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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 2º Tale - Cold Breath

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MensagemAssunto: 2º Tale - Cold Breath   2º Tale - Cold Breath - Página 5 EmptyQua 06 Abr 2016, 19:04

Relembrando a primeira mensagem :

2º Tale - Cold Breath

Aqui ocorrerá a aventura do(a) revolucionária Elsa "Às" Volkerbäll. A qual não possui narrador definido.


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Volker
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MensagemAssunto: Re: 2º Tale - Cold Breath   2º Tale - Cold Breath - Página 5 EmptyTer 17 Maio 2016, 18:43

A simplicidade do plano parecia beirar a idiotice conforme avançava em direção ao armazém, o ar de confiança parecia estufar-me e não me permitia dar um passo sequer para trás, não havia mais volta e tudo o que restava agora era a luta. A vantagem que esperava obter? Não obtive, pelo menos não de imediato, as flechas erravam de maneira miserável seus alvos e em meio a tantos pensamentos e reações que podia esboçar diante daquilo, preferi o silêncio. – Agora, elogios ou críticas não tem espaço. – pensava enquanto observava a formação dos marinheiros e o desenrolar daquilo. A batida no portão poderia ter sido tanta coisa, podia esperar um batalhão de soldados que nos aguardava para uma emboscada, mas ao invés de muitos, apenas um surgiu, alto, forte, preguiçoso e que compartilhava um pouco do meu humor por assim dizer.

A troca de palavras era breve, embora pudesse dizer que elas eram apenas provocações baratas? É, talvez pudesse julgar desta forma até que o combate se iniciou. A formação dos marinheiros era melhor e podia pensar nisso conforme combatia e os observava. – Esse cara não estava nos planos. – pensava em relação ao homem de machado. Se ele não estivesse ali, certamente o embate não seria tão equilibrado. O marinheiro era forte, aparentemente, até mesmo para os espadachins suportarem a força de sua arma e apenas por mais este fato tive de torna-lo meu alvo prioritário, uma vez que a atiradora estava demasiadamente protegida por seus companheiros.

E mais uma vez, eu sou imã de gente resistente. – notava sarcasticamente enquanto acertava o oponente com mais de uma senbon e o mesmo parecia nem se importar tanto com o fato de ser ou não atingido. – E aparentemente todos eles só sabem gritar. – o observava rugir ao retirar as agulhas e partir para cima de mim. Os golpes passavam rentes, um após o outro embora não julgasse total mérito de minha parte tais feitos e sim a falta de alcance do homem. – Se ele chegar perto demais, não haverá como desviar desses golpes, mas toda vez que ele erra, era gera muitas brechas. – acertava mais agulhas, uma delas bem na veia, mas isso não parecia ser suficiente nem para um ganido de dor.

Como se já não bastasse tudo aquilo, uma das marinheiras havia ficado livre para investir contra os arqueiros ao mesmo tempo em que a atiradora acertava um deles no ombro. – Tudo ao mesmo tempo, que ótimo! – praguejava em um tom baixo de voz, enquanto projetava duas senbons em ambas as mãos. – Não posso esperar por um milagre, tenho de fazer algo senão estaremos em péssimos lençóis. – alternava o olhar entre o marinheiro com o machado e a mulher que seguia na direção de meus companheiros, aguardar por Kim não era uma opção, torcia para que quando ele atirasse que acertasse a atiradora de preferência, afinal de contas havia dado garantia de que cuidaria do resto junto dos demais.

Usava minha excelente visão para manter um olhar preciso no marinheiro e na marinheira, marcar seus ritmos e a distância deles em relação a mim. – Dane-se o risco é melhor do que não tentar! – retirava a manta dos revolucionários, quanto menos tecido para restringir minha mobilidade melhor. Mantinha-me atenta a ambos, antes de investir contra o marinheiro em um rápido dash, atenta ao alcance dele todo o momento. Uma vez que estivesse próxima de entrar no alcance do machado dele pararia bruscamente, flexionando os joelhos e novamente observando a marinheiras pelo canto do olhar. Tomaria impulso para um mortal de costas. – Volucres! – dispararia uma das senbons que tinha na mão direita na direção do homem no mesmo instante em que obtivesse visão para realizá-lo no meio do movimento e, antes de tocar o chão pretendia atirar a outra senbon em um dos pontos da perna da marinheira.

Ao tocar novamente o chão, só tinha duas maneiras de prosseguir com o ataque, caso o marinheiro sentisse o ataque e permanecesse parado, giraria com o corpo, a fim de tomar impulso para o arremesso. – Yin! – dispararia as outras duas agulhas da outra mão, na direção das pernas da marinheira, antes de voltar a atenção a meu oponente e seus golpes. Ou, caso ele tentasse investir contra mim após o mortal com uma estocada ou um golpe vertical, giraria com o corpo para evitar o golpe e ao término do movimento disparar as senbons. Caso o golpe viesse pela horizontal, giraria com o corpo no ar na tentativa de passar por cima do golpe em um giro, disparando a técnica quando estivesse próxima de tocar o chão. Se obtivesse sucesso total no movimento seria, capaz de paralisar as pernas da mulher e dá-la de bandeja as flechas dos arqueiros.

Se em alguma circunstância a pressão exercida pelo marinheiro fosse intensa o suficiente para não me deixar brechas para parar a marinheira, dispararia as técnicas contra ele de uma só vez, durante o mortal, mas visaria acertar pontos na perna, braços e abdômen, para pará-lo por completo por alguns segundos. Manteria a estratégia de aguardar por seus golpes e brechas para castiga-lo com agulhas bem posicionadas nas veias, artérias e tendões. Se fosse capaz de prolongar o combate, que pelo menos o fizesse sangrar lentamente com meus golpes, a intensidade da batalha poderia cega-lo sobre seu estado e isso seria ótimo. Manteria esquivas simples e diretas como dashes laterais, saltos e agachamentos para evitar golpes realmente perigosos e de baixa chance de esquiva com minhas acrobacias, mas usaria estas para evitar os golpes inimigos e então encaixar novos golpes com mais efetividade, abriria distância toda vez que ele chegasse demasiadamente perto de mim.



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MensagemAssunto: Re: 2º Tale - Cold Breath   2º Tale - Cold Breath - Página 5 EmptyQua 18 Maio 2016, 08:14

Narração
O plano estabelecido pelos revolucionários era deveras simplório, Elsa se garantia mais na capacidade de seus homens, além da sua própria, de derrotar os marinheiros do que realizar uma estratégia bem montada. Ainda assim, partiam caminhando para o armazém de frente com seus oponentes, o ataque inicial dos arqueiros por sinal não havia dado certo devido a grande pressão sobre os mesmos naquele momento, mas não seria assim que as coisas acabavam. A formação dos marinheiros apesar de bem estruturada também abria brechas, a jovem conseguia explora-las com a investida para contra o grandão, porém isso não era suficiente e ele nem sequer demonstrava sentir dor recebendo todos aqueles senbons.

Informações úteis eram notadas pela garota, que tentava explora-los em seus próximos golpes, mas ainda admirando a resistência e força do homem que enfrentava, até porque os ataques do machado, apesar de lentos, certamente fariam um belo estrago ao atingir a vítima. Para ajudar com a desgraça toda, uma marinheira do grupo se locomovia as pressas em direção a linha de trás da formação de Elsa, com foco nos arqueiros deixava para trás todos os lutadores corpo a corpo sem nem ao menos balbuciar. Tudo acontecendo ao mesmo tempo, a garota já nem sabia mais para onde deveria prestar atenção, revezando seus olhares entre o grandalhão pronto para lhe desferir outro golpe e a espadachim querendo acabar com os atiradores.

Ás agora possuía dois alvos que lhe causavam extremo incomodo, e por mais difícil que fosse tomava a decisão de que impediria os dois independente dos riscos, arrancando seu manto de revolucionário para não restringir de alguma forma sua movimentação. Enquanto o grandalhão investia contra Elsa, ela decidia por fazer o mesmo mas não sem antes tomar dois senbons em cada mão, logo partindo para cima com um dash até as proximidades do inimigo. Seu até então ataque se transformava em um mortal, e durante a trajetória deste o marinheiro direcionava mais um corte com seu machado, que por sinal chegava cada vez mais perto.

- Volucres! - Dizia a revolucionária lançando um senbon em direção ao homem do machado, e outro em direção a marinheira. Acertando o marinheiro em seu braço e até fazendo-o mudar sua expressão confiante no mesmo momento, transformando-se em uma cara feia de dor. Por outro lado também havia acertado o senbon nas pernas da marinheira fazendo-a parar a investida por alguns segundos, mas agora passava a se atentar nos movimentos de Elsa, coisa que antes não estava fazendo e por isso havia se distraído.

Porém o ataque, mesmo dolorido, não fora o suficiente para parar a investida do grandalhão contra Ás, terminando de desferir o golpe cortante enquanto a garota encostava no chão, passava de raspão pelas costas dela e chegava a abrir uma ferida superficial. Mesmo não sendo algo grave, mostrava a revolucionária que os golpes daquele homem eram extremamente fortes, e em qualquer brecha que fosse exposta ele não deixaria barato, pois um simples ataque enfraquecido que apenas pegou de raspão já havia aberto uma ferida. Mas os riscos já estavam sendo assumidos desde que Elsa decidira por manter a luta com o homem do machado, e ao mesmo tempo tentar impedir a marinheira de se aproximar dos arqueiros, procurando proteger a tudo e todos mesmo em uma situação de luta tão equilibrada.

Nesse instante, a mulher arrancava o senbon de sua perna e voltava a correr, enquanto o grandalhão tomava um tempo a mais retirando todos os senbons anteriores e esse último, dessa vez abrindo uma brecha para que Ás pudesse se preocupar com um alvo só.- Yin! - Sem pensar duas vezes, a revolucionária girava seu corpo tendo como alvo unicamente a espadachim, lançando mais dois de seus senbons com foco nas pernas da marinheira. Entretanto devido ao lançamento da Senbon anterior a inimiga já estava atenta, saltando assim que viu o lançamento das agulhas em sua direção, que juntamente a dificuldade de acerto por estar em movimento, se esquivou facilmente.

Por outro lado, os aliados revolucionários lutavam bravamente contra os oponentes de uma maneira bem equilibrada por sinal, os espadachins enfrentavam os três homens restantes sendo um deles um gatuno, o outro espadachim e por último um homem que usava garras de metal para lutar. O tempo se passava e a trocação era franca entre os dois lados, apesar de o gatuno estar tomando uma certa vantagem sobre um dos homens devido a distância que o mesmo tomava, exatamente como Elsa fazia com o grandalhão. Mas de qualquer modo os arqueiros ajudavam a deixar a batalha a seu favor, porém no momento em que a marinheira se aproximava demais dos arqueiros, estes deixavam sua posição para focar suas flechas na direção da mulher.

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MensagemAssunto: Re: 2º Tale - Cold Breath   2º Tale - Cold Breath - Página 5 EmptyQui 19 Maio 2016, 20:18

O combate se acirrava a cada minuto e nenhuma pessoa ali estava disposta a ser a primeira a ceder perante o oponente, estávamos pressionados e isso era evidente, mas ainda sim havia algum equilíbrio entre ambos os lados, até que uma das marinheiras parecia extremamente disposta a destruir isso e colocar seus aliados em vantagem, ou pelo menos era isso o que pretendia até ser atingida por mim. – Ahhh, ótimo! – pensava de maneira sarcástica ao erras as duas últimas senbons, destinadas a marinheira. Tudo havia ocorrido de maneira tão rápida que parecia fugir a minha noção, estava acompanhando aquele ritmo de batalha tão intenso, mesmo que ainda flertasse com os riscos. O frio da lâmina do machado havia passado por minhas costas e aberto um corte, mas graças a adrenalina não o sentia com tanta intensidade, ao contrário do marinheiro que havia me causado isso, Volucres parecia ter lhe incomodado mais do que as outras agulhas.

Você sabe quanto custou esse vestido? – esbravejei em pura indignação. O suor corria frio na testa, mas meu corpo parecia ferver em brasas, a emoção da batalha sempre fora algo fascinante e paradoxal, mesmo com todas aquelas reações era capaz de permanecer centrada no que deveria ou não fazer e arriscar. O olhar de soslaio indicava que a marinheira parecia disposta a continuar com sua caça aos arqueiros, mas o ferimento que havia causado nela freava, mesmo que brevemente esse ímpeto. – Mais cautelosa, permaneça assim. – torcia em silêncio por isso, antes de focar-me no inimigo a diante. – Se acha que vai me impedir de parar sua amiga, está muito enganado! – dava a intender que ainda tinha intenções de atacar a marinheira, convencer o oponente de que insistiria em uma luta paralela, poderia me ser extremamente útil, era a chance de obter mais brechas de sua parte.

Voltava meu olhar à marinheira, a fim de enfatizar que não estava disposta a esquecê-la após a primeira investida. Projetava novamente duas senbons em cada uma das mãos, pronta para voltar a atacar. Dessa vez, tomaria a iniciativa do combate, colocava-me de lado em relação ao marinheiro, mas sem deixar de prestar atenção a seus movimentos e então moveria o braço que estivesse virado na direção do mesmo para preparar um lançamento, supostamente direcionado a marinheira, mas na realidade o golpe possuía outro alvo. – Acus Hiems!

Aguardava uma reação, esperava por isso, estava supostamente ignorando-o para focar minha atenção a outro oponente e talvez por isso, pudesse conseguir despertar o ímpeto do homem em me atacar, seja para acabar comigo ou para proteger sua companheira. Mas permaneceria alerta aos ataques, tal como minha outra mão, a qual supostamente estaria escondida da vista inimiga. Se ele decidisse por investir novamente contra mim, imediatamente giraria o corpo, no intuito de me posicionar novamente de frente a ele, ao mesmo tempo em que movia minha outra mão para lançar as senbons contra ele. Tentaria observá-lo de maneira minuciosa, a fim de notar qualquer esboço de reação a minha súbita movimentação, tal como uma tentativa de defesa a minhas agulhas. Se ele tentasse algum bloqueio, através da arma, miraria bem a região das pernas, mas não dispararia com a mão que estava 'oculta’, apenas realizaria o movimento, enquanto aproveitava o embalo do giro de corpo para disparar com a outra mão uma única agulha, na direção da perna dele, uma vez que realizasse o ataque, novamente giraria o corpo, tomando um novo impulso para um salto de costas, mirando e atirando com a outra mão uma nova agulha, mirando a região do tronco do marinheiro, utilizando de toda minha visão e precisão para acertá-lo por entre as brechas de seu bloqueio. – Yin!

Se ele não esboçasse uma reação de bloqueio, dispararia ambas as senbons com a mão oculta, mirando também as regiões da perna e tronco do homem. Se ele ao invés da investida, arremessasse o machado contra mim, ou tentasse uma estocada com o mesmo, me moveria de acordo com o movimento, dando um salto para os lados, ou saltando caso arremessasse o machado, ou após saltar, me agachar e recuar caso ele tentasse uma estocada. Em ambas as ocasiões, utilizaria meus próprios movimentos de esquiva para tomar o impulso necessário para o arremesso, mirando as partes já citadas e assim, tentar aplicar a técnica com sucesso.

Se conseguisse aplicar Yin com sucesso no oponente, poderia ser capaz de paralisá-lo, mesmo que por breves segundos, isso já seria o suficiente para tentar finalizar aquele combate. – Deveria ter ficado dormindo! – diria de maneira séria, enquanto observava todo o ambiente, a fim de evitar se interrompida por um ataque inesperado. Projetaria três senbons em uma das mãos e então as dispararia contra a garganta do alvo, mantendo uma distância segura, onde pudesse mata-lo sem correr riscos de uma reação por parte dele. Se conseguisse o abate, voltaria minha atenção para a marinheira ou, caso ela já estivesse sendo alvejada pelos arqueiros, para os demais membros da marinha que ainda lutavam. Se fosse atacada pela atiradora, usaria o corpo morto do marinheiro como uma espécie de escudo humano, a fim de evitar se atingida pelas balas.

Se não fosse capaz de encaixar a técnica contra o marinheiro, manteria os demais ataques de maneira normal, mas manteria as mesmas estratégias de esquiva, a fim de evitar ser atingida ou estar demasiadamente próxima do meu oponente.



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They want to hunt, they must hunt
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MensagemAssunto: Re: 2º Tale - Cold Breath   2º Tale - Cold Breath - Página 5 EmptySex 20 Maio 2016, 08:49

Narração
Elsa havia atrasado um pouco as ações dos marinheiros com seus senbons, apesar de ter errado dois deles, também inconscientemente alertava seus companheiros sobre a ameaça, mesmo que isso não fosse ajudar muito no momento, qualquer vantagem era bem vinda. Para complementar o machado acertara de raspão as costas da garota, o sangue escorria pouco a pouco encharcando a camisa, no momento não sentia dor mas aquilo certamente precisaria ser fechado. Observava melhor a cautela que a espadachim tomava para se prevenir de golpes a longa distância, aumentando seu tempo de chegada até os arqueiros, e deixando-os tomar alguma atitude ao invés de serem surpreendidos pelas costas.

- Você sabe quanto custou esse vestido? Se acha que vai me impedir de parar sua amiga, está muito enganado!

Ironizava indignada, e logo tentava enganar o grandalhão aproveitando-se do impeto da luta, buscando atrair a atenção do rapaz para si, preparava alguns senbons de lançamento na direção da marinheira. Demonstrando estar mais preocupada com a parceira do brutamontes, mas na verdade estava apenas armando uma espécie de emboscada mental, para que então pudesse iniciar o ataque planejado. E de fato, o homem não muito esperto logo partia para a brutalidade, novamente erguendo seu machado na preparação de um novo golpe devastador, sem nem ao menos imaginar que estava fazendo exatamente o que a jovem desejava.

- Ah, mas você não vai a lugar algum. Aproveite para respirar enquanto ainda pode!

– Acus Hiems! Afirmava Elsa, como se estivesse pronta para lançar os projeteis.

Sendo assim, o tal marinheiro se aproximava cada vez mais de Elsa quer permanecia com alguns senbons escondidos em uma de suas mãos, mas ao perceber a investida contra ela, com a rotação do corpo passava a ficar frente a frente com o homem novamente. O oponente expressava uma cara confusa, e até pensava em voltar o machado para se defender dos senbons, mas decidira por continuar com a agressiva e acabar de uma vez por todas com o combate. Porém esse foi o começo de seu fim, visto que deixava seu corpo totalmente exposto ao atacar, e Ás aproveitando-se disso agachava-se desviando do corte na horizontal. Recuando o suficiente para lançar novas Senbons, escondidas em seu outro braço, surpreendendo por completo o marinheiro desprevenido e aparentemente sedento por sangue.

- Yin! - Acrescentava ao paralisar o alvo, deixando-o meio sem entender, apenas movendo seus músculos faciais.

- Deveria ter ficado dormindo! - Falava observando o inimigo se retorcendo para voltar a se mexer, e de fato com a força de vontade e esforço do homem não levaria muito tempo para que voltasse a ativa. A questão é que Elsa nem sequer pensava em deixar isso acontecer, e logo se preparava para o golpe final, preparando três agulhas em sua mão enquanto fitava os arredores para evitar golpes surpresa, mas tudo que se enxergava era a trocação franca dos dois lados. Sem mais delongas, lançava o golpe de misericórdia, ironicamente sem nenhuma piedade do indivíduo, atingindo sua garganta e por consequência fazendo com que sangrasse até a morte, caindo ao chão frio logo em seguida.

Nesse momento a espadachim acabava com um dos arqueiros, mesmo após ser atingidas por duas flechas, alojadas em seu braço esquerdo, rasgava o peito de um dos revolucionários sem dó enquanto a atiradora finalizava levantando-se de seu esconderijo e estourando a cabeça do sujeito. Por outro lado, quem é vivo sempre aparece, pois Kim se aproveitava daquele momento de lamuria de seus homens, para lançar uma flecha certeira no peito da atiradora, fazendo ela cair após se debater um pouco de teimosia. Entretanto, para igualar as coisas o espadachim revolucionário que já não estava tendo bons momentos em sua batalha, caía perante ao gatuno que lançava uma série de adagas em seu peito e pernas, e passava agora a voltar suas atenções para o outro espadachim em batalha contra o homem das garras.

Off:
 

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MensagemAssunto: Re: 2º Tale - Cold Breath   2º Tale - Cold Breath - Página 5 EmptySex 20 Maio 2016, 21:33

As lembranças percorriam minha mente de maneira desenfreada, mesmo que fosse capaz de agir e pensar normalmente, não podia evitar traçar um paralelo entre passado e presente, comparando fatos para entender minhas motivações e a de meus oponentes. O sangue do marinheiro jorrava enquanto observava lentamente as agulhas sumirem em meio ao mar carmim que era expelido pelo ferimento. Eu não tremia e minha respiração estava calma, quase indiferente. – A primeira vítima, nós nunca esquecemos. – relembrava tal frase, a qual havia ouvido da boca de todos os meus irmãos. E sim, eu nunca havia esquecido a minha primeira vítima, mesmo que não a tivesse propriamente matado, apenas o privado de ser ‘livre’ por assim dizer. – Tudo fica mais fácil após isso. – relembrava com pesar, mas a facilidade não era o real problema naquele desprezo pela vida, o problema estava no fato de me esquecer disso.

A memória ainda era viva, como se a tivesse vivenciado a dias atrás, a respiração descompassada que parecia competir se era mais incômoda que a garganta seca, as mãos trêmulas e o olhar levemente desfocado do mundo, mas não de sua vítima. Eu tive uma escolha e a fiz mesmo com todos os empecilhos que minha mente e corpo colocavam sobre mim, era uma médica e ao contrário de salvar, estava a tomar uma vida, uma loucura que somente podia ser justificada como uma brincadeira do destino. Não matava, mas fazia pior que isso e a sensação de aplicar cada agulha parecia se refletir em mim e isso, desde então nunca me fugiu da memória. Somente meu pai pode me tirar parte desse peso, pois assim com eu, ele carregava a mesma memória. – Enquanto se lembrar da sensação, você não será como eles, enquanto se lembrar do ocorrido desejará que apenas você tenha isso e que aqueles que venham depois de você, não tenham de também sujar suas mãos. – recordava daquelas palavras em um comentário inaudível. Mas meu pai não havia conseguido cumprir tais palavras, embora ainda lutasse por elas tal como eu também luto.

A batalha que ocorria naquele curto espaço de pensamento e execução, parecia calmamente encontrar seu desfecho, mesmo que ele ainda fosse completamente incerto e nebuloso. Em meio aos corpos caídos de ambos os lados, uma flecha vinda além de minha visão acertava minha oponente mais problemática, mas nem toda teimosia do mundo poderia evitar que a atiradora sobrevivesse a flecha disparada por Kim, que a acertava com precisão no peito. Mas se tal sentimento era insuficiente a uma, era bastante recompensador a outra, já que mesmo com flechas em seu braço a espadachim conseguia derrubar um dos arqueiros com total brutalidade, assim como um de meus espadachins, que sucumbia perante a velocidade e precisão de seu oponente, que sedento pelo combate já voltava sua atenção contra outro de meus companheiros que já lidava com seu próprio oponente.

Olhava com altivez toda aquela situação, mesmo que não fosse necessariamente essa minha intenção. O tempo era curto e precisava reagir de forma apropriada, mas uma vez que a questão estava em minha mente, sentia-me capaz de avaliar aquilo com a calma necessária. – Kim, está além do alcance deles, ele pode ser capaz de acertar qualquer um dos oponentes, porém. – começava a caminhar em direção aos conflitos, enquanto ainda permanecia na dúvida sobre qual frente deveria seguir. – Atacar a marinheira pode ser rápido, com o apoio de Kim, poderemos dar conta dela rapidamente, porém, isso pode custar a vida do outro espadachim. Se eu seguir na direção dele, o duelo estaria igualado em dois contra dois e ainda manteríamos a vantagem com Kim auxiliando o outro arqueiro. – começava a correr, enquanto erguia o braço em um sinal, gesticulando antes de apontar para a marinheira. – Tomara que você entenda Kim! – torcia para que ele compreende-se que queria que ele atirasse nela, enquanto ia a auxílio do outro espadachim.

Após o sinal, tomava a corrida contra aqueles dois oponentes. Iria chegar pelos seus flancos e isso poderia ser bem explorado. – Resista homem! – não gritava aquilo, apenas pensava comigo mesma, enquanto projetava as senbons pelas mãos, atirando-as assim que alcançasse uma distância favorável para o arremesso. Poderia manter o mesmo padrão de combate com um deles, mas o outro era diferente. O gatuno possuía um estilo semelhante ao meu, bem difícil para aqueles que atacavam de perto conseguir fazer algo contra ele. – O maluco da faca é meu, tudo bem? – diria ao revolucionário caso chegasse a tempo de auxiliá-lo.

Olha, não entendam isso como deboche ou algo do tipo, mas vocês sabem se há alguma joalheria na ilha? – daria de ombros. – Sabe como é, nada melhor do que comprar após um dia estressante. – Independente da resposta, partiria em direção ao gatuno, atirando em sua direção as senbons que carregava, mas mantendo uma distância segura e atenta a seus golpes e facas. Manterias os mesmos padrões de esquiva, mas mudaria a maneira de atacar, manteria a mira nas pernas do oponente, buscando encaixar meus golpes nos tendões ou nas artérias, localizadas nas coxas, mesmo assim ainda era mais uma questão avaliativa de combate, onde buscava estudar seus movimentos e manter-me da maneira mais segura possível, por meio de esquivas simples ou acrobacias elaboradas, me afastando de seu alcance caso ele optasse por um combate mais corpo a corpo.



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MensagemAssunto: Re: 2º Tale - Cold Breath   2º Tale - Cold Breath - Página 5 EmptySab 21 Maio 2016, 03:37

Narração
A execução do resistente marinheiro acontecia, e por mais que a garota quisesse que ela ocorresse, não poderia deixar de relevar seus pensamentos perante aquela situação, não sem por consequência lembrar alguns dos ensinamentos de sua família. O marinheiro estava debilitado a beira da morte, o sangue escorria de sua garganta sem parar, mostrando que apesar de ter lutado bravamente havia sido superado, abandonando seus aliados no momento de maior necessidade. Não que isso tudo importasse para Ás no momento, ela até se esforçava para se sensibilizar ao retomar algumas das palavras de seus parentes, mas nada chegava a abala-la, mostrando-se indiferente e fria perante o sangrento combate.

Por algum motivo, sua mente retrocedia ao passado lembrando-se de sua primeira vitima e o quanto estava nervosa e tremula durante o ocorrido, apesar de não ter sido uma morte ainda assim foi o passo inicial nesse caminho obscuro. As palavras de seu pai lhe tiravam um pouco do peso da consciência, porém nada justificava o ato de tirar a vida de uma pessoa ao invés de, como uma médica honrosa, ajudar a salvar vidas. Mas, de qualquer forma agora era hora de voltar para a realidade, se realmente quisesse permanecer a salvo para contar histórias sobre isso, e quem sabe honrar a memória do pai cumprindo a palavra que ele nunca fora capaz de manter.

A batalha se prolongava por mais algum tempo, apresentando baixas iguais dos dois lados, mas sem nenhuma decisão por completo do vencedor desse embate, sendo assim a matança continuaria até que um dos lados sucumbisse. Finalizando o oponente, Elsa observava bem seus arredores para tomar a melhor decisão possível, e após finalizar toda a análise estratégica, acreditava que a melhor opção seria avançar até o espadachim aliado e ajuda-lo. Deixava a marinheira avançando contra o último arqueiro, contando com a ajuda de Kim uma vez que ele já havia cumprido seu objetivo principal. Sem mais delongas, Ás passava a correr em direção ao espadachim aliado procurando chegar até lá antes que o gatuno pudesse acabar com as coisas, enquanto gesticulava para Kim direcionando a marinheira, para que ele passasse a tê-la como alvo.

De longe o arqueiro balançava a mão em um sinal de "entendido", porém fora da visão de Elsa ou qualquer outro no meio da batalha. Ás se aproximava pelas costas, já lançando duas senbons que havia projetado em seu braço, uma delas acertava o alvo porém a outra passava direto caindo ao chão, mas já era o suficiente para arrancar atenção do gatuno e faze-lo dar meia volta. O homem de cabelos brancos se voltava a garota, abrindo um sorriso e girando uma de suas adagas, enquanto arrancava a agulha de suas costas.

- O maluco da faca é meu, tudo bem?

- Interessante, então você está atrás de mim? Achei que se importaria em perder mais um arqueiro mas... Bom tanto faz.

Respondia o gatuno logo após ouvir as palavras da revolucionária, enquanto seu parceiro apenas balançava a cabeça para baixo confirmando, apesar de ter recebido uma adaga nas pernas por parte do inimigo, consequentemente debilitando um pouco a movimentação. A luta entre os dois espadachins estava bem igualitária, até porque o marinheiro também havia recebido uma flechada por parte do arqueiro, e ambos estavam um pouco feridos. Por outro lado, Elsa não iniciava sua luta ainda, permanecendo em uma espécie de conversa deixando o gatuno um pouco confuso, afinal não esperava esse tipo de assunto.

- Olha, não entendam isso como deboche ou algo do tipo, mas vocês sabem se há alguma joalheria na ilha? Sabe como é, nada melhor do que comprar após um dia estressante.

-Joalheria? Além de tomar nosso armazém, ainda quer roubar uma loja? Como se eu fosse permitir isso. Mas se quer tanto uma joia... - Prosseguia o gatuno girando uma das adagas em sua mão direita, enquanto mostrava sua mão esquerda com destaque para um anel de ouro com pedras de ametista que possuía. - Porquê não tenta a sorte?

Elsa partia para cima do gatuno, lançando senbons contra ele, que por sinal eram facilmente desviados com o simples jogo de pernas, além da velocidade, do gatuno. Entretanto o homem não parecia estar ali para brincadeira, tomando as duas mãos sobre seu sobretudo e agarrando duas adagas em cada mão entre seus dedos, prontas para serem lançadas mas sem deixa-las amostra. A garota fazia o que podia para se afastar do marinheiro, mas já estava próxima demais para desviar de todos os projéteis, que cobriam uma boa área, tendo em vista o número de adagas lançadas. Sendo assim, Elsa se esquivava de duas, porém deixava as outras duas amostra para seu corpo, sendo que uma delas passou de raspão no lado esquerdo de seu tórax abrindo uma pequena ferida, enquanto a outra atingia em cheio seu ombro esquerdo, essa comprometendo seus movimentos braçais um pouco.

Um pouco mais ao lado, Kim acertava uma das flechas no braço são da marinheira, impossibilitando-a de concluir seus golpes com a espada contra o arqueiro, que para complementar acertava outra também no braço. Sem muitas opções a mulher apenas aceitava suas condições caindo ao chão ainda viva, mas incapacitada de continuar a lutar, deixando com que o restante dos marinheiros tomasse conta da ameaça.

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MensagemAssunto: Re: 2º Tale - Cold Breath   2º Tale - Cold Breath - Página 5 EmptySab 21 Maio 2016, 20:55

Recebia a resposta do marinheiro como se fosse uma afronta, a máscara felizmente podia cobrir minha expressão dos olhares daqueles que estavam ao meu redor, era surdo agora? Pois parecia devido a forma como ele havia se referido a mim, como uma bandida. – Acho que alguém andou faltando as aulas na infância, eu disse que tinha interesse em comprar e não roubar, podemos estar em lados opostos nesta batalha, mas não me julgue uma pessoa de mau caráter só por isso. – gesticulava enquanto as palavras vinham rápidas e defensivas. – Mas também acho um desperdício uma joia tão linda, com alguém tão feio. – a ametista cintilava aos meus olhos, mesmo que com um design simples, bem típico das joias que eram vendidas pelos blues.

O fervor da batalha parecia acelerar nossos corpos e isso se traduzia em mais imediatismo do que propriamente uma análise mútua entre dois oponentes. Tomava a ofensiva, partindo para cima do meu oponente com toda cautela que tinha, mas mesmo assim não era o suficiente para me ver livre de ferimentos. Se antes havia sofrido apenas cortes, agora tinha uma faca presa ao ombro esquerdo, a dor provocada pela ferida era aguda e imediata, fazendo-me serrar os dentes em uma expressão que misturava surpresa e dor. Recuava alguns metros, enquanto matinha meu olhar fixo no oponente. – A mesma estratégia. – pensava, avaliando aquele péssimo primeiro resultado. – Ganha o mais cauteloso geralmente. – repreendia minha própria ação com aquele pensamento. A vontade de resolver a situação havia me colocado em risco, podia me considerar sortuda por ter sofrido aquele ferimento, melhor uma faca no ombro do que muitas delas pelo corpo.

Retirava a faca antes de tocar a ferida, para ter uma ideia da gravidade do ferimento, embora já fosse notável certa dificuldade em mover o membro agredido. – Vamos ver se ele gosta de um jogo de paciência. – pensava, enquanto abria mais distância entre nós. Avaliava-o, enquanto matinha as senbons entre os dedos, a distância e o peso das armas poderia muito bem influenciar na velocidade e alcance que elas poderiam obter e como via minhas armas como as mais leves, podia explorar tal vantagem a meu favor. O tempo, este também parecia estar ao meu lado, com Kim a uma considerável distância, alvejar o gatuno não seria difícil caso fosse preciso e se ele tivesse a mesma noção da situação que eu, só poderia enxergar uma única saída, partir para a ofensiva e se expor ao contra ataque.

Mas isso vai depender de como ele atacar. – pensava, avaliando minhas possibilidades. – Ele sabe que se investir contra mim, corre os mesmos riscos que eu a alguns segundos atrás, mas ainda sim ele tem a oportunidade de se esquivar de meus golpes. Mas se tentar ajudar seu companheiro ele também se expõe a um risco maior e diferente da minha situação, eu não preciso me aproximar dele para acertá-lo. – permanecia parada e em silêncio, observando com cuidado a movimentação do marinheiro. Entre atacar ou defender, optava por nenhuma das opções ou se pudesse definir uma, diria que escolhi esperar pelo momento certo de agir.

Se o marinheiro tentasse me atacar novamente com as facas de arremesso, estaria atenta e a uma considerável distância para tentar evitar os golpes, se os conseguisse tentaria imediatamente disparar as senbons que segurava na mão direita. Se o marinheiro tentasse atacar o espadachim, exploraria a brecha de seu ataque para atirar as senbons após mover-me em direção ao seu flanco, porém corria o risco de sofrer da mesma estratégia que havia usado contra o oponente anterior, neste caso permaneceria atenta aos movimentos dos braços do gatuno, a fim de prever caso ele tentasse me ludibriar com uma finta, como já manteria uma grande distância entre nós o suficiente para que conseguisse encaixar minhas agulhas, apenas manteria meu foco a fim de evitar se atingida pelas facas.

Utilizaria-me de dashes laterais e giros de corpo para esquivas rápidas e precisas e das acrobacias caso fosse preciso evitar mais de uma faca ao mesmo tempo e/ou para finalizar uma esquiva e imediatamente iniciar um ataque. Manteria a preocupação em ser atacada por um ataque corpo a corpo e por isso, ao primeiro sinal de aproximação do marinheiro, voltaria a abrir distância entre nós.



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MensagemAssunto: Re: 2º Tale - Cold Breath   2º Tale - Cold Breath - Página 5 EmptySeg 23 Maio 2016, 00:43

Narração
O marinheiro afrontava Elsa, dando-a um objetivo para lutar, apesar de ela não ter gostado nem um pouco da forma como fora tratada, principalmente por ser considerada como uma ladra e não ser tratada com o devido respeito. De qualquer forma o marinheiro não se importava com o que a revolucionária pensava dele, muito pelo contrário preferia ser odiado por infratores, e fazer jus a seu cargo na organização. Por outro lado a garota se sentia ofendida com as considerações, e não pretendia deixar passar em branco, respondendo quase que de imediato as ofensas do oponente.

- Acho que alguém andou faltando as aulas na infância, eu disse que tinha interesse em comprar e não roubar, podemos estar em lados opostos nesta batalha, mas não me julgue uma pessoa de mau caráter só por isso. Mas também acho um desperdício uma joia tão linda, com alguém tão feio.

- Você está tentando roubar uma propriedade do governo. Não tenho nada a julgar, está ganhando a reputação que merece sozinha, mas chega dessa conversa para boi dormir vamos ao que interessa.

Ás analisava seu corpo, observando os ferimentos causados pelas suas ações anteriores, até porque por mais estranho que fosse o gatuno utilizava-se da mesma estratégia e isso acabara dando certo para ele, uma vez que a jovem estava testando suas habilidades. De fato o primeiro resultado havia sido péssimo, mas ainda parecia ter uma longa luta pela frente mesmo com uma das adagas alojadas em seu ombro, proporcionando uma dor aguda. Sem muito o que pensar, Elsa retirava a faca jorrando uma quantidade de sangue para fora, certamente aquele ferimento precisaria de cuidados pois o ferimento era profundo, afinal não fora nada fácil arrancar o projetil de seu ombro. Logo distanciava-se do alvo, tornando os lançamentos mais complicado para o gatuno, e consequentemente ganhando tempo para se necessário Kim intervir.

Aguardava pacientemente a movimentação do marinheiro para tomar suas decisões baseadas nas ações dele, considerando a distância entre eles uma vantagem a ser explorada em breve, mas manteve-se no contra-ataque. O gatuno por outro lado, aproveitava-se do deslocamento mais lento de Ás por estar distanciando-se de costas, e corria em direção a revolucionária na intenção de ficar mais perto e acabar com os possíveis planos da oponente. Ás até lançava algumas senbons contra ele que passavam de raspão, mas eram ineficazes, pois o inimigo parecia ter uma percepção e movimentação incrível para com golpes a distância, talvez devido a seu treinamento. Entretanto, talvez não intencionalmente, Elsa trazia o marinheiro para mais perto de Kim a cada passo para trás, e isso apenas abria mais janelas para a vitória.

Enquanto isso, do outro lado a batalha se via em um desfecho final, pois o homem de garras caía com um rasgo em seu tórax por parte do espadachim e alguma ajuda do arqueiro, que já estava livre da marinheira. Como dizem, a lâmina que não se vê é a mais mortífera, e isso se provava realmente verdade a partir do momento que Kim lançava a flechada decisiva, terminando o confronto. A flecha havia sido muito bem calculada pelo arqueiro, acertando o gatuno em seu peito em meio a movimentação para cima da ninja, que por sinal não respondeu de maneira alguma, afinal nem havia ao menos visto o ataque se aproximar e simplesmente sedia a batalha caindo ao chão. Por fim, restava apenas um último problema, a marinheira ainda não estava morta apesar de bem machucada e com os braços imobilizados, logo a mulher levantava-se olhando para Elsa e pronunciando algumas palavras.

- Meu grupo inteiro está morto, meus braços inutilizados e minha espada jogada ao chão. Por favor mate-me! Não posso mais aguentar esse sofrimento e humilhação, pelo menos acabe com isso e honre meu nome como uma protetora que lutou até a morte. - Proferia em voz triste, deixando escapar uma lágrima, que escorrer por sua face até o nariz.
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MensagemAssunto: Re: 2º Tale - Cold Breath   2º Tale - Cold Breath - Página 5 EmptySeg 23 Maio 2016, 17:04

O conflito encontrava seu derradeiro final da mesma maneira que havia sido iniciado, com uma fecha. Não havia mais razões para dialogar com o gatuno, ele possuía sua própria maneira de ver as coisas, assim como eu, e não estava nem um pouco disposto a ponderar ou ouvir outras argumentações. Avançou sem saber que caminhava em direção a própria morte o que não me causava espanto visto que se o combate tivesse seguido de modo singular certamente ele teria uma chance de vitória, em vista de meus ferimentos e por crer que tanto eu quanto ele estávamos em um mesmo nível de combate. Não tive visão do que o aguardava até ouvir o som da flecha cortando o ar e atingindo-o no peito, fora tudo tão depressa que até me espantava com o ocorrido, caindo no chão enquanto meu oponente lentamente perdia a consciência. – Huuuf! – suspirava em alívio. – Belo tiro Kim! – mantinha o elogio apenas em pensamento enquanto me levantava, seguindo na direção do gatuno para receber meu prémio. – Se após a morte vamos para algum lugar bom, certamente não vamos precisar de joias, deixe isso para os vivos. – comentaria em baixo tom de voz, quando tomasse o anel de ametistas para mim.

Não havia sido apenas eu e Kim a encerrarmos nossas batalhas, os demais revolucionários conseguiam dar cabo do outro marinheiro, que tombava com um corte fatal no tórax, mas nem todos aqueles homens da justiça estavam mortos. A marinheira que havia tentado matar os arqueiros permanecia viva, porém ferida e imobilizada. Ela se levantava aos poucos e mirava-me com o olhar, aquela visão por si só já era triste de contemplar, mas era por simplesmente não ter ouvido ainda as palavras dela. – É assim que realmente deseja morrer? – questionava a marinheira. – Ninguém veio aqui para humilhar você, ou seus companheiros. Se for essa a impressão que eu passei, então eu lamento. – fazia uma breve pausa, enquanto caminhava em direção a ela. – Não darei o golpe de misericórdia em alguém que diz que quer morrer lutando, mas que na realidade está aceitando algo que parece irreversível e por isso decidiu não resistir. – falava tudo àquilo de forma sincera, mas se realmente fosse do desejo dela morrer, que pelo menos o fizesse lutando, da maneira que pudesse.

Você tem um nome? – perguntava, enquanto fazia sinal para que ninguém a atacasse. – Não vou tentar convencê-la a juntar-se aos revolucionários se é o que pensa, pois para mim se você é o tipo de marinheira que luta pelo que a marinha diz lutar, pelas pessoas, por uma real justiça então não é muito diferente de mim, o que nos diferencia é apenas uma farda e uma máscara. Se for esse o caso, acho uma pena ter de mata-la, mas o farei se você realmente acredita na sua ideologia. – projetava as senbons em uma das mãos. – E então? – olhava-a fixamente. – Morrer lutando? Ou viver para uma nova perspectiva? – aguardaria a reação da mulher.

Se ela optasse por morrer, então aguardaria seu avanço para que pudesse finalizá-la de forma rápida. Se ela por alguma razão hesitasse na decisão ou optasse por não lutar de fato até a morte, a deixaria viva e avisaria a um dos revolucionários para revista-la. – Vamos levar ela até o acampamento, irei cuidar dos ferimentos dela. – diria e bateria o pé na decisão caso houvesse relutância entre eles. – Ela vai, não vou deixa-la aqui agonizando e a própria sorte, eu sou uma médica esqueceu? – faria uma breve pausa. – Agora vamos continuar com a missão. – daria sinal para prosseguirmos com nosso objetivo, tomar as armas e incendiar o galpão. Deixaria com Kim a decisão de como transportar as armas, caso nosso grupo fosse suficiente para levar uma quantidade considerável delas, caso não entraria em contato com Vicent para que enviasse mais homens para o recolhimento. Com tudo pronto para retornar ao acampamento, atearia fogo ao armazém, mas não antes de organizar do lado de fora da construção os corpos dos marinheiros mortos, cada um deles com uma senbon sobre o corpo.



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MensagemAssunto: Re: 2º Tale - Cold Breath   2º Tale - Cold Breath - Página 5 EmptyTer 24 Maio 2016, 04:09

Narração
Kim acabava com o restante da batalha, lançando a flechada derradeira e fatal no gatuno, apesar de que o combate estava bem equilibrado o arqueiro fazia uma grande diferença na decisão final, finalizando dois oponentes de uma distância considerável. Elsa sentia o êxtase da vitória, após o lançamento de Kim, suspirando de alivio e agradecendo em sua mente a flechada que fora de grande ajuda, em seguida se deslocando até o gatuno. Agachava-se ali mesmo checando as mãos do oponente, e ironicamente tomava seu lindo anel de ametista, mesmo após o discurso de que não era uma ladra mas apenas desejava comprar joias. De qualquer forma o homem não sentiria falta de seus pertences após a morte, além de que havia detalhes mais urgentes a serem tratados, como a marinheira que havia sobrevivido e discursava pedindo para ser morta junto com seus companheiros.

- É assim que realmente deseja morrer? Ninguém veio aqui para humilhar você, ou seus companheiros. Se for essa a impressão que eu passei, então eu lamento. Não darei o golpe de misericórdia em alguém que diz que quer morrer lutando, mas que na realidade está aceitando algo que parece irreversível e por isso decidiu não resistir. - Falava Ás caminhando até a marinheira, entendendo sua dor mas contradizendo as palavras da mulher ao se culpar e sentir humilhada.

- Parece que eu não sirvo nem para morrer então. - Afirmava deitando-se novamente, enquanto as lágrimas escorriam de seu rosto sem esperança. Permanecia ali parada esperando que o destino tomasse conta do resto, pois já não sabia mais o que fazer em seguida.

- Você tem um nome? Não vou tentar convencê-la a juntar-se aos revolucionários se é o que pensa, pois para mim se você é o tipo de marinheira que luta pelo que a marinha diz lutar, pelas pessoas, por uma real justiça então não é muito diferente de mim, o que nos diferencia é apenas uma farda e uma máscara. Se for esse o caso, acho uma pena ter de mata-la, mas o farei se você realmente acredita na sua ideologia. E então? Morrer lutando? Ou viver para uma nova perspectiva? - Questionava Elsa, enquanto sinalizava para seus homens não atacarem enquanto estavam conversando. A jovem revolucionária tentava motivar a marinheira a seguir por um novo caminho, deixando no passado a vergonha e vontade de morrer que expressava no momento.

- Hm, claro, meu nome é Mindy. - Complementava meio receosa, mas prosseguia mesmo assim. - Seguir por uma nova perspectiva? Como se os marinheiros fossem esquecer essa grande falha de todo o meu grupo. Mas se você não quer acabar com isso agora, eu vejo que não tenho muita escolha. Além do mais, um combate sem minha espada, onde esta a honra nisso? - Finalizava um pouco sem jeito com as palavras, mas mesmo sem querer sorria ao olhar para Ás e analisar sua proposta.

- Vamos levar ela até o acampamento, irei cuidar dos ferimentos dela. - Acrescentava a ninja ao ouvir as palavras de Mindy, acreditando que como médica o mínimo que deveria fazer era cuidar das feridas da jovem, e não deixa-la para trás a própria sorte. Os rostos de seus dois aliados restantes se encaravam receosos, mas logo eram cortados pela chega de Kim e do Taekwondoca com uma carroça para o deslocamento das armas. - Agora vamos continuar com a missão. - Trazia todos de volta ao verdadeiro objetivo, enquanto o arqueiro explicava sobre o lutador não ter ajudado na batalha, e algumas considerações a mais.

- Jon conseguiu uma carroça e um cavalo para transportarmos as armas, acho que isso deve servir. Devemos ir rápido antes que mais marinheiros cheguem aqui.

Sem mais delongas todo o grupo passava a carregar as armas para dentro da carroça, e ao mesmo tempo levando para dentro do armazém uma quantidade de feno que estava lá dentro da carroça. Passavam-se alguns bons minutos para que todo o trabalho fosse feito e tomassem uma quantidade considerável de armas, mas logo terminavam e Kim ficava para trás ateando fogo nos fenos, que inflavam com uma certa facilidade a mais e por consequência as chamas se alastravam pelo restante do local, inteiramente de madeira. O arqueiro sinalizava para que prosseguissem enquanto terminava o trabalho, e logo acompanharia eles na viajem. Sendo assim o arqueiro e o espadachim colocavam a marinheira também sobre a carroça junto com o restante das armas, para evitar carregarem peso em mãos, enquanto o Taekwondoca guiava o cavalo pelo caminho.
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MensagemAssunto: Re: 2º Tale - Cold Breath   2º Tale - Cold Breath - Página 5 EmptyTer 24 Maio 2016, 18:03

Ninguém serve para morrer, as pessoas servem para viver suas vidas da melhor forma possível, infelizmente chegamos a um ponto em que para que isso ocorra, muitas vidas terão de se perder. – refletia sobre as palavras da mulher, só e em meus pensamentos pensava sobre todo o ocorrido, tal como todo aquele atrito de pensamentos. – Eu sou tão humana como você. – queria ter dito aquilo, mas só havia conseguido pensar nas palavras. – Eu erro, eu sou ignorante e completamente hipócrita também, eu falo uma coisa e faço outra. – observava o anel de ametista, as palavras, a pose de ideologicamente correta, de que adiantou aquilo se cedia a compulsão de ter aquele pedaço magnífico de ouro e esse pedaço lindo de pedra? – Mas não é por isso que vou deixar as outras pessoas fazerem o mesmo, ninguém precisa cometer os mesmos erros que cometemos. – observava o choro e não podia de forma alguma deixar de sentir pena. – É por isso mesmo que em um mundo de tantas falhas, com uma personalidade tão falha que eu continuo lutando para fazer o que acho certo, para conseguir algo melhor para as pessoas a quem eu digo lutar em prol. – respirava fundo, tentando não ceder a aquele sentimento, a marinheira merecia um mínimo de respeito, mesmo agora em uma situação tão deplorável.

É um prazer Mindy, me chamo Às. – respondia em cortesia a apresentação da moça. – Acredite em meio à guerra a honra passa despercebida quando se tem algo que você realmente almeja obter. Talvez eles não esqueçam, eu não me esquecerei do que ocorreu hoje e espero que você também não apague isso da memória, são nossos erros que nos fazem evoluir, os acertos? Esses servem para nos fazer lembrar o quão precioso é cada momento. – podia notar o sorriso no rosto de Mindy. – Marinheira ou Revolucionária? Não importa! Irei tratar de seus ferimentos. – dizia em um tom de voz calmo e doce, apenas para que ela pudesse ouvir, para só então comunicar aos demais que ao ouvirem minhas palavras demonstravam certo receio, mas este rapidamente desaparecia com a aproximação de Kim e outro homem.

Após trazer novamente o foco de todos a nosso real objetivo, o arqueiro explicava a razão de termos lutado com um a menos. – Excelente! – não continha o alívio. – Por um momento pensei em como vocês iriam carregar todas essas armas! – ria em tom de brincadeira, enfatizando que eu imaginava eles, mas não eu a carregar as armas até o acampamento. – Prossiga Jon, me juntarei a vocês para recolher as armas. – fazia um sinal de positivo ao revolucionário, antes de voltar a falar com Kim. – Belo tiro. – colocava as mãos na cintura e voltava a olhar o corpo morto do gatuno, onde a flecha permanecia fincada em seu peito.

Após a breve conversa voltava a atenção para o armazém, onde ajudava os demais a carregar a carroça com armas, enquanto colocava dentro da propriedade uma grande quantidade de feno. O trabalho havia levado alguns bons minutos, mas com tudo terminado era o momento de seguir caminho. – Já a revistaram? – apontava para Mindy. – Se ainda não o fizeram, façam. Já ouve rastreadores demais por um dia. – comentava com os revolucionários e caso eles ainda fossem revista-la, adicionaria um último comentário. – Ei! – chamaria a atenção deles. – Sem mão boba! Eu estou de olho! – fazia um sinal com os dedos, indicando que os observava, enquanto voltava para buscar minha manta que havia ficado no chão durante o combate. Com tudo pronto, partíamos para longe do local, Kim havia ficado alguns metros para trás a fim de atear fogo no armazém, mas em pouco tempo estaria conosco, os demais nos acompanhavam de perto e Jon puxava a carroça com o equipamento e Mindy, que fora colocado a fim de não ser um peso a ser carregado pelos revolucionários restantes.

Subiria na carroça, para perto da marinheira. – Amiga? – erguia as mãos, em um sinal de que não queria de maneira alguma fazer mal a ela. – Preciso verificar o estado dos seus ferimentos, saber se preciso começar a trata-la desde agora ou se posso esperar para fazer isso no acampamento. – esperava uma resposta afirmativa por parte dela, mesmo que uma negação não significasse que eu não a deixaria em paz tão fácil. Verificaria as feridas e a profundidade delas, se ainda houvesse pedaços das flechas presos ao corpo, tentaria retirá-los com absoluto cuidado. – Você não precisa ficar muda sabia? Considerando que você está com “inimigos”, o que acha de me contar um pouco de você? Tem família? Namorados, filhos? Por favor, não me deixe falando sozinha. – tentava trazer um rumo descontraído a conversa.

Assim que chegasse ao acampamento, pediria a Kim para leva-la a minha barraca e que a mantivesse imobilizada, não por mim mas para dar garantias a qualquer pessoa que questionasse minha decisão tão precipitada. Somado a isso, pediria para que também providenciasse novos kits médicos, para que eu pudesse tratar das feridas dela o mais breve possível. Após comunicar Kim, iria até Vicent reportar o resultado da missão, todo o resultado, inclusive sobre Mindy. Se ele não gostasse, ou estivesse disposto a questionar aquilo, o responderia. – Tudo bem, pode reclamar o quanto quiser. – fazia uma breve pausa, enquanto retirava a máscara para encará-lo. – Mas vai fazer isso enquanto eu trato dos ferimentos dela. – e então seguiria até Mindy, para providenciar o tratamento.



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~The winds of winter approaching
Blood calls for what cannot be denied
The viper remains alive and their children join the hunt
They want to hunt, they must hunt
Their own dreams, their own pain, no going back
Blood calls and only vipers can feel it!~


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