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 O Nascer da Anarquia

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: O Nascer da Anarquia   O Nascer da Anarquia - Página 2 EmptyQua 13 Abr 2016, 12:15

Relembrando a primeira mensagem :

O Nascer da Anarquia.

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civis Reddo Taiga e Hideki Zagan. A qual não possui narrador definido.


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Jarok
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MensagemAssunto: Re: O Nascer da Anarquia   O Nascer da Anarquia - Página 2 EmptyQui 21 Abr 2016, 04:28

O Nascer da Anarquia

- Trecho III: Vislumbre de uma outra vida e O Almoço na floresta



Red Tiger
Percebendo que estava simplesmente usando suas habilidades para amedrontar um velho que lhe despreza apenas por que certas notícias chegaram até ele de maneira errada, Red decidiu parar de oprimir o pobre homem.

- Desculpe pelo incómodo, admiro sua coragem, e portanto vou pagar pelas manoplas. - falou, dando dois tapinhas nas costas do homem, o que o fez se tremer todo, tentando recuperar a compostura. - Mas não fale comigo como fosse algum tipo de monstro, isso irritou-me bastante, o que o salvou, foi a sua enorme coragem que inspirou-me. Qual a melhor manopla que tem por aqui? Que por favor chegue até ao valor de 35.000 berries, pois necessito do resto para suprimentos.

- Deixe-me ver. - o velho foi até os fundos da loja, no depósito e, procurando por alguns minutos, encontrou um par novinho de manoplas. Eram bastante simples e sem grandes detalhes, mas o couro era o amálgama perfeito entre rígido e flexível. - Em todos esses anos, nunca falhei em encontrar exatamente aquilo que serve melhor ao cliente. - o velho falou. - Experimente essas, Tiger. Creio que ficarão perfeitas em você. E estão dentro do preço: apenas vinte e cinco mil berries.

- Desculpe pelo sucedido! - Red despediu-se após experimentar as manoplas e pagar o homem, lhe dando cinco mil extra pela injustificada pressão psicológica que lhe aplicou.

Assim que se viu na rua, o boxeador sentiu um delicioso cheiro de churrasco, dirigindo-se calmamente em direção à loja aberta onde três funcionários trabalhavam entusiasmadamente, servindo três clientes sentados nos bancos e outros que vinham apenas pegar comida para viagem.

No entanto, assim que pôs o pé para atravessar a rua em frente a loja, dois rapazes de idade similar a dele fizeram a curva correndo. Um deles vestia um quimono gasto e o outro um capuz cinza-claro. Dois homens uniformizados os perseguiam, um era careca com quase dois metros de altura - que não possuía armas - e o outro era loiro e magro, portando uma espada.

Poderia ser uma oportunidade de descontar sua raiva latente em alguém para abrir o apetite.

Hideki Zagan

De tão bem assada, a carne soltava-se completamente dos ossos, deixando-os brancos e brilhantes. Com apenas o som dos pássaros, os dois comeram sob a copa das árvores, observando o lindo sol que iluminava aquele magnífico dia floresta adentro. O sabor e a textura da carne não somente nutriam o corpo do jovem mudo, como seu espírito, que lhe fazia se perguntar se toda a bondade daquele mundo estava dividida entre sua mãe e aquele homem.

Acreditando que aquela seria a única comida que o homem teria naquele dia, Hideki começou a comer com a intenção de apenas satisfazer sua fome, deixando com que sobrasse comida para mais tarde. No entanto, ele logo percebeu que a quantidade de carne era bem maior do que sua própria fome. Em sua frente, o homem devorava os pedaços de carne com voracidade, regozijando-se naquela tarefa, como se comer fosse sua atividade favorita.

- Ah, é mesmo. - ele se levantou rapidamente, indo até os fundos da cabana, ocultos da visão do rapaz. Logo o som de metal raspando em pedra foi ouvido, e o homem voltou até a mesma com duas grandes canecas de madeira - grande o suficiente para que Hideki tivesse que usar as duas mãos para segurar - e um balde de metal cheio de água.

- O meu poço fica lá atrás. - o homem explicou. - Francamente, foi quase um sacrifício encontrar um bom lugar para cavá-lo, mas valeu a pena. - sorriu. Não parecia se importar nem um pouco com o fato de Hideki não poder falar. - A água está sempre bem gelada.

Depois de comerem, pouco menos da metade da carne sobrou. Pegando apenas um pedaço e tapando o resto com uma espécie de toalha tecida com alguma espécie de fibra, ele levantou-se e fez sinal para o rapaz acompanhá-lo. Seguindo o homem até a parte de trás da casa, Hideki veria o poço, cerca de cinco ou seis metros diretamente atrás da cabana e, logo ao lado dele, uma pequena plataforma de madeira, com um metro e meio de profundidade por dois de largura e um de altura, completamente feita de madeira, inclusive um telhado apesar de ter apenas a parede do fundo.

Sobre ela, uma massa peluda da cor de uma raposa se fazia ver, amontoada sobre um monte de palha. Logo que o homem colocou a mão sobre o animal, seu rabo começou a balançar, evidenciando que de raposa tinha apenas a cor. Era apenas um cachorro vira-lata de médio porte.

- Eu a encontrei no mesmo dia que encontrei você. - o homem disse. - Ah, é verdade, me esqueci de dizer. Você ficou apagado por quase três dias... Não tenho certeza de quão ferida ela está, então não quero deixá-la sozinha por mais tempo do que o necessário. - pegando sua faca, cortou vários pedacinhos de carne, colocando-os um por um, sem pressa, na boca da cadela, que movia apenas o rabo. Aproximando-se, Hideki veria uma faixa enrolada ao redor do tórax da cadela; assim como ele, ela estava bastante cadavérica, apesar dos pelos esconderam bastante esse fato. - Assim, se quiser fazer valer aquele agradecimento de antes, preciso de ajuda para tratar ela.

Pegando um graveto, o rapaz escreveu seu nome no chão, apresentando-se ao homem.

- Hi-de-ki. - o homem leu conforme ele escrevia. - Muito prazer, Hideki. Meu nome é Otto e ela foi batizada Nillie. - o homem informou, acariciando a cabeça da cadela entre pedacinhos de carne.

Encostado nos fundos da cabana havia um carrinho de mão feito de madeira, que Otto forrou com várias camadas de algum tipo de fibra trançada, colocando a cadela em cima.

- Enquanto passeamos pela floresta, procuramos aquilo que precisamos para tratar dela.



Histórico:
 
Histórico:
 
OFF -> Hideki:
 
OFF -> Red:
 


Última edição por Jarok em Dom 24 Abr 2016, 15:39, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: O Nascer da Anarquia   O Nascer da Anarquia - Página 2 EmptyQui 21 Abr 2016, 16:11

Can I make it better, with the lights turned on?

Vício: 04/10 Posts

CHURRASCO!


Red tinha acabado de sair da rua, ainda a experimentar as manoplas que pagara ao velhote, estavam perfeitas nas suas mãos, o couro era-lhe bastante confortável nas suas mãos era bastante macio o toque, só conseguia pensar para si que só tinha mais 20 mil berries para poder gastar, no que 10 mil provavelmente seriam de comida, e teria de parar de dar gorjetas por incómodos e começar mesmo a ser frio, mas ao pensar na comida que ele queria ir comer agora, sentiu logo um cheiro que Red reconhecera como sendo de um delicioso churrasco que fez logo a barriga do próprio estremecer de tanta fome que tinha, era delicioso pensar em tal comida »Hahaha! Finalmente vou-me deliciar com mais boa comida de churrasco, Julia adorava esta comida... Que saudades que sinto dela, nem parece que foi à tantos anos atrás o sucedido.« pensara Red assim soltando um grande sorriso mas com um pouco de tristeza nele, mas então ergueu a cabeça pôs a sua maleta preta de desporto que continha roupa de verão e inverno mais os 20 mil berries restantes e começou a andar no sitio de onde vira o cheiro do churrasco.

Red ia bastante devagar a andar, um andar relaxado, como se tivesse acabado seus típicos treinos de Kickboxing ou de Basquetebol e agora estava a andar para sua casa, já conseguia ver a loja com os três funcionários a trabalhar bastante entusiasmados, se observasse bem, conseguia ver três clientes sentados nos bancos à espera ou provavelmente já a comer, enquanto os outros simplesmente esperavam pela sua comida para levar para fora. Red só deixava escorrer baba pela boca só de como iria deliciar-se com aquela comida, mas assim que pôs o seu pé para atravessar a rua para desfrutar da sua maravilhosa comida, foi interrompido com dois rapazes com um de Quimono parecendo fazer parte de um dojo e outro de capuz cinza-claro a correrem ao fazerem uma curva, a primeira reação de Red foi logo gritar:

-TENHAM MAIS CUIDADO PIRRALHOS! - assim erguendo o punho com ar de raiva.

Mas assim que recompôs-se para atravessar a rua outra vez, viu dois homens, desta vez um grande careca uns bons centímetros mais alto que Red que não tinha nada a não ser os punhos e outro que era loiro e magro a transportar uma espada como arma. Red só mexeu a língua como tivesse um prato cheio de comida e fosse agora comê-lo, era o momento para ele finalmente ter o seu primeiro desafio e luta. »FINALMENTE! Algo vai acontecer, e eu quero estar aqui presente para quando isso acontecer, eles parecem ser bem fortes... Que BOM! Esperei um dia inteiro para isto. VAMOS LÁ!« Após pensar tal coisa Red iria erguer seus braços como sinal de felicidade e então iria atrás dos homens uniformizados a correr também e só pararia quando eles parassem, e então tentaria logo perceber o que se estava a passar, e caso começasse uma briga, partiria logo para cima do loirinho pois era o mais perigoso por empunhar uma espada, tentando dar um murro com seu punho direito pois era mais forte, nas costas do loiro, pois sendo magro, poderia logo partir uns ossos. Caso o careca reparasse no ataque de Red para o Loiro e fosse então defender o ataque pelo loiro, utilizaria o punho esquerdo e tentaria socar o estômago.

Se eles reparassem no Red antes que ele pudesse fazer alguma coisa, se o Loiro atacasse primeiro, iria defender de um ataque horizontal agachando-se e então iria fazer um rolamento para trás para manter distância do alvo. Se ele fizesse um ataque na vertical então iria desviar-se para um dos lados e iria dar um salto grande para trás para manter distância. Caso o ataque fosse diagonal, iria fazer um rolamento no sentido contrário que o ataque iria acabar, ou seja se acabasse na direita iria rolar para esquerda, e se acabasse na esquerda iria rolar para a direita, e então iria se levantar e saltar para trás para manter distância.

Se o Careca fosse o primeiro a atacar, se utilizasse os punhos para atacar a cara, iria se agachar, para evitar tal ataque, se atacasse a zona do peitoral e abdominal iria utilizar os punhos e braços para defender, assim os cruzando, caso fosse para as pernas, no qual seria muito estúpido da parte dele, iria saltar. Caso o careca fosse aprendiz de Taekwondo, e utilizasse os pés iria proceder da mesma maneira caso utilizasse os punhos.


Jarok:
 
Objetivos de Aventura:
 

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MensagemAssunto: Re: O Nascer da Anarquia   O Nascer da Anarquia - Página 2 EmptyQui 21 Abr 2016, 23:10












Save Nillie




Aquela fora a mais simples, mas também a melhor refeição que o garoto já havia comido, ela era cheia de carinho que se misturou com a fome acumulada durante os meses de tortura fazendo com que aquela refeição se alojasse na mente pelo resto da vida e o cozinheiro também se deliciava com seu feito. A água fresca do poço construído manualmente pelo homem, o qual disse que fora muito trabalhoso achar aquela localização, foi colocada em grandes canecas, as quais demandavam que o jovem segurasse-as com ambas as mãos devido seu enorme diâmetro, entretanto a sede do jovem era do tamanho da caneca e fez com que a mesma ficasse vazia em goladas espaçadas.

Uma curta conversação iniciou-se, mesmo que soubesse da incapacidade de falar ele era incapaz de ser menos aprazível, isso deixava o garoto muito feliz, ele já nem se lembrava de alguém além de seus falecidos parentes que conversavam com ele daquela maneira, totalmente despreocupada, ignorando o fato de ele ser mudo.

Após o momento alegre de Hideki, o qual trouxe grandes recordações, o lenhador chamou-o para outro local, além da cabana, lá estava o poço que disponibilizou a água gelada e deleitosa e uma plataforma feita com muito esmero, sobre a qual estava um animal que não foi identificado facilmente, entretanto que se mostrou claramente ser um cão muito debilitado que repousava sobre um monte de palha que o deixava mais cômodo.

E então o homem começou a falar sobre a pequena e dócil fera, ela havia sido encontrada no mesmo dia que o rapaz e a situação dela também era ruim e parecia necessitar de mais cuidados. Aquilo fez com que o respeito crescesse, são poucas pessoas que se dedicam em cuidar de um desconhecido, mas ele abraçou dois ao mesmo tempo e aparentemente não tinha nenhum arrependimento sobre isso, ele estava feliz por ser útil.

Foi revelado que o jovem havia ficado inconsciente por cerca de três dias, aquilo era muito tempo, certamente a morte teria lhe carregado sem a ajuda do lenhador. Enquanto pedaços da suculenta carne eram colocados na boca do animal, Kobayashi aproximou-se e conseguiu observar uma faixa que servia de curativo, ele parecia ser firme e resistente, era muito parecida com os curativos que fazia com humanos, mas ainda tinha diferenças que poderiam ser cruciais.

O pedido do homem era para ajudar a cadela, o jovem já faria isso sem o pedido do mesmo, tinha de retribuir de alguma forma e nada melhor do que isso, não que achasse que isso quitasse seu débito, ele queria amabilidade com mais amabilidade, para que o que aconteceu com ele não repetisse com ninguém.

O mudo escreveu seu nome na terra de maneira lenta, assim conseguindo transmitir que seu nome era Hideki, e a mensagem foi feita com sucesso e ainda possibilitou a descoberta do nome de seu salvador, Otto, e da cadela, Nillie. Um carrinho de mão acompanharia os dois humanos na busca de coisas para cuidar da cadela, provavelmente buscariam plantas medicinais, Hideki sabia o poder delas, mas não sabia diferenciá-las, para ele elas eram basicamente idênticas visualmente.

Otto disse que precisavam encontrar plantas anti-inflamatórias e cicatrizantes para a cachorra, ele deu vários exemplos das ervas e suas utilidades, mas disse que na região só existiam algumas e por isso iriam focar em encontrar duas delas, elas eram barbatimão, por ser rica em taninos, os quais aceleram o processo de cicatrização e tem ação antisséptica de uso na pele e mucosas bucal e genital, e também a alfafa, a qual é alcalinizante e desintoxicante, melhora todo tipo de inflamações e também colabora com algumas questões da pele.

O problema era a aparência de tais plantas, elas não tinham flores e nem frutas coloridas, uma era uma árvore e ainda por cima tinha algumas espécies na região conhecidas como barbatimão falso, elas poderiam piorar a situação da cadela, por isso deveriam ser atenciosos e a alfafa era uma leguminosa que se assemelhava muito com uma erva rasteira, ou seja, uma era muito pequena para se encontrar enquanto outra tinha alguns sósias que eram ineficazes no tratamento.

Os dois entraram na floresta, o lenhador carregava o carrinho para encontrar as ervas, enquanto ambos procuravam as ervas, Hideki tentava não se afastar muito dele, mas deveria aumentar a área de pesquisa e dessa forma o mesmo sempre que encontrava algo chamava o homem, nas primeiras tentativas o lenhador quase ria quando o mesmo perguntava se algumas ervas daninhas eram alfafa, isso deixou o garoto envergonhado, mas com o passar das tentativas Hideki passava a diferenciar cada vez mais as plantas devido às observações do botânico.

As várias tentativas do garoto surtiriam efeito ao encontrar uma tímida alfafa, mas uma só não era o suficiente, ainda sim o lenhador afirmou que quando encontrasse uma era muito provável que outras estivessem nas redondezas e essa dica rendera uma grande quantidade alfafas para os engajados salvadores. O problema era a árvore, não haviam nem achado a falsa e isso os preocupava, eles precisavam dela para salvar Nillie.

Um grito do homem chamou o jovem para ver um espécime falso da árvore, ele tentaria assimilar tudo sobre a árvore inclusive a diferença com a verdadeira, foi dito que deveria observar as folhas, o verdadeiro tinha-as bem arredondadas e rígidas, enquanto as do falso eram bem finas e mais ovais.

A busca duraria mais alguns minutos até o momento em que o jovem encontraria uma árvore parecida com a que havia analisado, ele sabia que era diferente, mas ainda assim resolveu analisar as folhas e deduziu que aquela seria a verdadeira. O lenhador ficou muito feliz com a descoberta do mesmo e disse que ia ensiná-lo tudo que poderia sobre a arte da medicina natural, a primeira coisa que explicou foi como usar as plantas, os principais métodos eram a infusão, o chá, a desidratação, a ingestão direta e a solução hidroalcoólica.

Entretanto não bastava apenas aprender a usar as plantas, por isso o homem disse que emprestaria um de seus únicos livros assim que chegassem na cabana, ele dissera que era muito simples, mas ainda assim funcional. Ambos voltariam para a cabana, o homem faria a solução hidroalcoólica com o barbatimão e pediria para o garoto fazer uma infusão com parte das alfafas, o qual faria o mais rápido que conseguisse para que a cadela pudesse ser tratada e ele começasse a leitura do livro amarelado do lenhador.



Off:
 

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MensagemAssunto: Re: O Nascer da Anarquia   O Nascer da Anarquia - Página 2 EmptyDom 24 Abr 2016, 15:39

O Nascer da Anarquia

- Trecho IV:



Red Tiger
Caminhando calmamente para a loja de churrasco, exultante pela chance de matar sua fome de uma das melhores formas possíveis, Red, assim que cruzou a esquina, foi surpreendido por dois rapazes de idade próxima a sua, ambos lhe lembrando de alguma coisa, embora não soubesse o por quê.

- TENHAM MAIS CUIDADO PIRRALHOS!

Logo atrás deles, vinham dois homens, ambos furiosos em sua perseguição. Simplesmente querendo descer a porrada em alguém, o boxeador logo teve uma ideia. Correndo levemente em direção aos homens, abrindo um sorriso e levantando seus braços em sinal de amizade, ele pretendia segui-los e atacá-los por trás.

No entanto, obviamente não o reconhecendo e tão implacáveis em sua perseguição, os homens o atacaram de imediato.

- SAIA DA FRENTE!!- gritaram.

O careca lançou um soco de esquerda com seu braço musculoso mirando a cabeça do rapaz e o espadachim atacou com uma estocada, também no rosto de Red, tudo ainda em movimento.

Pego de surpresa, o boxeador foi capaz apenas de se abaixar, evitando os ataques, mas ficando completamente fora de posição. Agarrando-o pela blusa, o careca musculoso o levantou do chão, encarando-o, furioso.

- Apenas mate-o logo. - o loiro disse. - Aqueles pirralhos estão escapando.

Hideki Zagan
A cada boa ação do homem musculoso, Hideki sentia o esforço e o sentimento que era colocado, sentindo-se cada vez mais próximo daquilo que buscava, um mundo no qual as pessoas ajudassem umas as outras sem querer nada em troca, onde a gentileza fosse a única regra que importasse.

Com a cadela no carrinho, eles entraram na floresta por uma trilha aberta por Otto, o que significava um caminho reto limpo, sem pedras ou raízes. Nillie, deitada no carrinho de mão, balançava o rabo em sinal da felicidade que tinha em ser levada para passear, mesmo que presa naquelas condições.

Atravessando aquele grande pedaço de floresta entre a praia e as montanhas, eles procuraram por vários tipos de ervas e plantas medicinais que poderiam ser usadas para tratar a cadela, com Otto mostrando um exemplar da planta e Hideki ficando encarregado de encontrar mais. Como Otto não tinha certeza de que tipo de doença a cadela havia pego, a variedade era enorme, apesar dele reclamar por não conseguirem encontrar algumas das plantas que queria.

Dessa forma, eles ficaram andando pela floresta até o sol começar a se pôr, momento no qual o o homem declarou que tinham conseguido mais que o suficiente para mantê-la viva por mais alguns dias, curar seu ferimento no lado do corpo e, com sorte, curá-la do que quer que a houvesse deixado paralisada daquela forma.

Quando voltaram à cabana, gastaram mais algumas horas cuidando do animal, que logo adormeceu satisfeito. Já era noite quando um homem comum apareceu, gritando:

- Otto, uma coisa horrível está para acontecer! - parou, apoiando-se nas pernas para tomar fôlego, aparentemente havia corrido até. - Piratas apareceram na cidade; eles querem aquilo que nós roubamos dos nobres. Se não devolvermos e dermos a eles alguns dos nossos para serem executados, eles irão destruir o Terminal Cinza e matar todo mundo lá embaixo, começando assim que anoitecer completamente.

- Maldição. Acalme-se, homem. - um copo d'água foi entregue ao bandido das montanhas. - Como diabos piratas sabem da existência daquilo?

- Achamos... - o homem bebeu a água com vontade. - ... os nobres provavelmente fizeram algum tipo de aliança com eles. Foi um grande golpe nosso, Otto.

- Não se preocupe, eu cuido disso. - Otto sorriu. - Apenas concentre-se em retirar as pessoas de lá.

- Não tem como entrar lá. - o homem informou. - É a frota de pirata de Horlok, o degolador. Devem haver cerca de trezentos homens lá embaixo, não temos números nem força o suficiente para enfrentá-los. Nem mesmo Iúriah quer descer lá.

- Se é assim, diga a ele que vou cuidar de tudo. Apenas se certifiquem daquilo estar em segurança. - limpou as mãos nas calças. - Se estão tão empenhados nisso, eles provavelmente vão mandar assassinos até vocês. É bom que ele fique por lá.

Assim que o homem se retirasse, Otto diria:

- Garoto, eu gostaria que você ficasse aqui com ela. - começou. - Mas, sinceramente, isso não faria diferença alguma para ela; já está medicada e se irá melhorar ou não, não depende mais de nossos esforços. Gostaria que ficasse para não correr o risco de ser ferido lá embaixo, mas não tenho a autoridade de lhe dizer o que fazer.

Se Hideki tivesse algo a dizer ou a perguntar, o momento era aquele.



Histórico:
 
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MensagemAssunto: Re: O Nascer da Anarquia   O Nascer da Anarquia - Página 2 EmptyDom 24 Abr 2016, 17:59

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Vício: 05/10 Posts


Ingenuidade.


Red ouvira os homens a gritarem para ele sair da sua frente, mas ele decidiu não fazer nada quanto a isso pois era um pouco difícil fazer uma decisão sábia durante aquele curto prazo todo, mas como era objetivo dele acabar com a raça dos homens que perseguiam os outros por nenhuma razão, fez a decisão de nem se mover dali, no que resultou aos dois homens atacarem por simples impulsão, Red simplesmente teve tempo de se abaixar para desviar-se dos ataques pois não estava à espera que fossem atacá-lo assim tão diretamente, mas quando se abaixou ele ficara de uma maneira que não podia atacar ou defender do próximo ataque assim o careca de 2 metros o levantou do chão a olhar para ele de uma maneira o quanto furiosa.

-Apenas mate-o logo. - ouvira tais palavras a sair da boca deles, mas então, Red sorriria e iria dizer -Acham mesmo que dois fracotes como vocês conseguem matar-me? - começaria então a rir-se - Que ingénuos vocês são, nem dois pirralhos conseguem derrotar, quanto mais eu. - e então iria lançar um sorriso de um tigre acabado de encontrar a sua presa, assim esperando que eles fizessem o primeiro movimento.

Caso o careca cedesse à ameaça e atacasse primeiro e fosse com uma cabeçada, Red então iria desviar a sua cabeça para um dos lados, e então daria um murro no estômago dele para ver se o afetava muito e se era aquele um dos seus pontos fracos, se não afetasse muito o homem e ele o decidisse atacar na cabeça ou no estômago então Red recuaria de forma a que o Careca não ganhasse muita vantagem, caso ele fosse dar um murro no estômago de Red, ele simplesmente iria aproveitar que um dos seus punhos estivesse livre para conseguir manobrar o seu corpo de forma a que conseguisse desviar o seu corpo para a lateral e caso conseguisse, iria então dar um soco na cabeça do homem, e então iria afastar-se para conseguir ter uma visão sobre o loiro e o careca, pois o loiro podia ser traiçoeiro e tentar ataca-lo durante a luta contra o careca.

Se o Careca não cedesse à provocação então Red iria aproveitar o momento, e partiria para cima do homem tentando dar um murro no estômago, mas caso o homem notasse que iria atacar e o decidisse atacar primeiro iria se agachar para um ataque na cabeça ou no estômago e iria continuar com o seu ataque para o estômago e então recuaria para continuar a ter o loiro e o careca sob visão para tê-los sobre controle


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MensagemAssunto: Re: O Nascer da Anarquia   O Nascer da Anarquia - Página 2 EmptyDom 24 Abr 2016, 21:50












Bravery!




Os dois humanos se empenharam totalmente em salvar Nillie, eles fizeram tudo que podiam com os materiais que haviam conseguido diretamente da mãe natureza, entretanto aquilo não era uma salvação certeira, eles deveriam ter fé. A satisfação brilhava nos lábios de humanos e do animal que ali estavam, eles eram gentis uns com os outros, eles sabiam corresponder aquilo nem que fosse com um simples sorriso. Um homem com aparência rude que remetia ignorância, um jovem que sofrera tantos males por seus atos gentis e uma cadela que não conseguia se mover, mas que continuava em sua luta pela vida, estavam todos felizes naquele momento, esperavam que aquela sensação durasse a eternidade, mas o destino reservou uma surpresa para eles e para todo o vilarejo.

A surpresa era a invasão de piratas, aquilo fez com que as lembranças atrozes voltassem a atormentar a mente do jovem, o qual colocou rapidamente sua mão na queimadura em seu rosto, ela era uma marca indelével de todo o sofrimento que também estava cravado na mente. O garoto começou a se afastar dos dois homens e quando percebeu estava próximo a cadela adormecida, ao olhar para ela e os ferimentos tratados ele se lembrou de tudo que Otto fizera por ele, dessa forma a mão saiu da queimadura trêmula e apertou a nuca magrela de Hideki, a respiração se acalmou e as pupilas relaxaram.

Acalmado o garoto conseguiu absorver um pouco da situação, os nobres se aliaram com alguns piratas fazendo uma combinação horrorosa que tinha como objetivo pegar algo que Otto e seus amigos escondiam, isso era tudo que ele precisava saber, não importava quem eram os piratas, nem a quantidade dos mesmos, ele deveria apoiar seu salvador e ser um pouco grato, retribuir a gentileza com qualquer coisa.

A gentileza do lenhador não tinha fim, ele queria proteger o jovem ainda, talvez aquilo fez com que o mesmo se movimentasse, o primeiro ato seria lamber o focinho da cadela, logo após isso ele tentaria chegar próximo a Otto enquanto tremia um pouco e, após ficar na ponta dos pés, colocaria a mão em um dos ombros do homem, anunciando que estava ali para ajudá-lo em qualquer coisa e retribuir a gentileza dele.

Não tinha sua lança, era vulnerável, estava magrelo e sem prática, mas o acompanharia sem se arrepender enquanto enfrentava seu trauma que tentava fazer o mesmo se encolher e ficar apenas no chão, na esperança de nunca mais ver um pirata. Ele começava a ter coragem, atitude para fazer gentilezas para quem merecia e não para todos, seria bom com quem era bom e se necessário seria ruim com quem fosse ruim, sabia que seus pais entenderiam da mesma forma que ele entendia o mundo.


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Kobayashi
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MensagemAssunto: Re: O Nascer da Anarquia   O Nascer da Anarquia - Página 2 EmptyQui 28 Abr 2016, 22:41

O Nascer da Anarquia

- Trecho V: Nem tudo o que parece é



Red Tiger
- Acham mesmo que dois fracotes como vocês conseguem matar-me? - Red começou a rir insanamente, apesar de estar suspenso no ar pelo homem musculoso. - Que ingênuos vocês são, nem dois pirralhos conseguem derrotar, quanto mais eu.

Levantando-o com ainda mais força, o homem lançou de costas contra o muro de uma casa, fazendo todo o ar sair de corpo. Caindo no chão após o choque, Red podia ver o homem indo na sua direção, furioso, pronto para atacar com toda a sua ferocidade.

- Seu imbecil! Você nos fez perder aqueles pirralhos de vista! - o grandão urrou.

- Acho que tenho uma ideia melhor, Hoss. - o espadachim loiro falou. - Vamos jogá-lo no Terminal Cinza e dizer que os criminosos fugiram para lá. Eles não vão ficar satisfeitos, mas vão ficar menos furiosos.

- Boa ideia. - o grandão avançou com seu grande punho direito mirando o peito do rapaz que acabava de se erguer. - E ele ainda ganhará a punição que merece!

Movendo-se rapidamente para o lado, Red esquivou do punho do homem, que passou criando um deslocamento de vento. Aproveitando-se de que seu oponente não era rápido o suficiente devido o seu tamanho, o boxeador contra-atacou com um forte soco de direita no estômago do homem, fazendo-o cair de joelhos no chão. Entretanto, quase no mesmo instante que seu golpe acabou, sentiu algo bater em sua nuca; tudo ao redor começou a chacoalhar e, sem tardar, escureceu.

Quando se acordou, estava do lado de fora das muralhas. O sol estava a meio caminho de se pôr completamente e, ao seu redor, podia ver apenas barracos feitos de madeiras podres e quebradas, um chão cuja terra era cinza de tanta sujeira acumulada, e várias pessoas maltrapilhas e subnutridas ao redor, nenhuma prestando muita atenção nele.

Sua cabeça doía um pouco, mas nada que interferisse em sua capacidade de combate exceto, talvez, pela fome que crescia aos poucos. Levantando-se e absorvendo toda aquela cena ao seu redor, ele perceberia, longe ao sul, um grande grupo de homens armados andando calmamente até aquele local. Ainda mais longe, vários navios estavam ancorados, embora a maioria estivesse quase completamente oculta por um trecho de floresta.

Assim que escureceu, o que aconteceu rapidamente, aqueles homens já estavam nos limites daquela região e, sem cerimônia, começaram a atacar a tudo e a todos, ateando fogo aqui e ali para iluminar o "serviço" que faziam.

Em pouquíssimas horas, a vida de liberdade encontrava Red que, agora do lado de fora daquelas muralhas, tinha poder total sobre o seu destino; poderia fugir ou poderia ficar e entrar em uma luta caótica como desejava.

Hideki Zagan
Fazendo com que Otto entendesse o tamanho de sua gratidão, Hideki decidiu segui-lo até onde aqueles piratas esperavam. O medo era crescente dentro dele, mas agora ele tinha certeza de que fazia o que era certo e, mesmo que morresse, não assumiria mais que a culpa por todas aquelas coisas ruins era sua.

Eles caminharam com pressa pela floresta, demorando cerca de meia hora para chegarem a um lugar lotado dos barracos mais quebrados e podres, que por vezes desafiavam a lei da gravidade. A terra estava tão repleta de sujeira que havia se tornado cinza, e grupos de pessoas maltrapilhas e subnutridas se reuniam em grupos, conforme um grande barulho começava.

Com uma grande muralha enfeitando o horizonte, homens atacavam indiscriminadamente, não se preocupando como ou o que acertavam. O instinto de sobrevivência das pessoas do local fazia com que corressem, mas uma boa parte delas simplesmente aceitava o que estava acontecendo.

- Fique perto de mim, Hideki! - Otto disse, começando a correr bastante rápido na direção de onde o barulho vinha e de onde o fogo era visto.

Quando chegaram lá, o homem começou a distribuir tapas na cabeça dos piratas, o que poderia parecer estranho para a maioria das pessoas. No entanto, a força de Otto fazia os homens serem jogados metros para os lados, por vezes até mesmo batendo suas cabeças com força no chão. O homem que Hideki tinha por um simples lenhador mostrava ser algo a mais, mais distante do que o rapaz poderia ter sonhado.

No entanto, eram homens demais e, por vezes, alguns com um nível de força além do normal apareciam, dando certo trabalho para o homem que escolhera viver em ostracismo. Assim sendo, sobravam homens para atacar Hideki que, tão pequeno, malvestido e subnutrido como a maiorias das pessoas ao redor, parecia um alvo perfeito. Eles corriam ensandecidos e estavam quase sobre ele quando Hideki viu um bastão cair a sua frente e ouviu uma voz feminina a gritar:

- Hideki, lute! - sabia quem era, mas não conseguia vê-la.


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