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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 2º Tale - Cold Breath

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MensagemAssunto: 2º Tale - Cold Breath   2º Tale - Cold Breath - Página 2 EmptyQua 06 Abr 2016, 19:04

Relembrando a primeira mensagem :

2º Tale - Cold Breath

Aqui ocorrerá a aventura do(a) revolucionária Elsa "Às" Volkerbäll. A qual não possui narrador definido.


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Volker
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MensagemAssunto: Re: 2º Tale - Cold Breath   2º Tale - Cold Breath - Página 2 EmptyQui 14 Abr 2016, 19:38

- Darkness inside Darkness -





As agulhas se encontravam a além do meu alcance, um real incômodo, diga-se de passagem. Vicent havia saído do quarto há poucos minutos, seguindo uma figura suspeita que aparentemente espionava nossa conversa. Uma ação tão esbaforida que não apenas me causava preocupação pelo que pudesse ocorrer, quanto a consternação por não ter tentando impedi-lo. Os sons das portas abrindo e fechando parecia ditar o ritmo daquela busca até que tudo se manteve em silêncio. Sentia-me um pouco melhor para erguer o corpo, na expectativa de que pudesse ouvir algo diferente ou simplesmente pronta para agir independente dos ferimentos. – Algo aconteceu! – apesar da certeza do fato, as razões ainda permaneciam inquietantemente ocultas. Vicent poderia ter capturado a pessoa ou simplesmente ter sido ferido, a imaginação era livre para imaginar os piores e melhores casos, mas não iria levar muito tempo para ter uma resposta.

O som arrastado cada vez mais ficava audível para mim e a angústia por uma resposta se desvaneceu ao ouvir os gritos do revolucionário. – Ufa, parece que ele conseguiu. - podia suspirar aliviada com relação a aquilo, mas outras questões começavam a se formar. – Tromus? – repetia aquele nome com sutileza, enquanto meu olhar percorria o quarto em busca do analgésico. – As coisas começaram a se agitar. – pensava assim que o silêncio voltava a reinar no local. Aparentemente alguém teria um papo bem desagradável com meu amigo e pelo que a situação parecia demonstrar, não era apenas uma pessoa com quem aparentemente lidávamos. – Chega! Se eu ficar aqui vou é morrer do coração de tanta espera! – Levantava com cuidado, a fim de evitar mover as partes que permaneciam doloridas. Tomava o analgésico a seco, mordendo e destroçando a pílula com os dentes antes de engoli-la e buscando uma das muletas, para que pudesse me apoiar com o braço esquerdo, por enquanto meu único braço bom.

Buscaria sobre o balcão ao lado da cama, minhas agulhas, tal como meus demais pertences, embora deixasse por hora a máscara coberta pela manta azul, fora das vistas dos demais. – Só espero que Vicent não faça nada imprudente até eu chegar. – pensava, antes de começar a seguir na direção do acampamento, tomando muito cuidado para não me exceder fisicamente ou sentir mais dor que o normal, parando até para descansar se fosse preciso. Mas se alcançasse o acampamento, iria a busca de Vicent, seja o seguindo ou perguntando aos demais membros do grupo sobre sua localização. Não falaria nada quando o encontrasse, apenas queria me manter próximo para saber o que iria ocorrer a partir dali e ajuda-lo caso fosse necessário.



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MensagemAssunto: Re: 2º Tale - Cold Breath   2º Tale - Cold Breath - Página 2 EmptySex 15 Abr 2016, 17:10

Narração
Jogada a cama Elsa não possuía muitas opções, a não ser ficar na cama esperando que Vicent resolvesse as coisas, de fato não era uma decisão muito agradável e a deixaria completamente excluída dos acontecimentos. A espera costuma ser algo tedioso, mas dessa vez as circunstâncias eram outras e a adrenalina pulsava nas veias até mesmo de quem estava parado, nervosismo é a palavra-chave para os sentimentos da garota ao aguardar respostas sobre a perseguição. De fato logo em seguida escutava alguns gritos de Vicent, mostrando que o líder havia demonstrado êxito em sua perseguição, entretanto o novo nome citado apenas trazia mais perguntas para a cabeça de Elsa, que estava sozinha no quarto sem suas armas e ainda por cima sem respostas.

- Chega! Se eu ficar aqui vou é morrer do coração de tanta espera!

Tomava Ás sua decisão, não poderia ficar ali parada enquanto tudo acontecia, precisava ir atrás deles mesmo que isso pudesse lhe custar mais alguns dias na cama. O analgésico mordido rusticamente lhe trazia um alívio, mas é claro que seus ferimentos ainda estavam ali e qualquer movimento mais drástico poderia confirmar isso. Pegava uma das muletas para utilizar em seu braço esquerdo, ajudando com o controle do peso aplicado a suas costelas que ainda estavam em recuperação, recolhendo também seus pertences antes de deixar o quarto.

Seguindo rumo ao acampamento, Elsa conseguia avistar Vincent de longe adentrando uma das barracas, Amara estava com ele, não sabia o porque mas provavelmente deveria ser algo com relação aos traidores. O acampamento por sinal estava mais agitado que alguns minutos atrás, mesmo com todos os feridos, muitos dos homens cochichavam entre si e alguns até falavam mais alto sobre o que poderia estar acontecendo, a expressão de preocupação era visível no rosto de quem observava a cena sem entender nada. A garota ainda continuava a seguir seu caminho, embora caminhando lentamente, se aproximava de onde Vincent estava passo a passo, claro que seu caminho levaram alguns bons minutos podendo ter acontecido seja lá o que for nesse tempo, mas finalmente estava lá.

Adentrando o local encontrava Vicent de pé observando os dois homens acorrentados mais a frente, Amara estava logo a frente, no momento apenas fazendo perguntas, mas já pronta para usar seus chicotes e começar algo mais radical caso necessário. Vicent olhava surpreso para Elsa, se assustando um pouco com a entrada repentina da jovem, não se importava em tê-la ali perto mas ainda assim estava preocupado com a recuperação de Ás. Tentava segurar a garota pelas costas para que ela não se esforçasse tanto fora da cama, logo em seguida prosseguindo com suas falas, não mais relacionado com a conversa anterior mas ainda assim importante.

- Ein? Ah, é você. Não, espera ai. Ás você ainda deveria estar na cama descansando e se recuperando. Mas tudo bem, parece que você não se aguentou, não é mesmo? Enfim, esse cara que estava nos espionando, segundo as informações recebidas, foi mandado de um QG da Gl para nos ajudar em Miqueot. Junto a ele também mandaram Tromus, um espadachim muito bom por sinal, mas suspeito que ele também esteja envolvido por serem parceiros antes mesmo de chegarem aqui no North Blue. Achei que fosse melhor interrogar os dois, e Amara é boa nisso, vamos deixar que ela faça o serviço.

Enquanto isso um pouco mais a frente, Amara fazia perguntas para os homens, pelo tom de voz algo que já havia perguntado anteriormente e estava repetindo a um bom tempo, mas dessa vez agarrava um de seus chicotes apoiando-o sobre suas costas.

- Quem é seu líder e o que vocês planejam aqui? Estou perdendo a paciência é bom que me digam logo, meu amiguinho aqui está pronto para começar a fazer um estrago.
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MensagemAssunto: Re: 2º Tale - Cold Breath   2º Tale - Cold Breath - Página 2 EmptySab 16 Abr 2016, 02:08

Contrariando toda a indicação médica que havia recebido a não muitas horas, partia em busca de Vicent pelo acampamento. O andar era claramente débil, arrastado mesmo quando tudo o que tinha era pressa. O braço direito não sofria tanto com aquilo, mas as costelas latejavam a cada passo mais largo ou um movimento indevido aqui e ali, o analgésico fazia seu efeito e me sentia levemente agradecida por estar sentindo um pouco menos das dores que deveria sentir em uma situação normal. Porém o velho ditado de que, há males que vem para bem e de certa forma se fazia mais coerente naquela andança. Havia conseguido avistar Vicent a não muitos metros de distância, entrando em uma das barracas junto de Amara. Dado o tempo que levaria para chegar até eles, pude observar com mais atenção a movimentação no acampamento.

Rostos espantados e murmúrios pelos cantos, não por consequência dos feridos ou da batalha em Micqueot, mas sim das ações repentinas de Vicent, da forma como ele havia conduzido a situação até então. - Isso não é bom. – pensava ao observar os demais revolucionários que observavam a situação. – Ele devia ter dado a devida sutileza ao assunto! – praguejava, embora estivesse preocupada pelo que poderia estar ocorrendo ou o que viria a ocorrer naquela barraca. Mas uma coisa já estava certa, independente do ocorrido as demais pessoas iriam buscar por informações, sejam elas quais forem. Seria preciso conversar com todos e explicar a situação e como desejava que quando isso ocorresse que pelo menos Vicent tivesse a questão resolvida.

Somente alcancei o local de meu interesse após alguns minutos de caminhada, Vicent e Amara já pareciam ter começado a interrogar os suspeitos que se encontravam acorrentados por ali, minha repentina chegada parecia ter surpreendido o revolucionário que rapidamente veio até mim e gentilmente me segurava a fim de reduzir o esforço que fazia para me manter firme ali. – Sim eu deveria, mas as coisas nunca saem como eu quero. – comentava apenas para Vicent, que por sua vez tratava de explicar os pontos que até o momento eu desconhecia. – De um dos nossos QGs na Grand Line?! – não podia disfarçar a surpresa, mas também não podia deixar de achar aquilo estranho. – Já ouvi histórias de pessoas que retornaram da Grand Line por serem incapazes de permanecer por lá, mas acho que é a primeira vez que vejo algo assim. – me referia ao fato deles terem sido enviados de tão longe para o North Blue.

A parceria pode significar tanto e ao mesmo tempo tão pouco, temos de tomar o devido cuidado para não tomarmos uma decisão precipitada com base em achismos. – fazia uma breve pausa, voltando a falar em tom baixo e suave de voz, apenas para Vicent. – Fez bem em trazê-los para um interrogatório. Mas acho que errou na abordagem. – faria uma breve pausa antes de voltar a falar. – Reparou nas pessoas do lado de fora? Assustadas e preocupadas, elas vão exigir uma explicação cedo ou tarde, só torço para que quando isso ocorra, não acabemos descobrindo que os dois que estão acorrentados a nossa frente são inocentes. – não podia deixar de me sentir preocupada com o rumo que a situação poderia tomar, se tudo desse certo teríamos os espiões expostos e tudo terminaria bem. O problema estava justamente no contrário, se Tromus e o outro homem fossem inocentes o clima de mal estar estaria instaurado pelo local e isso seria um prato cheio para seja lá quem estivesse se aproveitando de nós.

Amara cuidava do interrogatório, embora ela parecesse muito mais preparada para surrar os interrogados do que redirecionar as perguntas. Desejava interrogar, mas hesitava a cada instante que pensava nisso. Permaneceria em pé com a ajuda de Vicent enquanto observava o desenrolar daquilo, observando meticulosamente as reações de cada um dos homens tal como prestando a atenção a suas respostas, isso caso eles decidissem falar algo para a Viúva Negra.



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MensagemAssunto: Re: 2º Tale - Cold Breath   2º Tale - Cold Breath - Página 2 EmptyDom 17 Abr 2016, 02:20

Narração
Durante sua movimentação até a tal barraca, Elsa percebia a reação dos demais no acampamento, percebendo que claramente não era uma expressão muito boa, provavelmente precisariam lidar com esse outro problema depois que tudo isso acabasse. De fato Vincent não havia sido cuidadoso o suficiente, deixando muitos de seus homens sem respostas sobre o ocorrido, e a desconfiança começava a existir, afinal haviam acabado de sair de uma batalha não tão favorável quando poderia ser, decorrendo em um número considerável de mortos e feridos. Mas no momento não havia nada que Ás poderia fazer, não possuía uma grande autoridade para com os demais, ainda por cima estava ferida e em recuperação, por sinal já havia sido uma atitude ousada sair da cama para tomar conta das ações do líder.

Elsa ouvia atentamente as palavras de Vincent ao adentrar na cabana, não podia deixar de estranhar o fato de reforços serem enviados da Grand Line para o North Blue, até porque homens poderiam ter sido enviados de outras partes mais próximas, como por exemplo de outra ilha localizada no próprio North Blue. A jovem ainda tentava alertar o líder de suas decisões precipitadas, e algumas consequências imediatas que já poderiam ser notadas por qualquer um que simplesmente andasse pelo acampamento, algo preocupante pois certamente precisariam do maior número de aliados nesse momento.

- Fez bem em trazê-los para um interrogatório. Mas acho que errou na abordagem. Reparou nas pessoas do lado de fora? Assustadas e preocupadas, elas vão exigir uma explicação cedo ou tarde, só torço para que quando isso ocorra, não acabemos descobrindo que os dois que estão acorrentados a nossa frente são inocentes.

- Talvez eu tenha exagerado um pouco, mas não consegui me segurar quando escutei ele nos espionando na cara dura. No mínimo Tyler nos deve um bom argumento, mas duvido muito que ele possa esclarecer suas intenções. Tramus foi chamado por consequência, é claro que pode ser que ele seja inocente e estivessem apenas trabalhando juntos por coincidência, mas não poderia deixar de investigar uma possibilidade dessas.

Voltando ao interrogatório, Amara não parecia estar nada contente com os resultados que estava tendo, sem receber respostas condizentes com o que precisava para determinar suas intenções, Elsa também não estava feliz com o desenrolar da situação, mas o que lhe restava era aguardar e observar a viúva negra. A mulher, arrastava seu chicote pelo chão agora abrindo um sorriso no rosto prestes a pegar mais pesado com a dupla, desde que Ás havia chegado na sala eles não falaram uma palavra sequer, não deixando claro se já haviam aberto a boca antes de ela estar ali. Amara sem paciência, batia o chicote contra o chão reformulando sua pergunta, provavelmente havia desistido de tentar aquela mesma sem partir para a violência, talvez fosse mais fácil utilizar dos seus chicotes mas também seria mais difícil cobrir seus furos caso pegassem os homens errados.

- Porque estavam nos espionando? Existem mais de vocês aqui dentro?

- E...e eu já te disse, não fiz nada.

Gaguejava Tramus um pouco nervoso com o que poderia lhe acontecer, Tyler por outro lado permanecia calado apenas observando as ações de Amara em seu interrogatório, não parecia possuir a mínima vontade de responder e apenas balançava a cabeça concordando com Tramus. Do jeito que estava as coisas não pareciam sair do lugar nunca, já estavam a um bom tempo naquele local e nada de respostas, ao menos nenhuma que fosse satisfatória. Alguns segundos depois para salvar o tempo perdido chegava um dos homens do acampamento correndo, parecia estar trazendo algo importante em mãos, uma espécie de condecoração ou medalha, que era entregue diretamente a Vincent recebendo ainda algumas explicações.

- Comandante, você me mandou investigar os pertences de Tyler e Tromus, eu fiz isso e vim para cá o mais rápido que pude quando encontrei isso, parece ser uma espécie de medalha. Eu não entendo muito sobre isso, mas geralmente medalhas são entregues por honra a algo então deve ser algo importante, também posso considerar isso pelo local onde eu achei, estava em um fundo falso na mochila de Tyler, e eu acabei escutando o ruido de metal por acidente quando bati ela no chão. Nas coisas de Tromus não encontrei nada, mas espero que isso tenha ajudado senhor, desculpe se não consegui ser mais útil.

- Ah, isso é uma Insígnia do governo! Então parece que eles realmente estavam entre nós. Bom trabalho Krug, você fez muito bem em me trazer esse objeto isso facilitou e muito nas investigações. Mas espera um minuto, o que é isso? Uma luz vermelha atrás da Insígnia, então você tinha um rastreador Tyler. Droga, parece que não temos muito tempo nesse local, vamos ter que mover o acampamento o mais breve possível.

Vincent exclamava, enquanto jogava a Insígnia ao chão pisoteando sobre o aparelho gerador da luz até quebra-lo, depois retomava novamente o objeto em suas mãos mostrando-o para Elsa e amara, quem sabe esperando que alguém possuísse algo a mais para acrescentar.

Insígnia:
 
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MensagemAssunto: Re: 2º Tale - Cold Breath   2º Tale - Cold Breath - Página 2 EmptySeg 18 Abr 2016, 16:16

Eu poderia ter considerado toda aquela explicação de Vicent de forma natural, poderia ter compreendido suas razões e julgar que no calor do momento ele fez o que seu coração mandava, mas sabia que não deveria tratar o ocorrido dessa maneira. Ele era agora o líder daquele grupo e suas ações iriam se refletir dentro e fora daquele acampamento. – Então se segure! – rebatia de maneira firme. – Olha uma vez meu pai me contou que tão rápido quanto o ímpeto pode salvar vidas ele pode toma-las, é tudo uma questão de avaliar quando ele cabe ser usado. – tocava o ombro do homem. – Você lidera esse acampamento, diferente de antes quando suas decisões influenciavam na vida de alguns membros, elas agora afetam a todos. Não me entenda errado, não estou aqui questionando o certo ou o errado nas suas ações, mesmo porque o que foi feito não pode se desfazer, só peço para que tenha mais paciência nas próximas decisões, não deixe a emoção influenciar totalmente suas decisões. – sorria por fim, dando leves tapinhas no ombro de Vicent.

O progresso do interrogatório parecia seguir a passos lentos, tanto Tyler quanto Tramus pareciam não colaborar com Amara ou simplesmente não faziam ideia do porque estarem sendo acusados. A viúva negra parecia a ponto de perder a paciência e se via numa dúvida entre continuar de forma cordial ou partir para a violência, Tramus por sua vez, dava pena de vê-lo naquela situação, gaguejava a todo o momento e seus olhos não disfarçavam o nervosismo. Tyler, diferente do parceiro estava frio como uma rocha e quieto como o fundo do mar, uma reação que me fazia sentir um frio na espinha. – Como eu odeio esse jeito. – reclamava, conhecia pessoas demais com aquelas características e por mais que soubesse ser capaz de agir de tal forma, observar um semblante assim sempre me causava arrepios. – Ele parece muito mais suspeito, embora o outro. – não podia descartar nenhuma possibilidade, nenhuma artimanha.

Fora quando um dos homens de Vicent adentrou na barraca, trazendo novas informações e um objeto em particular. – Uma insígnia do governo. – Podia reconhecer uma delas facilmente, Oberyn havia me mostrado fotos delas inúmeras vezes enquanto estávamos treinando na Medusa.

Vicent parecia regozijado com aquilo, exclamava triunfante sobre a descoberta e mostrava-se mais surpresa ao notar o rastreador no objeto, atirando-o ao chão e o destroçando antes mesmo que eu ou Amara tivéssemos a oportunidade de interromper aquilo. – Oh céus... – revirava os olhos em um breve pensamento, antes de o arqueiro nos mostrar de perto a insígnia. – Se for mesmo um rastreador, podemos considerar algumas coisas. A primeira é de que eles sabem que estamos na ilha e nossa posição. A segunda é de que, caso haja um QG na ilha, o mesmo já deve ter sido alertado ou já enviou seus homens para cercar a área, vamos precisar de batedores para confirmar a informação. – fazia uma breve pausa. – Nossa melhor chance seria se pudéssemos usar o rastreador para transmitir informações falsas. Se eles sabem para onde estamos indo, se colocássemos o rastreador em um navio mercante poderíamos despistá-los. – coçava a cabeça, antes de bufar sem mais nada a acrescentar. – Fora isso, é melhor que nos coloquemos em movimento o mais rápido, de preferência se nos dividirmos pela ilha, um grupo procuro um local seguro para os feridos descansarem enquanto os demais buscam se misturar aos cidadãos da ilha e adquiri informações.



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MensagemAssunto: Re: 2º Tale - Cold Breath   2º Tale - Cold Breath - Página 2 EmptySeg 18 Abr 2016, 17:41

Narração
Durante a explicação de Vincent sobre o porquê de ter feito as coisas de maneira tão inusitada, Elsa não aceitava tão bem suas decisões, até porque ele era o líder do grupo e deveria agir como tal tomando mais cuidado, pensando em suas ações e consequências que poderia trazer para todo o grupo. De maneira sutil a garota tenta explicar isso pare seu líder sem que pareça estar criticando com suas decisões, claramente mostrando que confiava em Vincent mas lhe pedia um pouco de calma ao analisar as coisas, pedindo para que ele agisse pela razão deixando a emoção de lado quando se trata de algo importante como o ocorrido. Entretanto o que havia acontecido até o momento está no passando, e passavam a se atentar na lenta investigação de Amara, que por sinal não duraria muito tempo.

Elsa observava bem a personalidade dos dois homens em julgamento, não parecia estar muito alegre do que acontecia com Tramus naquele local, mas era necessário averiguar se ele também era culpado ou não. Quanto a Tyler já observava alguém mais quieto e frio, uma personalidade que Ás não gostava nem um pouco, julgava que o homem era bem mais suspeito que o outro pelo seu jeito de agir, mas nem sempre se pode julgar um livro pela capa. Talvez o histórico de pessoas com essas características não serem nada agradável havia influenciado em sua maneira de pensar, mas mesmo sem nenhuma pista Ás já supôs que Tyler poderia ser culpado, e Tramus nem tanto.

Todo o interrogatório não durava muito tempo, apesar de Amara não conseguir nada um dos homens de Vincent entrava no local apresentando uma insígnia do governo, afirmava ter encontrado o objeto nas coisas de Tyler. Mas isso não era tudo Vicent ainda encontrava uma espécie de rastreador que piscava uma luz vermelha atrás do dispositivo, jogando-o contra o chão e quebrando na mesma hora, podendo ser mais uma decisão imprudente do líder para colocar na lista. De qualquer modo a insígnia era mostrada para os demais na sala para que adicionassem qualquer informação útil, e de fato Elsa o faria, colocando algumas de suas suposições em mesa para serem pensadas.

- Se for mesmo um rastreador, podemos considerar algumas coisas. A primeira é de que eles sabem que estamos na ilha e nossa posição. A segunda é de que, caso haja um QG na ilha, o mesmo já deve ter sido alertado ou já enviou seus homens para cercar a área, vamos precisar de batedores para confirmar a informação. Nossa melhor chance seria se pudéssemos usar o rastreador para transmitir informações falsas. Se eles sabem para onde estamos indo, se colocássemos o rastreador em um navio mercante poderíamos despistá-los.

- Sim, realmente eles já devem saber de nossa posição na ilha e nossa estadia, mas se eles realmente quisessem já teriam nos atacado antes, Tylor e Tramus já estão com nós faz algum tempo e a única tentativa fora essa última. Provavelmente já estaríamos encurralados no momento em que pisamos nessa ilha se realmente quisessem o fazer, então só podemos supor duas coisas, ou eles queriam recolher informações sobre o grupo ou não possuem homens suficientes nessa ilha para nos atacar diretamente. Além do mais, já mandei um grupo para recolher informações do QG desta ilha a cerca de trinta minutos atrás, não devem demorar muito para voltar.

- Fora isso, é melhor que nos coloquemos em movimento o mais rápido, de preferência se nos dividirmos pela ilha, um grupo procuro um local seguro para os feridos descansarem enquanto os demais buscam se misturar aos cidadãos da ilha e adquiri informações.

- De fato precisamos sair daqui o mais rápido possível, mas assim perderia os homens que mandei para retirar informações na ilha, pois eles não possuem a localização do novo esconderijo. Hmm, agora eles já possuem o conhecimento de que estamos sabendo de tudo, mas certamente tomaram mais cuidado com nossos movimentos, espero que o grupo chegue em breve para que possamos nos movimentar.

Vincent argumentava um pouco nervoso com a situação, era sua primeira situação de batalha e estratégia desse porte e precisava pensar em uma maneira de ser útil a todo o grupo, o líder rondava de um lado para o outro na sala esquecendo completamente dos dois homens aprisionados.  Mas em um suspiro momentâneo lhe surge uma ideia, talvez não fosse lá a melhor, mas a coragem e sinceridade de Vicent para proteger o grupo eram admiráveis, estava disposto a fazer qualquer coisa para honrar o exército revolucionário e seus companheiros. Olhando para Elsa enquanto lhe segurava pelo ombro, dessa vez com um sorriso no rosto de admiração, iniciava um dialogo tentando explicar o seu plano, e claro, procurando a opinião da jovem ao mesmo tempo.

- Ahh, Ás. Como você disse precisamos sair daqui o mais rápido possível, e como você pode ver eu não sou tão bom com as palavras, estou aprendendo a ser um líder da pior forma possível, mas quero fazer o melhor por todos nesse acampamento. Preciso que você tome conta das coisas por aqui, até será melhor para a sua recuperação, e se possível explique as coisas para os demais no local, guie esse povo para um local seguro eu irei atrás dos homens que mandei para a cidade. Acha que pode fazer isso? Nós podemos nos comunicar por meio desse Den Den mushi, qualquer coisa contate-me por ele que eu lhe responderei imediatamente.

Falava Vincent cochichando par que Amara não ouvisse partes da conversa, o líder estava confiando a tarefa de deslocar o acampamento a Elsa ao perceber o seu conhecimento estratégico, reconhecia também seus erros e queria concertar o que conseguisse. O arqueiro esperava atentamente a resposta da garota, precisava de algo positivo para que pudessem fazer os preparativos antes de sua saída, talvez até fosse um bom momento para a jovem mostrar o quanto poderia ser útil no exército. Já puxava o Den Den mushi de seu bolso, deixando-o apoiado sobre suas mãos para caso a garota aceitasse a oferta.
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MensagemAssunto: Re: 2º Tale - Cold Breath   2º Tale - Cold Breath - Página 2 EmptySeg 18 Abr 2016, 21:14

Vicent possuía boas teorias a respeito da movimentação do governo ou da marinha com base no rastreador que eles mantinham dentro do nosso grupo. De fato, poderíamos ter sido emboscados assim que tivéssemos chegada a ilha, mas nada disso havia ocorrido, poderiam ter preparado qualquer coisa para nos enfraquecer, mas por alguma razão não o faziam. Informações? Efetivo insuficiente para um ataque? Só de pensar em tudo aquilo sentia a cabeça latejar. – Tantas preocupações, tantos “se”. – refletia sobre tantas possibilidades a serem consideradas e a monumental dificuldade de decidir qual delas é a mais correta a seguir. – Desculpe você tem razão eu acabei me esquecendo disso. – acabava por me desculpar após o súbito e momentâneo agito em prol da rápida movimentação do acampamento, Vicent havia enviado homens a não muito tempo e partir sem avisá-los só nos colocaria em maiores prejuízos.

E por alguns instantes o silêncio reinou pelo local, estávamos tão mudos quanto os novos “prisioneiros”, mas certamente ninguém estava tão aflito quanto aquele que agora nos liderava. Passeei o olhar ao redor da barraca e terminei por encarar Amara, dando-lhe um sorriso de canto, levemente sem jeito como se perguntasse ‘O que faremos agora?’. Foi quando não muito tempo depois algo parecia surgir a mente de Vicent, um plano certamente. Bom ou ruim estava pronta para saber tão rápido quanto podia tentar imaginá-lo. Ele apoiava meu ombro e sua voz parecia um sussurro aos meus ouvidos. Meus olhos buscavam o chão antes de voltarem a se encontrar com o do arqueiro em uma expressão de surpresa. – Todos nós queremos o melhor para acampamento. – era o que eu pude dizer em um primeiro instante, antes de ouvir o resto de suas palavras.

A concepção de liderança sempre havia me fascinado, mas nunca havia me imaginado como uma líder, embora os eventos passados pudessem claramente dizer o contrário. As coisas agora eram diferentes, não havia um grupo de cinco ou dez pessoas para lidar, era praticamente um acampamento inteiro e somado a isso parecia sentir o peso daquela responsabilidade. – Devo ou não devo? – A dúvida corroía mais que as dores que sentia, me peguei por imaginar o que isso significaria a Vicent e senti que talvez devesse aceitar. – Talvez assim ele consiga agir com menos peso sobre suas costas. – suspirava, referindo a tal responsabilidade a ele atribuída assim que chegamos a Lvneel. Mordi o lábio e aguardei alguns segundos, talvez na esperança de que ele desistisse da ideia, mas quando voltei a observá-lo o den den mushi já estava em suas mãos, ele falava sério sobre o assunto.

Aaarff! – suspirava, enquanto tentava-me por em uma posição na qual não precisasse da ajuda do revolucionário para me manter estável. – Eu posso fazer isso! – dizia de maneira firme, embora sentisse o medo de não ser capaz. – Espero que não se importe de me emprestar novamente Kim e Durong. – dizia com um sorriso, a respeito dos dois arqueiros de Vicent, os quais foram extremamente úteis na batalha de Micqueot. Se obtivesse uma resposta afirmativa sobre os dois arqueiros, voltaria minha atenção para Amara, chamando-a. – Procure Kim e Durong e os traga até aqui, preciso falar com eles. Avise também os médicos e enfermeiros, iremos nos colocar em movimento em breve e até lá preciso que todos os feridos estejam tratados e os suprimentos devidamente prontos para serem transportados. – dizia de forma cortês, distribuindo um sorriso simpático. Caso não obtivesse a permissão para ter Kim e Durong, trataria com Amara apenas a questão dos médicos e por fim, falaria com Vicent. – Se importa de me deixar com a insígnia? – queria observá-la mais uma vez, mas principalmente queria falar com os dois homens, no primeiro momento em que estivesse só com eles.



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MensagemAssunto: Re: 2º Tale - Cold Breath   2º Tale - Cold Breath - Página 2 EmptyTer 19 Abr 2016, 14:09

Narração
As teorias de Vicent eram convincentes, mas ainda assim incertas, não poderia saber ao certo o que estava acontecendo para não serem atacados até o momento, pois a informação sobre a localização já estava com o governo antes mesmo que pudessem sequer montar o acampamento. Elsa acabava esquecendo-se das tropas enviadas para reconhecimento da ilha, desculpando-se para Vincent sobre o que falara anteriormente, no entanto agora possuíam um problema para movimentar o acampamento. Um período de silencio e dúvidas se estalava entre todos na sala deixando a todos pensativos com relação aos próximos passos, o líder não possuía muitas opções mas pensou no melhor que pode no momento, e não hesitou em compartilhar seu novo plano com Ás, até porque ela seria o ponto chave da execução.

Elsa sempre gostou da ideia de liderança, apesar de desconfiar de suas próprias capacidades, os acontecimentos recentes mostraram que era poderia ser um líder, apesar de ainda ser inexperiente e inconvicta, afinal todos precisam começar de algum lugar. A garota ainda não estava decidida, a dúvida era cruel e deixava Vincent na espera de uma resposta, que por sinal já estava retirando do bolso o Den Den Mushi para dar início ao plano. Já praticamente dentro do plano, Ás apoiava-se em sua muleta deixando de estar a apoiada no arqueiro e concorda com o proposto, fazendo até mesmo alguns pedidos para o líder antes que o mesmo saísse deixando seu posto temporariamente.

- Eu posso fazer isso! Espero que não se importe de me emprestar novamente Kim e Durong.

- Claro, você tem todos os homens a disposição. Irei sozinho até lá, não precisa se preocupar, eu posso ser apenas uma arqueiro mas não me subestime hahaha.

Falava Vicent brincando com a jovem, sorria logo em seguida mostrando uma expressão de confiança, logo após passava a observar os próximos passos de Elsa antes que deixasse o acampamento. Elsa se voltava a Amara iniciando sua liderança com algumas ações, Amara não estava tão feliz em ser deixada de lado por Vicent mas aceitava sem reclamações, talvez respeito fosse algo que a jovem ninja ainda precisaria adquirir com suas atitudes naquele acampamento.

- Procure Kim e Durong e os traga até aqui, preciso falar com eles. Avise também os médicos e enfermeiros, iremos nos colocar em movimento em breve e até lá preciso que todos os feridos estejam tratados e os suprimentos devidamente prontos para serem transportados.

- Tudo bem, farei o possível para agilizar as coisas lá. Mas Ás tome cuidado com esses dois homens, ainda não sabemos se são confiáveis ou não, ao menos um deles.

Amara deixava a sala não demonstrando se importar tanto quanto parecia, Vincent ainda permanecia na sala aguardando a chegada dos arqueiros para que Elsa não ficasse sozinha, se atentava as palavras de Amara e decidia por permanecer mais alguns minutos ali. Cerca de cinco minutos após a saída da viúva negra, chegavam Kim e Durong surpresos com a liderança de Ás, Vincent apenas sorria para eles como se dissesse "confiem em minha decisão". Os arqueiros agora mais sorridentes novamente olhavam para Elsa, esperando que recebessem sua devida ordem, e quem sabe até entender um pouco melhor a confusão que estava acontecendo, mas a jovem primeiramente falava com Vicent antes que o mesmo saísse do local.

- Se importa de me deixar com a insígnia?

- Não será de uso para mim, pode ficar. Kim, Durong, estou saindo do acampamento sigam as ordens de Ás ela liderará o caminho para vocês enquanto eu estiver fora. Então, acho que meu trabalho aqui está feito, vou seguir meu rumo antes que seja tarde demais.

Dizia Vicent saindo da sala se ninguém lhe interrompesse, os dois arqueiros aguardavam de pé escutando atenciosamente as palavras de seu líder deixando o acampamento, concordavam com a cabeça para não atrasa-lo mais que o necessário, entendiam a importância do assunto a ser tratado. Dessa vez só restavam os dois arqueiros e Elsa na sala, e claro os prisioneiros, estavam livres para tratarem de particularidades e comandos, mesmo que não soubessem muito bem o que estava acontecendo, ainda assim permaneciam determinados em fazer a sua função. Kim tomava a frente na conversa, perguntando a sua atual líder sobre suas intenções.

- Então, você nos chamou... O que precisa de nós Ás?

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MensagemAssunto: Re: 2º Tale - Cold Breath   2º Tale - Cold Breath - Página 2 EmptyTer 19 Abr 2016, 22:21

Amara não parecia ter ficado muito feliz com a atitude de Vicent em excluí-la da conversa, no entanto isso acabou por ser o menor dos problemas para ela que aceitava minhas ordens normalmente, saindo do acampamento como se nada tivesse ocorrido, mas sem antes de me alertar sobre a periculosidade dos prisioneiros. – Tomarei os devidos cuidados Amara. – fazia questão de respondê-la e tranquiliza-la, não seria eu a tomar uma atitude precipitada por ali. Vicent permanecia por mera gentileza, preocupava-se com minha segurança naquela tenda, talvez por isso não me incomodei tanto com aquilo, sentia-me mais disposta do que antes e as costelas já não pareciam doer tanto.

Kim e Durong chegavam alguns minutos após Amara ter partido e seus olhares surpresos no início deram lugar a sorrisos, após uma rápida troca de olhares com Vicent. Estava mais do que claro que receberia mais olhares surpresos naquele dia, a súbita liderança seria um baque para a maioria das pessoas ali, mas por hora precisava me concentrar com outras coisas mais importantes do que a maneiros como seria recebida pelos demais. Aproveitei os últimos instantes de Vicent para lhe pedir a insígnia, a qual não houve problemas em obter das mãos do rapaz. – Obrigada. – agradecia, deixando-o livre para suas considerações finais, aos seus arqueiros. Tomei a insígnia em mãos e a observei com cuidado, passando um dos dedos para retirar a sujeira que a cobria. – Chiper Pol 2 – avaliava a insígnia. – Espólio ou Condecoração? – a apertava, devido a dúvida.

Fora preciso que Kim chamasse minha atenção, para que desse a devida atenção aos dois. – Oh, perdão estava pensando umas coisas aqui. – fazia a insígnia dançar por entre meus dedos. – Bom, antes de tudo eu quero deixa-los cientes, caso não saibam, de que há supostamente um traidor aqui. – apontava para os dois homens acorrentados e depois lhes mostrava a insígnia. – Eles são nossos principais suspeitos e por isso devem ser mantidos sob vigilância, mas isso pode ser rapidamente providenciado depois, por hora quero que vocês reúnam todos àqueles em condições de lutar, selecionem cada um de vocês um pequeno grupo, cinco ou oito pessoas devem bastar para cada um. – fazia uma breve pausa, procurando um local para que pudesse me apoiar e descansar. – Precisamos mover o acampamento, buscar um local mais seguro pela ilha. Seus grupos serão os batedores, um a frente e outro atrás da caminhada, irão verificar se há perigos a frente, além de identificar boas posições para fixarmos um novo local de descanso, o que ficar mais para trás irá verificar se não estamos sendo seguidos, além de servir de ponte caso Vicent volte com seus homens.

Observava os dois arqueiros com seriedade. – Não abram grandes distâncias do demais revolucionários, há muitos feridos que precisam ser protegidos caso algo ocorra no caminho. – voltava a me levantar. – Quando definirem os grupos, diga a eles para que comuniquem o resto do acampamento de que iremos nos colocar em movimento. Irei explicar a situação a todos quando estivermos prontos para seguir caminho. – estalava os dedos da mão esquerda, já havia dito tudo o que queria aos dois e torcia para que tudo ocorresse bem dali pra frente. – Se encontrarem Amara, diga que quero falar com ela. – fazia uma breve pausa, voltando a encará-los com um sorriso. – Confio em vocês rapazes, vamos resolver essa situação juntos. – e os liberava, para seguirem as ordens dadas.



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MensagemAssunto: Re: 2º Tale - Cold Breath   2º Tale - Cold Breath - Página 2 EmptyQua 20 Abr 2016, 17:58

Narração
Tomando a insígnia das mãos de Vicent, a garota passava a pensar sobre as possibilidades geradas em cima dela, nada esclarecia seu questionamento interno, mas ainda assim Elsa precisaria entender um pouco mais para tirar suas conclusões a respeito dos prisioneiros. O fato de perceber que o objeto pertencia a um agente da Chiper Pol 2 já era de grande ajuda, mesmo não sabendo a quem ele pertencia, possuía a informação de que realmente o governo, mais especificamente do North Blue, possuía interesses no grupo de Marco. Ninguém sabia o porquê, ou o que planejavam fazer, mas certamente ninguém pretendia ficar parado esperando para descobrir, por sinal era o que Elsa pensava também, principalmente ao notar os dois arqueiros que havia chamado esperando por sua atenção.

- Bom, antes de tudo eu quero deixa-los cientes, caso não saibam, de que há supostamente um traidor aqui. Bom, antes de tudo eu quero deixa-los cientes, caso não saibam, de que há supostamente um traidor aqui. Precisamos mover o acampamento, buscar um local mais seguro pela ilha. Seus grupos serão os batedores, um a frente e outro atrás da caminhada, irão verificar se há perigos a frente, além de identificar boas posições para fixarmos um novo local de descanso, o que ficar mais para trás irá verificar se não estamos sendo seguidos, além de servir de ponte caso Vicent volte com seus homens.

- Sim, Vincent nos contou sobre o traidor antes de chegarmos na ilha, mas não recebemos nada sobre a prisão desses dois. Enfim, seu plano é bem interessante Ás, mas... Eu fico na frente!

- Arf, tudo bem eu fico com a parte de trás então.

Respondiam os arqueiros, disputando pela posição que cada um tomaria, desse modo Kim se responsabilizava pela parte de explorar a área procurando um lugar propicio para estabelecer o novo acampamento, enquanto Durong aceitava um pouco chateado ficar por trás protegendo o grupo e evitando serem seguidos. Porém os homens entendiam bem o comando, e até, de certo modo, pareciam empolgados com a missão dada a eles, serviriam para proteger a todos em eventuais problemas durante o caminho e isso era uma honra para os arqueiros.

- Não abram grandes distâncias dos demais revolucionários, há muitos feridos que precisam ser protegidos caso algo ocorra no caminho. Quando definirem os grupos, diga a eles para que comuniquem o resto do acampamento de que iremos nos colocar em movimento. Irei explicar a situação a todos quando estivermos prontos para seguir caminho. Se encontrarem Amara, diga que quero falar com ela. Confio em vocês rapazes, vamos resolver essa situação juntos.

A dupla sorria de volta para Elsa levantando seus dedões com um grande sinal de positivo, saindo da tenda logo em seguida para cumprir as ordens da nova líder, pareciam estar contentes com as decisões que a jovem havia tomado. No começo talvez não esperassem muito de Ás, mas ao decorrer do tempo, com suas estratégias estava se mostrando um bom líder, que de fato poderia conduzir um grupo sem problemas, apesar da falta de confiança em si mesma, estava realizando um bom trabalho até o momento.

Passavam-se alguns bons minutos, Vincent provavelmente já estava longe naquele momento, até que voltavam Kim, Durong e Amara para esclarecer os próximos passos e iniciar a movimentação o mais rápido possível. Já estavam demorando mais que pensavam, e para não atrasar mais ainda precisariam se mover logo. Para a sorte de Elsa, seus ferimentos já não estavam mais doendo tanto, mesmo com o efeito do analgésico passando a cada momento, seus ferimentos já não lhe incomodavam mas como anteriormente, por um lado isso era bom, porém por outro mostrava o tempo que haviam perdido parados.

- Os grupos já estão formados e prontos para partir. Só precisamos saber quando, e para que direção devemos seguir.

- Ás, você queria falar comigo antes de partir certo?
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MensagemAssunto: Re: 2º Tale - Cold Breath   2º Tale - Cold Breath - Página 2 EmptyDom 24 Abr 2016, 01:09

Seguiremos em direção as montanhas, pode ser que encontremos cavernas desativadas ou uma área própria para mantermos um acampamento sob a proteção do local. – comentava com Kim e Durong quando eles voltaram para avisar que tudo já estava nos conformes. Sentia-me ansiosa, se é que era o que de fato estava sentindo. Minhas mãos suavam e minha garganta parecia seca, notava com certa preocupação de que temia dar a última ordem que havia pensado aos dois. Amara também havia retornado e aguardava para que eu conversasse com ela, mas ainda permanecia avoada em meus próprios pensamentos e considerações, imaginando casos e casos como se buscasse um caminho perfeito para seguir. - Mas isso é besteira, não há um caminho certo. – podia me sentir aliviada com tal pensamento? Não, mas era importante me fazer lembrar de que deveria, pelo menos no que viria a fazer, tratar o assunto da forma mais direta e clara possível.

Reúna as pessoas do acampamento, irei falar com todos eles antes de partir, eles merecem pelo menos saber do que está havendo por aqui. – comentava enfim, como se cada palavra fosse um peso a ser retirado dos ombros. – E levem os dois ali. – apontava para Tramus e Tyler. – Até que tenhamos resolvido a situação eles vivem, mas tomem todo cuidado possível. – finalizava com um sorriso tímido após as palavras diretas e sem floreios. As ataduras incomodavam, tais como os curativos que tinha pelo corpo. Retirava-os com o devido cuidado iniciando pelos dos cortes, os curativos mais curtos e mais fáceis de serem removidos. Voltava o olhar para Amara, aguardando apenas que Kim e Durong levassem os prisioneiros, para só então conversar com ela.

Sim eu queria falar com você. – alisava o local dos curativos, para ter certeza de que estava devidamente cicatrizado, antes de voltar minha atenção para os maiores, o do braço e o do abdômen. – Como se sente? Digo, eu meio que apaguei depois daquela luta em Micqueot, mas fiquei preocupada sobre como vocês estavam. – buscava antes de tudo saber como a viúva negra estava se sentindo fisicamente, a batalha havia sido dura e quase ceifou a vida de João, se não fosse por um milagre. Sorriria com a resposta da mulher, caso ela decidisse responder e só então continuaria a tagarelar. – A insígnia, é da Chiper Pol 2, os que atuam no North Blue se não estiver enganada. – comentava, mas não daria certezas naquelas palavras, não queria demonstrar saber mais do que aquilo. – Desde que fomos ao seu resgate no QG de Micqueot eu sinto você com uma personalidade bem peculiar, estranho, pois sempre gostei disso. No decorrer de tudo que nos trouxe até aqui, me sinto segura em confiar em você o que vou lhe pedir. – começava a remover as ataduras do braço, enquanto me movia em direção a Amara.

Vá até a cidade, sonde o que está havendo por lá, em especial os locais frequentados por marinheiros, tente descobrir o que eles sabem sobre nós e como eles estão procedendo com essas informações. Você é a única aqui com capacidade para tal e mesmo se não fosse é uma das que mais respeito e confio para tal ação. – abriria um largo sorriso e daria a ela um piscar de olho. – Tudo bem pra você? – aguardaria a resposte dela para então prosseguir. – Ótimo! Conto com você. – a dispensaria logo em seguida, para que enfim pudesse permanecer só naquela barraca.

Se ficasse só, me despiria da parte de cima do vestido, para que pudesse remover o restante das bandagens e só então recolocar a roupa, precisava aparentar força e não o faria parecendo uma múmia. Prenderia o cabelo em um coque e usaria a manta azul escura para cobri-lo, mas não usaria a máscara, afinal precisava estar de cara limpa para falar com todos do acampamento. Se encontrasse uma capa para por sobre o vestido a usaria também e só então seguiria para fora da barraca, pronta para encarar o desafio que viria assim que estivesse lá fora.



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MensagemAssunto: Re: 2º Tale - Cold Breath   2º Tale - Cold Breath - Página 2 Empty

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