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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 I - Orgulho, Ira e Luxúria. Emergem os Arautos do Pecado!

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: I - Orgulho, Ira e Luxúria. Emergem os Arautos do Pecado!   I - Orgulho, Ira e Luxúria. Emergem os Arautos do Pecado! EmptyTer 03 Maio 2016, 02:09

I - Orgulho, Ira e Luxúria. Emergem os Arautos do Pecado!

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) civis Lia Lefay, Lótus Maeve e Elizabeth "de" Dawn . A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: I - Orgulho, Ira e Luxúria. Emergem os Arautos do Pecado!   I - Orgulho, Ira e Luxúria. Emergem os Arautos do Pecado! EmptySab 07 Maio 2016, 17:45

As Irmãs do Pecado
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Going to Hell


Elizabeth "de" Dawn, "A Raposa", andava feliz pelas ruas de Dawn, o tempo que havia combinado com suas irmãs havia finalmente terminado. Embora feliz, aquele dia recordava a jovem mink de um dia trágico na sua vida. A imagem de seus pais adotivos mortos mais a visão de Lótus, que sempre fora forte em todos os sentidos, a chorar fazia com que Elizabeth pensasse cada vez mais no quanto queria ver novamente as suas irmãs.
"Finalmente! Após tanto tempo, irei voltar a ver-las! Quer dizer... Foram apenas uns dias, Dawn... Não foi um ano nem nada que se pareça. Maaaas.... Família é Família, então vamos concluir a lista de tarefas de hoje antes de as encontrarmos! Huummmm.... Beber, comer e cantar? Parece aceitável... Mas... uma princesa como eu não pode andar desprotegida, então.. Talvez comprar uma arma?" Narcisista? Sim, mas Elizabeth sempre fora criada como o centro das atenções, logo seria de esperar que ela tivesse este tipo de pensamentos.
Sempre que Elizabeth passasse por uma pessoa atraente sozinha, seja mulher ou homem, ela aproximar-se-ia da pessoa fingindo chorar com a cabeça baixa e chocando contra ela e diria - Peço desculpa... Eu só... - fingiria um soluço de choro - Peço imensa desculpa... Descobri uma coisa horrível sobre a pessoa que eu amo, ou pelo menos, amava... Só preciso de a esquecer. Você me ajudaria com isso, certo? - diria Elizabeth ainda fingindo ser uma rapariga fraca emocionalmente, fazendo "olhos de gatinho". Caso a resposta seja positiva, Elizabeth diria para eles irem para uma taverna; caso a resposta seja negativa, apenas continuaria a sua busca por uma taverna. Assim que chegasse numa taverna, Elizabeth pediria uma garrafa de vinho tinto e perguntaria se naquele estabelecimento existia algum músico ou algo parecido.
Se por outro lado, Elizabeth não encontrasse uma taverna, começaria à procura de uma loja, para que nela encontrasse armas para conseguir se defender no caso de algum imprevisto. Tanto na taverna como na loja, Elizabeth manteria os seus sentidos atentos, principalmente a sua audição, caso escute algo de interessante sobre a "Rainha" ou sobre "A Ruiva"

Thanks for @Lovatic, Cupcake Graphics




Citação :
Histórico


Nome da Personagem:
Elizabeth "de" Dawn
Nº de Posts: 1
Álcool: (01/15)
Nº de vítimas: 0
Nº de brinquedos:
Ganhos: -X-
Perdas: -X-
Personagens: Lótus Maeve - irmã adotiva
Lia Lefay - irmã adotiva
Coments Extras: N/A

Citação :

Objetivos
[ ]Aprender a perícia "Instrumentos Musicais"
[ ]Aprender a perícia "Doma"
[ ]Encontrar Lia
[ ]Encontrar Lótus
[ ]Comprar adagas
[ ]Comprar bebidas (vinho)
[ ]"Brincar"

Olhos de gatinho:
 

Ninon:
 



____________________________________________________

~Fala~
~Pensamento~

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Sabe por que caímos?
Para aprendermos a levantar.



Última edição por Cubo Nito em Sab 07 Maio 2016, 21:50, editado 1 vez(es)
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Kerigus
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MensagemAssunto: Re: I - Orgulho, Ira e Luxúria. Emergem os Arautos do Pecado!   I - Orgulho, Ira e Luxúria. Emergem os Arautos do Pecado! EmptySab 07 Maio 2016, 18:35



You can feel it, but you're ignoring. It creeps up on you, without a warning
Aprendizado!


Tudo tinha acontecido muito rápido, meus pais haviam morrido e eu e minhas irmãs imediatamente nos separamos, aquele era um momento diferente pra mim, sempre tive a companhia delas e estar distante me fazia ficar preocupada com elas mesmo sabendo que elas sabem se cuidar muito bem. Mas nossos planos eram claros e todas concordamos com Lia quanto a nos separarmos treinarmos um pouco e buscarmos nossa vingança perante o mundo juntas, fazer o mundo conhecer do que as 3 irmãs eram capazes.

Primeiramente procuraria algum local para comprar cigarros e fósforos. Encontrando o local diria. – Olá, quero um maço de cigarros e uma caixa de fósforos. – Após receber o meu pedido pagaria, caso seja um preço justo, agradeceria e seguiria meu caminho a procura de um local para aprender algumas coisas.

Ainda estava um pouco mal com o ocorrido, mas sabia que não devia me deixar abater, pois minhas irmãs contavam comigo, e afinal se alguma delas se machucar a única que sabe fazer um curativo sou eu. Agora era hora de melhorar minhas habilidades médicas antes de seguir com nossos planos, então procuraria alguma clinica ou local em que eu possa aprender Cirurgia e Diagnose. Chegando no local procuraria alguém que esteja na recepção ou alguém que possa me dar as informações necessárias. – Olá, gostaria de aprender Cirurgia e Diagnose, existe alguém aqui que possa me ensinar? Eu tenho alguma noção de medicina já, então posso ajudar em algo em troca de aula sobre o que eu quero aprender. – Diria tranquila e coçando a cabeça com a mão direita, mantendo sempre meus ouvidos abertos para o que estiver acontecendo em minha volta, mas minha mente estaria focada em não arranjar confusão pelo menos até encontrar minhas irmãs.


Thak's for@Lovatic, on CG


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Ninon
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Ninon

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MensagemAssunto: Re: I - Orgulho, Ira e Luxúria. Emergem os Arautos do Pecado!   I - Orgulho, Ira e Luxúria. Emergem os Arautos do Pecado! EmptySab 14 Maio 2016, 19:32



Uma Bela Manhã



Elizabeth caminha pelas ruas de Porto Branco, a grande cidade de Dawn Island. A mente da raposa encontra-se enevoada, repleta de pensamentos, sentimentos e emoções melancólicas. Mas apesar de tudo, ela consegue forças para seguir adiante e se mostra ansiosa para que chegue logo o momento, de se reencontrar com suas duas irmãs.

O dia está lindo, o sol brilha com intensidade no alto daquele céu limpo, de cor azul ciano. O clima, bastante agradável, nem frio e nem calor, facilita bastante a caminhada de Elizabeth. A raposa observa que as ruas da cidade, não estão nenhum pouco movimentadas, o que traz a sensação de paz e tranquilidade para o ambiente. A jovem pode ver uma grande muralha não tão distante, ao redor da cidade em que está. As casas, todas bem feitas, algumas grandes e outras medianas, revelam que Elizabeth está em um bairro nobre.

Ao cantarolar de alguns pássaros, Elizabeth avista uma pessoa, aproximando-se à passos lentos, e seguindo rumo ao sentindo oposto da rua. É difícil identificar se tal pessoa é um homem ou uma mulher, seu rosto traz uma beleza natural e bastante enigmática. Seu cabelo vermelho possui um brilho chamativo, que se destaca ainda mais com os raios solares, assim como seus olhos amarelos, que cintilam com a iluminação do ambiente. Suas vestimentas então, nem se falam, parecem mais um conjunto de peças muito caras, o que indica que aquela pessoa deve pertencer à alguma família nobre.

Tudo aquilo aparenta uma oportunidade perfeita para Elizabeth, que se aproxima daquela pessoa, com a cabeça baixa e fingindo chorar, choca-se com o ser, não demorando à se manifestar, em uma voz dramática.

- Peço desculpa... Eu só... - A raposa começa à fingir soluçar, um soluço típico de choros. Mediante à isto, a pessoa ruiva observa a jovem com atenção, mantendo um olhar difícil de se decifrar. - Peço imensa desculpa... Descobri uma coisa horrível sobre a pessoa que eu amo, ou pelo menos, amava... Só preciso de a esquecer. Você me ajudaria com isso, certo? -

Aquela pessoa, sorri sutilmente para Elizabeth, e à observa em silencio por mais alguns poucos instantes. Ele(a) então abraça Elizabeth, aproximando-a de seu tronco e a cobrindo com seus braços. Estando tão próxima, Elizabeth pode sentir um perfume bastante suave e agradável, e também nota que aquela pessoa é bem maior que ela, tendo algo por volta do tamanho de suas duas irmãs, porém, também percebe a ausência de seios, ou talvez sejam pequenos demais.

- Não chore... - Diz aquela pessoa, em voz baixa, com um toque de serenidade e gentileza nas palavras.

É difícil dizer se é uma mulher ou homem pela voz também, pois, aquela pessoa possui uma voz bem melodiosa, que é tão suave, tranquila, bela e doce, que até mesmo a voz de Elizabeth, que é uma voz bastante bonita, parece apenas mais uma voz qualquer, quando próxima daquela pessoa.

Após tal pessoa soltar Elizabeth, daquele reconfortante abraço, a raposa sugere que ambos sigam para uma taverna. Mas aquela pessoa, não deixa de expor seu ponto de vista.

- Não irás encontrar nenhuma taverna nesta decadente cidade... Mas permita-me acompanha-la, para um lugar similar. - Fala, ainda com sua voz serena.

E assim, seguem por aquelas tranquilas ruas, sendo protegidos do sol com frequência, graças as sombras, geradas pelas árvores presentes nos diversos jardins. Volte e meia uma leve brisa bate pela região, balançando os fios de cabelo de Elizabeth e daquela elegante pessoa que lhe acompanha, além de levantar bastantes folhas, que planam pela rua.

Eis que chegam ao destino, uma construção de madeira, grande e com uma porta simples de entrada. A pessoa que guiou Elizabeth até ali, permite que ela entre primeiro, e adentra logo em seguida. O estabelecimento, por dentro, lembra muito à uma taverna, porém, é bem menor que uma, mais calmo e bem decorado. Há bastantes objetos de valor expostos, e não há movimentação, pois, das três mesas ali presentes, todas estão vazias. Apesar disto, há um indivíduo atrás do balcão, um jovem rapaz, de cabelo preto curto e trajando roupa de barman, ele se surpreende com a chegada de Elizabeth.

- Bem Vindos. - Diz ele, imediatamente.

Elizabeth é a primeira à se manifestar, aproximando-se e pedindo uma garrafa de vinho tinto, enquanto pergunta se há algum músico por ali. Não demora à surgir uma resposta.

- Como pode ver, este meu estabelecimento é um local mais calmo, humilde e reservado, então não. -

Enquanto responde, o jovem já pega, com bastante agilidade, uma garrafa verde do vinho requisitado, e entrega para Elizabeth. Ao mesmo tempo, a pessoa ruiva que trouxe Elizabeth ali, se encaminha até uma das mesas, e puxa uma cadeira para Elizabeth sentar-se.

- Nos tempos de outrora, me encantei por muitas formas artísticas... Dentre elas, a música de um modo geral. Assim como o lindo som, que um violino é capaz de produzir. -

Antes que Elizabeth possa dizer algo, aquela pessoa continua à falar.

- Quer que eu lhe ensine à tocar? Acredito que você tenha interesse em aprender. - Pergunta, lançando uma afirmativa logo em seguida.

Ele(a), sustenta um olhar enigmático, e o mais estranho, é que de alguma maneira, aquela pessoa sabe do desejo de Elizabeth, em aprender à tocar instrumentos... Ou pelo menos, é o que transmite em suas palavras. Visto de outro ângulo, é algo até que bem bizarro. Quais mistérios aquele ser esconde? E qual será a reação e ação de Elizabeth perante tal situação? Irá ela, aceitar a oferta, ou não? Não percam.


Pessoa Ruiva:
 

Abraço:
 

Estabelecimento:
 

Off:
 

Histórico:
 



Fumaça?



O sol brilha com bastante intensidade, no entanto, o clima encontra-se bem agradável, nem calor e nem frio. É uma bela manhã de fato, e, Lótus Maeve, caminha pelo Vilarejo de Frushin. Sua mente obviamente está pensando em suas irmãs, e apesar de estar preocupada com elas, não hesita em seguir com o plano, que foi criado por Lia, a irmã mais velha.

O vilarejo está bem calmo, a maioria das pessoas ainda se encontram em suas casas, exceto os trabalhadores, que cuidam das plantações e do gado, além é claro, dos pescadores, que agora já se encontram no litoral da ilha. Ainda assim, Lótus vê uma pessoa ou outra pelas ruas, a maioria idosos, e também algumas crianças correndo e brincando, bastante animadas. Dentre as crianças, uma cena chama atenção, três garotinhas pequenas, brincando em um pequeno parque no centro da ilha.

Não longe dali, avista uma pequena barraca, ao qual se encaminha... Após aproximar-se, nota um velho todo enrugado e calvo, cuidando da barraca.

– Olá, quero um maço de cigarros e uma caixa de fósforos. –

O velho, lentamente, pega o maço e a caixa de fósforos, e tremulante, entrega para Lótus. Sua voz soa bastante rouca, além de haverem algumas pausas bem desnecessárias.

- Aqui está... Mas... Fumar não faz bem, jovenzinha. São quinze mil. -

Apesar disto, Lótus agradece e paga os quinze mil berries. Em seguida, prossegue com seu caminho, em busca de alguma instalação médica. Porém, a vila, composta por diversas casas de madeira, bem simples e em sua grande maioria de um andar, não parece possuir nada do gênero. Lótus até ronda o vilarejo todo umas três vezes, e após muito procurar, a única coisa que consegue encontrar, é uma espécie de curandeiro, tratando de algumas pessoas ao ar livre, em frente à uma cabana, que talvez seja sua residência, ou não.

É um sujeito alto, de pele clara, cabelo branco bem cheio e comprido, e algumas marcas tribais em sua face, além de olhos amarelos, que chamam atenção. Ele parece estar acabando de tratar de seu último paciente, e percebe a aproximação de Lótus.

– Olá, gostaria de aprender Cirurgia e Diagnose, existe alguém aqui que possa me ensinar? Eu tenho alguma noção de medicina já, então posso ajudar em algo em troca de aula sobre o que eu quero aprender. –

O sujeito fica em silêncio, apenas observando-a, com uma face nenhum pouco amigável.

- Não posso ajudar. - Diz ele, sendo bem direto e áspero nas palavras, já dando as costas para Lótus.

Mas algo ocorre, o fazendo retroceder. Um alto estrondo, que também chama a atenção de Lótus. Estrondo que lembra ao som de uma explosão, ou algo do gênero. De qualquer forma, tal som vem do centro do vilarejo, sendo que, estão poucas ruas de distância do local. Nota-se uma fumaça cinza subindo, talvez algo esteja pegando fogo.

O olhar daquele curandeiro fica diferente, está bem sério e intimidador, de sobrancelhas franzidas, ele não perde tempo, e se encaminha imediatamente rumo ao local, movendo-se à passos acelerados. Algumas outras pessoas, que estão na rua, também vão verificar o que está havendo. Apesar de tudo, Lótus ainda pode considerar se vai ou não ao local. Talvez suas habilidades médicas possam ser úteis, caso aja alguém ferido por lá, porém, talvez seja melhorar não se envolver em perigos. Independente da decisão de Lótus, a fumaça fica cada vez mais densa, o que vai atraindo cada vez mais pessoas ao local. O que Lótus fará?


Curandeiro:
 

Off:
 

Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: I - Orgulho, Ira e Luxúria. Emergem os Arautos do Pecado!   I - Orgulho, Ira e Luxúria. Emergem os Arautos do Pecado! EmptyTer 17 Maio 2016, 15:19

As Irmãs do Pecado
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Going to Hell


Aquela pessoa que Elizabeth havia encontrado, era de facto intrigante. Sem saber como, Elizabeth sentiu-se melhor com o abraço daquela pessoa, mesmo que a sua tristeza fosse falsa.
“Esta mulher é tão… Tão amável! Mesmo que não estivesse triste, ela conseguiu acalmar-me… Acho que é a primeira vez que conheço alguém tão simpático… E a sua voz é tipo: UAU! Se eu não soubesse que sou maravilhosa, eu estaria com inveja da sua voz… Este vai ser um bom brinquedo.”
Por momentos, Eliza ficou triste ao pensar que não iria aprender a tocar nenhum instrumento musical. Algumas lágrimas, realmente sentidas, quase escorriam pelo seu rosto, mas aquela pessoa voluntariou-se para ensinar Elizabeth o básico sobre a música.
- Nos tempos de outrora, me encantei por muitas formas artísticas... Dentre elas, a música de um modo geral. Assim como o lindo som, que um violino é capaz de produzir. Quer que eu lhe ensine à tocar? Acredito que você tenha interesse em aprender.


~Aprendizado de Instrumentos Musicais~


- Eu… Eu ficaria muito feliz. – disse Elizabeth com um pequeno sorriso.
- Bem, antes de começarmos, poderia me dizer o que é a música? – perguntou aquela pessoa enquanto fazia um sinal para o barman.
- Eu sempre gostei da música… - disse Elizabeth num tom pensativo – Quando eu entrei em contacto com ela pela primeira vez, senti uma pequena chama dentro de mim. Não doía, pelo contrário, fazia-me sentir bem. Então respondendo à sua pergunta, acho que a música é algo que transmite emoções para as pessoas.
- Sim e não. – disse ele(a) assim que o barman entregou-lhe um violino – A música é algo que realmente transmite emoções, contudo, a música é organizada. É a harmonia de melodias, ritmo e notas que juntas transmitem essas emoções.
- Poderia explicar um pouco mais? Acho que ainda não entendi. – disse Elizabeth.
- Escute esta melodia com atenção e diga o que sente. – Disse ela(e) enquanto começava a tocar no violino uma música lenta, com notas mais graves.
- Tristeza. – disse Elizabeth.
- E esta? – perguntou enquanto começava a tocar uma música com um ritmo mais rápido e notas mais agudas.
- Parece-me uma música mais feliz. – disse Elizabeth abanando ligeiramente a cauda.
- Está a começar a entender. – disse o(a) violinista com um sorriso – Como disse antes, poderei ensinar como tocar música com um violino, mas se conseguir aprender o básico do violino, poderá tocar qualquer instrumento musical, afinal, música será sempre música.
- HIHIHI – riu-se Elizabeth de forma provocadora – Trate bem de mim…
- Por que não tenta tocar o violino? – sugeriu aquela pessoa.
- Mas eu não sei tocar… Qual seria o benefício? – perguntou Elizabeth.
- Muito na realidade. Você ficaria mais acostumada com o instrumento e veria quais as dificuldades que mais tem para, assim, conseguir melhorar.
- Nesse caso, tentarei. – disse a mink enquanto se aproximava do(a) violinista.
Assim que se aproximou, o(a) violinista deu-lhe o violino, e colocando-se por de trás de Eliza, o(a) musicista “moldou” o corpo de Elizabeth até adquirir uma posição mais correta para segurar o violino. Quando ele(a) acenou com a cabeça para Eliza, esta tentou tocar algumas notas musicais, mas como não tinha experiencia nenhuma, obviamente não saíram notas decentes.
- OOOwwww…. – choramigou Elizabeth – Deveria forcar-me no canto, tocar instrumentos é difícil… Mas a Lótus ficaria feliz em saber que eu aprendi algo útil neste pequeno espaço de tempo. Sim! Vou dar o meu melhor!
- Fico feliz em saber que não vai desistir tão facilmente, mas deixe-me mostrar como deve se mexer. – disse o(a) violinista encostando-se em Elizabeth. – Você segura bem o arco e no corpo deste instrumento delicado, mas deve manusear o arco e prender as cordas com suavidade. As usa mãos são delicadas, então conseguirá criar musica linda com elas.
- Certo! Mãos delicados de uma princesa devem tocar nas coisas de forma delicada… - sussurrou Elizabeth para si mesma.
- A força que você deve exercer nas cordas e no arco irão provocar notas únicas, então, em determinados momentos, terá de fazer alguma força. Desta forma. – explicou a(o) violinista “usando” o corpo de Elizabeth para tocar um simples acorde no violino.
- Isso foi diferente. – disse Eliza boquiaberta.
- Foi um acorde. – explicou o(a) violinista – Por vezes, é necessário que mais de uma nota seja tocada. Para tal, é necessário que as notas sejam tocadas quase que em simultâneo. Isto é válido para a maioria dos instrumentos.
- Entendo. – disse Elizabeth – Posso tentar mais uma vez sozinha?
- Claro. – disse o(a) violinista com  com sorriso.
Assim que a o violinista largou Elizabeth, esta tentou alguns acordes seguindo as indicações que recebia. Em pouco tempo, Eliza já começava a misturar alguns acordes e misturava ritmos enquanto cantava.
- Parece que você aprende depressa, mas vamos com calma, okay? – disse a(o) violinista.
- Peço desculpa… Acho que me empolguei um pouco. – desculpou-se Elizabeth ligeiramente corada.
- Ao contrário que muitos pensam, não são só os instrumentos de percussão que criam ritmos. Qualquer coisa cria um ritmo, afinal, o ritmo é a duração de silêncios e sons gerados. Uma música mais lenta terá um ritmo com menos batidas por minuto, ou bpm para abreviar. Essas variações de ritmos têm nomes, mas apenas irei citar os mais usados: o “Adagio” que é Suave, vagaroso e imponente, tem de 55bpm a 65bpm; “Andante” é um ritmo agradável e compassado, tem de 75bpm a 100bpm; o “Allegro” é ligeiro e alegre, de 120bpm a 160bpm ; e o “Presto” é extremamente rápido, com uma variação de 180bpm a 200bpm.
- Então, na maioria das vezes, uma música mais alegre tem um ritmo mais rápido como o “Allegro” e o “Presto”? – perguntou a mink.
- Exato. Então, acha que já sabe o básico da música? – perguntou o(a) musicista.
- Acho que sim! Se souber o básico da música, poderei tocar qualquer instrumento! – disse Eliza com um sorriso.
- Se treinar corretamente com os instrumentos será realmente uma grande artista. Mas lembre-se que deve usar os instrumentos como uma extensão do seu corpo, descobrir como ele funciona e como deve se adaptar para usá-lo corretamente. Para saber como tocar um instrumento, você e ele devem ser como a música. Têm de estar em sintonia. – disse o(a) musicista enquanto entregava o violino para o barman.


~Fim do Aprendizado~


Após aquela pequena sessão de aprendizagem, Elizabeth sentia-se feliz, um pequeno sorriso estava presente em seu rosto. Agora Elizabeth sabia um pouco mais sobre música e os seus instrumentos. Elizabeth nunca havia pensado muito bem de onde viam os seus falsos sentimentos, mas aquela pessoa, aquela tão amável pessoa fez com que ela descobrisse de onde vinham. Parte dos falsos sentimentos que Elizabeth tinha, eram realmente sentidos, mas não pelos motivos que ela apresentava. No fundo, aquela pessoa a quem Elizabeth se referia era a sua família. No dia da perda dos seus pais, separou-se de suas irmãs, o que deixou em si um vazio. Mas agora, a mink poderia voltar a encher o seu vazio com aquele ser.
- Agradeço muito pelo que está a fazer por mim… Graças a você, eu me sinto muito melhor. - diria Elizabeth enquanto se sentava após colocar a garrafa em cima da mesa. – Você é realmente uma pessoa muito simpática. – diria Elizabeth com um sorriso em seu rosto enquanto olhava nos olhos daquela pessoa.
Caso aquela pessoa pergunte para a mink o seu nome, Eliza responderia com um sorriso – Elizabeth “de” Dawn. E você?
Caso aquela pessoa já se tivesse apresentado, Eliza obviamente não iria perguntar o seu nome; Caso a pessoa não diga o seu nome, Elizabeth não faria muito caso, afinal sabia que a pessoa poderia se sentir pouco à vontade.
- Este vinho… É bom?- diria Elizabeth para quebrar um possível silêncio constrangedor – Digo... Você costuma vir muitas vezes neste… neste estabelecimento, certo? - esperaria uma resposta para então continuar - Ele é muito bonito e acolhedor. – lembrando que Elizabeth não tentaria abrir o vinho, afinal, não sabia como o fazer. Mas caso o(a) musicista  perguntasse se Elizabeth gostaria de abrir o vinho, Elizabeth diria um pouco corada – Eu nunca abri garrafas de vinho, tive sempre quem o fizesse por mim…
Caso a pessoa colocasse em hipótese ajudar Eliza a abrir a garrafa, esta balançaria a cabeça na vertical, ligeiramente corada.


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[X]Aprender a perícia "Instrumentos Musicais"
[ ]Aprender a perícia "Doma"
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MensagemAssunto: Re: I - Orgulho, Ira e Luxúria. Emergem os Arautos do Pecado!   I - Orgulho, Ira e Luxúria. Emergem os Arautos do Pecado! EmptyTer 17 Maio 2016, 18:34



You can feel it, but you're ignoring. It creeps up on you, without a warning
Explosão!!!



Frushin não tinha nada, era uma vila inútil no meio de Dawn Island, mas lá estava eu atrás de algum medico para me ensinar algumas coisas, e é claro estava à procura de cigarros, os cigarros foram fáceis de conseguir, o velho que me vendeu quis dar uma de pessoa boazinha comigo dizendo que os cigarros fazem mal para minha saúde, mas do jeito que ele tremia e era lento ele devia fuma muito para chega naquele estado, por fim encontrei uma tenda de um curandeiro naquele fim de mundo. Com toda a calma e tranquilidade que eu normalmente não tinha perguntei se havia alguém para me dar umas aulas de cirurgia e diagnose, depois de me analisar um pouco o curandeiro simplesmente responde que não pode me ajudar. Aquilo já começou a me estressar, mas ainda tinha um pouco de calma guardada.

- Ah... – Antes que eu conseguisse falar alguma coisa, uma explosão me corta e ao longe uma fumaça começa a subir, a expressão do homem muda na hora, ele fica sério e focado e sai rapidamente na direção do som, parecendo me ignorar completamente. Aquilo me deu uma ideia e eu rapidamente me colocaria ao lado do curandeiro o mais rápido possível e diria.

- Então... eu posso te ajudar com os feridos se tu me ajudar com o que eu quero, o que acha de uma troca como essa? – Diria com um sorriso no rosto. Caso o homem me ignore ou negue minha proposta diria. – Bem eu não me importo com essas pessoas mesmo... – E o seguiria até o local, mas ficaria somente observando, tanto o curandeiro como as pessoas na volta e tentaria ouvir algo interessante sobre o ocorrido.

Caso ele pergunte por que eu quero aprender aquelas coisas, eu diria: - Bem, eu só me importo com 2 pessoas neste mundo, e são minhas duas irmãs, e como de nós 3 sou a única que sabe alguma coisa de medicina, acho que quanto mais eu souber melhor para quando elas precisarem de mim... – Diria coçando a cabeça de forma pensativa, aquela pergunta me fez pensar em como Lia e Eliza estavam, talvez seja melhor eu acabar logo com aquilo e ir ao encontro delas. Caso ele concorde com minha proposta iria para local do ocorrido para saber o que aconteceu.


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MensagemAssunto: Re: I - Orgulho, Ira e Luxúria. Emergem os Arautos do Pecado!   I - Orgulho, Ira e Luxúria. Emergem os Arautos do Pecado! EmptyQui 19 Maio 2016, 20:07



Dialogando



Após receber aquele monte de instruções e ensinamentos, Elizabeth aparenta ter aprendido um pouco mais de como tocar instrumentos musicais, e isto claramente lhe deixa feliz. Além disto, muitos sentimentos afloram em seu interior, conseguindo conhecer um pouco mais de si mesma.

- Agradeço muito pelo que está a fazer por mim… Graças a você, eu me sinto muito melhor. - É o que Elizabeth diz, voltando-se para aquela pessoa ruiva.

- Fico feliz em poder ajudar. - Responde tal pessoa, com um pequeno sorriso brilhante em sua face.

Elizabeth aproxima-se da mesa, e finalmente se senta em uma das cadeiras, deixando a garrafa recém-adquirida, acima da mesa.

– Você é realmente uma pessoa muito simpática. –

- Não tanto quanto você. - Responde, com um olhar vago e enigmático, mas ainda com sua típica expressão de tranquilidade, e seu jeito simpático de ser.

Durante aquela troca de elogios, Elizabeth decide incluir aquela garrafa de vinho na conversa.

- Este vinho… É bom? - E antes de receber uma resposta, a jovem mink diz mais algumas palavras. – Digo... Você costuma vir muitas vezes neste… neste estabelecimento, certo? -

A pessoa ruiva, parece segurar uma leve risada, mostrando uma expressão mais alegre e simplória.

- Eu não bebo vinho. E nunca vim aqui. - Responde inicialmente, não demorando à dar continuidade. - Eu gosto de lugares calmos, e escutei falar daqui. Agora estou confirmando, de que realmente é um lugar agradável de se estar. Ainda mais estar aqui, com você. - Conclui, olhando nos olhos de Elizabeth à todo instante.

- Ele é muito bonito e acolhedor. – É a opinião de Elizabeth, em relação ao estabelecimento.

Enquanto isto, o jovem atendente apenas observa de longe, desviando sua atenção frequentemente para os copos que está limpando, em uma clara tentativa de, não ficar se intrometendo demais naquela conversa.

A conversa inclusive, parece morrer um pouco, já que aquela pessoa, apenas continua à observar Elizabeth, em silêncio. Até que, em um devido momento, ele(a) percebe que Elizabeth ainda não abriu o vinho.

- O vinho... Quer que eu abra? -

Mas antes mesmo de Elizabeth responder, aquela pessoa se coloca de pé, abrindo facilmente o vinho, em um ágil movimento de mãos, da qual a jovem mink não consegue acompanhar. E de forma perfeita, sem derramar nada, aquela pessoa já enche a taça de Elizabeth até a metade. Uma maestria curiosa, para alguém que não toma vinhos.

– Eu nunca abri garrafas de vinho, tive sempre quem o fizesse por mim… - Responde a mink, corada.

- Entendo. Isto me traz algumas recordações. - Diz ele(a), novamente com aquele sorriso enigmático.

O líquido que se encontra no interior da taça transparente, possui uma coloração avermelhada, só que escura, ainda mais com aquela pouca iluminação, proveniente de um único lampião, que está acima do balcão.

Elizabeth estando servida, aquela pessoa volta à se sentar, continuando à observar a jovem. Passado alguns instantes, sua bela voz volta à se espalhar pelo local.

- Então... O que lhe traz à esta cidade? Senhorita... Raposa. - Pergunta ele(a), firmando seu olhar, enquanto junta ambas as mãos e apoia seu queixo em seus dedos, fixando os dois cotovelos na mesa. - E o que aconteceu entre você e aquela pessoa, que citou anteriormente? -

Antes que Elizabeth possa responder, o atendente se aproxima, colocando acima da mesa, uma bandeja com alguns aperitivos. A aparência daquelas várias esferas, em si, não são tão bonitas, e nem chamam muita atenção, porém, talvez o gosto seja melhor, ou não, só provando para saber. Ao menos, a barriga de Elizabeth tem interesse em receptar aquilo, já que está relativamente vazio.

- É por conta da casa. - Diz o jovem, retornando para detrás do balcão. Ele volte e meia lança olhares em direção de Elizabeth, e mesmo tentando evitar de deixar isso evidente, é totalmente perceptível para a garota mink.

Apesar da leve interrupção, aquela pessoa ruiva, permanece aguardando uma resposta de Elizabeth, para suas perguntas. O que a Mink fará? Nota-se que, aquela pessoa não se apresentou formalmente, e nem perguntou o nome de Elizabeth, o motivo no entanto, continua um mistério.


Off:
 

Aperitivo Servido:
 

Histórico:
 



Perigo Iminente



Uma ideia logo surge na mente de Lótus, ao presenciar a reação do curandeiro, pouco após ocorrer aquela explosão. Apesar da bela garota, ser alguém impaciente, consegue se controlar diante daquela rejeição. Logo, Lótus está seguindo à passos acelerados, ao lado do sujeito de cabelo branco, rumo ao centro do vilarejo.

- Então... eu posso te ajudar com os feridos se tu me ajudar com o que eu quero, o que acha de uma troca como essa? –

É o que Lótus diz, com um visível sorriso em seu rosto. Mas não recebe nenhuma resposta, o sujeito nem mesmo olha para a mesma.

– Bem eu não me importo com essas pessoas mesmo... –

- Nem eu... - Sussurra o curandeiro, com um olhar distante, mas continuando à correr.

E sem demorar nada, chegam ao centro da vila. De fato há uma casa pegando fogo, tem bastantes pessoas tentando conter as chamas, e uma constante movimentação por todo lado. Há algumas pessoas caídas, o curandeiro logo vai de encontro com uma delas.

- Aguente firme. - Diz ele, verificando os ferimentos de um garoto caído, que está tossindo bastante e se contorcendo de dor.

Enquanto isto, um grupo de pessoas estranhas, visivelmente não nativas dali, estão dialogando com um homem bem velho e careca, de corpo curvado e apoiando-se em um cajado de madeira, que está acompanhado de alguns sujeitos musculosos da vila. Apesar de estar um pouco distante, Lótus consegue escutar a conversa, devido sua ótima audição, embora, o som esteja meio distante, e abafado por outros barulhos dos arredores.

- Você é o líder daqui? - Pergunta alguém.

- Sim. - O velho, diferente dos sujeitos que o acompanha, está bem calmo, alisando sua longa barba branca.

- Perfeito, junte e me traga todo o ouro, pertences valiosos e suprimentos que os moradores tem. Ou se não, iremos destruir tudo! GAGAGAGAGA - Diz, soltando uma alta gargalhada, repugnante, ao fim de sua fala.

- Malditos! Quem vocês pensam que são! - Exclama um dos moradores da vila, que está acompanhado do velho.

E logo, um protesto se inicia, envolvendo todos os espectadores do dialogo, e incomodando os ouvidos de Lótus, o que à atrapalha de acompanhar o restante da conversa. Por haver muita gente na frente, a jovem não consegue ver muito bem quem são aqueles pessoas que estão causando todo este alvoroço, e nem quantas são. Mas, aquele que está dialogando com o velho, é visível, pois é bem maior que qualquer um ali, tendo por volta de dois metros de altura, ou um pouco mais, tem a face gorda, assim como seu corpo, e dispõe de uma barba negra bem densa, mantendo uma clava enorme em sua mão direita, e repousando parte de sua extensão, sobe seu ombro.

De repente, a confusão se intensifica ali no centro, nota-se o sujeito mover bruscamente sua clava e possivelmente atingir alguém, o que faz as pessoas começarem à correr, tiros são escutados também, assim como gritos e outros sons mais leves.

A situação ali, claramente não está nada boa, e ao que tudo indica, só tende à piorar. O que Lótus fará?


Mapa:
 

Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: I - Orgulho, Ira e Luxúria. Emergem os Arautos do Pecado!   I - Orgulho, Ira e Luxúria. Emergem os Arautos do Pecado! EmptySab 21 Maio 2016, 14:38

As Irmãs do Pecado
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Going to Hell


Aquela pessoa era um grande mistério para Elizabeth, na realidade, o primeiro grande mistério que a mink encontrou na sua vida. Ao contrário das outras vezes, a mink estava agora sozinha, então, nenhuma das suas irmãs podia ajudá-la a resolver aquele mistério.
- Entendo. Isto me traz algumas recordações.“Recordações? Será que ela era uma nobre? Quer dizer… Eu disse que tinha quem abrisse garrafas por mim, então acho que ela se refere a isso… Mas será?” pensava Elizabeth enquanto o(a) musicista falava- Então... O que lhe traz à esta cidade? Senhorita... Raposa. – perguntou aquela pessoa.
- Apenas vim visitá-la… - responderia Elizabeth com um sorriso honesto e subtil – Desde pequena que adoro Dawn Island… Acho que já percebeu, mas… - e fazendo uma pequena pausa para suspirar voltaria à resposta – Eu sempre amei música e foi nesta cidade que descobri isto, então acho que me desviei do meu verdadeiro motivo ao passear por esta cidade magnífica.
- E o que aconteceu entre você e aquela pessoa, que citou anteriormente? – perguntou aquela pessoa.
- É por conta da casa. – disse o rapaz colocando uma bandeja de aperitivos em cima da mesa.
- Obrigado – agradeceria Elizabeth enquanto usava o seu olfato apurado para tentar perceber se aqueles aperitivos tinham algum odor “estranho”. – Bem… Aquela pessoa de quem falei antes… - e abaixando a sua cabeça e orelhas, Elizabeth continuaria num tom triste – Na realidade faz hoje duas semanas que os meus pais adotivos morreram e que eu me separei das minhas irmãs… Tais memórias me deixam triste e melancólica… Quando eu era pequena adorava os meus pais e sempre que eu tentava escolher o favorito… Bem, era impossível, então dizia que os meus pais era uma pessoa… Bobo não acha? – e, levantado o rosto, Elizabeth mostraria um rosto triste mal disfarçado com um sorriso com lágrimas a escorrer. Irónico. Toda a sua vida conseguiu disfarçar os seus sentimentos como queria, mas desta vez, a dor que sentia por estar longe daqueles que ama impedia que o fizesse. – É impossível amar aqueles que já não estão vivos, certo? – e, fazendo uma pausa, sussurraria – Por favor, diga-me que estou errada…
“Como é que as coisas foram acabar assim? Ainda há um bocado estava feliz por reencontrar a Lótus e a Lia… Mas só de me lembrar daquele dia… De como a Lótus estava a sofrer… O meu coração simplesmente parece ter-se despedaçado… Calma Dawn… Calma…”
E sem perceber, Elizabeth começaria a cantar em voz baixa enquanto chorava, talvez estivesse a tentar controlar-se ou fugir da verdadeira realidade que a assombrava: O mundo real. Sempre se comportou como uma criança mimada, mas não como uma criança mimada qualquer. Uma criança mimada inteligente que sabe como ter o que quer. Mas esta grande criança estava sozinha, sem as suas irmãs e isso deixava-a triste.
«Todo o amor deste mundo
Perdido num segundo
Todo o riso transformado
Num olhar apagado
Toda a fúria de viver
Afastada do meu ser
Até que um dia acordei
Vi que estava a perder
Toda a força que cresceu
Na vida que deus me deu
A vontade de gritar bem alto:
"O MEU AMOR MORREU"
Todo o mundo há-de ouvir
Todo o mundo há-de sentir
Tenho a força de mil homens
Para o que há de vir
Vai haver um outro alguém
Que me ame e trate bem
Vai haver um outro alguém
Que me ouça também
Vai haver um outro alguém
Que faça valer a pena
Vai haver um outro alguém
Que me cante este poema»
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«Elizabeth mostraria um rosto triste mal disfarçado com um sorriso com lágrimas a escorrer»:
 

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MensagemAssunto: Re: I - Orgulho, Ira e Luxúria. Emergem os Arautos do Pecado!   I - Orgulho, Ira e Luxúria. Emergem os Arautos do Pecado! EmptySeg 23 Maio 2016, 02:56



You can feel it, but you're ignoring. It creeps up on you, without a warning
Pertences valiosos!!!



E as coisas continuavam a acontecer, mesmo não se importando com as pessoas o curandeiro parecia bastante apressado para ajudar, e antes que eu conseguisse comentar isto com ele, percebo o que realmente está acontecendo naquela cidade minúscula, um grupinho de bandidos parecia ameaçar quem seria o líder de Frushin.

- Você é o líder daqui? – Perguntava alguém que parecia ser o líder dos bandidos. Então velho respondia que sim, naquele momento eu comecei a pensar “Porque alguém atacaria Frushin? Essa vila não tem nada...” e olhava em volta para ver se entendia o porquê daquilo tudo.

- Perfeito, junte e me traga todo o ouro, pertences valiosos e suprimentos que os moradores tem. Ou se não, iremos destruir tudo! GAGAGAGAGA – Ouro e pertences valiosos, essas palavras começaram a ecoar em minha cabeça enquanto o velho líder da vila esbravejava e a multidão o seguia.

Estaria olhando para o nada pensativa, “Ouro e pertences valiosos... Ouro e pertences valiosos... Mas isto aqui é Frushin...”, aquele seria o momento em que uma gargalhada sairia de mim.

- Ele quer Ouro e pertences valiosos... – Uma pausa para mais uma gargalhada, enquanto levantaria meus braços e meus ombros. – EM FRUSHIN... – Estaria com lagrimas escorrendo meus dos meus olhos devido a risada, aquilo não fazia sentido para mim, era Frushin, um bando de pescadores que o único pertence valioso deles eram seus barcos de pescadores caindo aos pedaços, mas por incrível que pareça alguém queria algo de valor como ouro ali...

- Chega não vo mais perde meu tempo nessa vila pobre... talvez em porto branco eu consiga algum médico que me ensine o que eu quero por bem ou por mal... Bem pelo menos isso melhorou meu humor. – Diria enquanto virava as costas e simplesmente ria sozinha saindo da cidade, mantendo meus ouvidos abertos para qualquer coisa que se aproxime por uma questão de precaução, já que aparentemente o gordo barbudo tava brabinho porque não tinha ouro e pertences valiosos.

OBS::
 


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MensagemAssunto: Re: I - Orgulho, Ira e Luxúria. Emergem os Arautos do Pecado!   I - Orgulho, Ira e Luxúria. Emergem os Arautos do Pecado! EmptySex 03 Jun 2016, 02:37

Cubo Nito

– Bem… Aquela pessoa de quem falei antes…

Elizabeth continuava sua conversação por responder as perguntas feitas logo após agradecer, porém ela agora parecia um tanto melancólica.

– Na realidade faz hoje duas semanas que os meus pais adotivos morreram e que eu me separei das minhas irmãs… Tais memórias me deixam triste e melancólica… Quando eu era pequena adorava os meus pais e sempre que eu tentava escolher o favorito… Bem, era impossível, então dizia que os meus pais era uma pessoa… Bobo não acha?

-Humm... Bobo... Não... Não exatamente, um pouco infantil talvez com uma mistura de incerteza quem sabe...

A figura parecia absorta na conversa e parecia te se interessado mais ao ver Elizabeth demonstrar mais emoções em suas falas.

– É impossível amar aqueles que já não estão vivos, certo?

-Hummm... Depende de qual significado de "amar" e quais "regras" você não deseja quebrar... Mas essa resposta varia um pouco...


A figura esboçava um sorriso enigmáticamente calmo para a fala,suas expressões também ficavam cada vez mais descontraídas ao repousar sua cabeça sobre as mãos.

A garota por sua vez começava a cantarolar em voz baixa, fosse na tentativa de se acalmar ou passar o tempo, não importava, o canto era baixo, mas a companhia da Mink podia ouvir e muito parecia se interessar, pois brevemente ficou boquiaberta e passou o indicator levemente ao lábio antes de dizer:

-É uma bela canção essa... E você tem uma bela voz também... Gostei da letra também... Quem escreveu?

Os olhos daquela pessoa apertaram no fim da fala e o olhar se ornou penetrante, ers como se um admirador olhasse para sua amada ou como um leão olha para um filhote de cervo, era difícil saber qual delas era, mas ao mesmo tempo que demonstrava interesse, parecia demonstrar interesse demais.

Bowel

- Ele quer Ouro e pertences valiosos... EM FRUSHIN...

A jovem ria alto no meio de todos ali, era uma risada alta e desconstraída, logo após isso ela se vira e pretende sair.

- Chega não vou mais perde meu tempo nessa vila pobre... talvez em porto branco eu consiga algum médico que me ensine o que eu quero por bem ou por mal... Bem pelo menos isso melhorou meu humor.

Uma sombra cobria a mulher e a voz do pirata exigente de antes voltava a aparecer.

-Hey mulher... O que diabos você disse?... Tá achando que por que tem um par de peitolas eu não vo arrebentar você na porrada?... Eu devia é te levar de refém e fazer você virar minha mulher para aprender a falar apenas quando mandada a tal... É apenas uma mulher afinal de contas... Não é mesmo rapazes?

Risadas ecoavam enquanto alguns piratas rodeavam a ruiva, um a esquerda, um a direita, um a frente e o grandão a trás, não pareciam ter interesse de deixá-la sair de graça após rir na cara deles daquela forma.

Off Pro Cubo:
 

OFF para o Bowel:
 

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-Fala de personagem...
"Pensamento de personagem"

Cor do Deep
Cor do Tesla
Cor do Voltz



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MensagemAssunto: Re: I - Orgulho, Ira e Luxúria. Emergem os Arautos do Pecado!   I - Orgulho, Ira e Luxúria. Emergem os Arautos do Pecado! Empty

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