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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Trabalho em Micqueot - Office Boy

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MensagemAssunto: Trabalho em Micqueot - Office Boy   Trabalho em Micqueot - Office Boy EmptyTer 26 Abr 2016 - 14:50

Trabalho em Micqueot - Office Boy.

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Papa Johny. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Trabalho em Micqueot - Office Boy   Trabalho em Micqueot - Office Boy EmptySeg 2 Maio 2016 - 19:41


Papa Johny, esse é o nome do protagonista de nova aventura cuja vida está prestes a sofrer grandes mudanças. Primeiramente, pode-se dizer que nosso rapaz está completamente fora dos padrões da cidade, principalmente no quesito aparência aparência, mas não por isso o destino lhe reservará o pior dos caminhos.

Sendo um anão ele aprendera desde criança que rara é a frequência com que se encontra alguém de sua raça e por isso atenção ele deve ter para que não seja perseguido e sequestrado. Dessa maneira ele focara seu treinamento em taekwondo no quesito esquiva e adquirira algumas habilidades para que pudesse fugir e sobreviver, e quando necessário, se defender.

Seguindo claramante às regras da ilha o jovem parece ter seu início de jornada facilitado pela presença de um famoso QG da marinha, ou não, pois ao mesmo tempo que traz a segurança inicial, atrae piratas novatos para tentarem seus primeiros grandes feitos. Além desse detalhe, devemos nos atentar à presença de uma famosa loja de vinhos, local esse que parece ser o ponto de partida de nosso aventureiro, ou melhor, seu primeiro objetivo.

Uraghhh, bocejava o rapaz enquanto abria os olhos vagarosamente, retirando a poeira do sono de seus olhos vermelhos com as pequenas mãos.

Espreguiçando-se ele se levantava de sua cama e se vestia para sair às ruas. Seus pensamentos se atentavam a apenas uma coisa: conseguir um emprego. E idéia ele já tinha para começar a sua busca: Adega One.

Assim, Papa Johnny se dirigiria para a Adega One para que pudesse oferecer seus serviços, tendo em mente trabalhar como entregador de vinho, ou office boy. Para tanto, sairia para a rua, valendo de sua acrobacia e corrida, além de percepção para se esquivar dos pés de habitantes que estivessem por ali, utilizando rolamentos para tal. Além disso, procuraria se locomover próximo das extremidades, onde a concentração estivesse menor.

~ Perícia Doma ~

Ooooooohh!!, uma onomatopéia coletiva ecoava pelo ambiente em que o jovem anão se encontrava até alcançar as pequeninas orelhas de Papa Johhny e assim despertar a curiosidade da distraída criatura.

Assim, guiado pelo som ele andava até finalmente se deparar, no lado de fora da construção, com uma multidão rodeando uma criança. Mas qual o motivo de fazerem isso? O que ela tinha de diferente? Então, caro leitor, essa criança tinha em seu ombro um pombo, ao lado dos pés, dois ratinhos e ao lado de seu tronco, um tamanduá. Obviamente não era uma criança normal e vendo tais peças Johnny tratava de desvendar o quebra-cabeça e a uma conclusão chegava.

Ei você!! Sabe domar animais?!?!?!, e gritando ele fazia com que as pessoas se virassem para sua direção. E embora o fizessem, de relance não conseguiam notá-lo.

Aproveitando-se desse momento, o anão se aproximava mais da criança e dizia, agora em tom mais baixo:

Pode me ensinar a domar animais???To aqui embaixo.. sou um anão!

No instante em que os olhos de ambos os seres se encontravam, um quase inaudível berro era criado por parte da criança, mas logo abafado, visto que a mesma levava as mãos contra a boca com rapidez. Rápido também era o aceno que ela fazia com a cabeça e a despistada que eles davam na multidão.

Assim, andando em direção a um beco, a criança parava e se apresentava.

Sou Toni! Irei te ensinar como doma.. você parece ser bem legal.. pequeno.. não tem muito truque, basta agir de modo a revelar suas intenções com o animal! Não aja como se quisesse dominá-lo, mas sim como se quisesse tê-lo como companheiro! Às vezes você irá se deparar com alguns de personalidade mais forte, que não enxergam em você um ser que possa contribuir com algo.. mas você tem que mostrar que é bom em algo.. que tem algo que eles não tem! Você é pequeno.. frágil.. não sei se conseguirá domar alguma coisa... mas pode tentar! Ali no fundo do beco tem uma águia!Elas costumam comer minhocas e outras coisas! Toma.., e dando um punhado de minhocas quase do tamanho do anão em comprimento, Toni esperava Papa agir.

Assim, carregando uma minho por debaixo dos braços, Papa se aproximava o bastante da águia a ponto de que a mesma fixasse seu olhar na pequena criatura. E como reflexo ele arremessava a minhoca para perto das garras da ave, que sem titubear devorava a minhoca com uma bocada.

Oi águia! Seja minha teammate! Posso te ajudar a obter alimento... e posso te proteger! Sou rápido! , e como se a ave parecesse entendê-la, logo tratava de virar a cara e voltar para cima de uma lata, lata essa em que anteriormente ela estava sentada.

Papa voltava para onde tinha mais minhocas e tratava de pegar mais uma. Virando-se para a ave, começava a caminhar em sua direção, mas a mesma ficava alerta e pensando que o mesmo tentava enganá-lo, alçava vôo e mergulhava em direção ao anão, que dando uma cambalhota para o lado conseguia se safar, mas deixava que a mesma pegasse a minhoca que carregava.

Nesse instante a ave olhava para Johnny em tom de zombaria, mas ao olhar para a lata em que estava, via uma cobra e rapidamente a zombaria dava lugar à fúria.

Não precisava ser muito esperto para perceber que a águia pensava que o anão a havia distraído para que pudesse auxiliar uma cobra em aproximar de seu ninho que ... filhotes! Agora o jovem percebia o que motivava o comportamento do animal e vendo que prejudicado ele tinha a ave, tratava de tentar corrigir seu erro.

Flexionando os joelhos e inclinando o corpo para frente, ele almejava tomar impulso e se movimentar o mais rápido que pudesse com a forma mais aerodinâmica possível para que alcançasse a cobra.

A águia voava o mais rápido que podia e trágico parecia ser o fim de seus filhotes. Próximo de abocanhar duas pequenas águinhas, um chute era desferido e para espanto da águia mãe, era do pé de Johnny que ele surgia.

Sugeeeeeeeeeeeeeeeeee!!!, a criança erguia ambos os braços em comemoração, ato esse que era repetido pelo tamanduá, pombo e ratinhos.

No entanto, rápida era a recuperação da víbora que usando de sua cauda já tratava de prender os braços do anão de modo que chutes não pudessem alcançar seu corpo.

O fim parecia próximo e dor já podia ser sentida. Olhando para a águia, Johnny franzia a sombrancelha e assim expressava pedido por ajuda.

A águia acelerava e como uma flecha agarrava a cobra e a levava para cima. Conforme subia, a pressão feita por ela diminuia até o ponto de Johnny ser solto. Ops, ser solto de uma altura superior a 100 metros não parece muito bom, e era em queda que nosso protagonista se encontrava.

Enquanto acelerava em direção ao solo, Papa via a águia abocanhar a cobra e assim dizimá-la, e assim se virava para o solo para encarar de frente o seu fim.

Fiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiu, num mergulho ensurdecedor a águia alcançava o anão e com suas garras o pegava antes que o mesmo tocasse o solo. Pousando próximo a seu ninho em seguida.


Esse é o outro modo de domar um animal... pode-se dizer que doma significa ganhar a confiança ou na pior visão, tornar alguém submisso.. acredito que você se encaixe com a primeira definição!

Salvo Papa Johnny estava e ao lado do animal que tentava domar também. Só lhe restava agradecer. E erguendo seu braço, fazia com que a ave abaixasse a cabeça e deixasse ser acariciada....

O tempo passava e após a despedida e agradecimento para a criança, o anão voltava para seu objetivo, o de encontrar a Adega One.

~ Perícia Doma ~

Caso chegasse na Adega One, procuraria se dirigir ao balcão, dizendo:

Papa Johnny - Olá! Meu nome é Papa e estou atrás de um emprego! Sou um ótimo office boy.. moro na ilha e conheço as regiões.. sei lutar e posso proteger o carregamento.. , terminaria a fala com um sorriso no rosto, Se for necessário.. pode me testar! Poderia tirar proveito do meu tamanho e velocidade!

Citação :
Olá!
Li alguns primeiros posts de aventura e tentei seguir o modelo!
Então, meu objetivo é ser civil mesmo... por isso eu gostaria de realizar trabalhos. Não sei quantos eu posso fazer por aventura, mas se possível, gostaria de receber um trabalho no fim da aventura que me leve a Malkihan =)
Queria tirar nota máxima de exp em toda página, então se puder me dar dicas para eu melhorar os posts e obter tal nota.. agradeço =)
Ah.. se conhecer mais alguém que quer ser civil.. me avisa para eu tentar me juntar a ela =)
Vlw


Última edição por Papa Johnny em Qua 11 Maio 2016 - 12:46, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Trabalho em Micqueot - Office Boy   Trabalho em Micqueot - Office Boy EmptySex 6 Maio 2016 - 2:42

O dia estava com nublado e uma brisa morna soprava, mais um dia comum para todos em Micqueot, se não fosse claro pelo pequeno ser que corria pelas ruas, um ser do tamanho de um rato corria com enorme agilidade por entre os pés das pessoas, pulava por cima de pés e por entre as rodas das carroças, também desviava de bicicletas, patas de cavalo e carinhos de mão.

Aparentemente as ruas eram perigosas para alguém de baixa estatura, mas o anão não se daria por vencido e em suas manobras chegou a seu destino, Adega One.

- Olá! Meu nome é Papa e estou atrás de um emprego! Sou um ótimo office boy.. moro na ilha e conheço as regiões.. sei lutar e posso proteger o carregamento... Se for necessário.. pode me testar! Poderia tirar proveito do meu tamanho e velocidade!

Dizia sorridente para o velho de bigode atrás do balcão, o qual de costas para o balcão respondeu com uma alegre voz:

-Ora Ora... Alguém querendo um trabalho honesto... Anda raro esses dias... Façamos um teste ent... Ué cadê você?

O homem se virava e não via ninguém, o anão estava em algum canto escondido pelo balcão, não seria facilmente visto.

-Ora... Se esconder não é uma atitude muito boa se quer realmente um emprego.


Off:
 

Off²:
 

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MensagemAssunto: Re: Trabalho em Micqueot - Office Boy   Trabalho em Micqueot - Office Boy EmptySex 6 Maio 2016 - 13:55


Em meio a tanta periculosidade presente nas ruas, Papa se mantinha a salvo e com velocidade chegava no local que tanto almejava, a Adega One.

Dizendo em alto e bom som ele era escutado por um velho de bigode atrás do balcão, e quando lhe era dirigida a palavra, uma primeira má impressão ocorria.

O fato de ser um anão e não ter se posicionado de modo a ficar visível fazia com que ele não fosse visto e percebendo isso ele tratava de agir para tentar corrigir tal mal entendido.

Iria se dirigir para frente do balcão de modo que conseguisse enxergar por completo o rosto do senhor e então diria:

Eu sou pequeno!! Não estou me escondendo não! Às vezes sou ignorado por isso, , se referia à sua furtividade natural, Só não me julgue pelo meu tamanho!!, e então ele começaria a pular, dando mortais para chamar ainda mais a atenção do senhor.

Citação :
Off: Fiquei meio sem saber o que fazer além de interagir na fala.. não tinha muita descrição ou imagem do local.. então o post acabou ficando meio fraco =/ quanto mais informações tiver no seu post que me possibilitem interagir.. quanto mais opções eu tiver.. mais rico meu post será =) acaba sendo um trabalho em conjunto do narrador e narrado para que uma nota legal saia =)

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MensagemAssunto: Re: Trabalho em Micqueot - Office Boy   Trabalho em Micqueot - Office Boy EmptySeg 9 Maio 2016 - 16:15

-Eu sou pequeno!! Não estou me escondendo não! Às vezes sou ignorado por isso, Só não me julgue pelo meu tamanho!!

-Oh Deus… Você é um anão? Nunca havia visto um de vocês antes, mas que pequenino você é… Será que pelo menos consegue carregar o vinho?

O velho bigodudo olhava intrigado pro pequenino a sua frente.

-Ok pequeno… Façamos um dia de teste… tenho um pedido a ser entregue no porto… O barão de Richstoffen fez um pedido de uma garrafa bem famosa da loja… Preciso que a leve até o barco do barão no porto, sem estragar a garrafa com arranhões e sem demorar… Obviamente sem quebrar também…


O velho pegou uma garrafa de rótulo avermelhado e rolha escura, o vidro esverdeado da garrafa dava visão para o líquido roxo escuro no interior.

-O barco do barão é o que tem uma sereia carregando uma cruz e uma coroa na frente… Se apresse se quer o emprego…


A garrafa era posta no balcão ao lado do anão que se tentasse a pegar, veria que ela não era muito pesada para ele, mas era difícil de segurar, pois ela era muito maior que ele e o liquído se movendo causava desequilíbrio.

Off:
 

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MensagemAssunto: Re: Trabalho em Micqueot - Office Boy   Trabalho em Micqueot - Office Boy EmptySeg 9 Maio 2016 - 16:51


Papa Johnny finalmente conseguia interagir com o velho por trás do balcão e um teste conseguia para que pudesse expor suas habilidades como office boy. Uma garrafa e um destino, seu primeiro trabalho parecia estar definido e assim ele dizia para o senhor.

Sim, senhor! Não desperdiçarei essa chance! Barco com sereia carregando cruz e coroa! Barão Richstoffen! Porto é o meu destino! Copiado, senhor!, e repetindo os pontos chaves do que ele ouvia, o anão pegava a garrafa.

com seus pequenos braços ele logo percebia que difícil era de agarrá-la pela base, portanto, teria de segurá-la no gargalo, parte mais fina próxima ao bico, para que pudesse ter mais firmeza, a apoiando no ombro.

Consigo segurar um bastão.. então acho que dá certo se eu segurá-la tipo isso!, e falando consigo em voz baixa ele começava a se dirigir rumo a porta, mas antes, faria uma última pergunta para velho.

Você tem alguma embalagem que possa protegê-la?, caso tivesse, avaliaria se isso dificultaria seu trabalho, caso contrário continuaria a seguir em direção à porta.

Sairia da loja e procuraria andar próximo às construções, não ficando no meio das ruas onde o tráfego possivelmente seria maior.

Utilizando de sua aceleração, procuraria correr ao máximo, mas se atentando às mudanças de direções, de modo que reduzisse sua velocidade aos poucos antes de virar para direita ou esquerda. Motivo? Manusear tal objeto talvez fosse complicado, então todo cuidado era pouco para não danificar o item. Caso pernas ou outros objetos surgissem na sua frente, Papa Johnny procuraria utilizar seus conhecimentos em taekwondo procuraria efetuar um chute no obstáculo, mas não usando sua força para destruí-lo, mas para pegar impulso e reduzir o impacto, objetivando a parada total de seu movimento.

Conhecendo as ruas da cidade, o jovem procuraria seguir por um caminho em que não houvesse bares ao redor. Precavido ele estava em ter de enfrentar um bêbado e por isso tal situação ele queria evitar.

Se por algum motivo perdesse o equilíbrio ou notasse a garrafa escapar de suas mãos, procuraria utilizar de sua acrobacia para se recompor, fosse com um rolamento, cambalhota ou mortal, efetuando um rápido e fraco chute na mesma apenas para que ela não tocasse a superfície, caso necessário, e assim ganhasse tempo para pegá-la novamente.

Caso fosse cercado por inimigos, procuraria deixar a garrafa no chão, com delicadeza, e falar:

O que querem?

Caso chegasse ao porto, tentaria identificar o barco dito pelo velho e se dirigir para ele, gritando.

ENTREGA CHEGOU!! BARÃO?

Caso fosse recebido, trataria de entregar a garrafa, aguardando em seguida qualquer reação de quem a pegasse. Logicamente só entregaria o item para alguém vestindo roupas elegantes e descesse do navio em questão.

Cabe ressaltar que em seu percurso, atento ele procuraria estar com o que o cercava para que não fosse atingido ou a garrafa. Embora o anão fosse distraído, o que lhe importava no momento era sua missão, seu trabalho, e por isso em relação a isso ele matinha o foco.

Off:
Ok.. procurarei melhorar. Tarefa difícil essa '-'
Em resumo, a estratégia foi:
Carregar pela parte mais fina e não pela base.
Correr perto das extremidades das ruas, onde há menos movimento.
Evitar caminhos que tivessem bares.
Diminuir sua velocidade com antecipação e evitar mudanças de direção drásticas.
Usar acrobacia caso necessário para recuperar a garrafa.
Imaginei ele carregando a garrafa como alguém carrega uma trouxinha quando está de mudança ou uma bandeira no exército, apoiada no ombro. =)

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Última edição por Papa Johnny em Qua 11 Maio 2016 - 12:43, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Trabalho em Micqueot - Office Boy   Trabalho em Micqueot - Office Boy EmptyQua 11 Maio 2016 - 3:17

O entregador pegava a garrafa e saia da loja, infelizmente a única proteção que a loja oferecia, era uma caixa de plástico enorme, completamente fora de questão pro anão.

Então sem chances de usar a caixa, Papa saiu pelas ruas com a garrafa em seu ombro, porém aquela enorme quantia de garrafa atrás do gargalo pendendo de seu ombro o inclinava demasiadamente, quanto mais inclinava, mais líquido ia para a parte traseira e maior era o peso. Suor escorria da testa do anão que tentava se equilibrar daquela forma, porém mal andar ele conseguia, muito menos correr ou fazer manobras, aquela posição era instável demais.

Enquanto andava tentando se equilibrar, Papa trombava em algo macio, logo ele reparava um dos maiores arquirrivais dos anões, um gato, a besta o olhava com fome, parecia achar que ele era um rato e vinha lambendo as presas para seu lado, Papa estava numa ruela sozinho com o gato no meio de um bairro residencial, não era apenas o vinho agora que estava em perigo, ele poderia morrer se pego pela fera.

O que nosso herói faria?

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MensagemAssunto: Re: Trabalho em Micqueot - Office Boy   Trabalho em Micqueot - Office Boy EmptyQua 11 Maio 2016 - 9:40


Dificuldade o jovem parecia encontrar em cumprir com sua tarefa. Conforme se locomovia, sentia a garrafa empurrá-lo, como se estivesse viva e tentasse desequilibrá-lo, parecendo que apenas seu conhecimento em acrobacia o fazia evitar uma queda certa. No entanto, desconhecendo a física, a origem de tal fenômeno não podia ser identificada e assim ele pensava em voz alta:

Caraca! Parece que essa garrafa está viva!!

Continuava a rumar em direção ao porto até esbarrar em um gato. Parecia que finalmente o fato de ser distraído acabava por puní-lo com um encontro nada agradável e assim, quase em imediato um flashback passava por seus olhos.

~ Flashback ~
Papa Johnny era pequeno, quer dizer, mais jovem, porque pequeno ele ainda era. Estando na época da escolinha ele era convidado para comparecer na casa de um colega onde um trabalho em grupo seria feito.

Ao lado de seu pai ele estava e prestes a entrar na casa de Arthur também. Aquela habital cena de pais se cumprimentando ocorria até que o pior acontecia.

De repente um felino surgia e com a boca a salivar avançava contra o pequenino. Papa nada pensava, apenas corria até que uma espécie de toca de rato era encontrada e lá ele se refugiava.

Tal situação causava risos por parte dos pais de Arthur, mas fúria por parte do pai de Papa. Assim, diante daquilo um poderoso chute era desferido pelo lutador e morto o animal caía. Protegido pelo pai P J fora e da toca de ratinhos ele saía para ir de encontro aos braços de seu salvador.

Depois disso, nunca mais Arthur falara com o anão...
~ Fim Flashback ~

Essa situação parece um dèja vu! Droga! Essa garrafa só está aqui para me atrapalhar... acho que sem ela eu sou mais rápido que o gato.. mas... eu bem que poderia tentar... ou não! Droga.. não tenho muita opção...

E assim o jovem procuraria depositar a garrafa no chão com sutilezae dar alguns passos de modo que ficasse entre ela e o felino. A ideia que tivera, mas que fora rapidamente tesourada estava relacionado com a última habilidade que tentara adquirir, a de doma. Mas diante de uma importante situação ele não podia se arriscar tanto e nos pés deveria confiar.

Dessa maneira ele partiria para a ofensiva contra o gato para que pudesse continuar com seu trabalho. Papa flexionaria os joelhos e inclinaria o tronco para frente de modo a ganhar maior aerodinamicidade e tomando impulso correria na direção do adversário.

Em zigue-zague ele faria tal movimento e de sua aceleração usaria para garantir que alcançasse máxima velocidade durante a corrida. Valendo-se de seu pequeno tamanho ele esperava conseguir se aproximar rapidamente, mas caso algo fosse feito para atrasar ou parar sua investida, Johnny usaria de esquivas para se proteger.

As esquivas funcionariam da seguinte maneira: ofensivas horizontais na altura dos joelhos fariam com que o jovem tentasse pular a fim de escapar e continuar seu avanço; ofensivas horizontais na altura da cabeça fariam com que o jovem desse uma cambalhota e continuasse com seu avanço; ofensivas horizontais na altura do peito tentariam ser bloqueadas com um chute vertical ascendente por parte do anão de modo que pudesse abrir espaço para continuar seguindo; ofensivas verticais ou diagonais descendentes tentariam ser esquivadas com uma flexão dos joelhos de modo a ganhar impulso e tempo, pois flexionando os joelhos ele se abaixaria e assim teria mais tempo para reação, e em seguida usaria a energia armazenada para saltar na diagonal mais próxima do gato; ofensivas verticais ou diagonais na ascendente tentariam ser evitadas com uma ligeira cambalhota para o lado mais próximo da garrafa; em caso de estocadas, o jovem procuraria usar da força das pernas e conhecimentos em movimentos de taekwondo para flexionar os joelhos e tomar impulso para esquivar-se do golpe no lado mais próximo do adversário que não fosse o movimento para frente (ir de frente como estocada é burrice); caso em todas as ofensivas fossem usadas as garras e não a pata, evitaria-se usar do contato das pernas para bloquear o golpe e esquivas seriam adotadas de modo que Papa rolasse para um dos lados a fim de evitar o golpe quando em alta altura, e pulasse quando em baixa altura (logicamente apenas nos golpes verticais/diagonais na ascendente com esse tipo de "arma" e horizontais na altura do peito com esse tipo de "arma").

Sendo assim, o anão procuraria manter sua investida em direção ao felino e ao se aproximar do mesmo, procuraria desferir um chute ascendente, usando do momento de sua corrida e rotação do corpo para que fosse atribuído algo próximo do máximo de força que o rapaz poderia dar de modo que, ao atingir o inimigo, pudesse fazê-lo correr para longe dali.

Caso alguma esquiva resultasse em deixar livre o caminho do gato para a garrafa, Papa procuraria efetuar um chute no que o gato usasse para tocá-la de modo que pudesse evitar tal contato.

Obtendo sucesso, o anão procuraria pegar o que deveria entregar e continua rumo ao porto da mesma maneira que a anterior.

Caso fracassasse na investida, procuraria ficar pulando de um lado para o outro, repetindo as esquivas acima para ganhar tempo e pensar em outra estratégia.

Caso a garrafa fosse danificada, pararia um pouco para pensar.

Citação :
~ Off: Mudei o post da pericia para o primeiro post da aventura. Acredito que agora não exista problemas =) Vlw pelo toque Deep... se não tivesse feito isso minha perícia seria negada Trabalho em Micqueot - Office Boy 3551987972

Gostaria de mudar os planos:
Quero ir para Lvneel em vez de Malkihan, de preferência como funcionário da Adega One;
Fazer pelo menos uns 2 trabalhos nessa aventura;
Minha intenção é ir para Lvneel  para invadir a aventura do Auron e aproveitar o bonde de exp =)
O pet vou deixar pro nivel 2.. segundo as regras só nesse nivel =(
Pretendo aprender a perícia treinamento ainda nessa aventura;
Quero passar meu contato para os clientes porque no futuro terei minha empresa e seria bom já ter alguns clientes iniciais =)

SPOILER dos meus planos: vou domar monte de animal e mandar eles fazerem entregas para mim awyeah

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Última edição por Papa Johnny em Sex 13 Maio 2016 - 14:42, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Trabalho em Micqueot - Office Boy   Trabalho em Micqueot - Office Boy EmptySex 13 Maio 2016 - 2:11

O anão decidia por um combate e investia contra o gato, acertava o felino em cheio na barriga com seu golpe, seu alvo soltava um miado e pulava para trás com a dor do golpe inesperado, uma patada vinha em direção do anão que tentava bloquear o golpe com um chute, ele acertava o chute e causava dano a pata do animal que mais uma vez miava, porém a força do golpe era suficiente para empurrar e jogar voando o anão que caiu uns 30 cm a sua direita, o gato malhado de uma cor caramelo e preto, possuía olhos esverdeados profundos que pareciam penetrar a alma de Papa enquanto sua áspera língua lambia os lábios em premonição a refeição por vir.

*¨Klang¨*


Um barulho de metal batendo era ouvido atrás de papa e se ele olhasse poderia ver que dois gatos, um preto do olho direito envolto em uma mancha branca e um branco do olho direito envolto em um mancha negra, eles pareciam querer a refeição do outro... Vulgo Papa... Agora não só Para estava separado de sua mercadoria que estava atrás do gato negro, como estava cercado por três lados diferente pelas feras muito maiores que ele... Alguém pediu picadinho de anão pro jantar?

Off:
 

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MensagemAssunto: Re: Trabalho em Micqueot - Office Boy   Trabalho em Micqueot - Office Boy EmptyTer 17 Maio 2016 - 18:12

Papa Johnny conseguia ser eficaz em sua primeira investida, mas acabava sendo punido em uma tentativa de bloqueio. Bem, o garoto não possuía muitas habilidades nesse quesito e nada mais justo que punir sua burrice com um arremesso de anões.

Mesmo que sua força estivesse na média para humanos, seu primeiro golpe não era suficiente para derrotar um gato e então em um novo plano ele teria de pensar para se safar de tal situação. No entanto, o que ele não contava era ser punido também com sua distração e não perceber que mais dois inimigos felinos se aproximavam e agora ficavam entre Papa e seu item de entrega, a garrafa de vinho.

Fodeu..., essa era a primeira reação imediata que o rapaz tinha ao olhar ao seu redor.

Assim, utilizando sua aceleração, habilidade em corrida, acrobacia e agilidade de uma pessoa acima do nível normal, Johnny procuraria flexionar os joelhos e inclinar o tronco para frente em direção ao gato que estava entre ele e a garrafa. Durante seu percurso em zigue zague, tentativas de ferí-lo procurariam ser evitadas com rolamentos seguidos de saltos rápidos e baixos para ampliar o deslocamento horizontal de seu corpo na direção mais próxima da garrafa de modo a evitar que fosse acertado pelo golpe. O fato de ser mais baixo que os felinos faziam com que a trajetória de possíveis ataques fosse descendentes ou horizontais, facilitando sua esquiva.

Estando próximo do gato preto, Papa procuraria dar um grito e fazer uso de sua voz encantadora para afetar a atenção e concentração do adversário e assim ganhar tempo na fração de segundo(s) perdida pelo oponente e almejar uma rasteira por baixo do tronco do mesmo, passando entre suas pernas, para que em seguida saltasse e com um mortal agarrasse a boca da garrafa com as mãos e a apoiasse em um dos ombros para dar início a sua fuga.

Com a garrafa em mãos, ele procuraria se locomover na direção do porto e próximo de paredes de modo que, caso fosse atacado, pudesse fazer uso de sua acrobacia para lançar a garrafa para cima e mantê-la a salvo ao mesmo tempo de saltar rumo a parede e com uma das pernas tomar impulso para mudar sua direção e assim se esquivar de um golpe e fazer seu inimigo acertá-la para que em seguida pudesse retomar a posse da garrafa.

Papa agora confiaria em sua agilidade e torcia para que os gatos além de resistentes não fossem tão ágeis quanto ele.

Citação :
~Off: Então... para mim anões são similares a humanos, só tendo diferença no tamanho, até porque não existe penalidade alguma na ficha nem nada... não imagino um gato resistindo ao golpe de um humano e ainda contra atacando.. então considerando que eles são aberrações da natureza, o mais inteligente é fugir =) evitarei combate e tentarei escapar.. no episódio que o anão rouba a espada do zoro sem dificuldade eu encaro que carregar a garrafa de vinho pode não ser tão difícil quanto parece, mas continuarei tomando cuidado =)

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MensagemAssunto: Re: Trabalho em Micqueot - Office Boy   Trabalho em Micqueot - Office Boy Empty

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