assim que ambos os garotos tiveram os seus nomes listados, o Supervisor se levantou e se virou para os portões, dando um positivo para os Marinheiros que estavam no alto dos mesmos.

Os portões de Kairoseki se levantavam lentamente, devido ao peso e ao tamanho de quase 15 metros de altura, um lugar alto o suficiente para um Gigante passar tranquilamente. Assim que todos estivessem dentro, os mesmos portões seriam fechados e então a voz do Supervisor podia ser ouvida novamente. -BOM, EU QUERO QUE TODOS DEEM O MÁXIMO DE SI...VOCÊS TERÃO 30 MINUTOS PARA DERROTAREM OS SEUS SUPERIORES QUE ESTÃO EM ALGUM LUGAR AI DENTRO...CUIDADO, ALGUNS PODEM SER VICE-ALMIRANTES...- Assim que ele falava, nada mais era ouvido pelos dois jovens.

O local que eles estavam agora era uma sala bem grande cerca de 200m² e toda espelhada, porém o chão parecia haver buracos neles e em volta sangue, o alistamento naquela sala não era o do mais tranquilo, pelo menos visualmente. Enquanto os garotos analisavam a sala, ninguém era visto, porém uma voz era ouvida ao fundo da sala. -Sejam bem-vindos garotos, eu sou o Capitão Heinzberg, serei o oponente de vocês durante 30 minutos, porém, se conseguirem resistir a 15 minutos, já estarão dentro da Marinha, mas terão de sobreviver à esta sala, que reproduz algumas das ilhas mais dolorosas do Mundo em que vivemos, ainda estão dispostos a serem da Marinha?- Dizia um homem que aparentava ter por volta dos 30 anos, cabelos vermelhos e olhos negros, com um charuto na boca e um machado em mãos, sem dizer na altura, devido às longas pernas que tinha. Aos poucos ele se revelava mais para a dupla a sua frente, esperando a resposta de ambos.

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[]Ser de uma grande frota de piratas
[]Possuir uma Akuma no Mi
[]Ter uma Recompensa
[]Ter uma Alcunha
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MensagemAssunto: Re: A paixão pela destruição é uma paixão criativa   A paixão pela destruição é uma paixão criativa - Página 2 Empty5/10/2016, 02:58



PANQUE MEU QUEIXO

Ao atravessar o portão que eu de fato não tinha visto antes, me encontrava agora em uma sala de 200m², com a missão de sobreviver por quinze minutos. Eu estava contra um tal de capitão Heinzberg, e ele parecia ser forte. Um pouco antes disso, eu ouvi dizer que devíamos derrotar nossos superiores e que naquela sala haviam vários deles. Talvez, até vice-almirantes. Eu sabia que eu nem sequer sobreviveria por dez minutos quando eu desse o primeiro golpe, então, lutar não ia adiantar. Quero dizer, mesmo se eu fosse um maromba enorme e conseguisse trocar socos com um capitão, haveriam outros "vice-almirantes" na sala, então, é inútil reagir aos golpes. Com mãos nos bolsos e usando meu intelecto avançado para pensar um pouco mais rápido do que o normal, deixaria que os pensamentos tomassem conta de mim. - Espere. - Diria e usaria o possível pequeno intervalo de tempo de atenção das pessoas ao meu redor para raciocinar. "A sala está suja de sangue e meu parceiro está do lado. Eu sei que ele não vai sair na mão com o capitão, também, se conheço bem ele. Eu tenho que arranjar uma desculpa para não lutarmos, temos que evitar lutas ao máximo. De qualquer maneira, tenho certeza de que sairemos vivos dessa, justamente porque violaria o papel básico da marinha, que é estabelecer a ordem e proteger seu povo. Talvez, ele não saiba sobre a minha vida ou sobre o que estou fazendo aqui... não. Isso seria muita burrice. Talvez, se eu..."

Sorriria por dentro. - Perdão, senhor capitão. Temo que este sangue todo seja um empecilho para combate. É claro, você diz que aqui simulam as ilhas mais mortais... portanto, não acho que assim seria uma luta justa. - Se ele recuasse por alguns segundos, ou apertasse os olhos para mim, pensaria "Bingo." e prosseguiria: - Se eu fosse um marinheiro e fosse para as tais ilhas, eu CERTAMENTE teria ajuda da marinha em questão de armas. Por direito meu, exijo a permissão de escolha de uma arma para cada um. Ou vai me dizer que é justo um capitão com machado contra dois marinheiros desarmados? - E esperaria sua resposta. Caso fosse algo afirmativo, sorriria de forma sincera e diria: - Uma bomba de fumaça. - "A sala é espelhada. Posso usar isso à meu favor. Com a falta de informação visual dele, posso aguentar mais ou menos uns quinze segundos, e me guiar apenas com a minha audição. Os outros quinze minutos eu penso depois no que faço. Mas a prioridade é tomar esse machado da mão desse colosso.". Entretanto, se a resposta fosse negativa, abaixaria o olhar. - Pois bem, então. Tenho direito ao menos de dar o primeiro ataque? Quando eu der, você começa a revidar. Isso é o mínimo que pode fazer, não? - "Se eu tiver esse direito, eu NUNCA vou dar o primeiro ataque. Assim, sobrevivo o tempo que quiser, sem ser chamado de covarde. Heh. É o que dizem por aí: Eu prefiro ser um covarde vivo do que um corajoso morto." - Se para esta pergunta a resposta for afirmativa, colocaria as mãos nos bolsos e sorriria. - Trato é trato, então. Eu te ataco primeiro. - E ficaria contando os segundos até os quinze minutos. Eu posso afirmar veemente que o homem uma hora perde a paciência, então, quando isso acontecesse, quando eu percebesse o mínimo sinal de impaciência, teria a objeção na hora. - Opa! Não. Por favor, espere meu primeiro golpe. Trato é trato. Heh. Porém, se a resposta de primeiro golpe fosse negativa, não teria opção além de aceitar.

- Tudo bem. Sem mais perguntas. Vamos logo com isso. - E entraria em posição defensiva. Usaria minha audição para ouvir a sua movimentação com o machado caso eu me perdesse com os olhos, e sempre tentaria me esquivar dos golpes do mesmo. Quanto ao meu parceiro, eu sabia que deveria protegê-lo se quisesse passar nesse teste, portanto, diria a ele, durante as possíveis esquivas: - Fique sempre na posição oposta de mim! Um de cada lado dele! - "Sei que assim, toda vez que ele virar, posso atingir sua cabeça ou suas pernas." - Faria exatamente o que estava pensando no momento. E, se eu percebesse que não houvessem esquivas para uma certa ação do homem, tentaria ser atingido pelo cabo do machado, evitando a lâmina. Acertaria socos de esquerda e direita nas costas do homem, com a força necessária para atordoar seu próximo possível golpe em direção ao meu parceiro ou uma virada para mim. Se ele tentasse me pegar com as mãos ou tentasse me chutar na parte torácica, esquivaria para a esquerda usando o two-knock dos pés, atingindo um soco potente de esquerda abaixo de suas costelas, para tentar tirar seu ar. Pelo menos, era o que o meu pai, boxeador, havia me ensinado quando em vida. Caso algo desse errado, seguiria a tática normal, que era a esquiva e acerto de golpes em pontos cegos de seu corpo.




Objetivos escreveu:

() Me corromper da marinha.
() Me tornar revolucionário.
() Fazer uma missão revolucionária.
(X) Encontrar com Thwor.
() Comprar soqueiras.
() Aprender uma perícia - Anatomia Humana.

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MensagemAssunto: Re: A paixão pela destruição é uma paixão criativa   A paixão pela destruição é uma paixão criativa - Página 2 Empty5/10/2016, 19:43


     

 A paixão pela destruição é uma paixão criativa. 

Aquele portão sem sombra de dúvidas era imenso, bom isso não importava muito no momento era pensar em continuar com o alistamento, foco total nisso. Porém eu sempre me perguntaria como eu iria me sair em combate, será que eu estava preparado? Lutar nunca foi algo que eu me dediquei tanto, meu foco sempre foi a ciência, mostrar ao mundo a maior arma de destruição. Meu adversário tinha um porte físico interessante. “ De fato esse homem é muito forte, tenho que ficar esperto.” Por um instante ficava em silencio, ouvindo o que ele realmente tinha a dizer e não só isso, para sobreviver a isso e passar no teste teria que usar tudo ao meu favor, então começaria a analisar as coisas em minha volta, detalhadamente, talvez pudesse usar algo a meu favor. Minha expressão era calma e tranquila, estaria um pouco confiante até pelo fato de apenas ter que sobreviver por 15 minuto e não de fato ter que ganhar. “ Bom Sobreviver por 15 minutos, vamos lá .... Não quero morrer na praia, já que cheguei até aqui.” A sala era enorme, toda espelhada, o sangue no chão me chamava um pouco minha atenção, porém não me incomodava. “ Quando eu construir meu brinquedo, com certeza vou derramar sangue por onde eu passar.”

Ficava em silêncio enquanto ouvia o discurso do meu parceiro de combate, ele pedia armamento. “ LoL, na sala passada eles deixaram a gente escolher uma arma, o que ele está tramando?” Pensava enquanto o ouvia com minha mão já na espada que escolhi. Logo ficaria em meu posicionamento defensivo, já o oposto do meu aliado, minha estratégia por hora era apenas cansar meu adversário, não costumo ser hipócrita não gosto de lutar, então não há muitas chances de derrotá-lo, se eu apenas conseguir me esquivar por 15 minutos tudo certo. Bom quero passar logo disso e ir para divisão de ciências da marinha, talvez eu possa me esconder e atacar de surpresa. “ Ele quer uma bomba de fumaça, apesar disso o nível desse cara deve ser alto, com certeza ele deve se sair bem mesmo durante a fumaça.”

“ – OK!!!” Seria minha única palavra, pronto para o teste, será os 15 minutos mais longos da minha vida. Respiraria bem fundo, ficaria sempre o oposto de Silverlight, Caso eu seja o primeiro alvo meu foco seria apenas se esquivar e talvez um possível contra-ataque, porém se o alvo for meu companheiro ficaria observando para analisar como ambos luta, isso era importante para mim. Caso ele tente um golpe rasteiro eu pularia para trás, puxaria a espada e colocaria para uma posição defensiva. Sendo um golpe vindo da esquerda para direita de cima para baixo, me esquivaria para o lado oposto se ele tiver de guarda baixa tentaria uma estocada rápida, porem eu não identificando sua guarda baixa apenas continuaria me esquivando. Sendo da direita para esquerda faria a mesma coisa, só mudaria o lado da esquiva. Sendo de baixo para cima em ambos os lados tentaria usar a espada como bloqueio, já esperando que seja um golpe forte, então apenas amaciar um pouco a dor. Porém caso eu consiga o bloqueio eu usaria uma das minhas pernas para desferir uma joelhada em sua cabeça. E com isso seguiria minha rotação, mantendo sempre o lado oposto do meu companheiro. Porém se agora ele fosse atacar o mesmo e eu já tivesse observado como ele luta, agora eu ajudaria.

“- Observando como você Luta e ele também agora posso te ajudar parceiro.” Meio melancólico, isso não faz meu estilo, dá até vontade de vomitar, com base no estilo de luta dele, eu o atacaria pelo lado, com uma estocada, porque assim mesmo se o cara se esquivar pelo que analisei meu companheiro e um boxeador ou algo do tipo, então assim eu não me ponho em risco numa esquiva do adversário e nem coloco em risco de acertar minha espada no Silverlight. Porém caso ainda eu não tenha visto, meu companheiro por hora eu apenas observaria. Bom o ataque continue em cima de mim, seja na altura do peito, tento bloquear com a espada e meu braço fazendo um X, no contato eu pularia para trás amortecendo um pouco o dano, caso o golpe seja na altura da cabeça e ele venha pulando ou de cima para baixo, me esquivaria rolando para frente tentando deixar a lamina da minha espada para atingir meu oponente. Iria ficando na esquiva somente, tentando sobreviver os 15 minutos e quando possível, ajudaria Silverlight com estocadas, sempre numa posição onde o adversário se esquive eu não acerte meu companheiro.

Fazia isso até o cara determinar o fim do teste e quando ele determinasse, minha palavra seria apenas. “ – Passamos?” Estaria super cansado, machucado talvez, porém isso não me importava na hora. Assim aguardaria a resposta do capitão, caso seja uma resposta positiva então olharia para Silverlight e faria um sinal de positivo, sorrir não é minha praia então joia já era o suficiente para expressar minha gratidão e felicidade. Bom agora aguardaria as instruções, talvez ganharíamos uniformes, bom apenas ouviria o que o capitão tinha a dizer. Assim que ele falasse tudo olharia para meu companheiro e então com um tom calmo falaria. “ – Bom preciso ver se a Aiko conseguiu, é o grande objetivo da vida dela entrar na marinha, coisa de família.” Assim procuraria Aiko minha antiga dupla para saber como foi as coisas, caminharia por ali no QG perguntando e assim que a encontrasse então falaria com ela, sem demonstrar emoção, tentaria ser um pouco frio, algo que é bem típico da minha natureza. “ – Eae, passou?” Casso a resposta fosse positiva então apenas diria. “ – Há , que bom é o seu grande objetivo de vida.” Caso fosse negativa. “ – Que pena.”

Em sequência então olharia nos olhos dela com um tom suave logo diria. “ – Ah propósito você me deve uma história sobre a tal da Grand Line, você mesma disse que seu pai é um marinheiro que trabalha nessa tal Grand Line e que sempre contou várias histórias sobre ela, me conte algo legal.” Um raro sorriso sincero no rosto, apesar de não ser o momento para isso, minha sinceridade excessiva me fazia perguntar e cobrar diretamente. Caso o Jhin a nova dupla da Aiko aparecesse dizendo que passou também, apenas olharia e falaria. " - AH que bom, seu lixo." Ou dizendo que não conseguiu. " - É seu lixo, não foi dessa vez. Tente na próxima."

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