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Capítulo I - A junção dos demônios XwqZD3u
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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Capítulo I - A junção dos demônios

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Capítulo I - A junção dos demônios   Capítulo I - A junção dos demônios EmptyQua 30 Mar 2016, 12:59

Capítulo I - A junção dos demônios.

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Vherz. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Capítulo I - A junção dos demônios   Capítulo I - A junção dos demônios EmptyTer 05 Abr 2016, 16:28


Sempre com o uísque na mão

Eu, mais um dia, acordava pronto para a minha jornada buscando companheiros nos bares da ilha, porém, sendo essa a última vez. Meu tempo ali foi curto, mas gostava do lugar. Era bonito, passava certa calma e me sentia bem naquele lugar, mas mesmo assim, não esqueci minha vida até ali, o quanto a minha vida não foi fácil, mas já não tinha mais tanto ódio, me concentrava mais em realizar meu sonho e o sonho daqueles me eu deixara no passado.
Iria passar pelos mesmos lugares de sempre, começando pelo me antigo local de trabalho, sempre observando os arredores pra alguma coisa interessante acontecendo, e se houver, claramente iria verificar, e se possível, intervir. Caso não haja nada, apenas seguiria até o bar. Assim que chegasse, cumprimentaria todos aqueles que estivessem ali - E AÍ CAMBADA! - Ao mesmo tempo que analisava alguém novo, forasteiro, que não reconhecia, e caso houvesse, iria ao balcão e falaria com o Barman.

- Estou finalmente indo embora desse lugar. Foi boa a minha estadia aqui,  sentirei saudades, com certeza, espero que tenha sucesso aqui, ah, e como sempre, me dê uma garrafa de uísque, sim? - Diria já colocando o dinheiro contado pra garrafa de uísque que tomava sempre e assim que o tivesse em mãos, retiraria a tampa ou rolha e daria um gole direto do gargalo e tamparia de novo. Se tivesse alguém diferente no bar, de acordo com minha observação, perguntaria ao dono. - EI, aquela pessoa ali, sabe quem é? De onde veio? Se vai pra algum lugar? - Esperaria a resposta impacientemente, e se recebesse uma resposta que dissesse que era um viajante forasteiro que estava de passagem, iria falar com ele(a)

- Olá, soube que você está apenas de passagem por Toroa. Bem, eu estou de saída, e queria saber se não quer um companheiro de viagens, talvez fixo, talvez não,  poderemos ver isso, tem interesse? - E com essa "proposta", iniciava a minha busca por uma saída da ilha, e companhia para continuar até os confins do mundo.
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MensagemAssunto: Re: Capítulo I - A junção dos demônios   Capítulo I - A junção dos demônios EmptyTer 05 Abr 2016, 22:52

De todas as ilhas do West Blue, Toroa poderia ser facilmente classificada como sendo a mais bela, não só pela beleza natural e pela pouca intervenção humana na natureza local, mas também pela calmaria da ilha, o temperamento das pessoas, a forma como se tratavam, se relacionavam, era tudo tão pacato e utópico... Parecia até um refúgio de todo o caos que estava o resto do mundo.
A ilha não costumava ser muito atacada por piratas, o que juntamente com a suas belezas a fazia um local perfeito para o turismo.

Cheels caminhava pelas ruas espaçadas da cidade, sob os seus pés o chão de terra que compunha a maioria das ruas da cidade, aquilo trazia uma sensação boa para o jovem boxeador, que durante muito tempo foi dominado pelo ódio, atormentado por lembranças de um passado que custava a ser esquecido. Ele rumava com um destino fixo em mente, mas não conseguia deixar de lado a sua curiosidade, sendo assim, olhava para todos os lados por onde passava... Observando as pessoas com suas vidas calmas naquela manhã. O sol tinha acabado de se levantar ao leste, o vento soprava trazendo o aroma das flores para as narinas de Vherz.

Não identificava nada não costumeiro, a ilha estava cheia de pessoas que ele não conhecia... como sempre. Certamente era turistas que estavam ali apenas para uma visita rápida, já havia se acostumado com aquilo.
Chegou no bar onde tinha trabalhado, o local era grande, espaçoso, possuía diversas mesas redondas espalhadas no ambiente, ao todo bar tinha cerca de 200m² mais ao fundo ficava o balcão de frente para a porta de entrada, atrás do balcão uma estante com diversas prateleiras com bebida, e uma porta e uma janela que dava para a cozinha. Abriu a porta de forma extravagante e gritou para todos os presentes. – E AÍ CAMBADA! – Algumas pessoas se assustaram com aquilo, mas logo se acalmaram, a grande maioria se limitou a levantar os olhos e sinalizar com a cabeça respondendo o homem. Vherz pode ouvir alguns cumprimentos como “Bom dia, fala esquentadinho! Já chegou a margarida...” caminhou até o balcão.

Um velho senhor estava lá, como de praxe, limpando um copo com um lenço branco. - Estou finalmente indo embora desse lugar. Foi boa a minha estadia aqui, sentirei saudades, com certeza, espero que tenha sucesso aqui, ah, e como sempre, me dê uma garrafa de uísque, sim?
- Na minha época costumávamos cumprimentar as pessoas pela manhã com um bom dia rapaz... – Respondeu o velho, que se dignou a levantar o rosto e sorrir para o recém chegado. – Finalmente vai ter coragem para isso? Hahahaha... Tem certeza que é isso que quer rapaz? – A pergunta soava mais como um conselho de um sábio para um jovem aprendiz, o senhor não esperava uma resposta.

- Não está meio cedo para beber não? – Certamente, enquanto Cheels olhava para os outros lugares ocupados no bar, a maioria das pessoas estavam fazendo seu desjejum, e como bebida a maioria acompanhava com sucos, ou cervejas encorpadas de pouco álcool. Alguns dois ou três típicos bebuns que estavam com garrafas de vodka sobre as mesas. – Você quem sabe... – O velho se virou e pegou uma garrafa marrom de uma das prateleiras atrás de si. Entregou uma garrafa de uísque, e pegou os 15mil que custou.

- EI, aquela pessoa ali, sabe quem é? De onde veio? Se vai pra algum lugar? – Vherz se referia a uma pessoa, sentado no canto, ao fundo do bar, no lado direito, a pessoa usava um capuz azul marinho, quase preto, estava bebendo algo bem quente, pois era possível ver a fumaça que emanava do copo, certamente café.
- Hum?... Não conheço não, deve ser só mais um turista. Porque não vai perguntar a ela e deixa de encher o saco? – A voz brincalhona do velho era perceptível. Após ingerir um gole de sua bebida, o boxeador briguento seguiu o conselho do velho. Caminhou até a mesa onde a pessoa estava.

- Olá, soube que você está apenas de passagem por Toroa. Bem, eu estou de saída, e queria saber se não quer um companheiro de viagens, talvez fixo, talvez não, poderemos ver isso, tem interesse? – Durante todo o discurso do homem, o encapuzado não demonstrou nenhuma reação, apenas continuou a beber seu café (agora devido ao cheiro, Vherz tinha certeza) por fim, teve sua resposta.

- Não. – A voz era grossa, mas estranha... Não era possível ver o rosto daquela pessoa ainda, e ela não deu mais nenhuma resposta. No momento seguinte, a porta do bar se abriu, uma dupla de homens entrou no lugar, ambos maltrapidos e com cicatrizes no rosto, não eram faces conhecidas, muito menos amigáveis... Cheels poderia ter se enganado, mas poderia jurar que viu o encapuzado estremecer quando os homens entraram no bar. O boxeador estava a cerca de 9m de distancia dos recém chegados parado de frente para a mesa do encapuzado.
Off: O uísque tem limite de 6 usos.

Off2: Editado com algumas informações adicionais sobre o ambiente.

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MensagemAssunto: Re: Capítulo I - A junção dos demônios   Capítulo I - A junção dos demônios EmptyQua 06 Abr 2016, 21:49


Dia arruinado

Cheguei no bar tentando demonstrar meu bom-humor, mas uns e outros não gostam muito do estilo mais incomum da minha saudação. Pouco me importava, fiz aquilo apenas por cordialidade. Pelo menos alguns responderam.
"Por que logo o barman estaria me negando um trago, não me faz sentido" Era o que pensava quando ele me questionou sobre tomar álcool aquela hora, não que ele já não estivesse acostumado com isso. Então ele me direciona para o suposto forasteiro que estava no bar. Encapuzado, não conseguia ver sua face, mesmo estando perto enquanto discursava e era rebatido com um poderoso e severo "não". Mas havia algo estranho, prestaria bastante atenção nos movimentos desse cara. Uma vez que entram 2 indivíduos nunca vistos por mim, não tinham uma aparência amigável, já tinha a impressão que a confusão ia acabar rolando solta, principalmente por causa que o tal encapuzado tremeu com a chegada deles. Prontamente pergunto, já deixando minha garrafa de uísque na mesa, prevendo o problema à frente.

- Ei cara, tem algum problema com eles? Conhece-os de algum lugar?

A qualquer momento que os  homens se aproximassem de mim, com a intenção de brigar, iria manter a guarda levantada e tentando manter ainda minha atenção no encapuzado. - Vocês, se não quiserem beber ou comer alguma coisa, peço que se retirem, estão incomodando um cliente, prefiro que ele tome seu café sossegado, sim? - Diria aos recém-chegados, esses que se avançassem em minha direção, me esquivaria rapidamente para trás de alguma mesa vazia, de preferência de onde eu tivesse uma visão do lugar todo, e da situação que se passava, mantendo parte da minha atenção no encapuzado que tomava seu café. Se os homens avançassem em direção ao homem, e se esse não mostrasse nenhum movimento, ficaria entre ele e os indivíduos, cm a guarda alta, e caso algum golpe no abdômen ou na direção da cabeça fosse proferido, fecharia meus braços na frente da cabeça, para defender um , e contrairia o abdômen movendo meu braço para o lado do tronco que fosse o alvo. Se eles errassem seus golpes, imediatamente contra-atacaria com um direto de direita no abdômen do homem mais próximo, e se acertasse, tentaria um gancho de esquerda em seu queixo e me afastaria dele e do outro, tentando ficar atrás de alguma mesa vazia, propícia para observação.

Tudo que eu menos queria agora era uma confusão, nunca fui fã de aquecimentos matinais, e não era agora que eu iria começar a gostar deles...
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MensagemAssunto: Re: Capítulo I - A junção dos demônios   Capítulo I - A junção dos demônios EmptyQui 07 Abr 2016, 22:28

O clima no bar estava normal, mesmo com a entrada daqueles dois mal encarados, as pessoas seguiam seus afazeres logo após uma reação básica de surpresa.
Mesmo assim, Vherz parecia um pouco tenso com tudo aquilo, principalmente depois de notar a reação sutil que o encapuzado teve ao notar a presença dos recém chegados.

- Ei cara, tem algum problema com eles? Conhece-os de algum lugar? – Perguntou tentando conseguir alguma informação sobre aquilo.

O boxeador não sabia, mas naquele momento o encapuzado estava se perguntando o porquê dele ser tão enxerido, o que estava ou não acontecendo com sua pessoa não lhe dizia respeito. O estranho estava tremendo dava pare notar pelo chacoalhar da xicara em suas mãos, mas após um gole do café e um grande suspiro ele parecia se acalmar, criar foco, enfim respondeu à pergunta que lhe havia sido feita com um sacudir de cabeça, negando conhecer ou ter problemas com aquelas pessoas.

Ao contrário do que Vherz pensava, os homens não vieram até aquela mesa, olharam em volta como se fizessem uma busca no bar, e depois seguiram até o balcão para conversar algo com o barman. Sem nem perceber o homem curioso tinha evitado uma confusão ali no local se colocando onde estava. Do ponto de vista dos recém chegados, Vherz estava na frente do encapuzando bloqueando lhes a visão do mesmo.
A pessoa de azul terminou de beber seu café, e de subido se levantou da mesa, deixando alguns trocados embaixo da xícara. Pois se a caminhar para fora do bar, com a cabeça abaixada como se quisesse evitar ser visto, passou pelos 2 desconhecidos, abriu a porta e saiu.

Mas no exato momento em que este atravessou a porta, um daqueles dois o viu, de imediato chamou a atenção do outro com um chacoalhar em seu ombro. – Hey! Eu acho que é o cara! – Foi possível ouvi-lo falar. Se viraram rapidamente e deixaram o local às pressas, no encalço do encapuzado, foi possível ver uma faca na presa em uma cinta de um dos dois estranhos. Os homens tinham trocado algumas palavras com o barman antes daquilo acontecer, será que tinham dado alguma pista do que queriam?

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MensagemAssunto: Re: Capítulo I - A junção dos demônios   Capítulo I - A junção dos demônios EmptyDom 17 Abr 2016, 22:15

Os primeiros passos!

Havia passado alguns dias desde a nossa chegada em Toroa Island, nosso objetivo agora era claro, voltar para casa, mas não apenas isso, mas voltar para casa como grandes assassinos, e para isso tínhamos que trilhar um caminho árduo, começar apenas com as nossas habilidades e com um pouco de dinheiro que nossa família havia nos deixado, agora só poderia contar com minha irmã e comigo mesmo. Eu andava pela cidade junto a Yui, ambos estávamos ansiosos, era uma nova vida que iriamos começar, sem ninguém para mandar na gente, iriamos matar quem quiser e por quanto quisermos, mas antes que pudéssemos fazer qualquer coisa tínhamos que nos preparar, devíamos arranjar armas para que pudéssemos fazer aquilo que sabíamos fazer de melhor e assim conseguir dinheiro para sobreviver nesse mundo.

- Yui não faça nada que posa nos deixar em maus lençóis, aqui ninguém conhece o nome de nossa família, devemos ser cautelosos com quem falamos e com o que fazemos! Falava calmamente dando um breve sorriso para minha jovem irmã. –Vamos procurar uma loja de armas lá poderemos comprar alguma coisa que possa nos ajudar, e provavelmente o dono da loja possa nos informar aonde podemos conseguir dinheiro de uma maneira mais fácil, a final nenhum trabalho vai ser difícil para nós!

Assim após minha fala seguiria a procura da loja de armas, enquanto andava pela cidade tentaria não chamar muita atenção, afinal eu era uma estrangeira em um lugar aonde nunca estive antes, e além de tudo estava desarmada, não poderia arranjar confusão de maneira alguma. Caso eu não tenha encontrado uma loja de armas, eu chegaria calmamente até um morador local e perguntaria educadamente aonde ficaria a loja de armas mais próxima, caso fosse respondida eu sairia em direção indicada pela pessoa, mas caso essa pessoa não soubesse eu perguntaria a outra pessoa.

Se encontrasse uma loja de armas sem cerimonias eu entraria no local, prestaria bastante atenção ao meu redor, tentando identificar quem estava no local, e andaria sempre com a guarda em alta para não ser surpreendida, assim seguiria até o atendente do local e falaria.- Olá senhor (a), eu gostaria de comprar uma adaga se possível! Falaria calmamente para o (a) atendente, caso ele me entregasse a arma eu daria o dinheiro pedido e esperaria minha irmã comprar a dela.

Após Yui terminar suas compras eu voltaria as atenções ao balconista te voltaria a falar. - Desculpa te incomodar novamente, mas aonde eu poderia encontrar um trabalho fácil para se fazer? Algum tipo de trabalho como aonde podemos lutar pelo dinheiro, literalmente se é que você me entende! Falaria dando um sorriso para a pessoa e me debruçaria em cima do balcão apoiando a cabeça na mão direita. Assim esperaria a resposta, caso me indicasse algum lugar para ir, eu escutaria tudo que tenha a dizer e seguiria suas orientações.
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MensagemAssunto: Re: Capítulo I - A junção dos demônios   Capítulo I - A junção dos demônios EmptySeg 18 Abr 2016, 11:40


Iniciação


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Alguns dias já se passavam, desde a saída do vasto mar do Novo Mundo, localização de sua família, Yui e Ruby chegam juntas a Toroa Island, uma pacata ilha com um ar maravilhoso, lar de muitos turistas, provavelmente as duas seriam ignoradas, ou até consideradas como turistas, mas as duas pequenas não tinham tempo para perder, necessitavam voltar para casa como duas grandes assassinas, e com isso teriam que ignorar coisas supérfluas como apreciar algo em seu caminho, somente poderia contar com sua irmã e a si mesma. Andando pela cidade juntamente com sua irmã, ambas ansiosas, com a nova vida, um novo recomeço donde não haviam empregados bajuladores, irmãos mais velhos ruins, somente duas gatunas, a procura de dinheiro e melhoria em suas habilidades. Yui estava louca para aplicar seu conhecimento em algum corpo, mas não queria que sua irmã ficasse zangada, sua personalidade era um tanto estranha, considerando todos como gado prontos para o abate, somente escutando sua irmã, do qual era doce e gentil com a mesma, então se acalmaria e escutaria os planos de sua irmã.

Como nos mares dos Blues, ninguém conhecia o nome da “Família Akhin”, provavelmente, Ruby não gostaria de chamar atenção, não pelo menos até arrumarem alguma arma, e local para arranjar dinheiro. ~ “ One-san, vou ficar quietinha até as coisas se resolverem, somente falar quando for necessária, ainda mais não estou afim de conversar com ninguém! ” ~ Falaria após escutar o que sua irmã lhe diria, com um sorriso doce e inocente em seu rosto, além de continuar a andar de cabeça erguida ignorando totalmente as pessoas, e observando atentamente o ambiente ao seu redor.
Encontrando alguma loja de armas, puxaria a manga de Ruby e avisaria do que havia visto, ou se fosse algo importante, para que pudessem visualizar depois de comprarem suas armas para que começassem a trilhar o caminho de assassino do qual sua família tanto se orgulha. Não encontrando nada, somente olharia para sua irmã e com olhar triste diria, ~ “ Não encontrei nada que vá nos ajudar, não é melhor perguntar a alguém? ” ~ Caso sua irmã não queira, continuaria a andar e observar a ilha atentamente.

Encontrando a loja, entraria no local, logo atrás de sua irmã, como uma pequena sombra, observando e em guarda, para que não haja nenhum indivíduo surpreendendo as duas, seguiria Ruby, e diria logo em seguida ~ “ Gostaria do mesmo por favor. ” ~ Após receber a arma comprada esperaria, sua irmã decidir sobre seus próximos passos e ao ouvir agradeceria ao atendente se curvando e saindo calmamente da loja, sempre observando com cautela.



Yuriko Ushio



OFF:
 
Legenda:
 




// Yuriko Ushio
Histórico de Personagem
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Nome da Personagem: Yui Akhin

de postes: 1
dos Posts EdC: N/A
dos posts de desvantagens: N/A
de treinos: N/A

Vantagens:  Visão Aguçada (-2); Adaptador (-2); Genialidade (-2).
Desvantagens: Fúria (+2); Megalomaníaco (+2)
Spoiler:
 

HP: 120/120
SP: 62/62
Ganhos: N/A
Perdas: N/A
Ferimento: N/A
NPC's: N/A
Extras: N/A


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Fala / Narração / Pensamento


" Time is a burden. That's what I believe. "

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Taizai no Gisen


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MensagemAssunto: Re: Capítulo I - A junção dos demônios   Capítulo I - A junção dos demônios EmptyTer 19 Abr 2016, 03:13


Sherlock Cheels

Por sorte, não houveram movimentos estranhos até ali, dos indivíduos. O sujeito ainda me responde apenas gesticulando com a cabeça "pode falar, sabia?" pensava. Mas talvez não fosse a melhor ideia mesmo, já que assim que terminara seu café, largava uns trocos e saía na maciota, porém, no último instante, ouvia um dos caras falando que "é o cara". Não me parecia nada bom. Assim que estivessem totalmente sem visão de mim, iria rapidamente ao balcão e perguntaria. - Ei, esses caras aí, disseram que procuravam alguém? Deram algum detalhe sobre a situação ou sobre quem era? O caldo pode entornar por aqui...- Tendo recebido o máximo de informações possíveis, me dirigiria até a rua, não esquecendo minha preciosa garrafa. Observaria todas as direções em busca dos indivíduos e do encapuzado, e claro, de qualquer situação que chamasse a atenção. Caso não os visse, perguntaria para transeuntes pelas ruas - Viu um homem encapuzado passar por aqui? Pra onde ele foi? E viu dois homens, mal-encarados? Facilmente reconhecíveis, eles. - Se conseguisse informação, seguiria para a direção até que achasse-os, se não, continuaria perguntando para as pessoas, seguindo sempre em direção ao centro da ilha.

Se os encontrasse, observaria de longe seus movimentos, não iria me preocupar muito em ser descoberto ou não, afinal, era só um bêbado, não haveriam problemas pra eles. Caso houvesse algum movimento hostil da parte dos homens, correria rapidamente até suas costas e efetuaria um soco direto de direita, seguido de um cruzado de esquerda na esquerda de sua cabeça, assim, se o outro começasse uma investida, me afastaria, esquivando de possíveis projéteis dando pequenos pulos para os lados e curvando o corpo, visando uma posição a qual eu conseguisse observar a situação com calma, e também, as ações do encapuzado, esse que, estando no meu campo de visão, nessa situação, dirigiria a palavra. - Ei cara, parece que você não conhece eles, mas eles te conhecem e muito bem. É melhor me ajudar a lidar com isso se quer sair da situação sem muitas complicações.

Caso não houvessem movimentos hostis, apenas me aproximaria devagar, sempre às costas dos homens, misturado na multidão, para conseguir ouvir uma possível conversa no caso de estarem parados, os 3. Se estivessem em perseguição ainda, apenas continuaria os seguindo.
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MensagemAssunto: Re: Capítulo I - A junção dos demônios   Capítulo I - A junção dos demônios EmptyQui 21 Abr 2016, 10:37

Ruby e Yui

Recém chegadas na formosa ilha de Toroa as duas irmãs mostravam determinação em conseguir alcançar os seus objetivos, focadas em conseguir dinheiro, melhorar suas habilidades e em matar. Tal personalidade quase entrava em colapso com o clima daquela pacata cidade onde se encontravam, o cheiro das flores, as casas simples, as pessoas felizes cuidando de suas vidas, o clima agradável, a paisagem exuberante da montanha que se prostrava como uma sentinela sobre a cidade, aquele definitivamente não parecia ser um antro para assassinos.

A irmã mais velha era a mais controlada dentre as duas, seu nome era Ruby e ela fez questão de prevenir a irmã mais nova, antes que acabasse complicando a estadia delas ali. - Yui não faça nada que possa nos deixar em maus lençóis, aqui ninguém conhece o nome de nossa família, devemos ser cautelosos com quem falamos e com o que fazemos! – O sorriso estampado no rosto da irmã era tão sincero que qualquer um que visse não suspeitaria da sua real índole. –Vamos procurar uma loja de armas lá poderemos comprar alguma coisa que possa nos ajudar, e provavelmente o dono da loja possa nos informar aonde podemos conseguir dinheiro de uma maneira mais fácil, a final nenhum trabalho vai ser difícil para nós!

~ “ One-san, vou ficar quietinha até as coisas se resolverem, somente falar quando for necessária, ainda mais não estou afim de conversar com ninguém! ” ~ A jovem Yui parecia disposta a se manter na linha, pelo menos por hora, seu olhar ignorava as ações das pessoas ao redor, se focando apenas no ambiente encantador do local onde estavam, mais uma dentre as muitas ruas de terra batida de toroa, rua espaçosa com algumas casas e estabelecimentos dispostos pelo lugar.

Como não conheciam a cidade, não conseguiam de forma alguma localizar a loja de armas. ~ “ Não encontrei nada que vá nos ajudar, não é melhor perguntar a alguém? ” ~ Dizia Yui puxando a manga da sua irmã mais velha.
Ruby não tinha escolha se não perguntar para uma senhoria que avistara logo afrente, sua abordagem foi educada, apesar de não muito convincente devido a falta de sentimentos em suas palavras. – O que duas garotinhas querem em uma loja de armas? – Notando que não viria uma resposta definitiva após aquela frase, a dupla se deslocou até um garoto que estava brincando com uma bola surrada. – Loja de arma?... Hmmm... Sim! Tem uma logo ali na esquina! – Disse o garoto.

As irmãs foram ao local indicado e lá encontraram a loja. Um estabelecimento pequeno com algumas vitrines no lado de dentro com algumas armas de exposição, nunca encontrariam o local, visto que pelo lado de fora parecia com uma casa normal, havia duas pessoas dentro, um velho vendedor e um garoto que aparentava ter seus 18 anos, com traços semelhantes ao do velho.
- Olá senhor (a), eu gostaria de comprar uma adaga se possível!
~ “ Gostaria do mesmo por favor. ” ~


O velho as encarou por um instante, a aparência das duas era muito amistosa para estarem querendo adagas, ele parecia relutante em vender armas para garotinhas, mas o garoto tomou a dianteira, colocando as duas adagas sobre a mesa. – 30mil Berries cada. – As garotas fizeram o pagamento, mas não satisfeita, Ruby teve de perguntar. – Desculpa te incomodar novamente, mas aonde eu poderia encontrar um trabalho fácil para se fazer? Algum tipo de trabalho como aonde podemos lutar pelo dinheiro, literalmente se é que você me entende!

- Por que você quer saber isso garotinha? – O tom de voz surpreso do velho mostrava a sua reação ao ouvir aquilo vindo daquela menina.
- Tsc... Você não vai achar nada parecido por aqui. A ilha é bem calma, calma até demais. – Respondeu o garoto com um tom entediado.

Pelo visto, não encontrariam o que estavam procurando, pelo menos não naquela loja, sendo assim, saíram do estabelecimento.


Vherz


Tendo percebido toda a movimentação daqueles indivíduos, o boxeador logo se dirigiu até o balcão, verificando se o barman sabia de algo visto que eles pareceram ter comentado algo. Ao se aproximar Vherz ouvia o barman comentar. – Que caras estranhos...
- Ei, esses caras aí, disseram que procuravam alguém? Deram algum detalhe sobre a situação ou sobre quem era? O caldo pode entornar por aqui...
- Hum? Ah. Eles pediram uma dose de rum cada, e perguntaram algo sobre os marinheiros. Não entendi direito... Iam perguntar mais alguma coisa, mas saíram do nada, nem beberam o rum, muito menos pagaram. Porque você acha que as coisas vão complicar?

Vherz não respondeu, ao receber a resposta logo se dirigia para o lado de fora do bar, procurando pelos indivíduos mas nenhum dos 3 estavam a vista, começou então a perguntar sobre eles para as pessoas que passavam pela rua, a maioria não tinha visto nada, mas um senhor lhe deu uma esperança.
- Acabei de ver alguém com um capuz correr para aquele lado. – O velho apontava a direção. – Atrás dele tinha dois outros homens sim... Mas não consegui ver os seus rostos. Será que eram piratas? Devo chamar a marinha?

Novamente o boxeador não se dava o luxo de responder, tinha de se apressar. Conhecendo a cidade, Vherz sabia que naquela direção seria bem provável que o encapuzado acabasse sendo encurralado. Adiantou os passos, chegando a quase correr na direção indicada, instantes depois ele confirmava a sua suspeita.
Em um beco espaçoso entre duas casas o encapuzado tinha sido encurralado, atrás dele havia uma cerca que dava para um jardim de flores, era muito alta, provavelmente feita para que crianças não pulassem ou escalassem.

- Pegamos você. Para onde vai correr agora em? Venha logo conosco e facilite as coisas! – Dizia um dos homens.

Sem pensar direito em suas ações Vherz partiu em direção a um dos perseguidores, acertando-o com um soco de direita no meio de suas costas e seguindo com um cruzado de esquerda em cheio no maxilar do homem, fazendo-o cair no chão.
- Mas que porra é essa!? – Exclamou o segundo. – Você vai morrer desgraçado! – O outro suspeito puxou uma faca de seu coldre e desferiu dois cortes e uma estocada na direção do boxeador, o intruso conseguiu se safar dos golpes, mas acabou se ferindo de raspão no antebraço esquerdo, à medida que se afastava, acabava ficando encurralado na parede da casa. – Morra! – O homem estava pronto para mais um golpe... E um segundo depois estava desmaiado no chão. Atrás dele estava o encapuzado segurando um bastão de madeira de uns 60cm de comprimento em cada mão.

- Obrigada pela ajuda. – A voz do homem soava bastante diferente agora... Não soava como a voz de um homem. – Você está bem? – O encapuzado removia o capuz, revelando ser A encapuzada.
Off:
 

encapuzado:
 

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MensagemAssunto: Re: Capítulo I - A junção dos demônios   Capítulo I - A junção dos demônios EmptySab 30 Abr 2016, 17:12


Último serviço feito

O barman me deu de fato informações úteis, as quais poderia perguntar no futuro para o encapuzado, algo sobre a marinha... Talvez ele fosse marinheiro, talvez eles fossem marinheiros, por mais que não parecessem, ambos os 3. Não tinha tempo de responder aqueles a quem eu perguntava, tinha que seguir meu caminho até a provável armadilha para o encapuzado, esse que pode estar em máus lençóis. Sabendo disso, apresso o passo para lá, imaginando que ainda houvesse uma chance de salvar o carinha.
Assim sendo, a minha perseguição ao que eu não sabia exatamente o que era, continuava, até encontrar certo beco onde estavam meus alvos, e vendo o jeito que um dos cars havia falado, sem hesitar, mandava meu punho nas costas do desgraçado e incapacitando-o logo após, com um cruzado "mas não acabou ainda, tem mais pra você também" Pensava, não tinha pretensão de falar com nenhum deles. O que sobrou, me atacou com uma faca, jurava que fosse escapar daquela, mas não foi bem dessa vez que foi como queria. Encurralado, esperava o ataque do maldito, pra ver se pelo menos desse eu sairia bem, mas não deu tempo de isso acontecer, instantes depois, o via caído desmaiado ao chão e a também, via o encapuzado segurando bastões "caramba, golpe bem dado..."

Removendo o capuz e me agrdecendo pela ajuda, o encapuzado, agora revelando sua voz feminina, se mostrava a encapuzada "Minha nossa, nocauteou o cara, bonito" Pensaria enquanto observava bem o rosto da garota. - Não precisa agradecer, pense como um último serviço ao meu antigo local de trabalho, e você era um cliente. Ah, desculpe, uma cliente. Aliás, belo golpe... - Falaria, agora observando o homem no chão, e aproveitaria para vasculhar seu corpo e o do comparsa por qualquer coisa últil, inclusive informação. - Ei, agora que acalmaram os ânimos, pode me explicar quem é e que situação foi essa? - Diria sem olhar ela, ainda vasculhando os corpos e esperando a sua resposta.
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