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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 1º Capítulo – Revolução! O início de uma jornada

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: 1º Capítulo – Revolução! O início de uma jornada   1º Capítulo – Revolução! O início de uma jornada EmptyTer 12 Abr 2016, 13:18

1º Capítulo – Revolução! O início de uma jornada.

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Akira Ayako. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: 1º Capítulo – Revolução! O início de uma jornada   1º Capítulo – Revolução! O início de uma jornada EmptyTer 12 Abr 2016, 23:03

Apenas os primeiros passos


Finalmente, Micqueot. Minha hospedagem em uma célula revolucionária de fato contribuiu para o meu desenvolvimento. Agora com vinte e um anos finalmente me sinto seguro o suficiente para começar a mudar o mundo. A população não merece metade do que passa, estamos condenados a viver e aceitar um sujo e corrupto sistema político estabelecido pelo Governo Mundial onde a maioria tem menos que a minoria que de certa forma toma as rédeas. Na verdade, não por muito tempo, já que aos poucos o exército revolucionário vem ganhando mais força e expressão. Sonho que em um breve futuro possamos nos voltar contra todo isso imposto sobre nós, entretanto, para que isso aconteça é necessário pessoas que queiram fazer a diferença ao invés de abaixar a cabeça, e bem, eu sou uma dessas pessoas.

Voltando à Micqueot, minha viagem até aqui de fato me deu tranquilidade e tempo para pensar onde e como começar a trilhar meu caminho. Já tinha algo em mente, não é nada muito bem pensado, porém também nada desorganizado. Primeiramente deveria me armar, mesmo preferindo utilizar outros meios para resolver e desenrolar situações, deveria estar preparado para o inesperado, afinal nunca se sabe o que esperar. Algo bárbaro viria a servir perfeitamente, de preferência um machado ou martelo de duas mãos, enfim.

Agora já com um foco definido, após desembarcar, iniciaria uma caminhada pelas ruas da ilha em busca de uma loja de armas, sempre tentando observar qualquer indício na parte exterior dos estabelecimentos de que ali poderia encontrar armas para comprar. Além disso, de tempos em tempos aproximar-me-ia de alguém que estivesse ao meu alcance e perguntaria da maneira mais educada e gentil possível – Com licença, sabe me dizer onde posso encontrar uma loja de armas por aqui? – independentemente da resposta, sorriria e então agradeceria – Ok, muito obrigado e tenha um(a) bom/boa dia/tarde/noite – concluindo a interação com um simples movimento com os dedos da mão destra, como uma espécie de "tchauzinho".

Caso conseguisse encontrar a tão procurada loja, entraria de forma elegante e então me aproximaria do balcão. Minha intenção? Passar uma boa intenção, claro. – Bom/boa dia/tarde/noite, vocês vendem "martelões" aqui? Aqueles martelos de guerra bem grandes de duas mãos, sabe? – Diria ao sorrir para o(a) atendente, se mulher, o sorriso demonstraria um certo grau de interesse, porém, caso fosse o atendente, sorriria de uma maneira mais camarada. Queria ter uma boa fama, impressão na cidade, afinal, se posteriormente eu quisesse conscientizá-los, motivá-los, deveriam ter uma boa imagem de mim, deveriam me ver como um exemplo. Anyway, caso obtivesse resposta positiva, entregaria a quantia necessária de berries, agradeceria e sairia da loja com minha mais nova arma. Meu próximo objetivo? Me alistar no exército revolucionário.


Objetivos:
 

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MensagemAssunto: Re: 1º Capítulo – Revolução! O início de uma jornada   1º Capítulo – Revolução! O início de uma jornada EmptySex 22 Abr 2016, 00:01



Amanhecendo



Akira Ayako, um jovem adulto de 21 anos, que teve sua vida e mente afetadas drasticamente, quando mais novo, ao ter presenciado seu pai ser assassinado de forma horrível, por marinheiros.

Mas já faz muito tempo, Akira tornou-se um homem e moldou suas próprias ideias de acordo com o rumo que as coisas tomaram, e agora, como sempre bem arrumado, defini o que fará inicialmente na ilha... Encontrar uma loja na qual consiga comprar um martelo, arma que aprendeu à manusear com revolucionários. Encontra-se no deck de um navio, ancorado no litoral de Micqueot, mas o local está bem vazio, visto que enquanto esteve pensando, a maioria dos tripulantes desembarcam, apenas alguns se encontram mais há dentro, realizando seus respectivos trabalhos na embarcação.

Sem delongas, Akira desce por uma rampa, e pisa no solo da ilha. Embora esteja um pouco frio, não é nada muito intenso, a questão é que o sol esconde-se timidamente no horizonte, ainda está nascendo e por isso não pode mostrar todo seu poder, e da mesma forma, as pessoas da ilha ainda estão acordando, visto que Akira não vê quase ninguém no porto, apenas um velho senhor, acompanhado de um sujeito bem maior e mais forte, carregando alguns pedaços de madeira, enquanto o senhor cuida do local em geral e de um pequeno posto de atendimento.

Akira sai do caís e se aprofunda na cidade, não vê muita gente no caminho, mas aborda um garoto, pequeno e magro, para fazer uma pergunta.

– Com licença, sabe me dizer onde posso encontrar uma loja de armas por aqui? –

- Você quer comprar uma arma?!? - Pergunta, relativamente surpreso e dando ênfase na parte da arma, mas nem espera uma resposta e já prossegue. - Tem uma loja que vende, ela fica mais para o centro, só ir seguindo reto que você chega lá. - Termina, parecendo um pouco curioso com Akira.

– Ok, muito obrigado e tenha um bom dia –

O garoto apenas balança a cabeça positivamente, ao escutar o agradecimento e ver o aceno de Akira, e fica observando enquanto este segue pelo caminho indicado, por ruas que inclusive não são muito espaçosas mas muito bem organizadas. Não demora mais que cinco minutos, para que Akira consiga chegar ao centro, onde vê uma loja bem grande com o desenho de uma garrafa em sua placa, sendo que já está aberta, mas com dois seguranças na entrada. Vê também outras lojas menores e espalhadas pela área, todas abrindo, dentre elas avista uma chamada "Tina Mercadorias", sendo que, não é o nome que chama à atenção de Akira, mas sim o que vê pelo vidro da mesma, bastantes armas em seu interior.

Akira não perde tempo, aproxima-se e adentra na loja, vendo que o interior é bem organizado, há bastantes lanças presas em paredes, prateleiras cheias de armas dos mais variados tipos, barris com espadas, e muito mais. Quanto à movimentação, Akira vê apenas uma moça atrás de um balcão, mais ao fundo da loja, e um homem encapuzado, usando um manto azul e avaliando as lâminas de algumas espadas, porém, Akira não vê o rosto do sujeito, já que esse encontra-se de costas para o mesmo.

– Bom dia, vocês vendem "martelões" aqui? Aqueles martelos de guerra bem grandes de duas mãos, sabe? –

É o que Akira pergunta, ao chegar no balcão. A garota, um pouco mais nova que Akira, com algo por volta de 19 anos, loira e vestindo o que parece ser um uniforme, não da muita atenção para o sorriso de Akira, o qual mostra um certo interesse, mas não pelo fato de não acha-lo bonito, e sim por estar mais concentrada em algo que está lendo, algum tipo de livro ou coisa do gênero, embora a capa seja bem mais grossa e seu tamanho em geral bem maior, além de parecer ter as páginas totalmente em branco.

- S-sim... - Responde, vagamente, olhando rapidamente para Akira, mas na mesma velocidade muda seu foco para algo que guarda abaixo do balcão. - Tem este. - Apesar de mostrar uma certa dificuldade, devido ao peso, ela levanta e coloca o martelo, feito de ferro, sobe o balcão.

- Trinta mil berries. - Diz ela, voltando à dar atenção para sua suposta leitura.

Akira entrega o valor requisitado, e a moça nem sequer confere se o valor está correto, realmente parece concentrada seja lá no que estiver fazendo. Após efetuar a compra, o jovem então sai da loja, carregando sua mais nova aquisição, um martelo bem comprido, seu peso é de fato um pouco elevado, porém é algo com o qual Akira já está acostumado, embora a arma aparente não ter um manuseio nada fácil.

Do lado de fora, não observa muita coisa, os comércios estão abrindo, o que também está atraindo as pessoas recém-despertadas, nota-se também que aquela loja, com uma placa escrita "Adega One", é a que atrai mais pessoas, e da para se ver também, que agora há apenas um segurança em sua entrada, um homem bem grande e musculoso, usando uma roupa toda preta.

Akira sente um leve impacto contra seu ombro, alguém esbarra no mesmo, este alguém vem detrás e não da frente, ao virar-se, nota que é o sujeito que estava avaliando as espadas na loja agora pouco. Ele parece um pouco distraído, está com um olhar distante, desta vez Akira vê a face do sujeito, que parece ter a mesma idade que o mesmo, ou ao menos algo bem próximo disto, seus olhos são bem chamativos e uma pequena parte de seu braço esquerdo está enfaixado, e pelo que parece, teve um ferimento recente na região.

- Foi mal. -

É a única coisa que ele diz, virando-se e prosseguindo com seu trajeto, carregando uma espada de dois gumes embainhada, provavelmente recém-comprada também.

Akira almeja se tornar um revolucionário, mas não é como se tivesse ou fosse encontrar alguma placa enorme, dizendo que recruta-se revolucionários e dando instruções do ponto de encontro, ou seja, teria de pensar bem em como faria para encontrar algum grupo revolucionário naquela ilha. Apesar disto, uma outra coisa chama à atenção de Akira, ou ao menos de seu barriga, e tal coisa é um cheiro muito bom, cheiro de comida, que atiça seu apetite, e tal cheiro vem de um estabelecimento, que fica bem ao lado da Tina Mercadorias, sendo que Akira ainda se encontra na porta desta loja, é claro que o jovem pode controlar seu desejo e ir embora, mas ai terá de arcar com as consequências em outro momento, o que não é uma coisa tão agradável para a maioria das pessoas.

Quanto ao estabelecimento, é bem pequeno, possuindo um único andar, além de não haver nenhuma placa com o nome da loja ou algo do tipo, mas por uma janela quadrada, da para se ver que seu interior se assemelha a algum tipo de restaurante ou coisa do gênero, a porta encontra-se destrancada, então não há nada que impeça Akira de entrar no local, no geral, o local aparenta ter um interior bem pequeno, simples e humilde, mas o cheiro de comida é muito bom.

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Encapuzado:
 

Martelo:
 

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MensagemAssunto: Re: 1º Capítulo – Revolução! O início de uma jornada   1º Capítulo – Revolução! O início de uma jornada EmptySab 23 Abr 2016, 00:46

Um encapuzado e uma deliciosa comida, por que não?


Agora sim! Já estava armado e consequentemente preparado para a revolução, ou pelo menos achava estar.  Ainda era cedo, portanto, ao que tudo indicava o comércio estava iniciando suas atividades agora, entretanto, podia observar um forte e incomum movimento em o que parecia ser uma loja chamada "Adega One", algo que me parecia um tanto quanto estranho, considerando o horário. Porém, não tão estranho quanto o que viria a ver em seguida, um segurança vestindo trajes pretos parecia vigiar o local, o que como já disse, era um tanto quanto estranho, já que estabelecimentos como restaurantes ou tavernas, o que o nome "Adega One" na placa sugeria, não costumavam ter seguranças.

Ainda curioso e pensativo, tive meus pensamentos interrompidos por um forte impacto vindo de trás, não fora nada absurdo como um corte ou um tiro e sim apenas um esbarrão em meu ombro, porém, o suficiente para acabar com minha concentração.

Era o rapaz que estava na loja momentos atrás, seu capuz era algo marcante e incomum, logo as chances de não ser ele eram mínimas. – Tudo bem – Responderia seu pedido de desculpas de forma amigável com um leve tapinha em suas costas, afinal, acreditava que não tinha feito aquilo de propósito. Todavia, tenho que admitir que realmente algo me intrigou, seu ferimento no braço canhoto.

Caminharia em sua direção e, usando apenas a força necessária, puxá-lo-ia de leve pelo ombro a fim de chamar sua atenção, posteriormente abordando-o de maneira amistosa – Ei! Sei que não nos conhecemos mas a julgar pela situação do seu braço, creio que não está tendo um bom dia – diria enquanto apontaria para seu machucado – Então... O que acha de sei lá, batermos um belo rango? Eu não sei você, mas estou sentido um cheiro um tanto quanto delicioso vindo dali – sorrindo, com um leve movimento com a cabeça indicaria o estabelecimento que se encontrava ao lado do "Tina Mercadorias".

Esperava que ele aceitasse meu convite e, caso isso acontecesse, acompanhá-lo-ia até o local. Já dentro do estabelecimento, procuraria por algum lugar em que pudéssemos nos sentar e ficar confortáveis o suficiente para ter um bom papo. Sentados, chamaria algum garçom ou qualquer pessoa responsável pelo atendimento e pediria o que sei lá fosse que estava emanando aquelas deliciosas ondas de gostosura, voltando-me para o encapuzado após o pedido.

Primeiramente me chamo Ayako, Akira Ayako – tentaria quebrar o gelo o mais rápido possível, não queria manter um desconfortante e constrangedor silêncio por muito tempo. Em seguida, esperaria que se apresentasse, falasse algo ou nada para continuar a quebrar o gelo – Você viu aquele lugar? O "Adega One"? Está bem movimentado mesmo a essa hora, sou novo na cidade portanto não sei de muita coisa, isso é comum aqui em Micqueot? – diria da maneira mais natural possível, a intenção não era passar a impressão de estar forçando uma conversa ou muito menos interrogar o rapaz, logo, queria evitar que isso ficasse aparente. Caso ele não aceitasse meu convite, iria até o estabelecimento de toda maneira e seguiria os mesmo processos: procuraria um lugar e pediria a comida que estava provocando aquele cheiro de dar algo na boca.


Objetivos:
 

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MensagemAssunto: Re: 1º Capítulo – Revolução! O início de uma jornada   1º Capítulo – Revolução! O início de uma jornada EmptySab 23 Abr 2016, 06:12



Conversa



Akira sente-se bem mais confiante agora estando com seu martelo. Estando ao lado de fora da loja, avista uma certa movimentação na Adega One, além de um segurança em sua entrada, o que lhe deixa bastante intrigado e curioso.

Mas Akira acabou tendo sua concentração cortada, quando o encapuzado acaba esbarrando no mesmo, mas não criou nenhuma confusão por isto, desculpando o sujeito com um simples, mas educado. – Tudo bem – Mas não deixou o sujeito se afastar-se demais, já que após uma breve reflexão, decide abordar ao espadachim, estando bastante curioso com o ferimento em seu braço esquerdo.

– Ei! Sei que não nos conhecemos mas a julgar pela situação do seu braço, creio que não está tendo um bom dia – É o que Akira diz, após segurar de leve no ombro do encapuzado, que para e volta sua atenção para Akira. – Então... O que acha de sei lá, batermos um belo rango? Eu não sei você, mas estou sentido um cheiro um tanto quanto delicioso vindo dali –

O espadachim não demonstra muitas reações, parece alguém sério ou ao menos bem desconfiado, no entanto, acaba concordando com a oferta de Akira. - Certo. - E assim, tanto Akira, quanto o espadachim, se encaminham até o estabelecimento, sem o surgimento de maiores eventualidades.

Ao adentrarem, o local de fato se prova bem simples, é pequeno, há um comprido balcão no centro da loja, que divide o estabelecimento em duas áreas, o lado em que Akira e o espadachim estão, e o lado em que o atendente está. Há bastantes cadeiras vazias, visto que os dois são os primeiros clientes do dia, e logo ambos sentam-se, as cadeiras não são muito confortáveis, além de serem de madeira, são um pouco pequenas, mas a altura é aceitável. Acima do balcão há alguns acessórios para comer, tais como palitos, guardanapos, e aperitivo, mas o que chama atenção é a variação de alimentos por detrás das vitrines que repousam sobe aquele balcão, diversas coisas que aparentam deliciosas, porém, o cheiro que atraiu Akira ali, não vem de nada disto, e sim do que parece ser algo que está sendo preparado pelo atendente mais ao fundo, ele logo vem atender aos clientes.

Akira faz seu pedido e o encapuzado completa. - Desejo o mesmo. - O atendente, um sujeito bem estranho, de cabelo comprido e uma roupa bizarra, além de uma máscara rosa, imediatamente volta para a finalização do que estava fazendo, enquanto diz poucas palavras. - Só um instante. -

Enquanto aguardam a chegada do alimento, Akira tenta puxar assunto com o encapuzado.

- Primeiramente me chamo Ayako, Akira Ayako –

Quanto ao sujeito, ele olha ainda com um pouco de desconfiança, mas não demora nada à responder, embora se mostre bem objetivo.

- E eu me chamo Tom. -

O silêncio dura apenas alguns instantes, pois novamente Akira puxa assunto.

– Você viu aquele lugar? O "Adega One"? Está bem movimentado mesmo a essa hora, sou novo na cidade portanto não sei de muita coisa, isso é comum aqui em Micqueot? –

Antes que o espadachim possa responder, o atendente chega com duas tigelas que soltam um pouco de fumaça, ele traz uma de cada vez, com bastante cuidado, pelo fato de ambas estarem quentes, e coloca um à frente de cada um dos clientes. - Espero que gostem. - Mas ele não fica ali para interromper a conversa da dupla, logo retorna ao fundo da loja, talvez para limpar a possível sujeira que fez. Já as tigelas, encontra-se ramen em ambas, agora de perto o cheiro é bem mais forte, o que só atormenta ainda mais a barriga de Akira. Quanto aos ingredientes, da para se notar que o macarrão é o principal, há também carne, ovo, alface e um caldo que parece muito bom, além de ser o retentor de todo o sabor.

Apesar de estar quente, Tom não hesita e ataca sua tigela, logo após ter pego um par de palitos. Ele come com bastante pressa, até restar por volta de 40% do conteúdo do prato, acalmando-se, enquanto que, o prato de Akira permanece intocável. Eis que Tom se pronuncia.

- Desculpe-me... Realmente não estão sendo dias muito agradáveis. - E da uma leve pausa, olhando para sua tigela com um olhar distante. - Adega One é uma loja de vinhos, é inclusive a mais famosa de todos os blues, me surpreende você nunca ter sequer escutado falar dela. - Ao terminar de responder, ele volta à comer, terminando o restante da tigela com mais calma.

Com o fim da refeição, Tom vira-se para Akira e agradece, agora agindo mais naturalmente do que antes, não parecendo tão desconfiado, embora continue com os aspectos de alguém sério.

- Agradeço pela gentileza. Mas eu sei que as pessoas não são de fazer algo sem um motivo, e a julgar pela situação, assim pelo que você me disse, eu acho que você está querendo informações sobre a ilha em geral. É o mínimo que eu posso fazer, em agradecimento, então, pode perguntar o que quiser, eu já moro nesta ilha dês de meu nascimento, então sei tudo da geografia dela. -

Ao terminar de falar isto, a atenção de Tom e Akira volta-se para a porta do estabelecimento, que é aberta, logo um marinheiro moreno e com cavanhaque adentra no estabelecimento, cumprimentando primeiro Akira e Tom. - Bom dia. - Não demora até ele ir e sentar-se na cadeira um pouco ao lado de Akira, e volta à falar, agora com a voz alta o suficiente para o atendente escutar lá dos fundos. - Senhor Tsuki? Me traz o especial da casa! - O marinheiro não deixa de reparar no fato de tanto Akira, quanto Tom, estarem bem armados, mas não comenta nada em relação à isto, apenas fica aguardando seu pedido chegar. Enquanto isto, o ramen na tigela de Akira não se encontra mais tão quente, mas ainda está morno e ótimo para ser consumido, talvez até melhor, pois não haverá possibilidade de se queimar, coisa que poderia ter acontecido anteriormente, se tivesse comido apressadamente igual Tom. E como o jovem reagira na presença de um marinheiro? Isto e muito mais, no próximo post.

.
Refeição:
 

Estabelecimento:
 

Marinheiro:
 

Off:
 

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MensagemAssunto: Re: 1º Capítulo – Revolução! O início de uma jornada   1º Capítulo – Revolução! O início de uma jornada EmptySeg 25 Abr 2016, 21:18

Um bom papo e a chegada do marinheiro


À primeira vista pude perceber que o rapaz aparentemente era bastante sério, não demonstrava muitas reações nem ao menos resquícios de empolgação com o convite. Acreditava que aquilo poderia ser tanto algo temporário quanto de fato sua própria personalidade, com isso, decidi dar tempo ao tempo, não criando uma imagem ou conceito deste antes de o "conhecer" melhor.

Após aceitar meu convite, seguimos para o estabelecimento onde, após entrarmos, percebi que em geral aparentava ser um simples e pequeno negócio de família. O local era divido ao meio por um longo balcão que continha alguns acessórios para refeições como: guardanapos, hashis, alguns pratos e é claro, a comida. A boa notícia é que éramos os primeiros cliente do dia, o que nos deixava bem à vontade para escolher onde sentaríamos.

Pude notar também que o afrodisíaco aroma que havia me atraído para o local não vinha de nenhum dos aperitivos presentes nas vitrines expostas no balcão e sim de um prato que provavelmente estava sendo preparado na cozinha para mais tarde. Um pouco decepcionado com isso, pude perceber na hora do pedido que o rapaz ainda mantinha sua postura séria, sempre economizando palavras e expressões; o que começou a me fazer aos poucos achar que aquela de fato seria sua real personalidade. O que era o oposto do rapaz que veio nos atender, que, a julgar pelo seu figurino um tanto quanto estranho e sua mascara rosa, parecia ser um rapaz um tanto quanto extravagante e meio "lelé da cuca".

Como o esperado, não demorou muito para que o constrangedor e desagradável silêncio desse a cara para nos perturbar, visando acabar com isso, minha tentativa de puxar assunto fora bem sucedida, bem, em termos, já que ainda podia perceber certa desconfiança e objetividade do rapaz que se apresentava como Tom. Certo tempo passa e o silêncio volta, o que me faz novamente tentar quebrar o gelo, afinal, era meu dever tornar a conversa agradável já que havia feito o convite ao rapaz. No entanto, antes mesmo que ele pudesse me responder, fomos interrompido pelo atendente extravagante que nos trouxe duas tigelas fumegantes, pareciam ter conter e ramen e cara, como aquele cheiro era delicioso. Para ser sincero, eu não precisava nem comer aquilo, cheirar algo tão suculento quanto aquilo para mim já era mais que o suficiente, porém, se o cheiro já estava daquele jeito, cara, imagina o sabor!

Tom parecia estar com fome. Por quê? Simples, o cara simplesmente devorou mais da metade do ramen em segundos, o que foi estranho, considerando que de certa forma ele ignorou completamente minha presença.

Relaxa cara, eu entendo completamente... Já passei por alguns problemas também – Responderia ao rapaz após uma risada singela. Ele parecia estar de fato com fome, o que confirmava ainda mais que estava passando por dias difíceis, o que me fez decidir que não forçaria nenhum assunto. – Nossa sério? Juro que nunca ouvi falar – Diria após algumas risadas um pouco envergonhadas. De fato nunca havia escutado falar sobre essa adega, o que me assustou um pouco, já que, devido à minha origem rica, estava acostumado a conhecer as melhores adegas do North Blue, já que meus pais costumavam beber muito vinho.

Porém, o que mais me surpreendeu foi o que viria a seguir, após terminar completamente seu ramen, Tom parecia ter passado por uma transformação onde, do nada, deixou de ser aquele cara fechado, e virou um cara mais natural, embora ainda manteve sua postura séria. – Não quero nada cara, de verdade. Eu o convidei porque pelo seu machucado, achei que não estivesse em uma boa situação e bem, o que uma boa comida não faz com o nosso humor? – Diria ao rapaz com um enorme sorriso aberto em meu rosto – Aliás, acho que nem todo mundo age por motivos, na verdade, estou procurando por essas pessoas, os revolucionários. Sabe onde os posso encontrar? – Com a entrada do marinheiro, falaria bem baixinho após botar minha mão em frente a boca para evitar maiores problemas. Após isto começaria a degustar do meu ramen, não dando muita atenção ao marinheiro.

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MensagemAssunto: Re: 1º Capítulo – Revolução! O início de uma jornada   1º Capítulo – Revolução! O início de uma jornada EmptyTer 26 Abr 2016, 07:34



Despedida ou Parceria?



– Não quero nada cara, de verdade. Eu o convidei porque pelo seu machucado, achei que não estivesse em uma boa situação e bem, o que uma boa comida não faz com o nosso humor? –

- É... - Responde, pensativo, enquanto observa o grande sorriso na face de Akira.

Com a entrada do marinheiro, Akira reduz o tom de voz, cobrindo um pouco sua boca, enquanto que ainda assim continua à falar com Tom.

– Aliás, acho que nem todo mundo age por motivos, na verdade, estou procurando por essas pessoas, os revolucionários. Sabe onde os posso encontrar? –

O espadachim fica em silêncio, talvez devido à presença do marinheiro. Enquanto isto, o atendente, bastante animado, vem trazendo mais uma tigela de ramen, que é entregue para o marinheiro.

- Obrigado. - Diz ele, em agradecimento. Logo, com bastante calma e cuidado, começa à comer, assoprando e comendo aos poucos.

Akira faz o mesmo, sem dar muita atenção para o marinheiro, começa à comer. Logo sente uma explosão de sabores, o tempero e o caldo são os pontos fortes daquele prato, sendo uma mistura de sabores incríveis, que tornam aquela comida simples, em algo muito melhor do que muitas refeições gourmets das quais Akira já provou. A carne e macarrão, também muito bem preparados, enchem com facilidade a barriga de Akira, que logo vai sentindo sua fome se esvair, ao ponto de sumir.

O marinheiro termina de comer, segundos após Akira também terminar.

- Aqui está. Hora de começar o trabalho! - Diz, animando-se, enquanto se levanta da cadeira e coloca alguns berries acima das vitrine no balcão.

E sem muita delonga, ele sai do estabelecimento, balançando o boné em um gesto de "xau" para os dois civis ali presentes. Com a saída do marinheiro, Tom enfim começa à falar, embora ainda assim em um tom de voz reduzido.

- Revolucionários é? O mais famoso por nessa ilha, é conhecido por "El Zurro", mas ninguém sabe do paradeiro dele. E há também um outro cara, que não vive na cidade, e sim nas florestas e montanhas, mas, apesar de conhecer bem essa ilha, não costumo me aprofundar muito para aquelas regiões. - Após uma breve pausa, ele prossegue. - Na verdade, eu estou me preparando para uma viagem. Pretendo ir embora daqui, ir para Lvneel, e eu ouvi bastantes rumores sobre a existências de grupos assim, estabelecidos "secretamente" por lá... Se você estiver interessado em ir, eu vou em um navio comercial, e vou prestar meus serviços nele como pagamento pela viagem, você pode se oferecer também e... Ah! Deixa para lá. -

Após uma nova curta pausa, ele concluí.

- Resumidamente, eu só escutei boatos sobre dois revolucionários por aqui, mas nunca conheci nenhum, um deles costuma aparecer na cidade de madrugada, ele vem ganhando o apoio do povo, mas não é todas as noites que ele aparece e ninguém sabe do paradeiro dele. O outro, é um sujeito que supostamente vive nas montanhas e florestas da ilha, deste eu sei menos ainda. -

Após explicar o mais detalhado possível, sobre tudo o que sabe, Tom levanta-se e não esquece de pegar sua espada.

- Novamente, agradeço pela refeição. Devido a muitos problemas pessoais, eu estou de partida ainda hoje para Lvneel, tenho alguns planos para mudar minha vida para aquele lado. -

Nota-se, que após a refeição, Tom de fato fica bem mais amigável, por assim dizer. E aparentemente passou à confiar em Akira. Finalmente, um pequeno sorriso se forma, um sorriso de esperança, embora não chegue a mostrar seus dentes. Seja lá o que aconteceu com aquele sujeito, provavelmente foi algo que lhe marcou bastante. Tom olha para a porta e depois volta-se para Akira.

- O navio deve partir logo. Eu preciso ir para não me atrasar, certo? - Pergunta ele, embora, esteja claramente esperando, para saber se Akira vai ou não acompanha-lo nessa viagem. Ou se irá tentar a sorte nesta própria ilha, na qual desembarcou faz pouco tempo. Ou então, ele simplesmente está sentindo como se estivesse devendo um favor para Akira, é difícil de se dizer, pois ambas as coisas são muito possíveis, ainda mais com sua espera por uma resposta. Este pode ser o momento da despedida, ou não.


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MensagemAssunto: Re: 1º Capítulo – Revolução! O início de uma jornada   1º Capítulo – Revolução! O início de uma jornada EmptyTer 26 Abr 2016, 21:21


Eu ouvi Lvneel?


Após minha pergunta o rapaz permaneceu calado enquanto eu e o marinheiro ao nosso lado nos deliciávamos com nossas deliciosas tigela de ramen, não sei se não tinha respondido por causa presença do marinheiro ou apenas por não querer falar sobre isso, porém, estava distraído demais com a comida para ligar pra isso, cara, como aquilo era delicioso!

Enfim... Não demorou muito para que tanto eu quanto o marinheiro terminássemos nossas refeições e, para minha surpresa, após este se despedir e retirar, Tom voltou a falar e melhor, a responder o que havia perguntado. Para minha surpresa desta vez parecia estar mais descontraído, mais amistoso, porém em um tom de voz reduzido.

Relaxa cara, foi um prazer te conhecer, aliás, boa sorte com os novos planos, tenho certeza que vai conseguir alcançá-los logo logo – Com um simpático e agradável sorriso, me despediria do encapuzado enquanto faria um breve movimento de continência com a mão destra como um gesto de despedida. Não sei como, mas aquele rapaz parecia outra pessoa agora, de alguma maneira havia sei lá, conquistado sua simpatia, não sei, apenas o que sei é que pude ver um sorriso - mesmo que discreto - em seu rosto enquanto se despedira.

O que mais me surpreendeu foi o que viria a seguir, por algum motivo o qual desconheço totalmente Tom me fez uma pergunta tão besta que para mim soou mais como um convite e bem, diante da situação meio que resolvi aceitar, ser novo em Micqueot e ser novo em Lvneel no final das contas dá no mesmo, então por quê não tentar em outro lugar agora com um amigo?

Você precisa ir logo mesmo se não quiser se atrasar, porém, acho que precisa me esperar, afinal, se me apressar posso acabar me levantando com pressa e derramando ramen em minha roupa, não? – Responderia a Tom sorrindo enquanto levantar-me-ia, acompanhando-o. Seguiria-o a partir dali, logo, o acompanharia para onde quer que fosse desde que não fosse muito suspeito, porque vai que, sei lá, ele é um marinheiro ou agente do governo? Anyway, apesar disso, acreditava que de fato estaríamos indo para Lvneel, o que me deixava bastante animado com meu futuro revolucionário pela frente.


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MensagemAssunto: Re: 1º Capítulo – Revolução! O início de uma jornada   1º Capítulo – Revolução! O início de uma jornada EmptyQua 27 Abr 2016, 21:10



Embarcando



Akira continua à agir com bastante simpatia, e aos poucos vai formando uma certa amizade com Tom. Quando escuta suas últimas palavras, Akira sente que aquilo mais parece um convite, e resolve aceitar tal convite.

- Você precisa ir logo mesmo se não quiser se atrasar, porém, acho que precisa me esperar, afinal, se me apressar posso acabar me levantando com pressa e derramando ramen em minha roupa, não? –

Mais uma vez, Tom mostra um pequeno sorriso, parecendo alegre com a decisão de Akira.

- Certo! -

Assim, Akira e o sujeito se retiram do estabelecimento, tão empolgados, que acabam por esquecerem de pagar o dono da loja, pelas refeições. Um belo jovem, carregando um grande martelo, e um encapuzado, carregando uma espada de dois gumes, de fato atraem bastantes olhares, já que agora as ruas se encontram mais movimentas, o dia enfim amanheceu por completo, o sol se mostra presente no alto do céu, mesmo que volte e meia sendo bloqueado por algumas nuvens brancas como a neve.

Não demora muito para a dupla chegar no porto, avistando por volta de cinco navios ancorados na ilha, e uma movimentação constante pelos arredores. Um destes navios, maior e com uma rampa que interliga o convés deste com o caís, está logo adiante, e é na direção deste que a dupla se encaminha.

Há um homem, com uma barba cinzenta bem comprida, e uma roupa bem simples, em frente da rampa de acesso ao navio. Ele barra Akira, mas Tom começa à falar com ele.

- Ei, ele é um amigo meu, não tem como arranjar alguma vaga para ele? Ou algum trabalho temporário no navio? -

~ Huumm... ~ Ele olha bem para Akira, mantendo-se pensativo por alguns instantes, enquanto alisa sua própria barba com a mão direita. - Está bem! Estão precisando de ajuda na cozinha do navio, ele pode ficar de ajudante, durante a viagem. - Responde, com uma voz rouca.

- Perfeito. - Fala imediatamente, sem dar chances de Akira pensar na proposta.

Logo, Tom puxa Akira rampa acima, e assim ambos se veem no convés do navio, onde só tem algumas poucas pessoas, conversando entre si, ninguém que chame muita atenção. Porém, pelo tamanho do navio, é de se imaginar que há bastantes pessoas em seu interior.

- Deu certo. Logo o navio deve partir, porém meu trabalho é na área das cargas. Você é da cozinha, acho melhor você procurar alguém que trabalhe por lá. Eu vou atrás de descobrir mais das minhas tarefas. Nos vemos depois. -

Dito isto, Tom balança a cabeça positivamente, e vai dialogar com um sujeito que se encontra ali no convés. Enquanto que Akira, fica para se virar sozinho.

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MensagemAssunto: Re: 1º Capítulo – Revolução! O início de uma jornada   1º Capítulo – Revolução! O início de uma jornada EmptyQui 16 Jun 2016, 19:05


Lvneeeeeeel!


Por algum outro milagre Tom novamente sorriu pra mim, o que de fato me deixou bastante contente. Não sei como ou nem ao menos porquê mas acreditava que aos poucos uma bela amizade ia se formando. Simpatizava com ele, aparentava ser um rapaz legal e esperançoso. Seu humor? Bem, não sabia se era assim sempre mas até o momento se fosse o apelidar de alguma coisa com certeza essa coisa seria "homem de gelo" mesmo ainda acreditando que aquele não era o verdadeiro Tom.

Agora nada mais importava, estávamos empolgados como nunca e fora questão de segundos para sairmos do local sem ao menos pensar duas vezes ou olhar para trás, não queríamos perder sequer mais um segundo naquele restaurante. Lá fora um lindo e agradável dia se apresentava, o céu estava ensolarado ao mesmo tempo em que nuvens o preenchia na medida certa e agora pessoas transitavam pelas ruas da ilha, dando-lhe certa vida a mais.

Não demorou até que chegássemos ao porto após uma breve caminhada, podia observar além de um grande movimento de pessoas, cerca de cinco embarcações atracadas no local. Uma dessas embarcações se destacava das demais, era a maior delas e tinha uma rampa que ligava seu convés ao cais e bem, foi em direção desta que começamos a nos deslocar. Chegando em frente à sua rampa de acesso pude perceber a presença de um barbudo grisalhos que momentos depois barra minha entrada.

Após certa negociação entre Tom e o barbudo, minha entrada permitida, entretanto, pelo o que havia ouvido teria que trabalhar como ajudante na cozinha, área a qual não tinha mínima noção do que fazer, já que tinha sido aprendiz de ferreiro. Tom me puxa até o convés e então me dá uma rápida orientação, a partir dali nos separaríamos graças às áreas em que iríamos prestar nossos respectivos serviços, teria de procurar a cozinha enquanto ele iria até as cargas do navio. – Ok! Irei procurar pela cozinha agora mesmo, boa sorte com as cargas! – Antes que se retirasse, falaria para Tom com um sorriso estampado em meu rosto enquanto faria um amistoso "joinha" para ele.

Feito isso começaria a procura pela cozinha do imenso navio, buscaria placas que indicassem sua localização e sempre que fosse possível perguntaria para alguém que encontrasse no caminho onde esta se localizava. Quando/se conseguisse chegar lá, procuraria o responsável pelo grupo e me apresentaria para o tal – Prazer, me chamo Ayako e estarei prestando serviços na cozinha do senhor(a), às suas ordens! – Diria sorrindo enquanto bateria uma rápida continência, sempre tentando manter o equilíbrio entre o respeito e a descontração.

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