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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Só vejo corpos...

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MensagemAssunto: Só vejo corpos...   Só vejo corpos... EmptySex 06 Maio 2016, 14:53

Só vejo corpos...

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Jeel Azminov. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Só vejo corpos...   Só vejo corpos... EmptySeg 09 Maio 2016, 14:20

Mais uma vez escuto esta voz em minha cabeça me dizendo para fazer coisas… coisas que não quero fazer… E… E ainda teve aquela vez em que essa voz se apossou completamente de mim e conduziu meu corpo para matar aqueles guardas que sempre tentaram deixar minha vida melhor naquela prisão. A… A pior coisa é lembrar de tudo aquilo e não poder fazer nada. Nem as constantes agressões na prisão ficaram acima da impotência que eu senti naquele dia, ver os meus próprios sentimentos, convicções e minha própria ética e senso de moralidade sendo, como posso dizer, maculados por aquela terrível sensação de ser, eh… Não sei se essa é a palavra certa, mas realmente me senti como um monstro, um assassino. Eu simplesmente não ligava para a vida das pessoas que estavam na minha frente e as matei sem remorso algum. Uma, duas, três garfadas consecutivas em seus pescoços, o sangue jorrando, a vida se esvaindo dos olhos deles, não eram golpes de uma pessoa que tentava sobreviver, mas sim de uma que gostava daquilo, gostava da sensação de matar, do cheiro do sangue… Só de lembrar minhas mãos tremem diante de tamanha selvageria, e o fato de ter sido eu a cometê-las era o que me deixava ainda mais nervoso. O problema é que se não fosse por essa selvageria eu nunca teria conseguido fugir daquele lugar.

Como uma forma de abrandar meu medo, decido ignorar tal voz, torcendo para que nunca mais perdesse o controle dos meus atos, mas uma coisa que escutei infelizmente fez muito sentido. Precisava de uma arma para me defender e no santuário a anos eu treinava com uma faca. Os acólitos que me treinavam me diziam que eu não servia para manejar armas pesadas, mas minha agilidade e precisão eram perfeitos para armas pequenas. Tive que escolher entre uma pistola e uma adaga e acabei ficando com a segunda opção.

Porém eu nem sabia onde estava e falar com uma pessoa… É um pouco constrangedor para mim, já que antes de fugir eu praticamente mal falei com ninguém a minha vida toda. Os momentos que passei naquele lugar foram tão traumáticos que não me lembrava absolutamente nada da minha vida antes. E pra falar a verdade, ninguém ali era muito de falar, enquanto não apanhávamos, estávamos muito ocupados aprendendo a ler, a lutar e a sentir medo de nossos superiores, talvez seja por isso que conversar uns com os outros não era o melhor hobby a ser adotado.

Porém, era questão de vida ou morte falar com alguém na situação em que me encontrava. Então, olhando ao redor, tentaria procurar uma pessoa, não me importando com aparência ou posição social, de marinheiros ou simplesmente moradores até mendigos espalhados pela rua. Então eu chegaria perto e… Chegaria perto e… Correria para longe… Não consigo. É muito difícil para mim trocar palavras com alguém. Lembre-se… Lembre-se das técnicas que aprendeu no santuário. Sim, davam aula de conversação lá também, o problema é que você nunca tinha ninguém pra praticar, já que geralmente os guardas cagavam para você e os outros garotos que viviam na mesma situação que a sua estavam com problemas demais para querer papo. “Para cavalheiros senhor certo? E para damas senhora? O que eu uso para garotas mais novas mesmo? Aaah é… Senhorita! Ok… estou pronto.”

Chegaria perto da primeira pessoa que encontrasse na rua e perguntaria, obviamente me esquecendo das técnicas de conversação por causa do nervosismo:

- Eh… po… por favor, on… onde é a loja de armas mais pró… próxima daqui? - Meus olhos estavam vidrados, mal conseguia piscar de tanto nervosismo, minhas mãos tremiam e eu torcia para não ter falado baixo demais. Tinha essa mania, já que parando para pensar, sim, eu conversava com os guardas. Tirando as punições aleatórias eles nos puniam em uma espécie de interrogatório. Um guarda nos contavam coisas enquanto outro tentava aos tapas e torturas arrancar tais informações. Até hoje não sei para que servia, mas eles nos instruíam a ficarmos calmos e falarmos calmamente em um tom de voz baixo, para demonstrar veracidade nas palavras e não resistência, “resistência nunca é bom, para torturadores isso lhe transformará em um desafio, ou seja, vai lhe transformar num brinquedo novo que eles testarão até o limite”, essas palavras vinham em minha cabeça de maneira automática e robótica, mais um dos ensinamentos do santuário.

Caso a primeira pessoa que eu pergunte não dê a informação correta eu tentarei, com muito pesar, perguntar para outra pessoa até que uma delas me dê a localização da loja de armas. Como essa pessoa havia sido prestativa para mim eu voltaria a atenção a ela e perguntaria:

- É… eu sei que parece estranha essa pergunta, mas em que ilha estamos? - Respondendo ou não esta minha pergunta eu seguiria para a loja de armas, até por que uma faca para mim, naquele momento, era mais importante do que qualquer outra coisa.

Chegando a tal loja de armas eu torcia para que o dinheiro do saque dos guardas desse conta de uma boa faca. Infelizmente, foi quando eu estava na porta que escuto outra vez aquela voz em minha mente. “Oooh garoto, pensei que não tinha bolas, você realmente vai seguir o meu conselho?” Ela só não era igual a minha por causa de uma pequena rouquidão, alem da velocidade mais lenta de soltar as palavras. “Olhe quantas armas cortantes, quantas pessoas elas irão ferir futuramente. Talvez desse para pintar toda esta loja com o sangue das vítimas… Transformaria em minha casa do prazer”. Paralisado por escutar novamente aquilo a única coisa que pensei foi “cai fora da minha mente seu doente!” Mas ela apenas respondeu: “Doente? Eu faço parte de você, então eu acho que o doente aqui não sou eu hahahahaha, agora pare de falar tão alto e me responda apenas mentalmente, as pessoas ao seu redor vão começar a achar que é louco.”

Olharia ao meu redor, torcendo para que nem as pessoas nem o dono ou dona da loja tivessem visto aqueles atos insanos e perguntaria:

- Senhor(a), poderia me informar quanto é uma adaga? Quero a mais barata, tenho aqui hm… - Tiraria do bolço e contaria o dinheiro. - 50.000 Berries, da para uma? - Caso desse lhe daria o dinheiro e ficaria com o troco, caso sobrasse. Antes de dar as costas eu lançaria uma última pergunta:

- O senhor tem ou sabe onde consigo achar cartazes de procurados? Se não tem, por favor, me diga o lugar para onde preciso ir para encontrá-los. Muito obrigado de qualquer forma.

“Você quer caçar procurados?” Perguntava a voz em minha cabeça. “Sim, porque?” “Por nada, eu sei que você ouviu naquela bosta de prisão que os caçadores de recompensa bem sucedidos ganham altas quantias, mas você tem certeza que uma pessoa benevolente e meiga como você conseguirá executar trabalhos que muitas vezes poderão ser sangrentos? Deixe eu lhe ajudar nessa, se não confia em mim, pensei que quero seu bem, vivo no mesmo corpo que você, se você morrer eu morro junto certo?” Os argumentos eram muito bons, com meu silencio eu aceitei aquilo, mas se eu soubesse o que aconteceria futuramente, o fato de não poder evitar, de não combater aquela coisa e de apenas facilitar seu domínio perante mim, eu me arrependeria amargamente…

Se os cartazes estivessem na loja, o que seria muito prático alem de logico (já que viajantes armados ou recém armados andavam muito por ali, sei lá, a procura de uma grana ou de pessoas para usarem as armas) eu pegaria o que tivesse a recompensa mais mediana, nem a mais alta, nem a mais baixa, e perguntaria para o mercador onde eu poderia arranjar informações sobre o procurado. Mas caso ele me indicasse outro local, eu iria para o tal local e usaria o mesmo método que tentaria com o vendedor. Tudo parecia muito mecânico porque aquelas palavras não passavam de táticas ensinadas para caso nosso contratado fosse raptado, nós pudéssemos achar o bandido que o fizesse. Ninguém nunca falou quem era o contratado e exatamente o porquê daquilo, mas serviram bem ao momento.

Com as respostas para minhas questões em mente eu começaria a rumar para o lugar onde teria as informações do tal procurado que eu escolhera e olharia bem ao meu redor para me localizar, a voz na minha cabeça parecia salivar, quase como se previsse um massacre “Quer uma dica?” Perguntava a voz: “Fique num canto escuro e verá algo muito divertido.” Decido não seguir, mas espero nem tão cedo saber o que é divertido para aquela coisa… Ou corrigindo, para o outro eu.




Informações:
 

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MensagemAssunto: Re: Só vejo corpos...   Só vejo corpos... EmptyTer 10 Maio 2016, 16:36


     

 Completamente Sozinho... 

Rumores de grandes riquezas e tesouros levaram muitas pessoas ao mar, em busca do tesouro que faria os sonhos se tornarem realidade. Em compensação, garantir que essas pessoas nunca conseguiram chegar até esse tesouro também trouxe muitas pessoas ao mar. Las camp uma grande ilha do west blue, muito pouca arborizada, conhecida por uma grande Universidade. O clima atual é frio e úmido e você tem apenas seu agasalho verde para manter-se livre do frio. No bairro atual enquanto caminha pode olhar o povo que se alimenta e veste mal, e este não lhe parece um lugar de grandes riquezas.

Você é sacudido de seus pensamentos, tentando deixar seu constrangimento de lado, quando uma carruagem faz uma parada bem a sua frente. O cocheiro abre as portas e uma mulher desce do mesmo, cobrindo seu rosto, parece ignorar a presença de Jeel, ela caminha para uma penumbra sombria; uma densa neblina de inverno envolve a cidade de Las Camp. a placa da penumbra está escrito Hart's Blood (Sangue de Cervo). Seguindo em busca da coragem para superar a timidez, se depara com pessoas estranhas, o povo local, desconfiado de estranhos, pouco fala. Com muito custo pelo menos um garoto cheio de inocência e com enorme felicidade logo responde ao rapaz de cabelos cinza. " - Há, não é muito longe daqui, claro se quiser armas mais sofisticadas tem o ferreiro que fica muito longe. Bom porem desceu essa rua e viro a esquerda não tem erro, agora preciso ir, minha mãe não gosta que eu converso com estranhos." Antes do garoto ir embora ele é questionado e responde. " - Las Camp!!" O garoto fica sério e do outro lado da rua ve sua mão com as mãos na cintura o mesmo abaixa a cabeça e sai correndo.

O garoto dizia a verdade, assim que você virou a rua logo pode observar a loja de armas e calmamente você caminhou até a mesma, o local não era dos mais limpo, porem tinha muitas armas lá, variedades boa. " - Adaga, 30.000B$ !!!" Temos essa coloca algumas sobre a mesma, não diferencia uma da outra, Jeel pega uma bem afiada, paga e volta a questionar o lojista. " - Cartaz de procurados, no QG da marinha ou numa penumbra aqui perto, alguns chamam aquela espelunca de Taberna."

Você então entrava no estabelecimento em busca de cartazes. A taberna é pequena e sem nenhum luxo, mas a comida é quente e o vinho aquecido e adoçado, parece ser bem saboroso e refrescante; após sua entrada, a porta da taberna é barrada, e as janelas já estavam trancadas, o taberneiro um homem com um terno surrado e velho não lhe atende apenas olha em sua direção, algumas pessoas parece até um pouco animada enquanto bebe o vinho e conversam, pode notar aquela estranha mulher de antes olhando alguns cartazes, o que Jeel faria agora? O local todo fechado e escuro .... Um demônio pode está chegando em meio a essa escuridão toda.

Misteriosa Garota:
 

OFF:
 

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Última edição por Punk em Qui 12 Maio 2016, 21:24, editado 3 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Só vejo corpos...   Só vejo corpos... EmptyQua 11 Maio 2016, 22:01

Enquanto andava pela ilha, percebia várias pessoas nas ruas, elas pareciam necessitadas, pobres por assim dizer. O bairro que eu andava não devia receber o apoio do governo da ilha, um lugar renegado e esquecido para um fugitivo, parece caber bem. Em uma das minhas aulas do Santuário me falaram que é dever dos nobres cuidar de seu povo e o nosso dever era protegê-los enquanto faziam isso, mas o mundo real parecia ser bem diferente e pelo que minha intuição diz, irei me decepcionar muito com o passar do tempo. Depois de algumas tentativas de buscar informações no decorrer do meu caminho uma leve irritação começa a crescer dentro de mim “Droga, por que eu não consigo falar com as pessoas direito? E este frio? Que merda de lugar é esse?! Aaah Aaatchin! Eu acho que pegarei um resfriado se continuar andando assim na rua com esse tempo”.

Parecia que tudo estava contra mim até eu ver uma pessoa passar no meu caminho. Uma carruagem para na minha frente e vejo suas portas abrirem, dou alguns passos para trás para ver quem desceria. Mesmo com o rosto coberto, a garota me parecia ser linda (o que poderia não falar muita coisa, não tinha muitas mulheres de onde eu vim e as poucas existentes eram grossas como homens e feias como o diabo). Como aprendi que este tipo de veículo eram usados pelas famílias reais e não era algo que qualquer plebeu pudesse manter, tanto os cavalos quanto o cocheiro custam uma boa grana, sem contar com os custos de manter estes belos animais saudáveis. Então ver uma pessoa dessas com um veículo de luxo descer neste bairro me deixou realmente intrigado. Acompanhei-a com os olhos por um momento até vê-la entrar em um lugar que só momentos depois pude reconhecer como uma taverna “tavernas são locais que tanto a plebe quanto os nobres gostam de ir, você pode dar um pouco de seu dinheiro para o dono que lhe dará em troca bebidas de teor alcoólico elevado que causavam certos efeitos enebriantes em grades quantidades”. Seu nome, exposto na placa em cima da porta, era Hart’s Blood.

Decido ignorar um pouco aquela linda moça para continuar a procura da loja de armas, algo me dizia que precisaria usá-la em não muito tempo. Só que infelizmente arranjar as informações que eu queria para encontrá-la foi um pouco mais demorado. O povo que encontrava me olhava com uma cara estranha, não sei se eles não estavam acostumados a ver estranhos ou se realmente tinha algo errado comigo. “Siiiim, existe algo errado com você garoto, eles podem sentir. Num futuro próximo eles verão o seu verdadeiro você, espere e verá!” Aquela voz sibilava palavras maliciosas em minha mente, me deixando apreensivo e pensando se comprar uma arma cortante era realmente uma boa ideia. “Cale-se, o que aconteceu naquela noite foi um fato isolado, você nunca mais irá assumir o controle e comprarei uma arma para a minha defesa, foi minha ideia”, e então depois disso tarde livre sem escutar nenhuma voz.

Depois de tantos nãos eu quase desisti, até que uma criança teve a coragem que ninguém teve naquele lugar e me deu todas as informações que desejava. Eu agradeço e sigo meu caminho enquanto vejo uma mãe repreender o menino por falar comigo. “Desculpa garoto, espero que não perca essa coragem com o passar dos anos.”. Desço a rua e dobro a esquerda e rapidamente vejo a loja que o garoto falara. Las Camp não é… não me lembro muito dessa ilha no mapa que eu estudei, a única coisa que me lembro com certeza que ela fazia parte do conjunto de ilhas localizada no West Blue. Ando para a porta da loja e pergunto ao balconista quanto era uma adaga enquanto mexia em meus bolsos para ver se o dinheiro serviria e ao escutar o valor de 30.000 Berries me sinto feliz, ainda sobraria um pouco para outras despesas que poderão aparecer antes que eu capture alguém. O que me fez lembrar dos cartazes de procurados que eu precisava achar.

Decido perguntar ao vendedor onde poderia achar os cartazes e o mesmo me indica dois possíveis locais, o QG da marinha e aquela taverna que vi aquela linda garota entrar, decido ignorar a parte da espelunca, não conseguia acreditar que uma mulher daquelas entrasse num lugar que era considerado assim pelas pessoas. Então eu voltava da rua que eu estava anteriormente para seguir em direção àquele lugar. A primeira coisa que vi quando abrir a porta é que ela era bem mal iluminada e que, por pura surpresa, aquela garota realmente estava lá olhando alguns cartazes na frente do dono do bar que deu um olhar meio sem vontade para mim, mas “o que uma pessoa como ela faz aqui?!” era a única pergunta que vinha em minha mente. Ao entrar no recinto aquela voz voltou a minha mente, mas sem seu tom zombeteiro de costume. Ela estava séria e as palavras que escutei me gelaram a alma. “Você cometeu o maior erro da sua vida garoto, mas tem um lado bom nisso tudo, você vai assistir ao massacre de camarote”, então a partir daí não era mais eu.

Minhas mãos se moviam sozinhas, o sorriso de prazer estampado na minha cara não era meu, a culpa não era minha. A voz que saiu de minha boca tampouco, era muito parecida com aquela que eu escutava em meus pensamentos, aquele pesadelo realmente vai se repetir?

- Olá cavalheiros e damas presentes aqui nesta noite, meu nome é Lived e espero que estejam com sorte.

Depois de ter ouvido pela primeira vez aquele nome percebo que infelizmente o pensamento desta coisa que me controlava estavam conectados com os meus, “olhe o que faço com o seu corpo garoto”. Lived, no comando do meu corpo olharia ao redor a procura da pessoa mais próxima e depois de encontrá-la partiria rapidamente em sua direção com a adaga em punho na tentativa de pegá-la de surpresa, ao chegar perto, se a possível vítima não fizer nenhum movimento de defesa, Lived lançaria uma estocada no pescoço e puxaria a adaga, passando-a na língua para limpá-la.

Soltando um uivo de gelar a alma ele olhava mais uma vez ao redor, tentando se aproveitar do choque das pessoas ali dentro, com uma voz baixa e rouca ele falava:

- Você gostou daquela mulher não é? Sente vontade de falar com ela? Desculpe garoto, mas ela não viverá o bastante. - E num instante ele tentaria usar de toda a velocidade que meu corpo consegue gerar para encurtar o máximo possível a distância para a garota. Estando colado, ele lançaria uma estocada rápida na direção do rosto da garota esperando que ela esquivasse para dar-lhe o segundo golpe a depender da sua esquiva. Caso ela se abaixe, ele apontaria a faca para baixo, com um movimento rápido e com toda a força do meu corpo ele desceria a faca em sua nuca. Caso ela desviasse para o lado Lived viraria o fio da adaga para a horizontal e tentaria um ataque em seu pescoço.

Mesmo num avanço, Lived prestava atenção no seu oponente e tentaria estar pronto para qualquer ataque da mesma antes de encurtar a distância. Infelizmente naquele momento suas intenções assassinas já tinham sido percebidas (claro, por motivos que ele mesmo proporcionou) e caso ela portasse alguma arma, ele não saberia qual é até chegar perto. Então se ela tentasse um ataque na direção do tronco ou de qualquer parte acima dele, ele iria agachar o mais rápido que minhas pernas pudessem e com um ataque de baixo para cima, miraria a barriga dela e lançaria duas estocadas, a primeira com intenção de paralisá-la e a segunda para abrir de ponta a ponta a barriga.

Caso ela tentasse algum golpe na parte de baixo do corpo, Lived pularia e aproveitaria a corrida para se jogar com a faca em punho na direção do peito da garota para esfaqueá-la. Se ela esquivasse dos ataques citados nesse post ou nos anteriores, Lived só recuaria um pouco e analisaria a situação. Caso estivesse muito desfavorável ele pensaria “Droga, n queria ceder o controle para você tão cedo, mas a noite chegará e você não imagina o que consigo fazer com algumas horas no seu corpo”. Então tentaria ir na direção da porta e correria o mais rápido que pudesse, caso saísse, mesmo comigo retomando o controle, eu tentaria continuar a correr, ninguém acreditaria em mim se falasse que não tinha sido eu a cometer os crimes, nem mesmo eu sabia o que estava acontecendo.

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MensagemAssunto: Re: Só vejo corpos...   Só vejo corpos... EmptyQui 12 Maio 2016, 21:12


     

 Não precisa me ajudar por compaixão, apenas por dinheiro. 

Um silêncio mortal enche o aposento. O taberneiro lhe dá as costas,recusando-se a falar com você; é estranho como uma simples apresentação pôde fazer isso. E mais, um homem sentado próximo a porta vira e cospe a seus pés. Rapidamente você parte em direção a esse homem com sua adaga em mãos, pronto para dar uma estacada no seu pescoço, um sorriso maléfico brotava em seu rosto e as pessoas ao seu redor parecia não se importar com um ato de tamanho brutalidade. Algo impedia você de completar seu alvo, era uma foice, a garota colocava um sorriso no rosto e com uma voz calma disse. " - Acho que hoje não."

Ignorando o que ela fala por hora, você parte com toda sua velocidade para cima da moça, que não se sente ameaçada, a distância já era meio que curta, porém serve para uma estocada de maneira rápida. Um simples movimento para o lado e um golpe com a parte do cabo de sua foice o atinge na barriga impedindo de continuar sua investida, as luzes se acende pelo taberneiro, parece que é hora do mal descansar, por algum motivo ela não quis feri-lo gravemente. Você se encontra meio que caído e uma forte dor na barriga onde levou o golpe. O homem que cuspiu em seus pés olha de maneira furiosa para você e para a estranha ceifadora.

" - Vou lhe pagar uma bebida." Completa a moça, ela nota sua timidez, como também nota uma estranha mudança na sua personalidade, vendo a dificuldade assim coloca a bebida a sua frente no chão, esperando que você aceite. Ela pelo menos está falando com você, o que é uma atitude mais amigável do que qualquer outra dos presentes no aposento. Ela bebe o vinho quente com gosto. " - Não era Hart's Blood" uma pausa para a bebida. " - Este é o Heart's Blood, assim que chamávamos até que mudaram a tabuleta la fora."

" - Sangue do Coração .... É do que muitas pessoas daqui desistiram, do 'sangue de seus corações!' hum" Apesar de estranho ela coloca um sorriso no rosto. O baixo murmúrio de vozes que começara, agora está completamente em silêncio. Muitas pessoas lançam olhares ferozes em sua direção e na da garota, e o taberneiro diz a ela para ficar quieta. Mas seu rosto está rosado pelo vinho e ela diz que não permanecerá calada. " - Pessoas somem da vila, somem mesmo, e nunca mais são vistas. O Pirata leva para seu abatedouro e lá sofrem uma morte terrível. Terrível!" Agora, há lágrimas correndo pelo macio e delicado rosto da garota. " - Ah um tempo já ele levou meu pai, e não há nenhum homem neste lugar, esquecido pelos Deuses, que tenha coragem suficiente de ir atrás dele .... a marinha finge que nada acontece."

Vozes constrangidas murmuram pelo aposento, enquanto fagulhas saltam no fogo; o crepitar de madeira em chamas parece enfatizar das pessoas ali no aposento. Um homem alto de cabelos ruivos levanta-se de uma mesa oposta e se aproxima; você vê que ele tem somente um braço, a manga direita de sua túnica está presa em seu peito. " - Ele tem uma recompensa por sua cabeça, se conseguir capturá-lo ele deve ser entregue em Ilusia uma ilha próxima daqui e eu conheço alguém que pode levá-lo." Logo lágrimas começam a escorrer de seus olhos.

" - O que a garota diz é verdade: o Capitão William Kidd é uma pessoa cruel e má, e o seu navio é um lugar de horror. Eu próprio teria tentado matá-lo, mas pela razão óbvia..." Ele olha para sua manga vazia. " - Eu vou matá-lo.. Não sou caçadora, pirata e nem marinheira, porem eu irei me vingar." completa a ceifadora, os olhos de todos os presentes voltam-se em sua direção, implorando ajuda. A porta da taberna abre quando o menino entra e diz. " - Kidd mandou entregar aqui." Suas mãos que estavam em suas costas, logo ele faz um movimento e mostra uma cabeça, que foi cruelmente decapitada, aparentemente por um único golpe. O que nosso aventureiro fará agora.

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MensagemAssunto: Re: Só vejo corpos...   Só vejo corpos... EmptyDom 15 Maio 2016, 14:43

Lived estava realmente sedento por sangue quando foi na direção daquele homem com a adaga na mão e eu estava totalmente desesperado já que via cada passo que ele dava com o meu corpo, alem do mais, o que iriam pensar de mim? Eu seria culpado por um crime que não tive vontade alguma de cometer. Em minha mente eu gritava “pare, não faça isso” desesperadamente enquanto percebia a distância entre mim e o homem diminuir a cada passo largo que Lived dava ao comandar meu corpo. Quando o alvo do seu ataque, o pescoço do homem, estava quase ao alcance dos meus braços, Lived foi parado por uma lâmina em forma de lua que o afastava do homem. Ele olha na direção da pessoa e por incrível que pareça era justamente a garota que eu vira descer da carruagem. Ela olhou diretamente em meus olhos e sorria lindamente, nossa visão se fixou em seus lábios eles falavam “hoje não”.

Aquilo certamente causou diferentes reações na minha cabeça. Por um lado Lived pensava “saia da minha frente sua puta exibida”, já eu pensava “que linda”. Irritado por tê-la no caminho do seu alvo, Lived vira em sua direção e tenta atacá-la, mas a garota parecia muito habilidosa e mesmo com uma distância curta ela consegue esquivar de uma estocada rápida e contra-atacar com o cabo na foice em minha barriga. Isso era realmente irritante, este boçal se apoderava do meu corpo, mas a única coisa que era dividida era a dor. Ambos exclamamos em uníssono um “Aaaaaaahhhh”, como se o ar estivesse deixado nossos pulmões, o que realmente aconteceu depois daquela pancada.

Logo após isso o taverneiro acende as luzes, quando a claridade me atinge todo o meu corpo se tenciona e a única coisa que vaga em minha mente é um grito que dizia “nãããão seu filho da p!#$” e do nada não conseguia ouvir mais a voz do Lived em minha mente, não acho que seria para sempre, mas ter minha mente só para mim por um tempo e eu agradecia muito por isso. A região atingida pelo cabo da foice doía tanto que ao levantar eu levei a mão instintivamente no local e abafei um grito. Por algum motivo ela não continuou o ataque e o alvo do ataque estava muito irritado, e com motivos. Ele cospe no chão como forma de critica, olhando raivosamente não só para mim, mas para garota que me impediu, o que me deixou totalmente confuso.

Do nada a linda mulher que me parou falou que iria pagar uma bebida para mim, o que eu achava muito estranho já que a momentos atrás eu tentei matá-la. Eu era tímido, mas nem foi por isso que eu continuei a ficar no chão, as minhas costelas estavam realmente doendo e preferi continuar no chão para poupar qualquer desgaste por enquanto, não sabia quando eu precisaria ser rápido, já que tentei matar um dos clientes do bar. Depois disso ela contou toda a história do bar, citou o antigo nome e as vítimas do tirano pirata que sequestrava as pessoas da ilha e as matavam como se fossem vacas num açougue. Também falou que seu pai foi uma das pessoas sequestradas e mortas a sangue frio por este terrível homem. “Aaah, gostei desse cara, ele parece ser dos meus, iae garoto voltei para te atormentar haha.” Falava Lived em minha mente. Eu decido ignorar e continuar a prestar atenção da moça enquanto experimentava o vinho do bar.

Quando ela citou o medo das pessoas irem atrás do Wiliam Kidd, o pirata por trás dos desaparecimentos, os ali presentes se manifestaram contidamente, um homem ao lado falou que o pirata tinha uma recompensa por sua cabeça e que se eu conseguisse capturá-lo ele arranjava uma pessoa para me levar para Ilusia Kingdom para entregá-lo para a marinha. Aquele lugar transbordava tristeza e ressentimento, alem de indignação pela marinha não fazer nada a respeito daquele infame pirata. “Por que a marinha não faz nada?! As pessoas desta cidade estão sofrendo e eles estão fazendo o que?! Malditos covardes fanfarrões.” “Haha, garoto, este mundo está cheio de pessoas e a maioria delas são medíocres o suficiente para não merecerem a própria vida, por isto eu mato, para limpar este mundo dessas pessoas”.

O senhor falou que iria atrás do Kidd se tivesse condições, mas só foi dar uma olhada para a sua manga vazia que eu entendi. A impotência que aquele homem sentia deveria ser demais, não só ele, mas todos naquele bar ferviam de raiva não só pelo Kidd existir, mas por não conseguirem fazer nada para apagar tal existência. “Eu não vou ser como você é Lived, mas que fique gravado aqui, este cara morrerá, e vai ser lentamente para repensar cada morte que cometeu no tempo que ficou aqui em vida.” E pela primeira vez, essa voz irritante em minha cabeça não se manifestou, parecia ter sentado numa arquibancada pronto para ver a minha ira em ação.

Depois da indagação do velho a linda mulher que estava sentada perto do balcão afirma que mesmo sem ser caçadora de recompensas, pirata ou marinheira iria matá-lo. Eu me senti feliz, por que já estava pensando em fazer a mesma coisa, quando eu ia me levantar para apoiá-la ouço uma batida na porta. Ela se abre e um garotinho entra com a mensagem “Kidd mandou entregar aqui” e puxa de detrás do seu corpo uma cabeça decepada, eu obviamente não conhecia a pessoa, mas aquilo me frustrou ainda mais, eu não conseguia olhar ao meu redor e ver a expressão dos moradores, apenas abaixei a cabeça e bati o punho no chão com toda a minha força.

Então, ainda no chão, eu esperaria a mulher passar por mim e seguraria sua perna, eu não percebia, mas lagrimas desciam quentes pelos meus olhos, aquela situação era frustrante demais para ficar ali parado e mesmo não conhecendo as pessoas daquele bar, muito menos as pessoas raptadas, mas eu daria um fim daquilo, podendo ou não custar minha vida no processo. Eu olharia fixamente para seus olhos e diria:

- Não deixarei ir sozinha, irei a todo custo vingar toas as pessoas dessa cidade e trarei a cabeça deste homem numa bandeja para todos, agora por favor, me leve com você para o encontro deste homem.

Eu estava muito serio quando disse aquelas palavras, então, se ela aceitasse eu a seguiria para ir ao encontro deste monstro que não deveria nem ter nascido e olharia bem o lugar onde ele se encontrava, todos os detalhes dos arredores para ser mais eficiente no combate que se aproximava. Caso ela não me levasse junto eu esperaria ela sair um pouco e a seguiria alguns metros atrás para ver o que ela planejava fazer.

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MensagemAssunto: Re: Só vejo corpos...   Só vejo corpos... EmptySeg 16 Maio 2016, 19:09


     

 Só vejo corpos... 

As pessoas estão ansiosas por sua ajuda e para dizer como chegar ao encontro do Pirata! Eles o advertem que o caminho a ser seguido não oferece segurança. E que vocês não podem contar com a ajuda da marinha, alguns dizem que nem Deus pode ajuda-los, a garota não mostra nenhum tipo de preocupação com isso, ela apenas bate uma das mãos sobre a mesa e com a outra segura bem firme sua foice, sua expressão fica séria ao mesmo tempo confiante e as únicas palavras que saem de seu lábio. - " Malditos Piratas!!!!" você demonstra um ódio profundo por Kidd ao ponto de considerá-lo um monstro. O homem de um braço só lhe dá algumas dicas, dizendo que há uma cabana no porto caso precise dormir e que precisará de um navio e lhe recomendo falar com o barqueiro Tales, pois é um grande amigo e poderá levá-los até o navio de Kidd que se encontra entre Las camp e Ilusia, sua aventura ao lado da ceifadora começa agora.

 Mares de Sangue. 


O navio de William Kidd, fica no centro, interrompendo viajantes que vão de Las Camp para Ilusia Kingdom, é um covil de ladrões, criminosos e assassinos, se você não é um prepare-se para tornar a regra é bem clara ou se torna membro da tripulação dele, ou será decapitado. Há um tempo já Kidd vem atormentando a cidade de Las Camp, pois o mesmo sabe que terá problemas em Ilusia por conta do governo mundial o que poucos sabem ele já foi um marinheiro. Sim, ele era um soldado de Las Camp, mais por motivos pessoais ainda não revelado resolveu entrar na vida do crime, ele vem limpando a escoria de Las Camp e a marinha não está nem ai por conta de considerá os mortos lixo da cidade além de barrar piratas novatos, alguns ele entrega para marinha assim mantém um acordo e faz parecer que os soldados de Las Camp vem fazendo um ótimo trabalho.

Você e a garota partem em direção rumo ao porto, um clima meio frio e poucas conversas, carregando sua timidez você mal conversa com ela. O caminho até o porto não é muito longo, porém vocês logo avistam a cabana, local cheio de teias e imundas, mofo e fungos nas paredes. - " Esse local é nojento. " Diz a garota, ha vários navios e pessoas andando de um lado para o outro o tempo passou de maneira muito rápido atualmente é 16 horas, agora era hora de vocês tomarem uma decisão juntos procurar o barqueiro e partir para viagem ou tentar se acomodar na cabana e começar a caçada pelo capitão Kidd amanhã cedo, também era uma ótima oportunidade para se conhecerem melhor, para trabalharem como uma dupla.

Atualmente estão em frente a cabana vazia, pode observar dois senhores aparentemente capitães, por conta da sua roupa conversando, a esquerda há um movimento de várias pessoas descarregando navios e na direita um soldado da marinha, que parece está a paisana. No total tem 6 navios encostados.



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MensagemAssunto: Re: Só vejo corpos...   Só vejo corpos... EmptyQua 18 Maio 2016, 04:47

Ver o rosto das pessoas demonstrando ansiedade com minhas palavras, com expectativas sobre mim fez eu perceber que era o centro da atenção naquele momento, competindo só com a cabeça que o garoto trouxe. Rapidamente sinto meu rosto ficar mais quente e torcia para que os que estavam ali não percebessem meu rosto avermelhado. Depois de algumas dicas e palavras de precaução das pessoas, com ênfase na parte que falavam que tanto eu quanto a mulher corríamos risco de vida indo naquela jornada em busca do Kidd, ando em direção a porta, mas antes de sair eu dou um leve tapa com as duas mãos ao mesmo tempo em cada bochecha, como num ritual para tomar coragem, e viro para os tristes homens que deixava para trás:

- Obrigado por dividirem as suas histórias comigo, eu acho que não voltarei mais aqui, mas espero que a morte do Kidd apazigue um pouco seus corações. Até lá esperem aqui. - E dou um sorriso antes de dar as costas completamente e ir na direção da garota.

Parando para pensar, aquela garota era uma incógnita, eu não sabia nada dela, nem ao menos seu nome eu perguntei antes de sugerir ir junto dela nessa jornada. Ela não sabe nada de mim também e mesmo assim me tratou com gentileza no bar e me parou antes que eu matasse um inocente. Estendo a mão para frente para pegar na manga do seu ombro e pará-la para fazer tais perguntas, mas me retenho. Eu ficava nervoso só de ficar ao seu lado, imagine falar com ela, teria que ficar para uma hora mais oportuna. Só não sabia que tal hora chegaria tão rápido.

Enquanto andávamos na direção do porto, calafrios percorriam meu corpo, o frio que fazia começava a me convencer cada vez mais que minhas roupas não eram tão adequadas assim para aquele lugar. Ao chegarmos na cabana vejo que ela era mais repulsiva do que eu pensava, mas quer saber? Preferia aquela cabana 10.000 vezes do que o santuário que saí. Escuto a repulsa da minha nova parceira e respondo indiferente:

- Se você visse o lugar de onde saí você acharia isso aqui um hotel 5 estrelas. - No momento que aquelas palavras terminaram de sair da minha boca eu usei as duas mãos para fechá-la. Nervoso, olharia para a garota temendo sua reprovação. Decido dar uma afastada com receio da reação dela e paro na porta da cabana. O céu já ia escurecer e tínhamos que decidir o que faríamos. Mesmo se ela não tenha reprovado o que eu falara antes, iria com cautela para não abusar da sorte:

- Desculpe por antes, não sou tão acostumado assim a falar com as pessoas. De… Deixe me tentar recomeçar. Qual é o seu nome bela dama?

“Aaaaaaaaah, pra quê babá-la tanto assim moleque já que logo logo conseguirei matá-la? Esta puta acha que esquecerei da pancada que deu em nossa barriga?” Irritado só de lembrar o ocorrido eu retruco “Do que está falando maldito, tomei a pancada de graça por causa dos teus atos e nem por isso estou reclamando, agora fique queto”. Inesperadamente ele me obedece e sinto-o desaparecer aos poucos, ele parecia bem submisso nesse tempo, parece até com uma criança que fica quieta enquanto arquiteta travessuras.

Com o nome dela em mente (ou não) decido perguntá-la sua preferência:

- O que gostaria de fazer? O céu está começando a escurecer, quer ir atrás do Kidd a noite ou prefere descansar para ir ao seu encontro amanhã de manhã? Lhe digo que minha preferência é pela espera, não gosto muito desta parte, mas seria bom nos conhecermos melhor já que temporariamente seremos parceiros.

- Eu não tenho muita coragem para falar com pessoas, sou tímido até demais, só que quando deposito confiança em uma, quando a acho nobre, superada a barreira das primeiras palavras, consigo me comunicar normalmente.

Torceria para que a sua preferência fosse a mesma que a minha, queria conhecê-la melhor e aproveitaria para sanar o máximo de dúvidas possíveis: saber quem da sua família foi morto ou raptado por aquele canalha e saber onde tinha aprendido a lutar e se portar tão bem, sua história de vida de uma maneira geral. Então, quando terminasse eu começaria com as desculpas:

- Desculpe-me por ter atacado aquele homem e a você na cabana. Para falar a verdade isso é novo para mim. Não sei se você vai acreditar, mas eu escuto uma voz rancorosa e maligna em minha mente. Ela fala geralmente em matar, matar e matar. Ela até lhe ameaçou momentos antes, falando que iria te matar por ter dado uma pancada em “nosso” estômago. Não sei quais são os motivos para ele dominar meu corpo, mas senti que quando as luzes da taverna foram acesas ele foi forçado a me ceder o controle. Eu não entendi como funciona, mas acho que devo dormir longe das pessoas, se eu não me controlar e matar alguém… Não, nem quero pensar nisso.

Antes de dar as costas e ir procurar um lugar para dormir eu viraria e falaria:

- Por favor, fale com o amigo do velhote sem braço e diga que iremos amanhã ao encontro do Kidd. Estarei aqui de manhã, este maldito não escapará.

Com as devidas explicações dadas eu iria procurar um lugar confortável pela praia onde não tivesse pessoas por perto para tirar um cochilo. Não consigo ter um sono profundo, mas tentaria mesmo assim, de manhã enfrentaria um perigo que jamais encarei na vida. Obviamente descansaria longe da maré para não me molhar enquanto durmo e me aninharia no meu casaco para enfrentar o frio da noite. Dentro ele estaria a adaga que comprei com o dinheiro dos guardas, único bem de valor que carrego. Não sei o motivo, mas acho que aquilo ainda me trará problemas futuramente...

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MensagemAssunto: Re: Só vejo corpos...   Só vejo corpos... EmptySeg 23 Maio 2016, 16:26


     

 Só vejo corpos... 

" - Meu nome é May e qual é o seu mesmo?" Dizia a garota, com uma cara de novo o local incomodava bastante a mulher. Em seguida dizia sua preferência em esperar o amanhecer, explicava um pouco sobre sua personalidade. " - Você é estranho e não fique bravo pela pancada poderia ter sido bem pior. Antes vamos procurar o velho para nos encontrarmos em frente ao navio de manhã." dizia May com um pequeno sorriso desconfortável no rosto. Andaram por um tempo a garota foi perguntando até encontrar o velho chamado Jeremias e seu barco " Gaivota Azul "


Uma grande gaivota de madeira, esculpida na proa, sobre um lance de taboas pintadas de azul que circundam todo a embarcação, parece observar desconfiada o céu sobre o porto. Na lateral o nome do barco gravado a fogo: " Gaivota Azul" Os cômodos são simples, porém aconchegantes. " - Esse é o barco de nossa viagem, nos encontramos aqui na frente." Jeremias parece não se importar muito com a situação. " - Bom já que está combinado vou para a cabana, vi umas toalha por lá averiguá a situação delas e se tiver condições para uso, vou tomar um banho para tirar o peso do corpo e descansar, também seria bem ruim ir atrás de Kidd ainda sinto um pouco o efeito do vinho."

Agora vocês se separavam por um instante, May seguia para a cabana enquanto você procurava um local afastado para dormir. O vento está bem mais forte agora e nuvens ameaçadoras se aproximam rapidamente. Ao longe, observa-se um costão rochoso no qual erguem as ruínas de uma velha fortificação de vigia. Logo começa a cair muita chuva e ali parece o único local com abrigo, além da cabana onde se encontra May. Raios e trovões ameaçadores cortam o ar, tornando a navegação arriscada, talvez esperar até amanhecer tenha sido a melhor ideia tomada até o momento. Você corre para o local que aparentemente parece seguro e tem uma surpresa, a tochas acesas iluminando o local. Está em um lugar aparentemente vazio e empoeirado, nota que de fato parece que foi abandonado a  décadas, não deveria ter tochas acesa então você ouve uma voz. " - Ei o que faz aqui? Eu achei esse lugar primeiro!"

Aparentemente parece um garoto, sua roupa suja, parece ser um pouco grande para ele, nota sujeira em seu rosto. Está com uma feição um pouco séria mais não é isso que te chama atenção e sim o fato de vários machucados parece que ele tomou um surra. Uma surra bem dada, quando ele levanta o braço para apontar para você a manga escorrega para baixo e pode ver bandagens sobre seu braço. O que fará agora, a  chuva está cada vez mais forte, você ouve os Raios e Trovões.

Estranho gaoroto:
 

Jeremias:
 


OFF:
 

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MensagemAssunto: Re: Só vejo corpos...   Só vejo corpos... EmptySeg 23 Maio 2016, 23:44

O nome dela é May… Um nome lindo para uma garota linda. Depois de tudo o que rolou a pergunta que ela fez me soou muito sensata. Foram tantos problemas que nem pude me apresentar adequadamente. Virei para tentar responder olhando para seus olhos, mas não consegui encará-la, então olhando para o chão responto:

- M… Meu nome é Jeel, prazer em conhecê-la e obrigado por ter me parado no bar. - Depois disso ela me diz para não ficar irritado pela pancada e seguimos em busca do velho que nos levaria para o nosso Kidd e sua corja de bandidos a quem ele se dirige como tripulação. Depois de certo tempo andando, achamos o velho, que por um mau gosto tremendo dos pais, na minha opinião, se chamava Jeremias e seu barco, intitulado “Gaivota Azul”. Era um barco simples, mas devo admitir que tinha o seu charme.

Para a minha sorte, May pensava o mesmo que eu e decidimos nos abrigarmos por hora para que de manhã fossemos ao encontro daquele maldito patife que transformava a vida das pessoas da ilha um inferno. Por questão de educação e de segurança, decido que é melhor não dormir ao mesmo lado que a garota, já que não sei quando Lived pode assumir meu corpo. “Falou de mim bundão? Mihahahaha" “Pronto, já basta, só foi falar, volte lá pro fundo.” E mais uma vez, ele volta a se calar.

Andei alguns vários metros pela orla a procura de um lugar para me abrigar enquanto o tempo parecia se agitar ao meu redor. Infelizmente a tempestade caiu antes que eu encontrasse algum lugar para dormir, então corro o mais rápido que posso para encontrar um lugar no mínimo seco para dormir. No meio da chuva encontro uma fortificação abandonada que decido investigar, já que não tinha nenhum outro lugar próximo que serviria para me abrigar. Ao entrar percebo que há algo estranho, mesmo com a chuva castigando o seu teto, o local estava quente e era iluminado como se alguém vivesse ali.

“- Ei o que faz aqui? Eu achei esse lugar primeiro!” - Falava um garotinho maltrapilho que parecia usar aquilo como lar. Eu sento no chão aliviado, pensei que um bandido ou ladrão usava aquele lugar como esconderijo. Percebo que ele está com ferimentos por todo o corpo e com curativos na maioria dos que sou capaz de ver.

- O que faz aqui garotinho? Onde está sua família? - Depois de escutar sua resposta eu sentaria embaixo de um dos candelabros e falaria:

- Ficarei aqui só por esta noite. Não tem como eu sair agora. Ouça a tempestade. Apenas durma que ao amanhecer eu partirei. Não farei nada com você. Quero apenas descansar.

Mesmo que fosse só um garoto, eu dormiria alerta, já vi moleques mais novos que ele executar atos de extrema barbárie que nem alguns dos adultos mais sanguinários cometeria sem tremer um pouco nas bases. Ao amanhecer eu sairia do abrigo e iria ao encontro da May e do barco que nos levariam à desforra com o Kidd. Ao ver a linda garota que me acompanharia a uma aventura que possivelmente poderia nos matar, eu lhe daria bom dia e entraria no “Gaivota Azul” e escolheria um quarto para me concentrar para a batalha que estaria por vir.

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