One Piece RPG
A soberania da arte XwqZD3u


One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
InícioBuscarMembrosGruposRegistrar-seConectar-se
Últimos assuntos
» A primeira conquista
A soberania da arte Emptypor Rangi Hoje à(s) 05:10

» Bitch Better Have My Money
A soberania da arte Emptypor Kylo Hoje à(s) 03:54

» Pequeno Gigante
A soberania da arte Emptypor Teo Hoje à(s) 00:53

» Um novo recruta: o nome dele é Jack!
A soberania da arte Emptypor Teo Hoje à(s) 00:53

» Vol 1 - The Soul's Desires
A soberania da arte Emptypor Arthur Infamus Ontem à(s) 23:47

» VIII - The Unforgiven
A soberania da arte Emptypor GM.Alipheese Ontem à(s) 23:41

» Art. 4 - Rejected by the heavens
A soberania da arte Emptypor Kenshin Himura Ontem à(s) 23:28

» [MINI-*Kan Kin*] *Uma vida de merda*
A soberania da arte Emptypor Shideras Ontem à(s) 23:25

» [MINI-Koji] Anjo caído
A soberania da arte Emptypor Makei Ontem à(s) 22:53

» [M.E.P] Koji
A soberania da arte Emptypor Makei Ontem à(s) 22:52

» ZORO
A soberania da arte Emptypor Makei Ontem à(s) 22:52

» The Hero Rises!
A soberania da arte Emptypor Achiles Ontem à(s) 21:03

» Apresentação 6 ~ Falência Bombástica
A soberania da arte Emptypor Furry Ontem à(s) 20:16

» 11º Capítulo - Cataclismo em Skypeia!
A soberania da arte Emptypor ADM.Tidus Ontem à(s) 19:46

» Capitulo II: Sangue e navalhas! O Golpe em Las Camp
A soberania da arte Emptypor Kiomaro Ontem à(s) 19:08

» Um Destino em Comum
A soberania da arte Emptypor Jean Fraga Ontem à(s) 18:59

» Kit - Jinne
A soberania da arte Emptypor GM.Jinne Ontem à(s) 13:17

» [LB] O Florescer de Utopia III
A soberania da arte Emptypor GM.Midnight Ontem à(s) 13:07

» Caçadoras Eternas: Almas entrelaçadas!
A soberania da arte Emptypor Fran B. Air Ontem à(s) 13:05

» Meu nome é Mike Brigss
A soberania da arte Emptypor Oni Ontem à(s) 10:27



------------
- NOSSO BANNER-

------------

Naruto AkatsukiPokémon Mythology RPG
Naruto RPG: Mundo Shinobi
Conheça o Fórum NSSantuário RPG
Erilea RegionRPG V Portugal
The Blood OlympusPercy Jackson RPG BR
A Song of Ice and FireSolo Leveling RPG
Veritaserum RPGPeace Sign RPG
Pokémon Adventure RPG

------------

:: Topsites Zonkos - [Zks] ::


 

 A soberania da arte

Ir em baixo 
AutorMensagem
ADM.Tidus
Duque Azul
Duque Azul
ADM.Tidus

Créditos : 65
Warn : A soberania da arte 10010
Masculino Data de inscrição : 10/06/2011
Idade : 27
Localização : 1ª Rota - Karakui

A soberania da arte Empty
MensagemAssunto: A soberania da arte   A soberania da arte EmptySab 02 Abr 2016, 21:23

A soberania da arte

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Turloch Coll Aengus. A qual não possui narrador definido.


____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

Olá Convidado, seja bem-vindo ao One Piece RPG.
Links para ajuda: [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Char
Civil
Civil
Char

Créditos : 2
Warn : A soberania da arte 10010
Data de inscrição : 27/03/2016

A soberania da arte Empty
MensagemAssunto: Re: A soberania da arte   A soberania da arte EmptyDom 03 Abr 2016, 19:51

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

As serpentes escuras que nasciam de minha cabeça dançavam tortuosamente pelo penteado, estendendo-se uniformemente até a parte de trás da cabeça, exceto por uma; a rebelde e "ovelha negra" do bando insistia, desde minha pouca idade, em escorrer pelo centro do rosto. — Como sempre você 'tá por aí, não é? Sorri, exibindo os dentes perfeitamente alinhados e num tom absurdamente branco; meus olhos dourados refletiam a figura da madeixa que decaía defronte a eles, naquele instante, havia uma mínima fagulha de afeto a se exibir.

Aquele navio não me agradava, passei a viagem inteira no mesmo lugar, dias e dias de aguardo para chegar à Las Camp, e se o fiz, o fiz completamente exausto. Agora que estou aqui, preciso cuidar dos meus assuntos. Enquanto as palavras se dissolviam na mente, levantei-me e ouvi o estalar dos joelhos, breve e seco; o alarme de que eu havia ficado muito tempo sentado, precisava mesmo me esticar e andar por aí.

E assim o fiz, com passos calmos e característicos, como se dançasse algum tipo de tango solitário e linear. Durante a caminhada pelo lugar, atentarei-me à figuras costumeiras e incomuns, tentando chamar quanto menos atenção conseguir; seguirei qualquer homem, mulher ou criança com os olhos, desde que possuam características que valham meu olhar minucioso, afinal, sou um rapaz requintado e requisitado, não é qualquer um que me atrai a atenção. Sorri, outra vez.

E manterei a caminhada sem interagir com ninguém diretamente; meu foco é puramente voltado à arte da forja e do comércio, e meu rumo inicial se dará por uma loja de armas de tanta qualidade quanto eu. E não poderei resolvê-los de mãos vazias, embora seja perfeitamente capaz. A primeira loja que me atraísse a atenção seria a visitada, e uma vez dentro dela, disporei de minha polidez para tratar com o atendente da melhor maneira possível. — Com toda a licença, se me permites falar... Quase involuntariamente, minhas mãos se posicionaram no busto com as palmas para dentro, e meu rosto emoldurou a expressão falsa de euforia. — É aqui que uma lança consigo comprar? O traço poético de minhas palavras germinara em minhas sentenças como uma erva daninha; não que eu o repudiasse ou coisa do tipo, pelo contrário: era minha característica principal e também uma das mais atraentes, depois da minha aparência.

Caso alguma lança mostrada me interessasse, procurarei um valor acessível e, caso o obtenha, adquirirei a arma com os meios tradicionais de comércio, dispondo-me da quantidade de berries requerida pelo objeto, deixarei a loja em seguida, para voltar a apreciar o exterior.

Objetivos:
 

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
#ff4d4d (Falas)
#ff4d4d (Pensamentos)


Última edição por Tauruz em Sab 09 Abr 2016, 19:56, editado 1 vez(es)
Voltar ao Topo Ir em baixo
Bernstein
Civil
Civil
Bernstein

Créditos : Zero
Warn : A soberania da arte Banido10
Data de inscrição : 27/03/2016

A soberania da arte Empty
MensagemAssunto: Re: A soberania da arte   A soberania da arte EmptyQua 06 Abr 2016, 19:19

Procurei por versões verdadeiras da minha alma, onde a minha realidade refletiria em cada uma delas e mostraria o que eu sentia. Sempre compreendi que um ser é um recipiente vazio, com inúmeras personalidades ocupando o seu interior, mas acessar as faces singulares que viviam em mim era mais complicado do que dissertar a respeito, por isso me restringia aos pensamentos deturpados sobre essa teoria majestosa, sentindo suas possíveis variações e aceitando a minha lírica maneira de simplesmente existir.

Conferiria o meu bolso para me deparar com pouco dinheiro. O que me faltava em ouro sobrava em disposição, estava pronto para caçar malditos criminosos em troca de uma vida estável com mulheres bonitas e um bom vinho. A evolução que essa carreira me proporcionaria seria incrível, me deixando cada vez mais perto do meu objetivo. Antes de tudo, precisava de botas para acentuarem o peso dos meus golpes, tornando-me um lutador ainda mais perigoso.

Ereto, conteria por pouco os meus impulsos selvagens de sair correndo pela cidade como uma besta endiabrada. Me doía ter que parecer normal entre os humanos, andar quando correr era uma opção mais viável ou procurar com os olhos quando o meu faro poderia entregar o que eu precisava em alguns insantes...

Procuraria atento por uma loja de armas, evitando os mesmos caminhos ou conversar com pessoas. Comunicação não era meu forte. Reconheceria, se possíve, onde já passara por meio do odor do ambiente, como um animal inteligente faria. Na loja pediria por um par de botas, exigindo um número que me servisse confortavelmente. Assim que atendido, pagaria e calçaria os utensílios, saindo em seguida.

O próximo passo (se possível com o novo pisante) seria procurar por cartazes de recompensas. Eu precisava de dinheiro, nada melhor para conseguir uns trocados. Estrategicamente buscaria o QG da Marinha - desta vez perguntando aos marinheiros que supostamente encontraria na cidade - onde o mesmo se encontrava.

Objetivos:
 
Voltar ao Topo Ir em baixo
Ryoma
Super Nova
Super Nova
Ryoma

Créditos : 83
Warn : A soberania da arte 10010
Feminino Data de inscrição : 04/06/2011
Idade : 22
Localização : hell

A soberania da arte Empty
MensagemAssunto: Re: A soberania da arte   A soberania da arte EmptyTer 12 Abr 2016, 18:41


De algum modo o novo visitante em Las Camp chamava a atenção por conta de sua aparência. Turloch era visto como uma beleza difícil de ser encontrada naquela ilha, despertando a curiosidade de alguns e o desejo de outros moradores. Foi preciso pouco tempo para ver a falta de pessoas interessantes naquela região, pois estava longe de ser a melhor área da cidade. Observador, viu poucas pessoas chamativas no caminho seguido. Primeiramente um grupo de quatro belas garotas, todas vestindo roupas curtas e chamativas, que fazia alguns homens as olharem com o óbvio olhar de um pervertido. As madeixas eram cobertas por capuzes de suas camisetas. Elas acenavam e  mandavam beijos, atraindo sujeitos desatentos para algum lugar isolado. Outra pessoa chamativa mostrou-se importante naquela ilha, recebendo a saudação de todos que o viam na rua, não só uma pessoa conhecida, mas também respeitada entre os civis. Suas vestes não eram nada baratas e os dois homens que o acompanhavam cheiravam a seguranças, nem mesmo precisava ser inteligente. Provavelmente um nobre, mas poderia facilmente ser outra coisa. Já o terceiro era apenas uma pessoa diferente, com barba e cabelo selvagens, um estilo diferente do normalmente visto e presas até chamativas.

Ryan não era lá tão normal quanto gostaria de ser. Sem sua vontade, muitos o olhavam diferente e podiam entender o que era, mas não pareciam estar menos preocupados. Alguns ignoravam o fato dele existir, estes eram obviamente os que se achavam superiores aos demais. Fora a questão incomoda de estar no meio de vários humanos sendo um mink, o seu objetivo era ir até uma loja de armas, não muito longe de onde encontrava-se.

Ambos os desconhecidos entraram na mesma loja. Era um lugar bem tranquilo, limpo e reluzente. Varias armas caras, levando pedras preciosas como enfeite, mas como toda loja de armas também havia aquelas que não sairiam tão caras quanto as em exposição. Turloch foi o primeiro a fazer um pedido ao sujeito atrás do balcão. Ele limpava uma espada empoeirada enquanto fitava seus dois clientes, desconfiado do que poderia oferecer aos dois encaminhou-se aos fundos da loja em busca de suas armas mais baratas. Primeiramente foi com a lança, mostrando-a ao jovem de madeixas negras. Testou-a no ar e revelou o preço. – 30 mil berries por esta lança. – O pagamento foi efetuado rapidamente e isto fez Turloch encaminhar-se para fora do estabelecimento enquanto passava ao lado do sujeito visto anteriormente, Ryan, o homem que tinha um ar selvagem diferente dos humanos. Sem mais interrupções, o mink avançou para seu pedido que brevemente fora entregue. Trocando as botas pelo dinheiro, Ryan calçou elas e seguiu da mesma forma que o outro cliente o caminho para fora da loja.

Cartazes de recompensas podiam ser encontrados por todos os lugares da cidade, mas em grande maioria estavam estragados. Um bom lugar para verificar essas coisas era em bares, talvez fosse bom entrar em algum, só que por sorte não seria necessário fazer tal coisa. Algum tempo de caminhada e Ryan esbarrou em uma parede que tinha três cartazes intactos, nenhum deles ultrapassava os 3 milhões de berries e quanto maior a recompensa mais dificuldade seria encontrada no caminho.

Procurados:
 



Off:
 
Histórico ~ Tauruz:
 
Histórico ~ Bernstein:
 

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Char
Civil
Civil
Char

Créditos : 2
Warn : A soberania da arte 10010
Data de inscrição : 27/03/2016

A soberania da arte Empty
MensagemAssunto: Re: A soberania da arte   A soberania da arte EmptyTer 12 Abr 2016, 19:33

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]


De alguma maneira, aquele homenzarrão atraiu-me a atenção; sua aparência indômita e o brilho cerúleo de seus olhos foram catalisadores dessa "atração". Embora se pareça muito com um homem normal, aqueles dentes não me parecem muito humanos. Nunca foi de meu hábito desprezar pessoas pela aparência, e esse não seria o momento para o fazer.

Fora da loja, insisti em prosseguir pelo caminho junto a ele e nesse ínterim, enlacei a madeixa rebelde nos dedos e deixei que as íris douradas brilhassem, como rapaz polido que sou, apresentei-me. — Boa noite, nobre senhor. Ofereci-lhe um sorriso amigável e aconchegante, embora ainda mantivesse um certo receio Não tenho certeza se é um humano ou um mink, preciso checar. a respeito de sua raça; manterei a lança abaixada e atrás do corpo, segurando-a com a canhota durante todo o trajeto. — Bem, sou Turloch. Interrompendo o fluxo de palavras com uma reverência leve, suspirei. — Turloch Coll Aengus, é um prazer, senhor...? Sempre me disseram que eu sou um rapaz muito comunicativo e, embora meus pensamentos e interesses orbitem o meio artístico, sempre estive aberto a novos pontos de vista da vida, afinal...

Há poesia em tudo.

Observei bem o ambiente ao redor, tentando encontrar elementos simbólicos e artísticos em transeuntes, animais, casas... tudo. Sem sequer reduzir o passo, martelei versos na cabeça, enquanto alternava o olhar áureo por sobre o âmbito e o impetuoso talvez-mink que eu insistia em tentar acompanhar.

Quem és tu, nobre homem?
Que caminha por esse lugar,
onde todas as ideias somem?
Vagas por aqui, apenas para se purgar?

E cada verso abandonaria minha mente e boca como uma fina gota de elixir, esbanjando sua majestade e magnificência enquanto com feições, expressões e movimentos sublimes, eu mesmo trataria de interpretar cada pingo de emoção presente nas palavras; tudo para chamar-lhe a atenção.

Decerto, sendo respondido pelo homem ou não, mantive-me em seu fluxo de caminhada, até por fim encontrarmos alguns cartazes em bom estado, o que me fez parar e estagnar-me como uma pedra defronte a eles, perplexo. — Finalmente... Aproximarei-me dos cartazes com os olhos cintilantes como duas pepitas d'ouro; o primeiro passo na escadaria da auto-realização seria o mais difícil, eu não tinha dúvidas, mas a dificuldade sempre esteve presente em minha vida; naquele instante, os traços de meu tênue egocentrismo desabrocharam e veemente arranquei um dos cartazes, o nome da procurada invadiu-me a visão. Leya Shuritz... No instante em que a vi, não notei se o ursídeo estava ali ou não, eu só via a mim, só existia eu. Se é a mais cara, é a mais perigosa, e deve ser eliminada. Estremeci brevemente...

Como se atreve,
ó, vil criatura impura
A perturbar essa ternura
Sei que estará morta em breve.
Caso o homem não pense em capturar a mesma pessoa que eu, tratarei de dar-lhe prioridade na escolha d'um procurado; mesmo que isso signifique passar por cima de meu breve egoísmo.
Off:
 
Histórico ~ Tauruz:
 

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
#ff4d4d (Falas)
#ff4d4d (Pensamentos)


Última edição por Tauruz em Qua 13 Abr 2016, 18:40, editado 1 vez(es)
Voltar ao Topo Ir em baixo
Bernstein
Civil
Civil
Bernstein

Créditos : Zero
Warn : A soberania da arte Banido10
Data de inscrição : 27/03/2016

A soberania da arte Empty
MensagemAssunto: Re: A soberania da arte   A soberania da arte EmptyQua 13 Abr 2016, 10:16

As botas serviram como uma luva. Pensei, me permitindo rir do trocadilho infame. Ergueria os meus joelhos até a altura do meu abdômen para testar o peso da minha mais nova aquisição, tentando me habituar aos custos físicos do seu uso e assim colher o melhor que pudesse extrair daquilo.

Não era de meu feitio reparar em algo que não estivesse urrando ou sangrando, mas um homem esguio com uma lança me chamando de "nobre senhor" acabaria despertando certa curiosidade, no entanto eu me limitaria a lançar alguns olhares enquanto ele tagarelava. Estaria atento aos seus passos e a sua respiração para compreender mais do dito Turloch, ele parecia ser do tipo inteligente e requintado, eu detestava essa gente.

Os cartazes rasgados e desgastados com os quais me deparava conseguiam ser tão inconvenientes quanto o poeta ao meu encalço, mesmo se ele perguntasse meu nome eu manteria o silêncio da minha parte. O início da sua poesia seria abafado por um grunhido feroz e a exibição dos meus caninos afiados. — Sou... — Pensei por um instante. Não parecia muito astuto dar o meu nome para um esquisitão — Lucian Whitewood. Agora cale a boca.

Um estorvo. Um aliado. O que fosse. A ideia de ter um companheiro me agradava, mesmo numa situação forçada e rápida como aquela. O que realmente me incomodava era gostar de alguém do meu lado, principalmente um sujeito tão singular, por isso demonstraria o mínimo de interesse em tudo que se relacionasse ao homem. Me viria dando passos cada vez mais curtos, ríspidos e frequentes exibindo o meu nervosismo que só seria apaziguado diante da de cartazes em ótimas condições. Diante das recompensas, fotografias e a expectativa de um combate, esqueceria completamente do falador, pondo meus pensamentos ao redor do verdadeiro prêmio: me tornar ainda mais forte.

Ó, grandissíssimo poeta, pode fazer o favor de me dar esse papel? — Escarnearia, esticando minha enorme mão calejada para recolher o que ele pegou. Logo em seguida analisaria - isso é, se ele me entregasse. — Não gosto de pensar que lutarei com uma mulher, vamos procurar pelo segundo e pelo terceiro, isso é, se quiser me acompanhar...
Voltar ao Topo Ir em baixo
Ryoma
Super Nova
Super Nova
Ryoma

Créditos : 83
Warn : A soberania da arte 10010
Feminino Data de inscrição : 04/06/2011
Idade : 22
Localização : hell

A soberania da arte Empty
MensagemAssunto: Re: A soberania da arte   A soberania da arte EmptyQui 14 Abr 2016, 22:57


A caminhada da dupla seguia de forma tranquila, mesmo que o dialogo não estivesse indo pelo mesmo caminho. Exatamente como sua aparência, Ryan demonstrou imediatamente um comportamento agressivo contra o gentil iniciador de tal comunicação. A poesia de Turloch pareceu apenas irritar ainda mais o mink, que lançou ao ar algum nome aleatório dizendo ser seu, mas qualquer bom artista poderia afirmar não ser uma verdade. Nenhum dos dois tinha habilidades para isto, fazendo da pequena mentira não ser percebida. Sem respeito, basicamente expulsou o lanceiro da caminhada que faziam juntos, só não esperava que ele seria tão insistente ao ponto de continua-la enquanto era uma grande fonte de incomodo ao selvagem sujeito com quem andava. Ambos procuravam pela mesma coisa, os cartazes de recompensa da região. Nenhum parecia visivelmente fácil, mas o valor da cabeça de cada um era tentador ao ponto de Turloch querer pegar a maior recompensa de imediato. Por outro lado, Ryan não pareceu se interessar por lutar contra uma mulher e logo tomaram os outros dois cartazes para si.

Olhares suspeitos surgiam sobre a dupla. Os cartazes eram chamativos aos civis, que preferiam deixar aquelas coisas para a marinha ou pessoas mais corajosas, pois tinham amor a vida e obviamente medo de ferimentos. Sem detalhes ou mesmo uma alcunha para serem conhecidos, aqueles dois procurados eram o que poderia encontrar de nível alto em Las Camp e uma dificuldade seria encontrada pelo fato dos dois já terem uma recompensa. Ainda estava cedo, o clima era bom e não havia muito vento soprando no momento em que caminhavam por entre os civis, que em sua maioria eram estudantes da já conhecida universidade daquela ilha. O fator chave para encontrar aqueles dois sujeitos era informação. Um homem que tinha recompensa por sua cabeça não estaria andando tranquilamente pela rua, não sem um disfarce ou alguma forma segura de mover-se longe das pessoas que procuravam captura-los. De confiança, havia somente a marinha. Os outros meios não eram tão confiáveis e nem corretos, mas quem tomava a decisão do que fazer era a mais nova dupla de civis.

Bares, restaurantes e lojas com os mais diversos alimentos eram encontradas na rua em que passavam. Ali estava localizada a área correta para procurar comida, isto é, se estivessem interessados em comer algo. Mais a frente, ainda um pouco distante, mas já visível, estava o QG da marinha. Firme como todos esperam que seja, guardado por dois soldados em pose ereta e olhar firme aos civis. Já para a esquerda de onde estavam, ambos veriam um beco escuro que parecia dar passagem a alguma área bem suja da cidade. Ryan teria facilidade em sentir os cheiros horríveis que vinham do beco, era distante, mas com o olfato que possuía era simples conseguir isto. Sem contar que, podia ao longe ser escutado barulhos de uma discussão vinda exatamente do fim daquela ligação com uma parte ruim da cidade. Somente alguém com um olfato e audição aguçada poderia saber disto e por este pequeno problema não havia qualquer outra pessoa prestando atenção ao excluído beco.



Histórico ~ Tauruz:
 
Histórico ~ Bernstein:
 

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Bernstein
Civil
Civil
Bernstein

Créditos : Zero
Warn : A soberania da arte Banido10
Data de inscrição : 27/03/2016

A soberania da arte Empty
MensagemAssunto: Re: A soberania da arte   A soberania da arte EmptySex 15 Abr 2016, 11:24


Os olhares que eu atraía sempre diziam a mesma coisa: eles me odiavam e  me temiam pelo o mesmo motivo. Não podia julga-los, assim como não poderia temê-los. O ar era perfumado por diversos odores: comidas, bebidas, perfumes... O bom cheiro era um atrativo em potencial, ainda mais para um glutão como eu. — Ei, poeta. Saco vazio não para em pé. Deveríamos comer. — Diria apontando para o estabelecimento cujo aroma mais me agradava.

Eu realmente gostaria de realizar uma boa refeição antes de prosseguir, porém acabaria atrasando toda a jornada. O caminho nos levou até o quartel general da Marinha, era incrível aos meus olhos; imponente e inflexível, me arrepiava só de pensar nos lutadores monstruosos que deveriam circular pelas entranhas daquele prédio.

Meio desorientado, por bem dizer.— Esse lance de caçador é novo para mim, desculpe te decepcionar. — Tentaria ser mais comunicativo com o pobre lanceiro, ser antissocial não seria vantajoso, também parecia justo dizer a verdade. Olhando para todos os cantos, de nariz erguido e me concentrando nos meus sentidos enaltecidos, buscaria por algo que roubasse minha atenção, uma discussão seria mais do que o suficiente. Entretido com o que poderia ser uma confusão ou uma briga, parti em direção do som, convidando o rapaz com um aceno. No caminho discerniria o número de vozes inseridas naquele contexto, além do que diziam.

Podia facilmente calcular nos meus dedos o último dia em que participei de uma boa luta, no entanto não podia omitir a minha empolgação com outra. Ao seguir pelo beco me depararia com uma situação hostil ao meu olfato, provavelmente esboçando feições que mostrassem minha insatisfação com os cheiros dali, tão fortes e agressivos. Sem hesitar, correria o mais rápido possível (vide perícia) para chegar ao ambiente onde o desencontro acontecia, lá analisaria o ocorrido e aguardaria uma iniciativa de Turloch.
Voltar ao Topo Ir em baixo
Char
Civil
Civil
Char

Créditos : 2
Warn : A soberania da arte 10010
Data de inscrição : 27/03/2016

A soberania da arte Empty
MensagemAssunto: Re: A soberania da arte   A soberania da arte EmptySab 16 Abr 2016, 22:49

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]


De modo algum , em sã consciência, uma pessoa seguiria aquele brutamontes aparentemente mal-educado e rude; bem, posso afirmar que em sã consciência, eu nunca estou, e é isso que me torna tão interessante. O comentário sobre comida fez meu estômago se revirar; os dias no mar não foram corteses com o órgão em questão, e em murmúrios de desgosto vindos deste, neguei com a cabeça. — Não agora, "parceiro". Simulei duas pistolas com as mãos e meti na cara um puta sorriso de cowboy (sério, eu tava me sentindo o Buffalo Bill ali) e um tic com um estalar de língua.

Felizmente, ele pareceu mudar de ideia da mesma maneira que uma puta muda de cliente. Menos mal... Suspirei e com os olhos alourados, assisti ao ascender da madeixa solitária que me assolava o rosto esbelto; o fiz até que de bom grado, de toda forma, eu ficava muito mais bonito nela. Como se eu gostasse disso... Quando minha atenção caiu na rede da estrutura defronte a mim — e a Lucian — senti o peso de sua magnificência ofuscar até a minha própria, e estremeci. Não o fiz por medo, inveja ou desconforto; mas admiração e gratidão puras: eu sinceramente não gosto de ser sublime assim, sério, não é legal ser bonito, lindo, maravilhoso, é muito difícil e parece que você se torna automaticamente fútil por ter qualidades físicas tão enaltecidas assim: sério, não queira isso.

Assenti com a cabeça para o mink e mantive um sorriso meio difícil de controlar; a visão do QG ainda mantinha grande parte de minha mente fixada, mas a outra esforçou-se para responder Whitewood à altura. — Não tem problema, brother! Dessa vez, dois hang looses enfeitaram as mãos, acompanhados da expressão de maresia no rosto, um sorrisinho fraco e olhos caídos, levemente fechados (dessa vez eu fiquei na vibe de surfista, á lá Kelly Slater).

Minha brincadeira não teve tanto espaço quanto o avanço nada sutil do recém conhecido, na direção de algum lugar que eu realmente não fazia ideia de onde fosse; talvez ele ouviu algo que eu não consigo? Sei lá. Durante a corrida, meus olhos captaram seus gestos e concluí que era um convite para continuar seguindo-o, e como eu disse...

"De modo algum , em sã consciência, uma pessoa seguiria aquele brutamontes"
Mas quem disse que eu estou em sã consciência?

Disparei impetuoso, como sempre, em seu encalço; mantive a lança discretamente posicionada, de modo a avisar à qualquer pessoa que não era minha intenção, inicialmente, machucá-la de alguma maneira. Eu gosto dele, é espontâneo. E não estava mentindo, o grandalhão parece um puta gente fina por baixo daquele corpo todo estranho e ameaçador, vou provar isso em breve, se liga.

Uma vez no local, manter-me-ei alerta para qualquer situação hostil, procurando, psicologicamente, encontrar um meio racional de agir.

Esclarecimentos:
 

Histórico ~ Tauruz:
 

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
#ff4d4d (Falas)
#ff4d4d (Pensamentos)
Voltar ao Topo Ir em baixo
Conteúdo patrocinado




A soberania da arte Empty
MensagemAssunto: Re: A soberania da arte   A soberania da arte Empty

Voltar ao Topo Ir em baixo
 
A soberania da arte
Voltar ao Topo 
Página 1 de 1

Permissão deste fórum:Você não pode responder aos tópicos neste fórum
One Piece RPG :: Oceanos :: West Blue :: Las Camp-
Ir para: