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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: [CF] PT II - Férias em família   [CF] PT II - Férias em família - Página 10 EmptyDom 27 Mar - 11:45

Relembrando a primeira mensagem :

[CF] PT II - Férias em família.

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) civis e piratas Gregory W. Ross; Sidney Thompson; Sofia Schwarz; Shannon Jay; Kurihara L. Riki. A qual não possui narrador definido.


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Auron
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MensagemAssunto: Re: [CF] PT II - Férias em família   [CF] PT II - Férias em família - Página 10 EmptyDom 29 Jan - 0:29

As coisas enfim pareciam estar dando certo, eles iriam conseguir fugir da ilha e se restabelecer, o destino que Akane almejava era a Grand Line, mas seria esse o destino que os outros também queriam?
Quando enfim chegaram até o porto estavam todos cansados, principalmente Akane que tinha sofrido tantos danos, o que a confortava era o fato de que a dormência em sua perna tinha enfim passado completamente, a corrida fez o sangue circular o bastante para que a reação passasse. Melissa ofegava muito, e estava toda descabelada, mesmo assim, não deixava de ser linda. Mirrons era o mais resistente e isso logo se provaria ainda mais...

A chegada da marinha trouxe um clima de tensão para o trio, clima este que foi intensificado quando o “embrulho” caiu deixando que Chris escapasse, Mirrons era mesmo resistente, tinha corrido todo o caminho até ali carregando dois sacos com dinheiro e o Chris mesmo tendo sido ferido por dois disparos no momento em que fugia do galpão, mas parece que suas forças estavam se esgotando.
- Melissa ajude o Mirrons-san à se erguer e procurem um dos barcos que já estão zarpando. Se estão zarpando deve haver um navegador entre eles. Descarte o resto da tripulação, mantenha o navegador. Eu não saio daqui sem nosso embrulho!

- Eu não preciso de ajuda alguma! – Exclamou o tritão irritado, ele se esforçou para levantar-se e conseguiu, mesmo aparentando que iria tomar a qualquer instante. – Vamos lá grandalhão, não seja tão machão, ao menos me deixe ajudar com minhas preciosas sacolas de dinheiro. – Disse a ladra.
Akane não parou para dialogar, deixou para trás o saco que tinha trazido consigo, e correu em disparada na direção de sua presa. O homem estava desesperado, suas pernas cambaleavam e volta e meia ele tropeçava, olhava para todos os lados tentando se localizar, mas sua mente deveria estar uma bagunça, principalmente pelo fato de ter tido pouco oxigênio dentro daquele pacote. – Socorro! – Começou a gritar assim que notara que estava sendo perseguido.

Kazumi não era muito ágil e também não possuía domínio no quesito corrida, ela corria como qualquer pessoa normalmente o faria, o fato de estar cansada e sofrendo com dores a limitava ainda mais, mas sua determinação de deixar uma marca naquela ilha a motivava. Enfim Chris notara que haviam marinheiros por perto, e do nada, estupidamente, parou sua corrida e virou-se 90° em direção aos soldados. O rapaz não tinha pensado direito na ação, apesar de debilitado bastava continuar a correr e ir fazendo uma curva sutil que logo seria amparado pelos oficiais da lei, mas aquela parada repentina e a mudança de sentido o fizera perder muito tempo, dando a oportunidade perfeita para Akane atacar.

Os marinheiros entenderam a situação e iniciaram os disparos, algum soldado mal treinado deu um tiro que passou raspando na perna do homem perseguido, que se assustou e se jogou para o lado, foi o momento do bote. A lâmina desembainhada beijou a coxa de Chris, fazendo-o exclamar de dor e cair de cara no chão. – Não! Não! Por favor, não! Socorro! Alguém me ajude! – Soldados corriam em sua direção com espadas empunhadas, os demais avançavam pelas laterais efetuando disparos desesperados.
- Olá Chris... – Disse a pirata com um sorriso estampado, que logo se esmoreceu. – Adeus Chris! – A face de medo do homem era algo indescritível, ele grunhiu de dor quando sentiu a dor de seus órgãos sendo perfurados para logo em seguida gritar em silencio quando a espada terminou o corte.

Trabalho cumprido a espadachim deu as costas e iniciou a corrida, ela ouvia alguns soldados gritando – Medic!!! Médico! Precisamos de um médico urgentemente. – Será que o rapaz ainda poderia ser salvo? Infelizmente para a jovem pirata sua sorte parecia ter sido totalmente gasta pelos próximos segundos, sem se preparar ou efetuar nenhuma estratégia de esquiva, ela foi alvejada por tiros, um deles lhe acertou o ombro direito, o mesmo que tinha sido acertado pelo parasita, a dor foi imensa e ela não conseguiu conter o grito. O próximo acertou sua coxa, fazendo-a tropeçar e cair a alguns metros do navio em que tinha visto Mirrons e Melissa entrar. Seria esse o seu fim?

Sua sorte retornou, os piratas que antes saqueavam pareciam que tinham começado a revidar o ataque, não em luta direta, eles disparam e arremessavam coisas nos marines, na tentativa de atrasá-los para que pudessem fugir, isso obrigou os perseguidores de Akane a procurarem coberturas. Em um instante caçadora e no outro instante caça. A mulher se levantou e obrigou-se a ir até o barco, foi ajudada a subir por Melissa que logo disse. – Você é louca! Quase morreu por causa de um babaca qualquer! – O barco escolhido por seus companheiros era um barco pesqueiro de auto mar, parecia resistente, mas desgastado, para barcos de pesca ele era bem grande, mas para embarcações de auto mar ele se enquadrava no quesito “barco pequeno”.

- Para a Grand Line, agora!! Não temos tempo à perder!! – Exclamou Akane ao ser colocada apoiada de costas na amurada do barco. – hahahahahahaah! Sim senhora! – Exclamou uma voz desconhecida. – Icem as velas! – Disse o homem, e logo dois homens mal-encarados iniciaram o processo, um outro tinha o controle do leme, mas não havia sinais de onde estava Mirrons. Akane puxou seu cantil e bebeu um gole do run que ali estava.
- Me dá um pouco disso também? – Perguntou Melissa.
As dores no corpo de Akane eram insuportáveis, e ela sabia que precisaria cuidar daquilo logo, o homem que tinha dado a ordem foi em sua direção.
- Então quem são vocês duas? Sete infernos que dia movimentado! Quem diria que revolucionários iriam atacar esse QG dos infernos e que eu poderia ser libertado! HAHAHAHAHAHA – Disse o homem barba gigante e baixa estatura. – Senhoritas, permitam-me apresentar! Sou o capitão Puzur! HAHAHAHAHAHA o que mais posso fazer por vocês? Oh... parece estar ferida garota. – Virou-se para um dos homens. – Marujo! Arranje algo para que pudemos tratar a bela donzela aqui! – O homem correu para dentro da embarcação, momentos depois ele voltaria com uma caixa desgastada, dentro dela haveriam instrumentos de primeiros socorros bastante rústicos.


Puzur:
 
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Akane Kazumi
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MensagemAssunto: Re: [CF] PT II - Férias em família   [CF] PT II - Férias em família - Página 10 EmptyDom 29 Jan - 7:20

緋色








Finalmente a sorte pareceu estar do meu lado quando senti minha perna parar de formigar e a força retornar a ela. Eu podia não ser uma exímia corredora, nem nada disso, porém a velocidade de uma pessoa normal apesar de debilitada por tanta correria me seriam o bastante para capturar um homem que estava zonzo sem saber para onde deveria ir. Depois de dizer aquelas palavras para Melissa, notei a hostilidade de Mirrons, como sempre bancando o forte, com seu mau humor habitual tentava recusar a ajuda da ruiva, o que seria cômico se eu não estivesse tão cansada demais para rir, tinha que poupar o fôlego e pegar o “embrulho” antes que ele alcançasse os Marines.

A minha sorte foi um erro cometido pelos próprios ao dispararem contra aquele a quem queriam salvar mesmo ele tendo gritado por socorro enquanto fugia de mim fazendo a primeira curva que pôde. O tiro e a curva no momento certo foram perfeitos para que ele perdesse velocidade e no instante em que se jogou para o lado devido à bala ter passado de raspão por sua perna, consegui alcança-lo e com a espada o cortei fazendo-o perder o equilíbrio e cair.

Por mais que ele chorasse e pedisse por ajuda, não me importei. Para mim, Chris era apenas uma garantia a qual não me tinha mais serventia, ele era apenas uma lembrança de meu plano falho no qual a aliança entre nós piratas e os revolucionários havia sido desfeita. Chris era tão insignificante que nem mesmo Troy se deu ao trabalho de ir atrás dele. Não que Jaden não fosse uma ameaça menor do que o homem responsável pelo Q.G. de Baterilla, porém era fácil de colocar na balança o mais importante entre os dois e Troy optou por atacar Viaty e seus homens, afinal eu não era ninguém, até agora.

Os soldados corriam até nós, não tinha tempo à perder com aquele lixo humano, mas deixaria a marca de que não estava para brincadeira naquela cidade desde o momento em que pus meus pés ali. Por mim jamais teria retornado a Baterilla, mas por causa de Kurihara e os outros fui obrigada à vir para essa cidade novamente, era de fato meu destino deixar meu nome gravado com o sangue daquele imundo nas ruas do lugar e após aquela cena, que fez com que os olhos dele praticamente tremessem em desespero, o rasguei de dentro para fora abrindo um corte em seus órgãos mais importantes.

Tinha deixado claro que eu era perigosa e não era alguém com quem se deveria brincar, então soltando o corpo de Chris deixando-o aos cuidados dos soldados que gritavam por um médico, significava que ainda havia vida naquele maldito, eu não tinha tempo de me certificar de que ele morreria, mas ao menos tinha me certificado de que ele jamais esqueceria meu rosto e meu nome não mais seria esquecido naquele lugar. A garotinha que outrora chorou a morte dos pais tinha sido batizada no sangue de Marines e seus aliados durante sua volta à cidade e nada mudaria isso, à não ser que o que aconteceu à seguir tivesse me destruído.

O mundo girou e senti um frio na espinha, enquanto o calor infernal e a dor aguda me invadia o corpo focalizada no ombro, onde o maldito parasita de Saturno me havia perfurado, agora tinha uma bala enfeitando o local. Fui descuidada, não pensei que poderia ser baleada pelas costas ou esfaqueada talvez, mas no fim das contas o que recebi foi outro tiro, dessa vez na coxa e não consegui conter um grito de dor antes de simplesmente cair à alguns metros do navio, sentindo o baque em meu corpo, todo o impacto havia causado um desconforto enorme e uma leve vertigem no momento em que vi Mirrons e Melissa entrando no navio. Eu estava perdida, seria deixada para trás, tinha certeza afinal nenhum deles era obrigado à me livrar das garras dos Marines. Tudo tinha ido por água à baixo, enquanto forçava o maxilar revoltada, indignada com minha condição fraca, eu era um peão naquele tabuleiro de fato os revolucionários estavam certos em ter me deixado pra morrer.

Antes que os Marinheiros conseguissem me alcançar os piratas do cais entraram em seu caminho. Por alguma razão eles pareceram se envolver provavelmente para dar tempo suficiente de fuga para eles obviamente, o que realmente me surpreendeu foi o momento exato com que tudo aconteceu, afinal, nunca ninguém se importou se eu morreria ou viveria, maior foi meu choque quando após me levantar e lutar para chegar ao barco, Melissa me ajudava à subir chamando-me de louca por ter feito o que eu fiz então sorri maliciosa e satisfeita enquanto estava dentro do barco.

— Se fiz isso por causa de um babaca qualquer, imagine o que eu faria por alguém com quem me importo? – diria piscando para ela enquanto estivéssemos próximas.

Tinhamos a embarcação, não era a maior do porto, mas era boa o bastante para a fuga com certeza ela era e assim que gritei sendo colocada contra a amurada do barco alguém acatou minhas ordens sem pestanejar. O mesmo homem dava ordem a seus marinheiros para içarem as velas e não demorou até zarparmos, enquanto isso nenhum sinal de Mirrons, mesmo assim eu tentei não me concentrar nisso, por alguma razão supus que ele não devia estar ali, ele era conhecido como O Possuidor por um motivo bem específico, ele tinha seu próprio território, não duvidaria nada de ele não seguisse comigo para a Grand Line, afinal nunca perguntei a ele se ele viria junto, mesmo assim eu devia muito a ele e queria me desculpar de alguma forma.

Peguei meu cantil e virei um gole na boca, sentindo o ardor do rum de uma forma reconfortante, aquilo era a cura para todos os meus males. O sabor indescritível daquela bebida invadia-me a boca e descia queimando por meu esôfago até chegar ao estômago da mesma maneira, fazendo com que meu foco nas dores passasse por alguns minutos pelo menos. Melissa me pedia um gole e sem hesitar estendia-lhe a mão com o cantil antes de encará-la fixamente analisando suas expressões tentando captar alguma coisa. Sentia o corpo ainda doendo e fiz uma careta de leve antes de entregar o cantil

— Espero que seu fino paladar não estranhe o gosto forte do rum envelhecido, nem todos são ferozes o bastante para apreciá-lo. – disse a ela de forma provocativa, antes de sentir o ombro novamente.

O capitão do barco então se aproximava de nós duas, falando sobre ter sido libertado. Era um barco pirata para nossa sorte, mas logo que ele perguntava quem eramos nós duas o olhei, antes de tentar olhar ao redor em busca do Tritão novamente. Ele se apresentou como Capitão Puzur, antes de constatar que eu estava um caco, antes de dar ordens a um de seus homens para buscar algo para tratar de minhas feridas.

— Meu nome é Akane Kazumi, minha amiga aqui é Melissa Wittenberg e digamos que o ataque ao Q.G. foi ideia minha, portanto acredite quando digo que estou feliz de ter pensado nisso. – diria a ele.

Aguardaria até que o marujo chegasse e então abriria a blusa num só puxão ali mesmo na frente de todos sem me importar com o que achariam de minha atitude. Aquela vestimenta estava suja de sangue, de fato estava uma nojeira e eu não vestiria aquilo novamente. Então pegaria a caixa mesmo com dor no ombro e a puxaria para perto de mim, tentando tratar meus próprios ferimentos, mesmo sabendo que precisaria de ajuda

— Onde está Mirrons? – questionaria antes de mais nada, sabia que ele precisava de ajuda com os projéteis que o tinham atingido. – Creio que ele precise de cuidados tanto quanto ou mais do que eu. Um ferimento no abdômen é mais letal do que um no ombro.

Procuraria na caixa álcool para poder desinfetar meus ferimentos, caso não encontrasse pediria o cantil para Melissa e então derramaria o suficiente para um gole em minhas feridas dividindo com cuidado. Sentiria o ardor dos ferimentos na certa, mas me manteria firme em tentar me cuidar. Não importava a resposta deles prosseguiria com o processo, na certa precisaria de ajuda considerando que tinha sido atingida por trás.

— Melissa... Poderia me ajudar com isso? – perguntaria a ela.

Caso ela desse uma resposta positiva tentaria me sentar de costas para ela esperando que ela se posicionasse atrás, para que pudesse ter meus ferimentos em vista. Procuraria uma pinça ou algo do tipo, tentaria esterilizar com álcool antes de usá-la e então prosseguiria guiando Melissa no processo entregando-lhe a pinça e mostrando-lhe o ferimento no ombro.

— Tive o azar de ser baleada pelas costas, creio que precisarei de ajuda pra tirar o projétil da coxa também.

Enquanto a bala do ombro estivesse sendo retirada, tentaria não gritar, contendo qualquer som ao morder meu lábio inferior, mas não sabia até onde eu resistiria, apenas evitaria de gritar no meio de tantos piratas, isso não seria visto como uma prova de que eu era forte e não podia demonstrar fraqueza, não ainda. Assim que a bala fosse extraída, tentaria pingar mais álcool na ferida e procuraria uma agulha e tentaria suturar o mesmo ferimento, com ajuda dela, depois procuraria gaze e esparadrapos para cobrir o machucado, se não houvesse ataduras serviriam por hora. Tentaria então me erguer debruçando-me na amurada de costas para ela e levantaria a saia até acima da altura do ferimento, pegaria a pinça e mostraria o local, pedindo a ela que tirasse. Novamente faria o mesmo citado antes, tentando não gritar de dor por conta do projétil sendo arrancado.  Então desinfetaria o local da ferida com álcool, tentaria o mesmo processo da agulha realizado no ombro e usaria ataduras para enrolar minha coxa, baixando a saia sobre a ferida novamente.

Caso Melissa se recusasse pediria ao capitão por algum dos Marujos em sinal mostrando-lhe a pinça. Caso não obtivesse ajuda, tentaria fazer o processo todo sozinha, mesmo que fosse difícil. Então após todo esse desenrolar, tentaria ficar de pé e encararia o capitão com seriedade sem nenhuma timidez como se nada tivesse acontecido.

— Vocês teriam alguma roupa limpa que eu pudesse usar? Creio que minha blusa é um caso perdido e fará frio em breve. – diria a ele.

Se Mirrons tivesse nos deixado confirmaria minha teoria, porém se ele não o tivesse feito, iria guardar os equipamentos de primeiros socorros dentro da caixa e o procuraria pelo navio à fim de tratar de suas feridas, ainda que ele se recusasse. Tentaria examinar os ferimentos e arrancar os projéteis antes de desinfetar a ferida com álcool e fazer os curativos.

Assim que terminasse tudo isso voltaria ao convés superior e procuraria pelo capitão, em busca de informação sobre a Grand Line.

— Já esteve na Grand Line antes? – diria e assim que ele respondesse prosseguiria. – Sabe como... Cruzar a Reverse Mountain?

Esperava que ele não se ofendesse com minhas perguntas, porém era um risco que eu tinha que correr.


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MensagemAssunto: Re: [CF] PT II - Férias em família   [CF] PT II - Férias em família - Página 10 EmptyDom 29 Jan - 13:07

- Se fiz isso por causa de um babaca qualquer, imagine o que eu faria por alguém com quem me importo? – Provocou Akane, piscando um dos olhos para Melissa, que girou os olhos entendendo a provocação e tentando ignorar. Kazumi se perguntava onde o grande tritão teria ido, ela suspeitava de que ele tivesse ido embora, retornado para o seu precioso lar.
Ao ouvir o pedido de Melissa a pirata estendeu a mão oferecendo a bebida. – Espero que seu fino paladar não estranhe o gosto forte do rum envelhecido, nem todos são ferozes o bastante para apreciá-lo. – Idiota... – Comentou Melissa tomando o cantil em suas mãos e levando-o a boca. Depois de dois goles a mulher tossiu, levando a outra mão a boca. – Argh, como você consegue beber isso? – Indagou. – Preciso te apresentar bebidas melhores. – Concluiu, dando mais uma golada na bebida.

Puzur aparecia para cumprimentar as garotas e a jovem se apresentava, educadamente. – Meu nome é Akane Kazumi, minha amiga aqui é Melissa Wittenberg e digamos que o ataque ao Q.G. foi ideia minha, portanto acredite quando digo que estou feliz de ter pensado nisso. – Pensei que eu já fosse grandinha o suficiente para poder me apresentar... – Disse Mel um pouco irritada. – Como ela disse... fui parte fundamental no plano, que fique claro.

- hohoho... riu ironicamente o capitão, então significa que estamos em debito com vocês, afinal, se não fosse esse seu tal plano não teríamos conseguido escapar. – Disse o “pequeno grande” homem dando um tapa na barriga.

Assim que o marujo chegou com o quite de primeiros socorros Akane foi rasgando sua roupa de imediato. – Circulando homens! – Exclamou o capitão. – Você sabe como fazer isso Senhorita? Então deixaremos que se cuide em paz, qualquer coisa, estarei no leme. – Tendo dito isso, Puzur se retirou, dando passadas curtas em um caminhar que balançava de um lado para outro.
- ow, ow, ow... – Fez Melissa. – Guarde isso só para mim, senhora Rainha. – Disse ironizando e ajudando Akane a abrir a roupa no local do ferimento. — Onde está Mirrons? Creio que ele precise de cuidados tanto quanto ou mais do que eu. Um ferimento no abdômen é mais letal do que um no ombro.

- Hunf, o grandalhão pesaria demais nesse pequeno barco, o capitão falou que atravessar a Red Line com ele seria um trabalho muito difícil, mas mesmo se o tal Puzur não tivesse dito isso, ele não teria ficado. Ele falou: “Não preciso ir para lugar algum, faz um tempo que não retorno ao mar, diga para a ruiva que ela é uma pessoa desagradável... e muito perigosa”. – A ladra ia dizendo enquanto observava o ferimento de Akane. – Isso aqui tá bem feio...

A medica iniciou o procedimento limpando o lugar com um antisséptico, o ardor era muito e o sangue escorreu mais, Melissa ajudou terminando de remover o excesso de sangue, a Kazu pediu a ajuda de sua mais nova amiga para que removesse a bala, e com as instruções da médica e com mãos hábeis de uma verdadeira ladra, Melissa conseguiu remover o projétil, mesmo que tenha sido a custo de muitas pontadas de dores e mais sangue perdido do que o normal. Logo em seguida voltaram a limpar o ferimento e suturaram a ferida com uma agulha curva, gases e esparadrapo compuseram a primeira camada do curativo, a segunda foi feita com fitas enroladas no ombro e ao redor do peito.

Depois de terminado o ferimento do ombro era a vez da coxa, lá a situação era diferente, por sorte a bala tinha atingido o membro de forma transversal e saído do outro lado, o que era um alivio, pois, a remoção da bala na coxa seria uma operação muito mais delicada, sendo assim, bastaram limpar o lugar, suturar, pôr o primeiro curativo e enrolar a faixar pressurizando o local.

Depois de enfim terem terminado o serviço, Akane caminhou mancando até onde estava Puzur, Melissa vinha ao seu lado, lhe ajudando. - Vocês teriam alguma roupa limpa que eu pudesse usar? Creio que minha blusa é um caso perdido e fará frio em breve.
- Hum? Oh, parece que já está bem melhor, apesar de parecer um pouco pálida... – Disse Puzur ignorando o pedido de Akane. – E não, não temos roupas femininas no navio, algumas camisas masculinas se quiser... – Deixa comigo. – Interrompeu a ladra. – Eu sempre ando com algumas mudas de roupas extras para o caso de precisar mudar durante uma fuga. – A garota abriu uma bolsa que carregava atrás na cintura e de lá tirou uma blusa, meticulosamente dobrada, parecia quase impossível de que uma veste como aquela tinha cabido ali, e pelo visto ainda tinham outras coisas na bolsa.

Akane trocou sua roupa (obrigada por Melissa para ir ao fundo do barco para fazer isto) e retornou para o encontro de Puzur.
- Já esteve na Grand Line antes? Sabe como... Cruzar a Reverse Mountain? – A garota sentia receio de estar sendo petulante ou de ofender o homem, mas este pareceu não se importar.

- Hahahahahah, sim... já estive naquela rota... e estou muito ansioso em poder voltar para lá, se me permite dizer, aquele é o mar para quem deseja ser de fato livre, garota. E se sei atravessar aquela coisa ali? – Apontou Puzur – HAHAHAHAHA! Ninguém no mundo viaja mais rápido do que Puzur naquela correnteza, se preparem garotas, estão prestes a vivenciar algo único em suas vidas! – O homem caminhou para a frente de uma pequena amurada no meio do navio, logo afrente do leme. – Em suas posições homens! – Os marujos começaram a correr de um lado para outro. Um assumiu as cordas o outro começou a atar os barris e tudo que aparentasse estar solto, o terceiro estava no leme. O tempo mudou de repente, o ar se tornou frio e o céu de um azul claro e limpo para um cinza tempestuoso, trovões retumbavam ensurdecendo todos os presentes, o mar chacoalhava o navio como se ele nada fosse além de uma folha seca.
A chuva logo começou a cair e o sentimento de angustia preencheu os corações de todos, mas logo também veio a contrapartida, o frio na barriga, a adrenalina. Chegaram ao pé da montanha.

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MensagemAssunto: Re: [CF] PT II - Férias em família   [CF] PT II - Férias em família - Página 10 EmptyDom 29 Jan - 20:43

緋色








Depois de estar finalmente à salvo dentro do barco e ver a cena cômica de Melissa estranhando o sabor do Rum contido em meu cantil, segurei-me para não rir pela primeira vez depois de tanto estresse. Ouvia ela dizer que me apresentaria bebidas melhores, então arqueei uma das sobrancelhas e movi o pescoço levemente para o lado.

— Isso significa que virá comigo? - questionei.

De fato não esperava tal atitude da parte dela, Melissa parecia tão independente, nunca imaginei que ela pudesse seguir viagem ao lado de uma arruaceira como eu, mas não me incomodava, afinal ela por ser pirata já era contra os Marines e isso já a tornava a companhia perfeita para mim, pelo menos era assim que eu pensava desde que havia visto o jeito feroz com que ela agiu contra Saturno na antiga fábrica. Se ela desse uma resposta positiva, então não hesitaria em sorri mesmo que de leve.

— Isso é ótimo, eu estava precisando de novas cobaias para meus experimentos. - brincaria com ela dizendo aquilo como se fosse a coisa mais normal do mundo.

Caso ela me desse uma resposta negativa sobre vir comigo, como se apenas estivesse fugindo e na Grand Line tomaríamos caminhos diferentes, então suspiraria antes de dizer qualquer coisa.

— É realmente uma pena, eu estava precisando de novos companheiros de pirataria. - diria a ela.

Depois da apresentação ao Capitão e de um leve atrito entre mim e ela, já que eu havia tomado a frente de maneira intrometida fazendo-a responder com certa rispidez, antes que eu simplesmente desse de ombros com um meio sorriso nos lábios.

— É como ela diz. - complementaria sobre a parte de ter sido fundamental no plano.

Puzur então dizia algumas coisas, sobre dever algo à nós antes de rir e dar leves tapas na barriga. De fato não era pra menos que ele estivesse agradecido e para nossa sorte era bom estar entre piratas. Piratas sempre eram as melhores companhias existentes, livres, cheios de riso e alegria e aos poucos estava me acostumando a ser considerada uma pirata, como se de fato eu sentisse que tinha nascido pra isso. Assim que comecei à arrancar minhas roupas ele deu ordens para que os Marujos saíssem do local, mas eu não me envergonhava, um médico deve estar habituado com corpos de pessoas nuas, senão não poderia ser considerado um bom médico, afinal saber a anatomia era parte fundamental da Medicina.

Depois de se despedir, o Capitão simplesmente disse que assumiria o leme enquanto me deixava à sós com Melissa onde estávamos, antes de eu ouvi-la fazer uma breve ironia sobre meu comentário há algumas horas, sobre a questão de Rainha. Baixei o olhar ligeiramente enquanto ela me ajudava à arrancar aquilo e então perguntei sobre o paradeiro do Tritão, obtendo a resposta logo após e ouvindo-a repetir as palavras dele, o que me fez sorrir antes de ela comentar algo sobre o ferimento em meu ombro.

— Parece que o perigo me atingiu no fim das contas, então significa que Mirrons tinha razão. - fiz uma breve piada. - Por pouco essa Rainha não se mostrou descartável como um peão num tabuleiro de xadrez.

Fiz o possível para expressar um tom brincalhão ao invés de melancólico como eu realmente queria fazer. A frustração ainda me incomodava assim como eu queria descobrir sobre o estado de Chris, se eu realmente o tinha eliminado ou se ele tinha conseguido se salvar de minha lâmina envenenada. Deixei o assunto de lado e foquei nos ferimentos, que mesmo tendo doído um bocado, tive a ajuda da pessoa certa naquele instante. Tive sorte de a bala não ter ficado alojada na coxa, então após ter feito todos os procedimentos corretamente, estava com os ferimentos fechados e quase nova em folha. Minha perna ainda doía um pouco, mas Melissa me ajudou à caminhar em direção ao local onde o Capitão estava.

Depois de nos apresentarmos a ele, enquanto eu ainda estava apenas com a peça de cima da roupa íntima e a saia que cobria meu corpo, não obtive êxito em meu pedido por vestes para o Capitão, porém Melissa logo resolveu meu problema (Depois de me levar para os fundos do barco contra minha vontade, para que eu não me trocasse na frente dos outros), antes que o diálogo entre nós e o velho Puzur tivesse continuidade. Depois de perguntar a ele sobre a Grand Line e sobre a travessia, obtive a resposta que queria ouvir.

"Livre? Por que essa palavra me causa uma sensação tão boa de satisfação e desejo além do que jamais imaginei? Grand Line, você realmente existe? Um sábio homem disse: "Sonha e serás livre de espírito... luta e serás livre na vida". Se fores um sonho creio que sonhei contigo por toda minha vida." - pensava enquanto olhava fixamente para frente pensativa enquanto a euforia tomava conta de meu corpo ligeiramente.

Observei atentamente enquanto ele caminhava até a amurada no meio do navio antes de dar as ordens a seus homens antes que o céu ficasse escuro e o tempo esfriasse de repente. Meus olhos vislumbravam aquelas imagens e as cores que surgiram nas nuvens, estava completamente maravilhada, mas algo me dizia que o Mar era traiçoeiro demais para que eu ficasse ali simplesmente desprotegida então quando o navio começou à balançar e notando que os homens atavam as coisas soltas à cordas, não pensei em outra coisa senão nos protegermos antes que fossemos nós à sair voando.

Assim que a chuva começou à cair, senti vontade de ver o percurso pela Reverse Mountain, a tão famosa correnteza única no Mar e o primeiro sinal de que aquilo que Puzur tinha dito era real. Assim que chegassemos à avistar a passagem tentaria me aproximar de Melissa e procurar por nossos pertences caso estivessem no convés superior do navio.

— Vamos guardar isso antes que caia no mar. - diria.

Caso já tivessemos guardado tudo, então procuraria uma corda para que pudessemos nos atar à uma parte firme do navio à fim de que não fossemos jogadas para fora do mesmo quando a turbulência aumentasse.

— Vem comigo! - diria a Melissa antes de tentar levá-la como ela sempre fazia comigo, pelo pulso.

Procuraria nos amarrar na parte mais firme do navio e qual seria a mais firme além do mastro principal? Talvez fosse uma ideia arriscada, porém era nossa melhor opção, então iria tentar. Tomaria cuidado com as possíveis turbulências no caminho, sabia que na certa o barco iria tremer e a travessia na certa seria perigosa, então faria o possível para prestar atenção às coisas, acidentes poderiam acontecer como caixas rolando, barris vindo de lá pra cá ou qualquer coisa do tipo, tentaria evitar qualquer tipo de coisa que pudesse nos atingir durante a subida. Me esquivaria movendo o corpo para os lados ou simplesmente me deitando no chão do convés. Caso nada saísse fora do normal apenas me manteria atada à corda junto de Melissa enquanto apreciaria a vista maravilhosa e aguardaria a chegada ao alto da Montanha.



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MensagemAssunto: Re: [CF] PT II - Férias em família   [CF] PT II - Férias em família - Página 10 EmptyDom 29 Jan - 22:26

- Isso significa que virá comigo?
- Creio que sim, ainda estou me decidindo...
- Isso é ótimo, eu estava precisando de novas cobaias para meus experimentos. – Idiota...

Enfim ela estava diante da grandiosa montanha, o ultimo e terrível obstáculo que separava a perspicaz pirata do maior oceano de todos, a red line, a reverse mountain. O clima ali era sempre tenebroso, o mar era de um azul tão escuro que nem sequer parecia ser água, pareciam velejar sobre uma densa massa de escuridão, e esta era uma escuridão revoltada, o navio era constantemente acertado por ondas que vinham de todos os lados, os ventos não pareciam ter uma direção única, ficavam mudando de rota a todo instante como se estivessem indecisos de para onde deveriam ir, era como uma multidão de pessoas atoladas para passar por uma estreita porta.

O céu era outra coisa magnifica e aterradora ao mesmo tempo, encara-lo trazia uma sensação de medo, um horror que parecia corromper a alma por completo, mas ao mesmo tempo trazia uma sensação de vida jamais sentida. – Não importa quantas vezes eu passe por aqui, é sempre incrível HAHAHAHAHAH – Akane ouviu Puzur comentar. Um raio iluminou o caminho, e aquilo fora o suficiente para que o experiente navegador se localizasse e pudesse travar a rota. – Timoneiro! 35° a bombordo! Firrrme! – Comandava Puzur.
Logo a chuva se misturava com flocos de nevos e pequenos pedaços de granizo, o frio aumentou ainda mais.

- Vamos guardar isso antes que caia no mar. – Exclamou a ruiva para Melissa, a jovem ladra não tinha ouvido direito porque foi justo na hora que um trovão ecoou, mas entendeu a mensagem devido ao fato de Akane apontar para as duas bolsas de dinheiro. – CERTO! – Gritou Melissa, mas soou meio ridículo porque não tinha nenhum trovão na hora.
Correram até os sacos e os levaram para dentro da cabine, onde os deixaram presos, se mover no barco era difícil, o chão do convés estava muito molhado e o barco balançava muito, por umas 5 vezes Kazumi tropeçou e quase caiu, em uma ela caiu de fato... Melissa possuía maior destreza, mas mesmo assim ainda cambaleava a todo instante.

Depois de guardarem os sacos foram para o centro do convés, onde Akane teve a ideia de atar a se mesma no mastro do navio. – Vem comigo! – Chamou a espadachim por sua companheira, Melissa a seguiu. – Você tem certeza de que essa é uma boa ideia?! – Akane não respondeu. – 15° a estibordo! – Gritou o capitão.
- Recolher velas! Rápido! – A correria no convés já estava sendo muita, mas a cada instante parecia aumentar e depois dessa ordem os dois marujos logo se apressaram em puxar as cordas para recolher as velas... mas não houve tempo suficiente, uma lufada de vento e uma grande onda engoliu o navio, Akane pensou que se afogaria por uns instantes, como daquela vez no naufrágio, a água salgada lhe invadiu as narinas, o frio tomou conta de seu corpo.

Logo retornaram para a superfície, mas o barco tinha saído do curso, um relâmpago iluminou o caminho: Uma floresta de rochas pontiagudas era o que os aguardava, de braços abertos para dar-lhes as boas vindas, inúmeros náufragos compunham a imagem do local, era como se fosse um cemitério. – Vire agora marujo! Rápido! Rápido! Todo o leme para bombordo! – Mas parecia inútil, a correnteza os puxava. – Segurem-se! – O impacto foi muito grande, mas um pouco precoce, o solavanco tremeu o barco e a corda apertou as cinturas de Akane e Melissa enviando uma corrente de dor por seus corpos, mas foi só isso.
- O que diabos?! – De repente o barco começou a se mover na direção que deveria se mover, como se algo os puxasse... ou os empurrasse. O capitão correu para a lateral do barco. – Pelos sete... Tem alguma coisa nos empurrando! – Exclamou Puzur.

Os ventos sessaram e o navio começou a se mover sendo guiado pela correnteza da montanha reversa, começaram a subir, o barco chacoalhou e inclinou, Akane derrapou e quase voou pelo navio se não estivesse atada. A viagem não tinha acabado, o capitão retornou ao seu posto, não estavam mais sendo empurrados. A disputa agora era para desviar das pedras no caminho e evitar se chocar nos paredões laterais, lá na frente uma luz brilhava.

Mais solavancos, mais repuxões, coisas rolando, impactos constantes, para enfim, alcançarem o topo. O barco foi arremessado para o nível acima das nuvens, lá o ar era totalmente diferente, um pouco rarefeito, mas sem aquela pressão, sem a atmosfera pesada, o sol esquentou seus corpos por alguns segundos, mas logo o frio na barriga apareceu. O barco que era mais pesado, foi o primeiro a começar a cair, em seguida, os demais corpos, menos pesados. Akane pode ver Puzur no ar, aquele anão gordo e muito barbado, rindo como se fosse uma criança. Mais um impacto, Akane sentiu a dor invadir mais uma vez seu corpo pelos locais que estavam feridos, suspeitava que as feridas tinham sido abertas.

Um som de seco alertou o capitão. – Capitão! – Gritou um marinheiro. – Droga! – Respondeu Puzur. Ao olhar para o local onde antes havia o timão, Akane veria que a roda usada para controlar o navio havia se partido. Não só isso, como também a corda que prendia barris no canto tinha se soltado, nas placas dos barris tinham os seguintes dizeres: "Cuidado! Não deixar entrar em contato com água salina!" Olhando ao redor, a jovem perceberia que os outros dois marujos estavam caídos, desmaiados, não sabia dizer o porquê, mas o fato é que eles não iriam levantar.

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MensagemAssunto: Re: [CF] PT II - Férias em família   [CF] PT II - Férias em família - Página 10 EmptySeg 30 Jan - 1:32

緋色








A imponente Reverse Mountain enfim se fez presente diante de meus olhos e notei que era ela, aquela maravilhosa coluna de pedra e água que me separavam do meu atual objetivo, mas assim como todos os outros que se levantaram para me impedir, aquela montanha também sucumbiria abaixo dos meus pés, não me importava que ela era uma construção natural, não seria uma montanha a me parar. As cores do mar ainda que num azul escuro e sombrio, me causavam sensações inigualáveis, por mais assustador que estivesse sendo, eu estava adorando tudo aquilo. A rota estava sendo difícil de ser traçada, como se os mares bravios e os ventos violentos vindo de todas as direções, não quisessem que o navio chegasse a seu destino.

Ao olhar para o céu meus olhos se maravilharam com aquela cena, por mais que muitos estivessem assustados. O Capitão dizia algo sobre ser incrível passar por ali e eu apenas mantive fixos os meus olhos no alto céu. O raio que caiu à seguir fez o rubro de meus olhos faiscar de emoção antes de ouvir os comandos do Capitão ao timoneiro, para que o curso fosse acertado. Aos poucos havia chuva e granizo ao mesmo tempo, não entendia muito bem o clima, porém era realmente surpreendente como podiam haver tantas mudanças em tão pouco tempo.

Meu pedido a Melissa foi acatado rapidamente, afinal se tratando de dinheiro era impossível que ela não tivesse ouvido. Caminhamos de forma desordenada dentro da cabine, de modo que vim à cair, sentindo as dores da queda, não me sentia nada confortável, afinal tinha sido baleada há poucos minutos, isso não seria nem um pouco aconselhável, já que os ferimentos podiam abrir com uma queda daquelas. Grunhi de dor, mas me contive em não deixar mais nada além daquilo escapar.

Ao chegarmos ao convés superior, dei início à ideia de nos amarrar por uma corda no mastro principal do navio, mesmo sendo questionada por Melissa sobre minha decisão, mas me contive em não responder e apenas começar à faze-lo enquanto o Capitão dava suas ordens ao Navegador e ao restante de seus marujos, porém antes que o fizessem o vento e uma imensa onda nos cobriram de uma forma que pela primeira vez naquela viagem me senti assustada de novo. Depois daquela horrível sensação já presenciada antes, voltamos à ter ar, já que estávamos novamente na superfície. Respirei fundo ao poder enfim retomar o fôlego em meio àquela onda de outrora notando que o ato de recolher as velas tinha sido fracassado.

As ordens do Capitão foram rápidas para o marujo que manuseava o leme e não demorou para que houvesse uma colisão com as rochas fazendo o barco trepidar forte e a corda ao redor da cintura me machucou um pouco, assim como deduzi que tivesse ocorrido com Melissa também. De forma milagrosa o barco começou à ir na direção correta como se alguém o empurrasse ou puxasse, não sabia dizer ainda.

Ninguém entendeu que raios estava acontecendo e o porque tínhamos entrado na corrente, mas segundo o Capitão, algo realmente nos empurrava. Seria possível que fosse um Tritão de 4 metros e mau humorado? Não soube dizer ao certo, só me guiava pelo que ouvia os outros dizerem, antes que a correnteza pegasse o Navio e os ventos parassem de vez. Estavamos subindo e meus olhos fixaram-se no percurso novamente com um grande sorriso nos lábios antes que tudo balançasse e num momento eu viesse à escorregar pela segunda vez, mas me salvasse por conta da corda atada ao corpo.

A nossa luta continuava enquanto uma luz ao longe parecia guiar o caminho para a Grand Line, em meio às tentativas de desviar das rochas. A turbulência era forte, muitos solavancos e puxões, muito impacto e aquela desordem mexia com minha cabeça antes de alcançar enfim o topo da Montanha, vendo que o navio havia saltado e descia aos poucos, enquanto as coisas desciam juntamente com ele, as menos pesadas em seguida. O Capitão estava no alto como se flutuasse enquanto ria, eu só não sabia de onde vinha a graça, mas a minha tinha se ido de verdade no instante em que num forte impacto senti uma dor infernal percorrer meu corpo, então segurei um grito entre dentes.

Estávamos acima das nuvens enquanto sentia as dores no ombro e na coxa outra vez, mas não demorou muito para ouvir alguém chamar pelo capitão e ele praguejou. Estávamos sem leme e a corda que atava os barris com algum produto perigoso de entrar em contato com a água havia sido rompida. Estavamos com dois marujos desacordados, não tinha escolha, já que o Capitão ainda parecia suspenso. Olharia para Melissa preocupada, lembraria no momento do que ela havia dito anteriormente sobre eu ser maluca e dessa vez concordava.

— Desculpe Mel, talvez demore um pouco mais para que você me mostre outras bebidas. - diria com um meio sorriso nos lábios.

No instante seguinte sacaria minha espada e cortaria minha corda, apesar das dores e dos ferimentos tentaria fazer isso sem terminar de me destruir sozinha. Procuraria por alguma peça, um timão reserva ou qualquer coisa que eu pudesse pegar para substituir o antigo. Se encontrasse a peça reserva tentaria levar até o Capitão ou ao Timoneiro para que algum deles pudesse desmontar a peça que ainda estava montada ali, caso não tivessem sucesso tentaria ajudá-los como pudesse, então encaixaria a peça nova no lugar e tentaria mantê-la firme e estável ainda que eu nunca na vida tivesse feito algo do tipo.

Depois disso tentaria procurar uma nova corda e atar os barris antes que eles caíssem. Tomaria cuidado com o chão do convés provavelmente escorregadio pela chuva, caso o sol quente não o tivesse secado. Tentaria reparar no ambiente como um todo, atenta aos detalhes para não deixar passar nada, antes de fazer o que eu tinha que fazer. Tentaria me atar àquela corda para evitar que com o balançar do barco, eu fosse jogada ao Mar, pois se caísse naquela correnteza violenta, tinha certeza de que não sobreviveria. Se tudo corresse bem, ataria os barris e daríamos um jeito de seguir a viagem até o final sem perdas ou problemas extras.

Se algum dos Barris escapasse das cordas então tentaria cravar a espada no mesmo e impedir que rolasse para longe, tentaria puxá-lo para junto dos outros antes de tentar amarrá-lo. Se a corda não fosse grande o suficiente para amarrar todos, tentaria puxá-la o máximo possível numa linha paralela tensionada à altura dos barris para a outra extremidade enrolando-a em meu pulso direito, enquanto cravaria a espada com a mão esquerda no chão do barco, usando meu corpo para aumentar a extensão da corda, antes de pedir ajuda, afinal eu na certa ia terminar de abrir os ferimentos se continuasse daquele jeito por muito tempo.

— Uma ajudinha aqui por favor! A corda não alcança! - diria em alta voz, esperando que algum pudesse me dar uma força.

Não sabia se obteria ajuda ou algo do tipo da parte dos tripulantes, mas eu tinha que tentar. Essa era a única chance de conseguirmos terminar aquela descida vivos e em segurança.


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MensagemAssunto: Re: [CF] PT II - Férias em família   [CF] PT II - Férias em família - Página 10 EmptySeg 30 Jan - 21:41

Os acontecimentos daquela cruzada variavam muito entre coisas boas e ruins, era uma verdadeira montanha russa de emoções e sentimentos, Akane se sentia desafiada e maravilhada, mas ao mesmo tempo estava sendo castigada por erros e dores desconcertantes, tudo parecia ter corrido bem, iriam conseguir, tinha passado metade do percurso já, a descida seria a parte mais fácil, correto?
O destino é realmente uma caixinha de surpresas, com dois dos marujos inconscientes e com dois acontecimentos gravíssimos a jovem pirata não tinha alternativas se não se forçar a agir, mesmo estando tão debilitada e ferida, mas era uma escolha obvia, se fizesse algo teria chances de sucumbir... mas se não fizesse nada, teria a certeza.

- Desculpe Mel, talvez demore um pouco mais para que você me mostre outras bebidas. – Anunciou Akane cortando suas cordas.
- Droga! Você é louca! – Bradou a ladra, começando a tentar a se desamarrar.

Akane tomou a dianteira, correndo para dentro da cabine, algumas coisas tinham se soltado e rolavam de um lado para outro, ainda era difícil se manter de pé, por vezes a pirata teve de se segurar em algo para que não caísse, a escuridão retornou, junto com o frio, revirou alguns itens em busca de algo que pudesse substituir o leme. – O baú ao lado da estante, garota! – Ouviu a voz de Puzur gritando. Kazumi foi até o local indicado, achando um timão substituto, as dores na perna e no ombro a castigavam, a perda de sangue a fazia ficar tonta, ela conhecia aquela sensação, não tardaria para que ela perdesse a consciência.

Mesmo com todas as adversidades a espadachim conseguiu levar o item até onde estava Puzur e o timoneiro. – Obrigado garota. – Disse o capitão. – Vamos consertar isso rápido antes que viremos panqueca naquelas rochas! – Disse o capitão, cortando o antigo timão com um golpe de machado preciso e poderoso, os dois então começaram a remendar o item.
Akane correu para onde estavam os barris a tempo de ver Melissa agarrada aos barris se esforçando para contê-los, se aquela contenção rolasse e se partisse não se sabe o que poderia acontecer, era melhor evitar, a pirata correu até uma corda jogada ao chão, e logo retornou até os barris, com a ajuda de Melissa começou a atar os barris, mas durante um segundo de perda de consciência um barril escapuliu de suas mãos. – Essa não! Akane! – Exclamou a sua amiga. Sem pensar muito por falta de circulação no cérebro a espadachim reagiu pulando e cravando sua espada no barriu - O QUE VOCÊ TA FAZENDO? – Era obvio o motivo da preocupação da jovem ladra, se o conteúdo do barril vazasse, poderia ser o vim deles, e cravar uma lâmina no receptáculo não era uma boa ideia.

Por pura sorte a madeira era grossa e não chegou a atravessar o invólucro, Akane se esforçou para puxar para si o barriu e o atar, conseguiu, mas não antes de outro barril rolar, dessa vez não tinha o que se fazer. O barril desceu de forma violenta indo em direção a amurada, o coração das garotas parou. Quando um solavanco fez com que o barril rolasse e saltasse para fora do navio se chocando com um pilar rochoso, em instantes a escuridão tomou uma cor avermelhada, tão intensa quanto sangue, as chamas lamberam o ambiente todo, a espadachim sentiu um ardor na mão direita, onde um pouco do liquido ardente respingou formando instantaneamente uma cicatriz de queimadura.
A escuridão se foi, o céu era azul, o ar, agradável, o impacto com o nível normal do mar jogou água para todos os lados, a jovem pode respirar aliviada, pois estava na tão cobiçada Grande Rota.


AVENTURA FINALIZADA!

*Aguardando avaliação*

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MensagemAssunto: Re: [CF] PT II - Férias em família   [CF] PT II - Férias em família - Página 10 EmptyQua 15 Fev - 23:48

Avaliação Akane

Perdas:
● N/A - OK

Ganhos:

● Cantil com Rum - NEGADO - Ela ganhou de graça e de modo facilitado. Não vou implicar que ela o usou durante a aventura para saciar o seu vício, mas considero que ele já esvaziou. Ela precisará arranjar outra bebida na próxima aventura.

● Perícia: Psicologia - NEGADO Akane tentou aprender a introdução da Psicologia apenas, assim como algumas anomalias psicóticas e partiu para a prática de um assunto que não havia NENHUMA conexão com os estudos dela. A Psicologia do fórum é muito mais puxada para a "sociologia", que daria a capacidade de "prever" comportamentos humanos e sociais. Akane apenas estudou sobre ID, Ego e Superego, Neurose e Psicose. Foi um aprendizado fraco e que de forma alguma justificaria ser capaz de "prever comportamentos humanos e sociais".

ALERTA: A player deve se lembrar de NUNCA utilizar perícias na mesma aventura que houve o aprendizado. Pois, caso seja negado, ela apresentará conhecimentos que ela não aprendeu de fato. Esse foi um motivo de certas penalidades em sua experiência.

● Perícia: Estratégia - OK

● Dinheiro do Roubo da Aprendendo Tudo  - OK - Valor: B$ 2.500.000

● Ferimentos - Ombro e Coxa - OK - Mas a recuperação será de 10 posts no total. Portanto, está em 2/10.

● Marca de queimadura na mão direita - OK - Não vejo motivo para dar uma "imagem" à queimadura... Caso você como narrador queira botar algo para algo no futuro, pode colocar um formato não muito exagerado.

ACRESCENTANDO:

Aumento de recompensa para: B$ 7.300.000

OBS: Não considerei que Chris tenha morrido por Akane. Ele foi levado até ela, não houve resistência e ela o matou em apenas um golpe. Devo lembrar que ele é um NPC importante! Ele não é qualquer um. Portanto, deveria haver uma dificuldade maior para que fosse concretizado sua morte.

Relação de personagens:
● Deixe que o player faça.

Exp: 10
EdC: 10

Localização: Farol - NEGADO - Você fez o post de subida e finalizou a aventura no que deveria ser o ápice. Portanto, ainda faltará a descida para que ela chegue ao Farol. Portanto a localização será: Reverse Montain - Ápice


Quantidade de posts do(s) Narrador(es):
10 Elliot Irwin
9 Auron
OK

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